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‘Superman’: Novo longa de James Gunn ULTRAPASSA ‘O Homem de Aço’ nas bilheteiras dos EUA

Sucesso! Superman, longa de James Gunn, continua voando alto nas bilheteiras e acaba de ultrapassar ‘O Homem de Aço’, de Zack Snyder, nas bilheteiras dos EUA.

Segundo o ComicBook,Superman já arrecadou US$ 292 milhões nos EUA, superando oficialmente os US$ 291 milhões que ‘O Homem de Aço’ faturou ao longo de toda a sua exibição nos cinemas norte-americanos.

Vale destacar, no entanto, que a jornada ainda não terminou: no total global, o filme de Zack Snyder alcançou US$ 670 milhões, e o Superman de Gunn ultrapassou recentemente a marca dos US$ 500 milhões mundiais após apenas 18 dias em cartaz.

Com 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou uma nota A- do público no CinemaScore. Enquanto esta é a mesma média alcançada por ‘O Homem de Aço‘, a aprovação dos espectadores ficou acima de ‘Superman: O Retorno‘ (B+).

Lembrando que ‘Superman’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Olhos de Wakanda’: Criador revela que derivado pode ter participações especiais do UCM

A aguardada sérieOlhos de Wakanda, um derivado do universo de Pantera Negra, está prestes a chegar ao Disney+, prometendo expandir ainda mais o universo da secreta nação africana. O criador da série, Todd Harris, compartilhou novidades empolgantes sobre a produção.

De acordo com o ComicBook, Harris revelou que a série pode contar com a participação de rostos conhecidos do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). “Definitivamente haverá alguma familiaridade”, afirmou Harris, deixando os fãs curiosos sobre possíveis retornos.

No entanto, Harris fez questão de destacar que Olhos de Wakanda possui um escopo único e ambicioso: “A série trata de como os wakandanos se cruzaram com a história, esses africanos futuristas, ao nível de Star Trek, que viajam no tempo”.

Complementando esse pano de fundo histórico, Harris também explicou a influência do diretor Ryan Coogler na série, um grupo de marinheiros inspirados em grupos da Idade do Bronze do mundo real.

Eles eram “saqueadores que pilhavam o Mediterrâneo. O que nos deu liberdade criativa para construir um mundo baseado em circunstâncias vagas, mas dramaticamente interessantes”.

Anteriormente programada para o dia 27 de agosto, a produção agora será lançada em 1 de agosto na plataforma de streaming, com a exibição dos quatro episódios.

Na trama, os Hatut Zaraze, guerreiros de Wakanda, realizam missões perigosas ao redor do mundo para recuperar artefatos de vibranium ao longo da história.

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A série foi criada por Todd Harris.

Libby Boyce, mãe de Cameron Boyce, agradece Adam Sandler por homenagem ao filho em ‘Um Maluco no Golfe 2’

Libby Boyce, mãe do ator Cameron Boyce (1999-2019), usou as redes sociais para agradecer publicamente a Adam Sandler pela homenagem feita ao filho no filme Um Maluco no Golfe 2’ (Happy Gilmore 2).

“Obrigada, [Adam Sandler], por homenagear o legado do Cam em Happy Gilmore 2”, escreveu ela em uma publicação no Instagram.

No domingo, Libby também compartilhou um artigo sobre a homenagem e revelou detalhes da relação próxima entre seu filho e o ator.

“Adam e Cameron conversaram bastante nos dias que antecederam sua morte”, escreveu ela. “Cameron estava escalado para O Halloween do Hubie e os dois estavam planejando juntos. Acho que eles tinham uma conexão especial por serem autênticos, engraçados e verdadeiros. Adam sempre encontra uma maneira de manter viva a memória do Cam, o que aquece nossos corações”.

No filme, fãs atentos perceberam um tributo discreto, mas tocante: em uma cena, uma televisão ao fundo exibe um episódio da série ‘Jessie’, do Disney Channel, estrelada por Cameron Boyce. A imagem foi compartilhada nas redes sociais por um espectador emocionado com a homenagem.

Confira:

“Adam colocou uma homenagem ao Cameron Boyce (que interpretou seu filho em Gente Grande) em Happy Gilmore 2. Com licença enquanto eu choro.”

Boyce contracenou com Sandler nos filmes ‘Gente Grande‘ (2010) e ‘Gente Grande 2‘ (2013), interpretando Keithie Feder, filho do comediante. A relação entre os dois extrapolava as telas, com Sandler frequentemente mencionando o carinho e admiração que sentia por Boyce.

Essa não é a primeira vez que Sandler presta tributo ao ator. Em ‘O Halloween do Hubie‘ (2020), lançado um ano após a morte de Boyce, o longa trazia a seguinte dedicatória ao final:

“Em memória amorosa de CAMERON BOYCE.
Partiu cedo demais e foi um dos garotos mais gentis, legais, engraçados e talentosos que conhecemos. Você viverá para sempre em nossos corações e faz falta todos os dias.”

Relembrando Cameron Boyce
Cameron Boyce faleceu enquanto dormia em 6 de julho de 2019, aos 20 anos. A causa da morte foi uma convulsão resultante de epilepsia, uma condição médica que ele tratava há algum tempo. Conhecido por seu carisma e talento precoce, Boyce conquistou o público com papéis marcantes em ‘Descendentes‘, ‘Jessie‘ e ‘Mrs. Fletcher‘, além de seu trabalho com Adam Sandler.

Um Maluco no Golfe 2’ já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

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Crítica | ‘Redención’ – Um mar de situações mal desenvolvidas que afasta o espectador a cada minuto [Bonito CineSur]

Sendo bem direto: Redención propõe o choque entre dois mundos ao retratar os dilemas de um casal evangélico incapaz de ter filhos. O longa-metragem peruano constrói seu drama familiar a partir de conflitos que tensionam valores morais e revelam camadas controversas. Lendo isso, parece interessante, não é? Desde o início, aposta em uma narrativa que cresce em intensidade até atingir um ponto de ebulição, onde múltiplas interpretações se abrem. A sugestão, mais do que a explicação, torna-se o fio condutor — mas essa escolha acaba por comprometer a coesão da narrativa, gerando uma sensação de desarmonia.

Escrito e dirigido por Miguel Barreda-Delgado, o filme nos conduz à tragédia por meio da rotina de um humilde vendedor de sanduíches, casado com uma enfermeira. Devotos fervorosos, o casal leva uma vida simples, pautada pela fé, até que tudo começa a desmoronar com a chegada de uma jovem grávida, que vive com a tia surda. O que parece ser um gesto de acolhimento logo revela seu lado sombrio: a jovem foi, na verdade, violentada pelo próprio trabalhador que agora a abriga — ponto de virada que acende os conflitos centrais da trama.

Logo em seu início, o longa-metragem revela certo potencial, estabelecendo os conflitos a partir de um evento que, à primeira vista, parece um gesto de compaixão, mas rapidamente se revela uma agressão covarde. Esse ponto de partida abre espaço para o desenvolvimento dos personagens. No entanto, ao tentar abordar o comportamento humano sob a lente da fé, o filme se apoia em uma crítica tímida, que evita tocar nas feridas mais profundas. Assim, acaba estagnado em conflitos superficiais, apostando apenas no imprevisível como trunfo narrativo.

Dentro do triângulo proposto, que inclui ainda um pastor intrometido, revolta, esperança, violência e desejo se misturam de forma confusa, prejudicado também por escolhas pouco acertadas na composição das cenas. Diálogos mal construídos e ações que se sobrepõem a explicações apenas sugeridas geram uma narrativa truncada, afastando-se progressivamente de um discurso que, inicialmente, parecia mais consistente e sólido.

Redención foi selecionado para a Mostra Competitiva Sul-americana de Longas-Metragens do Bonito CineSur 2025. Um filme que prometia mas se perde em um mar de situações mal desenvolvidas que distancia o espectador a cada minuto que passa. Uma pena.

Artigo | 3 anos de ‘Renaissance’, um dos álbuns mais IMPORTANTES da carreira de Beyoncé

Beyoncé Knowles-Carter começou sua carreira nos anos 1990 como parte do icônico grupo musical Destiny’s Child – e, após entrar na carreira solo em 2003 com o lançamento de ‘Dangerously in Love’, a performer não tinha qualquer ideia do impacto que causaria no cenário do entretenimento como um todo.

Desde o momento em que parou o mundo com a estreia de “Crazy In Love” ao lado do atual marido Jay-Z, passando por reinvenções constantes até atingir um ápice artístico inimaginável e que permanece mesmo nos dias de hoje. Não é surpresa que, era após era, Beyoncé reafirme seu inegável status como uma das lendas do escopo fonográfico, tendo influenciado na indústria com o lançamento-surpresa de seu álbum homônimo em 2013, promovido uma análise sociorracial da história negra com o irretocável ‘Lemonade’ e, no ano passado, tendo resgatado as origens afro-americanas do country com ‘Cowboy Carter’. Porém, foi em 2022 que a cantora, compositora e produtora nos presenteou com uma de suas obras mais memoráveis: Renaissance.

O compilado de originais, que completa três anos no dia de hoje, é um arauto suntuoso e imponente que deu início a uma trilogia ainda a ser finalizada. Aqui, Beyoncé permanece explorando a necessidade de honrar aqueles que calcaram a música como ela, em seus mais variados gêneros – e, como capítulo de apresentação, ela se une a uma gama de importantes nomes do house, do disco, do funk e do próprio pop (seja com interpolações, seja na produção) para reafirmar uma máxima que certas pessoas parecem esquecer: toda música é negra. Em outras palavras, é notável como nossa Queen B promove um encontro entre passado e presente ao reafirmar, através de dezesseis faixas impecáveis, o essencial trabalho de relembrar aqueles que pavimentaram o caminho.

A construção ideológica por trás da obra tem duas premissas que são exploradas de maneiras diferentes: de um lado, temos o resgate da cultura afro-americana queer dos anos 1970 e 1980 que lutaram contra estigmas inescapáveis em uma época derradeira. Apostando fichas no já mencionado house, Bey demonstra um apreço pela exaltação do Ballroom ao nos transportar para Nova York, para o Studio 54 e para o hedonismo empoderador das Houses que marcaram época e se estendem sua influência mesmo décadas depois: “Break My Soul”, nesse sentido, foi escolhido como lead single para dar um gostinho do que a performer preparava a seus fãs – munida do classicismo da estética dos sintetizadores dos anos 1990 em uma narrativa de libertação e emancipação que conta com a presença de Big Freedia e sua canção, “Explode”.

Pegando páginas emprestadas de Giorgio Moroder, pai do disco que trabalhou ao lado de nomes como Donna Summer, e de artistas como Crystal Waters, Diana Ross, Gloria Gaynor e Nile Rodgers, Renaissance não é apenas um álbum, mas uma declamação vibrante e focada no prazer pelo prazer que veio em boa hora e pouco depois do fim da pandemia de COVID-19 – em que, através de ácidos comentários sobre a sociedade, Beyoncé desejava nos entregar um pouco de alegria em tempos difíceis. Não é surpresa que o compilado funcione como um setlist feito para as pistas de dança, em que a maximização é regente e não temos escolha a não ser se deixar levar por essa incrível e sedutora jornada.

De certa maneira, podemos encarar o disco como um pedaço das minorias sociais enquanto parte de uma sociedade marcada pelo tradicionalismo e pelo retrocesso – em que as diferenças não eram celebradas, e sim encaradas como “inimigos públicos” e um bode expiatório frente a problemas realmente passíveis de discussão. Em “Heated”, uma das tracks mais celebradas, a cantora mergulha de cabeça no afrobeat e no dancehall para uma homenagem direta a seu Tio Johnny, que era gay e que conquistou um agradecimento de Bey durante o Grammy Awards, quando recebeu a estatueta de Melhor Álbum Eletrônico/Dance; “Cozy” funciona como um discurso de autonomia que, normalmente, é destituído das pessoas negras e que aqui lhes é reclamado por direito – além de uma reformulação sagaz e muito original da bandeira LGBTQIA+; “Summer Renaissance e “Pure/Honey” são banhados pela luz dourada da ostentação e do individualismo como plataforma empoderadora; e, é claro, não podemos deixar de lado incursões como “Plastic Off the Sofa” e “Virgo’s Groove”, que apostam na sexualidade e na sensualidade como aspectos inerentes à própria vida.

É difícil mensurar o impacto causado por Renaissance, seja em experiências únicas, seja em um discurso universalizante que une os ouvintes em uma causa comum: afinal, se o álbum funciona como um solilóquio de Beyoncé para si mesma e para o que quer deixar como legado, ele também emerge como um catártico projeto pessoal cuja recepção varia de pessoa a pessoa – e cujo experimentalismo sonoro transforma-se em uma luxuosa e brilhante viagem. Não é surpresa, pois, que o álbum tenha sido um dos responsáveis pela revitalização do house e do disco e (re)apresentado nomes importantes da história da música a uma nova geração.

Crítica | ‘La Falta’ – A dor de quem observa de fora uma tragédia em curso [Bonito CineSur]

Com camadas habilmente construídas e guiado por um sentimento profundo de compaixão, o curta-metragem La Falta expõe, de forma crua e sensível, a dor de quem observa de fora uma tragédia em curso. Através do olhar de profissionais da educação, somos levados a enfrentar uma situação devastadora que marca para sempre a vida de uma aluna. Selecionado para a mostra competitiva de curtas sul-americanos do Bonito CineSur 2025, o filme desponta como um dos fortes candidatos ao troféu Kadiwéu.

Escrito e dirigido por Carmela Sandberg, o curta de apenas oito minutos mergulha o espectador em uma atmosfera densa de tensão e incerteza. Tudo começa quando o diretor de uma escola primária recebe um telefonema devastador: a mãe de Bianca, uma aluna de apenas 9 anos, sofreu um grave acidente a caminho da escola e está entre a vida e a morte no hospital. Diante da tragédia iminente, ele e outros professores se veem diante de um dilema delicado — como comunicar à menina uma notícia que mudará sua vida para sempre.

Esta coprodução entre Argentina e Uruguai lança luz sobre um recorte sensível do sistema educacional, explorando suas nuances a partir de uma tragédia familiar. Ao longo de toda a narrativa — ambientada inteiramente na sala do diretor, espaço que por si só carrega o peso de decisões difíceis —, o lado humano dos educadores se sobrepõe aos protocolos. São suas ações, hesitações e dilemas que conduzem nosso olhar, revelando a complexidade de lidar com o inesperado quando o papel de ensinar se entrelaça com o de cuidar.

 

Impressiona o clima constante de tensão que atravessa o curta do início ao fim, sustentado por uma composição visual precisa e enquadramentos objetivos. A câmera captura com sensibilidade o pulsar emocional dos personagens, revelando um olhar de dentro para fora — uma conexão que se estabelece, sobretudo, nas reações daqueles que recebem a notícia: do diretor à sua equipe, até chegar à própria aluna. Uma dinâmica harmônica que encaixa como uma luva na proposta do filme.

‘Indomável’: Série de suspense com Eric Bana é RENOVADA pela Netflix

indomável

A série ‘Indomável‘, sucesso inesperado da Netflix ambientado no Parque Nacional de Yosemite, foi oficialmente renovada para a segunda temporada. A informação foi confirmada com exclusividade pela Variety nesta terça-feira (29).

Originalmente concebida como uma minissérie, a produção estreou em 17 de julho e rapidamente conquistou o público e a crítica especializada, o que motivou a plataforma de streaming a autorizar novos episódios em tempo recorde.

Descrita como um “thriller de mistério centrado em personagens”, ‘Indomável‘ acompanha o agente especial do Serviço de Parques Nacionais, Kyle Turner (interpretado por Eric Bana), encarregado de fazer cumprir a lei humana no coração da natureza selvagem. A série equilibra dramas pessoais com tensões ambientais, e mergulha o espectador em paisagens deslumbrantes enquanto desenvolve tramas intensas e imprevisíveis.

Além de Bana, o elenco da primeira temporada inclui nomes como Sam Neill, Rosemarie DeWitt, Lily Santiago, Wilson Bethel, Raoul Max Trujillo, William Smillie, Joe Holt e Josh Randall.

Em apenas poucos dias no ar, ‘Indomável‘ estreou diretamente no topo do ranking global da Netflix entre as séries faladas em inglês na semana de 14 a 20 de julho. A produção alcançou impressionantes 24,6 milhões de visualizações, superando com folga seu concorrente mais próximo, ‘Onde Está Amy Bradley?‘, com 12,2 milhões.

A recepção da crítica também foi entusiástica: ‘Indomávelacumula 80% de aprovação no Rotten Tomatoes.

E em resposta à renovação, Eric Bana celebrou por meio de um comunicado oficial:

“Estou absolutamente empolgado por termos a chance de dar vida a mais uma temporada de ‘Indomável‘. A resposta à primeira temporada é um reflexo do incrível trabalho de nossa equipe em entregar algo realmente único. Mal posso esperar para embarcar na próxima jornada de Kyle. Meu muito obrigado à Netflix, à John Wells Productions, à Warner Bros. Television e aos nossos fãs.”

A segunda temporada ainda não tem data de estreia confirmada, mas os roteiros já estão em desenvolvimento. Até lá, a primeira temporada segue disponível na Netflix.

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Mark L. Smith, roteirista de ‘O Regresso‘, criou a série ao lado de sua filha Elle Smith. Eles também servirão como produtores executivos e showrunners.

Na trama, Kyle Turner, um agente especial da Divisão de Serviços Investigativos do Serviço de Parques Nacionais, trabalha para impor a lei humana na vasta natureza selvagem. Mas a investigação de uma morte brutal coloca Turner em rota de colisão com os segredos obscuros do parque e de seu próprio passado.

O elenco ainda conta com Rosemary DeWitt, Lily Santiago e Wilson Bethel.

Thomas Bezucha (‘Fargo’), Neasa Hardiman (‘Jessica Jones’) e Nick Murphy (‘O Despertar’) serão responsáveis pela direção.

Crítica | ‘Rua do Pescador, nº 6’ – Novo trabalho de Bárbara Paz documenta a dor de forma visceral [Bonito CineSur]

As dores de uma tragédia anunciada. Exibido no segundo dia de mostras competitivas do Bonito CineSur 2025, o novo trabalho da diretora e atriz Bárbara Paz, Rua do Pescador, nº 6 apresenta reflexões em meio a destruição e desilusão narrada por quem viveu os fatos de uma das maiores tragédias climáticas de nosso país. Com pausas reflexivas que buscam ganhar fôlego com uma raiz de conexões do discurso que se mostram amplas, o projeto parte de um olhar de uma comunidade ribeirinha gaúcha remetendo ao passado, sem saber sobre o futuro, mesmo do olhar presente.

Pouco tempo atrás, um fato de conhecimento público deixou o Brasil em choque. 478 das 497 cidades do estado do Rio Grande do Sul ficaram completamente inundadas culminando na maior tragédia climática da história da Região. Rua do Pescador, nº 6 se aprofunda na questão, apresenta novos olhares, a partir de uma Ilha de pescadores e seus moradores.

Esse é um longa-metragem que tem vários caminhos de análise. Dentre os elementos que se mostram em total evidência, o uso da versatilidade do P&B do início ao fim propõe uma imersão intensa por dentro das emoções. Com muitas cenas impactantes, dentro daquele chocar com intuito de gerar mais reflexões, nos levam para uma amplitude atemporal onde a fé e um ponto de interrogação sobre o futuro mostram suas facetas. Soma-se a isso algumas entrevistas que ajudam a contar a história.

A posição de observadora de um fato histórico, proposta feita com eficiência pela diretora, encaixa muito bem na condução desse documento histórico. Mesmo com desencontros narrativos, passando por leve redundância, o discurso é traduzido com imagens e movimentos de forma eficaz e que realmente prendem nossa atenção. Mas uma grande questão se apresenta quando reunimos todas as peças dessa crítica social: questionamentos de alguns porquês não encontram muitas camadas chegando apenas até uma crítica superficial.

O papel de todo documentário é registrar e ampliar debates sobre determinado assunto. No caso de Rua do Pescador, nº 6 soma-se o fato de dimensionar o tamanho dessa tragédia. É realmente muito chocante alguém de fora de toda região atingida perceber cada detalhe desse evento catastrófico. Narrador por quem viveu os fatos, o filme impacta, documenta a dor de forma visceral.

 

 

Hayley Williams, vocalista do Paramore, lança álbum SURPRESA com 17 faixas inéditas

Hayley Williams, vocalista e co-fundadora da banda de rock Paramore, lançou neste último dia 28 de julho o álbum surpresa Ego.

O compilado de originais funciona como o terceiro projeto solo da cantora e foi disponibilizado no site www.hayleywilliams.net e requer uma senha secreta que, inicialmente, foi enviado apenas aos clientes de sua companhia de produtos de cabelo, a Good Dye Young.

Felizmente, os internautas já compartilharam a senha nas redes sociais e é possível ouvir o álbum através do código 21G_y+dQQE(9v#Os.

O disco, aparentemente, se chama Ego e conta com a canção “Mirtazapine” e outras dezesseis faixas inéditas.

Como membro do grupo Paramore, Williams fez sua estreia com o álbum ‘All We Know Is Falling’, em 2005, ascendendo a uma popularidade que se manteve até os dias de hoje. O último álbum lançado ao lado de seus colegas foi o elogiado ‘This Is Why’, que entrou para nossa lista de Melhores Álbuns Internacionais de 2023.

Já na carreira solo, a cantora, compositora e instrumentista fez seu début com ‘Petals for Armor’, em 2020, expandindo suas incursões com ‘Flowers for Vases/Descansos’, lançado um ano depois.

2ª temporada de ‘Respira’, drama MÉDICO do mesmo criador de ‘Élite’, ganha teaser e data de estreia

A Netflix divulgou o primeiro teaser oficial da 2ª temporada do drama médico espanhol ‘Respira‘.

Além disso, foi revelado que o próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 31 de outubro na plataforma de streaming.

Confira:

Na trama, Joaquín Sorolla é muito mais do que um hospital público de Valência onde diariamente se salvam vidas. Médicos e residentes trabalham arduamente no ritmo frenético do pronto-socorro, onde tensões, emoções e até desejo aceleram o coração de uma equipe que vive cada vez mais no limite. A chegada de um ilustre paciente evidencia a complicada situação do sistema público de saúde, acendendo o estopim para o que se tornará uma greve drástica e sem precedentes.

A série alcançou 67% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

A primeira temporada já está disponível na Netflix.

A série foi criada por Carlos Montero (‘Élite’).

Najwa NimriAitana Sánchez GijónBlanca SuárezManu RíosBorja LunaAlfonso Bassave estrelam.

‘Pluribus’: Série do criador de ‘Breaking Bad’ ganha novo teaser INTRIGANTE; Assista!

Apple TV+ divulgou mais um teaser oficial de Pluribus, nova série de Vince Gilligan (‘Breaking Bad’, ‘Better Call Saul’).

O misterioso vídeo fornece alguns detalhes a mais sobre a atmosfera do projeto e incita os espectadores a ligarem para o número (202) 808- 3981.

A atração tem estreia marcada para o dia 7 de novembro na plataforma de streaming, com a exibição dos dois primeiros episódios.

Confira:

Gilligan também entra como showrunner.

Ainda sem muitos detalhes revelados, sabe-se que a trama é ambientada na cidade de Albuquerque e acompanha a pessoa mais miserável da Terra, que deve salvar o mundo da felicidade.

Rhea Seehorn, que trabalhou com Gillian em ‘Better Call Saul’, estrela.

Karolina Wydra (‘Sneaky Pete’), Carlos-Manuel Vesga (‘Donde Tú Quieras’), Mirian Shor (‘Ficção Americana’) e Samba Schutte (‘Nossa Bandeira é a Morte’) integram o elenco.

Lembrando que a série já teve sua segunda temporada confirmada.

Netflix revela elenco COMPLETO de ‘Orgulho e Preconceito’, nova adaptação do clássico de Jane Austen

Depois de anunciar o início das gravações, a Netflix revelou o elenco completo da nova adaptação de Orgulho e Preconceito, clássico literário assinado por Jane Austen (via Variety).

A atração será estrelada por Emma Corrin (Elizabeth Bennet), Olivia Colman (Sra. Bennet), Jack Lowden (Sr. Darcy), Rufus Sewell (Sr. Bennet), Freya Mavor (Jane Bennet), Hopey Parish (Mary Bennet), Hollie Avery (Kitty Bennet), Rhea Norwood (Lydia Bennet), Daryl McCormack (Sr. Bingley), Siena Kelly (Caroline Bingley), Louis Partridge (George Wickham), Jamie Demetriou (William Collins) e Fiona Shaw (Lady Catherine de Bourgh).

O restante do elenco conta com Anjana Vasan (Sra. Gardiner), Sebastian Armesto (Sr. Gardiner), Rosie Cavaliero (Lady Lucas), Justin Edwards (Sir William Lucas), Saffron Coomber (Sra. Hurst), James Dryden (Sr. Hurst), James Northcote (Coronel Forster), Eloise Webb (Harriet Forster) e Isabella Sermon (Georgiana Darcy).

Dolly Alderton, da série ‘Everything I Know About Love‘, assinará o roteiro.

Com seis episódios, a minissérie será fiel ao livro de Austen e contará com direção de Euros Lyn, de ‘Heartstopper‘.

Na trama original…

Elizabeth Bennet vive com sua mãe, pai e irmãs no campo, na Inglaterra. Por ser uma das filhas mais velhas, ela enfrenta uma crescente pressão de seus pais para se casar. Quando Elizabeth é apresentada ao belo e rico Darcy, faíscas voam. Embora haja uma química óbvia entre os dois, a natureza excessivamente reservada de Darcy ameaça a relação.

Em 2005, a obra ganhou uma aclamada adaptação para as telonas, estrelada por Keira Knightley e Matthew Macfadyen.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Elizabeth Olsen deve escolher sua ALMA GÊMEA no trailer da comédia romântica ‘Eternity’; Confira!

A24 divulgou hoje (29) o trailer oficial de Eternity, comédia romântica estrelada por Elizabeth Olsen (‘WandaVision’, ‘A Avaliação’).

O longa-metragem chega aos cinemas norte-americanos em novembro deste ano, ainda sem dia confirmado.

Assista:

David Freyne assume a direção do projeto, enquanto Pat Cunnane assina o roteiro.

Após a morte, todos têm uma semana para escolher onde passar a eternidade. Para Joan, Larry e Luke, a questão é com quem passar a eternidade. Joan precisa escolher entre seu primeiro amor, que escapou, ou o homem com quem construiu sua vida.

Miles Teller (Larry) e Callum Turner (Luke) co-estrelam.

Da’Vine Joy RandolphJohn EarlyOlga Merediz também integram o elenco como Anna, Ryan e Karen, respectivamente.

Atriz de ‘Slow Horses’ irá estrelar novo filme da A24 dirigido por Chris Rock

Segundo o DeadlineRosalind Eleazar (‘Slow Horses’) foi escalada como a protagonista da estreia diretorial de Chris Rock para a A24, ainda sem título oficial.

Além disso, Adam Driver (‘Casa Gucci’), Daniel Kaluuya (‘Corra!’) e Anna Kendrick (‘Outro Pequeno Favor’) foram contratados para o ambicioso longa-metragem.

Rock também estrela o projeto e assina o roteiro.

Atualmente em produção em Los Angeles, Estados Unidos, o filme acompanha Misty Green (Eleazar), uma atriz muito habilidosa com uma carreira em ruínas – até que alguém de seu passado lhe oferece a chance de um glorioso retorno ao estrelato.

Detalhes sobre os personagens de Driver, Kaluuya e Kendrick não foram revelados.

Peter RiceDavid Worthen Brooks e Rock entram como produtores. Nelson GeorgeShaum SenguptaMiles Alva ficam a encargo da produção executiva.

Mais informações não foram divulgadas.

‘God Complex’: Produtora de ‘Found’ está desenvolvendo novo drama MÉDICO para a Amazon

Segundo o Deadline, a Amazon MGM Studios está desenvolvendo um novo drama médico intitulado ‘God Complex’.

A atração foi criada por Sonay Hoffman (‘Found’) e Tommy Benjamin, que fundaram recentemente a companhia Story Well Pictures. A dupla já trabalhou junta na antologia ‘American Crime’.

A trama é centrada em Gabriel, um neurocirurgião renomado que se sacrifica por um atirador enlutado, a quem foi negado tratamento. Este ato de heroísmo destrói seu casamento com uma obstetra e ginecologista compassiva que não consegue perdoar sua imprudência. Agora separados, eles precisam lidar com as consequências — profissionais, pessoais e políticas — enquanto salvam vidas em um sistema falido que quase lhes custou tudo.

Hoffman entra como showrunner. Ela também fica responsável pela produção executiva ao lado de Benjamin.

O anúncio do projeto acompanha a ressurgência de séries médicas na atualidade, que incluiu a aclamada ‘The Pitt’, da HBO Max, além de ‘DOC’, da Fox‘Mentes Brilhantes’, da NBC‘Watson’, da CBS; e ‘Pulso’, da Netflix.

Mais detalhes não foram revelados.

‘Whistle’: TERROR com Dafne Keen e Nick Frost ganha teaser trailer arrepiante; Confira!

IFC Films divulgou recentemente o teaser trailer oficial de Whistle, novo terror adolescente estrelado por Dafne Keen (‘Fronteiras do Universo, ‘Deadpool e Wolverine’).

O longa tem estreia prevista para 2026, ainda sem dia confirmado.

Assista:

O longa é dirigido por Corin Hardy, com roteiro assinado por Owen Egerton.

Na trama…

Um grupo de estudantes desajustados do ensino médio acidentalmente se depara com um antigo apito fúnebre asteca. Ao soprá-lo, suas futuras mortes os caçam. À medida que o número de corpos aumenta, eles investigam a história do artefato na esperança de interromper a sequência de eventos que desencadearam.

Sophie NélisseSky YangJhaleil SwabyAli SkovbyePercy Hynes WhiteMichelle FairleyNick Frost completam o elenco.

‘Jogos Vorazes’ revela A NOVA intérprete de Katniss Everdeen

Enquanto os fãs da franquia ‘Jogos Vorazes‘ aguardam ansiosamente por ‘Amanhecer na Colheita‘, novo capítulo cinematográfico da saga de Suzanne Collins, o universo distópico de Panem vai ganhar vida também nos palcos.

A capital britânica receberá, a partir de 20 de outubro, a estreia mundial de The Hunger Games on Stage (Jogos Vorazes no Palco, em tradução livre), uma adaptação teatral do primeiro livro da série.

A grande novidade é a escolha da atriz Mia Carragher para o papel de Katniss Everdeen, personagem eternizada nos cinemas por Jennifer Lawrence. Embora ainda pouco conhecida do grande público, Mia carrega consigo um sobrenome famoso no Reino Unido — ela é filha do ex-jogador do Liverpool e comentarista esportivo Jamie Carragher. Seu principal trabalho anterior foi uma participação na série britânica ‘The Gathering’, exibida em 2024.

Confira o anúncio:

A peça será encenada no Troubadour Canary Wharf Theatre, em Londres, e promete adaptar com fidelidade o início da saga que conquistou uma geração, mantendo os principais eventos do romance original, publicado em 2008. Ainda não foram divulgados detalhes sobre o restante do elenco ou sobre as soluções criativas para levar à cena os icônicos ‘Jogos Vorazes‘ — com seus confrontos brutais e cenários tecnológicos — dentro dos limites do teatro.

A encenação marca a primeira vez que a obra de Suzanne Collins é levada aos palcos. A produção é vista como um novo fôlego para a franquia, que recentemente retornou às telas com ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ e já está em fase inicial de filmagens do próximo longa, ‘Amanhecer na Colheita‘.

A adaptação teatral poderá representar uma nova fase para ‘Jogos Vorazes‘, explorando o universo da autora sob uma perspectiva mais intimista e ao vivo — e dando a uma nova geração de talentos, como Mia Carragher, a chance de brilhar sob os holofotes de Panem.

Sobre ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’

Lionsgate escalou mais quatro nomes ao elenco do prelúdio da icônica saga distópica criada por Suzanne Collins.

Iris ApatowEdvin RydingJax GuerreroSandra Förster foram contratados para o longa-metragem e darão vida a Proserpina, Vitus, Tibby e Hersilia, membros do time de apoio de Haymitch Abernathy e dos outros tributos do Distrito 12.

O grupo se junta aos previamente confirmados Jhaleil Swaby, Laura Marcus, Percy Daggs IVRada Rae, Sky FrancesTatyana MuzondoAlina ReidSalimou ThiamJohn DoebleKaine Buffonge, Kara Tointon, Smylie Bradwell, Jeffrey HallmanSerafin MishievScot GreenanGrace AckaryMelody Chikakane BrownJefferson White.

O elenco ainda conta com Joseph Zada (Haynith Abernathy), Whitney Peak (Lenore Dove Baird), Mckenna Grace (Maysilee Donner), Jesse Plemons (Plutarch Heavensbee), Kelvin Harrison Jr. (Beetee), Maya Hawke (Wiress), Lili Taylor (Mags), Ben Wang (Wyatt Callow), Ralph Fiennes (Presidente Snow), Elle Fanning (Effie Trinket), Kieran Culkin (Caesar Flickerman), Billy Porter (Magno Stift) e Glenn Close (Drusilla Sickle).

A trama se passa vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.

Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.

O filme chega aos cinemas em 20 de novembro de 2026.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, nos cinemas 2026.

O filme mais recente foi Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ (que arrecadou US$340 milhões ao redor do mundo e teve críticas bastante positivas).

‘Olhos de Wakanda: Marvel anuncia elenco de voz COMPLETO da série derivada de ‘Pantera Negra’

Pouco depois de revelarem o trailer inédito, a Marvel Studios e a Walt Disney Studios revelaram o elenco de voz completo da série animada Olhos de Wakanda, spin-off de Pantera Negra.

Além das previamente confirmadas Cress WilliamsWinnie Harlow, o time de atores inclui Patricia BelcherLarry HerronAdam GoldLynn WhitfieldJacques ColimonJona XiaoIsaac Robinson-SmithGary Anthony WilliamsZeke AltonSteve ToussaintAnika Noni Rose (via Deadline).

Anteriormente programada para o dia 27 de agosto, a produção agora será lançada em 1 de agosto na plataforma de streaming, com a exibição dos quatro episódios.

Na trama, os Hatut Zaraze, guerreiros de Wakanda, realizam missões perigosas ao redor do mundo para recuperar artefatos de vibranium ao longo da história.

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A série foi criada por Todd Harris.

‘Orgulho e Preconceito’: Começam as gravações da nova série da Netflix com Emma Corrin e Olivia Colman

Netflix anunciou hoje (29) através das redes sociais que as gravações da nova adaptação de Orgulho e Preconceito, clássico literário assinado por Jane Austen, já começaram.

As boas novas vieram acompanhadas da primeira imagem promocional da série, que dá destaque a Emma Corrin como Elizabeth Bennet, Olivia Colman como a Sra. Bennet e o restante do elenco feminino protagonista.

Confira:

O elenco ainda conta com Jack Lowden (Sr. Darcy), Rufus Sewell (Sr. Bennet), Freya Mavor (Jane Bennet), Hopey Parish (Mary Bennet), Hollie Avery (Kitty Bennet), Rhea Norwood (Lydia Bennet), Daryl McCormack (Sr. Bingley), Siena Kelly (Caroline Bingley), Louis Partridge (George Wickham), Jamie Demetriou (William Collins), Fiona Shaw (Lady Catherine de Bourgh) e outros.

Dolly Alderton, da série ‘Everything I Know About Love‘, assinará o roteiro.

Com seis episódios, a minissérie será fiel ao livro de Austen e contará com direção de Euros Lyn, de ‘Heartstopper‘.

Na trama original…

Elizabeth Bennet vive com sua mãe, pai e irmãs no campo, na Inglaterra. Por ser uma das filhas mais velhas, ela enfrenta uma crescente pressão de seus pais para se casar. Quando Elizabeth é apresentada ao belo e rico Darcy, faíscas voam. Embora haja uma química óbvia entre os dois, a natureza excessivamente reservada de Darcy ameaça a relação.

Em 2005, a obra ganhou uma adaptação para as telonas, estrelada por Keira Knightley e Matthew Macfadyen.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Atriz de ‘FUBAR’ se junta ao elenco de ‘Artificial’, próximo filme do diretor de ‘Me Chame Pelo Seu Nome’

De acordo com o Variety, Monica Barbaro (‘FUBAR’) foi confirmada no elenco de ‘Artificial‘, próximo filme do aclamado diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo Seu Nome’ e ‘Rivais’).

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgados.

Vale lembrar que o comediante Ike Barinholtz (‘O Estúdio’) segue em negociações para interpretar o Elon Musk.

O elenco ainda contará com Yura Borisov (‘Anora’), Andrew Garfield (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Cooper Koch (‘Monstros’), Jason Schwartzman (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) e Cooper Hoffman (‘Licorice Pizza’.

Descrito como uma dramédia ambientada no universo da inteligência artificial, ‘Artificial‘ promete abordar com humor e crítica os bastidores do setor tech, com foco especial em um dos episódios mais turbulentos da recente história da OpenAI: a demissão e subsequente recontratação de Sam Altman, CEO da empresa, em um intervalo de apenas poucos dias no final de 2023.

Embora os detalhes da trama estejam sendo mantidos em sigilo, fontes apontam que Garfield deve dar vida ao próprio Altman, enquanto o ator russo Borisov interpretará Ilya Sutskever, cofundador da OpenAI e figura central na tentativa de afastar Altman da liderança da empresa.

O roteiro é assinado por Simon Rich (‘Um Pepino Americano’), que também atuará como produtor ao lado de David Heyman e Jeffrey Clifford, da Heyday Films. Jennifer Fox está em negociações para se juntar à produção.

Ainda sem data de estreia, ‘Artificial‘ já desperta grande expectativa por combinar um tema altamente atual com um elenco de peso e a assinatura provocativa de Guadagnino.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.