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Dica do fim de semana | Novidades para assistir na Netflix e no Amazon Prime Video

Neste fim de semana, o CinePOP traz cinco dicas de produções recém-chegadas aos catálogos de Netflix e Amazon Prime Video. São longas de terror, suspense, animação musical e até mesmo documentário. Ou seja, são opções para todas as idades e gostos.

Para facilitar, separamos os filmes pelo streaming no qual você poderá encontrá-lo. Confira!

Netflix

Sorria 2

Abrindo a lista, indicamos esse terrorzão psicológico que surpreendeu muitos fãs do ‘terror raiz’ quando chegou aos cinemas ano passado. Sequência de um ‘terrorzinho pop’ que fez bastante sucesso em 2022, Sorria 2 eleva a escala da maldição ao colocar uma Diva Pop no auge do sucesso para sofrer com a maldição sorridente. Após presenciar a morte de um amigo de adolescência, ela começa a ser perseguida pela morte sorridente. O problema é que ela está para embarcar em turnê, então não tem como se isolar, fazendo com que ela vá surtando aos poucos, já que qualquer um pode ser uma ameaça mortal. É aquilo, o estúdio viu o sucesso do primeiro, então decidiu investir em efeitos práticos e em um elenco mais qualificado. O resultado é muito positivo.

Apocalipse nos Trópicos

É um documentário da Petra Costa. Isso já é o bastante para que muitos decidam se vão ou não assistir o documentário. Dito isso, o momento de sua chegada ao streaming não poderia ser mais certeiro, já que aborda as conexões entre o caos político que atinge o Brasil há mais de uma década, com o nascimento político dos Bolsonaros e o renascimento político de Lula, enquanto traça paralelos com a influência evangélica na política e nas comunidades, culminando nos eventos lamentáveis do 8 de janeiro de 2023. É um doc com todos os vícios e trejeitos da Petra Costa. Então, se você é fã do trabalho dela, vá sem medo. Se você não gosta, talvez seja melhor assistir outras dicas.

Trolls 3

Perfeito para a molecada, o terceiro capítulo da franquia Trolls traz tudo que fez da saga um sucesso mundial. Enquanto se aproxima mais de Tronco, Poppy acaba descobrindo que o jovem foi membro de uma antiga boyband que marcou sua infância. O problema é que ele descobre que seus irmãos foram sequestrados por uma dupla de ícones Pop, que estão sugando seu talento para conseguirem atingir notas impressionantes. Então, a duplinha embarca em uma nova aventura, misturando as mais diversas playlists e adotando diferentes técnicas de animação, para resgatar os irmãozinhos de Tronco e trazer a banda de volta. Vale dizer que os irmãos do Tronco (Justin Timberlake) terminam o filme com uma música até então inédita do N’Sync. Fica a dica aí para os fãs da boyband.

Amazon Prime Video

Nosferatu

Talvez o terror mais comentado da virada do ano, Nosferatu é um remake do clássico do mundo dos vampiros, mas agora dirigido pelo badalado Robert Eggers (O Farol, A Bruxa). A trama se passa nos anos 1800 e fala sobre a obsessão de um vampiro por uma jovem noiva. A moça começa a ser assombrada por visões que conectam a monstruosidade ao seu noivo, um corretor de imóveis que viaja para tentar vender uma propriedade para o misterioso Conde Orlok. Porém, ele acaba sendo vítima do esquema do vampirão, que viaja para a casa do corretor para consumar sua obsessão pela jovem noiva.

Linha da Extinção

Inspirado em Um Lugar Silencioso, Linha da Extinção é provavelmente o filme de ação e suspense mais genérico que você verá no fim de semana, mas ele é extremamente divertido. A trama se passa em uma terra pós-apocalíptica, na qual uma família formada pelas condições vive isolada nas montanhas. Esse grupo descobriu que uma ameaça que invadiu a Terra não consegue sobreviver na altitude, então estão seguros por lá. Porém, ao descobrirem que estão com a vida de um garoto nas mãos, o grupo começa a explorar a região, podendo morrer a qualquer momento. Se quiserem sobreviver, vão precisar trabalhar em grupo, reforçando laços que eles nem imaginavam que tinham. É bem interessante, apesar de genérico ao extremo.

Dica do Fim de Semana | ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’, uma das melhores produções da Netflix

A Archie Comics é casa de uma série de quadrinhos bastante populares – que originaram produções como Riverdale e ‘Sabrina: Aprendiz de Feiticeira’. E, dentro desse panteão, existe uma subdivisão intitulada Archie Horror, que entregou uma das narrativas mais interessantes envolvendo a icônica bruxa Sabrina Spellman – sob um tom menos familiar e mais sombrio que conquistou fãs ao redor do mundo. Em 2018, a Netflix adquiriu os direitos de adaptação das HQs e escalou o criador e roteirista original para comandar um sólido live-action ao longo de 36 episódios que trouxeram um ótimo elenco às telinhas em histórias arrepiantes.

Arquitetada por Roberto Aguirre-Sacasa com a colaboração de Robert Hack, a trama é centrada em Sabrina (Kiernan Shipka), uma jovem feiticeira que, às vésperas de seu aniversário de dezesseis anos, deve tomar uma escolha muito importante: assinar seu nome no Livro da Besta e declarar sua total devoção ao Senhor das Trevas, Lúcifer Estrela-da-Manhã, e alcançar a plenitude de seus poderes como bruxa; ou recusar-se a participar do batismo de sangue, renegar suas habilidades e viver como mortal ao lado de seus verdadeiros amigos e seu namorado. Vivendo com as tias Zelda (Miranda Otto) e Hilda (Lucy Davis), e com seu primo mais velho, Ambrose (Chance Perdomo), Sabrina se vê em um beco sem saída e não se sente parte nem do mundo mortal nem dentro de seu clã – visto que é uma mestiça, isto é, filha de um bruxo com uma mortal.

Logo no primeiro capítulo, Sabrina mostra que veio para causar um grande impacto em ambos os universos ao não apenas renegar servir a um lorde que apenas em si próprio, como ao dizer com todas as palavras que pertence a dois cosmos diferentes e, ao mesmo tempo, complementares. Seguindo os passos do pai (que ela descobre não ser biológico com o decorrer da série), ela deseja reformular as doutrinas às quais as bruxas são submetidas, sendo subjugadas o tempo todo sem poder exercer seus plenos potenciais – mas isso atrai a ira de membros mais tradicionalistas e retrógrados do clã, como o Padre Faustus Blackwood (Richard Coyle), que trama um plano maligno para tirá-la de cena.

E isso não é tudo: uma outra ameaça aparece para tentar convencê-la de se render às trevas e aceitar quem realmente é, emergindo na materialização de Lilith, a Mãe dos Demônios, que toma posse do corpo da Srta. Wardwell (Michelle Gomez), professora da Escola Baxtor frequentada por Sabrina e seus amigos. Lilith, que mascara quem realmente é como uma suposta aliada de Sabrina e da família Spellman – mas é centro de eventos misteriosos que procuram forçá-la, dia após dia, a abraçar a escuridão que habita dentro dela. E cabe à própria protagonista navegar por inúmeros perigos que ameaçam o sua vida e a vida daqueles que ama (e o equilíbrio entre os reinos).

Ao longo de duas temporadas divididas em quatro partes, Aguirre-Sacasa faz um ótimo trabalho em adaptar os quadrinhos que ele mesmo assinou – trazendo um certo ar de contemporaneidade e de nostalgia que coloca o cenário principal da narrativa, a cidade de Greendale, fora do tempo como o conhecemos. E, acompanhando-o nessa empreitada, Shipka faz um sólido trabalho ao encarnar Sabrina, pincelando-a com uma identidade única e apaixonante que perpassa pelas complexidades do ser humano com fluidez invejável – e que a coloca no centro dos holofotes em todas as cenas que aparece.

E, enquanto Shipka brilha sozinha ao mesmo tempo que desfruta de uma química gigantesca com seus colegas de elenco, que incluem Ross Lynch como Harvey Kinkle, seu interesse amoroso e um dos amigos mais próximos; Jaz Sinclair como a sagaz Rosalind Walker e Lachlan Watson como Theo Putnam, seus dois melhores amigos; Tati Gabrielle como Prudence, líder do trio de bruxas conhecida como as Irmãs Estranhas e que nutre de um arco de enemies-to-allies dentro do escopo da série; e Gavin Leatherwood como Nicholas Scratch, um poderoso feiticeiro que logo conquista o coração de Sabrina e se torna peça essencial para o coming-of-age de Sabrina.

O trabalho performático é inegável e nos enche com falas muito bem construídas e uma ácida ironia que acompanha cada um dos personagens, por mais distintos que sejam: Otto é outra a nos roubar a atenção toda vez que abre a boca para um conselho rigidamente maternal que dá à Sabrina, incorporando uma protetora e austera Zelda que tem o coração no lugar certo e que só quer o melhor para sua sobrinha; Davis serve como contraponto ao encarnar a divertida Hilda, que prefere enxergar a vida com todas as cores que ela entrega, mas transforma-se em uma fera mortal quando ameaçam sua família; e Gomez brilha como Lilith, nos convidando para acompanhar uma das antagonistas mais bem escritas da década passada, que mistura incursões noventistas aos arquétipos de Femme fatale com exímia perfeição.

Ao longo dos capítulos, percebemos que o showrunner tem uma visão muito clara em mente. Não é por qualquer razão que exista um estilo único que pende para um estilo onírico e sobrenatural, infundido grande parte das cenas em um filtro propositalmente borrado que reitera a atmosfera esotérica – ainda que o exagero fale mais alto em certos momentos. E, ao apostar em um claro espectro de mistério, suspense e horror, Aguirre-Sacasa opta por cores quentes como vermelho, laranja e amarelo em composição à falsa sensação de segurança do marrom e do preto.

Apesar de momentâneas falhas, O Mundo Sombrio de Sabrina permanece como um dos maiores acertos recentes da Netflix e que compele os fãs de séries de fantasia a apreciá-la em sua completude. Contando com ótimas atuações e uma sólida história contada com a dose certa de preciosismo e de capricho, visitar o arrepiante mundo da família Spellman é sempre um convite bem-vindo.

Primeiras impressões de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ são EXTREMAMENTE POSITIVAS

Com lançamento programado para a próxima quinta-feira (25) no Brasil, o novo filme da Marvel, o aguardado ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘, já teve suas primeiras impressões divulgadas – e as reações são extremamente positivas.

Os críticos aclamaram a produção, destacando seus visuais retrô, a excelente trilha sonora e, principalmente, o sólido desempenho dos atores principais e sua química excepcional dentro das telas.

Confira as reações dos críticos:

“‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é possivelmente o melhor filme que a Marvel Studios já lançou. Tem atuações excepcionais de Vanessa Kirby e Joseph Quinn. Se você acha que o MCU morreu com ‘Vingadores: Ultimato’, pense novamente. Este filme foi feito com muito carinho e é facilmente um clássico que define o gênero.”

“Então, eu já vi 40 minutos de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ e é (trocadilho intencional) FANTÁSTICO! Com uma pegada retrô de quadrinhos dos anos 60, ação espacial épica, uma trilha sonora cinematográfica e visuais VIBRANTES! A dinâmica familiar é incrível! Vanessa Kirby e Pedro Pascal são mágicos juntos! Ansiosa para ver o filme completo!”

“‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é exatamente o que a Marvel precisava. Há uma excelente dinâmica familiar e os riscos são altos. Todos estão perfeitos em seus papéis, mas Vanessa Kirby é o grande destaque como a Sue [Storm]. [O diretor] Matt Shakman nos lembra o motivo de termos amado seu trabalho em ‘WandaVision’ e por que iremos amar este filme.”

“‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é EXTRAORDINÁRIO! A trilha sonora é pura magia, o visual é de outro nível e a química do elenco é eletrizante. É ousado, inovador e diferente de tudo que a Marvel já fez. Esta é a próxima OBRA-PRIMA do estúdio!”

“‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ marca o retorno à boa forma do MCU; os primeiros minutos me deixaram impressionado. As performances de Julia Gardner e Joseph Quinn foram as que mais me chamaram a atenção. Galactus traz riscos reais à narrativa e sua presença é sentida até mesmo fora da dela.”

“‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é uma obra-prima. Os efeitos visuais e a trilha sonora são um GRANDE destaque. Galactus está enorme em IMAX. Este é um filme emocionante e que te dá esperança. Ele te emociona e não para. Fiquem até o fim dos créditos.”

“‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ é visualmente uma das melhores coisas que a Marvel já fez. Alguns momentos parecem o filme ‘Interestelar’ e exigem serem vistos em IMAX. Galactus é incrível. A Surfista Prateada tem um visual muito, muito bom. E os efeitos visuais estão impecáveis. Matt Shakman proporcionou um banquete visual.”

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

Os Episódios mais POLÊMICOS de Séries Queridas

A quinta temporada de The Boys está a pleno vapor. A série mais popular da Amazon de todos os tempos segue dando frutos para a plataforma. O formato que a empresa encontrou e que vem se mostrando muito eficaz é o de um episódio por semana. E talvez nesta temporada nenhum outro vá gerar tanto hype (quem sabe apenas a season finale) quando o episódio desta semana. Intitulado Herogasm, o episódio 6 da terceira temporada prometia… bem, nada menos do que uma orgia sexual com super-heróis. Está aí uma coisa que não se vê todos os dias.

Pensando nessa ideia mais que cabulosa, decidimos criar uma nova matéria apresentando apenas os episódios mais controversos de séries muito famosas e queridas. É claro que a controvérsia pode ser por vários motivos: a polêmica pelo tema de um episódio específico, o fato de determinado episódio não ter agradado os fãs e ter sido rapidamente varrido para debaixo do tapete pelos realizadores (como se não tivesse existido) e até mesmo episódios que se tornam polêmicos aos olhos de hoje (de uma era politicamente correta) por terem envelhecido mal, causando desconforto por sua visão de mundo, hoje considerada incabível. Ou seja, tem de tudo. Confira abaixo alguns dos que selecionamos para você.

The Boys / Herogasm

Começamos a lista com o tópico que a motivou. The Boys é uma das séries mais incorretas da atualidade, extremamente violenta, lasciva, nua e crua, o programa de super-heróis da Amazon não é, definitivamente, indicado para os de estômago fraco. E essa semana, o que o seriado nos prometeu foi nada menos do que uma “suruba” de super-heróis, com seres poderosos utilizando seus dons, não para combater o crime, mas sim para o prazer sexual. Curiosamente, apesar do hype, Herogasm não fugiu do que geralmente vemos em The Boys. Pelo contrário, foi até mais “manso” do que outras atrocidades que a série mostrou, como o episódio 1 da terceira temporada, que realizou o que os fãs pediam na internet com o Homem-Formiga e Thanos. Você já pode imaginar.

House of Cards / 6ª Temporada

A controvérsia pode atacar uma série de fora para dentro também. Isto é, fatores externos envolvendo os atores e os realizadores podem atrapalhar o desempenho de um programa, ainda mais se for um grande sucesso em seu auge de popularidade. Foi exatamente isso o que aconteceu com House of Cards, o primeiro fenômeno da Netflix. Tendo estreado em 2013, a série é baseada num programa homônimo britânico, mas conseguiu superar a audiência de seu predecessor. A trama fala sobre as falcatruas do mundo político de figurões nos EUA. Quando o protagonista Kevin Spacey começou a ser acusado por diversas vítimas de assédio sexual, inclusive nos bastidores do programa, a empresa não teve outra escolha senão “dar um pé na bunda” do sujeito. Mas o show precisava continuar, e assim, sua esposa no programa, papel de Robin Wright, assumiu a vaga deixada pelo personagem. Apesar de muitos terem aplaudido, o desfecho da série deveria focar no divórcio amargo entre o casal vivido por Spacey e Wright. Ao invés, os realizadores simplesmente mataram o protagonista.

Buffy / Earshot e The Body

Voltando no tempo para a década de 1990, Buffy: A Caça-Vampiros fez história na TV, conquistando uma verdadeira legião de fãs que dura até hoje. Muitos podem não saber, mas a ideia começou como um filme, que está completando 30 anos em 2022, criado pelo próprio Joss Whedon (hoje ele mesmo uma figura controversa). Fora isso, a série fez de Sarah Michelle Gellar uma estrela de Hollywood na época. Buffy não era conhecida por ser uma série polêmica, pelo contrário. Mas dois episódios em especial foram os que mais chamaram atenção por seus, digamos, temas delicados. Em ‘Earshot’, o episódio 22 da terceira temporada, a heroína enfrenta não um vampiro, um demônio ou qualquer assombração. Seu desafio da vez é um rapaz que entra armado no colégio. O episódio criou polêmica porque seria exibido logo após o massacre de Columbine em 1999 e precisou ser adiado. Outro delicado foi ‘The Body’, o episódio 16 da quinta temporada. Um dos mais dramáticos da série, aqui a protagonista se despede de sua mãe, que falece vítima de um aneurisma cerebral.

Friends / Envelhecendo Mal

Os fãs hardcore de Friends não gostam que fale, mas assim como qualquer outra série do passado, ao reprisarmos alguns episódios podemos perceber que nem tudo continua funcionando. É natural, e não tem nada de errado com isso. Afinal, vivíamos em outra época, com outra mentalidade. Mas também não podemos fechar os olhos sem apontar que determinados pensamentos já não se encaixam mais, e podem causar constrangimento. Friends tem uma “penca” de episódios que descem bem “quadrados” hoje em dia. Temos, por exemplo, Monica (Courteney Cox) fazendo sexo com um menor de idade, Phoebe (Lisa Kudrow) sendo abusada sexualmente pelo namorado italiano de Rachel (Jennifer Aniston), Ross (David Schwimmer) criando caso porque seu filho está brincando com uma boneca, Monica quando era gordinha no passado sendo motivo de piadas sem noção (a gordofobia dispara), e tantas outras piadas feitas às custas do pai de Chandler, um personagem trans da série, que deveria ser pioneiro de relevância. Não vale cancelar, no entanto, apenas aprender com os erros do passado.

Watchmen / Temas políticos

Watchmen, a minissérie, é uma das melhores criações recentes da HBO. A excelente série recebeu inúmeros elogios dos críticos e também dos fãs. Infelizmente, o programa teve o azar de ser lançado numa época em que os nervos estavam aflorados, politicamente falando. A chamada “lacração” era muito repudiada pelos que possuem uma visão de mundo mais conservadora (e hipócrita, diga-se). Desta forma, a série que é pura representatividade, sofreu com os números de audiência, vendo grande parte dos espectadores simplesmente virarem as costas para ela, devido ao seu conteúdo, digamos, mais inflamatório. Os criadores afirmam que Watchmen sempre foi político. E estão certos. Assim, após a estreia do seriado, a audiência caiu em 200 mil espectadores depois da exibição do polêmico primeiro episódio. De acordo com a reclamação de muitos fãs, o programa estava mais interessado em fazer sua panfletagem do que qualquer outra coisa. Com tamanha controvérsia, mesmo que quisesse, Watchmen não teria chance de uma segunda temporada.

Game of Thrones / O Final

Assim como The Boys, a série mais popular de todos os tempos na HBO, a medieval Game of Thrones nunca poupou no sexo e sangue. A fantasia conhecida por suas cenas para lá de picantes, e mortes chocantes e inesperadas, trouxe ao longo de suas 8 temporadas momentos inesquecíveis, inquietantes e diversos outros polêmicos. Um dos que mais incomodou os fãs foi o estupro de Sansa Stark (Sophie Turner) em sua noite de núpcias, no episódio 6 da quinta temporada. Mas nem todas as surpresas que a série trouxe preparariam os fãs para o desfecho do programa. Esse foi um caso onde a controvérsia esteve no roteiro que os produtores arrumaram para o desfecho. Após tantos anos de dedicação por parte dos fãs, o último episódio pareceu um tanto quanto apressado. Grande parte do destino dos personagens não foi completamente aceito pelos fãs, como os de Jaime e Cersei, Arya derrotando o Rei da Noite, e Daenerys sucumbindo ao “lado sombrio” e sendo morta por Jon Snow, seu amante, agradou um total de zero pessoas.

Sex and the City / Cock-a-Doodle-Do

Sex and the City é considerado um programa à frente de seu tempo no que diz respeito ao feminismo, independência feminina e empoderamento. A série fala abertamente e sem papas na língua sobre a vida sexual de quatro amigas de Nova York, seus anseios e insatisfações. Além, é claro, de seus prazeres. Sem julgamentos. Tudo, levado de uma forma bem leve. O seriado fez um revival um pouco polêmico, pois não contou com uma das quatro amigas. A nova série, chamada And Just Like That deixou de fora Samantha (Kim Cattrall), uma das personagens mais populares, devido ao relacionamento ruim entre ela e Sarah Jessica Parker na vida real.

Mas não iremos falar desta controvérsia, e sim de um episódio antigo, quando a série ainda estava no seu auge de popularidade. O episódio citado é o 18, que encerra a terceira temporada e foi ao ar em 2000. Neste episódio, o centro da polêmica é justamente Samantha, que entra em guerra com algumas prostitutas trabalhando em sua rua durante a madrugada. Samantha não consegue dormir e vai tirar satisfação com as “damas da noite”, que por sinal são trans. A coisa vai se agravando até que Samantha usa termos pejorativos e chega a jogar água nelas. A atriz trans Laverne Cox já comentou sobre o episódio numa entrevista com a Variety e disse que apesar de ainda adorar a série, foi decepcionante ver mulheres negras trans entrarem no universo de uma série tão adorada quanto Sex and the City desta forma.

Euphoria / A Série Inteira

Como dito, o valor de choque hoje em dia é um dos fatores que podem atrair uma legião de fãs a um programa de TV. É claro que tal elemento não deve ser gratuito, mas sim bem trabalhado. Quando isso ocorre, demonstra que os realizadores de determinada série não têm medo de pegar pesado a fim de demonstrar o potencial de seu roteiro e sua narrativa. Uma das mais atrevidas dos últimos tempos é Euphoria, programa que pega um tema típico de séries adolescentes e a subverte completamente de ponta cabeça.

A criatividade de Euphoria não está apenas em sua parte visual, técnica ou na forma como cria seus personagens e diálogos. Euphoria é criativo por abraçar a polêmica e seus inúmeros temas delicadíssimos. Temos, por exemplo, um constante abuso de drogas e substâncias ilícitas por parte das adolescentes colegiais, em especial a protagonista “zé droguinha” Rue (Zendaya). A verdade é que o tema é tratado como uma doença, o que realmente é. Fora isso, temos bastante representatividade com a personagem Jules (Hunter Schafer), não apenas uma personagem trans tratada de uma forma exemplar pelo roteiro, como também uma intérprete trans conquistando espaço em Hollywood. Temos ainda o abuso de menores, relações altamente tóxicas, violência doméstica, jovens “vendendo” o corpo online e aborto, por exemplo.

Lembra? Os Filmes de “Terrir” Mais ASSUSTADORES dos Anos 80

A comédia e o terror são dois gêneros do cinema que à primeira vista não possuem muito em comum. É o que grande parte do público pode achar. A comédia é um gênero extremamente popular com as massas, que ainda consegue arrastar multidões com a premissa de esquecer os problemas do cotidiano e simplesmente se divertir. Já o terror se define melhor como o gênero cult do cinema, recomendado aos fãs, digamos, de gosto peculiar, mas que ao longo dos anos conquistou também o público geral com obras de qualidade.

Embora definitivamente siga como um gênero não recomendado para todos – ao contrário de seu colega de matéria, a comédia. Agora, o que esses dois tipos de filme podem possuir em comum? A verdade é que a mistura dos dois podem render um produto extremamente saboroso.

Em uma matéria recente, eu abordei aqui no CinePOP os filmes paródia que tiravam sarro do gênero terror – em especial do subgênero slasher, que vinha fazendo muito sucesso no início dos anos 80.

Mas nesta nova matéria a abordagem será outra. Aqui, focaremos em outra vertente apresentada durante a citada década, de filmes de comédia que baseavam suas tramas em elementos de terror, em geral tendo algo de sobrenatural, fossem fantasmas, vampiros, bruxas, o diabo, ou simplesmente assassinos. É claro que nem tudo virou sucesso e alguns se tornaram verdadeiramente obscuros. Outros, encontraram seu público anos depois, se tornando obras cult. Confira abaixo e venha viver essa nostalgia.

Leia também: Os 40 Anos do Auge do “Terrir” no Cinema – Conheça os Primeiros Slasher Cômicos do Cinema

 

Vamp: O Filme

Terminando a lista, temos outra produção de 1986, com temática de vampiros. Antes da famosa novela da Globo utilizar o mesmo título, esse filme veio antes. Precedendo também o filme de Tarantino e Rodriguez, Um Drink no Inferno (1996), aqui temos uma história que também conta sobre um bar barra-pesada, repleto de criaturas da noite. Na trama, dois amigos de faculdade procuram uma stripper para um evento – e terminam chegando até o local indicado por um sujeito misterioso. Porém, logo terão vampiros (e vampiras principalmente) em seu encalço. O destaque do filme fica com Grace Jones no papel da vampira Katrina.

Procura-se Rapaz Virgem

O astro Jim Carrey voltou as boas com o sucesso, apostando em filmes para a criançada, com Sonic – O Filme (2020) e Sonic 2 (2022), nos quais interpreta o vilão Dr. Robotinik. Apesar da nova onda de boas bilheterias, o astro canadense dos anos 90 está anunciando sua aposentadoria. Infelizmente. Voltando para 1985, Carrey ainda não tinha a fama que viria a fazer após o sucesso de O Máskara em 1994, mas protagonizava essa comédia sensual com a temática de vampiros. Na trama, Carrey interpreta um jovem nerd sem sorte com as garotas, que ainda é virgem. Até que ele conhece e se envolve com uma bela mulher mais velha, papel da veterana Lauren Hutton, e os dois iniciam um relacionamento. Ele só não sabe se tratar de uma Condessa Vampira em busca do sangue de virgem para poder ficar viva.

Transilvânia – Um Hotel do Outro Lado do Mundo

Hoje, um muso excêntrico da cultura pop, o veterano Jeff Goldblum já fez de tudo um pouco em sua carreira – e em breve retornará num dos papeis mais marcantes de sua filmografia: Ian Malcolm em Jurassic World – Domínio. Voltando para esse filme de 1985, Goldblum e Ed Begley Jr. interpretam dois jornalistas de um tabloide enviados para a Transilvânia a fim de descobrir se um boato sobre o monstro de Frankenstein é verdadeiro. No local, além do monstro, eles encontram um cientista louco, um lobisomem, um mordomo sinistro e uma vampira para lá de sexy e tarada (papel de Geena Davis).

Elvira: A Rainha das Trevas

Comédia de 1988, a ideia aqui foi pegar carona na figura exótica e assustadora da personagem título, Elvira, personificada pela atriz Cassandra Peterson. Elvira é uma figura muito associada ao terror, em especial nos EUA – isso porque ela tinha um programa de TV chamado Movie Macabre, muito popular nos anos 80, que durou de 1981 a 1986. Assim, dois anos depois do encerramento de seu programa, Elvira ganhava um longa-metragem na forma de superprodução nos cinemas para chamar de seu. A história apresenta Elvira herdando uma mansão assombrada numa pequena cidade americana e mudando a vida dos cidadãos do local com seu jeito extrovertido e excêntrico. Em 2001, chegava a tão aguardada sequência, com As Loucas Aventuras de Elvira, sem o mesmo impacto.

As Bruxas de Eastwick

Igualmente bastante popular nos anos 80 e 90, esse longa divertidíssimo de 1987, do diretor George Miller (da franquia Mad Max), baseado num livro, foi caindo no esquecimento com o passar das décadas, sem que muitos jovens cinéfilos falem nele hoje em dia, ou quem sabe sequer o conheçam. O elenco é um dos melhores da década, com as presenças de Jack Nicholson, Cher, Susan Sarandon e Michelle Pfeiffer. O trio de mulheres vive três solteironas de uma pequena cidade que sonham com a chegada do homem perfeito – sem querer elas terminam o evocando. Ele chega nas formas de Jack Nicholson e as seduz, todas. Aos poucos elas vão recebendo dons sobrenaturais e entendendo quem é o sujeito é de verdade. A ideia foi levada às telinhas duas vezes, num piloto em 2002 que sequer se tornou uma série, e num programa de 2009, que terminou cancelado após sua primeira temporada.

Os Sete Suspeitos

Neste filme de 1985, temos todos os elementos que constituem as bases do cinema de suspense, bem típico de clássicos como as obras de Agatha Christie, por exemplo. Vejam essa premissa: diversos personagens excêntricos e que não se conhecem são convidados para um jantar numa mansão muito suspeita. Quando um deles é assassinado, qualquer outro pode ser o culpado. Este seria um thriller assustador como outro qualquer, a não ser por dois fatores. O primeiro é se tratar de uma insana comédia. O outro é que se trata do filme que adapta para as telonas o jogo de tabuleiro homônimo (no título original) Clue – no Brasil conhecido como Detetive. No elenco, os rostos mais conhecidos são os de Tim Curry e Christopher Lloyd. Embora não tenha sido um sucesso em sua estreia nos anos 80, o longa ressurgiu como cult nos anos seguintes.

Lua de Mel Assombrada

Gene Wilder foi um verdadeiro mestre da comédia, participando de diversos filmes icônicos como Primavera para Hitler, A Fantástica Fábrica de Chocolate, O Jovem Frankenstein, A Dama de Vermelho e Cegos, Surdos e Loucos. Aqui, o humorista, que também era diretor de cinema e roteirista, resolve embarcar na brincadeira das comédias de terror, ao desenvolver a história e comandar este longa. No filme de 1986, ele contracena com sua esposa da vida real, a também humorista Gilda Radner. A dupla interpreta um casal recém-casado, que vai passar a lua de mel numa mansão de família. No local, estranhos acontecimentos começam a assustá-los – mas tudo é parte de um tratamento bolado por seu psicólogo. Ou será?

Com Fantasmas Não se Brinca

Lançado no mesmo ano de Beetlejuice, em 1988, essa foi outra comédia de terror que utiliza uma trama similar e até mesmo efeitos bem parecidos com o filme de Tim Burton – podendo ser considerado seu gêmeo. Apesar disso não ficaria tão famoso ou conhecido quanto o citado. Pelo contrário, caindo por completo no anonimato. Na trama, o veterano Peter O’Toole vive o dono de um hotel que, para aumentar o número de hóspedes e a curiosidade, começar a fazer propaganda sobre o estabelecimento ser assombrado. E assim, fantasmas de verdade começam a aparecer no local, como a personagem de Daryl Hannah – que termina por se apaixonar pelo protagonista vivido por Steve Guttenberg, astro da franquia Loucademia de Polícia. Curiosamente, o filme é escrito e dirigido por Neil Jordan.

 

Os Fantasmas se Divertem

Não poderíamos começar a lista de outra forma. O mais popular das “comédias de terror” é esse filme de 1988, que marcou o primeiro grande sucesso do diretor Tim Burton e o que alçou sua carreira a voos ainda maiores, como o primeiro Batman (1989). Com título original Beetlejuice, o nome do personagem de Michael Keaton no filme, o longa mostra um casal (Geena Davis e Alec Baldwin) de interioranos morrendo num acidente de carro e tendo seus espíritos aprisionados na casa que tanto adoravam. O problema é quando os novos proprietários, artistas de Nova York moderninhos, chegam no local. Os antigos moradores logo convocam a ajuda de um espírito traiçoeiro (Keaton) ao mesmo tempo em que fazem amizade com a filha da família (Winona Ryder). Beetlejuice é um dos filmes dos anos 80 mais queridos que nunca ganhou continuação – mas uma vem sendo anunciada há certo tempo, sem nada de concreto.

Meus Vizinhos São um Terror

Tão popular quanto Os Fantasmas se Divertem para a geração dos anos 80, este veículo para o astro Tom Hanks foi perdendo sua força com as novas gerações. Isso porque o nome do diretor Tim Burton continuou em alta com o passar das décadas, ao contrário do de Joe Dante – o diretor aqui. Mas ainda posso lembrar de assistir tanto este quanto o item acima pela primeira vez em suas exibições na Tela Quente e ambos possuem um teor similar, apostando no “medo” de mentirinha em suas tramas cômicas. Aqui, Hanks vive um pacato morador dos subúrbios americanos que, ao lado de seus excêntricos vizinhos, começa a desconfiar que os novos moradores da vizinhança sejam assassinos em série adoradores do diabo. O filme foi lançado em 1989.

‘Superman 2’: James Gunn revela PEDIDO de Kevin Feige para a sequência

Superman, o novo longa de James Gunn que marca o início do DCU, tem conquistado as bilheterias, aumentando as chances de o filme ganhar uma sequência.

Recentemente, durante uma entrevista à Entertainment Weekly, Gunn revelou que Kevin Feige, CEO da Marvel, mandou uma mensagem a ele pedindo uma participação especial no filme.

“Sim, com certeza. É engraçado, o [presidente da Marvel Studios] Kevin Feige me escreveu ontem. Ele disse que espera ver seu velho amigo Bizarro… [risos] Ele quer ver o Bizarro”, afirmou.

“Sim, acho que ele é todas essas coisas, mas também é meio que uma versão toda ferrada do Clark. Em algum momento, havia umas coisas mais tristes ali no roteiro que eu gostei muito. Mas eu não tive tempo para colocar tudo. Você nunca tem tempo para tudo”, afirmou sobre o Ultraman, personagem no longa que os fãs tem teorizado ser o vilão Bizarro.

Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘The Thomas Crown Affair’: Taylor Russell DEIXA remake estrelado e dirigido por Michael B. Jordan

A atriz Taylor Russell não fará mais parte do elenco do remake de ‘The Thomas Crown Affair‘, produzido pela Amazon MGM Studios e estrelado por Michael B. Jordan. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (18), após sua saída ser atribuída a diferenças criativas.

A produção do longa, que também será dirigido por Jordan, já está em andamento em Londres. Com a decisão de Russell, o estúdio iniciou o processo de recasting para encontrar uma nova atriz para o papel principal feminino.

O elenco ainda conta com o vencedor do Oscar Kenneth Branagh e a indicada ao Oscar Lily Gladstone, além de Danai Gurira.

The Thomas Crown Affair‘ terá estreia exclusiva nos cinemas em 5 de março de 2027 e traz o vencedor do Oscar Charles Roven (Oppenheimer) no time de produtores.

Inspirado no clássico de 1968 e em sua versão de 1999, o filme seguirá a mesma premissa central: um homem extremamente rico, movido por adrenalina, que comete um roubo de alto nível apenas pelo desafio intelectual, mas acaba envolvido em um intenso jogo de gato e rato com uma investigadora brilhante — papel que será vivido por Taylor Russell (Waves).

O roteiro é assinado por Drew Pearce (Missão: Impossível – Nação Secreta), com versões anteriores escritas por Wes Tooke (For All Mankind) e Justin Britt-Gibson (The Strain).

Alan Trustman, roteirista do filme original com Steve McQueen e Faye Dunaway, atua como produtor executivo.

A produção está programada para começar neste verão (do hemisfério norte). Com um elenco de peso, nomes consagrados nos bastidores e o respaldo de um estúdio apostando em lançamentos exclusivos para os cinemas, ‘The Thomas Crown Affair‘ promete ser um dos thrillers mais elegantes e comentados de 2027.

‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’: Diretora explica remoção das cenas de Lola Tung e Nicholas Alexander Chavez

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Os atores Lola Tung e Nicholas Alexander Chavez, que haviam sido escalados para o novo filmeEu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, tiveram suas cenas oficialmente removidas da edição final do longa. Os dois foram anunciados no elenco em novembro de 2024.

Segundo a People, a diretora Jennifer Kaytin Robinson explicou que a cena com Tung e Chavez, acabou não se encaixando com o restante da narrativa.

“Em todo filme, há um plano ideal. Mas depois que você edita e monta tudo, às vezes pensa: ‘Eu adoro essa cena isoladamente. É fantástica. Mas não funciona dentro do contexto do filme'”, disse Robinson.

“Foi uma daquelas situações que não teve nada a ver com Lola e Nicholas, os dois são incríveis. Eu adoraria trabalhar com eles de novo. Foi uma experiência maravilhosa. Eles mandaram muito bem. Mas dentro do panorama maior da história, simplesmente não funcionava”, acrescentou.

A diretora ainda comentou: “É horrível, porque você nunca quer fazer isso com os atores. E também é frustrante quando você adora uma cena, mas ela simplesmente não funciona no corte final”.

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

 

‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’: Jennifer Love Hewitt desmente rumores de rivalidade com Sarah Michelle Gellar

A atriz Jennifer Love Hewitt, conhecida por seu trabalho em Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, falou recentemente sobre os rumores de uma suposta rivalidade com Sarah Michelle Gellar.

Segundo a People, Hewitt revelou que não mantém contato com Gellar desde o lançamento do filme original, em 1997.

“Sinceramente, nem sei o que foi isso ou como tudo isso começou”, disse Hewitt ao ser questionada sobre as especulações online de que haveria uma briga entre elas. “Acho que as pessoas simplesmente não querem que a narrativa seja simples. Por que sempre temos que estar em conflito umas com as outras?”.

Ela acrescentou: “Não vi a Sarah. Literalmente, não conversamos desde que eu a vi com 18 anos, quando o primeiro filme foi lançado. É por isso que acho tudo isso tão engraçado. As pessoas ficavam: ‘Responde alguma coisa!’ E eu pensava: ‘Responder o quê? Eu nem vi ela’. Da minha parte, está tudo bem. Não faço ideia de onde isso surgiu”.

Os boatos de uma rixa entre as atrizes existem há algum tempo e ganharam força recentemente, já que as duas não tiraram fotos juntas no tapete vermelho da estreia do novo filmeEu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado. Ambas as atrizes alegam que simplesmente não se viram no evento.

Lembrando que o mais novo ‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

 

Tina Fey e Marc Platt vão produzir adaptação cinematográfica de musical ‘John Proctor Is the Villain’ para a Universal

O aclamado espetáculo da Broadway John Proctor Is the Villain, indicado ao Tony Awards, ganhará uma adaptação para os cinemas pelas mãos de Tina Fey e Marc Platt. Em uma disputa acirrada pelos direitos, a Universal Pictures saiu vitoriosa e já confirmou o projeto com grandes nomes envolvidos na produção. A novidade foi revelada pelo The Hollywood Reporter.

A peça, escrita por Kimberly Belflower, será adaptada pela própria autora para o roteiro do filme. A atriz Sadie Sink (Stranger Things), que recebeu uma indicação ao Tony por sua atuação na montagem teatral, está confirmada como produtora executiva.

Ambientado em uma cidade rural da Geórgia, John Proctor Is the Villain acompanha um grupo de adolescentes que, enquanto estudam As Bruxas de Salem de Arthur Miller na escola, criam um clube feminista. O grupo busca entender o impacto do movimento #MeToo e refletir sobre suas próprias experiências com figuras masculinas — colegas, professores e pais — em um contexto conservador e sufocante.

“Na essência, Belflower constrói uma história comovente sobre a adolescência feminina e o poder das amizades”, destacou o The Hollywood Reporter em sua crítica, apontando a peça como uma das mais relevantes da temporada.

A produção foi indicada a sete prêmios Tony, incluindo o de Melhor Peça, e já arrecadou mais de US$ 10 milhões em bilheteria. A temporada segue em cartaz até 31 de agosto.

A produção do longa será assinada por Tina Fey e Eric Gurian por meio da Little Stranger, Inc., enquanto Marc Platt produzirá com Adam Siegel e Jared LeBoff pela Marc Platt Productions, ambos sob contratos com a Universal. O executivo Britt Hennemuth, vice-presidente de desenvolvimento e projetos especiais da Universal, supervisionará o projeto.

Com uma equipe poderosa e um texto que dialoga com questões urgentes, a adaptação de John Proctor Is the Villain promete levar às telonas um olhar sensível, crítico e atual sobre os desafios da juventude feminina nos dias de hoje.

Denise Richards recebe ordem de restrição contra seu ex-marido: “Ameaçou me matar”

De acordo com o People, Denise Richards (‘O Dia do Terror’) recebeu uma ordem de restrição temporária contra seu ex-marido, Aaron Phypers, após acusações de abuso doméstico e ameaças de morte.

Em entrevista ao site, a artista compartilhou detalhes sobre o abuso que sofreu.

“Aaron costumava me estrangular violentamente, apertava minha cabeça com as duas mãos, apertava meus braços com força, me dava tapas violentos no rosto e na cabeça, batia minha cabeça agressivamente no toalheiro do banheiro, ameaçava me matar, me segurava com o joelho nas costas a ponto de eu ter que implorar para ele sair de cima de mim para que não me matasse, e invadia meu laptop, telefone e baixava todas as minhas mensagens de texto. Aaron frequentemente ameaçava ‘quebrar meu maxilar’ e chorava, implorava para que eu ficasse e prometia que buscaria ajuda — nada disso aconteceu.”

Confira as imagens compartilhadas pela atriz:

Após seis anos de casamento, Phypers anunciou o divórcio no dia 7 de julho, citando o motivo como “diferenças irreparáveis”.

Após as acusações, o ex-marido publicou sua própria declaração: “Quero abordar os rumores e especulações recentes que surgiram a respeito do meu relacionamento com minha esposa, Denise Richards. Deixe-me ser inequivocamente claro: nunca abusei física ou emocionalmente de Denise — nem de ninguém. Essas acusações são completamente falsas e profundamente dolorosas. Denise e eu, como muitos casais, enfrentamos nossa cota de desafios, mas qualquer insinuação de abuso é categoricamente falsa. Sempre tentei abordar nosso casamento com amor, paciência e respeito. Peço privacidade enquanto lidamos com questões pessoais e espero que o público e a mídia se abstenham de espalhar alegações prejudiciais e infundadas.”

Uma audiência judicial para a ordem de restrição está marcada para 8 de agosto.

‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso’ é ADIADO; Saiba o que acontece no trailer!

homem aranha atraves do aranhaverso

A animação ‘Homem-Aranha: Além do Aranhaverso‘ foi adiada mais uma vez.

Ao invés de 4 de junho de 2027, o filme agora estreia em 25 de junho de 2027.

A escolha da data é estratégica para aproveitar as férias escolares.

Na CinemaCon 2025, o primeiro trailer da animação está sendo descrito como “maior e mais ousado que os capítulos anteriores” e deve trazer novas técnicas de animação.

Confira a descrição do trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“O trailer começa com um tom sombrio, mostrando cenas dos filmes anteriores, com o Miles Morales lembrando dos vários conselhos que recebeu. Corta para a Gwen falando que não quer perder outro amigo. Ela sai correndo de moto. Logo após, o Spot aparece sugando as cores de diversos ambientes. Ele também parece ter a habilidade de trocar de forma, assumindo uma forma aracnídea que ameaça nossos protagonistas.”

“O vídeo ainda traz o Miles enfrentando uma versão alternativa de si mesmo que se tornou o Gatuno. No final, os dois Miles parecem estar trabalhando juntos para deter uma grande ameaça. O herói comenta sobre como as pessoas prometeram que tudo ia dar certo – o que não aconteceu –, e afirma que agora vai fazer as coisas do seu próprio jeito.”

Vale destacar que Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, arrecadou impressionantes US$ 683 milhões em todo o mundo, consolidando-se como um dos grandes sucessos do ano passado.

Confira a nossa crítica!

Crítica | ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é ambicioso e prepara terreno para um desfecho épico

Você sabia que ‘Quarteto Fantástico’ possui um filme da década de 90 nunca lançado nos cinemas?

O mês de julho tem tudo para ser o maior em termos de bilheteria, quando falamos do ano de 2025. Isso porque ele abriga três superproduções que vêm se destacando em termos de arrecadação mundial. O primeiro é ‘Jurassic World: Recomeço’, que serve como reboot da franquia dos dinossauros mais famosa do cinema e já soma mais de meio bilhão de dólares em 17 dias em cartaz. O segundo é ‘Superman’, que serve como reboot não apenas do maior super-herói de todos no cinema, como também do universo inteiro da DC nas telonas e que estreou no fim de semana passado. O filme está se aproximando da marca dos US$300 milhões na primeira semana. E por fim teremos ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, reboot do primeiro grupo de heróis da Marvel, agora no MCU, que chega no penúltimo fim de semana do mês aqui no Brasil.

Para entrar no clima do novo ‘Quarteto Fantástico’, iremos revisitar a primeira produção com os personagens, e não me refiro ao filme de 2005 – que foi o primeiro para os cinemas. Estamos falando da produção obscura de 1994, que por anos não passou de uma lenda urbana do cinema. Confira abaixo para saber mais detalhes.

Leia também: ‘Quarteto Fantástico’ (2005) – O PRIMEIRO filme dos heróis da Marvel para o cinema completa 20 Anos!

Antes do MCU, do multiverso, dos efeitos que nos fazem esquecer da física, e até mesmo antes do ‘Quarteto Fantástico com Jessica Alba e Chris Evans, existia ele. Um filme tão obscuro, tão misterioso, que virou lenda urbana no mundo nerd: ‘The Fantastic Four, de 1994. O longa, produzido por Roger Corman e dirigido por Oley Sassone, nunca chegou aos cinemas, tampouco às locadoras (as boas e velhas). Mas como um zumbi cinematográfico, ele continuou assombrando convenções, listas bizarras da internet e fitas VHS piratas até os dias de hoje.

Tudo começou com um prazo. A produtora alemã Constantin Film detinha os direitos do Quarteto, mas se não iniciasse a produção até o final de 1992, perderia tudo. Então, como quem marca um casamento só pra não perder o buffet, o produtor Bernd Eichinger chamou Roger Corman (rei das produções baratas e rápidas) e decidiu: “vamos fazer esse filme”. Rápido. Barato. E sem muita intenção de mostrá-lo pra alguém.

Marvel movies: Is the 1994 'Fantastic Four' the best adaptation ever?

Sim, o plano sempre foi não lançar o filme. Uma verdadeira peça de teatro para os deuses do copyright, com um elenco esforçado, uma equipe dedicada e zero noção de que estavam atuando em um projeto-fantasma. A maior pegadinha do mundo dos super-heróis.

É injusto dizer que o elenco não acreditava. Alex Hyde-White (Sr. Fantástico), Rebecca Staab (Mulher Invisível), Jay Underwood (Tocha Humana) e Michael Bailey Smith (Coisa) entraram no projeto com empolgação de verdade. Gravaram cenas emocionantes. Fizeram sessões de fotos. Participaram de convenções divulgando o longa. Achavam, coitados, que estavam prestes a entrar para a história dos super-heróis nas telonas.

E de certo modo… entraram. Só não da maneira que imaginavam.

O visual do filme parecia o primo esquecido de Power Rangers. O Dr. Destino falava como um vilão da Disney Channel, usando uma armadura tão ruidosa que abafava metade das falas. O Coisa parecia feito de espuma de colchão amarelado e, ainda assim, conseguiu ser mais simpático que a versão de CGI de 2015. E o Tocha Humana? Ah, esse virou meme antes da existência de memes: em vez de sair voando em chamas, ele virou uma animação tosca de computador, parecendo um personagem de ‘ReBoot’, aquele desenho canadense bizarro dos anos 90.

Mas acredite: o filme tem coração. Não é um desastre por completo. A direção de arte até tenta. A trilha sonora quer ser épica. Os atores, mesmo com tudo desabando ao redor, se esforçam. É uma produção feita com pouquíssimos recursos, mas muito entusiasmo. Só que o entusiasmo, como sabemos, não paga efeitos especiais.

E então veio o balde de água fria. Depois de pronto, o filme foi engavetado. Literalmente. Nunca lançado oficialmente. Segundo consta, o próprio Stan Lee teria dito que o longa “nunca foi feito para ser exibido”. Mas o maior culpado, segundo a lenda, foi Avi Arad, executivo da Marvel à época. Ele teria comprado os direitos do filme só para impedir seu lançamento. A Marvel, finalmente pensando em voos maiores, não queria que o público visse um Quarteto tão… amador. Segundo Arad, a Marvel precisava de respeito, não de vergonha alheia em VHS.

A equipe, arrasada, descobriu o cancelamento pelos jornais. E, durante anos, o filme permaneceu um sussurro entre fãs, um mito. Até que, como tudo que vale a pena na internet, ele ressurgiu. Cópias piratas começaram a circular. Trechos apareceram no YouTube. E então, como um anti-herói dos anos 90, o ‘Quarteto Fantástico‘ de 1994 se tornou cult.

Hoje, ele é celebrado em festivais, discutido em podcasts e adorado por fãs de filmes ruins com coração. Há até um documentário sobre ele, é claro: ‘Doomed! The Untold Story of Roger Corman’s The Fantastic Four, lançado em 2015. Porque, convenhamos, poucos filmes nunca lançados foram tão assistidos quanto este.

Ver o filme hoje é um exercício de nostalgia e generosidade. Sim, os diálogos são infantis. O vilão gargalha como se estivesse lendo “Como ser malvado em 5 passos”. A computação gráfica parece feita no Paintbrush. Mas há algo puro ali. Algo que falta em muitos blockbusters modernos: paixão verdadeira.

Em uma época em que a Marvel ainda engatinhava no cinema, esse filme representa a adolescência desajeitada do gênero de super-herói. Uma fase constrangedora, cheia de espinhas e voz esganiçada, mas que precisamos respeitar para entender o que veio depois. Sem esse ‘Quarteto‘, talvez nunca teríamos o MCU. Talvez não existisse nem o conceito de filme de herói como evento. Foi preciso tropeçar feio para aprender a voar com estilo.

E hoje, entre tantos reboots prometidos (e adiados), o filme de 1994 continua lá, intocado pelas polêmicas de casting ou refilmagens milionárias. Ele existe fora do tempo, numa bolha paralela onde Reed Richards é feito de borracha de verdade e a Mulher Invisível desaparece com uma edição tosca. E isso, por mais estranho que pareça, é quase poético.

Portanto, se você tiver a chance de assistir a esse improvável relicário de spandex e efeitos ruins, faça isso. Sozinho, de madrugada, com pipoca. Deixe o cinismo na porta. E lembre-se: há filmes melhores por aí, mas poucos são tão… secretamente infames.

Trailer DUBLADO da nova adaptação de ‘Drácula’ promete uma ÉPICA história de amor; Confira!

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A Paris Filmes divulgou o trailer dublado de ‘Drácula – Uma História de Amor Eterno‘ (Dracula: A Love Tale), terror e romance gótico escrito e dirigido por Luc Besson (‘Lucy’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de agosto.

A produção é baseada no romance clássico de 1897, escrito por Bram Stoker.

No século XV, o Príncipe Vladimir se afasta de Deus após a morte de sua amada esposa e se transforma em vampiro. Anos depois, no século XIX, ele conhece uma jovem em Paris que se parece com sua falecida esposa…

O elenco conta com Caleb Landry Jones, Christoph Waltz, Matilda De Angelis, Zoë Bleu Sidel, Salomon Passariello e Haymon Maria Buttinger.

James Gunn rebate acusações de ‘Superman’ ser “superwoke”: “É uma história sobre bondade”

O cineasta James Gunn, responsável porSuperman, comentou recentemente as polêmicas em torno do longa, após a Fox News acusar o filme de ser “superwoke”.

Durante uma entrevista à Entertainment Weekly, Gunn ressaltou que o filme é sobre bondade:

“Já ouvi pessoas dizendo que o filme é ‘woke’, e outras dizendo que não é. Fico curioso em saber o que exatamente no filme é considerado ‘woke’. Acho que as pessoas distorceram algo que eu disse… Um cara de um jornal de Londres [Jonathan Dean, do The Times] ele mencionou que os criadores do Superman, Jerry Siegel e Joe Shuster, eram filhos de imigrantes e escreveram o Superman como uma história de imigrante. E eu disse: sim, é uma história sobre um imigrante, mas, para mim, é principalmente uma história sobre bondade — e é isso. Esse é o centro do filme para mim”, afirmou.

Gunn enfatizou a importância da bondade como mensagem principal do filme:

“Isso é algo sobre o qual todos nós podemos agir: bondade. E aonde isso leva? Bem, isso influencia como você vota? Claro. Influencia tudo? Sim. Influencia quantas pessoas morrem por causa de brigas no trânsito? Também. Todas essas coisas são impactadas se as pessoas simplesmente começarem a valorizar a bondade. Quero dizer, as pessoas valorizavam a bondade antigamente. A bondade era um valor americano, e não me parece que ainda seja. Então esse sempre foi o ponto central do filme para mim — e nunca foi sobre outra coisa além disso”, concluiu.

 

Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Ralph Fiennes retoma seu trono como Odisseu no trailer ÉPICO de ‘O Retorno’; Confira!

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O drama épico ‘O Retorno‘, estrelado por Ralph Fiennes (‘Extermínio: A Evolução’) como o icônico Odisseu, ganhou trailer legendado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de setembro.

Anos após a Guerra de Troia, Odisseu retorna a Ítaca, abatido, irreconhecível e não mais o poderoso guerreiro de outrora. Sua amada esposa, Penélope, é prisioneira em sua própria casa, cercada por pretendentes que disputam o trono.

Uberto Pasolini é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Juliette Binoche, Charlie Plummer, Tom Rhys Harries, Marwan Kenzari, Claudio Santamaria e Ayman Al Aboud.

James Gunn comenta rumores sobre Alan Ritchson como Batman no DCU

O cineasta James Gunn falou recentemente sobre os rumores de que Alan Ritchson poderia dar vida ao icônico Batman no novo DCU, e esclareceu o futuro do Cavaleiro das Trevas em seu universo.

“Provavelmente não, provavelmente não no mesmo ano civil novamente. Eu não vou dizer se ‘The Brave and the Bold’ será a primeira vez que veremos esse Batman. Ainda não pensei no elenco. Sou um grande fã do Alan Ritchson, tanto como ator quanto como pessoa… Vamos apenas esperar para ver o que acontece”, disse Gunn ao Collider.

Vale lembrar que, em uma entrevista recente, Ritchson abordou os rumores de forma direta:

“O mais incrível sobre esse boato é que o James Gunn já disse publicamente: ‘LOL, ele não está interpretando o Batman.’ E mesmo assim isso não morre. Me perguntam todo dia se eu vou ser o Batman. Eu interpretaria o Batman? Sim. Você nem precisaria me pagar para isso. Sim, eu vestiria o traje. ‘Gotham é minha'”, afirmou.

Jonah Hauer-King detalha seu papel vilanesco em ‘The Face of Horror’, novo terror gótico de Anna Biller

O ator Jonah Hauer-King expressou seu entusiasmo para estrelar The Face of Horror, um terror gótico ambientado na Inglaterra do século XIV e dirigido por Anna Biller (‘The Love Witch’).

Segundo o Deadline, Hauer-King destacou o início iminente das filmagens: “Começo na próxima semana. Sim, vou filmar isso neste verão. Eu interpreto um cavaleiro realmente vilão e horrível, que não tem nenhuma qualidade redentora, o que é meio divertido”.

Hauer-King ainda elogiou Anna Biller: “Tenho conhecido ela melhor no último ano, e ela tem uma mente e criatividade incríveis, novamente, as pessoas dizem isso muito, mas ela realmente tem uma visão única e genuína. Se você viu ‘The Love Witch’, sabe. Ela tem um estilo visual muito particular e um tipo próprio de contar histórias”.

O ator também comentou que o cinegrafista M. David Mullen vai filmar o longa em 35mm, e se mostrou empolgado: “É a primeira vez que faço isso, então estou muito animado”.

Além de Jonah Hauer-King, o longa e estrelado por Ben Radcliffe, Kristine Froseth, Ellie Bamber, Leo Suter e Bella Heathcote.

O filme, livremente inspirado no clássico conto de terror japonês Yotsuya Kaidan, acompanha Edward Carnifex (Hauer-King), que se casa com sua antiga paixão Eleanor (Froseth), mas logo se desilude e passa a cortejar uma rica nobre (Heathcote). No entanto, Eleanor não está disposta a ser descartada, e a vingança sangrenta se torna inevitável.

As filmagens deThe Face of Horror começam em julho, em Praga, com produção de Mike Goodridge (via Good Chaos), Anna Biller e James Bowsher. O roteiro é original de Biller, que também assina a produção.

Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan trocam de corpos em clipe inédito de ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’

A Disney divulgou um clipe inédito da sequência ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca‘, estrelada por Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de agosto de 2025 – um dia antes da estreia no território norte-americano.

A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsay Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

O novo filme ainda contará com o retorno de Mark Harmon, Chad Michael Murray, Christina Vidal Mitchell, Haley Hudson, Lucille Soong, Stephen Tobolowsky e Rosalind Chao.

Julia Butters, Sophia Hammons, Manny Jacinto e Maitreyi Ramakrishnan completam o elenco.

Nisha Ganatra é responsável pela direção.

Live-action do Cara-de-Barro será um filme de TERROR, afirma James Gunn

Em entrevista ao CBS Mornings, James Gunn (‘Seres Rastejantes’) confirmou que a adaptação live-action do Cara-de-Barro será um filme de terror de verdade.

“Apesar de se passar no mesmo universo [das outras produções do DCU], o filme do Cara-de-Barro será totalmente terror.”

Ele completa, “Não há um único tom neste universo. Não é como se todos os filmes fossem como ‘Superman’. Os artistas, diretores e roteiristas que criam estes projetos irão trazer seu próprio estilo a este mundo.”

Anteriormente, o produtor revelou ter ficado visivelmente horrorizado com o material do filme: “Eu estava vendo um material de apresentação do filme Cara-de-Barro, que está sendo produzido agora pela DC. E eles me mostraram várias fotos de referência de coisas horríveis, e eram reais. Eles riam de mim porque eu simplesmente não conseguia olhar, fiquei de olhos fechados o tempo todo. E diziam: ‘James Gunn é o cara que fica tão enojado que não consegue ver!'”

Gunn revelou que se considera “muito sensível”, mas destacou uma curiosa diferença na forma como reage a certos estímulos: “Se eu sei que não é real, meu cérebro simplesmente muda. É interessante”.

clayface tom rhys harries

Tom Rhys Harries (‘Missão de Sobrevivência’) será o protagonista.

Mike Flanagan, criador de ‘A Maldição da Residência Hill‘, assina o roteiro.

O roteirista havia revelado ter se inspirado na animação ‘Batman: A Série Animada‘, especificamente no episódio duplo “Perito em Formas Humanas”“Claro que sim. Quero dizer, essa é a história perfeita. ‘Perito em Formas Humanas’, Ron Perlman… para mim, é isso. Aqueles dois episódios me deixaram atônito. A resposta curta é que isso absolutamente inspirou meu roteiro. Esse é o mundo em que eu queria viver. Batman: A Série Animada era o meu Batman quando eu crescia. Tanto quanto o [Michael] Keaton era o meu Batman, a série animada realmente era o meu Batman”.

Flanagan então compartilhou seus pensamentos sobre o desenvolvimento do Cara-de-Barro e seu papel no projeto: “Não sei o que estão fazendo com Cara-de-Barro. Eu não estou dirigindo, e o diretor que assumir vai precisar fazer algo próprio. Sei que estão trabalhando no roteiro. Eu estou envolvido em outros projetos agora, e realmente espero que se mantenha fiel ao espírito do que eu queria que fosse. Mas não é meu filme, então estarei na plateia com você, ansioso para ver como vai ficar”.

No episódio descobrimos a história de origem do personagem. Seu nome verdadeiro é Matt Hagen, um ator famoso que sofre um grave acidente de carro. O empresário Ronald Daggett oferece a Matt uma substância experimental chamada Renuyu, que permite ao ator se transformar fisicamente em qualquer pessoa que desejar. Matt desenvolve um vício pela substância e acaba se tornando um peão de Daggett para continuar tendo acesso ao produto.

O longa e chega aos cinemas em 11 de setembro de 2026.

cara de barro. 02
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