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‘Unicorns’: Romance estrelado por Ben Hardy e Jason Patel conquista 82% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Unicorns’, romance estrelado por Ben Hardy e Jason Patel, conquistou uma recepção bastante positiva no Rotten Tomatoes, alcançando 82% de aprovação da crítica, baseada em 44 avaliações, e 92% de aprovação do público.

Os críticos, em geral, elogiaram o desenvolvimento do romance, destacando sua narrativa delicada e, principalmente, o talento dos atores.

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“Hardy desvenda as camadas para revelar o despertar sexual de Luke de forma tão visceral que fica mais fácil relevar os atalhos narrativos do filme”, disse Chris Azzopardi do New York Times.

“É uma história modesta, em certos aspectos, mas nas mãos delicadas de Unicorns, ela se torna profundamente significativa”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.

“O drama improvisado dos codiretores Sally El Hosaini e James Krishna Floyd mostra um enorme coração, mas são os atores principais e suas identidades distintas que diferenciam este indie com temática LGBT, de outra forma, familiar”, disse Peter Debruge da Variety.

“O estreante Jason Patel traz um coração aberto ao papel de Aysha, alternando entre vulnerabilidade e magnetismo sedutor com sutis mudanças de linguagem corporal”, disse David Opie do IndieWire.

“Unicorns é um filme de romance queer totalmente sincero, sem alarde ou pressão para usar rótulos, e com uma autenticidade real sobre as dificuldades dos personagens”, disse Abigail Stevens do Screen Rant.

“Há uma força inerente nessa história, e Hardy e Patel realmente compreendem esses personagens e a forma como eles navegam por seus mundos. Está nos olhos emocionados de Hardy ou no sorriso cativante de Patel”, disse Brian Tallerico do RogerEbert.

“A química entre Jason Patel e Ben Hardy é frequentemente divina, e este último entrega uma atuação tão complexa e carismática que você fica envolvido até o fim”, disse Gregory Ellwood do The Playlist.

“Unicorns clama por compreensão, mas faz isso de uma forma que, em seus melhores momentos, é mais contemplativa do que histriônica. É a história de duas pessoas em um mundo que nem sempre é acolhedor, e é tão simples e tão complicada quanto essa história pode ser”, disse Steve Pond do TheWrap.

“Incapazes de negar a faísca entre eles, o casal é forçado a seguir um caminho inesperado de transformação, onde precisam questionar suas identidades e confrontar suas verdades individuais”, diz a sinopse.

O elenco é composto por Ben Hardy, Jason Patel, Hannah Onslow, Sagar Radia, Nisha K. Nayar, Grant Davis e Michael Karim.

O roteiro é de James Krishna Floyd.

Crítica | Sofia Carson e Corey Mylchreest brilham no honesto romance ‘Meu Ano em Oxford’

Sofia Carson vem ganhando notoriedade extrema no circuito fílmico atual – em grande parte fruto de uma parceria de enorme sucesso com a Netflix. Ao longo dessa colaboração contínua, Carson encabeçou produções como ‘Continência ao Amor’ e ‘A Lista da Minha Vida’, denotando um apreço considerável por rom-coms, revelou um lado voltado para a comédia com ‘Feel the Beat’ e até mesmo explorou as incursões de ação e aventura com o recente ‘Bagagem de Risco’. Agora, Carson faz seu retorno à gigante do streaming com o romance Meu Ano em Oxford, aguardado longa-metragem inspirado no romance homônimo assinado por Julia Whelan.

A trama parte de inúmeras histórias do gênero que conquistaram fãs ao redor do mundo e, talvez, seus aspectos de maior sucesso provenham da noção de que não há nada de novo a ser ofertado – o que não é um problema, necessariamente. Carson, em todo seu conhecido e sólido magnetismo performático, dá vida a Anna De La Vega, uma jovem que, desde os dez anos de idade, sonhava em ir para Oxford. E, após se graduar com honra na universidade e esquadrinhar um plano completo para o resto de sua vida, ela resolve tirar um “ano sabático” e participar de um curso de poesia vitoriana na Universidade de Oxford – uma das mais prestigiadas do mundo.

Ao se mudar para Londres, ela tem um início um tanto conturbado ao cruzar caminho com Jamie (Corey Mylchreest), um estranho a encharca com o próprio carro e que vem a se tornar seu professor – uma frustração grande para Anna, que esperava ter aulas com sua maior inspiração. E, em uma remodelação mais branda da estética do enemies-to-lovers, a relação entre os dois torna-se cada vez mais íntima até transformar-se em um romance fervoroso e que se beneficia da incrível e apaixonante química entre Cason e Mylchreest. Porém, como é de costume dentro de produções do gênero, as coisas não são tão simples e belas o tempo todo – e o crescente amor que um sente pelo outro é colocado à prova mais de uma vez.

Iain Morris, que assume o cargo de direção e que ficou famoso por seu trabalho em ‘The Inbetweeners’, tem plena ciência do tipo de projeto que assume aqui – e navega com ritmo conciso e confortável através dos convencionalismos, abraçando-os em prol de uma clara praticidade. À medida que constrói cada um dos atos de maneira a explorar ao máximo as tramas principais, o realizador não apenas foca no complexo relacionamento entre Anna e Jamie, mas garante que a força-motriz se expanda para seus próprios arcos, firmando um paralelo entre as tours-de-force vividas pelos protagonistas.

Anna é uma sonhadora, mas firma o pé no chão ao não ter a opção de “cometer escolhas erradas” e traçar um claro plano que a levará ao sucesso e às oportunidades que foram renegadas à sua família. Todavia, ao se envolver mais e mais com Jamie, ela percebe que a vida é feita de momentos e que cada segundo conta como se fosse o último – algo que ele a ensina. Em contrapartida, Jamie mergulha em um confrontamento de suas convicções, visto que jurou não se apegar a ninguém em virtude de uma batalha perdida contra o câncer e sua decisão de viver ao máximo e fora da cama de um hospital. E é claro que, sequência a sequência, eles entram em território perigoso, mas que vale a pena por cada sorriso arrancado e cada declaração de amor proferida.

Como podemos perceber, a história parte de produções similares como ‘A Culpa é das Estrelas’ e ‘Como Eu Era Antes de Você’, em que as clássicas máximas do amor impossível e da efemeridade do tempo se tornam personagens principais. Aqui, o teor jovial é reconstruído para uma ambientação mais amadurecida em que cada detalhe precisa ser pensado com minúcia significativa. Dentro desse espectro, o arco envolvendo Jamie e Anna é pincelado com a presença de um corpo de atores muito talentoso, que inclui Dougray Scott e Catherine McCormack em interpretações fabulosas como os pais de Jamie. De fato, os erros existem em uma similaridade não muito inspirada de obras anteriores – mas conseguimos deixar de lado os deslizes quando abraçamos essa honesta narrativa e a celebração da vida como ela é.

Meu Ano Em Oxford encontra sucesso principalmente na encantadora atuação de Carson como a protagonista Anna, reiterando seu merecido status como uma das queridinhas da atualidade, e no bem-vindo trabalho de Mylchreest como seu par romântico. Em uma produção comprometida em nos emocionar com um enredo fácil e delicioso de acompanhar, o novo filme original da Netflix cumpre com os requisitos esperados de um romance despojado e nos entretém mais uma vez.

‘Loki’: Marvel revela que Deus da Trapaça quase se encontrou com o Tribunal Vivo

A segunda temporada deLoki se encerrou com uma cena marcante, na qual o icônico vilão se torna o Deus das Histórias, o guardião do universo, e cria a Árvore do Tempo (Yggdrasil), que sustenta infinitas realidades alternativas.

Conforme o ComicBookMovie, recentemente, o livro Marvel Studios Loki: Season Two – The Art of The Series” revelou detalhes sobre tramas que foram descartadas. Entre as ideias, estava um encontro entre Loki e o Tribunal Vivo, uma das entidades cósmicas mais poderosas do Universo Marvel.

O artista Jackson Sze explicou no livro: “Sabíamos desde o início que o Loki se tornaria muito poderoso no final. Seja como o Deus das Histórias ou de alguma forma conectado ao Multiverso. Nas minhas imagens, eu me inspirei na linguagem visual criada pela série ‘What If…?’ para o Multiverso e basicamente coloquei o Loki no comando disso”.

Ele continuou, detalhando a exploração de figuras cósmicas: “Aí pensamos: ‘Quais seriam os maiores seres dos quadrinhos da Marvel com quem o Loki poderia interagir?’ E não tem muitos maiores do que o Tribunal Vivo nas imagens do Adam [Ross]. Fomos o mais cósmicos que conseguimos, mas também houve conversas sobre revisitar o passado do Loki”.

Para quem não conhece, o Tribunal Vivo é uma entidade cósmica extremamente poderosa, conhecida por emitir julgamentos imparciais, porém impiedosos.

Vale lembrar que ‘Loki’ está disponível no Disney+.

Thiago Lacerda destaca papel essencial da arte no Bonito CineSur: “Qualquer reunião em torno da arte e da cultura é fundamental, importante e urgente”

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Thiago Lacerda, carioca de nascimento e dono de uma trajetória artística marcante, é um rosto amplamente reconhecido por seu talento na televisão, no teatro e no cinema. Desde o final dos anos 1990, quando iniciou sua carreira, ele vem construindo uma sólida trajetória repleta de personagens inesquecíveis. No cinema, já soma dez longas-metragens em seu currículo. Nos palcos, deu vida a figuras emblemáticas como Calígula, Hamlet e Macbeth. Na TV, ficou eternizado em papéis como o Lula de Malhação, Giuseppe Garibaldi em A Casa das Sete Mulheres, Aramel em Hilda Furacão e, claro, Matteo de Terra Nostra, que conquistou o país.

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Durante o Bonito CineSur, o artista de 47 anos foi homenageado pela bela iniciativa do festival ‘As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano’ — uma ação realizada em parceria com a Prefeitura de Bonito, que promove uma conexão simbólica entre arte, meio ambiente e preservação da memória cultural, celebrando grandes nomes do audiovisual sul-americano. Logo após a cerimônia, em uma conversa breve, mas repleta de pontos interessantes, ele compartilhou reflexões sobre a importância do evento e os caminhos atuais do nosso cinema.

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Sobre a importância dos festivais para artistas e realizadores — especialmente como ponto de contato inicial entre a obra e o público — Thiago foi direto ao ponto:

“É de uma importância enorme. É fundamental esse encontro, essa troca, essa oportunidade de nos conectarmos com nossos pares — muitas vezes vindos de outras línguas e culturas, mas com quem, de alguma forma, nos identificamos. Está tudo ligado a esse lugar que a gente ocupa no mundo. Acho que Bonito é um espaço estratégico, central no continente, e pode muito bem se consolidar como um polo comprometido com o cinema e com as histórias que precisamos contar — histórias que nos dizem respeito. Esse lugar é maravilhoso. Qualquer reunião em torno da arte e da cultura é fundamental, importante e urgente. E inserir tudo isso num cenário mágico como esse é algo muito especial. Tenho certeza de que esse festival ainda terá muitas edições — e cada uma mais interessante que a anterior.”

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Sobre o atual cenário audiovisual brasileiro, o ator compartilhou um depoimento marcante:

“Vivemos um momento especial — especialmente se considerarmos o que enfrentamos recentemente: um período tenebroso de ataques à arte, ao que é humano, ao afeto. Foi um tempo de violência, autoritarismo e ignorância. Mas esse tempo duro produziu um momento muito interessante e muito potente. Sinto que o brasileiro está cada vez mais interessado no cinema brasileiro. O mercado vive uma fase de ebulição e transformação, ainda com muitos ajustes a fazer. É bonito ver o cinema brasileiro nesse lugar de força, de reconhecimento, e perceber como o Bonito CineSur abraça isso. Nossa gente tem talento, tem voz, capazes de produzir um cinema que convoca e emociona pessoas ao redor do mundo. Viva o cinema brasileiro!”

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

O Bonito CineSur encerra essa interessante edição no dia 02 de agosto com a entrega do Troféu Kadiweu. Acompanhe toda nossa cobertura nas redes sociais e também pelo site.

Variety divulga ranking do Universo Cinematográfico Marvel; Confira o top 10!

A revista Variety publicou seu ranking definitivo de todas as produções do Universo Cinematográfico Marvel (UCM), classificando da pior para a melhor. A lista inclui filmes e séries lançados até agora, com exceção de Olhos de Wakanda que saiu agora.

O ranking exclui adaptações de quadrinhos que não foram produzidas pelo Marvel Studios, como as séries da Netflix (Demolidor eJessica Jones), os filmes da Sony (Homem-Aranha) e da Fox (X-Men), além de séries de TV como ‘Agentes da S.H.I.E.L.D.’.

Confira o top 10 e siga o CinePOP no YouTube:

10 – ‘Loki
A série criada por Michael Waldron, que foca no icônico vilão, abre o top 10. Com duas temporadas, a produção é elogiada pela jornada de redenção do personagem.

A Variety destacou: “‘Loki’ permitiu que seu personagem-título se transformasse em algo muito maior. Enquanto Loki navegava pela burocracia de monitoramento da linha do tempo da Autoridade de Variância de Tempo, Tom Hiddleston aprofundou sua atuação dissecando habilmente o narcisismo tóxico de seu personagem”.

A revista concluiu que, “em um universo dedicado ao heroísmo, esta foi uma das histórias mais emocionantes do UCM de todos os tempos”.

Sinopse: Após roubar o Tesseract, Loki começa a pular no tempo, chamando a atenção da Autoridade de Variância Temporal.

Loki’ está disponível no Disney+.

9 – ‘Thor: Ragnarok’ (2017)
Dirigido por Taika Waititi, com roteiro de Eric Pearson, Craig Kyle e Christopher L. Yost, o terceiro filme do herói é apontado como a revitalização da franquia.

A revista ressaltou: Chris Hemsworth finalmente cortou o cabelo, mas o mais importante, ele ficou estranho, e tornou ‘Thor’ divertido novamente, já que o diretor Taika Waititi deu à franquia a sacudida excêntrica e estilosa de que tanto precisava.”

A Variety finalizou, dizendo que o filme é “a Marvel em sua forma mais citável (‘Ele é um amigo do trabalho!’) e reassistível”.

Sinopse: Thor descobre que seu pai, Odin, desapareceu e que sua irmã, Hela, a deusa da morte, está de volta. Preso em outro planeta, ele precisa correr para voltar a Asgard e impedir o Ragnarok, a destruição de seu mundo.

Thor: Ragnarok’ está disponível no Disney+.

8 – ‘Homem de Ferro’ (2008)
O longa que deu início ao UCM, dirigido por Jon Favreau e escrito por Mark Fergus, Hawk Ostby, Art Marcum e Matt Holloway, foi aclamado.

A Variety destacou a escalação de Robert Downey Jr. como Tony Stark, chamando-a de “uma das decisões mais importantes da história do cinema”. A revista também elogiou o filme por ter criado a fórmula do UCM, com “bom humor desconexo, uma tonelada de coração e um instinto para evitar qualquer coisa que se aproxime da auto-importância”.

Sinopse: O industrial bilionário Tony Stark é sequestrado e forçado a construir uma arma, mas em vez disso, ele cria uma armadura para escapar. Ao retornar, ele a aprimora para combater o crime.

Homem de Ferro’ está disponível no Disney+.

7 – ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ (2021)
Dirigido por Jon Watts, com roteiro de Chris McKenna e Erik Sommers, o filme que reuniu as três gerações do herói também foi aclamado.

A Variety pontuou que o longa “proporcionou o mesmo nível de suspiros dos fãs, aplausos e pipoca que ‘Ultimato’, e provou pela primeira vez desde o bloqueio que os filmes ainda poderiam evocar esse tipo de experiência”.

Sinopse: Após ter sua identidade secreta revelada, Peter Parker pede ajuda ao Doutor Estranho, mas o feitiço não sai como esperado. Ele e seus companheiros precisam enfrentar inimigos de todo o multiverso.

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ está disponível no Disney+.

6 – ‘X-Men ’97’ (2024)
A animação, criada por Beau DeMayo, alcançou uma posição alta no ranking e, apesar de não ser oficialmente do UCM, foi considerada uma das melhores produções do estúdio.

A revista elogiou a produção como uma “continuação moderna que supera todas as expectativas, com uma narrativa surpreendentemente madura, personagens ricamente realizados e animação superlativa”.

A Variety também a descreveu como “fascinante e profundamente política de maneiras que o UCM raramente é”.

Sinopse: Os mutantes do Instituto Xavier usam seus dons para proteger um mundo que os odeia, enfrentando organizações criminosas e supervilões que buscam exterminá-los. A série está disponível no Disney+.

X-Men ’97’ está disponível no Disney+. 

5 – ‘Capitão América: O Soldado Invernal’ (2014)
Dirigido por Joe e Anthony Russo, com roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely, a sequência do longa de Steve Rogers a abre o top 5.

A revista elogiou o filme por ser uma “homenagem aos thrillers políticos paranóicos da década de 1970”, destacando o desenvolvimento da relação entre Steve Rogers e Bucky Barnes e a contratação de Robert Redford para o papel de vilão.

Sinopse: Após os eventos de Nova York, Steve Rogers se adapta ao mundo moderno. Quando um colega da S.H.I.E.L.D. é atacado, ele se vê em uma rede de intrigas e precisa enfrentar um misterioso e inesperado inimigo: o Soldado Invernal.

Capitão América: O Soldado Invernal’ está disponível no Disney+.

4 – ‘WandaVision’ (2021)
Criada por Jac Schaeffer, a série ocupa a posição mais alta no ranking das séries do UCM.

A Variety destacou a experiência de assistir à série semanalmente, ressaltando o poder da “experiência comunitária (embora isolada)”, a revista observou como a série evoluiu de uma “homenagem peculiar às sitcoms clássicas” para uma “profunda exploração do poder do luto”.

WandaVision’ está disponível no Disney+.

3 – ‘Guardiões da Galáxia’ (2014)
Dirigido por James Gunn, com roteiro do cineasta e de Nicole Perlman, o filme abre o pódio.

A revista ressaltou como o longa deu destaque a personagens esquecidos, unindo “humor irreverente e profundas apostas emocionais na história de como o poder da amizade e o amor dos bangers dos anos 1960 e 70 podem derrotar o mal”.

A reportagem destacou a produção como um “filme completamente original que demonstra o que o UCM poderia fazer além de seu conjunto principal de super-heróis”.

Guardiões da Galáxia’ está disponível no Disney+.

2 – ‘Pantera Negra’ (2018)
Dirigido por Ryan Coogler, com roteiro dele e de Joe Robert Cole, o filme marcou o cinema por ser o primeiro longa de super-heróis liderado por um elenco negro.

A Variety enfatizou: “o primeiro filme de super-herói liderado por negros do UCM será lembrado como um momento cultural imponente, simbolizado pelo grito de guerra ‘Wakanda Forever’ e saudação de braços cruzados, bem como sua bilheteria de US $ 1,3 bilhão e histórica indicação ao Oscar de melhor filme”.

Sinopse: O príncipe T’Challa, herdeiro do trono de Wakanda, perde o pai e viaja aos Estados Unidos, onde tem contato com os Vingadores. O filme está disponível no Disney+.

Pantera Negra’ está disponível no Disney+.

1 – ‘Vingadores: Ultimato’ (2019)
Dirigido por Joe e Anthony Russo, com roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely, o filme que encerrou a Saga do Infinito foi considerado o melhor do estúdio.

A revista apontou que o longa “aproveita ao máximo a história do UCM com um enredo de assalto no tempo”.

A Variety também destacou: “a épica batalha final, reunindo (quase) todos os personagens do UCM até hoje, oferece uma ladainha de recompensas narrativas emocionantes e arrepiantes que fizeram o público em todo o planeta explodir em aplausos ensurdecedores”.

Sinopse: Após Thanos eliminar metade da vida no universo, os Vingadores precisam lidar com a perda de seus entes queridos. Com Tony Stark perdido no espaço, Steve Rogers e Natasha Romanov lideram a resistência contra o titã louco.

Vingadores: Ultimato’ está disponível no Disney+.

Crítica | Chappell Roan lida com a perda de um amor com o antêmico single “The Subway”

A trajetória de Chappell Roan no cenário musical vem se mostrando bastante interessante e munida de uma organicidade inegável: afinal, após ter aberto a turnê de Olivia Rodrigo e lançado o aclamado single “Good Luck, Babe!”, a cantora e compositora foi catapultada a um estrelato que lhe rendeu milhões de fãs ao redor do mundo – e que transformou seu álbum de estreia, The Rise and Fall of a Midwest Princess, em um sleeper hit que alcançou números estrondosos e uma sólida recepção crítica. Não é surpresa, pois, que Roan tenha se tornado um dos emblemas da nova geração do cenário fonográfico, dividindo os holofotes ao lado de nomes como Sabrina Carpenter, Rodrigo e Billie Eilish.

Ativista pelos direitos das mulheres e pelos direitos da comunidae LGTBQIA+, Roan sempre fez questão de transformar cada uma de suas músicas em uma declamação extremamente íntima e pessoal que singrou entre as experiências individuais a uma dialogismo universalizante que encantou ouvintes pelo planeta – como “Hot To Go!”“Super Graphic Ultra Modern Girl”“Pink Pony Club”, apenas para citar alguns. E, após ter nos entregado uma interessante faixa country há alguns meses com “The Giver”, a performer continua a fomentar sua próxima era com o recente lançamento da ótima semi-balada antêmica “The Subway”.

Chappell já se mostrou uma competente e habilidosa compositora, principalmente com o já mencionado single “Good Luck, Babe!”, em que discorreu acerca da problemática da heterossexualidade compulsória de forma inteligente, irônica e melancólica – assinando versos potentes e memoráveis. Logo, não é nenhuma surpresa que ela tenha repetido o feito com “The Subway”: aqui, ela se une às conhecidas predileções de Dan Nigro, também responsável pela produção da faixa, para construir uma tristonha história de um relacionamento falido que ainda deixa marcas na cantora – e que a compele a tentar recuperar seu amor perdido. Ademais, a tocante lírica serve como um arauto de cura após um coração partido, abrindo espaço para os familiares arrependimentos que ganham uma máscara original e muito envolvente.

Não é difícil entender que Roan sabe muito bem o que está fazendo e age a seu bel-prazer – motivo pelo qual se entrega de corpo e alma a cada uma das canções que encabeça. Em “The Subway”, ela e Nigro puxam elementos que nos remontam à famosa canção “Somewhere Only We Know”, da banda inglesa de alt-rock Keane, para arquitetar uma atmosfera de letargia inescapável que propulsiona o eu-lírico a lidar com a perda. E isso não é tudo: Nigro, que já trabalhou com Chappell em outras iterações, também promove inclinações a “The Casual” para fomentar uma espécie de continuidade entre o que já foi e o que está por vir.

Cada uma das engrenagens funciona com perfeição invejável e estupenda, seja nos clássicos arranjos do pop e do dream-pop, seja nas referências do indie-rock e do soft-rock que pincelam o encontro entre bateria, guitarra, baixo e piano. E, guiada pelos vocais irretocáveis de Roan, a mixórdia de gêneros encontra um ponto em comum que cresce beatbeat até se encontrar com as inflexões do power-pop e nos convidar a uma jornada que preza pela catarse e pela mais profunda emoção – trazendo, além disso, uma conhecida acidez tragicômica e jogos de palavras que expande as múltiplas camadas da canção.

Johnny Cage se junta à luta no trailer DUBLADO da sequência ‘Mortal Kombat 2’; Confira!

A Warner Bros. divulgou o trailer dublado da sequência ‘Mortal Kombat 2‘.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de outubro.

O elenco conta com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao), além de introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da Max.

Trump considera seriamente PERDOAR Sean “Diddy” Combs antes da sentença, dizem fontes da Casa Branca

diddy
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O presidente Donald Trump está avaliando conceder um perdão presidencial total a Sean “Diddy” Combs, fundador da Bad Boy Records, antes de sua sentença marcada para 3 de outubro deste ano. A informação foi revelada com exclusividade pelo Deadline, com base em fontes ligadas à Casa Branca.

Condenado por transporte com fins de prostituição em julho, após um julgamento de oito semanas por acusações de tráfico sexual e conspiração, Combs escapou das acusações mais graves, mas ainda pode enfrentar entre dois a três anos de prisão federal. O artista está preso desde setembro de 2024 no Metropolitan Detention Center, no Brooklyn, após ter seu pedido de fiança de US$ 50 milhões repetidamente negado.

Apesar da equipe de defesa de Combs, liderada pelos advogados Marc Agnifilo e Teny Gerago, não comentar sobre o assunto, fontes próximas ao artista confirmaram que aliados pessoais e profissionais têm pressionado a Casa Branca por um indulto. Um funcionário da administração declarou apenas que “a Casa Branca não comentará sobre a existência ou inexistência de qualquer pedido de clemência”.

De amigos a opositores — a relação Trump e Diddy
Trump e Combs se conhecem há décadas e, durante os anos 1990 e 2000, frequentavam os mesmos círculos de elite em Nova York. Em 2012, o então empresário do ramo imobiliário chegou a chamar o rapper de “bom amigo”. Porém, a relação azedou durante o governo Trump, com Diddy se tornando crítico feroz da administração e declarando apoio a Joe Biden em 2020.

Mesmo assim, em maio de 2025, durante a realização do julgamento, Trump afirmou publicamente: “Certamente olharia os fatos se achasse que alguém foi tratado injustamente, gostem de mim ou não.”

Justiça sob pressão
O caso de Combs foi conduzido pela promotora Maurene Comey, filha do ex-diretor do FBI James Comey, desafeto de Trump. Após o veredito parcial, a promotora foi demitida abruptamente do cargo de procuradora assistente do Distrito Sul de Nova York. Em comunicado, ela afirmou: “O medo é a ferramenta de um tirano, usado para suprimir o pensamento independente”.

Enquanto isso, Trump enfrenta pressão crescente de sua base MAGA para liberar documentos relacionados ao falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein — assunto que voltou à tona após uma reportagem do Wall Street Journal detalhar a amizade entre Trump e Epstein. O ex-presidente, em retaliação, entrou com um processo bilionário contra o conglomerado de mídia de Rupert Murdoch.

50 Cent contra perdão
Enquanto Trump considera o indulto, o rapper Curtis “50 Cent” Jackson prometeu agir contra. “Vou entrar em contato para ele saber exatamente o que penso sobre esse cara”, publicou o artista nas redes sociais, referindo-se a Combs.

Próximos passos
A defesa de Combs ainda tenta, sem sucesso, garantir sua libertação antes da sentença. O juiz Arun Subramanian deu até 30 de julho para que a promotoria e os advogados apresentem um plano detalhado de soltura temporária. No entanto, tudo indica que as partes não chegarão a um acordo comum. Até o momento, mais documentos da defesa podem ser protocolados.

Seja qual for a decisão final de Trump, ela poderá se tornar mais um elemento polêmico na intersecção entre justiça criminal, cultura pop e política americana.

sean diddy

Sobre a condenação

Diddy foi oficialmente condenado por duas acusações de transporte com o objetivo de prostituição. No entanto, ele foi considerado inocente de três acusações mais graves: duas de tráfico sexual e uma de associação criminosa, conforme a Variety.

Diddy pode enfrentar até 10 anos de prisão por cada uma das duas condenações.

Apesar de ainda poder passar décadas atrás das grades, o clima entre sua equipe de defesa era de comemoração. Após o júri anunciar o veredito dividido, Combs ergueu o punho e sussurrou “obrigado” aos jurados.

A reportagem destaca que ele aparentava estar aliviado e eufórico, apertando a mão de seus advogados, voltando-se para a família e iniciando uma salva de palmas. Quando o júri leu o primeiro veredito de “inocente”, houve suspiros na sala do tribunal. Familiares de Combs e sua equipe jurídica começaram a chorar.

Cerca de uma hora depois, ao deixarem o tribunal e entrarem em uma van Sprinter, os filhos e filhas de Combs esboçaram sorrisos contidos enquanto uma multidão erguia câmeras sobre suas cabeças e gritava: “Liberdade! Liberdade!”.

sean combs

A defesa está atualmente pedindo que Combs seja liberado antes da data da sentença, propondo uma fiança de US$ 1 milhão. Os promotores federais disseram que os advogados de Combs estão minimizando a gravidade da condenação e que existe um “risco real” em deixá-lo em liberdade.

O juiz afirmou que irá considerar a lei antes de tomar uma decisão.

O júri chegou ao veredito após um julgamento exaustivo de oito semanas, no qual 34 testemunhas prestaram depoimentos contra o magnata do hip-hop e fundador da gravadora Bad Boy Records.

sean diddy combs rapper

Combs, outrora um titã das indústrias da música e da moda, foi acusado de coagir várias mulheres a participarem de “freak-offs”, maratonas sexuais de vários dias com uso de drogas e acompanhantes masculinos que ele levava de um estado a outro.

A defesa argumentou que Combs pagava aos homens pelo seu “tempo” e que os encontros sexuais aconteciam naturalmente entre três adultos consentindo. Enquanto a acusação rebateu dizendo que a ideia de que os acompanhantes não eram pagos por sexo “não passa nem no teste do riso” e que, quando Combs entregava maços de dinheiro ao fim dos encontros, não era pela “conversa brilhante” deles.

A defesa considera a absolvição de Combs nas acusações de tráfico sexual e associação criminosa uma grande vitória.

ENTENDA O CASO

‘Desenhos’ ganham vida no trailer LEGENDADO da nova fantasia familiar; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer legendado do filme de fantasia ‘Desenhos‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de agosto.

Quando o caderno de desenhos de uma jovem garota cai em um lago estranho, suas criações, imprevisíveis, caóticas e perigosamente reais, ganham vida. À medida que a cidade se torna um caos, ela e o irmão precisam rastrear as criaturas antes que elas deixem danos permanentes.

Seth Worley é responsável pela direção.

O elenco conta com Tony Hale (‘Arrested Development’), D’Arcy Carden (‘The Good Place’), Bianca Belle (‘A Mulher no Lago’) e Kue Lawrence.

Crítica | Demi Lovato aposta nas incursões do house e da música eletrônica com o inédito single “Fast”

Após ganhar notoriedade no Disney Channel com produções como ‘Camp Rock’‘Sunny Entre Estrelas’, a cantora, compositora e antiga atriz Demi Lovato se lançou a uma carreira musical de reconhecimento significativo, principalmente por ser uma ex-act. Eternizando alguns hits como “Remember December”Confident“Heart Attack”“Cool for the Summer”, Lovato logo mostrou uma predileção clara pelas incursões do rock, fazendo questão de infundir cada uma de suas investidas mercadológicas com elementos do gênero.

Em 2018, Lovato teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida – e garantindo que ela, de fato, mergulhasse no rock. Não é surpresa que seu mais recente álbum de estúdio tenha sido o elogiado Holy Fvck, que caiu na graça de seus fãs e reiterou a predileção da performer pela expressividade gritante de um estilo musical que considerávamos morto.

Agora, três anos depois de seu último compilado de originais, Lovato abre uma nova página de sua carreira com o lançamento inesperado de “Fast”lead single de seu vindouro nono álbum de estúdio. A faixa se afasta por completo das investidas mais recentes da artista ao funcionar como uma celebração em convergência de inúmeras ramificações do pop, seja na exploração modernizada do diva house e dos característicos elementos das batidas four-on-the-floor, que unem os anos 1990 com a contemporaneidade em uma construção mais abrandada e sensual; seja em esquadrinhações que incluem a música eletrônica e o electro-dance característicos dos anos 2010 – promovendo uma aproximação aos pop bangers de Britney SpearsLady Gaga à medida que trilha sua identidade.

Lovato, aqui, fica responsável por assinar a letra da música ao lado de uma gama de compositores que se afastam da maximização e optam pela nostalgia – ainda que certas repetições existam. Todavia, é muito interessante e divertido ver a performer resgatar suas eras de maior glória no cenário fonográfico e arquitetar uma narrativa conhecida e bastante funcional sobre dois amantes que explodem em química e paixão (“não tenho certeza se já me senti assim antes”“eu quero ir a qualquer lugar, qualquer lugar que você esteja” são alguns dos versos que compõe a empreitada e reiteram esse enredo quase carnal).

Através de breves três minutos de duração, Lovato tem plena ciência do que está fazendo e, de maneira autossuficiente, reclama seu lugar no show business sem intenções mercadológicas baratas – e sim entregando um presente para seus fãs. Unindo-se ao produtor Kevin “Zhone” Hickey, somos convidados para uma jornada que inclusive singra por momentâneas inclinações do deep house e pelo uso constante de sintetizadores, em contraste com uma rendição vocal que foge do exagero antêmico e que preza por um escopo mais intimista e narcótico.

É claro que, como lead single, alguns equívocos não podem ser deixados de lado; mas “Fast” eventualmente posa como uma ressurgência inicial de uma artista que ainda tem muito a nos contar e que, por essa razão, merece ser apreciada na ideia que calca desde os primeiros segundos.

50 Cent comemora recusa de Trump para perdão presidencial a P. Diddy

diddy
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Curtis “50 Cent” Jackson não perdeu tempo para provocar seu antigo desafeto, Sean “Diddy” Combs, após o presidente Donald Trump afirmar publicamente que não pretende conceder, por enquanto, um perdão presidencial ao artista e empresário condenado por crimes ligados à prostituição.

Por meio do Instagram, 50 Cent ironizou a tentativa de Diddy e fez piada com as investidas do artista em tentar se livrar de sua condenação.

“Você acredita que ele achou que ia ser perdoado? Não, senhor. Você disse coisas muito desagradáveis”, publicou 50 Cent, acompanhando a legenda com uma imagem gerada por IA zombando da situação. A comemoração do rapper vem após semanas de especulações sobre um possível indulto, inclusive com campanhas discretas de aliados de Combs pressionando o entorno de Trump.

Confira o post:

Na última sexta-feira (01), em entrevista ao canal conservador Newsmax, Trump jogou um balde de água fria nos apoiadores de Diddy ao dizer que, apesar de considerá-lo “meio inocente”, não vê com bons olhos o perdão: “Eu era muito amigo dele, mas quando entrei na política, ele foi muito hostil. Isso torna as coisas mais difíceis.”

O presidente chegou a dizer que consideraria casos de pessoas que, mesmo sem afinidade com ele, tivessem sido injustiçadas — mas no caso de Combs, sua mágoa pessoal pareceu pesar mais.

Combs foi absolvido das acusações mais graves, como tráfico sexual e conspiração, mas foi considerado culpado por transportar pessoas com a intenção de envolvê-las em prostituição.

Ele permanece detido e enfrenta uma possível sentença de vários anos de prisão, com julgamento marcado para 2 de outubro. A promotoria federal quer impedir que ele aguarde o recurso em liberdade, mesmo com a oferta de fiança de US$ 50 milhões.

Trump, que frequentemente usa sua influência para atingir inimigos políticos e desafetos pessoais, estaria considerando um eventual perdão a Diddy como forma de atacar o setor de Justiça de Nova York e, indiretamente, o ex-diretor do FBI James Comey — pai de Maurene Comey, procuradora-chefe do caso e recém-demitida após a derrota parcial no julgamento.

A disputa entre 50 Cent e Diddy não é nova. Ambos já trocaram farpas publicamente ao longo dos anos, mas a condenação e o momento político atual reacenderam a rivalidade. O rapper, que nos últimos anos demonstrou simpatia por Trump, chegou a declarar anteriormente que tentaria convencê-lo a não conceder o perdão.

sean diddy

Sobre a condenação

Diddy foi oficialmente condenado por duas acusações de transporte com o objetivo de prostituição. No entanto, ele foi considerado inocente de três acusações mais graves: duas de tráfico sexual e uma de associação criminosa, conforme a Variety.

Diddy pode enfrentar até 10 anos de prisão por cada uma das duas condenações.

Apesar de ainda poder passar décadas atrás das grades, o clima entre sua equipe de defesa era de comemoração. Após o júri anunciar o veredito dividido, Combs ergueu o punho e sussurrou “obrigado” aos jurados.

A reportagem destaca que ele aparentava estar aliviado e eufórico, apertando a mão de seus advogados, voltando-se para a família e iniciando uma salva de palmas. Quando o júri leu o primeiro veredito de “inocente”, houve suspiros na sala do tribunal. Familiares de Combs e sua equipe jurídica começaram a chorar.

Cerca de uma hora depois, ao deixarem o tribunal e entrarem em uma van Sprinter, os filhos e filhas de Combs esboçaram sorrisos contidos enquanto uma multidão erguia câmeras sobre suas cabeças e gritava: “Liberdade! Liberdade!”.

sean combs

Combs, outrora um titã das indústrias da música e da moda, foi acusado de coagir várias mulheres a participarem de “freak-offs”, maratonas sexuais de vários dias com uso de drogas e acompanhantes masculinos que ele levava de um estado a outro.

A defesa argumentou que Combs pagava aos homens pelo seu “tempo” e que os encontros sexuais aconteciam naturalmente entre três adultos consentindo. Enquanto a acusação rebateu dizendo que a ideia de que os acompanhantes não eram pagos por sexo “não passa nem no teste do riso” e que, quando Combs entregava maços de dinheiro ao fim dos encontros, não era pela “conversa brilhante” deles.

A defesa considera a absolvição de Combs nas acusações de tráfico sexual e associação criminosa uma grande vitória.

ENTENDA O CASO

‘Terrifier 3’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

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A sequência ‘Terrifier 3‘ já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.

Na trama, depois de sobreviverem ao último massacre, Sienna (Lauren LaVera) e o seu irmão Jonathan (Elliot Fullman) tentam deixar o passado para trás. Mas, Art (David Horward Thomton), o Palhaço Assassino, volta para transformar o Natal em um novo pesadelo, com as mortes brutais e o humor sarcástico dele.

Sucesso nos cinemas, o terror conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa mais de 45 vezes o valor de seu orçamento, que girou em torno de US$ 2 milhões.

Além disso, a continuação alcançou 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Machine Gun Kelly diz que RECUSOU teste para ‘Pecadores’ por causa de “polêmica palavra”; Saiba qual!

Durante uma entrevista no The Pat McAfee Show na última quinta-feira (31), Machine Gun Kelly revelou que recusou fazer um teste para o filme ‘Pecadores‘, de Ryan Coogler, por conta de uma exigência no roteiro: o uso da palavra com N, um termo ofensivo e racialmente carregado. Segundo o cantor e ator, essa foi a razão que o levou a não prosseguir com o papel de um dos vampiros da trama.

“Eles me chamaram para fazer o teste, seria o segundo vampiro, aquele que está na casa — o cara que chega e devora a família. Mas no teste ele tinha que dizer a palavra com N, e eu não faria isso,” explicou Kelly.

Ele mencionou que deseja atuar mais no cinema, mas que prefere esperar por projetos que estejam alinhados com seus valores: “Estou no tempo do universo. Os anjos vão alinhar algo.”

O papel em questão parece ter sido o de Bert, um ex-integrante da KKK transformado em vampiro pelo personagem Remmick, interpretado por Jack O’Connell. No corte final do filme, o papel ficou com o ator Peter Dreimanis.

Mesmo com o interesse contínuo em atuar, MGK afirmou que só aceitará papéis que estejam em sintonia com sua consciência:

“Houve vários filmes que eu vi depois e pensei, ‘poxa, eu ia estar nesse’. Mas não vale tudo por um papel”.

A atitude foi elogiada ao vivo no programa pelo co-apresentador Darius Butler, que lhe deu um soquinho de apoio pela decisão.

Pecadores‘, que estreou no HBO Max e vem acumulando bons números de audiência, é estrelado por Michael B. Jordan, Hailee Steinfeld e Miles Caton.

MGK segue com seus planos na música — seu novo álbum, Americana, será lançado no dia 8 de agosto.

Jayme Lawson, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku, Omar Miller, Li Jun Li, Jack O’Connell e Christian Robinson,

Na trama, os irmãos gêmeos retornam à sua cidade natal tentando fugir de vidas marcadas por violência e arrependimento. Mas o refúgio rapidamente se transforma em pesadelo quando eles descobrem uma ameaça ainda maior — e sobrenatural — à espreita.

Com elementos de terror psicológico, drama familiar e vampirismo, ‘Pecadores‘ foi aclamado pela crítica e pelo público desde sua estreia nos cinemas, sendo elogiado por sua abordagem visceral e socialmente carregada, marca registrada do diretor de ‘Pantera Negra‘ e ‘Creed‘.

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Thiago Lacerda, Claudia Ohana e mais celebridades são eternizados na “Calçada da Fama” do Bonito CineSUR

A terceira edição do BONITO CINESUR – FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANO recebeu na tarde da última quinta-feira (31), no Centro de Convenções de Bonito, os consagrados atores Claudia Ohana e Thiago Lacerda para celebrarem o cinema e a natureza no projeto “As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano”, ação criada em parceria com a Prefeitura de Bonito, que une arte e meio ambiente em uma homenagem simbólica aos grandes nomes do audiovisual sul-americano.

Confira o vídeo e fotos:

Diretor Aurélio Michiles, roteirista Luiz Carlos Lacerda, atriz Claudia Ohana, diretor José Eduardo Belmonte, artista plástico, Humberto Espíndola e ator Thiago Lacerda em frente suas placas

A iniciativa propõe o resgate da memória cultural e a conexão entre o ser humano e o meio ambiente por meio de um simbolismo: gravar mãos de artistas reconhecidos do audiovisual sul-americano e patas de animais típicos da fauna pantaneira – lado a lado – em esculturas simbólicas. As placas são feitas de ferro, cimento e vidro e foram criadas pelo artista plástico Lula Ricardi.

Thiago Lacerda eternizou sua passagem ao lado das pegadas da Queixada, enquanto Claudia Ohana homenageou o Quati.

“Acho tão legal saber que a gente faz parte da história do cinema nacional. Fazer um festival em Bonito é sensacional e ser homenageada é sempre um privilégio.” declarou a atriz que apresentará, no sábado (02), o encerramento e premiação do festival ao lado de Lacerda. Sobre o projeto, o ator se diz honrado pela participação: “ Ter um espaço como o Pantanal, mágico, se encontrando com a arte, com a cultura, com a educação, do ponto de vista do fomento das manifestações artísticas, é vibrante. O Brasil merece, a América Latina merece”.

Além dos dois, foram homenageados, na tarde de quarta-feira, o diretor e roteirista Luiz Carlos Lacerda (Tatu Galinha), o diretor Aurélio Michiles (Capivara), o diretor José Eduardo Belmonte (Paca), e o artista plástico, Humberto Espíndola (Jacaré). O evento foi realizado no Centro de Convenções de Bonito, mas todas as placas serão expostas posteriormente em uma calçada na Praça da Liberdade, no Centro de Bonito.

A primeira parte do projeto já havia acontecido na última segunda-feira (28), ocasião em que estiveram no festival os atores Ana Brun (tamanduá-mirim), grande nome do cinema paraguaio homenageada no festival, Maeve Jinkings (lobo-guará) e Antônio Pitanga (onça-pintada); a produtora argentina Cecília Diez (papagaio); e o distribuidor Jean Thomas Bernardini (anta).

Gustavo Cegonha, Lula Ricardi, Cecília Diez, Ana Brun, Humberto Espíndola, Antônio PItanga, Josmail Rodrigues, Maeve Jinkings, Nilson Rodrigues, Andrea Freire e Jean Thomas Bernardini - Créditos: ©️ Fotografando Bonito
Gustavo Cegonha, Lula Ricardi, Cecília Diez, Ana Brun, Humberto Espíndola, Antônio PItanga, Josmail Rodrigues, Maeve Jinkings, Nilson Rodrigues, Andrea Freire e Jean Thomas Bernardini – Créditos: ©️ Fotografando Bonito

O idealizador do Festival de Cinema, Nilson Rodrigues, diz que a iniciativa servirá, sobretudo, como memória para a cidade com o registro de personalidades sul-americanas que fazem a história do audiovisual e que serão retratadas ao longo dos anos, durante a realização dos próximos festivais.

“Nós vamos registrar aqui em Bonito esses artistas sul-americanos, brasileiros e sul-mato-grossenses que fazem a história do cinema e do audiovisual. Vamos ter as patas dos animais ao lado das patas humanas. Como nós estamos em Bonito, esse paraíso ecológico, vamos dizer que os humanos e os animais caminham juntos. É isso que tem significado para a Terra. Somos uma coisa só e precisamos salvar o planeta”, disse Rodrigues. 

JD Vance ironiza POLÊMICA sobre comercial de Sydney Sweeney: “Se acha bonita, é nazista?”

O vice-presidente dos EUA, JD Vance, aproveitou a controvérsia em torno do comercial de jeans estrelado por Sydney Sweeney para provocar os democratas — mesmo sem qualquer declaração oficial do partido sobre o tema.

Durante participação no podcast conservador Ruthless, Vance ironizou:

“Meu conselho político para os democratas é: continuem dizendo que quem acha a Sydney Sweeney bonita é nazista. Isso parece ser a estratégia atual deles.”

A fala faz referência ao intenso debate nas redes sociais sobre um comercial da atriz para a marca American Eagle, em que ela aparece com roupas justas e apresentação hipersexualizada. Parte da discussão online associou a estética do comercial à ideais nacionalistas — o que gerou respostas acaloradas e polarizadas.

Para Vance, o episódio expõe o que ele considera uma desconexão dos democratas com o “americano médio”.

“Você tem uma garota bonita, americana, fazendo um anúncio normal de jeans e eles enlouquecem com isso. É como se tivessem aprendido nada com a eleição de novembro de 2024,” afirmou, referindo-se à vitória do Partido Republicano na última eleição presidencial.

O vice-presidente ainda acusou o Partido Democrata de se afastar dos valores tradicionais:

“Grande parte do que os democratas fazem hoje gira em torno da hostilidade à vida americana básica. Uma garota bonita, num comercial de jeans, e eles surtam. Isso diz muito mais sobre eles do que sobre nós.”

A equipe da atriz Sydney Sweeney não comentou oficialmente sobre o caso até o momento. O comercial, por sua vez, continua circulando nas redes e dividindo opiniões — e, agora, servindo como novo combustível na guerra cultural entre direita e esquerda nos EUA.

O comercial mostra Sweeney falando sobre genética — “Genes são passados de pais para filhos, determinando coisas como cor dos olhos ou cabelo. Meus jeans são azuis.” —, fez alguns críticos acusarem a marca de reforçar ideais eurocêntricos e de beleza excludente, por escolher uma mulher branca, magra e loira como símbolo dos “melhores genes da América”.

Confira o comercial:

Enquanto o comercial continua circulando com alto engajamento nas redes sociais, o debate reacende uma velha polarização cultural entre representatividade, padrões de beleza e liberdade de criação na publicidade.

E agora, com a Casa Branca e comentaristas políticos entrando na discussão, a campanha da American Eagle acabou se tornando um inesperado símbolo da guerra cultural americana.

Uniforme COMPLETO do Homem-Aranha é REVELADO no segundo teaser de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’

Homem-Aranha: Um Novo Dia - Uniforme

Homem-Aranha: Um Novo Dia’, novo filme da Sony em parceria com a Marvel Studios, teve seu segundo teaser divulgado.

Dessa vez podemos ver mais detalhes do novo uniforme que será usado pelo herói.

Confira os teasers:

 

O universo do Homem-Aranha vai ganhar reforços de peso em . A produção, que marca a continuação da jornada de Peter Parker interpretado por Tom Holland, acaba de confirmar o retorno de Mark Ruffalo ao papel de Bruce Banner, o Hulk — personagem que o ator vive desde Os Vingadores (2012).

Os rumores sobre a participação de Ruffalo já circulavam nos bastidores, mas a confirmação veio com o avanço do roteiro e o início iminente das filmagens, que estão programadas para começar ainda neste mês, no Reino Unido.

Além de Ruffalo, o elenco traz de volta Michael Mando, conhecido por seu trabalho em Better Call Saul, no papel do vilão Escorpião. O personagem apareceu pela primeira vez em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017), e agora retorna como uma ameaça ainda maior para o herói.

E as novidades não param por aí. O longa também contará com o retorno de Jon Bernthal como o anti-herói Justiceiro (The Punisher). Esta será a primeira vez que o personagem aparece nas telonas dentro do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), desde a sua última aparição em Punisher: War Zone (2008), onde foi interpretado por Ray Stevenson.

Assim como nos filmes anteriores, a nova produção segue a tradição de colocar o jovem Peter Parker ao lado de figuras mais experientes do universo Marvel. Em De Volta ao Lar, ele dividiu cenas com Tony Stark (Robert Downey Jr.), em Longe de Casa com Nick Fury (Samuel L. Jackson) e em Sem Volta Para Casa com Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch). Essa dinâmica remete diretamente à clássica série de quadrinhos Marvel Team-Up, onde o Homem-Aranha frequentemente se unia a outros heróis em aventuras conjuntas.

Embora os detalhes do enredo estejam sendo mantidos em segredo, fontes próximas à produção sugerem que o trio formado por Homem-Aranha, Hulk e Justiceiro terá confrontos intensos antes de se unirem contra um inimigo comum — uma fórmula consagrada nas histórias da Marvel.

O filme está sendo dirigido por Destin Daniel Cretton, responsável por Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, com roteiro assinado por Chris McKenna e Erik Sommers, veteranos da franquia do Homem-Aranha. A estreia está marcada para 31 de julho de 2026.

‘O Amor Não Tira Férias’, com Kate Winslet, Cameron Diaz e Jude Law, vai ganhar SÉRIE pela Apple TV+

A clássica comédia romântica natalina ‘O Amor Não Tira Férias‘ (The Holiday, no original) ganhará uma nova versão em formato de série limitada pela Apple TV+. Segundo informações confirmadas pela Variety, o projeto está atualmente em fase de desenvolvimento e contará com novos personagens, ainda que mantenha a premissa central do filme de 2006.

A história continuará girando em torno de duas mulheres — uma britânica e uma americana — que decidem trocar de casas durante as festas de fim de ano e acabam encontrando o amor onde menos esperavam.

Diferentemente da versão original estrelada por Kate Winslet, Cameron Diaz, Jude Law e Jack Black, a série focará em protagonistas inéditas.

Krissie Ducker, conhecida por seu trabalho em ‘Killing Eve‘ e ‘Sweetpea‘, será a roteirista principal e produtora executiva da série.

Rob Delaney, co-criador da aclamada série ‘Catastrophe‘, atuará como consultor criativo. A produção ficará a cargo da Left Bank Pictures, responsável por sucessos como ‘The Crown‘. A criadora do filme original, Nancy Meyers, não está envolvida com a nova adaptação.

Lançado em 2006, ‘O Amor Não Tira Férias‘ arrecadou mais de 200 milhões de dólares ao redor do mundo e conquistou uma base fiel de fãs com o passar dos anos.

A trama original mostrava Iris (Winslet), uma jornalista londrina que troca de casa com Amanda (Diaz), dona de uma empresa de trailers de cinema em Los Angeles. No novo cenário, cada uma encontra o amor — Iris com o compositor Miles (Black) e Amanda com Graham (Law), irmão de Iris.

Ainda não há elenco definido, mas a expectativa é de que, uma vez que os papéis principais sejam preenchidos, a Apple TV+ dê sinal verde para a produção.

‘Ransom Canyon’: Casey W. Johnson terá participação regular na 2ª temporada de série da Netflix

Os fãs de ‘Ransom Canyon‘ podem esperar mais da presença de Casey W. Johnson na próxima temporada. O ator, que interpretou Kit Russell de forma recorrente na primeira leva de episódios, foi promovido ao elenco regular para a segunda temporada da série, segundo fontes próximas à produção revelaram à Deadline.

A produção do segundo ano da série está prevista para começar ainda neste outono (do hemisfério norte), em Albuquerque, no Novo México.

Criada por April Blair e baseada nos livros de Jodi Thomas, ‘Ransom Canyon‘ é um drama familiar com fortes elementos de romance e ambientação contemporânea no oeste americano.

A trama acompanha três famílias tradicionais de pecuaristas que disputam o controle de suas terras, de seus legados e de suas próprias vidas, enquanto enfrentam ameaças externas que colocam em risco o modo de vida que lutam para preservar.

No centro dessa disputa está Staten Kirkland (Josh Duhamel), um rancheiro marcado por uma perda devastadora e consumido por um desejo de vingança. Sua única esperança de redenção está em Quinn O’Grady (Minka Kelly), dona do salão de dança da cidade e amiga de longa data da família. Mas o retorno de um forasteiro misterioso traz segredos do passado à tona, intensificando o conflito pela sobrevivência de Ransom.

Kit Russell, personagem de Johnson, é o irmão mais velho de Lucas (Garrett Wareing). Ambos foram marcados pelo abandono e os abusos do pai, que deixou profundas cicatrizes emocionais. Kit assumiu o papel de figura paterna para o irmão mais novo, enquanto Lucas buscava refúgio nos estudos. Além da relação familiar, Kit teve destaque no enredo envolvendo o acidente de carro que matou Randall, filho de Staten, sendo peça-chave na revelação do mistério.

O elenco da primeira temporada também contou com Eoin Macken, Philip Winchester, Lizzy Greene, Andrew Liner e James Brolin.

Crítica | ‘Ransom Canyon’ – Novo “novelão” da NETFLIX decepciona ao mostrar as dores e os amores no mundo dos cowboys

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Baseada na saga homônima escrita por Jodi Thomas, a produção explora a vida no campo, os dramas de uma pequena cidade do interior e a luta de três fazendeiros para perpetuarem o legado de sua famílias através de suas terras.

“Essa é uma série familiar multigeracional. É como uma mistura entre ‘Virgin River’ e ‘Yellowstone’,” declarou Jinny Howe, chefe do departamento de drama do serviço de streaming.

Crítica | ‘Olhos de Wakanda’ é uma boa antologia que acerta e ESCORREGA na mesma medida

Após sua estreia em 2018, Pantera Negra realmente elevou o nível das produções da Marvel Studios ao não apenas se tornou uma das adaptações de HQs mais aclamadas de todos os tempos, como fez história nas principais premiações ao redor do planeta. Não é surpresa que o sucesso imensurável do longa-metragem culminou em uma sequência, Pantera Negra: Wakanda para Sempre’, expandindo a mitologia e introduzindo personagens como Riri Williams (Dominique Thorne) – que viria a protagonizar sua própria série, ‘Coração de Ferro’. E, continuando essas ramificações, somos convidados a conhecer a antologia animada Olhos de Wakanda, que chegou hoje, 1º de agosto, ao catálogo do Disney+.

Através de quatro breves episódios, o projeto navega por aventuras inéditas que se mantêm fiéis ao que já sabemos sobre Wakanda à medida que dá espaço para um grupo conhecido como Hatut Zaraze (Cães de Guerra, na tradução) e uma apaixonante preocupação artística que se equilibra entre a modernidade e o clássico. Há certos deslizes que aparecem mais de uma vez e convencionalismos difíceis de serem varridos para debaixo do tapete – mas o objetivo aqui é garantir um encontro entre passado e presente em um apreço notável por peripécias, cenas de ação bem coreografadas e uma familiaridade aprazível o bastante para nos manter instigados. E, conforme nos aproximamos do final, as tramas convergem para um ponto em comum que abre ainda mais portas para o Universo Cinemático Marvel.

Criada por Todd Harris, a atração bebe bastante de outra recente animação da plataforma de streaming‘Predador: Assassino de Assassinos’. Todavia, essa similaridade não se confere à atmosfera construída, e sim ao fato de convidar o público a uma jornada pelo tempo e pelo espaço, recontando histórias muito conhecidas com um toque de fantasia e de magia. Dessa maneira, passeamos por Creta de 1260 a.C., em que uma guerreira Dora Milaje desonrada recebe a missão de encontrar um dissidente wakandano que se tornou um ditador opressor; pela Grécia Antiga, onde somos convidados a conhecer uma “narrativa não contada” do mito de Aquiles; pela China imperial, em que um soldado enfrenta uma ameaça inesperada ao reaver uma importante relíquia; e pela Guerra Ítalo-Etíope, cujas consequências reverberam quase setecentos anos mais tarde.

Harris não é nenhum novato no gênero super-heroico, mas faz sua estreia como showrunner após ter trabalhado no departamento artístico de títulos como Pantera Negra e ‘Vingadores: Ultimato’, além de ter sido escalado como membro da equipe criativa do subestimado ‘Trem-Bala’, filme de ação estrelado por Brad Pitt. Dessa maneira, o criador tem contato o suficiente com obras do gênero para fornecer uma perspectiva diferenciada em alguns elementos, mas que joga na zona de conforto para garantir um total aproveitamento pelos espectadores. E, comandando todos os capítulos da minissérie, Harris esquadrinha um caminho que desfaz as linhas do tempo-espaço em um atemporal e burlesco espetáculo visual.

De fato, não há muito de novo em se ver por aqui e, da mesma maneira que acerta em cheio em certos quesitos, a animação escorrega em problemas de ritmo e em convencionalismos excessivos que mancham uma bela e ambiciosa estrutura. O primeiro e o terceiro episódios têm um sólido início que soa como uma arquitetura em videogame ganhando vida, em que cada cena convida a presença do público de maneira quase ativa; porém, os incontáveis diálogos e os arquétipos engessados de seus respectivos personagens não conseguem sustentar o que prometem e nos deixam com um gosto agridoce de frustração. Em compensação, o segundo e o quarto capítulos aproveitam seus respectivos backgrounds para focar no entretenimento e em arcos bem construídos e envolventes dentro dos limites de sua dimensionalidade.

É notável como o esmero artístico fala mais alto, permitindo que as técnicas em 3D vibrem em uma explosão de cores e uma escolha on point de figurinos e acessórios que correspondam à imensa contribuição de Wakanda para o planeta – desde os aparatos tecnológicos a um elaborado arsenal bélico. Dessa maneira, o enredo é “deixado de lado” e recebe um tratamento simplificado; mas percebemos um comprometimento significativo do elenco, que inclui Winnie Harlow como a rebelde Noni, protagonista do episódio de estreia; Cress Williams como o poderoso e psicótico antagonista Leão; Jona Xiao como Jorani, uma guerreira chinesa que funciona como outra versão do Punho de Ferro; e Zeke Alton como o irrefreável e inconsequente Príncipe Tafari.

Olhos de Wakanda pode ter um número considerável de deslizes, mas em momento algum deseja dar um passo maior que a perna, optando por se posicionar em uma zona confortável e que entregue aos fãs do MCU o que eles esperam – histórias bem-intencionadas de aventura e ação, pinceladas com a dosagem correta de quebras de expectativa e o coração no lugar certo.

Tom Holland desconversa sobre rumores de ser o novo James Bond: “Há especulações”

Tom Holland voltou a ser assunto entre os fãs de franquias de peso — e desta vez, não apenas por sua presença no teaser de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘, divulgado nesta sexta-feira (01).

O ator britânico de 28 anos também foi envolvido em rumores recentes que o colocam como um dos possíveis nomes para interpretar o próximo James Bond no reboot comandado por Denis Villeneuve.

Questionado sobre os boatos em um vídeo no canal de YouTube de Gordon Ramsay, Holland preferiu manter o mistério. “Olha, há especulações no momento. Vamos manter isso no mínimo por enquanto”, respondeu com um sorriso enigmático. “A gente chega lá um dia.”

Embora não tenha confirmado nem negado diretamente, o ator demonstrou gratidão por sua trajetória até aqui:

“Para qualquer jovem ator britânico, [interpretar James Bond] é o auge da nossa indústria. Eu já me considero o garoto mais sortudo do mundo. Nunca poderia ter sonhado com a carreira que tive.”

Com o novo filme de 007 em desenvolvimento — o primeiro sob total controle criativo da Amazon MGM e com roteiro de Steven Knight (Peaky Blinders) —, o mistério sobre quem será o sucessor de Daniel Craig continua alimentando a curiosidade do público.

Além de ter criado a icônica série ‘Peaky Blinders‘, o novo roteirista também foi responsável pelo enredo de ‘Jornada da Liberdade‘, ‘Spencer‘, ‘Toda Luz que Não Podemos Ver‘ e ‘Maria Callas‘.

Aclamado pelos críticos, Knight ainda foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Coisas Belas e Sujas‘.

Amy Pascal e David Heyman servirão como produtores.

Vale lembrar que a busca por um novo ator para vestir o icônico terno do espião mais famoso do cinema continua. Entre os cotados, Taron Egerton, Jacob Elordi, Tom Holland e Harris Dickinson estão entre os favoritos do estúdio.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.