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‘Versace: American Crime Story’ é um “tapa na cara de Trump’, diz Ryan Murphy

The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story‘, a segunda temporada da já consagrada antologia produzida por Ryan Murphy, pretende abordar outros assuntos polêmicos, exatamente como ‘The People Vs. O.J. Simpson’ o fez em 2016.

Segundo o próprio criador da série, o novo ciclo vai tratar temáticas sociais, como a sexualidade e a homofobia nos anos 90, tratando aspectos que fazem parte de uma ferida ainda aberta – principalmente com Donald Trump à frente da Casa Branca.

Diz Murphy:

“Quanto mais eu lia sobre o assunto, mais perplexo eu ficava com o fato do assassino Andrew Cunanan ter sido inocentado nos tribunais. Cheguei à conclusão de que ele só conseguiu se safar do crime por conta da homofobia. Existia uma enorme apatia em torno do crime, as pessoas não se importavam e a impressão que dava é que os gays eram descartáveis em nossa cultura”.

Os assuntos vão também abrir um importante debate, que vai tocar em pontos dolorosos das políticas públicas que Trump pretende implantar, como o fim do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

De acordo com Ryan Murphy, a série é um posicionamento clínico e um “gelado tapa na cara” de Trump e suas políticas opressoras:

“Eu creio que o timing é perfeito para fazermos uma temporada assim e acho que ela abrirá uma discussão necessária. Uma das razões para eu querer trazer este tema neste ano é porque nós tivemos grandes avanços com Obama. Eu sentia que ele era o presidente que se importava, era o meu presidente. Nós evoluímos tanto nas políticas LGBTs, conferindo direitos e tirando esse nicho da marginalidade e de repente Trump assumiu a presidência e parece que as portas se fecharam e o medo e a opressão voltaram, tentando tirar tudo aquilo pelo qual lutamos tanto por tanto tempo. Então esta temporada é um gelado tapa na cara nas políticas que este governo está querendo implantar. Nós celebramos os gays e a criatividade gay, este é o timing perfeito para falarmos sobre isso”.

 

 

Crítica | American Crime Story (1ª Temporada) 

A segunda temporada ‘American Crime Story‘ focará em Gianni Versace, estilista de alta costura italiano. Ele foi assassinado pelo assassino em série Andrew Cunanan em 15 de julho de 1997 com dois tiros na nuca, na entrada de sua casa em Miami Beach. A série também conta com Ricky MartinDarren Criss e Edgar Ramirez.

O assassino se matou poucos dias depois.

Crítica | O Círculo – Suspense Tecnológico é ‘A Rede’ do nosso tempo

O Fantasma da Máquina

Vivemos uma era de tanto material reciclado, de tantas cópias carbono e de tanto mais do mesmo, que quando surge uma ideia um pouco mais adulta e fora da caixinha, é quase impossível não sermos atraídos como um ímã para ela. É exatamente o que ocorre aqui, com este O Círculo, baseado no livro homônimo de Dave Eggers, roteirista experiente, que também assina a adaptação.

Vivemos num mar onde tudo parece ser filmes de super-heróis, sequências intermináveis ou blockbusters inflados, na maioria das vezes falhando no primordial, a humanidade. Quando livros são adaptados ao cinema, surge uma enxurrada de romances infanto-juvenis – forte tendência atual – onde a mínima porcentagem se destaca pela qualidade (sejam ficções científicas sobre futuros distópicos ou os famosos dramas românticos de doença). Quando um livro de sucesso para o público adulto surge anunciado, os cinéfilos mais velhos se veem aguando, e daí nossas gigantescas expectativas para obras como Garota Exemplar (2014), A Garota no Trem (2016) ou Assassinato no Expresso Oriente (2017).

O Círculo é mais um que chega para suprir esta necessidade, de um filme que fuja de todos os quesitos apresentados no primeiro parágrafo. É uma produção mainstream, vendida ao grande público, com verdadeiros astros. Ou seja, uma parcela de cinema cada vez mais rara na atualidade. Na trama, Emma Watson interpreta Mae, jovem dedicada, que recebe a oportunidade de sua vida ao conseguir emprego numa empresa de tecnologia conhecida como Círculo. Imagine uma mistura de Google e Facebook. No local, ela é apadrinhada por Annie (Karen Gillan, a Nebulosa de Guardiões da Galáxia), amiga que lhe consegue a vaga.

Aos poucos a protagonista, uma menina simples, vinda do interior, vai se adaptando à nova realidade. A companhia preza por um forte senso de comunidade, beirando o excessivo, onde vida pessoal e profissional se conectam de tal forma que desembocam numa via única. Tal comprometimento é inicialmente rebatido pela protagonista, assim como seria com qualquer pessoa com o mínimo de discernimento e equilíbrio emocional. Mas até isso é incorporado aos poucos e de forma orgânica, uma vez que Mae perceba que o Círculo não é de todo mau, de fato, até a saúde de seus pais é acolhida pela empresa.

A falta de privacidade é o tema central de O Círculo, cuja proposta é bem mais criativa e interessante do que a maioria dos projetos propostos por Hollywood. A verdade é que a ideia é tão boa que nem mesmo o filme consegue acompanha-la. Discutir a era da falta de privacidade, num tempo onde câmeras monitoram cada passo nosso, involuntariamente ou através de nosso desejo de estrelato, cria uma suculenta dualidade sobre direitos, deveres e a tênue linha coexistente no tópico atualíssimo. Espionagens governamentais de filmes de suspense da época da Guerra Fria deram lugar a empresas privadas com acesso instantâneo a milhões de pessoas. O Círculo tem muito a dizer sobre nosso comportamento em relação à tecnologia e os limites do aceitável.

Como O Círculo não é um documentário, precisa existir o mínimo de conflito, e aqui a trama da vez é a da jovem humilde engolida por um mundo maior que ela, quando recebe sua grande chance profissional. Do clássico Wall Street – Poder e Cobiça (1987) até a comédia O Segredo do meu Sucesso, do mesmo ano, o mundo corporativo já foi apresentado como o ‘vilão’ de diversas obras do cinema. A diferença em O Círculo é que agora esta entidade tão malvada trabalha às claras e a nosso favor. Ou quase.

Completando o elenco principal, Tom Hanks, um dos maiores astros do cinema atual, interpreta o dúbio dono da empresa, e Patton Oswalt vive seu fiel escudeiro no negócio. John Boyega (o Finn de O Despertar da Força) é o  jovem gênio rebelde Ty, que enxerga o potencial de ameaça da companhia, se tornando a consciência do longa, e os saudosos Bill Paxton e Glenne Headly, ambos falecidos este ano, são os pais de Mae.

Com o filme, o cineasta James Ponsoldt, dono de um currículo invejável de filmes independentes (Smashed – De Volta à Realidade, O Maravilhoso Agora e O Final da Turnê), realiza sua produção mais ambiciosa. E entrega uma obra moderna e relevante, dona de uma montagem dinâmica, dessas que tratam de incluir na tela mensagens de inúmeros aplicativos sociais, dividindo espaço com a ação da narrativa.

O Círculo pode não ser tão impactante quanto sua proposta, e até ser considerado previsível de certa forma – ao percebermos para onde a história irá caminhar. Ao mesmo tempo, sua falta de pretensão em querer responder ou solucionar os avanços do mundo moderno, recai como ponto a favor. Longe de ser um marco como A Rede Social, O Círculo entrega comentários sociais pungentes, mesmo banhados em cinema entretenimento.

’13 Reasons Why’: Mãe de Hannah ainda buscará respostas sobre suicídio da filha

Com as filmagens da segunda temporada já iniciadas, a Entertainment Weekly conversou com Kate Walsh, que interpreta a mãe de Hannah Baker, sobre mais detalhes da segunda temporada de 13 Reasons Why.

Kate confirmou que os flashbacks serão parte central na nova narrativa, sobretudo, para explicar mais detalhes dos momentos antes e depois da morte de Hanna.

Walsh também comentou que Olivia Baker continuará em busca dos culpados que foram responsáveis pela morte de sua filha.

“A senhora Baker ainda continuará a buscar respostas do que aconteceu com sua filha.”

Agora, levando em conta que a primeira temporada terminou com os pais de Hannah prontos para ouvirem as fitas, pode ser que na segunda temporada a ideia seja incriminar formalmente todos eles.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

A série tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar® Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados).

Os 13 episódios deste drama jovem adulto já estão disponíveis na Netflix.

 

Série ‘Dredd’ vai misturar o “macabro com o insano”, diz produtor

Depois de um filme espetacular do ‘Dredd‘ com Karl Urban, a série finalmente está para sair.

E em conversa com a revista SFX, o produtor Jason Kingsley explicou mais alguns detalhes sobre o TV Show.

“A série trará elementos sombrios de fantasia, que é algo que queremos muito explorar. O show combinará o macabro com o insano. Temo algo gigantesco para explorar, são mais de 400 histórias para contar… Para apresentar tudo o que queremos fazer com Mega-City One não seria suficiente em um filme com duas horas.”

A série de ‘Dredd‘ ainda não tem canal definido, mas mais informações deverão ser reveladas ao longo da San Diego Comic-Con, em julho.

O filme, lançado com Karl Urban na pele do herói, custou US$ 50 milhões e arrecadou apenas US$ 35 milhões mundialmente – tornando uma sequência inviável.

Dredd‘ é baseado em uma HQ de William Wisher Jr. e Michael De Luca.

A adaptação estrelada por Stallone também foi fracasso de público e crítica, arrecadando apenas US$ 34,6 milhões mundialmente, bem menos que o orçamento do filme que foi de US$ 90 milhões. Porém, com o passar dos anos, se tornou um clássico cult.

Agora, a franquia tenta uma nova chance nas telinhas!

Nova foto traz a sala de transporte de ‘Star Trek: Discovery’

O site da revista americana Entertainment Weekly divulgou com exclusividade uma nova foto da sérieStar Trek: Discovery‘. A imagem traz uma das salas de transporte, presente na U.S.S. Shenzhou.

Confira, com as imagens anteriores:

 

Paramount cortou o beijo gay de ‘Star Trek: Sem Fronteiras’

 

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo

A Netflix lançará a produção em 188 países, exceto os Estados Unidos e o Canadá, que terão exibição pelo canal americano CBS. O lançamento dos episódios acontecerá 24 horas após a exibição nos Estados Unidos.

“Este é o melhor momento para dar aos fãs de Star Trek uma nova série, comemorando os 50 anos do seriado original. Todos nós temos um grande respeito pela franquia e estamos animados em lançar este novo capítulo através da mente criativa e mãos hábeis de Alex Kurtzman, que conhece os fãs como ninguém”, afirmou o presidente do CBS Studios, David Stapf.

A série terá uma história inédita, e não terá ligação com os filmes e com o seriado antigo.

A produção fica à cargo de Alex Kurtzman, roteirista e produtor da nova trilogia ‘Star Trek’.

Transmitida entre 1966 e 1969, ‘Star Trek’ teve três temporadas e 79 episódios produzidos, além de servir como base para várias séries derivadas.

 

Alexis Bledel entra para o elenco regular na 2ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale’

A Variety confirma que Alexis Bledel agora faz parte do elenco regular da segunda temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘.

Na primeira temporada, Alexis participou da série como atriz convidada, mas sua personagem se tornou de total importância para o desenvolvimento de Elisabeth Moss, o que fez com que os produtores tomassem a decisão de dar mais destaque a Alexis nesta segunda temporada.

A série é baseada na obra de Margot Atwood (‘O Conta da Aia‘).

A história já foi retratada em 1990 no filme ‘A Decadência de Uma Espécie‘, de Volker Schlöndorff (‘O Guardião da Floresta‘).

Samira Wiley (‘Orange is the New Black‘) e Elizabeth Moss (‘Mad Men‘) protagonizam a distopia futurista, que mostrará mulheres como propriedade do governo. Isso acontece por causa dos baixos níveis de fertilidade dos seres humanos. E na história as mulheres férteis serão “treinadas” para a vida de escravas sexuais, dedicada apenas a reprodução humana.

Alexis Bledel, a Rory de ‘Gilmore Girls‘, viverá Ofglen, amiga da protagonista Offred.

O elenco ainda tem Ann Dowd, Yvonne Strahovsky e Joseph Fiennes.

Michael Beach entra para o elenco de ‘Aquaman’

Michael Beach, inclusive, já tinha até iniciado as filmagens de ‘Aquaman‘, mas só agora a Warner confirmou oficialmente a entrada do ator para a adaptação.

Na trama, Michael será Jesse Kane, o líder de um grupo de pescadores que tem um confronto nada amigável com o Rei dos Mares.

O elenco de ‘Aquaman‘ conta com Jason Momoa, Patrick Wilson, Amber Heard,Willem Dafoe, Nicole Kidman e Temuera Morrison.

O mais recente contratado foi Ludi Lin, um dos protagonistas do novo ‘Power Rangers‘, que interpretará Murk, o líder do exército de Atlantis e grande amigo do protagonista.

Don Burgess será o diretor de fotografia da adaptação.

Lembrando que ‘Aquaman‘ tem estreia prevista para dezembro de 2018.

‘Aquaman’: Diretor fala sobre a dinâmica dos personagens de Jason Momoa e Amber Heard

Patrick Wilson mostra seu treinamento para viver o vilão em ‘Aquaman’

Crítica | Ao Cair da Noite – terror psicológico aborda o medo do comportamento humano

Paranoia Enclausurada

Esqueça tudo o que você imagina sobre Ao Cair da Noite. Os elogios da imprensa estrangeira, a nota exuberante no Rotten Tomatoes (86% de aprovação) e o disse me disse do hype de que este é “o filme de terror do ano”. Você irá sair decepcionado e frustrado! Mas isso não é necessariamente uma coisa ruim, ou qualquer indício de que a produção escrita e dirigida pelo jovem cineasta Trey Edward Schults não possua inúmeras qualidades – ela possui sim.

Ao Cair da Noite chega para mostrar, entre outras coisas, o mau condicionamento do público atual. Se nossas expectativas não forem atendidas tendemos a desmerecer qualquer tentativa de originalidade. Se não assistirmos nos trailers e prévias quase o filme inteiro e se houver alguma surpresa escondida, o fato se torna uma tempestade num copo d´água. O curioso é que as mesmas pessoas que acusam os trailers de mostrarem demais, saem insatisfeitas quando são oferecidas algo inesperado, algo com o qual não estão acostumadas e que só tende a acrescentar o repertório de qualquer cinéfilo – enriquecendo-o. Afinal, para que queremos algo novo, se podemos ter a mesma ideia reciclada à exaustão?

Mas não sinta-se depreciado por estes comentários, afinal sair frustrado de Ao Cair da Noite mostra-se apenas humano, sentimento que permeou a mente inclusive de profissionais escolados, alguns com décadas de experiência. Este fiel amigo que vos fala, vivenciou o mesmo, inegavelmente. E o pior, sabendo o que me esperava. Obviamente, não recebi nenhum spoiler, mas fui alertado por colegas que haviam assistido ao filme antes sobre o que me aguardava. Mesmo assim, fui pego de surpresa. Portanto, sintam-se livres para terem sentimentos mistos sobre a obra.

Ao Cair da Noite é a segunda parceria do diretor Schults com a produtora A24, um dos grandes nomes atuais do cinema norte-americano. A diferença é que a A24 aposta no inusitado, aposta no diferente, nas chamadas ideias fora da caixinha. Justamente por isso, é dona de alguns dos filmes mais polêmicos e elogiados dos últimos anos, vide Spirng Breakers: Garotas Perigosas (2013), Sob a Pele (2014), Ex-Machina (2015) e A Bruxa (2016). Ou seja, de maneira alguma obras para todos os gostos. Uma coisa é certa, para apreciar as produções da casa, é preciso ter a mente muito aberta – e mesmo assim, isso não é garantia de que irá gostar, ao menos não de todas.

Na trama, uma família vive enclausurada numa casa na floresta. Sem recebermos todas as informações necessárias, presumimos que alguma espécie de vírus tomou conta do local. Esta é uma realidade apocalíptica. Pense em filmes como A Estrada (2009), de John Hillcoat, com Viggo Mortensen, ou Os Últimos na Terra (2015), de Craig Zobel, com Margot Robbie. Dentro do local, pai (Joel Edgerton), mãe (Carmen Ejogo) e filho (Kelvin Harrison Jr.) vivem uma rotina rigidamente regrada, com o único propósito de sobrevivência. Logo de início, ocorre a despedida do avô (David Pendleton), o quarto morador, que mesmo ausente terá grande peso nesta dinâmica. O cão da família também é um elemento de importância aqui.

A comida é racionada e máscaras de gás são constantemente usadas, em especial para as vezes em que é preciso sair da casa para buscar lenha e água. À noite, a ordem é permanecer dentro. Estabelecido o cenário desta assustadora realidade, o conflito é apresentado na forma de um estranho que chega ao local, vivido por Christopher Abbott. De potencial ameaça, o sujeito passa a aliado, ao apresentar sua família, igualmente necessitada – um espelho para a família protagonista. Riley Keough (uma das noivas de Mad Max: Estrada da Fúria), novo clone de Kristen Stewart (depois de Teresa Palmer), é a mãe do pequeno Andrew (Griffin Robert Faulkner). Os seis começam a viver juntos sob o mesmo teto e tudo poderia se encaminhar para um final feliz – não fosse este um thriller dramático.

Quem for esperando terror, sairá insatisfeito. Ao Cair da Noite não possui nada em comum com filmes de terror de grandes estúdios que são exibidos nos shoppings, como Invocação do Mal, Quando as Luzes se Apagam e O Homem Nas Trevas. Sua narrativa é a de cinema de arte, com ritmo deliberadamente lento, e estética que valoriza mais o cinema independente na hora de contar uma história. Atuações intensas, fotografia contemplativa, edição com menos cortes – alguns planos sequência são muito interessantes e bem vindos – e nenhum (ou poucos) sustos fáceis – os chamados jumpscares.

Ao Cair da Noite fala muito mais sobre nossos medos internos e transborda tópicos como paranoia, experimentando a forma como lidamos e convivemos sob circunstâncias extremas. O mal pode existir e estar lá fora, mas permeia todos nós, se mostrando muito mais perigoso e urgente quando é deflagrado de dentro para fora. Na era de Trump, o filme se apresenta como forte analogia, digna de diferentes conclusões e inúmeras possibilidades.

‘Viúvas’: Carrie Coon, de ‘Fargo’, entra para drama com Viola Davis

O mais novo longa de Steve McQueen, ‘Viúvas‘, que já conta com Viola Davis, Cynthia Erivo, Michelle Rodriguez e Liam Neeson, ganhou um novo membro em seu elenco. Carrie Coon, das elogiadas ‘Fargo’ e ‘The Leftovers‘, é a mais nova adição ao elenco.

Baseado na minissérie britânica homônima de 1983, a produção acompanha quatro ladrões que são mortos após um mal sucedido roubo, deixando para suas respectivas viúvas a missão de cumprir o trabalho inacabado.

Escrito por Gillian Flynn (‘Garota Exemplar‘) e McQueen, as filmagens de ‘Viúvas‘ estão previstas para começarem ainda este ano. A data de estreia será 16 de novembro de 2018.

Gemma Arterton negocia estrelar live-action da Disney sobre o ‘Ursinho Pooh’

Com Ewan McGregor já confirmado como Christopher Robin, o icônico garotinho da animação Ursinho Pooh, o Deadline confirma que Gemma Arterton está em negociações com a Disney para também estrelar o live-action.

Na história, Gemma deverá viver a esposa de Robin.

Christopher Robin‘ traz uma trama centrada no já adulto Christopher Robin, que abandonou as aventuras do Hundred Acrewood e agora se concentra nas atribuições rotineiras. Mas quando seu trabalho começa a sobrecarregar seus compromissos familiares, ele recebe uma visita de Pooh, que precisa encontrar seus amigos. Christopher precisa aprender a lidar com os dois lados de sua vida colidindo, sem colocar ambos em risco.

A produção será roteirizada por Tom McCarthy, responsável por ‘Spotlight: Segredos Revelados’, e pode vir a contar com outro rascunho desenvolvido por Allison Schroeder, de ‘Estrelas Além do Tempo

O projeto será dirigido por Marc Forster, que já esteve à frente de ‘Guerra Mundial Z’ e ‘007 – Quantum of Solace’.

 

 

 

Nova prévia do season finale de ‘Pretty Little Liars’ relembra momentos marcantes

O canal Freeform liberou um novo vídeo para o season finale de ‘Pretty Little Liars.

Confira:



Na série, cinco amigas inseparáveis têm suas vidas mudadas para sempre quando uma delas, a líder do grupo, desaparece misteriosamente. Um ano depois, Alison ainda está sumida e ninguém sabe se ela ainda está viva. Enquanto isso, as outras quatro adolescentes passam a receber mensagens ameaçadoras de alguém que sabe de um grande segredo que elas guardam.

 

 

Crítica | Divinas Divas – Representatividade Máxima

Uma declaração de amor para musas pioneiras

Não existe ninguém mais apropriado para levar aos cinemas a trajetória de oito das maiores e mais veteranas travestis brasileiras do que a atriz Leandra Leal. Unindo o útil ao agradável, Leal, um dos nomes proeminentes da atualidade quando o assunto é cinema nacional, debuta como diretora de longas-metragens, com um documentário no qual não poderia estar mais em casa.

O passado, vida e história de Leandra Leal estão imensamente conectados às de Rogéria, Jane Di Castro, Divina Valéria, Camille K, Fujika de Halliday, Eloína dos Leopardos, Marquesa e Brigitte de Búzios, todas tema de sua estreia. Tudo porque o palco do teatro Rival, na Cinelândia, Rio de Janeiro, foi um dos primeiros lares a abrigar estas icônicas artistas, parte da geração pioneira de travestis do entretenimento brasileiro, datando da década de 1960.

Américo Leal, dono do teatro e avô de Leandra, renomado empresário do ramo, viu potencial em um espetáculo do tipo, numa época em que apenas países mais evoluídos apreciavam tais artistas. No Brasil, ocorria a época da censura, da ditadura militar, o que dificultava consideravelmente (para dizer no mínimo) o dia a dia e a simples existência de artistas ou qualquer pessoa considerada subversiva. Demonstrando grande coração aberto e mente mais ainda, Leal, o avô, comprou o barulho e acolheu as citadas divas.

Muitos anos depois, Leandra Leal recebe o bastão e mantém a chama viva. Com roteiro da própria, em parceria com Carol Benjamin, Lucas Paraizo e Natara Ney, Divinas Divas é uma carta de amor a estas corajosas artistas, que ficam agora imortalizadas pelos Deuses da sétima arte. Além da declaração, o filme de Leal é uma volta ao passado, funcionando como reflexo e ponte com o presente, em tempos de ainda muita intolerância.

Existe certo didatismo no ensaio, que funciona exclusivamente na forma dos depoimentos de cada uma das Divas, revivendo através de histórias toda a sua jornada. Mesclando as inúmeras dificuldades, tragédias pessoais, relatos emocionantes (como a perda de companheiros) e muito bom humor, a diretora captura a alma de seus tópicos, retratando-as com muita honestidade. É impossível não se envolver, mesmo com o tempo de duração de quase duas horas e certa falta de material de arquivo – sendo a mais sentida, o retrato de uma Cinelândia do passado, funcionando a pleno vapor.

Tirando estes mínimos entraves, o coração de Divinas Divas está tão no lugar, que se torna uma experiência transcendente a apenas assistir a um filme. Leandra Leal as entrevista e consegue fazê-las despejar um pouco de suas essências na película, deixando pouco espaço, ou nenhum, para vontades não supridas do público. Divinas Divas é realmente mais do que um filme, é parte digna e muito necessária da cultura de nosso país.

Crítica | Apprentice (2016)

Dúvidas tornam as pessoas sábias. Escrito e dirigido pelo cineasta singapuriano Junfeng Boo, esse belo drama vai bem fundo na questão da pena de morte onde foca nos medos e indecisões de um jovem guarda prisional ao enfrentar seus conflitos internos, fruto de um passado que não consegue esquecer. O roteiro é maravilhoso, o desenvolvimento dos personagens, suas construções de desconstruções, uma pintura com carga dramática elevada ao mais competente sentido.  É um filme que merece debate em todas as salas de exibição onde for exibido. Infelizmente esse belo projeto ainda não tem previsão de desembarcar no circuito exibidor brasileiro (que tá bem mais preocupado com os blockbusters pipocões de sempre).

Na trama, conhecemos os primeiros dias do jovem e ex-militar Aiman (Firdaus Rahman) no serviço prisional de segurança máxima em uma das maiores cadeias de Singapura. Logo na primeira semana consegue destaque e ser visto com bons olhos por um dos chefes de execução do local Rahim (Wan Hanafi Su). Lutando contra seus conflitos pessoais, alguns ligados à irmã que está de viagem marcada para a Austrália onde irá se casar, certos segredos vem a tona para o público, transformando esse filme em um grande dilema para o protagonista.

Indicado a Mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes no ano passado, esse belo trabalho diretamente da Singapura explora um tema de debates de muitos países onde a pena de morte existe. A questão da consciência dos atos feitos, perfeitamente personificada na figura de Rahim é o grande centro de discussões, principalmente nos confrontos verbais e de ideias sobre a função de carrasco exercida e os direitos sobre a questão da dúvida. O filme navega em uma carga dramática gigante, com uma câmera preponderante em relação aos fatos, as lentes de Junfeng Boo percorrem cada espaço dessa trama impactante.

O protagonista chega à prisão de uma maneira e em poucos dias já vira outra pessoa. Seus receios e conflitos afloram quando consegue o cargo de aprendiz de carrasco. Isso tudo porque uma tragédia em sua família, ligada à função que exerce hoje na prisão, mudou o rumo de sua história e da sua irmã. Uma mescla de culpa com busca por respostas em saber mais detalhes sobre esse ocorrido é o grande segredo que o personagem esconde de todos exceto da irmã. Não é bem uma busca por vingança, é mais uma necessidade por respostas do porquê as coisas são assim no país onde vive.

Tendo oportunidade de assistir, não perca a chance. Apprentice (2016) é um belíssimo trabalho que possui atuações impactantes, uma direção de primeira e um roteiro competente.

Crítica | CHiPs: O Filme

Escrito, dirigido e estrelado por Dax Shepard (provável diretor do próximo Scooby-Doo que deve ser lançado em 2020 no Brasil), baseado em um seriado das antigas, que teve seis temporadas entre o final dos anos 70 e o início da década de 80, escrito por Rick Rosner, CHiPs: O Filme é mais uma daquelas comédias bem bobas que seguem a linha de Anjos da Lei e outros projetos do gênero. Há uma clara releitura de todo o universo da série. Tentando transformar a história com elementos de humor escrachado (diferente do usado no seriado), bastante ofensivo em alguns momentos, o projeto perde a magia que ganhara milhões de fãs mundo a fora, décadas atrás. Os fãs do seriado, em sua grande maioria, podem não gostar do resultado final desse filme.

Na trama, conhecemos um agente do FBI é designado para trabalhar infiltrado na equipe de patrulheiros rodoviários de Los Angeles com o nome de Frank “Ponch” Poncherello (Michael Peña) com o objetivo de descobrir corrupção dentro da corporação dos motoqueiros policiais. Ao mesmo tempo da entrada de Ponch à equipe, o ex-motociclista profissional Jon Baker (Dax Shepard), não sabemos como, consegue entrar na corporação e se torna parceiro de Ponch. Vindos de dois universos completamente diferentes e de personalidades bastante distante, a dupla precisará unir forças para descobrir as verdades sobre crimes de uma mesma gangue que acontecem na região.

O filme é honesto com o público desde seu trailer. Não ilude ninguém, se veste de comédia absurda e dá seguimento em uma história pra lá de maluca cheia de cenas picantes, destruição de carros, seduções via telefone e diálogos pouco construtivos. O roteiro falha em muitos momentos, nem as cenas de ação possui algum brilho. O vilão, papel do ótimo ator Vincent D’Onofrio, é a melhor parte do filme mesmo tendo pouco espaço em tanta cena desnecessária ao longo dos intermináveis 100 minutos de projeção. É mais um enlatado norte americano, igual a dezenas de comédias lançadas por Hollywood ano após ano.

Com um orçamento de absurdos 60 milhões de dólares e ao optar por um roteiro terrível com o simples intuito de gerar risadas bobas e vender pipoca, CHiPs: O Filme fica muito distante de ser uma homenagem à Larry Wilcox, Erik Estrada (os atores do antigo seriado) e aos fãs do antigo seriado.

Crítica | Free Fire

Em terra de cego, quem tem olho é rei. Com produção executiva de Martin Scorsese, chegou aos cinemas ingleses em março desse ano um filme pouco badalado mas bastante sangrento. Com óbvias referências a filmes policiais e ação de décadas passadas, como o clássico Cães de AluguelFree Fire chegou às telonas sem muita repercussão, mesmo tendo um elenco bem interessante, e manobra suas ações em um roteiro simples, bem objetivo e uma direção que dá muito ritmo a história. O roteiro e a direção são assinados pelo cineasta inglês Ben Wheatley (Turistas (Sightseers)) que executa um trabalho convincente e cheio de momentos hilários em meio ao caos.

Na trama, ambientada na década de 80 em Boston (EUA), um grupo de criminosos, comandados por Chris (Cillian Murphy) e com contato de Justine (Brie Larson), chegam a um balcão enorme e abandonado para comprar armas do grupo comandado por Vernon (Sharlto Copley) e Martin (Babou Ceesay). Chegando lá, após uma série de discussões mais brandas, um dos comandados de Verbon e Martin identifica em um dos comandados do outro grupo o homem que violentou uma parente dele na noite passada. Confusão armada, todos se abrigam onde podem, com as armas que tem em uma grande batalha cheia de tiros, explosões e muito violência.

É quase uma sessão nostalgia, aquelas roupas antigas, cada figuraça que aparece em cena e muita ação. Free Fire pode ser tudo menos um filme monótono. Todo mundo é vilão, não há mocinhos. Uma batalha pela sobrevivência ao melhor estilo Counter Strike é instaurada, os personagens interagem com diálogos marcantes (ao melhor estilo Tarantino). Os objetivos, a princípio de ficar com o dinheiro da transação mal resolvida, vira uma batalha sangrenta cheio de alternativas já que ninguém confia em ninguém. As situações projetadas ao longo dos 90 minutos de filmes se passam todas dentro do balcão ao melhor estilo ‘essa noite tudo deu errado’. Aos poucos, o longa vira uma grande comédia de erros e com personagens convincentes.

Sem previsão de estrear no Brasil (alô distribuidoras!), Free Fire é um filme quente para todos os amantes de filmes do Tarantino, alguns do próprio Scorsese.  Extremamente bem filmado, é uma sátira de criminosos e seus desesperos provocados por maluquices em busca de seus objetivos.

Crítica | Em Busca de Vingança

O luto por quem amamos é sempre eterno, assim como as saudades e as lembranças de tudo que compartilhamos. Dirigido pelo desconhecido cineasta Elliott Lester, baseado em fatos reais e com os dois primeiros atos primorosos, Em Busca de Vingança (Aftermath) é um drama bem forte que fala sobre uma terrível tragédia ocorrida em solo norte americano. Acostumados a ver Arnold Schwarzenegger em filmes de ação, muitos se surpreenderão com a bela atuação do ex-governador da Califórnia nesse drama comovente que tinha tudo para figurar entre os melhores trabalhos do ano senão fosse um ato final acelerado e com muitas peças embaralhadas na composição dos personagens que era feita até então.

Na trama, conhecemos Roman (Arnold Schwarzenegger), um esforçado senhor que trabalha arduamente em uma construção aguardando ansiosamente sua esposa e sua filha chegarem em território norte americano. Chegando ao aeroporto para buscar as duas, é surpreendido pela notícia que o voo que elas estavam sofre uma terrível fatalidade e que possivelmente ninguém sobreviveu ao ocorrido. Assim, o mundo de Roman desaba e ele precisará colocar a cabeça no lugar e tentar a sua maneira superar essa tragédia. Ao mesmo tempo, Jake (Scoot McNairy), o controlador de voo responsável pelo espaço aéreo naquele momento, se torna o grande vilão da história sendo massacrado pela imprensa, pela população. Jake também precisará reunir forças para fugir dessa situação que destruiu a relação que tinha com sua família. O destino dos dois irá se cruzar e trarão consequências para ambos.

O roteiro se molda em torno da emoção dos personagens, explora muito bem a dor da perda e as consequências para todos os envolvidos na tragédia. Navegamos em duas vertentes. A primeira de um pai de família que perdeu sua única filha, grávida, e a esposa na tragédia e luta contra uma depressão profunda, sem saber como seguir em frente. A segunda, de Jake, um controlador de voo envolvido na tragédia que tem sua vida perfeita dilacerada pelo ocorrido, precisando mudar de nome, de cidade e tentando reconstruir os cascos de toda felicidade que tinha com sua esposa Christina (Maggie Grace) e seu filho Samuel. Tanto um, quanto o outro sofrem bastante pelo ocorrido, um por perder tudo que tinha e o outro por se culpar a cada minuto buscando explicações para o ocorrido.

A mudança drástica em seu desfecho tira parte do brilho da competente construção dos personagens até o momento, com uma série de situações mal explicadas como a entrada na ação de uma jornalista que quer escrever um livro sobre a tragédia e a aceleração da história, não dando profundidade por exemplo na parte jurídica e ação do protagonista contra a empresa aérea. De qualquer forma, Em Busca de Vingança (Aftermath) vale pela bela atuação de Schwarzenegger, talvez uma das melhores da carreira desse veterano das telonas.

‘Jurassic World: Fallen Kingdom’ voltará para cenário conhecido da franquia

Quem achou que o Parque dos Dinossauros havia sido fechado após ‘Jurassic World‘ se enganou.

Após divulgar o título oficial da sequência, o produtor Frank Marshall confirmou que o filme voltará para a infame Ilha Nublar – que serviu como palco para a história do filme anterior.

Ou seja, teremos mais cenas no resort – mesmo após a fuga dos dinossauros.

Confira uma imagem da ilha, e o o primeiro cartaz da produção:

Bryce Dallas Howard revela detalhes sobre sua personagem em ‘Jurassic World 2’ 

Jurassic World: Fallen Kingdom’ tem estreia marcada para 22 de Junho de 2018.

Confira as várias semelhanças entre ‘Jurassic World’ e ‘Jurassic Park’ 

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

 

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‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ ganha seu cartaz mais legal

Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ teve um novo cartaz divulgado, eleito pela equipe do CinePOP como o mais legal até agora.

Confira, com os anteriores:

Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ parece ter agradado os primeiros fãs que já tiveram o privilégio de assistir a adaptação em exibições testes, segundo o Robert Downey Jr..

“O filme está se saindo muito bem…As primeiras exibições já começaram a ser realizadas e tenho ouvido que ‘De Volta ao Lar’ é absolutamente nota 10. Eu, particularmente, adorei participar da produção e creio que ela será um dos maiores sucessos deste verão”.

Jon Watts (de ‘Clown‘ e do inédito ‘Cop Car‘, exibido durante o Festival de Sundance no início deste ano) foi o escolhido para a direção.

A estreia nos cinemas nacionais acontece dia 6 de Julho de 2017.

 

Sofia Coppola revela o motivo de ter abandonado a direção de ‘A Pequena Sereia’

A diretora Sofia Coppola revelou em entrevista ao IndieWire o real motivo de sua saída da versão live-action de ‘A Pequena Sereia‘.

“Era muito sombrio. Não era a versão da Disney, mas sim a versão baseada no conto original. Aquilo tomou proporções maiores. Eu queria que o filme se passasse inteiramente embaixo d’água, o que teria sido um pesadelo. Mas a fotografia debaixo d’água é muito mais bonita. Mas eles não queriam seguir por esse caminho”, afirmou.

A diretora Rebecca Thomas foi escolhida para substituir Coppola.

Em breve, Rebecca tem o lançamento da adaptação ‘Quem é Você, Alasca?‘, inspirada no livro de mesmo nome escrito por John Green.

Sofia Coppola confirma a razão de ter deixado direção de ‘A Pequena Sereia’

Chloe Moretz vai estrelar versão live-action de ‘A Pequena Sereia’

A Pequena Sereia‘ é inspirada no livro de mesmo nome escrito por Hans Christian Andersen e lançado em 1837. A história fala de uma sereia chamada Ariel, a filha caçula do Rei Tritão, comandante dos sete mares. Insatisfeita com sua vida, ela deseja caminhar entre os humanos para conhecê-los melhor, mas sempre é proibida por seu pai, que considera os humanos como sendo “bárbaros comedores de peixe”.

Até que ela se apaixona por um jovem príncipe e, no intuito de conhecê-lo, resolve firmar um pacto com Úrsula, a bruxa do reino, que faz com que ela ganhe pernas e se torne uma verdadeira humana. Porém, Úrsula também tem seus planos e eles incluem a conquista do reino de Tritão.

Não há cronograma definido para o longa.

Chloe-Moretz

David Fincher e Brad Pitt já estão trabalhando em ‘Guerra Mundial Z 2’

O executivo da Paramount Pictures, Jim Gianopulos, confirmou em entrevista ao Hollywood Reporter que o diretor David Fincher já está trabalhando em ‘Guerra Mundial Z 2‘.

“Estamos em um estágio avançado de desenvolvimento, e David [Fincher] já está trabalhando conosco no projeto”, afirmou.

As filmagens devem começar no início de 2018. Após longas negociações, Fincher aprovou o roteiro escrito por Steven Knight (‘Aliados’) – que servirá como um “reboot” para a franquia.

Brad Pitt volta a estrelar o filme e retoma sua parceria de longa data com Fincher, após os sucessos ‘Sev7n‘, ‘Clube da Luta e ‘O Curioso Caso de Benjamin Button‘.

Guerra Mundial Z acompanhou Gerry Lane (Brad Pitt), funcionário da ONU que percorre o mundo numa corrida contra o tempo para deter a pandemia zumbi que está derrotando exércitos e governos, e ameaçando dizimar a própria humanidade.

O filme foi baseado no livro Guerra Mundial Z – Uma História Oral da Guerra dos Zumbis‘, de Max Brooks.

O primeiro filme arrecadou saudáveis US$ 540 mundialmente, se tornando o maior sucesso da carreira de Pitt.