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Com Shonda Rhimes, Netflix vai investir US$ 7 bilhões em filmes e séries

A competição para abocanhar uma fatia generosa do público já habituado com as plataformas de streaming está sendo levada bem a sério pela Apple e pela Netflix.

Após a Apple anunciar que investirá US$ 1 bilhão em conteúdo original, a Netflix aumentou a aposta.

Em entrevista para a Variety, o diretor de conteúdo da Netflix, Ted Sarandos, revelou que a plataforma de streaming vai investir mais US$ 7 bilhões na produção de conteúdos originais em 2018.

Para comparação, foram investidos US$ 6 bilhões em 2017, e US$ 5 bilhões em 2016.

Recentemente, a Netflix anunciou a contratação de Shonda Rhimes como a mais nova produtora de séries.

O anúncio também confirma o encerramento da parceria entre Rhimes e o canal ABC, que se iniciou há quase 20 anos, com ‘Greys Anatomy‘.

Vale ressaltar que a saída de Shonda do canal, do qual ela tinha contrato exclusivo, não põe na berlinda ‘Grey’s Anatomy’ ou ‘How To Get Away With a Murderer‘.

A ideia agora é que todos os TV Shows idealizados por Shonda sigam direto para a Netflix.

O interessante é que essa parceria vai render muitos frutos mesmo.

Isso porque enquanto na ABC, que é um canal aberto, Shonda tinha que lidar com a aprovação dos executivos da empresa, na Netflix, todas as suas séries que vão vir a ser apresentadas já estão com carta branca.

Jacob Tremblay e Julia Roberts na nova imagem de ‘Extraordinário’

Extraordinário’, drama estrelado por Julia Roberts e Jacob Tremblay, ganhou uma nova e bela imagem.

Confira, com o emocionante novo trailer:

 

 

A estreia acontece dia 23 de novembro, próximo ao feriado norte-americano do Dia de Ação de Graças.

O filme, baseado no romance homônimo de 2012 escrito por R.J. Palacio, segue um menino (Tremblay) nascido com uma deformidade facial e como ele tenta se encaixar em uma nova escola. Roberts vai interpretar a mãe da criança.

Mandy Patinkin, de ‘Homeland’, acompanha o elenco ao lado de Owen Wilson, Daveed Diggs e Sônia Braga, três vezes indicada ao Globo de Ouro – que impressionou a crítica em diversos festivais de cinema em 2016 por sua performance em ‘Aquarius’ (Kleber Mendonça Filho). O diretor de ‘As Vantagens de Ser Invisível’, Stephen Chbosky, assume a direção de ‘Extraordinário’ e o roteiro ficou a cargo de Steve Conrad (‘À Procura da Felicidade’) e Jack Thorne (‘Skins‘).

Dylan O’Brien em novo cartaz e trailer de ‘O Assassino: O Primeiro Alvo’

Assassino: O Primeiro Alvo‘ (American Assassin) ganhou seu mais novo cartaz e trailer. A estreia está marcada para 14 de setembro no Brasil.

A história é baseada no 12º livro de Vince Flynn, que acompanha o caçador de terroristas da CIA Mitch Rapp (Dylan O’Brien).

Ele é um atleta universitário que sofre uma tragédia familiar, e é recrutado pelo governo dos Estados Unidos. Depois de completar um treinamento rigoroso projetado para ensinar habilidades letais para atingir os inimigos mais perigosos, ele é um homem renascido com uma missão de vingança.

Assista, com o trailer:

O filme ainda conta com Michael Keaton (‘Birdman’) e Taylor Kitsch (‘True Detective’).

Michael Cuesta (‘O Mensageiro’) dirige.

‘Crepúsculo’ e ‘Jogos Vorazes’ ganharão parques temáticos

As duas sagas de grande sucesso do estúdio Lionsgate, ‘Jogos Vorazes’ e ‘Crepúsculo’, ganharão seus parques temáticos na Coréia do Sul.

A construção do Lionsgate Movie World, o primeiro parque exclusivamente voltado para a produtora de filmes, já está em fase de planejamento, como uma extensão de um resort que já existe, intitulado Jeju Shinhwa World.

Segundo o anúncio oficial, o novo espaço contará como 1,3 milhões de metros quadrados que abrangerá sete zonas distintas de filmes.

Ao lado dos parques de ‘Crepúsculo’ e ‘Jogos Vorazes’, o Jeju Shinhwa World contará com atrações voltadas para ‘Truque de Mestre’, além do próximo filme de ‘Robin Hood’, estrelado por Taron Edgerton.

‘Crepúsculo’ e ‘Jogos Vorazes’ ganharão novos filmes 

Aconteceu! Leonardo DiCaprio e Kate Winslet são fotografados em clima de romance

E os rumores sobre o possível relacionamento entre Kate Winslet e Leonardo DiCaprio continuam em alta.

Nessa quarta-feira,o TMZ liberou algumas fotos da dupla reunida – em uma clima de romance, diga-se de passagem – em Saint-Tropez, na França.

Meu ‘Titanic‘ tá vivo! <3

Confira:

Na última semana, o site americano Star afirmou que DiCaprio e Winslet estariam se “aproximando romanticamente” desde a festa na França onde a dupla se reencontrou, em julho.

As fontes da publicação dizem que…

Léo tem fortes sentimentos por ela desde o dia que a conheceu. Ele achou que ela era a mulher mais linda que ele já viu, e ainda acha.

 

Nós shippamos. E você?

Gangs back together. Now we’re saving icebergs. Go figure.. @katewinsletofficial @leonardodicaprio @leonardodicapriofdn

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Orphan Black FINAL! | Análise 5ª Temporada – Eps. 09 – 10

To my galaxy of women, muito obrigada!

E eis que chegamos ao fim de Orphan Black. Os dois episódios finais não seriam diferentes de tudo que já se foi vivido e mostrado até aqui, portanto, o telespectador viveu uma verdadeira roda gigante de emoções. A aventura final das sestras (Tatiana Maslany), como previsto, foi salvar Helena das mãos do falso Westmorland (Stephen McHattie) e da Coady (Kyra Harper).

“One Fettered Slave” – 5.09

O início de “One Fettered Slave” é para fazer qualquer fã da série chorar. A morte de Siobhan (Maria Doyle Kennedy) foi um dos momentos mais impactantes da última temporada e não poderíamos esperar menos do enterro. A carta deixada pela mãe de Sarah e Felix (Jordan Gavaris) é para deixar os corações dos personagens e do público emocionados. E Manning mal consegue ter tempo para lamentar a perda, pois a sestra ucraniana está em perigo.

É necessário destacar que no quesito evolução de personagem, Orphan Black não peca. Sarah fazer parceria com Rachel para conseguir encontrar Helena é um dos pontos altos deste episódio. Assim como, os flashbacks com a atriz Habree Larratt, que interpreta a jovem sestra ucraniana, e faz um trabalho incrível. É preciso parabenizar a artista mirim por entregar uma criança Helena tão real.

Uma cena que merece destaque é o momento em que Sarah, ao fingir ser Rachel, encontra com o John e ele conta o que observou através do olho da ex-CEO. É o momento de certeza que Duncan passou a vida inteira sendo um fantoche manipulado pela Neolution. Outra que merece destaque, e até ouso dizer, outras que merecem são todas as que a ucraniana está, nas quais, como sempre, até nas situações mais impossíveis de sobrevivência ou escapatória, ela triunfa. Helena é, sem dúvidas, uma verdadeira sobrevivente.

“To Right the Wrongs of Many” – 5.10

Ou o que eu chamaria de um verdadeiro presente dos criadores para o público que acompanhou esta série por cinco anos.

Depois de finalmente se livrar de Coady e John, #CloneClub respira, enfim. O telespectador se depara com uma das cenas mais bonitas já feitas em Orphan Black: o nascimento dos gêmeos de Helena mesclado com os flashbacks do nascimento de Kira. E mais uma vez, Tatiana, Maria Doyle Kennedy e Kevin Hanchard (Detective Art Bell) entregam atuações que merecem aplausos de pé. É para chorar até não ter mais lágrimas no organismo.

E apesar dos cinco anos de muita tensão, mortes, quase mortes, sequestros, torturas, por aí vai, o fã ganha 30 minutos de alívio e felicidade. Ver Sarah finalmente encarar o luto pela morte da S. foi algo bem encaixado (e necessário) durante a exibição do último episódio. Assim como a conversa entre ela e as sestras (Cosima, Alison e Helena), em que todas confessam os erros que cometem como mães, ou por não querer ser mãe, e a realização de que mesmo com a perda de Sadler, ela possui uma família e pode sim ser feliz.

O chá de bebê dos gêmeos Orange e Purple presenteia com as cenas pelas quais o público estava no aguardo e até mesmo algumas que não sabia que precisava, como, por exemplo, o abraço inesperado entre Delphine (Evelyne Brochu) e Sarah. Um churrasco de família com direito a criançada reunida, briguinhas, lembranças de entes queridos, hambúrguer com geleia e aquele momento em que os irmãos provam que a união é sempre mais forte. Agora só é preciso cuidado para o livro da Helena não vazar na mídia.

Sarah Manning

Sarah está livre, finalmente. Pode ser feliz com a filha, com as sestras e com o brother-sestra, Felix. A última cena da primeira clone que conhecemos alegra e ao mesmo tempo passa a saudade, a lembrança de Siobhan. E é bom saber que ela decidiu por não vender a casa, o que deixa claro o que disse acima sobre a realização de que ela possui pessoas com quem contar, pessoas que cometem erros como ela, pessoas que não estão ali para julgá-la, mas sim apoiá-la. Stronger together, certo?

Cosima Niehaus

Cosima e Delphine permanecem com os planos de curar todas as Ledas. O casal favorito do telespectador – junto com Alison e Donnie( Kristian Bruun), é claro – sobrevive e Orphan Black se classifica como uma série que não só não matou os personagens LGBTQ, mas também entregou um final feliz para as mesmas. Sem contar que são elas que entregam a menção prometida ao Brasil quando Delphine diz que a próxima parada é o nosso país, pois existem algumas Ledas aqui que precisam da cura.

Alison Hendrix

Claro que a última cena do casal suburbano mais descolado que você conhece tinha que ser divertida. Quando vão começar as filmagens do reality “Keeping Up With the Hendrixes” mesmo?!

Rachel Duncan

E não adianta correr, pois ninguém escapa do karma. Rachel faz a última contribuição ao #CloneClub ao entregar a lista com os nomes de todas que existem ao redor do mundo. 274 ledas. Haja vacina para a cura! Mas enfim, o destino dela é a prova de que até na ficção o mundo dá voltas e tudo que você fez um dia retorna. No caso da ex-CEO, é não ter uma identidade e estar sozinha no mundo.

Helena

Que mulher! Que personagem! Que criação! (risos)

Na última aparição, no quintal dos Hendrix, já que o Vegeance Angel deles agora vive na garagem dos mesmos, ela nomeia os filhos com “nomes de verdadeiros homens”, Arthur e Donnie.

Geral

Como crítica e fã da série, sinto a necessidade de admitir que o último episódio, assim como a quinta temporada de modo geral foi um verdadeiro fan service. Mostrou os backgrounds das personagens pelas quais o público se apaixonou, honrou as perdas que o mesmo teve para a DYAD e destruiu a instituição que causou tudo isto em primeiro lugar. Sem contar que as sestras receberam os finais felizes pelos quais todos esperavam.

A série criada por Graeme Manson (Uma Garota de Sorte) e John Fawcett (Lost Girl) pode não ter respondido todas as questões abertas, mas fez um final digno dos cinco anos que os fãs dedicaram a esta história. Como crítica, minha nota final para Orphan Black não poderia ser cinco estrelas, mas como fã, cinco estrelas +1.

Que o #CloneClub viva para sempre no coração de todos!

Ps. (pela última vez?): o nome da Tatiana Maslany vem ao lado de “sestras”, porque nem eu mereço ficar nomeando ela a cada menção de um clone diferente.

Crítica | Atypical – 1ª Temporada

Emaranhado de sons, cores e o vigor reluzente de luzes que beiram o neon, tamanho o seu brilho. A sinestesia de uma vida cercada pela apuração mais aguçada de um mundo que já é bem estrondoso naturalmente é consternadora, quase sufocante. Dimensionar a absorção do meio social por parte de um autista implica em perceber esta realidade que nos cerca por outra ótica. Implica em sair da zona de conforto. Implica em tocar em um ponto pouco debatido fora do espectro de quem convive e sofre com esta condição. Tirar das extremidades uma temática tão complexa e imersiva também implica em despir-se de alguns conceitos ao ponto da vulnerabilidade desconfortável de quem se manteve alheio às outras condições humanas que permeiam o convívio social. Essa desconstrução é o muro mais recente derrubado pela Netflix. É o incomum trazido ao centro da mesa de jantar. É a série Atypical, a nova joia preciosa da empresa.

A plataforma de streaming tem tocado em feridas abertas profundas, algumas em quase estado necrosante. Dolorosas, latentes e perturbadoras, elas normalmente são evitadas pelo meio social, que insiste em despistar alguns assuntos, pelo bem do comodismo. Confrontando certos moralismos e intelectualismos, a Netflix rompeu este ciclo vicioso ao tratar de maneira dilacerada o suicídio, o bullying escolar e a anorexia. Desta vez, o autismo entra em cena pelas mãos de Robia Rashid, nos levando a um debate franco e prazeroso sobre um questionamento que deveria ser mais dialogado sem tanto temor. Precisamos falar sobre isso e uma vez mais a empresa nos toma pela mão em direção a um universo muito mais fascinante que jamais poderíamos imaginar.

Atypical se destaca por sua narrativa bem construída. Desmistificando alguns conceitos que desenvolvemos ao longo dos anos através de conversas de corredores, comentários incoerentes e ignorantes ou fatos aleatórios lidos superficialmente em blogs sem propriedade, a nova série traz uma leveza surpreendente, que permite o equilíbrio ideal com a seriedade do transtorno neurológico. Aqui, estamos diante de uma história pouco conhecida para aqueles que, assim como eu, viveram boa parte de suas vidas aquém ao convívio direto com autistas. Adentramos um pequeno mundo reservado, onde uma família americana de classe média é consolidada no que tange ao trato com um jovem de 18 anos que se encontra no espectro autista. Dentro dessa atmosfera, desfrutamos dos dissabores que esta condição pode propiciar. Nem tudo são flores. Mas as coisas estão bem longe de serem sombrias e tenebrosas.

Existe uma tenacidade no seio familiar onde o espectro permeia todas as atividades, posturas e estilos de vida daqueles que compreendem esse contexto. Na nova série, dimensionamos as adversidades vividas oriundas da adaptação plena que o autismo sugere aos familiares, à medida que nos deparamos com uma normalidade extravagante e cativante, de um garoto que se encontra em um grau de alto funcionamento, um dos inúmeros que abrange o leque do distúrbio. Com uma trama que intercala a densidade do transtorno com a simplicidade da extraordinária vida comum para Sam (Keir Gilchrist) – que busca encaixar este complexo mundo em sua ávida e acelerada mente –, somos apresentados a uma esfera quase caricata de personagens tão banais no nosso convívio real, mas tão peculiares na produção.

Ao testemunharmos o mundo pela ótica do espectro do autismo, deixamos nosso pequeno universo individual “perfeito”, para desbravar uma realidade que cativa os olhos e o coração por sua sensibilidade. Ao invadirmos aquele mesmo seio familiar a pedido da Netflix, nos deparamos com Doug (Michael Rapaport), patriarca que sonhava em construir um relacionamento íntimo com seu primogênito, mas que se perdeu na complexidade do diagnóstico do transtorno. Descobrimos Elsa (Jennifer Jason Leigh), a mãe que abdicou sua carreira profissional em virtude do filho, se entregando de maneira tão absorta a ponto de entrar em um colapso existencial ao perceber que sua independência se consolida gradativamente. Encantamo-nos por Casey (Brigette Lundy-Paine), a promissora caçula que, à sua maneira, se dedica inteiramente ao irmão.

A esfera de protagonistas é cercada também por dois coadjuvantes fundamentais que acrescentam à narrativa um ardor ainda maior. Ironicamente, somos convidados a conhecer a vida íntima da única personagem que inicialmente somos orientados a nutrir um certo distanciamento. Por seguirmos os passos de Sam, acreditamos estarmos inaptos a descobrir Julia (Amy Okuda), a simpática e carismática terapeuta que possui tudo sobre controle – só que não.

Em contrapartida, a figura mais caricata, extravasante e um tanto flamboyant é apresentada superficialmente. Estamos afoitos por conhecer o melhor amigo Zahid (Nik Dodani), que naturalmente expõe sua vida sem precedentes. Seu contraste é ainda mais nítido, devido à sua construção conceitual tão bem apurada. Um complexo de figuras de linguagem que sobrepõe o literatismo de Sam, que desconhece referências, sarcasmos e ironias, considerando todos os aspectos que o cercam da forma mais crua, realista e clínica possível. Essa distinção dilacerada permite o surgimento de um sidekick, o alívio cômico que, ao contrário de desqualificar o drama fundamental da série, o enaltece, atuando também como um suavizador da densidade dos assuntos mais delicados nos momentos propícios. Preciso e bem trabalhado, ele é um dos pontos de suma importância que garante o equilíbrio narrativo da série.

Com uma direção que posiciona a audiência na mente e nos ouvidos de Sam, propiciando uma experiência tão sinestésica como a vivida por crianças, jovens e adultos autistas, Atypical também faz da mixagem de som um atributo estilístico no ato de contar uma ficção que, inexoravelmente, é baseada em experiências verídicas. Didática e divertida, seus episódios são impressões reais dos extremos que também permeiam a realidade daqueles que convivem dentro do espectro do autismo, ao mostrar as variações inerentes que acompanham a vida de pessoas acometidas pelo distúrbio. Sensível, delicado e engraçado, o mais novo fruto da Netflix é a consumação máxima da importância de usar a arte como mecanismo de confrontação e incitação de debates. Rompendo com padrões existenciais que buscam engessar a convivência social e impedir o amadurecimento das relações humanas, Atypical é aquele breve hiato no tempo onde o silêncio cede espaço a uma combinação saborosa de descobertas, compreensões e muita compaixão. E não há nada de típico nisso aí.

‘Os Jetsons’ ganhará série em live-action pela ABC

A Variety confirma que o canal ABC deu sinal verde para que os produtores da série em live-action de ‘Os Jetsons‘ possam realizar o piloto da série.

A publicação cita ainda que Gary Janetti, produtor de ‘Will & Grace‘ e ‘Family Guy‘ , é quem vai cuidar do roteiro do piloto.

Robert Zemeckis, diretor da franquia ‘De Volta para o Futuro‘, também foi confirmado como um dos produtores executivos.

Produzido pela Hanna-Barbera, estúdio também responsável pelo desenho dos Flintstones, ‘Os Jetsons’ acompanha a família futurista homônima convivendo com grandes avanços tecnológicos no ano de 2062.

O desenho foi transmitido entre as décadas de 60 e 80, tendo seu retorno ao canal de TV a cabo, Cartoon Network, após o lançamento de um filme em 1990.

A produção ainda não possui data prevista para estreia.

 

Vídeo traz os divertidos erros de gravação da 5ª temporada de ‘Orphan Black’

A BBC America liberou o tradicional vídeo com os hilários erros de gravação de ‘Orphan Black.

A parte ruim é que esteve vai ser o último.

Orphan Black FINAL! | Análise 5ª Temporada – Eps. 09 – 10 

Confira:


 

 

 

 

 

‘The Monster Project’ – Trailer do terror é o mais popular no IMDB

Filmes de terror são extremamente populares com os jovens. O mais popular na atualidade, ao menos seu trailer, no IMDB é The Monster Project, filme independente realizado no estilo found footage.

Assista abaixo.

Na trama, um viciado em drogas em recuperação aceita um emprego junto a uma equipe de documentaristas. Seu novo projeto são entrevistas com três pessoas que clamam ser monstros na vida real. O filme estreia neste fim de semana nos EUA, sem data prevista no Brasil.

Representantes de Ben Affleck CONFIRMAM que ele continua em ‘The Batman’

O representante de Ben Affleck se pronunciou ao BuzzFeed News sobre o comentário de Casey Affleck afirmando que seu irmão não iria mais estrelar ‘The Batman‘.

O comentário gerou uma baita repercussão, mas como já era de se esperar, foi apenas um pequeno mal-entendido.

“Ele estava se divertindo com os rapazes do Red Sox, ele não falou nada que seria divulgado em primeira mão.”

A assessoria de Ben também se pronunciou de forma prática:

“Ele continuará sendo o Batman enquanto o estúdio o quiser.”

Durante uma entrevista ao The DORK Podcast, no fim de semana, Casey afirmou que Ben Affleck não fará ‘The Batman‘, a ser dirigido por Matt Reeves.

“Achei que ele foi um bom Batman. Aliás, achei que ele foi ótimo. Na vida real ele é um herói, e foi legal ver ele canalizar e trabalhar isso. Mas ele não vai fazer esse filme. Desculpa dizer isso”, afirmou.

Quando percebeu na gravidade do que disse, Casey disse que estava apenas brincando.

Ouça, no minuto 6:30:

Durante o painel da Warner/DC na Comic-Con, Ben Affleck desmentiu que iria abandonar o personagem:

“Deixe-me ser bem claro, eu sou o cara mais feliz do mundo! ‘Batman’ é o personagem mais incrível de qualquer universo dos quadrinhos e eu estou extremamente animado para interpretá-lo. E com Matt Reeves no comando, eu faço até um macaco para ele, se quiser, até esqueço do super-herói. Isso tudo é simplesmente maravilhoso!”

A expectativa é que ‘The Batman‘ fique para algum momento de 2019.

‘Star Wars’: Spin-off de ‘Obi-Wan’ entra em produção

O Hollywood Reporter afirma que o spin-off de ‘Obi-Wan’ está em produção na Lucasfilm.

A publicação cita ainda que Stephen Daldry, diretor de alguns episódios de ‘The Crown‘ e de ‘Billy Elliot‘, está em negociações finais com o estúdio para dirigir e supervisionar o roteiro.

O THR diz que ainda não há informações sobre a possível volta de Ewan McGregor como o icônico personagem da saga ‘Star Wars‘.

Nos primeiros três filmes, o mentor de Luke Skywalker foi interpretado por Alec Guinness.

Novidades devem surgir em breve!

 

5 Séries que NÃO mataram as personagens LGBTQ

Atualmente, um tema recorrente nas redes sociais é a falta de representação LGBTQ nas produções das séries de TV. A discussão ganhou uma repercussão maior quando a personagem Lexa (Alycia Debnam-Carey), da série The 100, que fazia par romântico com Clarke Griffin (Eliza Taylor), foi morta. O fandom de Clexa (nome dado ao shipper) e de tantos outros casais, e de personagens de mulheres queer decidiram se juntar e chamar a atenção para um fato periódico nas produções audiovisuais: a morte dessas personagens parte da comunidade. Iniciou-se, então, o movimento Bury Your Gays trope, que busca aumentar o debate sobre esta situação e aumentar a conscientização sobre o dano infligido à comunidade.

E é com isto em mente que resolvi escrever este especial com cinco séries que não mataram as personagens LGBTQ. Optei por falar de duas séries que encerraram recentemente, uma que está prestes a ser encerrada e duas que estão em andamento. Portanto, se você não assistiu as séries a seguir, mas quer ler o que vem por aí, não se preocupe, pois avisarei quando tiver major spoilers, ou seja, spoilers grandes. Enfim, shall we begin?

Lost Girl (2010-2016)

 

A série criada por Michelle Lovretta (Killjoys), que tem Emily Andras (Wynonna Earp) como produtora executiva, conta a história de uma súcubo chamada Bo Dennis (Anna Silk), que descobre, já adulta, o que ela é e que faz parte de um universo de seres mitológicos que vivem juntamente a humanos. Bom, não vou entrar em muitos detalhes aqui, mas vamos lá: se o poder de uma súcubo é se alimentar da libido sexual dos outros, portanto, pode esperar uma protagonista que é pansexual. Apesar de nunca ter sido confirmado durante a série, é algo possível de constatar devido a natureza da mesma.

Bom, se não bastasse uma protagonista maravilhosa dessas, o telespectador é presenteado com Dra. Lauren Lewis (Zoie Palmer), a médica humana em meio a “deuses”, que é lésbica (apesar de ter sido algo nunca afirmado também), portanto, posso estar errada e a mesma ter sido bissexual a vida inteira, não sei. Mas enfim, as circunstâncias fazem a gente deduzir. O importante aqui é que além de ter sido uma personagem secundária que ganhou o coração dos fãs e cada vez mais destaque ao longo das temporadas, Lewis também se envolve romanticamente com Bo e as duas vivem um relacionamento de idas e vindas.

A construção de ambas as personagens, assim como, do relacionamento que vivem, é excelente. O crescimento, amadurecimento e tudo o que acontece ao longo das cinco temporadas fazem com que dê gosto assistir o desenrolar de Doccubus (nome dado ao shipper). Vale ressaltar que nenhuma das duas morrem (óbvio rs) e que (MAJOR SPOILER ALERT) as duas terminam juntas. Obrigada, produtores executivos que escutam o fandom!

Orphan Black (2013-2017)

 

A série das sestras encerrou a jornada no último sábado e já merece estar aqui neste especial, afinal, não matou as personagens LGBTQ. Cosima Niehaus, uma doutoranda de origem americana e uma das clones interpretadas por Tatiana Maslany, aparece pela primeira vez no segundo episódio da primeira temporada. A jovem, lésbica assumida, se envolve romanticamente, mais para frente, com a Dra. Delphine Cormier (Evelyne Brochu) que trabalha para as pessoas que criaram as clones.

A dinâmica entre as duas personagens é interessante e o crescimento individual de cada uma é crucial para toda a série, assim como, o desenrolar do relacionamento delas. É preciso admitir que Delphine não só ganha mais o público a cada momento, mas também surpreende em diversas situações. Do outro lado, Cosima é a geek monkey favorita de todos nós.

(MAJOR SPOILER ALERT) Orphan Black teve a chance de se livrar de vez da francesa, mas invés disso ganhamos a Cormier de volta e tivemos a chance de vê-la contribuir para a liberdade das sestras. Sem contar que fomos presenteados com um final feliz para Cophine (nome dado ao shipper).

Grey’s Anatomy (2005-atual)

A série médica criada por Shonda Rhimes (Scandal) nos presenteou diversas vezes com personagens, episódios, momentos, entre outras coisas mais, que debateram e continuam a debater temas como racismo, empoderamento feminino, sexualidade, e por aí vai. Se não bastasse tantas coisas que GA nos deu (e também nos tirou), Shonda resolveu criar a Dra. Callie Torres e chamar a maravilhosa Sara Ramírez para interpretar.

Torres, que já tinha se envolvido com personagens masculinos, começa, durante a quarta temporada, a ter um relacionamento com Erica Hahn (Brooke Smith), porém, na quinta temporada, a cardiologista deixa série e é a partir disso, graças ao Cosmo, que Callie conhece a pediatra-cirurgiã Arizona Robbins (Jessica Capshaw). A personagem de Ramírez que já havia ganhado o coração de todos com as características particulares que possuía, conquistou ainda mais ao longo do crescimento e desenvolvimento do relacionamento dela com Robbins.

Calzona (nome dado ao shipper) (MAJOR SPOILER ALERT) realizou uma das cerimônias de casamento mais lindas da TV e se não bastasse uma união lindona dessas, bicho, as duas tiveram uma filha (como isso tudo rolou você precisa ver a série pra saber). (MAJOR SPOILERS ALERT OFF)

Bom, nem tudo são flores nas séries de Shonda Rhimes e as duas não ficaram juntas até o final, mas, ao menos, Callie deixou a série viva (diferente de muitos outros personagens) e Arizona permanece viva, na série (MAJOR SPOILERS ALERT) com uma perna e com a guarda da filha.

Wynonna Earp (2016-atual)

Esta série que mal começou e a gente já considera pacas conta a história de Wynonna Earp (Melanie Scrofano), herdeira da maldição dos Earp e destinada a matar todos os demônios dentro do Ghost River Triangle (veja a série para saber mais sobre ou leia minha crítica da primeira temporada, risos). A série nos deu de presente um ser humano maravilhoso chamado Katherine Barrell. A atriz que interpreta a policial Nicole Haught (haught, hot, entendeu, várias piadas maravilhosas, Haughtdamn) se envolve romanticamente com a irmã mais nova de Wynonna, a jovem Waverly Earp (Dominique Provost-Chalkley).

Nicole Haught, que tem a capacidade de roubar qualquer mulher do namorado/a, noivo/a, esposo/a, da promessa de passar a vida inteira virgem ou de se tornar algo semelhante a uma freira, é uma personagem cujo passado ainda estamos conhecendo, mas que cada vez mais tem se tornado importante para o combate às criaturas míticas e conquistado o fandom. O destaque é tanto que a mesma ganhou um site, criado pela produção da série, em que possui notas, ligações, e-mails e vídeo conferências trocados por ela.

O relacionamento da Policial Haught com a jovem Earp, conhecidas como WayHaught (nome dado ao shipper), é um personagem a mais para acompanhar dentro da série de TV. Sem contar que é impossível não torcer para que elas fiquem juntas para sempre e sempre, se casem e tenham filhos ruivos lindos. E apesar de Wynonna Earp ainda estar na segunda temporada, em Emily Andras (criadora da série) confiamos.

Supergirl (2015-atual)

A série que tem como estrela a atriz Melissa Benoist, intérprete de Kara Danvers/Supergirl, surpreendeu o telespectador ao apresentar um possível par romântico para Alex Danvers (Chyler Leigh), irmã adotiva de Kara, e agente do DEO, na segunda temporada. A personagem que até então se identificava como heterossexual, começa a questionar a sexualidade ao conhecer a Detetive Maggie Sawyer (Floriana Lima), lésbica assumida.

A personagem de Lima passa, então, a ser peça fundamental na descoberta e aceitação de Alex em relação à sexualidade. O desenvolvimento de todo este arco é de suma importância para uma série que tem como audiência um público mais jovem, em que alguns podem estar em situações semelhantes. Apesar da rejeição de Maggie a principio, quando a mais velha das Danvers assume os sentimentos que possui, não tarda para que as duas embarquem em um dos relacionamentos LGBTQ mais bem construídos e saudáveis dentro de uma série de TV.

(MAJOR SPOILER ALERT) Depois de tudo que viveram durante a segunda temporada, Alex, SE LIGA NA EVOLUÇÃO DESSE MULHERÃO DA PORRA, pede a detetive em casamento e o fandom é deixado com um enorme cliffhanger já que não vemos a resposta de Maggie, apenas o sorriso. Contudo, as fotos que saíram das gravações da terceira temporada não deixam dúvidas que teremos um casamento Sanvers (nome dado ao shipper). O porém está no fato de que Floriana Lima será recorrente durante este ano, o que deixa aberto o questionamento se o relacionamento irá triunfar ou não.

Entretanto, os produtores afirmam que sim, então, acredito neles para fazer jus ao casal mais querido de Supergirl.

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Bom, meu querido fandom de casais e personagens de mulheres queer, espero que tenham gostado das séries que foram citadas acima e vamos torcer por mais representação dentro das produções audiovisuais. Até a próxima!

That’s all folks!

‘It – A Coisa’ deve estrear com US$ 50 milhões nos Estados Unidos

O Hollywood Reporter liberou os números das primeiras estimativas de estreia para ‘It – A Coisa‘ nos Estados Unidos.

A publicação cita que a expectativa é de bilheteria ao redor dos US$ 50 milhões nos três primeiros dias de estreia.

O THR diz ainda que a quantia poderá subir até os US$ 60 milhões caso a Warner aumente a divulgação da produção.

Um ponto interessante é que se o terror estrear na casa dos US$ 50 milhões, baterá o recorde que hoje pertence a ‘Hotel Transilvânia 2‘, que com US$ 48.5 milhões é a maior estreia para o mês de setembro.

Nova imagem de ‘It – A Coisa’ traz ator de ‘Stranger Things’

‘It – A Coisa’ será parecido com ‘Stranger Things’, afirma produtor

A Coisa‘ mostrará o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.

Andrés Muschietti (‘Mama’) dirige. Após o sucesso de ‘Deadpool‘, o terror também será R-Rated (para maiores de 17 anos) – saiba mais!

Bill Skarsgard (‘Divergente’) vive Pennywise, conhecido como “A Coisa” por aterrorizar crianças vestido de palhaçoSkarsgard substitui Will Poulter (‘Maze Runner’, ‘Família do Bagulho’), que se desligou do elenco após os diversos adiamentos da produção.

O novo elenco ainda conta com Jaeden Lieberher (‘Midnight Special’), Finn Wolfhard (‘Stranger Things’), Jack Grazer (‘Contos do Halloween’), Wyatt Oleff (‘Guardiões da Galáxia’) e Chosen Jacobs (Hawaii Five-0).

Após trailer com Dr. Estranho, ‘Thor – Ragnarok’ ganha fotos inéditas

Thor – Ragnarok‘ ganhou algumas novas imagens inéditas com os vários personagens do elenco principal.

Assista, com o trailer que trouxe o ‘Doutor Estranho‘:

“O mundo de Thor está prestes a explodir em Thor – Ragnarok. Seu irmão desajeitado, Loki, assumiu Asgard, a poderosa Hela emergiu para roubar o trono para si e Thor é preso no outro lado do Universo. Para escapar do cativeiro e salvar sua morada da destruição iminente, Thor deve primeiro ganhar uma batalha mortal contra seu ex-aliado e antigo Vingador… O Incrível Hulk.”

Chris Hemsworth gostaria que ‘Thor – Ragnarok’ tivesse humor, como ‘Guardiões da Galáxia’

Cate Blanchett pode viver a primeira vilã da Marvel em ‘Thor: Ragnarok’

Diretor de ‘Thor: O Mundo Sombrio’ critica a Marvel Studios

Thor: Ragnarok‘ chegará aos cinemas em 2 de Novembro de 2017.

 

‘Blood Honey’: Terror com abelhas ganha clipe assustador

Já imaginou um terror que tivesse abelhas como pano de fundo?! ‘Blood Honey‘ é basicamente isso!

A seguir, você confere o primeiro clipe do terror que traz como premissa uma família disfuncional que vive em uma ilha onde as abelhas são o principal meio de sobrevivência do grupo.

Confira:

Prévia da 2ª temporada de ‘Riverdale’ mostra que série vem mais adulta

Com um excelente final de temporada, ‘Riverdale‘ vai com tudo para o segundo ano.

E um dos pontos fortes é que a série vai se aprofundar ainda mais no lado “sombrio” dos personagens.

A nova prévia, por exemplo, traz um tom muito mais adulto do que o conferido no primeiro ano.

Assista:


Crítica | Corpo Elétrico – cinema nacional representativo

Liberdade Extrema

O conceito de liberdade, e as novas tintas que a ele se agregam, inerentes do mundo moderno, é o cerne de Corpo Elétrico – primeiro longa-metragem do cineasta Marcelo Caetano, assistente de direção em filmes como Tatuagem (2013), Boi Neon (2015) e Mãe Só Há Uma (2015). Assim como nas obras em que trabalhou, Caetano dá voz a um cinema antes tido como marginal, e que ganha cada vez mais verve devido ao seu cunho representativo.

Escrito pelo próprio diretor, em parceria com Gabriel Domingues e Hilton Lacerda (Árido Movie e Febre de Rato), o longa segue Elias (Kelner Macêdo) jovem gay e paraibano, vivendo em São Paulo. Sua existência atual divide-se entre o trabalho numa confecção de roupas próspera, na qual tem importante cargo, e a vida pessoal, onde constam confraternizações com os amigos (muitos do trabalho) e encontros sexuais.

Elias, o protagonista de Caetano, é a representação e símbolo de uma geração. Sua relação social surge como aspiração para um mundo inclusivo, longe de violência e mazelas. É interessante notar como o cineasta preza o amor em sua obra, se mantendo distante de problemáticas ou qualquer conflito do mundo exterior. Esse tipo de sentimento que permeia Corpo Elétrico pulsa como discurso político de aceitação necessária, vislumbrando o quão simples as coisas poderiam ser.

Fora isso, a obra do cineasta aposta em riqueza visual, enaltecendo o valor de produção. Num plano-sequência por uma rua desértica, vemos os colegas de trabalho caminhando e simplesmente conversando, a cada novo membro do grupo que chega e é agregado à cena, a tomada ganha novas proporções, constituindo um misancene ousado para uma produção pequena e de poucos recursos. O mesmo ocorre em outro momento, com a câmera parada e os personagens em volta da mesa, interagindo e comendo. Novamente, em outra cena, Caetano aposta na estética quando filma um mar de guarda-chuvas pelas ruas da metrópole, confeccionando uma dança sem música.

Jogando contra, existe certa estática de narrativa. Como se o roteiro permanecesse estacionado num momento único da jornada do protagonista, sem evolução, ou interesse para algo além, para sabermos mais, uma vez compreendido e estabelecido quem é Elias e os que o cercam.

Voltando ao primeiro parágrafo, e ao conceito de liberdade, não existe ou não deveria existir a estigma de liberdade demais. Esta liberdade extrema é representada em dois momentos em Corpo Elétrico. Primeiro, quando o corpo de Elias flutua no mar sem rumo. E depois, em sua resposta sobre o desejo de não retornar ao trabalho, o qual foi o responsável por parte de suas amizades e lhe promete um futuro enriquecedor (a dona da confecção vai para Londres, com a promessa de um dia levar Elias com ela). É poder estar livre de ambições profissionais e financeiras. O Corpo Elétrico, cuja energia está em querer ser o que quiser sem se conter, é a liberdade extrema.

‘Frozen’: Peça na Broadway ganha primeira imagem

A Entertainment Weekly liberou o primeiro visual completo do elenco principal de ‘Frozen‘ na Broadway.

A estreia no palco mais famoso do teatro mundial acontecerá em fevereiro de 2018.

Confira, com o vídeo dos bastidores:

Frozen 2‘ tem estreia marcada para 27 de novembro de 2019, nos cinemas americanos.

O filme voltará a reunir a equipe de filmagem do primeiro filme: O diretor Chris Buck, a diretora e roteirista Jennifer Lee e o produtor Peter Del Vecho.

Dublador do boneco Olaf fala sobre ‘Frozen 2’

Frozen’ foi a animação mais lucrativa do estúdio, arrecadando quase US$ 1,3 bilhão mundialmente, e rendeu à Disney dois Oscars (Melhor Animação e Melhor Canção Original).