A nova trama retoma os acontecimentos de ‘Avatar: O Caminho da Água‘, que mostrou Jake e sua família unindo forças com os Metkayina — o clã aquático de Pandora — para enfrentar a opressiva RDA (Recursos de Desenvolvimento da Administração). Em ‘Fogo e Cinzas‘, a ameaça vem dos Ash People, grupo que rompeu com a cultura tradicional dos Na’vi e abandonou sua conexão com a natureza.
Vale lembrar que as sequências ‘Avatar 4‘ e ‘Avatar 5‘ já foram confirmadas, estão programadas para 21 de dezembro de 2029 e 19 de dezembro de 2031, respectivamente.
Segundo a Variety, Nathan Lee Graham (‘Mid-Century Modern’) irá estrelar o novo thriller sobrenatural ‘Destiny Jackson’, da Margin Films.
Graham interpretará Isaac Washington, um detetive que une forças com um casal cujo filho de 11 anos tem sonhos aterrorizantes, convencido de que ele é a vítima reencarnada de um assassino.
O projeto parte de uma colaboração criativa entre Dennis Escobedo e Quentin Lee, que ficam responsáveis tanto pelo roteiro quanto pela produção.
Lee assume a cadeira de direção também.
“Sempre quis interpretar um detetive com suas múltiplas camadas de emoções. Pense em Sam Spade, Sherlock Holmes, Jessica Fletcher, Columbo e Shaft. Sem mencionar meu amor por tudo relacionado à Agatha Christie. Você consegue sentir minha empolgação?”, disse Graham em uma declaração oficial.
Lee acrescenta: “Dennis e eu estamos muito felizes em trabalhar com Nathan Lee Graham, pois acreditamos que ele trará uma dimensão autêntica, mas comicamente ousada, ao papel do nosso protagonista detetive.”
‘Chefe de Guerra’, drama épico-histórico estrelado, roteirizado e com produção executiva de Jason Momoa (‘Aquaman’), chega esta semana ao catálogo da Apple TV+.
A produção tem estreia agendada para o dia 1º de agosto na plataforma de streaming.
Ambientada no belo cenário das ilhas do Havaí, a série de nove episódios, baseada em eventos reais, acompanha o guerreiro Ka’iana (Momoa) enquanto ele tenta unificar as ilhas antes da colonização ocidental no final do século XVIII.
Relembre o trailer:
A série foi criada por Momoa e Thomas Pa’a Sibbett.
Com um elenco predominantemente polinésio liderado por Momoa, ‘Chefe de Guerra’ acompanha a unificação e colonização do Havaí de um ponto de vista indígena. Momoa retrata o guerreiro Ka’iana, enquanto ele tenta unificar as ilhas antes da colonização ocidental no final do século XVIII.
O compositor Hans Zimmer (‘O Rei Leão‘, ‘Duna‘), vencedor do Grammy e do Oscar, escreveu a música tema e coproduziu a trilha sonora de todos os nove episódios com o compositor James Everingham (‘Virdee‘, ‘Planeta Gelado II‘,’Robin and the Hood‘), durante seu período na Bleeding Fingers Music, o coletivo de compositores multipremiado com o Emmy e indicado ao BAFTA, cofundado por Zimmer em 2013.
Segundo o Deadline, o longa-metragem terá a direção de Wash Westmoreland (‘Para Sempre Alice’).
Alice Oseman, a criadora da série de graphic novels que inspirou ‘Heartstopper’, retorna como roteirista do filme. A trama se baseará no sexto e último volume dos quadrinhos, ainda inédito.
Vale lembrar que a primeira temporada da série adaptou os volumes 1 e 2, a segunda temporada foi baseada no volume 3, e a terceira temporada cobriu os volumes 4 e 5.
A data de lançamento do Volume 6 ainda não foi divulgada, pois a obra está em processo de escrita. Oseman expressou o desejo de que o livro seja lançado antes da conclusão da série na televisão.
Joe Locke e Kit Connor se juntam à equipe de produtores executivos do filme ao lado de Oseman, Lyn, Patrick Walters, Iain Canning e Emile Sherman, todos produtores das três temporadas anteriores.
“Estou absolutamente radiante por termos a oportunidade de contar o final da história de Heartstopper”, declarou Oseman. “Sou imensamente grata a todos que trabalharam arduamente para tornar isso possível e aos incríveis fãs de Heartstopper por sua paciência e paixão. Mal posso esperar para apresentar este final mágico.”
Em julho do ano passado, os fãs da Marvel Studios foram à loucura e ficaram divididos quando Robert Downey Jr. teve seu retorno confirmado para o Universo Cinemático Marvel. Afinal, o astro havia se despedido dos espectadores após a trágica morte de Tony Stark/Homem de Ferro no final de ‘Vingadores: Ultimato’.
Porém, Downey Jr. irá retornar ao expansivo panteão super-heroico como Victor von Doom/Doutor Destino, que será o grande vilão de ‘Vingadores: Doomsday’ e ‘Vingadores: Guerras Secretas’.
Agora, o famoso jornalista e insiderDaniel Richtman trouxe à tona um recente rumor que aponta que a Marvel está cogitando manter Downey Jr. como Doutor Destino no MCU após ‘Guerras Secretas’ chegar aos cinemas no final de 2027.
Vale lembrar que o antagonista fez sua estreia nas telonas na cena pós-créditos de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, colocando-o frente a frente com Franklin Richards, filho de Sue Storm (Vanessa Kirby) e Reed Richards (Pedro Pascal). Acredita-se, inclusive, que Doutor Destino seja uma espécie de variante do mal do Homem de Ferro – mas nada foi oficialmente confirmado pelos executivos da Marvel.
‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.
Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação.
Sem data de estreia, o filme está programado para novembro de 2025.
A produção é baseada no romance homônimo de Mary Shelley.
Oscar Isaac interpretará Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi dará vida ao seu monstro. O elenco ainda contará com Mia Goth e Christoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.
“Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso,” declarou o diretor.
O longa-metragem chega aos cinemas nacionais no dia 4 de setembro.
Confira:
A direção fica a encargo de Jon Avnet, que co-assina o roteiro ao lado de Derek Presley e McDonough.
Um ícone aposentado do rodeio (McDonough) arrisca tudo para salvar o neto. Enfrentando traumas antigos e os medos da família, ele se inscreve na competição de montaria mais desafiadora como o adversário mais velho.
Na trama, assombrada por visões e pesadelos recorrentes anos após uma experiência de quase morte, Vanessa Shepard se encontra vivendo na cidade de Abaddon, incapaz de se libertar do seu domínio inexplicável. Quando as pessoas ao seu redor começam a morrer repentina e inexplicavelmente, ela logo descobre sua terrível conexão com o Hotel Abaddon, a Mansão Carmichael e os misteriosos assassinatos que vêm ocorrendo há décadas.
O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 20 de agosto.
Guillermo del Toro, renomado cineasta, compartilhou recentemente detalhes sobre seu aguardado filme ‘Frankenstein’, destacando as particularidades que o diferenciam de obras anteriores como ‘Pinóquio’. Segundo o FearHQ, del Toro traça um paralelo intrigante entre os dois contos, afirmando:
“Esses são os paralelos entre Pinóquio e Frankenstein. É a ideia de uma pessoa passando de um bebê a um ser humano em um curto espaço de tempo e sendo exposta a tudo — frio, calor, violência, amor, perda. E então indo até seu criador para dizer: ‘Por quê? Por que você me colocou aqui? Por que não me deu as respostas? O que tenho que aprender com meu sofrimento?’”, afirmou.
O ator Jacob Elordi, que dará vida ao icônico monstro, revelou que a lendária atuação de Boris Karloff em ‘Frankenstein’ (1931) foi uma fonte fundamental de inspiração para sua interpretação.
“Devorei todos os monstros dele”, revelou o ator. “No começo, pensei: ‘Vou evitar isso. Quero fazer do meu jeito.’ E então perguntei ao Guillermo: ‘Devo assistir aos outros Frankensteins?’ E ele responde: ‘Mas que p*** você quer dizer com isso?’ Eu disse: ‘É que não quero ser influenciado.’ E ele: ‘Meu amigo, é um filme, ele não vai te f****.’ Fui para casa e maratonei todos”.
O ator expressa a esperança de que a imersão nas atuações de Karloff tenha deixado uma marca em sua performance: “Algo no olhar dele, algo na maneira como se move. O mais importante foi me imergir no mundo dessas criaturas”.
Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação.
Sem data de estreia, o filme está programado para novembro de 2025.
A produção é baseada no romance homônimo de Mary Shelley.
Oscar Isaac interpretará Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi dará vida ao seu monstro. O elenco ainda contará com Mia Goth e Christoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.
“Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso,” declarou o diretor.
A Paris Filmes divulgou o novo trailer dublado de ‘Drácula – Uma História de Amor Eterno‘ (Dracula: A Love Tale), terror e romance gótico escrito e dirigido por Luc Besson (‘Lucy’).
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de agosto.
A produção é baseada no romance clássico de 1897, escrito por Bram Stoker.
No século XV, o príncipe Vlad II perde o seu amor, a princesa Elisabeta. Tomado pela dor, rejeita a Deus e herda uma maldição eterna: vira o Conde Drácula, um vampiro condenado a vagar pelos séculos na esperança de reencontrar a amada.
A trama conta como, dois anos após o desaparecimento de Verónica e Marta, duas amigas de 16 anos, a investigação é encerrada por falta de provas e suspeitos. A avó de uma das duas meninas, Isabel (Kiti Mánver), que não tem nada a perder, decide realizar uma investigação à margem da lei. Isabel fará de tudo para descobrir a verdade sobre o que aconteceu naquela noite, e o que começa como uma busca por um culpado logo se transforma em uma história de vingança.
Álvaro Morte, Hovik Keuchkerian, Nadia Vilaplana, Joan Solé, Zoe Arnao, Nonna Cardoner, Carlos Scholz e Salva Reina também integram o elenco.
Jorge Díaz e Antonio Mercero assinam o roteiro, enquanto Kike Maíllo comanda os episódios.
A Netflix divulgou um vídeo promocional inédito da segunda e última temporada de ‘Sandman’, série baseada nos escritos de Neil Gaiman.
O material nos leva aos bastidores do ciclo de encerramento.
Confira:
Vale lembrar que um episódio bônus será lançado no dia 31 de julho na plataforma de streaming.
1. Season of Mists 2. The Ruler of Hell 3. More Devils Than Vast Hell Can Hold 4. Brief Lives 5. The Song of Orpheus 6. Family Blood 7. Time and Night 8. Fuel for the Fire 9. The Kindly Ones 10. Long Live the King 11. A Tale of Graceful Ends 12. Death: The High Cost of Living
A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).
‘Sandman‘ é a criação mais popular de NeilGaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.
Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.
O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.
A vencedora do OscarJamie Lee Curtis está se preparando, discretamente, para deixar os holofotes de Hollywood — uma decisão que ela chama de “aposentadoria autodeclarada”.
Em entrevista recente ao jornal britânico The Guardian, a atriz refletiu sobre o envelhecimento na indústria cinematográfica e os desafios enfrentados por seus pais, Janet Leigh (Psicose) e Tony Curtis (Quanto Mais Quente Melhor), ao atingirem uma certa idade.
“Vi meus pais perderem exatamente aquilo que lhes deu fama, vida e sustento, quando a indústria os rejeitou por causa da idade”,disse Curtis. “Assisti ao sucesso incrível que eles alcançaram e depois vi isso ser lentamente corroído até desaparecer. Isso é muito doloroso.”
Curtis, que tem 65 anos, afirmou que está há décadas se preparando para essa transição:
“Venho me aposentando aos poucos há 30 anos. Venho me preparando para sair, para não sofrer o mesmo que minha família. Quero sair da festa antes que eu não seja mais convidada.”
Apesar dos planos de afastamento, Jamie Lee Curtis continua em plena atividade na indústria. Ela acaba de reprisar seu papel como Tess Coleman em ‘Uma Sexta-feira Ainda Mias Louca‘, sequência da comédia clássica da Disney ‘Sexta-Feira Muito Louca’ (2003), ao lado deLindsay Lohan.
Curtis revelou em entrevista à Variety, durante o Las Culturistas Culture Awards, que Lohan a ensinou muito durante as gravações. Uma das curiosidades foi o “Lindsay Lighting” — truque usado por Lohan para garantir que estivesse sempre bem iluminada em cena:
“Ela tem sua equipe, com duas pessoas posicionadas ao lado da câmera segurando uma grande luz. É a iluminação da Lindsay — teria sido um ótimo nome de marca! Eu aprendi muito com ela já. Nós nos divertimos. Nos amamos.”
Ao longo de sua carreira de mais de quatro décadas,Jamie Lee Curtis se destacou por sua versatilidade, transitando entre o terror, a comédia e o drama. Ela conquistou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 2023 por sua performance em ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘, além de já ter sido homenageada com o BAFTA, dois Globos de Ouro e inúmeras indicações.
Ainda que esteja preparando uma “saída estratégica”, seu impacto no cinema permanece vivo — tanto por seu talento, quanto por sua franqueza ao falar de temas como idade, rejeição e reinvenção.
Curtis não define uma data oficial para sua retirada, mas seu desejo é claro:
“Não quero ser uma dessas pessoas que precisa ser retirada do palco. Quero sair andando por conta própria, com dignidade.”
Seja em seu último papel ou na próxima cerimônia de premiação, o legado de Jamie Lee Curtis como um dos nomes mais queridos e autênticos de Hollywood já está assegurado.
A será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de agosto de 2025 – um dia antes da estreia no território norte-americano.
A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.
A aclamada série antológica britânica ‘I Am‘, vencedora do BAFTA e conhecida por retratar com profundidade experiências femininas, foi oficialmente renovada para uma quarta temporada pela Channel 4.
E segundo a Variety, a nova fase da produção será liderada por Nicola Coughlan — estrela de ‘Bridgerton‘, — e será composta por dois episódios intitulados I Am Helen.
A nova história será protagonizada por Coughlan ao lado de Joe Cole, conhecido por seus papéis em ‘Gangs of London‘ e ‘A Small Light‘.
Criada, escrita, dirigida e produzida por Dominic Savage, a série tem como marca registrada a colaboração criativa entre o cineasta e suas protagonistas, desenvolvendo tramas únicas para cada episódio. I Am Helen foi concebido em parceria direta com Coughlan, mantendo o formato intimista e emocionalmente cru que consagrou a antologia.
“É uma honra absoluta fazer parte da próxima história de I Am… ao lado de Dominic Savage — um talento singular e um contador de histórias profundamente comprometido com a complexidade da experiência feminina. Seguir os passos de mulheres brilhantes que já colaboraram com ele é surreal. Estou incrivelmente grata por embarcar nessa jornada”, disse Nicola Coughlan em comunicado.
Desde sua estreia em 2019, ‘I Am‘ tornou-se um fenômeno de crítica e audiência no Reino Unido, reunindo atrizes comoKate Winslet, Letitia Wright, Lesley Manville, Samantha Morton e Suranne Jones em episódios autônomos que mergulham em dilemas contemporâneos vividos por mulheres. A série explora temas como maternidade, identidade, relacionamentos abusivos, envelhecimento e autoestima — tudo com uma abordagem naturalista e visceral.
Em 2023, o episódio ‘I Am Ruth‘, estrelado por Kate Winslet, foi amplamente aclamado e venceu dois prêmios BAFTA. Outros episódios marcantes incluem I Am Nicola (com Vicky McClure), I Am Kirsty (com Samantha Morton), I Am Hannah (com Gemma Chan), e I Am Victoria (com Suranne Jones).
A nova temporada é produzida pela Me+You Productions, com produção de KrishnenduMajumdar e do próprio Dominic Savage, além de Richard Yee como produtor executivo. A série conta ainda com cofinanciamento da Sky Studios, e a distribuição internacional está a cargo da NBCUniversal Global TV Distribution.
“A colaboração entreDominic e Nicola promete ser algo verdadeiramente especial”, afirmaram Majumdar e Yee. “Estamos profundamente gratos à Channel 4 por continuar acreditando nessa poderosa série.”
“Estamos empolgados por receber novamente Dominic Savage e a incrivelmente talentosa Nicola Coughlan para I Am Helen”, disse Gemma Boswell, editora de drama da Channel 4. “A série I Am é um retrato potente e atual dos nossos tempos.”
‘I Am Helen‘ será exibido no Reino Unido pela Channel 4, com data de estreia a ser anunciada em breve.
A nova fase promete manter a força emocional que tornou ‘I Am‘ uma das antologias mais impactantes da televisão britânica recente — agora, com o carisma e a sensibilidade de Nicola Coughlan como protagonista.
Em um comovente ensaio publicado pelo The Times U.K., o baixista do Black Sabbath, Terence “Geezer” Butler, relembrou sua amizade de mais de meio século com Ozzy Osbourne, falecido no último dia 22 de julho, aos 76 anos.
O texto, carregado de memórias e emoção, destaca o reencontro final da formação original do Black Sabbath e reflete sobre a verdadeira essência do icônico vocalista, a quem Butler chama de “Príncipe da Risada”.
No dia 5 de julho, a formação clássica do Black Sabbath — Ozzy Osbourne, Geezer Butler, Tony Iommi e Bill Ward — subiu junta ao palco pela última vez em Aston, Birmingham, cidade natal da banda, durante o show beneficente Back to the Beginning.
A apresentação, que atraiu 40 mil fãs ao Villa Park e contou com participações gravadas de nomes como Dolly Parton e Elton John, foi conduzida por Jason Momoa, fã confesso do grupo. O evento arrecadou cerca de 200 milhões de dólares, revertidos para instituições como a Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorns Children’s Hospice, em apoio à luta de Ozzy contra o Parkinson, diagnosticado em 2019.
E em sua carta de despedida ao amigo de longa data, Butler descreveu com franqueza os ensaios que precederam o show:
“Eu sabia que ele não estava bem de saúde, mas não estava preparado para ver o quanto estava fragilizado. Ele foi ajudado por dois assistentes e uma enfermeira e usava uma bengala — sendo o Ozzy, claro que era preta com pedras preciosas. Ele cantava sentado e se cansava depois de seis ou sete músicas. Quase não falava, diferente do Ozzy de antigamente. Mas seguimos adiante”.
Apesar da visível fragilidade, o grupo conseguiu preparar o espetáculo final, que, como Butler destaca, “foi um presente para os fãs e uma despedida à altura”.
No ensaio, Butler compartilha memórias de quando conheceu Ozzy nas ruas de Birmingham, ainda nos anos 1960, descrevendo o contraste entre os dois:
“Eu com cabelo longo de hippie, ele com corte curto e terno de mod. Completos opostos. Nunca imaginei que, em um ano, formaríamos uma das maiores bandas do mundo.”
Ele também descreve os bastidores da formação do Black Sabbath, incluindo o primeiro show — que terminou em briga — e a irmandade que se formou entre os integrantes.
“Ozzy podia parecer um selvagem, mas tinha um coração de ouro. Quando meu filho nasceu com um problema cardíaco, ele me ligava todos os dias para saber como eu estava, mesmo sem falarmos há mais de um ano.”
Encerrando o texto, Butler presta sua homenagem final:
“Ninguém sabia que ele nos deixaria pouco mais de duas semanas depois do show. Mas sou imensamente grato por termos tocado juntos uma última vez. Foi uma noite mágica. A energia do público, dos colegas músicos, de todos. Sou privilegiado por ter vivido ao lado dele. Foram 57 anos de amizade que não cabem em algumas páginas. Deus te abençoe, Oz. Foi uma grande jornada. Te amo!”
O legado de uma lenda Ozzy Osbourne deixa um legado imortal como fundador do heavy metal, artista solo e ícone da cultura pop. A notícia de sua morte foi amplamente lamentada por artistas como Metallica, Pearl Jam, Billy Idol, John, entre outros.
Mais do que o Príncipe das Trevas, para quem o conhecia de perto, Ozzy sempre foi o Príncipe da Risada — um showman irreverente, generoso e inesquecível.
Durante sua passagem pela San Diego Comic-Con para promover a série ‘Butterfly‘, da Prime Video, a atriz Piper Perabo reacendeu a esperança dos fãs ao confirmar que há conversas em andamento sobre uma possível sequência de ‘Show Bar‘.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Perabo foi questionada sobre os rumores que circulam há anos a respeito de uma continuação do filme lançado há quase 25 anos. Escolhendo bem as palavras, a atriz respondeu:
“Tem havido algumas discussões sobre isso. Algumas coisas estão sendo discutidas. Não posso dizer muito, mas pessoas que estiveram envolvidas no original estão conversando sobre como fazer algo novo.”
Segundo a atriz, o interesse não se limita apenas aos envolvidos na produção original:
“Há muita gente trabalhando nisso agora. Algumas pessoas que nem eram consideradas essenciais estão dizendo: ‘Ah, mas eu quero estar nesse projeto’. Então, as conversas estão em andamento.”
Quando perguntada se já existe um roteiro em desenvolvimento, Perabo foi evasiva:
“Não posso falar sobre isso. Mas posso dizer que as pessoas-chave estão em contato e pensando em como avançar com algo novo.”
Um clássico cult do início dos anos 2000
Lançado em agosto de 2000, ‘Show Bar‘ acompanha a história de Violet Sanford (Perabo), uma jovem compositora que se muda para Nova York e acaba trabalhando no bar Coyote Ugly, conhecido por suas bartenders carismáticas que dançam no balcão. O elenco conta ainda com Adam Garcia, John Goodman, Maria Bello, Izabella Miko, Tyra Banks, Bridget Moynahan e Melanie Lynskey.
Apesar de críticas mistas na época do lançamento, o longa arrecadou mais de US$ 114 milhões mundialmente e conquistou status de cult ao longo dos anos — muito graças à trilha sonora, que inclui o hit “Can’t Fight the Moonlight”, interpretado por LeAnn Rimes e composto por Diane Warren.
Enquanto a possível continuação não se concretiza, Perabo pode ser vista em ‘Butterfly‘, série de suspense inspirada na HQ da BOOM! Studios criada por Arash Amel. A produção segue David Jung (vivido porDaniel Dae Kim), um ex-agente de inteligência dos EUA que vive na Coreia do Sul e tem sua vida virada do avesso por decisões de seu passado.
Quando paramos para pensar em comédias-pastelão hollywoodianas, Adam Sandler é um dos nomes que nos vêm à cabeça de imediato. O ator, produtor e roteirista é o nome por trás de alguns dos filmes mais rentáveis das últimas décadas, aliando-se a um time conhecido de performers que estrelam produções de grande apreço pelo público – ainda que duramente massacradas pelos críticos ao redor do mundo. E, dentro de uma prolífica carreira, um dos títulos mais famosos protagonizados por Sandler é ‘Um Maluco no Golfe’: lançado em 1996, a trama acompanhou Happy Gilmore, um rapaz com ímpetos raivosos que usou suas incríveis habilidades no golfe para se tornar um astro do esporte e salvar a casa de sua avó, que está prestes a ser hipotecada.
Através de um bom humor e de homenagens aos clássicos do gênero, Sandler criou um filme que alcançaria status cult entre seus fãs – e que, quase três décadas mais tarde, ganharia uma inesperada sequência. Considerando o contrato multimilionário que assinou com a Netflix, não foi nenhuma surpresa quando a plataforma de streaming anunciou o lançamento exclusivo do longa-metragem: disponibilizado no último dia 25 de julho, a produção é uma narrativa surpreendentemente sólida que apresenta dois atos sólidos àqueles que procuram uma diversão “boba” para o final de semana e que se perde em uma conclusão rápida demais para condizer com o restante do enredo.
A trama traz Sandler de volta como Happy, que aposentou os tacos de golfe após ser responsável pela acidental morte da esposa, Virginia (Julie Bowen). Afundando-se na bebida e responsável por cinco filhos, Happy perde a casa da família e se muda para um “fim de mundo” com a filha mais nova, Vienna (Sunny Sandler), enquanto seus filhos vivem a própria vida. Ainda que esteja complacente com um cotidiano que, de fato, não tinha premeditado, ele se vê num dilema ao perceber o potencial de Vienna para o ballet sendo desperdiçado pela falta de prospecto e por sua constante culpa que insiste em assombrá-lo como um fantasma. Dessa maneira, ele decide voltar à ativa, trilhando a passos curtos um retorno glorioso para a fama que outrora tinha – e enfrentando uma nova geração de golfistas que o coloca em conflito iminente consigo mesmo.
Para a sequência, Sandler se une novamente a Tim Herlihy para firmar um roteiro que sabemos como será desenvolvido: enquanto o filme original nos apresentou a um anti-herói, aqui somos convidados a vê-lo na terceira idade e no momento em que atinge o fundo do poço – tentando recuperar os dias de glórias através de uma personalidade inconsequente e que lhe custa cada vez mais caro. Porém, como é costumeiro em produções assim, as coisas acabam dando certo e somos engolfados em uma mensagem de bonança e da celebração da família que pode até ser superficial, mas faz sentido dentro do que nos é apresentado. É claro que o ato de conclusão do longa, como mencionado acima, é dotado de ocasionalismos exagerados demais para serem palpáveis e parecem apenar tapar buracos e correr com a história.
Kyle Newachek, responsável pela direção da obra, tem um apreço considerável e bem claro às icônicas esquetes em vaudeville de ‘Os Trapalhões’, imbuindo uma continuidade estilística e técnica de outros projetos estrelados e produzidos por Sandler. Em outras palavras, há um preciosismo em relação à comédia física e a uma estranha inclinação a piadas escatológicas que ganha vida efêmera em meio a tantas coisas familiares; mas é o comprometimento com a falta de seriedade que nos faz comprar essa “farofada” audiovisual, e o modo como Sandler presta homenagem a um de seus projetos favoritos.
A sequência pode até parecer apaixonada demais pelo filme anterior, chegando em certos momentos a inflar o verdadeiro impacto guiado por Happy Gilmore; porém, é possível ver que o coração dessa patacoada esportiva está no lugar correto e o elenco faz questão de se divertir do começo ao fim com seus respectivos personagens. Temos Christopher McDonald reprisando seu papel como Shooter McGavin em um arco de redenção ao lado de Happy; Bad Bunny trazendo uma ótima presença como Oscar Mejías, carregador dos tacos de golfe de Happy que tem o sonho de abrir seu próprio negócio; Benny Safdie como Frank Manatee, CEO de uma empresa de bebidas que quer enterrar o jeito antigo de jogar golfe e criar outro tipo de competição; e Ben Stiller retornando como Hal L., o charlatão e abusivo líder de um grupo de reabilitação e que nos foi introduzido em ‘O Halloween do Hubie’.
De fato, não há nada de novo a ser visto em ‘Um Maluco no Golfe 2’ além de uma nostalgia prática e que é destinada aos fãs inveterados de Adam Sandler. Porém, se conseguirmos deixar de lado os óbvios deslizes, é muito provável que o resultado seja aprazível o suficiente para aqueles que não procuram algo difícil de ser acompanhado.
Desde sua estreia nos cinemas brasileiros, em 1º de maio, Homem com Hjá ultrapassou a impressionante marca de 600 mil espectadores. A produção, escrita e dirigida por Esmir Filho, acumula mais de R$13 milhões em bilheteria, segundo dados do Filme B (Box Office Brasil). E o sucesso não parou por aí: após a estreia no catálogo da Netflix, em 17 de junho, disponível em mais de 190 países, o filme alcançou o segundo lugar no ranking dos melhores filmes de 2025 no Letterboxd, a famosa comunidade online de cinéfilos — perdendo apenas para Pecadores, de Ryan Coogler.
Muito desse êxito se deve à figura lendária de Ney Matogrosso, que inspira a trama. Porém, mesmo quem não é fã se surpreende com a atuação hipnotizante deJesuíta Barbosa (Tatuagem), a fotografia vibrante deAzul Serra (Senna) e, claro, a direção ousada e sensível de Esmir Filho.
Mas você conhece os trabalhos anteriores desse diretor talentosíssimo? Se não conhece, a gente te conta! Esmir tem outras obras que merecem ser descobertas — e, sinceramente, sou fã desde o curta Saliva. Abaixo, listamos seus principais trabalhos e onde assisti-los. E se ainda não viu Homem com H, veja!
Curtas-metragens
Tapa na Pantera (2006)
Um verdadeiro clássico da era inicial do YouTube no Brasil. Com pouco menos de quatro minutos, o curta traz Maria Alice Vergueiro — falecida em 2020 — em um monólogo confessional hilário e provocador, onde uma senhora fala abertamente sobre seus 30 anos de uso de maconha. A naturalidade e o tom documental do vídeo fizeram com que muitos acreditassem se tratar de uma história real.
O curta virou febre entre os jovens da época e somou mais de 5 milhões de visualizações só no YouTube, tornando Maria Alice Vergueiro uma celebridade instantânea. A direção é compartilhada com os cineastas Mariana Bastos (Raquel 1:1) e Rafael Gomes (Música Para Morrer de Amor).
Selecionado para a Semana da Crítica do Festival de Cannes, Salivaé um curta sensorial e poético sobre o despertar do desejo. Através do olhar de uma adolescente (Mayara Comunale), Esmir Filho cria um universo subjetivo e carregado de sensações sobre o primeiro beijo. Com uma linguagem visual marcante, seu segundo curta solo já demonstrava o talento do diretor para lidar com temas íntimos de maneira ousada.
Formado em Cinema pela FAAP, entre 2004 e 2006, Esmir Filho produziu seis curtas-metragens, além dos dois supracitados. Os que também merecem ser conferidos são: Vibracall (2006) e Alguma Coisa Assim (2006), ambos com co-direção de Mariana Bastos. Este último tornou-se um longa homônimo nove anos depois, após ser premiado como Melhor Roteiro na Semana da Crítica do Festival de Cannes de 2006.
Após passar por diversos festivais nacionais e internacionais com seus curtas,Esmir Filho lança seu primeiro longa,Os Famosos e os Duendes da Morte, na mostra Geração do Festival de Berlim, também exibido no Festival de Locarno e premiado duplamente pela FIPRESCI e com o troféu Redentor de Melhor Filme no Festival do Rio.
Adaptado do livro homônimo de Ismael Caneppele — que também atua na obra —, o título é um coming-of-age onírico que externaliza os anseios e as frustrações de jovens de uma cidadezinha no sul do Brasil. O protagonista, Mr.Tambourine Man (Henrique Larré), sonha em deixar sua cidade natal para assistir a um show de Bob Dylan, mas parece estar preso, sem esperança, até conhecer Jingle Jangle (Tuane Eggers) com quem pode compartilhar suas angústias. Quem nunca se sentiu assim na adolescência?
Ao invés de simplesmente ampliar o curta lançado em 2006, Esmir Filho— novamente ao lado de Mariana Bastos — resolveu criar uma continuação para os personagens Gabi (Caroline Abras) e Caio (André Antunes). Com base na pequena história de amor vivida pelos dois no curta Alguma Coisa Assim, nove anos depois, Gabi mora em Berlim e eles se reencontram e se conectam em uma relação entre amizade, desejo e cumplicidade. Acompanhamos as transformações dos personagens e os desafios da fase adulta pelas ruas da capital alemã e alguns momentos oníricos.
Lançado na época da pandemia, o projeto autoral deEsmir Filhocom Andréa Beltrão e Marina Lima naufragou com uma recepção fria da crítica e do público, pois apesar da sua prodigiosa cinematografia os personagens são tediosos.
Exibido na 44ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, a trama segue a poderosa empresária Frederica (Andréa Beltrão), que prepara uma festa de Ano-Novo em uma praia isolada, enquanto enfrenta uma crise no casamento com o fotógrafo Constantin (Alfredo Castro) e lida com a partida da sua filha adolescente (Fernanda Pavanelli) para estudar no exterior.
Onde assistir: ClaroTV+
Séries na TV e no streaming
Tudo que é Sólido Pode Derreter (2009)
Antes de se tornar cineasta de longas, Esmir Filho — ao lado do parceiro de longa data Rafael Gomes — criou a série educativa de 13 episódios sobre as descobertas da adolescente Thereza para a TV Cultura. Protagonizada por Mayara Constantino, o projeto teve apenas uma temporada e está inteiramente disponível no YouTube. Onde assistir: YouTube.
Lançada na Netflix sem marketing e no auge da pandemia, Boca a Boca era uma série com tudo para chegar à segunda temporada: personagens envolventes, mistérios e um bom gancho. A obra, entretanto, não conseguiu figurar nos TOP 10 nacional e internacional da plataforma de streaming e foi encerrada em seguida. Apesar da belíssima fotografia de Azul Serra — o mesmo de Homem com H—, a criação de Esmir Filho em tons de neon acabou antes de ter espaço para acontecer.
Com o sucesso da cinebiografia, o seriado de seis episódios tem chegado aos ouvidos de mais pessoas, principalmente dos jovens — o público-alvo do projeto. Para quem não conhece,Boca a Boca acompanha adolescentes de uma cidadezinha do interior do Brasil que são ameaçados por uma infecção transmissível pelo beijo. Com uma trama sinistra e contemporânea, a série retrata os desejos de uma juventude digitalmente conectada. A direção de Esmir Filho é compartilhada, em alguns episódios, com a rainha do terror brasileiro, Juliana Rojas.
Já conhecia todas essas obras ou ficou curioso para conhecer? Clique nos links e confira! Em breve, vamos mergulhar na carreira de Jesuíta Barbosae explorar sua filmografia.
Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.
Além do aguardado quinto capítulo da franquia original, a DreamWorks está trabalhando em um spin-off focado no Burro, o tagarela “fiel escudeiro” e melhor amigo de Shrek.
As boas novas foram oficialmente confirmadas por Eddie Murphy, que dubla o icônico personagem, em entrevista ao Screen Rant. Durante a conversa, o ator confirmou que o projeto em questão será um longa-metragem de maneira similar aos focados no Gato de Botas (Antonio Banderas).
“Não, o Burro vai [ganhar um filme] como o do Gato de Botas. O Burro vai ter seu próprio filme, sua própria historinha com sua esposa dragão e seus filhos, que são meio dragão e meio burro”, Murphy conta. “Eles escreveram uma história engraçada. Vamos fazer isso, começando em setembro”.
O ator também aproveitou para revelar que ainda está gravando suas falas para ‘Shrek 5’.
“Não, eles ainda estão fazendo as dublagens. Ainda estamos na cabine e, literalmente, ainda estamos fazendo ‘Shrek’. Começamos em setembro com [o filme focado no] Burro”, ele disse.
Vale lembrar que ‘Shrek 5’ tem estreia agendada para o dia 23 de dezembro de 2026.
Mais detalhes sobre o quinto filme da franquia não foram revelados.
‘Shrek’ tornou-se uma das produções mais conhecidas do século e conta com quatro longas-metragens e uma mini-franquia spin-off intitulada ‘Gato de Botas’. Os seis filmes desse universo cinemático arrecadaram nada menos que US$4,01 bilhões ao redor do mundo.