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‘Dois Papas’: Netflix divulga foto do filme de Fernando Meirelles com Anthony Hopkins

A Netflix divulgou a primeira imagem de Anthony Hopkins e Jonathan Pryce no novo filme original ‘Dois Papas‘, do diretor brasileiro Fernando Meirelles, indicado ao Oscar por ‘Cidade de Deus‘.

Confira:

A história acompanha os bastidores de uma das mais dramáticas transições de poder nos últimos 2000 anos. Frustrado com a direção da Igreja, o cardeal Bergoglio (Jonathan Pryce) pede permissão ao papa Bento XVI (Anthony Hopkins) para se aposentar em 2012.

Em vez disso, enfrentando escândalos e sua própria insegurança, o introspectivo papa chama seu maior crítico e futuro sucessor a Roma para revelar um segredo que abalaria os alicerces da Igreja Católica. O que se vê dentro dos muros do Vaticano, então, é a disputa entre a tradição e o progresso, a culpa e o perdão, e dois homens muito diferentes confrontando seus passados em busca de terreno comum para forjar o futuro de um bilhão de seguidores em todo o mundo.

A produção é financiada pela Netflix e terá lançamento mundial exclusivo pela plataforma.

‘God of War’: Criador do game quer adaptação live-action na Netflix

Após o sucesso de ‘The Witcher‘ na Netflix, diversos fãs de videogames estão fazendo campanha para que seus jogos preferidos virem adaptações para o cinema para a TV.

E não apenas os fãs, já que Cory Barlog, um dos criadores de ‘God of War‘, está na torcida para que o amado jogo se transforme em uma adaptação live action.

Em seu perfil no Twitter, Barlog compartilhou um podcast no qual o tema principal era: “Qual jogo de videogame vocês gostariam de ver como uma série da Netflix?

Na legenda, o designer sugeriu que ‘God of War‘ seria uma ótima adaptação para a plataforma de Streaming.

Em 2018, o diretor Steven S. DeKnight (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) revelou ao Comic Book que adoraria adaptar o game para o cinema e gostaria de ver Dave Bautista no papel principal.

“Eu sempre fui um fã de ‘God of War’. Acho que os últimos jogos são lindos e fenomenais. Eu amaria dirigir um filme de ‘God of War’, e também adoraria vê-lo nas telonas. Alguém me perguntou: ‘Quem você gostaria que interpretasse o Kratos?’ e eu imediatamente pensei: Dave Batista seria o homem. Eu acho que ele pode fazer qualquer coisa.”

E o mais legal é que o diretor de fato está tendo discussões com a Sony sobre o projeto.

“Eu tinha algumas conversas com o pessoal na Sony PlayStation sobre fazer o filme, e minha grande questão foi: você tem que desenvolvê-lo como um livro. Desenvolvê-lo como se tivesse adaptando ‘Tubarão’. As pessoas que leram o livro sabem que o filme é muito diferente, mas ambos são fantásticos. Então, você tem que ser capaz de pegar o material de origem e fazê-lo funcionar como um filme. O que quer dizer que, muitas vezes, é preciso mudar algumas coisas, e isso é muito perigoso porque você não quer deixar os fãs dos jogos alienados.”

DeKnight também revela que o projeto teria que ser para maiores. “É engraçado porque eu sentei com a Sony, e uma das primeiras coisas que ambos dissemos era que precisava ser para maiores. Eu não acho que há um jeito de contar essa história com baixa classificação etária, e nem deveria ter.”

O diretor obviamente é um grande fã dos jogos. Animados para vê-lo envolvido no projeto?

‘God of War’ pode virar série live-action na Netflix

Após o sucesso de ‘The Witcher‘ na Netflix, diversos fãs de videogames estão fazendo campanha para que seus jogos preferidos virem adaptações para o cinema para a TV.

E não apenas os fãs, já que Cory Barlog, um dos criadores de ‘God of War‘, está na torcida para que o amado jogo se transforme em uma adaptação live action.

Em seu perfil no Twitter, Barlog compartilhou um podcast no qual o tema principal era: “Qual jogo de videogame vocês gostariam de ver como uma série da Netflix?

Na legenda, o designer sugeriu que ‘God of War‘ seria uma ótima adaptação para a plataforma de Streaming.

Em 2018, o diretor Steven S. DeKnight (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) revelou ao Comic Book que adoraria adaptar o game para o cinema e gostaria de ver Dave Bautista no papel principal.

“Eu sempre fui um fã de ‘God of War’. Acho que os últimos jogos são lindos e fenomenais. Eu amaria dirigir um filme de ‘God of War’, e também adoraria vê-lo nas telonas. Alguém me perguntou: ‘Quem você gostaria que interpretasse o Kratos?’ e eu imediatamente pensei: Dave Batista seria o homem. Eu acho que ele pode fazer qualquer coisa.”

E o mais legal é que o diretor de fato está tendo discussões com a Sony sobre o projeto.

“Eu tinha algumas conversas com o pessoal na Sony PlayStation sobre fazer o filme, e minha grande questão foi: você tem que desenvolvê-lo como um livro. Desenvolvê-lo como se tivesse adaptando ‘Tubarão’. As pessoas que leram o livro sabem que o filme é muito diferente, mas ambos são fantásticos. Então, você tem que ser capaz de pegar o material de origem e fazê-lo funcionar como um filme. O que quer dizer que, muitas vezes, é preciso mudar algumas coisas, e isso é muito perigoso porque você não quer deixar os fãs dos jogos alienados.”

DeKnight também revela que o projeto teria que ser para maiores. “É engraçado porque eu sentei com a Sony, e uma das primeiras coisas que ambos dissemos era que precisava ser para maiores. Eu não acho que há um jeito de contar essa história com baixa classificação etária, e nem deveria ter.”

O diretor obviamente é um grande fã dos jogos. Animados para vê-lo envolvido no projeto?

Amazon Prime lança terror sobre o espírito maligno Colecionador de Unhas; Assista ao trailer!

Se recuperando depois de um terrível acidente, uma mulher é exposta a um espírito sombrio e malévolo que está assombrando o hospital no terror ‘Colecionador de Unhas’ (Nails), que acaba de ser lançado no catálogo do Amazon Prime Video no Brasil.

Assista ao trailer:

Dana Milgrom (Shauna Macdonald) sobreviveu a um acidente de carro de que quase a matou, porém, encontra-se paralisada e presa dentro de seu próprio corpo. Ao lutar para recuperar o controle de sua vida, Dana é confrontada por um espírito vingativo; Uma presença terrível chamada Nails, a quem ela está convencida que existe dentro do hospital em que se recupera.

É a estreia da direção de Dennis Bartok. No elenco está Shauna Macdonald (Abismo do Medo), Ross NobleLeah McNamara (‘Vikings’) e Steve Wall. 

‘Não Olhe para Cima’ quebra outro RECORDE na Netflix, mas ainda não é o mais visto da história do streaming

Não Olhe Para Cima‘ estreou na Netflix e está dando o que falar, por abordar em uma sátira política como o negacionismo pode ser mortal.

Lançado na véspera de Natal, a sátira do escritor e diretor Adam McKay quebrou oficialmente outro recorde, se tornando o título com o maior número de horas de exibição de um filme em uma única semana na história da Netflix .

O filme teve 152,29 milhões de horas assistidas globalmente na semana de 27 de dezembro a 2 de janeiro,  um novo recorde para o streamer segundo o Deadline.

Mas o filme ainda não é o mais assistido da história do streaming. ‘Não Olhe Para Cima‘  já obteve 262,32 milhões de horas de transmissão, tornando-o o terceiro filme original mais visto de todos os tempos da Netflix.

Os únicos outros filmes que estão à frente são ‘Bird Box‘ (282 milhões de horas de transmissão) e ‘Alerta Vermelho‘, que é o mais visto com 364 milhões de horas de transmissão.

Confira:

FILMES

1. Alerta Vermelho – 364 milhões de horas
2. Bird Box – 282 milhões de horas
3. Não Olhe para Cima – 262 milhões de horas
4. Resgate – 231 milhões de horas
5. O Irlandês – 215 milhões de horas
6. Barraca do Beijo 2 – 209 milhões de horas
7. Esquadrão 6 – 205 milhões de horas

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | ‘Não Olhe para Cima’ é uma sátira sci-fi extremamente bizarra e divertida

O grande elenco conta com Leonardo DiCaprio, Jennifer Lawrence, Rob Morgan, Jonah Hill, Mark Rylance, Tyler Perry, Timothée Chalamet, Ron Perlman, Ariana Grande, Scott Mescudi, Himesh Patel, Melanie Lynskey, Michael Chiklis, Tomer Sisley, Cate Blanchett e Meryl Streep.

A estudante de astronomia Kate Dibiasky (Jennifer Lawrence) e seu professor, Dr. Randall Mindy (Leonardo DiCaprio), descobrem que um cometa está prestes a colidir com a Terra, mas ninguém parece se importar. Alertar a humanidade sobre o impacto fatídico da rocha do tamanho do Monte Everest não será nada fácil. Com a ajuda do Dr. Oglethorpe (Rob Morgan), eles embarcam em um tour midiático que vai do gabinete da indiferente presidente Orlean (Meryl Streep) e seu filho bajulador Jason (Jonah Hill) até as ondas de rádio do The Daily Rip, um programa matinal bem-humorado apresentado por Brie (Cate Blanchett) e Jack (Tyler Perry). A apenas seis meses da colisão, chamar a atenção da mídia e de um público obcecado pelas redes sociais se mostra um desafio chocantemente cômico – o que será preciso fazer para o mundo apenas olhar para cima?  

DON’T LOOK UP, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MELANIE LYNSKEY as JUNE MINDY Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, TOMER SISLEY as ADUL GRELIO. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, RON PERLMAN as COLONEL DRASK Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, HIMESH PATEL as PHILLIP. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, ROB MORGAN as DR. CLAYTON “TEDDY” OGLETHROPE. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MICHAEL CHIKLIS as DAN PAWKETTY. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP (L to R) SCOTT MESCUDI (KID CUDI) as DJ CHELLO, ARIANA GRANDE as RILEY BINA. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, TIMOTHÉE CHALAMET as YULE. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP, MERYL STREEP as PRESIDENT JANIE ORLEAN. Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021
DON’T LOOK UP (L to R) CATE BLANCHETT as BRIE EVANTEE, TYLER PERRY as JACK BREMMER, LEONARDO DICAPRIO as DR. RANDALL MINDY, JENNIFER LAWRENCE as KATE DIBIASKY, Cr. NIKO TAVERNISE/NETFLIX © 2021

‘Halloween Ends’: Diretor DEFENDE o filme das críticas negativas dos fãs

Em entrevista ao MovieMaker, David Gordon Green, roteirista e diretor de ‘Halloween Ends‘, defendeu sua visão para o desfecho da franquia, apesar das reações negativas dos espectadores.

“Eu tentei criar minha própria visão para essa história e esses personagens. Para cada crítica que recebo, também há pessoas me agradecendo por apresentar algo novo e manter a franquia viva. Nós nunca consideramos fazer um filme focado na Laurie [Strode] e no Michael [Myers]. O conceito sobre o foco ser um embate final entre esses personagens nunca passou pela nossa cabeça.”

O cineasta também revelou que o final do longa quase teve uma referência direta à sequência ‘Halloween III – A Noite das Bruxas‘ – infame por ter apresentado uma história completamente diferente e sem relação com o Michael Myers: “Havia um final que eu escrevi, que nunca chegamos a filmar, que se passa em uma fábrica da Silver Shamrock enquanto ela criava aquelas máscaras da bruxa, esqueleto e abóbora. Então… a fábrica começaria a fabricar máscaras do Michael Myers. No final das contas, senti que a cena era apenas um fan service para os espectadores que conheciam a Silver Shamrock.”

Vale lembrar que ‘Halloween Ends‘ não agradou em nada o público. Além de um abaixo-assinado pedindo pela refilmagem da produção, o desempenho do longa nas bilheterias também está sendo afetado por conta das reações negativas.

Halloween de 2018 Halloween Kills faturaram US$ 259 milhões e US$ 133 milhões em todo o mundo, respectivamente. Já Ends fez apenas US$ 105 milhões.

‘Renaissance: A Film By Beyoncé’ ganha data de estreia nos cinemas nacionais

Renaissance: A Film By Beyoncé’, o filme musical que documenta a RENAISSANCE WORLD TOUR, turnê que bateu o recorde mundial de Beyoncé, será exibido a partir de 21 de dezembro nos cinemas nacionais.

Renaissance: A Film By Beyoncé’ acentua a jornada da RENAISSANCE WORLD TOUR – uma turnê mundial de concertos que bateu o recorde e se estendeu por 56 shows, 39 cidades e 12 países – desde o seu início, passando pelo show de abertura em Estocolmo, na Suécia, até a grande final em Kansas City, Missouri.

O filme fala do trabalho e do envolvimento de Beyoncé em todos os aspectos da produção, de sua mente criativa e do propósito de criar seu legado e dominar sua arte.

Confira o trailer:

Movido por uma mistura incrível de housediscofunkR&B, dance e tantos outros gêneros, o compilado de originais se tornou um sucesso de crítica (além de entrar para nossas listas de Melhores do AnoMelhores do Século), bem como alcançou o topo da Billboard 200 em sua semana de estreia. Mais do que isso, Beyoncé abriu oportunidade para uma celebração da cultura afro-americana em uma narrativa hedonista e empoderadora.

Para celebrar o recente primeiro aniversário do álbum, preparamos uma breve lista elencando suas sete melhores músicas.

Veja abaixo:

7. “COZY”

“Cozy” mantém-se fiel ao tropical house, mas abre espaço para o slap e para o deep house através de uma rendição vocal certeira e confiante (que não é muita surpresa, considerando as belíssimas performances que Beyoncé entregou nas décadas passadas). A construção lírica se apoia no empoderamento e na libertação ao discorrer sobre sororidade e sobre autoaceitação.

6. “CUFF IT”

“Cuff It” é infundido em um clássico disco ready-made destinado a levar seus fãs a se divertirem sob um globo de espelhos e pincelados pelos holofotes estroboscópicos das baladas (uma escolha digna de estar em todas as playlists). Apesar de não ter sido lançada como single oficial, a canção caiu no gosto dos fãs e ascendeu de forma impressionante nos charts mundiais e deu origem a desafios virais nas redes sociais.

5. “BREAK MY SOUL”

“Break My Soul” carrega uma importância inegável para a carreira da musicista e para seu reclame da cultura negra. Na track, há várias referências aglutinadas na ótima e concisa abertura dessa nova era da artista, perpassando, por exemplo, a envolvência noventista de Crystal Waters e a nostalgia vibrante de Steve Angello. E, apesar de não sintetizar uma originalidade urgente, Beyoncé não abandona as peculiaridades estilísticas que a colocaram no centro dos holofotes e aproveita para transformar inflexões mercadológicas em uma antêmica e funcional narrativa (você não vai quebrar minha alma, direi a todo mundo).

4. “SUMMER RENAISSANCE

É muito difícil escolher uma única música como a melhor de RENAISSANCE, visto que cada uma delas é arquitetada de modo glorioso e cauteloso. Entretanto, o encerramento dessa sinestésica jornada é nada menos que estonteante: intitulada “Summer Renaissance, cujas conhecidas peculiaridades de Beyoncé são interpoladas pela clássica “I Feel Love”, honrando a parceria entre Summer e o imortal pai do disco Giorgio Moroder, a track é envolta em uma expressividade hi-NRG de tirar o fôlego.

3. “VIRGO’S GROOVE”

“Virgo’s Groove” foi considerada não apenas uma das melhores músicas da produção, mas uma das melhores entradas da carreira de Beyoncé. A construção, movida pela explosão constante de discofunk, é uma homenagem aos anos 70 e 80 sem se valer de um cansado anacronismo – mas sim de uma originalidade nostálgica sedutora. Os aplausos também vão ao produtor The-Dream, que faz um trabalho memorável na track.

2. “PURE/HONEY”

RENAISSANCE tornou-se um evento ao finalmente ser divulgado para os fãs de Beyoncé, reiterando, mais uma vez, a versatilidade invejável de uma das maiores artistas da história. E, como já é de se esperar, escolher as melhores músicas dentro deste imaculado e testamentário compilado não é um trabalho fácil; de qualquer forma, é notável como “Pure/Honey” é uma das entradas que nos roubam a atenção por sua construção ostensiva e elegante, pautada no electro-house e neo-disco (que é resumida pelo honrável verso “deve custar um bilhão para parecer tão bem”).

1. “ALIEN SUPERSTAR”

O álbum, primeiro capítulo de uma ambiciosa trilogia sonora, já ascendeu ao patamar dos melhores da década (ao menos na opinião desta que vos fala) e honrou a cultura negra com uma celebração antêmica do house e do disco. E, dentre as várias canções, “Alien Superstar” nos chama a atenção pela produção impecável e pelo caráter explosivo de suas texturas, mergulhando no poder dos sintetizadores, do voguing e dos ballrooms do Brooklyn dos anos 70 e 80 (“olhos em você quando performa, olhos em mim quando eu coloco”).

Primeiros três ‘Harry Potter’ serão relançados nos cinemas nacionais por 15 reais a sessão

A magia deHarry Potter continua a encantar os fãs brasileiros!

Harry Potter e a Pedra Filosofal‘, ‘A Câmara Secreta‘ e ‘O Prisioneiro de Azkaban‘ serão relançados nos cinemas nacionais no dia 31 de Agosto. Os ingressos na Cinemark estão com valor promocional de R$ 15 por sessão.

No último lançamento de ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’, mais de 600 mil brasileiros foram aos cinemas para assistir ao filme, tornando-o o maior relançamento do país e o dia mais lucrativo nas bilheterias de 2024.

Na trama, os nossos heróis retornam para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts apenas para se depararem com um perigo mortal: o retorno do assassino Sirius Black (Gary Oldman), que fugiu da prisão de Azkaban, considerada até então como à prova de fugas, e está à procura de Harry. Para proteger a escola, Alvo Dumbledore (Michael Gambon) recruta os temíveis Dementadores, estranhos seres que sugam a energia vital de quem se aproxima deles, que tanto podem defender a escola como piorar ainda mais a situação.

O filme teve uma recepção extremamente sólida por parte da crítica internacional, que até hoje considera a iteração como a melhor entrada do universo mágico, e fez um sucesso estrondo de público, arrecadando mais de US$797 milhões mundialmente e se tornando a 2ª maior bilheteria do ano. Além disso, conquistou duas indicações ao Oscar, incluindo Melhor Trilha SonoraMelhores Efeitos Visuais.

‘Superman’ de James Gunn enfrenta novo PROCESSO tentando impedir estreia nos cinemas

superman
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Superman‘ de James Gunn está enfrentando outro processo judicial, já que o espólio do cocriador do Homem de Aço teria entrado na justiça novamente para tentar IMPEDIR lançamento do filme do Universo DC .

Embora o processo anterior sobre o filme do ‘Superman‘ tenha sido arquivado em abril, a Warner Bros. Discovery enfrenta outra rodada de litígios.

Segundo o jornalista Eriq Gardner, o advogado Marc Toberoff teria reapresentado seu processo de direitos autorais, em nome do espólio do cocriador do ‘Superman‘, Joe Shuster, no tribunal estadual de Nova York.

Toberoff também busca uma liminar para impedir a Warner Bros. de “explorar o Superman” no Reino Unido, Irlanda, Canadá e Austrália – onde o espólio está contestando a titularidade dos direitos autorais devido às leis de direitos autorais específicas de cada país.

A Suprema Corte de Nova York ordenou que a Warner Bros. Discovery “apresentasse documentos de oposição até sexta-feira”, antes de comparecer ao tribunal em 4 de junho, onde teria que explicar por que uma liminar não deveria ser concedida.

O processo foi movido por Mark Peary, sobrinho de Joe Shuster, o falecido cocriador do Superman.

Um juiz federal negou a primeira tentativa do espólio de Peary de reaver os direitos autorais internacionais do Superman, alegando falta de jurisdição sobre a questão.

A disputa centraliza-se nos direitos autorais internacionais do personagem e da história original doSuperman. Embora Jerry Siegel e Joe Shuster tenham cedido os direitos mundiais à antecessora da DC Comics em 1938, as leis de direitos autorais em países com tradição jurídica britânica preveem o “reversão automática” dessas cessões 25 anos após a morte do autor, conferindo ao espólio de Shuster um interesse indiviso nos direitos autorais nesses territórios específicos.

Em sua defesa, a Warner Bros. enfatizou que os tribunais já rejeitaram reiteradamente as alegações de Peary. A empresa argumentou que Jean Peavy, mãe de Mark Peary, assinou um acordo renunciando a todos os direitos sobre o personagem após a morte de Shuster, em 1992. ais são automaticamente encerradas 25 anos após o falecimento do autor.

Lembrando que ‘Superman’ será lançado em julho de 2025.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Crítica | Game of Thrones 08×02 – A Knight of the Seven Kingdoms

FECHANDO CICLOS

 

A guerra está chegando em Winterfell. Certamente, a batalha é um dos momentos mais aguardados pelos fãs de Game of Thrones – GoT. Mas, como uma espécie de prólogo da guerra, os roteiristas optaram por um segundo episódio dedicado a fechar arcos de alguns personagens, aparar arestas, aprofundar relações.

Nos diversos encontros, pudemos perceber o quanto nossos personagens mudaram. Arya (Maisie Williams) parece perdoar alguns da sua lista e focar sua atenção em conhecer as boas coisas da vida. Tyrion (Peter Dinklage) e Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) tornaram-se muito mais parecidos, tornando-se sujeitos mais justos e amargurados. Verme Cinzento (Jacob Anderson) e Missandei (Nathalie Emmanuel) percebem que podem ir além da condição de devotas da sua rainha ao assumirem seus sonhos para o futuro. Jorah (Ian Glen) de certa forma tem um acerto de contas com a sua casa. O interesse do roteiro em destacar as mudanças é tão claro que chega a verbalizar o fato de antigos inimigos da família Stark estarem agora lutando para impedir a queda de Winterfell.

Podemos notar em cada personagem a mudança das suas personalidades. Quem menos aparenta essa mudança profunda é Daenerys (Emilia Clarke). Ela continua obcecada pelo Trono de Ferro, uma obsessão que a acompanha desde o começo e que vem, nas últimas temporadas, moldando um lado mais sombrio. Com sua sede de poder, ela vem confundindo abuso com justiça. Enfim, assim como o roteiro construiu uma jornada do herói para Jon Snow (Kit Harington), também se costurou a possibilidade da loucura Targaryen atingir Daenerys. Trocando em miúdos: as teorias de que a mãe dos dragões poderia virar a casaca, têm sustentação no que a série construiu.

Um outro tema forte no episódio foi a força das mulheres. Durante muito tempo, GoT foi acusado – no meu entender injustamente – de ser machista. Esta é a demonstração do quanto uma leitura pode ser enviesada. A série nunca deixou de retratar situações machistas, mas sempre teve nas mulheres figuras importantes. O interessante nesta reta final é a inversão do protagonismo: o centro de gravidade do poder migrou dos homens velhos e nobres da primeira temporada, para as mulheres jovens e para o bastardo. O segundo episódio destacou essencialmente a importância que as mulheres têm na grande narrativa de Westeros. Um belo exemplo disso foi o ótimo diálogo ente Daenerys e Sansa (Sophie Turner).

O episódio buscou amarrar pontas e fechar arcos de personagens menos importantes. No próximo episódio teremos uma batalha épica – possivelmente a sequência de batalha mais longa da TV e do cinema – e certamente muitos que tiveram destaque neste segundo episódio vão morrer. Vejam o caso de Brienne (Gwendoline Christie): seu plot principal era proteger as filhas de Catelyn Stark (Michelle Fairley). Tornar-se cavaleira pelas mãos de Jaime – com quem tem uma tensão amorosa – é um fechamento digno para o seu arco. Se ela morrer no próximo episódio, não sentiremos que algo ficou faltando.

Aliás, dos muitos significados que podemos retirar, está a música cantada por Podrick (Daniel Portman), ela antecipa quem pode morrer na batalha de Winterfell. No momento em que a montagem intercala vários personagens ao som de uma canção que fala de mortos, ela já nos dá um spoiler. A canção também pode apontar o possível desfecho: como a história por trás da canção envolve abdicação de trono, morte a uma história de amor, teoriza-se que ou Daenerys ou Jon Snow, uma dos dois, pode abdicar do trono ou morrer.

Apesar dos elogios que fiz até aqui, comparativamente, este episódio está um ponto abaixo de temporadas anteriores. Em termos de diálogos, se compararmos com o que foi feito antes, notamos um texto mais óbvio e menos rico em ambiguidades. Longe de ser ruim, mas o texto não tem o brilho de outras temporadas.

Alguns dos momentos mais bem feitos deste segundo episódio foram a sequência sobre o plano de defesa de Winterfell, os diálogos envolvendo Jaime e Tyrion e o diálogo entre Sansa e Daenerys. Algumas chances foram desperdiçadas, como uma possível conversa particular entre Jaime e Daenerys – imaginem esse papo reto… Constrangedor mesmo, foi o diálogo entre Daenerys e Jon Snow. Extremamente burocrático, pareceu que os roteiristas estavam querendo se livrar de um diálogo que era obrigatório ocorrer no episódio.

Voltando às teorias, muitos apostam que Bran (Isaac Hempstead Wright) seria o Rei da Noite. Pelos diálogos do episódio, a teoria perde força. Ainda se mantém forte a ideia de que ele poderia controlar o Rei da Noite. Acho, porém, mais plausível ele controlar o Dragão de Gelo. Já ficou demonstrado que Bran gasta muita força para controlar alguém. E o Rei da Noite é muito forte. Um dragão, mesmo enorme, é irracional, o que a série demonstrou ser mais fácil para o jovem Stark controlar.

Na parte mais técnica, vale destacar a ótima fotografia do episódio, que trabalhou o claro e escuro de maneira muito rica, ajudando a expor visualmente a luta do povo de Winterfell  contra a Longa Noite.

E aí, o que achou deste episódio? Valeu ou não? Ficou emocionado com a Brienne? Também acha um risco o pessoal se proteger nas criptas? Aposta que Daenerys vai fugir, lutar ou virar rainha da noite? E o Bran, vai controlar o Rei da Noite, o Dragão ou vai só ficar debaixo da árvore?

Durante toda a temporada, ao final de cada episódio, eu, Bruno Fai e Rafa Gomes estaremos conversando ao vivo sobre o a série. O bate papo do segundo episódio vocês podem conferir aqui. E não deixem de comentar, compartilhar a resenha e curtir as nossas redes sociais:

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Crítica | ‘Whiskey on the Rocks’ – Minissérie da DISNEY+ usa sem abusar da sátira trazendo luz para um episódio absurdo durante a guerra fria

Pincelando as ironias da geopolítica com um episódio absurdo que aconteceu durante o período de guerra fria, a brilhante minissérie sueca Whiskey on the Rocks – pouquíssimo divulgada aqui no Brasil – usa sem abusar da sátira nos levando para um registro histórico que ficou perto de colocar em linhas de combate os Estados Unidos e a ex-União Soviética (URSS). Criada por Henrik Jansson-Schweizer e Björn Stein, Whiskey on the Rocks também é um show de desabafos que mostra através da comédia tensões em três pontos do mundo num momento caótico do planeta.

No ano de 1981, nos últimos anos de guerra fria, um fato curioso aconteceu em águas escandinavas. Um submarino russo classe Whiskey, U-137, em treinamento, após uma enorme bebedeira por parte de sua tripulação, acaba ficando encalhado no território sueco. Durante quase duas semanas uma série de situações políticas criou um verdadeiro alarde para os mandachuvas das duas maiores potências mundiais tendo no centro do tabuleiro o ex-primeiro ministro sueco Thorbjörn Fälldin (Rolf Lassgård) que fez de tudo para que a diplomacia vencesse quem tinha a pólvora nas mãos.

A polarização do bloco comunista e capitalista ao longo de mais de quatro décadas é uma página batida em livros de história, algo que aprendemos com certa ênfase por conta de seus desenrolares que só foram desfeitos com o declínio financeiro e político da ex-União Soviética (URSS) já nos anos 1990. Esse assunto, que ficara no imaginário de muitas pessoas, se desenvolveu com muitas histórias desse período que já foram adaptados para projetos audiovisuais.

Em Whiskey on the Rocks a fórmula encontrada para contar mais um capítulo desse embate é o humor. Com generalizações simplificadas dentro de estereótipos guiados pelo calor daqueles momentos, chegamos em personagens conhecidos da história mundial, como o ex-presidente norte-americano Ronald Reegan (Mark Noble) que logo no seu início de governo buscava frear a influência global da União Soviética. Também ganha o palco o Ex-secretário-geral do Partido Comunista da URSS, Leonid Brejnev (Kestutis Stasys Jakstas). No meio disso tudo, não podemos esquecer a Suécia e sua política interna controlada, guiada por um criador de ovelhas, Thorbjörn Fälldin.

Com seus diálogos memoráveis e uma contextualização eficiente – até visualmente com o uso de um ‘tabuleiro de War’ a cada ping pong nas conexões – Whiskey on the Rocks coloca por entrelinhas o desespero por um estopim para se criar uma inconsequente guerra. Jogando para escanteio qualquer tipo de profundidade dramática, com a espionagem também ganhando seus contornos, essa ótima minissérie nos leva até um aulão bem-humorado que coloca em evidência a diplomacia, algo difícil por aqueles tempos.

Crítica | Meu Anjo – Marion Cotillard em visceral drama de mãe e filha

Vício Inerente

A dura realidade que não nos condiz soa muitas vezes tão surreal e estridente, ao ponto de ser desacreditada por completo. A vida real constantemente desafia a ficção, se sobrepondo a ela, inúmeras vezes nos fazendo reavaliar o que é ou não capaz de ocorrer factualmente. Pense bem, filme algum havia previsto um atentado terrorista tão grave no coração dos EUA quanto o que de fato recebemos. Neste aspecto, a forma que nós vivemos ao longo deste vasto globo não deveria seguir nos impressionando – mas continua.

Conforme mais velhos ficamos, mas proferimos frases do tipo: “jamais pensei que viveria para ver isso”, ou “agora já vi de tudo”, em nosso repertório. E uma mãe desqualificada para a criação de sua pequena filha existe aos montes. Crianças tendo que se criar sozinhas igualmente não é novidade. Tudo o que precisamos fazer é dar um pulo no centro do Rio de Janeiro para notarmos uma imensa quantidade de menores de idade se adaptando à sua própria realidade, afastados da família, sem qualquer amparo – e ao serem questionados pelas autoridades, todos exibirão seus progenitores facilmente.

Essa realidade existe pelo mundo e na França não é diferente. Por mais dura, incrível e revoltante que seja, o adjetivo menos aplicável talvez seja inverossímil. Mesmo que saibamos de cor e salteado o que deve (ou deveria) ser feito, esta não é uma história sobre isso. Sobre mundos perfeitos ou utopias. Esta é uma história sobre nosso mundo. Sobre os erros e não os acertos. Assim, desde os primeiros minutos de Meu Anjo, nova produção francesa estrelada pela musa vencedora do Oscar, Marion Cotillard, sabemos estar diante de um desastre de trem esperando para acontecer. Tudo que nos resta é acompanhar aflitos por tal momento.

Na trama, Marlène é a mãe da pequena Elli. No entanto, o prêmio de mãe do ano passa bem longe da casa da mulher constantemente ao longo dos poucos anos de vida de sua cria. Marlène não pensa duas vezes antes de deixar a menina só e ir a uma festa em busca de um pretendente. Ou quem sabe arrasta a criança para um ambiente nada propício se der na telha, deixando a garota exposta a todo tipo de experiência imprópria para sua idade, como álcool, drogas e libertinagem. Quando arruma de fato alguém para passar a noite, não hesita em colocar Elli sozinha num táxi e a mandar para casa. E quando tira a sorte grande de encontrar alguém que queira se casar com ela, Marlène trai o sujeito na própria festa de casamento.

Marlène não é apenas a “mãe do ano”, é também a “cidadã do ano”. Ei, mas quem somos nós para julgar, certo? Que tipo de autoritarismo ditatorial iria querer tirar uma filha de sua mãe. Bem, existem muitas Marlènes no mundo. E pobres Ellis também. Saindo do conteúdo psicológico do texto, Marlène é também um presentaço da roteirista e diretora Vanessa Filho para sua estrela Marion Cotillard – que como esperado, brilha em seu retrato virtuoso de uma personagem detestavelmente humana e repleta de falhas. É um prato cheio para qualquer grande ator. E as últimas grandes obras da atriz em seu país de origem são justamente isso. Aqui, no entanto, Cotillard exprime sua personagem mais odiosa do repertório.

Se a potência de Cotillard é contínua e esperada, quem surpreende no terreno da interpretação é a jovem Ayline Aksoy-Etaix, estreante na carreira em seu primeiro trabalho, que vive Elli. Um misto de carisma e força performática, Etaix foi escolhida a dedo e entrega cenas difíceis com bastante propriedade. A diretora Filho, igualmente em seu debute em longas, ajuda com o encaixe das peças certeiras em seus lugares – como o trecho no qual filha adoradora percebe que sua vida estará melhor sem a mãe, e se esconde num armário. É de partir o coração e recheado de significado. Meu Anjo é assim, a cada novo momento oferecendo análises que vão além do aprofundamento psicológico e relacional até questões filosóficas. E se o indicado ao Oscar Projeto Flórida é uma ida a Disney, Meu Anjo é um tour desamparado por ruelas escuras de uma metrópole.

10 Filmes dos Anos 2000 que Terão Continuação em Breve!

De comédias como ‘Todo Mundo em Pânico‘, filmes de heróis como ‘X-Men‘ e ‘Homem-Aranha‘, passando pelo terror de ‘Premonição‘ e os carros em alta velocidade de ‘Velozes e Furiosos‘ – isso sem falar em aventuras épicas de fantasia como ‘Senhor dos Anéis‘ e ‘Harry Potter‘, os anos 2000 também foram uma fábrica de fazer sucessos, e desta década saíram algumas das maiores franquias do cinema: vide ‘Piratas do Caribe‘, ‘Transformers‘, ‘Crepúsculo‘, ‘Jogos Mortais‘, ‘Batman‘ de Nolan, 007 com Daniel Craig e por aí vai.

Algumas destas franquias grandiosas – e outros filmes que sequer sonhávamos que ganhariam continuação – estão tirando do papel novos exemplares. E aqui, nesta nova matéria selecionamos 10 dos mais aguardados deles. Confira abaixo.

Gladiador

Fenômeno do cinema, ‘Gladiador’ foi o grande sucesso da virada dos anos 90 para os anos 2000. Curiosamente não foi uma aposta em um filme moderno que olhava para o futuro, mas sim uma volta ao passado, à era de ouro de Hollywood com um épico de espada e sandália como nenhum outro. Levou tudo no Oscar e até hoje segue enaltecido pelos fãs. E qual não foi a surpresa quando anunciaram ‘Gladiador 2’. E não apenas isso, como o filme já está pronto e será lançado este ano no fim de novembro. Podia ser um filme qualquer, não fosse pela direção de Ridley Scott e as presenças de Denzel Washington, Pedro Pascal e Paul Mescal no elenco.

Velozes e Furiosos

Muitos podem esquecer, já que essa franquia parece ter intermináveis sequências, chegando ao cúmulo de atingir seu décimo episódio no ano passado com ‘Velozes e Furiosos 10’ (isso sem contar o derivado ‘Hobbs e Shaw’ – o que colocaria 11 filmes na franquia); mas tudo começou com uma história sobre rachas de rua em 2001. O próximo filme, que não será chamado de 11, mas ‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2’ deverá sair em 2025, mas com o desempenho abaixo do esperado do anterior, resta saber quais serão as mudanças propostas para alavancar este que é anunciado como o último filme da saga.

Extermínio

Uma novidade muito bem-vinda anunciada há pouco tempo foi o novo exemplar de uma franquia de terror sobre zumbis ultrarrealistas. ‘Extermínio’ ou ’28 Days Later’ foi o primeiro filme moderno de um grande estúdio a apresentar zumbis acelerados, que pareciam maratonistas vindo devorar seu banquete. Dirigido por Danny Boyle, com roteiro de Alex Garland e estrelado por Cillian Murphy, o longa rapidamente se tornou um dos cult mais adorados do início dos anos 2000.

A sequência, com Jeremy Renner, Rose Byrne e Idris Elba é igualmente cultuado, mas não atingiu o nível do original. Agora, Danny Boyle e Alex Garland retornam para encabeçar um novo ‘Extermínio’, que já tem confirmados no elenco Ralph Fiennes, Jodie Comer e Aaron Taylor-Johnson.

A Paixão de Cristo

Um que vem sendo anunciado há tempos é a eventual sequência de ‘A Paixão de Cristo’ (2004), um dos maiores sucessos de bilheteria do início dos anos 2000. Dirigido por Mel Gibson, o filme foi considerado controverso pelo excesso de violência gráfica ao mostrar de forma explícita da punição de Jesus Cristo. Por anos, Gibson fala em uma sequência, no entanto, é preciso levar em conta que hoje em dia o astro não possui mais o mesmo status do passado, e continua na lista negra de Hollywood em especial por seu comportamento antissemita e de violência contra a ex-mulher. Seja como for, ainda assim ele emplacou no Oscar como diretor o sucesso ‘Até o Último Homem’ (2016).

Onze Homens e um Segredo

Onze Homens e um Segredo’ foi um enorme sucesso em 2001, ao reunir em cena um dos melhores elencos de todos os tempos, com George Clooney, Julia Roberts, Brad Pitt e Matt Damon, entre outros. Tanto que se tornou uma franquia, com duas continuações em 2004 e 2007. Mas o que muitos podem não saber é que o filme é um remake de uma produção dos anos 1960. Fora isso, tentou sem sucesso um spin-off comandado por Sandra Bullock, tendo Cate Blanchett, Anne Hathaway e Rihanna como coadjuvantes em 2018. Por um tempo, um novo spin-off foi ventilado, agora contendo Margot Robbie e Ryan Gosling encabeçando. Mas o projeto parece ter sido engavetado ou ao menos estacionado.

Star Trek

A franquia ‘Star Trek’ é uma das mais queridas da cultura pop e possui fãs fiéis e muito ardorosos. Com filmes dominando os cinemas nos anos 80 e 90, a franquia igualmente nunca deixou de marcar presença nas telinhas – onde verdadeiramente nasceu e possui enorme força. Só nos últimos anos foram nada menos do que três programas em live-action. Nos anos 2000, ‘Star Trek’ conseguiu satisfatoriamente estrear um reboot com a tripulação clássica reformulada. Depois de uma trilogia, e especulações sobre um projeto a ser dirigido por Quentin Tarantino (que infelizmente não saiu do papel); o tão aguardado quarto filme desta nova cronologia parece estar chegando perto de ser filmado. Continuemos na torcida.

Todo Mundo em Pânico

A Paramount Pictures surpreendeu a todos durante seu painel na CinemaCon este ano, revelando o projeto de mais um filme da franquia cômica de terror paródia ‘Todo Mundo em Pânico’. Este será o sexto exemplar, com o último tendo sido lançado há 11 anos em 2013. Lembrando que o original surgiu no ano 2000 e pegou carona no sucesso da franquia ‘Pânico’, inclusive utilizando o título original planejado para tal filme: ‘Scary Movie’. De quebra, revitalizou o subgênero dos filmes-paródia. Fica a pergunta: qual terror irão usar como fonte de sua sátira. Bem, é seguro dizer que não faltam opções de sucesso.

Legalmente Loira

Essa é mais uma continuação que parece embargada. Por anos a estrela Reese Witherspoon planeja a terceira parte das aventuras de uma de suas personagens mais populares das telonas, a patricinha Elle Woods. Foi ‘Legalmente Loira’ (2001) que mostrou que Witherspoon era viável como protagonista de uma comédia de sucesso, abrindo muitas portas para a moça em Hollywood, e sendo um herdeiro de obras como ‘As Patricinhas de Beverly Hills’. A continuação viria logo em 2003, mas como em muitos casos, ficou bem abaixo do original. Agora, mais velha e em outra fase de sua vida, será interessante revisitar a personagem. Porém, o projeto parece não ganhar momento – apesar dos esforços de Witherspoon.

Shrek

Certos filmes fazem enorme sucesso em sua época de lançamento, graças ao período no qual estão inseridos. Muitas vezes eles não funcionam tão bem ao tentarem ser trazidos com seus conceitos para uma nova época, e para uma nova geração. Dito isso, será curioso ver como o reboot de ‘Shrek’ irá se comportar nos dias de hoje. Será que todas as piadas do ogro verde e do burrinho falante já foram contadas?

Falando a favor do projeto está o recente sucesso de ‘Gato de Botas 2’ (2022) para o estúdio – derivado das aventuras de ‘Shrek’. O filme original surpreendeu com seu conteúdo inovador e subversivo em relação aos contos de fadas clássicos. O segundo foi ainda mais longe, superando o original de diversas formas. Mas a partir do terceiro, a franquia começou a perder a força, resultando no quarto longa de 2010. Agora, com esse descanso, pode ser que ‘Shrek’ ganhe força novamente.

Avatar

Finalizando a matéria sobre as produções dos anos 2000 que irão aportar nos cinemas pelo mundo muito em breve, temos o próximo ‘Avatar’. Parece que foi ontem, mas o ‘Avatar’ original foi lançado no fim dos anos 2000, mais precisamente em 2009. Quem estava vivo na época lembra a revolução que o longa trouxe para a indústria, principalmente no que diz respeito à técnica de cinema 3D. Até hoje quando pensamos em ‘Avatar’, pensamos em cinema 3D.

A técnica, no entanto, perdeu bastante de sua força atualmente, com grande parte do público não se deixando levar mais pelo artifício. O criador James Cameron por anos anunciou não apenas uma sequência para ‘Avatar’, como quatro continuações. E por mais de uma década, todos deram como uma das maiores lendas urbanas de Hollywood. No entanto, para a surpresa de todos, ‘Avatar 2’ realmente foi lançado, em 2022. Bom, Cameron provou que era possível, agora ninguém mais duvida da chegada de ‘Avatar 3’, que irá ocorrer em 2025, com a presença da vencedora do Oscar Michelle Yeoh no elenco.

‘O Mistério do Relógio na Parede’ ganha novo spot TV e cartaz; Confira!

O Mistério do Relógio na Parede‘ ganhou um novo spot TV e cartaz.

Confira abaixo:


Em entrevista ao /Film, Eli Roth revelou que o diretor Steven Spielberg lhe deu um importante conselho quando ele assumiu a direção da adaptação do romance gótico O Mistério do Relógio na Parede (The House with a Clock in its Walls).

“Eles realmente queriam relançar o tom dos anos 80. Steven [Spielberg] me deu muito apoio. Ele disse: ‘Faça-o assustador. Crianças querem se assustar. Você tem que deixar o filme assustador’.”

Roth completa, “Quando vocês assistirem ao filme, verão várias coisas dos meus outros filmes, mas em uma versão para menores de idade – de uma forma muito subversiva.”

A Universal Pictures irá lançar a fantasia de horror nos EUA em 20 de setembro de 2018.

Os astros Jack Black e Cate Blanchett estrelam. A história gira em torno de Lewis (Owen Vaccaro), um garoto de dez anos que vai morar com seu tio em um velho casarão. Mas essa calma estrutura logo cria vida com um mundo secreto de warlocks e bruxas após Lewis acidentalmente acordar os mortos.

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: 6ª temporada ganha teaser; Trailer completo sai amanhã!

A 6ª temporada de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘ ganhou o primeiro teaser. Além disso, foi confirmado que o trailer completo será divulgado amanhã (2).

Confira:

A sexta temporada irá estrear no dia 10 de maio, na ABC.

Na trama, a S.H.I.E.L.D. reúne uma equipe secreta de elite para encontrar e lidar com ameaças em qualquer parte do mundo. O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons, uma excepcional bioquímica. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.

O elenco inclui Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward.

Agents of S.H.I.E.L.D.‘ já está renovada para a 7ª temporada, que será a última da série.

‘Lucifer’: Dennis Haysbert irá interpretar Deus na última temporada

De acordo com o Entertainment Weekly, Dennis Haysbert entrou para o elenco da última temporada de ‘Lucifer‘. O ator vai interpretar Deus, o pai do protagonista.

“Nós fizemos uma longa lista [de possíveis atores para o papel], e ele era nossa principal escolha,” contou o showrunner Joe Henderson ao site. “Nós fomos muito sortudos. Foi nossa primeira e única oferta [pelo papel].”

A temporada final de ‘Lucifer‘ irá estrear apenas em 2020, e será dividida em duas partes, cada qual com oito episódios. Além disso, foi confirmado que o último ano terá um episódio musical.

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco conta também com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

‘After – Depois da Verdade’ já arrecadou US$ 30 milhões nas bilheterias mundiais

Apesar das limitações impostos pela pandemia de coronavírus, a sequência ‘After – Depois da Verdade‘ tem surpreendido nas bilheterias e já arrecadou US$ 30 milhões mundialmente.

De acordo com o Deadline, a produção, que já passou por 31 mercados, tem sido um grande sucesso na Europa, especialmente na Rússia, onde estreou na primeira colocação.

Nos EUA, o romance será lançado apenas no dia 23 de outubro. Já ao redor do mundo, o longa continuará a entrar em expansão e será exibido em mais 500 salas de cinema na próxima semana, o que deve contribuir ainda mais para um bom desempenho nas bilheterias.

No Brasil, o longa será lançado pela Diamond Films, mas segue sem previsão de lançamento.

Roger Kumble, conhecido pelo clássico ‘Segundas Intenções‘, dirige a sequência.

Tessa tenta esquecer Hardin, o jovem caótico e revoltado que partiu seu coração em vários pedaços. Mas ela está prestes a descobrir que alguns amores não podem ser superados. Como apagar da memória as noites apaixonadas em seus braços, ou a eletricidade de seu toque?

O elenco conta com Josephine Langford, Hero Fiennes Tiffin, Dylan Sprouse, Selma Blair, Charlie Weber e Candice King.

Sucesso nos cinemas, o primeiro filme arrecadou ótimos US$ 69.4 milhões mundialmente.

‘Good Sam’: Série médica estrelada por Sophia Bush ganha trailer; Assista!

A CBS divulgou o primeiro trailer do drama médico ‘Good Sam‘, estrelado pela Sophia Bush (‘Chicago PD’).

Confira:

Ainda sem data de estreia, a produção irá estrear durante o outono norte-americano.

A série foi criada por Katie Wech (‘Rizzoli & Isles’) e Jennie Snyder Urman (‘Jane the Virgin’), que também servem como produtoras executivas do projeto.

A trama seguirá Sam, uma cirurgiã talentosa que trabalha no mesmo hospital que seu pai autoritário, Griff, que é impossível de agradar e nunca reconheceu seus talentos. Servindo como braço direito para ele e sempre à sua sombra, Sam se destaca quando seu pai entra em coma e ela se encarrega do departamento como chefe de cirurgia. Sam encontra o seu espaço profissional e pessoal, no entanto, seu mundo é revirado novamente depois que Griff acorda e quer trabalhar novamente, mesmo que isso signifique ser supervisionado por sua filha.

O elenco ainda conta com Jason Isaacs, Edwin Hodge, Skye P. Marshall e Michael Stahl-David.

‘Encanto’ já arrecadou quase US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! Extremamente aclamada pelos críticos (com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes) e agradando o público, a animação ‘Encanto‘ ultrapassou já arrecadou quase US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 93.9 milhões. No mercado internacional, foram US$ 140 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 234 milhões mundialmente.

Lembrando que a animação já está disponível no serviço de streaming do Disney+!

Jared Bush e Byron Howard (‘Zootopia’) são responsáveis pela direção.

Crítica | ‘Encanto’ é a melhor animação da Disney desde ‘Moana – Um Mar de Aventuras’

A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde superforça até o poder de cura – todas as crianças, exceto uma: Mirabel (Stephanie Beatriz). Mas quando ela descobre que a magia em torno da cidade está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança de sua família excepcional.

O longa também traz canções originais de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).

‘Invocação do Mal 4’ vem aí…

De acordo com o THR, ‘Invocação do Mal 4‘ está oficialmente em desenvolvimento.

David Leslie Johnson-McGoldrick, roteirista de ‘Invocação do Mal 2‘ e ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, foi contratado para escrever o roteiro da nova sequência.

James WanPeter Safran também retornam como produtores.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram revelados.

Vale lembrar que o próximo capítulo desse universo será ‘A Freira 2‘, cujas filmagens já começaram na França.

Lembrando que Taissa Farmiga teve seu retorno confirmado como a Irmã Irene, que, voltará a enfrentar o demônio Valak.

Confira a sinopse completa:

“1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.”

O primeiro filme foi ambientado na România, em 1952, então a sequência se passará quatro anos após os eventos do longa original.

Bonnie Aarons vai reprisar seu papel como a criatura demoníaca. Storm Reid (‘Euphoria’) completa o elenco.

Michael Chaves, ‘A Maldição da Chorona‘, dirige.

O terror está programado para estrear no dia 7 de setembro de 2023.

O novo filme foi escrito por Akela Cooper (‘Maligno’).

Vale lembrar que o primeiro filme está disponível na HBO Max!