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‘Whalefall’: Suspense sobre homem engolido por baleia ganha data de estreia

O thriller de sobrevivência ‘Whalefall‘, que seguirá a história de um homem que foi engolido por uma baleia, finalmente ganhou data de estreia.

Baseado no romance de Daniel Kraus, o longa está programado para estrear no dia 16 de outubro de 2026.

O elenco conta com Austin Abrams, Josh BrolinElisabeth ShueJane LevyJohn OrtizEmily Rudd.

Brian Duffield (‘Amor e Monstros’) é responsável pela direção.

Descrito como um cruzamento entre ‘Perdido em Marte‘ e ‘127 Horas‘, o filme apresenta uma premissa inusitada e intensa: um jovem mergulhador, ainda lidando com a morte do pai, acaba engolido por um cachalote de quase 25 metros e 60 toneladas. Preso dentro da criatura, ele tem apenas uma hora de oxigênio para encontrar uma forma de escapar — uma jornada física e emocional que o leva a redescobrir o desejo de viver em meio a um dos cenários mais hostis possíveis.

A produção fica por conta de Brian Grazer, Jeb Brody e Allan Mandelbaum, este último responsável por trazer o livro à Imagine Entertainment e colaborador frequente de Duffield.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Marvel divulga foto épica do elenco reunido

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ segue em cartaz nos cinemas nacionais. Para divulgar o longa, o elenco compartilhou nas redes sociais uma nova imagem reunindo os protagonistas.

Na foto, vemos os atores Pedro Pascal, Vanessa Kirby, Joseph Quinn e Ebon Moss-Bachrach, caracterizados como os icônicos heróis da Marvel.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

‘Highlander’: Henry Cavill está totalmente focado no reboot do clássico

Henry Cavill, o astro conhecido por seus papéis marcantes, compartilhou recentemente detalhes sobre seu próximo projeto: o aguardado reboot de Highlander. Cavill revelou estar completamente imerso na produção, que promete revitalizar a clássica franquia de fantasia.

Segundo o ComicBook, Cavill foi direto ao mencionar seu entusiasmo: Highlander! Esse projeto está tomando toda a minha atenção. É algo que me empolga muito. Esse personagem vai ser muito divertido de interpretar, e estou adorando trabalhar com Chad Stahelski. Ele é um homem extremamente talentoso”.

A colaboração com Stahelski, diretor da aclamada franquia ‘John Wick’, sugere que o novoHighlander terá sequências de ação de alta qualidade.

As filmagens estão previstas para meados de setembro, com Londres sendo o cenário escolhido para dar vida a essa nova versão do imortal.

Vale lembrar que a Lionsgate pretende investir cerca de US$ 100 milhões na produção, sinalizando um projeto de grande escala.

O filme original estreou em 1986, e trouxe Christopher Lambert como Connor MacLeod, um homem imortal do século 16. O filme gerou duas sequências e uma série de TV na década de 1990.

Em 2000 e 2007 foram lançados mais dois filmes, que ampliaram o universo ambientado na série de TV.

‘Superman’: Hideo Kojima comenta novo filme de James Gunn; “Não foi sombrio”

O filmeSuperman, de James Gunn, que marca o início do Universo Cinematográfico da DC (DCU), segue em cartaz nos cinemas e tem gerado discussões entre o público. Agora, Hideo Kojima, renomado criador de jogos como ‘Metal Gear Solid’ e ‘Death Stranding’, compartilhou sua perspectiva sobre a obra.

De acordo com o ComicBookMovie, Kojima revelou suas impressões após finalmente assistir ao longa: “Como estive em uma turnê mundial, não tive a chance de assistir ao filme até hoje de manhã, quando finalmente vi ‘Superman’, de James Gunn. Foi bom”.

Ele notou uma diferença marcante em relação a outras encarnações do herói: “Não foi sombrio nem estiloso, nem cool, nem tão ‘super’. A perspectiva do público, a distância e elevação, é diferente do ‘Superman’ para quem a gente costumava olhar para cima (o céu)”.

Kojima elogiou a sensibilidade do filme em retratar o protagonista: “Este filme observa com delicadeza o ser humano Clark Kent e Superman como uma só pessoa e se aproxima dele a partir dessa perspectiva humana. É um filme ‘humano’ e comovente”.

Curiosamente, o criador destacou um detalhe nos créditos finais: “O filme em si não foi ‘punk’, mas a música ‘Punkrocker’, do Teddybears com vocais do nosso querido Iggy Pop, tocou nos créditos, essa parte foi puro punk, e foi incrível”.

Ambos os filmes têm sido bem recebidos por crítica e público. ‘Superman‘ conquistou um A no CinemaScore, e conta com 83% de aprovação dos críticos e 91% da audiência no Rotten Tomatoes. Já ‘Quarteto Fantástico‘ tem uma leve vantagem, com 86% da crítica e 93% do público.

Para Gunn, que além de diretor também é o chefe criativo da nova fase da DC, esse sucesso representa uma confirmação de que o novo rumo do estúdio pode, enfim, estar decolando.

Com 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou uma nota A- do público no CinemaScore. Enquanto esta é a mesma média alcançada por ‘O Homem de Aço‘, a aprovação dos espectadores ficou acima de ‘Superman: O Retorno‘ (B+).

Lembrando que ‘Superman’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Se Eu Fosse Você 3’ é CONFIRMADO com Gloria Pires e Tony Ramos

Depois de um grande sucesso de bilheteria, a clássica comédia brasileira que conquistou milhões de espectadores está de volta. Neste domingo, 03 de agosto, serão iniciadas oficialmente as filmagens de ‘Se Eu Fosse Você 3‘, sequência da adorada franquia estrelada por Tony Ramos e Glória Pires. Os atores voltam a interpretar o icônico casal Cláudio e Helena em meio a novos desafios familiares ainda mais inusitados.

O longa é dirigido por Anita Barbosa (Matches, Amor.com), com supervisão artística de Daniel Filho, responsável pela direção dos dois primeiros filmes da saga, lançados em 2006 e 2009, e roteiro de Leandro Soares.

Tony Ramos, Rafael Infante, Cleo Pires e Glória Pires são os protagonistas do novo filme. Imagem durante a leitura de roteiro (Crédito: Eny Miranda)

A trama se passa duas décadas depois da última troca de corpos entre Cláudio e Helena, que estão vivendo uma nova fase da vida com a filha Bia, agora adulta e casada com Aquiles. Quando o raio cai três vezes na mesma família, um novo desafio mostra que é necessário se colocar no lugar do outro… literalmente.

Bia será interpretada por Cleo Pires, enquanto Rafael Infante interpreta Aquiles. Além do quarteto protagonista, o elenco conta também com Valentina Daniel, Paulo Rocha, Yohama Eshima, Dan Ferreira e Rosi Campos. As filmagens estão acontecendo em Miguel Pereira e Rio de Janeiro.

Com estreia em breve exclusivamente nos cinemas, ‘Se Eu Fosse Você 3‘ é uma comédia romântica cheia de emoção e reviravoltas, numa situação clássica de comédia de erros, que celebra o amor, a família e a importância de entender quem está ao nosso lado.

Sucesso nos cinemas, os dois primeiros filmes levaram mais de 10 milhões de espectadores às telonas.

Roteirista de ‘Batman: Parte II’ fala sobre a fadiga dos filmes de super-heróis

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Mattson Tomlin, um dos roteiristas de ‘Batman: Parte II’, recentemente levantou uma discussão relevante sobre a “fadiga” do gênero de super-heróis e os desafios que o mercado cinematográfico enfrenta atualmente.

Em uma publicação em suas redes sociais, Tomlin expressou sua visão: “A verdade é que nem todo personagem precisa de um filme. Mas, na real… O mercado cinematográfico em geral vem lutando contra os videogames há 30 anos, e TikTok/YouTube/a internet representam uma batalha de outro nível. Um filme precisa justificar sua existência, seja de super-herói ou não”.

‘Batman – Parte II’ estreia dia 1º de outubro de 2027.

Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.

‘Guerreiras do K-Pop’: Sucesso da Netflix pode virar trilogia, ganhar live-action e até musical

Guerreiras do K-Pop(K-Pop Demon Hunters), o filme animado da Netflix, rapidamente se tornou um grande sucesso na plataforma e agora há fortes indícios de que a produção pode virar uma franquia robusta.

De acordo com o Toonado, em sua sexta semana, o musical de fantasia animado já acumulou mais de 132 milhões de visualizações em todo o mundo.

Embora a Netflix ainda não tenha feito anúncios oficiais, um novo relatório afirma que já existem movimentações para expandir o filme em uma trilogia completa, com mais dois filmes em desenvolvimento.

A reportagem também revela que a Netflix está considerando outros projetos derivados para capitalizar a popularidade da animação, incluindo um remake live-action e até mesmo uma adaptação para musical nos palcos.

Essa expansão vem da confiança da plataforma no potencial da marca, com a Netflix chegando a comparar Guerreiras do K-Pop ao sucesso de franquias comoFrozen da Disney.

É importante lembrar que, por ser um lançamento exclusivo da Netflix, o filme não gera bilheteria tradicional. No entanto, a empresa pode capitalizar sua popularidade com sequências, produtos licenciados, adaptações da história e muito mais.

Em entrevista ao ScreenRant, a criadora e codiretora de Guerreiras do K-Pop, Maggie Kang, já havia comentado sobre a possibilidade de uma continuação: “Sempre há histórias paralelas, e há coisas que pensamos durante a produção deste filme. Muitas perguntas são respondidas, mas não completamente. Acho que há muitos espaços que podemos explorar”.

“Quando as superestrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey não estão esgotando estádios ao redor do mundo, elas usam suas identidades secretas como caçadoras de demônios para proteger seus fãs dos perigos sobrenaturais que espreitam pelas sombras. Juntas, elas precisarão enfrentar sua maior ameaça: uma boy band rival irresistível — que, na verdade, são demônios disfarçados”, diz a sinopse.

Guerreiras do K-Pop’ está disponível na Netflix.

James Cameron revela trecho de “Ghosts of Hiroshima”, livro que prometeu adaptar para o cinema

James Cameron, cineasta por trás de sucessos comoAvatar eTitanic, divulgou recentemente um trecho deGhosts of Hiroshima, livro de Tsutomu Yamaguchi, um dos poucos sobreviventes dos bombardeios atômicos de Hiroshima e Nagasaki.

Cameron fez uma promessa a Yamaguchi em seu leito de morte: adaptar sua história para as telas.

Segundo o Deadline, Yamaguchi pediu a Cameron que contasse, do ponto de vista japonês, os eventos que mudaram o curso da Segunda Guerra Mundial. Cameron e o autor Charles Pellegrino liberaram uma prévia do livro, que chega às livrarias dos EUA em 5 de agosto.

Sobre a trama, Cameron expressou seu entusiasmo: “Não desde ‘Titanic’ encontrei uma história real tão poderosa, comovente e inspiradora quanto a de ‘Ghosts of Hiroshima’, de Charles Pellegrino. Este é um livro incrível e estou ansioso para dirigir o filme”.

Confira o trecho do livro.

“No Moment Zero, a coisa mais importante do mundo para Takashi Tanemori, de oito anos, era um jogo de esconde-esconde que o levava para dentro de casa enquanto seus amigos corriam atrás de esconderijos entre os arbustos e árvores do lado de fora.

Em um instante, a sala de aula de Tanemori desapareceu no branco mais puro que ele já tinha visto. Mesmo com as duas mãos fechando reflexivamente sobre os olhos, ele viu os ossos de seus dedos brilhando através das pálpebras fechadas, como uma fotografia de raio-X. E naquele mesmo momento, ele foi encapsulado e salvo do perigo em uma pequena caverna de madeira e pedra que se formou ao seu redor perto da parede mais externa quando a escola de três andares se comprimiu como uma grande caixa de papelão para apenas um andar de altura. Lá fora, sob a luz ofuscante, seus amigos pareciam ter sido levados embora.

Dentro da escola, a história registraria apenas uma outra criança que viveu, Mizuha Takama Kikuzaki. Ela tinha quase doze anos no dia da bomba.

Mizuha começou a se perguntar como ela veio parar nessa estranha manifestação do inferno.

A resposta foi tão dolorosamente simples.

Defiance me trouxe aqui.

Ela e muitas outras meninas da oitava série foram evacuadas para um “acampamento de verão”.

Em um complexo florestal além de Hiroshima, a maioria dos companheiros de acampamento de Mizuha não tinha mais pais, porque os homens foram levados para a Guerra do Pacífico. Muitos desses pais pararam de enviar cartas para casa e foram listados como “desaparecidos”.

As crianças odiavam ser tiradas de suas mães, e elas tinham sido mais do que simplesmente se tornarem cruéis; eles estavam sendo preparados especificamente para a selvageria. Meninas de nove e dez anos praticavam com lanças de bambu afiadas – praticavam manobras de bloqueio e esfaqueamento até que essas ações se tornassem memória muscular. Os soldados disseram às crianças que elas deveriam se preparar para uma luta até a morte, porque se os americanos as capturassem, eles dissecariam as meninas como animais, as estuprariam e as comeriam, quase nessa ordem. (Quase.)

À noite, as crianças foram instruídas a escrever cartas para suas mães em Hiroshima. Mizuha entendeu, sem ser informado, que suas cartas seriam lidas e “verificadas” pelos novos “professores”. A punição seria rápida e brutal se um soldado lesse qualquer coisa que indicasse “mau pensamento”.

“Querida mãe, estou curtindo a vida com meus novos amigos e professores”, ela mentiu. “É um lugar agradável. Por favor, não se preocupe, porque vou estudar muito.” Ela e sua amiga Yasuko escreveriam a verdade mais tarde: “A guerra prega peças injustas com o destino; barateia a vida humana ao nível de um verme.”

Infestada de pulgas e piolhos do campo, faminta e cercada de mentiras, Mizuha fugiu da prisão. Se alguém pensou em recapturá-la, deve ter havido poucas pessoas de sobra para a perseguição. E assim, com a abençoada Senhora da Misericórdia de sua mãe em mente, Mizuha chegou em casa em dois dias, curvou-se e orou em agradecimento: “Obrigada, Mary, por estar em Hiroshima”.

No Campo de Mineração 25, onde prisioneiros britânicos trabalhavam e morriam de fome à beira da morte, tornou-se mais amplamente falado até do que rumores da morte de Hitler que um campo de aviação próximo foi dedicado à preparação final de aviões kamikaze. Do topo de uma colina na mina, era possível observe o horror. A guerra realmente estava se transformando na Cruzada das Crianças do leste.

“Tal era a escassez de aviadores treinados”, registrou o prisioneiro de guerra John Baxter, de 23 anos, “que as escolas da área estavam sendo vasculhadas em busca de novos recrutas – os alunos estavam sendo pressionados a servir como pilotos suicidas. E nos acostumamos com a procissão diária de jovens de rosto solene [em] quimonos pretos e com faixas de suor na testa, precedidos por um sacerdote xintoísta e um oficial da força aérea em sua jornada final para a aeronave que esperava. Baxter estimou que os meninos tinham cerca de dezesseis anos, mas alguns eram, na verdade, tão jovens quanto quatorze.

A cerca de sessenta quilômetros do acampamento, sob o alvo da segunda bomba atômica, um recruta chamado Yoshitomi Yasami já estava designado para morrer. O jovem de dezesseis anos estava trabalhando há semanas, nas profundezas de um enorme labirinto de cavernas de fábricas interconectadas e túneis de lançamento, bem escondidos do reconhecimento aéreo aliado. Yasumi manuseou ferramentas, matrizes e tornos, produzindo peças medidas com precisão para aeronaves de missão unidirecional. E o mais arrepiante de tudo foram os torpedos aéreos recém-chegados chamados Ohka, uma palavra que significa “flor de cerejeira”.

Yasumi havia sido recrutada da Escola Comercial Imani “para trabalhar em grande honra para o imperador”. A última geração de “aviões de flor de cerejeira” foi anunciada para as crianças como fantásticos foguetes. Os modelos mais novos seriam lançados por catapulta de seus esconderijos e teriam alcance estendido para “saudar” os navios americanos antes que o inimigo pudesse desembarcar.

Os meninos selecionados para treinamento para pilotar os novos designs de Ohka foram elogiados como “deuses do trovão”. Mas ser reverenciado e ter acesso a boa comida em uma época de escassez não extinguiu sua apreensão. Certas informações vazaram para as crianças da caverna. Yasumi aprendeu que um piloto de Ohka tinha que ser de pequena estatura, com uma largura de ombro de apenas quatorze polegadas para que ele pudesse caber dentro do torpedo do foguete. Os homens mediram a largura dos ombros de cada novo garoto antes de ele ser recrutado e levado para longe de casa para os túneis. Yasumi sentia falta de sua mãe.

No dia do segundo flash atômico, conversas confusas de rádio sobre aviões de ataque aéreo precederiam, apenas por uma questão de minutos, a súbita perda de energia dentro do labirinto. Depois que toda a montanha dançou e balançou, depois que as pessoas perto da entrada de um túnel foram queimadas e atacadas além da esperança de sobrevivência, mesmo antes de Yasumi rastejar para fora, o menino perceberia que isso significa que eu posso viver.

A mais de trinta quilômetros do Marco Zero de Hiroshima, os colegas desafiantes de Mizuha viram a detonação que arrasou tudo ao seu redor. No Momento Zero: um estupendo relâmpago no céu azul distante e, em seguida, “bem longe entre as montanhas, o que parecia ser uma pequena nuvem redonda”. A criança treinada com lanças Yasuko Kimura escreveria: “A pequena nuvem redonda ficou cada vez maior, finalmente assumindo a forma de um cogumelo. O cogumelo – muito estranho – cresceu como um filme em câmera lenta.

Mizuha havia retornado à sua antiga escola e foi autorizada a voltar à sua classe. Ela estava no fundo do prédio quando ele se comprimiu. Enormes vigas de madeira se cruzavam e se entrelaçavam no alto e formavam uma tenda protetora ao seu redor. A madeira e o entulho protegeram Mizuha durante o abeto críticost trinta segundos de fogo de metralhadora quântica – protegeu-a de raios gama e saraivadas de spray de nêutrons e até mesmo núcleos de ferro e tungstênio que embaralharam o DNA e pedaços fraturados de urânio da própria bomba.

A mais de dez milhas de distância, no avião de ataque atômico, pedaços de matéria nova e estranha pararam e irradiaram dentro das obturações dos dentes do capitão. Ele se lembraria de que tinha gosto de chumbo derretendo em sua boca.

As gotículas de água que se condensavam dentro e ao redor da nuvem ascendente estavam girando com partículas recém-criadas que teriam aterrorizado até mesmo os criadores da bomba. E as gotículas radiantes voltaram às ruas como chuva negra, caindo como rajadas horizontais em todo o bairro de Mizuha e infligindo mais de um terço da quantidade de exposição à radiação secundária capaz de matar.

Mizuha cavou e se espremeu para a superfície quase ao mesmo tempo que o menino Tanemori, que descobriu que alguns de seus amigos pareciam ainda estar envolvidos em seu jogo de esconde-esconde, queimados e congelados no lugar.

Ao norte, perto da ponte Misasa, Sadako Sasaki, de dois anos, veio sentar-se em um barco de pesca meio afundado enquanto sua mãe e os outros adultos tentavam resgatar a água. O irmão de Sadako, Masahiro, de apenas quatro anos, tentou ajudar. Mais de uma dúzia de pessoas, a maioria delas mostrando sinais de queimaduras repentinas, tentavam entrar no barco. Masahiro estendeu a mão e puxou o mais forte que pôde na mão de um homem; mas uma voz de comando no leme ordenou que ele parasse. “Você vai nos inundar se trouxer mais pessoas a bordo. Este não é um momento para compaixão. Isso só vai nos matar.” O menino recuou da amurada e sentou-se com força contra pedaços de madeira danificados pela explosão.

Do barco de pesca transformado em bote salva-vidas, quase invisível através de rajadas de chuva negra, um redemoinho de fogo subiu mais alto do que a loja de departamentos mais alta da cidade – vinte, talvez trinta andares. Outra das serpentes de fogo estava lutando para nascer ao longo da costa próxima. E outro apareceu ao lado dele. E outro. E outro. De ambos os lados do rio, o mundo de Masahiro era uma galeria de imagens impossíveis. Uma casa de dois andares com um lado arrancado tinha todos os seus móveis em exibição. As configurações da mesa estavam perfeitamente no lugar, apesar de estarem completamente em chamas, e tudo permaneceu intacto até que toda a estrutura se inclinou para frente e caiu na água. Mesmo quando lençóis de chuva escura forneciam proteção ocasional contra o brilho dos incêndios, o ar permanecia surpreendentemente quente. Movidos pela sede, Masahiro e sua irmã lamberam a água da chuva negra e imunda de seus lábios. Seu sabor e cheiro eram metálicos. No entanto, a chuva estava calmamente fresca e fria e ninguém a bordo poderia imaginar que era perigoso. Parecia uma maravilha o suficiente que eles tivessem sobrevivido aos últimos minutos.

Em campos de lixo cheios de teias de aranha de linhas elétricas e telefônicas derrubadas, Mizuha reconheceu seu pai, vasculhando as ruínas perto da escola. Ela correu em direção a ele com tanta alegria que sua companheira de acampamento, Yasuko, um dia incluiria o evento em um romance que virou filme – White City Hiroshima – no qual a própria filha de Mizuha (ainda a muitos anos de nascer) reencenaria esse raro e fugaz momento de luz em toda a escuridão.

Pai, que sobreviveu em um faCtory, além dos incêndios e da precipitação radioativa, não teria recebido nenhum ferimento por radiação se não tivesse entrado na zona das chuvas negras em busca de sua família e de qualquer outra pessoa que ainda pudesse estar viva – nenhum ferimento se ele não tivesse se juntado aos maquinistas em uma garagem de bonde e desembarcado como um socorrista errante nas regiões de detritos radioativos mais profundos e ainda letalmente jovens – novamente, de novo, de novo.

Nunca poderia haver uma avaliação adequada de quantas espécies diferentes de isótopos destruidores de cromossomos ele inalou, ingeriu ou absorveu. A cada viagem para a zona quente, o envenenamento por radiação tinha como alvo o pai de Mizuha, matando-o por sua bondade, por sua humanidade.

Mizuha contaria às gerações futuras como os médicos da Pesquisa de Bombardeio Atômico estavam sempre procurando por amostras de sangue – “mas nunca oferecendo cuidados médicos. Apenas doces.” Em 1950, Mizuha sabia apenas que sua contagem de glóbulos brancos continuava a ser uma montanha-russa, principalmente caindo e permanecendo baixa por longos períodos, até que finalmente um médico de família disse a Mizuha que ela era terminal e que o remédio não poderia fazer nada para salvá-la.

Desafio novamente.

Até então, Mizuha tinha conhecimento suficiente para navegar em bibliotecas médicas com facilidade. Ela estava decidida a enfrentar a morte ao longo de seu próprio caminho, mudando para o que as gerações futuras reconheceriam como uma “dieta mediterrânea” centrada em vegetais, nozes e frutas, apoiada em tudo o que ela poderia aprender sobre ervas chinesas e medicamentos de extrato de raiz, reforçado com uma vontade indomável.

Desafiando a profecia médica, Mizuha viveu.

O médico que profetizou sua morte – bem, ele morreu.

E ainda assim, o poder da bomba de prejudicar uma família foi apenas fracionariamente exercido. Mizuha encontrou o amor, casou-se, depois sofreu quatro abortos espontâneos e um natimorto. Cada vez, ela sobreviveu a uma anemia incapacitante “por uma margem assustadoramente pequena”.

E então, enquanto as monções e o decaimento dos isótopos retornavam Hiroshima gradualmente aos níveis normais de radiação de fundo, enquanto os foguetes disparavam para a lua e Mizuha construía um negócio que prosperava, ela conhecia, finalmente, a esperança e a alegria de uma gravidez que se enraizou – e que progrediu com sucesso nos primeiros três meses sem degradar seu sangue. Ela garantiu a seus amigos e familiares: “Tudo ficará bem”.

Os médicos não tinham tanta certeza. Embora a era espacial tivesse chegado, em 1973 não havia ferramentas como ultrassonografias de alta resolução e testes genéticos. De acordo com a opinião predominante, dada sua exposição a Hiroshima, ela tinha 90% de probabilidade de dar à luz uma criança significativamente deficiente. “Se sobreviver”, disseram as autoridades.

Esse julgamento matemático foi baseado quase inteiramente no que aconteceu com os fetos do primeiro trimestre expostos diretamente às bombas de agosto de 1945. Em 1973, o número de “90%” havia se tornado um dogma de livro didático que se autoperpetuava, baseado em suposições e medo, em vez de dados reais.

Ninguém com autoridade entendeu ainda que quase todos os fetos de aparência alienígena nos frascos de embalsamamento da Pesquisa de Bombardeio Atômico haviam sido expostos durante o primeiro trimestre crucial da natureza, quando o software genético que sequenciava camadas de tecido em seres humanos era mais facilmente sacudido e empurrado para fora do curso.o produzir “monstros” natimortos.

O conhecimento demorou tanto para chegar (e a aceitação desse conhecimento geralmente mais lenta) que, entre os expostos, que agora se autodenominavam hibakusha, os monitores de ácido nucleico autocorretivos da natureza estavam tão vigilantes que as crianças de segunda e terceira geração do pós-guerra estavam provando que os “monstros” esperados eram apenas mais um dogma.

“Apenas um médico dissidente”, disse Shiho, a filha destinada a se tornar a menina de doze anos que interpretaria Mizuha em White City Hiroshima, “apenas este médico dissidente – embora ninguém soubesse qual seria o resultado para mim, e embora todos, exceto minha mãe, estivessem com muito medo de sua recusa em abortar – este médico disse a ela: “Eu te conheço. Eu vejo sua alma bondosa, e se você vai ter um filho com deficiência, você vai cuidar e criar essa criança.

A maior parte da família de Mizuha morreu por causa da chuva negra e da perda de paz e sanidade que sempre vinha com as guerras. “As guerras levam tudo”, disse Shiho.

A história da civilização está escrita na perversão da natureza pela humanidade. Em 1945, o urânio-235 era o remanescente ainda ativo de supernovas e seus cadáveres de estrelas de nêutrons em colisão – que deram vida ao nosso sistema solar. Criaturas pensantes procuraram o urânio, persuadiram-no a gerar plutônio e ensinaram uma estrela morta a gritar contra a humanidade – duas vezes”.

‘Cabo do Medo’ (1991) – Um dos melhores filmes de suspense dos anos 90 está disponível na Netflix

Nos anos 90, Hollywood vivia uma onda de remakes ambiciosos, revisitando clássicos do cinema com novas abordagens, orçamentos maiores e elencos estelares. Um dos mais icônicos desse movimento foi ‘Cabo do Medo, lançado em 1991 sob a direção de Martin Scorsese, e estrelado por Robert De Niro, Nick Nolte e Jessica Lange. Refilmagem do suspense homônimo de 1962 (no Brasil intitulado ‘Círculo do Medo‘), o longa atualizou o clima sombrio do original com uma intensidade psicológica ainda mais brutal — e se tornou um dos thrillers mais marcantes da década. Ambos os longas foram baseados no livro “The Executioners”, de John D. MacDonald.

Quase trinta e cinco anos depois, ‘Cabo do Medo continua perturbador, instigante e visualmente hipnótico. O clássico moderno está disponível atualmente no catálogo da Netflix e é uma oportunidade mais que perfeita para conhecer ou revisitar.

A trama gira em torno do advogado Sam Bowden (Nick Nolte), que vê sua vida desmoronar quando o ex-cliente Max Cady (Robert De Niro) é libertado da prisão após 14 anos e começa a persegui-lo obsessivamente. Cady, um criminoso inteligente e vingativo, culpa Sam por não ter se esforçado o bastante para defendê-lo — e decide se vingar de forma meticulosa, envolvendo não apenas o advogado, mas também sua esposa e filha adolescente (Jessica Lange e Juliette Lewis, respectivamente). O filme transita entre o suspense e o terror psicológico, com atmosfera sufocante, temas morais ambíguos e atuações inesquecíveis, especialmente a de De Niro, em um de seus papeis mais intensos. Não por menos, o ator foi indicado ao Oscar, mas terminou perdendo para outro psicopata: Anthony Hopkins como Hannibal Lecter em ‘O Silêncio dos Inocentes‘.

Cabo do Medo‘ originalmente seria dirigido por Steven Spielberg, que estava interessado na tensão crescente entre o mocinho e o vilão. No entanto, Spielberg acabou desistindo, considerando o roteiro violento demais para seu estilo. Spielberg seguiu como produtor com sua Amblin Entertainment e ofereceu o filme ao amigo Scorsese. Em contrapartida, Scorsese, retribuindo o favor, cedeu para ele a direção de ‘A Lista de Schindler, em um acordo informal que entrou para os bastidores de Hollywood. Ao assumir ‘Cabo do Medo, Scorsese decidiu não apenas refilmar o original, mas também mergulhar fundo nas complexidades éticas dos personagens e no terror psicológico da história.

Scorsese transformou o filme num estudo sobre culpa, omissão e redenção, com forte influência do expressionismo e da estética dos filmes noir. A trilha sonora, composta por Bernard Herrmann para o filme original, foi reutilizada em versão reorquestrada por Elmer Bernstein, o que reforça a sensação de homenagem e reinvenção. As técnicas de câmera, os cortes abruptos, o uso de cores saturadas e as distorções visuais criam uma atmosfera opressiva e alucinatória. Tudo contribui para dar ao espectador a sensação constante de perigo — como se Max Cady estivesse à espreita o tempo todo.

O papel de Max Cady exigiu uma transformação radical de Robert De Niro. O ator passou meses malhando intensamente para alcançar o físico ameaçador do personagem e até pagou cerca de US$5 mil para danificar os próprios dentes, tornando o visual de Cady ainda mais grotesco e intimidador. Depois das filmagens, ele desembolsou mais uma quantia para restaurá-los. Além disso, para entrar no clima, De Niro estudou padrões de fala de criminosos e adotou tatuagens falsas cheias de simbolismo religioso e carcerário, que ajudavam a compor a obsessão e o fanatismo do personagem.

Outra curiosidade interessante é que três atores do filme original de 1962 fizeram participações especiais na nova versão: os protagonistas Robert Mitchum e Gregory Peck, e também Martin Balsam. Mitchum (que na versão original era o vilão Cady) interpreta o policial durão que tenta ajudar Sam Bowden, enquanto Peck (em seu último papel no cinema), que na versão original foi Bowden, vive o advogado do vilão aqui. Balsam (que atuou em clássicos como ‘Psicose‘ e ‘12 Homens e uma Sentença‘) viveu o chefe de polícia no original e o juiz nesta versão.

Já a jovem Juliette Lewis, que vive Danielle, a filha do casal Bowden, conquistou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por sua performance inquietante, especialmente em uma cena tensa com De Niro que ficou marcada como uma das mais perturbadoras do cinema dos anos 90. Esse papel foi considerado o divisor de águas na carreira da jovem atriz. Lewis, no entanto, então com 18 aninhos, perderia a estatueta para a descendente de cubanos Mercedes Ruehl em ‘O Pescador de Ilusões‘, drama surreal de Terry Gilliam, estrelado por Jeff Bridges e Robin Williams.

Lançado em 15 de novembro de 1991, ‘Cabo do Medo foi um sucesso de bilheteria e crítica. O filme estreou em primeira posição do ranking com US$10.2 milhões em seu final de semana, desempenho ótimo para um filme de suspense arrepiante e de censura alta – o que elimina grande parte do público. Na época, no entanto, cinema não era um programa extremamente juvenil como se tornou com o passar das décadas.

Ao final de sua estadia nas telonas, ‘Cabo do Medo‘ arracadou US$182 milhões mundiais, consolidando a parceria entre Scorsese e De Niro fora do crime urbano nova-iorquino e provou que o diretor também dominava o suspense com maestria. Além da indicação de Juliette Lewis, o longa foi lembrado por seu estilo visual ousado e pelo subtexto moral que instigava debates sobre ética profissional, justiça e responsabilidade pessoal.

O impacto cultural do filme também é duradouro: ele foi referenciado diversas vezes em séries como Os Simpsons (com o episódio paródico “Cape Feare“, estrelado por Sideshow Bob), além de ter influenciado outros thrillers psicológicos dos anos 90 e 2000. Atualmente disponível na Netflix, o filme continua conquistando novos públicos, provando que o medo — quando bem construído — é mesmo atemporal. ‘Cabo do Medo é Scorsese em sua fase mais sombria e provocadora, e ainda hoje provoca calafrios em quem ousa revisitar suas águas turbulentas.

 

‘Subversion’: Michael Peña se junta a Chris Hemsworth em novo SUSPENSE da Amazon MGM Studios

Segundo o DeadlineMichael Peña (‘End of Watch’) foi escalado para o elenco de Subversion, novo thriller de ação ambientado em um submarino desenvolvido pela Amazon MGM Studios.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Escrito por Andrew Ferguson, o filme é descrito como um “’Duro de Matar‘ em um submarino”, e acompanha um ex-promissor comandante naval (Chris Hemsworth) que é chantageado por uma organização criminosa semelhante a um cartel para pilotar uma embarcação carregando carga ilegal em águas internacionais. No centro dessa operação perigosa, ele se vê perseguido por uma obstinada oficial da Guarda Costeira, vivida por Lily James, entrando em um jogo de gato e rato cheio de tensão, bloqueios marítimos e ameaças dentro e fora do submarino.

As filmagens estão previstas para começar em setembro, na Austrália. O longa será produzido por Lorenzo di Bonaventura, com Stephen Shafer e Greg Cohen atuando como produtores executivos pela Di Bonaventura Pictures.

Subversion‘ é dirigido por Patrick Vollrath, conhecido por ‘7500‘.

Subversion‘ marca a renovação da parceria entre Hemsworth e o Amazon MGM Studios. O ator também estrela ‘Crime 101‘, filme de Bart Layton com lançamento previsto para o próximo ano. A produção conta ainda com Mark Ruffalo, Barry Keoghan, Halle Berry e Monica Barbaro no elenco.

O projeto também representa um reencontro entre o estúdio e Ferguson, roteirista quatro vezes listado no prestigiado Black List. Outro roteiro seu, ‘Blood Rush‘, também está em fase de desenvolvimento pelo Amazon MGM Studios.

‘And Just Like That’: Série derivada de ‘Sex and the City’ é CANCELADA após três temporadas

Más notícias para os fãs de Sex and the City.

A série derivada And Just Like That’, que traz boa parte do elenco original de volta às telinhas, foi oficialmente cancelada pela HBO Max após três temporadas.

A atração finalizará sua última leva de doze episódios, que atualmente está em exibição, com um episódio duplo, como aponta o Deadline.

“E assim, de repente… a narrativa contínua do universo de Sex and the City está chegando ao fim”, disse o showrunner Michael Patrick King em um comunicado divulgado nesta manhã. “Enquanto eu escrevia o último episódio da terceira temporada de And Just Like That’, ficou claro para mim que este poderia ser um ótimo lugar para parar. Junto com Sarah Jessica Parker, Casey Bloys e Sarah Aubrey, decidimos encerrar a popular série este ano com um final em duas partes e estendemos o pedido original da série de 10 para 12 episódios. SJP e eu adiamos o anúncio até agora porque não queríamos que a palavra ‘final’ ofuscasse a diversão de assistir à temporada. É com grande gratidão que agradecemos a todos os espectadores que deixaram esses personagens entrarem em suas casas e em seus corações ao longo de tantos anos”.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

‘Sandman’: Showrunner revela plano descartado de incluir o Batman

Allan Heinberg, showrunner de Sandman, a aclamada série da Netflix, revelou recentemente um detalhe surpreendente sobre a produção: a possibilidade de incluir uma aparição do Batman na adaptação da obra de Neil Gaiman.

Conforme o ComicBookMovie, a ideia de trazer o Cavaleiro das Trevas para a trama foi brevemente considerada.

“Conversamos sobre isso, algo como: ‘Será que Robert Pattinson gostaria de aparecer no funeral?’ Discutimos brevemente essa possibilidade, mas foi algo muito passageiro”, contou Heinberg.

Vale lembrar que, nos quadrinhos, o Batman marca presença no funeral de Sonho na saga The Wake (O Despertar).

Apesar da ideia ter sido provavelmente descartada devido a conflitos de direitos autorais, o episódio especial “Death: The High Cost of Living” (Morte: O Alto Preço da Vida) apresentou diversas referências ao Homem de Aço. Mas Heinberg sabia que o episódio seria lançado tão próximo da estreia deSuperman, de James Gunn?

“Não sabia! Nem sei se o James Gunn assiste à série, mas espero que sim. Na verdade, eu sempre tento incluir o máximo de referências da DC possível”, afirmou Heinberg.

Ele explicou o motivo por trás das menções aoSuperman: “Foi uma daquelas coisas em que o Colin [Morgan] realmente queria mostrar o lado mais leve do Sexton, não o lado ‘preso’, mas o lado brincalhão. Alguém que, antes deste momento, tinha muita alegria, muito idealismo, e que tenta ser um herói como repórter de emergência climática no The Guardian. Mas ele sente que está falhando o tempo todo”.

“Como o conhecemos num momento tão baixo, quisemos mostrar ao público que ele normalmente não é assim, e sim alguém com grandes ideais, grandes sonhos, alguém que quer ser um herói. E o Superman é a referência mais direta. Eu coloco coisas da DC em tudo o que escrevo, desde que me lembro. Então, foi algo muito natural usar o Superman aqui”, concluiu.

Sandman’ está disponível na Netflix.

A nova temporada introduz Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente as HQs entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Chappell Roan retorna ao mundo da música com a inédita “The Subway”; Ouça!

chappell roan

A cantora e compositora Chappell Roan, que ascendeu a uma fama meteórica em 2024, acabou de retornar ao mundo da música com a inédita “The Subway”.

A faixa foi lançada hoje (1) e deve integrar seu vindouro segundo álbum de estúdio ao lado da recente “The Giver”.

A música mistura elementos do pop e do dream-pop e traz Roan responsável pela composição ao lado de Dan Nigro. Nigro, conhecido por seu trabalho com Olivia Rodrigo, fica a encargo da produção.

Ouça e confira o videoclipe:

Lembrando que Roan conquistou a cobiçada estatueta de Artista Revelação na última cerimônia do Grammy Awards. Ela também foi indicada a categorias como Álbum do AnoMúsica do AnoGravação do Ano pelo aclamado álbum The Rise and Fall of a Midwest Princess e pelo single “Good Luck, Babe!”.

‘Chefe de Guerra’: ÉPICO histórico com Jason Momoa chega ao streaming; Saiba onde assistir!

Chefe de Guerra, drama épico-histórico estrelado, roteirizado e com produção executiva de Jason Momoa (‘Aquaman’), já está disponível no catálogo da Apple TV+.

A produção estreou hoje, 1º de agosto, na plataforma de streaming.

Ambientada no belo cenário das ilhas do Havaí, a série de nove episódios, baseada em eventos reais, acompanha o guerreiro Ka’iana (Momoa) enquanto ele tenta unificar as ilhas antes da colonização ocidental no final do século XVIII.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Momoa e Thomas Pa’a Sibbett.

Com um elenco predominantemente polinésio liderado por Momoa, Chefe de Guerra acompanha a unificação e colonização do Havaí de um ponto de vista indígena. Momoa retrata o guerreiro Ka’iana, enquanto ele tenta unificar as ilhas antes da colonização ocidental no final do século XVIII.

O compositor Hans Zimmer (‘O Rei Leão‘, ‘Duna‘), vencedor do Grammy e do Oscar, escreveu a música tema e coproduziu a trilha sonora de todos os nove episódios com o compositor James Everingham (‘Virdee‘, ‘Planeta Gelado II‘,’Robin and the Hood‘), durante seu período na Bleeding Fingers Music, o coletivo de compositores multipremiado com o Emmy e indicado ao BAFTA, cofundado por Zimmer em 2013.

Luciane Buchanan, Temuera Morrison, Te Ao o Hinepehinga, Cliff Curtis, newcomer Kaina Makua, Moses Goods, Siua Ikale’o, Brandon Finn, James Udom, Mainei Kinimaka e Te Kohe Tuhaka também integram o elenco.

‘Um Lugar Silencioso 3’ é CONFIRMADO com retorno de John Krasinski na direção e estreia para 2027

Segundo o Deadline, o terceiro capítulo da aclamada franquia de terror Um Lugar Silencioso foi oficialmente confirmado.

O filme chegará aos cinemas no dia 9 de julho de 2027 e trará John Krasinski de volta à cadeira de direção. Ele também fica responsável pelo roteiro e pela produção do longa-metragem, que fica sob supervisão da Paramount Pictures.

Nenhum elenco foi revelado e detalhes sobre a trama seguem sob segredo. Todavia, é provável que Emily BluntMillicent SimmondsNoah Jupe, protagonistas dos longas originais, retornem ao novo capítulo da saga.

Krasinski e Allyson Seeger produzem o filme através da Sunday Night Productions, em cooperação com a Platinum Dunes.

A franquia Um Lugar Silencioso arrecadou mais de US$900 milhões no mundo todo com seus três filmes, que incluem Um Lugar Silencioso e Um Lugar Silencioso – Parte II’, ambos dirigidos por Krasinski, e a pré-sequência comandada por Michael Sarnoski, Um Lugar Silencioso: Dia Um’.

‘O Vingador Tóxico’: Diretor do filme original revela que considerou um quinto longa antes de remake

O cofundador da Troma Entertainment e diretor do filme original ‘O Vingador Tóxico’, Lloyd Kaufman, revelou recentemente que a ideia de um quinto longa-metragem da franquia foi considerada e, posteriormente, descartada em favor de um remake.

Em entrevista ao ComicBook, Kaufman compartilhou que diversas “ideias bizarras e excêntricas” para um quinto filme surgiram durante o processo.

“A gente não sabia o que fazer com o Toxy”, confessou Kaufman. “Tínhamos várias ideias. Matar ele? Porque íamos fazer o quinto filme. Fizemos quatro filmes do Vingador Tóxico, o Citizen Toxie é o quarto. Escrevemos Mr. Toxy Goes to Washington. Depois pensamos: ‘Vamos matar o Toxy’, mas e depois, como seguir a partir daí? Aí pensamos em um Toxy bem gordo, que seria interessante. Depois pensamos em um Toxy trans, algo tipo Toxet”.

Felizmente para os fãs, a produção seguiu por outro caminho. “O pessoal maravilhoso da Legendary fez uma versão de 50 milhões de dólares, com o diretor certo e os atores certos. É perfeito. Não poderia ser mais diferente, e melhor”, afirmou Kaufman sobre o remake.

O filme original de 1984 foi um grande sucesso, gerando três continuações: ‘O Vingador Tóxico Parte II’ (1989), ‘O Vingador Tóxico Parte III’ (1989) e ‘O Vingador Tóxico 4’ (2000). A popularidade do personagem também se estendeu para uma curta série animada infantil (Toxic Crusaders), quadrinhos e videogames.

O reboot de ‘O Vingador Tóxico’ conta com o apoio total de Lloyd Kaufman, que atua como produtor do novo filme.

Kaufman reconhece a apreensão dos fãs em relação a remakes: “É um risco, porque os fãs sempre dizem: ‘Ah, remakes nunca prestam’. Recebi várias mensagens de fãs da Troma: ‘Por que vocês estão refazendo isso?’ Mas essa versão é melhor do que a original”.

O remake de ‘O Vingador Tóxico’, estrelado por Peter Dinklage (‘Game of Thrones’), já teve seu novo cartaz divulgado, gerando ainda mais expectativa entre os fãs da cultuada franquia.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa recebeu 92% de aprovação dos críticos, e chega aos cinemas estadunidenses em 29 de agosto – ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Na trama, Dinklage estrela como o zelador oprimido Winston Gooze que, depois de cair em um tanque de lixo tóxico, se torna ninguém menos que o Vingador Tóxico. Esta reimaginação oportuna está à altura de seus olhos em temas ambientais, enquanto Winston enfrenta as forças malignas da ganância e da corrupção para salvar seu filho, seus amigos e sua comunidade. Mesmo que esta história exista em seus próprios termos, o espírito, sem dúvida, permanece conectado ao original. 

O elenco ainda conta com Jacob Tremblay (‘O Predador’), Kevin Bacon (‘O Ataque dos Vermes Malditos’), Elijah Wood (‘Maníaco’), Julia Davis (‘Trama Fantasma’), Sarah Niles (‘I May Destroy You’), Jonny Coyne (‘A Voz Suprema do Blues’) e Taylour Paige (‘A Voz Suprema do Blues’).

O remake é escrito e dirigido por Macon Blair, que ganhou o aval de Lloyd Kaufman, o criador do clássico.

Tom Holland comenta preparação para ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: “A vida não poderia estar melhor”

O astro Tom Holland, que em breve retornará ao icônico papel de Peter Parker em Homem-Aranha: Um Novo Dia’, falou recentemente sobre sua preparação para encarnar mais uma vez o “amigo da vizinhança”.

Durante uma entrevista à GQ, Holland comentou: “Estou me preparando para Homem-Aranha 4, então passei o dia todo no estúdio fazendo acrobacias. Hoje foi puxado, mas, sabe, estamos fazendo um ótimo progresso. Tudo está se encaixando. É, a vida realmente não poderia estar melhor”.

Até o momento, o elenco de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ conta com:

A direção do filme ficará a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.

A estreia está agendada para 30 de julho de 2026. 

A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.

Durante o Bonito CineSur, o cineasta Aurélio Michiles destaca: ‘O cinema documentário é um dos fenômenos mais importantes do cinema brasileiro’

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Neste ano, o Bonito CineSur incorporou à sua programação uma bela e significativa iniciativa: a homenagem ‘As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano’. Dividida em dois momentos — um na abertura e outro na reta final do festival —, a ação foi realizada em parceria com a Prefeitura de Bonito e propõe uma união simbólica entre arte, meio ambiente e preservação da memória, reverenciando grandes nomes do audiovisual sul-americano.

Aurélio Michiles ao lado das outras personalidades homenageadas no Bonito CineSur. Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Aurélio Michiles ao lado das outras personalidades homenageadas no Bonito CineSur. Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Entre os homenageados desta edição do Bonito CineSur está o veterano documentarista Aurélio Michiles. Com mais de quatro décadas de trajetória dedicadas a retratar a região e os povos amazônicos, o cineasta de 72 anos marcou presença no festival realizado em Mato Grosso do Sul. Diretor de obras marcantes como Davi contra Golias, Brasil Caim (1993), O Cineasta da Selva (1997) e Segredos do Putumayo (2020), Michiles construiu uma filmografia potente, marcada por denúncias sociais e mergulhos profundos na identidade brasileira. Em uma conversa breve, mas intensa, ele compartilhou reflexões valiosas sobre os rumos e desafios do documentário no Brasil contemporâneo.

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Um dos fenômenos mais importantes do cinema brasileiro é, sem dúvida, o movimento do documentário”, afirmou logo de início o veterano cineasta. “Tínhamos uma tradição mais voltada ao cinema ligeiro, de reportagem, mas essa linguagem foi evoluindo. Não se trata de negar o passado, e sim de reconhecer uma transformação. Temos grandes documentaristas, realizadores transgressores, que trabalham com narrativas híbridas entre ficção e documentário. Dois nomes que me vêm imediatamente à cabeça, verdadeiros pilares dessa arte, são Jorge Bodanzky e Eduardo Coutinho — cineastas com estilos distintos, mas autores de obras fundamentais para que possamos nos reconhecer enquanto brasileiros.”

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Sobre o papel do documentarista brasileiro, Aurélio Michiles é direto: “O papel do documentarista é revelar o Brasil, mostrar quem somos. Aqui no Bonito CineSur, que também é uma mostra de cinema ambiental, essa missão ganha ainda mais força ao trazer à tona uma ameaça urgente: a crise ambiental. Muitos filmes sul-americanos exibidos abordam um tema em comum — a água. E isso é surpreendente, porque afinal, o que somos senão feitos de água? E o que mais nos falta? Água potável, de qualidade. Nossos mananciais estão sendo destruídos. O cinema documental, nesse contexto, pode ser uma poderosa ferramenta de denúncia e mobilização em defesa de um bem comum.”

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

O Bonito CineSur segue até o dia 2 de agosto, exibindo uma seleção expressiva de filmes que representam a força e a diversidade do cinema sul-americano. Com presenças ilustres e uma curadoria cuidadosa, o festival se consolida como uma das mostras cinematográficas mais relevantes e plurais do Brasil.

Tom Holland revela planos de pausa na carreira após ‘A Odisseia’ e ‘Homem-Aranha 4’: “Excesso de trabalho”

O astro Tom Holland, amplamente reconhecido por sua interpretação do ‘Homem-Aranha’ no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), revelou recentemente seus planos para o futuro, indicando um desejo de fazer uma pausa na atuação.

Em entrevista à revista GQ, Holland expressou gratidão por estar em um momento de sua carreira que lhe permite tirar períodos sabáticos.

“Sinto-me muito abençoado por estar num ponto da carreira em que posso tirar um tempo, me recompor e voltar com tudo”, afirmou o ator.

Ele enfatizou a importância de evitar o esgotamento: “Você não pode estar em todos os filmes, e não pode dar o seu melhor quando está esgotado. O que aprendi é que é importante estabelecer limites, ser consciente sobre o excesso de trabalho”.

O ator, que vai protagonizar ‘A Odisseia’ e ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, falou sobre seus planos após a conclusão dos dois projetos.

Holland adiantou seus próximos passos: “Terei um ano um pouco mais agitado no ano que vem, e provavelmente tirarei mais um tempo de folga em 2027. Vamos ver”.

Vale ressaltar que o próximo projeto do ator é em ‘A Odisseia’, épico dirigido por Christopher Nolan.

odisseia

Lembrando que o filme segue envolto em mistério, com poucos detalhes revelados até o momento.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez. A estreia nos cinemas acontece mundialmente em 17 de julho de 2026.”

O elenco conta com nomes como Robert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha Morton e outros.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

Nova vilã de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ é revelada em foto inédita

A aguardada continuação da franquia épica de James Cameron, ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘, está cada vez mais próxima de chegar às telonas. Previsto para estrear nos cinemas em dezembro, o novo capítulo da saga promete expandir ainda mais o universo de Pandora, introduzindo novas culturas, conflitos e personagens marcantes.

Entre as principais novidades, além do retorno do impiedoso Coronel Miles Quaritch, o filme apresentará uma nova antagonista que promete deixar uma forte impressão nos espectadores: Varang. A personagem, até então inédita, é descrita como uma líder feroz e determinada de uma tribo Na’vi nunca antes vista — o enigmático Povo das Cinzas.

Varang aparece em destaque em uma imagem exclusiva divulgada pela renomada revista norte-americana Empire, oferecendo aos fãs o primeiro vislumbre oficial da personagem. A imagem revela detalhes visuais impressionantes de seu visual, marcado por traços distintos que refletem o estilo de vida da tribo à qual pertence, que aparentemente habita regiões devastadas pelo fogo ou por condições extremas.

Confira:

O primeiro trailer da sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘, terceiro capítulo da icônica franquia sci-fi criada por James Cameron, foi visto 150 milhões de vezes em suas primeiras 24 horas. O valor ficou acima do lançamento do trailer do segundo filme, que teve 140 milhões de views em 24 horas.

Apesar do número alto e do buzz em cima do lançamento, o trailer não entrou para a lista dos mais vistos da história em suas primeiras 24 horas.

OS TRAILERS MAIS VISTOS DA HISTÓRIA:

1. Deadpool e Wolverine – 365 milhões
2. Homem-Aranha: Sem volta para Casa – 355,5 milhões
3. Vingadores Ultimato – Trailer 1 – 289 milhões
4. Vingadores Ultimato – Trailer 2 – 268 milhões
5. O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder – 257,0 milhões
6. Vingadores: Guerra Infinita – 230 milhões
7. O Rei Leão – 224,6 milhões
8. IT – A Coisa – 197 milhões
9. Vingadores: Guerra Infinita – 179 milhões
10 . O Rei Leão – 174 milhões

O importante é que os fãs ficaram em êxtase com o material.

Nas redes sociais, os internautas rasgaram elogios para o épico vídeo, que nos prepara para mais uma aventura fantástica.

Confira as reações abaixo:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de dezembro.

James Cameron (‘Titanic’) retorna à direção.

A nova trama retoma os acontecimentos de ‘Avatar: O Caminho da Água‘, que mostrou Jake e sua família unindo forças com os Metkayina — o clã aquático de Pandora — para enfrentar a opressiva RDA (Recursos de Desenvolvimento da Administração). Em ‘Fogo e Cinzas‘, a ameaça vem dos Ash People, grupo que rompeu com a cultura tradicional dos Na’vi e abandonou sua conexão com a natureza.

O elenco conta com Sam Worthington, Zoe Saldaña, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Oona Chaplin, Cliff Curtis, Britain Dalton, Trinity Bliss, Jack Champion, Bailey Bass e Kate Winslet.

Vale lembrar que as sequências ‘Avatar 4‘ e ‘Avatar 5‘ já foram confirmadas, estão programadas para 21 de dezembro de 2029 e 19 de dezembro de 2031, respectivamente.