Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Adam Greenrevelou que a franquia ‘Terror no Pântano‘ ganhará novas sequências.
“Considerando o sucesso do Victor Crowley, é seguro dizer que nós o veremos novamente no pântano, pintando a vegetação de vermelho com o sangue das suas vítimas.”
Ele continua, “Um dos aspectos da trilogia original que eu mais me orgulho é que ela funciona como uma história coesa, sempre começando de onde o longa anterior parou. Então, assim como eu tinha em mente a trilogia completa antes mesmo de gravar o primeiro filme, eu já pensei em diversos outros filmes antes de gravar ‘Terror no Pântano 4’.”
Recentemente, Danielle Harris falou sobre as futuras sequências da franquia e revelou que mais dois filmes devem ser feitos.
“[O plano] é fazer mais dois filmes. Adam [Green] me contou que pretende filmá-los simultaneamente. Não li nenhum roteiro, mas só sei que ele me fará fazer algumas coisas insanas.”
Ela completa, “Tomara que eu não fique algemada durante todo o filme novamente ou coberta em sangue… As coisas que ele me fez fazer são insanas. Provavelmente haverá mais dois filmes, e isso é ótimo.”
A franquia já rendeu quatro filmes, sendo o último, intitulado ‘Victor Crowley‘, um leve reboot da saga.
A PlayArte divulgou o trailer legendado do épico chinês ‘Shadow‘.
Confira:
O longa é dirigido por Yimou Zhang.
Durante o período dos Três Reinos na China, um Rei, muito violento e ambicioso, se prepara para a batalha final. Perdê-la significa abdicar do seu trono, suas terras e seu povo, algo que ele e o General do seu exército não estão dispostos a entregar tão facilmente. Paralelamente, as mulheres do palácio percebem que este é momento ideal para reivindicarem posições de destaque em um mundo que parece não reconhecê-las.
Chao Deng, Li Sun e Ryan Zheng estrelam a produção.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de março.
Sucesso! A animação ‘Os Caras Malvados‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais, mostrando a força das produções animadas durante o período pós-pandemia.
Nos EUA, longa já arrecadou US$ 87.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 130.9 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou US$ 218.2 milhões mundialmente.
Dirigido por Pierre Perifel, o longa é baseado no livro homônimo de Aaron Blabey.
Nunca houve cinco amigos tão infames quanto Os Caras Malvados – o arrojado batedor de carteiras Sr. Wolf, o arrombador de cofres Mr. Snake, o mestre do disfarce do frio Sr. Shark, o “músculo” curto do Sr. Piranha e a especialista em hacker de língua afiada Sra. Tarantula. Após anos de incontáveis assaltos e sendo os vilões mais procurados do mundo, a gangue é finalmente capturada, e o Sr. Lobo negocia um acordo (que ele não tem intenção de manter) para salvá-los da prisão: os bandidos se tornarão caras legais.
A situação de ‘65 – Ameaça Pré-Histórica‘, sci-fi estrelado por Adam Driver (‘Casa Gucci’), não parece muito boa. Além de ter falhado em causar um bom impacto em suas primeiras impressões, a aprovação do longa caiu ainda mais.
Com 16 reviews publicadas até o momento, o filme sofreu uma queda alarmante e, atualmente, só tem 25% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral afirma que o longa é clichê, tedioso e se leva a sério demais para servir até como diversão passageira.
Confira os principais comentários:
“Não é bobo o suficiente para ser divertido, nem é bom o suficiente para poder competir com a franquia ‘Jurassic Park’.” – San Francisco Chronicle.
“A premissa é um pouco menos ultrajante que ‘O Urso do Pó Branco’, apesar de não ser baseada em uma história real.” – United Press International.
“Não é tão ruim quanto as pessoas estão dizendo, mas ’65’ está longe de ser um bom filme – perdendo o controle e implodindo no decorrer de sua narrativa.” – Guardian.
“Um pseudo-blockbuster que às vezes parece barato, não gera muita tensão, se parece demais com outros filmes e, em geral, desperdiça uma premissa com potencial olímpico” – Me gusta el cine.
“O desempenho comprometido de Adam Driver não é suficiente para superar a execução sem brilho do filme” – Fiction Horizon.
“‘65′ são 93 minutos tensos de tensão suada, ação apropriadamente dimensionada e ternura surpreendente” – Screen-Space.
“Outros rascunhos do roteiro possivelmente teriam salvado o filme, junto a um final mais criativo” – The National (UAE).
“Não é um filme ruim. Aqueles que estão esperando um monte de dinossauros lutando contra Adam Driver vão conseguir exatamente isso – e talvez um pouco mais” – The Weekend Warrior.
Na trama, um astronauta aterrissa acidentalmente no que parece ser um planeta misterioso e descobre que não está sozinho.
De acordo com o Deadline, o terror ‘Mergulho Noturno‘ (Night Swim) deve arrecadar apenas US$ 11.5 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas.
Apesar de ser um resultado decente para uma produção orçada em US$ 15 milhões, o site destaca que o mês de janeiro já rendeu um retorno muito maior para as produções do gênero.
Para termos de comparação, ‘M3GAN‘ e ‘Escape Room‘ arrecadaram US$ 57 milhões e US$ 18.2 milhões em seu primeiro final de semana no país, respectivamente. Isso mostra que há público para filmes de terror em janeiro, mas que os espectadores simplesmente não se interessaram pelo novo terror da Blumhouse.
Infelizmente, a reação negativa dos críticos também não ajudou a despertar o interesse do público. O longa foi massacrado pelos especialistas, amargando apenas 25% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral afirma que o longa entrega poucas cenas de terror, desperdiçando o conceito simples e falhando em causar qualquer impacto no gênero.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Há uma beleza melancólica em muitas das cenas na piscina em ‘Mergulho Noturno’, mas todos os elementos que as cercam são péssimos – desde a performance de Wyatt Russell até as metáforas aleatórias de beisebol.” (Slant Magazine)
“Para uma produção cujo conceito gira em torno de uma piscina que mata pessoas, há poucas cenas disso no filme. A baixa classificação etária impede que o longa tenha um impacto real, especialmente em relação às cenas de morte.” (Next Best Picture)
“Você pode facilmente deixar de ver este filme. Quem quer entrar na piscina em janeiro?” (Looper)
“A parte mais engraçada do filme é quando a Eve, a matriarca da família, diz: ‘Há algo errado com essa piscina!’. E essa afirmação também vale para o filme em si.” (Deadline)
“Este filme entrega exatamente o que podemos esperar sobre uma história que gira em torno de uma piscina assombrada. Não é um filme perfeito, mas também não é terrível.” (Mama’s Geeky)
“‘Mergulho Noturno’ apresenta temáticas interessantes e uma intrigante dinâmica familiar, mas o terror se torna o seu elemento mais fraco.” (Screen Rant)
“‘Mergulho Noturno’ perdeu diversas oportunidades de entregar algo épico. É mais um erro da Blumhouse que falha em entregar qualquer novidade ao gênero.” (Collider)
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de janeiro.
Confira o trailer:
Dirigido por Bryce McGuire, o longa é baseado em seu curta homônimo de 2014, criado ao lado de Rod Blackhurst.
“Ray Waller é um ex-jogador da liga principal de beisebol que foi forçado a se aposentar precocemente em função de uma doença degenerativa. Ele muda para uma nova casa com sua preocupada esposa Eve, a filha adolescente Izzy e o filho Elliot. Ray, que no fundo ainda espera, contra todas as probabilidades, voltar à liga profissional, convence Eve de que a cintilante piscina do quintal da nova casa pode ser uma diversão para as crianças e uma ótima alternativa para as sessões de fisioterapia dele. Mas um segredo sombrio do passado da casa vai desencadear uma força malévola que levará a família ao terror mais profundo e inevitável.”
De acordo com o Deadline, Florence Pugh (‘Viúva Negra’) e Mike Faist (‘Rivais’) serão os protagonistas de ‘East Of Eden‘, nova série original da Netflix.
Apesar do projeto estar em desenvolvimento desde 2022, só agora o serviço de streaming deu sinal verde para a produção.
A série é baseada no romance homônimo de John Steinbeck.
A trama explorará temas como traumas, amor e traição, dever e livre arbítrio, acompanhando um retrato íntimo da família Trask enquanto lidam com influências históricas.
Zoe Kazan servirá como roteirista, produtora executiva e showrunner ao lado de Jeb Stuart.
Sete episódios foram encomendados para a adaptação.
Vale lembrar que o livro foi adaptado para os cinemas em 1955, comandado por Elia Kazan, avô de Zoe. Com o título de ‘Vidas Amargas‘, o filme ganhou destaque também por ser uma das produções de destaque com James Dean.
Lee Cronin, de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, é responsável pela direção.
Detalhes da trama permanecem em sigilo, mas rumores apontam que Reynor dará vida a um marido e pai de família que entra em conflito com forças sobrenaturais sinistras.
Em dezembro passado, Cronin conversou com o veículo em questão e comentou que sua versão de ‘A Múmia‘ “será diferente de qualquer filme de A Múmia que você já viu antes. Estou cavando fundo na terra para levantar algo muito antigo e muito assustador”.
Descrita como uma “releitura contemporânea” da novela clássica da Manchete, e inspirada na vida de Ana Jacinta de São José, a nova versão contará com 40 capítulos.
Após sofrer um abuso e ser linchada pela sociedade em sua pequena cidade, Ana Jacinta usa sua beleza e inteligência para se vingar. Ela se torna uma cortesã de luxo, Dona Beja, acumulando fortuna e poder para influenciar a política e reconstruir sua vida em Araxá.
O site da revista britânica Empire divulgou uma cena exclusiva da nova comédia dramática embasada na Segunda Guerra Mundial, ‘O Melhor Momento‘ (Their Finest).
Confira, com o trailer:
A trama apresenta Gemma Arterton como Catrin Cole, uma mulher que desenvolve um trabalho misterioso na Divisão de Cinema do Ministério da Informação e recebeu uma estranha tarefa, que implica em criar uma autêntica abordagem feminina para um filme de propaganda pró-guerra destinado aos americanos, especificamente mulheres americanas que pudessem potencialmente influenciar seus homens e incitar o envolvimento do país na Guerra.
Sam Claflin também estrela.
Como a próxima produção de Christopher Nolan, ‘Dunkirk’, o filme retrata o momento marcante da Guerra na evacuação em Dunquerque.
A direção de ‘O Melhor Momento’ está a cargo de Lone Scherfig. A cineasta dinamarquesa já dirigiu os romances ‘Educação’ (2009) e ‘Um Dia’ (2011), além do suspense britânico, ‘The Riot Club’ (2014), onde já havia trabalhado com Sam Claflin.
‘Their Finest’ estreia em 7 de abril nos Estados Unidos e 1º de Junho no Brasil.
O próximo episódio terá 82 minutos de duração, de acordo com o Comic Book.
O retorno marca também a saída de um importante personagem. Segundo o diretor Greg Nicotero, o capítulo é um dos mais fortes da série até hoje, fazendo-o chorar com apenas 20 minutos de exibição.
A série retorna em 25 de fevereiro de 2018. No Brasil, é transmitida pelo canal Fox.
Além disso, a série foi oficialmente renovada para a 9ª temporada, mas recebeu mudanças internas significativas.
Angela Kang, que tem sido a roteirista da série desde 2011 e produtora co-executiva desde 2013, foi promovida a produtora executiva e showrunner à partir da nona temporada.
O atual showrunner Scott M. Gimple também foi promovido, na nova posição de “chefe de conteúdo oficial” para toda a franquia da série.
“Este é um dia extremamente importante para todo o universo de The Walking Dead”, disse Charlie Collier, presidente da AMC, Sundance TV e AMC Studios. “Estamos orgulhosos de reconhecer a contribuição significativa de Angela para a série e estabelecer um caminho claro para uma nona temporada sob sua direção”.
Já a segunda metade da 8ª temporada de ‘The Walking Dead‘ ganhou imagens, mostrando as consequências que a morte de Carl irá causar aos demais personagens. Confira:
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Dirigido por Peter Farrelly(‘Debi & Loide 2‘), o drama é baseado na amizade, da vida real, desenvolvida por dois homens após uma difícil jornada. O roteiro do filme foi escrito por Farrely, Brian Hayes Currie e Nick Vallelonga, filho de Tony.
‘Green Book’ estreia no dia 21 de novembro nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento para o Brasil.
O remake da clássica animação ‘Mulan’ ganhou um belo cartaz.
Confira:
As filmagens começaram em outubro e vão até fevereiro do próximo ano.
Mais detalhes não foram revelados, e ainda não se sabe se a adaptação irá manter sua data de estreia para março de 2020.
A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.
Assista ao trailer:
Confira as imagens:
O live-action de ‘Mulan’ deve se tornar um dos filmes mais caros da história. De acordo com informações do Pursue News, a Disney está disposta a investir mais de US$ 290 milhões na produção, algo equivalente ao que vimos em ‘Vingadores: Guerra Infinita’, que custou em torno de US$ 321,2 milhões.
Jet Liserá o Imperador da China no filme. Gong Li foi escalada no papel da vilã da trama, que contará com uma grande mudança em relação à animação original. Li interpretará uma poderosa bruxa, enquanto que no original o vilão era o líder dos Hunos, Shan Yu. Donnie Yen, de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘, viverá um mentor/professor, chamado Comandante Tung. O personagem foi especificamente criado para essa nova versão e não existe na animação original. O atorYoson An interpretará Chen Honghui, um confiante e ambicioso recruta que, nessa nova versão, será um importante aliado da protagonista e eventualmente se tornará seu interesse amoroso.
A confirmação do personagem marca mais uma mudança do live-action em relação à animação original, na qual o capitão do exército chinês, Li Shang, é o par romântico da heroína.
Agentes Selvagens estreia neste sábado, às 10h40 (horário BSB), na TNT
Uma corrida alucinante atrás de uma valiosa maleta, em um visual que inspira toda a beleza da arquitetura chinesa, marca os primeiros e intensos 20 minutos da animação Agentes Selvagens. Inadvertidamente, a produção infantil começa de maneira explosiva e eletrizante e não está disposta a deixar os ânimos da sua audiência mirim baixarem ao longo de toda a trama. Colorido e com traços artísticos bem elaborados, a produção tenta explorar questões mais complexas, mas concentra-se mesmo em entregar um prazeroso e divertido conto sobre espiões animais.
Aqui, o astuto Vladmir e o nerd Hector serão forçados a trabalhar juntos em uma missão secreta, a fim de recuperar uma rara e perigosa substância que pode transformar o Reino Animal de uma vez por todas. Inicialmente se mostrando de forma bastante simplista, a trama de Agentes Selvagens se desenvolve de maneira até surpreendente diante dos olhos do público adulto. Trazendo personagens coadjuvantes que aparentam ser pouco aproveitáveis no enredo, o longa dirigido por Guillaume Ivernel e Zhiyi Zhang logo mostra a que veio, se aprofundando nos arcos dessas figuras e revelando uma conexão muito mais elaborada entre elas e os protagonistas principais.
Explorando todas as versáteis cores do meio animal, a animação infantil brinca com o aspecto antropomórfico dos personagens e consegue construir uma história que, certamente, vai vidrar os olhos dos pequenos. Com muitas cenas de ação rápidas e tecnicamente bem executadas, a produção ainda traz as características do cinema asiático em toda a sua construção. Essas explosões e exageros – que muitas vezes se tornam excessivas para as audiências ocidentais, na verdades fazem parte da essência da indústria cinematográfica asiática-oriental. Isso significa que, para um bom entendedor, todo o aspecto hiperbólico de Agentes Animais são nada menos que referências culturais de muito valor.
Trazendo outras referências da cultura POP asiática e oriental que foram absorvidas pelo Ocidente, como a fixação por videogames e os famosos Tamagochis – que serão mais lembrados pelos pais, do que pelos pequenos -, o filme ainda traz características da comédia pastelão chinesa, um detalhe que os cinéfilos mais aguçados perceberão. Destinado para crianças e com uma leve mensagem sobre a preservação da vida animal e do meio ambiente, Agentes Selvagens peca por não ir mais a fundo na sua premissa socioambiental, mas não deixa de ser uma divertida e contagiante experiência cinematográfica para curtir em família.
O drama biográfico ‘O Favorito‘, estrelado por Hugh Jackman, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta quarta-feira (01) na grade de programação.
Na trama, Gary Hart, ex-senador do Colorado, torna-se o favorito para a indicação presidencial democrata em 1987. A inteligência, o carisma e o idealismo de Hart o tornam popular entre os eleitores jovens, deixando-o com um caminho aparentemente claro para a Casa Branca. Tudo isso desmorona quando as alegações de um caso extraconjugal aparecem na mídia, forçando o candidato a enfrentar um escândalo que ameaça atrapalhar sua campanha e sua vida pessoal.
Vera Farmiga, J.K. Simmons e Mark O’Brien completam o elenco.
A improvável saga de ‘Coyote vs. Acme‘ ganhou um capítulo digno dos clássicos Looney Tunes neste sábado (26), durante a San Diego Comic-Con.
Segundo anúncio feito por Will Forte durante o painel da Warner Bros. e Ketchup Entertainment, a comédia híbrida de animação e live-action será lançada globalmente em 28 de agosto de 2026 — uma virada triunfante para um filme que quase foi descartado definitivamente.
Ao longo do painel, duas cenas também foram exibidas para o público. Na primeira, o Coyote revê seus desastres pessoais ao som de Hurt, de Johnny Cash, antes de ver um comercial do advogado de Forte prometendo justiça para quem foi lesado pela Acme.
A segunda mostra o julgamento: Forte tenta demonstrar uma “prova” — um par de patins-foguete defeituoso — que acaba causando caos no tribunal, incendiando o juiz Guzmán e queimando o próprio Coyote.
Além disso, o primeiro trailer foi exibido exclusivamente no evento, com aplausos empolgados. ‘Coyote vs. Acme‘ promete ser uma sátira inteligente, com humor físico clássico dos Looney Tunes e um roteiro afiado — além de um elenco afiado em comédia.
Baseado em uma sátira publicada na New Yorker em 1990, ‘Coyote vs. Acme‘ acompanha Wile E. Coyote, o eterno rival do Papa-Léguas, que decide entrar com um processo contra a empresa Acme, após sofrer inúmeros acidentes ao utilizar seus produtos defeituosos para tentar capturar o Papa-Léguas. No centro da história está Will Forte, que interpreta um advogado de causas perdidas que decide defender o Coyote no tribunal. Entre os antagonistas estão os advogados da Acme interpretados por P.J. Byrne e John Cena (como o poderoso Buddy Crane).
Além de Forte, Byrne e Cena, o elenco conta com Martha Kelly e Luis Guzmán como o juiz do caso.
A direção é de Dave Green (As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras), com roteiro de Samy Burch (Segredos de um Escândalo), indicado ao Oscar. Segundo Green, o processo de desenvolvimento levou seis anos, com o trabalho de roteiro começando no auge da pandemia, em 2020.
Originalmente arquivado pela Warner no fim de 2023 como uma manobra contábil para abatimento fiscal, o longa foi resgatado em março de 2025, pela Ketchup Entertainment, que adquiriu os direitos por cerca de US$ 50 milhões.
O longa tem produção assinada por Chris DeFaria (‘Uma Aventura Lego‘) e James Gunn (‘Guardiões da Galáxia‘).
‘Coyote vs. Acme‘ combina elementos clássicos dos desenhos animados com uma narrativa contemporânea, posicionando-se como uma aposta de forte apelo comercial e nostálgico.
‘Coyote vs. Acme’ foi escrito por Samy Burch, a partir de uma história concebida por James Gunn, Jeremy Slater e Burch. A narrativa foi, segundo relatos, parcialmente inspirada por um artigo do The New Yorker, escrito por Ian Frazier em 1990.
A atriz Grace Fulton (Annabelle 2: A Criação do Mal) entrou para o elenco. Especula-se que ela deva viver a personagem Mary Marvel, versão feminina do herói.
O ator mirim Jack Dylan Grazer, de ‘It: A Coisa’, também entrou para o elenco. Ele fará o papel de Freddy, melhor amigo de Billy Batson e o único que sabe sobre a transformação dele no herói Shazam.
Apesar de alguns problemas na produção, tudo indica que o filme solo do Flash está começando a andar novamente.
Segundo o The Hollywood Reporter, o longa abandonou as características mais sombrias que faziam parte da produção inicial e da DC Comics, e levará um dos nomes mais conhecidos dos anos 1980 como guia: ‘De Volta Para o Futuro’.
Recentemente, o filme teve seu diretores confirmados: John Francis Daleye Jonathan Goldsteinvão comandar o projeto. A dupla é conhecida por assinar o roteiro de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘.
O filme solo de Flash está com previsão de estreia para 2020.
Fontes confiáveis e próximas à produção contaram que o longa terá orçamento de US$ 100 milhões e deve começar as filmagens em julho desse ano, em Londres, com o objetivo de ser lançado em 2020.
Além disso, visando evitar críticas pelo CGI, a Warner planeja um extenso período de pós-produção para a criação de todos os efeitos especiais.
E para completar, o filme deve contar com a presença da Mulher-Maravilha(Gal Gadot) malvada, além do Cyborg (Ray Fisher), que deve ter um papel crucial na trama.
Quanto aos vilões, as fontes revelam que o longa terá vários, como o Flash Reverso e Caitlin Snow, quetambém estará presente, podendo se transformar em Nevasca futuramente. Já o Doutor Luz deve ser o grande vilão da história.
Vale lembrar que todas essas informações ainda são rumores, mas pelo menos nos dá a possível direção que o loga irá seguir.
😯 trailer de Godzilla vs Kong saiu no último domingo e deixou os fãs em polvorosa. Alguns mais atentos, inclusive, repararam em um detalhe que está dando o que falar na internet: a suposta presença do clássico vilão da Toho, Mechagodzilla, que seria a grande ameaça do filme e que provavelmente uniria os dois Titãs para uma luta final contra ele. Como o personagem é mais conhecido no Japão e nos EUA do que no Brasil, confira esse post para saber mais sobre a história do Mechagodzilla.
Lançado em 1974, no filme Godzilla vs Mechagodzilla, o vilão logo alcançou status de ícone da cultura pop japonesa. Ele contabiliza cinco aparições nos filmes da Toho e, de acordo com a própria empresa, o Mechagodzilla é o segundo maior rival do Rei dos Monstros, ficando atrás apenas do Ghidorah. Pois bem, na trama do filme de 1974, três alienígenas com jeitão de primata estudam maneiras de conquistar a Terra. Após uma análise das destruições em Tóquio, eles concluem que a melhor forma de ter a humanidade a seus pés é com um Godzilla para chamar de seu. No entanto, as criaturas do planeta Black Hole percebem que não dá para domar o monstrão, então eles decidem construir uma versão robótica da criatura.
O Godzilla conta com a ajuda do Rei Cesar para descer a porrada no monstro de ferro.
Armado com lasers nos olhos, mísseis nos dedos e um canhão peitoral poderosíssimo, o Mechagodzilla é enviado para a Terra com uma pele sintética para fazer com que os Kaijus e as pessoas acreditassem que ele fosse o próprio Godzilla. Porém, após um embate com Anguirius, a pele falsa é destruída e o monstro de titânio espacial tem sua verdadeira identidade revelada. Ele continua sua jornada de destruição até encontrar com o Godzilla original, que, acompanhado do Kaiju Rei Cesar, consegue destruí-lo utilizando sua rajada radioativa. O esqueleto do robozão cai em um rio de Okinawa, de onde seria resgatado anos mais tarde para ser reconstruído ainda maior e mais poderoso.
Nos anos 1990, o robo meio que sofre um reboot e ganha ares de salvador. Em Godzilla vs Mechagodzilla II, o gigante de ferro surge como uma resposta da humanidade, que, exausta de ver Tóquio sendo destruída semana sim, semana não pelos Kaijus, une seus esforços e cientistas para construir uma arma poderosa o bastante para enfrentar os monstros gigantes e derrotar Godzilla. Nessa versão, o Mechagodzilla ganha várias melhorias, como um propulsor que o permite voar, canhões gigantescos e a habilidade de absorver a rajada radioativa do Godzilla e convertê-la em um raio de plasma que ele dispara contra o adversário. O desafio dessa vez foi tão grande que o Rei dos Monstros só conseguiu vencê-lo com o sacrifício de Rodan.
A cena do Mechagodzilla em Jogador Nº1 foi o primeiro contato de muitos jovens com o personagem.
Lançado em 2019, o filme Jogador Nº1 trouxe a primeira adaptação americana do Mechagodzilla. Na batalha final, o vilão da trama, Nolan Sorrento (Ben Mendelsohn) usa os seus créditos no videogame Oasis para adquirir o Mechagodzilla e usá-lo para tentar derrotar os heróis. Com um visual meio steampunk, o robozão parece imitar a aparência do Godzilla atual dos cinemas, além de ter os mísseis nos dedos e a rajada radioativa. Ele trava uma batalha épica contra um Gundam e o Gigante de Ferro, mas acaba sendo derrotado mesmo assim.
Desde o último domingo, entretanto, o rumor de que o Mechagodzilla poderia fazer parte de Godzilla vs Kong começou a ganhar força, já que os fãs acreditam que o frame acima mostre um Godzilla metálico. Esse boato começou em 2020, quando vazaram os brinquedos oficiais do filme, que confirmaram a semelhança de tamanhos do Godzilla e do Kong, o machado portado pelo gorila feito com uma placa óssea do Godzilla e… Um boneco prateado que tinha o formato do Godzilla, mas parecia muito com um esqueleto metálico do Rei dos Monstros. Outro ponto que joga a favor dessa teoria dos fãs é que, como mostrado nessa matéria, o Godzilla jamais conseguiu vencer o Mechagodzilla sozinho. Ele sempre contou com a ajuda ou até mesmo com o sacríficio de outro Kaiju para descer a porrada no rival.
Segundo a teoria dos fãs, o filho do Doutor Serizawa (Ken Watanabe) estaria construindo uma versão robótica do Godzilla, que foi alvo de estudo e idolatria do pai ao longo de toda sua vida. Só que as altas doses de radiação estaria irritando o lagartão, que viria para terra firme despejar sua ira contra o sósia de ferro. Presenciando a ira do monstro, a humanidade recorre ao Kong, que responde a uma menininha, para descer a lenha no rival. Porém, ao final, o Mechagodzilla seria revelado como uma ameaça e os dois se uniriam para reduzir o robozão a pó. Seria interessante ver isso, principalmente após inúmeras cenas de trocação franca entre os Titãs, já que todos estarão assistindo esse filme exclusivamente para ver isso, e de muita destruição irresponsável.
E você? Acredita que o Mechagodzilla estará em Godzilla vs Kong? Diga nos comentários!
Godzilla vs Kong estreia em 26 de março de 2021 nos EUA, enquanto o Brasil só poderá conferi-lo em 20 de maio de 2021.
Independentemente de onde se esteja, o período de transição entre a juventude e o mundo adulto é bastante conturbado, acompanhado de dúvidas, incertezas, medos, sonhos e… segredos. Parece que muita coisa não pode ou não deve ser contada aos jovens, fazendo com que muitos adolescentes corram atrás de respostas por conta própria – muitas vezes, tropeçando no caminho. É o que podemos ver em ‘Yes, God, Yes’, nova comédia dramática que estreia nas plataformas de aluguel sob demanda essa semana.
Alice (Natalia Dyer) tem cerca de quinze anos e está completamente confusa com tudo que está sentindo. Filha única de uma família extremamente católica e estudante de uma escola dessa religião, Alice não sabe o que fazer com os hormônios da adolescência, até que um dia cai em um bate-papo na internet, no qual uma pessoa anônima lhe manda fotos provocadoras e diz coisas que ela nunca pensou em ouvir. Desde então, fica pensando nessas coisas mais picantes, brincando de se tocar para ver o que acontece. E toda essa ebulição piora quando Alice viaja com os amigos da escola para um retiro espiritual, onde vê e sente coisas que devem ser escondidas dos outros.
Escrito e dirigido por Karen Maine, ‘Yes, God, Yes’ é uma comédia leve que propõe reflexão. O argumento traz o velho conceito dos jovens do interior cujo universo ainda não se expandiu e que, portanto, seguem sem questionar as orientações da trinca família-escola- sem questionar. Porém, a chegada da internet aos lares, lá no meio dos anos 1990, fez com que as distâncias entre os territórios fossem drasticamente reduzidas, e, através dos bate-papos anônimos, surgiram muitos relacionamentos (e frustração) on-line e muito compartilhamento de fotos, áudios, vídeos e conversas sobre sexo.
O espectador com mais de trinta anos facilmente identifica as questões levantadas no argumento, porém talvez os mais jovens não alcancem a profundidade da expectativa que era, de repente, ter um desconhecido falando de sexo em um universo em quase ninguém tinha internet e nem sabia direito como funcionava. Através do humor e de maneira muito leve, ‘Yes, God, Yes’ aborda temas que ainda hoje são tabus impronunciáveis, não só nos meios católicos e seus impedimentos em falar abertamente sobre sexo (e a doutrina da punição e culpa àqueles que se manifestem interessados pelo assunto) como também a opressão que ocorre especificamente com relação às meninas, cuja sexualidade e a educação sexual são negadas desde muito pequenas.
Natalia Dyer convence como uma adolescente tímida e quieta em busca de entendimento, mostrando-se perfeitamente capaz de ocupar o protagonismo de qualquer trama. A direção de Karen Maine propõe um debate provocador com seu enredo, cuja edição e montagem são um pouco prejudicadas com a falta de algumas cenas de ligação. Ainda assim, ‘Yes, God, Yes’ é um divertido e incômodo filme que joga luz sobre os tabus impostos pelos meios sociais nos quais estamos inseridos e como esses tabus pesam ainda mais nas mulheres.
O novo ‘Kingsman: The Great Game‘, prelúdio dos outros filmes ‘Kingsman‘ protagonizados por Taron Egerton, ganhou diversos nomes em seu elenco.
Segundo o Discussing Film, Tom Hollander (Bohemian Rhapsody), Gemma Arterton (Fúria de Titãs), Aaron Taylor-Johnson (Kick-Ass: Quebrando Tudo), Matthew Goode (Watchmen: O Filme), Djimon Honsou (Aquaman), Charles Dance (Game of Thrones), Daniel Bruhl (Bastardos Inglórios) e Alison Steadman (Orphan Black) completam o elenco.
Hollander terá três papéis no filme: George V, o Kaiser e o Czar russo, enquanto Arterton vive uma personagem batizada simplesmente como Nanny.
Embora os detalhes sobre a história sejam muito escassos, o site afirma que o filme será um “drama de época”, em contraste com os aspectos de espionagem dos dois primeiros filmes. O filme deve mostrar os grandes acontecimentos da história da humanidade através dos olhos de Kingsman.
Além da pré-sequência, Vaughn está trabalhando duro escrevendo a continuação de ‘Kingsman: O Círculo Dourado‘, que ele pretende dirigir e que mais uma vez traria de voltaTaron Egerton e Colin Firth. O terceiro filme irá concluir a história da relação entre os personagens de Egerton e Firth, mas não está sendo pensado como o enredo final desses personagens.
A pré-sequência de ‘Kingsman‘ estreia nos cinemas em 08 de novembro de 2019.
Sucesso nos cinemas, os dois primeiros filmes da franquia arrecadaram um total de US$ 825.3 milhões mundialmente.
Em entrevista ao site Fandango, o diretor Andy Muschietti (‘It: A Coisa’) foi questionado sobre seu envolvimento com ‘The Flash’, novo filme do DCEU. Entretanto, o cineasta ainda não pôde revelar muitos detalhes sobre o longa-metragem, mas prometeu que fará isso em breve.
“Ah, não posso falar sobre isso… Por enquanto”, ele declarou. “Eu realmente quero tirar uns meses ‘de férias’ depois de ‘It: A Coisa – Capítulo Dois’ e então me reunir com o pessoal”.
Christina Hodson, de ‘Aves de Rapina‘, vai reescrever o roteiro e as filmagens são programadas para janeiro de 2020. Por enquanto, nada foi confirmado pela Warner.
‘The Flash’ tornou-se um dos filmes mais cabulosos do DCEU: a produção vem sofrendo obstáculos desde seu anúncio dois anos atrás, com diversas fontes confirmando que Ezra Miller deixaria o novo projeto da Warner Bros. devido a divergências criativas.
Entretanto, uma recente reportagem da Variety indica que o ator irá sim viver o icônico personagem, mas apenas quando as filmagens de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam 3’.
Originalmente planejado para ser a adaptação de ‘Flashpoint‘, a possibilidade acabou sendo descartada no final de 2018, com o roteiro seguindo uma linha criativa diferente.
As filmagens de ‘Os Eternos’, novo projeto da Marvel, estão a todo vapor. Agora, novas imagens de bastidores vazaram e divulgaram o visual de Richard Madden como Ikaris.
Confira:
Nos quadrinhos publicados em 1976, ‘Os Eternos‘ são uma raça de humanos superiores criados pelos Celestiais durante sua visita ao planeta Terra. No entanto, a criação dos Celestiais também deu origem aos Deviantes, demônios que se opõem aos Eternos na tentativa de tomar seu lugar como os herdeiros dos Celestiais.
O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).
A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.
O Festival Eurovision é um dos maiores festivais de música do mundo e teve sua primeira edição em 1956. Idealizado por Marcel Bezençon e supervisionado até hoje por Jon Ola Sand, a competição reúne artistas de diversos países europeus (ocidentais ou orientais) que entregam para um fanático público algumas das melhores canções do ano, explorando as tendências fonográficas de modo espetacular, teatral e bastante emocionante. Em ‘Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars’, a suposta sátira cômica estrelada por Will Ferrell e Rachel McAdams acaba saindo pela culatra e, por mais oscilante que seja, eventualmente entrega uma explosiva trilha sonora que reflete a essência do evento em questão – com o único pecado de ser efêmera demais para a majestosa importância do qual ela se nutre.
Infundido com inflexões deliciosamente camp e propositalmente exageradas, cada track é adornada com elementos nostálgicos que entram em conflito exultante com os estilos contemporâneos, resgatando uma época estampada pelos rostos de Conchita Wurst (que inclusive faz uma brevíssima aparição no longa-metragem e na OST), ABBA e Céline Dion. Seja com o sing-a-long que presta homenagem a iterações como “Believe” e “Ray of Light”, seja com a versão acústica e “de nicho”, por assim dizer, de “Happy”, a química entre os vocais principais fundem-se em uma amálgama recheada de potencial que ofusca as próprias falhas (pontuais que sejam) em prol de uma arquitetura que tangencia a perfeição e que, por essa mesma razão, talvez passe longe dos ouvidos que não estejam acostumados aos gêneros em questão.
A verdade é que a ideia do Eurovision é se afastar dos convencionalismos da esfera mainstream e investir em artistas próprios que utilizam suas habilidades artísticas (e muitas vezes teatrais) para encantar um público que clama por algo novo. Temos, por exemplo, o estrondo sintético de “Volcano Man”, que usa as hipérboles vocais de Ferrell e My Marianne a seu favor, convidando-nos para uma viagem sinestésica que atravessa as gerações e as culturas célticas, culminando numa mimética performance oitentista que deveria, com certeza, ganhar uma versão estendida. Em “Lion of Love”, Erik Mjönes se joga na tecedura barítona enquanto delineia uma releitura dançante e selvagem de ‘Don Juan’, com alcances invejáveis e uma letra aplaudível por suas metáforas ridículas e narcóticas. Petra Nielsen também empresta sua voz para “Come and Play – Masquerade”, um dos ápices da trilha sonora que, enquanto cria uma imagem bastante cabalística de um cabaret circense, desliza inesperadamente na última batida.
A obra também aposta em construções mais palpáveis e restritos que, apesar de funcionarem num contexto geral, são menos ousados quando em comparação às outras tracks. Temos, de um lado, o hip-pop“Coolin’ With Da Homies”, que ganha pontos pelos versos pungentes e pela determinação de Savan Kotecha; de outro, Demi Lovato empresta seu poder e sua presença irretocável para “In The Mirror”, cuja versatilidade está presenta tanto nas melódicas notas do piano quanto a inesperada e mágica transição para o pré-refrão e o refrão em si – apostando em um pano de fundo sutil que se afasta do europop e aproxima-se de suas inclinações ao pop norte-americano. Em um espectro bastante diferente em termos estruturais, mas que nutre de um alinhavo similar, há a totalmente desperdiçada “Running With The Wolves”, que chega ao fim após um momentâneo e derradeiro minuto.
Laura Hayden causa um barulho considerável como a lead singer da banda inglesa Anteros, que sai da zona de conforto e transforma o costumeiro indie em um soft-rockpop que ganha na forma de “Fool Moon”. E, conforme vamos nos aproximando do grand finale, o cuidado meticuloso explorado em incursões predecessoras deixa de existir e prefere se exilar na síntese formulaica da esquecível “Hit My Itch” que, quando comparada ao pueril, exagerado e essencialmente saxônico “Jaja Ding Dong”, é um drástico e imperdoável erro. Felizmente, cabe ao casal principal recuperar a glória com as músicas supracitadas e, principalmente, com a balada saudosista e emocionante “Húsavík”, que mistura com perfeição as tendências atuais com o classicismo orquestral e épico – e um falsetto final de tirar o fôlego.
O grande sucesso dessa trilha é, sem sombra de dúvida, direcionada para a rendição do português Salvador Sobral com a track que lhe rendeu o pódio máximo do Eurovision em 2017, a declamação poético-romântica de “Amar pelos Dois” e, também, para as duas icônicas versões de “Double Trouble”. Seja em sua perspectiva fílmica e mais “previsível”, por assim dizer, seja pela visão revolucionária de DJ Tiësto com uma violenta e dêitica consagração dos anos 1990, a música é tudo o que queríamos para um álbum festivo, excêntrico e bastante enérgico.
Nota por faixa:
Double Trouble – Tiësto’s Euro 90’s Tribute Remix – 5/5
O grupo britânico Little Mix lançou hoje (04) o lyric video oficial de “Confetti”, novo single promocional de seu sexto álbum de estúdio epônimo.
A canção já está disponível em todas as plataformas digitais.
Confira:
A faixa é precedida por canções como “Sweet Melody”“Holiday”, “Not a Pop Song” e “Happiness”.
‘Confetti’ será lançado oficialmente no dia 06 de novembro.
Formado em 2011, o girl group foi o primeiro a vencer a competição televisiva The X Factor e, desde então, já lançaram nada menos que cinco álbuns de estúdio que lhe renderam duas estatuetas do Brit Awards, quatro MTV Europe Music Awards e muitos outros prêmios.
A VH1 divulgou uma cena oficial do décimo primeiro episódio da 13ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race’, em que as queens se preparam para zoar as ex-Misses Simpatia Nina West, Heidi N Closet e Valentina.
No Rotten Tomatoes, a série abriu com 74% de aprovação, com nota 7/10 baseada em 23 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “um mistério vago pode confundir o impacto, mas performances fortes de um elenco eclético significa que a série não é nada menos que divertida”.
“[A série] encontra sucesso ao balaçar seu incrível elenco. Cada performance é bem-feita e completamente envolvente” – Paste Magazine.
“‘Nove Desconhecidos’ é bastante direta em criar sua história e suas expectativas, e seus melhores momentos valem a pena” – Variety.
“O elenco de ‘Nove Desconhecidos’ é muito bom para a minissérie ser inassistível. Mas depois de assistir a seis dos oito episódios, tenho certeza de que o grande mistério não tem nada a ver com qualquer um dos personagens” – THR.
“O maior sucesso do diretor Jonathan Levine é fazer o elenco funcionar com tanta coesão, ainda que as flutuações de tom ocasionalmente se tornam distrativas” – Collider.
“Se ‘The White Lotus’ é ’30 Rock’, então ‘Nove Desconhecidos’ é ‘Studio 60’ em ‘Sunset Strip’: não bom, exatamente, e definitivamente excessivo, mas ainda assim assístivel de sua própria maneira” – TV Line.
No Brasil, a produção irá estrear no dia 20 de agosto – dois dias após o lançamento nos Estados Unidos.
Frustrados com suas vidas, nove estranhos embarcam em um programa de relaxamento e espiritualidade criado por um SPA de luxo liderado por Marsha (Kidman), mas ao longo dos dias eles percebem que a experiência pode acabar colocando suas vidas e sanidade em perigo.
‘Pacificador‘ (Peacemaker), série derivada de ‘O Esquadrão Suicida‘, é uma das produções mais aguardadas do ano – e parece que tanta expectativa valeu muito a pena.
No Rotten Tomatoes, a obra abriu com 92% de aprovação, com nota 7.10/10 baseada em 12 reviews até o momento. Os especialistas internacionais elogiaram o tom paródico da série e a performance do elenco, apesar de terem apontado algumas falhas.
“‘Pacificador’ prova um ponto essencial sobre o DCEU – que, quando você mostra as margens mais estranhas de um universo ficcional, ajuda todo esse universo a se tornar maior e mais completo” – ComicBook.com.
“‘Pacificador’ não exatamente erra, mas também não acha completamente seu alvo” – CNN.com.
Confira:
A produção irá estrear oficialmente no dia 13 de janeiro.
A série irá explorar as origens do personagem interpretado por Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.
James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.
Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.
A aguardada cinebiografia ‘Elvis’, que conta a história do icônico cantor e compositor Elvis Presley, chega em breve aos cinemas de todo o mundo e já vem fazendo um barulho considerável entre a crítica internacional.
No Rotten Tomatoes, o longa abriu com sólidos 86% de aprovação, com nota 7.30/10 baseada em 21 reviews até o momento. Os especialistas rasgaram elogios para a atuação do elenco, principalmente para a performance de Austin Butler como o protagonista titular, mas comentaram sobre a desequilibrada condução de Baz Luhrmann e o roteiro.
“Há energia e substância o suficiente […] e Butler se joga em uma performance selvagemente física, mas nunca cartunesca ou desrespeitosa” – The Wrap.
“É uma investida superficial do Rei, mas é muito divertido” – Little White Lies.
“Este é apenas mais um exercício sobre imitar Elvis, seu lábio superior vibrando sem qualquer propósito” – Guardian.
“Quando Austin Butler mexe os quadris no primeiro show de Elvis como um astro do rock ‘n’ roll, é como ver duas estrelas nascendo” – Time Out.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de julho.
O filme explora a vida e a música de Elvis Presley (Butler), vista através do prisma de sua complicada relação com seu enigmático empresário, o coronel Tom Parker (Tom Hanks). A história mergulha na dinâmica complexa entre Presley e Parker ao longo de 20 anos, desde a ascensão de Presley à fama até seu estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a paisagem cultural em evolução e a perda da inocência na América. No centro dessa jornada está uma das pessoas mais importantes e influentes na vida de Elvis, Priscilla Presley (Olivia DeJonge).
Peter Billingsley retornará como o protagonista Ralphie, reprisando seu papel quase quarenta anos depois do longa-metragem original.
Ambientado nos anos 1970, a história agora trará Ralphie como um homem adulto, que deseja criar a mesma experiência mágica de Natal para os próprios filhos. As filmagens começaram no final de fevereiro, na Bulgária.
Nick Schenk (‘Cry Macho’, ‘Gran Torino’), frequente colaborador do lendário Clint Eastwood, escreveu o roteiro da sequência. Clay Katis (‘Crônicas de Natal’) comanda o projeto. Billinsgley também entra como produtor ao lado de Vince Vaughn.
Nenhum outro membro do elenco foi confirmado, mas rumores apontam que Julie Hagerty (‘Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu!’) está em negociações para interpretar a mãe de Ralphie, originalmente vivida por Melinda Dillon.
Leia a sinopse oficial da sequência abaixo:
A trama gira em torno de um Ralphie já adulto nos anos 1970, que retorna para sua casa na Rua Cleveland para dar aos filhos um Natal tão mágico quanto o que teve enquanto crescia. Com a mesma atenção ao tom do passado, Ralphie se reconecta com amigos de infância, reconcilia a morte de seu pai e planta sementes para as origens de um amado clássico de fim de ano.
Lançado em 1983, o longa original foi dirigido por Bob Clark e baseado nas anedotas semi-ficcionais de Jean Shepherd.
Estrelando Dillon, Darren McGavin e Billingsley, a obra conquistou aclame por parte da crítica internacional e fez um barulho considerável na bilheteria, arrecadando quase US$21 milhões.
Relembre a sinopse:
Na década de 1940, o jovem Ralphie passa a maior parte de seu tempo tentando evitar um menino valentão. Enquanto isso, tenta convencer seus pais e Papai Noel de que o seu presente ideal de Natal seria um rifle.
‘Star Trek: Strange New Worlds‘, série derivada de ‘Star Trek: Discovery’, foi oficialmente renovada para a 3ª temporada antes mesmo da estreia do próximo ciclo (via Collider).
Nenhuma outra informação foi revelada.
A próxima iteração, por sua vez, chega à Paramount+ no dia 15 de junho.
Paul Wesley, conhecido por seu trabalho em séries como ‘The Vampire Diaries’ e ‘Tell Me a Story’, dará vida ao icônico Capitão James T. Kirk.
Jonatahn Frakes (‘Star Trek: The Next Generation’) entra como um dos diretores.
Depois de localizarem o outrora perdido Spock, a temporada terminou com a nave Discovery e sua tripulação viajando no futuro, enquanto Pike e o restante da Enterprise ficou para trás. A nova produção irá girar em torno dessas aventuras, “na década anterior ao aparecimento do Capitão Kirk”.
Para os iniciantes na saga, o Capitão Christopher Pike apareceu na série original de 1960 por um episódio antes de ser interpretado por Bruce Greenwood nos filmes de J.J. Abrams. Número Um, a segunda comandante da nave, apareceu algumas vezes no show antes de ser ressuscitada por Romjin no ano passado. Spock, por sua vez, é um dos personagens principais de praticamente toda a franquia – e poucos não conhecem o personagem.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada!
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 20 de setembro, nos EUA.
“Anna começa a suspeitar que alguma coisa está tentando impedi-la de ter um bebê. Poderia ser o usuário anônimo no Tumblr com seus comentários maldosos? Poderia ser a mulher estranha que tirou uma foto dela quando entrou no consultório médico? Poderia ser o estranho que invadiu sua casa e deitou na cama ao seu lado enquanto dormia? Ela não tem certeza de nada hoje em dia.”
“Anna encontra apoio em sua amiga Siobhan, uma outra atriz muito mais conhecida do que ela, mas seu próprio marido não acredita nela. Então, seu pior pesadelo se torna realidade: seu médico a informa que ela sofreu um aborto… Mas ela ainda consegue sentir o bebê dentro dela. Ela ainda consegue sentir os efeitos físicos em seu corpo. Enquanto os sintomas da gravidez se tornam cada vez mais severos e aterrorizantes, Anna sente que está sendo perseguida, e ninguém a leva a sério quando ela insiste que há algo terrivelmente errado.”
O revival da aclamada sitcom ‘Frasier’, que traz Kelsey Grammer de volta como o personagem titular, foi oficialmente renovada para a 2ª temporada pela Paramount+.
As boas novas vieram acompanhadas do primeiro pôster promocional. Mais detalhes não foram revelados.
Confira:
Bebe Neuwirth também retorna como Lilith Sternin. Esta notícia vem porque já foi confirmado que o filho de Lilith e Frasier aparecerá na nova série, interpretado por Jack Cutmore-Scott.
Os novos membros do elenco da série incluem Nicholas Lyndhurst como Alan, Toks Olagundoye como Olivia, Jess Salgueiro como Eve e Anders Keith como David. Por meio de um comunicado oficial, Grammer comemorou o retorno da produção, que contou com 11 temporadas e chegou a conquistar 39 estatuetas do Emmy Awards:
“Tendo passado mais de 20 anos de minha vida criativa no lote da Paramount, produzindo séries e atuando em várias delas, e eu gostaria de parabenizar a Paramount+ por sua entrada no mundo dos streamings. Estou ansioso para compartilhar o próximo capítulo da contínua jornada do Dr. Frasier Crane.”
Um revival de ‘Frasier’ tinha sido alvo de conversas e negociações há anos. Em 2019, Grammer chegou a comentar em uma entrevista que o projeto estava ganhando forma, com previsão de lançamento para 2020. No entanto, o retorno da série não fora formalizado na época, com a novidade apenas se confirmando genuinamente agora.
‘Frasier‘ acompanha um psiquiatra que apresenta um programa de rádio e transmite sagacidade e sabedoria aos ouvintes. No entanto, ele tem muitas dificuldades de lidar com seus próprios problemas: um irmão pretensioso, seus amigos e colegas de trabalho.
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