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‘Anna Pigeon’: Jordan Sledz, Crystle Lightning e Nikki Hallow terão papéis regulares na nova série

Anna pigeon

A nova série ‘Anna Pigeon‘, do USA Network, ganhou três reforços no elenco recorrente: Jordan Sledz (Heartland), Crystle Lightning (Ghosts) e Nikki Hallow (High School). As gravações estão acontecendo em Calgary, Alberta, no Canadá. A novidade foi divulgada com exclusividade pelo Deadline.

Eles se juntam à protagonista já anunciada Tracy Spiridakos (Chicago P.D.) e ao ator Ronnie Rowe Jr. (Star Trek: Discovery), que integra o elenco fixo.

Baseada nos romances de Nevada Barr, a trama acompanha Anna Pigeon (Spiridakos), uma ex-moradora da cidade que se tornou guarda florestal após uma perda devastadora mudar completamente o rumo de sua vida. Enquanto tenta escapar de seus traumas, ela passa a se dedicar a resolver crimes que ocorrem dentro dos parques nacionais — custe o que custar.

Jordan Sledz será Zach Redhill, um ator clássico e antigo interesse amoroso de Anna. Crystle Lightning viverá Frieda Dierkz, a despachante e “coluna vertebral” do parque, que sabe tudo sobre todos.

Nikki Hallow interpretará Christina Clark, administradora do parque e mãe solteira em meio a um divórcio difícil, que tem um carinho especial pelos guardas florestais.

A primeira temporada terá 10 episódios e é dirigida e produzida por Lea Thompson (De Volta para o Futuro).

A produção é da Cineflix Studios, December Films e Seven24 Films, com distribuição mundial exclusiva da Cineflix Rights. No Canadá, a série marca a primeira coprodução da Bell Media com o USA Network.

Ainda não há data de estreia confirmada para ‘Anna Pigeon‘.

Stevie Wonder, Eric Clapton e outros artistas para ouvir neste Dia dos Pais

Feliz Dia dos Pais!

No próximo dia 10 de agosto, comemora-se o Dia dos Pais – e nada melhor que celebrar esse momento com algumas das pérolas da indústria fonográfica.

De Stevie Wonder a Eric Clapton, preparamos uma lista separando dez músicas para ouvir no dia de hoje e junto de uma das pessoas mais importantes da nossa vida.

Confira abaixo:

“BUTTERFLY KISSES”, Bob Carlisle

Em 1997, Bob CarlisleRandy Thomas uniram forças para construir a ótima e pouco conhecida “Butterfly Kisses” – que, diferente das canções que podemos encontrar nessa lista, traz a perspectiva de um pai proferindo seu amor pela filha. Integrando o compilado de originais ‘Butterfly Kisses (Shades of Grace’), a cândida faixa celebra o 16º aniversário de Brooke, filha de Carlisle, e ganhou inúmeras versões pelas vozes de Raybon BrothersJeff CarsonWestlifeCliff Richard.

“MY FATHER’S HOUSE”, Bruce Springsteen

Bruce Springsteen é, sem sombra de dúvida, um dos nomes mais importantes da música e, mesmo nos dias de hoje, permanece trabalhando em conteúdos novos e que encantam seus fãs ao redor do mundo. Entretanto, foi em 1982 que Springsteen demonstrou uma vulnerabilidade apaixonante com o lançamento do aclamado álbum ‘Nebraska’ – cuja estrutura inclui a tocante “My Father’s House”. A balada folk, pincelada por vocais dilacerantes e pelas notas do violão e da gaita, fala sobre suas memórias com o pai, que sofreu com problemas mentais e que é homenageado em uma trágica e emocionante narrativa.

“THE GREATEST MAN I NEVER KNEW”, Reba McEntire

Ainda que “The Greatest Man I Never Knew” tenha sido eternizada pela voz de Reba McEntire, a canção country parte da experiência de Richard Leigh para tomar forma. Assinando os versos ao lado de Layng Martine, Leigh construiu uma narrativa inspirada na vivência com o próprio pai, que aprecia a presença dessa figura mesmo em meio às imperfeições e aos erros e que funciona como quarto e último single do álbum ‘For My Broken Heart’ – alcançando o primeiro lugar das paradas canadenses e fazendo um comedido sucesso nos charts dos EUA.

“PAPA DON’T PREACH”, Madonna

Pertencente ao álbum ‘True Blue’“Papa Don’t Preach” é uma das melhores e mais conhecidas músicas da rainha do pop Madonna. Lançada em 1986, a canção gira em torno de uma jovem garota que engravida e que se recusa a abortar, tendo uma conversa franca com o próprio pai e reconhecendo que precisa dele para dar continuidade à escolha que tomou. A canção é pincelada com inúmeras referências à música latina, que viriam a acompanhar Madonna em vários momentos de sua carreira, e mergulha em um espetacular dance-pop que permanece na memória popular até os dias de hoje.

“MY OLD MAN”, Zac Brown Band

Zac Brown Band pode não ser um nome muito conhecido, mas certamente lançou uma das melhores baladas de 2017 com a cândida e intimista música “My Old Man”. Apoiando-se nos clássicos tropos do country, a narrativa é autobiográfica e fala sobre o pai de Zac Brown e os exemplos de estilo de vida que ele deixou. A canção nos chama a atenção pelos os vocais harmônicos do grupo, que impulsionam um arranjo mais leve de guitarra acústica, violino e cordas leves. Logo no primeiro verso, o narrador reflete sobre sua própria infância, enquanto o segundo se concentra em sua vida adulta, e o terceiro se recorda com melancolia e saudades a memória do pai.

“MY FATHER’S EYES”, Eric Clapton

“My Father’s Eyes” configura-se como uma das faixas mais tocantes da carreira de Eric Clapton. Assinada pelo próprio artista, que também ficou responsável pela produção ao lado de Simon Climie, a história é inspirada pelo fato de Clapton nunca ter conhecido o pais – visto que ele morreu de leucemia em 1985. Em sua autobiografia, Eric Clapton: The Autobiography’, o performer diz que, “na canção, tentei descreve o paralelo entre olhar nos olhos do meu filho e os olhos do meu pai, que eu nunca conheci, através do nosso parentesco sanguíneo”. A faixa foi condecorada com o prêmio de Melhor Performance Vocal Pop Masculina no Grammy Awards.

“ISN’T SHE LOVELY”, Stevie Wonder

Assim como “Butterfly Kisses”“Isn’t She Lovely” é uma confessional obra-prima que fala do amor de um pai pela filha. Estendendo-se por nada menos que seis minutos e meio, a faixa foi eternizada por ninguém menos que o lendário Stevie Wonder em celebração ao nascimento da filha, Aisha Morris, ficando responsável também pelos versos e pela ótima produção – que mistura incursões do soul e do pop, e que integrou um dos álbuns mais aclamados da história da música, ‘Songs in the Key of Life’.

“DANCE WITH MY FATHER”, Luther Vandross

“Dance with My Father” é uma das canções mais tocantes do século e traz o melhor de Luther Vandross à tona – aliás, o próprio Vandross já considerou a faixa como a mais bem escrita e produzida da carreira. Assinada também por Richard Marx, a música é baseada em uma experiência pessoal e presta homenagem ao pai, que morreu em virtude de complicações com diabetes, quando Luther tinha apenas oito anos. Na trama discorrida, o cantor e compositor de recorda do fato de que o pai adorava dançar com a mãe – e, como reconhecimento, a iteração levou para casa os prêmios de Música do AnoMelhor Performance Vocal R&B Masculina no Grammy Awards.

“UNFORGETTABLE”, Nat King Cole & Natalie Cole

Em 1991, através da mágica da edição digital, Natalie Cole conseguiu o impossível: realizar um “dueto virtual” com o pai, o lendário musicista de jazz Nat King Cole, para uma colaboração da icônica canção “Unforgettable”. A versão foi elogiada pelos críticos especializados e pelo público, funcionando como uma união de duas gerações diferentes sob uma perspectiva de celebração memorialística que nos conquista desde os primeiros segundos – e que se vale da química de pai e filha de forma esplêndida e fabulosa.

“DADDY LESSONS”, Beyoncé

Beyoncé consagra-se como uma das maiores artistas de todos os tempos do cenário fonográfico – e, apesar de já ter composto uma canção para o pai em seu álbum de estreia, não foi até ‘Lemonade’ que esse relacionamento foi explorado mais a fundo. Com “Daddy Lessons”Queen B eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.

10 curiosidades de “À Procura da Felicidade”, um clássico dos dramas motivacionais

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Lançado em 2006, À Procura da Felicidade é um drama biográfico que recebeu avaliações mornas da crítica especializada, mas virou um clássico para o público. Para parte da imprensa, o filme foi considerado apelativo demais. No entanto, algo que foi amplamente reconhecido foi a atuação de Will Smith, que seria indicado ao Oscar de Melhor Ator e ao Globo de Ouro na categoria de Melhor Ator Dramático.

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Divulgação/ Zade Rosenthal

Inspirado em uma história real, o longa acompanha um homem que passou de morador de rua a multimilionário por meio do trabalho duro e da persistência. É uma jornada de humilhações que mexem com o coração de qualquer ser humano. E como todo filmaço, À Procura da Felicidade esconde algumas curiosidades interessantes de bastidores. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 casos que você talvez não conheça. Confira!

Estreia

Divulgação/ Zade Rosenthal.

Um dos grandes chamarizes do filme foi a estreia de Jaden Smith nos cinemas. Ele estrelaria o longa ao lado do pai, Will Smith, o que deu ao projeto um tom bastante familiar e pessoalmente dramático para Will, que teve de viver várias situações bastante complexas ao lado do pimpolho. Jaden foi muito elogiado por sua atuação e ganhou o prêmio de Melhor Performance Revelação no MTV Movie Awards de 2007.

De uma vez só

A cena mais memorável do filme certamente é a sequência em que Chris Gardner e o filho acabam passando a noite no chão do banheiro do metrô. Ela é o ponto mais baixo e mais humilhante da vida do rapaz, fazendo até mesmo o mais turrão se debulhar em lágrimas. Essa passagem foi tão intensa e exigiu tanta concentração do elenco e da equipe de filmagem que eles conseguiram gravar tudo em uma única tomada. Nenhuma dessas cenas precisou ser feita mais de uma vez. Ficaram perfeitas “de primeira”.

Intensidade

Essa sequência do banheiro foi especialmente dolorosa para Will Smith, que estava completamente imerso no papel. Mais do que isso, ele teve de passar por essa experiência ao lado do filho, algo que deixou tudo ainda mais difícil. Para deixar tudo ainda mais intenso, durante a filmagem, Will pensou em sua própria infância, que foi marcada por dificuldades, o que refletiu em sua reação genuína enquanto abraça o filho dormindo.

Situação de rua

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Uma boa parte das cenas do filme são ambientadas em filas e abrigos para pessoas em situação de rua. Para compor esses momentos, a produção do filme escalou pessoas comuns que estavam realmente vivendo em situação de rua. Pela participação, eles receberam a diária equivalente ao salário mínimo da época e refeições gratuitas. Aquele dinheiro, ainda que pouco, foi o primeiro que muitos deles receberam como remuneração laboral em muito tempo.

O outro lado

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A outra parte marcante do longa é quando Chris consegue o treinamento não remunerado na corretora de ações Dean Witters. Assim como na situação dos moradores de rua, o filme apostou no realismo da vida como ela é. Ou seja, eles gravaram no escritório de verdade da corretora, em São Francisco, e a maioria dos funcionários que são vistos trabalhando ao fundo são os trabalhadores de verdade da Dean Witters, que foram orientados pela direção a “trabalharem normalmente”, como se o Will Smith não estivesse ali bem ao lado deles.

Mudanças

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Divulgação/ Zade Rosenthal

O longa é inspirado na história real de Chris Gardner, que escreveu um livro de memórias também chamado À Procura da Felicidade, que virou um best seller nos EUA. Porém, como em toda adaptação cinematográfica, o filme realizou algumas mudanças para contar essa história nas telonas. A principal delas é que o Chris Jr. era um bebê na vida real, enquanto a versão dos cinemas o retratou como uma criança pequena. Outra alteração foi a personagem Linda (Thandie Newton). Chris nunca foi casado com a mãe do Chris Jr., então ela não o deixou na vida real.

Linda

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Na vida real, a Linda foi inspirada em Sherry, a primeira esposa de Chris na vida real. No entanto, seu período com ela foi consideravelmente mais próspero do que o relacionamento mostrado no filme. Isso porque ela vinha de uma família com dinheiro e era prima de Robert Alexander, um escritor bastante conhecido. Inclusive, foi durante os saraus sociais de Robert que Chris acabou tendo contato com grandes nomes do cinema norte-americano, como Samuel L. Jackson e Danny Glover.

Dean Witters

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Dentre as mudanças mais significativas para o filme, o núcleo da Dean Witters foi o mais alterado em relação ao livro. Primeiro que o longa mostra Chris penando para passar no teste de aprovação do treinamento, sendo que a corretora aceitava a inscrição de qualquer um que fosse indicado, independentemente de provas. O que aconteceu, na verdade, é que Chris realizou a prova e teve um aproveitamento altíssimo, o que impressionou os recrutadores. A segunda grande diferença é que o treinamento é retratado como não remunerado. Na vida real, eles pagavam um auxílio. Não era muito, mas era o bastante para pagar o transporte e a alimentação, por exemplo.

Cubo mágico

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Um dos momentos mais importantes na virada de chave na vida de Chris é a resolução de um Cubo Mágico de um dos dirigentes da Dean Witters. O curioso é que esse não foi o primeiro personagem de Will Smith que teve a vida mudada pelo brinquedo. Anos antes, em Um Maluco no Pedaço, Will foi aprovado para a universidade de Princeton após resolver o cubo. Na vida real, o ator teve o apoio de três campeões mundiais de montagem de cubo mágico para aprender a resolver o brinquedo em menos de dois minutos. Ele ficou realmente bom nisso.

Homenagem

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Por fim, o longa presta uma última grande homenagem a Chris Gardner justamente na cena de conclusão do filme. Nela, o Chris de Will Smith está andando com o Chris Jr., quando um rapaz de terno atravessa a rua logo atrás deles. O homem em questão é o próprio Chris Gardner da vida real.

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À Procura da Felicidade está disponível no Telecine.

David Dastmalchian revela preparação para interpretar M. Bison em ‘Street Fighter’

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O ator David Dastmalchian, que dará vida ao temível M. Bison, o comandante da Shadaloo, na adaptação cinematográfica do clássicoStreet Fighter, compartilhou recentemente seu processo de treinamento para interpretar o vilão nas telonas.

De acordo com o Games Fragger, o ator revelou que tem jogado intensamente o game original como parte de sua preparação.

“Eu não tenho ideia, não tenho expectativas. A única coisa que sei é que me sinto extremamente honrado por o Kitao [Kitao Sakurai, o diretor] ter me escolhido para embarcar nessa jornada com ele e com o restante da equipe. Acho que o projeto está em ótimas mãos”, disse Dastmalchian.

Ele continuou, expressando confiança na produção: “Com a Legendary, eles têm entregado um filme incrível atrás do outro, e se importam muito com propriedades intelectuais, com franquias já existentes… Eu tenho me preparado para o personagem indo ao fliperama e jogando muito Street Fighter 2, e eu nunca perco”.

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O longa será estrelado por Andrew Koji (Ryu), Noah Centineo (Ken), Jason Momoa (Blanka), Roman Reigns (Akuma), David Dastmalchian (M. Bison), Callina Liang (Chun-Li), Cody Rhodes (Guile), Orville Peck, Curtis Jackson e Andrew Schulz, Vidyut Jammwal (Dhalsim), previamente anunciados.

A direção do longa será assinada por Kitao Sakurai, conhecido pela comédia ‘Bad Trip‘.

Os detalhes da trama seguem em sigilo, mas espera-se que o filme mantenha a essência do clássico jogo de luta da Capcom, centrado em torneios globais e batalhas entre lutadores de diferentes estilos e motivações.

Com mais de 55 milhões de unidades vendidas no mundo, Street Fighter é uma das franquias de games mais lucrativas e amadas da história. A nova adaptação promete combinar ação intensa com visual moderno e personagens fiéis aos jogos que conquistaram gerações.

O longa está programado para estrear no dia 20 de março de 2026.

Além do filme, a Legendary adquiriu também os direitos da franquia de games para a TV. Isso significa que os fãs podem esperar uma série que vai explorar a rica mitologia de ‘Street Fighter‘ e seus personagens icônicos.

Vale lembrar que a franquia já foi adaptada para os cinemas anteriormente, com um filme lançado em 1994, que contava com Jean-Claude Van Damme, Ming-Na Wen e Raul Julia no elenco. No entanto, a adaptação foi recebida com críticas bem negativas e não obteve grande sucesso de bilheteria.

Crítica | ‘A Mistake’ – Ótimo filme no PRIME VIDEO debate o erro, a culpa e as raízes de nossa sociedade

A exposição e a culpa. Chegou ao catálogo do Prime Video um filme profundo que aborda, com sensibilidade, um tema delicado que envolve medicina, ética e opinião pública. A partir de uma operação que se complica após um erro, somos conduzidos por uma narrativa densa que revela uma profissional brilhante vivendo no fio que separa o pragmatismo das emoções. A Mistake, dirigido pela cineasta neozelandesa Christine Jeffs, também encara de frente o sexismo, trazendo reflexões potentes sobre um ponto crucial: o desafio enfrentado por mulheres em ambientes machistas.

Elizabeth (Elizabeth Banks) é uma experiente cirurgiã em um hospital de alta demanda nos Estados Unidos. Durante uma cirurgia de rotina, seu residente, Richard (Richard Crouchley), comete um grave erro sob sua supervisão. No dia seguinte, a paciente morre, e Elizabeth passa a enfrentar embates com a administração do hospital, o machismo escancarado, o sexismo e o peso da opinião pública.

Baseado no romance homônimo de Carl Shuker, o filme coloca em evidência o erro – e, inevitavelmente, a culpa – para explorar as raízes complexas de nossa sociedade. Em uma descida por camadas cada vez mais profundas, acompanhamos os conflitos que se desdobram entre os personagens e os absurdos que, infelizmente, também encontramos na vida real, revelados em comportamentos egoístas que ferem princípios éticos e morais.

Em uma análise densa, que cruza a ética na medicina com as emoções humanas, acompanhamos uma protagonista cuja vida é virada de cabeça para baixo após uma mancha em seu brilhante currículo. O roteiro consegue expandir os debates que surgem, lançando luz sobre uma profissão tão essencial quanto desafiadora: a medicina. Em meio à exposição dos procedimentos cirúrgicos — sustentada pelo ideal de transparência pública, mas incapaz de revelar as complexas variáveis e imprevistos que moldam cada cirurgia —, a narrativa mergulha nas tensões entre dever e julgamento social.

A Mistake também enfrenta de forma direta a questão do sexismo — o preconceito baseado no gênero — no ambiente profissional, trazendo reflexões relevantes e precisas sobre o tema. A habilidade do roteiro em ampliar seu epicentro narrativo para discutir problemas que atravessam nossa sociedade diariamente é um dos grandes méritos desse filme, que merece ser descoberto.

 

‘Hamilton’: Sucesso da Broadway ganha novo trailer para estreia nos cinemas; Confira!

O aclamado musical da BroadwayHamilton está prestes a chegar às telonas nos EUA, e a Disney acaba de lançar um novo trailer para divulgar a produção. Estrelado por Lin-Manuel Miranda.

A estreia está marcada para 5 de setembro em salas de cinema por todos os Estados Unidos e Porto Rico. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

O elenco original que será visto nas telonas inclui Lin-Manuel Miranda como Alexander Hamilton, Leslie Odom Jr. como Aaron Burr, Daveed Diggs como Lafayette/Jefferson, Christopher Jackson como George Washington, Jonathan Groff como Rei George, Renée Elise Goldsberry como Angelica Schuyler e Phillipa Soo como Eliza Hamilton.

É importante ressaltar que este lançamento nos cinemas é uma captura ao vivo do espetáculo da Broadway, filmada em 2016 com o elenco original. Não se trata de uma adaptação cinematográfica tradicional, comoEm Um Bairro de Nova York ouWicked’.

Com 11 prêmios Tony e um Pulitzer de Drama, Hamilton é um verdadeiro fenômeno cultural desde sua estreia em 2015. O musical narra a vida de Alexander Hamilton, um dos pais fundadores dos EUA, utilizando uma fusão inovadora de hip-hop, jazz e R&B que revolucionou o gênero.

Os direitos do filme foram adquiridos pela Disney por US$ 75 milhões, um dos maiores acordos já fechados para uma produção teatral filmada.

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‘Apollo 13’: Tom Hanks presta homenagem ao astronauta Jim Lovell; “Para as estrelas”

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O lendário ator Tom Hanks usou suas redes sociais para prestar uma tocante homenagem a James A. Lovell Jr., o astronauta que ele interpretou no aclamado filme Apollo 13, de 1995. Lovell faleceu na última quinta-feira, em Illinois, aos 97 anos.

Além de sua participação na dramática missão Apollo 13, Lovell também foi um veterano de outros três voos espaciais: Gemini VII, Gemini XII e Apollo 8, marcando sua carreira como um dos mais experientes astronautas da NASA.

“Existem pessoas que ousam, que sonham e que lideram outros até lugares onde não iríamos por conta própria. Jim Lovell, que por muito tempo foi o ser humano que mais longe foi no espaço e por mais tempo do que qualquer outro, era esse tipo de pessoa”, escreveu Hanks.

O ator continuou, destacando a motivação de Lovell: “Suas muitas viagens ao redor da Terra e quase até a Lua não foram feitas por riquezas ou celebridade, mas porque desafios como esses são o que alimenta o curso da vida, e quem melhor do que Jim Lovell para enfrentá-los?”.

Finalizando sua homenagem, Hanks se despediu: “Nesta noite de Lua cheia, ele parte — para os céus, para o cosmos, para as estrelas. Boa viagem, Jim Lovell, nesta nova jornada”.

O longaApollo 13, dirigido por Ron Howard, teve Hanks no papel de Lovell e dramatizou a tensa missão lunar que enfrentou uma explosão após o lançamento. O incidente forçou os cientistas da NASA a improvisarem soluções complexas para trazer a tripulação de volta em segurança à Terra.

Segundo a Variety, o diretor Ron Howard e o produtor de Apollo 13’, Brian Grazer, também prestaram suas homenagens ao falecido astronauta.

“Descanse em paz, comandante Lovell. Piloto de testes da Marinha, Gemini 7, Gemini 12, Apollo 8 e, claro, Apollo 13, escreveu Howard. “Ter conhecido Jim foi uma honra tremenda. Sua combinação de intelecto, coragem e compromisso com o dever fez dele um dos indivíduos mais notáveis que já conheci. Seu apoio ao nosso trabalho cinematográfico inspirou autenticidade e elevou nosso processo de inúmeras formas. Obrigado, senhor, por seu serviço ao nosso país e à humanidade”.

Grazer, por sua vez, destacou o impacto de Lovell: “Jim Lovell foi um verdadeiro herói americano, cuja coragem, inteligência e graça sob pressão inspiraram uma nação. Ele não era apenas uma lenda na exploração espacial, mas também um homem incrivelmente generoso, gentil e inspirador. Obrigado, comandante Lovell, por nos mostrar o melhor do que podemos ser”.

‘Mortal Kombat 2’: Todd Garner revela planos para terceiro filme e possíveis derivados da franquia

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O produtor Todd Garner recentemente deu aos fãs de Mortal Kombat um vislumbre empolgante do futuro da franquia. Segundo o Games Fragger, Garner indicou queMortal Kombat 2’ é apenas o começo de uma visão muito maior para o universo dos filmes.

“Agora, entendam, esperamos que esse não seja o fim da franquia. Não é como se estivéssemos fazendo só esse filme e pronto, acabou, esperamos que não seja assim. Definitivamente temos planos de longo prazo”, afirmou o produtor.

Garner detalhou esses planos, que incluem expansões significativas caso Mortal Kombat 2’ seja bem-sucedido: “Se esse filme tiver um bom desempenho, temos oportunidades para sequências, derivados e uma chance de introduzir novos personagens, enquanto continuamos desenvolvendo aqueles que os fãs já conhecem e amam”.

Mortal Kombat 2’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 23 de outubro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao), além de introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da Max.

Prédio em São Paulo é multado em R$ 190 mil por grafite de ‘Wandinha’ da Netflix

A Netflix está enfrentando problemas em São Paulo devido a uma ação de marketing da segunda temporada de Wandinha. Um grafite gigante da série em um prédio no centro da cidade, criado para divulgar a Parte 1 da 2ª temporada, que já está disponível na plataforma, violou a Lei Cidade Limpa.

Conforme o UOL Splash, a intervenção artística desrespeitou a legislação municipal, que proíbe intervenções que exibam, direta ou indiretamente, nomes, marcas, logotipos, produtos ou serviços de caráter comercial.

Devido a essa infração, o condomínio do prédio foi multado em R$ 190 mil e tem um prazo de cinco dias para remover a arte. Em caso de descumprimento, novas autuações serão aplicadas a cada 15 dias.

O grafite está localizado em um prédio na Rua Ana Cintra, com vista para o Elevado Presidente João Goulart, mais conhecido como Minhocão. A imagem traz elementos conhecidos da série, apresentando Wandinha (interpretada por Jenna Ortega) e a Mãozinha.

O perfil da Netflix Brasil compartilhou imagens do painel no domingo (3).

“Tão bom ver o humor contagiante da Wandinha tomando as ruas de São Paulo… A parte 1 da 2ª temporada estreia já na quarta-feira, dia 6 de agosto!”, dizia a legenda do post feito no Instagram.

Crítica | 2ª temporada de ‘Wandinha’ expande o universo Addams de maneira diabolicamente divertida | CinePOP

Lembrando que a segunda parte, por sua vez, tem lançamento agendado para 5 de setembro.

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

O elenco também conta com Catherine Zeta-JonesLuís GuzmánIsaac OrdonezEmma MyersHunter DoohanPercy Hynes White e outros.

Disney anuncia fusão total do Hulu com o Disney+ em 2026 e chegada da plataforma ao Brasil

A Disney surpreendeu recentemente ao anunciar que a plataforma de streaming Hulu será descontinuada como aplicativo separado, e todas as suas produções serão integradas ao Disney+.

Segundo a Variety, o novo aplicativo unificado, combinando Disney+ e Hulu, estará disponível em 2026. No entanto, de acordo com um porta-voz da Disney, os clientes ainda poderão adquirir assinaturas separadas de ambos os serviços.

“Hoje estamos anunciando um passo importante no fortalecimento de nossa oferta de streaming ao integrar totalmente o Hulu ao Disney+”, disseram o CEO Bob Iger e o CFO Hugh Johnston em comentários preparados para os resultados trimestrais da empresa.

“Isso criará um pacote impressionante de entretenimento, combinando as marcas e franquias de mais alto nível, conteúdo geral, programação familiar, notícias e esportes ao vivo líderes do setor em um único aplicativo”, acrescentou.

Segundo Iger, o novo aplicativo único do Disney+ com Hulu proporcionará uma experiência melhor para o consumidor, o que ajudará a reduzir o cancelamento de assinaturas.

“Ao criar uma oferta de streaming realmente diferenciada, ofereceremos aos assinantes uma escolha tremenda, conveniência, qualidade e personalização aprimorada”, disseram os executivos. “Isso aumentará nossa capacidade de crescer em lucratividade e margens em nosso negócio de streaming, graças ao maior engajamento esperado, menor cancelamento e potencial de receita publicitária, além de ganhos operacionais que, ao longo do tempo, poderão gerar economias reinvestidas no negócio”.

A reportagem ainda revela que o Hulu se tornará uma marca global de entretenimento geral: a partir do outono de 2025, ele substituirá o ícone Star no Disney+ internacionalmente.

“Já estamos trabalhando para aprimorar nossa tecnologia e, nos próximos meses, implementaremos várias melhorias no aplicativo do Disney+, incluindo novos recursos empolgantes e uma página inicial mais personalizada”, disseram Iger e Johnston.

A decisão de fundir totalmente Hulu e Disney+ veio após o fechamento do acordo da Disney com a Comcast, depois de dois anos de negociações.

Em junho de 2025, a Disney comprou a participação de um terço da NBCUniversal no Hulu, pagando à Comcast cerca de US$ 9 bilhões no total, sendo US$ 8,61 bilhões em novembro de 2023 e US$ 438,7 milhões em junho passado.

A Comcast buscava mais de US$ 13 bilhões por sua parte de 33%; o valor final foi determinado por arbitragem com um banco independente.

Relembre “Pagode na Disney”, a composição original de Arlindo Cruz para a Disney

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Lenda do samba, Arlindo Cruz faleceu nesta sexta-feira (8) no Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada pela família, mas o sambista vivia com sequelas de um AVC sofrido há oito anos. Seu legado para a música e para a cultura brasileira em geral é inestimável, com composições incomparáveis que exaltam a vida no subúrbio carioca e o amor à vida boêmia na Cidade Maravilhosa.

E a história de Arlindo se misturou a um capítulo da centenária trajetória da Disney, que nasceu de um dos capítulos mais polêmicos e interessantes do estúdio e da parceria entre Disney e o Brasil, que, como já contamos algumas vezes aqui no CinePOP, atendeu a interesses políticos dos EUA sobre as potências estratégicas latino-americanas por meio da Política da Boa Vizinhança.

O grande filho desse casamento é o papagaio Zé Carioca, que é amado por uns e considerado estereotipado por outros, mas definitivamente é um dos nomes mais marcantes desses 100 anos. São poucos os países que contam com um representante tão icônico num cenário amplamente dominado por norte-americanos e europeus, como nos filmes da Disney, que historicamente viraram sinônimo de animações de qualidade.

Mais do que o impacto cinematográfico, o Zé Carioca, acompanhado de seu entusiasmo e da forma apaixonada como descrevia e defendia seu tão amado Rio de Janeiro, impactou diretamente na consolidação da Cidade Maravilhosa como parada obrigatória nas rotas do turismo mundial.

Não é por acaso que o Rio, então capital do Brasil, segue como a principal imagem do país no exterior até os dias de hoje. Foi um processo massivo de propaganda trabalhada entre as nações, que resultaram no Rio de Janeiro como o principal cartão postal brasileiro. E o nascimento do Zé Carioca fez parte ativa disso.

Confira também: Zé Carioca 80 anos | Cinco curiosidades sobre o brasileiro mais amado da Disney

Nos anos seguintes, algumas produções menores foram lançadas nos cinemas, e a Disney passou a concentrar seus esforços para o mercado brasileiro quase que exclusivamente para as histórias em quadrinhos, que passaram a contar com artistas nacionais. Porém, o tema do texto de hoje é talvez o lançamento mais aleatório da história da Disney visando o mercado nacional. É também o último grande produto da empresa com foco no público brasileiro e que, infelizmente, acabou não fazendo tanto sucesso assim: o CD Disney Adventures In Samba.

Lançado em 2010, ele integrou um projeto chamado Disney Adventures que compilava versões de músicas clássicas do estúdio cantadas por grandes artistas de diferentes gêneros musicais. No Brasil, o Adventures In Samba foi encabeçado por Rodrigo Caldas, que chamou o produtor musical e mestre do cavaquinho, Alceu Maia, para transformar essa ideia em realidade. E aí a coisa ficou séria. Foi convocado um verdadeiro Dream Team do Pagode e do Samba para interpretar clássicos Disney e clássicos da música nacional que marcaram época nas animações da casa.

“O interessante desse projeto é a reunião desses sambistas todos, desses cantores todos, em torno de um tema que são os clássicos da Disney. Todo mundo que está sendo convidado para cantar tem uma história para contar e recebeu a ideia de coração aberto. Porque o projeto apesar dessa pluralidade, ele tem uma identidade, uma assinatura no samba muito legal. Ele é cheio de Brasilidade, se é que existe isso, musical na história toda. Acho que todo mundo vai gostar disso aí”, comentou, na época, Alceu Maia.

E quando o assunto é qualidade, a Disney realmente não poupou despesas. A proposta era comemorar essa parceria de sucesso, então eles mesclaram artistas consagrados no samba, principalmente carioca e nordestino, com uma galerinha nova que estava surgindo para o cenário nacional da época.

O mais legal é parar para ver hoje quem era considerado aposta em 2010 e como já são artistas consagrados na história da música nacional. Dos experientes, podemos ressaltar Martinho da Vila, Leci Brandão, Daniela Mercury, Jorge Aragão, Alcione, Margareth Menezes, Alexandre Pires, Dudu Nobre e o grupo Molejo. Das “apostas”, Diogo Nogueira, Exaltasamba, Ana Costa e o grupo Casuarina.

É realmente um grupo que reunia o que o Brasil tinha de melhor na época, além de contar com uma canção inédita chamada “Pagode na Disney”, composta por Arlindo Cruz exclusivamente para o álbum.

A música propõe ao público imaginar como seria uma roda de samba com os personagens da Disney, com direito ao Mickey tocando guitarra e o Pato Donald arranhando no cavaquinho, sendo a farra comandada obviamente pelo Zé Carioca. A campanha publicitária do álbum foi maciça no Disney Channel, que exibiu clipes do CD e entrevistas com os músicos contando suas experiências pessoais com a Disney.

“É um prazer cantar sobre essa turma da Disney, porque eu, quando garoto, colecionava gibi do Tio Patinhas. Então ficou fácil cantar sobre esse universo que fez parte da minha infância. Esse samba tá arrumadinho, tá animado. Acho que vai dar pagode lá na Disney, brincou Arlindo Cruz no lançamento.

“Pra mim é uma alegria, um prazer imenso poder participar desse projeto tão bonito, com canções típicas da Disney. Eu sou fanático por todos os desenhos, dos parques da Disney que já tive a oportunidade de conhecer. E ao mesmo tempo, poder cantar um clássico como ‘Aquarela do Brasil’ é, pra mim, uma honra, um prazer. Essa música primeiro se tornou um clássico na voz da Carmen Miranda e eu tô muito feliz de poder participar desse projeto, que tenho certeza que será um grande sucesso”, disse Alexandre Pires.

E o que fascina no álbum é justamente esses encontros inesperados, como o pessoal do Molejo cantando a música dos Sete Anões da Branca de Neve, Alcione cantando A Bela e a Fera com sua sobrinha e um dueto de Péricles e Thiaguinho interpretando O Que Eu Quero Mais É Ser Rei, de O Rei Leão.

O álbum é composto pelas 14 faixas que você pode conferir na imagem ao lado e foi lançado em duas versões. Uma é o CD simples, que conta apenas com as músicas gravadas.

Porém, veio também uma edição especial, um pouco mais difícil de encontrar hoje em dia, que trouxe de brinde um DVD que traz as participações históricas do Zé Carioca nas animações da Disney por meio das músicas. São seis clipes com conteúdos tirados de Alô, Amigos!, Você Já Foi à Bahia? e Tempo de Melodia. E como essas três animações são praticamente curtas compilados em filmes de aproximadamente 1h, o DVD de bônus traz praticamente um resumão de todas as aparições do Zé Carioca na Disney até então.

Além dele, há os videoclipes oficiais da Aquarela do Brasil de Alexandre Pires e de Pagode na Disney, do Arlindo. Encerrando os bônus, um making of do álbum, chamado Um Toque de Magia no Samba, de onde foram tirados os comentários desta matéria. E para quem se interessou pelo álbum, ainda é possível encontrar a versão simples por valores acessíveis em lojas on-line. A versão com o DVD que é realmente mais difícil de achar em loja, até por ser uma edição com 13 anos de idade. Mas se CD não é a sua, a playlist reduzida, distribuída no mercado internacional, está disponível em plataformas on-line de áudio, como o Spotify. Basta clicar aqui.

Por mais estranho que possa parecer, o projeto foi um sopro de criatividade num mercado já cansado da mesmice que era o fonográfico. Além disso, foi uma forma lúdica de aproximar a molecada de músicas e artistas clássicos da música nacional. Foi um projeto realmente interessante que merecia mais atenção do que ganhou.

Nesses 100 anos de Disney, voltar ao tempo em que a empresa lançava essas produções mais voltadas para mercados específicos é uma viagem interessante, porque com essa história de internacionalização das marcas, parece que a empresa está cada vez mais distante desses núcleos.

10 filmes que vão te deixar com RESSACA EMOCIONAL!

Alguns filmes têm o poder de nos arrastar para histórias tão intensas que despertam emoções profundas e variadas. Essa conexão acontece quando algum aspecto do enredo nos toca de forma especial, levando-nos a refletir sobre a vida e até sobre nós mesmos. Pensando nessas obras que fazem o coração transbordar, preparamos uma lista para quem gosta de se entregar – e se rasgar – em emoções diante da tela:

 

De Tirar o Fôlego

O equilíbrio entre a mente e o corpo nos preenchimentos de lacunas ligadas aos limites. Um dos mais impactantes documentários lançados no universo dos streamings em 2023, De Tirar o Fôlego, indicado à cinco prêmios desde seu lançamento, nos mostra o forte elo de dois destinos que se cruzam através dos riscos de um dos esportes mais perigosos do mundo, o mergulho livre. Escrito e dirigido pela cineasta irlandesa Laura McGann, esse projeto tem a maestria de uma narrativa que consegue manter o interesse do espectador do início ao fim onde reviravoltas são vistas aos montes nos levando para enormes caminhos de tensão, angústia e reflexões sobre a vida.

 

O Campeão

Na trama, conhecemos Billy (Jon Voight), ex-boxeador, perto dos 40 anos, que despencou no auge da carreira, consumido pelos seus conflitos emocionais, dominado pelos vícios em jogos e bebida. Ele é pai do pequeno T.J (Ricky Schroder), um garoto super inteligente de oito anos que busca a atenção de seu pai e o ajuda em todos os momentos. Quando Annie (Faye Dunaway), a mãe do garoto, reaparece na vida dos dois, quase uma década sem entrar em contato, novos conflitos surgem em paralelo a uma nova oportunidade para Billy numa luta que poderá trazer seus dias de glórias de volta.

 

No Ritmo do Coração

Indicado para três Oscars em 2022, esse emocionante filme adapta toda a ternura e harmonia do seu original francês.  No Ritmo do Coração aborda temas importantes sobre família, inclusão social, desafios no trabalho, as escolhas da vida no choque entre sonhos e realidade.

 

Fim da Sentença

Na trama, conhecemos Frank (John Hawkes), um vendedor aposentado que passa seus dias de forma pacata ao lado da esposa Anna (Andrea Irvine) no estado do Alabama. Quando ela falece, vítima de câncer, Frank, precisa realizar o último desejo da esposa: uma viagem para a Irlanda junto do filho. A questão é que Sean (Logan Lerman), que acabara de sair da prisão, não se dá bem com o pai. Embarcando nessa viagem, muitas surpresas pelo caminho esperam pai e filho.

 

Uncle Frank

Na trama, conhecemos a jovem Beth (Sophia Lillis) que mora no interior dos Estados Unidos e não possui muitos sonhos na vida. Sua grande referência acaba sendo o seu tio Frank (Paul Bettany) um homem inteligente, educado, professor da Universidade de Nova Iorque, distante do resto da família, por motivos que a princípio não sabemos, que a faz entender alguns conceitos básicos para que tenha independência e consiga ser quem ela realmente quiser ser. Os anos se passam e Beth passa para a mesa Universidade que o tio dá aulas e acaba, durante uma festa meio que secreta, descobrindo que ele é gay e vive casado com Wally (Peter Macdissi), um engenheiro aeronáutico, a mais de 10 anos. Dias depois, Frank recebe a notícia que seu pai, avô de Beth, faleceu, e os dois precisam embarcar para a cidade natal deles para o funeral.

 

Nonnas

Joe (Vince Vaughn), um simpático homem de meia idade que trabalha com consertos automotivos, acaba de perder a mãe. Nesse momento de luto, lembranças das comidas que ela e sua vó faziam dominam suas lembranças. Um dia, com o dinheiro da herança, resolve comprar um restaurante e fazer dele um lugar especial. Para isso, contará com a ajuda de amigos de longa data e quatro mulheres na melhor idade que tem receitas deliciosas para atrair o público.

 

Monster

Na trama, conhecemos Saori (Sakura Andô), uma mãe, viúva, em busca das verdades sobre o recente comportamento do jovem filho Minato (Soya Kurokawa). Ela aciona a escola onde ele está matriculado e seu destino se cruza com o professor Hori (Eita Nagayama) acusado de agredir Minato. Esse é um dos pontos de vistas de uma história que abre seu leque com o olhar de Hori e também o de Minato.

 

Vidas Passadas

Na trama acompanhamos em algumas passagens de tempo a relação de amizade e quem sabe até mesmo amor entre Nora (Greta Lee) e Hae Sung (Teo Yoo). No início amigos de escola, com a imigração da primeira para um outro país ficam distantes, voltando a se encontrar pela internet mais de uma década depois. Após mais uma pausa, sem conseguirem dar aquele passo necessário na relação, se reencontram mais uma década depois, já adultos e estabelecidos profissionalmente, ela uma escritora em Nova Iorque casada com o também escritor Arthur (John Magaro), ele um engenheiro ainda na Coreia do Sul. Um último encontro pelas ruas da cidade mais famosa do mundo, contemporânea, acontece, onde precisam lidar com o que o tempo e o destino tem para oferecê-los. Será o suficiente?

 

Todo o Silêncio

Na trama, conhecemos Miriam (Adriana Llabres), filha de pais surdos que trabalha como professora de libras em uma escola. Ela vive uma vida feliz ao lado da namorada Lola (Ludwika Paleta) e investe tempo e dedicação na carreira teatral. Às vésperas de interpretar uma personagem de uma peça de Tchekhov, após uma consulta médica, descobre estar ficando totalmente surda, fato esse que mudará para sempre sua trajetória e sonhos.

 

Nascida para Você

Na trama conhecemos Luca (Pierluigi Gigante), solteiro, homossexual, que trabalha fazendo um lindo trabalho em uma ONG para pessoas especiais. Ele tem o sonho de ser pai e quando é selecionado para tentar a adoção de uma recém-nascida com síndrome de Down, rejeitada por vinte famílias, enfrenta uma dolorosa batalha com o sistema judiciário de Nápoles.

 

‘The Pitt’ vai abordar impacto dos cortes de Trump na área da saúde na 2ª temporada

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A série médica ‘The Pitt‘, da HBO Max, conhecida por retratar de forma realista os bastidores de um pronto-socorro, promete manter o tom crítico na segunda temporada.

Segundo o elenco e a equipe, os novos episódios irão explorar as consequências diretas dos cortes no Medicaid incluídos no recente projeto de lei sancionado pelo ex-presidente Donald Trump.

A chamada “big, beautiful bill”, assinado em 4 de julho, prorroga cortes de impostos de 2017, amplia verbas para defesa e muro na fronteira, mas inclui US$ 930 bilhões em cortes no Medicaid, além de reduções em programas de assistência alimentar, energia limpa e empréstimos estudantis.

“Você não precisa tomar uma posição política para discutir o impacto real dessas mudanças. Elas terão consequências imediatas nos prontos-socorros, e isso é consenso entre diferentes espectros políticos”, disse o produtor executivo John Wells à Variety.

O protagonista e produtor Noah Wyle reforçou que o drama seguirá mostrando múltiplos pontos de vista:

“Não estamos fazendo julgamentos de valor. Pintamos um retrato fiel e o público tira suas próprias conclusões”. 

Além dos cortes no Medicaid, a nova temporada vai abordar questões como tratamento desigual de pacientes negros, imigrantes e famílias indocumentadas, agravadas por recentes operações do ICE.

O produtor R. Scott Gemmill destacou que a série pretende alertar para o colapso do sistema:

“Com menos apoio governamental, as pessoas vão recorrer mais ao único lugar onde conseguem atendimento gratuito: a emergência. E ela já está sobrecarregada”.

Assim como na primeira temporada, os novos episódios retratarão um único turno de 15 horas, acompanhando médicos e equipe em tempo real. A estreia está prevista para janeiro de 2026.

Renovada em fevereiro, ‘The Pitt‘ é hoje o título mais assistido globalmente na HBO Max, segundo a Warner Bros. Television. As filmagens da segunda temporada começaram em junho.

Lembrando que a temporada de estreia se tornou uma das mais elogiadas dos últimos meses e conquistou 13 indicações ao Emmy Awards 2025, incluindo Melhor Série de Drama.

No Brasil, a série está disponível na HBO Max.

Lembrando que a 2ª temporada tem estreia prevista para janeiro de 2026 e contará com Charles Baker (‘Breaking Bad’), Irene Choi (‘Insaciável’), Laëtitia Hollard (‘Trauma’) e Lucas Iverson (do circuito teatral norte-americano).

Criada por R. Scott Gemmill (ER) e produzida por John Wells (‘Shameless‘, ‘The West Wing‘), ‘The Pitt‘ é uma série médica de formato quase em tempo real, ambientada no fictício Pittsburgh Trauma Medical Center. A narrativa acompanha médicos e enfermeiros lidando com emergências em meio a um sistema de saúde sobrecarregado e à beira do colapso — uma proposta elogiada pela autenticidade e intensidade dramática.

Estrelada por Noah Wyle (E’R’), que também escreve e produz, ‘The Pitt‘ conta com um elenco de apoio forte, incluindo Katherine LaNasa, Tracy Ifeachor, Taylor Dearden, Isa Briones e Shawn Hatosy como convidado especial.

Aclamada em sua estreia, a série venceu prêmios no Gotham TV Awards e está cotada para diversas indicações ao Emmy. Os novos episódios — agora ambientados durante o feriado de 4 de julho — prometem ainda um salto temporal, mudanças hierárquicas no hospital e a chegada desses novos rostos para mexer na dinâmica já estabelecida.

O elenco ainda conta com Tracy Ifeachor, Patrick Ball, Supriya Ganesh, Fiona Dourif, Taylor Dearden, Isa Briones, Gerran Howell, Shabana Azeez e Katherine LaNasa.

‘A Última Missão’: Keke Palmer detalha bastidores das cenas picantes com Pete Davidson

Keke palmer a ultima missao

A atriz Keke Palmer recentemente abriu o jogo sobre as “cenas apimentadas” de ‘A Última Missão’, a nova comédia estrelada por Eddie Murphy, onde contracenou com Pete Davidson.

Segundo o Deadline, Palmer elogiou a química entre eles.

“Honestamente, acho que eu e ele temos química. Olha, não conheço ninguém com quem o Pete não tenha química. Quero dizer, ele é bem querido no universo feminino”, disse Palmer.

Ela lembrou que a conexão entre os dois era perceptível “mesmo só com as nossas vozes”, antes mesmo de se conhecerem pessoalmente.

“Às vezes você e a pessoa simplesmente têm um entrosamento. Talvez nem se falem muito na vida real, mas quando estão no set trabalhando juntos, a química aparece. E acho que nós tivemos isso”, completou.

Sobre as cenas de quarto, Palmer revelou que a experiência foi tranquila: “Antes de mais nada, ele é supergentil, então foi tranquilo, mesmo com a gente pelado e tudo mais. Mas isso foi logo na primeira semana de filmagem, acho que foi no segundo dia, mais ou menos. Então estávamos tipo, ‘Isso é empolgante. Você já conheceu o Eddie? Já conheceu o Eddie?’ E estávamos empolgados com isso”.

A estrela também destacou o comprometimento de ambos para que as cenas funcionassem, impulsionados pela oportunidade de trabalhar com um ícone como Eddie Murphy:

“Acho que é uma grande oportunidade para nós dois. Começamos atuando e nos apresentando ainda crianças”, continuou Palmer. “Ele começou no stand-up com 12 anos. Eu comecei a atuar com 9. Então, estarmos nesse ponto das nossas vidas, aos trinta e poucos anos, trabalhando com Eddie Murphy… Para nós, parece um daqueles momentos com os quais sempre sonhamos. Estávamos apenas muito felizes por estar lá”.

‘A Última Missão’, comédia de ação estrelada por Eddie Murphy, está disponível no Prime Video.

Na trama, uma coleta de dinheiro de rotina se transforma em uma perseguição mortal quando dois motoristas de caminhão blindado são emboscados por criminosos cruéis com planos além do dinheiro.

Relembre o trailer:

Matt Mider e Kevin Burrows assinam o roteiro.

Tim Story, do terror cômico ‘The Blackening: Jogo Mortal‘, comanda a produção.

O elenco ainda contará com Pete Davidson, Keke Palmer, Andrew Dice Clay, Eva Longoria, Ismael Cruz Cordova, Jack Kesy e Marshawn Lynch.

Jame Gunn REBATE rumores de que Robin estará em ‘The Batman II’

Divulgação/ Warner Bros. Pictures.

O co-CEO da DC Studios, James Gunn, usou as redes sociais nesta sexta-feira (08) para encerrar especulações sobre a aguardada sequência de ‘The Batman‘, dirigida por Matt Reeves. Entre os boatos que circulavam, estavam a suposta presença do parceiro do herói, Robin, e do vilão Hush na trama.

“Parem de acreditar nessas bobagens. Acho que apenas seis pessoas leram o roteiro. Ninguém sabe nada sobre The Batman 2“, escreveu Gunn.

O diretor de Superman também reforçou que qualquer informação divulgada até agora é pura especulação. “Tudo o que vocês ouviram é palpite ou invenção”, respondeu a um fã. Em outra interação, foi ainda mais categórico: “No mundo todo, apenas quatro pessoas sabem qual é o conceito da história.”

Apesar das diversas adaptações cinematográficas do Batman, o personagem Robin apareceu poucas vezes nas telonas. Suas versões em live-action incluem Burt Ward no longa de 1966, derivado da série clássica com Adam West, e Chris O’Donnell em ‘Batman Eternamente‘ (1995) e ‘Batman & Robin‘ (1997).

Há ainda quem considere Joseph Gordon-Levitt em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ (2012) como uma versão indireta do herói, embora sua história seja distinta das versões tradicionais dos quadrinhos.

No universo animado, Robin já marcou presença em produções como ‘Batman: The Animated Series‘, ‘Os Jovens Titãs‘ e ‘Lego Batman: O Filme.

Gunn já havia anunciado que a DC Studios produzirá duas franquias cinematográficas distintas do Batman:

O universo iniciado por ‘The Batman‘ (2022), com Robert Pattinson no papel principal, comandado por Matt Reeves.

O Batman do DCU, que estreará em ‘The Brave and the Bold‘, dirigido por Andy Muschietti, e deverá interagir com outros personagens como o Superman de David Corenswet e os Lanternas Verdes da série ‘Lanterns‘.

Segundo Gunn, o elenco para essa nova versão do Batman ainda não foi definido.

Produção e estreia
Após sucessivos adiamentos, a Warner Bros. confirmou que as filmagens de ‘The Batman – Parte II‘ começam na primavera de 2026, com estreia prevista para 1º de outubro de 2027.

Além de ‘The Batman II‘, o calendário da DC para 2026 inclui ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã‘, ‘Cara de Barro‘ e a série ‘Lanterns‘, na HBO.

Relembre o trailer do primeiro filme:

Sam Nivola, de ‘The White Lotus’, rebate rótulo de “nepo baby”

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Sam Nivola, filho dos renomados atores Alessandro Nivola (‘O Brutalista’) e Emily Mortimer (‘O Retorno de Mary Poppins’), abordou recentemente o polêmico termo “nepo baby”. Ele afirmou, com convicção, que sua carreira foi construída com pouco auxílio de seus pais.

Durante uma entrevista à Variety, Nivola caiu na risada ao ouvir a expressão.

“Tirando os genes, não posso atribuir meu sucesso aos meus pais. Tenho orgulho de ter conseguido sozinho, às vezes até apesar deles”, declarou o ator.

Sua jornada começou aos 17 anos, quando conseguiu um teste secreto para ‘Ruído Branco’ (White Noise), filme no qual interpretou o filho dos personagens de Adam Driver e Greta Gerwig.

Nivola explicou que obteve a oportunidade graças ao apoio de seu professor de teatro do colégio. Seus pais só foram informados quando ele passou para a próxima fase.

“P* que pariu, é um filme do Noah Baumbach?! Tem que fazer o callback!”, foi a reação entusiasmada de seus pais.

Sobre seu primeiro grande papel no cinema, Sam ressaltou: “Não pedi para o agente do meu pai ligar pra ninguém. Conquistei por mérito. Não queria dar chance para alguém dizer que o que conquistei veio por causa de outra pessoa. E me orgulho disso”.

Hoje, a dinâmica familiar mudou: quando a família Nivola sai em público e um fã pede uma selfie, a atenção frequentemente se volta para Sam. Contudo, ele pondera: “Mas isso mostra as armadilhas da fama. Não tenho nem metade do talento do meu pai ou da minha mãe”.

O primeiro “ato de fé” de Sam foi o teste secreto, e o segundo, deixar a faculdade após apenas um semestre em Columbia, onde estudava latim e cinema.

“Meus pais ficaram chateados. Eles ficaram com medo, o que é compreensível. Eu não era feliz, não podia me dedicar totalmente à atuação. E”, diz, corando, “tenho problemas com figuras de autoridade”.

Nos anos seguintes, ele fez inúmeros testes até conseguir sua grande chance poucos meses antes de seus amigos se formarem. A história de como conquistou o papel emThe White Lotus, onde estrelou como Lochlan Ratliff, um adolescente reflexivo e desajeitado, é descrita por ele como “chata”.

“Gravei um vídeo, tive uma leitura com Mike White, e três dias depois, me chamaram para o papel”, contou.

Sam expressa gratidão pelo processo de seleção que valoriza o talento acima de tudo: “Sou só grato por ainda existirem pessoas que não escolhem elenco pelo número de seguidores no Instagram. Eles escolhem quem é certo para o papel. Tipo: ‘Você pode não ser Jacob Elordi, mas é o cara'”.

Sua interpretação emThe White Lotus transformou o jovem de 21 anos em uma das maiores promessas de Hollywood.

A terceira temporada de ‘The White Lotus’ está disponível no catálogo da Max.

Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

Lindsay Lohan IMPROVISOU hilária cena de ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’

No aguardado ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘ sequência que marca o retorno de Lindsay Lohan aos cinemas após mais de uma década longe das telonas, uma das cenas mais comentadas nasceu de um improviso inesperado da própria atriz.

Em entrevista à Entertainment Weekly, Lohan contou que decidiu transformar um simples momento de flerte — descrito no roteiro apenas como “Anna joga o cabelo” — em uma sensual dança sobre uma mesa, arrancando reações genuínas do elenco.

“Eu assisti à cena com um olho aberto e outro fechado”, brincou Lohan. “O roteiro pedia um momento de leve paquera, mas eu pensei: ‘Vamos com tudo’. Subi na mesa e quase caí algumas vezes.”

Na cena em questão, Harper no corpo de Anna tenta seduzir Jake (Chad Michael Murray), ex-namorado de Anna e agora dono de uma loja de discos. Foi nessa cena que Lohan surpreendeu a todos com a performance improvisada, embalada por Britney Spears em uma referência ao primeiro filme.

Curtis lembra que nada daquilo estava no script: “O roteiro dizia apenas ‘Anna joga o cabelo’. Claramente, ela fez muito mais do que isso.”

Murray, por sua vez, garante que suas expressões de surpresa e admiração eram autênticas.

“Uma das melhores coisas deste filme foi que muito dele foi criado no dia da gravação. Só porque está na página não significa que é exatamente o que vamos fazer. Foi incrível ver a Lindsay dominar aquela cena. Foi como dizer: ‘Ah, aí está ela’”, disse o ator.

Segundo Murray, a liberdade criativa foi tanta que até uma sequência perto do final, que tinha apenas um oitavo de página no roteiro, acabou se transformando em cinco páginas de filmagem.

Com 94% de aprovação do público no Rotten Tomatoes, o longa é a primeira grande estreia em semanas voltada especificamente para o público feminino e deve se beneficiar do forte apelo nostálgico — especialmente entre os jovens adultos que cresceram assistindo ao clássico da Disney dos anos 2000.

Com um orçamento modesto de US$ 42 milhões, a nova trama acompanha Tess (Curtis) e Anna (Lohan) em uma nova confusão sobrenatural. Agora, em um twist multigeracional, mãe e filha trocam de corpos com, respectivamente, a filha e a futura enteada de Anna, dando início a mais uma série de situações caóticas, hilárias e emocionantes.

Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

O novo filme ainda contará com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao.

Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan completam o elenco.

Nisha Ganatra é responsável pela direção.

Emma Thompson revela que Donald Trump a convidou para um encontro: “Eu poderia ter mudado o curso da história americana!”

Durante sua participação no Festival de Locarno, a vencedora do Oscar Emma Thompson surpreendeu o público ao contar uma história inusitada: anos atrás, Donald Trump a convidou para sair.

“Um telefone tocou no meu trailer, e era o Donald Trump. Achei que fosse uma piada. Ele disse: ‘Oi, aqui é o Donald Trump’. Eu respondi: ‘Como posso ajudá-lo?’. Pensei que ele precisasse de direções. Mas ele disse: ‘Eu adoraria que você ficasse em um dos meus belos lugares e talvez pudéssemos jantar'”, relembrou a atriz.

Thompson contou que o convite aconteceu no mesmo dia em que seu divórcio havia sido finalizado. “Aposto que ele tinha pessoas procurando por divorciadas adequadas para sair… Ele até encontrou o número do meu trailer! Isso é perseguição! Então sim, eu poderia ter saído com Donald Trump. Eu poderia ter mudado o curso da história americana!”, brincou.

Conhecida por seu humor político desde o início da carreira, Thompson relembrou piadas que fez sobre Margaret Thatcher, comparando-a com herpes — “ambos muito difíceis de se livrar”.

Ela também falou sobre seu início como roteirista, revelando que um de seus esquetes de comédia chamou a atenção do produtor de ‘Razão e Sensibilidade‘, que acabou confiando a ela a adaptação do clássico de Jane Austen.

Embora no começo não quisesse seguir a carreira de atriz — cogitando até trabalhar como administradora hospitalar — Thompson acabou se tornando uma das intérpretes mais respeitadas de sua geração, com papéis marcantes em ‘Retorno a Howards End e ‘Vestígios do Dia‘.

Ao falar sobre Miss Kenton, de ‘Vestígios do Dia‘, a atriz revelou que se inspirou na história de sua avó, que foi vítima de abuso aos 13 anos e viveu marcada pelo trauma.

Thompson também comentou sobre trabalhar em Hollywood, lembrando que ‘Primary Colors‘, de Mike Nichols, foi filmado em meio ao escândalo Monica Lewinsky.

Ela fez ainda comparações entre experiências em projetos como ‘Harry Potter‘ — que descreveu como “não exatamente um desafio artístico” — e Nanny McPhee, filme que escreveu e estrelou.

“Não escrevi para crianças, escrevi para todos. É sobre luto, e eu perdi meu pai muito jovem. Ela é uma personagem muito importante para mim e me conecta a todas as gerações.”

Crítica | Nova animação Marvel, ‘Olhos de Wakanda’ diverte, mas não empolga

Divulgação/ Marvel © 2024 MARVEL. All Rights Reserved.

Lançada na última semana, a nova animação da Marvel, Olhos de Wakanda, chegou timidamente ao Disney+, que não parece ter feito muita questão de promover a minissérie antológica ambientada nos primórdios do Universo Cinematográfico Marvel, dando foco obviamente à nação africana extremamente tecnológica que foi introduzida em Capitão América: Guerra Civil (2016) e expandida na franquia Pantera Negra (2018 e 2022).

A proposta é bem interessante. Ao longo dos séculos, Wakanda foi construindo sua mitologia com o apoio da tecnologia avançadíssima oriunda do Vibranium. Essa temática já havia sido brevemente mencionada em Pantera Negra, mas aqui ganha um pouco mais de desenvolvimento com quatro episódios de cerca de 30 minutos, cada. E o mais interessante é que o herói em si aparece apenas em um episódio, mas não na pele de T’Challa (Chadwick Boseman) ou Shuri (Letitia Wright). O foco é realmente em outras faces do reino.

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Cada capítulo é ambientado em uma “era” diferente. O primeiro, por exemplo, é ambientado na época das grandes navegações e das colonizações realizadas pelos europeus, e foca na criação dos Hatut Zeraze, os “Cães de Guerra” de Wakanda. Ele e estrelado por uma Dora Milaje renegada que recebe uma segunda chance no reino ao receber a missão de investigar o Leão, um colonizador misterioso que vem conquistando povos com armas Wakandanas roubadas.

A proposta é muito interessante, porque mostra a diferença que a tecnologia do Vibranium faria na hora de batalhas. Enquanto portugueses e espanhóis, por exemplo, usavam caravelas e armas de pólvora, o Leão já ostentava naves e armas energéticas, o que deu a ele um status divino. O debate do episódio é justamente sobre até que ponto seria aceitável a colonização pela perspectiva de um homem ressentido pelas leis da nação mais fechada do planeta.

Divulgação/ Marvel.© 2025 MARVEL. All Rights Reserved.

A partir daí, os outros episódios seguem imaginando aventuras pelo mundo nos séculos seguintes. Há um capítulo, por exemplo, que insere um guerreiro Wakandano no contexto da lendária Guerra de Troia, sendo parceiro do herói Aquiles. Mas o melhor episódio certamente é o terceiro, que se passa na China e conta história de um Cão de Guerra que se infiltra na dinastia e começa um relacionamento amoroso com uma super-heroína. Ele está nessa para recuperar um artefato de Vibranium, mas acaba se apaixonando de verdade. O problema é que ele não faz a menor ideia de que a amada é uma das primeiras versões do Punho de Ferro, dando início a uma batalha intensa e muito divertida. É, por muito, o melhor episódio da minissérie.

O que incomoda um pouco é o último capítulo, que traz ligações com o filme de 2018 e acaba trazendo uma interpretação meio problemática sobre os saques realizados durante as guerras contra a colonização na África. Uma Pantera Negra do futuro volta no tempo para tentar garantir que uma arma Wakandana seja roubada pelos europeus durante uma batalha na Etiópia, dando a entender que esse saque colonial seria fundamental para um futuro decente. É complicado.

Divulgação/ © 2024 Marvel. All Rights Reserved.

Apesar de trazer premissas interessantes, a série acaba não empolgando tanto justamente por ter episódios curtos e apostar em um estilo de animação bastante incômodo, com uma estética que remonta aos gráficos dos jogos de PlayStation 2. Esse tem sido um ponto de bastante dor de cabeça para a Marvel Animation. Enquanto as artes conceituais divulgadas investem em estilo um 2D belíssimo, os resultados são sempre animações 3D que não se sustentam sem causar estranhamento. Lembram muito os filmes animados da Hot Wheels nos anos 2000. Só que nos anos 2020.

E isso é muito pouco para a franquia Pantera Negra, que tem justamente o design de produção mais diverso, ousado e complexo de todo o Universo Cinematográfico Marvel. Olhos de Wakanda merecia um carinho maior com o estilo de animação. Sobre a duração, talvez 10 a 15 minutinhos a mais fossem o suficiente para desenvolver melhor as boas ideias dos episódios. Com 28/30 minutos, fica aquela sensação de que a direção está sempre correndo com as histórias, o que não permite ao público se apegar a personagens que tinham tudo para serem memoráveis. É uma pena que Olhos de Wakanda apenas divirta, mas não empolgue. Chega bem perto de ser uma minissérie realmente muito boa, só que parece se contentar em ser apenas boa. Tanto que nem a própria Disney parece ter colocado fé no projeto.

Divulgação/ Marvel.© 2025 MARVEL. All Rights Reserved.

Olhos de Wakanda está disponível no Disney+.

‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’: Nicholas Alexander Chavez comenta corte do filme e possível retorno à franquia

Homem jovem em terno formal no tribunal.

O ator Nicholas Alexander Chavez, conhecido por seu papel em ‘Monstros’, recentemente compartilhou suas memórias e sentimentos sobre sua participação no filme Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Embora sua cena tenha sido cortada da versão final, Chavez expressa carinho pela franquia e se mostra aberto a um possível retorno.

Conforme o Deadline, Chavez brincou sobre a situação: “Quero dizer, a Jennifer é uma boa amiga. Ela é uma pessoa realmente incrível e, sabe, eu e a Lola [Tung] nos divertimos muito. Mas, veja bem, isso é cinema”.

Para o ator, a experiência de gravar foi mais marcante do que a ausência de sua cena no corte final: “Tudo em que consigo pensar é no tempo que passei na Austrália, andando com cangurus, fazendo passeios de balão ao nascer do sol, colhendo cerejas com minha namorada. Isso é, na verdade, tudo o que me vem à mente quando penso nesse filme”.

Quando questionado sobre qual personagem ele interpretaria na cena deletada, Chavez desconversou com bom humor: “Isso eu deixo para os outros!”.

Com o final do filme dando fortes indícios de uma sequência, o ator parece realmente considerar voltar para a franquia de terror: “Sabe, me pergunta amanhã e eu terei um milhão de respostas diferentes pra te dar. O que realmente importa neste momento da minha carreira é fazer bons trabalhos com pessoas que eu amo, em quem acredito, e que também acreditam em mim”.

‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’: Diretora explica remoção das cenas de Lola Tung e Nicholas Alexander Chavez

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.