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‘The Walking Dead’ vai ganhar trilogia de filmes para TV com Rick Grimes de volta; Saiba mais!

O episódio mais recente da 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘, marcou a despedida do personagem Rick Grimes da série.

No entanto, os fãs podem se animar com o retorno de Andrew Lincoln ao papel, em uma trilogia de filmes para TV que já está em fase de produção.

Segundo o produtor e executivo da AMC, Scott Grimple, o intérprete de Grimes será o protagonista dos longas, ao lado de vários outros personagens do passado de ‘The Walking Dead‘. De acordo com o empresário, a expectativa é que as filmagens comecem em breve – provavelmente em 2019.

Disse:

“Eu estou extremamente envolvido com o trabalho do primeiro filme agora e a previsão é que filmemos no ano que vem, embora eu já esteja surtando com os deadlines, então não vou te dizer exatamente quando, porque isso só me fará desmaiar! Mas posso dizer que realmente será mais cedo do que tarde. Por outro lado, esses filmes não serão produzidos seguindo o calendário da TV”.

Grimples ainda compartilhou sobre o tipo de investimento que está sendo feito para a trilogia:

“Essas produções entram no calendário de filmes e serão grandiosos, então vão tomar um pouco mais de tempo. Eles serão uma grande evolução daquilo que já fizemos na série, com o escopo e a escala de longas metragens. Nós vamos começar com a primeira parte da história de Rick Grimes e há muito mais a caminho, como mundos ainda não vistos de ‘The Walking Dead‘ e rostos do passado do programa, bem como novos personagens que esperamos que se tornem favoritos dos fãs. Isso tudo sendo introduzido pelas vozes dos veteranos e novatos de TWD. Nós queremos quebrar novas barreiras com histórias distintas, tudo parte desse mesmo mundo que capturou nossa imaginação por quase uma década de TWD”.

O executivo também reiterou que a saída de Lincoln da série é definitiva e que seu personagem não retornará para a TV:

“Isso não é uma pegadinha ou um truque. Esse é o fim de Rick Grimes em ‘The Walking Dead‘. Mas esse não é o fim da história de Rick Grimes. Nós continuaremos a contar sua narrativa nos filmes originais da AMC e há muita coisa a ser revelada ainda”.

 

Sinopse oficial do nono ano:

“Com a vida de Negan em suas mãos, Rick tinha uma escolha que definiria seu próprio caráter em comparação com o de seu inimigo. Ao tomar a decisão unilateral de perdoar Negan, Rick confirmou os valores que seu falecido filho, Carl, defendeu por construir para o futuro, mas criou conflitos dentro de seu grupo.

Nos novos episódios, veremos os sobreviventes um ano e meio após o fim da guerra, reconstruindo a civilização sob a liderança firme de Rick. É um momento relativo de paz entre as comunidades enquanto trabalham juntas, olhando o passado para moldar o futuro. Mas o mundo que eles conheciam está mudando rapidamente à medida que as construções criadas pelo ser humano continuam a se deteriorar e a natureza avança, mudando a paisagem e criando novos desafios.

Com o passar do tempo, as comunidades enfrentam obstáculos, perigos e, claro, zumbis inesperados, mas nada os prepara para a força formidável que estão prestes a enfrentar, o que ameaça a ideia de civilização que eles trabalharam arduamente para construir.”

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

‘Five Feet Apart’: Romance com Cole Sprouse, de ‘Riverdale’, ganha novo trailer

O romance ‘Five Feet Apart‘, estrelado por Cole Sprouse de ‘Riverdale‘, ganhou um novo trailer.

Confira:

A trama conta a história de dois jovens com Fibrose Cística, transtorno hereditário que danifica os pulmões e o sistema digestivo. Tentando lidar com a grave patologia, Will e Stella acabam se aproximando e se apaixonando.

O longa ainda conta com Haley Lu Richardson como protagonista.

Five Feet Apart‘ é dirigido por Justin Baldoni e estreia em março de 2019 nos Estados Unidos.

 

 

 

 

 

 

Crítica | Skate Kitchen – Autodescoberta e pertencimento na adolescência

Com uma mistura documental e dramática, a diretora e roteirista Crystal Moselle constrói um filme surpreendentemente agradável e poético sobre autoconhecimento e a busca por um abrigo entre iguais. A primeira cena de Skate Kitchen é bastante emblemática neste sentido e o seu ponto de partida para trilhar os caminhos da protagonista.

Camille (Rachelle Vinberg) é uma jovem de 18 anos apaixonada por andar de skate, sozinha ela tenta aprimorar suas manobras e saltos. Um dia ela cai e corta a parte interna da vagina, o que faz sua mãe severamente proibi-la de tocar no skate novamente. A dor dos pontos e do relacionamento materno, entretanto, não é maior do que o momento de liberdade e deleite em cima de sua pequena prancha.

É evidente a apreciação da atriz por estar em cima do skate, no entanto, o mais impressionante é a ótima composição de Rachelle Vinberg para sua personagem, uma vez que ela não é atriz. Camille segue outras meninas skatistas pelo Instagram, ela curte os vídeos, troca mensagens, até que um dia resolve sair do subúrbio de Long Island, pegar o metrô e ir até a cidade de Nova York para encontrar outras meninas do Skate Kitchen.

Todas as personagens do filme são reais skatistas, mas Crystal Moselle consegue controlar muito bem a sua narrativa dramática com a atividade exercida pelas jovens na vida real. O encontro de Camille com Kurt (Nina Moran), Janay (Ardelia Lovelace) e Kabrina (Kabrina Adams) é autêntico e bastante satisfatório, pois finalmente Camilla encontra um porto de aceitação de sua liberdade sobre rodas.

Por meio desse grupo, Camille consegue colocar para fora medos, frustrações e receios. Para além do skate – que as une -, o grupo torna-se uma espécie de irmandade em que cada uma apoia a outra. O espaço aberto para falar sobre novas experiências e trocar informação sobre a visão feminina do mundo. Todos esses diálogos são construídos de forma espontânea em meio a tragos de maconha e planos para o próximo desafio.

As músicas do filme retumbam em nossos ouvidos, enquanto acompanhamos o desenvolvimento das meninas e suas manobras, tal como um videoclipe, mas sem exceder os seu momentos. Centrado na transformação de Camille, de garota tímida, para alguém capaz de correr riscos a fim conseguir o que deseja, Skate Kitchen propõe uma grande reflexão sobre ser uma garota na atualidade e os locais que elas podem ocupar.

Em um depoimento confessional entre Camille e Janay, a roteirista expõe o peso que a protagonista carrega em relação aos pais e sua vontade de não tornar-se mulher. É uma cena emocionante na qual a menina alega ter socado os próprios seios para que não crescessem e ela continuasse a andar de skate como sempre, sem olhares, sem deboche, sem obstáculos da sociedade patriarcal.

O conflito entre mãe (Elizabeth Rodriguez) e filha também ocorre de maneira factível, sendo estopim para um tapa na cara da menina. A situação leva Camille à casa de Janay e fortalece a amizade entre as meninas. No entanto, numa terceira parte da história surge o misterioso Devon (Jaden Smith) e torna-se o interesse amoroso da protagonista. Dentro de um turbilhão de novas emoções, como lidar com as recentes amizades, o envolvimento com drogas, a liberdade de usar o skate pela cidade e o seu trabalho no supermercado?

Com a chegada de Devon na história, State Kitchen decresce bastante e, apesar de ser o despertar sexual de Camille, o caminho abre uma trama de rivalidade desnecessária entre as meninas. Contudo, também é uma solução simples para levar a filha pródiga de volta à casa da mãe e a vermos conciliando os seus interesses e aprendendo o respeito mútuo.

Com Skate Kitchen, Crystal Moselle tem uma mensagem clara e direta sobre as mulheres ocuparem os locais que desejam, mesmo quando a conjuntura social as fazem duvidar. Uma das cenas mais emblemáticas do filme é quando as meninas estão andando de skate pelas ruas de Nova York e uma garotinha de mãos dadas com a mãe olha para elas e as segue com o olhar. É isso! É o exemplo para as gerações futuras, tanto por uma inspiradora direção, quanto pela destituição de limites para o sexo feminino.

Alec Baldwin é preso após agredir homem por vaga de estacionamento; Entenda!

O aclamado ator Alec Baldwin foi preso na última sexta-feira (02) após se envolver em uma discussão com um estranho, por uma vaga de estacionamento. Os ânimos se afloraram e o veterano chegou a partir para as vias de fato, agredindo o homem.

Segundo a CNN, Baldwin machucou o estranho – cujo nome não fora revelado -, ferindo seu maxilar. Mediante o ocorrido, o veterano foi acusado por agressão e preso em Nova York. Após ser liberado, ele se comprometeu a comparecer ao tribunal, conforme pontuou a polícia local.

Essa não é a primeira vez que o ator teve problemas com as autoridades. Em 1995, Baldwin foi preso após agredir um fotógrafo que tirava fotos da sua então esposa, a atriz Kim Basinger, e de sua filha recém nascida. Em 2011, o veterano foi retirado de um voo da American Airlines, em Los Angeles, por se recusar a desligar o celular, se tornando agressivo com os comissários de bordo. Já em 2014, o astro foi acusado por conduta desordenada, ao andar de bicicleta na direção contrária, em uma rua de mão única em Nova York.

Confira as imagens da sua saída da prisão:

 

HILÁRIO ‘O Favorito’: Ryan Reynolds promove novo filme de Hugh Jackman com vídeo satírico

O astro Ryan Reynolds sempre o grande algoz de Hugh Jackman nas redes sociais, provocando o amigo com piadas ácidas, muitas referências a Deadpool e Wolverine e vários memes.

E desta vez, o ator decidiu promover o mais novo filme de Jackman,The Front Runner‘, com um vídeo em que faz campanha contrária ao ator, sugerindo aos colegas membros da Academia e outros sindicatos a não votarem nele para as premiações como o Oscar, Globo de Ouro e Sag Awards.

No vídeo, ele justifica o motivo e salienta que sua despedida de Logan promoveu um grande desemprego e abandono nos fãs, tornando-o indigno.

Assista ao hilário vídeo:

A trama conta a história do carismático político de Colorado, que chegou a ser o grande candidato do partido Democrata para a disputa das eleições presidenciais de 1988. No entanto, seus planos foram por água abaixo, quando um escândalo pessoal chegou à imprensa, alegando que ele teria tido um caso amoroso. Isso o fez desistir da candidatura, o que colocou Michael Dukakis em seu lugar para concorrer contra George W. Bush. Como todos bem sabem, Bush pai acabou vencendo as eleições.

A direção de ‘The Frontrunner’ fica a cargo de Jason Reitman, que também assume o roteiro ao lado do jornalista político, Matt Bai e do ex-secretário de Comunicação da Hilary Clinton, Jay Carson.

A produção será adaptada a partir do livro de Bai, ‘All the Truth Is Out: The Week Politics Went Tabloid’.

A previsão de estreia é para 6 de novembro de 2018, conhecido nos EUA como o Dia das Eleições.

‘Stargirl’: Anjelika Washington entra para o elenco da nova série da DC Universe

A nova série da DC Universe, intitulada Stargirl continua ganhando forma e mais um novo membro de seu elenco foi anunciado.

Segundo o CBR, Anjelika Washington é a mais nova adição. No entanto, seu papel permanece em segredo.

A única informação que se sabe em relação ao seu papel é que ela será uma personagem “muito familiar para os fãs dos quadrinhos da DC”, conforme pontuou o próprio presidente da DC, Geoff Johns.

Brec Bassinger (‘School of Rock’) foi escalada para viver Sideral (Stargirl) na série de TV sobre a heroína. A informação é do The Hollywood Reporter.

A série contará a história de Courtney Whitmore (Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Além disso, o programa ganhou seu primeiro logo oficial. Confira:

A série já é a quarta anunciada para o serviço, que também contará com Titãs,Monstro do Pântano e A Patrulha do Destinoe as animações ‘Young Justice: OutsidersHarley Quinn, que chegam ao serviço de streaming à partir de 2019.

Crítica | O Favorito – Hugh Jackman e Jason Reitman em eleição para… prêmios

Todas as Mulheres do Presidente

Altos e baixos são inerentes de todas as carreiras profissionais. E para diretores de cinema não é diferente. Jason Reitman, cineasta de 41 anos, considerado menino prodígio ao surgir em cena na década passada, sabe muito bem disso. Quando emergiu em Hollywood, seu cinema logo foi considerado questionador, incorreto e subversivo – todas as qualidades admiradas pelos avaliadores. De fato, até Ivan Reitman (Os Caça-Fantamas), seu progenitor, reconheceu que o filho tem mais talento na arte que dominam. Muitos concordam que não é papo de paizão coruja.

Depois de um início de carreira banhado em obras relevantes e bastante cínicas, Jason Reitman se enveredou por projetos cuja temática e teor caminhavam pela tênue linha da pieguice. Recobrando seu posto como um dos cineastas mais interessantes da nova geração, Reitman teve um ano de 2018 muito produtivo, que o colocou novamente no topo da cadeia alimentar. Sua veia amarga voltou a pulsar e o diretor abraçou novamente temas polêmicos, abordando-os de forma extremamente identificável. Tully, com Charlize Theron é indubitavelmente um dos pontos altos da primeira metade do ano, e agora ele completa a boa fase com O Favorito.

Na trama, Hugh Jackman (Logan) oferece um dos melhores desempenhos de sua carreira na pele de Gary Hart, senador americano, candidato à presidência dos EUA pelo partido democrata. Favorito dentro do partido e para ocupar a vaga na Casa Branca como o homem mais poderoso do mundo, a trajetória do político sofre uma guinada inacreditável quando ele se retira da disputa devido a um escândalo extraconjugal envolvendo seu nome.

Aqui no Brasil, onde o país passa por uma era extremamente politizada, na qual jovens procuram estar por dentro de certos temas como nunca antes – muito devido ao advento das redes sociais -, o novo longa de Reitman se mostra instantaneamente um material de estudo compelativo.

Fosse apenas por seu material fonte, baseado no livro ‘All The Truth is Out’, de Matt Bai, O Favorito já valeria a sessão. As questões levantadas pelo texto são realmente atemporais e dizem muito a respeito de políticos, vida pública, imprensa e o cidadão comum. Se formos levar em conta que o ocorrido se deu em 1988 e que desde então tais fatores apenas se intensificaram providos pela internet, o filme se cimenta ainda mais como reflexo premonitório, mostrando que, apesar de nossa evolução como sociedade em variados aspectos, muito ainda permanece estagnado. Julgamentos de falso moralismo e preservação ideológica – que se restrinjam à vida pessoal de um representante e não firam qualquer ideologia alheia – tidos como postura essencial para um governante, sobressaindo à suas capacidades administrativas, pulsam como forte tópico a ser discutido na produção.

Fora isso, Reitman exibe plena forma narrativa, criando uma atmosfera naturalista em muitas cenas que soam como improviso, adquirindo ares quase documentais. Suas escolhas de ângulos e posicionamento de câmera – às vezes mantendo um distanciamento estratégico e outras nos levando por trás das cortinas – são usadas como contraponto a grandes confecções de cenas, donas de embates virtuosos remanescentes dos filmes emblemáticos de Hollywood. São muitos momentos que desde já são cravados na memória e prometem não sair tão cedo.

Servindo os trechos mais poderosos estão performances do calibre das de Jackman, Vera Farmiga (em especial) e o restante do elenco. O protagonista realmente nunca esteve melhor do que seu retrato do senador em saia justa- a tensão crescente é notável em seu semblante através de explosões verborrágicas e momentos introspectivos, nos quais a atuação se dá de forma minimalista e contemplativa. Farmiga segue de perto, num delicioso bate bola.

O Favorito é o filme mais maduro da carreira de Jason Reitman, no qual o cinismo evolui de sátira para um patamar inquisidor, demonstrando o potencial, dever e responsabilidade que o cinema político, mesmo que moldado num formato de entretenimento mainstream, pode assumir.

‘Buffy, a Caça-Vampiros’: Ator e atriz confirmam interesse no reboot

A atriz Michelle Trachtenberg, que interpretou Dawn na original e Georgina Sparks em ‘Gossip Girl‘ revelou na  Rhode Island Comic-Con que o reboot seria ótimo.

“Eu acredito que Joss Whedon é um  gênio criativo, e quem contratou ele para o reboot fará um ótimo trabalho”, afirmou.

Já o ator James Marsters, que interpretou o vampiro Spike na série original, falou sobre a possibilidade de voltar a interpretar o personagem no reboot.

“Eu estou aberto a qualquer coisa que Joss tenha em mente. Seja interpretando o Spike, ou qualquer outra coisa. Eu disse isso a ele há algum tempo. A mente do Joss sempre surpreende, então estou aberto a voltar a interpretar o Spike caso Joss esteja envolvido.”

Ele completa,

“Seria incrível se ele retornasse e falasse ‘Buffy, você está terrível. Eu ainda te amo, é claro’. Isso seria divertido.”

A nova série não iria substituir o papel icônico de Sarah Michelle Gellar, mas sim apresentar uma nova caçadora.

“O reboot é como o meu ‘Star Wars’. Antes de me tornar roteirista, eu era uma fã. Por sete anos, eu assisti Buffy Summers crescer, encontrar amor, matar esse amor. Eu assisti ela lutar e sofrer e caçar. Há apenas UMA Buffy. Um Xander, uma Willow, Giles, Cordelia, Oz, Tara, Kendra, Faith, Spike, Angel… Eles não podem ser substituídos. A série brilhante de Joss Whedon não pode ser replicada. Eu não vou tentar fazer isso. Mas aqui estamos… 20 anos depois… e o mundo parece muito mais assustador. Então, talvez seja hora de conhecermos uma nova caçadora. E isso é tudo o que eu posso dizer.”

O reboot está sendo desenvolvido pela 20th Century Fox Television, e Joss Whedoncriador da série original, está envolvido como produtor executivo.

Em 10 de março de 2018, a aclamada série ‘Buffy, a Caça Vampiros‘ comemorou 21 anos e para celebrar o marco histórico, a atriz Sarah Michelle Gellar divulgou fotos raras direto do set de produção.

Confira:

Buffy foi criada em 1992 no filme ‘Buffy – A Caça-Vampiros’, vivida pela atriz Kristy Swanson. Embora tenha uma péssima reputação, o longa foi a base para a cultuada série, que estreou em 1997 e teve 7 temporadas até 2003.

A história ganhou continuidade em duas séries em quadrinhos. A 8ª temporada foi publicada entre 2007 e 2011, e a 9ª teve início em 2011 e ainda tem dois volumes inéditos.

‘A Maldição da Residência Hill’: O final mais SOMBRIO seria… [SPOILER]

A nova série de terror da Netflix,A Maldição da Residência Hill‘, conquistou os fãs, tirou o sono de muitos e fez com que vários chegassem até a passar mal.

E o final poderia ter sido muito mais aterrorizante…

Em entrevista ao Thrillist, o diretor Mike Flanagan revelou que cogitou um final muito mais sombrio para a série.

No último episódio, foi revelado que o misterioso Quarto Vermelho da Residência Hill se modificava para atrair os membros da família Crain. Todas as vezes que ele se modificava, para ser a casa da árvore de Luke ou a sala de dança da Theo, sempre podíamos reparar em uma particularidade: a janela vertical no fundo.

Veja:

Quarto Vermelho

Na cena final em que a família está celebrando a sobriedade de Luke, Flanagan pensou em manter a janela vertical e sugerir que a família nunca havia realmente escapado da casa.

“Uma coisa que posso dizer é que conversamos por muito, muito tempo sobre colocar a janela do Quarto Vermelho, aquela estranha janela vertical, no fundo desta cena”, disse Flanagan. “E eu finalmente decidi não fazer isso. Foi muito cruel. Mas houve muita conversa que essa paz poderia não ser real. Na versão que mandamos para a Netflix, acho que é absolutamente real. Nós nos comprometemos em manter esse final feliz.”, concluiu

Qual final você prefere? Feliz ou horripilante?

E após um final de temporada bem ajustado e sem quaisquer pontas soltas, restou a dúvida de um possível segundo ciclo e a possibilidade da narrativa dar sequência nos tormentos da família Crain.

Porém,  Flanagan afirmou que a segunda temporada terá uma narrativa completamente diferente.

“Eu não quero fazer muitas especulações a respeito da segunda temporada, até que a Netflix, a Paramount e a Amblin nos confirme o desejo de seguir adiante. Mas o que posso dizer é que, no que diz respeito à minha preocupação quanto isso, a história da família Crain está encerrada. Acabou. E eu acho que existem vários caminhos distintos que podemos seguir, tanto com a casa, como com algo completamente diferente. Eu também amo a ideia de uma antologia. Mas para mim, eu acho que os Crain passaram por coisas demais e nós – que trabalhamos na série – os deixamos exatamente aonde nós gostaríamos de nos lembrar deles. Nós chegamos a brincar com um final com cliffhanger, brincamos também com outras ideias, mas no final das contas, alinhado aos roteiristas e ao elenco, nós sentimos que a história precisava de uma espécie de encerramento vindo da nossa parte e estamos felizes por ter fechado o livro dessa família”.

 

 

‘A Maldição da Residência Hill’: 43 ESPÍRITOS escondidos em vídeo; Encontre todos!

O diretor Mike Flanaganse divertiu escondendo fantasmas pelo cenário da série ‘A Maldição da Residência Hill’, fazendo os espectadores ficarem tentando caçá-los na tela.

Agora, o IGN divulgou um vídeo reunindo todas as cenas com 43 espíritos que trazem fantasmas assustadores escondidos atrás das paredes da mansão assombrada.

Caso os tenha perdido, confira abaixo o vídeo com os fantasmas escondidos da série. Consegue encontrá-los?

Caso a série seja renovada, Flanagan confirmou que a narrativa será completamente diferente, seguindo novos personagens.

“Eu não quero fazer muitas especulações a respeito da segunda temporada, até que a Netflix, a Paramount e a Amblin nos confirme o desejo de seguir adiante. Mas o que posso dizer é que, no que diz respeito à minha preocupação quanto isso, a história da família Crain está encerrada. Acabou. E eu acho que existem vários caminhos distintos que podemos seguir, tanto com a casa, como com algo completamente diferente. Eu também amo a ideia de uma antologia. Mas para mim, eu acho que os Crain passaram por coisas demais e nós – que trabalhamos na série – os deixamos exatamente aonde nós gostaríamos de nos lembrar deles. Nós chegamos a brincar com um final com cliffhanger, brincamos também com outras ideias, mas no final das contas, alinhado aos roteiristas e ao elenco, nós sentimos que a história precisava de uma espécie de encerramento vindo da nossa parte e estamos felizes por ter fechado o livro dessa família.”

 

‘Animais Fantásticos 2’: Johnny Depp é destaque em novo comercial

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’  ganhou um novo comercial, focado no vilão estrelado por Johnny Depp – o famoso Grindelwald.

Assista:

Apesar do astro o astro Jude Law alegar que Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ optou por não explorar a sexualidade de Alvo Dumbledore, o ator Ezra Miller revelou ao Total Film que a homossexualidade do personagem ficará bem clara no filme.

“É uma ideia engraçada para mim essa história de que toda forma de representação tem que ser bem clara. Na minha opinião, a homossexualidade de Dumbledore fica extremamente explícita neste filme. O tempo todo”, ele afirma.

Segundo ele, o romance do personagem com o vilão Grindelwald é mostrado.

“Ele vê Grindelwald como seu jovem amante, que foi o amor de sua vida; ele o vê no Espelho de Ojesed. O que o Espelho de Ojesed lhe mostra? Nada mais do que o desejo mais desesperado do seu coração. Se isso não é explicitamente gay, eu não sei o que é. Eu acho que também é realmente poderoso ter personagens que são pessoas fascinantes e dinâmicos, fazendo trabalhos mágicos no mundo, e que a história não diz respeito apenas à sua sexualidade. Reconhecer o presente que Jo Rowling nos deu escrevendo um dos maiores personagens da história literária como um homem gay, um dos personagens mais amados em todo o espectro da sociedade civil. Ela sempre será uma Deusa por ter feito isso.”, concluiu.

Assista ao trailer:

Conheça todos os segredos do trailer de ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’

Warner Bros. Brasil o filme nos cinemas nacionais dia 15 de Novembro, um dia antes da estreia nos EUA.

Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

‘É uma pena’, se aborrece ator de ‘Punho de Ferro’ sobre cancelamento da Netflix

Muitos fãs da Marvel ainda estão se recuperando da decisão da Netflix de cancelar as séries ‘Punho de Ferro‘ e ‘Luke Cage‘. As estrelas da série não pensaram diferente, como evidenciado por seus comentários na  Rhode Island Comic Con.

Os astros Finn Jones e Jessica Henwick, de ‘Punho de Ferro‘, falaram sobre o cancelamento na convenção, com Jones se revoltando com a decisão.

“É uma pena que o show seja cancelado quando Danny atinge seu ápice … parece que sua jornada está incompleta.” afirmou Finn Jones para a a jornalista Clare Kramer durante a convenção.

 

 

O cancelamento de ‘Punho de Ferro‘ foi um golpe para as pessoas envolvidas, que ficaram aborrecidas.

“Eu tenho uma enorme quantidade de amor e respeito por todos os envolvidos nas últimas duas temporadas desta série”, escreveu Jones. “Defender a maior cidade do mundo entre as pessoas mais talentosas e calorosas tem sido um privilégio e uma alegria. Abençoada por ter feito essa jornada e agradecida pelo apoio contínuo. ”

O cancelamento das séries Luke Cage e ‘Punho de Ferro‘ pegou os fãs da Marvel de surpresa e provocou uma série de reações na internet e até mesmo um abaixo assinado.  Divulgadas pelo Jumpshot, as informações pontuam a brusca queda na audiência de ambas a séries, que chegaram a perder 2/3 de seus público entre a primeira e a segunda temporada.

Comparado ao seu ciclo inaugural, Luke Cage perdeu 59% de seus fãs. Já ‘Punho de Ferro‘ sofreu ainda mais, perdendo 64% de sua audiência.

A perda do interesse impossibilitou a continuidade das séries, uma vez que seus custos também são consideravelmente altos.

O portal Jumpshot ainda divulgou um indicativo que mostra os desempenhos das duas produções em sua primeira semana disponível na Netflix, em um comparativo com a aclamada ‘Demolidor‘.

Confira:

Demolidor – Temporada 2: 100

Luke Cage – Temporada 1: 92
‘Punho de Ferro‘ – Temporada 1: 80
Luke Cage – Temporada 2: 38
Punho de Ferro‘ – Temporada 2: 29

‘Vingadores’: Confira em detalhes todas as camadas da armadura do Homem de Ferro

O livro de arte ‘The Avengers: Infinity War‘ revelou todos os layers da armadura do Homem de Ferro no filme, montada por micropartículas.

Confira:

AVENGERS: INFINITY WAR concept art revealing the multiple layers of the Iron Man nanotech suit from r/marvelstudios

O livro também revelou várias artes conceituais do uniforme do Homem-Aranha, incluindo o Aranha de Ferro e o uniforme preto. Conforme podemos notar, alguns desses uniformes devem ser usados em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’.

Além dessas artes, também foi mostrado que o Thor quase teve uma arma similar a do Rocket.

Recentemente, os irmãos Russo responderam como o Groot conseguiu erguer o Stormbreaker.

“O Mjolnir requer que a pessoa seja digna, mas o Stormbreaker não,” eles disseram.

Então, aparentemente qualquer um pode levantar o Stormbreaker. Simples, não?

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 27 de Abril de 2019.

‘Dumplin’: Comédia da Netflix com Jennifer Aniston ganha cartaz e imagens

A nova comédia original da Netflix, intitulada ‘Dumplin’ e estrelada por Jennifer Aniston, ganhou suas primeiras imagens e cartaz.

Confira:

Dirigida por Anne Fletcher (‘A Proposta’ e ‘Vestida Para Casar’), a trama possui uma narrativa com um viés cômico-musical, aos moldes de ‘A Escolha Perfeita’ e ‘Teenagers – As Apimentadas’ e traz a história de Willowdean, uma adolescente plus size e confiante que é obcecada por Dolly Parton. Para irritar sua mãe, ela decide participar do concurso de beleza do Texas ao lado de alguns amigos e o que antes seria um protesto à cultura da magreza e perfeição, se transforma em uma inspiração para um heterogêneo grupo de adolescentes desajustadas entrarem na competição. Ao entregar sua perspectiva particular sobre o mundo dos concursos de beleza que ela testemunhou dentro de casa, Will consegue conquistar o respeito de sua mãe, que passa a admirá-la e genuinamente conhecê-la por quem ela de fato é.

Originalmente um projeto da Disney Studios, ‘Dumplin’ segue por um viés mais indie, sendo roteirizado por Kristin Hahn, que também assume a produção ao lado de Michael Costigan (‘A Vigilante do Amanhã: Ghost In The Shell’).

O longa será lançado em cinemas selecionados e na Netflix em 07 de dezembro.

 

Trailer internacional de ‘Capitã Marvel’ traz CGI melhorado

Capitã Marvel‘ teve um trailer internacional divulgado, que apesar de não trazer nenhuma cena inédita, traz uma notória melhora nas cenas com CGI.

Confira e compare:

O primeiro trailer de ‘Capitã Marvel‘ se tornou o terceiro mais assistido da Marvel em suas primeiras 24 horas, com 109 milhões de visualizações no Youtube.

Para comparação,  Vingadores: Guerra Infinita‘ é o trailer mais visto da história da produtora, e também o mais assistido de todos os tempos da internet, com a marca de 230 milhões de visualizações.

Em segundo lugar, vem o trailer de ‘ThorRagnarok‘, que fez 136 milhões de visualizações.

Em quarto lugar está o trailer deCapitão América: Guerra Civil, com 94,7 milhões de visualizações em 24 horas.

Confira detalhes sobre a personagem:

A Capitã Marvel é humana?

Nos quadrinhos, Carol Danves é uma humana piloto da Força Aérea dos Estados Unidos, que se tornou uma híbrida Kree quando foi atingida por uma explosão de uma nave alienígena. A nave era comandada pelo guerreiro Mar-Vell, o primeiro Capitão Marvel.

A radiação da explosão atingiu seu corpo em nível celular, e Carol viu sua fisiologia mudar e se tornou uma híbrida genética kree/humana (o DNA do Mar-Vell impregnou o DNA humano dela). Nesse momento, ela também perdeu sua memória, sendo ajudada depois pelo Professor X a se lembrar quem ela era.

No acidente, Danvers ganhou superpoderes.

Quais são seus super-poderes?

A Capitã Marvel é uma das personagens mais poderosas da Marvel.

Ao se tornar uma híbrida genética kree/humana, ela adquiriu:

» Superforça
» Poder de voo
» Sétimo sentido (mais poderoso que o sexto sentido)
» Resistência a toxinas e venenos
» Indestrutibilidade
» Habilidade psíquicas
» Absorção e manipulação de energia

A dúvida que paira é onde a heroína esteve desde a década de 90, quando se passa seu filme, até os eventos de ‘Vingadores 4‘ – quando ela é chamada pelo Nick Fury.

Qual é o seu palpite?

 

Capitã Marvel estreia em 7 de março de 2019 no Brasil.

 

‘Vingadores’: Artes mostram Aranha de Ferro e uniforme preto do Homem-Aranha

O livro de arte ‘The Avengers: Infinity War‘ revelou várias artes conceituais do uniforme do Homem-Aranha, incluindo o Aranha de Ferro e o uniforme preto.

Conforme podemos notar, alguns desses uniformes devem ser usados em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’.

Confira:

Além dessas artes, também foi mostrado que o Thor quase teve uma arma similar a do Rocket.

Recentemente, os irmãos Russo responderam como o Groot conseguiu erguer o Stormbreaker.

“O Mjolnir requer que a pessoa seja digna, mas o Stormbreaker não,” eles disseram.

Então, aparentemente qualquer um pode levantar o Stormbreaker. Simples, não?

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 27 de Abril de 2019.

Crítica | House of Cards – Temporada final: O fim memorável da 1ª série original da Netflix

Frank Underwood se tornou uma das figuras mais explosivas da televisão. Imprevisível e sorrateiro, seus passos sempre quebraram a quarta parede, em uma espécie de aula unapologetic sobre o poder em seus níveis mais altos. Voraz como um lobo e astuto com uma serpente, ele traçou sua rota ao posto político mais elevado, levando consigo as audiências mais hipnotizadas com seus movimentos escusos e dúbios. House of Cards sempre foi seu playground. Até que a pertinente saída de Kevin Spacey fez da também produtora executiva da série,Robin Wright, ascender como queríamos. E com ela no comando, a sexta e – inevitável – última temporada resgata os ossos enterrados no passado, à medida que alcança o auge do amado personagem Doug Stamper, pela espetacular atuação de Michael Kelly. Demorou, mas finalmente é o momento de eles roubarem a cena de vez.

Após um hiato e atraso de produção obrigatórios, House of Cards foi capaz de reagrupar as cartas caídas mediante os escândalos de pedofilia e abuso sexual envolvendo seu principal astro. Com um roteiro pronto forçado a ser arquivado (e que talvez jamais vejamos), a primeira série original da Netflix teve que se reinventar, reconstruir seu castelo e se desfazer dos cacos que as péssimas escolhas de um homem, que jamais tiveram a ver com a equipe e o restante do elenco, naturalmente respingaram em si. Em meio a esse turbilhão impossível de não ser comentado, a criação de Beau Willimon voltou com força, autenticidade e aquela assinatura de trambique político ultra realista que sempre amamos.

Caminhando como se os conflitos de bastidores tivessem sido friamente calculados, a série anuncia a morte de Frank com naturalidade, faz do seu nome os cochichos intermináveis dos bastidores da Casa Branca, conforme também é capaz de tornar a presença sempre tão imponente do personagem algo esquecível. Como prometido pela fala final de Claire Hale (não mais Underwood), era chegada sua vez. Com presença forte e tão implacável quanto a de seu esposo, a agora protagonista absoluta reina soberanamente e não apenas de maneira literal. Com expressividade, artimanhas e gingado para conduzir o jogo político, ela convence como a falsa donzela em perigo, usa as características mais exaustivas que vulgarizam a mulher como o suposto “sexo frágil” e faz jogos mentais com os coadjuvantes, conduzindo uma confusa e tumultuada partida de xadrez, da qual sabemos bem quem vai ganhar.

E ao usar essa antiga mentira de sexo frágil – que vem sempre acompanhada dos atributos naturais da feminilidade – ela representa também um momento sócio político mundial importante. À medida que mulheres esbravejam seus direitos mais e mais nas ruas das grandes capitais em infindáveis marchas, ela ecoa essa vertente global atual, fazendo do emponderamento feminino sua arma de destaque como personagem. E sim, ela continua detestável. Mas é inegável a admiração que sua ambição promove no público. Por despertar tais sentimentos dúbios, coisa que raras vezes (ou nunca, como foi o meu caso) seu marido conseguiu provocar na audiência, ela assume mais um ponto de vantagem, nos levando a crer que toda essa inesperada narrativa acelerada acabou se tornando a tacada certeira da Netflix. Realmente, há males que vêm para o bem.

Dentro deste contexto onde nomes do passado da série ressuscitam e parecem mais vivos do que nunca, a sexta e última temporada de House of Cards coroa Michael Kelly com sua ascensão suprema. Mostrando gradativamente que o fim definitivo se aproxima, seu enigmático personagem é uma eclosão emocional de alguém que sofreu com vícios, complexos de inferioridade, abandono e apegos. Assombrado por sua própria fidelidade a Frank Underwood, Douglas Stamper deixa de ser o peão manipulado pelo vínculo quase paternal com o ex-presidente e se transforma no regente dessa orquestra, estando na ponta contrária à Claire. Tentando suprimir o trauma que aquela doentia relação gerou, ele é a cereja do bolo, finalmente quebra a quarta parede e se rende ao público e à série com exatidão – se preparando para mais uma indicação ao Emmy Award e, porque não, sua primeira vitória.

Nos surpreendendo com um final que, definitivamente, encerra todas as chances de um spin-off para Doug Stamper, House of Cards finaliza sua viciante jornada inspirada na política real com graça, honra e aquela voracidade de sempre. Como o marco inaugural da Netflix no gênero de séries de TV, ela já fica como aquela saudade boa, que muito mais que introduzir a gigante do streaming para o hall de indicadas das grandes premiações, nos levou para os corredores e cantos mais sombrios da Casa Branca. Com sua autenticidade e realismo reiterados pelos presidentes norte-americanos Bill Clinton e Barack Obama, a série se despede com o incômodo de que poderia seguir adiante, mas com a certeza de que o inesperado adeus é também a garantia de que aquele gostinho de quero mais será a melhor lembrança que se pode conquistar junto à audiência. Vida longa à essa memória.

Crítica em Vídeo | Bohemian Rhapsody – Cinebiografia Nutella, mas gostosa de assistir…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica EM VÍDEO da cinebiografia Bohemian Rhapsody, que se concentra desde a formação da banda Queen até seis anos antes da morte de Freddie Mercury.

Assista a crítica:

Bohemian Rhapsody‘ é uma celebração exuberante do Queen, sua música e seu extraordinário cantor principal Freddie Mercury, que desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos artistas mais amados do planeta. O filme mostra o sucesso meteórico da banda através de suas canções icônicas e som revolucionário, a quase implosão quando o estilo de vida de Mercury sai do controle e o reencontro triunfal na véspera do Live Aid, onde Mercury, agora enfrentando uma doença fatal, comanda a banda em uma das maiores apresentações da história do rock. Durante esse processo, foi consolidado o legado da banda que sempre foi mais como uma família, e que continua a inspirar desajustados, sonhadores e amantes de música até os dias de hoje.

Após a saída de Bryan Singer do longa, Dexter Fletcher, diretor de ‘Voando Alto‘, retomou a direção da cinebiografia.

Bohemian Rhapsody’ foi roteirizado por Justin Haythe, mais conhecido por seu excepcional trabalho no indicado ao Oscar, ‘Foi Apenas Um Sonho’.

‘Vingadores 4’: Arte mostra todos os heróis que morreram em ‘Guerra Infinita’

Foi lançado nos EUA um livro com artes de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, e a contracapa é dedicada exclusivamente àqueles que perdemos no último filme dos irmãos Russo.

Como você pode ver, o line-up inclui vários dos heróis que pereceram durante o estalar de dedos de Thanos, bem como personagens que morreram de formas mais antiquadas como Loki e Gamora.

No geral, é uma homenagem bem colorida ao capítulo mais sombrio do filme mais sombrio do MCU até hoje.

Confira:

A sequência ‘Vingadores 4‘  terá a responsabilidade de não apenas encerrar a fase três do MCU, como também a de introduzir a quarta.

E pelo visto, a produção pode ser bem longa, beirando as três horas de duração. A informação em questão foi revelada no início deste ano pelos irmãos Russo, em uma entrevista ao site Collider, mas começou a ganhar novas proporções agora, em virtude da proximidade do lançamento do primeiro trailer.

Na ocasião, Joe Russo já preparou os fãs para o que deve vir em 2019:

“Eu diria que o filme pode, facilmente, chegar a ter três horas de duração. Mas eu acho que somos bem rígidos quanto ao material. Nós gostamos que ele siga um certo compasso…e bem, eu tenho certeza que vamos conseguir reduzi-lo um pouco. Eu não consigo imaginar como…Nós investimento um ano inteiro de trabalho nesse filme e eu realmente acho que ele será maior que ‘Guerra Infinita’, mas é impossível dizer o quanto, com clareza”.

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 27 de Abril de 2019. A direção é de Joe e Anthony Russo.

Sebastian Stan acidentalmente solta spoiler de ‘Vingadores 4’

Semanas atrás, o ator Michael Douglas, que recentemente esteve em ‘Homem-Formiga e a Vespa‘, confirmou o que muitos de nós suspeitávamos: que o Reino Quântico teria uma participação importantíssima em ‘Vingadores 4‘. Porém, graças a esse antigo vídeo da Entertainment Tonight, nós temos razões para acreditar que o próprio Hank Pym vai aparecer no próximo filme da franquia.

Um fã reparou que no minuto 3:15 do vídeo abaixo, o ator Sebastian Stan tenta se livrar das acusações de ter dado SPOILER no filme ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, que ainda não tinha sido lançado na época.

Porém, quando Anthony Mackie pergunta ao intérprete de Bucky Barnes sobre a informação que ele teria dado sem querer, Sebastian parece confirmar que Michael Douglas “está no filme”.  Como o personagem não aparece em ‘Guerra Infinita‘, fica a impressão de que o ator se refere a ‘Vingadores 4’, cujas filmagens aconteceram simultaneamente na mesma época.

Será que podemos ter esperanças de que o Dr. Pyn vai ajudar o Homem-Formiga a reverter o caos que Thanos criou?

Assista a entrevista (e confira o minuto 3:15):