O vídeo, inclusive, traz o setlit completo do filme:
Blast off with the super sounds of outer space and tell us your favorite song from the “Awesome Mix Vol. 2” set list! #GotGVol2 🎧 pic.twitter.com/4kdtKhaUXY
ADisney Channel liberou o novo cartaz do telefilme ‘Descendentes 2‘
A sequência apresentará a filha de Úrsula, a clássica vilã da história de ‘A Pequena Sereia‘.
Confira, com o vídeo dos bastidores e o trailer:
As filmagens da continuação ainda estão acontecendo, e a estreia será para 2017.
Josann McGibbon e Sara Parriott, roteiristas da série ‘Desperate Housewives‘ e do primeiro filme, retornam.
O diretor Kenny Ortega (‘High School Musical’) também está confirmado.
O primeiro filme se passa em um reino idílico dos dias atuais, e mostra o filho adolescente do Rei e da Rainha (a Fera e Bela) está pronto para tomar o trono. Sua primeira proclamação é: oferecer uma chance de redenção ao grupo de vilões Cruella De Vil, Malévola, Rainha Má e Jafar, que estiveram presos em uma ilha proibida com todos os outros vilões, parceiros, madrastas malvadas e meia-irmãs chatas.
Os descendentes desses vilões (Carlos, Mal, Evvie e Jay) estão livres no reino para frequentarem a escola preparatória junto com os descendentes de outros ícones Disney como a Fada Madrinha, A Bela Adormecida, Rapunzel e Mulan. Entretanto, os malvados adolescentes enfrentam um dilema. Será que eles devem seguir os passos malvados dos pais e ajudar todos os vilões a recuperarem os poderes, ou seguir seus lados bom e salvar o reino?
Alguns criticaram, outros louvaram. Independente de qual seja a sua opinião ou das autoridades especializadas, a icônica cena explícita do suicídio da personagem Hannah Baker, na série original da Netflix, ‘13 Reasons Why’, continua dando o que falar.
A brutalidade e realismo da tomada deu início a inúmeras discussões sobre o assunto e levantou um certo temor em entidades que julgam a famosa abordagem como um gatilho para incentivar novas mortes.
No entanto, a história não é bem assim. Pelo menos pela perspectiva da equipe de criação da série, mais precisamente de Nic Sheff, um dos roteiristas da produção.
Em um artigo franco e honesto, escrito por ele para o site da revista Vanity Fair, o escritor compartilhou sua experiência com o vício de metanfetamina, que resultou no livro de memórias escrito por seu pai, intitulado ‘Beautiful Boy: A Father’s Journey Through His Son’s Addiction’.
Ao compartilhar sua tentativa de suicídio e o fortíssimo relato de uma ex-colega da clínica de reabilitação onde ficou internado, Sheff refletiu sobre a polêmica, afirmando que tomar conhecimento sobre a crueldade violenta que envolve o suicídio ajuda a curar e amplia o diálogo sobre um assunto que permaneceu tempo demais escuso.
Defendo a postura da Netflix e dos criadores da série, ele revela porque a decisão de tratar a temática abertamente é tão importante para que mais vidas sejam poupadas.
Confira o trecho do artigo na íntegra:
“Quando chegou o momento de discutir o retrato do suicídio da protagonista em ‘13 Reasons Why’, eu imediatamente trouxe minha própria experiência. Me pareceu a oportunidade perfeita para mostrar como um suicídio de verdade realmente é – a fim de dispersar o mito do calmo ato de definhar e fazer a audiência encarar a realidade do que acontece quando você pula de um prédio em chamas rumo a algo muito, muito pior.
Impressionantemente me pareceu que o mais irresponsável a se fazer seria não ter mostrado a morte. Nos Alcoólicos Anônimos, eles chamam de “tocar a fita”: trata-se de encorajar alcoólatras a realmente refletir em detalhes a exata sequência de eventos que se sucederá após a recaída. É a mesma coisa em relação ao suicídio. “Tocar a fita” até o fim é ver a realidade definitiva de que o suicídio não é um alívio, é um gritante e agonizante horror.
Encarar esses assuntos de cabeça erguida – conversando e sendo abertos sobre eles – sempre será nossa maior defesa contra perder a vida de alguém. Eu tenho orgulho de fazer parte de uma série de TV que está nos forçando a ter essas conversas, porque o silêncio resulta em morte. Nós precisamos continuar falando, compartilhando as realidades sobre com o que os adolescentes em nossa sociedade estão lidando diariamente. Fazer qualquer coisa que não seja isso seria não apenas irresponsável, mas perigoso.
Existem muitas razões pelas quais eu tenho orgulho de ter trabalhado em ‘13 Reasons Why’. Mas a que mais me orgulho é, honestamente, a forma como decidimos retratar o suicídio da Hannah – especialmente o jeito que Brian Yorkey o escreveu e Kyle Alvarez o dirigiu.
Então, eu apoio 100% o que fizemos. Eu sei que foi a coisa certa, porque minha própria vida foi salva quando a verdade sobre o suicídio finalmente veio à tona para mim, para que eu visse todo seu horror e realidade”.
Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?
‘Vida‘ é um thriller aterrorizante sobre um time de cientistas a bordo da Estação Espacial Internacional cuja missão de descoberta se transforma em medo puro quando eles encontram uma forma de vida em desenvolvimento que causou a extinção da vida em Marte e agora ameaça a tripulação e a vida na Terra.
Em ‘Paixão Obsessiva‘, Katherine Heigl interpreta Tessa Connover, que tenta lidar com o fim de seu casamento enquanto seu ex-marido, David (Stults), resolve se casar com Julia Banks (Dawson), fazendo com que sua nova companheira passe a viver na casa que um dia compartilharam e a conviver com sua filha, Lilly (Isabella Rice). Julia, por sua vez, tentando se adaptar a sua nova situação como esposa e madrasta, acredita ter finalmente encontrado o homem dos seus sonhos e que pode ajudá-la a esquecer seu passado conturbado. Mas o ciúme doentio de Tessa tem tudo para transformar o sonho de Julia em seu maior pesadelo.
No Rio de Janeiro, vivem quatro grandes e inseparáveis amigas: Beatriz, Tânia, Ivone e Marilu. Elas vestem manequim plus size e enfrentam todas as aventuras e desencontros amorosos e profissionais que quatro jovens mulheres podem enfrentar na capital carioca, (quase) sempre de bom humor.
A esta altura você provavelmente está familiarizado com o termo ‘prazer culposo’. Caso contrário, ele se refere a qualquer coisa que gostemos mesmo não duvidando de sua falta de qualidade. No cinema o termo é muito usado para produções em sua maioria execradas pela patrulha do bom gosto, mas que terminam por cair nas graças de determinados grupos, se tornando cult. Na década de 1990, temos como exemplo disso produções como Showgirls (1995) e Anaconda (1997), hoje considerados bons filmes ruins.
Um filme pode nascer cult também, e muitas vezes ter consciência de toda a sua glória trash implícita. É o caso com este Paixão Obsessiva, novo lançamento da Warner, que desde seus primórdios anunciava exatamente o que seria, prometendo uma pérola do cinema B. Para começar, o suspense usa como protagonistas Katherine Heigl e Rosario Dawson, duas atrizes talentosas, mas que não são exatamente o crème de la crème de Hollywood.
A trama é igualmente pra lá de batida, soando como algo que merecia lançamento direto em vídeo, ou como paródia do gênero ao qual pertence. Julia Banks (Dawson) é uma mulher moderna e bem sucedida, em vias de se casar. O prelúdio do matrimônio, no entanto, segue por caminhos tortuosos. Acontece que David (Geoff Stults), o noivo, tem em sua vida a ex-mulher Tessa (Katherine Heigl), e juntos são pais da pequena Lily (Isabella Kai Rice).
A loira gelada (Heigl) Hitchcockiana com esteroides vai gradativamente mostrando as garras e exibindo todo seu descontentamento com a nova relação do ex-marido, por quem ainda nutre sentimentos fortes. Temos aqui a justificativa básica, retratada na forma de uma conversa de boteco descompromissada, para os desvios de personalidade desta boneca psicopata: torturas psicológicas da mãe (papel da veterana Cheryl Ladd), que refletem na filha pequena (Rice).
Mas engana-se quem acha que os problemas acabam por aí. Julia (Dawson) também possui um passado secreto, na forma de um ex-namorado abusivo (Simon Kassianides), que, obviamente, irá voltar à tona em determinado momento, quando tudo se misturar nesta salada de frutas indigesta, mas nem por isso menos saborosa.
Para verdadeiramente apreciar Paixão Obsessiva você precisa ter o estado de espírito certo: mergulhar na galhofa, jogar qualquer sintoma de credibilidade pela janela, saber rir e degustar cada momento ridículo apresentado. Dá para fazer inclusive uma lista de itens a serem riscados dos famosos clichês do subgênero, como policiais tapados, o mocinho cego de tão ingênuo e a vilã que só falta gargalhar de suas maldades. Tessa deixa no chinelo personagens novelescas como Carminha (Adriana Esteves), de Avenida Brasil, e Nazaré Tedesco (Renata Sorrah), de Senhora do Destino.
Heigl, mais acostumada a interpretar mulheres doces em seus filmes (a maioria comédias românticas), parece ter se divertido muito ao trabalhar seu ‘lado negro’, caprichando na atuação caricata e exagerando na medida certa para o público pegar raiva de sua personagem pedante. Fosse no Brasil, Heigl correria até o risco de apanhar na rua, como acontece com alguns intérpretes de novelas por aqui.
É impossível pensar que tudo não é criado de forma consciente pelos roteiristas David Leslie Johnson (A Órfã) e Christina Hodson (Refém do Medo), e pela diretora Denise Di Novi – produtora veterana dos filmes de Tim Burton, estreando na direção. Os realizadores praticamente “piscam” para o público, sabendo exatamente o quão “sério” é o produto que entregam. No clímax, por exemplo, reparem nos trajes fantasmagóricos de Heigl, criando um misto de vilão de filme de terror com inimigo de filmes de super-herói. Inúmeras vezes senti vontade de aplaudir as cenas, entre uma gargalhada e outra. E o final… Digamos apenas que é glorioso. Já quem for assistir levando tudo a sério, está mais a perigo do que os personagens dentro do filme.
O filme é realizado pela Broad Green Pictures – a mesma produtora do polêmico ‘Demônio de Neon‘ e do novo filme de Terrence Malick.
Assista:
Clare Shannon (Joey King) é uma garota de 17 anos que está tentando sobreviver a vida de estudante, até que seu pai (Ryan Phillippe) encontra uma antiga caixa de música e lhe dá de presente. O que a garota vem a descobrir é que a misteriosa caixa pode lhe conceder 7 desejos e com eles ela pode ter a chance de conquistar tudo o que quer. Porém, tudo tem um preço e ela vai aprender da pior maneira. Faça um desejo! Mas cuidado com o que você deseja, as consequências podem ser fatais.
Prestes a completar 15 anos, Greta está numa situação difícil: deslocada em sua nova escola, ela vive num mundo particular. Contra a sua vontade, seus pais organizam uma festa de aniversário para ela. Apavorada com a perspectiva, surge uma situação inesperada que a coloca num mundo paralelo, uma espécie de sonho estranhamente erótico, um pouco violento e completamente absurdo. E é nesse lugar que ela tentará, enfim, encontrar a si mesma.
Além de trazer detalhes sobre o processo de criação dos longas, a publicação também trará uma entrevista exclusiva com a atriz Noomi Rapace, o guia para assistir ‘Rogue One – Uma História Star Wars‘ e matérias sobre ‘Velozes e Furiosos 8‘ e o retorno da aclamada série da HBO, ‘Veep‘.
Confira:
O filme chega aos cinemas nacionais de 11 de maio de 2017, uma semana antes de estrear nos EUA (19 de maio de 2017).
A caminho de um planeta remoto no local mais longínquo da galáxia, a tripulação da nave colonial Covenant descobre aquilo que eles achavam ser um paraíso inexplorado. Na verdade, trata-se de um mundo sombrio e perigoso que tem como seu único hospedeiro o androide David (Michael Fassbender), sobrevivente da amaldiçoada expedição Prometheus.
O elenco conta com Billy Crudup (‘Watchmen’), Katherine Waterston (‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’), Danny McBride e Demián Bichir (‘Os 8 Odiados’), Carmen Ejogo (‘Selma’), Jussie Smollett (‘Empire’), Amy Seimetz (‘Upstream Color’), Callie Hernandez (‘Machete Mata’) e James Franco.
Noomi Rapace, que interpretou a Dra. Elizabeth Shaw em ‘Prometheus‘, retorna para uma participação especial.
A ideia é que a franquia iniciada com ‘Prometheus‘ encoste nos eventos de ‘Alien – O Oitavo Passageiro‘, de 1979.
Filmes com classificação para maiores já se tornaram a fórmula para o sucesso da 20th Century Fox, que trouxe ‘Deadpool’ e ‘Logan’ no formato R-rated, faturando bilheterias milionárias ao redor do mundo.
No entanto, a Marvel Studios não pretende seguir pelo mesmo viés que seus personagens do universo de ‘X-Men’. O chefe do estúdio, Kevin Feige, já revelou várias vezes que as produções voltadas para o público adulto não fazem parte dos planos da companhia.
O empresário reafirmou seu posicionamento enquanto promovia ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’, pontuando que as pessoas estão tirando as lições erradas das duas adaptações da Fox.
Segundo ele:
“Minha lição sobre ambos os filmes [‘Logan’ e ‘Deadpool’] não se trata da classificação R-rated. É o risco que eles tomaram, as oportunidades que abraçaram, as barreiras criativas que eles romperam. Essa deveria ser a lição que todos deveriam tirar das produções”.
Conforme as especulações, ele será Stakar Ogord, também conhecido como Águia Estelar.
Stakar foi tirado de sua mãe e abandonado no planeta Arturus IV. Encontrado pelo Rei Ogord, o bebê foi criado como se fosse seu próprio filho. Recebeu do Deus Falcão força e velocidade sobre-humana, habilidade de voo e poderes pré-cognitivos.
Ele se junta aos Guardiões da Galáxia nos quadrinhos, e provavelmente nos filmes também – como possível parte dos Ravagers.
Confira o anúncio:
O filme tem CINCO cenas pós-créditos, que ligam o filme com os próximos lançamentos da Marvel Studios – incluindo ‘Vingadores: Guerra Infinita’.
O embargo para as críticas cairá no dia 24 de Abril, quando vocês poderão conferir o que achamos do filme.
O próximo documentário da Disney sobre a vida selvagem, ‘Born in China’, possui mais de 400 horas de filmagem. A revelação partiu do produtor Roy Conli, ao site CinemaBlend.
Segundo o empresário, a paciência foi um elemento necessário para produzir o filme, considerando que demorou três meses para começar a conseguir tomadas que fossem realmente úteis sobre o leopardo-das-neves, um dos animais presentes no longa.
Segundo ele:
“Há mais de 400 horas de filmagem, para um filme de 75 minutos. Para conseguir esse material, você precisa dos melhores cinegrafistas do mundo; eles estão construindo isso especialmente para o cinema. Estes são os melhores cinegrafistas em história natural que existem em qualquer canto. E por sinal, para conseguir o leopardo-das-neves, eles ficaram in loco por 256 dias. Só conseguiram a primeira filmagem no 90º dia”.
‘Born in China’ é uma produção da divisão Disneynature e é dividida em múltiplas seções, sendo que cada uma delas traz um animal nativo diferente em seu habitat natural, no país asiático. O documentário é narrado por John Krasinski e estreia nos Estados Unidos nesta sexta-feira, 21 de abril.
O teaser trailer de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ já ultrapassou as 25 milhões de visualizações no Youtube e os espectadores atentos que são os fãs da saga perceberam um erro de continuidade: a cicatriz de Kylo Ren mudou de lugar.
No filme anterior, ele foi atingido por Rey no meio da testa, mas o diretorRian Johnson achou que alterar a cicatriz daria um efeito estético melhor.
“Foi minha decisão de ajustá-la um pouco, e essa é minha justificativa. Honestamente, ele ficou com cara de pateta com a cicatriz em linha reta até a ponte de seu nariz”, afirmou.
A Marvel TV divulgou o primeiro trailer de ‘Cloak and Dagger‘ nessa quarta-feira, e um easter egg bem interessante do universo Marvel Comics vem chamando atenção nas redes sociais.
Em um dos momentos, é possível notar os letreiros da Roxxon Corp, uma das mais famosas empresas nas HQs da Casa das Ideias.
Confira:
A Marvel TV encomendou 10 episódios para a primeira temporada, que será exibida pelo Freeform.
Em entrevista ao Collider, James Gunn revelou que precisou excluir uma gigantesca cena de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2′ e o mais curioso, ela estava repleta de easter eggs.
“Infelizmente, tivemos uma espécie de corte terrível – uma das nossas cenas que fizemos foi com o vovô Quill na Terra, e tivemos muitos easter eggs nessa sequência, tanto quanto nós tivemos no museu do Colecionado, provavelmente até mais.”
Gunn disse que muito possivelmente deverá liberar uma foto da tal cena depois que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ chegar aos cinemas.
A ‘Batgirl‘ é tida como uma das personagens mais famosas do Universo ‘Batman‘, e sua versão mais expressiva é a que Barbara Gordon, filha do Comissário Gordon, se torna a heroína.