Toda quinta, em um retiro para aposentados no sudeste da Inglaterra, quatro idosos se reúnem para — segundo consta na agenda da sala de reunião — discutir ópera japonesa. Mas não é bem isso que acontece ali dentro. Elizabeth, Ibrahim, Joyce e Ron usam o horário para debater casos policiais antigos sem solução, confiantes de que podem trazer justiça às vítimas e encontrar os responsáveis por algumas daquelas atrocidades do passado.
Com todos os integrantes acima dos setenta anos, o Clube do Crime das Quintas-Feiras não é a equipe de detetives mais convencional em que se conseguiria pensar, mas com certeza está mais do que acostumada a fortes emoções. Afinal, Joyce foi enfermeira por décadas, Ibrahim ajudou pacientes psiquiátricos em situações dificílimas, Ron era um reconhecido líder sindical e Elizabeth… Bom, digamos que assassinatos e redes de contatos sigilosas não eram nenhuma novidade para ela.
Quando um empreiteiro local com projetos bastante questionáveis na cidade aparece morto, o grupo tem a oportunidade de seguir as pistas de um caso atual. Apostando em seus semblantes inocentes e habilidades investigativas estranhamente eficazes — além de trocas de favores clandestinas com a polícia, que, apesar de todos os esforços, parece estar sempre um passo atrás de seus colegas amadores —, os quatro amigos embarcam em uma aventura na qual as mortes do presente se entrelaçam com antigos segredos, e em que saber demais pode trazer consequências perigosas.
O sucesso do primeiro livro rendeu duas sequências: ‘O Homem que Morreu Duas Vezes’ e ‘A Bala que Errou o Alvo’, também lançados no Brasil pela Editora Intrínseca.
Depois de meses de negociações e turbulências regulatórias, a Paramount Global e a Skydance Media oficializaram sua fusão nesta quinta-feira (07), criando uma nova potência do entretenimento: Paramount, A Skydance Corporation.
Avaliada em US$ 8,4 bilhões, a fusão marca uma das maiores reestruturações do cenário hollywoodiano nos últimos anos. A nova companhia começa a ser negociada hoje na Nasdaq sob o símbolo PSKY.
“Minha visão é honrar o legado da Paramount, modernizando a forma como criamos e entregamos conteúdo, apoiando os maiores talentos do mundo e oferecendo experiências inesquecíveis para o público global”.
A fusão aconteceu em duas etapas, com a Skydance assumindo primeiro o controle da National Amusements, holding da família Redstone que detinha o poder de voto majoritário da Paramount. O negócio teve apoio do fundo de investimentos RedBirdCapital, que já vinha colaborando com Ellison desde 2019.
O caminho até a fusão foi tudo, menos tranquilo. O negócio enfrentou forte resistência do governo Trump, incluindo uma polêmica ação judicial contra o CBSNews e pressões da FCC (órgão regulador de comunicações dos EUA) envolvendo uma queixa sobre “distorção de notícias”.
Apesar disso, o aval finalmente veio nas últimas semanas, liberando a formalização da união e a reorganização da liderança da companhia.
Mesmo com a empolgação da nova fase, o futuro ainda é incerto para muitas divisões da antiga Paramount. A empresa já demitiu cerca de 15% da força de trabalho nos EUA em 2024 e novos cortes não estão descartados. As redes de TV a cabo da Paramount também estão sob revisão, diante da tendência de separação entre negócios lineares e plataformas de streaming.
Apesar disso, Ellison enfatiza que o foco será preservar a paixão pelo cinema e continuar investindo em grandes produções teatrais.
“É uma honra liderar essa marca icônica. Vamos nos manter firmes na excelência criativa, abraçando a inovação e entregando histórias que conectem pessoas ao redor do mundo.”
O futuro da Warner Bros. nas telonas está mais ativo do que nunca. Em carta aos acionistas, a gigante do entretenimento anunciou que pretende lançar entre 12 e 14 filmes nos cinemas todos os anos, distribuídos entre os selosWarner Bros. Pictures, DC Studios, New Line Cinema e Warner Bros. Animation.
A decisão vem após um segundo trimestre de sucesso estrondoso, com quatro blockbusters — ‘Um Filme Minecraft‘, ‘Pecadores‘, ‘Premonição: Laços de Sangue‘ e ‘F1‘ — ultrapassando juntos a marca de US$ 2 bilhões em bilheteria global.
A nova estratégia contempla um a dois filmes de grande apelo da Warner Bros. Pictures baseados em IPs consagradas; uma a duas produções do DC Studios por ano; três a quatro filmes da New Line Cinema, incluindo terror e comédia; uma a duas animações da Warner Animation e alguns títulos originais de orçamento moderado.
A reorganização vem sendo construída há três anos, desde que a Discovery comprou a WarnerMedia. Segundo a empresa, o novo modelo conta com um processo mais rigoroso de aprovação dos projetos e decisões mais baseadas em dados — especialmente nas oito últimas semanas antes do lançamento, o que tem ajudado a reduzir riscos e ampliar lucros.
Na trama, um irmão e uma irmã se deparam com um ritual sombrio e perturbador escondido na casa isolada de sua nova mãe adotiva, revelando horrores que podem mudar suas vidas para sempre.
Uma experiência psicologicamente pesada e graficamente terrível que precisa ser vivida nos cinemas! #FaçaElaVoltar, o filme mais perturbador do ano, estreia em 21 de agosto. pic.twitter.com/3fuj4kENyk
A Apple TV+ revelou o dia de lançamento da trilha sonora oficial de ‘Highest 2 Lowest’, novo suspense criminal estrelado pelo vencedor do Oscar Denzel Washington (‘O Protetor’).
O álbum tem estreia agendada para o dia 15 de agosto, coincidindo com o lançamento do filme nos cinemas selecionados.
O compilado conta com canções originais de A$AP Rocky, Aiyana-Lee e Jensen McRae, enquanto a trilha sonora é assinada por Howard Drossin, Fergus McCreadie e Eddie Palmieri.
The artists of #Highest2Lowest. The official soundtrack drops August 15.
O filme chega ao catálogo da Apple TV+ em 5 de setembro.
O filme teve uma estreia impressionante no Rotten Tomatoes, conquistando 89% de aprovação com base em 37 análises.
Os críticos, de modo geral, elogiaram o filme, destacando o trabalho do diretor Spike Lee, que conseguiu dar vida e uma identidade própria ao longa, originalmente inspirado em um filme japonês.
“A premissa se encaixa perfeitamente com a indústria da música, e Washington está impecável, entregando uma de suas melhores atuações recentes como um homem preso em um dilema moral impossível”, disse Pete Hammond do Deadline.
“Ao final, Lee eleva Highest 2 Lowest a novos patamares, entregando um filme de gênero envolvente e provocativo, que entretém enquanto faz um alerta sobre os possíveis caminhos que a cultura contemporânea pode estar seguindo”, disse Peter Debruge da Variety.
“O diretor assume aqui o papel de um showman chamativo e cheio de estilo, e o interpreta com perfeição, entregando um grande e altamente refinado pedaço de cinema que é puro entretenimento”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Embora esteja longe de ser o melhor de Lee, Highest 2 Lowest é um filme divertido, e para os fãs de Denzel Washington, é imperdível”, disse Therese Lacson do Collider.
“Descaradamente épico, corajosamente engraçado e orgulhosamente negro, Highest 2 Lowest pode ter origem em um cineasta japonês, mas sua alma pertence claramente a Lee”, disse Robert Daniels do RogerEbert.
“Lee é muito mais interessante pelo que ele acrescenta a um projeto do que pelo que ele retira dele, e Highest 2 Lowest está naturalmente em seu melhor quando se desvia do material original”, disse David Ehrlich do IndieWire.
“Highest 2 Lowest é uma mistura de cinema reluzente e profissional com escolhas curiosas. É uma vitrine tanto para um veterano consagrado, Washington, quanto para uma revelação promissora, ASAP Rocky”, disse Steve Pond do TheWrap.
“O filme pulsa com uma energia e vitalidade incríveis, movendo-se na tela com a elegância expansiva de seu astro Denzel Washington, embora um pouco da melancolia discreta, do pessimismo complexo e do cinismo do filme original tenha se perdido”, disse Peter Bradshaw do The Guardian.
O filme é dirigido por Spike Lee, com roteiro assinado por Alan Fox e inspirado no clássico ‘Céu e Inferno’, de Akira Kurosawa.
Quando um magnata da música (Washington), amplamente conhecido por ter os “melhores ouvidos do ramo”, é alvo de um plano de resgate, ele se vê preso em um dilema moral de vida ou morte.
Aubrey Plaza, conhecida por seu trabalho em produções como ‘Parks and Recreation’, ‘The White Lotus’ e ‘Agatha Desde Sempre’, irá estrelar e produzir a cinebiografia ‘The Heidi Fleiss Story’ (via Deadline).
O projeto funciona como uma recontagem da vida da “Madame Hollywood” Heidi Fleiss. A Pinky Promise, produtora do elogiado ‘The Last Showgirl’, fica responsável pelo longa.
A comédia ácida marca a estreia diretorial de Leah Rachel (‘Chambers’). Rachel Sennott (‘Shiva Baby’, ‘Morte Morte Morte’) assina o roteiro ao lado de Rachel e Travis Jackson.
Jessamine Burgum e Kara Durrett entram como produtoras pela Pinky Promise, enquanto Plaza assume o cargo pela Evil Hag. As gravações devem começar ainda este ano na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.
Fleiss tornou-se conhecida na década de 1990 por comandar uma rede de prostituição de alto nível que atendia os ricos e poderosos de Los Angeles, incluindo alguns nomes conhecidos de Hollywood. Seu império ruiu em 1993, quando ela foi presa e acusada de múltiplos crimes, eventualmente condenada à prisão.
O filme acompanha Fleiss nos dias tensos que antecederam seu julgamento, enquanto ela transita por Los Angeles, usando sua rede de contatos para tentar manipular e chantagear para se livrar das acusações, com a ajuda de uma jovem escritora ambiciosa chamada Jaclyn.
Ainda sem muitos detalhes revelados e sem título oficial, sabe-se que o projeto será rodado no Alasca.
Fanning, Johnson e Smith também assumem a cadeira de produtores ao lado de Swanberg e Ashleigh Snead.
Dan Johnson, Kathy Gitibin e Ariana Parsa entram como produtores executivos.
Após estrelar ‘O Casal Perfeito’ e conquistar sua primeira indicação ao Emmy pela minissérie ‘Ripley’, ambas da Netflix, Fanning se juntará à irmã Elle Fanning para produzir e estrelar uma adaptação esperada do best-seller ‘O Rouxinol’, com lançamento previsto para 2027. Em breve, ela irá estrelar a série de suspense ‘All Her Fault’ ao lado de Sarah Snook.
Johnson estreou recentemente na direção com o thriller cômico ‘Self Reliance’, que também escreveu, produziu e estrelou. O longa foi lançado no Hulu após sua estreia mundial no Festival SXSW. estreou no Hulu após sua estreia no SXSW. Mais conhecido por suas participações na sitcom‘New Girl’, da Fox, e no sucesso cult ‘Minx’, da Starz, do qual também foi produtor executivo, ele será visto em breve na série ‘Maximum Pleasure Guaranteed’, da Apple TV+.
Recentemente contratado para dirigir o thriller de fuga ambientado no Halloween ‘October’, da A24, Smith vem de sua participação no filme ‘Mountainhead’, ao lado de Steve Carell, Jason Schwartzman e Ramy Youssef. Ele também recebeu ótimas críticas por sua recente atuação como Chevy Chase em ‘Saturday Night’, de Jason Reitman, e em seguida será visto estrelando ao lado da irmã de Dakota, Elle, em ‘Sentimental Value’, a aclamada comédia dramática de Joachim Trier que venceu o Grande Prêmio de Cannes.
O longa conquistou 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral elogia a performance cômica de suas protagonistas, além de destacar que o novo filme é divertido e fofo – ainda que não reinvente a fórmula.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Este novo filme ainda é fofo, ainda é divertido, ainda é bizarro e ainda é sexta-feira. Graças a Deus.” (TheWrap)
“Esta sequência é uma ode sincera ao fortalecimento e à construção de laços, ao poder do amor profundo e incondicional, e ao calor e à segurança da família escolhida, principalmente quando ela está em seu momento mais louco.” (Entertainment Weekly)
“O comprometimento de Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan naturalmente nos rende alguns momentos de comédia física estonteante.” (IndieWire)
“No final, senti falta da honestidade narrativa e da dinâmica mãe-filha do original.” (The Times UK)
“‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’, dirigido por Nisha Ganatra, desafiou as probabilidades. É uma sequência encantadora e genuinamente doce, e me fez rir e chorar. Só isso já é uma vitória.” (Bloomberg News)
“Não há nada de novo nesta sequência, mas a produção é fofa o suficiente para compensar por sua estrutura rasa e performances irregulares.” (The Daily Beast)
Relembre o trailer:
A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.
A Republic Pictures e a Paramount Movies divulgaram recentemente o trailer oficial da dramédia ‘Adulthood’.
O longa será lançado em cinemas selecionados dos EUA no dia 19 de setembro antes de chegar às plataformas digitais em 23 de setembro. Ainda não se sabe quando o filme chega ao Brasil.
Confira:
O longa é dirigido por Alex Winter, com roteiro assinado por Michael M.B. Galvin.
Quando os irmãos Megan e Noah descobrem um cadáver enterrado há muito tempo no porão da casa dos pais, eles tropeçam em uma espiral crescente de crimes, acobertamentos e assassinatos. Quanto mais fundo eles cavam, mais difícil se torna escapar.
Já faz um tempo que a Walt Disney Studios vem investindo em adaptações em live-action de suas clássicas animações, incluindo histórias de origem de icônicas vilãs. Em 2021, uma das vilãs mais conhecidas do expansivo universo da Casa Mouse ganhou seu próprio projeto: ‘Cruella’ nos levou a conhecer a história não contada da psicótica antagonista de ‘101 Dálmatas’ ao narrar uma divertida e bem-intencionada história estrelada por ninguém menos que a vencedora do Oscar Emma Stone.
É claro que não poderíamos deixar de ficar com um pé atrás com um longa-metragem tão ambicioso quanto este, considerando alguns tiros que saíram pela culatra e que não conseguiram justificar a própria existência. Porém, o resultado do filme foi bem além do esperado, apesar de alguns deslizes óbvios e certas ocasionalidades exageradas, e que alcançaram sucesso através da aplaudível performance de Stone e de um elenco de peso que brilhou em meio a papéis envolventes e arquetípicos dentro de seus limites.
A trama é centrada em Estella (Stone), uma jovem sonhadora que tem uma aptidão inegável para a moda e para criar designs inesperados – e que nunca se conformou em seguir regras ou normas. Desde criança, ela causava problemas por se expressar da maneira mais crua e espontânea possível e, de certa maneira, sempre apoiada pela mãe, Catherine (Emily Beecham). Após ser expulsa da escola, ela e a mãe resolvem recomeçar em Londres, onde Estella poderá investir cada vez mais em seus sonhos de estilista. Porém, a garota acaba causando um incidente inesperado que culmina na morte da mãe e a leva a tomar um rumo em direção à capital inglesa, onde, tentando se curar de uma culpa excruciante, cruza caminho com Jasper (Joel Fry) e Horácio (Paul Walter Hauser), firmando um grupo de golpistas muito talentosos.
A vida de Estella passa por uma reviravolta inesperada quando ela é contratada pela imponente Baronesa von Hellman (Emma Thompson) para trabalhar em seu império da moda – realizando um sonho de décadas que se mostra um tanto quanto agridoce em virtude da personalidade narcisista e ególatra de sua chefe. As coisas escalam a um nível estratosférico quando a nossa protagonista descobre que a Baronesa está em posse de um colar que lhe foi dado como herança quando criança e que, na verdade, foi responsável pela morte da mãe ao ordenar que seus cachorros a atacassem com um apito para cães. Jurando destruir cada uma das coisas que a vilã amava em um vórtice de vingança, ela adota a personalidade de Cruella de Vil e emerge como uma oponente formidável e que defende o novo em detrimento do ultrapassado.
Dirigido por Craig Gillespie, mesmo nome por trás da aclamada cinebiografia ‘Eu, Tonya’, o mote por trás do longa-metragem é a irreverência. O realizador nos leva à efervescência artística e revolucionária dos anos 1970, que acompanhavam os primeiros indícios de mudança estética promovidos na década anterior na música e na arte. E, apoiando-se fortemente no estilo da lendária Vivienne Westwood, Gillespie presenteia os fãs da popular personagem com uma humanização que destoa da explorada em ‘Malévola’ ao arriscar-se com investidas sarcásticas e comicamente sombrias – ainda que certos elementos não tenham alcançado esse êxito como prometido.
Dana Fox e Tony McNamara, responsáveis pelo roteiro, navegam pelo explosivo cenário londrino da época para construir arquétipos fáceis de serem acompanhados e que cumprem com uma praticidade bem-vinda aos live-actions da Disney, cobiçando algo a mais aqui e ali, mas nunca deixando que a avidez descontrolada tome conta do enredo. Por essa razão, a saída foi construir uma anti-heroína complexa que promove referências à assassina de cachorrinhos da animação original à medida que mergulha em território inexplorado e, no geral, bastante convincente.
Stone, que projeto a projeto se reitera como uma das maiores atrizes de sua geração, faz um trabalho admirável como a personagem-título, mantendo-se fiel à identidade já conhecida de Cruella e pincelando sua personalidade com camadas que singram entre a loucura e a sanidade, o bem e o mal – mostrando que a moralidade tem suas áreas cinzentas. Não só isso, mas ela materializa suas investidas contra a Baronesa ao transformar a moda em protagonista, personificando-a em uma relação simbiótica. E, em contraposição, Thompson rende-se a uma teatral e memorável rendição como a odiosa e exclusivista Baronesa, entrando em vibrante irrupção cênica.
O elenco ainda integra a ótima presença de Fry e Hauser, interpretando Jasper e Horácio antes se tornarem os capangas de Cruella e mostrando que a relação do trio era pautada numa amizade verdadeira; Kirby Howell-Baptiste e Kayvan Novak interpretam Anita Darling, uma jornalista talentosa que conhece a disruptiva jovem de seus tempos de escola, e Roger Dearly, advogado da Baronesa e inveterado fã de piano – que são os donos de Pongo e Perdita em ‘101 Dálmatas’. Mark Strong também faz uma aparição como John, confidente da antagonista que secretamente quer derrubá-la, enquanto John McCrea dá vida ao disruptivo Artie, membro da gangue de Cruella.
Cada sequência é coreografada com minúcia artística invejável e parte de situações cômicas e dramáticas que se fundem em um divertido e narcótico escopo, porém, a catártica reviravolta do terceiro ato se rende a excessos óbvios e um pouco frustrantes. Entretanto, o resultado de ‘Cruella’ é bastante positivo e o reitera, quatro anos depois de seu lançamento, como um dos melhores live-actions da Casa Mouse.
‘A Última Missão’, comédia de ação estrelada por Eddie Murphy (‘Um Tira da Pesada’), já está disponível no Prime Video.
O longa chegou à plataforma de streaminghoje, 6 de agosto.
Na trama, uma coleta de dinheiro de rotina se transforma em uma perseguição mortal quando dois motoristas de caminhão blindado são emboscados por criminosos cruéis com planos além do dinheiro.
Anteriormente, o filme estava programado para chegar aos cinemas no dia 9 de janeiro de 2026. Porém, a data foi ocupada pela sequência de ‘Destruição Final: O Último Refúgio’, ação estrelada por Gerard Butler e Morena Baccarin.
O longa protagonizado por Statham segue agora sem dia confirmado, mas tem previsão de lançamento para o verão norte-americano de 2026 (isto é, entre os meses de junho e agosto).
Na trama…
Após testemunhar o assassinato de seu patrão bilionário, Cole Reed é injustamente incriminado pelo crime, forçando-o a fugir enquanto tenta desvendar uma conspiração internacional.
Apesar de detalhes sobre seu papel não terem sido revelados, sabe-se que o personagem de Wong será bem próximo do protagonista, vivido por Jason Statham.
Produzido por Statham e sua recém-criada produtora, Punch Palace Productions, em colaboração com Marc Butan, o filme marca mais uma parceria entre Richet, Butan e Davis.
ChappellRoan lançou recentemente a inédita “The Subway” – e, enquanto os fãs da cantora e compositora vencedora do Grammy aguardavam o iminente anúncio de seu próximo álbum de estúdio, as coisas talvez demorem um pouco mais para acontecer.
Em uma recente entrevista à Vogue, Roan revelou que seu “segundo projeto ainda não existe”.
Roan lançou seu primeiro compilado de originais em setembro de 2023, intitulado ‘The Rise and Fall of a Midwest Princess’ e que foi um dos responsáveis por lhe garantir o gramofone dourado de Artista Revelação. Desde então, ela lançou três singles, “Good Luck, Babe”, “The Giver” e a já mencionada “The Subway”.
No entanto, “não há um álbum”, como ela afirmou. “Não há uma coletânea de músicas”.
“Levei cinco anos para escrever o primeiro, e provavelmente vou levar pelo menos cinco para escrever o próximo”, disse ela. “Não sou o tipo de compositora que consegue produzir muito”.
Lembrando que Roan conquistou a cobiçada estatueta de Artista Revelação na última cerimônia do Grammy Awards. Ela também foi indicada a categorias como Álbum do Ano, Música do Ano e Gravação do Ano pelo aclamado álbum ‘The Rise and Fall of a Midwest Princess’ e pelo single“Good Luck, Babe!”.
Segundo o Deadline, o ator-mirim Cary Christopher(‘Days of Our Lives) foi escalado em caráter convidado na série ‘Lanternas’, da HBO.
A série, criada por Chris Mundy, Damon Lindelof e Tom King, acompanha o recruta John Stewart (Aaron Pierre) e o lendário Lanterna Verde Hal Jordan (Kyle Chandler), dois oficiais intergalácticos que são arrastados para um mistério obscuro na Terra, levando-os a investigar um assassinado no coração dos Estados Unidos.
Christopher interpretará o jovem Noah, um garoto educado e charmoso de uma cidade pequena. Bastante talentoso para a sua idade e habilidoso em tudo o que tenta, ele fica mais feliz ao passar uma bola de futebol.
A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.
O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.
James Hawes comanda os dois primeiros episódios e assume a cadeira de produtor executivo. Stephen Williams, Geeta Vasant Patel e Alik Sakharov também comandam a produção.
Quando chegou ao catálogo da Netflix em 2022, ‘Wandinha’ fez um estrondoso sucesso em meio ao público por reunir uma equipe de talento inegável que revitalizou e expandiu a mitologia que envolve ‘A Família Addams’ – uma das franquias mais conhecidas do cenário do entretenimento. Produzida por ninguém menos que Tim Burton e estrelada por Jenna Ortega (que vem se sagrando uma das atrizes mais prolíficas da atualidade), a produção encantou os assinantes da plataforma de streaming e quebrou recordes de audiência, sendo renovada para uma 2ª temporada pouco depois do lançamento.
Agora, três anos depois da temporada de estreia, somos convidados a voltar à Escola Nunca Mais com os quatro primeiros episódios da nova iteração – um glorioso retorno do bizarro e delicioso universo dos Addams que não apenas presta mais homenagens aos clássicos quadrinhos e aos longas-metragens, como deixa que seus personagens brilhem com ainda mais desenvoltura. Preparando-nos para a segunda leva, que está agendada para o dia 3 de setembro, os showrunnersAlfred Gough e Miles Millar apostam fichas no proposital exagero de uma mixórdia de gêneros narrativos que, mesmo deslizando aqui e ali, funciona de maneira a nos entreter no momento em que apertamos o play.
Após ter salvado os alunos de Nunca Mais e seu próprio legado das garras da Srta. Thornhill (Christina Ricci) e do monstro que habitava Tyler Galpin (Hunter Doohan), Wandinha (Ortega) aperfeiçoou suas habilidades psíquicas e se tornou uma justiceira vingativa contra serial killers. Porém, à medida que o novo ano letivo começa, ela percebe que um outro perigo paira na peculiar cidade de Jericho e em seus habitantes: ao que tudo indica, um perseguidor mascarado e mortal está na espreita e tem o raro poder de controlar aves – e que, de certa maneira, está conectado com experimentos secretos envolvendo os Excluídos e o assassinato de vários normies. Depois de ter uma preocupante visão envolvendo sua melhor amiga, Enid (Emma Myers), Wandinha decide agir para impedir que desgraças aconteçam.
Mas as coisas não são tão simples quanto parecem, e a nossa anti-heroína deve lidar com outros problemas na escola: não bastasse a escalação do estranho Barry Dort (Steve Buscemi) como novo diretor de Nunca Mais, seus pais, Mortícia (Catherine Zeta-Jones) e Gomez (Luis Guzmán), são convocados como membros honorários da academia e farão parte do corpo de funcionários em caráter regular – colocando-os ainda mais perto de Wandinha, que despreza a ideia. Além disso, Feioso (Isaac Ordonez) começa seus estudos na escola, logo fazendo amizade com Eugene (Moosa Mostafa) e reanimando o cadáver de um insano cientista que apelida de Slurp (Owen Painter).
Como podemos perceber, o retorno da sério veio acompanhada de inúmeras tramas inéditas que se desenrolam pouco a pouco e levando o tempo necessário – motivo pelo qual cada capítulo tem uma hora de duração. Aqui, Burton e Paco Cabezas revezam a cadeira de direção e se aliam a um time de roteiristas que sabe exatamente de que maneira conduzir a narrativa – singrando entre a comédia ácida, o suspense, o drama familiar e os mistérios detetivescos, pincelando algumas sequências com um sangrento apreço pelo gráfico. E, como se não bastasse, o teor sarcástico e próprio da construção dos Addams ganha uma camada extra de dosagem, nos levando de volta aos anos 1990 e resgatando o gostinho incessante de uma despojada nostalgia.
Ortega volta com força e familiaridade potentes como a personagem titular, e dispensa reapresentações para incrementar a personalidade de Wandinha com mais frieza, calculismo e um inesperado sentimentalismo mascarado que a coloca no centro de um embate contra o incerto destino de Enid e de outros Excluídos que foram encarcerados para experimentos cruéis, e contra a mãe, que insiste em podar seu potencial com medo de que ela se perca da família. E, nesse quesito, a presença bem-vinda de Zeta-Jones, Guzmán e Ordonez é envolvente cena após cena, reiterando o gosto que o público tem em observar os Addams navegarem de maneira tragicômica pelas atribulações da vida – ou da morte.
O elenco abre espaço para outras adições fabulosas, como Billie Piper interpretando Isadora Capri, uma professora de música lobisomem recém-contratada que demonstra afeição pelas habilidades de Wandinha; Thandiwe Newton como a Dra. Rachael Fairburn, psiquiatra-chefe do manicômio de Willow Hill e que esconde um segredo obscuro que é investigado pela protagonista; o icônico Christopher Lloyd como o detestável Professor Orloff, o funcionário mais antigo de Nunca Mais; Joanna Lumley como Hester Frump, a formidável e impiedosa mãe de Mortícia; e o retorno de nomes como Fred Armisen (Tio Chico) e Joy Sunday (Bianca Barclay), que aumentam o brilho performático da iteração.
À medida que o final dessa primeira leva se aproxima, percebemos que o time criativo está bem propenso a abraçar riscos para manter o público instigado para o que está por vir. Investindo esforços em um gancho inesperado e que coloca tudo o que conhecemos em xeque, os quatro episódios iniciais da 2ª temporada de ‘Wandinha’ são diabolicamente envolventes e instigantes, mantendo o altíssimo nível de uma das produções mais adoradas da Netflix.
Apesar de sua passagem decepcionante pelas telonas, a animação ‘Elio‘ conseguiu arrecadar US$ 144.2 milhões nas bilheterias mundiais.
O valor supera a arrecadação total de ‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica‘ (US$141.8M), que passa a se tornar o maior fracasso de bilheteria da história da Pixar.
Vale destacar, no entanto, que ‘Dois Irmãos‘ foi fortemente afetado por causa da pandemia de COVID. A produção chegou a ser lançada no serviço de streaming do Disney+ enquanto ainda estava sendo exibida nos cinemas.
Nos EUA, ‘Elio‘ arrecadou US$ 72.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 71.6 milhões através de 48 mercados.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com a França (US$8.6M), Reino Unido (US$6.4M), Coreia (US$4M), China (US$3.9M) e Alemanha (US$3.8M).
A animação abriu com decepcionantes US$ 21 milhões em seu primeiro final de semana no território norte-americano. Além de ter ficado abaixo das projeções – que indicavam uma estreia em torno de US$ 25-30 milhões –, o valor representa o menor lançamento da história da Pixar.
Em entrevista ao podcast Call Her Daddy, Reneé Rapp (‘Meninas Malvadas’) quebrou o silêncio sobre sua inesperada saída da série ‘A Vida Sexual das Universitárias‘.
Sem entrar em muitos detalhes, a artista confirmou que havia problemas nos bastidores da produção – o que, eventualmente, acarretou em sua saída do elenco.
“Às vezes, você apenas sabe [que precisa sair]. Além disso, não há segredos nos sets de filmagens. É muito difícil de manter um segredo, e eu fui a última a descobrir sobre algumas coisas. Não acho que ninguém se importou, para ser honesta.”
Anteriormente, em sua canção Leave Me Alone, a atriz já havia dado uma alfinetada na produção – que foi cancelada depois de apenas três temporadas: “Assinei 100 NDAs, mas ainda digo algo / Deixe-me em paz, v*dia, eu quero me divertir / Levei minha vida sexual comigo, agora a série não está f*d*ndo.”
Vale lembrar que todas as temporadas estão disponíveis na HBO Max.
Para promover o lançamento da primeira parte da 2ª temporada de ‘Wandinha‘, a Netflix divulgou um novo vídeo com a belíssima sequência de abertura do novo ciclo.
Com quatro episódios da nova temporada já disponíveis no serviço de streaming, a produção ainda retornará com capítulos inéditos no dia 5 de setembro.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
O elenco também conta com Catherine Zeta-Jones, Luís Guzmán, Isaac Ordonez, Emma Myers, Hunter Doohan, Percy Hynes White e outros.
Com pouco mais de 2.500 habitantes, a charmosa e acolhedora cidade de Fama, no interior de Minas Gerais, foi palco, há oito anos, da primeira edição de um festival que não parou de crescer. De lá pra cá, ele se consolidou, amadureceu e agora se prepara para brilhar em 2025 com sua oitava edição!
De 14 a 17 de agosto, a Mostra de Cinema de Fama tomará conta da belíssima Praça Sagrado Coração de Jesus, às margens do Lago de Furnas — o encantador ‘Mar de Minas’ — com sessões ao ar livre que prometem emocionar o público. O evento, que pode ser considerado uma das mostras mais acolhedoras e especiais do calendário audiovisual, chega com tudo em 2025: serão mais de 40 filmes exibidos, divididos em quatro curadorias apaixonantes — Mostra Animação Nacional, Mostra Mineira, Mostra Animação Internacional e Mostra Fama.
Kabuki, de Tiago Minamisawa
Logo na noite de abertura, o festival promete fortes emoções. Na quarta-feira (14), o aclamado maestro e compositor Wagner Tiso — ícone do Clube da Esquina — será um dos grandes homenageados, celebrando seus 80 anos com uma apresentação especial ao piano, acompanhado pelo Quinteto de Cordas da Filarmônica de Varginha. E a noite continua em clima de celebração: o talentoso ator Fernando Alves Pinto também será homenageado, encerrando a primeira noite de emoções.
152 AB, de Daniel Jaber e Jelton Oliveira
Com o tema ‘Territórios do Olhar’, a edição deste ano da Mostra propõe um mergulho sensível e reflexivo sobre o Brasil sob diferentes perspectivas. A programação, formada majoritariamente por curtas e alguns longas-metragens, promete provocar diálogos potentes sobre o país que somos e o que podemos ser. Entre os destaques estão obras como Eu e o boi, o boi e eu, de Jane Carmen Oliveira; Depois do fim, de Pedro Paulo Dantas Maciel; e Kabuki, de Tiago Minamisawa.
Menino Gepeto, de Cláudio Constantino Barbosa e Rafael Pereira Guimarães, MG, 13 min Pequeno B, de Lucas Borges, MG, 14 min
Kabuki, de Tiago Minamisawa, SP, 15 min 21h15 –
Mostra Mineira (67 min) – local: Praça Sagrado Coração de Jesus
152 AB, de Daniel Jaber e Jelton Oliveira, Belo Horizonte, MG, 20 min
Espelho azul, de Elizeu Gonçalves Mol e Carlos Gomes, Timóteo, MG, 15 min
Isso dá um curta!, de Felipe Siqueira, Careaçu, MG, 15 min
Aruê, Jerônimos, de Matheus José Vieira, Passos, MG, 17 min
Encerramento: 22h30
17/08 – Domingo
18:15 Oficina de Canto e Coral da Prefeitura de Fama – local: Praça Sagrado Coração de Jesus
18:30 Mostrinha das escolas – local: Praça Sagrado Coração de Jesus
Exibição competitiva das Filmes das Escolas:Escola municipal Olinto Magalhães | Escola Municipal Teodoro Rocha | Escola Estadual Maria Olímpia de Oliveira
19h – Mostra Fama (131 min) – local: Praça Sagrado Coração de Jesus
Javyju – Bom dia, de Carlos Eduardo Magalhães e Kunha Rete, SP, 25 min
Rodinhas, de Guilherme Souza, RJ, 15 min
Márcia Antonelli: das palavras à sobrevivência, de Mariellen Kuma, AM, 15 min
Combustão não espontânea, de Boni Zanatta, SP, 14 min
A mulher invisível, de R.B. Lima, PB, 22 min
O que é de César, de Marcos José, SC, 22 min
Anunciação (enfim o mar…), de Chico Pelúcio, Marcelo Braga e Rodolfo Magalhães, MG, 18 min
21h10 – Pré-lançamento do videoclipe – local: Praça Sagrado Coração de Jesus Um dentro do outro, de Banda Dru e a Luz Azul, 6 min
21h30 – Cerimônia de Encerramento e Premiação – local: Praça Sagrado Coração de Jesus Show de encerramento Banda Dru e a Luz Azul
De acordo com o TVLine, Mike Colter (‘Luke Cage’) será o protagonista de ‘Cupertino‘, novo drama jurídico que está sendo desenvolvido pela CBS.
A produção foi criada por Robert e Michelle King – as mentes por trás da popular e aclamada série ‘The Good Wife‘.
O projeto ainda marcará a reunião entre o ator e os realizadores após sua bem-sucedida colaboração em ‘Evil: Contatos Sobrenaturais‘, que durou por quatro temporadas.
Colter interpretará um advogado demitido por uma startup do Vale do Silício com a intenção de roubá-lo de suas opções de ações. Recusando-se a recuar, ele une forças com outro advogado recentemente demitido para representar aqueles que são explorados pela elite da tecnologia e ajudá-los a lutar em uma batalha de alto risco contra os Golias que controlam o Vale do Silício.
Robert e Michelle King estão escrevendo o episódio piloto e servirão como produtores executivos.
A expectativa é que a produção seja lançada apenas em 2026-27.