Site Página 661

Mike Colter estrelará novo drama jurídico dos criadores de ‘The Good Wife’

De acordo com o TVLine, Mike Colter (‘Luke Cage’) será o protagonista de ‘Cupertino‘, novo drama jurídico que está sendo desenvolvido pela CBS.

A produção foi criada por Robert e Michelle King – as mentes por trás da popular e aclamada série ‘The Good Wife‘.

O projeto ainda marcará a reunião entre o ator e os realizadores após sua bem-sucedida colaboração em ‘Evil: Contatos Sobrenaturais‘, que durou por quatro temporadas.

Colter interpretará um advogado demitido por uma startup do Vale do Silício com a intenção de roubá-lo de suas opções de ações. Recusando-se a recuar, ele une forças com outro advogado recentemente demitido para representar aqueles que são explorados pela elite da tecnologia e ajudá-los a lutar em uma batalha de alto risco contra os Golias que controlam o Vale do Silício.

Robert e Michelle King estão escrevendo o episódio piloto e servirão como produtores executivos.

A expectativa é que a produção seja lançada apenas em 2026-27.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Novos mistérios e assassinatos no trailer da 2ª temporada de ‘Murder in a Small Town’; Confira!

FOX divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de ‘Murder in a Small Town‘.

Além disso, foi confirmado que o próximo ciclo estreará no dia 23 de setembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Rossif Sutherland (‘Órfã 2: A Origem’) e Kristin Kreuk (Smallville: As Aventuras do Superboy’) estrelam a produção.

A série foi escrita por Ian Weir e dirigida por Milan Cheylov.

‘Murder in a Small Town’ acompanha Karl Alberg (Sutherland), que se muda para uma pacata cidade costeira para acalmar uma psique que foi abalada pelo trabalho policial de uma cidade grande. Mas este paraíso gentil tem mais do que a sua cota de segredos, e Karl precisará recorrer a todas as habilidades que fizeram dele um detetive de classe mundial para resolver os assassinatos que, mesmo neste cenário aparentemente idílico, continuam a aparecer em sua costa.

Mya LoweAaron DouglasSavonna SpracklinFritzy-Klevans DestineDakota Guppy e outros também estrelam.

Bonito CineSur se firma como um dos grandes festivais de cinema do continente unindo a natureza e uma curadoria de tirar o fôlego!

Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Durante oito dias vibrantes, a encantadora cidade de Bonito – verdadeiro paraíso do ecoturismo no Mato Grosso do Sul – se transformou no epicentro do cinema sul-americano. Em sua terceira edição, o Festival de Cinema Bonito CineSur já mostra que tem tudo para se tornar um dos mais cobiçados do país! Com mais de 60 produções exibidas, incluindo aguardadas pré-estreias nacionais, o evento celebrou a diversidade do nosso continente com filmes de vários países, promovendo também debates ricos e oficinas inspiradoras. Um encontro marcante que reuniu grandes nomes do audiovisual da América do Sul!

A atriz Claudia Ohana e o ator Thiago Lacerda, na abertura do Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
A atriz Claudia Ohana e o ator Thiago Lacerda, na abertura do Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Estivemos presencialmente no festival e pudemos vivenciar de perto uma organização impecável, sessões acolhedoras no charmoso Auditório Kadiwéu (no Centro de Convenções de Bonito), debates profundamente enriquecedores e, claro, passeios inesquecíveis. E é justamente nesse último ponto que o evento se destaca ainda mais: este é um festival que valoriza e incentiva o contato com a natureza, reforçando nossa conexão com as belezas naturais que nos cercam – uma experiência que inspira, renova e emociona.

A atriz Maeve Jinkings e o ator Antonio Pitanga, na abertura do Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
A atriz Maeve Jinkings e o ator Antonio Pitanga, na abertura do Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

No coração do festival, uma iniciativa inédita e carregada de significado ganhou os holofotes: ‘As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano’, idealizada em parceria com a Prefeitura de Bonito. A ação uniu arte e meio ambiente em uma homenagem simbólica aos grandes nomes do audiovisual do nosso continente. Entre os homenageados, estavam figuras marcantes como Thiago Lacerda, Claudia Ohana, Luiz Carlos Lacerda, Aurélio Michiles, José Eduardo Belmonte, Ana Brun, Maeve Jinkings, Antônio Pitanga, entre outros – todos com trajetórias que ajudaram a construir a identidade cinematográfica sul-americana.

Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Ao longo da nossa cobertura, produzimos uma série de conteúdos especiais sobre os filmes exibidos, os eventos realizados e os convidados que marcaram presença no festival. Para conferir tudo o que rolou, é só acessar esse link!

A atriz Bárbara Paz, na abertura do Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
A atriz Bárbara Paz, na abertura do Bonito CineSur. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

O festival é uma realização da Associação Amigos do Cinema e da Cultura (AACIC), em parceria com o Ministério da Cultura (Governo Federal). Vida longa ao Bonito CineSur! Um festival que já cravou seu nome no calendário audiovisual brasileiro com brilho e personalidade. Que venha, com ainda mais força e encantamento, a aguardadíssima 4ª edição em 2026!

Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Abaixo os vencedores da edição 2025 do Bonito CineSur:

 

Vencedores do Júri oficial:

Melhor Longa-Metragem Sul-Americano: ORO AMARGO, de Juan Olea (Chile/Uruguai/Alemanha)

Melhor Curta-Metragem Sul-Americano: AMOR EN LOS TIEMPOS DE QUALQUER QUE SEJA O NOME PRESENTE, de Valentina Qaszulxkef (Colômbia)

Melhor Longa-Metragem Ambiental: RUA DO PESCADOR Nº 6, de Bárbara Paz (Brasil) Melhor Curta-Metragem Ambiental: SOBRE A CABEÇA OS AVIÕES, de Amanda Costa e Fausto Borges (Brasil)

 

Vencedores do voto popular:

Melhor Longa-Metragem Sul-Americano: A MELHOR MÃE DO MUNDO, de Anna Muylaert (Brasil)

Melhor Curta-Metragem Sul-Americano: REVELACIÓN, de Emanuel Moreno Elgueta (Chile)

Melhor Longa-Metragem Ambiental: SINFONIA DA SOBREVIVÊNCIA, de Michel Coeli (Brasil)

Melhor Curta-Metragem Ambiental: SOBRE RUÍNAS, de Carol Benjamin (Brasil)

 

Menção Honrosa:

Curta-metragem ambiental UMA MENINA, UM RIO, de Renata Martins (Brasil)

Longa-metragem ambiental SINFONIA DA SOBREVIVÊNCIA, de Michel Coeli (Brasil).

 

O Terminal | Relembrando a SUBESTIMADA parceria de Steven Spielberg e Tom Hanks

Steven Spielberg e Tom Hanks já colaboraram inúmeras vezes na sétima arte e, considerando o talento de ambos os nomes, é inegável dizer que suas parcerias são mágicas. Ao longo dos anos, a dupla encabeçou projetos como o clássico ‘O Resgate do Soldado Ryan’, o incrível drama de espionagem ‘Ponte de Espiões’ e o thriller político ‘The Post: Guerra Secreta’. Mas foi em 2004 que Spielberg e Hanks uniram forças para uma subestimada e honesta dramédia intitulada O Terminal – que, recentemente, foi disponibilizado no catálogo da Netflix.

A trama é centrada em Viktor Navorski (Hanks), um viajante do fictício país da Krakozhia que aterrissa no Aeroporto JFK, na cidade de Nova York, mas não consegue entrar em solo estadunidense. O motivo? Enquanto Viktor estava em voo, sua terra natal sofreu um golpe de Estado e o governo usurpador não foi reconhecido pelos Estados Unidos. Dessa maneira, o protagonista se vê em uma situação inédita por não pertencer a nenhuma nação e não poder deixar os limites do aeroporto, com risco de prisão e deportação, além de ter sido destituído de seus documentos. Sem saber o que fazer, ele permanece apenas com sua bagagem e uma estranha lata de amendoins e passa a viver em um dos portões desativados do local.

A estranha história é parcialmente inspirada na vida de Mehran Karimi Nasseri, um refugiado iraniano que ganhou as manchetes ao redor do mundo ao fazer de sua nova casa o Terminal 1 do Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, entre os anos de 1988 e 2006. E, dosando com exímias sagacidade e minúcia, Spielberg transforma esse enredo em uma de suas produções mais honestas e que, infelizmente, não teve a atenção merecida à época de seu lançamento – mas que, com o passar dos anos, alcançou o status cult de forma merecida. Afinal, sabemos que o diretor, conhecido por sua aplaudível e invejável versatilidade identitária, tem habilidosas mãos para transformar o comum em extraordinário e o impossível em possível, traduzindo a essência do ser humano em cada uma de suas produções. E é claro que esta não seria diferente.

A princípio causando estranhamento tanto nos funcionários do aeroporto quanto nos espectadores, Viktor é uma figura complexa, com o coração no lugar certo. Munido de apenas algumas frases em inglês, o nosso improvável herói não sabe o que está acontecendo, porém, tem plena ciência de que precisa esperar tudo se resolver. Sua inesperada presença no JFK começa a conquistar os empregados que se escondem em meio aos corredores e as salas de espera que se expandem pelo lugar, além de causar uma inexplicável irritação em Frank Dixon (Stanley Tucci), Comissário Interino da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA e que deseja que Viktor quebre a lei ao sair do aeroporto e se tornar problema federal – impedindo-o de manchar sua irretocável reputação e de desperdiçar a oportunidade de uma aguardada promoção.

Todavia, Frank subestima a inteligência e a honestidade do protagonista, que pouco a pouco se instala, tornando-se membro de uma família que, dia após dia, se une em virtude do excêntrico homem. Provando ser engenhoso e valendo-se das pequenas brechas do aeroporto, Viktor é tecido com uma apaixonante complexidade que vem à tona através de sutilezas performáticas – cortesia do magnetismo inescapável de Hanks, um dos maiores atores de todos os tempos – e de ápices criativos que despontam nos ótimos diálogos assinados por Sacha Gervasi e Jeff Nathanson.

Spielberg é alcunhado como o “diretor do espetáculo”, um epítome que é reiterado por produções como ‘Jurassic Park’, ‘Tubarão’, ‘Indiana Jones’, ‘Império do Sol’ e tantos outros. Seja no drama, na aventura ou na ação, o diretor se remodela à medida que o escopo de determinado projeto lhe é apresentado – e em O Terminal isso não seria diferente: o realizador promove uma quase antologia de esquetes cômicas que servem como respaldo para reflexões sobre guerras, imigração, adaptação cultural e, mais importante, a possibilidade de encontrar gentileza nos lugares mais inesperados. Apoiando-se em breves críticas ao “sonho americano”, Spielberg garante que a multiplicidade de personagens esteja em sintonia com a libertação que Viktor inconscientemente promove.

Se o diretor alcança sucesso ao esquadrinhar os inúmeros temas com a destreza que imaginávamos, ele também faz questão de arquitetar um coming-of-age para cada um dos coadjuvantes – seja na frustrada comissária Amelia Warren (Catherine Zeta-Jones), que vive em busca de um amor verdadeiro à medida que não confia em seus próprios impulsos; no irritadiço e protetor zelador Gupta Rajan (Kumar Pallana); no entregador de comidas do aeroporto Enrique Cruz (Diego Luna), que é secretamente apaixonado pela oficial Dolores Torres (Zoe Saldaña); e no sisudo e amedrontador oficial Judge Thurman (Barry Shabaka Henley).

Há mais de duas décadas, O Terminal chegava aos cinemas e, ainda que tenha se sagrado um sucesso comercial, teve uma modesta recepção por parte dos críticos internacionais – que, talvez, não tenham se sentido satisfeitos com um escopo que, para o calibre de Steven Spielberg, era bem mais íntimo e reduzido. Entretanto, essa é a beleza da dramédia comandada pelo diretor: uma história que, por mais impalpável que seja, transforma o particular em universal em um diálogo tocante e inspirador do começo ao fim.

Série derivada de ‘A Lista Terminal’ chega ESTE MÊS ao streaming!

#image_title

A Lista Terminal: Lobo Negro‘, série pré-sequência de A Lista Terminal, chega este mês ao catálogo do Prime Video.

Estrelada por Taylor KitschChris Pratt, a atração chega à plataforma de streaming no dia 27 de agosto, com o lançamento dos três primeiros episódios. O restante dos capítulos será transmitido em caráter semanal até o dia 24 de setembro.

Relembre o trailer:

Jack CarrDavid DiGlio são os co-criadores da série derivada.

O spin-off traz de volta Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) como o Comandante James Reece e Taylor Kitsch como Ben Edwards.

A trama Ben em sua jornada desde os Navy SEALs até o lado clandestino das Operações Especiais da CIA, explorando o lado sombrio da guerra e o custo humano que ela traz.

O elenco também conta com Tom Hopper como Raife Haistings, Robert Wisdom como Jed Haverford, Luke Hemsworth como Jules Landry, Dar Salim como Mohammed Farooq, Rona-Lee Shimon como Eliza Perash, Shiraz Tzarfati como Tal Varon e Jared Shaw como Ernest “Boozer” Vickers.

‘Vought Rising’: Série derivada de ‘The Boys’ escala QUATRO novos membros ao elenco

Segundo o DeadlineJorden Myrie (‘Sherwood’), Nicolò Pasetti (‘Bel Canto’), Ricky Staffieri (‘O Urso’) e Brian J. Smith (‘Sense 8’) foram escalados para o elenco de ‘Vought Rising’, novo spin-off da aclamada série The Boys.

Infelizmente, detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

O grupo se junta aos previamente confirmados Elizabeth Posey (‘Euphoria’) e Will Hochman (‘Blue Bloods’).

Jensen Ackles e Aya Cash são os protagonistas, reprisando seus papéis como Soldier Boy e Tempesta, respectivamente.

Paul Grellong, produtor executivo de ‘The Boys‘, será o produtor executivo e showrunner.

Grellong e Eric Kripke (criador de The Boys) disseram: “Estamos empolgados em apresentar a próxima série provocadora do universo de The Boys. Trata-se de um mistério de assassinato retorcido que explora as origens da Vought na década de 1950, as primeiras façanhas de Soldier Boy e as manobras diabólicas de uma Super conhecida pelos fãs como Tempesta, que na época era chamada Clara Vought. Mal podemos esperar para surpreender e perturbar vocês com esta saga lasciva e macabra, imersa em sangue e Coposto V”.

A série é produzida pela Sony Pictures Television e Amazon MGM Studios, em parceria com Kripke Enterprises, Point Grey Pictures e Original Film.

Lembrando que ‘The Boys‘ já está renovada para a 5ª (e última) temporada.

‘Y: Marshals’: Astro de ‘Prometheus’ é escalado para a série derivada de ‘Yellowstone’

Conhecido por seu trabalho em produções como ‘Prometheus’‘Amor de Redenção’Logan Marshall-Green foi escalado para o elenco de Y: Marshals, série derivada de Yellowstone.

A produção é estrelada por Luke Grimes, que reprisa seu papel como Kayce Dutton.

Na trama do spin-off, com o Rancho Yellowstone para trás, Dutton se junta a uma unidade de elite de U.S. Marshals, combinando suas habilidades como cowboy e Navy SEAL para trazer justiça para Montana, onde ele e seus companheiros de equipe devem equilibrar família, dever e o alto custo psicológico que vem ao servir como a última linha de defesa na guerra da região contra a violência.

Marshall-Green interpretará Pete Calvin, um amigo de Kayce na época em que ele estava no exército.

O capítulo de estreia é assinado por Spencer Hudnut e dirigido por Greg Yaitanes.

O projeto ainda não tem previsão de estreia nem maiores detalhes divulgados, mas se junta a uma série de outras produções que expandem o universo ‘Yellowstone‘, como os já lançados ‘1883‘ e ‘1923‘, além dos futuros ‘The Madison‘, estrelado por Michelle Pfeiffer e os em desenvolvimento ‘1944‘ e ‘6666‘.

A expectativa é alta para os fãs que acompanham a saga da família Dutton — e, ao que tudo indica, ainda há muito território a ser explorado nesse faroeste moderno.

‘Jimmy’: KJ Apa, astro de ‘Riverdale’, estrelará cinebiografia de James Stewart

Riverdale -- "Chapter Thirty-Seven: Fortune and Men's Eyes" -- Image Number: RVD302b_0146.jpg -- Pictured: KJ Aapa as Archie -- Photo: Dean Buscher/The CW -- © 2018 The CW Network, LLC. All rights reserved.

KJ Apa, astro de Riverdale, foi oficialmente escalado para estrelar Jimmy, cinebiografia sobre o lendário ator James Stewart (1908-1997), conhecido por filmes como ‘A Felicidade Não Se Compra’ e Janela Indiscreta.

Segundo a Variety, Apa celebrou viver o icônico ator: “Sempre fui um grande fã de James Stewart e me sinto muito honrado por poder dar vida à sua história. Como alguém da Nova Zelândia, sempre admirei aquela geração de homens americanos que representavam patriotismo, integridade e um profundo senso de dever. É importante para mim retribuir a um país que me deu tanto, e que melhor maneira de fazer isso do que homenageando um homem que o serviu com grande honra”.

O elenco de Jimmy também inclui nomes como:

Jason Alexander como Louis B. Mayer

Max Casella como Frank Capra

Sarah Drew como Hedda Hopper

Julian Works como o Segundo-Tenente Martinez

Jen Lilley como Gloria, esposa de Stewart

“O filme narrará a ascensão de Stewart, natural da Pensilvânia, em Hollywood, incluindo sua vitória no Oscar por ‘Núpcias de Escândalo’ (The Philadelphia Story), antes de se alistar na Força Aérea do Exército dos EUA como piloto de combate no início da Segunda Guerra Mundial. Pouco tempo após seu retorno para casa, ele estrelou ‘A Felicidade Não Se Compra’, de Capra, em 1946″, diz a sinopse.

A filha de Stewart, Kelly Stewart-Harcourt, é produtora executiva do filme.

“Minha família e eu estamos encantados e empolgados que KJ Apa tenha concordado em interpretar meu pai neste filme”, disse ela. “Além de suas consideráveis habilidades como ator, o entusiasmo de KJ pelo projeto só irá acrescentar ainda mais energia e profundidade ao papel”.

As filmagens principais estão programadas para começar em 1º de setembro em West Cork, na Irlanda. O lançamento nos cinemas dos EUA está previsto para novembro de 2026.

Crítica | ‘Uma Vida Honesta’ – NETFLIX lança drama sueco que escancara os limites e rupturas das relações humanas

De vez em quando, a Netflix surpreende com obras que fogem do óbvio – e Uma Vida Honesta é um desses achados. O longa-metragem sueco, dirigido por Mikael Marcimain e roteirizado por Linn Gottfridsson e Joakim Zander, mergulha no espírito anarquista a partir das desilusões de um jovem protagonista. Preso em um labirinto de ideais, ele atravessa um intenso processo de amadurecimento ao se envolver com outros jovens que vivem à margem das convenções sociais. O filme constrói, com camadas bem estruturadas, uma reflexão sobre a inconsequência, os limites do idealismo e as complexidades das relações humanas.

O jovem estudante Simon (Simon Lööf) chega à cidade de Lund com o objetivo de cursar Direito em uma prestigiada universidade, mesmo carregando o sonho de se tornar escritor. Logo se depara com as desigualdades sociais à sua volta, especialmente ao conviver com colegas de quarto abastados, o que o coloca diante de um cotidiano de contrastes. É nesse cenário que conhece Max (Nora Rios), uma jovem carismática e integrante de um grupo que comete pequenos delitos contra os mais ricos. Fascinado pela rebeldia e pelo idealismo do grupo, Simon se vê cada vez mais envolvido — até que eventos marcantes o forçam a encarar as consequências de suas escolhas.

A confusão diante da realidade ao seu redor é o ponto de partida do protagonista — nossos olhos ao longo dessa jornada. Seu amadurecimento, quase precoce, é impulsionado pelos dilemas morais que surgem a cada nova decisão. Inserido em uma narrativa de ritmo envolvente, o personagem tem seus conflitos desenvolvidos com profundidade, sustentando uma história que entrelaça questões de moral, sociologia e capitalismo, enquanto expõe a solidão como um dos pontos mais vulneráveis da experiência humana. Com camadas bem construídas, o filme oferece reflexões densas, equilibrando com habilidade elementos de ação, drama e suspense.

Ao explorar as desilusões por meio de um gatilho disfarçado de oportunidade, o roteiro mantém-se fiel ao seu discurso e ainda acerta ao apostar na imprevisibilidade como trunfo — entregando um desfecho realista, longe de qualquer tom novelesco. Um dos pontos que contribuem para a harmonia da narrativa são as reflexões sobre as motivações por trás de cada ato, abrindo espaço para uma discussão profunda sobre a inconsequência. Mesmo quando alguns clichês surgem aqui e ali, eles não comprometem a força nem a coerência da trama.

‘A Longa Marcha’: Adaptação do romance de Stephen King será para MAIORES por “violência SANGRENTA”

a longa marcha

A adaptação ‘A Longa Marcha: Caminhe ou Morra‘ (The Long Walk), baseada no romance homônimo do mestre do terror Stephen King, recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência forte e sangrenta, imagens sinistras, suicídio, linguagem invasiva e referências sexuais”.

Na trama, em um percurso anual que reúne milhares de espectadores, cem garotos devem caminhar por rodovias e estradas dos Estados Unidos acima de uma velocidade mínima estabelecida. Para se manter na disputa, eles não podem diminuir o ritmo nem parar. Cada infração às regras do jogo lhes confere uma advertência.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de setembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

longwalk4

longwalk3

longwalk2

longwalk1

Cooper Hoffman e David Jonsson estrelam.

O elenco ainda conta com Ben WangRoman Griffin DavisGarrett WareingTut NyuotCharlie PlummerJordan Gonzalez, Judy Greer, Mark HamillJoshua Odjick.

Francis Lawrence (‘Jogos Vorazes’) é responsável pela direção do longa. O cineasta substitui André Øvredal, que deixou o projeto em agosto do ano passado.

O roteiro da adaptação é assinado JT Mollner (‘Criminosos e Anjos’).

Desenvolvido pela Lionsgate, o projeto conta com Roy Lee (‘It: A Coisa’) como produtor.

Assinada sob o pseudônimo Richard Bachman, a história de King se passa no futuro, no qual cem garotos adolescentes embarcam numa viagem competitiva conhecida como A Longa Marcha.

As regras são simples: manter uma velocidade acima de 6 quilômetros por hora. Receba três avisos e você é assassinado com um tiro. O último a sobreviver ganha o que quiser pelo resto da vida. Sob essas circunstâncias, os garotos desenvolvem amizades muito profundas apesar de saber que, eventualmente, apenas um irá ganhar.

‘O Resgate’: Chris Hemsworth confirma que sequência está em desenvolvimento

O astro Chris Hemsworth, estrela de ‘Resgate 3’, falou recentemente sobre a sequência do sucesso da Netflix, revelando que a equipe já está planejando os próximos rumos da franquia.

“Ele está ficando inquieto. Ele é. Meu Tyler Rake interior está sentindo uma certa quantidade de protesto e precisa ser liberado, com certeza. Isso é algo em que estamos trabalhando, sim. Nós, a equipe criativa, estamos reunindo algumas ideias diferentes e empreendimentos criativos de onde poderíamos levar todo o lugar e o [terceiro] filme. Mas a intenção é certamente fazer outro. Não sei exatamente quando, mas sim, vai chegar”, afirmou Hemsworth.

Vale lembrar que a história da franquia é baseada em uma graphic novel criada pelos Irmãos Russo.

‘Resgate’ e sua sequência já estão disponíveis na Netflix.

Joe Keery e Liam Neeson enfrentam infecção MORTAL no trailer LEGENDADO de ‘Cold Storage’; Assista!

O terror de ficção científica ‘Cold Storage‘ ganhou trailer legendado.

Estrelado por Joe Keery (‘Stranger Things’), Georgina Campbell (‘Noites Brutais’) e Liam Neeson (‘A Perseguição’), o longa segue dois funcionários lutando para sobreviver a uma epidemia mortal em um antigo armazém militar.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Teacake e Naomi, dois jovens funcionários de uma empresa de armazenamento construída no local de uma antiga base militar americana, têm seu turno noturno mais agitado de todos os tempos quando um fungo parasita escapa do subsolo mais baixo da base, onde foi selado pelo governo décadas antes. À medida que a temperatura sobe no subsolo, esse microrganismo altamente contagioso, e em rápida mutação, se multiplica e libera seus terrores que controlam o cérebro e destroem o corpo sobre os habitantes da instalação – humanos e não humanos. Com o tempo se esgotando, cabe à dupla, com a ajuda de um agente bioterrorista aposentado, conter a ameaça implacável e impedir a extinção explosiva da própria humanidade.

O elenco também conta com Sosie Bacon, Vanessa Redgrave e Lesley Manvill.

Cold Storage‘ tem direção de Jonny Campbell (Dracula) e roteiro assinado por David Koepp, lendário roteirista de ‘Jurassic Park‘ e autor do livro que inspirou o longa.

A produção é de Gavin Polone (Zumbilândia, Quarto do Pânico).

Sem data de estreia, o longa está programado apenas para 2026.

10 SÉRIES que escancaram as DORES INVISÍVEIS DO COTIDIANO!

As dores do cotidiano só são verdadeiramente compreendidas por quem as vive. E como cada pessoa reage de forma única aos desafios da vida, o futuro acaba sendo reflexo direto de como lidamos com o presente. Pensando nessas questões existenciais, e para quem curte séries que provocam reflexões profundas sobre a vida, preparamos uma lista especial para você que está em busca de um projeto audiovisual bem bacana para maratonar:

 

Ruptura

E se você pudesse dividir seu tempo de trabalho com seu tempo em casa não lembrando de nada em quanto estiver em um deles? Cheio de atalhos para instigar nossa curiosidade, o roteiro de Ruptura é algo sublime que nos faz refletir sobre a sociedade, o trabalho e a questão descontrolada do avanço da tecnologia. Esses são alguns dos ingredientes de uma das mais aclamadas séries dos últimos tempos que tem alguns episódios dirigidos por Ben Stiller. Indicado a muitas categorias no Emmy, o projeto nos leva a pensar sobre quão profundo pode ser a natureza humana por meio de metáforas que traçam duas realidades que coexistem.

 

Barry

As eternas dificuldades de se entender como ser humano. Caminhando nas linhas do humor non-sense, um dos grandes sucessos recentes da HBO é sem dúvidas a curiosa série Barry. Com episódios que giram em torno de 30 minutos, vamos acompanhando a saga de um ex-militar, hoje assassino profissional, que após ter o contato com o mundo da atuação vê sua vida mudar radicalmente.

 

Maid (Netflix)

Uma das minisséries mais bem avaliadas por crítica e público dos últimos anos, Maid, disponível no catálogo da Netflix nos apresenta a história de uma mulher que depois de deixar para trás um relacionamento abusivo vai em busca de caminhos para sustentar a filha. Série baseada em fatos reais. A atriz Margaret Qualley foi indicada ao Emmy 2022 por sua excelente atuação.

 

Falando a Real (Apple Tv Plus)

Jimmy (Jason Segel), um terapeuta que trabalha com outros dois amigos em um enorme consultório que depois de um ano apenas sobrevivendo após o falecimento da esposa em um trágico acidente de carro, volta a despertar para a vida, reconectado laços perdidos, principalmente com a única filha, a adolescente Alice (Lukita Maxwell). Para buscar soluções para suas próprias barreiras que ele mesmo colocou na sua vida, contará com a ajuda dos amigos Paul (Harrison Ford) e Gaby (Jessica Williams) com quem divide esse enorme consultório de atendimento psicológico e também de um casal de curiosos vizinhos, Derek (Ted McGinley) e Liz (Christa Miller).

 

A História da minha Família (Netflix)

Uma das gratas surpresas do ano até agora, a minissérie italiana A História da minha Família é um desfile profundo pelo acaso moldando de forma contagiante uma história de perda e luto se descontruindo através de uma necessidade de laços afetivos. A partir de um carismático personagem principal e seu último desejo, vamos embarcando em uma jornada comovente sobre resiliência e quando o amor bate de frente com a dor.

 

Bebê Rena (Netflix)

Na trama, ambientada em uma Londres de anos atrás, conhecemos Donny (Richard Gadd), um artista com o sonho de ser comediante que um dia começa a se vê perseguido por Marta (Jéssica Gunning), uma solitária mulher que não larga do seu pé. Buscando encontrar soluções para fugir dessa stalker, acaba indo de encontro à um trauma de seu passado, fato que mudou sua vida por completo.

 

Adolescência (Netflix)

Minissérie visceral de quatro episódios – todo em plano sequência – que chegou na Netflix nesse início de 2025 nos apresenta um caso chocante de um menino de 13 anos acusado de matar uma outra jovem.

 

Yellowjackets (Paramount Plus)

Na trama, conhecemos quatro mulheres na fase adulta que por mais que sigam suas vidas com suas respectivas famílias foram marcadas por acontecimentos trágicos quando eram adolescentes (cerca de duas décadas atrás) e viajavam de avião para um jogo importante já que eram do time de futebol feminino conhecido em toda a cidade delas chamadas de Yellowjackets. Assim, ao longo de 10 intensos episódios vamos conhecendo Tai (Tawny Cypress), Shauna (Melanie Lynskey), Misty (Christina Ricci) e Natalie (Juliette Lewis) e os segredos que esconderam durante todo o tempo em que estiveram perdidas após um grave acidente de avião.

 

Away (Netflix)

Rodado em sete meses na cidade de Vancouver, Away conta a história de Emma Green (Hilary Swank) uma mulher guerreira, inteligente, mãe que treinou a vida toda para ser astronauta. Sua grande chance finalmente chega e lhe é designada para ser a comandante de uma inédita expedição com quatro outros astronautas que irá pousar em Marte. Casada com o engenheiro da NASA Matt (Josh Charles) e com a filha Alexis (Talitha Eliana Bateman) chegando na adolescência, Emma precisará equilibrar bem suas escolhas já que ficará alguns anos fora longe da Terra. Além dos conflitos intensos e tensos dentro da aeronave, Emma precisará ser esposa e mãe, mesmo que a distância.

 

Corpo em Chamas (Netflix)

Na trama, acompanhamos os desenrolares de uma profunda investigação quando o corpo do policial Pedro (José Manuel Poga) é encontrado carbonizado dentro de um carro abandonado numa região isolada da Catalunha. Assim, no epicentro da história chegamos até Rosa (Úrsula Corberó) uma mulher que consegue entrar para a equipe de policiais da Catalunha e lá conhece três policiais, em diferentes momentos, com quem se relaciona ao longo de alguns anos, um deles, Pedro, com quem estava casada na época do crime. Entre traições, desejos e paixões com alto grau de dependência, conforme a investigação se aproxima da verdade, vamos sendo apresentados aos absurdos cometidos por uma mente perturbada, manipuladora e egoísta.

 

Francis Ford Coppola é hospitalizado em Roma para procedimento cardíaco

Francis Ford Coppola, aclamado cineasta conhecido por trabalhos como ‘Apocalypse Now’ e Megalopolis, foi hospitalizado recentemente em Roma para passar por um procedimento cardíaco.

Segundo o The Hollywood Reporter, Coppola passou por um procedimento médico previamente agendado com o Dr. Andrea Natale, renomado cardiologista que cuida de Coppola há mais de 30 anos. A reportagem destaca que ele está descansando bem no momento.

Diante dos inúmeros relatos sobre sua saúde, Coppola usou o Instagram na noite de terça-feira para tranquilizar os fãs e confirmar o procedimento com o Dr. Natale.

“Da Dada (como meus filhos me chamam) está bem, aproveitando a estadia em Roma para atualizar o procedimento de fibrilação atrial que fiz há 30 anos, com seu próprio inventor, um grande médico italiano, o Dr. Andrea Natale!”, escreveu Coppola para seus quase 500 mil seguidores. “Estou bem!”

O procedimento de “afib” (fibrilação atrial) é utilizado para restaurar o ritmo cardíaco, por meio de choques elétricos leves ou medicamentos. A intervenção pode ser cirúrgica ou não, dependendo do caso.

‘Rental Family’: Comédia estrelada por Brendan Fraser ganha primeiro trailer; Confira!

Rental Family, nova comédia estrelada por Brendan Fraser, astro vencedor do Oscar por ‘A Baleia’ e conhecido por sucessos como ‘O Retorno da Múmia’, teve seu primeiro trailer divulgado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Segundo a sinopse oficial: “Ambientado na Tóquio dos dias atuais, o longa acompanha um ator americano (Brendan Fraser) que luta para encontrar um propósito, até conseguir um trabalho incomum: atuar para uma agência japonesa de ‘famílias de aluguel’, interpretando papéis substitutos para desconhecidos. À medida que mergulha no mundo de seus clientes, ele começa a formar laços genuínos que borram os limites entre atuação e realidade. Confrontando as complexidades morais de seu trabalho, ele redescobre o propósito, o pertencimento e a beleza silenciosa das conexões humanas”.

O filme tem direção de Hikari, que também assina o roteiro ao lado de Stephen Blahut.

Ator de ‘Sense8’ se junta ao elenco de ‘Vought Rising’, novo derivado de ‘The Boys’

De acordo com o Deadline, Brian J. Smith (‘Sense8’) entrou para o elenco regular de ‘Vought Rising‘, derivado que servirá como pré-sequência de ‘The Boys‘.

Além dele, Jorden Myrie (‘Excluídos’), Nicolò Pasetti (‘O Jogo do Bunker’) e Ricky Staffieri (‘O Urso’) também foram anunciados na produção.

Infelizmente, detalhes sobre seus personagens não foram divulgados.

Jensen Ackles e Aya Cash são os protagonistas, reprisando seus papéis como Soldier Boy e Tempesta, respectivamente. Elizabeth Posey (‘Euphoria’) e Will Hochman (‘Blue Bloods’) completam o elenco.

Paul Grellong, produtor executivo de ‘The Boys‘, será o produtor executivo e showrunner.

Grellong e Eric Kripke (criador de The Boys) disseram: “Estamos empolgados em apresentar a próxima série provocadora do universo de The Boys. Trata-se de um mistério de assassinato retorcido que explora as origens da Vought na década de 1950, as primeiras façanhas de Soldier Boy e as manobras diabólicas de uma Super conhecida pelos fãs como Tempesta, que na época era chamada Clara Vought. Mal podemos esperar para surpreender e perturbar vocês com esta saga lasciva e macabra, imersa em sangue e Coposto V”.

A série é produzida pela Sony Pictures Television e Amazon MGM Studios, em parceria com Kripke Enterprises, Point Grey Pictures e Original Film.

Lembrando que ‘The Boys‘ já está renovada para a 5ª (e última) temporada.

 

A série foi criada por Eric Kripke.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

‘A Odisseia’: Vídeo dos bastidores mostra cena de tempestade em épico de Christopher Nolan; Confira!

a odisseia

‘A Odisseia’, novo épico dirigido por Christopher Nolan e estrelado por Tom Holland e Matt Damon, teve um vídeo inédito divulgado diretamente do set de filmagens. O longa é uma ambiciosa adaptação cinematográfica do clássico poema heroico de Homero.

O vídeo foi divulgado por Christopher Nolan e mostra as gravações de uma intensa cena de tempestade do longa.

 A estreia no Brasil está marcada para o dia 16 de julho de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Confira a sinopse oficial:

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda. Para contar essa história grandiosa, a produção reúne um elenco estelar ao lado de Damon, entre os nomes confirmados estão Anne Hathaway, Tom Holland, Zendaya e Lupita Nyong’o.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco conta com nomes como Matt Damon, Tom Holland, Charlize TheronRobert PattinsonJon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill IrwinSamantha MortonZendaya e outros.

A aposta é alta: com um orçamento de US$ 250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

O trailer está atualmente sendo exibido nos cinemas.

Confira o cartaz:

odisseia2

‘O Telefone Preto 2’: Sequência será para MAIORES por “violência extrema”

A sequência ‘O Telefone Preto 2‘ recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência extrema, gore, adolescentes usando drogas e linguagem”.

Na trama, enquanto Finn tenta lidar com a vida após matar o assassino em série que o sequestrou, sua irmã Gwen começa a receber ligações em seus sonhos através do telefone preto. Agora, eles terão que enfrentar um assassino que se tornou ainda mais poderoso após a morte — e mais ligado a eles do que jamais poderiam imaginar.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de outubro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Scott Derrickson (‘A Entidade’) retorna à direção.

Há quatro anos, Finn matou seu sequestrador e escapou, tornando-se o único sobrevivente de O Pegador. Mas o verdadeiro mal transcende a morte… e o telefone voltou a tocar. Enquanto Finn, agora com 17 anos, tenta lidar com a vida após o cativeiro, sua irmã Gwen começa a receber ligações em seus sonhos através do telefone preto — e a ter visões perturbadoras de três garotos sendo perseguidos em um acampamento de inverno. Decidida a resolver o mistério e acabar com o tormento que aflige a ela e seu irmão, Gwen convence Finn a visitar o acampamento durante uma tempestade de inverno. Lá, ela descobre uma ligação devastadora entre O Pegador e a própria história de sua família. Juntos, Gwen e Finn terão que enfrentar um assassino que se tornou ainda mais poderoso após a morte — e mais ligado a eles do que jamais poderiam imaginar.

O elenco conta com o retorno de Ethan Hawke, Mason Thames, Madeleine McGraw, Jeremy Davies e Miguel Mora, além de introduzir Demián BichirArianna Rivas e Anna Lore.

‘HIM’: Terror esportivo de Justin Tipping ganha trailer; Confira!

O aguardado filme de terrorHIM (Ele), produzido por Jordan Peele e dirigido por Justin Tipping, acaba de ganhar um novo e inquietante trailer.

Misturando elementos de horror psicológico com o universo do esporte, o longa promete uma experiência única e perturbadora.

“A trama acompanha Cameron Cade (interpretado por Tyriq Withers), um jovem jogador de futebol americano que começa a viver situações aterrorizantes após ser orientado pelo veterano quarterback Isaiah White (Marlon Wayans). À medida que sua obsessão por se tornar o ‘maior de todos os tempos’ cresce, as consequências se tornam cada vez mais sombrias, e sangrentas”, diz a sinopse.

Em entrevista à Empire, o diretor Justin Tipping comentou os desafios de criar uma atmosfera familiar de esporte para, então, mergulhá-la no terror:

“Meu instinto foi estruturar tudo de forma que parecesse algo saído de Friday Night Lights, ou de um comercial da Gatorade ou da Nike. A gente torce pelo garoto que só precisa desbloquear um último elemento para alcançar o próximo nível. E então subvertemos tudo e deixamos a história se transformar em algo como Nosferatu ou Ex Machina, deixando que ela evolua ou se deteriore, dependendo do ponto de vista, para algo que não se espera”, afirmou Tipping.

Ele explica que a psicologia por trás da busca pela grandeza no esporte está repleta de armadilhas, o que oferece um vasto material para o terror.

“Quando comecei a me apoiar em alguns dos meus horrores favoritos, mais na linha de Alucinações do Passado (Jacob’s Ladder), as comportas criativas simplesmente se abriram”, revelou o diretor.

Jordan Peele, por sua vez, destacou a paixão de sua produtora, Monkeypaw, por ideias inovadoras:

“Na Monkeypaw, a gente adora ideias que não deveriam ser feitas, e que supostamente deveríamos evitar. A combinação entre esporte e terror era algo que eu nunca tinha visto de verdade. Ficou claro que tínhamos uma mistura de gêneros feita sob medida para mim”, disse Peele.

Retro Dance #31 | Revisitando ‘Guilty Pleasure’, o subestimado segundo álbum de Ashley Tisdale

A carreira de Ashley Tisdale é um tanto quanto interessante de ser acompanhada – e mostra que, mesmo no auge de um estrelato inegável, o lado obscuro da fama sempre tem um jeito de nos alcançar. Afinal, após estrelar a série ‘Zack e Cody: Gêmeos a Bordo’ e conquistar o mundo com sua ótima rendição como Sharpay Evans na trilogia musical ‘High School Musical’ (que inclusive lhe rendeu um spin-off), a atriz e cantora resolveu investir em sua carreira musical com seu álbum de estreia ‘Headstrong’ e o popular single “Be Good To Me”. Dois anos depois, ela promoveu um amadurecimento em sua própria identidade artística com uma investida mais ousada e ambiciosa, que ganharia o título de Guilty Pleasure e que, de fato, merecia maior reconhecimento do que teve à época de seu lançamento.

Apesar de ter estreado em 12º lugar na Billboard 200 (uma posição muito boa para um nome conhecido dentro do panteão da Casa Mouse), o compilado de originais teve recepção mista por parte da crítica especializada, que teceu comentários sobre a “natureza regurgitada” do projeto e o caracterizou como um rip-off de artistas como Ashlee Simpson, Britney Spears e Kelly Clarkson. Todavia, é notável como o álbum de Tisdale foi injustamente maltratado e, anos depois de seu lançamento oficial, revisitá-lo é um bom trabalho que revela os primeiros passos de uma performer apaixonada pela música e que começava a tomar as rédeas de sua identidade. É claro que o projeto não é livre de erros, mas o resultado é aprazível o suficiente para navegarmos por leves canções que falam sobre as angústias da jovialidade, o amor e a liberdade.

Guilty Pleasure não é um álbum difícil de ser acompanhado, por assim dizer: em outras palavras, as concepções que o integram acompanham as investidas de tantos outros nomes que se aventuraram pelas explorações adolescentes e jovens-adultas, como mencionado no parágrafo acima. Dessa maneira, não espere encontrar composições profundas e que servem como reflexo da efemeridade da vida, pois esse não é o objetivo do disco: pelo contrário, Tisdale reúne-se com uma gama considerável de compositores e produtores para manter-se à par das incursões mainstream e pincelá-las com uma visão de mundo que emerge de seu âmago como um grito de independência.

Ora, não é à toa que o início dessa jornada dê-se com “Acting Out”: a faixa de abertura é o primeiro vislumbre de que o apreço pelo teen pop, pelo arab-pop e pelo dance-pop popularizados por Spears e Beyoncé anos atrás e que Ashley havia nos presenteado em ‘Headstrong’ foi deixado de lado para uma abordagem mais densa e enérgica. Não é surpresa que a track em questão se desenrole a partir de um respaldo orquestral e quase sombrio, que se expande para violoncelos e violinos antes de dar espaço a pulsões do pop-rock e do EDM em uma urgente declamação de empoderamento em que ela se vê compelida a agir para alcançar o que cobiça.

A cantora nos surpreende com o lead single do álbum, “It’s Alright, It’s OK”, facilmente uma das canções mais “chiclete” do final dos anos 2000 e uma das mais bem produzidas, que acompanhou as incursões promovidas por Katy Perry e Lady Gaga e rearranjou os conhecidos tropos em um power-pop instigante e certeiro em cada um dos elementos. Aqui, Tisdale alimenta um enredo focado em um coração partido após um trágico término que, agora, serve como combustível para que ela perceba que está muito melhor sozinha e que não se arrepende de ter deixado para trás esse triste capítulo. E, enquanto a faixa emerge como o ponto alto da produção, Ashley aposta fichas em um segundo single intitulado “Crank It Up”, delineando vibrações robóticas que nos remontam à construção de ‘Blackout’ e ‘The Fame’, por assim dizer – e um jogo de palavras bastante sonoro e sagaz.

O problema da obra é sua falta de coesão. Em outras palavras, é notável como Tisdale e seus parceiros se entregam de corpo e alma para suas respectivas tracks; todavia, quando as justapomos nessa reverberação constante, percebemos que não há exatamente uma narrativa a ser seguida, e sim fragmentos que se reúnem em um compilado descompensado que é mais bem apreciada em seus múltiplos atos. Afinal, temos a lendária Diana Warren assinando a irruptiva “Delete You”, enquanto Toby Gad traz elementos de seu trabalho em “Big Girls Don’t Cry” para tomar as rédeas de “Me Without You”; já “Hair” é uma cobiçosa música que é marcada pela presença da dupla Pop & Oak e que se vale de um discurso jocoso e um tanto intrincado para falar sobre amor.

Apesar dos claros deslizes, cortesia da quantidade infinita de nomes por trás do álbum, a artista se mostra compromissada o suficiente para entregas vocais irretocáveis e um apego notável pela teatralidade performática – como vemos na eletrônica pulsão de “Masquerade”, na antêmica “Overrated” e na singela balada “What If”, cujas rendições conseguem apagar, em parte, alguns versos formulaicos. No final das contas, Guilty Pleasure honra o título que lhe foi dado e, no momento em que compramos a ideia ofertada por Ashley Tisdale, percebemos que o álbum é, de fato, bom o suficiente para nos satisfazer.