Depois de passar pelos festivais de Sundance,Roterdã e Tribeca, Manifesto, novo trabalho da vencedora do Oscar Cate Blanchett (O Aviador e Blue Jasmine), escrito e dirigido por Julian Rosefeldt, será um dos destaques da programação do Festival do Rio deste ano, que acontece de 05 a 15 de outubro.
O filme acaba de ter seu cartaz nacional divulgado (veja abaixo) e nele você pode ver alguns dos 13 personagens vividos por Blanchett na produção, que chegará aos cinemas no dia 26 de outubro trazido pela Mares Filmes.
Na sinopse, os históricos manifestos de arte podem ser aplicados à sociedade contemporânea? Uma homenagem às declarações artísticas e inovadoras do século XX, dos futuristas e dadaístas ao Pop Art, Fluxus, Lars von Trier e Jim Jarmusch, esta série de reencenações interpretadas por Cate Blanchett explora os componentes performativos e o significado político dessas declarações.
It – A Coisa é um grande sucesso, e com quase US$500 milhões em bilheterias é garantido dizer que o terror é o mais rentável do ano. No entanto, com um orçamento de US$35 milhões esta média diminui um pouco.
A Universal, por outro lado, havia marcado um golaço comCorra!, que com um orçamento de US$4.5 milhões, arrecadou US$250 milhões ao redor do mundo. Porém, eis que surge Annabelle 2, que chega a marca de US$300 milhões, prometendo inclusive ultrapassá-la, com um orçamento de US$15 milhões.
Tais números só demonstram a força que produções de terror voltaram a ter junto com o grande público e os estúdios começam a prestar atenção nesta tendência. Um dos mais antenados é a Warner, responsável por It e Annabelle 2, além da franquia Invocação do Mal, seus derivados e Quando as Luzes se Apagam, todos sucesso de público.
A New Line Cinema, subsidiária da Warner, possui muitos motivos para comemorar neste verão norte-americano. O estúdio vem se mostrando a maior potência no terror mainstream na atualidade.
Não bastasse a franquia Invocação do Mal e seus derivados, como Annabelle 2, que aprendeu com os erros do primeiro, o estúdio possui uma nova galinha dos ovos de ouro para se orgulhar:It –A Coisa.
A obra baseada no livro de Stephen King quebrou recordes de bilheteria em sua estreia e agora se aproxima dos US$ 500 milhões ao redor do mundo, com menos de um mês em cartaz. O feito não é nada menos do que impressionante para um filme de terror.
Além disso, It se tornou a quinta maior bilheteria de 2017 nos EUA, atrás somente de A Bela e a Fera, Mulher Maravilha, Guardiões da Galáxia Vol 2 e Homem-Aranha: De Volta ao Lar, os quatro primeiros respectivamente.
Já ao redor do mundo, o palhaço Pennywise chega em 14ª posição, já que no páreo entram filmes que arrecadaram muito mais fora dos EUA, vide Velozes e Furiosos 8, Meu Malvado Favorito 3, o chinês Wolf Warrior 2(a quinta maior bilheteira, mostrando a força do mercado asiático), Piratas do Caribe 5, Logan, Transformers 5, Kong: A Ilha da Caveira, Dunkirk e O Poderoso Chefinho.
A produção traz no elenco nomes como Jennifer Lawrence, Javier Bardem, Michelle Pfeiffer e Ed Harris e conta a história de um casal que tem o relacionamento testado quando pessoas não convidadas surgem em sua residência, acabando com a tranquilidade entre eles.
O drama é a respeito de um casal cuja relação é colocada em risco quando pessoas não convidadas chegam à casa, interrompendo essa relação, até então, estável.
‘Esta é a Sua Morte – O Show’ aborda o universo dos reality shows, a partir da história de Adam Rogers, um homem narcisista e implacável, que tem como único propósito que seu programa seja o mais assistido da televisão.
Na busca por conquistar a audiência, Adam desenvolve um reality show impactante e inédito na TV, com regras rígidas e brutais, que levarão os participantes a ultrapassarem qualquer limite da ética e dos valores humanos para alcançarem seus objetivos, até mesmo cometer assassinato ou suicídio.
Curiosidades:
» O suspense traz Giancarlo Esposito (‘Once Upon a Time‘, ‘The Get Down’) como diretor de um longa-metragem pela segunda vez.
A história é baseada no 12º livro de Vince Flynn, que acompanha o caçador de terroristas da CIA Mitch Rapp (Dylan O’Brien).
Ele é um atleta universitário que sofre uma tragédia familiar, e é recrutado pelo governo dos Estados Unidos. Depois de completar um treinamento rigoroso projetado para ensinar habilidades letais para atingir os inimigos mais perigosos, ele é um homem renascido com uma missão de vingança.
A bela Harry Berry iniciou sua carreira em 1989, quando participou da série Living Dolls. No entanto, o reconhecimento e o pulo para o time A de Hollywood chegou após X-Men (2000), primeiro filme da retomada do gênero super-heróis no cinema, no qual conquistou o papel de Tempestade.
Depois disso, Berry se tornou uma estrela, participando de blockbusters como A Senha: Swordfish (2001) e 007 – Um Novo Dia para Morrer (2002), além das sequências do filme dos mutantes da Fox (2003 e 2006). Graças a este status recém-adquirido, Berry conseguia se tornar protagonista e carregar com seu nome filmes como Na Companhia do Medo (2003), Mulher-Gato (2004), A Estranha Perfeita (2007) e Coisas que Perdemos Pelo Caminho (2007).
Independente do resultado de tais filmes, a carreira da atriz sofria uma bem-vinda guinada, importante para a representatividade em tal mercado, afinal Berry, uma atriz afrodescendente, se tornava uma estrela do nível das maiores de sua geração. Justamente por isso, pensando unicamente por um viés de maior aceitação social, teria sido muito interessante se tais filmes, digamos, fossem bons.
É claro que neste meio tempo a atriz marcou seu nome na história como a terceira mulher negra a vencer o Oscar, depois de Hattie McDaniel, por E O Vento Levou… (1940) e Whoopi Goldberg, por Ghost – Do Outro Lado da Vida (1991). O que ocorre é que depois disso, a carreira de Berry parece ter sido afetada pela conhecida lenda urbana da maldição do Oscar, e desde então a atriz tem se metido em furadas consecutivas.
Pode-se dizer também que este O Sequestro é uma das maiores furadas na qual Halle Berry já se meteu. O longa é tão errático que brincadeiras já surgem sobre ser uma cartilha do que NÃO fazer caso seu filho, parente ou qualquer conhecido, seja sequestrado. Deveria ser exibido para pais e filhos. Berry, porém, é uma atriz talentosa e o problema aqui está longe de ser ela. A atriz se esforça e tem bons momentos dramáticos inclusive.
Em resumo, aqui temos dois grandes empecilhos: o roteiro escrito por Knate Lee e a direção de Luis Pietro. Na trama, Berry é Karla Dyson, uma garçonete lutando para conseguir a guarda do filho pequeno. Seu ex-marido, um homem rico e poderoso, por alguma razão quer tirar a criança da mãe. Esse é apenas um dos detalhes apenas pincelados pelo longa, deixando no ar e soando muito mais como uma história incompleta do que algo propositalmente deixado em branco para que completemos as lacunas por conta própria. Ao contrário de nos dar tais respostas que seriam importantes, o filme prefere perder tempo com inúmeras perseguições de carros inúteis e completamente inverossímeis.
Na cena de abertura, a protagonista enfrenta a fúria de clientes irritantes, sem educação e noção. O estranho é que ela age como se isso fosse uma grande surpresa. Se esta profissão é o que faz desde sempre, deveria estar acostumada a lidar com clientes mala e tirar de letra – outro tópico apenas pincelado pelo longa, sem que recebamos as dicas necessárias para tirar nossas conclusões aqui. Ao mesmo tempo em que lida com advogados para conseguir a guarda de sua cria, o pequeno Frankie (Sage Correa), esta “mãe exemplar” arruma tempo para perder o menino em questão de segundos num parque enquanto se afasta para atender o telefone, justamente para discutir se manterá a criança sob seus cuidados – por falar em ironia extrema!
Começa então o pesadelo supremo para qualquer mãe e sua busca implacável para achar os sequestradores de seu filho. Berry então se transforma, de uma mãe carinhosa (mas não tão zelosa), que mal consegue acertar os detalhes para manter a guarda do filho, em um dos integrantes da franquia Velozes e Furiosos, no comando de sua minivan – seria legal vê-la no próximo filme ao lado de Vin Diesel e companhia.
A garçonete acelera nas estradas, atravessando o estado, e realizando as proezas mais audaciosas, desafiando a gravidade, e no caminho causando mais estorvo, acidentes e até mortes do que um caso de sequestro realmente deveria valer. Não me leve a mal, perder um filho desta forma, para criminosos, é algo terrível, mas a partir do momento que em seu caminho, para recuperar o mesmo, se faz mais vítimas inocentes, perde-se totalmente o propósito.
O Sequestro é um filme que preza o egoísmo, o individualismo e se torna apenas reflexo do mundo atual. O lema é: “irei recuperar meu filho, custe o que custar – não importando quantos corpos pelo caminho iremos deixar”. O pior é que a mulher desvairada põe em risco o próprio filho também.
O roteiro de Knate Lee, também produtor aqui, que surpreendentemente trata do roteiro de X-Men: Novos Mutantes (o que já me faz temer por este filme neste exato momento), apresenta soluções risíveis para todos os obstáculos da trama. A protagonista, apesar de heroica, depende de tremenda sorte, mesmo cometendo todas as decisões equivocadas que poderia (é sério, a maioria beira o inacreditável – só vendo para crer).
A direção de Luis Pietro (do remake de Pusher, que teve o diretor original Nicolas Winding-Refn como produtor, e no Brasil se chamou Contra o Tempo) faz o feijão com arroz, bambeando de trechos aceitáveis para outros no qual seu talento é posto à prova, deixando a desejar em consequência. Apesar de todos os seus defeitos, e são muitos, vejo O Sequestro se tornando um filme cult daqui a alguns anos, correndo o risco de ser celebrado como algo histriônico, que de tão ruim se torna algo imensamente divertido. Eu e meus colegas encontramos boas risadas. Ou seja, se quiser algo do tipo, garanta seu ingresso.
A história é baseada no 12º livro de Vince Flynn, que acompanha o caçador de terroristas da CIA Mitch Rapp (Dylan O’Brien).
Ele é um atleta universitário que sofre uma tragédia familiar, e é recrutado pelo governo dos Estados Unidos. Depois de completar um treinamento rigoroso projetado para ensinar habilidades letais para atingir os inimigos mais perigosos, ele é um homem renascido com uma missão de vingança.
A Warner Bros. realizou a primeira exibição-teste do filme essa semana. Apesar dos presentes assinarem embargo impedindo que contem o que acharam do filme, o Batman-News revelou que conversou com três pessoas que estiveram presentes e as reações foram positivas.
Na última semana, havia sido confirmado que o corte de Joss Whedon estava pronto e seria exibido em exibições-testes. As cenas adicionais foram filmadas ao longo de três meses e custaram mais de US$ 25 milhõespara a Warner Bros.
Em entrevista ao US Weekly, Ben Affleck e Gal Gadot detalharam mais alguns pontos com relação a trama de ‘Liga da Justiça’.
Sobre o conhecimento de Diana com relação ao Lobo da Estepe:
“Ela cresceu – já faz um século, afinal! Ela vai trazer suas qualidades específicas para uma dinâmica de grupo, e ela entende melhor o inimigo do que qualquer outra pessoa.”
“Em Batman V Superman, ele está no fim da ponte. Mas na Liga da Justiça, ele está tentando encontrar esperança novamente. Ele tem que se abrir para ter uma boa relação com os outros. Ele sabe que precisa deles.”
‘Warcraft‘ teve uma exibição especial no Prince Charles Cinema, em Londres, mais de um ano após sua estreia nos cinemas.
E, ao que parece, o diretor Duncan Jones não desistiu da franquia – mesmo com o fracasso nos cinemas norte-americanos.
Jones se uniu ao público para comentar mais detalhes sobre blockbuster e, principalmente, para comentar suas ideias para as sequências.
No geral, Duncan planejava ‘Warcraft‘ como uma trilogia.
“O primeiro filme foi sobre estabelecer esse mundo, mostrando Durotan ajudando seu filho a escapar de um planeta moribundo. Então, pra mim, a ideia ao longo dos três filmes seria para Thrall cumprir essa visão de Durotan, para ele criar uma nova pátria para os Orcs. Então, a sequência seria com ele adolescente. E com o lado humano, que no primeiro filme fica realmente um pouco menos claro sobre qual o futuro deles, basicamente, eu precisaria completar com algumas novas histórias. E o lado dos Orcs você seguiria aquele bebê ao longo de sua jornada.”
Com o slogan ‘Dois Mundos, um território’, o filme conta com direção de Duncan Jones (“Lunar” e “Contra o Tempo”), e mostra o pacífico reino de Azeroth à beira de uma guerra. Quando sua civilização enfrenta uma temível invasão de guerreiros Orcs – que fogem de seu território para colonizar um novo lar – um portal se abre para conectar esses dois mundos: um exército se vê cara a cara com a destruição e o outro, com a extinção. De lados opostos, dois heróis são colocados em um caminho de colisão que irá decidir o destino de suas famílias, seu povo e seu lar.
‘Divórcio‘ acompanha a história de Noeli (Camila Morgado), que é roubada do altar por Júlio (Murilo Benício). O casal leva uma vida humilde, mas enriquece quando o molho de tomate Juno, criado por eles, torna-se um sucesso. Com o passar dos anos, os dois abrem uma grande empresa e enriquecem, mas o dinheiro e a rotina os distancia. E um mal entendido é a gota d’água para a separação. Para defender o patrimônio, cada um tenta achar o melhor advogado para si, o que gera um processo de divórcio cheio de confusões e com cenas hilárias.
Está circulando na internet um material publicitário da fabricante de brinquedos Mattel, que traz o grupo de heróis da ‘Liga da Justiça‘. A imagem apareceu pela primeira vez no site Reddit.
Um detalhe que chamou a atenção foi a presença do Superman, trajando um uniforme negro. Ainda não se sabe qual seria ou se haveria alguma ligação com a adaptação dos quadrinhos, mas vale pontuar que os demais heróis trajam os seus respectivos uniformes da produção.
Confira:
Em anúncio oficial, a Warner confirmou que Joss Whedon vai ser creditado em ‘Liga da Justiça‘ como roteirista.
Na direção, Zack Snyder continua como o único creditado.
Diretor: Zack Snyder
Roteiristas: História de: Chris Terrio e Zack Snyder, Roteirizado por Chris Terrio e Joss Whedon
Produtores: Charles Roven, Deborah Snyder, Jon Berg, Geoff Johns
Produtores Executivos: Jim Rowe, Wesley Coller, Curtis Kanemoto, Chris Terrio, Ben Affleck
Elenco: Ben Affleck, Henry Cavill, Gal Gadot, Raymond Fisher, Jason Momoa, Ezra Miller
A polêmica é algo realmente peculiar, pode ser intencionalmente gerada, no intuito do seu causador querer chamar atenção, ou naturalmente acontecer, isso por atingir classes ou ofender convenções sociais. Inúmeros livros, que tratavam dos mais variados temas, foram censurados pela Igreja em séculos passados e até hoje tais conteúdos são proibidos por lei. Quando a ideia é acompanhada do grafismo, a coisa se agrava ainda mais, o caso das muitas histórias em quadrinhos eróticas que nem sequer foram oficialmente publicadas. E quando vemos esses exemplos passados através do audiovisual, ficamos ainda mais estarrecidos.
No cinema isso é potencializado, já que, desde a gênese da sétima arte, tivemos títulos que mexeram e até transformaram a estrutura social de algumas nações. No entanto, apesar da maioria desses filmes tratarem de temas delicados como racismo, sexismo e política, outros chamaram atenção por ideias que, de tão insanas, são quase inacreditáveis. Sadomasoquismo, estupro, torturas, pedofilia e necrofilia, enfim, as mais estranhas experiências humanas são evidenciadas por cineastas de várias partes do mundo, que expõem seus pensamentos mais obscuros. Alguns ultrapassam os limites, e pagam o pato por isso.
Por curiosidade, tendo como base os pontos de vista desses artistas e também aproveitando o lançamento do polêmico ‘Mãe!‘, o CinePOP resolveu fazer uma lista com os longas que mais causaram euforia e chocaram o mundo, por conceitos bizarros e agressivos.
Ah, como vocês irão perceber, não citaremos aqui nenhum trabalho, em especial, do dinamarquês Lars von Trier. Não que estes não tenham sido causa de comentários e discórdias, pelo contrário, apontar apenas um deles seria um tanto partidário, melhor lembrar então o próprio sujeito, que, propositalmente ou não, tornou-se a figura mais polêmica dentro da mídia. Logo, pedimos que também citem nos comentários os filmes que mais impressionaram vocês.
10 – Mãe! (2017)
“Insano”, “Diferente de tudo que você já viu”, “O filme mais polêmico desde Laranja Mecânica”. Essas são algumas definições que Mãe!, novo filme deDarren Aronofsky(Cisne Negro), protagonizado pela estrelaJennifer Lawrence, vem arrancando dos felizardos que conseguiram assistir ao filme. Bem, é seguro dizer também que esta é uma obra de difícil digestão. Uma cena em particular, perto do final da película, vai chocar muitos cinéfilos. É grotesco. E a história gera diversas abordagens, devido ao grande excesso de metáforas e simbolismos. Um filme que será discutido por anos e anos a fio. Por mais confuso e difícil de comprar a ideia principal, já que o filme nos envolve em uma proporção de absurdos, Aronofsky presenteia o público com uma singela explicação, o que transforma este longa em uma obra fantástica. É um filme artístico, figurativo e provocador. Se você gosta de desafios, divirta-se!
9 – A Paixão de Cristo (2004)
Proibido na Malásia e em países de consciência religiosa mais ortodoxa, além de causar desespero em grande parte do público, a versão de Mel Gibson a respeito das últimas 12 horas de Jesus Cristo chocou o mundo pela sanguinolência, crueza e sofrimento nunca antes visto nesse conto. Inúmeras pessoas saíram das salas antes do fim da sessão.
Quando Tobe Hooper fez em 1974 sua obra mais emblemática, The Texas Chain Saw Massacre (no original), imaginava estar criando um ícone do terror, que teria uma classificação indicativa relativamente média, já que não aposta muito no gore ou nudez, mas sim na tensão, energia e maluquice latente. Mas além de pegar um NC-17, o longa foi censurado em várias regiões.
Mais adiante de toda mística envolvendo a produção, dos acidentes que aconteceram durante as filmagens e da perseguição de religiosos com a atriz Linda Blair – onde a Warner teve que contratar seguranças para proteger a garota -, o cineasta William Friedkin foi acusado de usar o título para fins libidinosos e satanistas. Foi também proibido em algumas cidades.
Muitos dizem que o filme foi banido no Reino Unido, e não é verdade (foi sim na Irlanda, Malásia, Cingapura, Argentina, Brasil, Chile e Coreia do Sul), o que realmente aconteceu é que, além de ter sido massacrado pela crítica, esse grande trabalho de Stanley Kubrick foi acusado de fazer apologia à violência e ser o causador do surgimento de várias gangues. Irritado com a repercussão, em 1973, o cineasta resolveu impedir que o filme continuasse em exibição nos cinemas. Mas até hoje a obra traz debates calorosos.
5 – A Serbian Film: Terror Sem Limites (2010)
Um péssimo filme que, por ter um apelo intencionalmente polêmico, ganhou mais destaque do que merecia. Mas é inegável o quão repugnante é a tal coisa. Inúmeras cenas de violência sexual, com penetrações das mais bizarras possíveis e algo que vai além do nome tenebroso: uma cena de estupro envolvendo um bebê. Não merece ser visto, nem mesmo por curiosidade.
4 – Nekromantik (1987)
Acredito que só pela sinopse você já vai sentir náuseas: “Robert Schmadtke trabalha em uma empresa de limpeza de cadáveres. Depois de um incidente macabro, ele resolve levar para casa um cadáver, afim de fazer um ménage à trois necrófilo com sua esposa. As coisas se complicam quando a mulher se apaixona pelo morto.” O troço traz algo que vai de crueldade com animais a automutilações. Assim, além de não ter seu filme exibido em lugar nenhum, o diretor chegou a ser processado por causa da película. O filme ficou esquecido e só apareceu anos depois, no lançamento em DVD, conquistando os mais “adeptos do gênero”.
3 – Holocausto Canibal (1980)
“DEVASTADOR”, essa era e é a palavra que mais se ouve quando se fala em Holocausto Canibal. Um dos percussores do found footage, este longa italiano trazia a história de uma bizarra tribo que comia humanos e fazia as barbaridades inconcebíveis, como, por exemplo, empalar as vítimas. O diretor, Ruggero Deodato, foi preso na época por crime de obscenidade e o filme confiscado pela lei.
2 – Salò ou os 120 Dias de Sodoma (1976)
Esse trabalho de Pier Paolo Pasolini, baseado nos escritos do Marquês de Sade, ficou conhecido como o filme mais perturbador da história do cinema. E não só por vermos cenas chocantes de assassinato, estupro e tortura, mas por trazer graficamente o chamado círculo dos horrores. No Círculo das Manias é mostrado os fascistas realizando bizarros desejos sexuais; no Círculo das Fezes vários jovens são obrigados a ingerir literalmente fezes humanas; no Círculo de Sangue vemos presos mutilados de todas as formas, até serem executados. Em suma, não é qualquer um que aguenta algo assim.
Não há nada mais obscuro, bizarro e indecifrável que a mente de um psicopata. Como também nenhuma tortura, fetiche ou dilaceração choca mais que uma ideia completamente doentia. E é aí que reside toda loucura dessa franquia de Tom Six, o insano. Imagine só ser sequestrado e dopado, ter os tendões dos joelhos arrancados, sua boca costurada no ânus de outra pessoa e outra pessoa tendo a boca costurada no seu ânus, criando assim um só tubo digestivo. Agora idealize essa experiência sendo realizada com doze pessoas, tendo como background atrocidades, abortos e assassinatos a sangue frio. Bom, não há mais nada o que dizer, até peço desculpas pela descrição.
O vídeo não traz cenas inéditas, mas dá o tom da produção: Uma mistura ‘Pânico‘ com ‘Feitiço do Tempo‘.
Assista, com o trailer nacional:
No longa, a personagem Tree Gelbman (Jessica Rothe), é assassinada por uma pessoa mascarada no dia de seu aniversário. Para descobrir o responsável pelo crime, ela ressucita várias vezes e se vê presa em um ciclo entre vida e morte até conseguir solucionar seu próprio assassinato. Ela só conseguirá escapar de um destino trágico, quando compreender as reais causas de sua morte.
O terror será lançado pela Netflix nos EUA. O terror chega na plataforma de streaming no dia 23 de Outubro, apenas 20 dias após seu lançamento em Home Video.
No Brasil, o filme será lançado em DVD pela Universal Pictures no dia 25 de Outubro, e não foi revelado se ele também será lançado na Netflix Brasil no mesmo mês.
Confira as primeiras críticas críticas:
“O Culto de Chucky leva esta história clássica e assustadora para uma nova direção, que irá deixar os fãs em êxtase. O filme tem besteiras deliciosas, especialmente quando as coisas se intensificam em direção ao final. Sem dúvida, Brinquedo Assassino é uma franquia de horror que vale a pena amar. Em um mundo onde a maioria dos outros ícones de horror de grande impacto estão lutando para conseguir novos filmes, Chucky continua em alta. Ele também consegue entregar uma cena pós-créditos melhor do que qualquer uma desses filmes de super-heróis”, Benedict Seal – Bloody-Disgusting.
“O que eu mais amei nesse filme é como ele difere em relação ao resto da franquia. Você não consegue tirar os olhos da tela por um segundo. A franquia está evoluindo, amadurecendo e crescendo. Divertidamente brutal, insanamente viciante e insano. Don Mancini e a equipe se tornaram uma família ao longo dos anos e, como resultado, a franquia é tratada com amor e respeito. O Culto de Chucky é uma experiência cinematográfica que jamais esquecerei enquanto viver. Chucky está de volta e melhor do que nunca.”,Back to the Movies.
Presa há quatro anos em um asilo para criminosos insanos, Nica Pierce (Fiona Dourif) está erroneamente convencida de que ela, e não Chucky, assassinou toda a sua família. Mas quando seu psiquiatra introduz uma nova “ferramenta” terapêutica para facilitar as sessões em grupo de seus pacientes – um boneco muito familiar com um rosto sorridente inocente – uma série de mortes horríveis começa a atormentar o asilo, e Nica começa a se perguntar se talvez ela não é louca.
Andy Barclay (Alex Vincent), o inimigo agora crescido de Chucky do filme original, parte para ajudar Nica. Mas para salvá-la, ele terá que superar Tiffany (a indicada ao Oscar Jennifer Tilly), a noiva de Chucky – que fará qualquer coisa, não importa quão mortal ou depravada, para ajudar seu amado boneco demoníaco.
O primeiro ‘Brinquedo Assassino’ estreou em 1988 e foi um sucesso na época. Sem demora, duas sequências chegaram aos cinemas em 1990 e 1991, mas ‘A Noiva de Chucky’ só foi realizado em 1998. Após um hiato de 6 anos, ‘O Filho de Chucky’ parecia ter enterrado a franquia, mas, quase 10 anos mais tarde, ‘A Maldição de Chucky’ foi lançado em vídeo e teve uma recepção entusiasmada.
A segunda temporada de ‘O Exorcista‘ ganhou um novo cartaz e duas imagens aterrorizantes.
Confira, via Bloody-Disgusting:
O elenco conta com Brianna Hildebrand (‘Deadpool’), John Cho (‘Star Trek’), o mexicano Alfonso “Poncho” Herrera (‘Ciência do Absurdo’) e o renomado ator inglês Ben Daniels (‘Flesh and Bone’).
O Canal FX anunciou que a segunda temporada de ‘O Exorcista‘ regressa ao Brasil na sexta, dia 29 de setembro, na mesma noite de sua estreia nos Estados Unidos.
O ator John Cho (‘Star Trek’) estará no elenco da nova temporada do thriller psicológico junto com o mexicano Alfonso “Poncho” Herrera (‘Ciência do Absurdo’) e ao renomado ator inglês Ben Daniels (‘Flesh and Bone’).
Considerada como um dos maiores filmes de terror de todos os tempos, ‘O Exorcista‘ quebrou recordes de bilheteria e aterrorizou o público em todo o mundo. Mais de quatro décadas depois do filme indicado ao Prêmio da Academia®,’O Exorcista‘ regressou ao FX no formato de série conquistando fãs em todo o mundo.
A segunda temporada de ‘O Exorcista‘ traz o Padre Tomás Ortega (Alfonso Herrera) e Marcus Keane (Ben Daniels), que acaba de deixar os hábitos, na rota em busca do mal. Cruzando o Atlântico, o Padre Bennett (Kurt Egyiawan) tenta se desvencilhar daqueles que dentro do Vaticano de voltaram contra Deus.
Finalmente, Tomás e Marcus são levados até Andrew Kim (John Cho), um ex-psicólogo infantil que dirige uma casa de criança com cinco anos em risco, em uma isolada ilha privada de frente para a costa de Seattle. Quando uma das crianças sob o cuidado de Andrew é atacado por uma força poderosa, Tomas e Marcus se dirigem até o oeste, colocando-se novamente em um caminho que irá se colidir com o inferno.
A trama se passa uma noite antes do Natal e traz a jovem babá Ashley (Olivia DeJonge), que durante o que parecia ser mais uma noite tranquila de trabalho, acaba se deparando com um pesadelo, quando intrusos invadem a casa em que ela e um garoto de 12 anos, Luke (Levi Miller) se encontram. As coisas ficam ainda mais sinistras, quando ela descobre que a invasão ao domicílio vai de fato além de sua compreensão.
O tour está chegando ao fim e logo mais o Pica-Pau estará nas telas do cinema, em 5 de outubro, com seu primeiro filme!
Mas, antes disso, ele tem uma missão muito importante para cumprir no Brasil: visitar as Cataratas do Iguaçu e, quem sabe, encontrar uns amigos por lá.
Com apoio da Avianca, a Universal Pictures promove o lançamento do longa ‘Pica-Pau‘ por meio de um tour nacional com o personagem. Depois de passar por Manaus, Olinda, Salvador, Brasilia, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, o Pica-Pau faz sua última viagem e pousa em Foz do Iguaçu no dia 25 de setembro – em uma clara referência ao episódio das Cataratas do Niágara, um dos mais famosos exibidos até hoje.
Confira fotos:
Com direção de Alex Zamm, o longa resgata o personagem que marcou várias gerações em uma produção que mescla live action e tecnologia CGI. Criado por Walter Lantz em 1940, o Pica-Pau é protagonista de 166 episódios animados que já foram transmitidos em mais de 155 países e em 105 idiomas diferentes. Além dos desenhos – atualmente exibidos pela Rede Record, Cartoon Network e Boomerang -, Pica-Pau possui uma área dedicada no resort da Universal na Flórida (EUA) e faz participações especiais em atrações nos parques em Hollywood e no Japão.
No filme, os atores Thaila Ayala e Timothy Omundson interpretam o casal Vanessa e Lance Walters – os novos alvos do traiçoeiro personagem na história. A comédia mostra uma guerra de território entre o pássaro e o vigarista Lance Walters e sua namorada, que estão determinados a construir a casa de seus sonhos, mas para isso têm que derrubar a casa do travesso personagem. A estreia está marcada para 5 de outubro nos cinemas brasileiros.