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‘Zombies 4’: Milo Manheim e Meg Donnelly estão ansiosos pela reação do público ao novo filme

Milo Manheim e Meg Donnelly, estrelas da popular franquia ‘Zombies’, falaram recentemente sobre o quarto filme da saga, que estreia esta semana, e como o longa vai iniciar um novo capítulo para os fãs.

Durante uma entrevista ao Deadline, os atores detalharam o que esperar do novo filme:

“Como todas as outras espécies apresentadas na franquia, os vampiros e os ‘daywalkers’ trazem uma cultura bem legal para o filme. Cada grupo tem sua própria área onde vive, bem distinta. As roupas e os poderes deles, cara, eles têm poderes super legais. A tensão neste filme é muito maior. Acho que tudo sobe um nível. Estou curioso para ver se o público vai ficar do lado dos Daywalkers ou dos Vampiros”, disse Manheim.

Sobre o crescimento do público com os longas, os atores também comentaram a comparação do filme com o primeiro da saga.

“Acho que sim. Acho que as crianças desse filme… trazem uma energia totalmente nova para os filmes. Mas é bem legal porque equilibra com a gente, Eliza, Willa, Zed e Addison, que são muito mais maduros e centrados. Tem uma diferença enorme entre as cenas dos mais velhos e as dos mais novos. Acho isso muito legal, porque nunca vimos isso em ‘Zombies’, já que sempre tivemos todos da mesma idade e na mesma série”, disse Donnelly.

“Sim, isso que torna esse filme especialmente incrível: ele mantém a vibe de ‘Zombies’… mas também temos um novo tipo de dilema entre os OGs. Nós os chamamos de Quarteto Fantástico. Então é legal ver a gente crescer assim e, ao mesmo tempo, manter a essência do filme”, completou Manheim.

Lembrando que ‘Zombies 4’ será lançado no Disney Channel no dia 10 de julho, e no serviço de streaming no dia seguinte.

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Quando sua viagem de verão sofre um desvio inesperado, Zed (Manheim) e Addison (Donnelly) enfrentam uma nova rivalidade monstruosa: Caminhantes Diurnos vs. Vampiros. A tensão aumenta quando a dupla se vê atuando como monitores de acampamento entre as duas facções sobrenaturais opostas. Com a ajuda de Eliza e Willa, eles precisam convencer Nova (Freya Skye) e Victor (Malachi Barton), seus inimigos jurados, a tentar unir seus mundos em guerra antes que uma ameaça ainda maior os coloque em perigo.

O elenco ainda conta com Kylee Russell, Chandler Kinney, Julian Lerner, Swayam Bhatia, Mekonnen Knife, Lisa Chappell e Jonno Roberts.

Paul Hoen (‘Camp Rock 2: The Final Jam’) retorna à direção.

‘Superman’: Novo longa de James Gunn conquista 84% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Superman, longa de James Gunn que marca oficialmente o início do DCU, chega aos cinemas esta semana com uma estreia positiva no Rotten Tomatoes. O filme conquistou uma aprovação de 84% da crítica especializada, baseada em 116 análises.

Os críticos, em sua maioria, destacaram o longa como extremamente divertido e elogiaram o trabalho de James Gunn por conseguir abraçar as raízes dos quadrinhos, ao mesmo tempo em que traz um novo fôlego ao gênero de super-heróis, que já parecia saturado.

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“Por todos os aspectos, a encantadora releitura de Gunn sobre o mito do Superman acerta em cheio, conquistando até mesmo um crítico já exausto de filmes de super-heróis”, disse Alissa Wilkinson do New York Times.

“É preciso muita coragem para criar um blockbuster bilionário de Hollywood que, ao mesmo tempo, tenha a cara de um excêntrico filme B de ficção científica”, disse Nicholas Barber da BBC.

“Para mim, além de ser um excelente entretenimento, o filme carrega uma reflexão poderosa sobre quem somos, o que estamos nos tornando e os ideais aos quais deveríamos aspirar”, disse Pete Hammond do Deadline.

“Gunn orquestra uma saga de super-herói complexa e envolvente, ao mesmo tempo emocionante e, em alguns momentos, exaustiva. Ainda assim, é o tipo de filme que deve atrair multidões aos cinemas”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“A visão de Gunn sobre essa mitologia, e a forma como ele a utiliza para declarar suas intenções em relação ao futuro desse vasto universo de propriedades intelectuais, é, em grande parte, envolvente e eletrizante”, disse David Fear do Rolling Stone.

“Este novo Superman resgata os visuais vibrantes, o humor afiado, as tiradas inteligentes durante as batalhas e a leveza encantadora dos quadrinhos clássicos”, disse Scott Phillips da Forbes.

“O que torna Superman eficaz é justamente o que fez as outras adaptações de Gunn tão queridas: como cineasta, ele não hesita em abraçar os elementos dos quadrinhos que estão na essência da obra original”, disse Spencer Perry do ComicBook.

“É uma reinvenção triunfante do personagem, que resgata um Superman mais esperançoso e otimista, inserindo-o em um universo de quadrinhos propositalmente estranho, trazendo uma refrescante originalidade em meio aos últimos vinte anos de produções de super-heróis”, disse Jordan Farley do Games Radar.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

Superman’ tem estreia marcada nos cinemas para 10 de julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Trinity’: Marcia Gay Harden se junta a Richard Madden em thriller político da Netflix

A vencedora do Oscar e do Tony e quatro vezes indicada ao Emmy, Marcia Gay Harden (The Morning Show, So Help Me Todd) foi confirmada no elenco principal da nova série de drama da Netflix, ‘Trinity‘. A novidade foi confirmada pelo Deadline.

Harden assume o papel regular de Margaret Vandenburg, a poderosa CEO de um império empresarial familiar. Matriarca firme e estratégica, ela liderou sua família ao topo do poder econômico e político, tornando-se uma peça-chave nos bastidores da influência em Washington.

Com Gugu Mbatha-Raw e Richard Madden nos papéis principais, a série promete ação, tensão geopolítica e conspirações no mais alto escalão do poder.

Em ‘Trinity‘, Mbatha-Raw interpreta a Comandante Katherine Decker, segunda em comando do submarino nuclear USS Kansas — uma das armas mais letais da Terra. Sua vida muda drasticamente quando se envolve com o carismático e inovador Secretário de Defesa Webb Preston, vivido por Madden. Conforme o relacionamento se aprofunda, Decker descobre que Preston pode estar no centro de uma conspiração perigosa que ameaça a segurança nacional.

A série marca o reencontro entre Mercurio e Madden após o sucesso de ‘Segurança em Jogo‘, que rendeu ao ator um Globo de Ouro e uma indicação ao Emmy. Agora, a dupla se junta a Gugu Mbatha-Raw, estrela de ‘Surface‘, ‘Loki‘ e ‘San Junipero‘ (Black Mirror), conhecida por performances intensas e multifacetadas.

Trinity‘ terá oito episódios, com os dois primeiros dirigidos por Michael Cuesta (‘Dexter‘, ‘Homeland‘). A produção é da 20th Television, com Mercurio atuando como showrunner e produtor executivo ao lado de Jimmy Mulville (HTM) e Wendy Mericle (Arrow).

Com um cenário militar, romance proibido e intrigas no coração do governo, ‘Trinity‘ chega com ambição de repetir o sucesso de ‘Segurança em Jogo‘ e ‘Linha do Dever‘. A união de talentos consagrados e uma trama repleta de tensão promete conquistar fãs de thrillers políticos e dramas militares de alto impacto.

A série ainda não tem data oficial de estreia, mas já é um dos lançamentos mais aguardados do catálogo da Netflix.

Joe Locke, de ‘Agatha Desde Sempre’, busca papéis além do jovem gay: “Tenho muito medo de ser limitado”

Joe Locke, ator conhecido por seus trabalhos em Heartstopper eAgatha Desde Sempre’, voltou a falar recentemente sobre seu desejo de deixar para o passado os papéis como “jovem gay”.

Durante uma entrevista à Variety, Locke explicou que, apesar de celebrar os papéis que conquistou em sua carreira, ele voltou a declarar seu desejo de não se limitar a um único tipo de personagem.

“Eu tenho muito medo de ser limitado. Sou muito grata por ter podido interpretar vários personagens queer incríveis, mas não quero que isso defina minha carreira”, afirmou o ator.

O ator ainda revelou se inspirar em outros atores que também são queer.

“Eu olho para o Colman Domingo. Ele é uma pessoa queer aberta, mas sua escolha de papéis é tão diversa e diferente, o que é incrível. Ele faz o marido abusivo em ‘A Cor Púrpura’ e depois interpreta personagens incríveis em outros filmes. Ou o Jonathan Bailey”, destacou.

“O que eu gosto sobre [meu personagem em ‘Agatha’] é que a sua identidade queer não é uma característica definidora”, ressaltou Locke sobre viver Billy no MCU.

“O objetivo da representação é mudar as opiniões das pessoas sobre as coisas. Você não pode fazer isso sem uma representação positiva, onde isso é apenas uma parte da pessoa. É ótimo que a Marvel tenha se mostrado disposta a ter esse tipo de representação na tela”, concluiu o ator.

Agatha Desde Sempre’ está disponível no Disney+.

A série foi criada por Jac Schaeffer.

A trama se passa três anos depois de WandaVision e acompanha Agatha Harkness (Kathryn Hahn) que, após ficar presa em um feitiço lançado por Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), consegue sair de sua prisão sem grades e retorna à realidade sedenta por vingança e pelo desejo de sair de Westview. Todavia, as coisas mudam quando Rio Vidal (Aubrey Plaza) aparece em sua casa e revela que inúmeros bruxos desejam matar Agatha em virtude de acontecimentos passados – o que coloca a protagonista em uma luta pela própria vida ao lado de um clã de companheiras.

O elenco também conta com Joe LockeSasheer ZamataAli AhnMaria DizziaPaul AdelsteinMiles Gutierrez-RileyOkwui OkpokwasiliDebra Jo Rupp e Patti LuPone.

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‘Funny You Should Ask’: Regé-Jean Page deve estrelar nova série da Apple TV+

A Apple TV+ está desenvolvendo uma série baseada no romance best-seller Funny You Should Ask, de Elissa Sussman, com Regé-Jean Page cotado para estrelar e também atuar como produtor executivo ao lado de sua parceira Emily Brown, através da produtora A Mighty Stranger. A informação foi divulgada pela Deadline.

A adaptação está sendo escrita por Rachel Alter e será produzida em parceria com o estúdio Tomorrow Studios, de Marty Adelstein e Becky Clements. O projeto ainda está em estágio inicial de desenvolvimento.

Publicado em 2022, Funny You Should Ask é uma história de amor sobre uma jovem jornalista ambiciosa que entrevista um astro de Hollywood — e, dez anos depois, reencontra o ator para descobrir o que realmente ficou entre eles. Na trama, o astro em questão é o novo James Bond — papel que Page está cotado para interpretar também na ficção, numa curiosa interseção com os rumores da vida real, que frequentemente o apontam como um dos favoritos para suceder Daniel Craig como 007.

Além de Alter, Page e Brown, também assinam como produtores Robin Schwartz, Carolyn Daucher e Alissa Bachner, dentro do acordo de primeira preferência de Schwartz com a Tomorrow Studios, que integra o grupo ITV Studios.

Se a produção for aprovada como série, marcará o retorno de Regé-Jean Page à televisão desde sua atuação como o duque Simon Basset em ‘Bridgerton‘, fenômeno global da Netflix, e sua volta ao gênero romântico que impulsionou sua carreira ao estrelato.

Surfista Prateada ameaça em novo clipe de ‘Quarteto Fantástico’: “Seu planeta foi marcado para morrer”

A Marvel divulgou um clipe inédito do aguardado ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘.

No vídeo, a Surfista Prateada (Julia Garner) traz um aviso sombrio: “Seu planeta foi marcado para morrer. Seu mundo será consumido pelo Devorador. Não há nada que vocês possam fazer para impedi-lo. Ele é um força universal, tão essencial quanto as estrelas. […] Usem este tempo para se unir e celebrar. Porque seu tempo é curto.”

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O filme tem estreia agendada para o dia 25 de julho, marcando o início da Fase 6 do MCU.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

‘Round 6’ se torna a 3ª série mais assistida DA HISTÓRIA da Netflix

A série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game) continua a fazer história na Netflix. Desde a estreia de sua terceira temporada, no dia 27 de junho, o fenômeno sul-coreano acumulou 60,1 milhões de visualizações apenas nos três primeiros dias — o maior número já registrado para uma série nesse período na plataforma.

Nas duas semanas seguintes, a produção somou mais 46,3 milhões de visualizações, totalizando impressionantes 106,3 milhões de views. Com isso, ‘Round 6‘ tornou-se a terceira série mais assistida da história da Netflix em um intervalo de 14 dias.

Outro feito inédito: ‘Round 6‘ é a terceira série a ocupar as três primeiras posições no ranking global de produções da Netflix numa mesma semana — um feito até então conquistado apenas por ‘Stranger Things‘ e ‘La Casa de Papel‘.

A segunda temporada acumulou 4,9 milhões de visualizações, ficando em segundo lugar no top 10 de séries não faladas em inglês da semana, enquanto a primeira temporada — que já ficou no top 10 por mais de 30 semanas — adicionou mais 3,8 milhões de visualizações.

No cinema, o destaque da semana ficou com ‘The Old Guard 2‘, que estreou no topo da lista de filmes em inglês com 37,5 milhões de visualizações. O primeiro filme da franquia, estrelado por Charlize Theron e baseado nas HQs de Greg Rucka, também reapareceu entre os mais assistidos, somando mais 3,2 milhões de views e permanecendo no top 10 com 9,5 milhões no acumulado semanal.

Com esses números, ‘Round 6‘ mostra que o seu jogo distópico ainda está longe de acabar — pelo menos quando se trata de conquistar recordes.

Recentemente, a Netflix divulgou um vídeo inédito nos levando aos bastidores do ciclo de encerramento.

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Após uma rebelião fracassada, Gi-hun é forçado a fazer escolhas importantes diante de um desespero avassalador, enquanto ele e os jogadores sobreviventes precisam participar de jogos cada vez mais mortais que testam a determinação de todos. A cada rodada, suas escolhas levam a consequências cada vez mais graves.

A série foi criada por Hwang Dong-hyuk.

O elenco conta com Lee Jung-jae, Lee Byung-hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo.

Round 6 temporada 3, estreia Netflix 2025, pôr do sol.

 

Dakota Johnson fala sobre sua felicidade como protagonista de filmes românticos

Dakota Johnson, conhecida por seu trabalho em produções como ’50 Tons de Cinza’ e ‘Madame Teia’, destacou recentemente que se encontrou como estrela de filmes de romance.

Segundo o Deadline, Johnson explicou que, apesar de seu lado mais sombrio, revelado que “adoraria interpretar um psicopata”, a atriz está em uma boa fase.

“Estou muito interessada agora em romance e amor, e como isso pode ajudar as pessoas, salvar as pessoas e acender a esperança nos corações das pessoas”, afirmou.

Lembrada de que sua primeira aparição no cinema foi há mais de 25 anos, no filme ‘Loucos do Alabama’ (Crazy in Alabama), de Antonio Banderas, Johnson rapidamente aponta o intervalo de 11 anos entre esse filme e os primeiros trabalhos profissionais que seguiram em 2010.

“Sim, claro que foi meu primeiro trabalho, mas eu interpretava a filha da minha mãe, e fui dirigida pelo meu padrasto, e eu segurava minha irmã, que chorava o tempo todo. Mas depois disso, eu me viciei. Fiquei tipo, ‘Me tirem da escola, eu só quero fazer isso. Por favor!’ E eles não deixaram. Não me deixaram fazer audições ou qualquer coisa até eu ter 18 anos e sair de casa. Então, olhando para trás, sou grata pelo período de tempo que eu tive para apenas ser uma criança. E depois me sinto incrivelmente grata pela vida que tive, pela carreira que tive, pelas pessoas com quem trabalhei e conheci, e pelos lugares que estive”, relembrou.

Falando sobre sua carreira, parece que tudo está na mesa para ela, e não apenas com sua produtora Tea Time Productions.

“Eu adoraria fazer teatro”, diz ela. “Adoraria fazer uma peça. Já surgiram algumas [oportunidades] na minha carreira, mas não deu certo com a agenda de filmagens. Então, acho que no momento certo, com certeza. Eu adoraria fazer isso”.

Também há uma possibilidade vaga de uma carreira musical: “Eu sei cantar, mas tenho medo de cantar, como se fosse um pavor de palco. Mas sou obcecada por música”.

Ela também é uma ávida leitora: “Eu adoro um livro físico. Mas também tenho um iPad, porque quero ajudar o meio ambiente”.

Lembrando que o próximo projeto de Johnson é Amores Materialistas, que chega ao Brasil em 31 de julho e traz Chris EvansPedro Pascal como co-protagonistas.

O longa é uma comédia romântica ambientada na cidade de Nova York que gira em torno de uma casamenteira de sucesso que se vê envolvida em um triângulo amoroso complicado, o que coloca em risco seus clientes e sua própria carreira.

O elenco ainda conta com Zoë Winters (‘Succession’), Dasha Nekrasova (‘Mau Comportamento’), Louisa Jacobson (‘A Idade Dourada’) e Marin Ireland (‘Eileen’) estão no elenco.

Os produtores do projeto incluem Christine Vachon (‘Segredos de Um Escândalo’), Pamela Koffler (‘Retratos de uma Obsessão’) e David Hinojosa (‘Vidas Passadas’). A produção está prevista para iniciar em maio.

Celine Song realizou sua estreia no cinema com ‘Vidas Passadas’, recebendo ampla aclamação da crítica. O filme conquistou cinco indicações ao Globo de Ouro e ao BAFTA Film Awards.

‘Anima’: Odette Annable estrelará novo TERROR psicológico

De acordo com Bloody Disgusting, Odette Annable (‘Alma Perdida’) será a protagonista de ‘Anima‘, novo terror psicológico.

Na trama…

“Helena (Annable) é uma investigadora médica forense dominada pela dor após a morte do marido, Richard. Ao se tornar obcecada por um novo caso perturbador, Helena começa a acreditar que pode trazer Richard de volta, desencadeando uma série de consequências aterrorizantes.”

Andrés Beltrán (‘Presos na Floresta: Fuja se for Capaz’) será responsável pela direção e roteiro.

“Essa é uma história profundamente pessoal e perturbadora sobre luto, negação e o custo aterrorizante de se refusar a superar,” declarou o cineasta.

O elenco ainda contará com Allegra Leguizamo, Julio Cesar Cedillo, Tony Revolori Andres Londono.

As filmagens estão acontecendo atualmente em Bogotá, na Colômbia.

Confira o teaser SINISTRO da série de suspense baseada nos crimes REAIS do serial killer John Wayne Gacy

O Peacock divulgou o primeiro teaser da minissérie ‘Devil in Disguise: John Wayne Gacy‘, baseada nos assassinatos reais do infame serial killer titular.

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A produção estreará oficialmente no dia 16 de outubro.

De 1972 a 1978, trinta e três jovens foram sequestrados, assassinados e enterrados em um porão sob a casa de seu assassino. E ninguém percebeu. Não por todos esses anos. Por quê? Ele era charmoso e engraçado. Tinha um bom emprego, típico dos americanos. Era um líder comunitário. Ele até se ofereceu para entreter crianças doentes… enquanto estava vestido de palhaço. A trama descasca as camadas distorcidas da vida de Gacy enquanto tece histórias comoventes de suas vítimas; explorando a dor, a culpa e o trauma de suas famílias e amigos; e expondo as falhas sistêmicas, oportunidades perdidas e preconceitos sociais que alimentaram seu reinado de terror.

John Wayne Gacy foi sentenciado à pena de morte no dia 13 de março de 1980. Ele foi executado por injeção letal em 10 de maio de 1994.

Patrick Macmanus (‘Dr. Morte’) é responsável pela série.

O elenco conta com Michael ChernusGabriel Luna, James Badge DaleMichael AngaranoChris Sullivan e Marin Ireland.

Cierra Ortega é EXPULSA de ‘Ilha do Amor’ após viralizar postagem com termo racista

Cierra Ortega foi expulsa da villa de Ilha do Amor (Love Island USA) após viralizar postagens antigas nas redes sociais da participante, onde ela usou um termo racial pejorativo.

Segundo o Deadline, durante o episódio 30 da Temporada 7, o narrador Iain Stirling fez o anúncio cerca de 15 minutos após o início do episódio.

“Bem-vindos de volta ao Ilha do Amor, Cierra deixou a villa devido a uma situação pessoal, deixando Nic [Vansteenberghe] oficialmente solteiro”, foi o que Stirling anunciou.

Nos últimos dias, uma postagem antiga de Cierra nas redes sociais foi revelada, mostrando a aspirante a influenciadora digital exibindo um procedimento estético que ela fez e mencionando seus olhos de forma ofensiva, usando um termo racial pejorativo para a comunidade asiática.

Os telespectadores se manifestaram nas redes sociais, exigindo publicamente sua remoção do reality show, e o episódio de domingo abordou sua saída após ela ser amplamente editada antes do anúncio.

A cena que seguiu o anúncio mostrou um Nic devastado lidando com a notícia de que sua conexão amorosa na série de namoro.

“Bem antes de Cierra ter saído, minha mente estava tranquila. Eu sabia o que o futuro seria, e agora estou perdido. Acho que agora que minha conexão mais forte se foi, só vou tentar descobrir o que fazer a partir daqui”, disse Nic. Quando perguntado se ele tentaria explorar outra conexão amorosa na villa, Nic respondeu: “Não sei”.

Cierra é a segunda participante da Temporada 7 de Ilha do Amor a ser expulsa. No início da temporada, Yulissa Escobar também saiu no segundo episódio da série, depois que uma aparição em um podcast antigo dela revelou que ela usava repetidamente o termo racista.

Yulissa pediu desculpas após sair da série de namoro, mas subsequentemente fez publicações nas redes sociais minimizando a gravidade de suas ações.

Confira o primeiro cartaz de ‘Keeper’, novo TERROR do diretor de ‘Longlegs’

O terror ‘Keeper‘, próximo filme do diretor Osgood Perkins (‘Longlegs – Vínculo Mortal’ e ‘O Macaco’), ganhou o primeiro cartaz.

A arte enigmática traz uma silhueta censurada com a tagline: “Não gosto mais de você”.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de novembro, pela Diamond Films.

A trama acompanha um casal que viaja para um fim de semana romântico em uma cabana isolada. Quando Malcolm precisa retornar repentinamente à cidade, Liz se vê isolada e na presença de um mal indescritível que desvenda os horríveis segredos da cabana.

Tatiana Maslany (‘Orphan Black’) e Rossif Sutherland (‘Possessor’) estrelam a produção.

Além de dirigir, Perkins também assina o roteiro ao lado de Nick Lepard (‘Animais Perigosos’).

Netflix confirma 4ª temporada de ‘Monstros’, que contará a história REAL de Lizzie Borden

De acordo com o Deadline, a Netflix já está desenvolvendo uma 4ª temporada de ‘Monstro‘, série antológica da Netflix baseada em crimes reais.

O quarto ciclo contará a história de Lizzie Borden, que foi julgada e absolvida dos assassinatos de seu pai e madrasta em 1892, em Fall River, Massachusetts.

Ela ficou popularmente conhecida como a “Assassina do Machado”.

As filmagens estão programadas para os próximos meses.

Vale lembrar que o caso original recebeu grande atenção nos EUA, permanecendo como parte da cultura popular americana nas décadas seguintes. Lizzie Borden já foi retratada em inúmeras adaptações para o cinema, a televisão e o teatro, e chegou a ser interpretada pela Christina Ricci em um filme da Lifetime.

Anteriormente, havia sido confirmado que Charlie Hunnam (‘Sons of Anarchy’) estrelará a terceira temporada. O ator interpretará Ed Gein, figura infame que inspirou o clássico ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

Conhecido como “O Açougueiro de Plainfield”, ele foi um ladrão de túmulos e assassino, que transformava ossos e pele humana em decoração e móveis.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

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Antonio Pitanga, Claudia Ohana e Thiago Lacerda serão os apresentadores do Festival Sul Americano de Cinema Bonito Cinesur 2025

O CinePOP traz, em Primeira Mão, os apresentadores e homenageados do BONITO CINESUR – FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANO.

Antonio Pitanga, Claudia Ohana e Thiago Lacerda serão os apresentadores do evento.

A homenageada desta edição será a atriz paraguaia Ana Brun, que fez sua estreia no cinema como Chela no filme ‘As Herdeiras‘ (2018) de Marcelo Martinessi. O papel lhe rendeu o Urso de Prata de melhor atriz no 68º Festival de Cinema de Berlim.

O festival será realizado entre os dias 25 de julho a 02 de agosto de 2025, em Bonito (MS), espaço de encontro e integração do cinema e do audiovisual sul-americano e terá 64 filmes na programação. As produções estão divididas em cinco mostras competitivas, incluindo longas e curtas sul-americanos, filmes com foco em temáticas ambientais e obras sul-mato-grossenses. Também fazem parte da programação sessões infanto-juvenis, mostras da comunidade, debates, oficinas de formação e exibições especiais com filmes inéditos no circuito comercial.

Serão exibidas obras de países como BRASIL, ARGENTINA, PERU, CHILE, BOLÍVIA, COLÔMBIA, VENEZUELA, URUGUAI e EQUADOR, além de co-produções com outros países, em cinco mostras competitivas.

Na MOSTRA DE LONGAS, destacam-se:

  • A MELHOR MÃE DO MUNDO e BRASILIANA (BRASIL)

  • CHUZALONGO (EQUADOR)

  • ORO AMARGO (CHILE/URUGUAI/ALEMANHA)

  • QUINOGRAFIA (ARGENTINA)

  • REDENCIÓN (PERU)

A MOSTRA DE CURTAS traz seis filmes de ficção e animação de países como COLÔMBIA, PERU, VENEZUELA, ARGENTINA, URUGUAI, BRASIL e CHILE.

Duas mostras abordam a temática ambiental, com destaque para:

  • Longas como KARUARA, KOPENAWA, LA CUENCA, POR EL PARANÁ, RUA DO PESCADOR Nº 6 e SINFONIA DA SOBREVIVÊNCIA

  • Curtas como INSUSTENTÁVEL, UMA MENINA, UM RIO, JICHI e POR LA TIERRA

A produção de MATO GROSSO DO SUL será representada por seis títulos na mostra local, como A ÚLTIMA PORTEIRA, ELEONORA, KOI E O RIO e TEMPESTADE OCRE.

A curadoria reforça o compromisso com a diversidade cultural e temas contemporâneos, alinhada ao espírito de BONITO.

O festival é uma realização da ASSOCIAÇÃO AMIGOS DO CINEMA E DA CULTURA, com apoio do MINISTÉRIO DA CULTURA, FECOMÉRCIO, SESC, ANCINE, GOVERNO DO MS e outros parceiros.

BONITO CINESUR 2025
Centro de Convenções de BONITO
25 de julho a 02 de agosto de 2025
bonitocinesur.com.br

‘A Múmia’: Atriz de ‘Vikings: Valhalla’ se junta ao elenco do reboot

De acordo com o Deadline, Hayat Kamille (‘Vikings: Valhalla’) foi confirmada no elenco do reboot de ‘A Múmia‘, que está sendo desenvolvido pela Blumhouse.

Infelizmente, detalhes sobre sua personagem não foram divulgados.

Ela se junta aos atores Jack Reynor, Laia Costa, May Calamawy, Natalie Grace, Shylo Molina, Billie Roy, Veronica Falcon e May Elghety, previamente anunciados.

Anteriormente, o diretor Lee Cronin (‘O Bosque Maldito’) havia anunciado que as filmagens da nova versão já foram finalizadas.

O longa está programado para estrear no dia 17 de abril de 2026.

Confira a imagem dos bastidores e siga o CinePOP no Youtube:

Lee Cronin, de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, é responsável pela direção.

Detalhes da trama permanecem em sigilo, mas rumores apontam que Reynor dará vida a um marido e pai de família que entra em conflito com forças sobrenaturais sinistras.

Em dezembro passado, Cronin conversou com o veículo em questão e comentou que sua versão de ‘A Múmia“será diferente de qualquer filme de A Múmia que você já viu antes. Estou cavando fundo na terra para levantar algo muito antigo e muito assustador”. 

A nova versão está sendo desenvolvida pela New Line Cinema, com produção da Atomic Monster e da Blumhouse.

James Wan, Jason Blum e John Keville são os produtores. Michael Clear, Judson Scott e Macdara Kelleher assinam como produtores executivos. Alayna Glasthal está supervisionando o projeto pela Atomic Monster.

Chris Pratt voltará a dublar o ‘Garfield’ na SEQUÊNCIA da animação

Uma sequência para a animação ‘Garfield: Fora de Casa‘ está oficialmente em desenvolvimento.

De acordo com o Deadline, Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) voltará a dublar o preguiçoso gato titular – além de servir como produtor do novo filme.

Infelizmente, nenhuma outra informação sobre o projeto foi divulgada.

Vale lembrar que o longa anterior se tornou um enorme sucesso de bilheteria, ultrapassando a marca dos US$ 250 milhões mundialmente – o que representa a maior arrecadação da história para um filme do personagem clássico.

Apesar do sucesso entre o público, a produção amargou apenas 37% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Na trama, Garfield, o gato caseiro que odeia segundas-feiras e ama lasanha, se vê em uma aventura selvagem ao ar livre quando seu pai há muito perdido o envolve em um assalto de alto risco.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | ‘Garfield – Fora de Casa’ mistura comédia e aventura em animação FOFÍSSIMA

Crítica | Garfield Fora de Casa – Nova Animação Explica as Origens do Gato em Aventura Cheia de Ensinamentos

Criada pelo cartunista Jim Davis, a história em quadrinhos de ‘Garfield‘ estreou em junho de 1978 e segue o gato laranja cínico e preguiçoso e suas interações com seu dono, Jon Arbuckle, e seu companheiro de estimação Odie, o adorável cachorro.

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

Esperança não é um sentimento fácil de ser retratado em cena. Afinal, como materializar em um personagem ou em uma situação a sensação de que as coisas não estão perdidas? É muito subjetivo. Nesse ponto, chega a ser deliciosamente irônico que o Superman volte aos cinemas para dar esperança não apenas aos fãs do personagem, mas ao próprio DC Studios. Após uma década de projetos inconstantes que compuseram o falecido Universo Estendido DC, o estúdio apostou todas as suas fichas no homem que revolucionou a rival, Marvel. Pondo o controle criativo de seus personagens nas mãos de James Gunn, roteirista e diretor de Guardiões da Galáxia, a trilogia que moldou o núcleo cósmico do MCU, a Warner foi para o famoso ‘tudo ou nada’.

E a regra agora parece ser o otimismo. Após o DCEU tentar se prender a um limitante realismo, incompatível com a grandiosidade de seus personagens, Gunn traz ao Universo DC o compromisso exclusivo com a fantasia e a imaginação, sendo pinceladas com toques de realidade. Em Superman, os super-heróis, ou meta-humanos, já estão consolidados, já são uma realidade para os cidadãos comuns. O povo está acostumado a olhar para o céu e ver criaturas fantásticas sobrevoando prédios, como se fosse apenas mais uma terça-feira comum. Nesse contexto, a aurora do Superman se dá de forma muito orgânica. Não há necessidade de perder tempo recontando a origem que todos conhecem há décadas. Já é de conhecimento geral que o herói foi enviado para a Terra ainda criança, como o último filho de Krypton, um planeta intelectualmente avançado que encontrou sua ruína na arrogância do próprio povo. Na Terra, o menino foi criado por um casal de fazendeiros que colocaram o rapaz no bom caminho, criando-o para ser um bom cidadão, independentemente de ter poderes ou não.

Ao escolher não abordar isso novamente, Gunn traz muito dinamismo ao personagem, podendo apostar justamente nessa dualidade entre seu lado humano e o prazer de ser um super-herói. E um dos pontos que acabou virando tabu junto ao personagem é justamente ele ser praticamente indefectível. Tem gente que pensa que ele ser a criatura mais poderosa do universo o afasta da humanidade. E apesar do filme começar poucos minutos após o Superman ser derrotado pela primeira vez, o foco é mostrar que mesmo com todos os poderes imbatíveis, o que faz de Clark ‘Super’ é justamente sua humanidade e seu desejo de fazer o que acredita ser certo. “Em tempos de tanto sarcasmo e ironia, talvez a verdadeira revolução seja fazer o bem porque é certo”, disse James Gunn na mesa redonda da qual participamos. E é isso que o filme traz de forma lúdica e divertida.

Não há necessidade do Superman matar ou sentir que seus poderes são um fardo. Não é algo que passa por sua mente. Mesmo após ter suas crenças completamente abaladas, sua imagem deturpada e suas ações questionadas, ele não pensa em abandonar ou se revoltar contra a humanidade. Na verdade, essas imperfeições imputadas a ele são o que fazem dele humano, mesmo que seu DNA seja kryptoniano. Outro ponto narrativo interessante é como o mundo o enxerga. Amado ou adorado, o herói vive em um país que é o maior bicho-papão da política externa. Por residir nele, suas ações em solo internacional devem ser atribuídas aos EUA ou não? Grande parte da trama gira em torno da interferência dele em uma guerra e na ameaça a um parceiro americano. Lembra dos leves toques de realidade em meio a fantasia? Pois é, Gunn sabe abordar essas polêmicas atuais com maestria. Após a crítica ao imperialismo em O Esquadrão Suicida (2021), o diretor coloca o Superman no olho do furacão dos grandes conflitos que tomam o planeta neste exato momento. Como seria se houvesse uma criatura forte o bastante para acabar com guerras em um dia? É muito interessante.

O embate ético e moral das ações do herói é constantemente trazido à tona por Lois Lane (Rachel Brosnahan) e pela equipe do Planeta Diário. Seja abordando diretamente com Clark ou debatendo as matérias e investigações, o núcleo do jornal é simplesmente fantástico. Se decidissem lançar uma série para acompanhar exclusivamente o dia a dia de Jimmy Olsen (Skyler Gisondo), assistiria com um sorriso de ponta a ponta, porque eles conseguiram captar perfeitamente o espírito e o caos de uma redação jornalística. E a química do time com Clark Kent (David Corenswet) é de outro mundo.

Essa química se destaca principalmente ao abordarem a complexa relação entre Lois e Clark. Ela sabe seu segredo, mas traça uma linha de até onde fala com Clark e quando começa o Kal-El. Quando eles decidem cruzar essa linha, aí pega fogo. Lane é uma repórter investigativa extremamente compromissada com seu trabalho, e não pega leve com o “ficante”. Vê-la tirando-o da zona de conforto em um daqueles momentos de brilhantismo da escrita de Gunn, misturada às atuações incríveis da dupla, é muito interessante. Sobre eles, dispensa comentários. Quem não conhece os atores fora das telas talvez pense que eles são casados, tamanha a magia que eles passam juntos.

Falando em núcleo, ainda há a presença da Gangue da Justiça. Composta por um time de heróis emergentes, a equipe busca se firmar nesse mundo tão rico em heróis. Patrocinados por um grupo empresarial, eles tentam encontrar uma forma de praticarem o heroísmo e serem vistos como símbolos em que o povo pode confiar. O problema é que eles são uma bomba-relógio. A quantidade de ego envolvida nessa turma é sobrenatural, não por acaso Guy Gardner (Nathan Fillion) se considera o líder da galera. E o trabalho de Nathan é espetacular. Ele incorporou com maestria toda a arrogância do Lanterna Verde mais babaca de toda a tropa. Ele é sensacional.

O mesmo vale par Edi Gathegi. É bem provável que o seu Senhor Incrível conquiste um fandom que ele nunca teve. Completamente excêntrico, o herói tem algumas das sequências de ação visualmente mais interessantes, além de se conectar com outros personagens de forma excêntrica. Ele é muito sóbrio, e sua seriedade, às vezes, parece arrogância. Ainda assim, ele está ali para ajudar quem precisar e quando precisar. Quem acaba sobrando um pouco é a Mulher-Gavião de Isabela Merced. Ela é menos desenvolvida como personagem, mas ganha boas cenas de ação. E seus ataques acompanhados dos gritos de gavião são ótimos. Ela foge a esse realismo, fazendo o público lembrar que são heróis de quadrinhos, que tudo ali é possível.

Ainda existe o núcleo de Lex Luthor (Nicholas Hoult) e do Metamorfo (Anthony Carrigan), que entram na história justamente para conflitar com a esperança dos heróis, mostrando toda a sujeira que existe nesse submundo da DC. Em meio a tudo isso, ainda tem o Krypto. O Supercão transita por todos os núcleos como um mensageiro do caos. Ele é um cachorro muito espoleta, e faz bagunça por onde passa, tal qual todo bom pet. Mesmo assim, ele é parte importante da trama porque é o carisma em forma de mascote. O Krypto funciona como alívio cômico, mas também como curinga narrativo. Ele está ali para o que precisar. E certamente será um dos favoritos dos fãs ao fim da sessão.

O ponto é que essa mistura de núcleos converge em uma narrativa amarradinha que indica um futuro promissor para esse universo. A habilidade de lidar com essas múltiplas tramas, tornando crível essa realidade na qual os heróis já existem e convivem previamente é muito difícil de se ver.  A forma como Gunn lida com isso faz com que o filme remonte muito à animação Liga da Justiça Sem Limites, que fez muito sucesso entre a molecada dos anos 2000. Você não precisava saber quem era o herói introduzido naquele episódio, porque sabia que ele seria desenvolvido a seguir e você se afeiçoaria a ele. E é exatamente isso que acontece em Superman. O filme tem gostinho de café da manhã antes da escola, e recria uma época mais inocente em que os desenhos animados eram sua maior preocupação. Isso é mágico.

james gunn superman

Falando sobre recriar épocas, a Metropolis do DCU é um capítulo muito promissor desse filme ao pensar nele como parte de algo maior. A estética da cidade é única. As pessoas que nela habitam têm acesso a tecnologias atuais, ao mesmo tempo em que a arquitetura da cidade e os figurinos de seus moradores remontam a décadas passadas, como 1950, 1960. E funciona. A DC tem uma mitologia muito rica nos quadrinhos, e isso passa por cidades que trazem características muito próprias. Nos últimos anos, essas ambientações acabaram sendo reduzidas a cidades frias e sujas, como se todas elas fossem Gotham City. Superman corrige isso ao criar uma Metropolis com personalidade. Agora é ver como as outras cidades desse universo serão retratadas.

No fim das contas, Superman é um filme 100% James Gunn. Suas principais características como diretor e roteirista estão ali. Ou seja, você pode esperar muito humor – para alguns, pode ser que passe um pouco da conta, muita diversão, um senso de aventura incrível e uma playlist, embora mais contida que a de outras produções suas, sensacional. O trabalho musical desse filme é muito eficiente, tendo um grande impacto principalmente na cena final. Já o uso da trilha sonora clássica do herói, que foi adaptada e fragmentada em novos temas, é de arrepiar.

Não é exagero dizer que o novo Universo DC começa com o pé direito – com botas, capa e cueca por cima da calça. A dupla David Corenswet e James Gunn funciona como Bebeto e Romário. James compreendeu como poucos a essência do Superman e aceitou muitas sugestões de David, que foi responsável por dar vida ao herói nas telonas. Esse entrosamento dos dois presenteia o público com o melhor Superman desde Christopher Reeve. A vontade do protagonista de ser um herói, de fazer o que faz porque quer e acha certo se combina ao carisma do ator em tela, que consegue ser um Clark mais abobado, enquanto impõe respeito como Superman. Ele inspira crianças e adultos, enquanto vive honrando a ideia de que o ser mais humano da Terra é um alienígena que caiu no planeta e enxergou no povo algo que nós mesmos talvez não tenhamos visto: a bondade.

Superman estreia nos cinemas em 10 de julho de 2025.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Superman é um dos personagens mais conhecidos e icônicos da cultura pop mundial – e já foi interpretado por uma série de atores. Apenas no cinema, o super-herói foi encarnado pelo saudoso Christopher Reeve, cuja interpretação o eternizou para sempre na sétima arte, e mais recentemente por Henry Cavill (que, infelizmente, participou de projetos um tanto quanto frustrantes). Agora, chegou a vez de David Corenswet, conhecido por seu trabalho em ‘Twisters‘ e ‘Pearl‘, vestir o manto do Homem de Aço em uma das melhores produções do personagem – ‘Superman‘, que abre com sucesso glorioso o DCU.

A genialidade do longa-metragem emerge logo de cara, em que a ideia não é construir mais uma história de origem, mas sim escapar dos convencionalismo que refletem a fadiga criativa de produções do gênero ao colocar o personagem-título em ação e já com uma legião de apoiadores que, de maneira quase óbvia, antecipa seu declínio. Diferente da recente rendição de Cavill, Corenswet se afasta da costumeira sisudez do herói e abre espaço para uma performance mais leve, despojada e que dosa com excelência a comédia, o drama e até mesmo crises existenciais – colocando-o como inimigo número 1 da humanidade quando Lex Luthor (Nicholas Hoult) invade sua Fortaleza da Solidão e consegue colocar as mãos em uma mensagem em vídeo deixada pelos pais de Kal-El, que revelam o “verdadeiro” propósito do alienígena no nosso planeta: tornar-se uma espécie de imperador supremo, dono de um harém para perpetuar os genes kryptonianos na Terra e reafirmar a superioridade de sua raça.

Oferecendo meias-verdades ao público, Lex alcança o objetivo de desmantelar a crença cega no Superman – mas com planos próprios: na verdade, ele não apenas construiu um bode expiatório para condenar o herói e os outros metahumanos à subserviência, como utilizou essa cortina de fumaça para dar continuidade a uma guerra entre Borávia e Jarhanpur, financiando um governo autoritário com a justificativa falha de proteção total (quando, na verdade, ele deseja se apropriar de uma parte do território de Jarhanpur para construir uma utopia política que servirá apenas a seus interesses). E, aliando-se a uma mortal máquina de combate conhecida como Ultraman e a outros asseclas de habilidades inimagináveis, Lex se reafirma como um dos maiores vilões das histórias de quadrinhos e do cinema por incontáveis razões que nos são dispostas nas telonas.

A imprescindível beleza do projeto parte das mãos de James Gunn – que já nos mostrou suas habilidades com a trilogia ‘Guardiões da Galáxia‘ e com ‘O Esquadrão Suicida‘. Veterano no cenário das adaptações de quadrinhos, Gunn rema contra a maré de recentes produções do gênero ao saber exatamente o que está fazendo, prestando homenagens ao que veio antes ao passo que traz ineditismos apaixonantes e que funcionam dentro do esperado. É claro que, volta e meia, alguns erros falam mais alto (como diálogos clichês e discursos otimistas demais para serem levados a sério); porém, ao abraçar cada um dos estágios de desenvolvimento do filme, Gunn tem liberdade para fazer o que quer, gestando um clássico instantâneo que emula o melhor dos anos 1990 através de arquétipos conhecidos e que nutrem de sua própria complexidade.

Como mencionado, Corenswet faz um sólido trabalho como o super-herói, mostrando lados diferentes de uma mesma persona: seu Superman se vê no centro de um abismal vórtice de culpa e autopiedade que abala a própria fé ao descobrir o que os pais haviam lhe falado – afinal, a mensagem que o acompanhou na jornada de Krypton para a Terra tinha sido danificada, e foi restaurada pelas mãos de Lex a fim de desmoralizá-lo interna e externamente). Enquanto luta para continuar protegendo os humanos e aqueles que ama, seu alter-ego como Clark Kent posa como um desajeitado jornalista apaixonado pelo que faz – e envolvido pela presença magnética e fabulosa de Rachel Brosnahan como Lois Lane (reiterando sua irretocável versatilidade cênica). E, como a cereja do bolo, a química de que ambos desfrutam nos enche os olhos de lágrimas pela sinceridade e pela maneira como um atua ao lado do outro.

Hoult, encarnando Lex Luthor, dá vida a uma das melhores rendições do antagonista, apostando fichas em um proposital maniqueismo cuja vilania existe pura e simplesmente pela vilania em si – sagrando-o um gênio criminoso e psicótico que se vinga até mesmo de suas ex-namoradas. Compondo esse elenco estelar, temos Edi Gathegi como o Sr. Incrível, Isabela Merced como a Mulher-Gavião, Nathan Fillion como Lanterna Verde, Skyler Gisondo como Jimmy Olsen e muitos outros que, em vez de criarem subtramas esquecíveis e desnecessárias, têm importância significativa no andamento da trama e de que forma tudo será resolvido.

As mensagens de bonança e benfeitoria são claras e óbvias, porém, em momento algum Gunn deseja se afastar desse final feliz que coloca o mocinho como vitorioso e o vilão se dando mal; pelo contrário, o realizador se encarrega com a missão de revitalizar o gênero de super-heróis nos cinemas da maneira mais sagaz possível – apoiar-se em lugares-comuns e seguros para mostrar que, às vezes, a ambição desmedida deve dar lugar à praticidade. E isso se estende tanto para a glorificante e irruptiva fotografia de Henry Braham, conhecido colaborador de Gunn, quanto para a narcótica e saudosista trilha sonora de John Murphy e David Fleming.

Superman‘ é o filme do Homem de Aço que todos estávamos aguardando – não apenas abrindo o DCU de forma definitiva,  como superando as expectativas pela honestidade da narrativa que nos é entregue e pelo trabalho impecável de um elenco que se joga de corpo e alma a personagens memoráveis (sob uma ótica diferenciada e muito bem-vinda).

‘Zombies 5’: Milo Manheim e Meg Donnelly pedem continuação da franquia; “Precisa haver outro filme”

Milo Manheim e Meg Donnelly, estrelas da popular franquia ‘Zombies’, celebraram recentemente o sucesso dos filmes e revelaram se estariam dispostos a retornar para um possível quinto longa.

Durante uma entrevista ao Deadline, os atores falaram sobre o futuro da saga:

“Acho que uma das coisas incríveis sobre essa franquia é que criamos um universo que pode seguir em qualquer direção. Estamos realmente expandindo e, literalmente, saindo de Seabrook. Então, estou curioso para ver o que vai acontecer. Acho que o mundo sempre pode receber mais um filme de Zombies”, disse Manheim.

“Sinto que este filme [o quarto], por envolver nós quatro, está muito dividido entre os dois lados. Acho que é literalmente só o começo da história dos filhos, e sinto que precisa haver outro filme para contar a história deles”, disse Donnelly.

“É quase como se os três primeiros filmes fossem uma trilogia, e este fosse o início de uma nova trilogia”, concluiu Manheim.

Lembrando que ‘Zombies 4’ será lançado no Disney Channel no dia 10 de julho, e no serviço de streaming no dia seguinte.

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Quando sua viagem de verão sofre um desvio inesperado, Zed (Manheim) e Addison (Donnelly) enfrentam uma nova rivalidade monstruosa: Caminhantes Diurnos vs. Vampiros. A tensão aumenta quando a dupla se vê atuando como monitores de acampamento entre as duas facções sobrenaturais opostas. Com a ajuda de Eliza e Willa, eles precisam convencer Nova (Freya Skye) e Victor (Malachi Barton), seus inimigos jurados, a tentar unir seus mundos em guerra antes que uma ameaça ainda maior os coloque em perigo.

O elenco ainda conta com Kylee Russell, Chandler Kinney, Julian Lerner, Swayam Bhatia, Mekonnen Knife, Lisa Chappell e Jonno Roberts.

Paul Hoen (‘Camp Rock 2: The Final Jam’) retorna à direção.

53º Festival de Cinema de Gramado anuncia os seis longas brasileiros de ficção que disputam o Kikito

O 53º Festival de Cinema de Gramado divulgou nesta terça-feira (8 de julho) os longas-metragens brasileiros de ficção que disputarão o Kikito em 2025. O anúncio foi realizado durante coletiva de imprensa na cidade de Gramado, na Serra Gaúcha, que também apresentou outros destaques da programação, como os curtas-metragens gaúchos selecionados para o Prêmio Assembleia Legislativa e os agraciados com o Troféu Leonardo Machado e os Prêmios IECINE, além de detalhes sobre o Conexões Gramado Film Market, segmento mercadológico do evento serrano. Os demais conteúdos e homenagens desta edição serão divulgados em coletivas de imprensa no Rio de Janeiro, no próximo dia 15 de julho, e em São Paulo, no dia 17.

Realizado pela Gramadotur, autarquia municipal de turismo e cultura, o Festival de Cinema de Gramado, o mais antigo festival de cinema ininterrupto do Brasil, que faz parte do Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul, acontece entre os dias 13 e 23 de agosto. A programação terá início com a 1ª Mostra Nacional de Cinema Estudantil Educavídeo e a abertura oficial será no dia 15 de agosto, com a exibição hors concours do inédito “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro. Com lançamento nos cinemas brasileiros confirmado para 28 de agosto, o filme conquistou o Urso de Prata na 75ª edição do Festival de Berlim, em fevereiro deste ano. 

Para a competição, foram escolhidos seis longas de ficção inéditos no Brasil, que serão exibidos no Palácio dos Festivais. A partir de curadoria assinada pelo ator e diretor Caio Blat, pela atriz Camila Morgado e pelo jornalista, professor e crítico Marcos Santuario, a seleção deste ano sublinha a força de Gramado como a primeira janela de exibição dos mais recentes títulos da cinematografia brasileira. 

“Nesta seleção de obras, reunidas sob o olhar atento de uma curadoria comprometida com a pluralidade, a urgência e a sensibilidade, apresentamos um panorama potente do cinema atual. Os seis filmes — ‘Sonhar com Leões’, ‘Cinco Tipos de Medo’, ‘Papagaios’, ‘Querido Mundo’, ‘Nó’ e ‘A Natureza das Coisas Invisíveis’— compõem uma amostra vibrante e necessária de narrativas que dialogam com o presente, sem abrir mão da complexidade humana e estética”, comenta o curador Marcos Santuario.

“Não foi uma tarefa simples [escolher esses seis títulos], pois vimos muitos trabalhos criativos, poderosos e com vozes próprias, que reafirmam a força do nosso audiovisual e da nossa cultura. Buscamos selecionar obras que apostam na diversidade de temas, linguagens, territórios, gêneros e nos convidam a refletir. São filmes com marcas autorais que provocam, sensibilizam e, acima de tudo, nos representam”, diz Camila Morgado, que estreia este ano na curadoria.


“Nosso foco foi contemplar essa variedade de temas, de narrativas, mesclar nomes consagrados com novas promessas. Espero que o público se deslumbre com a força do nosso cinema, com o vigor com que ele se renova e se reafirma”
, complementa Caio Blat.

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS BRASILEIROS:

A Natureza das Coisas Invisíveis” (DF), de Rafaela Camelo
Cinco Tipos de Medo” (MT)
, de Bruno Bini
“Nó” (PR), de Laís Melo
“Papagaios” (RJ)
, de Douglas Soares
Querido Mundo” (RJ)
, de Miguel Falabella
“Sonhar com Leões” (SP), de Paolo Marinou-Blanco

Rodado em Brasília, o longa A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, acompanha a história de Glória, uma menina de 10 anos que passa as férias no hospital onde sua mãe trabalha como enfermeira. Lá ela conhece Sofia, que está convencida de que a piora na saúde da bisavó é causada pela internação no hospital. Unidas pelo desejo de sair dali, as crianças encontram conforto na companhia uma da outra. No elenco, estão Laura Brandão, Serena, Larissa Mauro, Camila Márdila e Aline Marta Maia. Com passagem por festivais como o de Guadalajara, Cartagena e Seattle, o filme é produzido pela Moveo Filmes e distribuído pela Vitrine Filmes. 

Cinco vidas aparentemente desconectadas colidem num caminho sem volta em Cinco Tipos de Medo, filme dirigido por Bruno Bini e rodado em Mato Grosso do Sul. Murilo, jovem músico que vive um luto, se envolve com Marlene, uma enfermeira que está em um relacionamento abusivo com um traficante. Suas histórias se cruzam com as de Luciana, policial movida por vingança, e de Ivan, advogado com intenções ocultas. O elenco é composto por Rui Ricardo Diaz, Bárbara Colen, João Vitor Silva, Bella Campos e Xamã. A produção é da Plano B Filmes e a distribuição é da Downtown Filmes. 

No filme “Nó”, de Laís Melo, Glória atravessa um divórcio conturbado e precisa mudar-se com suas três filhas para um prédio no centro de Curitiba. Com condições financeiras difíceis e ameaçada pelo ex-marido que pede a guarda integral das filhas, ela se vê obrigada a disputar uma vaga de supervisora com sua melhor amiga e outros colegas na fábrica onde trabalha. Integram o elenco Saravy, Sali Cimi, Antonia Saravy, Clarice Carvalho e Fernanda Silva. Produzido por Antonio Gonçalves Junior e Diogo Capriotti, o longa tem distribuição da Elo Studios.

O Rio de Janeiro é o plano de fundo do longa “Papagaios”, de Douglas Soares. O personagem central é Tunico, o “Papagaio Pirata” mais famoso do Rio, que está sempre seguindo repórteres para aparecer na TV. Após um grave acidente, ele conhece Beto, um jovem misterioso que se torna seu aprendiz, em um país com mais de 70 milhões de televisores ligados todos os dias. No elenco, estão Gero Camilo, Ruan Aguiar, Leo Jaime, Ernesto Piccolo e Angela Paz. A produção é assinada por Mayra Lucas, Luiza Favale, Paulo Serpa, Heitor Franulovic e Lucas Barão. 

Dirigido por Miguel Falabella, Querido Mundo investiga um encontro improvável numa véspera de Ano Novo. A queda de uma ponte numa noite de tempestade une os mundos de Elsa (Malu Galli) e Oswaldo (Eduardo Moscovis), que acabam por se encontrar no Rio de Janeiro nos escombros de um prédio abandonado por seus construtores. Marcello Novaes, Danielle Winits, Cintia Rosa e Pia Manfroni também estão no elenco. A produção é da Ananã Produções e a distribuição é da O2 Play. 

“Sonhar com Leões”, de Paolo Marinou-Blanco, é uma tragicomédia surreal que explora a temática da eutanásia. Gilda (Denise Fraga), uma imigrante brasileira vivendo em Lisboa, tem  apenas um ano de vida pela frente após o diagnóstico de uma doença terminal. Seu único desejo é morrer enquanto tem sua dignidade e ainda é ela mesma. Com estreia internacional na Marché Du Film pelo Tallinn Black Nights Goes To Cannes Showcase, o longa de São Paulo é produzido pela Capuri Filmes e distribuído pela Pandora. No elenco, também estão João Nunes Monteiro, Joana Ribeiro e Sandra Faleiro.

PRÊMIO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Tradicional janela de exibição do cinema gaúcho, o Prêmio Assembleia Legislativa novamente celebra o melhor da mais recente safra do cinema em curta-metragem produzido no Rio Grande do Sul com trabalhos realizados na capital Porto Alegre e em outras dez cidades do Estado. São 18 títulos que formam um mosaico plural e descentralizado para uma mostra tradicionalmente reconhecida por revelar novos talentos da produção audiovisual local. 

O famoso “Gauchão”, nome carinhosamente adotado pelo público para se referir à mostra, é realizado pelo Festival de Cinema de Gramado em parceria com a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, distribuindo troféus e prêmios em dinheiro para os vencedores de 12 categorias. As exibições acontecem nos dias 16 e 17 de agosto, às 13h, no Palácio dos Festivais, com a cerimônia de premiação marcada também para o dia 17, a partir das 20h.

“Selecionamos filmes que transcendem as telas, transformando-se em espelhos reflexivos da nossa sociedade e janelas para futuros mais justos e inclusivos, prezando pela qualidade técnica, artística e criativa dos curtas-metragens apresentados”, revela a comissão de seleção formada pela realizadora e pesquisadora Adry Silva, pelo cineasta Frederico Ruas, pelo artista visual e realizador Giuliano Lucas, pela jornalista e radialista Jaqueline Chala e pela realizadora e atriz Paola Mallmann.

Confira os filmes selecionados:

– “Bom Dia, Maika!” (Santa Cruz do Sul), de Eddy Ramos
– “O Correspondente” (Santo Antônio da Patrulha),
de Thali Bartikoski e Bruno Barcelos
– “E Depois de Fevereiro” (São Leopoldo),
de Crystom Afronário
– “Enfim S.O.S.” (Porto Alegre),
de Zaracla
– “Estudos Sobre a Vida em Rede” (Lajeado),
de Tuane Eggers
– “Fuá – O Sonho” (Canela),
de Viviane Jag Fej Farias e Amallia Brandolff
– “Gambá” (Teutônia),
de Maciel Fischer
– “Imigrante/Habitante” (Porto Alegre),
de Cassio Tolpolar
– “O Jogo” (Pelotas),
de Alexandre Mattos Meireles e Chico Maximila
– “Mãe da Manhã” (Porto Alegre),
de Clara Trevisan
– “Nhemongarai” (Porto Alegre),
de Jorge Morinico e Hopi Chapman
– “Perro!” (São Leopoldo),
de Aleksia Dias e João Pedro Fiuza
– “O Pintor” (Santa Cruz do Sul),
de Victor Castilhos
– “Quando Começa a Chover o Coração Bate Mais Forte” (Porto Alegre),
de Mirian Fichtner
– “Roxo Lilás Violeta” (Porto Alegre),
de Theo Tajes
– “Safira, o Mar e a Vida” (Porto Alegre),
de Luiz Fonseca
– “A Sinaleira Amarela” (Porto Alegre),
de Guilherme Carravetta De Carli
– “Trapo” (Uruguaiana),
de João Chimendes

HOMENAGENS A EXPOENTES DO CINEMA GAÚCHO

O Festival de Cinema de Gramado também reserva espaço na sua programação para prestar tributo a personalidades que se destacam na produção gaúcha. Em 2025, seis nomes terão sua trajetória celebrada pelo Troféu Sirmar Antunes, entregue pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul; pelo Prêmio Leonardo Machado, instituído pela  Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul, e pelos Prêmios Iecine nas categorias de Legado, Inovação e Destaque, uma realização do Instituto Estadual de Cinema (Iecine). Todas as honrarias serão entregues na cerimônia de premiação do Prêmio Assembleia-Legislativa – Mostra Gaúcha de Curtas.

Com mais de 60 anos de sólida carreira em teatro, cinema e televisão, a atriz Araci Esteves receberá o Prêmio Leonardo Machado. Natural de Osório, Araci ultrapassa a marca de 20 trabalhos no audiovisual gaúcho como “a grande dama do cinema que foi e continua a ser Comédia, Arena e Anahy”, conforme define a comissão formada pela jornalista Adriana Androvandi e pelos realizadores Alexandre Mattos Meirelles e Davi Pinheiro.

A mesma comissão selecionou para os Prêmios Iecine: Victor Di Marco e Marcio Picoli (Inovação), pelo “olhar original sobre o universo PCD” e pela “tradução cinematográfica profunda do sentido da palavra acessibilidade”; “Um é Pouco, Dois é Bom” (Destaque), “pelo resgate de uma obra de vanguarda, de qualidade artística singular e pioneira para o cinema negro brasileiro”; e Gustavo Spolidoro (Legado), por seu “trabalho pioneiro na criação cinematográfica, na difusão das possibilidades de experimentação da linguagem e na contínua formação de novas gerações de cinéfilos e cineastas”.

Já a atriz, dançarina e cantora Gloria Andrades levará para casa o Troféu Sirmar Antunes. Com mais de 20 anos dedicados à arte de contar histórias, a homenageada participou de mais de 55 espetáculos, além de filmes como “O Jogo”, “Marina”, “Reemissão” e “Nada Nunca Morre”. A escolha de Gloria é uma indicação da comissão formada por profissionais da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul, da Associação de Profissionais Técnicos Cinematográficos, da Fundação de Cinema do RS, do Instituto Estadual de Cinema e do Sindicato da Indústria Audiovisual do Rio Grande do Sul. 

CONEXÕES GRAMADO FILM MARKET

Atento aos movimentos do mercado audiovisual, o Festival de Cinema de Gramado também apresenta a nona edição do Conexões Gramado Film Market. Rumo aos seus dez anos, o Conexões acontece entre os dias 16 e 22 de agosto com a proposta de mais uma vez pensar o audiovisual sob as perspectivas de criação, economia, política e transformação social. A realização é da Gramadotur e do Instituto Estadual de Cinema (Iecine), com o apoio da Agência Nacional de Cinema (ANCINE).

Além das já consolidadas rodadas de negócios com os principais players do mercado audiovisual brasileiro, da VIII Mostra de Filmes Universitários e de novidades envolvendo a discussão do formato de teasers e trailers, a programação deste ano lança olhar especial para ações voltadas à internacionalização, indo da capacitação de produtores gaúchos para inserção no mercado exterior à discussão de ações que podem abrir caminhos para quem quer circular e negociar em outros países. 

A programação formativa se intensifica com workshops, mentorias e o II Encontro dos Ecossistemas RS, que promove articulação entre coletivos, instituições e políticas públicas em prol do audiovisual gaúcho. E as novidades continuam: “A inteligência artificial, que nos desafiou em 2024, se faz presente nas discussões e nas telas com a Mostra de Filmes Gerados por IA. Ética, autoria e inovação entram em foco, em um debate que atravessa linguagens e fronteiras. A Mostra de Realidade Virtual também está de volta, expandindo horizontes com experiências imersivas e narrativas emergentes”, adianta Gisele Hiltl, coordenadora do Conexões Gramado Film Market.

EDUCAVÍDEO DESTACA O CINEMA ESTUDANTIL COM MOSTRA INÉDITA

Nos dias 13 e 14 de agosto, antecipando a abertura oficial do 53º Festival de Cinema de Gramado, o Educavídeo, programa que oferece capacitação em linguagem audiovisual para estudantes da rede pública de Gramado, mais uma vez lança os holofotes para a produção estudantil do município. Desde 2011, o Educavídeo já recebeu mais de mil alunos e realizou mais de 110 produções, entre curtas-metragens, documentários, webséries e um média-metragem. As produções dos estudantes já participaram de diversos festivais de cinema estudantis e conquistaram mais de 40 prêmios.

Desta vez, além da já tradicional noite de exibição dos filmes realizados por seus alunos, o Educavídeo promove, no Palácio dos Festivais, a 1ª Mostra Nacional de Cinema Estudantil do Educavídeo, que reúne filmes produzidos em escolas por alunos do ensino médio e fundamental. Assinada pela equipe do Educavídeo, a seleção traz filmes do Rio Grande do Sul e de outros estados como São Paulo, Mato Grosso do Sul e Pernambuco, fortalecendo o programa gramadense como um grande expoente de cinema estudantil a nível nacional. 

O 53º Festival de Cinema de Gramado é apresentado por Ministério da Cultura, Secretaria de Estado da Cultura e Petrobras. Lei de Incentivo à Cultura. Apresentação: Petrobras. Patrocinador Máster: Gav Resorts. Patrocínio: Stella Artois Pure Gold. Hospedagem Oficial: Laghetto Hotéis, Resorts & Experiências. Apoio: Hasam Group, O2 Pós, Globo Filmes, Naymovie, Brutal Fruit e Vinícola Miolo. Transmissão Oficial: Canal Brasil. Parceiro Sustentável: Tereos Açúcar e Energia Brasil. Promoção: Prefeitura De Gramado. Financiamento: IECINE, Pró-Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Realização: Gramadotur, Ministério da Cultura, Governo Federal, Brasil, União e Reconstrução.