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10 Filmes que mostram que Scarlett Johansson é INCRÍVEL e DURONA!

Scarlett Johansson é uma das maiores estrelas de Hollywood na atualidade. A jovem atriz de 40 anos começou sua carreira ainda bem jovenzinha aos 9 anos de idade, e já coleciona uma filmografia com 81 trabalhos, entre filmes para o cinema, streaming, e séries de TV. A loira já foi indicada ao Oscar duas vezes e tem no currículo superproduções, filmes mais intimistas de prestígio e algumas das maiores franquias do cinema.

O mais recente trabalho de Scarlett Johansson está atualmente em cartaz nos cinemas, com ‘Jurassic World: Recomeço’, sétimo filme da franquia de dinossauros – uma das mais famosas no mundo. Com o filme, a estrela voltou aos holofotes com força total, e já prepara novos projetos ao lado de gente como Tom Cruise, Miles Teller, Adam Driver e dos diretores James Gray e Christopher McQuarrie. Como forma de homenagear essa grande estrela do cinema e seu novo filme, decidimos dar uma olha em 10 obras de sua carreira que demonstram o quão incrível e bad-ass ela pode ser. Confira.

Jurassic World: Recomeço

Começaremos com o filme que motivou a lista. No mais recente filme da franquia Jurássica, Scarlett Johansson vive Zora Bennett, ex-agente de operações especiais, contratada para uma missão secreta e arriscadíssima na ilha abandonada, porém, repleta de animais pré-históricos prontos a devorá-la. Só mesmo Johansson para encarar os mais ferozes dinossauros e sair ilesa (ou quase). Mais do que isso, ela se torna a primeira protagonista feminina da franquia, e pode vir a encabeçar uma nova trilogia.

Os Vingadores

Aqui caberiam todos os filmes da Marvel que Scarlett Johansson fez no papel da espiã russa Natasha Romanoff, vulgo Viúva Negra, a principal protagonista feminina da multi-franquia que transita por diversos filmes. ‘Os Vingadores’ (2012) não foi o primeiro filme que contou com a atriz no papel, ela havia aparecido antes em ‘Homem de Ferro 2’ (2010). Mas com esta, sua personagem ganhou mais destaque e mostrou verdadeiramente todo o seu potencial. Daí foram mais sete filmes (contando participações especiais não creditadas) e um muito aguardado filme solo para sua personagem ‘Viúva Negra’, em 2021.

Lucy

Quando fez ‘Lucy’, Scarlett Johansson já estava cimentada como a heroína Viúva Negra da Marvel, e já havia aparecido em três filmes, com muitos ainda por vir. Aproveitando seu potencial como atriz de ação, ela disse sim para este projeto ambicioso, dirigido por Luc Besson (‘O Quinto Elemento’), com toques de suspense, ficção científica e, claro, muita ação. No longa, ela vive a personagem título, uma jovem turista americana em Taiwan, que se envolve com as pessoas erradas e acaba de tornando mula para uma droga experimental. O problema é que costuram um saco com o produto dentro de seu corpo. Quando o plástico vaza, ela absorve tudo de uma vez, mas ao invés de morrer com overdose, ela adquire habilidades sobre-humanas.

A Vigilante do Amanhã

Algumas obras geram polêmica, antes mesmo de estarem prontas. E mesmo uma estrela do porte de Scarlett Johansson não conseguiu se livrar delas em sua carreira. Foi o que aconteceu com a adaptação do anime ‘Ghost in the Shell’ (1995), muito querido pelos fãs, que ganhou uma versão americanizada. Na trama, a atriz interpreta a androide Major Mira Killian, uma humana que tem seu cérebro transplantado para uma máquina, como em ‘Robocop’. Ela trabalha como líder de uma força tarefa responsável por cuidar de crimes cibernéticos, em um futuro distópico, dominado pela tecnologia.

Malditas Aranhas!

Com apenas 17 aninhos de idade em um de seus primeiros filmes para o cinema, Scarlett Johansson participou deste “terrir”, no qual aranhas gigantes dominam uma pequena cidade dos EUA. Ela vive Ashley, a típica adolescente rebelde. Sua mãe é a policial da cidade, linha dura. Justamente por isso, ela recebeu todos os ensinamentos para sair das piores situações, seja em relação às criaturas monstruosas, ou de sujeitos ardilosos, que tentam tirar proveito dela.

A Ilha

Na mesma época em que lançou ‘A Ilha’, de Michael Bay, Johansson também estrelou em ‘Match Point’, de Woody Allen, e deu uma entrevista dizendo que a diferença entre atuar nos dois filmes era a mesma de assisti-los. Simples e direta. Aqui, ela vive Jordan Two Delta, moradora de uma cidade distópica do futuro, que se encontra no subterrâneo do planeta após uma devastação. Ao lado de Lincoln Six Echo, papel de Ewan McGregor, ela acredita que ganharam a sorte grande na loteria e serão mandados para um paraíso conhecido como “a ilha”. Porém, descobre da pior maneira possível, que tudo o que conhece como realidade é uma grande mentira, e na verdade ela, ele e todos os habitantes são na realidade clones usados para experimentos.

Sob a Pele

Já vimos acima que Scarlett Johansson interpretou de tudo, desde um robô até um clone, porém, aqui chega outro personagem curioso em sua carreira, uma alienígena para lá de misteriosa. A criatura assume as formas generosas da atriz, que aqui exibe uma cor de cabelo preto, e tem como missão atrair, seduzir e usar sujeitos incautos como combustível, neste intrigante e complexo thriller de horror e ficção científica, que usa uma trama similar a de ‘A Experiência’, porém, se tal filme fosse dirigido por Stanley Kubrick.

A Noite é Delas

No mesmo ano em que entregou ‘A Vigilante do Amanhã’, Scarlett Johnasson também estrelou sua primeira comédia escrachada da carreira, com censura alta. Aqui, a estrela investia em um humor parecido com o de ‘Se Beber, Não Case’, trazendo protagonismo para um grupo de mulheres, e mostrando que elas podiam ser tão incorretas e sem noção quanto os homens. Ela vive Jess Thayer, jovem política em ascensão, candidata a deputada estadual. Ela também está prestes a se casar, e durante a despedida de solteira com as amigas numa casa em Miami, o stripper termina acidentalmente morrendo. Assim, elas decidem abafar o caso, de maneira desesperada, já que a noite estava repleta de drogas e bebidas.

História de um Casamento

A qualidade bad-ass de uma atriz vai além de suas personagens, e muito além de interpretar apenas agentes secretas, robôs e alienígenas. Pode, por exemplo, ser o fato de receber não apenas uma, mas duas indicações ao Oscar no mesmo ano – em categorias diferentes (atriz principal e coadjuvante), como ocorreu com Scarlett Johansson em 2020. Em ‘História de um Casamento’ ela vive Nicole Barber, uma atriz que resolve dizer chega para o casamento, que não a fazia mais feliz, não a preenchia ou satisfazia. E isso exige ser bastante bad-ass. Pelo longa, a atriz recebeu sua primeira indicação ao Oscar.

Jojo Rabbit

Finalizando, no mesmo ano de ‘História de um Casamento’, Scarlett Johansson receberia ainda uma segunda indicação ao Oscar, por este drama com toques de humor, passado durante a Segunda Guerra Mundial, com direção de Taika Waititi. No filme, ela vive a mãe solteira de um menino na Alemanha nazista. Seu filho é um patriota e deseja servir ao país, sem compreender muito bem as atrocidades cometidas por Adolf Hitler. Já sua mãe, em segredo ajuda judeus, os acolhendo em sua casa – em especial a menina Elsa (Thomasin McKenzie), escondida atrás das paredes da casa. Ou seja, essa talvez seja sua personagem mais corajosa e bad-ass da carreira.

Morre Mark Snow, compositor de ‘Arquivo X’, ‘Smallville’ e ‘Blue Bloods’

Mark Snow, o consagrado compositor de trilhas para a televisão, conhecido mundialmente pelo tema inesquecível de ‘Arquivo X‘ (The X-Files), faleceu na sexta-feira (04) em sua casa, em Connecticut, aos 78 anos. A informação foi confirmada por sua família.

Com uma carreira marcada por inovação e sensibilidade musical, Snow foi indicado 15 vezes ao Emmy e se destacou por criar atmosferas sonoras que moldaram algumas das produções mais emblemáticas da TV americana. Ele compôs mais de 200 episódios de ‘Arquivo X‘ — além dos dois filmes da franquia estrelados por David Duchovny e Gillian Anderson — e foi responsável por trilhas de séries como ‘Hart to Hart‘, ‘T.J. Hooker‘, ‘Smallville‘, ‘Ghost Whisperer‘ e ‘Blue Bloods‘.

Um ícone do som da TV
Treinado na prestigiada Juilliard School, Snow iniciou sua carreira nos anos 1970 compondo para orquestras completas, mas foi um dos primeiros compositores de Hollywood a migrar para a música eletrônica no final dos anos 1980. Em seu estúdio caseiro, criou trilhas complexas usando sintetizadores e samplers — uma abordagem revolucionária para a época. Todas as músicas de ‘Arquivo X‘ foram produzidas dessa forma, muitas vezes com até 40 minutos de composição inédita por episódio.

O tema de abertura da série, com sua melodia assobiada e atmosfera misteriosa, se tornou um verdadeiro fenômeno pop. Em 1996, a música alcançou o Top 10 das paradas no Reino Unido, Irlanda, França e outros países da Europa. “Nada realmente grandioso acontece na música. Ela permanece em ré menor, não tem vocal, bateria nem guitarra — e foi um sucesso estrondoso. Isso é bem louco”, comentou Snow em entrevista.

Legado e influência
Além das seis indicações ao Emmy por ‘Arquivo X‘, Snow foi reconhecido por seu trabalho em telefilmes e minisséries de grande audiência, como ‘Something About Amelia‘, ‘An American Story‘, ‘Oldest Living Confederate Widow Tells All’, ‘Children of the Dust‘ e ‘Helter Skelter‘.

O compositor Sean Callery (24 Horas), que considerava Snow um mentor e amigo próximo, prestou homenagem ao colega:

“Seu talento ilimitado e criatividade eram igualados apenas pela generosidade com que orientava outros compositores. Ele oferecia conselhos inteligentes e inspiradores, incentivando os jovens artistas a confiarem em suas vozes únicas. E fazia isso com um humor e autodepreciação que tornavam sua sabedoria ainda mais cativante.”

Snow também colaborou com o criador de ‘Arquivo X‘, Chris Carter, em outras séries como ‘Millennium‘, ‘Harsh Realm‘ e ‘The Lone Gunmen‘. Em 1996, foi indicado ao Emmy por seu tema para a série ‘Nowhere Man‘.

Mark Snow deixa um legado profundo na música para televisão — um artista cuja assinatura sonora continuará ecoando por décadas em fãs que ainda arrepiam com as primeiras notas do tema de ‘Arquivo X‘.

‘Jurassic World: Recomeço’: Novo longa quase teve um final diferente para [SPOILER], revela diretor

jurassic world recomeço

[AVISO DE SPOILERS]

Jurassic World: Recomeço’ já está em cartaz nos cinemas nacionais, e os fãs descobriram que o longa quase teve um desfecho diferente para um de seus personagens principais.

No desfecho do filme, os personagens tentam escapar de barco, mas enfrentam sua ameaça mais assustadora: o Distortus Rex, uma nova criatura que já havia destruído o helicóptero de resgate.

O personagem Duncan (Mahershala Ali) decide se sacrificar para salvar os demais, especialmente as crianças. Ele acende um sinalizador e atrai o D-rex para o mar, até que a luz se apaga.

Porém, momentos depois, um novo sinalizador é lançado ao céu: Duncan sobrevive! Todos são resgatados e retornam para casa com uma nova perspectiva sobre a vida.

Mas esse não era o final original.

“No primeiro rascunho que li, ele morria”, contou o diretor Gareth Edwards à Variety. Na época, Mahershala Ali ainda não havia sido escalado. Quando entrou no projeto, enviou suas observações, e a principal delas foi: “Podemos matar ele?” O diretor concordou.

Apesar disso, o estúdio e o público nos testes de exibição decidiram por outro caminho. A reação positiva à sobrevivência de Duncan foi tão forte que o final alternativo se tornou oficial.

Lembrando que até o momento, nenhuma conversa oficial sobre uma sequência foi iniciada.

“Ninguém disse nada, nem o estúdio, nem os produtores, nem o David [Koepp, roteirista], nem o Steven [Spielberg]. Acho que é para não dar azar”, disse Edwards. “Você percebe quando um filme força uma continuação, e não queríamos isso. Mas o que os atores trouxeram é incrível. Acho que tudo vai ficar bem”.

E, com bom humor, o diretor encerra: “Minha namorada me mandou um meme que dizia: ‘Gareth Edwards dirigindo Godzilla, Star Wars e Jurassic é o tipo de ganância contra a qual a Bíblia nos alertou’. Eu me sinto privilegiado demais. Talvez seja hora de deixar alguém mais assumir”.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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‘La Grazia’: Filme de Paolo Sorrentino abrirá o Festival de Veneza 2025

O aclamado diretor italiano Paolo Sorrentino voltará ao Festival de Veneza em grande estilo. Seu novo longa-metragem, ‘La Grazia‘, foi escolhido para abrir a 82ª edição do festival, com estreia mundial marcada para quarta-feira, 27 de agosto, na icônica Sala Grande.

Protagonizado por Toni Servillo e Anna Ferzetti, o filme é descrito como uma obra de grande originalidade e relevância contemporânea. Embora os detalhes da trama ainda estejam sendo mantidos em sigilo, fontes próximas à produção revelaram ao Deadline que ‘La Grazia‘ acompanha os últimos dias de uma fictícia presidência italiana.

Produzido por The Apartment, Numero 10 e PiperFilm, o longa será distribuído na Itália e tem seus direitos globais adquiridos pela Mubi, com exceção do território italiano.

“Estou muito feliz que o 82º Festival Internacional de Cinema de Veneza será aberto com o novo e altamente aguardado filme de Paolo Sorrentino,” declarou Alberto Barbera, diretor do festival. “A carreira de Sorrentino começou justamente em Veneza, em 2001, com seu primeiro longa ‘One Man Up’.”

Barbera também relembrou a sólida parceria entre o cineasta e o festival: ‘The Young Pope‘ (temporadas 1 e 2) teve seus episódios exibidos fora de competição, e ‘A Mão de Deus‘ (The Hand of God) recebeu o Leão de Prata – Grande Prêmio do Júri em 2021.

Nascido em Nápoles, em 1970, Paolo Sorrentino é um dos diretores mais reconhecidos da Itália no cenário internacional. Entre seus principais trabalhos estão ‘As Consequências do Amor‘ e ‘O Amigo da Família‘, ambos selecionados para competir em Cannes nos anos 2000.

Em 2008, ‘Il Divo‘ conquistou o Prêmio do Júri no festival francês, e em 2013, ‘A Grande Beleza‘ levou o Oscar, o Globo de Ouro e o BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro.

Seu filme mais recente, ‘Parthenope‘, foi exibido na Competição Oficial de Cannes em 2024. Com ‘La Grazia‘, Sorrentino marca seu retorno à competição em Veneza e promete entregar uma obra com profunda conexão com os dilemas e temas do presente.

A estreia mundial de ‘La Grazia‘ promete ser um dos grandes eventos cinematográficos de 2025.

‘Ginny & Georgia’ lidera ranking de audiência da Nielsen com estreia da 3ª temporada

A nova temporada de ‘Ginny & Georgia‘ chegou com tudo. Com o lançamento da 3ª temporada em 5 de junho, a série da Netflix acumulou impressionantes 2,88 bilhões de minutos assistidos entre os dias 2 e 8 de junho, segundo dados da Nielsen. O desempenho garantiu à produção o primeiro lugar absoluto nas plataformas de streaming durante o período.

Embora a Nielsen não separe os dados por temporada, o relatório destaca que foi a quarta melhor semana de um título em 2025, atrás apenas da estreia da 2ª temporada de ‘Round 6‘ (Squid Game), do retorno de ‘O Agente Noturno‘ e de outro fenômeno pontual.

Em segundo lugar, a surpresa da semana: ‘O Contador 2‘, que após sua breve passagem pelos cinemas, chegou ao Prime Video e acumulou 1,38 bilhão de minutos assistidos. É raro um filme figurar entre os cinco mais assistidos, já que séries naturalmente têm mais conteúdo e tempo total de exibição — o que torna esse feito ainda mais notável.

O sucesso da sequência também impulsionou o original ‘O Contador‘ (2016), que ficou em quinto lugar entre os filmes mais vistos da semana com 308 milhões de minutos somados entre Max e Prime Video.

Outros destaques da semana
Animal Kingdom‘, drama policial da TNT, ficou em terceiro lugar no ranking geral, com 1,1 bilhão de minutos assistidos.

Também da Netflix, as produções ‘Dept. Q‘ e ‘Até a Última Gota‘ ocuparam a quarta e quinta posições, respectivamente.

Love Island USA‘ retornou com tudo na estreia da 7ª temporada, garantindo 772 milhões de minutos assistidos e o oitavo lugar geral. A temporada vem quebrando recordes de audiência da versão americana do reality.

Já ‘Stranger Things‘ provou que ainda tem força: após o anúncio oficial das datas da temporada final, a série retornou ao ranking de originais com 441 milhões de minutos, mostrando o poder duradouro da franquia mesmo com longos hiatos.

Com sua mistura de drama familiar, humor ácido e mistério, Ginny & Georgia parece ter encontrado uma fórmula certeira para manter seu lugar entre os maiores sucessos da Netflix — e os números desta nova temporada só confirmam isso.

No novo ciclo, Georgia luta para provar sua inocência em um tumultuado julgamento que passa pelo escrutínio da mídia. Enquanto isso, Ginny tenta lidar com as consequências do crime cometido pela mãe, à medida em que enfrenta seus próprios traumas e encontra conforto em suas amigas.

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Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

A série foi criada por Sarah Lampert.

Em busca de um recomeço, a adolescente Ginny e sua mãe Georgia se mudam para uma nova cidade. Mas será que o passado ficará para trás?

O elenco ainda conta com Diesel La Torraca, Jennifer Robertson, Felix Mallard, Sara Waisglass, Scott Porter, Paul Randolph, Raymond Ablack e Mason Temple.

James Gunn confirma projetos do DCU em desenvolvimento no Brasil!

O cineasta James Gunn falou recentemente sobre o futuro do DCU, revelando que possui vários projetos em andamento fora dos EUA, citando inclusive o Brasil como um dos locais.

Segundo o ComicBookMovie, Gunn explicou que o estúdio está atualmente trabalhando em produções na Coreia do Sul, Japão e Brasil.

Detalhes sobre o projeto brasileiro ainda não foram explicados, embora fãs teorizem que talvez seja sobre a Fogo, heroína brasileira da DC. No entanto, a personagem talvez não seja popular o suficiente para liderar um longa.

Já sobre o projeto coreano, acredita-se que seja sobre a Caçadora (Huntress), mencionada pela primeira vez em 2023. Na época, circulou um rumor de que o filme seguiria adiante com o cineasta e roteirista sul-coreano Jung Byung-gil em negociações para dirigir e escrever o longa. Desde então, no entanto, não houve atualizações oficiais.

Quanto aos heróis japoneses, destaca-se a Katana, heroína que já apareceu em ‘Esquadrão Suicida’, embora possivelmente não seja tão popular a ponto de liderar um longa.

Superman’ estreia nos cinemas em 10 de julho.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Jurassic World: Recomeço’ fatura US$ 25,3 milhões na quinta-feira e caminha para US$ 137,5 milhões em fim de semana prolongado

Os dinossauros continuam dominando o verão americano. ‘Jurassic World: Recomeço‘ arrecadou US$ 25,3 milhões em seu segundo dia completo de exibição, elevando seu total doméstico para US$ 55,8 milhões.

Segundo a Variety, a nova aposta da Universal está no caminho para fechar seus primeiros cinco dias com US$ 137,5 milhões, posicionando-se como um dos grandes sucessos comerciais da temporada.

Apesar dos bons números, ‘Recomeço‘ ainda não alcança o patamar das estreias anteriores da franquia. Para comparação:

Jurassic World‘ (2015) abriu com impressionantes US$ 208 milhões em apenas três dias; ‘Reino Ameaçado‘ (2018) fez US$ 148 milhões; ‘Domínio‘ (2022) estreou com US$ 145 milhões.

Esses números tornam evidente que, mesmo com um feriado prolongado de cinco dias, ‘Recomeço‘ terá uma abertura inferior. A expectativa é que o filme feche o fim de semana em si com cerca de US$ 82 milhões.

Com um orçamento de US$ 180 milhões, ‘Jurassic World: Recomeço‘ foi menos custoso que ‘Domínio‘, que ultrapassou os US$ 250 milhões. A Universal vê esse filme como o início de uma nova trilogia para estender a vida útil de uma franquia que já soma 32 anos de história.

Jurassic World: Recomeço‘ chega sem grandes rivais estreando no mesmo fim de semana. Seus principais concorrentes são:

F1‘, da Apple, que arrecadou US$ 6,1 milhões na quinta e soma US$ 83,5 milhões até agora. E o remake live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘, da própria Universal, que fez US$ 2,8 milhões na quinta e já acumula US$ 213 milhões nos EUA.

Mesmo abaixo das marcas anteriores, ‘Recomeço‘ já prova seu apelo comercial — e se depender da nostalgia e da paixão do público por dinossauros, pode muito bem garantir seu lugar na lista dos blockbusters do ano.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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‘Pecadores’: Figurinos do filme foram adquiridos do vindouro reboot de ‘Blade’ – que até agora não foi rodado

O sucesso original ‘Pecadores‘, de Ryan Coogler, esconde uma curiosidade digna de crossover com o universo da Marvel: parte dos figurinos do longa vieram diretamente do reboot de ‘Blade‘, que até agora não saiu do papel.

Durante uma entrevista ao ScreenCrush, o produtor Sev Ohanian revelou que a figurinista Ruth E. Carter — vencedora do Oscar por Pantera Negra — havia começado a trabalhar em ‘Blade‘ antes da produção ser paralisada.

Como parte do enredo original envolvia eventos no passado, assim como ‘Pecadores‘, Carter já havia reunido um enorme acervo de roupas de época, que acabou sendo aproveitado pelo filme de Coogler.

“A Ruth Carter estava trabalhando no filme do ‘Blade‘, que acabou não sendo filmado. Em um certo ponto, o filme lidava com o passado — a mesma época de ‘Pecadores‘. Ela já tinha um galpão cheio de roupas de época. E a gente precisava rodar o fulme tipo…pra ontem! A Marvel foi generosa o suficiente para nos permitir comprar tudo a preço de custo,” explicou Ohanian.

O produtor ainda revelou que muitos figurantes de ‘Pecadores‘ usam essas roupas herdadas de ‘Blade‘, enquanto os protagonistas tiveram figurinos originais criados para o longa.

O curioso “easter egg” mostra como os bastidores de Hollywood são repletos de coincidências e reaproveitamentos criativos. E ‘Pecadores‘ — que mistura terror sobrenatural com drama histórico e se tornou uma das maiores surpresas de bilheteria de 2025 com US$ 364 milhões arrecadados — acabou se beneficiando diretamente do atraso de um dos filmes mais esperados da Marvel.

Já ‘Blade‘, estrelado por Mahershala Ali, segue em desenvolvimento indefinido desde seu anúncio em 2019. Durante a estreia de ‘Jurassic World: Recomeço‘, Ali foi questionado sobre o projeto e respondeu com bom humor:

“Liguem para a Marvel. Eu estou pronto. Deixem eles saberem que estou pronto,” disse o ator à Variety.

Enquanto ‘Blade‘ não ganha vida, os fãs de vampiros podem continuar se deliciando com o universo sombrio e estilizado de ‘Pecadores‘ — agora com um gostinho inesperado do MCU.

O longa já está disponível na MAX.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Craig Robinson anuncia surpreendente aposentadoria da comédia

O ator e comediante Craig Robinson, conhecido por seu papel como Darryl em ‘The Office‘ e por participações marcantes em ‘Brooklyn Nine-Nine‘ e The Cleveland Show‘, surpreendeu os fãs nesta semana ao anunciar que está oficialmente deixando a comédia para se dedicar a um novo projeto: abrir um pequeno negócio.

O anúncio foi feito por meio de dois vídeos publicados em seu Instagram. No primeiro, Robinson aparece sério e direto.

Confira:

“Quero que ouçam isso de mim. Estou deixando a comédia. Não é por nada, tem sido uma jornada incrível e vocês foram maravilhosos. Mas estou seguindo algo maior. Muito obrigado. Amo vocês. Fiquem ligados.”

No segundo vídeo, o ator compartilha as dificuldades enfrentadas na nova fase e pede conselhos a outros empreendedores:

“Acontece que ter um sonho e construir um negócio com seus amigos são duas coisas BEM diferentes. Não posso entrar em detalhes ainda, mas qualquer ajuda seria enorme.”

Com muito bom humor, ele ainda mandou um recado para os donos de pequenos negócios:

“Vocês têm alguma dica pra me dar enquanto tento fazer minha empresa decolar?”

A decisão de Robinson pegou muitos de surpresa, mas já conta com o apoio de diversos colegas de profissão.

Vale lembrar que, além da atuação, Craig Robinson também é músico, tocando com sua banda de funk The Nasty Delicious desde 2007 — o que levanta especulações de que sua nova empreitada possa estar ligada ao universo musical.

Crítica | Kesha mergulha numa jornada de empoderamento e libertação com o ótimo ‘Period’

Após quase uma década de batalhas judiciais contra Dr. Luke em virtude de alegações de abuso psicológico e sexual, Kesha finalmente se libertou das amarras do passado e deu início a um novo capítulo de sua carreira: depois de finalizar contrato com a label RCA, a cantora e compositora indicada ao Grammy fundou sua própria companhia como uma expressão clara de seu empoderamento e de maneira a trilhar um caminho que resgataria seus anos de glória na indústria musical – afinal, todos nós nos lembramos das clássicas canções pop da performer que dominavam as pistas de dança e as playlists ao redor do mundo no final dos anos 2000 e começo dos anos 2010 – e que lhe rendeu um de seus melhores álbuns.

Intitulado Period (e estilizado como ‘.’), o mais novo compilado de originais de Kesha é um reflexo direto de seu amadurecimento e de sua paixão pelo hedonismo e pelo prazer – singrando pela letárgica melancolia que vem acompanhada do escapismo artístico. Apoiando-se nas conhecidas incursões do pop, do hyperpop e do electro-pop, a cantora abriu essa era com o ótimo lead single “JOYRIDE.”, funcionando como uma amálgama explosiva de EDM, pop, eletrônica e até mesmo polka para construir uma narrativa focada no amor-próprio de maneira sensual, envolvente e que, sem sombra de dúvida, merecia mais reconhecimento do que tem. Configurando-se como uma das melhores faixas do ano passado e um dos destaques do álbum, a track foi apenas o pontapé inicial de um sólido corpo fonográfico que, mesmo com alguns deslizes, cumpre com o que promete.

O projeto parte de uma estrutura um tanto quanto similar a ‘MAYHEM’, lançado por Lady Gaga há alguns meses, no tocante ao “caos controlado” que abre espaço para inúmeros estilos musicais em uma única ambientação – e que, de forma propositalmente maximizada, possui sua própria coesão a princípio ininteligível, mas que se transforma em uma materialização das pulsões da artista. E nosso primeiro gostinho dessa profusão estilística vem com “FREEDOM.”, um épico cinemático de quase seis minutos e meio que se inicia com as doces notas de um piano e poderosos vocais à la Florence Welch, até verterem-se em pulsões do disco e do funk guiados pelo teatral verso “eu só bebo quando estou feliz, e estou bêbada agora” e pela óbvia mensagem de emancipação promovida pela faixa.

Após o capítulo inicial, Kesha mergulha de cabeça em uma mixórdia vibrante de diversos gêneros e subgêneros, apostando fichas em um resgate de suas incursões predecessoras que culminam em uma declamação testamentária – mas sem impedi-la de explorar coisas novas. “YIPPEE-KI-YAY.” conta com batidas muito bem demarcadas que acompanham um country-pop mesclado com hoedown que funciona em boa parte; “RED FLAG.” nos leva de volta aos anos 2010 com notáveis sintetizadores que pegam páginas emprestadas das canções mais mercadológicas de Charli XCX em uma narrativa que fala sobre o apreço da artista por homens que levam a perigosa “bandeira vermelha” (“todos os caras legais me deixaram morta por dentro; eu gosto do caos transbordando”); e “BOY CRAZY.” traz elementos do synth-techno para uma construção fora do tempo e, ao mesmo tempo, pertencente a uma cronologia única e inescapável.

As variedades continuam mesmo em faixas similares – como o claro apreço da cantora e compositora por composições em power-pop: temos, por exemplo, a impecável “DELUSIONAL.”, que constrói uma atmosfera ecoante à medida que lança o eu-lírico em uma jornada coming-of-age transformadora; “THE ONE.” traz batidas similares a outras faixas do compilado, porém, remodeladas para acompanhar a legião de trompetes que lhe confere uma altivez inescapável – tornando-a não só uma das entradas mais bem estruturadas do álbum, mas uma celebração do retorno da “filha pródiga” à casa (neste caso, ao seu próprio eu). E, em meio a íntimas festividades de alegria e de libertação, incursões como “LOVE FOREVER.” e “TOO HARD.” nos convidam a uma despojada viagem pelo tempo, unindo passado e presente em um mesmo lugar de maneira inebriante e nostálgica.

Como mencionado alguns parágrafos acima, o disco não é livre de problemas – mas os momentâneos deslizes não têm força o suficiente para apagar o brilho que a performer nos entrega. “GLOW” é uma das iterações que parece ter sido pensada de última hora, equilibrando-se em uma corda bamba de experimentações cruas que nunca alcançam a plenitude de seu objetivo e se escondem em um triste desperdício de potencial; e “CATHEDRAL.”, música que encerra o álbum, parte de uma certeira escolha que se transmuta em um amontoado de progressões e arranjos que encobrem a sinestesia pela qual se preza.

Period é um glorioso retorno de Kesha ao cenário fonográfico e funciona como um dos mais importantes capítulos de sua carreira ao colocá-la nas rédeas de toda sua veia artística. E, após passar por diversos problemas e sofrimentos, essa resiliente artista mostra que permanece em pé e com muito a nos contar, apoiando-se na maximização sensorial à medida que usa a música como processo de cura e de empoderamento.

Nota por faixa:

1. FREEDOM. – 4,5/5
2. JOYRIDE. – 5/5
3. YIPPEE-KI-YAY., feat. T-Pain – 3,5/5
4. DELUSIONAL. – 4/5
5. RED FLAG. – 4/5
6. LOVE FOREVER. – 4,5/5
7. THE ONE. – 5/5
8. BOY CRAZY. – 3,5/5
9. GLOW. – 2/5
10. TOO HARD. – 4,5/5
11. CATHEDRAL. – 3/5

As MELHORES produções da Fase 5 do MCU

agatha desde sempre
agatha desde sempre

Universo Cinemático Marvel continua em constante expansão – e, apenas neste mês, daremos início à sexta fase desse panteão super-heroico com o lançamento de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’.

E o término da Fase 5, que foi marcada por altos e baixos e refletiu a fadiga artística dentro desse cenário do entretenimento, veio neste último dia 1 de julho com a exibição dos três últimos episódios de Coração de Ferro, que reintroduziu Dominique Thorne como Riri Williams e finalmente abriu portas para a tão aguardada primeira aparição de Mefisto (Sacha Baron Cohen).

Enquanto esperamos o início do próximo capítulo do MCU, é sempre interessante revisitar as produções lançadas tanto nos cinemas quanto no streaming. Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores produções da Fase 5 do universo cinemático.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

5. CORAÇÃO DE FERRO (2025)

Apesar do review-bombing promovido por grupos tradicionalistas e contra qualquer tipo de representatividade no cenário do entretenimento, Coração de Ferro surpreendeu a todos não apenas pela sólida narrativa, como por um ótimo elenco que trouxe nomes como Dominique ThorneAnthony RamosLyric Ross e muito mais às telinhas. Apostando fichas no explosivo cenário urbano de Chicago e focando em uma narrativa simples, funcional e mais leve do que o esperado, a minissérie funcionou em quase sua completude e merece um espaço na nossa lista.

A trama acompanha Riri Williams, uma jovem supergênia que fez sua estreia no MCU em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’. Após ser expulsa do MIT, ela retorna para sua cidade natal para dar continudiade a seus projetos e focar na construção de uma armadura extremamente tecnológica. Marcada pela trágica morte do padrasto e da melhor amiga, Natalie, Riri se vê em um beco sem saída até cruzar caminho com Capuz, um homem misterioso que lhe apresenta a junção entre magia e ciência – abrindo possibilidades únicas e arremessando-a para um mundo de perigos inimagináveis.

4. DEADPOOL E WOLVERINE (2024)

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Quando a 20th Century Fox foi comprada pela Walt Disney Studios, os fãs da Marvel ficaram preocupados com as produções para maiores de idade, visto que a classificação indicativa da Casa Mouse costuma ser mais branda do que o esperado. Porém, a franquia do icônico Mercenário Tagarela permaneceu intocada pela Disney e o terceiro capítulo da saga, ‘Deadpool & Wolverine’, sagrou-se o mais divertido até agora e contou com uma química exemplar de Ryan ReynoldsHugh Jackman como os protagonistas titulares.

Na trama, Wade Wilson/Deadpool desfruta de um momento de aparente calma ao lado de Vanessa (Morena Baccarin) e seus amigos e, em contra partida, Wolverine se recupera de seus ferimentos. Após seus caminhos se cruzarem, eles dão início a uma improvável aliança e, juntos, devem enfrentam um inimigo formidável, desencadeando uma jornada repleta de ação, humor e reviravoltas surpreendentes.

3. AGATHA DESDE SEMPRE (2024)

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Após algumas produções controversas, a Marvel finalmente voltou aos eixos com o lançamento de Agatha Desde Sempre, que se configurou como um enorme acerto do MCU e emergiu como uma das melhores produções em live-action desse expansivo panteão. Para além de performances memoráveis de nomes como Kathryn HahnAubrey Plaza, Joe Locke e Patti LuPone, e um compromisso com a qualidade, é perceptível como a showrunner Jac Schaeffer manejou trazer as produções de quadrinhos ao nível de que sentíamos falta.

Na trama, Hahn interpreta a icônica Agatha Harkness, que fez sua estreia em ‘WandaVision’ e tornou-se uma das personagens favoritas do público em tempo recorde. Agatha, agora sem poderes e presa em uma fantasia criada por Wanda Maximoff, é libertada por um jovem misterioso e embarca com ele em uma jornada pelo Caminho das Bruxas, um local mágico onde ela busca recuperar seus poderes – custe o que custar.

2. THUNDERBOLTS* (2025)

Estrelado por Florence PughDavid HarbourSebastian StanLewis PullmanJulia Louis-Dreyfus e outros, Thunderbolts*’ acompanha a equipe de anti-heróis titular – apresentando os personagens mais desajustados do MCU. Presos em uma armadilha mortal, esse grupo nada convencional embarca em uma missão perigosa que os força a confrontar os cantos mais sombrios de suas vidas – e que os coloca frente a frente com um inimigo mortal.

Após o frustrante ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, o filme marcou um bom retorno à forma da Marvel Studios, apoiando-se no talento nato de um elenco de peso e de um time por trás das câmeras que tem plena ciência do que está fazendo. Funcionando por si só e abrindo espaço para explorações muito interessante, o longa-metragem apostou fichas em temas importantes como perda, luto e depressão, oferecendo um retrato mais profundo do que imaginávamos para os espectadores.

1. GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 (2023)

Em Guardiões da Galáxia Vol. 3, o amado grupo de desajustados busca se estabelecer no planeta conhecido como Lugar Nenhum, mas não demora muito para que suas vidas sejam reviradas pelos ecos do passado turbulento de Rocket (Bradley Cooper). Ainda se recuperando da perda de Gamora (Zoe Saldaña), após os acontecimentos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, Peter Quill (Chris Pratt) reúne sua equipe mais uma vez para defender o universo e um dos seus. Mas esta missão pode significar o fim dos Guardiões como conhecemos caso não saia como o planejado.

O encerramento da icônica trilogia assinada por James Gunn não poderia ter vindo em melhor hora e, por mais que não atinja o altíssimo nível de qualidade dos capítulos anteriores, destaca-se em meio ao MCU por sua originalidade e sua competência técnica – trazendo incursões emocionantes e ressonantes que reiteram os nossos adorados personagens como alguns dos melhores desse panteão.

Netflix CANCELA DUAS séries e assinantes reclamam: “O Final fica em Aberto”

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A Netflix cancelou oficialmente a série médica ‘Pulso‘ e a série de cômica de suspense ‘Assassinato na Casa Branca‘ (The Residence) após apenas uma temporada.

Ambas as séries deixavam pontas soltas para novos episódios, o que incomodou os assinantes.

Assassinato na Casa Branca‘ (The Residence) tinha um alto custo de produção, e foi ofuscada pelo sucesso estrondoso de ‘Adolescência‘, que dominou as plataformas globais do serviço de streaming. A série estreou no TOP 2 das produções mais assistidas da Netflix, registrando 6.4 milhões de visualizações. Ao total, o seriado passou quatro semanas no TOP 10 das produções mais assistidas do serviço de streaming.

Já ‘Pulso‘ falhou em encontrar sua audiência – permanecendo apenas duas semanas no TOP 10 das produções mais assistidas do serviço de streaming, mas deixou a trama sem respostas.

Crítica | Uzo Aduba domina a cena na divertida dramédia de mistério ‘Assassinato na Casa Branca’

Confira as reações:

Pulso‘ é estrelada por Willa Fitzgerald (‘A Queda da Casa de Usher’), Colin Woodell (‘Amizade Desfeita 2’) e Justina Machado (‘One Day at a Time’), a trama acompanha a equipe do mais movimentado Centro de Trauma de Miami, que lida diariamente com emergências médicas. Em meio a essa tumultuada rotina, a jovem médica do pronto-socorro, Danny Simms, é inesperadamente promovida a Chefe Residente, enquanto mantém um  relacionamento romântico com um colega superior.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Jack Bannon (‘Pennyworth’), Jessie T. Usher (‘The Boys’), Chelsea Muirhead (‘Warrior’), Daniela Nieves (‘Academia de Vampiros’) e Jessy Yates (‘Law & Order: SVU’) completam o elenco.

Zoe Robyn e Carlton Cuse serão responsáveis pela série, além de servirem como produtores executivos e showrunners.

Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Kate Dennis.

‘Superman’ | James Gunn comenta diferenças entre ‘Brightburn’ e ‘Superman’

Na década passada, a história de um casal do Kansas que não consegue ter filhos, cujas vidas mudam para sempre quando uma nave espacial cai em sua fazenda, trazendo um simpático garotinho alienígena lá dentro, chegou aos cinemas para expandir um universo cinematográfico em ascensão. Na trama, eles acolhem a criança espacial e a criam como seu filho.

Com o passar dos anos, o menino cresce e começa a sentir uma certa atração inexplicável para o celeiro da fazenda, onde sua nave está escondida. Sem saber de sua origem alienígena, o menino volta a suas atividades cotidianas, mas logo desenvolve habilidades incríveis, como força sobre-humana, inteligência acima da média e até mesmo a capacidade de voar.

Já sabe de que filme estamos falando, né? Bem, se você pensou em O Homem de Aço (2013), pensou errado.

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Lançado em 2019, Brightburn – Filho das Trevas é uma mistura de ficção científica com terror, cuja trama é exatamente essa citada acima. No entanto, diferentemente dos filmes do Superman, esse longa seguiu por um rumo obscuro, no qual a criança de outro mundo foi enviada para concretizar um projeto de invasão alienígena na Terra.

Conforme a história se desenrola, o pequeno Brandon (Jackson A. Dunn) até tenta lutar contra sua configuração alienígena original, mas logo dá início a uma saga de homicídios pela pacata cidadezinha de Brightburn. Na época de seu lançamento, o filme chamou muita atenção por ter trailers que parodiavam os materiais promocionais de O Homem de Aço e pelo nome de James Gunn como grande produtor do projeto. Ele estava no auge da Marvel, então ter sua presença em qualquer longa era um ótimo presságio para o público.

Na última semana, em conversa com James Gunn, durante a Press Tour de Superman, que trouxe o diretor e o elenco ao Rio de Janeiro, questionei o diretor sobre Brightburn e se ter trabalhado na ‘paródia do mal’ anteriormente trouxe algum tipo de aprendizado para ele na hora de comandar um filme do Superman original.

Segundo James Gunn, os fãs do “Azulão” podem respirar aliviados, porque os filmes são ‘completamente diferentes’, então nada de “Superman do Mal” dessa vez.

“Eu nunca tinha pensado nisso antes [ter trabalhado na paródia antes], mas posso adiantar que ‘Superman’ é um filme muito diferente de ‘Brightburn’ em vários fatores. Eu não escrevi e nem dirigi ‘Brightburn’, ele foi escrito pelo meu irmão, Brian Gunn, e meu primo, Mark Gunn, e foi dirigido pelo grande David Yarovesky. Então, na época, eu tentei deixá-los tocarem o barco com a maior liberdade possível nas filmagens. Mas lembro de ter amado muito aquela ideia de haver um filme de terror com o Superman, e acho que o nosso filme de agora é o extremo oposto de ‘Brightburn’. As escolhas do Clark são extremamente diferentes das tomados pelo Brandon, porque eles essencialmente são pessoas diferentes. Eles foram criados de maneiras muito diferentes pelos pais”, explicou James Gunn.

Rachel Brosnahan (Lois Lane), David Corenswet (Superman) e James Gunn mergulharam a fundo nas HQs do Azulão.

Na passagem pelo Rio, o elenco do filme falou bastante sobre o que faz deste novo Superman/ Clark Kent algo único nos projetos envolvendo super-heróis. E se teve algo que o ator David Corenswet ressaltou algumas vezes, tanto na coletiva de imprensa quanto no fan event, foi que o seu Kal-El é apaixonado pelo trabalho de herói e que gosta muito da raça humana, por isso transita entre esses dois mundos com sua identidade secreta e seu ‘verdadeiro eu’.

“Sua escolha por assumir a persona de Clark Kent, repórter do Planeta Diário, fala mais sobre seu amor pela humanidade e seu desejo de explorar e experimentar realmente como é ser um ser humano, do que qualquer outra coisa. Ele teve uma infância bastante normal crescendo na fazenda dos Kent, mas, uma vez que ele se torna o Superman, ele meio que sente falta de fazer parte desse grupo de pessoas normais, sabe? Pessoas que vão trabalhar todos os dias, que ficam presas no trânsito ou perdem a hora porque o trem atrasou e acabam sendo xingados pelo chefe. Ele adora isso, ele ama essa parte de ser humano e acho que isso fala um pouco sobre sua solidão e seu sentimento de estar alheio a humanidade. Ele ama estar ali, mas sabe que nunca será totalmente humano. Então, para ele, o Clark é sua oportunidade de fazer cosplay de uma pessoa normal, e ele realmente gosta disso”, explicou David Corenswet.

Superman estreia nos cinemas em 10 de julho de 2025.
Brightburn – Filho das Trevas está disponível na Netflix.

‘Pecadores’ e ‘F1’ despontam como os principais candidatos ao Oscar 2025 antes da temporada de festivais

Os dois filmes mais surpreendentes da corrida pelo Oscar até agora em 2025 são também grandes sucessos de bilheteria: ‘Pecadores‘, de Ryan Coogler, e ‘F1‘, estrelado por Brad Pitt. Nenhum dos dois segue a fórmula tradicional do “cinema de prestígio”, mas ambos estão ganhando força com uma combinação rara de aclamação da crítica, sucesso comercial e apoio robusto de estúdios e streamers dispostos a investir pesado nas campanhas.

Desde sua estreia em abril, ‘Pecadores‘ se consolidou como um fenômeno cultural. Dirigido por Coogler (Pantera Negra), o filme mistura horror sobrenatural, drama gótico sulista e o universo do blues dos anos 1930 em uma narrativa original e ousada. Com mais de US$ 360 milhões arrecadados globalmente, a produção da Warner Bros. não apenas conquistou o público como também impressionou a crítica.

Com chances reais nas categorias de melhor filme, direção e roteiro original, o longa também deve aparecer com força nas categorias técnicas. No elenco, Michael B. Jordan entrega uma performance dual como irmãos gêmeos, considerada uma das melhores da carreira, acompanhado por Hailee Steinfeld, Delroy Lindo, Wunmi Mosaku e o estreante Miles Caton.

A Warner, segundo fontes da Variety, está focada na campanha de premiação, mesmo com outro forte candidato vindo por aí — ‘Uma Batalha Atrás ds Outra‘, novo filme de Paul Thomas Anderson com Leonardo DiCaprio. O esforço do estúdio promete aumentar a visibilidade de Sinners entre os votantes da Academia.

Já ‘F1‘, lançado no final de junho pela Apple Original Films, também vem acelerando forte na temporada. Dirigido por Joseph Kosinski (Top Gun: Maverick), o filme combina ação de blockbuster com uma produção sofisticada e realismo técnico. A trama acompanha Sonny Hayes (Brad Pitt), um piloto aposentado que volta às pistas para guiar um jovem talento, Joshua Pearce (Damson Idris).

Com filmagens em pistas reais da Fórmula 1 — como Silverstone, Monza e Spa — e foco em efeitos práticos, ‘F1‘ é tecnicamente impecável, mérito da equipe liderada pelo diretor de fotografia Claudio Miranda e o supervisor de VFX Ryan Tudhope.

Embora esportes e terror tradicionalmente enfrentem resistência nas premiações, tanto ‘F1‘ quanto ‘Pecadores‘ se beneficiam de narrativas fortes e significativas, algo que a nova geração de votantes da Academia, mais jovem e diversa, tem valorizado.

F1‘, por exemplo, segue os passos de ‘Ford vs Ferrari‘ e ‘Top Gun: Maverick‘, que conseguiram quebrar essa barreira.

Terror e esportes no Oscar?
Historicamente, nenhum filme de vampiro foi indicado a melhor filme, e apenas Willem Dafoe foi lembrado por um papel do tipo em ‘A Sombra do Vampiro‘ (2000). Já entre os 601 indicados a melhor filme, apenas 17 eram sobre esportes. Mesmo assim, obras como ‘Corra!‘ e ‘A Substância‘ vêm pavimentando o caminho para o reconhecimento do terror, enquanto ‘F1‘ aposta no mesmo prestígio técnico que levou ‘Top Gun‘ à disputa.

O que esperar?
Com campanhas bem estruturadas e recepção calorosa, tanto ‘Pecadores‘ quanto ‘F1‘ têm combustível de sobra para liderar a corrida até as indicações — especialmente em um ano ainda em aquecimento. Se o restante de 2025 seguir no mesmo ritmo, a disputa promete ser acirrada.

Como destaca a Variety, “se isso é apenas a primeira metade do ano… aperte os cintos.”

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Jurassic World: Recomeço

(Jurassic World 4: Rebirth)

 

Elenco:

Scarlett Johansson
Mahershala Ali
Manuel Garcia-Rulfo

 

Direção: Gareth Edwards

Gênero: Ação

Duração: 150 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 160 milhões

Estreia: 3 de Julho de 2025

Sinopse: 

A história de Jurassic World: Recomeço segue os membros de uma equipe de recuperação – liderados por Scarlett Johansson, Mahershala Ali e Jonathan Bailey – enquanto se aventuram em uma ilha perto do equador que já foi o lar do primeiro laboratório de pesquisa de Jurassic Park.

Ou seja, teremos dinossauros alterados geneticamente. O esquadrão está tentando recuperar material genético que poderia levar a um avanço médico para a humanidade, mas três décadas depois os erros cometidos naquela instalação arruinada não desapareceram. Eles sofreram mutação — e só cresceram. “Estas são os dinossauros que não funcionaram. Há algumas mutações lá”, diz Frank Marshall. “Eles são todos baseados em pesquisas reais de dinossauros”.

 

Crítica | ‘Jurassic World: Recomeço’ tem erros óbvios, mas vale a pena pela NOSTALGIA e pela aventura

 

Crítica 2 | ‘Jurassic World: Recomeço’ é uma OFENSA à franquia de Steven Spielberg

 

Curiosidades: 

» David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o roteiro do novo filme;

» David Leitch estava em negociações para dirigir o filme, mas abandonou o projeto por causa de diferenças criativas com a Universal;

» O elenco ainda conta com Rupert Friend (‘Asteroid City’) e Jonathan Bailey (‘Wicked’);

» A franquia ‘Jurassic‘ é uma das mais bem-sucedidas na história do cinema. O filme da Universal, lançado em 1993, redefiniu os efeitos especiais e teve um impacto duradouro na cultura pop. Ao longo de três décadas, foram produzidos seis filmes, arrecadando mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Mulher aventureira segurando mala diante de carro iluminado.
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Três exploradores atravessando selva densa e alagada.
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Cena de filme com dois cientistas analisando dados
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Live-action ‘Enrolados’ ainda vai acontecer? Insider responde!

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O insider The DisInsider comentou sobre o status do live-action de ‘Enrolados‘.

O projeto, que estava em desenvolvido ativo, foi abruptamente interrompido após o fracasso de ‘Branca de Neve‘.

O prejuízo do longa estrelado por Rachel Zegler (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) forçou o estúdio a reavaliar seus futuros lançamentos, o que acabou afetando o live-action de ‘Enrolados‘.

O insider afirma, no entanto, que o projeto não foi cancelado pela Disney. O desenvolvimento da nova versão está apenas pausada enquanto o estúdio qual direção deve seguir.

Ele ainda destaca que o sucesso de ‘Lilo & Stitch‘ pode ajudar a colocar o live-action da Rapunzel de volta aos trilhos.

Michael Gracey, de ‘O Rei do Show‘, estava cotado para assumir a direção – a partir de um roteiro assinado por Jennifer Kaytin Robinson (‘Thor: Amor e Trovão’).

Lançado em 2011, ‘Enrolados‘ tornou-se um grande sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 591.7 milhões mundialmente.

‘Jurassic World: Recomeço’ estreia com força total no mercado global e arrecada US$ 56,5 milhões no primeiro dia

A nova aventura jurássica da Universal Pictures e Amblin Entertainment, Jurassic World: Recomeço‘, já mostra sua força nas bilheterias internacionais. Somando US$ 30,5 milhões arrecadados nos EUA com US$ 26 milhões em 38 mercados internacionais (incluindo algumas pré-estreias), o filme já acumula impressionantes US$ 56,5 milhões globais em seu primeiro dia.

Dirigido por Gareth Edwards (Rogue One, Godzilla), o longa chega a um total de 82 territórios internacionais neste fim de semana, com o Japão previsto para estrear somente em agosto.

China lidera entre os mercados internacionais, com US$ 9,9 milhões arrecadados na quarta-feira em 65 mil telas, incluindo 760 IMAX. Com participação de 64% do mercado, foi a maior estreia de um filme de estúdio no país em 2025.

Na quinta-feira, o país somou mais US$ 5,6 milhões (ainda não incluídos no total global), elevando o acumulado a US$ 15,5 milhões e mantendo liderança com 50% de share.

Reino Unido e Irlanda arrecadaram US$ 2,7 milhões, superando as estreias de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ e ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘. O desempenho está acima de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ e 72% acima de ‘F1‘.

México fez US$ 2,1 milhões em pré-estreias de quarta-feira, conquistando 67% do mercado e superando ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘.

Espanha também surpreendeu com US$ 1,6 milhão, segunda melhor abertura da franquia ‘Jurassic World‘ no país. Foi a maior quarta-feira do ano e o terceiro maior dia de 2025, atrás apenas de ‘Lilo & Stitch‘ e ‘Minecraft‘.

Alemanha registrou US$ 1,1 milhão, com 52% do market share, na estreia mais lucrativa do ano até agora no país.

Itália também somou US$ 1,1 milhão em prévias, com dominância de 60% do mercado, superando ‘Reino Ameaçado‘ e alinhado com ‘Jurassic World‘ original.

Coreia do Sul estreou com US$ 1 milhão, o maior lançamento de uma quarta-feira no ano. Já soma US$ 1,7 milhão com a quinta-feira (estimativa inicial).

Austrália, que estreou nesta quinta, arrecadou US$ 1,2 milhão, também o maior dia de abertura do ano no país.

Outros mercados de destaque:

Tailândia: US$ 700 mil na maior abertura sem feriado de 2025.

Taiwan e Indonésia: US$ 600 mil cada, ambos os maiores lançamentos do ano.

Malásia: US$ 400 mil, dobro de ‘Lilo & Stitch‘ e acima de ‘Minecraft‘.

Expectativas e legado
Jurassic World: Recomeço‘ já se posiciona como o quarto maior dia de estreia da franquia, atrás apenas de ‘Jurassic World‘ (2015), ‘Domínio‘ (2022) e ‘Reino Ameaçado‘ (2018). É também a primeira vez que a franquia filma durante eventos reais da Fórmula 1, incluindo locações na Tailândia e Abu Dhabi, destacando o foco global da produção.

A recepção internacional reforça a força da marca ‘Jurassic‘ mesmo com críticas mistas (atualmente 54% no Rotten Tomatoes), e a expectativa é de que o filme ultrapasse os US$ 127 milhões globalmente já no fim de semana de estreia, consolidando mais um sucesso para a Universal em 2025.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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Live-action de ‘Hércules’ será REFORMULADO pela Disney após o sucesso de ‘Lilo & Stitch’

De acordo com o insider The DisInsider, o live-action de ‘Hércules‘ deve passar por uma grande reformulação após o sucesso da nova versão de ‘Lilo & Stitch‘.

Alegadamente, o novo longa seria focado no vilão Hades – em uma abordagem parecida com ‘Malévola‘ –, mas a Disney decidiu reiniciar seu desenvolvimento para lançar um live-action mais fiel à animação clássica.

A ideia é se afastar de polêmicas e grandes mudanças na história original – que foram consideradas as causas pelo fracasso de ‘Branca de Neve‘ –, e se apoiar na nostalgia de uma produção já amada pelos fãs.

Anteriormente, o produtor Joe Russo havia comentado sobre o projeto: “Será um remake mais experimental no tom e na execução. Acho que eles [a Disney] estão animados para ver o que todos nós podemos trazer de uma forma que não seja apenas uma reinterpretação do filme de animação”.

Vale lembrar que o filme será dirigido por Guy Ritchie, e marca o retorno do diretor aos estúdios Disney depois que dirigiu a versão live-action de Aladdin‘, em 2019.

Como o longa faturou US$ 1,051 bilhão, faz todo sentido que a companhia queira voltar a colaborar com o cineasta.

Por enquanto, a Disney está à procura de roteiristas para aperfeiçoarem o rascunho escrito por Dave Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’).

Para quem não se lembra, a animação original acompanha o semi-deus sendo desfiado por seu pai, Zeus, a testes de força e humildade para alcançar a divindade. Para isso, ele conta com a ajuda de Phil, um excêntrico sátiro que se torna seu treinador, enquanto tenta lidar com as armadilhas de Hades e sua paixão pela bela Meg.

Caso o remake siga a mesma linha de outros live-action, como ‘A Bela e a Fera‘ e ‘O Rei Leão‘, os fãs devem esperar que muitas das músicas clássicas apareçam na trilha sonora.

No original, Alan Menken escreveu a música tema, então não seria uma surpresa vê-lo retornar para o remake.

Vale lembrar que o projeto ainda está nos estágios iniciais, então não há elenco confirmado e nem previsão de estreia.

James Wan comenta sobre o FRACASSO de ‘M3GAN 2.0’: “Pensamos que ela era como o Superman”

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Em entrevista ao podcast The Town, o produtor Jason Blum quebrou o silêncio sobre o fracasso da sequência ‘M3GAN 2.0‘.

A continuação decepcionou em sua estreia nos EUA, arrecadando apenas US$ 10.2 milhões em seu primeiro final de semana. Para termos de comparação, o valor representa apenas um terço do lançamento do longa original.

“Todos nós pensamos que M3GAN fosse como o Superman. Que nós poderíamos fazer qualquer coisa com ela. Poderíamos trocar de gêneros. Poderíamos lançá-la durante o verão [norte-americano]. Poderíamos deixá-la diferente. Poderíamos torná-la uma heroína. Nós realmente pensamos que a atração dos espectadores girava em torno dela.”

Anteriormente, o produtor comentou sobre o futuro da saga: “Vamos torcer para que o segundo filme se saia bem o suficiente para que possamos fazer mais M3GANs”.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

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‘Morte Morte Morte’: Elogiado TERROR da A24 estreia na Netflix; Confira o trailer!

Morte Morte Morte‘ (Bodies Bodies Bodies), o primeiro terror slasher da aclamada produtora A24, já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix.

Na trama, quando um grupo de jovens planeja uma festa durante um furacão em uma mansão numa ilha remota, a celebração se torna mortal quando um assassino começa a eliminá-los, um por um.

Aclamado pelos críticos, o longa conquistou 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Halina Reijn comanda o projeto.

O elenco conta com Amandla Stenberg, Maria Bakalova, Pete Davidson, Rachel Sennott, Myha’la Herrold, Chase Sui Wonders e Lee Pace.