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Sarah Jessica Parker se despede de Carrie Bradshaw após CANCELAMENTO de ‘And Just Like That’

Através do seu Instagram, Sarah Jessica Parker (‘Abracadabra’) compartilhou uma emocionante despedida de sua personagem Carrie Bradshaw após o cancelamento de ‘And Just Like That…‘, derivado de ‘Sex and the City‘.

Carrie Bradshaw tem dominado minha carreira por 27 anos. Eu a amei imensamente. Sei que outros a amaram tanto quanto eu. Sentiram-se frustrados, condenados e torceram por ela. A sinfonia de todas essas emoções tem sido a melhor trilha sonora e a companheira mais consequente. Portanto, tenho a gratidão mais profunda e uma dívida para a vida toda. A todos vocês.”

Ela completa, “Sou melhor por todos os dias que passei com você. Nunca te esquecerei. Agradeço a todos. Eu os amo. Espero que vocês gostem destes dois episódios finais tanto quanto eu.”

A atração finalizará sua última leva de doze episódios, que atualmente está em exibição, com um episódio duplo.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

Remakes, continuações e originais de sucesso – Os filmes de TERROR que completam 20 anos em 2025

Exorcismos, armadilhas mortais, torturas, magia negra, casas de cera, mortos-vivos, casas assombradas, cavernas inexploradas e até um albergue europeu, uma leva de filmes de terror icônicos completa duas décadas de existência — e, para os fãs do gênero, é uma oportunidade perfeita para revisitar (ou finalmente conhecer) algumas obras que marcaram a virada do milênio. Lançados em 2005, esses títulos carregam o espírito de uma era que misturava o medo psicológico com o horror gráfico, e começaram a moldar o gosto de uma nova geração que crescia entre fitas VHS, DVDs e os primeiros fóruns de discussão sobre cinema de gênero. De produções independentes que surpreenderam ao mundo a grandes estúdios apostando pesado em sustos e sangue, o ano foi especialmente frutífero.

É também interessante perceber como essas obras resistiram (ou não) ao teste do tempo: algumas viraram franquias bilionárias, outras se tornaram cults adorados, e há aquelas que simplesmente ficaram esquecidas — mas que agora ganham uma chance de brilhar novamente. Em comum, todas representam um retrato curioso do que assustava o público há vinte anos: casas assombradas, jogos sádicos, possessões demoníacas e muito body horror. Nesta matéria, vamos revisitar esses títulos com um olhar nostálgico, curioso e, claro, com a lanterna ligada — porque até hoje, algumas dessas histórias ainda provocam arrepios.

Jogos Mortais 2

A palavra de ordem em Hollywood para todo filme comercial que dá certo é: sequência. Quando o gênero é o terror então, isso é praticamente uma obrigação. Assim o cult ‘Jogos Mortais’ (2004), que foi muito comparado a ‘Seven’ em seu lançamento, precisou gerar uma continuação, mesmo que não pedisse por uma necessariamente. Mas até que deu certo. Desta vez, ao invés de duas pessoas restritas a um banheiro encardido, tínhamos meia dúzia de pessoas dentro de uma casa inteira de armadilhas mortais. Porém, mal sabiam que dariam início a uma franquia interminável, que já conta com 10 filmes e o 11º é prometido. Mas o segundo foi o último verdadeiramente interessante.

O Albergue

Para o bem ou para o mal, o sucesso de ‘Jogos Mortais’ terminou por criar o subgênero conhecido como ‘Torture Porn’, ou seja, aquele tipo no qual as cenas altamente explícitas de mortes e tortura contam mais do que qualquer outro elemento, como história, atuações ou suspense. Tudo terá seus fãs. E também seus imitadores. Assim, no mesmo ano do segundo ‘Jogos Mortais’, ganhávamos também ‘O Albergue’, segundo filme do diretor Eli Roth, sobre turistas americanos desavisados, caindo nas garras de um albergue eslovaco que promove a venda de seus hóspedes para milionários sádicos. Já viu, né?

O Exorcismo de Emily Rose

Nem só de “torture porn” viveu o terror há 20 anos, tivemos também obras baseadas em histórias reais, que intrigam ao mesclar fantasia e realidade. A pergunta que fica é: a jovem Emily Rose estava realmente possuída por espíritos malignos, ou ela sofria com surtos epilépticos? Sua condição era espiritual ou médica? Esse é o ponto forte desta pequena pérola do diretor Scott Derrickson (‘O Telefone Preto’), a dúvida que o longa nos propõe, podendo ser analisado das duas formas – e desta maneira sendo mais do que apenas um filme de terror. Com atuações poderosas de gente como Laura Linney, o saudoso Tom Wilkinson e a revelação de Jennifer Carpenter como a personagem título, ‘O Exorcismo de Emily Rose’ infelizmente não é tão comentado hoje como era há 20 anos.

A Chave Mestra

Continuando pela temática sobrenatural e da religião, aqui ao invés do catolicismo e de exorcistas, mergulhamos na cultura negra americana, nas religiões de matrizes africanas e em especial o vodu. Uma das obras do gênero mais subestimadas dos últimos anos, o longa é um prato cheio para os que apreciam a cultura dessa parte do sul dos EUA, dos pântanos e dos “bayous”, se mostrando também um digno herdeiro de clássicos como ‘Coração Satânico’ (1987). Kate Hudson é a loirinha da vez, no papel de uma jovem aceitando trabalho como cuidadora de um senhor idoso. No local, ela suspeita que a mulher do idoso esteja tentando fazer mal a ele, mas irá adentrar uma trama repleta de reviravoltas, que fala diretamente ao passado escravista e lida com certa reparação histórica.

A Casa de Cera

Existe uma trilogia involuntária com bons e subestimados filmes de terror que estrearam há 20 anos, cada um usando um segmento diferente do terror e vindos de estúdios diferentes. Ela é formada por ‘O Exorcismo de Emily Rose’ (da Sony/Columbia), ‘A Chave Mestra’ (da Universal) e ‘A Casa de Cera’ (da Warner). Todos eles são mais do que você espera. Esse aqui tentou dar sobrevida ao gênero slasher em meados dos anos 2000, após ter sido revivido no fim dos anos 90 – com ‘Pânico’. Na verdade, se trata de uma reimaginação moderninha de um clássico do horror gótico, com Vincent Price. Aqui, um grupo de jovens vai parar acidentalmente em uma cidadezinha abandonada por Deus, onde funciona um museu de cera repleto de segredos.

Horror em Amityville

Ryan Reynolds em um filme de terror? Sim, temos! Embora não seja tão conhecido por filmes mais intensos, o ator já andou molhando os pés em thrillers e filmes de terror. O mais famoso deles em seu repertório é ‘Horror em Amityville’, aposta ambiciosa da MGM para o remake de um clássico da década de 1970. Em resumo, os filmes Amityville são sobre casas assombradas, nos quais os moradores do endereço são subitamente tomados por alucinações que os leva à loucura e a fazer mal para seus entes queridos. É dito também ser baseado em uma história real.

Terra dos Mortos

Que tal um filme de terror comandado por uma verdadeira lenda do gênero, dentro de um tipo de filme que ele criou e fez escola? Nada melhor. Há 20 anos, o saudoso George Romero entregava o quarto filme de sua saga de mortos-vivos (e o último verdadeiramente bom) – ele seguiria, infelizmente por mais dois longas completamente esquecíveis. Voltando para o que foi bom, o grande diretor, que é o pai dos zumbis no cinema, voltava ao tema e como de costume seus filmes tinham mais a dizer sobre a sociedade do que meramente sustos fáceis. Aqui ele voltava à crítica social do primeiro, apresentando uma luta de classes: os ricos vivem em coberturas superprotegidas enquanto os pobres precisam viver embaixo junto com os mortos-vivos. Fora isso, continuando a narrativa de ‘Dia dos Mortos’, os zumbis evoluem e aprendem, mostrando que os verdadeiros vilões são os humanos.

Abismo do Medo

No terreno dos filmes desconhecidos que se tornaram cult e depois ficaram famosos, temos essa obra independente europeia, que pegou o mundo de surpresa e nesses 20 anos conseguiu se tornar um dos melhores e mais apreciados filmes do gênero. A trama é simples, mas muito eficiente. Um grupo de alpinistas formado apenas por mulheres decide praticar rapel em uma caverna subterrânea. Uma delas está em processo de luto após ter perdido o marido esportista em um acidente de carro. Um ano depois, essa é a forma com a qual ela decide superar o trauma. As seis amigas partem para a aventura, porém, irão encontrar um terror inimaginável no subterrâneo dessas cavernas inexploradas.

Wolf Creek: Viagem ao Inferno

Seguindo pelo terreno das produções independentes, longe de Hollywood, mas que se tornaram cult ao ponto de serem considerados alguns dos melhores exemplares do gênero, temos a produção australiana ‘Wolf Creek’. Na época, a crítica chegou a chamar o longa de “a verdadeira história de Crocodilo Dundee”. Também baseado em uma história real, o longa acompanha um trio de mochileiros se deparando com um caçador australiano, que se revela um verdadeiro psicopata sádico. Com toques de ‘O Massacre da Serra Elétrica’, o filme ganhou status de cult e até hoje é citado como exemplar inquietante do terror.

O Chamado 2

Finalizando a matéria, temos um exemplo do clássico “um raio não cai no mesmo lugar duas vezes”. O filme ‘O Chamado’ (2002) foi o primeiro de uma onda de remakes americanos de sucessos do terror japonês, seguido por ‘O Grito’ (2004) e outros. O filme fez de Naomi Watts uma estrela internacional, e ainda se mantém como não apenas uma das melhores refilmagens do gênero (ajudando a popularizar a assombração Samara), como um dos melhores filmes de terror dos últimos 25 anos. Assustador em diversos sentidos, o desfecho é especialmente bom por não trazer um final feliz, condenando, de certa forma, a humanidade. Mas como dito no início, fez sucesso, então precisou ter continuação. Toda a graça se esvaiu nessa sequência, digamos, desnecessária (para sermos educados). O curioso é que o diretor aqui é o mesmo da versão japonesa. Aliás, você sabia que existe um ‘O Chamado 3’ americano? Pois é, ele foi lançado em 2017.

Bônus: Água Negra

Não poderíamos terminar a matéria sem falar da investida do nosso Walter Salles no mercado Hollywoodiano. Infelizmente, o diretor do excelente ‘Ainda Estou Aqui’ não obteve o melhor dos resultados em sua grande oportunidade internacional, que poderia ter aberto portas para novos projetos na maior meca do cinema no mundo. Pegando o gancho de ‘O Chamado’ acima, ‘Água Negra’ também se trata de um remake americano de uma produção japonesa de sucesso. Apesar de não ter feito o sucesso esperado na época, o longa é um bom filme de terror, que nunca recebeu o carinho devido do grande público, se tornando no máximo cult. Na trama, a vencedora do Oscar Jennifer Connelly vive com sua pequena filha em um prédio detonado em uma área pobre da cidade. No local, estranhos acontecimentos começam a ocorrer, que podem estar ligados a antigos moradores do local.

‘Superbad – É Hoje’: Dave Franco revela desconforto causado por participação no longa

Dave Franco, estrela de filmes como ‘Vizinhos’, relembrou recentemente sua pequena, mas memorável, participação na comédia adolescente de 2007, ‘Superbad – É Hoje’. No longa, Franco interpretou Greg, um jogador de futebol.

Segundo o The Hollywood Reporter, Franco contou que a cena, que já era embaraçosa por si só, acabou gerando encontros constrangedores com fãs.

Eles frequentemente repetiam uma famosa fala do filme ao vê-lo na rua. Na cena em questão, o personagem Seth (interpretado por Jonah Hill) zomba de Greg por ele ter urinado nas calças anos antes.

“Foi uma jornada com aquela cena, porque apesar de eu ter só algumas falas, o filme foi tão grande que as pessoas me reconheciam na rua”, explicou Franco. “Elas gritavam: ‘Por que você não vai mijar nas calças de novo?'”.

Apesar do desconforto, o ator transformou a situação em motivação para continuar buscando novos papéis, determinado a não ser marcado apenas por essa participação. “Percebi rápido: ‘Preciso continuar trabalhando e conseguir outros papéis, senão vou ser o garoto do xixi pelo resto da vida'”, brincou.

‘Superbad – É Hoje’ conquistou 87% de aprovação no Rotten Tomatoes e, desde seu lançamento, tornou-se uma das comédias mais aclamadas dos anos 2000. O filme está disponível na Netflix.

Animação derivada de ‘Pantera Negra’ conquista 100% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as criticas!

Olhos de Wakanda, nova animação da Marvel derivada de Pantera Negra, já está disponível no Disney+. No Rotten Tomatoes, a produção estreou com uma impressionante aprovação de 100% por parte da crítica, baseada em 7 análises.

Para efeito de comparação, Pantera Negra conquistou 96% de aprovação com base em 525 avaliações, enquanto sua sequência, Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’, obteve 84%, a partir de 447 análises.

De modo geral, os críticos elogiaram a animação, destacando como ela consegue apresentar, de forma épica, a mitologia de Wakanda em apenas quatro episódios.

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“Há um número essencialmente infinito de histórias a serem contadas apenas sobre esse conceito, e ao escolher apenas quatro, Olhos de Wakanda prova isso de forma incrivelmente competente”, disse Jonathon Wilson do Ready Steady Cut.

“Com suas engenhosas maquinações e uma ação deslumbrante e empolgante, a Marvel Animation e a Proximity Media cumprem a promessa de expandir o universo de Wakanda. Muito antes do final de Eyes of Wakanda, você já estará preparado e ansioso pela próxima missão”, disse Sherin Nicole do RogerEbert.

Olhos de Wakanda é o melhor projeto animado do Disney+ em anos e uma estreia sólida nas telinhas para dar início à Fase Seis do Universo Cinematográfico da Marvel, disse Alex Maidy do JoBlo’s.

Olhos de Wakanda encontra um ótimo equilíbrio em quatro histórias distintas que expandem o mundo e a história da melhor joia do UCM”, disse Aidan Kelley do Collider

Olhos de Wakanda entrega uma animação deslumbrante e performances de voz marcantes, oferecendo um vislumbre do passado de Wakanda, mas acrescenta pouco à história geral do UCM”, disse Allison Rose do FlickDirect.

Olhos de Wakanda é um vislumbre instigante e envolvente por trás das cortinas de Wakanda”, disse Dennis Perkins do AV Club.

“É simples, direto ao ponto e contribui para o ainda pouco explorado universo da mitologia wakandana no Universo Marvel. Mas, de forma curiosa, recebemos apenas quatro episódios com cerca de 30 minutos cada. Ei, é Wakanda Para Sempre, não Wakanda Quatro Episódios”, disse John Kirk do Original Cin.

Olhos de Wakanda’ já está disponível no Disney+.

A série foi criada por Todd Harris.

A MORTE ESTÁ À ESPREITA! Um dos filmes de TERROR mais amados de 2025 estreia na HBO Max

Premonição 6: Laços de Sangue’, sequência da clássica franquia de terror, já está disponível o catálogo da HBO Max.

O filme se tornou um dos mais amados do ano e conquistou uma avaliação positiva no Rotten Tomatoes, com 93% de aprovação, baseada em 43 análises.

A maioria dos críticos considera o longa divertido e uma obra que honra o legado da franquia.

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“É uma diversão contagiante, repleta de referências sutis aos filmes anteriores e trilhas sonoras estrategicamente inseridas para agradar aos fãs mais fiéis da franquia”, disse Gregory Nussen do Deadline.

“A combinação de CGI e efeitos práticos funciona perfeitamente, e as sequências são editadas de forma sádica para gerar máxima tensão, aliviada, felizmente, por frequentes doses de humor mordaz”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.

“Você não pode escapar da Morte e, diante de um capítulo tão bem executado de uma franquia de terror como ‘Premonição 6: Laços de Sangue’, nem deveria querer”, disse Becky Darke do Total Film.

“Os fãs podem sair de Laços de Sangue satisfeitos com a revitalização da fórmula, mas, fiel à tradição da franquia, isso acontecerá principalmente porque três cenas são de fato interessantes”, disse Spencer Perry do ComicBook.

“‘Premonição 6: Laços de Sangue’ é um verdadeiro espetáculo, uma montanha-russa de emoções, e sem dúvida a versão mais divertida da franquia”, disse Nadir Samara do Screen Rant.

“‘Premonição 6: Laços de Sangue’ prova que, mesmo com seis filmes, a franquia ainda tem vida, e muita morte, pela frente”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.

“Com as franquias de terror constantemente ressurgindo, Laços de Sangue se destaca como uma das mais frescas que vimos em muito tempo. É uma mistura impecável de voltar às origens e, ao mesmo tempo, trazer algo inovador, repleto de sangue e ossos estalando”, disse Emma Kiely do Collider

“Muitos fãs certamente ficarão felizes com o retorno de Premonição após tanto tempo, mas será que essa ânsia movida pela nostalgia vale a pena se o filme não surpreender? No fim das contas, este é o mesmo Premonição que você já viu antes”, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.

“Engraçado, delicado, afiado e cruel, ‘Laços de Sangue’ tem suas falhas, mas ainda assim confirma O design da morte como uma força digna de seu próprio lugar especial no hall da fama do terror”, disse Alison Foreman do IndieWire.

Crítica | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ REVITALIZA a icônica franquia slasher da melhor maneira possível | CinePOP Cinema

Atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, de ‘Aberrações‘, são responsáveis pela direção.

Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’) estrelam. O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

Mark Ruffalo e Jon Bernthal CONFIRMADOS como Hulk e Justiceiro em ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’

O universo do Homem-Aranha vai ganhar reforços de peso em Homem-Aranha: Um Novo Dia’, novo filme da Sony em parceria com a Marvel Studios. A produção, que marca a continuação da jornada de Peter Parker interpretado por Tom Holland, acaba de confirmar o retorno de Mark Ruffalo ao papel de Bruce Banner, o Hulk — personagem que o ator vive desde Os Vingadores (2012).

Os rumores sobre a participação de Ruffalo já circulavam nos bastidores, mas a confirmação veio com o avanço do roteiro e o início iminente das filmagens, que estão programadas para começar ainda neste mês, no Reino Unido.

Além de Ruffalo, o elenco traz de volta Michael Mando, conhecido por seu trabalho em Better Call Saul, no papel do vilão Escorpião. O personagem apareceu pela primeira vez em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017), e agora retorna como uma ameaça ainda maior para o herói.

E as novidades não param por aí. O longa também contará com o retorno de Jon Bernthal como o anti-herói Justiceiro (The Punisher). Esta será a primeira vez que o personagem aparece nas telonas dentro do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), desde a sua última aparição em Punisher: War Zone (2008), onde foi interpretado por Ray Stevenson.

Assim como nos filmes anteriores, a nova produção segue a tradição de colocar o jovem Peter Parker ao lado de figuras mais experientes do universo Marvel. Em De Volta ao Lar, ele dividiu cenas com Tony Stark (Robert Downey Jr.), em Longe de Casa com Nick Fury (Samuel L. Jackson) e em Sem Volta Para Casa com Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch). Essa dinâmica remete diretamente à clássica série de quadrinhos Marvel Team-Up, onde o Homem-Aranha frequentemente se unia a outros heróis em aventuras conjuntas.

Embora os detalhes do enredo estejam sendo mantidos em segredo, fontes próximas à produção sugerem que o trio formado por Homem-Aranha, Hulk e Justiceiro terá confrontos intensos antes de se unirem contra um inimigo comum — uma fórmula consagrada nas histórias da Marvel.

O filme está sendo dirigido por Destin Daniel Cretton, responsável por Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, com roteiro assinado por Chris McKenna e Erik Sommers, veteranos da franquia do Homem-Aranha. A estreia está marcada para 31 de julho de 2026.

Confira o teaser:

 

‘O Vingador Tóxico’: Peter Dinklage defende que a sátira é essencial nos dias de hoje

O renomado ator Peter Dinklage estrelará o aguardado remake de ‘O Vingador Tóxico’ e, em entrevista ao ComicBookMovie, revelou por que acredita que o longa é essencial atualmente.

Dinklage, que assistiu ao filme original ainda jovem, brincou dizendo que nunca sonhou em assumir o papel, ao contrário de outros personagens clássicos de super-heróis.

No entanto, ele se mostrou muito feliz por ter sido escalado: “Claro, faz todo sentido, e eu nasci e cresci em Nova Jersey. Quero dizer, olha o estado do meio ambiente agora, infelizmente ainda é um tema atual”.

O ator também comentou sobre a eficácia da sátira para abordar temas sérios.

“Acho que a melhor maneira de abordar certos assuntos sérios é através da sátira e da comédia, porque é como entrar pela porta dos fundos — e ele [o diretor Macon Blair] acerta toda vez”, completou Dinklage.

Questionado sobre seu interesse em algum personagem da DC Comics, Dinklage confirmou ser fã, mas sem nenhum papel específico em mente.

“Eu gosto do Superman, mas já estou um pouco velho demais pra esse papel agora, e o uniforme seria um ajuste curioso”, brincou o ator.

O remake de ‘O Vingador Tóxico’, que conta com Peter Dinklage no papel principal, já teve seu novo cartaz divulgado, aumentando a expectativa dos fãs da cultuada franquia.

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O longa recebeu 92% de aprovação dos críticos, e chega aos cinemas estadunidenses em 29 de agosto – ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Na trama, Dinklage estrela como o zelador oprimido Winston Gooze que, depois de cair em um tanque de lixo tóxico, se torna ninguém menos que o Vingador Tóxico. Esta reimaginação oportuna está à altura de seus olhos em temas ambientais, enquanto Winston enfrenta as forças malignas da ganância e da corrupção para salvar seu filho, seus amigos e sua comunidade. Mesmo que esta história exista em seus próprios termos, o espírito, sem dúvida, permanece conectado ao original. 

O elenco ainda conta com Jacob Tremblay (‘O Predador’), Kevin Bacon (‘O Ataque dos Vermes Malditos’), Elijah Wood (‘Maníaco’), Julia Davis (‘Trama Fantasma’), Sarah Niles (‘I May Destroy You’), Jonny Coyne (‘A Voz Suprema do Blues’) e Taylour Paige (‘A Voz Suprema do Blues’).

O remake é escrito e dirigido por Macon Blair, que ganhou o aval de Lloyd Kaufman, o criador do clássico.

Internautas estão AMANDO esta comédia que está bombando no TOP 10 da Netflix

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Adam Sandler está de volta com sua frutífera parceria com a Netflix, dessa vez para trazer Happy Gilmore de volta na sequência ‘Um Maluco no Golfe 2‘.

E a produção arrebatou a atenção do público brasileiro, com o longa dominando o TOP 10 da gigante do streaming, ocupando o 2º lugar, ficando atrás apenas de ‘Gladiador II‘.

O original de 1996 também viu sua popularidade ser resgatada, ao ocupar a 5ª posição no mesmo ranking de filmes mais assistidos no Brasil.

E em se tratando da mais nova continuação, a recepção dos assinantes parece bem positiva. No X (antigo Twitter), diversos usuários celebraram o filme e comentaram sobre a visão criativa de Sandler, que resgata a comédia dos anos 90 na mais recente trama.

Confira algumas das reações:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, Happy Gilmore (Adam Sandler) está de volta, desta vez para ajudar a filha a correr atrás dos próprios sonhos (e talvez para mais um momento de glória no golfe).

A sequência ainda contará com o retorno de Julie Bowen, Allen Covert, Dennis Dugan, Christopher McDonald, Ben Stiller e Jake Hoffman, além de introduzir Maxwell Jacob Friedman, Scott Mescudi, Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie e Nick Swardson.

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção. Tim Herlihy e Adam Sandler assinam o roteiro.

Imagens do set de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ entregam um dos VILÕES do filme; Confira!

Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ deu oficialmente o pontapé inicial em suas filmagens neste 1º de agosto, marcando o começo de uma nova fase para o herói nas telonas.

As gravações estão sendo realizadas em Glasgow, na Escócia — cidade que mais uma vez serve como substituta para a movimentada Nova York — e os primeiros registros dos bastidores já começaram a circular na internet, levantando suspeitas sobre possíveis elementos da trama.

Entre os detalhes observados no set, um tanque de guerra chamou a atenção por exibir um símbolo bastante específico em sua lateral: o emblema do grupo criminoso conhecido como Inner Demons. Fãs mais atentos logo reconheceram a insígnia como pertencente aos capangas do vilão Sr. Negativo, figura ainda não explorada nos filmes, mas muito presente nos quadrinhos e em adaptações recentes, como nos jogos do herói para PlayStation.

Confira, com o teaser:

Esse detalhe visual reforça os rumores que circulam há meses, indicando que o Sr. Negativo pode ser um dos principais antagonistas do novo longa. Além disso, cresce a especulação de que o novo filme contará com mais de um vilão, estabelecendo um desafio maior e mais urbano para Peter Parker.

Informações iniciais sobre o roteiro indicam que a narrativa terá um tom mais pé no chão, com uma ambientação fortemente urbana. O foco deve ser a atuação do Homem-Aranha nas ruas de Nova York, enfrentando ameaças mais realistas e conectadas ao crime organizado, enquanto Peter Parker tenta equilibrar sua vida acadêmica na universidade com sua responsabilidade como herói.

Se confirmadas essas informações, o novo filme promete uma abordagem mais madura e densa, explorando o lado humano de Peter e a complexidade de viver entre dois mundos — o universitário e o super-heroico — enquanto enfrenta inimigos que operam nas sombras da cidade.

Até o momento, o elenco de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ conta com:

A direção do filme ficará a cargo de Destin Daniel Cretton, conhecido por seu trabalho em ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.

A estreia está agendada para 30 de julho de 2026. 

A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.

Justina Machado se junta ao elenco da 2ª temporada de ‘Matlock’

De acordo com o Deadline, Justina Machado (‘One Day at a Time’) foi confirmada no elenco da 2ª temporada de ‘Matlock‘, série estrelada pela Kathy Bates (‘American Horror Story’).

Em caráter recorrente, a atriz interpretará Eva, uma advogada formidável, inteligente e ambiciosa. Sócia-gerente da Jacobson Moore, ela é a quarta ex-esposa de Howard “Senior” Markston (Beau Bridges).

Vale lembrar que o próximo ciclo estreará no dia 12 de outubro.

Na trama, Madeline Matlock é uma advogada experiente que, após um período afastada do trabalho, retorna a uma prestigiosa firma de advocacia. Lá, ela utiliza suas táticas astutas e experiência para vencer casos e expor irregularidades.

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Criada por Jennie Snyder Urman (‘Jane the Virgin’), a série serve como um reboot do clássico homônimo de 1986.

O elenco ainda contará com Skye P. Marshall, Jason Ritter, David Del Rio e Leah Lewis.

‘Whalefall’: Suspense sobre homem engolido por baleia ganha data de estreia

O thriller de sobrevivência ‘Whalefall‘, que seguirá a história de um homem que foi engolido por uma baleia, finalmente ganhou data de estreia.

Baseado no romance de Daniel Kraus, o longa está programado para estrear no dia 16 de outubro de 2026.

O elenco conta com Austin Abrams, Josh BrolinElisabeth ShueJane LevyJohn OrtizEmily Rudd.

Brian Duffield (‘Amor e Monstros’) é responsável pela direção.

Descrito como um cruzamento entre ‘Perdido em Marte‘ e ‘127 Horas‘, o filme apresenta uma premissa inusitada e intensa: um jovem mergulhador, ainda lidando com a morte do pai, acaba engolido por um cachalote de quase 25 metros e 60 toneladas. Preso dentro da criatura, ele tem apenas uma hora de oxigênio para encontrar uma forma de escapar — uma jornada física e emocional que o leva a redescobrir o desejo de viver em meio a um dos cenários mais hostis possíveis.

A produção fica por conta de Brian Grazer, Jeb Brody e Allan Mandelbaum, este último responsável por trazer o livro à Imagine Entertainment e colaborador frequente de Duffield.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Marvel divulga foto épica do elenco reunido

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ segue em cartaz nos cinemas nacionais. Para divulgar o longa, o elenco compartilhou nas redes sociais uma nova imagem reunindo os protagonistas.

Na foto, vemos os atores Pedro Pascal, Vanessa Kirby, Joseph Quinn e Ebon Moss-Bachrach, caracterizados como os icônicos heróis da Marvel.

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Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

‘Highlander’: Henry Cavill está totalmente focado no reboot do clássico

Henry Cavill, o astro conhecido por seus papéis marcantes, compartilhou recentemente detalhes sobre seu próximo projeto: o aguardado reboot de Highlander. Cavill revelou estar completamente imerso na produção, que promete revitalizar a clássica franquia de fantasia.

Segundo o ComicBook, Cavill foi direto ao mencionar seu entusiasmo: Highlander! Esse projeto está tomando toda a minha atenção. É algo que me empolga muito. Esse personagem vai ser muito divertido de interpretar, e estou adorando trabalhar com Chad Stahelski. Ele é um homem extremamente talentoso”.

A colaboração com Stahelski, diretor da aclamada franquia ‘John Wick’, sugere que o novoHighlander terá sequências de ação de alta qualidade.

As filmagens estão previstas para meados de setembro, com Londres sendo o cenário escolhido para dar vida a essa nova versão do imortal.

Vale lembrar que a Lionsgate pretende investir cerca de US$ 100 milhões na produção, sinalizando um projeto de grande escala.

O filme original estreou em 1986, e trouxe Christopher Lambert como Connor MacLeod, um homem imortal do século 16. O filme gerou duas sequências e uma série de TV na década de 1990.

Em 2000 e 2007 foram lançados mais dois filmes, que ampliaram o universo ambientado na série de TV.

‘Superman’: Hideo Kojima comenta novo filme de James Gunn; “Não foi sombrio”

O filmeSuperman, de James Gunn, que marca o início do Universo Cinematográfico da DC (DCU), segue em cartaz nos cinemas e tem gerado discussões entre o público. Agora, Hideo Kojima, renomado criador de jogos como ‘Metal Gear Solid’ e ‘Death Stranding’, compartilhou sua perspectiva sobre a obra.

De acordo com o ComicBookMovie, Kojima revelou suas impressões após finalmente assistir ao longa: “Como estive em uma turnê mundial, não tive a chance de assistir ao filme até hoje de manhã, quando finalmente vi ‘Superman’, de James Gunn. Foi bom”.

Ele notou uma diferença marcante em relação a outras encarnações do herói: “Não foi sombrio nem estiloso, nem cool, nem tão ‘super’. A perspectiva do público, a distância e elevação, é diferente do ‘Superman’ para quem a gente costumava olhar para cima (o céu)”.

Kojima elogiou a sensibilidade do filme em retratar o protagonista: “Este filme observa com delicadeza o ser humano Clark Kent e Superman como uma só pessoa e se aproxima dele a partir dessa perspectiva humana. É um filme ‘humano’ e comovente”.

Curiosamente, o criador destacou um detalhe nos créditos finais: “O filme em si não foi ‘punk’, mas a música ‘Punkrocker’, do Teddybears com vocais do nosso querido Iggy Pop, tocou nos créditos, essa parte foi puro punk, e foi incrível”.

Ambos os filmes têm sido bem recebidos por crítica e público. ‘Superman‘ conquistou um A no CinemaScore, e conta com 83% de aprovação dos críticos e 91% da audiência no Rotten Tomatoes. Já ‘Quarteto Fantástico‘ tem uma leve vantagem, com 86% da crítica e 93% do público.

Para Gunn, que além de diretor também é o chefe criativo da nova fase da DC, esse sucesso representa uma confirmação de que o novo rumo do estúdio pode, enfim, estar decolando.

Com 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou uma nota A- do público no CinemaScore. Enquanto esta é a mesma média alcançada por ‘O Homem de Aço‘, a aprovação dos espectadores ficou acima de ‘Superman: O Retorno‘ (B+).

Lembrando que ‘Superman’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Se Eu Fosse Você 3’ é CONFIRMADO com Gloria Pires e Tony Ramos

Depois de um grande sucesso de bilheteria, a clássica comédia brasileira que conquistou milhões de espectadores está de volta. Neste domingo, 03 de agosto, serão iniciadas oficialmente as filmagens de ‘Se Eu Fosse Você 3‘, sequência da adorada franquia estrelada por Tony Ramos e Glória Pires. Os atores voltam a interpretar o icônico casal Cláudio e Helena em meio a novos desafios familiares ainda mais inusitados.

O longa é dirigido por Anita Barbosa (Matches, Amor.com), com supervisão artística de Daniel Filho, responsável pela direção dos dois primeiros filmes da saga, lançados em 2006 e 2009, e roteiro de Leandro Soares.

Tony Ramos, Rafael Infante, Cleo Pires e Glória Pires são os protagonistas do novo filme. Imagem durante a leitura de roteiro (Crédito: Eny Miranda)

A trama se passa duas décadas depois da última troca de corpos entre Cláudio e Helena, que estão vivendo uma nova fase da vida com a filha Bia, agora adulta e casada com Aquiles. Quando o raio cai três vezes na mesma família, um novo desafio mostra que é necessário se colocar no lugar do outro… literalmente.

Bia será interpretada por Cleo Pires, enquanto Rafael Infante interpreta Aquiles. Além do quarteto protagonista, o elenco conta também com Valentina Daniel, Paulo Rocha, Yohama Eshima, Dan Ferreira e Rosi Campos. As filmagens estão acontecendo em Miguel Pereira e Rio de Janeiro.

Com estreia em breve exclusivamente nos cinemas, ‘Se Eu Fosse Você 3‘ é uma comédia romântica cheia de emoção e reviravoltas, numa situação clássica de comédia de erros, que celebra o amor, a família e a importância de entender quem está ao nosso lado.

Sucesso nos cinemas, os dois primeiros filmes levaram mais de 10 milhões de espectadores às telonas.

Roteirista de ‘Batman: Parte II’ fala sobre a fadiga dos filmes de super-heróis

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Mattson Tomlin, um dos roteiristas de ‘Batman: Parte II’, recentemente levantou uma discussão relevante sobre a “fadiga” do gênero de super-heróis e os desafios que o mercado cinematográfico enfrenta atualmente.

Em uma publicação em suas redes sociais, Tomlin expressou sua visão: “A verdade é que nem todo personagem precisa de um filme. Mas, na real… O mercado cinematográfico em geral vem lutando contra os videogames há 30 anos, e TikTok/YouTube/a internet representam uma batalha de outro nível. Um filme precisa justificar sua existência, seja de super-herói ou não”.

‘Batman – Parte II’ estreia dia 1º de outubro de 2027.

Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.

‘Guerreiras do K-Pop’: Sucesso da Netflix pode virar trilogia, ganhar live-action e até musical

Guerreiras do K-Pop(K-Pop Demon Hunters), o filme animado da Netflix, rapidamente se tornou um grande sucesso na plataforma e agora há fortes indícios de que a produção pode virar uma franquia robusta.

De acordo com o Toonado, em sua sexta semana, o musical de fantasia animado já acumulou mais de 132 milhões de visualizações em todo o mundo.

Embora a Netflix ainda não tenha feito anúncios oficiais, um novo relatório afirma que já existem movimentações para expandir o filme em uma trilogia completa, com mais dois filmes em desenvolvimento.

A reportagem também revela que a Netflix está considerando outros projetos derivados para capitalizar a popularidade da animação, incluindo um remake live-action e até mesmo uma adaptação para musical nos palcos.

Essa expansão vem da confiança da plataforma no potencial da marca, com a Netflix chegando a comparar Guerreiras do K-Pop ao sucesso de franquias comoFrozen da Disney.

É importante lembrar que, por ser um lançamento exclusivo da Netflix, o filme não gera bilheteria tradicional. No entanto, a empresa pode capitalizar sua popularidade com sequências, produtos licenciados, adaptações da história e muito mais.

Em entrevista ao ScreenRant, a criadora e codiretora de Guerreiras do K-Pop, Maggie Kang, já havia comentado sobre a possibilidade de uma continuação: “Sempre há histórias paralelas, e há coisas que pensamos durante a produção deste filme. Muitas perguntas são respondidas, mas não completamente. Acho que há muitos espaços que podemos explorar”.

“Quando as superestrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey não estão esgotando estádios ao redor do mundo, elas usam suas identidades secretas como caçadoras de demônios para proteger seus fãs dos perigos sobrenaturais que espreitam pelas sombras. Juntas, elas precisarão enfrentar sua maior ameaça: uma boy band rival irresistível — que, na verdade, são demônios disfarçados”, diz a sinopse.

Guerreiras do K-Pop’ está disponível na Netflix.

James Cameron revela trecho de “Ghosts of Hiroshima”, livro que prometeu adaptar para o cinema

James Cameron, cineasta por trás de sucessos comoAvatar eTitanic, divulgou recentemente um trecho deGhosts of Hiroshima, livro de Tsutomu Yamaguchi, um dos poucos sobreviventes dos bombardeios atômicos de Hiroshima e Nagasaki.

Cameron fez uma promessa a Yamaguchi em seu leito de morte: adaptar sua história para as telas.

Segundo o Deadline, Yamaguchi pediu a Cameron que contasse, do ponto de vista japonês, os eventos que mudaram o curso da Segunda Guerra Mundial. Cameron e o autor Charles Pellegrino liberaram uma prévia do livro, que chega às livrarias dos EUA em 5 de agosto.

Sobre a trama, Cameron expressou seu entusiasmo: “Não desde ‘Titanic’ encontrei uma história real tão poderosa, comovente e inspiradora quanto a de ‘Ghosts of Hiroshima’, de Charles Pellegrino. Este é um livro incrível e estou ansioso para dirigir o filme”.

Confira o trecho do livro.

“No Moment Zero, a coisa mais importante do mundo para Takashi Tanemori, de oito anos, era um jogo de esconde-esconde que o levava para dentro de casa enquanto seus amigos corriam atrás de esconderijos entre os arbustos e árvores do lado de fora.

Em um instante, a sala de aula de Tanemori desapareceu no branco mais puro que ele já tinha visto. Mesmo com as duas mãos fechando reflexivamente sobre os olhos, ele viu os ossos de seus dedos brilhando através das pálpebras fechadas, como uma fotografia de raio-X. E naquele mesmo momento, ele foi encapsulado e salvo do perigo em uma pequena caverna de madeira e pedra que se formou ao seu redor perto da parede mais externa quando a escola de três andares se comprimiu como uma grande caixa de papelão para apenas um andar de altura. Lá fora, sob a luz ofuscante, seus amigos pareciam ter sido levados embora.

Dentro da escola, a história registraria apenas uma outra criança que viveu, Mizuha Takama Kikuzaki. Ela tinha quase doze anos no dia da bomba.

Mizuha começou a se perguntar como ela veio parar nessa estranha manifestação do inferno.

A resposta foi tão dolorosamente simples.

Defiance me trouxe aqui.

Ela e muitas outras meninas da oitava série foram evacuadas para um “acampamento de verão”.

Em um complexo florestal além de Hiroshima, a maioria dos companheiros de acampamento de Mizuha não tinha mais pais, porque os homens foram levados para a Guerra do Pacífico. Muitos desses pais pararam de enviar cartas para casa e foram listados como “desaparecidos”.

As crianças odiavam ser tiradas de suas mães, e elas tinham sido mais do que simplesmente se tornarem cruéis; eles estavam sendo preparados especificamente para a selvageria. Meninas de nove e dez anos praticavam com lanças de bambu afiadas – praticavam manobras de bloqueio e esfaqueamento até que essas ações se tornassem memória muscular. Os soldados disseram às crianças que elas deveriam se preparar para uma luta até a morte, porque se os americanos as capturassem, eles dissecariam as meninas como animais, as estuprariam e as comeriam, quase nessa ordem. (Quase.)

À noite, as crianças foram instruídas a escrever cartas para suas mães em Hiroshima. Mizuha entendeu, sem ser informado, que suas cartas seriam lidas e “verificadas” pelos novos “professores”. A punição seria rápida e brutal se um soldado lesse qualquer coisa que indicasse “mau pensamento”.

“Querida mãe, estou curtindo a vida com meus novos amigos e professores”, ela mentiu. “É um lugar agradável. Por favor, não se preocupe, porque vou estudar muito.” Ela e sua amiga Yasuko escreveriam a verdade mais tarde: “A guerra prega peças injustas com o destino; barateia a vida humana ao nível de um verme.”

Infestada de pulgas e piolhos do campo, faminta e cercada de mentiras, Mizuha fugiu da prisão. Se alguém pensou em recapturá-la, deve ter havido poucas pessoas de sobra para a perseguição. E assim, com a abençoada Senhora da Misericórdia de sua mãe em mente, Mizuha chegou em casa em dois dias, curvou-se e orou em agradecimento: “Obrigada, Mary, por estar em Hiroshima”.

No Campo de Mineração 25, onde prisioneiros britânicos trabalhavam e morriam de fome à beira da morte, tornou-se mais amplamente falado até do que rumores da morte de Hitler que um campo de aviação próximo foi dedicado à preparação final de aviões kamikaze. Do topo de uma colina na mina, era possível observe o horror. A guerra realmente estava se transformando na Cruzada das Crianças do leste.

“Tal era a escassez de aviadores treinados”, registrou o prisioneiro de guerra John Baxter, de 23 anos, “que as escolas da área estavam sendo vasculhadas em busca de novos recrutas – os alunos estavam sendo pressionados a servir como pilotos suicidas. E nos acostumamos com a procissão diária de jovens de rosto solene [em] quimonos pretos e com faixas de suor na testa, precedidos por um sacerdote xintoísta e um oficial da força aérea em sua jornada final para a aeronave que esperava. Baxter estimou que os meninos tinham cerca de dezesseis anos, mas alguns eram, na verdade, tão jovens quanto quatorze.

A cerca de sessenta quilômetros do acampamento, sob o alvo da segunda bomba atômica, um recruta chamado Yoshitomi Yasami já estava designado para morrer. O jovem de dezesseis anos estava trabalhando há semanas, nas profundezas de um enorme labirinto de cavernas de fábricas interconectadas e túneis de lançamento, bem escondidos do reconhecimento aéreo aliado. Yasumi manuseou ferramentas, matrizes e tornos, produzindo peças medidas com precisão para aeronaves de missão unidirecional. E o mais arrepiante de tudo foram os torpedos aéreos recém-chegados chamados Ohka, uma palavra que significa “flor de cerejeira”.

Yasumi havia sido recrutada da Escola Comercial Imani “para trabalhar em grande honra para o imperador”. A última geração de “aviões de flor de cerejeira” foi anunciada para as crianças como fantásticos foguetes. Os modelos mais novos seriam lançados por catapulta de seus esconderijos e teriam alcance estendido para “saudar” os navios americanos antes que o inimigo pudesse desembarcar.

Os meninos selecionados para treinamento para pilotar os novos designs de Ohka foram elogiados como “deuses do trovão”. Mas ser reverenciado e ter acesso a boa comida em uma época de escassez não extinguiu sua apreensão. Certas informações vazaram para as crianças da caverna. Yasumi aprendeu que um piloto de Ohka tinha que ser de pequena estatura, com uma largura de ombro de apenas quatorze polegadas para que ele pudesse caber dentro do torpedo do foguete. Os homens mediram a largura dos ombros de cada novo garoto antes de ele ser recrutado e levado para longe de casa para os túneis. Yasumi sentia falta de sua mãe.

No dia do segundo flash atômico, conversas confusas de rádio sobre aviões de ataque aéreo precederiam, apenas por uma questão de minutos, a súbita perda de energia dentro do labirinto. Depois que toda a montanha dançou e balançou, depois que as pessoas perto da entrada de um túnel foram queimadas e atacadas além da esperança de sobrevivência, mesmo antes de Yasumi rastejar para fora, o menino perceberia que isso significa que eu posso viver.

A mais de trinta quilômetros do Marco Zero de Hiroshima, os colegas desafiantes de Mizuha viram a detonação que arrasou tudo ao seu redor. No Momento Zero: um estupendo relâmpago no céu azul distante e, em seguida, “bem longe entre as montanhas, o que parecia ser uma pequena nuvem redonda”. A criança treinada com lanças Yasuko Kimura escreveria: “A pequena nuvem redonda ficou cada vez maior, finalmente assumindo a forma de um cogumelo. O cogumelo – muito estranho – cresceu como um filme em câmera lenta.

Mizuha havia retornado à sua antiga escola e foi autorizada a voltar à sua classe. Ela estava no fundo do prédio quando ele se comprimiu. Enormes vigas de madeira se cruzavam e se entrelaçavam no alto e formavam uma tenda protetora ao seu redor. A madeira e o entulho protegeram Mizuha durante o abeto críticost trinta segundos de fogo de metralhadora quântica – protegeu-a de raios gama e saraivadas de spray de nêutrons e até mesmo núcleos de ferro e tungstênio que embaralharam o DNA e pedaços fraturados de urânio da própria bomba.

A mais de dez milhas de distância, no avião de ataque atômico, pedaços de matéria nova e estranha pararam e irradiaram dentro das obturações dos dentes do capitão. Ele se lembraria de que tinha gosto de chumbo derretendo em sua boca.

As gotículas de água que se condensavam dentro e ao redor da nuvem ascendente estavam girando com partículas recém-criadas que teriam aterrorizado até mesmo os criadores da bomba. E as gotículas radiantes voltaram às ruas como chuva negra, caindo como rajadas horizontais em todo o bairro de Mizuha e infligindo mais de um terço da quantidade de exposição à radiação secundária capaz de matar.

Mizuha cavou e se espremeu para a superfície quase ao mesmo tempo que o menino Tanemori, que descobriu que alguns de seus amigos pareciam ainda estar envolvidos em seu jogo de esconde-esconde, queimados e congelados no lugar.

Ao norte, perto da ponte Misasa, Sadako Sasaki, de dois anos, veio sentar-se em um barco de pesca meio afundado enquanto sua mãe e os outros adultos tentavam resgatar a água. O irmão de Sadako, Masahiro, de apenas quatro anos, tentou ajudar. Mais de uma dúzia de pessoas, a maioria delas mostrando sinais de queimaduras repentinas, tentavam entrar no barco. Masahiro estendeu a mão e puxou o mais forte que pôde na mão de um homem; mas uma voz de comando no leme ordenou que ele parasse. “Você vai nos inundar se trouxer mais pessoas a bordo. Este não é um momento para compaixão. Isso só vai nos matar.” O menino recuou da amurada e sentou-se com força contra pedaços de madeira danificados pela explosão.

Do barco de pesca transformado em bote salva-vidas, quase invisível através de rajadas de chuva negra, um redemoinho de fogo subiu mais alto do que a loja de departamentos mais alta da cidade – vinte, talvez trinta andares. Outra das serpentes de fogo estava lutando para nascer ao longo da costa próxima. E outro apareceu ao lado dele. E outro. E outro. De ambos os lados do rio, o mundo de Masahiro era uma galeria de imagens impossíveis. Uma casa de dois andares com um lado arrancado tinha todos os seus móveis em exibição. As configurações da mesa estavam perfeitamente no lugar, apesar de estarem completamente em chamas, e tudo permaneceu intacto até que toda a estrutura se inclinou para frente e caiu na água. Mesmo quando lençóis de chuva escura forneciam proteção ocasional contra o brilho dos incêndios, o ar permanecia surpreendentemente quente. Movidos pela sede, Masahiro e sua irmã lamberam a água da chuva negra e imunda de seus lábios. Seu sabor e cheiro eram metálicos. No entanto, a chuva estava calmamente fresca e fria e ninguém a bordo poderia imaginar que era perigoso. Parecia uma maravilha o suficiente que eles tivessem sobrevivido aos últimos minutos.

Em campos de lixo cheios de teias de aranha de linhas elétricas e telefônicas derrubadas, Mizuha reconheceu seu pai, vasculhando as ruínas perto da escola. Ela correu em direção a ele com tanta alegria que sua companheira de acampamento, Yasuko, um dia incluiria o evento em um romance que virou filme – White City Hiroshima – no qual a própria filha de Mizuha (ainda a muitos anos de nascer) reencenaria esse raro e fugaz momento de luz em toda a escuridão.

Pai, que sobreviveu em um faCtory, além dos incêndios e da precipitação radioativa, não teria recebido nenhum ferimento por radiação se não tivesse entrado na zona das chuvas negras em busca de sua família e de qualquer outra pessoa que ainda pudesse estar viva – nenhum ferimento se ele não tivesse se juntado aos maquinistas em uma garagem de bonde e desembarcado como um socorrista errante nas regiões de detritos radioativos mais profundos e ainda letalmente jovens – novamente, de novo, de novo.

Nunca poderia haver uma avaliação adequada de quantas espécies diferentes de isótopos destruidores de cromossomos ele inalou, ingeriu ou absorveu. A cada viagem para a zona quente, o envenenamento por radiação tinha como alvo o pai de Mizuha, matando-o por sua bondade, por sua humanidade.

Mizuha contaria às gerações futuras como os médicos da Pesquisa de Bombardeio Atômico estavam sempre procurando por amostras de sangue – “mas nunca oferecendo cuidados médicos. Apenas doces.” Em 1950, Mizuha sabia apenas que sua contagem de glóbulos brancos continuava a ser uma montanha-russa, principalmente caindo e permanecendo baixa por longos períodos, até que finalmente um médico de família disse a Mizuha que ela era terminal e que o remédio não poderia fazer nada para salvá-la.

Desafio novamente.

Até então, Mizuha tinha conhecimento suficiente para navegar em bibliotecas médicas com facilidade. Ela estava decidida a enfrentar a morte ao longo de seu próprio caminho, mudando para o que as gerações futuras reconheceriam como uma “dieta mediterrânea” centrada em vegetais, nozes e frutas, apoiada em tudo o que ela poderia aprender sobre ervas chinesas e medicamentos de extrato de raiz, reforçado com uma vontade indomável.

Desafiando a profecia médica, Mizuha viveu.

O médico que profetizou sua morte – bem, ele morreu.

E ainda assim, o poder da bomba de prejudicar uma família foi apenas fracionariamente exercido. Mizuha encontrou o amor, casou-se, depois sofreu quatro abortos espontâneos e um natimorto. Cada vez, ela sobreviveu a uma anemia incapacitante “por uma margem assustadoramente pequena”.

E então, enquanto as monções e o decaimento dos isótopos retornavam Hiroshima gradualmente aos níveis normais de radiação de fundo, enquanto os foguetes disparavam para a lua e Mizuha construía um negócio que prosperava, ela conhecia, finalmente, a esperança e a alegria de uma gravidez que se enraizou – e que progrediu com sucesso nos primeiros três meses sem degradar seu sangue. Ela garantiu a seus amigos e familiares: “Tudo ficará bem”.

Os médicos não tinham tanta certeza. Embora a era espacial tivesse chegado, em 1973 não havia ferramentas como ultrassonografias de alta resolução e testes genéticos. De acordo com a opinião predominante, dada sua exposição a Hiroshima, ela tinha 90% de probabilidade de dar à luz uma criança significativamente deficiente. “Se sobreviver”, disseram as autoridades.

Esse julgamento matemático foi baseado quase inteiramente no que aconteceu com os fetos do primeiro trimestre expostos diretamente às bombas de agosto de 1945. Em 1973, o número de “90%” havia se tornado um dogma de livro didático que se autoperpetuava, baseado em suposições e medo, em vez de dados reais.

Ninguém com autoridade entendeu ainda que quase todos os fetos de aparência alienígena nos frascos de embalsamamento da Pesquisa de Bombardeio Atômico haviam sido expostos durante o primeiro trimestre crucial da natureza, quando o software genético que sequenciava camadas de tecido em seres humanos era mais facilmente sacudido e empurrado para fora do curso.o produzir “monstros” natimortos.

O conhecimento demorou tanto para chegar (e a aceitação desse conhecimento geralmente mais lenta) que, entre os expostos, que agora se autodenominavam hibakusha, os monitores de ácido nucleico autocorretivos da natureza estavam tão vigilantes que as crianças de segunda e terceira geração do pós-guerra estavam provando que os “monstros” esperados eram apenas mais um dogma.

“Apenas um médico dissidente”, disse Shiho, a filha destinada a se tornar a menina de doze anos que interpretaria Mizuha em White City Hiroshima, “apenas este médico dissidente – embora ninguém soubesse qual seria o resultado para mim, e embora todos, exceto minha mãe, estivessem com muito medo de sua recusa em abortar – este médico disse a ela: “Eu te conheço. Eu vejo sua alma bondosa, e se você vai ter um filho com deficiência, você vai cuidar e criar essa criança.

A maior parte da família de Mizuha morreu por causa da chuva negra e da perda de paz e sanidade que sempre vinha com as guerras. “As guerras levam tudo”, disse Shiho.

A história da civilização está escrita na perversão da natureza pela humanidade. Em 1945, o urânio-235 era o remanescente ainda ativo de supernovas e seus cadáveres de estrelas de nêutrons em colisão – que deram vida ao nosso sistema solar. Criaturas pensantes procuraram o urânio, persuadiram-no a gerar plutônio e ensinaram uma estrela morta a gritar contra a humanidade – duas vezes”.

‘Cabo do Medo’ (1991) – Um dos melhores filmes de suspense dos anos 90 está disponível na Netflix

Nos anos 90, Hollywood vivia uma onda de remakes ambiciosos, revisitando clássicos do cinema com novas abordagens, orçamentos maiores e elencos estelares. Um dos mais icônicos desse movimento foi ‘Cabo do Medo, lançado em 1991 sob a direção de Martin Scorsese, e estrelado por Robert De Niro, Nick Nolte e Jessica Lange. Refilmagem do suspense homônimo de 1962 (no Brasil intitulado ‘Círculo do Medo‘), o longa atualizou o clima sombrio do original com uma intensidade psicológica ainda mais brutal — e se tornou um dos thrillers mais marcantes da década. Ambos os longas foram baseados no livro “The Executioners”, de John D. MacDonald.

Quase trinta e cinco anos depois, ‘Cabo do Medo continua perturbador, instigante e visualmente hipnótico. O clássico moderno está disponível atualmente no catálogo da Netflix e é uma oportunidade mais que perfeita para conhecer ou revisitar.

A trama gira em torno do advogado Sam Bowden (Nick Nolte), que vê sua vida desmoronar quando o ex-cliente Max Cady (Robert De Niro) é libertado da prisão após 14 anos e começa a persegui-lo obsessivamente. Cady, um criminoso inteligente e vingativo, culpa Sam por não ter se esforçado o bastante para defendê-lo — e decide se vingar de forma meticulosa, envolvendo não apenas o advogado, mas também sua esposa e filha adolescente (Jessica Lange e Juliette Lewis, respectivamente). O filme transita entre o suspense e o terror psicológico, com atmosfera sufocante, temas morais ambíguos e atuações inesquecíveis, especialmente a de De Niro, em um de seus papeis mais intensos. Não por menos, o ator foi indicado ao Oscar, mas terminou perdendo para outro psicopata: Anthony Hopkins como Hannibal Lecter em ‘O Silêncio dos Inocentes‘.

Cabo do Medo‘ originalmente seria dirigido por Steven Spielberg, que estava interessado na tensão crescente entre o mocinho e o vilão. No entanto, Spielberg acabou desistindo, considerando o roteiro violento demais para seu estilo. Spielberg seguiu como produtor com sua Amblin Entertainment e ofereceu o filme ao amigo Scorsese. Em contrapartida, Scorsese, retribuindo o favor, cedeu para ele a direção de ‘A Lista de Schindler, em um acordo informal que entrou para os bastidores de Hollywood. Ao assumir ‘Cabo do Medo, Scorsese decidiu não apenas refilmar o original, mas também mergulhar fundo nas complexidades éticas dos personagens e no terror psicológico da história.

Scorsese transformou o filme num estudo sobre culpa, omissão e redenção, com forte influência do expressionismo e da estética dos filmes noir. A trilha sonora, composta por Bernard Herrmann para o filme original, foi reutilizada em versão reorquestrada por Elmer Bernstein, o que reforça a sensação de homenagem e reinvenção. As técnicas de câmera, os cortes abruptos, o uso de cores saturadas e as distorções visuais criam uma atmosfera opressiva e alucinatória. Tudo contribui para dar ao espectador a sensação constante de perigo — como se Max Cady estivesse à espreita o tempo todo.

O papel de Max Cady exigiu uma transformação radical de Robert De Niro. O ator passou meses malhando intensamente para alcançar o físico ameaçador do personagem e até pagou cerca de US$5 mil para danificar os próprios dentes, tornando o visual de Cady ainda mais grotesco e intimidador. Depois das filmagens, ele desembolsou mais uma quantia para restaurá-los. Além disso, para entrar no clima, De Niro estudou padrões de fala de criminosos e adotou tatuagens falsas cheias de simbolismo religioso e carcerário, que ajudavam a compor a obsessão e o fanatismo do personagem.

Outra curiosidade interessante é que três atores do filme original de 1962 fizeram participações especiais na nova versão: os protagonistas Robert Mitchum e Gregory Peck, e também Martin Balsam. Mitchum (que na versão original era o vilão Cady) interpreta o policial durão que tenta ajudar Sam Bowden, enquanto Peck (em seu último papel no cinema), que na versão original foi Bowden, vive o advogado do vilão aqui. Balsam (que atuou em clássicos como ‘Psicose‘ e ‘12 Homens e uma Sentença‘) viveu o chefe de polícia no original e o juiz nesta versão.

Já a jovem Juliette Lewis, que vive Danielle, a filha do casal Bowden, conquistou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por sua performance inquietante, especialmente em uma cena tensa com De Niro que ficou marcada como uma das mais perturbadoras do cinema dos anos 90. Esse papel foi considerado o divisor de águas na carreira da jovem atriz. Lewis, no entanto, então com 18 aninhos, perderia a estatueta para a descendente de cubanos Mercedes Ruehl em ‘O Pescador de Ilusões‘, drama surreal de Terry Gilliam, estrelado por Jeff Bridges e Robin Williams.

Lançado em 15 de novembro de 1991, ‘Cabo do Medo foi um sucesso de bilheteria e crítica. O filme estreou em primeira posição do ranking com US$10.2 milhões em seu final de semana, desempenho ótimo para um filme de suspense arrepiante e de censura alta – o que elimina grande parte do público. Na época, no entanto, cinema não era um programa extremamente juvenil como se tornou com o passar das décadas.

Ao final de sua estadia nas telonas, ‘Cabo do Medo‘ arracadou US$182 milhões mundiais, consolidando a parceria entre Scorsese e De Niro fora do crime urbano nova-iorquino e provou que o diretor também dominava o suspense com maestria. Além da indicação de Juliette Lewis, o longa foi lembrado por seu estilo visual ousado e pelo subtexto moral que instigava debates sobre ética profissional, justiça e responsabilidade pessoal.

O impacto cultural do filme também é duradouro: ele foi referenciado diversas vezes em séries como Os Simpsons (com o episódio paródico “Cape Feare“, estrelado por Sideshow Bob), além de ter influenciado outros thrillers psicológicos dos anos 90 e 2000. Atualmente disponível na Netflix, o filme continua conquistando novos públicos, provando que o medo — quando bem construído — é mesmo atemporal. ‘Cabo do Medo é Scorsese em sua fase mais sombria e provocadora, e ainda hoje provoca calafrios em quem ousa revisitar suas águas turbulentas.

 

‘Subversion’: Michael Peña se junta a Chris Hemsworth em novo SUSPENSE da Amazon MGM Studios

Segundo o DeadlineMichael Peña (‘End of Watch’) foi escalado para o elenco de Subversion, novo thriller de ação ambientado em um submarino desenvolvido pela Amazon MGM Studios.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Escrito por Andrew Ferguson, o filme é descrito como um “’Duro de Matar‘ em um submarino”, e acompanha um ex-promissor comandante naval (Chris Hemsworth) que é chantageado por uma organização criminosa semelhante a um cartel para pilotar uma embarcação carregando carga ilegal em águas internacionais. No centro dessa operação perigosa, ele se vê perseguido por uma obstinada oficial da Guarda Costeira, vivida por Lily James, entrando em um jogo de gato e rato cheio de tensão, bloqueios marítimos e ameaças dentro e fora do submarino.

As filmagens estão previstas para começar em setembro, na Austrália. O longa será produzido por Lorenzo di Bonaventura, com Stephen Shafer e Greg Cohen atuando como produtores executivos pela Di Bonaventura Pictures.

Subversion‘ é dirigido por Patrick Vollrath, conhecido por ‘7500‘.

Subversion‘ marca a renovação da parceria entre Hemsworth e o Amazon MGM Studios. O ator também estrela ‘Crime 101‘, filme de Bart Layton com lançamento previsto para o próximo ano. A produção conta ainda com Mark Ruffalo, Barry Keoghan, Halle Berry e Monica Barbaro no elenco.

O projeto também representa um reencontro entre o estúdio e Ferguson, roteirista quatro vezes listado no prestigiado Black List. Outro roteiro seu, ‘Blood Rush‘, também está em fase de desenvolvimento pelo Amazon MGM Studios.