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Crítica | Jumanji: Bem-Vindo à Selva – Uma grata surpresa e uma aventura deliciosa

Quando a Sony Pictures anunciou uma sequência/reboot de ‘Jumanji’, muitas pessoas se revoltaram com a possibilidade do estúdio estragar um clássico de nossa infância estrelado pelo saudoso Robin Williams. O medo e a revolta era geral, afinal, novas versões de filmes antigos quase sempre destroem as boas memórias deixadas pelo material original.

Por sorte, estávamos enganados: ‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva’ é uma deliciosa aventura com toques de “Sessão da Tarde” que faz jus ao filme original.

Na história, que serve como uma leve “sequência” para o original, um pai encontra o tabuleiro Jumanji na praia e dá de presente para o filho. O jogo logo se transforma em uma daquelas fitas para games como os do console Mega Drive (quem viveu nos anos 80 e 90 vai entender).

Quando quatro jovens acabam em uma antiga casa, eles descobrem o velho aparelho de vídeo game e são imediatamente catapultados ao cenário de selva do jogo e ocupando o corpo dos avatares que escolheram, interpretados por Dwayne Johnson, Jack Black, Kevin Hart e Karen Gillan. O que eles descobrem é que eles não vão apenas jogar JumanjiJumanji joga com eles. Os quatro terão que sobreviver à mais perigosa aventura de suas vidas, ou ficarão presos no jogo para sempre…

A ideia de transformar o jogo de tabuleiro em um vídeo game é genial, afinal, os jovens de hoje em dia não têm paciência para jogos de tabuleiro como “War” e “Jogo da Vida”, não é mesmo?

Porém, o principal acerto do filme está sem seu elenco: tanto os jovens quanto seus avatares estão sensacionais.

Quem rouba a cena é Jack Black, que interpreta o avatar da patricinha Bethany (Madison Iseman). Ver o ator se comportando como uma adolescente mimada é uma das melhores piadas do filme, e apesar de ser exaustivamente repetida – a piada nunca cansa.

Dwayne Johnson, como de praxe, está sensacional como o sensacional protagonista Fumegante Dr. Bravestone, um herói cheio de músculo e com uma voz sensual e grossa. Ele é o avatar de Spencer, vivido pelo mediano Alex Wolff (‘Cidades de Papel’)– que aqui entrega uma atuação decente.

O elenco ainda conta com Karen Gillan – que entrega uma das cenas mais engraçadas do filme; Rhys Darby – meio apagado em meio a tantos astros; e Nick Jonas – que apesar de ter uma participação curta demonstra um ótimo timing para atuação.

Jake Kasdan, das comédias ‘Sex Tape – Perdido na Nuvem‘ e ‘Professora Sem Classe‘, consegue aliar na medida certa as cenas de ação e humor, entregando um filme leve e com uma bela mensagem em seu escopo.

Apesar de ter alguns easter eggs do ‘Jumanji’ original e retomar o mesmo “espírito” do filme de 1995, ‘Bem-Vindo à Selva’ entrega uma aventura original que consegue se inovar, assim como o jogo do título.

É divertido, cheio de ação e aventura. Robin Williams provavelmente estaria orgulhoso.

Crítica | Viva: A Vida é Uma Festa – Animação é cativante, deslumbrante e mexicana

Se imagine como garoto de 12 anos cheio de sonhos, mas com todos os seus anseios negados por causa de uma tradição familiar. Este é o dilema de Miguel (Anthony Gonzalez): ser rejeitado pela família ou seguir sua censurada vocação para música em Viva – A Vida é um Festa (Coco), da Disney\Pixar.

O que chama mais atenção à animação, no entanto, é ser o primeiro filme da Disney totalmente no México e dedicado à cultura mexicana. Desde o início, o filme apresenta diversos elementos do país e seu povo como os mariachis, as telenovelas e a devoção ao Día de los Muertos, o que lembra a animação Festa no Céu (2014), da Fox.

Diferente de seu antecessor, porém, Viva – A Vida é uma festa é apresentado através dos olhos do menino Miguel de forma perspicaz e inocente. Apesar do proibição musical, ele mantém sua paixão em um esconderijo onde toca sua viola quebrada e assiste às apresentações do seu grande ídolo já falecido Ernesto de la Cruz (Benjamin Bratt).

Quando Abuelita (Renee Victor) o descobre com um violão nas mãos, as coisas não acabam muito bem. A explicação para o banimento de qualquer assovio musical na família é dada no início do longa pelo próprio Miguel, em forma de lamento pelo seu destino ter sido prescrito por um infortúnio do passado, mas, mesmo assim, ele mantém um fascínio arrebatador por tocar e cantar.

Na celebração do Día de los muertos, na qual acredita-se que as almas voltam para visitar seus entes queridos e, portanto, milhares de pessoas constroem altares para preservar suas memórias e colocam comida de oferenda, ocorre a suprema mágica do filme. Ao tocar o violão do seu falecido ídolo De la Cruz, Miguel é transportado para uma dimensão vibrante e colorida, conhecida como Land of the Dead (Terra dos Mortos), habitada somente por aqueles que ainda são lembrados no mundo dos vivos.

Neste momento, a beleza visual do filme se torna deslumbrante, mas é o carisma do protagonista e os personagem ao redor que sobressaem com diálogos ágeis e ações divertidas. Lá, ele tem a missão de encontrar o seu ídolo, a maior estrela de todos os tempos – mesmo no mundo dos mortos -, e pedir sua benção para voltar para casa, enquanto foge dos seus finados parentes que querem fazê-lo prometer nunca cantar em vida.

Como em qualquer agradável jornada, Miguel aprende, se diverte e vive o seu sonho de menino, com o auxílio do interesseiro, intrigante e divertido Héctor (Gael García Bernal). As reviravoltas são contagiantes, bem engendradas e dignas das telenovelas.

Além disso, a animação está cheia de baladas que misturam inglês e espanhol, como The World is Mi Familia e Proud Corazón, além da canção principal Remember Me\Recuérdame. Boas músicas, contudo, longe de se comparar com as gostosas e alegres How Far I’ll Go, de Moana (2016), e Let It Go, de Frozen (2013).

Dirigido e escrito por Lee Unkrich, dos adoráveis Toy Story 3 (2010) e Procurando Nemo (2003), Viva – A Vida é uma Festa é uma homenagem belíssima à cultura mexicana e a força dos laços familiares. Assim como Moana e Elza, fala sobre ser corajosas e confiar em si mesmas, Miguel mostra como é importante ser persistente e batalhar para alcançar suas expectativas.

Com participação especial até de Frida Kahlo (Natalia Cordova-Buckley), a obra de Unkrich mostra que não basta ter bons personagens para fazer um filme ser bem sucedido, vide Liga da Justiça (2017). Aqui, o roteiro se destaca e mistura melodrama, desfaçatez e verdades reveladas, típicas das tramas mexicanas, em sua cativante narrativa, que faz os olhos brilharem na escuridão do cinema.

Crítica | 120 Batimentos por Minuto – franceses lutam contra a AIDS em drama gay

Perdas e Danos

O tema da luta contra a AIDS já foi levado muitas vezes ao cinema como foco de diversas produções cinematográficas. Filadélfia (1993), de Jonathan Demme, segue como um dos mais memoráveis e ainda atuais. Voltando mais para perto, The Normal Heart (2014), produção para a TV da HBO, que trazia marcantes atuações de Mark Ruffalo e Matt Bomer, e Julia Roberts como uma médica cadeirante, se aproxima mais do espírito aqui, e mostra como foi o choque inicial da conscientização sobre uma doença rápida e fatal, quando surgiu no mundo pela primeira vez.

Se em Normal Heart tínhamos a AIDS afetando a comunidade gay nos EUA, na década de 1980, em 120 Batimentos por Minuto atravessamos o continente para a França da década de 1990. Nesta época atual de inclusão e aceitação, na qual ainda é preciso muita orientação, chega este drama gay de muito prestígio. Numa época delicada, onde Hollywood se vê pisando em ovos, acusada e cada vez mais questionada sobre representatividade. Época onde temos Moonlight: Sob a Luz do Luar vencedor do Oscar na categoria principal, e filmes como Me Chame pelo Seu Nome acumulando inúmeros elogios (quase garantido de estar nas cabeças na cerimônia deste ano também). Podemos inclusive pensar que não existe época mais propícia para lançamentos como este. A verdade é que esta época deveria ser sempre.

O filme aborda um assunto importante, que tem voltado a ser discutido com uma nova leva de pessoas contaminadas pelo vírus da AIDS – é reportado que o número tem aumentado nos últimos tempos, até mesmo em países como o Brasil. Escrito e dirigido por Robin Campillo, 120 Batimentos por Minuto é também um atestado político, e nos leva junto pelos atos extremos do grupo ACT UP, enquanto invadem escritórios de empresas farmacêuticas para exigir que combatam a epidemia que se alastra pelo país cada vez mais rápido e tira a vida principalmente de homossexuais. É bem verdade que a comunidade gay foi o primeiro e principal foco da doença, e que erroneamente – como o futuro viria a mostrar – ficou conhecida como uma doença deste nicho da sociedade.

A força e verve das ações dos membros tem propósito, quando hostilizam sem violência, apenas sujando o local com bexigas de sangue falso, ou quando interrompem discursos de representantes e políticos. Tais momentos mais apaixonados, são balanceados com descontração, quando os mesmos membros pacifistas (nos atos nunca resistem aos seguranças e policiais) resolvem extravasar, escapando de sua triste realidade (todos, ou quase todos os membros são portadores do vírus HIV) na pista de dança de alguma boate, ou no desfile da parada gay, local de visibilidade e influência para sua causa.

Ao mesmo tempo em que possui fervor, 120 Batimentos por Minuto também é sobre calmaria, sobre relacionamentos e amizades. Sobre o ser humano. O longa possui momentos intensos, e não me refiro ao teor sexual – sim, ele também se faz presente – porém, o tapa na cara vem com a impotência de uma vida se esvaindo diante de nossos olhos. O diretor Campillo usa relatos de suas experiências pessoais no grupo ativista ACT UP, e igualmente reflete suas perdas em tela – segundo as palavras do próprio cineasta, “eu também precisei vestir um namorado depois de sua morte”.

No elenco, destacam-se as performances do argentino Nahul Pérez Biscayart, o grande chamariz aqui e o rapaz no pôster do filme, na pele do passional Sean Dalmazo, e o rosto conhecido da jovem estrela francesa Adèle Haenel (A Garota Desconhecida e Faces de uma Mulher), que encarna Sophie, uma das cabeças do ACT UP. Necessário, mesmo sem um aprofundamento maior em seus personagens – já que o propósito aqui era um panorama geral na situação e não em indivíduos – 120 Batimentos por Minuto era o representante da França por uma indicação ao Oscar de produção estrangeira, já eliminado na primeira etapa dos nove restantes. O que não diminui em nada sua importância para a composição do ano cinematográfico.

Crítica | The Square: A Arte da Discórdia – O candidato sueco ao Oscar é um filme essencial para o Brasil de hoje

The Square: A Arte da Discórdia (The Square) é o segundo trabalho do sueco Ruben Östlund a ter grande repercussão internacional; é também sua segunda obra a tentar uma vaga ao Oscar (em 2015, chegou perto com Força Maior). Tanto The Square quanto Força Maior tocam em temas que revelam a hipocrisia social e desconstroem ideias estabelecidas. Vocês já ouviram falar naquele discurso de que nos tornamos pessoas melhores, de que existem pessoas desconstruídas, hipersodilárias e que compreendem o outro? Então, Östlund pega essa ideia e diz para o público: meus queridos, ainda nem saímos do paleolítico!

Em Força Maior, Östlund usa um pai covarde que, durante um suposto deslizamento de neve, foge sem ajudar a família para desconstruir tanto a ideia do superpai quanto o ideal da família moderna. Seu ataque às vacas sagradas da modernidade é mais evidente em The Square (previsão de estreia no circuito para 4 de janeiro de 2018). Nele, conhecemos Christian (Claes Bang), curador de um museu que prepara uma exposição cujo objetivo é sensibilizar o público sobre a importância de sermos solidários e olharmos o outro. Em paralelo, acompanhamos as tentativas de Christian para recuperar o seu relógio roubado…

Östlund usa a narrativa de The Square para derrubar qualquer autoimagem elogiosa que o espectador tenha. Christian pode querer criar uma exposição que conscientize o público para os problemas do outro, mas é suficientemente mesquinho para agir de forma indiferente com moradores de rua, ou ser muito idiota nas tentativas de recuperar o seu relógio.

 

O filme apresenta personagens que carregam uma dicotomia entre aparentar algo e o que essas pessoas são quando colocadas no limite. Essa dicotomia reflete no espectador, que fica dividido diante das ações dos personagens; é muito provável que você não saiba o que pensar diante de certas situações apresentadas no filme. Enquanto Christian não é posto em uma situação limite, ele é a tradução do modelo de homem moderno, meio intelectual, meio desconstruído, o sujeito do século XXI. Quando está no limite, ele cede aos instintos, agindo de forma nem um pouco civilizada. Contudo, ele sente remorso por isso e tenta se corrigir – ou melhor, tenta manter a capa.

Östlund consegue criar personagens que sentem um arrependimento genuíno por agirem fora do que se espera de sujeitos civilizados. Mas, ao tentar corrigir algo, fazem como uma tentativa de demonstrar que ainda são pessoas virtuosas. Em qualquer situação, o outro importa quase nada; é como se eles acreditassem tanto que são pessoas boas, de espírito nobre, que não conseguem acreditar de que são capazes de agir de maneira baixa e estúpida. Duas cenas que melhor representam isso: um certo vídeo que Christian faz no celular; e a reação da plateia diante de um deficiente mental que atrapalha a entrevista de um artista.

A montagem do filme reforça toda essa contradição quando alterna cenas do museu com cenas de moradores de rua, estas cenas sempre com enquadramento mais instável do que aquelas filmadas no museu.

Apurando ainda mais seu estilo, Östlund explora outras situações que não tem importância direta no desenrolar da narrativa principal, mas que colaboram para a formação de um painel da hipocrisia social que vivemos, um ambiente intoxicado por ideologias que desejam controlar a forma como pensamos, um tipo de pensamento grupal totalmente avesso à autonomia intelectual. A sequência de sexo entre Christian e Anne (Elisabeth Moss) é uma bela tradução das consequências nefastas que o excesso de problematização da sexualidade pode gerar.

Nenhuma sequência, porém, é mais relevante para o Brasil de hoje do que a performance do artista Oleg (Terry Notary) durante um jantar reunindo os financiadores do museu. A performance provoca os convidados. Ela vai testando os limites deles e da própria arte. É a sequência que melhor demonstra que, sim, arte tem limite – ao contrário do que deu a entender os debates sobre artes neste ano de 2017 aqui no Brasil, cujo exemplo paradigma foi o envolvendo o queermuseu.

Poucos momentos reuniram tanta estupidez e ignorância quanto o debate sobre artes no Brasil, de ambos os lados – tanto daqueles que viam pedofilia onde não havia, quanto de pessoas defendendo obras de duvidosa qualidade artística. Apesar de The Square criticar o universo artístico contemporâneo, ele não endossa a histeria que o queermuseu provocou.  Pelo contrário! Quando o filme expõe as reações ao vídeo publicitário, parece criticar a postura de caça às bruxas – e estamos falando de um vídeo estúpido produzido por uma dupla de publicitários com uma visão estreita de mundo.

Por mais que The Square critique o povo do “não tenho preconceitos”, os meio intelectuais, meio desconstruídos, Östlund não produz um filme para agradar algum lado. Por meio de uma montagem de imagens contrastantes, ele produz uma narrativa que não se contenta em expor as contradições do pensamento dominante nos meios artísticos (e tão comum em meios políticos de esquerda); seu filme aponta os limites desse tipo de pensamento, muitas vezes chamado de politicamente correto. Ver The Square deixa ainda mais patética a revolta das pessoas que falam coisas do tipo: “como é possível, em pleno ano 2017…” Mana, nem em pleno 3017 vamos ter abandonado nosso lado mesquinho.

E aí, ficou interessado por The Square? Será que ele tem chances de concorrer ao Oscar? E não deixe de comentar, compartilhar e curtir nossas redes sociais:

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Crítica em Vídeo | Jumanji: Bem-Vindo à Selva – E não é que é bom?

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva‘, que é lançado 23 anos após o clássico ‘Jumanji‘ (1995).

A aventura surpreende e consegue trazer o mesmo espírito do original.

Assista a crítica:

Confira nossa crítica em TEXTO:

 Crítica | Jumanji: Bem-Vindo à Selva – Uma grata surpresa e uma aventura deliciosa 

Jake Kasdan (Professora Sem Classe) dirige.

A estreia no Brasil acontece amanhã, dia 4 de Janeiro de 2018.

Jeremy Renner de moicano em vídeo do set de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

Jeremy Renner divulgou um vídeo com o novo visual do Gavião Arqueiro, revelando que encerrou as filmagens de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘: “Então, isso não é um adeus, só um te vejo mais tarde“, disse Renner. “Encerrei Vingadores: Guerra Infinita. Não poderia estar mais animado para ver como eles vão finalizar o filme, eu estou muito ansioso. Estou também ansioso para ir para casa e ver meu bebê“. Assista:

That’s a wrap! #infinitywars #thankyou #soblessed #SUPERexcited #marvel #daddydaughtertime

Uma publicação compartilhada por Jeremy Renner (@renner4real) em

Recentemente, Renner pontuou que a Marvel preparou coisas maravilhosas para o seu herói:

“Nós estamos fazendo coisas maravilhosas com o personagem, coisas que eu sempre quis fazer com ele. Acho que todo mundo vai ficar bem feliz e satisfeito quando tiverem a oportunidade de assistir o filme e ver o que acontece”.

 

 

A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

Rosario Dawson retorna nas próximas temporadas de ‘Demolidor’ e ‘Punho de Ferro’

Rosario Dawson retornará para o papel de Claire Temple, também conhecida como Enfermeira Noturna, na segunda temporada de ‘Demolidor’ e na segunda temporada de ‘Punho de Ferro‘.

As filmagens das novas temporadas já começaram em Nova York.

A personagem de Dawson tornou-se a versão feminina do Nick Fury nas séries da Marvel, sendo a cola que trouxe muitos dos heróis juntos em ‘Os Defensores.

Até agora, ela apareceu em todas as séries da Netflix até a data, exceto ‘O Justiceiro‘.

Resta saber se Dawson aparecerá na segunda temporada de ‘Jessica Jones‘, que é a próxima no catálogo da Marvel.

  

O ator Vincent D’Onofrio vai reprisar seu papel do chefe do crime Wilson Fisk, na terceira temporada de ‘Demolidor‘. A informação foi inicialmente revelada pelo site Deadline e confirmada pela Entertainment Weekly.

Outra mudança que acompanha o terceiro ciclo é a troca dos chefes da série.

Doug Petrie e Marco Ramirez, os responsáveis pela segunda temporada, deixam a produção, abrindo espaço para o comando de Erik Oelson (‘Arrow‘).

Especula-se que a terceira temporada estreia em 2018.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

‘Grey’s Anatomy é a série mais assistida da Netflix norte-americana

Grey’s Anatomy‘ é a série mais assistida na Netflix norte-americana, segundo uma pesquisa desenvolvida pela 7Park Data.

Motivada pela intensa repercussão originada pelo fim repentino da produção original ‘Sense 8’, a instituição elencou quais são as 10 séries mais vistas pelos usuários da plataforma de streaming e chegou a uma conclusão interessante: Apenas dois programas originais da empresa fazem parte da lista, sendo eles ‘Stranger Things‘ (10) e ‘Orange is The New Black‘ (6).

Das produções canceladas recentemente pela Netflix, como é o caso de ‘Marco Polo‘, The Get Down‘ e ‘Sense 8‘, as posições no ranking não foram nada boas.

Enquanto a primeira ocupa o 54 lugar, a segunda ficou no 70 e a terceira não entra nem na lista das 100 mais assistidas, fica na 112ª posição.

A análise foi feita entre o período de maio de 2016 e maio de 2017 e contempla apenas os usuários dos Estados Unidos.

Confira o Top 10:

1. ‘Grey’s Anatomy‘ (ABC)
2. ‘Shameless‘ (Showtime)
3. ‘Criminal Minds‘ (CBS)
4. ‘Supernatural‘ (The CW)
5. ‘NCIS‘ (CBS)
6. ‘Orange is the New Black‘ (Netflix)
7. ‘Gilmore Girls‘ (The CW)
8. ‘The Walking Dead‘ (AMC)
9. ‘Bones‘ (FOX)
10. ‘Stranger Things‘ (Netflix)

Vem cá, vamos falar sobre ‘The Fosters’

Enquanto pensava sobre o que escreveria em relação à representatividade LGBTQ em séries de TV, comecei a fazer uma lista mental: dentre todas as séries que acompanho, quais são os aspectos que as destacam e por qual razão falaria sobre eles aqui. Bom, definitivamente, a criação de Brad Bredeweg e Peter Caige, dupla de Fly Girls, chamada The Fosters, se sobressai, não só pelos personagens como também pela forma como escolheram contar a história dessas pessoas.

Para quem não conhece, a produção televisiva do canal Freeform conta a história dos Fosters formada por Stef (Teri Polo) e Lena Adams Foster (Sherri Saum), e os filhos Callie (Maia Mitchell), Jude (Hayden Byerly), Brandon (David Lambert), os gêmeos Mariana (Cierra Ramirez) e Jesus, que foi interpretado pelo ator Jake T. Austin, mas hoje em dia quem está no papel é Noah Centineo. O piloto começa com Callie, que estava no reformatório juvenil, e vai viver temporariamente com Stef e Lena. Bom, a partir disso o roteiro se desenvolve.

Mas vamos falar sobre o assunto pelo qual estou aqui hoje: representatividade.

Se tem uma coisa que não falta em The Fosters é justamente isso. Para começar, o principal casal da série são duas mulheres e não, o que há de mais interessante sobre elas não é a sexualidade. O filho mais novo, Jude, irmão biológico de Callie, passa por um período de descoberta a respeito da própria orientação sexual, existem personagens transgêneros interpretados por atores transgêneros, por aí vai.

As atrizes Teri Polo e Sherri Saum possuem uma química singular e constroem um relacionamento realista. É impossível não se apaixonar pelas duas e não enxergar que uma família formada por pessoas do mesmo sexo possui os mesmos problemas que qualquer outra.  E este é o ponto principal da criação de Bredeweg e Caige, contar a história de uma família.

E por que isso é importante? Bom, quando o assunto é representatividade, pode-se dizer que desde Will & Grace, em 1998, isso tem melhorado no meio televisivo, contudo, ainda existem representações mal feitas, que se encaixam em estereótipos pré-determinados. As quebras de paradigmas ainda são pequenas e se precisa de mais, afinal, só assim para mais produtores tratarem personagens LGBTQs de forma real. Todo ser humano possui nuances, complexidades e características próprias e os roteiristas precisam levar isto em consideração ao criar todo e qualquer tipo de arte.

The Fosters faz isso muito bem, porque não se rotula pela orientação sexual dos personagens, pela cor de pele ou classe social, mas sim por família. Imagine criar cinco adolescentes? Imagine os conflitos, dramas, problemas, pais biológicos reaparecendo, namoros, questionamentos internos e externos, porém, tudo isso elevado ao dobro, porque é uma série de TV dramática (óbvio). Eis o ponto.

Brad Bredeweg e Peter Caige não querem contar ao público sobre gays, negros, transgêneros, órfãos, mas sobre pessoas que, como qualquer outra, têm momentos de alegrias, de tristezas, dúvidas, descobertas, e por aí vai. Uma coisa tão óbvia que muitos ainda, infelizmente, possuem dificuldade em enxergar. E é de suma importância que a TV, as produções audiovisuais, que permanece um dos meios com mais abrangência, evidencie personagens assim. Não só para as pessoas que se identificam, como também para aqueles que permanecem sem compreender esta obviedade.

The Fosters pode não ter o melhor roteiro do mundo e assim como muitas produções televisivas que já estão no ar faz um tempo, comete alguns erros aqui e ali, porém, acerta como poucas séries já acertaram quando o assunto é a comunidade LGBTQ e outras minorias. Os atores são comprometidos com os personagens, em transmitir o máximo que podem uma realidade pouco vista na TV.

Em tempos de tochas e discursos de ódio, é importante se ter uma série desta no ar. Assistir a The Fosters é, antes de qualquer coisa, se sentir representado como ser humano. Portanto, corre lá na Netflix e vai dar uma conferida nesta série de TV que tem tudo para ganhar o coração do telespectador.

“The Walking Dead ainda não perdeu a relevância”, diz produtor

The Walking Dead tem apresentado dificuldades em garantir a audiência interessada e, como consequência, a série não está mais na lista das cinco séries mais assistidas nos EUA. Apesar disso, o produtor David Alpert diz que a culpa é da forma como as pessoas estão consumindo as séries hoje em dia.

Durante uma participação no podcast da Variety, Alpert disse que The Walking Dead não perdeu a sua relevância com a queda de audiência:

“Eu acho que apenas estamos vendo um declínio em toda mídia na urgência de consumir algo em um horário específico”

A série retorna em 11 de fevereiro de 2018. No Brasil, a série é transmitida pelo canal Fox.

Fãs fazem abaixo-assinado para demitir showrunner de ‘The Walking Dead’

‘The Walking Dead’: Ator fala sobre morte dramática da 8ª temporada [SPOILER]

‘The Walking Dead’: Internet reage à triste morte de [SPOILER]

The Walking Dead‘ finalizou a primeira parte da oitava temporada com uma das mais mortes mais impactantes. Quem deixa a série desta vez é o personagem Carl.

O fatídico momento pode ser revisto, em um vídeo compartilhado por um fã da produção.

Confira:

“Não sou grande fã de filmes de super-heróis”, admite Christian Bale

Por essa ninguém esperava! Durante a sua participação do podcast Happy Sad Confused, o ex-batman Christian Bale revelou que não chegou a ver a versão de Ben Affleck para o herói e diz não ter interesse em filmes do gênero.

“Eu não assisti o Batman de Ben Affleck. Estou interessado, meu filho que parecia bem interessado, mas depois percebi que ele apenas queria ver o trailer – acabo tendo que assistir os filmes que meus filhos querem ver. Preciso confessar que não sou um grande fã de filmes de super-heróis. As pessoas ficam surpresas com isso, não sei o motivo. Eu não vi Vingadores e os demais filmes. Todos falam que são muito bons, mas estou feliz em apenas ouvir que são muito bons”

Bale viveu Batman por três filmes dirigidos por Christopher Nolan. Atualmente, o ator está trabalhando no western Hostiles, dirigido por Scott Cooper

‘Mulher-Maravilha 2′: Patty Jenkins diz que sequência será “totalmente diferente”

Em entrevista ao ET durante o Festival  de Palm Springs, a diretora Patty Jenkins revelou que ‘Mulher-Maravilha 2‘ será muito diferente do primeiro filme.

“Nós realmente estamos fazendo um filme totalmente diferente. Ainda vamos ter as coisas que amamos, mas é um filme completamente próprio. É uma aventura inteiramente nova, e eu não podia estar mais feliz em poder fazer parte disso”, revelou.

Jenkins também revelou que a equipe criativa está trabalhando arduamente para incluir Lynda Carter, a Mulher Maravilha original, no novo filme.

“Vamos ver”, disse Jenkins. “Lynda é uma das pessoas mais queridas para nós, foi uma grande mentora e uma querida amigo. E, na verdade, tentamos desesperadamente colocá-la no primeiro filme, mas não funcionou. Não vamos dizer nada ainda, mas certamente – não faltarão tentativas”, concluiu.

 

Mulher-Maravilha se tornou um grande sucesso, e a Warner Bros. antecipou a estreia da sequência.

O segundo filme solo da heroína teve sua estreia adiantada em seis semanas, de 13 de dezembro de 2019 para 1º de Novembro de 2019.

Geoff Johns já está trabalhando no roteiro da sequência de ‘Mulher-Maravilha‘.

Mulher-Maravilha arrecadou cerca de US$ 821,74 milhões nos cinemas e ultrapassou a bilheteria do, até então, filme de super-herói de origem mais rentável da história, Homem-Aranha, de 2002. Na época, o filme fez cerca de US$ 821,70 milhões mundialmente.

Poderosa! Gal Gadot só retorna para ‘Mulher-Maravilha 2’ se Brett Ratner for demitido

O recorde do filme dirigido por Sam Raimi durou 15 anos, apesar de muitos outros filmes de origem de super heróis terem sido lançados nesse meio tempo e se tornarem extremamente lucrativos.

Os Filmes Mais Esperados de Janeiro 2018

Pois é, amiguinhos. 2017 já entrou para a história e ficou para trás. Diversos filmes que anunciamos por aqui ao longo do ano chegaram e fora embora. Tivemos muitos sucessos, produções empolgantes que nos renovaram a esperança, e tantos outros que terminaram não vingando e nos decepcionando. Todo ano é assim, acontece. O que nos deixa mais chocado é como o tempo voa. E assim, num piscar de olhos, 12 meses de filmes se foram, e mais 12 se apresentam, com a promessa de tudo de novo. E aqui vamos nós. Para começar bem o ano, aproveitando as férias para alguns, selecionamos para você o que de melhor os cinemas irão exibir no primeiro mês de 2018. Tem blockbuster, animação da Disney e da FOX, filme brasileiro de ficção, terror, comédia, e claro, filmes do Oscar! Pegue seu caderninho e boa diversão.

04/01

Viva – A Vida é uma Festa

O ano começa animado com a estreia nos cinemas desta produção da Disney / Pixar. Quem já pôde conferir garante que o estúdio emplacou outro golaço com essa animação, que conta pela primeira vez sobre a cultura mexicana e a celebração do dia dos mortos. Na trama, um menino aspirante a cantor adentra o além vida e reencontra seus ancestrais.

Jumanji – Bem-vindo à Selva

Quando o trailer do novo Jumanji estreou na internet sofreu com o grande índice de rejeição por parte dos fãs do original. Mostrando que nunca devemos ser precipitados e julgar um livro por sua capa, o longa vem arrancando elogios de quem já assistiu (tanto público, quanto crítica). Mistura de continuação e reboot, o filme apresenta quatro adolescentes adentrando um vídeo game, e o mundo de Jumanji, e assumindo avatares nas formas de Dwayne Johnson, Jack Black, Karen Gillan e Kevin Hart.

The Square – A Arte da Discórdia

Aqui no CinePOP somos ecléticos e gostamos de todo tipo de filme, basta ser bom. Um dos melhores que o mês de Janeiro trará é esta produção sueca, vencedora da última Palma de Ouro, o prêmio máximo no prestigiado Festival de Cannes, deste ano. Além disso, o filme está entre os 9 pré-selecionados ao Oscar de produção estrangeira. A maioria acredita que será indicado e vencerá o prêmio da Academia. Na trama, o diretor de um museu testa seu público e o limite do que é a arte, em um experimento polêmico, ao mesmo tempo em que se depara com algumas questões de sua vida pessoal.

120 Batimentos por Minuto

Além do hypado Me Chame pelo Seu Nome, outro drama gay de grande relevância irá aportar em nossos cinemas no início de 2018. Sucesso nos festivais em que passou, inclusive alguns no Brasil, 120 Batimentos por Minuto era o selecionado da França para o Oscar 2018, na categoria de filme estrangeiro, mas infelizmente foi cortado da pré-seleção e ficou de fora dos 9 ainda no páreo. Seja como for, este é um drama estarrecedor (que  já pude conferir), e fala sobre um grupo de ativistas lutando por ajuda do governo francês no combate a AIDS, que fazia diversas jovens vítimas ainda na década de 1990.

11/01

O Touro Ferdinando

Nova animação da Fox comandada pelo brasileiro Carlos Saldanha, diretor de A Era do Gelo e Rio. Esta é a primeira adaptação na forma de um longa-metragem das histórias do Touro Ferdinando, criado ainda na década de 1930 por Munro Leaf, como livros ilustrados infantis. Na mesma década, um curta foi produzido e levou o Oscar. A história, fiel ao espírito original, apresenta o imponente touro do título, que prefere cheirar flores a lutar. A mensagem pacifista serve como crítica às touradas, cruel evento ainda em vigor na Espanha.

O Destino de uma Nação

Um dos filmes políticos que mais chamam atenção nesta época de prêmios, O Destino de uma Nação é o novo trabalho do cineasta Joe Wright. O ótimo Gary Oldman nunca esteve tão bem, e irreconhecível ele devora a tela. Enterrado em quilos de maquiagem (que deverá vencer o Oscar), ele vive o Primeiro Ministro britânico Winston Churchill, assumindo o cargo no momento mais difícil do país, durante a Segunda Guerra Mundial, onde precisou peitar as forças nazistas e resgatar soldados ingleses encurralados na França. Sim, se você está pensando em Dunkirk, é exatamente o mesmo período apresentado aqui, o que faz uma boa dobradinha entre os longas.

O Estrangeiro

O Oscarizado mestre das artes marciais Jackie Chan está de volta e desta vez com alguns respaldos de prestígio. Primeiro, o do diretor Martin Campbell, que já dirigiu diversos blockbusters de respeito, o principal deles, em minha opinião, sendo 007 – Cassino Royale, o melhor Bond já feito. O segundo, é a presença do próprio Bond em pessoa, Pierce Brosnan, a quem Campbell dirigiu em 007 Contra Goldeneye. Sim, ele fez dois Bond. Chan e Brosnan juntos, dois ícones da ação, sem dúvida criam uma dupla inusitada. A trama fala sobre atentados terroristas e vingança, um tema muito em voga na atualidade.

18/01

Me Chame Pelo Seu Nome

Gravem bem este título, se é que ainda não guardaram. Isso porque podem estar diante do novo vencedor do Oscar de melhor filme. Bem, sem nos precipitarmos muito, é seguro dizer que o longa do italiano Luca Guadagnino (Um Mergulho no Passado) estará entre os indicados. Na trama, Timothée Chalamet interpreta um jovem descobrindo sua sexualidade aflorar enquanto passa uma temporada com os pais no interior da Itália, durante a década de 1980. No local chega um antigo aluno de seu pai, papel de Armie Hammer, por quem o menino desenvolve fortes laços de afeto. Hammer e Michael Stuhlbarg, que vive o pai do menino, entregam seus melhores trabalhos e podem sair com indicações ao Oscar (ao menos um deles), mas a certeza mesmo é a indicação para o protagonista rouba-cenas Chalamet.

Sobrenatural – A Última Chave

Quarto filme da franquia de terror Sobrenatural, iniciada em 2010. Os protagonistas originais Patrick Wilson e Rose Byrne pularam fora após o segundo e a série mudou seu foco, se concentrando na personagem da ótima Lin Shaye, a médium Elise Rainier. Para um remake não declarado de Poltergeist – O Fenômeno (1982), que viveu para se mostrar melhor que o próprio remake (o horrendo filme de 2015), Sobrenatural ultrapassou seu homenageado (que teve “somente” duas sequências). Além de Shaye, quem retorna é o roteirista Leigh Whannell, que interpreta também Specs pela quarta vez, o parceiro da médium. Dessa vez a ação é transportada para a casa da família de Elise.

Correndo Atrás de um Pai

Adiado do ano passado para este, o que nunca é um bom sinal, esta comédia parece ter sofrido diversas modificações, seja na sala de edição ou em refilmagens, desde que seu primeiro trailer caiu na internet em meados do ano passado. Na verdade, até mesmo o título foi modificado – de Bastards (Bastardos) para Father Figures. Na trama, Owen Wilson e Ed Helms (de Se Beber, Não Case) caem na estrada para descobrir qual dentre alguns homens que sua mãe se relacionou é seu verdadeiro pai. A veterana Glenn Close interpreta a matriarca.

25/01

Maze Runner – A Cura Mortal

Terceira parte da aventura juvenil de ficção científica baseada num livro de sucesso. O primeiro filme foi lançado em 2014 e o segundo em 2015. Então você se pergunta, por que esta demora toda para o terceiro. O que acontece é que o jovem protagonista Dylan O´Brien sofreu um grave acidente durante as filmagens e quase perdeu a vida. O filme chegou perto de ser cancelado, mas a Fox, em respeito aos fãs, decidiu peitar a briga e lançar o longa. No meio tempo, O´Brien conseguiu protagonizar o horrendo O Assassino: O Primeiro Alvo, lançado ano passado. Este é o desfecho da saga pós-apocalíptica, e os heróis estão atrás da cura para a mortal doença.

The Post – A Guerra Secreta

Agora a p***a ficou séria! Novo trabalho do cineasta Steven Spielberg (não é pouca coisa), The Post tem a típica cara de produção papa Oscar, e pode ser o grande vencedor da próxima cerimônia dos prêmios da Academia. Pompa para isso o filme e os envolvidos possuem. Ah, esqueci de dizer. No elenco, temos um par de novatos, que estão estreando agora e podem ter seus nomes escritos nas estrelas. Tom Hanks e Meryl Streep. Algo me diz que esses nomes vão longe. A história real fala sobre uma batalha sem precedentes entre jornalistas e o governo norte-americano.

Artista do Desastre

Sabe quando Tim Burton decidiu homenagear o diretor Edward D. Wood Jr., considerado o pior cineasta de todos os tempos, com sua biografia Ed Wood (1994)? Pois bem, agora James Franco faz o mesmo e homenageia Tommy Wiseau, o Ed Wood moderno. Se você não sabe, Wiseau é responsável por um dos piores filmes já produzidos na história do cinema: The Room (2003), inédito no Brasil, o qual produziu, roterizou, dirigiu e protagonizou. Franco faz o mesmo aqui, pulando apenas a etapa do roteiro, e encarna Wiseu de forma tão certeira, que aposto nem mesmo ele esperava a excelência do resultado. Não por menos Artista do Desastre vem emplacando em premiações e promete respingar no Oscar. Já tive a chance de conferir e afirmo, é um filme e tanto.

Sem Fôlego

Cineastas autorais não precisam escrever seus roteiros. O que precisam é imprimir tanto estilo a uma obra, não causando dúvida de que ali está sua assinatura. É o caso com Todd Haynes, cujo último filme foi o elogiadíssimo Carol (2015), com Cate Blanchett. Agora, o diretor retorna numa obra muito diferente, como não podia deixar de ser para um cineasta de seu porte. Misturando cor com preto e branco, Haynes conta a história de duas crianças vivendo em épocas diferentes, e realidades distintas, que irão se conectar por um propósito maior. Esta é uma produção enigmática, da qual o quanto menos soubermos antes de assistir, melhor.

A Melhor Escolha

Aparecendo meio fora do radar, A Melhor Escolha chegou a ser exibido no Festival do Rio deste ano, e conta com três nomes chamativos à frente do elenco: Bryan Cranston, Steve Carell e Laurence Fishburne. Mas o que chama atenção mesmo é o comandante desta obra, o cineasta Richard Linklater, lembra dele? O diretor tem no currículo a trilogia Antes do Amanhecer (1995), Pôr do Sol (2004) e Meia Noite (2013), e parou o mundo do cinema há poucas edições do Oscar com Boyhood: Da Infância à Juventude (2014). Depois de Boyhood ele inclusive chegou a entregar outro trabalho, o ótimo e pouco visto Jovens, Loucos e Mais Rebeldes (Everybody Wants Some!!, 2016), continuação “espiritual” do primeiro sucesso do diretor, Jovens, Loucos e Rebeldes (Dazed and Confused 1993). Em A Melhor Escolha (Last Flag Flying), a amizade de trinta anos de um trio de ex-militares é posta à prova e renovada, quando um deles reúne os amigos para o enterro do seu filho, um jovem militar morto na Guerra do Iraque.

A Repartição do Tempo

Todo mundo reclama da falta de diversidade de gênero dentro do cinema brasileiro. Parece que tudo o que é feito em nosso país são críticas sociais, filmes ideológicos e comédias bobalhonas. Nada contra, amo estes subgêneros, quando bem trabalhados. Mas acredito que a sétima arte de um país inteiro possa e deva ser mais rica, passando suas mensagens dentro de todos os gêneros. A mais nova tentativa de sair da caixinha é A Repartição do Tempo, do diretor Santiago Dellape. Mistura de crítica cômica e sátira à burocracia do país, o longa usa ainda elementos de ficção científica e fantasia. Na trama, um patrão autoritário usa uma máquina do tempo para fazer seus preguiçosos funcionários em uma repartição pública trabalharem mais. O elenco traz os veteranos Tonico Pereira, e o eterno Trapalhão, Dedé Santana.

17 Séries Originais que retornam à Netflix em 2018

2018 já começou e ele promete ser um grandioso ano para as séries de TV. Encerrando alguns hiatos que atravessaram o ano, os fãs apaixonados pelas densas e envolventes maratonas podem descansar, pois muita coisa boa retorna ao longo destes 365 dias.

Em se tratando da Netflix, teremos um ano promissor com a volta das amadas produções do cânone da Marvel, ‘Demolidor‘, ‘Jessica Jones‘ e ‘Luke Cage‘.

Além disso, vamos retomar a impactante série sci-fi ‘The OA‘ e nos despedir da adorável comédia de Judd Apatow, ‘Love‘.

Com tanta coisa boa voltando à grade de programação, fica difícil lembrar de tudo. Pensando nisso, preparamos uma listinha amiga supimpa, para você acompanhar na ponta do lápis o que vem por aí.

Confira:

Demolidor

Ainda sem data de estreia

A primeira série solo do universo Marvel da Netflix, ‘Demolidor‘ também é a mais querida. Com uma produção de primeira que já se anuncia grandiosa em sua abertura, ela é o elo mais forte do grupo de heróis que formam ‘Os Defensores‘. Com Matt Murdock como o líder nato do grupo, ele cresce vertiginosamente em seu próprio programa, com coadjuvantes bem construídos que completam a trama, além de vilões surpreendentes. Ansiosos para mais um pouquinho do Diabo de Hell’s Kitchen?

Orange is The New Black

Ainda sem data de estreia

Ela é comédia, é drama, é uma dramédia. ‘Orange is The New Black‘ trata sobre assuntos pontuais como a sexualidade e racismo, a partir de uma história real que inspirou uma série de novos acontecimentos que deram vida própria à produção.

House of Cards

Ainda sem data de estreia

House of Cards‘ passou por maus bocados com as revelações repentinas de assédio sexual e pedofilia contra Kevin Spacey. A perda de seu protagonista mudou completamente os rumos da série, que não tinha uma data de despedida agendada. Com Robin Wright assumindo a frente da presidência dos Estados Unidos, a aclamada produção se vê forçada a dar adeus antes de hora. Mas a Netflix não brinca em serviço e já promete um spin-off sobre o fiel escudeiro de Frank, Doug Stamper.

Luke Cage

Ainda sem data de estreia

A série do justiceiro de Harlem retorna com alguns de seus personagens da temporada anterior, como Mariah Dillard, Shades, Misty Knight e Claire Temple. Além disso, pode esperar Danny Rand se chamando de Punho de Ferro pelo menos em um dos episódios. Brincadeiras a parte, a produção é um sopro de diversidade racial e traz uma trilha sonora que mescla jazz, blues e R n’ B com muito bom gosto.

Lovesick

Retorno: 01 de janeiro

A produção britânica perdeu espaço na emissora Channel 4, mas foi resgatada pela Netflix e aqui encontrou um público muito maior, absorvendo diversos países. Na trama, um homem diagnosticado com uma DST se vê forçado a procurar todos os seus parceiros no passado para fazer a coisa certa. A trama equilibra a comédia com o drama, sempre trazendo os assuntos que norteiam diagnósticos dessa natureza.

Jessica Jones

Retorno: 8 de março

Seria o fim de Kill Grave? O final da primeira temporada parecia ter encerrado o ciclo de manipulação do carismático psicopata, mas ele promete retornar no segundo ciclo. Independente disso, ‘Jessica Jones’ já se imortalizou como uma série que une o amor pelos quadrinhos com o emponderamento feminino de uma mulher que quanto menos quer ser heroína, mais vidas salva.

13 Reasons Why

Ainda sem data de estreia

A primeira temporada tocou na profunda ferida que o bullying pode gerar em suas vítimas e – por que não – em seus agressores. Crua e dilacerada, ele trouxe cenas fortes de agressão verbal e corporal, mostrando o assédio e abuso sexual sem suavizar nada. Mostrando o suicídio de maneira brutal, ela conquistou uma segunda temporada a partir do impacto sociocultural que gerou. Mas o que aconteceu com a família de Hannah? O abuso de Jessica será punido? Alex sobrevive à tentativa de suicídio? Essas perguntas serão respondidas em 2018.

Arrested Development

Ainda sem data de estreia

A série narrada pelo cineasta Ron Howard permanece como sendo aquela produção indie que extrai risadas das circunstâncias mais inconvenientes. Com um humor incomum, ela finalmente vai ganhar uma nova temporada pela Netflix, que já havia trazido ela de volta em 2013. Cinco anos depois, Jason Bateman e Michael Cera retornam com a família mais estranha que você respeita.

Desventuras em Série

Estreia dia 30 de Março.

Conde Olaf não desistiu de realizar tramoias contra as crianças Baudelaire, que seguem firmes e fortes, com uma esperança surpreendente em descobrir o que aconteceu com seus pais. Este mistério deve ganhar novas peças-chaves, que futuramente os levarão a tão aguardada descoberta.

The OA

Ainda sem data de estreia

The OA‘ arrebatou as audiências ao redor do mundo como aquela surpresa da Netflix. A união entre o gênero sci-fi e o drama nos trouxe uma produção bem construída, que promete crescer ainda mais em 2018. Pouco se sabe sobre o novo ciclo, mas o primeiro episódio já tem nome e se chama ‘Angel of Death’. Curiosos para saber o que isso significa?

Love


Ainda sem data de estreia

A série original de Judd Apatow uniu as duas pessoas mais desconexas em um romance problemático, mas promissor. Infelizmente, a Netflix deu seu último sinal verde para ‘Love’, mas o pai da produção promete um final de série apaixonante, que deve mostrar que o amor existe até nas circunstâncias mais inesperadas.

Disjointed

Retorno: 12 de janeiro

Cuidar de um negócio que trabalha com a distribuição de maconha não é nada fácil, mas nada que o bom humor não ajude. E com a liderança de Kathy Bates, o que poderia dar errado? Quer descobrir? Aguarde a segunda temporada, que está quase batendo à porta!

One Day At a Time

Retorno: 26 de janeiro

One Day At A Time’ tem aquela atmosfera moderna, com um conceito familiar diferente que séries como ‘Who’s the Boss?’, ‘Growing Pains’, ‘Diff’rent Strokes’ e ‘Três É Demais’ trouxeram para a televisão. Com uma família de origem cubana e uma adolescente que está na fase da descoberta sexual, o convencionalismo abre espaço para uma mãe solteira capaz de fazer tudo por seus filhos.

Ozark

Ainda sem data de estreia

Aclamada pela crítica especializada, a família que lava dinheiro em uma pequena cidade do interior continua driblando o FBI. Onde isso vai parar? Aguarde os próximos 10 episódios.

The Crown

Ainda sem data de estreia

A veracidade nos relatos da família real britânica é um dos aspectos mais fascinantes de ‘The Crown’, uma das séries mais elogiadas pela crítica especializada. A premiada produção deve retornar no segundo semestre de 2018, trazendo um novo elenco e uma nova rainha Elizabeth. Claire Foy entrega a coroa nas mãos de Olivia Colman, que passa a interpretar a chefe de Estado na década de 70.

GLOW

Ainda sem data de estreia

GLOW‘ é mais uma surpresa gostosa da Netflix, que traz um grupo de mulheres marcadas por estereótipos quebrando paradigmas, encarando a luta livre de forma cômica, com um toque de espetáculo. As coisas prometem ficar ainda mais movimentadas na nova temporada.

Grace and Frankie

Retorno: 19 de janeiro

Abandonadas pelos maridos, essa dupla encontra em si a amizade que talvez nenhuma outra circunstância uniria. E para se manterem ávidas, o relacionamento extrapolou para o âmbito profissional e elas pretendem arrasar no mundo dos negócios com muito sarcasmo e peculiaridades.

‘Pantera Negra’: Detalhes sobre o vilão Killmonger são revelados

Pantera Negra‘ vai trazer uma série de personagens marcantes e um deles é Erik Stevens, o antagonista vivido por Michael B. Jordan.

E novas informações relacionadas ao vilão Killmonger foram reveladas pela fabricante de brinquedos Toy “R” Us.

Na página oficial da marca, detalhes a respeito da história de fundo do personagem foram divulgados, pontuando também de que forma ele vai colocar seu plano em andamento em Wakanda.

Confira a descrição:

“Erik Stevens foi um soldado americano da operação negra, que conquistou o apelido de Killmonger durante o período que esteve no campo de batalha. No entanto, depois de desaparecer, ele ressurge com um plano ameaçador, que deve colocar Pantera Negra e Wakanda em perigo. Usando seu carisma, habilidades consideráveis em combates e seu surpreendente conhecimento sobre as tradições e costumes de Wakanda, Erik Killmonger é uma ameaça perigosa para todos aqueles que T’Challa tanto ama”.

 

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

‘True Detective’: Stephen Dorff será o co-protagonista da terceira temporada

A terceira temporada de True Detective‘ ganhou uma nova adição no elenco.

Segundo a Variety, Stephen Dorff (‘Blade – O Caçador de Vampiros’) viverá Roland West, detetive que tem sua vida pessoal e profissional afetada devido a um crime.

Ele será o co-protagonista, ao lado de Mahershala Ali .

Ali vive como Wayne Hays, um policial do noroeste do Arkansas, responsável por investigar um crime macabro em Ozarks.

A terceira temporada apresenta a história de um crime macabro no âmago de Ozarks e um mistério que tem se aprofundado ao longo das décadas, se desmembrando em três períodos distintos.

A terceira temporada de ‘True Detective‘ ainda não possui quantidade de episódios e data de lançamento.

Sucesso nos EUA, ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ tem desempenho tímido no Brasil

Star Wars: Os Últimos Jedi‘ é um grande sucesso no mundo todo, com US$ 1.090 bilhão arrecadado, mas no Brasil o desempenho é bastante tímido.

Em sua terceira semana em cartaz, o blockbuster intergalático caiu para a segunda posição, e quem reinou foi ‘Extraordinário‘, lançado há mais de um mês.

O drama familiar estrelado por Jacob Tremblay e Julia Roberts subiu 24% em relação à semana anterior e arrecadou R$ 6,2 milhões, contra R$ 5 milhões de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ – que teve uma alta queda em sua performance.

O terceiro lugar ficou com a comédia nacional ‘Fala Sério, Mãe‘, com Larissa Manoela e Ingrid Guimarães, que faturou R$ 4,8 milhões. Os números são do Filme B.

Leia a nossa Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

Corre ver a matéria especial do Jânio Nazareth, Repórter Hollywood, sobre a première do filme:

 

Margot Robbie fez ‘Esquadrão Suicida’ por causa de ‘Marcados para Morrer’

Margot Robbie agradou muito os fãs dos quadrinhos no papel de Alerquina em ‘Esquadrão Suicida‘.

E em uma entrevista recente ao quadro ‘Actors On Actors‘, da revista Variety, a atriz indicada ao Globo de Ouro revelou porque aceitou encarar o projeto.

Seu grande impulso foi outra produção de David Ayer, a ação ‘Marcados Para Morrer‘. Segundo Robbie, esse é um de seus filmes favoritos.

Disse:

“Passou pela minha cabeça, ambos já tínhamos trabalhado com David Ayer. ‘Marcados Para Morrer’ é um dos meus filmes favoritos e é a razão de eu ter aceitado o papel em ‘Esquadrão Suicida’. Eu simplesmente amo demais esse drama policial e já assisti umas quatro vezes nos cinemas”.

 

O filme arrecadou US$ 745 milhões mundialmente.

‘Batman’: Anne Hathaway quer voltar a viver a Mulher-Gato 

‘Scandal’ e ‘How to Get Away with Murder’ vão ganhar um crossover

É isso mesmo que você leu. Duas das séries mais famosas da ShondalandScandal e How to Get Away with Murder, vão ganhar um crossover em breve. Segundo o Deadline, o canal ABC está preparando uma conexão entre as duas produções, para ir ao ar ainda nesta temporada.

Apesar de não ter uma confirmação oficial da produtora, o boato ganhou força após a atriz Kerry Washington divulgar uma foto caracterizada como Olivia Pope no set de How to Get Away with Murder’.

Hey Ms @violadavis ❤️ check it out. This spot look familiar?! Where are you?

Uma publicação compartilhada por Kerry Washington (@kerrywashington) em

“Hey, Sra. Viola Davis, olha isso. Este lugar parece familiar?! Cadê você?”

Logo depois, Viola Davis respondeu divulgando a sua no set de Scandal’:

Hey @KerryWashington, guess where I am?!

Uma publicação compartilhada por Viola Davis (@violadavis) em

“Hey, Kerry Washington, adivinha onde estou?”

As séries produzidas por Shonda Rhimes voltam à TV americana em 18 de janeiro.

Dennis Quaid interpreta pai violento em ‘Eu Só Posso Imaginar’; Assista ao trailer!

A canção ‘I Can Only Imagine’, do cantor e compositor Bart Millard, inspirou a produção do longa-metragem homônimo ‘Eu Só Posso Imaginar‘, com estreia nacional agendada para 29 de março.

Com distribuição Paris Filmes, o filme acaba de ter seu primeiro trailer revelado.

Assista:

Criada por Bart Millard, vocalista da banda norte-americana MercyMe, a música é o single de maior sucesso do grupo e exprime sua jornada autobiográfica de superação e fé. No cinema, o ator J. Michael Finley dá vida a Millard, o jovem que sofreu durante a infância com o pai abusivo, interpretado por Dennis Quaid.

Em pouco menos de 2 minutos, o trailer revela a conturbada relação de Bart com sua família e seu encontro com a fé por meio da música. Enquanto Millard se distancia do convívio com seu pai, ele persegue o sonho de cantar e usa sua dor como inspiração para desenvolver sua carreira. Nesta missão, o artista reencontra o amor, e é surpreendido por ensinamentos de fé, que irão ajudá-lo a perdoar e transformar seu pai.

A canção que inspirou o filme ganhou dois Dove Awards em 2002, dos quais um foi na categoria “Música Pop/Contemporânea do Ano” e outro na categoria “Música do Ano“.

Além de Dennis Quaid e J. Michael Finley, o drama reúne os atores Madeline Carroll, Cloris Leachman, Trace Adkins e Rhoda Griffis.