Você deve estar tão surpreso quanto nós, mas a notícia é realmente verdadeira. A atuação do comediante Adam Sandler, em seu mais novo filme fruto de sua parceria com a Netflix – ‘The Meyerowitz Stories’ – está lhe rendendo elogios para dar e vender no Festival de Cinema de Cannes.
Como se o prestígio de um dos mais importantes eventos cinematográficos já não bastasse, o ator tem sido cotado como uma possibilidade real de indicação ao Oscar. E entre a crítica especializada, três das principais publicações possuem posicionamentos bem semelhantes sobre a impactante atuação do veterano.
Na sua conta do Twitter, o crítico de cinema Robbie Collin, do The Telegraph, disse:
“Adam Sandler esteve mal em tanto filmes terríveis que quando ele está incrível em uma produção ótima, é tanto uma revelação, como uma herança inesperada. […] É assim que nos sentimos ao assistir ‘The Meyerowitz Stories’”.
Para Davie Ehrlich, do IndieWire:
“Interpretando um cara que, assim como seu pai, ‘deve ter uma tolerância significativa para o desconforto’, o artista formalmente conhecido como Sandy Wexler é excepcional é uma virada discreta como uma pessoa que não consegue dizer a diferença entre a dor com a qual deve viver e a dor que ele pode ajudar. Assisti-lo trabalhar a diferença é o maior prazer deste filme”.
Já para Peter Debruge, da Variety:
“Talvez seja por isso que a Netflix, que tem negócios com Adam Sandler, apostou nessa produção relativamente surpreendente de Scott Rudin, algumas semanas antes da estreia do Festival de Cinema de Cannes. Ainda assim, é incomum pensar que a empresa responsável por Sandy Wexler e ‘The Ridiculous Six’ poderia possivelmente conseguir a primeira indicação de Sandler ao Oscar – e seu melhor papel desde ‘Embriagado de Amor’, exibido em Cannes em 2002”.
Com uma temporada que já é tida pela imprensa americana como uma das melhores na história da TV, ‘The Leftovers’ ganhou a prévia para o seu sétimo episódio, que será exibido na próxima semana.
Assista:
‘The Leftovers‘ se passa em uma pequena cidade suburbana que sofre muitas mudanças devido a um evento mundial chamado de “A Partida” (que pode ou não ter sido o “arrebatamento” bíblico), no qual algumas pessoas foram levadas e outras deixadas para trás. A série gira em torno dos habitantes da fictícia cidade Mapleton, em Utah, três anos depois do fatídico dia 14 de outubro, quando 140 milhões de pessoas – 2% da população do mundo – sumiram sem deixar rastros.
A produção mostra como as pessoas comuns reagem a acontecimentos inesperados, e que eles podem unir mais ou separar famílias e comunidades. Assim, a série revela como a tensão de uma calamidade imprevista pode transformar a fé das pessoas em cinismo, paranoia, loucura ou fanatismo religioso.
The Leftovers traz no elencoJustin Theroux como Kevin Garvey, um pai de família e chefe da polícia que tenta espalhar esperança a fim de manter o restante dos habitantes calmos; Amy Brenneman no papel de Laurie, mulher de Kevin que decide largar tudo e abandonar seus dois filhos – Tom (Chris Zylka) e Jill (Margaret Qualley) – para participar de uma seita misteriosa; Adam Frost e Scott Frost como os irmãos Max e Charlie Carver que são amigos da filha do chefe da polícia; Christopher Eccleston como Matt Jamison, antigo pastor e atual editor de seu próprio jornal; Liv Tyler como Meg, uma mulher prestes a se casar e que se torna o principal alvo da seita misteriosa; Emily Meade (HBO – Boardwalk Empire) no papel de Amy, uma estudante que se mostra indiferente aos acontecimentos.
Já renovada para a terceira temporada, ‘Lucifer‘ retorna a grade da Fox para seus episódios finais da segunda temporada.
Assista à prévia:
A história é centrada no anjo caído Lucifer Morningstar (Tom Ellis), que começa a gerenciar um badalado bar de Los Angeles depois de ter se entendiado e renunciado o inferno. Lauren German (‘Chicago Fire’) fará a protagonista feminina, Chloe Dancer, detetive da divisão de homicídios de Los Angeles que tem repulsa e ao mesmo tempo fascínio por Lucifer enquanto trabalham juntos resolvendo crimes.
O piloto da primeira temporada foi dirigido por Len Wiseman, que comandou os dois primeiros ‘Anjos da Noite‘ e o remake de ‘O Vingador do Futuro‘. Ele também serve como produtor executivo ao lado de Tom Kapinos, Jerry Bruckheimer e Jonathan Littman.
O personagem apareceu primeiro nos quadrinhos de ‘Sandman‘, de Neil Gaiman, em 1989 e só ganhou sua revista própria em 2000. A HQ da Vertigo, selo adulto da DC Comics, teve 75 edições publicadas até 2006.
A trama traz a história de uma jovem estudante de cinema, que envolve em um caso amoroso, mas precisa aprender a distinguir o que é real ou ficção quando se trata desse complicado e desconfiável homem.
A narrativa será dividida em duas partes e se passa nos anos 80. As filmagens devem começar ainda neste primeiro semestre, com continuação iniciando as gravações em 2018.
Em uma entrevista ao portal Screen International, a diretora comentou sobre o teor do filme:
“Essa história tem estado em minha mente por alguns anos. Depois de ‘Exibição’, eu conversei com Martin sobre o que eu deveria fazer em seguida e tive duas ideias: uma delas era uma história de fantasmas. A outra era essa. Eu comecei a partir de uma autobiografia. Quando eu investigo uma história, eu percebo o que eu não me lembro e as demandas da ficção começam a tomar conta: essa é a parte divertida. Realidade e ficção são misturadas. Este embaçado é parcialmente o que eu estou explorando nesta história”.
‘Invocação do Mal 2’ foi um sucesso de público e de críticamaior que o primeiro filme, de 2013. Assim como no original, temos a adaptação para o cinema de uma história real de possessão paranormal que foi investigada pelo casal Ed e Lorraine Warren, interpretados pelos atoresPatrick Wilsone Vera Farmiga. Talvez o segredo para este sucesso, além da excelente direção do mestre do terrorJames Wan, seja justamente o fato desses filmes serem baseados em fatos reais, o que ajuda a aumentar o interesse do imaginário popular.
Considerando que o casal afirma ter investigado mais de 10 mil casos durante seus mais de 50 anos em atividade, resolvi listar outros 5 relatos paranormais desse período que podem servir de inspiração para novos filmes.
Ed e Lorrain Warren ficaram famosos como um casal que investigava casos paranormais relativos a possessões e assombrações e ajudava suas vítimas a se livrarem das entidades demoníacas causadoras dos problemas. Eles foram os primeiros a abrir, em 1952, um grupo de “caçadores de fantasmas” e ganharam projeção na mídia ao estarem envolvidos em casos de grande repercussão como o “The Amityville Horror” da década de 70, que já inspirou duas adaptações ao cinema. Reverenciados por muitos e contestados por outros, este casal também escreveu diversos livros e ganhou dinheiro com palestras e seminários. Independente da polêmica, o fato é que sua vida e seus relatos despertam o interesse e a curiosidade de muita gente e são um prato cheio para servir de inspiração para filmes de Hollywood.
Nesta linha, os dois primeiros filmes da série ‘Invocação do Mal‘ dirigidos pelo talentosoJames Wan foram baseados em casos reais investigados e documentados pelo casal. O primeiro se baseou no caso da família Perron. Em 1971, os Warren afirmaram que, em Harrisville, Rhode Island, a casa da família Perron foi assombrada por uma bruxa que viveu lá no início do século 19. De acordo com os Warrens, Bathsheba Sherman amaldiçoou a terra de modo que quem viveu lá acabou morrendo de forma trágica. Já a continuação foi baseada em um caso de possessão do final da década de 70 em Enfield, no norte de Londres, no qual duas meninas foram vítimas de uma série de eventos paranormais. Este último, inclusive, tem vários vídeos online mostrando entrevistas e gravações da época relatando os acontecimentos macabros.
Desta forma, considerando a longa carreira do casal e a imensa lista de casos investigados por eles, existem vários candidatos para servir de inspiração para novos filmes, seja da série ‘Invocação do Mal‘, que certamente deve retornar aos cinemas em breve, ou de obras inéditas. Após uma pesquisa na internet, montei uma lista com 5 dos casos mais famosos liderados pelo casal na vida real.
Sem maiores explicações, vamos à lista e fique à vontade para registrar nos comentários quais desses casos você acredita serem os mais interessantes para uma adaptação ao cinema.
A assombração da família Smurl
Jack e Janet Smurl se sentiram como prisioneiros em sua casa na Pensilvânia entre 1974 e 1989. A família experimentou ruídos inexplicáveis, mal cheiro e objetos se movendo. Conforme o tempo passava, a atividade paranormal piorou. O cão da família foi agredido fisicamente e sua filha foi empurrada por um lance de escadas. Em seguida, Jack e Janet começaram a ser rotineiramente abusados sexualmente por uma força invisível. A família tentou exorcizar sua casa, mas afirmou que os demônios apenas os seguiam onde quer que fossem. Os Warren, em 1986, apareceram para oferecer sua experiência, determinando que quatro demônios residiam na casa. Eles disseram ser demônios muito poderosos ao investigar e, após um exorcismo fracassado, conseguiram afastar os demônios através de oração constante. Um filme feito para a TV estrelando o ator de “Walking Dead” Jeffrey DeMunn foi feito em 1991 sobre suas experiências, mas o caso tem potencial para uma adaptação melhor para as telonas.
O chefe de polícia Jerry Seibert estava apenas respondendo a uma chamada de distúrbio doméstico de rotina quando ele entrou na casa de Maurice “Frenchy” Theriault em fevereiro de 1985. Ele ficou chocado ao encontrar Frenchy desmaiado em uma sala, coberto de sangue. Quando Seibert se aproximou de Frenchy, viu sangue sob seus olhos, sob a forma de uma cruz. Frenchy, um agricultor de tomate em Massachusetts, sabia que algo mal estava dentro dele. Ele já havia ido à delegacia para deixar todas as suas armas, apenas por segurança. Ele finalmente procurou a ajuda de seu sacerdote local, que logo chamou Ed e Lorraine. Os Warren e sua equipe notaram alterações de humor ao entrar a casa de Frenchy. Eles examinaram sua força incomum e outras atividades poltergeist. Depois de falar com Frenchy, descobriram do abuso que ele sofreu durante sua infância, e de uma vez, quando ele pediu ajuda a forças invisíveis. Os investigadores paranormais tinham certeza de que ele pediu a ajuda do diabo, e que ele estava possuído. Eles chamaram a assistência do famoso Bispo Robert McKenna, que realizou um exorcismo bem-sucedido.
Este caso é baseado na história de Bill Ramsey, que demonstrou pela primeira vez o comportamento de licantropia com nove anos de idade. Aparentemente, ele mostrou força sobre-humana, até mesmo conseguindo arrancar um poste de sua base de concreto. Ele também tentou morder a sua família e parentes antes de ter convulsões. Em 1983 – agora um homem adulto – ele admitiu-se a uma instituição após afirmar que a possessão voltou, mas quando chegou no hospital, ele atacou uma enfermeira e latiu como um cão. Em 1987, durante a exibição de um comportamento de lobo, ele atacou um policial com força sobre-humana. Foram necessários mais seis oficiais para conter “a besta”. Ramsey voou para Connecticut para a ser exorcizado pelos Warren. Seis guarda-costas estavam presentes quando o exorcismo aconteceu e Lorraine descreveu que durante o evento as orelhas de Ramsey ficaram pontudas, suas mãos viraram garras e ele uivava como um lobo. O exorcismo funcionou e Ramsey nunca experimentou crises de raiva ou comportamento de lobo novamente.
Em 1981, Debbie Glatzel assistiu aterrorizada enquanto seu noivo de 19 anos, Arne Cheyenne Johnson, aproximou-se do proprietário de seu imóvel, Alan Bono, e cruelmente o esfaqueou várias vezes no peito, matando-o. Meses antes do assassinato, o irmão mais novo de Debbie, David, experimentou ataques violentos de raiva e comportamento inexplicável. Convencido de que David estava sob o domínio de algo mal, a família chamou os Warren para ajudar. Os Warren afirmaram que 43 demônios residiam no menino e eles começaram a visitá-lo regularmente. O casal realizou três pequenos exorcismos para livrar o menino da possessão. Durante o exorcismo final, Cheyenne Johnson provocou o demônio para vir para ele e possuí-lo em seu lugar. A partir desse momento, Debbie e os Warren afirmaram que ele foi possuído pelos mesmos demônios. Os Warrens teriam avisado a polícia local que uma tragédia aconteceria em breve, mas foram ignorados. Durante sua defesa no tribunal, Cheyenne Johnson afirmou que estava possuído por demônios quando assassinou Bono. O caso, que ganhou grande atenção da mídia, se tornou o primeiro caso conhecido de um acusado usando possessão demoníaca como justificativa nos Estados Unidos, e foi apelidado de “O diabo me obrigou a fazer” pela mídia.
Ed e Lorraine Warren foram os investigadores paranormais que disseram que a casa dos Snedeker estava infestada com demônios. Esta investigação foi realizada na década de 1980, a pedido de Carmen Snedeker. A família mudou-se para Southington, Connecticut, para que pudessem estar mais perto de um hospital onde seu filho estava sendo tratado de câncer. Carmen descreveu as aparições demoníacas: “Um dos demônios era muito magro, com maçãs do rosto altas, longos cabelos negros e olhos negros enquanto o outro tinha cabelos e olhos brancos, usava um smoking risca de giz, e seus pés estavam constantemente em movimento.”. Mais tarde descobriu-se que a casa era uma antiga casa mortuária com um passado trágico. Os ex-agentes funerários estavam envolvidos em necromancia e necrofilia com os cadáveres. Lorraine Warren disse mais tarde que o caso era “muito, muito mais assustador do que qualquer filme jamais poderia ser”, depois de assistir à adaptação “The Haunting in Connecticut” lançada em 2009. Lorraine diz que a casa foi liberta de qualquer presença após o exorcismo de 1988. Este é um dos casos mais famosos do casal e sem dúvidas merece uma adaptação para os cinemas melhor do que a feita em 2009.
Enquanto fazíamos uma pesquisa sobre os investigadores Ed e Lorraine Warren, a equipe do CinePOP se deparou com um dos casos mais bizarros de todos os tempos.
Conseguimos fotos que mostram o assustador ‘Museu dos Warren‘, com todos os objetos sinistros que eles adquiram em seus “exorcismos” e investigações paranormais. Dentre eles, está a boneca Annabelle.
Na vida real, a boneca é TOTALMENTE diferente daquela vista nos cinemas, e ela tem uma aparência pra lá de engraçada. Tudo bem que Hollywood aumenta as histórias e aumenta fatos para deixar seus filmes mais sombrios, mas desta vez eles foram longe demais.
Confira fotos da verdadeira ‘Annabelle‘, e tente NÃO RIR:
Apesar de não ter sido aclamado pela crítica, ‘Annabelle‘ conquistou o público e arrecadou incríveis US$ 246 milhões mundialmente.
“Em nova aventura, o Capitão Jack Sparrow se encontra com os ventos da má sorte soprando com mais força quando um grupo piratas fantasmas são liberados por um velho inimigo: Capitão Salazar (Javier Bardem), que depois de escapar do Triângulo do Diabo está determinado a matar todos os piratas do mar, principalmente Jack Sparrow. Sua única esperança de sobrevivência é a busca pelo lendário Tridente de Poseidon – um artefato poderoso que dá ao seu possuidor o controle dos sete mares.
Para encontrá-lo, ele tem que fazer uma aliança com a brilhante astrônoma Carina Smyth (Kaya Scodelario) e o teimoso marujo Henry (Brenton Thwaites).
Johnny Depp retorna em seu papel marcante, indicado ao Oscar®, do Capitão Jack Sparrow, um dos personagens mais amados da história do cinema, agora ao lado do ganhador do Oscar® Javier Bardem (Onde os Fracos Não Têm Vez, 007 – Operação Skyfall), dos jovens astros em ascensãoKaya Scodelario (Maze Runner – Correr ou Morrer, Skins, da televisão britânica) e Brenton Thwaites (Malévola, O Doador de Memórias) eGolshifteh Farahani (A Pedra de Paciência, Êxodo: Deuses e Reis). Voltando à ação estão o ganhador do prêmio da Academia® Geoffrey Rush como Barbossa, Kevin R. McNally como Joshamee Gibbs eStephen Graham como Scrum.
Os fãs que ficaram curiosos com o caso real em que foi baseado o terror ‘Invocação do Mal 2‘ ficarão intrigados com esse raro documentário que mostra EXATAMENTE as mesmas coisas vistas no filme.
O documentário da BBC mostra as duas irmãs sendo entrevistadas no sofá da casa em Enfield, cena replicada de maneira extremamente realista no filme.
No Brasil, o longa atraiu 199 mil espectadores e arrecadou R$ 2,7 milhões.
Para se ter uma ideia, trata-se do dobro que o primeiro filme fez em seu primeiro dia de exibição em 2013 (97,6 mil espectadores). As informações são do FilmeB.
O terror acompanha uma ocorrência paranormal que se passou nos anos 1970 em Enfield, Inglaterra, centrado em duas irmãs supostamente possuídas. Ainvestigadora paranormal Lorraine afirmou que viu as jovens levitarem e até testemunhou quando uma delas se desmaterializou.
A garota foi encontrada 20 minutos depois em uma grande caixa de fusíveis, com seu corpo retorcido de tal forma que não era possível reproduzir a posição.
‘Invocação do Mal’ foi um dos maiores sucessos do verão americano de 2013, com um orçamento de U$ 20 milhões e uma bilheteria de U$ 318 milhões mundialmente.
Antes de tornar-se Mulher-Maravilha, ela era Diana, princesa das Amazonas, treinada para ser uma guerreira invencível. Criada numa isolada ilha paradisíaca, Diana descobre que um grande conflito assola o mundo para além de suas fronteiras quando um piloto americano cai com seu avião nas areias da costa. Convencida de que é capaz de vencer a ameaça de destruição, Diana parte da ilha. Lutando lado a lado com homens numa guerra que pretende acabar de vez com todas as guerras, ela vai descobrir todos os seus poderes… e seu verdadeiro destino.
Lembrando que a série já está renovada para o quinto ano.
Confira, com a promo:
Neste spin-off, Klaus (Joseph Morgan) retorna à Nova Orleans, cidade que ele ajudou a construir há séculos, e reencontra seu diabólico ex-protegido Marcel (Charles Michael Davis). Ao lado dos irmãos Elijah (Daniel Gillies) e Rebekah (Claire Holt), Klaus deve se juntar aos inimigos de Marcel para tentar evitar a extinção da linhagem Mikaelson.
Intitulado ‘Marwencol’, a produção contará também com Leslie Mann e Janelle Monae, que agora se unem a Steve Carell.
Adaptado a partir do documentário homônimo de Jeff Malmberg, lançado em 2010, o drama contará a comovente história real de Mark Hogancamp, que acorda de um coma após uma lesão cerebral adquirida em um assalto. Sem memória de sua própria vida e família, ele aprende a lidar com o trauma com uma terapia diferente, construindo um modelo em escala menor de uma vila belga da Segunda Guerra Mundial em seu jardim.
Co-escrito por Zemeckis ao lado de Caroline Thompson, o drama será produzido pela Universal Pictures e a DreamWorks, que também anunciaram a data de de 21 de novembro de 2018 para a estreia do filme.
Um dos personagens protagonistas da prestigiada série ‘Black-ish’ vai ganhar seu próprio spin-off.
Zoeyn Johnson, a filha mais velha da família Johnson, interpretada por Yara Shahidi, será o foco da produção derivada, que vai acompanhar sua vida já na universidade.
Intitulada ‘College-Ish’, a série também contará com Deon Cole, que vai co-estrelar a trama, reprisando seu personagem de ‘Black-ish’.
A produção recebeu o sinal verde da ABC, canal responsável pela série de origem. No entanto, por se tratar de uma temática jovem demais, ela será desenvolvida e exibida pela Freeform, uma divisão da empresa com conteúdos voltados para crianças, adolescentes e famílias.
Kenya Barris, criadora de ‘Black-ish’, assume o novo projeto como diretora executiva, ao lado dos atores Anthony Anderson e Laurence Fishburne e de Helen Sugland e Brian Dobbins.
A primeira temporada de ‘College-Ish’ contará com 13 episódios e estreia apenas em 2018.
A última vez que vimosSandra Bullock nas telonas foi em 2015 com ‘Especialista em Crise’ e após um breve hiato ausente, a atriz tem feito seu retorno gradativamente, filmando ‘Oito Mulheres e um Segredo’ e assumindo um novo projeto, intitulado ‘Cash Truck’.
A informação partiu do site Deadline, que também pontuo que a produção é “inspirada” no filme francês de 2004, ‘Le Convoyeur’.
No novo thriller, Bullock interpretará Alex, uma mulher americana desesperada por dinheiro. Ao chegar em Londres, ela consegue um emprego em uma empresa de carros blindados que transportam dinheiro. Alex tenta se aproximar dos colegas de trabalho, para conquistar a confiança deles. No entanto, a equipe mal imagina o que ela está planejando e como isso pode colocar a vida de todos ao seu redor.
‘Cash Truck’ será dirigido por Josef Wladyka, a partir de um roteiro escrito por Ethan Erwin, Albert Hughes e John Hodge (‘Traisnpotting’). As filmagens devem ser iniciadas ainda neste ano.
Com US$ 1 bilhão arrecadado mundialmente nos seis filmes da franquia, a série ganhará um reboot nos próximos anos sem o envolvimento do diretor Paul W. S. Anderson e da atriz Milla Jovovich.
A Variety divulhou que a franquia ganhará uma renicialização que será produzida pela Constantin Film.
O Produtor Samuel Hadida revelou em entrevista à Forbes que ele planejava um reboot da franquia após o lançamento do sexto filme.
“O sucesso da franquia ao longo desses 15 anos se deu pois mantemos a mesma equipe em todos os filmes. Paul Anderson tem sido o roteirista e mantido a evolução dos personagens. Ele adicionou todos os elementos dos jogos nos filmes”, afirmou.
“Após O Capítulo Final, a franquia ganhará seu reboot. Homem-Aranha fez isso. Por que não Resident Evil? Você pode voltar à ideia original, o início de tudo. Você pode tirar personagens. Você pode evoluir. Você pode viver com esse mundo muito facilmente. Você sabe, os personagens foram mortos e eles ainda estão ali”, concluiu.
Antes de começar esta crítica, deixe-me esclarecer um ponto aqui: meu nome é Karolen Passos, tenho 23 anos, sou jornalista e a cor da minha pele seria, na cultura norte-americana, considerada birracial. Por que tudo isso? É preciso deixar em evidência o que essa série representa para alguém como eu.
Cara Gente Branca, criada por Justin Simien, o mesmo que roteirizou o filme que inspirou a produção da Netflix, tem a seguinte sinopse: “alunos negros de uma conceituada universidade norte-americana enfrentam desrespeito e a política evasiva da escola, que está longe de ser ‘pró-racial’”.
O que esperar de uma série que fale sobre preconceitos diários sofridos por pessoas de pele negra cuja esta rendeu cancelamentos de assinaturas na Netflix? O que esperar de uma série que mostra descaradamente que essa conversa de que não existe mais racismo é aquilo que a minha avó chama de “papo para boi dormir”? O que esperar de uma série que faz piada do tal racismo reverso tão proclamado por pessoas brancas racistas? O que esperar de uma série que exibe, para aqueles que ainda não sabem o que é, o privilégio branco? Sabe o que você deve esperar de uma série assim? Que ela seja EXCELENTE! (isso porque se eu for nomear todas as formas de preconceitos que a série mostra, escrevo a bíblia aqui).
Cara Gente Branca possui um dos melhores roteiros escritos da atualidade. Entre tantas comédias de humor ácido, crítico, ela consegue ter um destaque singular no topo. A história consegue prender o telespectador desde a primeira cena, é impossível não ficar curioso em saber o que mais vem por aí. Os diálogos são maravilhosamente estruturados e a evolução dos personagens merece uma salva de palmas. Sem contar que Simien não tem medo de expor nada.
No quesito técnico, a série também se destaca. A direção cumpre o papel que lhe é designado e trabalha com cenas em câmera lenta quando necessário, assim como excelentes planos-detalhes. Um ponto interessante é como uma mesma cena ganha visões diferentes de acordo com o personagem em evidência durante o episódio, algo muito bem trabalhado tanto nesta parte quanto no roteiro. A direção de arte também não deixa a desejar em momento algum. O público é inserido com facilidade naquele mundo de universitários norte-americanos, é fácil acreditar no campus que é mostrado.
Os personagens… Ah, os personagens! A obra de Justin Simien criou seres tão complexos e bem construídos quanto às pessoas que o telespectador conhece no dia a dia. Em Cara Gente Branca é possível encontrar todos os tipos de seres humanos: os que buscam mudar o mundo através de protestos, em grupo ou sozinhos, os que acreditam que o racismo não existe, os que desmerecem as causas das minorias, os machistas, os que acreditam em racismo reverso, os que tentam se enturmar para não se sentirem tão deslocados, entre outros.
Samantha White (Logan Browning), Lionel Higgins (DeRon Horton), Troy Fairbanks (Brandon P Bell), Coco Conners (Antoinette Robertson), Reggie Green (Marque Richardson), Gabe Mitchell (John Patrick Amedori), Joelle Brooks (Ashley Blaine Featherson), entre outros, merecem destaque. É possível acompanhar a evolução dos mesmos ao longo dos episódios e é quase impossível não querer conhecer cada vez mais sobre cada um deles. Os atores merecem reconhecimento pelo trabalho desempenhado.
SPOILERS
Falar desta série e não destacar algumas cenas é uma missão difícil. Prometo que é só um pouquinho de spoiler (para quem veio até aqui) sobre alguns pontos que merecem espaço para debate. Na verdade, todos merecem, mas resolvi falar destes abaixo.
Primeiro: festa do Blackface. Uma festa organizada por pessoas brancas – para pessoas brancas se vestirem como pessoas negras. Uma noite como um negro, basicamente. Só para constar: blackface foi uma prática utilizada por atores de teatro que se coloriam com carvão de cortiça para representar personagens afro-americanos de forma estereotipada.
Infelizmente, o blackface ainda existe. Pessoas que se vestem como pessoas negras em festas a fantasia, no halloween norte-americano, e também é possível ver este situação no carnaval brasileiro. Uma cena tão bem produzida que causa a mesma revolta no público, sentida pelos personagens. Foi também nesse momento que tive a sensação de que o Lionel ainda iria causar mais turbulências (jornalistas, certo? risos).
Segundo: arma apontada para o Reggie. Se fosse para classificar um episódio como o melhor de toda a temporada, este seria o quinto capítulo. É um tapa na cara da sociedade que não acredita em tratamentos diferenciados pela polícia entre brancos e negros. Sabe o movimento Black Lives Matter? Então, ele é importante. Sabe as notícias que vemos de que jovem negro, morador de comunidade, foi morto por bala perdida? Nem sempre é bala perdida.
A cena é retratada de forma tão realista que dói, sabe por qual motivo? Porque numa festa, se tiver briga, em um furto dentro de algum coletivo, loja, ambientes de trabalho, entre outras situações deste cunho, nas quais não se sabe quem é, de fato, o culpado, o primeiro para o qual a maioria das pessoas e principalmente, as que se chamam de autoridades, que deveriam proteger os cidadãos, apontam o dedo são para as de pele negra.
Terceiro: permita-me fazer um paralelo. Sabe o diálogo em que eles falam sobre privilégio branco, sobre pessoas que não conseguem uma vaga devido à cor da pele? Já aconteceu com alguém que faz parte da minha família. Essa pessoa possui conhecimento vasto e ao ser subestimada pela empresa conseguiu compreender, já que os dois entrevistadores conversaram entre si em outra língua, o motivo pelo qual não queriam a mesma. Ela falava o outro idioma também. Já fui mal atendida em lojas devido a este mesmo fator, tenho amigos que já foram mal tratados em restaurantes pelo mesmo motivo.
Tenho dois irmãos, um adolescente e um pré-adolescente, uma vez os dois estavam em uma estação de BRT, no Rio de Janeiro, aguardando a mãe que vinha buscar eles. Uma tia nossa os deixou lá e foi no banco resolver um problema antes de fechar. Os dois estavam arrumados, com mochilas e animados para ver a mãe. Um dos seguranças começou a gritar com meus irmãos, exigindo que eles saíssem da estação imediatamente ou ele chamaria a polícia para levá-los. Meus irmãos são da mesma cor de pele que eu. E choraram muito quando contaram o ocorrido. Já vi jovens brancos da mesma idade deles nessas estações e nada acontecer.
Racismo existe. E é preciso debater sobre isso, é preciso fazer movimentos, protestos, é preciso que mais séries e filmes abordem sobre este tema, pois só assim é possível, aos poucos, mudar essas situações que não devem ser consideradas normais.
Para finalizar, assista Cara Gente Branca. Esta série merece muito mais do que cinco estrelas.
Com direção de Pierre Coffin e Kyle Balda, a produção ‘Meu Malvado Favorito 3‘ traz de volta os personagens mais famosos da série: Gru, Agnes, Margo, Edith, Dr. Nefario e os atrapalhados Minions, além de agora apresentar Dru e o novo vilão Balthazar Bratt.
Produzido pela Illumination Entertainment, de ‘Minions‘ e ‘Sing – Quem Canta Seus Males Espanta‘, a animação chega dos cinemas em 29 de junho.
Jack Sparrow fica frente a frente com fantasmas, em uma nova cena de ‘Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar‘.
Além do rápido trecho do filme, o vídeo traz uma pegadinha feita por Johnny Depp na Disney. na ocasião ele surpreendeu diversas pessoas fantasiado como Jack Sparrow.
Confira:
‘Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar‘ estreia dia 25 de Maio de 2017.
“Em nova aventura, o Capitão Jack Sparrow se encontra com os ventos da má sorte soprando com mais força quando um grupo piratas fantasmas são liberados por um velho inimigo: Capitão Salazar (Javier Bardem), que depois de escapar do Triângulo do Diabo está determinado a matar todos os piratas do mar, principalmente Jack Sparrow. Sua única esperança de sobrevivência é a busca pelo lendário Tridente de Poseidon – um artefato poderoso que dá ao seu possuidor o controle dos sete mares.
Para encontrá-lo, ele tem que fazer uma aliança com a brilhante astrônoma Carina Smyth (Kaya Scodelario) e o teimoso marujo Henry (Brenton Thwaites).
Johnny Depp retorna em seu papel marcante, indicado ao Oscar®, do Capitão Jack Sparrow, um dos personagens mais amados da história do cinema, agora ao lado do ganhador do Oscar® Javier Bardem (Onde os Fracos Não Têm Vez, 007 – Operação Skyfall), dos jovens astros em ascensãoKaya Scodelario (Maze Runner – Correr ou Morrer, Skins, da televisão britânica) e Brenton Thwaites (Malévola, O Doador de Memórias) eGolshifteh Farahani (A Pedra de Paciência, Êxodo: Deuses e Reis). Voltando à ação estão o ganhador do prêmio da Academia® Geoffrey Rush como Barbossa, Kevin R. McNally como Joshamee Gibbs eStephen Graham como Scrum.