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Kim Petras lança a inédita “Freak It”, novo single de seu próximo álbum

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A vencedora do Grammy Kim Petras lançou a inédita “Freak It”, segundo single de seu vindouro terceiro álbum de estúdio.

A canção foi co-escrita por Petras, Nicholas WeissOren Ratowsky, e conta com a produção de Frost Children e Margo XS.

Ouça:

Ainda sem muitas informações, o compilado de originais também conta com o lead single “Polo”.

Em um comunicado à imprensa, Petras disse:

“‘Polo’ foi a primeira música que meio que redefiniu todas as músicas em que eu estava trabalhando. Ela me faz sentir fofa e como uma v****! Quando a escrevemos, eu tinha três dedos quebrados e Margo XS e eu estávamos tocando SSX 3 e Silent Hill, e ela meio que surgiu magicamente e foi tudo!”.

Petras é conhecida por seu estilo único que une sexualidade, empoderamento, pop e eletrônica, tendo ganhado bastante destaque com os dois compilados conhecidos como ‘TURN OFF THE LIGHTS’, lançados no Halloween. Em 2023, ela fez história ao se tornar a primeira artista trans a conquistar uma estatueta do Grammy – realizando o feito ao lado de Sam Smith pela canção “Unholy”.

Cailee Spaeny está em negociações para estrelar live-action de ‘Elden Ring’, aponta insider

De acordo com o famoso jornalista e insider Jeff Sneider, uma das atrizes mais populares da atualidade está em negociações para integrar o elenco do ambicioso live-action de Elden Ring, que está sendo desenvolvido pela A24.

As informações indicam que Cailee Spaeny, que ganhou notoriedade por seu trabalho em títulos como ‘Priscilla’‘Alien: Romulus’, está em negociações para protagonizar a adaptação.

Caso o contrato seja fechado, Spaeny irá se reunir com o diretor Alex Garland, com quem trabalhou em ‘Guerra Civil’.

Vale lembrar que Kit Connor (‘Heartstopper’) também está em negociações para estrelar o projeto. Ele já trabalhou com Garland no recente ‘Tempo de Guerra’.

Além de comandar o projeto, Garland também assinará o roteiro.

Criado por Hidetaka Miyazaki através da FromSoftware, o jogo foi baseado em uma história de George R. R. Martin – autor de ‘Game of Thrones‘.

Martin servirá como produtor ao lado de Peter Rice, Andrew Macdonald, Allon Reich e Vince Gerardis.

Elden Ring‘ é um jogo apresentado através de uma perspectiva de terceira pessoa, com jogadores percorrendo livremente seu mundo aberto. As seis áreas principais são percorridas usando o corcel Torrent do personagem do jogador como modo principal de viagem. Masmorras lineares e ocultas podem ser exploradas para encontrar itens úteis.

Os jogadores podem usar vários tipos de armas e feitiços mágicos, incluindo envolvimento não direto habilitado por mecânica furtiva. Em todo o mundo do jogo, os pontos de controle permitem viagens rápidas e permitem que os jogadores melhorem seus atributos usando uma moeda do jogo chamada runas. ‘Elden Ring‘ também apresenta um modo multijogador online no qual os jogadores se unem por meio de jogo cooperativo para lutar contra chefes ou participar de combates jogador contra jogador.

Situado nas Terras Intermédias, os jogadores controlam um personagem personalizável em uma missão para reparar o Elden Ring e se tornar o novo Elden Lord.

Desde seu lançamento, o game já vendeu nada menos que 25 milhões de cópias, sagrando-se como uma das produções mais bem sucedidas da história.

‘Um Maluco no Golfe 2’: Sequência com Adam Sandler estreia na Netflix; Confira o trailer!

A aguardada sequência ‘Um Maluco no Golfe 2‘ já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

Na trama, Happy Gilmore (Adam Sandler) está de volta, desta vez para ajudar a filha a correr atrás dos próprios sonhos (e talvez para mais um momento de glória no golfe).

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A sequência ainda contará com o retorno de Julie Bowen, Allen Covert, Dennis Dugan, Christopher McDonald, Ben Stiller e Jake Hoffman, além de introduzir Maxwell Jacob Friedman, Scott Mescudi, Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie e Nick Swardson.

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção. Tim Herlihy e Adam Sandler assinam o roteiro.

‘Percy Jackson e os Olimpianos’ escala filhos de Hades para a 3ª temporada da série no Disney+

A série ‘Percy Jackson e os Olimpianos’, do Disney+, acaba de ganhar dois reforços importantes para a aguardada terceira temporada.

Os atores Levi Chrisopulos e Olive Abercrombie foram confirmados como Nico e Bianca di Angelo, os enigmáticos filhos de Hades, o deus do Submundo.

Confira o anúncio:

Inspirada na saga literária de Rick Riordan, a produção se prepara para adaptar o terceiro volume da franquia, A Maldição do Titã, que marca a introdução dos meio-sangues que rapidamente se tornaram favoritos entre os fãs.

A trama acompanha Percy (Walker Scobell), Annabeth (Leah Sava Jeffries) e Thalia (Tamara Smart) em uma missão para resgatar Nico e Bianca e levá-los ao Acampamento Meio-Sangue — uma jornada repleta de perigos e revelações.

Olive Abercrombie é conhecida por seu papel marcante em ‘A Maldição da Residência Hill’, da Netflix, enquanto Levi Chrisopulos é um rosto em ascensão na TV americana. A escolha dos atores reforça o compromisso da série em construir um elenco jovem e talentoso, capaz de dar vida à complexa mitologia criada por Riordan.

A terceira temporada ainda não tem data de estreia definida, mas a produção está prestes a começar.

Segundo Rick Riordan, que atua como produtor executivo, os novos episódios prometem aprofundar os conflitos internos dos personagens e expandir o universo da série, com um equilíbrio entre ação, emoção e referências mitológicas.

A estreia da temporada anterior foi um sucesso para o Disney+, conquistando tanto o público quanto a crítica. Com a chegada dos filhos de Hades, a série se prepara para explorar lados mais sombrios e complexos do universo dos semideuses — e promete elevar ainda mais o nível da adaptação.

Vale lembrar que a 2ª temporada adapta o livro ‘O Mar de Monstros’ e chega à plataforma de streaming no dia 10 de dezembro de 2025.

Confira o trailer:

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A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.

Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.

Crítica | Matt Shakman constrói uma divertida e apaixonante jornada com ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’

Crítica livre de spoilers.

Quarteto Fantástico é uma das propriedades da Marvel mais conhecidas, configurando-se como a primeira grande família desse panteão super-heroico. Porém, enquanto fizeram sucesso nos quadrinhos, as múltiplas adaptações para o cinema falharam em conquistar o público e a crítica, e até mesmo em honrar o legado dos personagens. Tivemos a duologia dirigida por Tim Story, que apresentou as origens do herói em uma narrativa cômica e despojada, o esquecível reboot comandado por Josh Trank e um projeto dos anos 1990 que nunca viu a luz do dia. E, após a extinta 20th Century Fox ser comprada pela Walt Disney Studios, os fãs esperaram pacientemente pela introdução dos heróis no Universo Cinemático Marvel.

Coube a Matt Shakman, conhecido por seu trabalho em ‘WandaVision’ e em ‘Monarch: Legado de Monstros’, introduzi-los nesse universo em contínua expansão com Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ – e, remando contra a maré de recentes produções frustrantes da Marvel, Shakman pega páginas emprestadas do “livro de regras” de adaptações e constrói uma apaixonante e divertida narrativa cujo enfoque principal é a importância da família e celebração das pessoas que amamos.

Diferente do que poderíamos imaginar, a história não mostra a origem do Quarteto: a trama principal se inicia com os heróis já estabelecidos e sendo homenageados pelas emissoras locais pelos serviços prestados na proteção do planeta contra forças externas e muito perigosas. Todavia, Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) se veem arrastados para uma trama ardilosa com a chegada de uma misteriosa entidade prateada conhecida como Shalla-Bal (Julia Garner), que aparece em meio à Times Square, em Nova York, para anunciar a chegada de Galactus, o Devorador de Mundos (Ralph Ineson) – afirmando que a Terra está marcada para ser destruída e aconselhando seus habitantes a passarem os últimos momentos com seus entes queridos.

A princípio engolfados em um choque inexplicável, o Quarteto logo arquiteta um plano que os compele a cruzar os limites do tempo e espaço para encontrar Shalla-Bal e, com isso, Galactus, tentando convencê-lo de não seguir com seus planos. A cosmológica entidade oferece uma contraproposta: Reed e Sue deverão abrir mão de seu filho, Franklin, para salvarem a humanidade (visto que o infante possui um dom ainda não explorado que o torna o único capaz de assumir o manto do eterno sofrimento voraz de Galactus e colocá-lo em paz de uma vez por todas). É claro que eles se recusam a isso e, retornando para casa, são abordados por uma legião de homens, mulheres e crianças desesperados com a iminência de um apocalipse.

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Engolfados em uma luta contra o tempo, nossos heróis constroem um plano que precisará do apoio de cada um dos habitantes do planeta e que culminará numa viagem só de ida de Galactus a um lugar bem longe da realidade em que vivem – até perceberem que as coisas não são tão simples quanto imaginam e que, agora, os quatro devem tomar uma importante decisão para garantir a sobrevivência da Terra.

Assim como a minissérie ‘Coração de Ferro’, ‘Primeiros Passos’ não soa como um filme da Marvel Studios – e escrevo isso da maneira mais elogiosa possível. Apostando fichas em uma realidade alternativa que nos leva para a Terra-828, Shakman demonstra seu apreço por produções clássicas dos anos 1990 e do início dos anos 2000, pegando páginas emprestadas de obras similares para gestar um universo vibrante e retrofuturista, pincelado com um encontro entre passado e presente que nos arrebata desde os primeiros segundos. Seja com o adorável robô-assistente H.E.R.B.I.E., seja com televisões retrô que nos transportam de volta aos anos 1960, cada elemento estético é pensado com cautela e emerge como um personagem impalpável que fornece ritmo e dinamismo ao enredo.

O roteiro, assinado a quatro mãos, tem plena noção de que as originalidades dentro do gênero super-heroico são escassas e, por isso mesmo, vale-se da exploração dos relacionamentos entre os protagonistas e cada coadjuvante que cruza seu caminho – cimentando uma trajetória épica que, apesar de previsível, vale a pena por diálogos bem escritos e uma dosagem quase perfeita de drama, comédia, ação e suspense. Através de três atos bem delineados, Shakman e seus colaboradores unem entretenimento a mensagens de bonança e boa-fé que, eventualmente, culminam na primeira adaptação cinematográfica do Quarteto que vale a pena ser conferida, do início ao fim.

A cereja do bolo é colocada com perfeição em cima de uma deliciosa sobremesa marcada por uma sisuda e clara fotografia e por jogos de câmera que ousam aqui e ali, mas que preferem o conforto cinemático em vez de uma vazia presunção, vem com o elenco. Pascal, que se sagrou um dos atores mais populares da atualidade com produções como ‘The Mandalorian’ e ‘The Last of Us’, traz vulnerabilidade e humanidade a Reed, enquanto Kirby domina cada uma das cenas com uma interpretação fabulosa e que transforma Sue em uma verdadeira líder política cujo principal objetivo é proteger a humanidade – além de posar com uma ávida mãe que fará de tudo para proteger seu filho. Quinn diverte-se como o impetuoso Johnny e brilha ao lado de Moss-Bachrach como se fizessem parte de uma única engrenagem. E, quando juntos, esse elenco formidável explode e reverbera em uma instigante química que nos torna incapazes de desviar o olho das telonas.

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Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é um dos melhores filmes da Marvel Studios dos últimos anos e se posta como um ótimo capítulo inicial para a Fase 6 do MCU – funcionando de maneira independente às produções que já assistimos e nos arrebatando com um brilho próprio que há muito não víamos em produções do gênero.

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 24 de julho.

Sinopse confirma que a 2ª temporada de ‘Pacificador’ abordará o Multiverso

A aguardada 2ª temporada de Pacificador (Peacemaker), série da DC estrelada por John Cena, acaba de ter sua sinopse oficial divulgada — e ela traz uma surpresa para os fãs: a menção direta ao Multiverso.

De acordo com a sinopse revelada pela HBO Max, a nova temporada seguirá os eventos caóticos da primeira, com Christopher Smith, o Pacificador, tentando lidar com as consequências de suas ações. Mas agora, ele enfrentará ameaças que não se limitam ao seu próprio universo.

“Na 2ª temporada, o Pacificador descobre um mundo alternativo onde a vida é tudo o que ele deseja. Mas essa descoberta também o força a encarar seu passado traumático e tomar o futuro em suas próprias mãos.”

A referência ao Multiverso indica que a série, criada por James Gunn, pode se conectar ainda mais ao novo universo compartilhado da DC Studios, que Gunn está liderando ao lado de Peter Safran. A 2ª temporada vai estrear após o lançamento de Superman (2025), o primeiro grande filme do novo DCU.

A HBO Max divulgou um vídeo promocional inédito da segunda temporada, que nos leva aos bastidores do próximo ciclo e traz John Cena de volta como o irreverente anti-herói titular.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Pacificador’ estreia dia 21 de agosto no Max.

Cena retornará como o herói titular ao lado de Freddie Stroma (Adrian Chase) e Danielle Brooks (Leota Adebayo).

Frank Grillo será introduzido como Rick Flag Sr., pai do personagem interpretado por Joel Kinnaman (‘Altered Carbon’) em ‘O Esquadrão Suicida‘.

‘Jurassic Park III’ (2001) – Revisitando o Filho “Bastardo” da Franquia

Jurassic World: Recomeço’, o sétimo filme de uma das maiores franquias do cinema, já arrecadou US$ 600 milhões mundialmente. Estrelado pela duas vezes indicada ao Oscar Scarlett Johansson e pelo duas vezes vencedor do Oscar Mahershala Ali, o longa promete ser o reinício de uma nova saga jurássica nas telonas – e oferece para toda uma nova audiência a maravilha de ter dinossauros realistas nas telonas.

E quando falamos em dinossauros realistas precisamos voltar ao filme onde tudo começou: o ‘Jurassic Park’ original, de 1993. Nada jamais poderá ser comparado ao que foi ter pela primeira vez os dinossauros “vivos” de novo no cinema. Um verdadeiro divisor de águas, que só quem estava vivo na época pôde experienciar. Para irmos aquecendo os motores para o novo ‘Jurassic World’, continuaremos com nossa série de matérias revisitando todos os filmes da saga. Confira agora a segunda sequência de ‘Jurassic Park‘, que chegou em 2001, com ‘Jurassic Park III‘.

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Jurassic Park III‘ (2001) surgiu, é claro, após o enorme sucesso dos dois primeiros filmes da franquia, ‘Jurassic Park (1993) e ‘O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997). Inicialmente, Steven Spielberg não tinha planos imediatos para uma terceira parte, mas com o crescimento do interesse dos fãs e a possibilidade de explorar mais histórias dentro do universo dos dinossauros, a Universal Pictures decidiu avançar com uma sequência. Dessa vez a trama de ‘Jurassic Park III (2001) não foi baseada em nenhum livro de Michael Crichton. O filme apresenta uma história original, criada especialmente para o cinema, embora traga alguns elementos descartados dos livros anteriores (Jurassic Park e O Mundo Perdido).

Inicialmente, várias versões de roteiro foram escritas e descartadas. A versão final que chegou às telas foi escrita por Peter Buchman, com reescritas de Alexander Payne e Jim Taylor. Apesar de não seguir um livro específico, o filme reaproveita ideias e cenas dos romances de Crichton que não haviam sido usadas nos dois primeiros filmes. Como por exemplo: O barco abandonado, depois de ter sido atacado por dinossauros no começo lembra passagens de O Mundo Perdido (livro). A sequência com os pteranodontes na jaula vem diretamente de uma cena do primeiro livro (Jurassic Park), mas que não foi usada no filme de 1993. E o uso dos velociraptores com comunicação mais avançada é inspirado em teorias mencionadas brevemente nos livros.

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Antes da versão final, houve ideias envolvendo caçadores de dinossauros, híbridos de dinossauros e humanos e até um grupo de adolescentes presos na ilha. Todas foram abandonadas. A versão com Alan Grant foi escolhida por trazer familiaridade e conexão com o filme original. Ou seja, ‘Jurassic Park III traz uma história nova, mas construída a partir de fragmentos das ideias de Crichton que não tinham sido usadas antes — adaptadas para uma aventura mais direta e com foco na ação.

Em ‘Jurassic Park III(2001), o paleontólogo Dr. Alan Grant é surpreendido quando um casal, Paul e Amanda Kirby, o contrata para um voo turístico sobre a misteriosa Isla Sorna, apesar de suas reservas quanto ao perigo da ilha. Durante o sobrevoo, o avião sofre uma pane e cai na ilha, deixando-os presos em território dominado por dinossauros ferozes. Para sobreviver, Grant precisa unir forças com os Kirbys e enfrentar perigos como o imponente Espinossauro, que ameaça constantemente o grupo. Enquanto isso, uma equipe de resgate é enviada para encontrá-los, mas a ilha se mostra ainda mais traiçoeira do que imaginavam.

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No desenrolar da trama, descobrimos que os Kirbys mentiram sobre o verdadeiro motivo da viagem: eles procuram seu filho perdido, Eric, que caiu de parapente na ilha meses antes. A busca pelo garoto leva o grupo a cruzar com diversos dinossauros, desde velociraptores até o predador Espinossauro, em perseguições tensas e cenas de ação eletrizantes. Dr. Grant assume o papel de protetor, usando seu conhecimento para tentar manter todos vivos. O filme conclui com a fuga arriscada da ilha e uma reflexão sobre os perigos de se brincar com a engenharia genética e a natureza.

Alguns dinossauros inéditos foram introduzidos na franquia, ampliando o elenco pré-histórico da série. O destaque maior foi o Spinosaurus aegyptiacus, ou Espinossauro, que assumiu o papel de principal antagonista, substituindo o Tiranossauro Rex em cenas-chave. O Espinossauro é maior e mais ameaçador, com uma estrutura única, incluindo sua famosa vela dorsal, e protagoniza várias cenas memoráveis de perseguição e combate.

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Além do Espinossauro, o filme também trouxe o Pteranodon, uma espécie de réptil pré-histórico voador (e não um dinossauro, como é constantemente classificado) que causa tensão em cenas aéreas e em um cativeiro na ilha. Outro destaque foi o Anquilossauro (Ankylosaurus), um dinossauro blindado que aparece em cenas de ação, mostrando sua defesa poderosa com uma cauda em forma de clava. Já os velociraptores e o Tiranossauro Rex retornaram, mas o Espinossauro e os outros novos dinossauros foram as grandes novidades do terceiro filme.

Steven Spielberg decidiu não dirigir ‘Jurassic Park III por alguns motivos. Após o sucesso estrondoso dos dois primeiros filmes, ele queria se dedicar a outros projetos que já estavam em sua agenda, além de sentir que a história do terceiro filme poderia ser conduzida por outro diretor, permitindo que a franquia continuasse sem sua presença direta. Spielberg também tinha interesse em evitar a repetição criativa, buscando novos desafios e experiências em filmes diferentes. Além disso, ele permaneceria envolvido como produtor executivo, garantindo que o filme mantivesse o padrão da franquia e seu DNA visual e narrativo. Na época em que ‘Jurassic Park III estava em produção (final dos anos 1990 e início dos 2000), o cineasta estava envolvido em vários outros projetos importantes. Um dos principais foi ‘A.I. – Inteligência Artificial, um filme de ficção científica que ele desenvolveu a partir de um projeto iniciado por Stanley Kubrick.

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Joe Johnston, escolhido para dirigir ‘Jurassic Park III, já era conhecido por seu trabalho em filmes de aventura e fantasia com forte apelo visual. Antes deste longa, ele já havia dirigido títulos como ‘Rocketeer (1991) e ‘Jumanji (1995), que combinavam ação, aventura e efeitos especiais. Johnston também tinha uma carreira sólida como designer de efeitos visuais — ele trabalhou em clássicos como Star Wars e Indiana Jones — o que o tornou uma escolha natural para comandar um filme que exigia uma combinação equilibrada de ação e tecnologia.

Antes da escolha do diretor, outros nomes  foram cogitados para assumir o comando do filme. Um dos nomes discutidos foi John McTiernan, famoso por ‘Duro de Matar e ‘Predador, que traria uma pegada mais intensa e focada na ação. Também houve rumores sobre possíveis envolvimentos de diretores como Peter Jackson, que na época já ganhava destaque com ‘O Senhor dos Anéis, e até mesmo James Cameron, embora nenhuma dessas opções tenha avançado oficialmente. No fim, a Universal e Spielberg optaram por Joe Johnston, buscando alguém que unisse experiência com aventura familiar e domínio técnico, para manter a essência da franquia.

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O elenco reuniu atores experientes e alguns rostos conhecidos da franquia para dar vida à nova aventura na Isla Sorna. Sam Neill retornou como o paleontólogo Dr. Alan Grant, personagem central que lidera o grupo na ilha, trazendo familiaridade e continuidade para a série. Ao seu lado, o casal William H. Macy e Téa Leoni interpretam Paul e Amanda Kirby, que contratam Grant para a missão, ambos trazendo uma dinâmica interessante de mistério e urgência para o enredo.

Outro destaque é o jovem ator Trevor Morgan, que vive Eric Kirby, o filho desaparecido que motiva a expedição ao redor dos dinossauros. Além disso, o elenco inclui figuras como Alessandro Nivola como Billy Brennan, um piloto e ex-militar que auxilia no resgate, e Michael Jeter no papel de um personagem menor, mas memorável. A combinação de atores veteranos com novos talentos ajudou a manter o equilíbrio entre a ação, o suspense e o lado emocional da história.

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A crítica do filme foi mista, com muitos especialistas destacando que não alcançava o impacto inovador dos dois primeiros da franquia. Enquanto o primeiro ‘Jurassic Park’ (1993) foi aclamado pela revolução nos efeitos especiais e pela narrativa envolvente, e ‘O Mundo Perdido (1997) trouxe um tom mais sombrio e novos aspectos (como as cenas na cidade), o terceiro filme foi visto como mais focado na ação e no suspense simples, com menos profundidade no roteiro e nos personagens. Muitos críticos apontaram que faltou a grandiosidade e a originalidade que marcaram os filmes anteriores.

Por outro lado, o desempenho dos efeitos visuais e das cenas de ação recebeu elogios, especialmente pelas sequências com o Espinossauro, que foi um destaque visual e trouxe uma nova ameaça ao universo dos dinossauros. A atuação de Sam Neill também foi elogiada por trazer carisma e conexão ao papel de Dr. Alan Grant. No geral, ‘Jurassic Park III foi considerado um filme divertido para fãs de aventura, mas ficou aquém das expectativas criadas pelos predecessores, sendo visto como uma produção mais comercial e menos inspirada.

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Jurassic Park III estreou em 18 de julho de 2001 e teve uma bilheteria sólida, mas inferior aos dois primeiros filmes da franquia. No fim de semana de estreia, o filme arrecadou cerca de US$ 50 milhões nos Estados Unidos, ficando em primeiro lugar nas bilheterias daquele fim de semana. Porém, bastaria a segunda semana em cartaz para cair para a segunda posição, com a estreia de Planeta dos Macacos, de Tim Burton, que obteve um lançamento ainda maior, com US$ 68 milhões no primeiro fim de semana, demonstrando certo desgaste nas aventuras jurássicas. Globalmente, a bilheteria total do filme atingiu aproximadamente US$ 370 milhões, um bom desempenho, mas que ficou abaixo do sucesso estrondoso dos filmes anteriores.

O terceiro filme colocaria um grande hiato nas aventuras jurássicas no cinema, em uma das franquias mais lucrativas da época, mas que nunca deveria ter se tornado uma franquia de fato. O terceiro ‘Jurassic Park‘ demonstrava a clara perda de fôlego e a falta de novidade, tornando a coisa apenas um caça-níquel com o propósito de apresentar novas espécies, contando a mesma história de maneira pouco plausível. Assim, ‘Jurassic Park‘ ficou estacionado por 14 anos, até ser tirado da gaveta em 2015, na era da nostalgia e dos reboots…

Crítica | ‘Monsieur Aznavour’ – Um quebra-cabeça emocional do lendário cantor francês Charles Aznavour

A incessante busca pelos aplausos. Com o enorme desafio de contar em cerca de duas horas momentos marcantes de um dos mais populares e longevos cantores franceses da história, a dupla Mehdi Idir e Grand Corps Malade opta pelas pinceladas em atos bem divididos trazendo ao público fragmentos da vida de Shahnour Vaghinagh Aznavourian, também conhecido como Charles Aznavour. E para dar vida a esse ícone musical, o escolhido foi o ator Tahar Rahim que brilha com uma atuação maravilhosa e uma intensidade nítida do início ao fim. Não há dúvidas que esse era o nome certo para o papel.

Em Monsieur Aznavour somos testemunhas da reunião de um apanhado de histórias reais que moldaram a vida pessoal e carreira do conhecido artista das multidões. Passando por inúmeros anos, desde a infância com a instabilidade financeira do pais refugiados, percorrendo os horrores da guerra e também seu lado mulherengo, no longa-metragem selecionado para a 1ª edição do Festival de Cinema Europeu Imovision vemos uma história com altos e baixos de uma trajetória guiada pela força de canções românticas imortalizadas.

O roteiro busca um retrato amplo mas com poucos contextos, fato que deixa lacunas com a falta de profundidade. Mesmo com uma narrativa impulsionada por um dinamismo que funciona, derrapa no bumerangue de informações que envolvem ambições conflitantes e dilemas. Ao apresentar uma personalidade melancólica, um eterno insatisfeito e até certo ponto distante dos laços familiares, vemos de maneira simplória um homem atrás dos seus sonhos, vivendo intensamente a boemia e aproveitando cada lição dos encontros que o destino lhe reservou.

Para os amantes da música europeia, momentos marcantes são reservados. O convívio e aprendizagem com Edith Piaf (Marie-Julie Baup) ganham ótimas cenas dentro do projeto. Ela foi um elemento impulsionador de sua carreira ao levá-lo para abrir seus shows na França e em outros lugares do mundo. Junto a esse ponto, seu convívio e conflitos com o pianista Pierre Roche (Bastien Bouillon) se tornam os momentos de maior destaque. Sobre esse último citado, formou um duo com o protagonista que foi praticamente o início de tudo para Aznavour.

O processo criativo, fator importante dessa caminhada do cantor e compositor que escreveu mais de 800 canções e vendeu cerca de 200 milhões de álbum em todo o mundo, é aqui aliado a sua eterna luta para provar seu talento. Não passando a mão na cabeça do elemento central dessa cinebiografia, é apresentado visões de fatos que culminam numa personalidade workholic e muitas vezes insensível. Será isso algo que possa chocar os fãs?

Monsieur Aznavour teve quatro indicações ao Prêmio César (o Oscar Francês) e deve chegar ao cinemas brasileiros ainda em 2025.

10 filmes para ficarmos de olho no Bonito CineSur 2025

Entre os dias 25 de julho e 2 de agosto de 2025, todos os olhares do universo cinematográfico estarão voltados para Bonito, no Mato Grosso do Sul, que recebe mais uma aguardada edição do Bonito CineSur. Com uma curadoria que reúne 63 filmes de diversos países da América do Sul, a programação deste ano promete emocionar e provocar reflexões profundas sobre as múltiplas realidades que atravessam nosso continente — um território diverso quando o assunto é Cinema.

Filme 'Quinografia', de Mariano Donoso e Federico Cardone
Filme ‘Quinografia’, de Mariano Donoso e Federico Cardone

A seguir, destacamos alguns dos títulos que já chamaram nossa atenção e que estaremos acompanhando de perto para trazer todos os detalhes para vocês:

 

A Melhor Mãe do Mundo

Gal é uma batalhadora. Trabalha como recicladora de lixo. Certo dia, num ato desesperado para fugir dos absurdos cometidos pelo marido, foge de casa junto com seus dois filhos. Durante esse período, fortalece seus laços maternos transformando esse momento numa grande aventura para essas duas crianças.

 

Los Sueños de Pepe

Em um planeta a caminho do colapso climático, a filosofia do ex-presidente uruguaio Pepe Mujica, guiada pela justiça social e pela sustentabilidade, acende um alerta em todos nós pelas gerações futuras. (Sinopse Oficial)

 

Oro Amargo

No deserto do Atacama, Carola assume o comando da mina de ouro do pai após ele se ferir, enfrentando a hostilidade dos outros trabalhadores. (Sinopse Oficial)

 

Quinogafia

Com imagens inéditas, descobrimos o trabalho, os afetos e os lugares significativos da história de Quino. (Sinopse Oficial)

 

Chuzalongo

No século XIX, um padre enfrenta um dilema cruel ao cuidar de uma criança. (Sinopse Oficial)

 

La Falta

Após a mãe de Bianca sofrer um grave acidente indo buscá-la, a escola tenta proteger a menina da verdade. (Sinopse Oficial)

 

Revelación

Um jovem fotógrafo faz uma descoberta inesperada que o leva a confrontar um passado obscuro de seu país. (Sinopse Oficial)

 

Kopenawa – Sonhar a Terra-Floresta

As palavras de Davi Kopenawa Yanomami ecoam na defesa da Amazônia, oferecendo um olhar poético sobre a terra-floresta. (Sinopse Oficial)

 

Redención

Um casal obcecado por ter um filho acolhe uma jovem grávida. (Sinopse Oficial)

 

Rua do Pescador No 6

À medida que as águas das enchentes no Rio Grande do Sul baixam, uma equipe audiovisual registra a busca de uma comunidade ribeirinha por pertencimento. (Sinopse Oficial)

 

O Cinepop fará a cobertura do evento à convite do festival. Não deixem de acompanhar tudo aqui no site e também pelas nossas redes sociais.

 

‘Buffy, a Caça-Vampiros’: Novo título do reboot traz CONEXÃO com o seriado original

O insider Daniel RPK revelou que o reboot de ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘ terá um novo título.

A nova série será intitulada ‘Buffy the Vampire Slayer: New Sunnydale‘ (Buffy, a Caça-Vampiros: Nova Sunnydale, em tradução livre).

O subtítulo faz referência ao final da série original. Sunnydale, a cidade onde a história é ambientada, foi construída sobre uma “Boca do Inferno”, que serve como um portal entre a Terra e dimensões demoníacas, e foi implodida no final da narrativa – resultando na destruição da cidade.

Infelizmente, a informação não foi confirmada. Trate-a como um rumor.

A nova versão será estrelada por Ryan Kiera Armstrong (‘Chamas da Vingança’), que dará vida à Nova, uma jovem caçadora. Sarah Michelle Gellar, que estrelou a clássica série dos anos 1990, retorna como Buffy Summers e entra como produtora executiva.

O elenco ainda contará com Faly Rakotohavana (‘Fora da Prisão’), Ava Jean (‘Law & Order: SVU’), Sarah Bock (‘Ruptura’), Daniel Di Tomasso (‘CSI: Vegas’) e Jack Cutmore-Scott (‘Frasier’).

Gellar recentemente se pronunciou sobre o reboot, desmentindo uma série de rumores que têm circulado em torno da nova versão, que contará com a produção da aclamada cineasta Chloé Zhao.

Conforme reportado pelo Deadline,a atriz fez questão de esclarecer que as informações de que a nova série se centraria em “uma jovem de 16 anos chamada Nova” são completamente infundadas.

“Todos esses personagens que têm sido divulgados são falsos. Absolutamente tudo o que foi noticiado sobre isso é falso”, afirmou categoricamente a atriz.

Os rumores previamente veiculados descreviam a trama como focada em “uma jovem de 16 anos chamada Nova… que é extremamente inteligente e um tanto solitária”, além de seus amigos “Hugo, um nerd assumido que provém de uma família abastada, e Gracie, uma jovem especialista em vampiros que é uma fervorosa seguidora da Buffy de Gellar”.

Embora Gellar não tenha fornecido detalhes específicos sobre o roteiro, ela compartilhou o que a convenceu a retornar à franquia após anos de negativas diante de inúmeros rumores e especulações.

“Todas as propostas que eu ouvia eram basicamente: ‘Vamos simplesmente refazer Buffy’. E eu sempre me perguntava: ‘Por quê?’. Mas a paixão genuína com que [Zhao] veio até mim, sua visão para a série e para a personagem, e a relevância de Buffy nos dias atuais – essa foi a primeira vez em que pensei: ‘Ok, isso realmente faz sentido’”, explicou Gellar.

A atriz também assegurou que o reboot continuará a valorizar a representação de personagens LGBTQIA+ e outros que se sentem marginalizados.

“O cerne de um anti-herói é ser um herói para aqueles que não se encaixam nos padrões, para aqueles que não são como todo mundo”, elucidou ela. “É para essas pessoas que eu quero contar histórias: para aqueles que genuinamente buscam conexão através dessas narrativas”.

Observando que o reboot está em desenvolvimento há “três anos e meio, talvez quatro”, Gellar garantiu com convicção: “Não iremos adiante com isso a menos que esteja 100% certo e haja um motivo 100% válido para sua existência”.

Vale lembrar que a série original está disponível no Disney+.

E temos um vencedor: Novo ‘Quarteto Fantástico’ SUPERA ‘Superman’ em aprovação da crítica!

Superman triste e Quarteto Fantástico desenhados animados
superman e quarteto fantastico (1)

Julho marcou mais um capítulo na rivalidade entre Marvel e DC nos cinemas, e, dessa vez, a Marvel saiu na frente. Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ superouSuperman na aprovação da crítica, colocando o filme da família heroica à frente do Homem de Aço.

No Rotten Tomatoes, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ conquistou uma aprovação de 88% da crítica, baseada em 197 análises. Em contrapartida, Superman obteve 84% de aprovação, com base em 445 análises.

Até o momento, a aprovação do público não foi divulgada para o filme do Quarteto Fantástico, masSuperman já conta com sólidos 92% de aprovação da audiência.

Se essa diferença na aprovação da crítica irá se refletir nas bilheterias, ainda não se sabe, embora Superman já tenha demonstrado um bom desempenho.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista nossa crítica:

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

Bilheteria dos cinemas NÃO retornará aos níveis pré-COVID nem até 2029

Um novo relatório da PwC divulgado no dia 23 de julho (via The Hollywood Reporter) revelou que o setor de cinema, tanto nos EUA quanto globalmente, não conseguirá recuperar os níveis de receita observados antes da pandemia de COVID-19 nem mesmo até 2029. Apesar de uma retomada gradual, a indústria ainda enfrenta desafios estruturais e mudanças de comportamento do público que dificultam um retorno completo.

Previsões para o mercado americano
Nos Estados Unidos, a receita total de cinema (incluindo bilheteria, concessões e publicidade) foi de US$ 11,7 bilhões em 2019, mas deve alcançar apenas US$ 10,8 bilhões em 2029, segundo a PwC. A bilheteria por si só deve subir de US$ 8,1 bilhões em 2024 para US$ 9,8 bilhões em 2029, com um crescimento anual composto de 3,86%.

Entretanto, o número de ingressos vendidos deve continuar em queda. A PwC projeta que as admissões nos EUA passarão de 734 milhões em 2024 para 823 milhões em 2029, ainda bem abaixo dos 1,3 bilhão registrados em 2019. O preço médio do ingresso, no entanto, aumentará para US$ 11,86, mais de US$ 2 acima do valor praticado antes da pandemia.

Situação global
Globalmente, a receita de bilheteria também não deve alcançar os US$ 39,4 bilhões de 2019. A previsão para 2029 é de US$ 37,7 bilhões, mesmo com aumentos contínuos de preço e expansão de mercados emergentes.

Fatores por trás da lenta recuperação
Bart Spiegel, líder global de mídia e entretenimento da PwC, atribui a recuperação incompleta ao fato de que, apesar da alta nos preços dos ingressos, o volume de público não está acompanhando:

“O crescimento está sendo impulsionado por preços mais altos, e não por um aumento na frequência do público.”

Outros fatores relevantes:

Greves de roteiristas e atores em 2023 impactaram o cronograma de lançamentos. Filmes de orçamento médio também continuam sofrendo nas bilheteiras, com o público preferindo assisti-los via streaming. Além disso, a fragmentação da distribuição e a ascensão das plataformas de streaming mudaram o comportamento de consumo.

Franquias e “tentpoles” seguem dominando
Os filmes que mais arrecadam continuam sendo grandes franquias baseadas em propriedades intelectuais já conhecidas. Em 2024, Disney dominou com ‘Divertida Mente 2‘, ‘Deadpool & Wolverine‘ e ‘Moana 2‘. Já 2025 deve contar com grandes estreias como ‘Zootopia 2‘, ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘, ‘Como Treinar Seu Dragão‘ (live-action) e ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘.

Exibição prioritária nos cinemas está de volta
Segundo a PwC, os experimentos de “day-and-date” — lançamentos simultâneos em streaming e cinema — foram majoritariamente abandonados. A janela de exclusividade nas telonas voltou a ser vista como essencial para maximizar receitas, inclusive por streamers como Amazon e Apple, que agora adotam janelas de 45 dias para seus lançamentos de peso.

Investimento em experiência
A pesquisa aponta que o público jovem ainda valoriza o cinema, especialmente para gêneros como terror e comédia, e que melhorias nas salas — como assentos de luxo e telas IMAX — têm atraído uma audiência mais disposta a pagar. O número de cinemas com telas grandes nos EUA subiu 37% em cinco anos.

Verticalização do mercado
Um dado marcante do relatório foi a compra da rede de cinemas Alamo Drafthouse pela Sony em 2024, tornando-a o primeiro grande estúdio a retomar o controle direto de salas de exibição após o fim da legislação antitruste de 1948. Isso pode sinalizar um retorno à verticalização da indústria cinematográfica, como ocorria nas décadas de 1920 a 1940.

‘A Jogada da Vitória’: Novo K-drama da Netflix ganha clipe INÉDITO; Assista!

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A Netflix divulgou um interessante clipe inédito de A Jogada da Vitória, novo k-drama de comédia focado em esportes.

A série chega ao catálogo da plataforma de streaming hoje, 25 de julho.

Confira, junto ao traler, e siga o CinePOP no Youtube:

Depois de ver a carreira ir por água abaixo, um astro do rúgbi desacreditado encontra seu propósito treinando o time de sua antiga escola. Como técnico, ele também iniciará uma jornada de superação e redenção”, diz a sinopse.

Criado por Chang Young-seok e Lim Gina, A Jogada da Vitória é estrelado por Yoon Kye-sang, Lee Ji-min, Kil Hae-yeon, Kim Yo-han, Park Jung-yeon, Lim Sa-mi, Bae Myeong-jin e Cho Han-gyeol.

Mariah Carey lança “Sugar Sweet”, segundo single de seu novo álbum de estúdio

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A icônica cantora e compositora Mariah Carey lançou hoje (25) a canção “Sugar Sweet”, segundo single oficial de seu próximo álbum de estúdio, Here For It All.

A canção é precedida por “Type Dangerous”, que funciona como lead single. O compilado de originais, por sua vez, tem lançamento marcado para 26 de setembro.

Ouça:

Dona de sucessos absolutos como “We Belong Together”“Obsessed”“Touch My Body”, Mariah Carey é uma das artistas mais conhecidas e bem-sucedidas de todos os tempos, além de ser conhecida por seus potentes vocais e por seu icônico falsete.

Com mais de 220 milhões de unidades vendidas ao longo de sua carreira, Carey já levou para casa cinco estatuetas do Grammy e possui um amplo legado que influenciou inúmeros artistas, incluindo a popstar Ariana Grande. Ela também é conhecida como a Rainha do Natal através da clássica “All I Want for Christmas Is You”, um dos singles mais vendidos de todos os tempos.

O último álbum de Carey foi o aclamado ‘Caution’, lançado em 2018.

De 2012 a O Dia Depois de Amanhã | Os Filmes-Catástrofe de Roland Emmerich – Do PIOR ao Melhor

Ser colocado numa caixinha e estereotipado pode ter suas vantagens. Até mesmo para um artista, como um diretor de cinema. Veja que maravilha fez para a carreira de gente como Alfred Hitchcock, considerado “o mestre do suspense”, Martin Scorsese, conhecido por seus dramas criminais de máfia, ou até mesmo Steven Spielberg, que sempre será lembrado por seus filmes família e aventuras de matinê.

Em menor escala, mas seguindo nesta vertente, está o cineasta Roland Emmerich, que hoje clama o posto como um dos reis do cinema catástrofe de Hollywood.

Muitos podem querer acusar Roland Emmerich de fazer o mesmo filme repetidas vezes, mas a verdade é que o diretor está aí, até hoje empregado, produzindo filmes com grandes nomes no elenco, para os maiores estúdios de Hollywood, adentrando a quarta década de atividade. Quantos mais podem exibir tamanha constância? A carreira do diretor alemão é o que podemos descrever como uma história de sucesso.

Moonfall – Ameaça Lunar, seu último filme, já está disponível na HBO Max e Amazon Prime Video. Para celebrar essa tremenda destruição, decidimos recapitular todos os filmes de Roland Emmerich dentro do subgênero “cinema catástrofe”, ranqueando-os do pior ao melhor. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

8. Independence Day: O Ressurgimento

Lançado dez anos depois do revolucionário Independence Day original, essa sequência deixou todos estupefatos com a sua existência. A questão é que um total de zero pessoas acreditava que o longa de 1996 precisava ter uma continuação. Mas numa Hollywood regida por sequências, e retornos de marcas pré-estabelecidas, a 20th Century Fox achou por bem revitalizar a marca, com o retorno de um dos filmes sobre invasão alienígena em larga escala definitivos do cinema moderno. Por bem ou por mal, O Ressurgimento marcou a primeira e única (até o momento) sequência da carreira de Emmerich. A principal barreira que esse segundo filme enfrentou foi a ausência do carisma do protagonista Will Smith. Até existiam planos para um eventual terceiro filme que, devido ao resultado, digamos, pobre deste segundo, foram varridos para debaixo dos panos.

7. 10.000 AC

Tudo bem, este filme de 2008 não é necessariamente parte do subgênero cinema catástrofe. Trata-se de uma aventura envolvendo tribos de homens das cavernas, onde um protagonista precisa resgatar sua amada das garras de uma tribo rival – e para isso ele sai numa jornada repleta de perigos. De qualquer modo resolvemos incluir o longa na matéria, pois esta ainda é uma superprodução grandiosa, repleta de muitos efeitos especiais. A “catástrofe” aqui resume-se a ataques de tigres dentes-de-sabre, o estouro de uma manada de mamutes e todo tipo de perigo animal propício da pré-história. Ou seja, os perigos de sobrevivência do homem daquela época eram muitos sem precisar de nenhuma ameaça externa. Justamente por isso, 10.000 AC surge como ponto fora da curva na filmografia de Roland Emmerich, e sua qualidade de “documentário do National Geographic” pré-histórico o fizeram em pouco tempo cair no esquecimento.

6. Moonfall: Ameaça Lunar

Chegamos ao mais novo exemplar de cinema-catástrofe da carreira de Roland Emmerich. Como dito no início do texto, Moonfall é o grande lançamento deste primeiro fim de semana de fevereiro 2022. Voltando à velha forma, o diretor emplaca um novo filme de destruição com todos os elementos que fazem os fãs deste tipo de entretenimento vibrarem e optarem por assistir na maior tela de imersão possível. São entretenimentos como Moonfall que ainda seguram as salas de cinema, já que são equivalentes a simuladores de parques de diversão. Quem comanda a ação nas telas aqui é a vencedora do Oscar Halle Berry, como uma astronauta da NASA que é a única capaz de salvar nosso planeta da destruição iminente, após a lua sair de órbita e entrar de forma desgovernada em rota de colisão com a Terra.

5. Godzilla

Antes de Hollywood saber o que fazer com o monstrão lagarto radioativo japonês, e da propriedade cair nas mãos da Warner (se estabelecendo num universo dividido de monstros com King Kong e outros), a primeira entrada da criatura em terras do tio Sam ocorria em 1998 pelas mãos da Columbia / Sony. E adivinha quem estava por trás do projeto? Nenhum outro senão o alemão Roland Emmerich. O diretor conseguiu a vaga no comando da produção graças ao primeiro Independence Day, sucesso estrondoso que havia sido lançado dois anos antes. Dessa forma, quando o estúdio viu a chance de apresentar Godzilla para uma audiência ocidental, o nome para a tarefa não podia ser outro além de Emmerich. Afinal, o sujeito já havia devastado o planeta com uma das invasões alienígenas mais convincentes da história do cinema. O que seria para ele trazer um bichão escamoso para detonar Nova York? Assim, com uma mega produção e uma das maiores campanhas de marketing para um filme na década de 90, Godzilla foi um das maiores produções do fim da década. Porém, tamanho investimento não se valeu, quando o longa resultou num fracasso de crítica e não atingiu seu potencial nas bilheterias. Hoje, quase 25 anos depois, o filme pode ser visto como item cult.

4. Midway: Batalha em Alto Mar

Tudo bem, tudo bem. Já sabemos. Essa é a segunda trapaceada da lista. Assim como 10.000 AC, este não é exatamente um filme catástrofe. É um filme de guerra. Por outro lado, podemos argumentar que a guerra não deixa de ser a maior das catástrofes humanas. A batalha de Midway foi um momento marcante durante a Segunda Guerra Mundial, seis meses após os ataques a Pearl Harbor. Aeronaves norte-americanas e japonesas travaram uma batalha nos céus e tais relatos já haviam sido transformados em uma superprodução de Hollywood. Uma das obras mais famosas foi lançada em 1976, e trazia no elenco nomes da época como Charlton Heston, Henry Fonda e Robert Mitchum. Sendo um especialista em filmes de larga escala, efeitos grandiosos, muita destruição e explosão, Roland Emmerich se sentiu em casa ao aceitar o projeto como seu próximo trabalho. Assim o diretor deu sua própria versão de Midway, o filme que lançou em 2019, antes do recente Moonfall.

3. 2012

Curiosamente, 2012 não foi lançado… bem, em 2012. E sim estreou nos cinemas em 2009. Seja como for, esse é outro filme tipicamente do cinema-catástrofe – daqueles que são tão repletos das conveniências e clichês do gênero, que muitas vezes terminam parecendo uma paródia. E se Moonfall traz a lua para cair na nossa cabeça, 2012 foi mais simples e direto. A ideia por trás da destruição em massa aqui é: o calendário Maia disse que o fim do mundo seria em 2012 e é verdade. Tudo começa a acabar porque começa. E nós que lutemos para sobreviver. Afinal, para que complicar muito, não é mesmo? No meio desse cataclismo figuras como John Cusack, Woody Harrelson, Thandie Newton e Danny Glover vivendo o segundo presidente negro de filmes assim (o primeiro sendo Morgan Freeman em Impacto Profundo) tentam encontrar uma forma de se salvarem. Como sempre, 2012 foi prezado por seus efeitos, mesmo que a história em si e os dramas dos personagens não importem muito.

2. O Dia Depois de Amanhã

Até agora na lista, por mais que gostemos dos filmes de Roland Emmerich, precisamos reconhecer que muitos críticos e parte do público torcem o nariz para seus exageros cinematográficos banhados a muita pirotecnia. Ou seja, até agora na lista os filmes apresentados possuem seus defensores, mas igualmente possuem muitos detratores. Ao chegarmos na segunda posição a coisa muda um pouco de figura. Os dois primeiros itens da matéria são os mais unânimes da carreira de Roland Emmerich, e os filmes que a maioria concorda que são os melhores em sua filmografia. De fato, muitos ainda irão apontar para este item aqui, que colocamos em segundo, como o MELHOR filme do diretor. Em partes podemos concordar. O Dia Depois de Amanhã, lançado em 2004, não criou muita expectativa, por já naquela época este tipo de filme se encontrar “manjado”, em especial pelo seu diretor. Mas foi só o longa estrear para percebermos que era verdadeiramente bom, dono de boas atuações e personagens com quem verdadeiramente nos importávamos. E num filme assim, é preciso ter bons personagens. O filme acabou nos convencendo e desde então não saiu mais do gosto e do imaginário popular como um dos melhores representantes do subgênero. Ah sim, na história, devido ao aquecimento global, o clima do planeta fica louco e tudo começa a congelar. Como são as coisas, O Dia Depois de Amanhã talvez esteja mais atual hoje do que na época de seu lançamento.

1. Independence Day

Se olharmos mais friamente, O Dia Depois de Amanhã talvez seja realmente um filme melhor. Mas não tem jeito. É impossível separar um filme de seu contexto e de sua época de lançamento. Sendo assim, Independence Day foi muito mais importante e revolucionário para os blockbusters, do que O Dia Depois de Amanhã – este último lançado numa época em que filmes assim já era muito comuns e estavam banalizados. Acredite ou não, mas Independence Day fez parte do movimento dos filmes de entretenimento que colocaram o cinema blockbuster no patamar que ele se encontra hoje. Então, se você pode curtir seu filme preferido da Marvel a cada fim de semana, ou os super-heróis da DC, saiba que isso é graças, em partes, ao Independence Day original, de 1996. É verdade que os blockbusters surgiram na década de 80 (ou melhor, ficaram estabelecidos). Mas foi na década de 90 que eles deram um passo maior em termos de qualidade técnica. Pois foi no período que o chamado CGI (efeitos especiais gerados por computadores) foi implementado, com o filme O Exterminador do Futuro 2. Depois seguiram Jurassic Park (1993), O Máskara (1994) e Twister (1996), por exemplo. Independence Day veio nessa esteira e ainda de quebra mostrou como nunca anteriormente como poderia ser um filme de invasão alienígena em larga escala com a tecnologia que se tinha em mãos na época. Fazendo o público vibrar, sem acreditar no que estava vendo. Um verdadeiro fenômeno.

Madelaine Petsch é perseguida em clipe inédito de ‘Os Estranhos: Capítulo 2’ divulgado na SDCC

Os Estranhos: Capítulo 2‘ ganhou um clipe inédito durante a SDCC.

O filme foi adiado para o dia 2 de Outubro nos cinemas do Brasil.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

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Madelaine Petsch (‘Riverdale’) retorna como a sobrevivente Maya.

Crítica | Os Estranhos: Capítulo 1 – Primeira Parte da Trilogia de TERROR Frustra Exatamente Por Este Motivo

Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) retorna à direção.

Sucesso nos cinemas, o primeiro capítulo arrecadou US$ 48.1 milhões mundialmente, o que representa quase seis vezes o valor do seu orçamento – que ficou em torno de US$ 8.5 milhões.

Retrato Filmes lançará TRÊS filmes da competição de Cannes no Brasil – e um deles tem 100% de aprovação dos críticos

A RETRATO FILMES anuncia o lançamento de títulos internacionais em seu catálogo a partir de uma parceria estratégica com a Muv Capital, voltada à aquisição e distribuição de filmes com alto potencial de prêmios e de público. E o movimento já vem com novidades fortes: no mercado de Cannes, a distribuidora garantiu os direitos de quatro longas-metragens, incluindo três da competição oficial do festival – SIRAT, TWO PROSECUTORS e WOMAN AND CHILD – além de SORDA, vencedor do Prêmio do Público na mostra Panorama da Berlinale.

“Inaugurar nossa atuação internacional com três filmes da competição oficial de Cannes e um vencedor do público em Berlim é muito simbólico do tipo de cinema que queremos levar ao público brasileiro: obras potentes, premiadas e com grande força de comunicação”, afirma Daniel Pech, sócio-diretor da RETRATO FILMES.

Felipe Lopes, também sócio da distribuidora, destaca que a nova fase fortalece a linha curatorial da empresa:

“A parceria com a Muv Capital potencializa um movimento que já vínhamos construindo com muito cuidado: apostar em filmes que nos representam como curadores e que têm potência real de diálogo com o público. Nosso catálogo tem produções e coproduções brasileiras que nos enchem de orgulho, e agora ganha um braço internacional que reforça esse compromisso com obras relevantes, provocadoras e de alta qualidade”.

A operação conecta o capital privado a uma das etapas mais lucrativas da cadeia audiovisual: a distribuição e permitirá que investidores co-invistam na exploração comercial de filmes internacionais de alto perfil.

O modelo de co-investimento privado é uma alternativa importante diante da ausência de incentivos públicos à distribuição audiovisual no país desde 2018.

“Apostar em filmes que estão em campanha para o Oscar muda o patamar de retorno do investimento. Com uma estratégia de distribuição assertiva, conseguimos ampliar significativamente o alcance e as receitas desses projetos”, explica Laura Rossi, Head de Investimentos em Audiovisual da MUV Capital, divisão da Hurst focada em entretenimento. Laura acaba de assumir o posto após passagem como produtora executiva da Gullane.

Grande destaque entre os títulos recém-adquiridos, SIRAT foi um dos filmes mais comentados do Festival de Cannes 2025 e vencedor do Prêmio do Júri, o mesmo recebido por BACURAU, A MALVADA e O SÉTIMO SELO. O longa, dirigido por Óliver Laxe, produzido por Pedro Almodóvar e estrelado por Sergi López e Bruno Núñez Arjona, acompanha um pai e um filho em uma jornada pelo deserto do Marrocos, onde buscam uma filha desaparecida em meio a festas eletrônicas clandestinas. No Rotten Tomatoes, SIRAT conquistou 100% de aprovação entre os críticos.

Além do sucesso crítico, o filme também mostrou força de bilheteria: lançado na Espanha, estreou no mesmo fim de semana que o blockbuster BAILARINA, e superou a concorrência. Nos Estados Unidos, o lançamento ficará a cargo da Neon, responsável por filmes como PARASITA e ANORA.

TWO PROSECUTORS 

TWO PROSECUTORS, do veterano Sergei Loznitsa, é um drama histórico impactante ambientado durante o Grande Expurgo de Stalin. Com roteiro inspirado na obra de Georgy Demidov, o filme acompanha um jovem promotor soviético em busca de justiça para um prisioneiro condenado injustamente. Estrelado por Aleksandr Kuznetsov e Aleksandr Filippenko, o longa recebeu o Prêmio François Chalais em Cannes.

WOMAN AND CHILD

Também da competição oficial de Cannes, WOMAN AND CHILD, do iraniano Saeed Roustayi, acompanha Mahnaz, enfermeira viúva que, com um filho adolescente rebelde e um novo casamento, vê sua vida transformada após um acidente trágico.

SORDA 

Já SORDA, da diretora Eva Libertad, foi o grande vencedor do Prêmio do Público na mostra Panorama da Berlinale, prêmio que em 2015 foi dado ao brasileiro QUE HORAS ELA VOLTA?. Protagonizado por Miriam Garlo, atriz surda e irmã da diretora, o filme acompanha Ángela, uma mulher que vive o desafio de comunicar seus desejos e seus limites durante a gravidez. Além de Berlim, o longa também foi premiado em festivais como Málaga, Seattle e Guadalajara.

Quando o terror encontra a INFÂNCIA: A nova onda de animações sombrias…

Menina no túnel colorido, expressão de surpresa.

Um novo subgênero em ascensão?

Nos últimos anos, uma tendência curiosa começou a emergir com mais frequência nas telas do cinema e do streaming: animações com estética infantil que mergulham profundamente em temas de terror psicológico, suspense e até existencialismo. Esse contraste entre o visual inocente e os conteúdos perturbadores não é exatamente novo, mas o número de produções que investem nesse estilo cresceu notavelmente após o sucesso cult de obras como Coraline e A Noiva Cadáver.

A nova leva de títulos vai além do simples susto. Ela busca provocar desconforto emocional, explorando traumas da infância, abandono, distorções da realidade e o medo do desconhecido. Animações como Marianne & Leonard e Inu-Oh (embora não sejam estritamente infantis) ilustram bem como o audiovisual está derrubando fronteiras entre gêneros e formatos.

O poder da estética “fofa e sombria”

Parte do fascínio está justamente no contraste. A paleta de cores suaves, os traços arredondados e os personagens com olhos grandes evocam a estética clássica de desenhos infantis. No entanto, as narrativas frequentemente envolvem atmosferas opressoras, dimensões paralelas, mortes simbólicas e até elementos de body horror estilizado.
Esse fenômeno é particularmente forte na animação independente. Curtas como There’s a Monster in My House ou longas como The House, da Netflix, misturam stop motion com temas de isolamento, desintegração familiar e loucura. O apelo está na capacidade de comunicar o inexplicável por meio do absurdo visual, algo que a animação permite de forma muito mais expressiva do que o live-action.

A audiência, em sua maioria jovem adulta, parece reagir bem à experiência: o misto de nostalgia estética e inquietação emocional ressoa especialmente com espectadores que cresceram com os desenhos da década de 90, mas hoje buscam histórias mais densas e desafiadoras.

A influência dos games nesse novo imaginário

Curiosamente, essa estética híbrida também tem se manifestado com força no mundo dos videogames. Títulos como Limbo, Little Misfortune e Fran Bow usam uma interface visual lúdica para inserir o jogador em tramas perturbadoras, muitas vezes com desfechos trágicos. A interatividade intensifica a imersão, permitindo que o usuário sinta o peso das decisões e das emoções propostas.

Esse cruzamento de linguagens tem gerado uma nova sensibilidade narrativa. Sites como o https://www.vbet.bet.br/pb/ vêm explorando essas atmosferas estilizadas em suas interfaces e narrativas de usuário, criando experiências que flertam com o imaginário do suspense e da curiosidade lúdica, mesmo fora do campo tradicional das mídias audiovisuais.

De onde vem esse fascínio pelo “trauma estilizado”?

Psicólogos e teóricos da mídia sugerem que há uma função catártica nesse tipo de conteúdo. A infância, tradicionalmente tratada como um espaço de segurança e leveza, também é marcada por medos intensos, experiências traumáticas e sentimentos difíceis de nomear. Ao representar esses aspectos por meio de uma linguagem visualmente acessível, a animação sombria oferece uma ponte entre o inconsciente e o simbólico.

Além disso, em um mundo cada vez mais saturado de violência explícita e hiperrealismo, esse tipo de produção oferece uma alternativa mais sutil, mas não menos impactante. O horror aqui não está em monstros visíveis, mas naquilo que se insinua — no som que não vem de lugar algum, na sombra que se move sozinha, na repetição de gestos cotidianos até que se tornem absurdos.

Exemplos recentes que merecem atenção

Entre os lançamentos mais comentados nesse estilo estão Scavengers Reign, uma série animada de ficção científica com ambientação onírica e hostil, e My Father’s Dragon, que, embora voltado ao público infantojuvenil, apresenta subtextos melancólicos sobre perda e amadurecimento. Outro título que causou frisson foi Wendell & Wild, dirigido por Henry Selick (o mesmo de Coraline) com produção de Jordan Peele — uma colaboração que já aponta para um futuro fértil nessa intersecção entre terror e animação.

No Japão, essa abordagem tem uma longa tradição. Obras como Serial Experiments Lain e Boogiepop Phantom já exploravam o psicológico perturbador sob um véu visual aparentemente inofensivo desde o final dos anos 90. No entanto, a recepção ocidental recente parece mais aberta do que nunca a esse tipo de conteúdo.

O que vem por aí?

Com o aumento das produções independentes, da popularidade dos festivais de animação (como Annecy e Ottawa) e do apoio das plataformas de streaming a projetos autorais, é provável que vejamos cada vez mais obras que ousam explorar os limites do terror emocional sob uma estética de “conto de fadas invertido”.

Afinal, como já dizia Neil Gaiman, “os contos de fadas não existem para dizer às crianças que dragões existem. Elas já sabem disso. Eles existem para dizer que os dragões podem ser vencidos.” Esse novo ciclo de animações sombrias parece estar nos dizendo que, às vezes, o dragão está dentro de nós — e que entendê-lo pode ser tão assustador quanto libertador.

CINESUR – Festival de Cinema de Bonito divulga os Filmes que serão exibidos em sua 3ª edição

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O BONITO CINESUR – FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANO anuncia a programação da sua terceira edição, reforçando seu papel como espaço de encontro entre culturas e linguagens do continente.

Serão exibidas obras de países como BRASIL, ARGENTINA, PERU, CHILE, BOLÍVIA, COLÔMBIA, VENEZUELA, URUGUAI e EQUADOR, além de co-produções com outros países, em cinco mostras competitivas.

Na MOSTRA DE LONGAS, destacam-se:

  • A MELHOR MÃE DO MUNDO e BRASILIANA (BRASIL)

  • CHUZALONGO (EQUADOR)

  • ORO AMARGO (CHILE/URUGUAI/ALEMANHA)

  • QUINOGRAFIA (ARGENTINA)

  • REDENCIÓN (PERU)

A MOSTRA DE CURTAS traz seis filmes de ficção e animação de países como COLÔMBIA, PERU, VENEZUELA, ARGENTINA, URUGUAI, BRASIL e CHILE.

Duas mostras abordam a temática ambiental, com destaque para:

  • Longas como KARUARA, KOPENAWA, LA CUENCA, POR EL PARANÁ, RUA DO PESCADOR Nº 6 e SINFONIA DA SOBREVIVÊNCIA

  • Curtas como INSUSTENTÁVEL, UMA MENINA, UM RIO, JICHI e POR LA TIERRA

A produção de MATO GROSSO DO SUL será representada por seis títulos na mostra local, como A ÚLTIMA PORTEIRA, ELEONORA, KOI E O RIO e TEMPESTADE OCRE.

A curadoria reforça o compromisso com a diversidade cultural e temas contemporâneos, alinhada ao espírito de BONITO.

O festival é uma realização da ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO CINEMA E DA CULTURA, com apoio do MINISTÉRIO DA CULTURA, FECOMÉRCIO, SESC, ANCINE, GOVERNO DO MS e outros parceiros.

BONITO CINESUR 2025
Centro de Convenções de BONITO
25 de julho a 02 de agosto de 2025
bonitocinesur.com.br

‘Premonição 6’? Homem morre após acidente com máquina de RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

Um homem de 61 anos de idade que sofreu sérios ferimentos após ser puxado contra uma máquina de ressonância magnética enquanto usava uma corrente de metal morreu neste último dia 17 de julho em Nova York.

Segundo a ABC News, o incidente ocorreu na quarta-feira (16) em um centro médico em Westbury, de acordo com o Departamento de Polícia do Condado de Nassau.

Os policiais responderam ao Nassau Open MRI após uma ligação para o 911 e foram informados de que o homem “entrou em uma sala de ressonância magnética (MRI) não autorizada enquanto o exame estava em andamento”, conforme afirmou departamento de polícia em um comunicado.

“A vítima do sexo masculino estava usando uma grande corrente metálica no pescoço, o que fez com que ele fosse puxado para dentro da máquina, o que resultou em um incidente médico”, disse a polícia.

O homem, cujo nome não foi divulgado, foi transportado para um hospital local em estado crítico, acrescentaram os oficiais

Ele não resistiu aos ferimentos e foi declarado morto na tarde de quinta-feira, informou a polícia.

O estranho caso chama a atenção por ser muito parecido com uma das sequências mais agonizantes do recente filme Premonição 6: Laços de Sangue’, capítulo da icônica franquia de terror/slasher.

No longa-metragem, que arrecadou mais de US$250 milhões ao redor do mundo e conquistou espetaculares 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, acompanhamos a jovem Stefani Reyes, que é atormentada por uma aterrorizante visão de uma mulher que ela não conhece. Quando descobre que ela e a família estão sendo caçadas pela morte e que nenhum deles deveria existir, Stefani deve correr contra o tempo para impedir que as pessoas que ama morram uma a uma.

Em uma das cenas, dois dos personagens que são perseguidos pela Morte, Erik (Richard Harmon) e Bobby (Owen Patrick Joyner), criam um plano para tentar enganar essa entidade impalpável, mas os planos saem pela culatra. Erik decide causar uma grave reação alérgica em Bobby para que ela morra por alguns segundos antes de ser trazido de volta à vida – mas Erik é puxado por uma máquina de ressonância magnética por conta dos vários piercings em seu corpo e eventualmente empalado por uma cadeira de rodas.

Crítica | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ REVITALIZA a icônica franquia slasher da melhor maneira possível | CinePOP Cinema