Além disso, o serviço de streaming confirmou que a produção será lançada no dia 4 de junho.
Na trama, uma investigação sobre uma chocante onda de crimes coloca um respeitado Mestre Jedi (Lee Jung-jae) contra uma perigosa guerreira de seu passado (Amandla Stenberg). À medida que mais pistas surgem, eles viajam por um caminho sombrio onde forças sinistras revelam que nem tudo é o que parece…
De acordo com o Variety, o PETA planeja fazer um protesto em uma exibição de ‘Nosferatu‘ por causa da maneira pejorativa e das “falsas representações” impostas aos ratos durante a narrativa do longa.
A organização em defesa dos direitos animais pretende enviar um “rato gigante” para o cinema em que o filme será exibido para “esclarecer” os fatos sobre os 5 mil ratos vivos que o diretor Robert Eggers (‘A Bruxa’) usou durante uma cena do filme.
Na cena em questão, os ratos invadem Londres e trazem a peste negra com eles.
Em comunicado oficial, Lauren Thomasson, diretora do PETA, declarou: “Um humano não tem mais probabilidade de ser ferido ou morto por um rato na vida real do que por um vampiro, e falsas representações desses animais como arautos da morte negam aos espectadores a chance de vê-los como os indivíduos inteligentes, sociais e afetuosos que são. As únicas ‘pragas’ com as quais os espectadores de cinema precisam se preocupar são os diretores que submetem os animais ao caos e à confusão de um set de filmagem, e o PETA encoraja todos a enxergarem através desses estereótipos vergonhosos e dar aos ratos o respeito que eles merecem.”
Vale lembrar que ‘Nosferatu‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de janeiro.
“‘Nosferatu’, de Robert Eggers, é um conto gótico de obsessão entre uma jovem assombrada na Alemanha do século 19 e o antigo vampiro da Transilvânia que a persegue, trazendo um horror incalculável com ele.”
O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.
O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).
De acordo com a Vanity Fair, Sydney Sweeney (‘Euphoria’) se recusou a responder qualquer pergunta envolvendo seu polêmico comercial da American Eagle, que foi criticado por alegadamente fazer alusão a supremacia racial.
“Eu estou aqui para apoiar meu filme e as pessoas envolvidas em seu desenvolvimento. Não estou aqui para falar sobre jeans,” declarou a artista.
A atriz estava promovendo ‘Christy‘, filme biográfico em que ela interpreta a boxeadora Christy Martin, que estreará no festival de Toronto nesta sexta-feira (5).
Sobre o longa, ela declarou: “Em toda luta que vocês assistirem, a gente realmente está se socando. A gente usa toda a força. Eu sempre acreditei que não seria possível fazer parecer real se fosse um dublê ou se os golpes fossem simulados.”
Vale lembrar que o polêmico comercial fez um trocadilho com “genes” e “jeans”, o que gerou um debate sobre referência à eugenia. A discussão, no entanto, ultrapassou os limites da publicidade e foi parar no centro de um embate político-cultural nos Estados Unidos. Após críticas de vozes progressistas que apontaram a campanha como uma celebração da supremacia branca e de um padrão corporal excludente, a Casa Branca não ficou em silêncio.
Steven Cheung, gerente de comunicações do governo, reagiu duramente em uma publicação na rede X (Twitter), chamando a indignação da esquerda de “estúpida” e representativa de por que “os americanos votaram como votaram em 2024”.
Ele escreveu: “Cancelamento descontrolado. Esse pensamento liberal distorcido, imbecil e denso é um dos grandes motivos pelos quais os americanos estão cansados dessa besteira”.
O comercial, que mostra Sweeney falando sobre genética de forma bem-humorada — “Genes são passados de pais para filhos, determinando coisas como cor dos olhos ou cabelo. Meus jeans são azuis.”— fez alguns críticos acusarem a marca de reforçar ideais eurocêntricos e de beleza excludente, por escolher uma mulher branca, magra e loira como símbolo dos “melhores genes da América”.
Confira o comercial:
A apresentadora conservadora Megyn Kelly também se pronunciou, defendendo Sweeney e criticando o que chamou de “a loucura da esquerda”:
“Ela está sendo chamada de supremacista branca porque fez um comercial de calça jeans. Isso é uma propaganda de jeans, não supremacia branca. Eles estão revoltados porque querem decidir quem pode ou não ser o rosto dos ‘melhores genes’ da América”, declarou em seu programa.
Kelly argumentou que o anúncio claramente se refere ao corpo de Sweeney — algo que a atriz já tornou marca registrada em campanhas anteriores — e que as reações mostram uma intolerância da esquerda em aceitar qualquer representação que não esteja alinhada a suas pautas.
Enquanto o comercial continua circulando com alto engajamento nas redes sociais, o debate reacende uma velha polarização cultural entre representatividade, padrões de beleza e liberdade de criação na publicidade. E agora, com a Casa Branca e comentaristas políticos entrando na discussão, a campanha da American Eagle acabou se tornando um inesperado símbolo da guerra cultural americana.
Em O SOL NASCE PARA TODOS, ex-amantes se reencontram após muitos anos e revivem sentimentos marcados por amor, sacrifício e arrependimento. Entre despedidas dolorosas e lembranças do passado, duas pessoas perdidas finalmente se reconhecem e se abraçam.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Shangjun Cai também assina o roteiro ao lado de Nianjin Han;
O ator Joe Morton, o intérprete de Silas Stone, pai do personagem Victor Stone (Cyborg),comentou sobre os desafios o membro da Liga da Justiça terá na adaptação da DC Comics.
Em uma entrevista recente feita ao site IGN, ele pontuou que o famoso disfarce usado pelos heróis para proteger sua integridade não se aplica a Cyborg, considerando sua estrutura física.
Segundo Morton, isso terá reflexos no personagem:
“Ao contrário dos demais, Victor não tem nenhum disfarce, nenhum elemento que o permita se esconder atrás de uma identidade, como uma espécie de máscara. Ele acaba sendo essa figura semelhante ao Frankenstein. E eu creio que isso acaba acontecendo em um determinado momento do filme e o personagem Cyborg é meio que uma metáfora por ser o desajustado”.
‘Game of Thrones‘ está cada vez mais próxima de seu grande final e gradativamente outros personagens vão se despedindo da trama.
E embora o capítulo mais recente, intitulado “Os Últimos dos Stark”, tenha sido bem mais calmo – em relação ao seu antecessor -, alguns personagens não passaram ilesos ao fio da navalha.
Daenerys foi quem mais sofreu, perdendo dois personagens de extrema importância para a sua jornada. Seu dragão Rhaegal se despediu de maneira inesperada, sendo acertado por uma das flechas da gigante besta conduzida por Euron Greyjoy. Ainda se recuperando dos ferimentos da Batalha por Winterfell, seu filho foi atacado brutalmente uma série de vezes, perdendo a força e o equilíbrio, caindo dentro do mar.
Além dele, a melhor amiga e fiel companheira de Daenerys, Missandei, também deu seu inesperado adeus, ao ser capturada por Greyjoy, após os ataques às frotas da Não Queimada. Apresentada no topo do portão de Porto Real, ao lado de Cersei Lannister, ela foi morta pelas mãos de Gregor Clegane, o Montanha. Sua cabeça foi cortada, em um dos momentos finais do episódio, deixando bem claro que a rainha que quebra correntes não pretende deixar sua morte passar em vão.
Assista ao trailer do próximo capítulo:
Segundo Emilia Clarke, que interpreta Daenerys Targaryen na série, o 5º episódio da temporada final de ‘Game of Thrones‘ foi ainda maior que o 3º, o que continha a enorme batalha contra o Rei da Noite
“O Episódio 5 é maior. Episódio 5 é aahhhhh. Os melhores episódios são o 4, 5 e 6, eles são todos insanos.”, ela afirmou.
Clarke acrescentou que, quando o episódio 5 for exibido no dia 12 de maio, “encontre a maior TV possível”.
Hoje, a HBO divulgou fotos do 4º episódio, que vai ao ar neste domingo, dia 5:
David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série.
A Pixar lançou seu primeiro curta-metragem com temática totalmente LGBTQ+, protagonizado por um homem gay. E a produção, chamada ‘Out‘ já está disponível na plataforma de streaming Disney+.
O curta faz parte de uma série do serviço chamada SparksShorts e explora o dilema de um homem que sofre com a dificuldade de revelar sua identidade de gênero para sua mãe, bem como o seu relacionamento amoroso com seu parceiro.
Na trama, Greg acaba de se mudar com seu namorado, Manuel, mas o problema é que Greg ainda não saiu do armário e quando seus pais chegam em seu novo lar para ajudá-lo a se acomodar, ele terá um grande desafio em mãos.
E para ajudá-lo a ter a coragem necessária, um dupla de animais-fadas madrinhas, um cachorro fabuloso e um gatinho que anda em cima de um arco-íris, vão intervir na situação, com Greg trocando de corpo com seu cachorro, Jim. E à medida que ele tenta freneticamente esconder as evidências de seu relacionamento de sua mãe – agora no corpo de um cachorro -, ele logo aprenderá que de fato, não há nada que precise ser escondido.
A Netflix continua investindo em suas produções originais e está trazendo uma nova série que promete apimentar sua grade de programação.
‘Sex/Life‘ é o novo projeto da gigante do streaming, que chega em 25 de junho com uma trama que vai explorar a sexualidade de uma mulher que passou dos seus 40 anos.
Na trama, Billie é uma dona de casa que está enfrentado dificuldades em ser uma devota esposa e mãe, à medida em que se digladia com seus impulsos e anseios carnais, enquanto se recorda dos seus tempos de juventude.
‘Sex/Life‘ foi criada por Stacy Rukeyser e conta apenas com mulheres à frente da direção dos episódios.
A 2ª temporada de ‘A Lista Terminal‘ já está em desenvolvimento e o ator Gabriel Luna acaba de ser escalado para os vindouros episódios. O ator fará uma participação especial recorrente. A informação foi revelada pela Variety.
Luna contracenará ao lado de Chris Pratt, que retorna para o papel de James Reece, agente Navy Seal. A primeira temporada da série foi lançada em 2022 e adaptou o livro que leva o nome do personagem, escrito por Jack Carr. Já o novo ciclo trará para as telinhas a obra ‘True Believer: A Thriller: 2‘, segundo volume da saga de ação.
Na trama, Luna dará vida a Freddy Strain. Segundo a descrição oficial, “ex-chefe sênior da SEAL Team 6 e atual oficial da Ground Branch da CIA, Freddy Strain é um homem de dois mundos — um atirador de elite e um dedicado homem de família. Sua crença de que James Reece sobreviveu aos eventos da 1ª temporada de ‘A Lista Terminal’ tirará o ‘Homem Mais Procurado do Planeta’ do esconderijo e o colocará de volta na briga. Reece mostra a Freddy que tempos desesperados podem exigir que se opere fora das linhas, à medida em que o comprometimento de Freddy com a família, o país e a causa o ajudarão a guiar Reece em seu caminho para a redenção”.
Confira a sinopse oficial da série:
Baseado no romance homônimo de Jack Carr, a narrativa acompanha James Reece (Pratt) que, depois que todo o seu pelotão das Forças de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos (Navy SEALs) é emboscado durante uma missão secreta de alto risco, volta para casa com memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpa no acontecimento.
No entanto, à medida que novas evidências vêm à tona, Reece descobre que forças obscuras estão trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas também a vida daqueles que ele ama.
Recentemente surgiram boatos de que David Fincherestaria envolvido em um novo filme da franquia Star Wars.
Fincher revelou à Empire que ele havia comentado com a produtora de Star Wars, Kathleen Kennedy, sobre a possibilidade de estar em um filme da Saga, porém decidiu passar à diante ao invés de dirigir um projeto tão maciço:
“Eu conversei com [a produtora Kathleen Kennedy] sobre isso e olha, é uma tarefa complicada. Eu não sei o que é pior. Era preciso para acompanhar o sucesso desses dois últimos. É um outro nível completamente diferente. Primeiro que você deve suportar os abusos de astros como Harrison Ford e Carrie Fisher, e então, você tem que ficar na expectativa de arrecadar mais de US$ 1 bilhão, e isso se torna uma grande pressão “.
O diretor ainda discutiu como existem algumas circunstâncias em que a tarefa de dirigir algo tão expansivo definitivamente pode funcionar:
“Eu acho que O Império Contra Ataca, do diretor Irvin Kershner, foi o melhor trabalho. Ele tinha um excelente roteiro e tinha a história do meio. Ele não precisava se preocupar como isso começou e não tinha que se preocupar com o fim. E ele teve a grande revelação “.
“Você teria que realmente limpar a cabeça, eu acho. Você precisaria realmente ter certeza de que isso é o que você queria fazer porque de qualquer maneira são dois anos de sua vida, 14 horas por dia, sete dias por semana “.
Gunn não entra em detalhes, mas deixa bem claro que gostou muito do que viu.
Enquanto isso, os fãs de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ podem contar os minutos para o início da pré-venda dos ingressos para o filme, que já possui data para começar no Brasil: Amanhã, quinta-feira, dia 22.
Quem quiser garantir um lugar em uma das sessões de pré-estreia e estreia, poderá efetuar a compra de ingressos nas principais redes de cinema do Brasil. Os detalhes podem ser conferidos nesse site.
Criada na Dinamarca, na década de 1930, a Legocomeçou como uma empresa voltada para brinquedos de madeira que foi se reinventado ao longo dos anos. Com o pós-guerra, na segunda metade da década de 1940, os brinquedos de plástico passaram a fazer sucesso pelo mundo, o que levou os fabricantes a investirem nos tão famosos blocos de plástico que machucam os pés de pais e irmãos desavisados pelas casas dos quatro cantos do globo.
De lá para cá, a empresa já lançou diversas coleções, fez parques temáticos e adentrou no mundo do cinema ao licenciar produtos inspirados em franquias famosas, como Indiana Jones,Homem-Aranha,Harry Potter eStar Wars. Com tanto sucesso e algumas séries animadas que divertiam a molecada nos canais por assinatura, parecia apenas questão de tempo até que um filme da Lego fosse lançado nos cinemas. E isso aconteceu em 7 de fevereiro de 2014, quando Uma Aventura Lego chegou às telonas.
Quando anunciaram o projeto, como de costume, houve muitas críticas à falta de criatividade de Hollywood e como as grandes corporações estavam tomando conta do cinema. Então, em 2013, quando saiu o primeiro trailer, já vieram as críticas sobre ‘mais uma animação boba e descartável, feita exclusivamente para sugar dinheiro dos pais’. No entanto, havia um ponto que despertava muito a curiosidade geral: o elenco. Morgan Freeman, Liam Neeson,Elizabeth Banks,Will Ferrell e um até então não tão conhecido Chris Pratt estavam confirmados para um filme que muitos davam como certeza de fracasso.
Mas um elenco desse porte indicava um investimento alto da Warner no projeto, então começou a criar uma dúvida no público, porque o estúdio não gastaria tanto para contratar um time de peso para um filme que não daria retorno. Mal sabia que o público que as grandes estrelas por trás de Uma Aventura Lego estavam atrás das câmeras. Cinco anos antes, a dupla Chris Miller e Phil Lord havia chamado atenção do mercado com o divertido Tá Chovendo Hambúrguer (2009), que foi um sucesso comercial. Por conta disso, aWarnerdeu liberdade criativa e deixou a dupla fazer o que achasse melhor no roteiro e na direção. E o resultado foi uma aventura repleta de bom-humor, referências intermináveis, uma série interminável de piadas para todos os públicos e uma trama com reflexões e críticas sociais sobre o papel do capitalismo na vida das pessoas.
Chega a ser irônico que uma produção que apresenta os mais diversos tipos de brinquedo, literalmente colocando o número de série das coleções em tela, tenha um ato final todo voltado para a importância de não deixar os empregos e pressões do capital ditarem a vida de uma família. Quem diria que a história dos bonequinhos amarelos de plástico pode ser trabalhada de forma divertida e reflexiva? Sem contar o verdadeiro show do elenco, com destaque para Chris Pratt – que viria a explodir para a Cultura Pop meses depois – eWill Arnett, como Lego Batman, que cativaram o público com suas atuações vocais.
Além de roteiro e direção, a técnica animada do filme encantou cinéfilos do mundo inteiro. Nas séries animadas da Lego, eram usados efeitos que faziam com que os cenários fossem mais realistas, como a água e as nuvens, enquanto os bonequinhos eram brinquedos. Porém, no filme, Miller e Lord estabeleceram a visão de uma criança brincando com seus Lego’s. Por isso, tudo que é mostrado em tela foi animado para replicar uma brincadeira. A água, as nuvens, a comida, o fogo… Tudo é feito de pecinhas de lego construídas por meio de uma espetacular tecnologia de animação 3D feita com muito esmero. Essa técnica foi muito elogiada por fugir ao padrão da época e teve inspiração no stop motion. Sem contar a atenção nos detalhes que só mesmo fãs poderiam fazer. O maior exemplo disso é o capacete do Benny, o astronauta, que está quebradinho na parte mais fina da pecinha. Essa era uma reclamação de praticamente todas as pessoas que já tiveram um astronauta de Lego, porque sempre quebrava ali. Esse tipo de cuidado acertou a nostalgia em cheio.
Claro, não há como falar deste filme sem falar da chiclete música tema: “Everything Is Awesome“. Feita para ser repetitiva, a canção é usada como um tipo de controle social do vilão em seu mundinho perfeito. Na vida real, ela fez muito sucesso e conquistou uma indicação aoOscare aoGlobo de Ourode Melhor Canção Original. Composta pelos meninos do The Lonely Island (o grupo do Andy Samberg), a música foi interpretada pela dupla canadense Tegan & Sara, e acabou virando sinônimo do filme. Afinal, Tudo é Incríveeeel.
No fim das contas, Uma Aventura Legofoi um sucesso colossal. Se tornou a animação com as melhores críticas e com a maior bilheteria da história da Warner, o que garantiu à saga uma sequência e mais dois derivados. E quem se deu bem nessa história foi Chris Pratt, que acumularia mais um sucesso com Guardiões da Galáxia e ganharia o apelido de Mr. Franchise Guy (Senhor das Franquias), fazendo dele um dos atores mais cobiçados de Hollywood dali em diante. Chris Miller e Phil Lord também cravaram de vez seus nomes no mercado, fazendo deles produtores de respeito, o que os levaria a chefiar futuramente outra franquia de muito peso: Homem-Aranha no Aranhaverso (2018).
Existe um perfil de cinéfilo que simplesmente gosta de ser surpreendido na sala de cinema. É aquela pessoa que muitas vezes compra o ingresso sem ver o trailer ou sem saber do que se trata um filme, mas que se sentiu atraído pelo título, pelo pôster ou por qualquer outro motivo mais simples – qualquer desculpa é suficiente para entrar na sala de cinema. Esse nicho específico de cinéfilo apenas gosta de sair da mesmice, gosta de ver algo diferente dos moldes padrões hollywoodianos, gosta de ser desafiado por outras formas narrativas, outras estéticas. Pensando nesse público, estreia essa semana nos cinemas brasileiros a comédia belga ‘A Estrela Cadente’.
Boris (Dominique Abel) é um antigo ativista que cometera atos terroristas no passado, mas hoje trabalha como bartender no boteco ‘A Estrela Cadente’, cuja dona é Kayoko (Kaori Ito) e cujo segurança é Tim (Philippe Martz). Certo dia um cliente entra armado no boteco, Georges (Bruno Romy), e tenta matá-lo. Isso acende o alerta no grupo de algo precisa ser feito, e quando conhecem Dom (Dominique Abel), o grupo decide fazer com que Dom troque de lugar com Boris, para o caso de o assassino voltar ao bar. Só que essa decisão desestabilizará o grupo, e fará com que Fiona (Fiona Gordon), ex-esposa de Dom e que é detetive particular, passe a investigar o caso, em busca da verdade.
Em pouco mais de uma hora e meia, ‘A Estrela Cadente’ se mostra como o típico caso de um filme “diferentão” – e aqui o “diferentão” entra em muitos aspectos: no estético, na narrativa, na proposta, na sua realização. Uma informação interessante é que de certa forma o filme dialoga com projetos anteriores da dupla Dominique Abel-Fiona Gordon, tai como ‘La fée’ e ‘Perdidos em Paris’, em que ambos, por exemplo, Dominique interpreta um personagem chamado Dom, tal qual em ‘A Estrela Cadente’.
Em ‘A Estrela Cadente’ a proposta é misturar dois gêneros opostos – o suspensenoir e a comédia – o que acaba transformando o filme num noir colorido. Enquanto o suspense vai se desenrolando (quem é o culpado? Fiona descobrirá a verdade? O trio conseguirá escapar?), a construção desse suspense vai fazendo uso dos elementos da comédia para contar a história, em especial a comédia clássica dos anos 1920/1930, com toque chaplinianos e de Buster Keaton; para a linguagem brasileira, é algo similar aos ‘Trapalhões’. O roteiro escrito pela dupla Dominique Abel-Fiona Gordon cria cenas interessantemente cômicas, como um balé para vestir o corpo de Dom sedado, cuja coreografia se assemelha às técnicas da dança contemporânea, dando um show de sincronia para realizar a cena.
A dupla, que também compartilha a direção, também acerta o tom da produção de arte, com objetos de cena, sets e figurinos muito vibrantes que acompanham o contraste da história. Mas o que se destaca mesmo é a fotografia, muito muito interessante, filmando as cenas de absurdo com um olhar curioso que oferece algo de diferente ao público, como, por exemplo, na cena de Boris e Kayoko pedalando na cama como se estivessem fugindo – cena esta que é recuperada no final do filme, em outro contexto.
‘A Estrela Cadente’ traz frescor à mesmice hollywoodiana e oferece uma história meio sem pé nem cabeça mas que entretém e faz rir pela estética do absurdo em sua explosão de cores.
Em entrevista ao Fandom Spotlite, o ator John Glover confirmou que será parte do novo filme do universo DC, ‘Shazam!’.
Glover é conhecido por ter interpretado Lionel Luthor, pai de Lex Luthor, na série ‘Smallville’. Durante as declarações no Wizard World Cleveland, o ator aproveitou o espaço para revelar que também será um pai no longa-metragem. Porém, não pôde revelar mais do que isso.
Confira o vídeo completo abaixo:
O site Fandango revelou recentemente que o longa terá 2 horas e 12 minutos(132 minutos) de duração.
As primeiras reações ao mais novo filme da DC continuam aparecendo na internet e são só elogios para a comédia de super-herói do diretor David F. Sandberg.
Segundo o crítico Daniel Richtman, ‘Shazam’ é o segundo melhor filme da história da DC, atrás de ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘.
Don’t believe the hype, #Shazam isn’t the best DC movie to date, it’s only the SECOND best after The Dark Knight.
“Não acredite no hype, #Shazam não é o melhor filme DC até à data. É o segundo melhor, após o Cavaleiro das trevas.”, afirmou.
Os críticos estão elogiando a dinâmica do personagem de Asher Angel e Zachary Levi, o jovem Billy Batson que se transforma em Shazam dizendo a palavra mágica, com seu novo amigo Freddie Freeman, interpretado porJack Dylan Grazer.
O consenso geral é que o filme usa o humor e o coração para encantar o público e se diferenciar dos outros filmes do DCEU.
“#Shazam é grandioso, engraçado, adorável e diferente de tudo que a DC fez antes. Definitivamente na veia de Quero ser Grande, com Tom Hanks, mas com ação de super-herói e muitas referências a Batman e Superman. Eu esperei tanto este filme que eu queria dar-lhe um abraço de urso no final. Os filmes da DCS continuam melhorando.”, ERIK DAVIS do FANDANGO.
#Shazam is big, goofy, lovable, and unlike anything DC has done before. Definitely in the vein of Tom Hanks’ BIG, but with superhero action & lots of Batman and Superman references. I dug this film so much I wanted to give it a bear hug at the end. DC’s movies keep getting better pic.twitter.com/WQJgo61gMg
“#Shazam é uma delícia absoluta! Super vibrante, toneladas de coração e uma vibe grande de diversão amorosa. O elemento familiar é um grande encantador e o humor é encantador. Zachary Levi explora seus novos poderes. Jack Dylan Grazer é uma estrela.”, PERRI NEMIROFF do COLLIDER.
#Shazam is an absolute delight! Super vibrant, tons of heart & a great fun-loving vibe. The family element is a big charmer & so is the humor that comes with watching @ZacharyLevi explore his new powers. Said this after IT but it’s worth repeating – @Jgrazerofficial is a star.
“Zachary Levi nasceu para interpretar #Shazam. Ele oferece muitas risadas ao lado de sua co-estrela, Jack Dylan Grazer. O filme traz algumas grandes surpresas para os fãs dos quadrinhos e oferece apelo mainstream suficiente para conquistar novos fãs. Os pontos fortes de Shazam compensam definitivamente suas fraquezas.” JIM VEJVO do IGN.
Zachary Levi was born to play #Shazam He delivers lots of laughs alongside co-star Jack Dylan Grazer. The film packs some big surprises for comics buffs and offers enough mainstream appeal to win over new fans. Shazam’s strengths definitely outweigh its weaknesses. pic.twitter.com/kfFMW01jfO
“#Shazam é uma alegria absoluta. Diferente de qualquer filme do DCEU até agora… É engraçado, quente, é apaixonante e bobo. O elenco é fantástico.”, DEN OF GEEK.
#Shazam is an absolute joy. Both definitely in the DCEU and nothing at all like any DCEU movie so far, it’s funny, warm, good hearted and silly and the cast is terrific. Watch out for our review soon. pic.twitter.com/NNPU5hqNtv
“#Shazam é emocionalmente desigual, mas absolutamente divertido. Zachary Levi aperfeiçoa Shazam, embora Jack Dylan Grazer seja o verdadeiro herói aqui. É um filme de super-herói comum, mas é refrescante e inovador”, MANSOOR MITHAIWALA do SCREENRANT.
#Shazam mistura Esqueceram de Mim com Quero ser Grande, e consegue agradar toda a plateia e todas as famílias com uma história cheia de alegria e realização em um filme de super-herói que fica um pouco demais e brega às vezes. É divertido e engraçado, e fiquei surpreso com o quanto ele usa o seu coração para conquistar os fãs.”, PETER SCIRETTA do SLASHFILM.
#Shazam is parts Home Alone, parts Big, a crowd pleasing family-friendly joy-filled wish-fulfillment superhero film which gets a bit over the top and cheesy at times. It’s fun and funny, and I was surprised at how much it wears it’s heart on its sleeve.
Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).
A Variety confirmou hoje que ‘Making It’, reality show estrelado por Amy Poehler e Nick Offerman, não apenas foi renovado para a 2ª temporada como já ganhou data de reestreia.
O novo ciclo será lançado no dia 02 de dezembro na NBC, com episódios sendo transmitidos também nos dias 03, 05, 09 e 10 de dezembro antes do season finale especial de duas horas no dia 11.
A série é produzida por Poehler e Offerman, que trabalharam juntos em ‘Parks and Recreation’, e por Nicolle Yaron, Kate Arend, Dave Becky e Pip Wells.
A série ‘Making It’, desenvolvida pela NBC, vai reunir competidores que, a cada episódio, devem desenvolver dois projetos esboçados pela dupla. Um deles será pautado pelo tempo de produção e o outro será temático.
O objetivo é levar os competidores a usarem sua criatividade no trabalho manual, pensando de maneira ousada, à medida que lidam com os desafios do projeto. A disputa também visa evidenciar as habilidades e histórias pessoais de cada participante. O grande vencedor será coroado como o Master Maker.
A The CW divulgou a sinopse oficial de “Gloria”, décimo episódio da 1ª temporada de ‘Katy Keene’.
O capítulo vai ao ar no dia 23 de abril.
Confira, junto às imagens:
Quando uma alegação contra Gloria é feita, cabe a Katy desvendar o que realmente aconteceu – mas, em vez disso, ela descobre algo sobre a mãe. Josie e as novas Pussycats têm uma discussão complicada. Jorge oferecer a Bernardo uma proposição interessante de relacionamento para não perdê-lo, mas as coisas não vão como o planejado. Enquanto isso, o passado de Pepper começa a assombrá-la, ameaçando sua vida atual.
Alex Pillai dirigiu o episódio, enquanto Michael Grassi e Neil McNeil ficaram responsáveis pelo roteiro
Escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) e Michael Grassi, e dirigido por Maggie Kiley, o spin-off gira em torno de quatro personagens icônicos da Archie Comics, incluindo a futura empresária da moda Katy Keene e a cantora e compositora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que lutam para conquistar seus sonhos na cidade de Nova York. A dramédia musical conta as origens e os obstáculos enfrentados pelo grupo.
Na trama, Jeff Daniels estrela como o ex-agente do FBI James Comey e acompanha as incursões dos turbulentos eventos acerca das eleições presidenciais de 2016 e suas consequências que dividiram uma nação.
O longa é baseado no último livro da trilogia escrita por Jenny Han.
Na surpreendente e emocionante conclusão da série, o último ano de Lara Jean no colégio não podia estar melhor: ela está apaixonadíssima pelo namorado, Peter; seu pai vai se casar em breve com a vizinha, a sra. Rothschild; e sua irmã mais velha, Margot, vai passar o verão em casa.
Mas, por mais que esteja se divertindo muito — organizando o casamento do pai e fazendo planos para os passeios de turma e para o baile de formatura —, Lara Jean não pode ignorar as grandes decisões que precisa tomar, e a principal delas envolve a universidade na qual vai estudar. A menina viu Margot passar pelos mesmos questionamentos, e agora é ela quem precisa decidir se vai deixar sua família — e, quem sabe, o amor de sua vida — para trás.