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Após ser confirmado, ‘Um Lugar Silencioso 3’ ganha primeiro LOGOTIPO

Um Lugar Silencioso 3’ foi oficialmente confirmado ontem, com o retorno de  John Krasinski como roteirista, produtor e diretor.

Além da confirmação, foi revelado o primeiro logotipo do filme.

Minimalista, o logo mostra apenas o 3 em números romanos.

Confira:

O filme chegará aos cinemas no dia 9 de julho de 2027.

Nenhum elenco foi revelado e detalhes sobre a trama seguem sob segredo. Todavia, é provável que Emily BluntMillicent SimmondsNoah Jupe, protagonistas dos longas originais, retornem ao novo capítulo da saga.

Krasinski e Allyson Seeger produzem o filme através da Sunday Night Productions, em cooperação com a Platinum Dunes.

A franquia Um Lugar Silencioso arrecadou mais de US$900 milhões no mundo todo com seus três filmes, que incluem Um Lugar Silencioso e Um Lugar Silencioso – Parte II’, ambos dirigidos por Krasinski, e a pré-sequência comandada por Michael Sarnoski, Um Lugar Silencioso: Dia Um’.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar ‘Um Lugar Silencioso 2‘, conversamos com Millicent Simmonds, Emily Blunt e Cillian Murphy.

Assista:

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Justiceiro pode vestir armadura estilo Homem de Ferro em novo filme, diz rumor

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ promete ser uma adição emocionante ao MCU, com a confirmação de que o Justiceiro, o Hulk e o Escorpião farão parte da trama. Agora, novos rumores indicam que Frank Castle pode receber upgrades significativos.

De acordo com o ComicBookMovie, o Justiceiro “vai receber uma grande evolução para enfrentar o Hulk e o Homem-Aranha. Mais especificamente, ele pode adquirir novas armas e equipamentos do Departamento de Controle de Danos (Damage Control). Não é improvável que Frank Castle use até mesmo uma armadura no estilo Homem de Ferro.

Esses rumores reforçam teorias de fãs sobre como o Justiceiro seria capaz de enfrentar o Hulk, um confronto comum em adaptações de quadrinhos quando esses heróis se encontram.

Apesar de rumores recentes sugerirem a aparição de Vincent D’Onofrio como o Rei do Crime, até o momento, parece que nem ele nem o Demolidor de Charlie Cox farão parte da história.

O filme está se desenvolvendo rapidamente e tudo indica que será uma aventura em nível urbano, algo que os fãs pedem há anos.

O título “Um Novo Dia” faz referência a uma fase controversa das histórias em quadrinhos do Homem-Aranha. Nessa fase, graças a um acordo com Mefisto, o herói ganhou um recomeço: seu casamento com Mary Jane terminou e sua identidade voltou a ser secreta. Ele enfrentou novos inimigos e foi cercado por um elenco de apoio renovado, incluindo um Harry Osborn ressuscitado.

Confira os teasers:

 

 

‘Vingadores: Apocalipse’: James Marsden usará traje inspirado em ‘X-Men ’97’, diz rumor

A aguardada chegada de Vingadores: Apocalipse às telonas promete uma guerra multiversal e a estreia oficial dos X-Men no Universo Cinematográfico Marvel (MCU). O filme marcará o retorno de atores da antiga Fox em seus papéis icônicos, reacendendo a expectativa dos fãs.

De acordo com o ComicBookMovie, uma das novidades mais empolgantes é a indicação de que James Marsden, que interpreta o Ciclope, usará um traje semelhante ao dos quadrinhos originais. Especificamente, ele deve vestir um uniforme azul e amarelo inspirado no design clássico de Jim Lee.

Essa revelação reforça rumores antigos de que os heróis usarão trajes fiéis às suas versões dos quadrinhos. Parece que os irmãos Russo, diretores do filme, estão se inspirando fortemente nesses designs, além de referências da aclamada série ‘X-Men ’97’.

O longa aparentemente apresentará um embate épico entre “Vingadores vs. X-Men”. Rumores indicam que esse conflito surgirá quando o Doutor Destino manipular os dois grupos de super-heróis para que entrem em guerra entre si, adicionando uma camada de intriga e complexidade à trama.

É importante ressaltar que, até o momento, essas são apenas especulações.

‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Matt Rife e Elton Castee COMPRAM a casa dos Warren e assumem a guarda da boneca Annabelle

O comediante Matt Rife e o criador de conteúdo Elton Castee são os novos donos da lendária casa de Ed e Lorraine Warren, em Monroe, Connecticut — residência que abriga o infame Museu do Ocultismo e, claro, a controversa boneca Annabelle, inspiração para uma das franquias de terror mais bem-sucedidas do cinema.

O anúncio foi feito por Rife em seu perfil no Instagram. Confira:

“ANÚNCIO INSANO! Comprei oficialmente a casa e o Museu Oculto de Ed e Lorraine Warren, incluindo a minha condição de guardião legal, pelos próximos 5 anos, de toda a coleção assombrada, incluindo A BONECA ANNABELLE, com meu bom amigo Elton Castee!! Se você me conhece, sabe que sou obcecado pelo paranormal e por tudo que é assombrado. Você também deve saber que os filmes Invocação do Mal são meus filmes de terror favoritos de todos os tempos. Portanto, estou incrivelmente honrado por ter assumido uma das propriedades mais proeminentes da história do paranormal. Ed e Lorraine Warren, sem dúvida, trouxeram a demonologia e o paranormal para o mainstream e são o coração de algumas das histórias assombradas mais famosas de todos os tempos, como Invocação do Mal, Horror em Amityville, etc. Planejamos abrir a casa para pernoites e visitas ao museu para que você possa vivenciar e aprender toda a história assombrada que cerca este lugar incrível”.

Para os fãs do universo criado por James Wan em ‘Invocação do Mal‘, a novidade tem um sabor especial: trata-se do local que serviu de base para o trabalho investigativo do Casal Warren, demonologistas que inspiraram toda a franquia citada, além de ‘Annabelle‘, ‘A Freira‘ e ‘Amityville‘.

O museu na casa dos Warren contém centenas de itens ligados a casos paranormais, com destaque absoluto para a verdadeira boneca Annabelle, que, segundo os investigadores, teria sido usada por uma entidade maligna para causar danos físicos e espirituais.

A mudança de posse vem pouco tempo após a morte de Dan Rivera, o último guardião da Annabelle, que faleceu no mês passado por causas naturais. Ed Warren faleceu em 2006 aos 79 anos, e Lorraine Warren morreu em 2019 aos 92. Agora, o legado do casal — que ajudou a popularizar o estudo de fenômenos paranormais na cultura ocidental — permanece nas mãos de duas figuras da nova geração digital, prometendo manter viva (e talvez ainda mais assustadora) a história por trás da casa mais temida da Nova Inglaterra.

Vale lembrar que a trajetória do Casal Warren se encerra nos cinemas com o aguardado Invocação do Mal 4: O Último Ritual’.

Confira o trailer oficial:

Invocação do Mal 4: O Último Ritual’ estreia nos cinemas brasileiros em 4 de setembro de 2025, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) completam o elenco.

A direção ficará a cargo de Michael Chaves, conhecido por seu trabalho em ‘A Maldição da Chorona‘. O cineasta já é uma figura familiar no universo da franquia, tendo dirigido ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ e ‘A Freira 2‘.

O roteiro foi assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu o terceiro filme ao lado de James Wan.

Lembrando que a franquia vai virar uma série de TV na plataforma de streaming Max.

Assinantes estão CHOCADOS com nova série erótica da Netflix

A Netflix segue investindo em filmes, séries e novelas mexicanas e seu mais recente lançamento arrebatou os assinantes brasileiros, dominando o TOP 1 na categoria de séries mais assistidas do streaming.

Intitulada ‘Pecados Inconfessáveis‘, a produção acompanha a vida de uma mulher que decide ter um caso extraconjungal, enquanto tenta se livrar de seu casamento abusivo.

Com uma abordagem erótica e cenas de sexo bem intensas, a produção chamou a atenção dos usuários da Netflix e está chocando muitos internautas que compartilharam suas reações por meio do X (Twitter).

Confira:

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Presa em um casamento abusivo, uma mulher encontra consolo em um caso com um homem mais jovem. Mas a paixão logo vira um jogo perigoso de sobrevivência.

A série foi criada por Leticia López Margulli e Guillermo Ríos.

O elenco conta com Zuria Vega, Andrés Baida, Erik Hayser, Manuel Masalva, Adriana Louvier, Ana Sofía Gatica e Mario Morán.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Análise do novo traje indica retorno às origens e o fim da tecnologia Stark

O recém-divulgado teaser de Homem-Aranha: Um Novo Dia’ está empolgando os fãs ao apresentar o visual completo do novo traje do herói, mais uma vez interpretado por Tom Holland. Uma análise detalhada do ComicBookMovie aponta para uma mudança significativa: a aparente ausência da tecnologia Stark no uniforme.

A transição entre o vermelho e o azul do traje é visivelmente mais áspera e menos refinada do que os designs anteriores do MCU, que se destacavam pelo acabamento tecnológico impecável. Essa estética mais “crua” parece ser uma escolha deliberada do diretor Destin Daniel Cretton, refletindo uma nova fase para Peter Parker, agora sem acesso aos recursos ilimitados da Stark Industries.

Além disso, o novo traje parece ser mais prático, o que pode significar que Tom Holland passará menos tempo em trajes digitais ou de captura de movimento durante as filmagens.

Os lançadores de teia também ganharam destaque. Agora maiores e mais robustos, eles contrastam com os modelos compactos anteriores, indicando que Peter está criando seus próprios equipamentos, sem o acabamento refinado da tecnologia Stark.

Até então, o Homem-Aranha do MCU raramente precisou se preocupar em ficar sem teia durante uma luta. No entanto, isso pode mudar em “‘Um Novo Dia’, sugerindo o retorno dos tradicionais cartuchos de teia, uma marca registrada dos quadrinhos clássicos.

O roteiro de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ já havia confirmado que Peter se inspirou nos trajes de Tobey Maguire e Andrew Garfield.

Elementos como o formato da curva vermelha no peito e ombros, a gola separada, o comprimento das luvas, a textura do tecido, o cinto mais baixo e até o padrão nas pernas remetem diretamente ao traje de Garfield.

Já as referências ao traje de Maguire aparecem principalmente nas teias em relevo e em algumas semelhanças no símbolo do peito.

Confira os teasers:

 

 

Novo filme da Netflix está fazendo as pessoas CHORAREM; Confira as reações!

O mais novo filme original da Netflix está fazendo os assinantes chorarem tamanho o impacto de sua trama. Intitulado ‘Meu Ano em Oxford‘, o longa traz Sofia Carson em mais um delicado drama sobre família, perdão, recomeços e a busca pelo amor verdadeiro.

Pelo X (Twitter), diversos internautas compartilharam suas reações ao longa e até mesmo sua surpresa com o plot twist. Muitos refletiram sobre a emocionante jornada da protagonista Anna e as lições que a trama traz.

Confira:

A produção foi lançada na última sexta-feira, 1º de agosto, na plataforma de streaming.

A trama acompanha Anna, uma jovem americana ambiciosa que, ao realizar seu sonho de estudar na Universidade de Oxford, vê sua vida transformada ao conhecer um local charmoso e inteligente que impacta profundamente suas escolhas.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Iain Morris (‘Descobrindo a Vida’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Corey Mylchreest, Dougray Scott, Catherine McCormack, Harry Trevaldwyn, Hugh Coles, Poppy Gilbert e Barney Harris.

‘She Rides Shotgun’: Taron Egerton comenta desafio de interpretar ex-presidiário em novo thriller

O ator Taron Egerton, que interpreta o ex-presidiário Nate em She Rides Shotgun, falou recentemente sobre o desafio de viver um personagem tão intenso e brutal no novo thriller policial sombrio da Lionsgate.

Em entrevista à Variety, Egerton refletiu sobre a complexidade emocional do papel:

“Na verdade, eu gosto do fato de que ele se odeia”, disse. “Ele tem esse perfil de herói relutante, torturado, mas jamais se veria assim. Ele só consegue refletir sobre seus próprios erros. É alguém que anda pelo mundo com a sensação de que não pertence a ele, e, muito menos, de que merece ser pai. Essa inaptidão emocional me interessa muito. É algo profundamente humano carregar uma voz interna dizendo que você estragou tudo”.

Egerton, indicado ao Oscar por ‘Rocketman’, revelou que o papel o atraiu justamente por representar uma mudança de tom em sua carreira:

“Achei que era um papel muito diferente, uma chance de fazer algo mais cru do que tudo que já fiz”, contou. “Fiquei profundamente tocado pela relação central entre pai e filha. Mas filmes como esse são difíceis de fazer. Difíceis de colocar no mundo hoje em dia, o que torna o processo ainda mais recompensador do ponto de vista criativo”.

Além de protagonizar, Egerton também atua como produtor do longa:

“Todo mundo está em busca de apostas seguras. Um filme à moda antiga como este não é uma delas… Nunca tivemos tempo suficiente para rodar, nem dinheiro suficiente para fazer acontecer. Concluímos em 25 dias, o que considero um milagre. Foram muitos sacrifícios para tirar esse projeto do papel”, destacou.

A transformação física do ator para viver Nate também impressiona: Egerton abandonou o visual de galã, raspou a cabeça, cobriu-se de tatuagens e ganhou muita massa muscular.

“Raspar a cabeça foi surpreendentemente libertador”, diz ele.

Sobre o preparo físico, o ator reflete: “É muito difícil transformar seu corpo para um papel e depois voltar ao normal. Acho que isso é banalizado em Hollywood e até glorificado como prova de comprometimento do ator, mas, pessoalmente, acho um processo complicado e pouco saudável”.

“O corpo de Nate reflete alguém que passou cinco anos comendo comida de prisão. É forte, robusto, mas não definido. Ele não é vaidoso, é um corpo funcional, feito para sobreviver atrás das grades”, acrescentou.

Egerton ainda conta que quase transformou uma tatuagem cenográfica em permanente: “Tinha umas pimentas desenhadas atrás da minha orelha e cheguei a agendar uma sessão para tatuá-las de verdade. Era o último dia de filmagem. Eu quase fiz. Uma loucura. Minha mãe estava visitando o set no Novo México naquele fim de semana e me fez desistir”.

Estrelado por Taron Egerton e com direção de Nick Rowland (Calm With Horses), o longa é baseado no romance homônimo de Jordan Harper, vencedor do Edgar Award.

Na trama, Egerton vive Nate, um ex-presidiário recém-libertado que se vê obrigado a proteger sua filha de 11 anos, Polly (interpretada pela promissora Ana Sophia Heger), de uma conspiração violenta liderada por um xerife corrupto e uma gangue brutal. Com poucos recursos e sem aliados confiáveis, pai e filha embarcam em uma fuga desesperada, marcada por perseguições, traições e descobertas emocionais.

O roteiro é assinado por Jordan Harper, ao lado de Ben Collins e Luke Piotrowski. O elenco ainda conta com Rob Yang (‘Succession‘) e John Carroll Lynch (‘Zodíaco‘, ‘Fargo‘). A trilha sonora original foi composta por Blanck Mass, músico experimental conhecido por atmosferas intensas e melancólicas.

Jeannie Seely, ícone do country, morre aos 85 anos

A música country perdeu uma de suas vozes mais emblemáticas. Jeannie Seely, vencedora do Grammy, faleceu aos 85 anos na última sexta-feira (01), em Hermitage, Tennessee. A causa foi uma infecção intestinal, agravada por duas cirurgias de emergência e complicações de saúde enfrentadas ao longo do ano.

Nascida em 6 de julho de 1940, em Titusville, na Pensilvânia, Seely conquistou o reconhecimento nacional em 1966 com o lançamento do hit “Don’t Touch Me”, escrito por Hank Cochran — que também viria a ser seu primeiro marido. A música lhe rendeu um Grammy de Melhor Performance Vocal Feminina em Country, marcando o início de uma carreira longa, intensa e profundamente influente.

Jeannie Seely quebrou barreiras importantes no conservador universo da música country. Foi a primeira mulher a apresentar regularmente segmentos da rádio country Grand Ole Opry, da qual se tornou membro em 1967. Em plena década de 60, causou alvoroço ao subir ao palco com uma minissaia — símbolo de sua postura autêntica, ousada e à frente do seu tempo.

Entre os anos 60 e 70, emplacou mais de duas dezenas de músicas nas paradas da Billboard Country, incluindo sucessos como “Can I Sleep in Your Arms” e “Lucky Ladies”. Também foi parceira frequente de Jack Greene, com quem lançou duetos como “Wish I Didn’t Have to Miss You”.

Além da música, Seely brilhou nos palcos e nas telas. Participou do longa Honeysuckle Rose (1980) ao lado de Willie Nelson, e estrelou Changing Hearts (2002), com Faye Dunaway. No teatro, atuou nos musicais The Best Little Whore House in Texas (1988), Always, Patsy Cline (2001) e em uma montagem de Os Monólogos da Vagina em Nashville, em 2005.

Mesmo em seus últimos anos, Jeannie Seely se manteve ativa e relevante. Em 2018, lançou o quadro “Sundays with Seely” na rádio Willie’s Roadhouse, da SiriusXM, levando sua paixão pela música country a uma nova geração de ouvintes.

Suspense que quase deixou Charlize Theron PARALIZADA está disponível GRATUITAMENTE em streaming

Após sua tumultuada jornada nos cinemas, marcada por um fracasso de bilheterias, críticas negativas e um acidente quase fatal, o thriller sci-fi ‘Aeon Flux‘ encontrou uma nova casa no streaming e está disponível gratuitamente.

O longa, que quase deixou Charlize Theron paralizada, está na grade de programação do Mercado Play, plataforma que pertence ao Mercado Livre.

Lançado em 2005 pela Paramount Pictures, ‘Aeon Flux‘ é uma adaptação live-action da série animada cult exibida na MTV nos anos 1990.

Na trama, daqui a 400 anos no futuro, uma doença dizimou grande parte da população da Terra. A cidade de Bregna é povoada por sobreviventes e também por cientistas, que comandam o local. Lá também existe um grupo de rebeldes liderado por Handler (Frances McDormand) e que conta com a participação da justiceira Aeon Flux (Charlize Theron), que é enviada a uma missão em meio aos cientistas. É quando ela descobre os segredos guardados da atual realidade do planeta.

Apesar de ter custado entre US$ 55 e 62 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 52 milhões mundialmente — menos de US$ 26 milhões nos EUA — e amargou uma avaliação de apenas 10% no Rotten Tomatoes.

A série original, por outro lado, tem aprovação de 90% e é amplamente reverenciada por sua estética ousada e narrativa enigmática.

Mas os problemas de ‘Aeon Flux‘ não ficaram apenas nas telas. Durante as gravações em Berlim, Charlize Theron sofreu um grave acidente ao tentar executar uma série de backflips para uma cena de ação. A queda causou uma hérnia de disco cervical que quase a deixou paralisada permanentemente.

“Eu estava a um centímetro de ficar completamente paralisada pelo resto da vida. Foi um acidente bizarro. Ninguém teve culpa, mas me fez perceber que eu precisava estar mais preparada. Foram oito anos de dores crônicas e espasmos por conta do dano nos nervos”, revelou Theron em entrevistas posteriores.

Dirigido por Karyn Kusama e escrito por Phil Hay e Matt Manfredi, o filme teve produção de grandes nomes como Gale Anne Hurd (O Exterminador do Futuro) e Gary Lucchesi.

Relembre o trailer:

‘Star Wars’: Liam Neeson critica a jornada do Mestre Jedi Qui-Gon Jinn na franquia

Liam Neeson, o renomado ator, expressou recentemente sua insatisfação com o destino de seu personagem, o Mestre Jedi Qui-Gon Jinn, emStar Wars: A Ameaça Fantasma’. Neeson, que interpretou o icônico Jedi, criticou a forma como Qui-Gon foi morto em combate por Darth Maul.

Em entrevista ao ComicBook, Neeson descreveu a morte de seu personagem como indigna de um Mestre Jedi.

“Se eu sou um Mestre Jedi, sabe…”, disse Neeson, “Meu personagem caiu naquele golpe de ‘Oh! Estou indo no seu rosto! Não, na verdade é no seu estômago.’ [imita sons de morte] ‘Ah, você me pegou!’ Tipo, por favor. Isso não parece coisa de um Mestre Jedi. Mas ainda assim, [fazer o filme] foi ótimo”.

Apesar de sua crítica, Neeson reprisou o papel de Qui-Gon Jinn em 2022 na sérieStar Wars: Obi-Wan Kenobi’. No entanto, o ator não parece interessado em um novo retorno à franquia.

Ele argumenta que o grande número de spinoffs e novas produções está diluindo a saga, tirando seu mistério e magia.

“Isso está diluindo [a saga], na minha opinião, e tirando o mistério e a magia de uma forma estranha”, comentou.

Lembrando que a segunda e última temporada de Andor, a mais recente adição ao universoStar Wars, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Audiência despencou! ‘Quarteto Fantástico’ sofre queda de 79% nas bilheterias americanas

Embora tenha iniciado sua jornada nos cinemas de forma positiva, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ teve uma segunda sexta-feira marcada por uma queda significativa de público.

Segundo dados do Box Office Mojo, o longa da primeira família da Marvel sofreu uma queda de 79,6% nas bilheterias, enquanto ‘Superman‘ apresentou um recuo mais suave de 70,4%.

Essa redução na procura do filme fez com que sua arrecadação fosse de US$ 57 milhões em sua estreia para US$ 11,7 milhões na sua segunda sexta-feira em exibição nos cinemas.

Em se tratando de ‘Superman‘, embora o longa tenha arrecadado menos em sua abertura, a queda por sua procura foi menor quando comparado ao adversário da Marvel. Conforme pontuado pelo Box Office Mojo, o longa foi de US$ 22,5 milhões (entre pré-estreias e estreia) para US$ 16,6 mi em sua segunda sexta-feira.

Esse declínio mais acentuado sugere que ‘Quarteto Fantástico‘ teve uma estreia fortemente dependente dos espectadores mais entusiasmados — o chamado efeito front-loaded. Ao fim de sua segunda sexta-feira, a procura pelo filme já havia diluído, diferente de ‘Superman‘.

Embora ambos os filmes tenham tido estreias expressivas, o novo filme de James Gunn mostrou mais estabilidade entre o primeiro e o segundo fim de semana. Já o longa produzido por Kevin Feige, por sua vez, parece ter atraído um público mais concentrado nos primeiros dias — sofrendo uma fuga mais rápida das salas.

Esse tipo de queda significa um risco de saturação rápida, o que pode limitar o desempenho da produção a longo prazo. Em contraste, ‘Superman‘ demonstrou maior resiliência e potencial de crescimento sustentado.

Mesmo com um grande início, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ enfrenta um dos declínios mais acentuados da temporada entre blockbusters. Isso indica que, apesar do sucesso imediato, a adesão do público ao filme não se sustentou após o impacto inicial.

Já ‘Superman‘, com uma queda menor e renda acumulada superior, mostra-se mais robusto e com maior capacidade de manter o interesse do público.

Vale lembrar que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ segue em cartaz nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

Anthony Mackie revela que nunca imaginou se tornar o Capitão América

O ator Anthony Mackie, conhecido por interpretar Sam Wilson, o Falcão, falou recentemente sobre sua carreira e a surpresa de assumir o manto do Capitão América. Segundo ele, nunca imaginou que teria essa oportunidade, já que Chris Evans estava consolidado no papel e havia estrelado uma trilogia de sucesso.

Em uma entrevista ao site ComicBook, Mackie explicou: “Eu nunca achei que interpretaria o Capitão América, porque já tínhamos um Capitão perfeitamente saudável. A Marvel tinha essa coisa interessante onde, basicamente, todo mundo podia fazer três filmes. Tipo: três filmes e acabou… O Thor sendo o único com uns 17 filmes… Então, nunca achei que teria essa oportunidade. Achei que faria um filme solo do Falcão, mas nunca imaginei um filme Falcão/Capitão América”.

Anthony Mackie, que dá vida a Sam Wilson, assumiu recentemente o manto de Capitão América no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM).

Com 48% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa contou com um orçamento de US$ 180 milhões, e arrecadou US$415,1 milhões mundialmente.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

Sam se vê no meio de um incidente internacional após se encontrar com o Presidente Thaddeus Ross. Ele precisa descobrir a razão por trás de um nefasto complô global antes que o verdadeiro mentor faça o mundo inteiro ver vermelho.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

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Nem o Freddy Krueger teria coragem de ver esses 10 filmes sozinho… Topa o DESAFIO?

Alguns filmes de terror exploram territórios tão assustadores que é impossível não sentir aquele impulso de tapar os olhos — ou ao menos espiar por entre os dedos. Com atmosferas densas e cenas que grudam na mente, eles realmente colocam nosso medo à prova. Pensando nesse tipo de impacto, preparamos uma lista de filmes tão intensos que nem o próprio Freddy Krueger teria coragem de assistir sozinho:

 

A Última Casa à Esquerda

Um filme tenso onde a vingança se torna a única solução. Depois de violentarem e maltratarem duas amigas, uma gangue de fugitivos se abriga, sem saber, na casa de veraneio da família de uma dessas moças. Quando os pais descobrem o que eles fizeram, dão início a uma vingança sangrenta.

 

Poltergeist – O Fenômeno

Um dos grandes clássicos do terror, Poltergeist, lançado no início da década de 80 e com roteiro escrito pelo grande Steven Spielberg, nos mostra a saga de uma família que mora na Califórnia e precisa enfrentar situações aterrorizantes.

 

O Exorcista

Lançado no segundo semestre do ano de 1974, o clássico filme de terror O Exorcista, baseado no livro homônimo escrito por William Peter Blatty, nos mostra a história de uma jovem que parece estar possuída por um demônio, sua mãe então chama um exorcista para tentar livrá-la dessa situação.

 

A Bruxa de Blair

Lançado 24 anos atrás, e que foi um verdadeiro estrondo de popularidade na época, A Bruxa de Blair nos mostra três estudantes de cinema que resolvem investigar e produzir um documentário sobre a lenda de uma bruxa. Escrito e dirigido por Daniel Myrick e Eduardo Sánchez.

 

Atividade Paranormal

Em 2007, um longa-metragem com baixo orçamento se tornaria um dos filmes mais rentáveis da história. Escrito e dirigido por Oren Peli, Atividade Paranormal nos mostra um casal que se muda para uma nova casa e percebem que coisas estranhas começam a acontecer.

 

O Chamado

Lançado 21 anos atrás nos cinemas, dirigido por Gore Verbinski, O Chamado nos leva para a história de uma jornalista que resolve investigar uma misteriosa morte e sumiços alguns dias após essas pessoas assistirem a um vídeo.

 

O Enigma de outro Mundo

Na trama, acompanhamos um grupo de cientistas em uma estação de ciências norte-americana na Antártida que acabam sendo atacados por integrantes de uma base norueguesa que estão indo atrás de um cachorro. Após a peculiar situação, os cientistas percebem que estão na presença de uma força alienígena que consegue mudar de forma e assumir a aparência humana, transformando qualquer um daqueles sobreviventes em suspeito. Assim, em meio ao caos, e com dificuldades de comunicação com o resto do mundo, o ex-piloto de guerra MacReady (Kurt Russell) assume o comando da situação.

 

O Orfanato

Escrito e dirigido pelo cineasta espanhol J. A. Bayona, acompanhamos a história de Laura, uma mulher que cresceu num orfanato e quando cresce resolve comprar o lugar. Quando seu filho adotado some, ela começa a escutar algumas vozes pelo lugar.

 

Mártires (2008)

Na trama, conhecemos Lucie (Mylène Jampanoï) e Anna (Morjana Alaoui), duas jovens que se conheceram ainda criança quando a primeira delas sofria psicologicamente pelos abusos cometidos contra ela durante o período que fora sequestrada. Quando elas crescem, uma década e meia depois, resolvem ir atrás das pessoas que cometeram os abusos contra Lucie e acabam encontrando uma família que esconde um segredo ainda maior.

 

A Entidade

Na trama, acompanhamos um escritor que se vê em enorme enrascada, junto de sua família, após encontrar uma caixa com filmagens antigas de alguns crimes.

 

 

‘Unicorns’: Romance estrelado por Ben Hardy e Jason Patel conquista 82% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Unicorns’, romance estrelado por Ben Hardy e Jason Patel, conquistou uma recepção bastante positiva no Rotten Tomatoes, alcançando 82% de aprovação da crítica, baseada em 44 avaliações, e 92% de aprovação do público.

Os críticos, em geral, elogiaram o desenvolvimento do romance, destacando sua narrativa delicada e, principalmente, o talento dos atores.

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“Hardy desvenda as camadas para revelar o despertar sexual de Luke de forma tão visceral que fica mais fácil relevar os atalhos narrativos do filme”, disse Chris Azzopardi do New York Times.

“É uma história modesta, em certos aspectos, mas nas mãos delicadas de Unicorns, ela se torna profundamente significativa”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.

“O drama improvisado dos codiretores Sally El Hosaini e James Krishna Floyd mostra um enorme coração, mas são os atores principais e suas identidades distintas que diferenciam este indie com temática LGBT, de outra forma, familiar”, disse Peter Debruge da Variety.

“O estreante Jason Patel traz um coração aberto ao papel de Aysha, alternando entre vulnerabilidade e magnetismo sedutor com sutis mudanças de linguagem corporal”, disse David Opie do IndieWire.

“Unicorns é um filme de romance queer totalmente sincero, sem alarde ou pressão para usar rótulos, e com uma autenticidade real sobre as dificuldades dos personagens”, disse Abigail Stevens do Screen Rant.

“Há uma força inerente nessa história, e Hardy e Patel realmente compreendem esses personagens e a forma como eles navegam por seus mundos. Está nos olhos emocionados de Hardy ou no sorriso cativante de Patel”, disse Brian Tallerico do RogerEbert.

“A química entre Jason Patel e Ben Hardy é frequentemente divina, e este último entrega uma atuação tão complexa e carismática que você fica envolvido até o fim”, disse Gregory Ellwood do The Playlist.

“Unicorns clama por compreensão, mas faz isso de uma forma que, em seus melhores momentos, é mais contemplativa do que histriônica. É a história de duas pessoas em um mundo que nem sempre é acolhedor, e é tão simples e tão complicada quanto essa história pode ser”, disse Steve Pond do TheWrap.

“Incapazes de negar a faísca entre eles, o casal é forçado a seguir um caminho inesperado de transformação, onde precisam questionar suas identidades e confrontar suas verdades individuais”, diz a sinopse.

O elenco é composto por Ben Hardy, Jason Patel, Hannah Onslow, Sagar Radia, Nisha K. Nayar, Grant Davis e Michael Karim.

O roteiro é de James Krishna Floyd.

Crítica | Sofia Carson e Corey Mylchreest brilham no honesto romance ‘Meu Ano em Oxford’

Sofia Carson vem ganhando notoriedade extrema no circuito fílmico atual – em grande parte fruto de uma parceria de enorme sucesso com a Netflix. Ao longo dessa colaboração contínua, Carson encabeçou produções como ‘Continência ao Amor’ e ‘A Lista da Minha Vida’, denotando um apreço considerável por rom-coms, revelou um lado voltado para a comédia com ‘Feel the Beat’ e até mesmo explorou as incursões de ação e aventura com o recente ‘Bagagem de Risco’. Agora, Carson faz seu retorno à gigante do streaming com o romance Meu Ano em Oxford, aguardado longa-metragem inspirado no romance homônimo assinado por Julia Whelan.

A trama parte de inúmeras histórias do gênero que conquistaram fãs ao redor do mundo e, talvez, seus aspectos de maior sucesso provenham da noção de que não há nada de novo a ser ofertado – o que não é um problema, necessariamente. Carson, em todo seu conhecido e sólido magnetismo performático, dá vida a Anna De La Vega, uma jovem que, desde os dez anos de idade, sonhava em ir para Oxford. E, após se graduar com honra na universidade e esquadrinhar um plano completo para o resto de sua vida, ela resolve tirar um “ano sabático” e participar de um curso de poesia vitoriana na Universidade de Oxford – uma das mais prestigiadas do mundo.

Ao se mudar para Londres, ela tem um início um tanto conturbado ao cruzar caminho com Jamie (Corey Mylchreest), um estranho a encharca com o próprio carro e que vem a se tornar seu professor – uma frustração grande para Anna, que esperava ter aulas com sua maior inspiração. E, em uma remodelação mais branda da estética do enemies-to-lovers, a relação entre os dois torna-se cada vez mais íntima até transformar-se em um romance fervoroso e que se beneficia da incrível e apaixonante química entre Cason e Mylchreest. Porém, como é de costume dentro de produções do gênero, as coisas não são tão simples e belas o tempo todo – e o crescente amor que um sente pelo outro é colocado à prova mais de uma vez.

Iain Morris, que assume o cargo de direção e que ficou famoso por seu trabalho em ‘The Inbetweeners’, tem plena ciência do tipo de projeto que assume aqui – e navega com ritmo conciso e confortável através dos convencionalismos, abraçando-os em prol de uma clara praticidade. À medida que constrói cada um dos atos de maneira a explorar ao máximo as tramas principais, o realizador não apenas foca no complexo relacionamento entre Anna e Jamie, mas garante que a força-motriz se expanda para seus próprios arcos, firmando um paralelo entre as tours-de-force vividas pelos protagonistas.

Anna é uma sonhadora, mas firma o pé no chão ao não ter a opção de “cometer escolhas erradas” e traçar um claro plano que a levará ao sucesso e às oportunidades que foram renegadas à sua família. Todavia, ao se envolver mais e mais com Jamie, ela percebe que a vida é feita de momentos e que cada segundo conta como se fosse o último – algo que ele a ensina. Em contrapartida, Jamie mergulha em um confrontamento de suas convicções, visto que jurou não se apegar a ninguém em virtude de uma batalha perdida contra o câncer e sua decisão de viver ao máximo e fora da cama de um hospital. E é claro que, sequência a sequência, eles entram em território perigoso, mas que vale a pena por cada sorriso arrancado e cada declaração de amor proferida.

Como podemos perceber, a história parte de produções similares como ‘A Culpa é das Estrelas’ e ‘Como Eu Era Antes de Você’, em que as clássicas máximas do amor impossível e da efemeridade do tempo se tornam personagens principais. Aqui, o teor jovial é reconstruído para uma ambientação mais amadurecida em que cada detalhe precisa ser pensado com minúcia significativa. Dentro desse espectro, o arco envolvendo Jamie e Anna é pincelado com a presença de um corpo de atores muito talentoso, que inclui Dougray Scott e Catherine McCormack em interpretações fabulosas como os pais de Jamie. De fato, os erros existem em uma similaridade não muito inspirada de obras anteriores – mas conseguimos deixar de lado os deslizes quando abraçamos essa honesta narrativa e a celebração da vida como ela é.

Meu Ano Em Oxford encontra sucesso principalmente na encantadora atuação de Carson como a protagonista Anna, reiterando seu merecido status como uma das queridinhas da atualidade, e no bem-vindo trabalho de Mylchreest como seu par romântico. Em uma produção comprometida em nos emocionar com um enredo fácil e delicioso de acompanhar, o novo filme original da Netflix cumpre com os requisitos esperados de um romance despojado e nos entretém mais uma vez.

‘Loki’: Marvel revela que Deus da Trapaça quase se encontrou com o Tribunal Vivo

A segunda temporada deLoki se encerrou com uma cena marcante, na qual o icônico vilão se torna o Deus das Histórias, o guardião do universo, e cria a Árvore do Tempo (Yggdrasil), que sustenta infinitas realidades alternativas.

Conforme o ComicBookMovie, recentemente, o livro Marvel Studios Loki: Season Two – The Art of The Series” revelou detalhes sobre tramas que foram descartadas. Entre as ideias, estava um encontro entre Loki e o Tribunal Vivo, uma das entidades cósmicas mais poderosas do Universo Marvel.

O artista Jackson Sze explicou no livro: “Sabíamos desde o início que o Loki se tornaria muito poderoso no final. Seja como o Deus das Histórias ou de alguma forma conectado ao Multiverso. Nas minhas imagens, eu me inspirei na linguagem visual criada pela série ‘What If…?’ para o Multiverso e basicamente coloquei o Loki no comando disso”.

Ele continuou, detalhando a exploração de figuras cósmicas: “Aí pensamos: ‘Quais seriam os maiores seres dos quadrinhos da Marvel com quem o Loki poderia interagir?’ E não tem muitos maiores do que o Tribunal Vivo nas imagens do Adam [Ross]. Fomos o mais cósmicos que conseguimos, mas também houve conversas sobre revisitar o passado do Loki”.

Para quem não conhece, o Tribunal Vivo é uma entidade cósmica extremamente poderosa, conhecida por emitir julgamentos imparciais, porém impiedosos.

Vale lembrar que ‘Loki’ está disponível no Disney+.

Thiago Lacerda destaca papel essencial da arte no Bonito CineSur: “Qualquer reunião em torno da arte e da cultura é fundamental, importante e urgente”

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Thiago Lacerda, carioca de nascimento e dono de uma trajetória artística marcante, é um rosto amplamente reconhecido por seu talento na televisão, no teatro e no cinema. Desde o final dos anos 1990, quando iniciou sua carreira, ele vem construindo uma sólida trajetória repleta de personagens inesquecíveis. No cinema, já soma dez longas-metragens em seu currículo. Nos palcos, deu vida a figuras emblemáticas como Calígula, Hamlet e Macbeth. Na TV, ficou eternizado em papéis como o Lula de Malhação, Giuseppe Garibaldi em A Casa das Sete Mulheres, Aramel em Hilda Furacão e, claro, Matteo de Terra Nostra, que conquistou o país.

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Durante o Bonito CineSur, o artista de 47 anos foi homenageado pela bela iniciativa do festival ‘As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano’ — uma ação realizada em parceria com a Prefeitura de Bonito, que promove uma conexão simbólica entre arte, meio ambiente e preservação da memória cultural, celebrando grandes nomes do audiovisual sul-americano. Logo após a cerimônia, em uma conversa breve, mas repleta de pontos interessantes, ele compartilhou reflexões sobre a importância do evento e os caminhos atuais do nosso cinema.

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Sobre a importância dos festivais para artistas e realizadores — especialmente como ponto de contato inicial entre a obra e o público — Thiago foi direto ao ponto:

“É de uma importância enorme. É fundamental esse encontro, essa troca, essa oportunidade de nos conectarmos com nossos pares — muitas vezes vindos de outras línguas e culturas, mas com quem, de alguma forma, nos identificamos. Está tudo ligado a esse lugar que a gente ocupa no mundo. Acho que Bonito é um espaço estratégico, central no continente, e pode muito bem se consolidar como um polo comprometido com o cinema e com as histórias que precisamos contar — histórias que nos dizem respeito. Esse lugar é maravilhoso. Qualquer reunião em torno da arte e da cultura é fundamental, importante e urgente. E inserir tudo isso num cenário mágico como esse é algo muito especial. Tenho certeza de que esse festival ainda terá muitas edições — e cada uma mais interessante que a anterior.”

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Sobre o atual cenário audiovisual brasileiro, o ator compartilhou um depoimento marcante:

“Vivemos um momento especial — especialmente se considerarmos o que enfrentamos recentemente: um período tenebroso de ataques à arte, ao que é humano, ao afeto. Foi um tempo de violência, autoritarismo e ignorância. Mas esse tempo duro produziu um momento muito interessante e muito potente. Sinto que o brasileiro está cada vez mais interessado no cinema brasileiro. O mercado vive uma fase de ebulição e transformação, ainda com muitos ajustes a fazer. É bonito ver o cinema brasileiro nesse lugar de força, de reconhecimento, e perceber como o Bonito CineSur abraça isso. Nossa gente tem talento, tem voz, capazes de produzir um cinema que convoca e emociona pessoas ao redor do mundo. Viva o cinema brasileiro!”

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

O Bonito CineSur encerra essa interessante edição no dia 02 de agosto com a entrega do Troféu Kadiweu. Acompanhe toda nossa cobertura nas redes sociais e também pelo site.

Variety divulga ranking do Universo Cinematográfico Marvel; Confira o top 10!

A revista Variety publicou seu ranking definitivo de todas as produções do Universo Cinematográfico Marvel (UCM), classificando da pior para a melhor. A lista inclui filmes e séries lançados até agora, com exceção de Olhos de Wakanda que saiu agora.

O ranking exclui adaptações de quadrinhos que não foram produzidas pelo Marvel Studios, como as séries da Netflix (Demolidor eJessica Jones), os filmes da Sony (Homem-Aranha) e da Fox (X-Men), além de séries de TV como ‘Agentes da S.H.I.E.L.D.’.

Confira o top 10 e siga o CinePOP no YouTube:

10 – ‘Loki
A série criada por Michael Waldron, que foca no icônico vilão, abre o top 10. Com duas temporadas, a produção é elogiada pela jornada de redenção do personagem.

A Variety destacou: “‘Loki’ permitiu que seu personagem-título se transformasse em algo muito maior. Enquanto Loki navegava pela burocracia de monitoramento da linha do tempo da Autoridade de Variância de Tempo, Tom Hiddleston aprofundou sua atuação dissecando habilmente o narcisismo tóxico de seu personagem”.

A revista concluiu que, “em um universo dedicado ao heroísmo, esta foi uma das histórias mais emocionantes do UCM de todos os tempos”.

Sinopse: Após roubar o Tesseract, Loki começa a pular no tempo, chamando a atenção da Autoridade de Variância Temporal.

Loki’ está disponível no Disney+.

9 – ‘Thor: Ragnarok’ (2017)
Dirigido por Taika Waititi, com roteiro de Eric Pearson, Craig Kyle e Christopher L. Yost, o terceiro filme do herói é apontado como a revitalização da franquia.

A revista ressaltou: Chris Hemsworth finalmente cortou o cabelo, mas o mais importante, ele ficou estranho, e tornou ‘Thor’ divertido novamente, já que o diretor Taika Waititi deu à franquia a sacudida excêntrica e estilosa de que tanto precisava.”

A Variety finalizou, dizendo que o filme é “a Marvel em sua forma mais citável (‘Ele é um amigo do trabalho!’) e reassistível”.

Sinopse: Thor descobre que seu pai, Odin, desapareceu e que sua irmã, Hela, a deusa da morte, está de volta. Preso em outro planeta, ele precisa correr para voltar a Asgard e impedir o Ragnarok, a destruição de seu mundo.

Thor: Ragnarok’ está disponível no Disney+.

8 – ‘Homem de Ferro’ (2008)
O longa que deu início ao UCM, dirigido por Jon Favreau e escrito por Mark Fergus, Hawk Ostby, Art Marcum e Matt Holloway, foi aclamado.

A Variety destacou a escalação de Robert Downey Jr. como Tony Stark, chamando-a de “uma das decisões mais importantes da história do cinema”. A revista também elogiou o filme por ter criado a fórmula do UCM, com “bom humor desconexo, uma tonelada de coração e um instinto para evitar qualquer coisa que se aproxime da auto-importância”.

Sinopse: O industrial bilionário Tony Stark é sequestrado e forçado a construir uma arma, mas em vez disso, ele cria uma armadura para escapar. Ao retornar, ele a aprimora para combater o crime.

Homem de Ferro’ está disponível no Disney+.

7 – ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ (2021)
Dirigido por Jon Watts, com roteiro de Chris McKenna e Erik Sommers, o filme que reuniu as três gerações do herói também foi aclamado.

A Variety pontuou que o longa “proporcionou o mesmo nível de suspiros dos fãs, aplausos e pipoca que ‘Ultimato’, e provou pela primeira vez desde o bloqueio que os filmes ainda poderiam evocar esse tipo de experiência”.

Sinopse: Após ter sua identidade secreta revelada, Peter Parker pede ajuda ao Doutor Estranho, mas o feitiço não sai como esperado. Ele e seus companheiros precisam enfrentar inimigos de todo o multiverso.

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ está disponível no Disney+.

6 – ‘X-Men ’97’ (2024)
A animação, criada por Beau DeMayo, alcançou uma posição alta no ranking e, apesar de não ser oficialmente do UCM, foi considerada uma das melhores produções do estúdio.

A revista elogiou a produção como uma “continuação moderna que supera todas as expectativas, com uma narrativa surpreendentemente madura, personagens ricamente realizados e animação superlativa”.

A Variety também a descreveu como “fascinante e profundamente política de maneiras que o UCM raramente é”.

Sinopse: Os mutantes do Instituto Xavier usam seus dons para proteger um mundo que os odeia, enfrentando organizações criminosas e supervilões que buscam exterminá-los. A série está disponível no Disney+.

X-Men ’97’ está disponível no Disney+. 

5 – ‘Capitão América: O Soldado Invernal’ (2014)
Dirigido por Joe e Anthony Russo, com roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely, a sequência do longa de Steve Rogers a abre o top 5.

A revista elogiou o filme por ser uma “homenagem aos thrillers políticos paranóicos da década de 1970”, destacando o desenvolvimento da relação entre Steve Rogers e Bucky Barnes e a contratação de Robert Redford para o papel de vilão.

Sinopse: Após os eventos de Nova York, Steve Rogers se adapta ao mundo moderno. Quando um colega da S.H.I.E.L.D. é atacado, ele se vê em uma rede de intrigas e precisa enfrentar um misterioso e inesperado inimigo: o Soldado Invernal.

Capitão América: O Soldado Invernal’ está disponível no Disney+.

4 – ‘WandaVision’ (2021)
Criada por Jac Schaeffer, a série ocupa a posição mais alta no ranking das séries do UCM.

A Variety destacou a experiência de assistir à série semanalmente, ressaltando o poder da “experiência comunitária (embora isolada)”, a revista observou como a série evoluiu de uma “homenagem peculiar às sitcoms clássicas” para uma “profunda exploração do poder do luto”.

WandaVision’ está disponível no Disney+.

3 – ‘Guardiões da Galáxia’ (2014)
Dirigido por James Gunn, com roteiro do cineasta e de Nicole Perlman, o filme abre o pódio.

A revista ressaltou como o longa deu destaque a personagens esquecidos, unindo “humor irreverente e profundas apostas emocionais na história de como o poder da amizade e o amor dos bangers dos anos 1960 e 70 podem derrotar o mal”.

A reportagem destacou a produção como um “filme completamente original que demonstra o que o UCM poderia fazer além de seu conjunto principal de super-heróis”.

Guardiões da Galáxia’ está disponível no Disney+.

2 – ‘Pantera Negra’ (2018)
Dirigido por Ryan Coogler, com roteiro dele e de Joe Robert Cole, o filme marcou o cinema por ser o primeiro longa de super-heróis liderado por um elenco negro.

A Variety enfatizou: “o primeiro filme de super-herói liderado por negros do UCM será lembrado como um momento cultural imponente, simbolizado pelo grito de guerra ‘Wakanda Forever’ e saudação de braços cruzados, bem como sua bilheteria de US $ 1,3 bilhão e histórica indicação ao Oscar de melhor filme”.

Sinopse: O príncipe T’Challa, herdeiro do trono de Wakanda, perde o pai e viaja aos Estados Unidos, onde tem contato com os Vingadores. O filme está disponível no Disney+.

Pantera Negra’ está disponível no Disney+.

1 – ‘Vingadores: Ultimato’ (2019)
Dirigido por Joe e Anthony Russo, com roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely, o filme que encerrou a Saga do Infinito foi considerado o melhor do estúdio.

A revista apontou que o longa “aproveita ao máximo a história do UCM com um enredo de assalto no tempo”.

A Variety também destacou: “a épica batalha final, reunindo (quase) todos os personagens do UCM até hoje, oferece uma ladainha de recompensas narrativas emocionantes e arrepiantes que fizeram o público em todo o planeta explodir em aplausos ensurdecedores”.

Sinopse: Após Thanos eliminar metade da vida no universo, os Vingadores precisam lidar com a perda de seus entes queridos. Com Tony Stark perdido no espaço, Steve Rogers e Natasha Romanov lideram a resistência contra o titã louco.

Vingadores: Ultimato’ está disponível no Disney+.

Crítica | Chappell Roan lida com a perda de um amor com o antêmico single “The Subway”

A trajetória de Chappell Roan no cenário musical vem se mostrando bastante interessante e munida de uma organicidade inegável: afinal, após ter aberto a turnê de Olivia Rodrigo e lançado o aclamado single “Good Luck, Babe!”, a cantora e compositora foi catapultada a um estrelato que lhe rendeu milhões de fãs ao redor do mundo – e que transformou seu álbum de estreia, The Rise and Fall of a Midwest Princess, em um sleeper hit que alcançou números estrondosos e uma sólida recepção crítica. Não é surpresa, pois, que Roan tenha se tornado um dos emblemas da nova geração do cenário fonográfico, dividindo os holofotes ao lado de nomes como Sabrina Carpenter, Rodrigo e Billie Eilish.

Ativista pelos direitos das mulheres e pelos direitos da comunidae LGTBQIA+, Roan sempre fez questão de transformar cada uma de suas músicas em uma declamação extremamente íntima e pessoal que singrou entre as experiências individuais a uma dialogismo universalizante que encantou ouvintes pelo planeta – como “Hot To Go!”“Super Graphic Ultra Modern Girl”“Pink Pony Club”, apenas para citar alguns. E, após ter nos entregado uma interessante faixa country há alguns meses com “The Giver”, a performer continua a fomentar sua próxima era com o recente lançamento da ótima semi-balada antêmica “The Subway”.

Chappell já se mostrou uma competente e habilidosa compositora, principalmente com o já mencionado single “Good Luck, Babe!”, em que discorreu acerca da problemática da heterossexualidade compulsória de forma inteligente, irônica e melancólica – assinando versos potentes e memoráveis. Logo, não é nenhuma surpresa que ela tenha repetido o feito com “The Subway”: aqui, ela se une às conhecidas predileções de Dan Nigro, também responsável pela produção da faixa, para construir uma tristonha história de um relacionamento falido que ainda deixa marcas na cantora – e que a compele a tentar recuperar seu amor perdido. Ademais, a tocante lírica serve como um arauto de cura após um coração partido, abrindo espaço para os familiares arrependimentos que ganham uma máscara original e muito envolvente.

Não é difícil entender que Roan sabe muito bem o que está fazendo e age a seu bel-prazer – motivo pelo qual se entrega de corpo e alma a cada uma das canções que encabeça. Em “The Subway”, ela e Nigro puxam elementos que nos remontam à famosa canção “Somewhere Only We Know”, da banda inglesa de alt-rock Keane, para arquitetar uma atmosfera de letargia inescapável que propulsiona o eu-lírico a lidar com a perda. E isso não é tudo: Nigro, que já trabalhou com Chappell em outras iterações, também promove inclinações a “The Casual” para fomentar uma espécie de continuidade entre o que já foi e o que está por vir.

Cada uma das engrenagens funciona com perfeição invejável e estupenda, seja nos clássicos arranjos do pop e do dream-pop, seja nas referências do indie-rock e do soft-rock que pincelam o encontro entre bateria, guitarra, baixo e piano. E, guiada pelos vocais irretocáveis de Roan, a mixórdia de gêneros encontra um ponto em comum que cresce beatbeat até se encontrar com as inflexões do power-pop e nos convidar a uma jornada que preza pela catarse e pela mais profunda emoção – trazendo, além disso, uma conhecida acidez tragicômica e jogos de palavras que expande as múltiplas camadas da canção.