Na trama, quando uma misteriosa nave espacial cai na Terra, uma jovem e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.
Sydney Chandler estrelará como Wendy, um híbrido meta humano que tem um cérebro e consciência de uma criança em um corpo adulto.
Ridley Scott, diretor do filme original, servirá como produtor da série.
Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.
Quando o caderno de desenhos de uma jovem garota cai em um lago estranho, suas criações, imprevisíveis, caóticas e perigosamente reais, ganham vida. À medida que a cidade se torna um caos, ela e o irmão precisam rastrear as criaturas antes que elas deixem danos permanentes.
Seth Worley é responsável pela direção.
O elenco conta comTony Hale (‘Arrested Development’), D’Arcy Carden (‘The Good Place’), Bianca Belle (‘A Mulher no Lago’) e Kue Lawrence.
“‘Jovem Frankenstein’ combina a inspiração do filme favorito dos fãs com o espírito inventivo e irreverente que definiu as comédias da FX ao longo dos anos, criando uma versão completamente original da história clássica,” declarou Nick Grad, presidente da FX Entertainment. “Nas mãos dos veteranos da FX, Stefani, Taika e Garrett, e ao lado do icônico Mel Brooks, sabemos que os fãs se divertirão tanto assistindo a esta série quanto nós nos divertimos produzindo-a.”
Na trama original…
“Em uma faculdade de Medicina nos Estados Unidos, o Dr. Frederick Frankenstein dá aula sobre o sistema nervoso central. Um estudante lhe pergunta das pesquisas de Victor Frankenstein, seu avô, e ele afirma que aquele trabalho era insano. Ao descobrir que recebeu de herança um castelo na Transilvânia, Frederick viaja até lá, e lê o livro deixado por seu antecessor sobre suas experiências em reanimar mortos. Apesar de cético, o médico decide colocar a teoria do avô em prática.”
Um fã do universo da Marvel e membro da maior galeria e comunidade online de artes, a DeviantArt criou um poster belíssimo para ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.
O material traz Thanos em Destaque em meio a caos, todos os heróis logo abaixo contemplando seu domínio.
Confira:
O trailer exibido na Comic-Con vazou na internet – ASSISTA!
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
De acordo com informações do THR, a biografia mostrará como o ator, em sua adolescência e ascensão ao estrelato em séries de televisão da Disney, lidava com o pai alcoólatra e abusivo.
O ator contou que o título do longa é uma alusão a um apelido dado a LaBeouf por seu próprio pai.
Os fãs de ‘Vingadores‘ que se adiantaram para adquirir, em primeira mão, o combo da Cinemark para a sequência ‘Vingadores: Ultimato‘, estão fazendo duras críticas à rede de cinema, alegando que foram vítimas de propaganda enganosa.
Muitos internautas fizeram reclamações públicas quanto à qualidade do combo do filme, cujo o preço equivale a R$ 64. O conjunto vem acompanhado de um balde grande inspirado na Manopla do Infinito, um “envelope” com todas a joias e – supostamente – viria acompanhado de copos de plástico “colecionáveis” (termo usado pela própria Cinemark).
Nas primeiras artes promocionais anunciando o combo – até então na pré-venda, a Cinemark não especifica se os copos seriam de plástico. No entanto, as imagens dos produtos deixam claro que essa seria a qualidade do material. O que os fãs contestam é que na hora de receber o combo, os copos na verdade são descartáveis, de papéis – contradizendo a informação de que seriam colecionáveis.
O que deixou os fãs ainda mais indignados é que alguns influencers receberam o mesmo combo anunciado, só que com copos de plástico.
A Cinemark ainda não se posicionou publicamente quanto ao assunto, o que tem gerado uma revolta nos fãs, que fizeram várias reclamações nas redes sociais da empresa.
Confira algumas:
Dirigida por Anthony Russo e Joe Russo, a produção terá 3 horas e 58 segundos de duração, sendo o filme mais longo da Marvel.
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
O mês de maio já está entre nós e a Netflix preparou uma grade de programação recheada de conteúdos inéditos, que estreiam ao longo de todo o período.
E nesta semana, os fãs serão presenteados com a quinta temporada de ‘Billions‘, a estreia da nova série ‘The Eddy‘, dirigida por Damien Chazelle, além do retorno da aclamada ‘Disque Amiga Para Matar‘, que chega com seu segundo ciclo na próxima sexta-feira (08).
E para você não perder nada e ficar por dentro de todos os lançamentos semanais, confira a agenda completa!
04/05
Billions: Temporada 5
De um lado, um procurador federal ambicioso. Do outro, um magnata e mago do mercado financeiro. Em jogo, bilhões de dólares.
Luccas Neto em: Acampamento de Férias 2
Luccas Neto e amigos vão ter de enfrentar um grupo de rivais habilidosos e, de quebra, lidar com uma chefe nem um pouco amigável.
Thomas e Seus Amigos – Visitando a Rainha
Para participar de uma celebração da realeza em Londres, Thomas e sua turma enfrentam uma verdadeira corrida de obstáculos e confusões.
Thomas e Seus Amigos – Feira de Novidades
Thomas e sua turma têm de correr para completar todas as tarefas antes da abertura da feira de tecnologia em Sodor.
Thomas e Seus Amigos – O Futuro Chegou
Thomas e a turma temem ser substituídos por novas invenções. Agora, vão provar que são úteis em uma nova missão.
05/05
Jerry Seinfeld: 23 Hours To Kill
Jerry Seinfeld volta ao palco para fazer novas observações (e reclamações) bem-humoradas sobre a vida cotidiana neste stand-up gravado em Nova York.
07/05
PJ Masks – Heróis de Pijama: Temporada 2
Os PJ Masks precisam encontrar maneiras criativas de impedir que os vilões dominem a cidade com suas novas geringonças.
Scissor Seven: Temporada 2
Cabeleireiro de dia, assassino de aluguel à noite. Além de ganhar pouco, há controvérsias quanto ao seu talento, mas ele está de volta para a temporada 2.
08/05
The Eddy
Em um bairro animado de Paris, o dono de um clube de jazz lida com o dia a dia dos negócios e os perigos da cidade. A série é dirigida pelo vencedor do Oscar® Damien Chazelle (La La Land), pelo vencedor do Emmy® Alan Poul (Crônicas de San Francisco), por Houda Benyamina (Divinas) e por Laïla Marrakchi (Le Bureau des Légendes).
Valéria
Com problemas na vida conjugal e profissional, a escritora Valéria conta com o apoio de suas três melhores amigas nesta série espanhola baseada nos livros de Elísabet Benavent.
Disque Amiga para Matar: Temporada 2
Com gente nova no pedaço e a detetive Pereza à espreita, Jen e Judy precisam se unir mais do que nunca para abafar um grande segredo.
Restaurantes em Risco: Temporada 2
A missão continua para os especialistas: salvar restaurantes. Com um pouco de estímulo e muita reforma, milagres podem acontecer.
10/05
Desejo de Matar
Depois de ter a mulher e a filha brutalmente atacadas por criminosos, o cirurgião Paul Kersey decide fazer justiça com as próprias mãos. Com Bruce Willis.
Os cinéfilos que ficaram órfãos com o fim da franquia adolescente ‘Para Todos os Garotos que Já Amei‘ podem comemorar, pois um novo romance juvenil está chegando à Netflix.
Intitulado ‘Along for The Ride’, a produção é uma adaptação do livro homônimo escrito por Sarah Dessen. Lançado em 2009, a obra teve os seu direitos adquiridos pela Netflix, que conduzirá o projeto.
A adaptação cinematográfica será escrita pela mesma responsável pelos roteiros dos dois primeiros filmes da trilogia de ‘Para Todos os Garotos‘, Sofia Alvarez.
A roteirista também fará a sua estreia na direção no projeto, cujas filmagens acontecerão no estado da Carolina do Norte.
O anúncio do novo filme já veio acompanhado da revelação de seu elenco, que contará com Emma Pasarow como a protagonista Auden West. Na trama, ela decide passar o verão com o seu pai, sua madrasta e sua meio irmã na cidade praiana de Colby, antes de seguir para a faculdade.
Belmont Carmeli dará vida ao Eli. Kate Bosworth será a madrastra de Auden, Heidi, enquanto Andie MacDowell vive a mãe da protagonista, Victoria. Dermot Mulroney será o pai da adolescente, Robert.
“No verão antes da faculdade, Auden conhece o misterioso Eli, um companheiro com insônia. Enquanto a cidade litorânea de Colby dorme, os dois embarcam em uma jornada noturna para ajudar Auden a experimentar a vida adolescente divertida e despreocupada que ela nunca soube que queria ter”.
É difícil identificar qual seria exatamente o público alvo de ‘Agatha Desde Sempre’, em seus quatro primeiros episódios. Com um valor de produção riquíssimo e uma estética mais ousada e inusitada, a nova série original da Marvel tem um potencial enorme enquanto produção televisiva isolada, mas fica um tanto à deriva dentro do MCU, sem espaço para o seu encaixe. Com um pequeno leque de protagonistas com ares vilanescos, a produção se esvazia da jornada do herói para abordar a trajetória egoísta de uma bruxa em busca de si mesma e de seus poderes. Enfrentando seus próprios dilemas morais, mas sempre deliciosamente caricata e cômica, Agatha Harkness é a mestre da manipulação, será forçada a confrontar seu modus operandi, mas ainda sim mantém suas ambições perversas.
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E na série de JacShaeffer, mais vale o espetáculo teatral do que a jornada de Agatha em si. Pelo menos em seus primeiros quatro episódios. Acompanhando um grupo de mulheres (e um adolescente) em busca de sua própria redenção e de seus poderes, a original Disney+ mostra os dissabores, perdas e tumultos que o Caminho das Bruxas reserva àqueles que ousam cruzá-lo. Contada de forma episódica, a trama divide as provações de cada etapa do caminho por capítulos, convidando a audiência para uma experiência mais imersiva no conflitante mundo de Harkness.
E embora esteticamente funcione, ‘Agatha Desde Sempre’ peca por não saber muito bem com quem quer se comunicar. Como uma aposta exagerada e absolutamente camp e kitsch, a série funciona perfeitamente, é divertida e faz de seus aspectos performáticos um deleite. Mas como uma adaptação de quadrinhos da Marvel, ela se perde em sua própria psicodelia. Sem o fator heroico, que motiva toda boa HQ, a série do Disney+ navega sem muito rumo, sem um objetivo concreto e sem um público demográfico certeiro. Para os que amam o estilo flamboyant, expresso em um show de referências culturais e artísticas que vão de Fleetwood Mac à minissérie ‘Mare of Easttown’, a produção é ótima. Mas para os que amam as histórias originais da Marvel…ela é confusa e perdida.
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Com um elenco carismático, conduzido pela versátil e talentosa KathrynHahn, a série do Disney+ se direciona mais para uma audiência que não consome os quadrinhos da Marvel e deixa à deriva seu público original. Mirando em uma geração nova, que provavelmente era jovem demais quando ‘Homem de Ferro’ chegou aos cinemas – oficializando o nascimento do MCU, a produção pode conseguir uma popularidade inesperada por um lado, mas perde por outro. Ao abrir mão de seus mais antigos e fiéis fãs, ela corre o sério risco de cair no ostracismo, custando qualquer chance de longevidade – como aconteceu com o outro extremo da Disney Co., ‘The Acolyte’.
Entre erros e acertos, a série da Marvel opta por um caminho inusitado e um formato mais exagerado. Como produção isolada, funciona tanto quanto outras do mesmo estilo, como ‘Abracadabra’, ‘JovensBruxas’ e ‘Da Magia àSedução’. Mas como um novo tentáculo do MCU, ‘Agatha Desde Sempre’ é um investimento incerto e, a longo prazo, pode se tornar outro prejuízo. Ainda assim, a nova iteração tem seu charme e se destaca no carisma da vilã Harkness, sempre ardilosa e sarcástica. E certeira em suas conexões com fenômenos da cultura POP, como seu primeiro episódio quase todo reverenciando e satirizando ‘Mare of Easttown’, a original Disney+ pode não ser o MCU que você espera, mas talvez seja o entretenimento despretensioso que você procura.
“Minha audiência favorita para este filme são pessoas que nunca assistiram ao SNL.” Com essa declaração, Jason Reitman, diretor de Juno (2007) e Amor Sem Escalas (2009), defende a ideia de que Saturday Night: A Noite que Mudou a Comédiaé uma história universal. Ainda assim, o longa — indicado ao Globo de Ouro — não estreou nos cinemas brasileiros e está disponível para aluguel e compra em plataformas digitais como Apple TV, Claro TV e Amazon Prime Video.
Apresentado apenas na 48ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, a ausência do lançamento nos cinemas do país levanta questões: será que a Sony Pictures, distribuidora da obra, não compartilha da visão universalista do diretor? Ou talvez o próprio Reitman tenha subestimado o quanto sua história se ancora no conhecimento prévio do SNL — programa culturalmente enraizado nos Estados Unidos, e personagens que retratam comediantes consagrados por lá, mas pouco conhecidos pelo público brasileiro.
Saturday Night: filme universal ou muito americano para o Brasil?
Saturday Night: A Noite que Mudou a Comédiamergulha nos bastidores da estreia do Saturday Night Live, em 1975, um marco da TV americana, ainda no ar quase 50 anos depois. A proposta de Jason Reitman nasceu de uma curiosidade sobre o caos criativo que antecede apresentações ao vivo. “Queríamos escrever um roteiro sobre o que se sente momentos antes de entrar ao vivo, seja em uma peça escolar, a inauguração de um restaurante ou um programa de TV . Todos conhecemos essa sensação de caos absoluto que antecede algo importante.”, contou o diretor em entrevista exclusiva ao CinePOP.
O filme não é um documentário, mas também não tenta esconder suas raízes reais. É uma reconstrução dramatizada com dezenas de personagens — todos inspirados em figuras reais da comédia americana, como Dan Aykroyd, Gilda Radner, Chevy Chase, entre outros. Mesmo tentando atingir um público mais amplo, a obra pode exigir certo repertório cultural para ser plenamente apreciada.
Ainda assim, Reitman insiste: “Minha audiência favorita são pessoas que nunca viram o SNL. Em lugares como Argentina, no festival Mar del Plata, a recepção foi ótima porque eles não veem como nostalgia, mas como um filme sobre jovens que querem criar algo”.
Para o cineasta, Saturday Night se distancia de uma simples biografia sobre o programa e se aproxima de uma história universal sobre criatividade e trabalho em equipe. “Nunca devemos confundir enredo com localização“, disse Reitman, relembrando um ensinamento do seu pai, o renomado cineastaIvan Reitman, falecido em 2022. Ele ainda enfatiza que a essência do filme é sobre “jovens que querem fazer algo grandioso acontecer, independentemente das dificuldades“.
Um Desafio Narrativo e a Magia dos Bastidores
Reitman também destacou o desafio de contar a história através de uma perspectiva não convencional. Em vez de seguir um protagonista específico, o diretor optou por uma abordagem plural. O roteiro foi meticulosamente trabalhado para acompanhar trinta personagens simultaneamente, organizando cenas em dois andares do edifício onde o SNL foi ao ar pela primeira vez.
“Foi um enorme desafio de escrita, porque normalmente seguimos uma estrutura tradicional de três atos. Mas aqui, cada página tinha que ter diálogos sobrepostos e múltiplas histórias acontecendo simultaneamente.”, explicou o cineasta.
Filho do lendário diretor de Os Caça-Fantasmas, Jason cresceu nos bastidores da indústria cinematográfica. “Não é que eu cresci ao lado de Dan Aykroyd e Chevy Chase, mas sim no meio dos câmeras, técnicos de som e equipe de efeitos especiais. Sempre soube como é estar cercado por um grupo de pessoas incríveis que se unem para criar algo maior do que eles mesmos“, relembra.
Essa experiência pessoal foi crucial para capturar a essência de Saturday Night. “A maior diversão que tive fazendo um filme foi com essa. Planejamos tudo meticulosamente, mas, quando as câmeras começaram a rodar, nos rendemos ao caos“, contou Reitman comparando ainda a dinâmica das câmeras a um musical e a um balé coreografado.
Mesmo com a indicação ao Globo de Ouro e o peso do nome Reitman, Saturday Night não conseguiu um distribuidor brasileiro para levá-lo nem às telonas, nem ao streaming. Resta a dúvida: o público brasileiro realmente não entenderia ou não se divertiria com essa história sem conhecer Saturday Night Live? Filmes como Quiz Show – A Verdade dos Bastidores (1994) e Birdman (2015) provaram que não é necessário ser fã do material de base, como programas de TV ou filmes de super-herois, respectivamente, para se encantar com os bastidores de uma grande produção. Neste caso, entretanto, talvez o reconhecimento prévio dos personagens seja mais crucial do que o diretor gostaria de admitir.
Saturday Night: A Noite que Mudou a Comédianão é uma história original e nem tão cativante como os primeiros longas do cineasta e, portanto, pode não ser atrativa para o seu público, nem mesmo fãs das sequências dos filmes dirigidos por seu pai. Quem quiser descobrir Saturday Night, a obra está disponível para aluguel ou compra nas principais plataformas digitais.
A 2ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘ ganhou uma nova imagem divulgada pela revista EW, mostrando o destino de Emily (Alexis Bledel).
[CUIDADO COM SPOILERS]
Na imagem, vemos que Emily foi enviada para as Colônias, após atropelar soldados num ato de revolta. Confira:
Assista também o novo teaser, junto com o novo pôster:
Assista também ao trailer legendado da 2ª temporada:
A primeira temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘ finalmente será lançada no Brasil, quase um ano após sua exibição nos EUA. A série será exibida por aqui pelo Paramount Channel, que agendou a estreia 11 de março, às 21h.
‘The Handmaid’s Tale‘ levou dois Globos de Ouro e foi a grande vencedora do Emmy 2017 nas categorias melhor série, melhor atriz (Elisabeth Moss), melhor atriz coadjuvante (Ann Dowd), melhor direção e melhor roteiro – tudo nas categorias de drama.
A série é baseada na obra de Margot Atwood (‘O Conta da Aia‘).
A história já foi retratada em 1990 no filme ‘A Decadência de Uma Espécie‘, de Volker Schlöndorff (‘O Guardião da Floresta‘).
Samira Wiley (‘Orange is the New Black‘) e Elizabeth Moss (‘Mad Men‘) protagonizam a distopia futurista, que mostrará mulheres como propriedade do governo. Isso acontece por causa dos baixos níveis de fertilidade dos seres humanos. E na história as mulheres férteis serão “treinadas” para a vida de escravas sexuais, dedicada apenas a reprodução humana.
Alexis Bledel, a Rory de ‘Gilmore Girls‘, vive Ofglen, amiga da protagonista Offred.
O elenco ainda tem Ann Dowd, Yvonne Strahovsky e Joseph Fiennes.
A 2ª temporada começa a ser exibida à partir de 25 de abril.
De acordo com o site The Wrap, a Sony Pictures está desenvolvendo um novo derivado dos quadrinhos do ‘Homem-Aranha’ focado na heroína Silk (Cindy Moon).
Agora, segundo um novo artigo do Screenrant, a Sony estaria planejando substituir o Aranha pela heroína Silk em seu universo cinematográfico, tonando-a figura central que interliga todas as tramas.
Apesar de nada estar confirmado oficialmente, a decisão seria inteligente e traria uma protagonista feminina à esse universo de heróis, além de apresentar novos personagens nos cinemas e novos caminhos a serem explorados.
Amy Pascal seria a produtora, porém, não há mais informações sobre o projeto, só que ele se passaria no mesmo universo de ‘Venom’, ‘Morbius’, ‘Nightwatch’, ‘Kraven’, ‘Gata Negra’ e diversos outros vilões.
Nas HQs, a personagem é mordida pela mesma aranha radioativa que deu os poderes a Peter Parker. Silk foi treinada por Ezekiel Sims quando descobriu seus poderes e passou anos presa em um abrigo para ser protegida de Morlum, mas foi libertada por Parker e, posteriormente, o ajudou a derrotar vilões como Electro e Gata Negra. Eles também formaram um casal durante algum tempo.
O início do Universo da Sony chega com a estreia de ‘Venom’, em 4 de outubro.
[ANTES DE COMEÇAR A CRÍTICA, FIQUE CIENTE QUE ELA CONTÉM SPOILERS]
Se você ainda não assistiu o sétimo episódio da segunda temporada de What If…?, evite esta matéria, pois ela contém revelações sobre a trama.
Existem na Marvel dois núcleos que misturam a fantasia com a ficção de forma interessante. Um deles é o dos deuses nórdicos de Asgard, que foram introduzidos como entidades sagradas e logo foram trabalhados como uma raça alienígena poderosíssima, cuja missão era proteger os Nove Reinos que existiam sob a guarda de Odin. O outro é um núcleo mais recente, mas tem abordagem parecida, que é o de Ta Lo e a dimensão paralela escondida numa floresta mágica da China, onde um grupo de guerreiros interdimensionais treinam artes marciais para defender o povo da Terra das forças ocultas do submundo. Dada essa semelhança, o sétimo episódio da segunda temporada de What If…? chega de forma praticamente lógica para unir esses dois mundos diferentes da forma mais inesperada possível: fazendoHela, a deusa da Morte, conhecer Wenwu, o Mandarim, antes dele se deixar corromper pelo poder dos Dez Anéis.
A sacada de unir esses dois vilões em uma jornada heroica de redenção foi brilhante. Afinal, Wenwu era um dos personagens mais antigos do MCU, tendo sua longevidade expandida pelo poder dos braceletes místicos. Então, faz sentido, cronologicamente falando, utilizá-lo numa história que se ambienta há muito mais de 1500 anos no passado (levando em consideração que o Thor ainda não nasceu). Da mesma forma, Hela (Cate Blanchett) pode ganhar um desenvolvimento maior, já que ela foi reduzida a uma vilã sedenta por vingança em Thor: Ragnarok (2017).
Neste episódio, ela é mandada para a Terra para aprender o valor da vida, mais ou menos como o Pai de Todos fez com o Thor na Linha do Tempo Sagrada. Porém, o grande mérito desse capítulo é fazer algo que a franquia demorou muito tempo para fazer, que é mostrar o verdadeiro culpado por todo o caos que envolve as tramas asgardianas: Odin. Todas as polêmicas e situações problemáticas que se voltariam contra os exércitos de Asgard foram causadas pelas ações arrogantes, desrespeitosas e colonizadoras do líder supremo asgardiano, que fazia isso não só por uma ilusão de controle legitimada pela monarquia, mas principalmente por se achar superior.
Aqui, ao aprender sobre a humildade e o papel da vida em comunhão as outras formas de existência, por meio das artes marciais, Hela compreende que sua frustração, raiva e falta de apreço pela vida são fruto de uma colossal frustração causada pelo cerceamento de liberdade imposta por seu pai, que a treinou para ser exatamente como ele. E isso reflete em suas principais características negativas.
No fim das contas, ver a história asgardiana sendo escrita por alguém que não se deixa dominar por Odin, em nome de uma suposta hierarquia, é revigorante. No final, ao quebrar suas amarras e aceitar o valor da vida, Hela assume o trono de Asgard e se junta a Wenwu para livrar os nove reinos de uma suposta proteção que de nada adiantou quando os verdadeiros problemas surgiram.
Os episódios da segunda temporada de What If…? estreiam diariamente até o dia 30 de dezembro, somente no Disney+.
De boas ideias Hollywood está cheia. Aliás, a recente greve evidenciou o quanto a indústria de cinema estadunidense depende dos seres humanos com boas ideias para criar histórias que possam ser desenvolvidas em produções cinematográficas. Entretanto entre esses muitas vezes há um abismo enorme: uma boa ideia pode ter uma péssima execução, assim como uma ideia ruim pode ser produzida e competentemente transformada em algo melhor. Os cinéfilos sabem disso e já viram este fenômeno acontecer algumas vezes nas telonas. E agora esse fenômeno volta a se repetir com ‘Hypnotic: Ameaça Invisível’, thrillerde ação que teve exibição prévia no Festival do Rio2023 e que estreia no circuito nacional a partir da próxima semana.
Danny Rourke (Ben Affleck) é um policial detetive afastado de seu cargo desde que uma tragédia se abatera sobre sua família: sua filha Minnie (Hala Finley) fora raptada em um parque e segue desaparecida desde então. Por fazer terapia, Danny acaba de ser liberado para voltar à sua rotina e se junta a seu parceiro Nicks (JD Pardo) para investigar a denúncia de um possível assalto a banco. Enquanto observam as movimentações nos arredores, Danny percebe algo incomum no suspeito (Carl Everett): ele parece dar comandos aos transeuntes na rua e curvá-los a fazer sua própria vontade. Diante do ineditismo da situação, Danny não poupará esforços para descobrir o que realmente está acontecendo, mesmo que isso o leve a confiar em na cartomante Diana Cruz (Alice Braga) cuja reputação é questionável.
Robert Rodriguez encabeçou projetos de grande reconhecimento público, como ‘Sin City’, ‘Pequenos Espiões‘ e as séries ‘O Mandaloriano’ e ‘O Livro de Boba Fett’. Desse modo, não faz muito sentido que um sujeito com essa trajetória e que tem um vencedor do Oscar no seu elenco, Ben Affleck, não consiga alcançar o ponto certo de sua produção, criando um vácuo entre o elenco, que parece distanciado da trama, e a história elaborada, cheia de nuances, mas que, ao contrário do título, não consegue hipnotizar o espectador. Ao contrário, parece que o diretor subestima o espectador, evidenciando coisas frequentemente na trama, como se não fôssemos capazes de perceber sozinhos (por exemplo, um sinal de “escadas” enormemente escrito num estacionamento, quando é evidente que aquela porta levaria a uma escada interna).
O roteiro dele com Max Borenstein parte de uma boa ideia – a manipulação mental de um mal feitor em cima da sociedade para fazer com que as pessoas façam o serviço sujo por ele. Dessa boa ideia, para se justificar o enredo acaba se apoiando em temas complexos demais para serem desenvolvidos em uma hora e trinta de duração, tais como teoria da conspiração, segredos obscuros do governo, problemas interpessoais entre os personagens, etc. Em determinado ponto os personagens simplesmente vão para o México sem nenhuma justificativa desse deslocamento para o país, o que nos leva a pensar que é somente para contemplar o diretor e assinalar o quanto os estadunidenses têm livre passagem na fronteira, ao ponto de ironicamente manipular os guardas – coisa que pessoas de outras nacionalidades não conseguem.
Por seu mote diferente então, dá para entender a inclusão desse filme na grade do Festival do Rio deste ano. A real é que nem mesmo os grandes nomes envolvidos nessa produção conseguiram fazer dela algo superior ao mediano.
Os estúdios Marvel sempre deram a seus fãs um “mapa” sobre os caminhos a serem traçados pelo presidente Kevin Feige em relação ao extenso panteão de super-heróis. E apesar desse mapa ter se tornando incompreensível nos últimos dois anos, devido à gigantesca expectativa sobre ‘Vingadores: Ultimato’, as coisas estão voltando a ser esclarecidas pouco a pouco.
Em um evento de imprensa sobre o próximo filme do MCU, ‘Capitã Marvel’, Feige disse quando deixará o resto do mundo saber sobre seus planos para o futuro da companhia:
Como fazemos por anos, não iremos anunciar nada que acontecerá após ‘Ultimato’ ou ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ até que estes filmes tenham chegado aos cinemas.
Apesar do presidente não ter mencionado nada específico, ele falou sobre o infinito potencial de novos personagens entrarem no Universo Cinemático Marvel após a épica conclusão supracitada.
Como os fãs bem sabem, há um tremendo potencial e uma tremente quantidade de personagens e narrativas e grupos que iremos explorar. Porém, não acho que iremos anunciar coisas para os próximos cinco ou seis anos.
Os próximos lançamentos da Marvel incluem ‘Capitã Marvel’ no dia 04 de março, ‘Vingadores: Ultimato’ no dia 25 de abril e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ em 05 de julho.
A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.
Depois de vários problemas e adiamentos, ‘Tenet’ finalmente será lançado nos cinemas. O aguardado filme de Christopher Nolan deveria ser a principal bilheteria da temporada de blockbusters dos Estados Unidos – mas acabou não sendo devido à pandemia do COVID-19.
De qualquer forma, o longa chegará às telonas na próxima semana, abrindo no mercado internacional antes de chegar aos EUA e, então, no Brasil. Agora, a obra enfrenta um novo problema: segundo o IndieWire, a Warner Bros. está exigindo 63% da bilheteria de ‘Tenet’ – um valor muito maior do que as cadeias de exibição estão acostumadas a oferecer.
As informações indicam que a companhia enviou uma carta oficial aos cinemas declarando que eles não devem apenas seguir as leis locais, mas também os protocolos de segurança promulgados pela Associação Nacional de Proprietários de Cinema (NATO), acrescentando que:
“Os exibidores especificamente representam e garantem para a Warner que devem cumprir em todos os momentos as leis aplicáveis e as regulações em seus cinemas, incluindo, sem limitação, todas as leis, ordens e estandartes relativos à saúde pública e à segurança, como regras e medidas protetivas contra o COVID-19 ou outras doenças e protocolos acerca desses temas – como promulgado pela indústria de exibição, como os protocolos publicados pela NATO”.
Entretanto, a Warner faz outra demanda: o retorno de mais de 60% das vendas de ingressos de todas as semanas que o filme será exibido. O valor exorbitante vai de encontro ao que as franquias de cinema estão acostumadas a pagar; normalmente, os exibidos têm acordos com os estúdios que incluem “expectativas pré-estabelecidas de quanto irão pagar baseado na arrecadação doméstica total’.
O filme, agora, tem estreia prevista em território nacional para 24 de setembro.
Além de ‘Tenet‘, a Warner adiou a estreia de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ para 15 de outubro. As informações são do Portal Exibidor.
Por conta da pandemia do Coronavírus, ‘Tenet’ já foi adiado várias vezes.
A produção foi exibida em IMAX para alguns funcionários da empresa e as primeiras reações foram divulgadas pelo próprio CEO da companhia, Rich Gelfond.
Durante uma reunião por vídeo conferência com analistas de Wall Street, o empresário salientou que as percepções gerais sobre o filme foram excelentes e salientam a grandiosa qualidade do novo thriller de Nolan – que fora todo filmado com equipamentos IMAX:
“A reação deles foi: ‘Oh Meu Deus! Eu havia me esquecido o quão bom é estar dentro de uma sala de cinema. Tenet foi lindamente criado e filmado, é um filme incrível…’E isso não foi apenas uma pessoa, de uma determinada idade. Essa reação foi a de vários funcionários da IMAX, que espontaneamente disseram isso a mim”.
Vale lembrar que, de acordo com uma recente matéria do IndieWire, o filme teria que arrecadar pelo menos US$800 milhões pelo mundo para não ter prejuízo comercial.
O filme é dirigido e escrito por Christopher Nolan e tem duração de 149 minutos (2 horas e 29 minutos).
“Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real.
A produção foi criada por Mohammed, que também assina o roteiro.
A trama envolve um agente da NSA (Schwimmer) que se une com um analista de computadores para formar uma nova unidade de investigação de crimes cibernéticos na agência de defesa do Reino Unido.