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Disney lidera bilheteria dos EUA em 2025 com US$ 1,1 bilhão; Warner Bros. deve ultrapassar a marca com ‘Superman’

Com o mercado doméstico norte-americano alcançando US$ 3,7 bilhões em bilheteria até 15 de junhoum crescimento de 23% em relação a 2024 — o destaque do primeiro semestre é a Disney, que lidera entre os estúdios com US$ 1,1 bilhão arrecadados.

O bom desempenho se deve a títulos de grande apelo como ‘Lilo & Stitch‘ (US$ 371,7M) e ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$ 200,5M), além de sólidos resultados de ‘Thunderbolts*‘ (US$ 188,9M) e ‘Branca de Neve‘ (US$ 87,2M), mesmo sem atingirem o potencial máximo.

Mas é a Warner Bros. que aparece como a força ascendente: o estúdio já acumula US$ 906,9 milhões com apenas oito filmes e deve ultrapassar a barreira do bilhão antes do feriado do Dia do Trabalho (Labor Day), impulsionado pelos lançamentos iminentes de ‘F1‘, o novo ‘Superman‘ de James Gunn e o suspense ‘A Hora do Mal‘.

Além disso, a Warner celebra o maior sucesso de bilheteria global do ano com ‘Um Filme Minecraft‘, co-produzido com a Legendary, que já soma US$ 423,8M nos EUA e US$ 953,5M mundialmente.

Outros destaques do semestre:

Universal/Focus: US$ 411,4M, com destaques como ‘Como Treinar Seu Dragão‘ (US$ 113,8M) e ‘O Homem-Cão (US$ 97,9M). ‘Nosferatu‘ também continua forte, com US$ 47,4M em 2025.

Paramount: US$ 283,1M, 90% vindos de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ e ‘Sonic 3‘. Os próximos lançamentos incluem o reboot de Os Smurfs (18/07) e The Naked Gun com Liam Neeson (01/08).

Sony: US$ 193,9M, uma queda de -55% em relação a 2024. A esperança está em ‘Extermínio: A Evolução‘, de Danny Boyle, que estreia com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. ‘Karate Kid: Lendas‘ decepcionou com US$ 46,3M até o momento.

A24: US$ 125,4M com 14 filmes. Destaques: ‘Tempo de Guerra‘ (US$ 26M), ‘Morte de um Unicórnio‘ (US$ 21,3M) e ‘Babygirl (US$ 19M em 2025; US$ 28,1M no total).

Lionsgate: US$ 123,8M, queda de -19% em relação ao mesmo período de 2024. Destaques: ‘Bailarina‘ (US$ 45,4M), ‘Covil de Ladrões 2‘ (US$ 36M) e ‘Ameaça no Ar‘ (US$ 29,7M).

Amazon MGM Studios: US$ 108,5M, apenas -9% abaixo de 2024. ‘O Contador 2′ (US$ 65,5M) e ‘Resgate Implacável‘ (US$ 37M) lideram. Os grandes lançamentos vêm em 2026, com destaque para ‘Project Hail Mary (Ryan Gosling) e ‘Mestres do Universo‘ (Nicholas Galitzine).

Angel Studios: US$ 88,9M, com 68% desse valor vindo da animação ‘Rei dos Reis‘. O próximo título é ‘Sketch‘, estrelado por Tony Hale, em 6 de agosto.

A performance do primeiro semestre aponta para uma recuperação sólida do cinema pós-pandemia, com grandes franquias, animações e apostas originais liderando o crescimento. A disputa entre Disney e Warner pelo topo de 2025 promete continuar acirrada até o fim do ano.

Crítica | ‘Nossos Tempos’ – Novo filme da Netflix levanta temas importantes, mas se acomoda num romance piegas

Um projeto super secreto, uma história de amor que percorre o tempo. Já vimos algo parecido por aí, não é mesmo? O filme mexicano Nossos Tempos, recém-lançado na líder dos streamings (Netflix), tenta dar um frescor ao tema ao misturar conceitos de física com um drama que transita entre reflexões sobre relacionamentos, choque cultural e questões de sexismo. O machismo estrutural e as inquietações sobre o futuro posicionam o filme diante de temas relevantes, mas, apesar do potencial para ir mais fundo, a narrativa recua e acaba se acomodando na zona de conforto de um romance piegas.

Nora (Lucero) e Héctor (Benny Ibarra) são dois brilhantes cientistas que no ano de 1966, em seus estudos secretos no porão da universidade onde lecionam, descobrem como viajar no tempo. Embarcando na incrível máquina que criaram, acabam indo parar 59 anos no futuro onde enfrentarão situações que nunca imaginaram, além das surpresas com os avanços tecnológicos de um mundo em intensas modificações. Logo, o relacionamento entre os dois enfrenta uma crise provocada pela não adaptação de Héctor ao mundo que se apresenta.

Dirigido por Salvador Cartas, entre expectativas criadas e estereótipos desenvolvidos, Nossos Tempos tem um início promissor seguindo pelo fascinante universo da física, viagem no tempo, buraco de minhoca (espaço-tempo que conecta duas regiões distantes do universo). Quando a física abre espaço para os problemas conjugais, guiados pelos dilemas de entendimento das mudanças importantes e necessárias na sociedade ao longo do tempo o projeto vai desabando aos poucos.

Em seu clímax, é notório um ‘tilt’ entre o foco na ciência e a história de amor, nos levando para a comodidade da superfície quando se mostram na cara do gol assuntos relevantes para reflexões. As boas intenções no roteiro, ao trazer para debates mudanças necessárias de nossa sociedade, vão por água abaixo. O importante tema que gira em torno do feminismo e do sexismo são jogados para escanteio, definidos de forma decepcionante por um desfecho insosso e contraditório.

Nossos Tempos tinha tudo para ser um importante trabalho audiovisual onde o universo do tempo e espaço encontram suas fronteiras entre as formas de entendimento com manifestações em diversos aspectos da sociedade e cultura. Mas ao preferir seguir uma fórmula de bolo, se torna um produto mais do mesmo.

‘Bridgerton’: Terminam as gravações da 4ª temporada!

A Netflix revelou hoje (20) através de um vídeo de bastidores oficial que as gravações da 4ª temporada da adorada série de época Bridgerton chegaram ao fim.

O próximo ciclo tem estreia agendada para 2026, com foco em Yerin Ha e Luke Thompson como Sophie Beckett e Benedict Bridgerton.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª e a 6ª temporadas.

Em uma recente aparição do programa Good Morning AmericaJonathan Bailey confirmou que irá retornar como o Visconde Anthony Bridgerton.

“Tenho algumas semanas marcadas na minha agenda para retornar”, ele afirmou. “Mal posso esperar para ler os roteiros”.

Bailey continua: “vamos acompanhar as histórias. A coisa sobre Bridgerton que é tão brilhante, é que há vários jeitos com que você pode se apaixonar como humanos, e é isso o que o show explora. Obviamente, sendo o irmão mais velho, eu estarei lá para apoiar os mais novos nessa jornada”. 

Baseada na saga de romances best-seller de Julia Quinn, Bridgerton mergulha no mundo sensual, luxuoso e competitivo da alta sociedade londrina do início do século XIX. A série acompanha os oito irmãos da família Bridgerton na busca pelo amor.

Danny Boyle diz que não faria ‘Quem Quer Ser um Milionário?’ hoje: “É hora de refletir sobre a bagagem cultural que carregamos”

Mais de 15 anos após o lançamento de ‘Quem Quer Ser um Milionário?‘, o diretor Danny Boyle afirmou, em entrevista ao The Guardian, que não faria o filme nos dias atuais — não por arrependimento, mas por consciência das mudanças no debate cultural.

“Nós não conseguiríamos fazer aquele filme agora”, disse Boyle. “E é assim que deve ser. É hora de refletir sobre tudo isso. Precisamos olhar para a bagagem cultural que carregamos e a marca que deixamos no mundo.”

Vencedor de oito Oscars em 2009, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor, ‘Quem Quer Ser um Milionário?‘ conta a história de Jamal, um jovem da periferia de Mumbai que transforma sua dura realidade em vantagem ao participar de um programa de perguntas e respostas no estilo Quem Quer Ser Um Milionário?.

Questionado sobre se o projeto seria um caso de colonialismo cinematográfico, Boyle respondeu com honestidade desconfortável:

“Não, não… Bom, só no sentido em que tudo é. Na época, parecia algo radical. Levamos apenas algumas pessoas da equipe para Mumbai, trabalhamos com uma grande equipe indiana e tentamos fazer o filme dentro da cultura local. Mas, no fim das contas, ainda éramos estrangeiros. É um método falho.”

O diretor reconhece que, mesmo com boas intenções, hoje a abordagem seria considerada inadequada.

“Esse tipo de apropriação cultural pode ser aceito em certos momentos. Em outros, não. Tenho orgulho do filme, mas hoje não cogitaria fazer algo assim. Nem conseguiríamos financiamento. Mesmo que eu estivesse envolvido, procuraria um jovem cineasta indiano para dirigir.”

As declarações de Boyle surgem em meio a rumores sobre uma possível continuação ou adaptação televisiva de ‘Quem Quer Ser um Milionário?‘, encabeçada pela produtora Bridge7, fundada pela ex-executiva da Netflix Swati Shetty e o ex-agente da CAA Grant Kessman. Diante do tom de suas falas, é pouco provável que Boyle esteja diretamente envolvido nesses projetos.

Quem Quer Ser um Milionário?‘, baseado no romance Q&A de Vikas Swarup e roteirizado por Simon Beaufoy, tornou-se um fenômeno global em 2008, tanto por sua linguagem visual quanto pela mistura entre drama social, romance e fábula moderna. Hoje, seu próprio criador reconhece: o que antes parecia inovador, agora exige outra lente — e outras vozes — para ser contado.

Vale lembrar que Boyle está de volta aos cinemas com a sequência ‘Extermínio: A Evolução‘.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Jodie Comer, o elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

Os ‘Smurfs’ retornam no novo e DIVERTIDO teaser da animação; Confira!

A Paramount Pictures divulgou um novo teaser oficial da aguardada animação ‘Smurfs‘.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Confira, junto ao trailer completo:

Nesse novo filme, os Smurfs se aventuram em uma missão de resgate do Papai Smurf, que foi sequestrado por um novo e misterioso vilão. No caminho, eles descobrem uma família da qual se define como guardiã do bem, não só da Vila dos Smurfs, mas também de todo o mundo. Com o encontro, uma nova grande questão deverá respondida: o que significa ser um Smurf?

A dublagem nacional fica por conta de Bruno Gagliasso, Tatá Estaniecki, Jeniffer Nascimento e Diego Martins, enquanto a original inclui Rihanna, Natasha Lyonne, Hannah Waddingham, John Goodman, Kurt Russell, Nick Offerman, Sandra Oh, Xolo Maridueña, Dan Levy e Octavia Spencer.

Chris Miller (‘Gato de Botas’) é responsável pela direção.

O primeiro filme da franquia arrecadou US$ 563.7 milhões nas bilheterias, com um orçamento de US$ 110 milhões, enquanto a sequência ‘Os Smurfs 2‘ conquistou US$ 347.5 milhões, com um orçamento de US$ 105 milhões.

Lorde lança a inédita “Hammer”, novo SINGLE do álbum ‘Virgin’

A aclamada cantora e compositora Lorde lançou hoje (20) o terceiro single oficial de seu antecipado quarto álbum de estúdio, ‘Virgin’.

Intitulada “Hammer”, a canção já está disponível nas plataformas de streaming e veio acompanhada de um videoclipe promocional.

Confira:

Com lançamento agendado para o dia 27 de junho, o compilado conta com os singles “What Was That?”“Man of The Year’, além de outras nove faixas inéditas.

Confira:

1. Hammer
2. What Was That?
3. Shapeshifter
4. Man of the Year
5. Favourite Daughter
6. Current Affairs
7. Clearblue
8. GRWM
9. Broken Glass
10. If She Could See Me Now
11. David

Jim-E Stack e Daniel Nigro entram como compositores e produtores ao lado de Lorde.

A artista fez sua estreia oficial no mundo fonográfico em 2013, com o bem recebido Pure Heroin. Seu último trabalho, Melodrama, foi lançado em 2017 e caiu no gosto da crítica, recebendo inclusive uma indicação a Álbum do Ano na cerimônia do Grammy.

Além disso, ela já levou duas estatuetas da premiação – Melhor Performance Pop SoloMúsica do Ano por “Royals”. Lorde também conquistou uma nomeação ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original por “Yellow Flicker Beat”, do filme ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1’ e é constantemente citada como inspiração de diversos artistas, incluindo Olivia Rodrigo Billie Eilish.

Crítica | ‘F1’ será o filme favorito do seu pai – e ele estará absolutamente correto nisso

Existe algo fascinante na existência masculina que é a sensação constante de sempre estar abaixo das expectativas. Independentemente da idade, a sociedade foi construída sob essa ótica arcaica de que você deve ser responsável e carregar o mundo nas costas. É algo que acompanha o homem da infância ao fim da vida, uma sensação incômoda de frustração, como se tudo que a pessoa fizesse não fosse o suficiente. Começa na infância, mas se manifesta de forma mais agressiva na reta final da vida.

Essa pressão por ser mais, a voz interna de “você podia ter feito mais” pode ser encarada como uma competitividade pelo sucesso e tudo mais, mas geralmente costuma render mesmo é a frustração. Desse sentimento frustrante surgem coisas como depressão ou a famosa ‘crise da meia-idade’, que leva homens entre 40 e 60 anos a olharem para trás na própria vida e sentirem que o tempo passou e aquilo que eles sonhavam, que a pressão social prometeu a eles, nunca chegou realmente. Como o acompanhamento psicológico não é muito difundido, essa ‘crise’ rende momentos de impulsividade que costumam acabar em situações que trazem alguma realização pessoal, ao mesmo tempo que rendem julgamento da sociedade novamente.

E é engraçado reparar como os devaneios infantis e os sonhos da crise da meia-idade são similares. Ambos querem uma vida de adrenalina e aventuras, pilotas carros incríveis, fazer manobras, sair com belas mulheres, surpreender o mundo… Buscar por protagonismo. Independentemente da idade, essa vontade de estar no controle da própria história, mesmo que por alguns poucos momentos, é tão importante – e ao mesmo tempo, tão pouco falada ou levada a sério. Ao menos… Até agora. Desde 2010, o diretor Joseph Kosinski surgiu nos cinemas com uma visão nostálgica de resgate do passado. Seu primeiro trabalho foi Tron – O Legado (2010), mas foi apenas em 2022, com Top Gun: Maverick, que ele se firmou na cena como um nome forte e que merece atenção.

Kosinski está nos seus 50 anos, então começou seu ‘auge’ aos 40. Justamente quando passou a retratar em cena personagens que parecem estar na ‘crise da meia-idade’. Porém, diferentemente desse caminhão de comédias românticas existentes por aí, os filmes de Joseph não tratam o tema com deboche ou como motivo de piada. O diretor e roteirista promove um debate de forma orgânica, trazendo para a conversa outro tópico que está cada vez mais em pauta: o etarismo.

Nesta quinta-feira (26), chega aos cinemas F1, um filme produzido por Lewis Hamilton, cuja trama acompanha Sonny Hayes (Brad Pitt), um piloto americano que surgiu como promessa na década de 1990, que nunca se firmou na categoria, após sofrer um acidente traumático. Apaixonado pela velocidade, porém ele se recusou a aposentar o volante, rodando o mundo atrás de categorias que o aceitassem. O que o manteve vivo por todo esse tempo foi a corrida e sua paixão por estar ali. Até que, no alto de seus 56 anos, ele recebe um convite para lá de inesperado para retornar à Fórmula 1, em uma equipe à beira do caos, com um carro considerado uma porcaria, para tentar conseguir apenas uma vitória. Ao seu lado, está um dos pilotos mais promissores da nova geração, com quem terá de trabalhar e inspirar para evitar que ele também se perca pelo caminho.

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Falando dessa forma, quem gosta do mundo do automobilismo certamente vai lembrar de Carros 3 (2017), que também fala sobre o amor pelas pistas e a recusa do piloto em aceitar que seu tempo acabou. Só que, diferente da subestimada aventura da Pixar, F1 é construído de forma a levar o protagonista a acreditar que ainda há espaço para ele. É como se a trama fosse a mesma, mas com o final da animação sendo o início dessa aventura. F1 é como um Carros 3.5. E isso é espetacular! O grande motivador do filme é justamente a pressão popular ao redor de Sonny, que é considerado velho demais para estar ali por todos. A imprensa não suporta sua presença, seu companheiro de time se sente ultrajado por estar ao lado de um velho fracassado, até a equipe técnica põe suas indicações em xeque por achá-lo ultrapassado. O que eles não esperavam era a indiferença do protagonista. Sonny está na pista há muito tempo. Sua existência se deu nesse ambiente e em suas mais diferentes categorias. Para lidar com isso tudo, ele tem apenas um objetivo: correr. E ver a forma como essa indiferença do protagonista é usada como escudo para ele, que se importa, sim, com tudo que está acontecendo ao redor, é delicioso.

Brad Pitt faz um trabalho sensacional ao adotar o estereótipo do ‘velho cowboy’ nas pistas, enquanto traz um tom professoral arrogante de quem já passou por muita coisa na vida e agora, mesmo que sem muito jeito, tenta transmitir essa sabedoria aos outros, ainda que de forma pouco ortodoxa. É um personagem que seria facilmente tratado como vilão ou como alívio cômico em outros tipos de filme, mas aqui existe um trabalho para que o público o leve a sério. Por mais que falte tato, seus pontos são relevantes, suas experiências são válidas. Ele não é só mais um velho maluco tentando se matar, é um apaixonado que busca, nas pistas, se reconectar consigo mesmo e com a promessa de grandeza que um dia fizeram a ele – e ele chegou a sentir um breve, mas saborosíssimo gosto.

A trama é conduzida de forma tortuosa, mas é justamente nesses conflitos que Sonny se torna inesquecível. Cada ação é justificada pelo resultado, mostrando que esse tom professoral não era puramente arrogância, que existia, sim, coisa válida em seus atos. E ver o time perceber isso aos poucos, em vez de julgá-lo e forçar sua saída, é realmente cativante. Conforme cada membro começa a entender o que está acontecendo – mesmo que isso signifique dar uma forçada em algumas regras da Fórmula 1, por meio de liberdades poéticas muito bem-vindas, diga-se de passagem – ali, as loucuras de Sonny se tornam mais compreensíveis. Para o público, principalmente as pessoas na mesma faixa etária do protagonista, é uma experiência de “alma lavada”. Em um mundo no qual o debate sobre a ‘utilidade’ de um ser humano ser diretamente ligada a sua idade, F1 vem para um combate franco contra o etarismo. E essa guerra solitária de Joseph Kosinski vem em um momento ideal, porque suas produções estão dando voz a uma geração que está envelhecendo e se sentindo sufocada, esquecida. Seus filmes são como gritos de “Ainda estou aqui! Ainda tenho valor!”. E isso é lindo. Diria até que é necessário.

Para a geração mais jovem, o longa se torna marcante não apenas pelo storytelling envolvente de Kosinski, que promove uma verdadeira jornada pela história da Fórmula 1, mas também pelo primor técnico. A direção põe o público para entrar em um carro de F1 e sofrer os impactos de GPs como Silverstone, Monza e Abu Dhabi.  E a produção ter gravado cenas em Grand Prix reais, trazendo esse atual elenco da F1 e utilizando seus nomes, escuderias e rostos fez toda a diferença. Esse realismo dos atletas da vida real estarem no meio da dupla fictícia deixou tudo mais crível, a ponto do público ficar tão elétrico com a adrenalina e os conflitos que se esquece que está assistindo uma ficção. Esse compromisso com o realismo é uma estratégia que Kosinski trouxe de Top Gun: Maverick, em que colocou os atores para pilotares caças de verdade para conseguir cenas de suas reações autênticas em situações complexas. Misturando essas sequências com as de estúdio, ele consegue fazer o público acreditar que é tudo real. Assim, as mais de 2h30 de filme passam num piscar de olhos.

E para quem é apaixonado por Fórmula 1, essa aventura será mais do que especial. Além de criar um imaginário para o que acontece nos boxes ou nos centros de treinamento, sempre brincando com a superexposição midiática as quais os pilotos são submetidos, o filme mexe com ícones que vão acertar direitinho no coração dos fãs, principalmente dos brasileiros. Sim, no filme, Sonny surgiu no esporte justamente na era de ouro de Ayrton Senna, e a família do piloto foi bastante generosa ao permitir um caminhão de referências ao ídolo brasileiro na trama, com direito a menções, presença de carros históricos e até mesmo a um trechinho que é repetido algumas vezes, mas que arrepia a cada segundo em tela.

Enfim, unindo a direção de Top Gun: Maverick a essa trama meio Carros 3.5, Joseph Kosinski proporciona uma das mais emocionantes, divertidas e necessárias experiências cinematográficas do ano. Se tiver a oportunidade, assista em uma sala Imax, porque a qualidade do som e a tela gigantesca agregam muito a imergir nesse filme, já que trazem mais detalhes para a construção desse mundo, principalmente durantes os GP’s. Nessa luta contra o etarismo, Kosinski e Pitt materializam o sonho de todo menino que cresceu apaixonado por carros e o de todo homem na meia-idade que sonha com uma aventura final para reviver os dias de glória que talvez nunca tenham chegado. E isso rende uma aventura extremamente satisfatória, que se aproxima – e muito – de transformar uma sala de cinema em uma arquibancada. É maravilhoso!

F1 estreia nos cinemas em 26 de junho de 2025.

Diretor de ‘Lanternas’ revela que série NÃO irá decepcionar os fãs da DC

Em uma recente entrevista ao Phase Hero (via CBM), o diretor James Hawes, que foi escalado para comandar o episódio piloto da série Lanternas, trouxe alguns detalhes sobre a ambiciosa série da HBO e da DC Studios.

“Os roteiros têm tanta coisa, tanto caráter, é um filme policial, encenado de uma forma naturalista como True Detective’, Fargo’, Onde os Fracos Não Têm Vez’, e então alguém voa”, ele conta.

Respondendo a relatos e comentários anteriores sobre rumores de que a narrativa inteira se passaria na Terra, Hawes afirmou: “vou falar de forma bem indireta sobre isso porque há muita emoção por vir”.

Ele acrescenta: “[A série] não vai decepcionar os fãs. Acho que também vai atrair um público totalmente novo. Porque conhecemos os personagens de uma forma bastante arraigada antes que eles nos levem para outro planeta”.

Anteriormente, James Gunn, co-CEO do DC Studios, já havia esclarecido essa questão sobre a série. Apesar de Lanternas ser descrita como “realista”, isso não significa que a trama se passará majoritariamente na Terra.

Via Threads, Gunn explicou: “não é isso que quero dizer com ‘realista’. Quero dizer personagens completos, que fazem escolhas realistas. Muitas histórias de ficção científica fora da Terra também são realistas”.

A trama de Lanternas gira em torno do recruta novato John Stewart (Aaron Pierre) e a lenda dos Lanternas Hal Jordan (Kyle Chandler), dois policiais intergalácticos envolvidos em um mistério obscuro na Terra enquanto investigam um assassinato no coração dos Estados Unidos.

Chris Mundy, Damon Lindelof e Tom King são responsáveis pelo roteiro.

A atração contará com oito episódios, sendo exibida simultaneamente na HBO e na plataforma da Max, em vez de estrear sob a marca Max Originals.

Kelly Macdonald, Ulrich Thomsen, Jason Ritter, Sherman Augustus e Garret Dillahunt também estão confirmados no elenco.

O projeto, que integra o capítulo ‘Deus e Monstros‘ do DCU, terá um tom sombrio, inspirado em ‘True Detective‘.

Conheça o novo drama espanhol estilo ‘Elite’ que chegou HOJE à Netflix!

Netflix lançou mais produções originais em sua grade de programação – e, no dia de hoje (20), foi lançado drama esportivo teen Olympo.

A série espanhola foi criada por Jan Matheu, Laia Foguet e Ibai Abad e promete agradar aos fãs de ‘Elite’, uma das produções originais mais populares da plataforma de streaming.

Na trama…

Os melhores atletas do país treinam no Centro de Alto Rendimento dos Pirineus, como Amaia, a capitã da seleção nacional de nado sincronizado que exige apenas o melhor de si e não permite erros. Mas quando sua companheira de equipe e melhor amiga Núria a supera pela primeira vez, Amaia percebe que alguns atletas estão inexplicavelmente melhorando seu desempenho… Depois de anos levando seus corpos ao limite e sacrificando suas vidas pelo esporte, eles enfrentam um dilema: até onde estão dispostos a ir?

Clara Galle, Nuno Gallego, Andy Duato, Nira Osahia, Agustín Della Corte, María Romanillos, Najwa Khliwa, Juan Perales e Martí Cordero estrelam a produção.

Relembre o trailer:

Coleção pessoal de David Lynch arrecada US$ 4,25 milhões em leilão histórico

A venda da coleção pessoal de David Lynch, realizada na última quarta-feira (18) em Beverly Hills, movimentou o mundo do cinema e atraiu cinéfilos, colecionadores e fãs do icônico diretor de obras como ‘Twin Peaks‘, ‘Cidade dos Sonhos‘ e ‘Eraserhead‘. O leilão — promovido pela Julien’s Auctions em parceria com a Turner Classic Movies — arrecadou impressionantes US$ 4,25 milhões, poucos meses após a morte do cineasta em janeiro, aos 78 anos.

Com cerca de 450 itens entre objetos de cena, memorabilia de filmes, instrumentos musicais, obras de arte, móveis, eletrodomésticos e até ferramentas de sua marcenaria pessoal, o leilão foi um verdadeiro mergulho no universo criativo e íntimo de Lynch. A venda aconteceu presencialmente no Peninsula Beverly Hills e online, com lances de fãs e colecionadores de diversas partes do mundo.

Entre os destaques do evento esteve a icônica cadeira de diretor de couro vermelho usada por Lynch, com seu nome gravado em amarelo no encosto — arrematada por US$ 91 mil. No entanto, o item mais disputado foi um conjunto de 11 roteiros originais de Ronnie Rocket: The Absurd Mystery of the Strange Forces of Existence, um dos projetos não finalizados do diretor. A coleção foi vendida por US$ 195 mil.

Outro roteiro do mesmo projeto, datado de dezembro de 1998 e com a palavra “Mary” escrita à mão na capa — provavelmente uma referência à editora Mary Sweeney — foi vendido por US$ 104 mil. Um dos exemplares continha o aviso:

“Estamos muito preocupados em preservar a integridade deste roteiro. Por favor, não deixe que ninguém leia — é apenas para seu uso pessoal.”

Peças relacionadas a ‘Cidade dos Sonhos‘ também se destacaram. Os cardápios cenográficos do Winkie’s Diner, cenário emblemático do longa, foram vendidos por US$ 7.800, enquanto um díptico com retratos de Naomi Watts e Laura Harring em seus papéis icônicos arrecadou US$ 16.250.

Fora do campo cinematográfico, itens que revelam o lado mais pessoal de Lynch chamaram atenção, especialmente os ligados à sua conhecida paixão por café — marca registrada de sua estética e de obras como ‘Twin Peaks‘. A caneca “Log Lady”, presenteada por uma artista canadense, foi arrematada por US$ 11.700, e sua máquina de espresso La Marzocco GS/3 foi vendida por US$ 45.500. O moedor de café profissional Mazzer Mini também teve destaque, fechando em US$ 7.800.

O leilão, além de reforçar o legado artístico de David Lynch, ofereceu aos fãs uma rara oportunidade de se aproximar de sua mente criativa — seja por meio de um roteiro enigmático nunca filmado ou de uma xícara de café meticulosamente escolhida.

‘My Hero Academia’: 8ª e ÚLTIMA temporada do anime ganha novo trailer ESPETACULAR; Confira!

Foi divulgado o novo trailer oficial da 8ª e última temporada do popular animeMy Hero Academia‘.

O novo ciclo tem estreia prevista para outubro deste ano, ainda sem dia divulgado. No Brasil, a produção está disponível na Netflix.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O anime é supervisionado pela Crunchyroll.

Izuku sonhou em ser um herói durante toda a sua vida – um objetivo elevado para qualquer um, mas especialmente desafiador para uma criança sem superpoderes. É isso mesmo, em um mundo onde oitenta por cento da população tem algum tipo de “peculiaridade” superpoderosa, Izuku teve o azar de nascer completamente normal. Mas isso não é suficiente para impedi-lo de se matricular em uma das academias de heróis mais prestigiadas do mundo.

Daiki Yamashita, Nobuhiko Okamoto, Ayane Sakura e outros fazem parte do elenco de dublagem.

‘The Old Guard 3’ vai acontecer? Uma Thurman responde!

A icônica Uma Thurman fez uma recente aparição no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, onde falou sobre seu retorno ao gênero de ação com a aguardada e ambiciosa sequência ‘The Old Guard 2’, em que viverá a vilã da narrativa estrelada por Charlize Theron (via CBM).

Quando Fallon perguntou se a atriz resolveu participar da continuação para “mostrar a todos como se faz”, ela respondeu:

“Eu não achei que iria mostrar a ninguém como se faz, principalmente depois de ver Charlize [no filme original]. Ela é fenomenal, ela é incrível, eu achei ela fantástica. Achei que foi um filme de ação único. Tinha muita personalidade e profundidade e foi realmente muito comovente”.

Pouco depois, Fallon perguntou sobre os rumores de um possível terceiro capítulo da franquia, a que Thurman respondeu: “há rumores, há rumores. Acho que vamos deixar isso para os fãs.”

O longa chega à Netflix no dia 02 de julho.

Dirigido por Victoria Mahoney, o filme mostrará Andy (Charlize Theron) e seus guerreiros imortais enfrentando um novo inimigo que ameaça a existência da raça humana.

Além de Charlize Teron, o filme também terá outros retornos com o elenco sendo contando com Matthias Schoenaerts (Booker), KiKi Layne (Nile Freeman), Marwan Kenzari (Joe), Luca Marinelli (Nicky), Vân Veronica Ngô (Quynh) e Chiwetel Ejiofor (James Copley). Além disso, a sequência apresenta novos talentos, como Uma Thurman (de ‘Kill Bill’) e Henry Golding (de ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes’).

Confira a nossa crítica do filme original:

Crítica Netflix | The Old Guard – Charlize Theron estrela filme de super-heróis no estilo ‘Atômica’

‘Cortina de Fumaça’, nova série POLICIAL com Taron Egerton, ganha teaser inédito; Confira!

A Apple TV+ divulgou um teaser inédito de ‘Cortina de Fumaça‘, série policial estrelada por Taron Egerton.

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 27 de junho.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Além de protagonizar, Egerton também assume a produção executiva do projeto, que foi criado por Dennis Lehane (‘Black Bird‘, ‘A Entrega‘, ‘Sobre Meninos e Lobos‘, ‘A Lei da Noite‘).

Inspirada em eventos reais, ‘Cortina de Fumaça’ acompanha um detetive com problemas e um misterioso investigador de incêndios criminosos que seguem os rastros de dois incendiários em série.

Jurnee Smollett (‘Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa‘) co-protagoniza a série como a detetive de polícia Michelle Calderone.

Além de ser o criador, Lehane assina como roteirista e produtor executivo.

O elenco de ‘Cortina de Fumaça‘ também conta com Rafe Spall (‘A Grande Aposta‘, ‘As Aventuras de Pi‘), Ntare Guma Mbaho Mwine (‘Firebug‘, ‘O Poder e a Lei‘), Hannah Emily Anderson (‘Jogos Mortais: Jigsaw‘, ‘X-Men: Fênix Negra‘), Anna Chlumsky (‘Meu Primeiro Amor‘, ‘Vice‘), Adina Porter (‘American Horror Story‘, ‘The Newsroom‘), Greg Kinnear (‘Melhor é Impossível‘, ‘Pequena Miss Sunshine‘) John Leguizamo (‘Moulin Rouge: Amor em Vermelho‘, ‘Spawn: O Soldado do Inferno‘).

A série de ficção é inspirada no elogiado podcast “Firebug” da truth.media, apresentado por Kary Antholis, vencedor do Oscar e do Emmy, que é produtor executivo pela Crime Story Media, LLC.

Marc Smerling, vencedor do prêmio Emmy, atua como produtor executivo pela Truth Podcasting Corp.

‘Star Wars: Nova Ordem Jedi’: Lucasfilm coloca projeto focado em Rey em PAUSA novamente

Já faz algum tempo que foi anunciado que a franquia Star Wars ganharia um novo filme intitulado ‘Nova Ordem Jedi’, trazendo Daisy Ridley de volta como Rey.

Em fevereiro deste ano, o jornalista Daniel Richtman havia revelado que a Lucasfilm daria início às gravações do projeto apenas no ano que vem – mas parece que a companhia mudou de ideia e resolveu adiar o filme novamente (via CBM).

Segundo o famoso insider, “o filme [focado em] Rey está em espera mais uma vez, já que os filmes de Star Wars de Shawn Levy e James Mangold serão os primeiros a avançar. O projeto não está cancelado — apenas temporariamente em espera”.

Com poucos detalhes revelados, sabe-se que George Nolfi, conhecido por seu trabalho em ‘O Ultimato Bourne’, está trabalhando em uma nova versão do roteiro.

Anteriormente, Ridley comentou sobre a demora do filme e defendeu as decisões do estúdio.

“As pessoas têm falado muito sobre isso, que a data de lançamento muitas vezes afeta os filmes e a rapidez com que as coisas entram em produção. Então, a liberdade de garantir que esse roteiro seja a melhor maneira de contar essa história é maravilhosa, e eu não acho que nenhum fã gostaria que fosse apressado. A espera vai valer a pena. Eu sei no que o George está trabalhando, e ele é um escritor fenomenal. Então, estou realmente ansiosa para ler, e sim, tudo vai valer a pena”, afirmou em uma entrevista ao The Hollywood Reporter.

Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019.

Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

10 filmes onde mostram que ‘Chorar as Pitangas’ faz parte da vida!

Viver nunca é fácil. As dificuldades se misturam aos nossos dilemas diários e, quando nos perdemos em queixas excessivas, acabamos à deriva, paralisados diante do próximo passo. Alguns filmes, muitas vezes mergulhados em uma melancolia profunda, nos transportam para histórias de personagens que ‘choram suas pitangas’ enquanto buscam, de algum modo, romper com o estático de um momento em que todas as saídas parecem distantes. Pensando em algumas obras que circulam este tema, segue abaixo uma lista com 10 filmes onde mostram que ‘Chorar as Pitangas’ faz parte da vida!

 

Ninjababy

Na trama, conhecemos Rakel (Kristine Kujath Thorp), uma jovem de vinte e poucos anos que parece perdida na vida, lotando sua agenda semanal com inúmeras festas após abandonar o curso de designer gráfico. Certo dia, ela descobre de maneira surpreendente estar grávida, fato que a faz entrar em uma zona de reflexões nunca antes frequentada. O aborto, a adoção, são alguns dos temas que envolvem seus primeiros impulsos sobre o que fazer. Inclusive, começa a conversar com o desenho que fez do seu futuro filho no qual batiza carinhosamente de Ninjababy. Em paralelo a isso, personagens entram nessa história: um pai que não quer assumir a responsabilidade, uma irmã na esperança de ser mãe, um pretendente amoroso que parece chegar na sua vida no momento mais difícil dela.

 

Improvisação Perigosa

Na vida profissional, as coisas vão de mal a pior para Kat (Bryce Dallas Howard), Marlon (Orlando Bloom) e Hugh (Nick Mohammed). Kat é uma professora de improvisação que ainda não conseguiu emplacar sua carreira como comediante. Marlon, um ator em busca do papel que mude sua trajetória, vive de pequenas oportunidades que nunca o levam ao estrelato. Já Hugh, um funcionário tímido e deslocado em uma grande empresa, vê nas aulas de improviso uma tentativa de dar algum rumo à sua vida. Certo dia, o destino cruza o caminho dos três e, sob a orientação de um agente da polícia, eles embarcam em uma missão inusitada: se infiltrar em uma perigosa gangue, criando personagens como disfarces. A partir daí, uma série de confusões e situações inusitadas está garantida.

 

Coração de Neon

Na trama, ambientada em Curitiba, conhecemos Laudércio (Paulo Matos) e Fernando (Lucas Estevan Soares), pai e filho que são a sensação do bairro do boqueirão, um dos mais famosos da capital paranaense, por serem os  donos do ‘Boquelove’ um carro de mensagens de amor muito solicitado na região. Ambos tem o sonho de ir para Estados Unidos ganhar a vida por lá. Certo dia, uma tragédia acontece: Laudercio é morto por um sargento da polícia, machista, violento, que pensou que ele era amante da sua esposa Andressa (Ana de Ferro). Após a tragédia, conta com a ajuda do melhor amigo Dinho (Wawa Black), mesmo assim Fernando muda sua forma de enxergar o mundo, transformando sua antiga realidade otimista em um cotidiano com sentimentos conflitantes.

 

Duck Butter

Na trama, conhecemos Naima (Alia Shawkat), uma jovem atriz que acabara de conseguir uma grande oportunidade em um filme dos irmãos Duplass. Durante uma saída a um bar num noite, de maneira despretensiosa acaba conhecendo Sergio (Laia Costa), uma jovem cantora e compositora por quem logo se interessa. Em certo momento, logo do primeiro dia que se conhecem, as duas combinam algo inusitado: ficarem 24 horas juntas para se conhecerem mais rapidamente e entender os rumos dessa relação. Assim, embarcam em um dia intenso onde ambas vão aprender mais sobre a outra.

 

Mais Outro Filho

Na trama, conhecemos o casal Sara (Paola Cortellesi) e Nicola (Valerio Mastandrea) que ‘estão grávidos’ pela segunda vez. Ela uma inspetora sanitária de estabelecimentos, ele um dono de um frequentado armazém, são surpreendidos pelas dificuldades que enfrentam pois achavam que seria mais fácil que na primeira gestação. À flor da pele com as emoções, o casal começa a observar um novo mundo ao redor, inclusive outras formas de se entenderem em busca de soluções para os conflitos que muito se devem aos problemas de comunicação entre ambos.

 

Bogotá: A Cidade dos Sonhos Perdidos

Na trama conhecemos o jovem sul-coreano Guk-hee (Song Joong-ki) que na virada do milênio, vai morar com os pais na Colômbia depois de um grave problema financeiro atingir seu país natal. Nessa nova terra, além do problemas com o frustrado pai, logo se associa a contrabandistas e acaba fazendo disso uma carreira que logo fica em ascensão rumo ao poder em meio ao inescrupuloso e impiedoso mundo do crime.

 

Irmãos Desastre

Na trama conhecemos Maggie (Kristen Wiig) uma mulher que vive com o marido Lance (Luke Wilson) mas esconde de todos não estar nada feliz. Prestes a fazer uma enorme besteira, é avisada que seu irmão Milo (Bill Harder) está com problemas. Assim, após 10 anos se verem, os dois embarcarão em uma jornada de altos e baixos.

 

As Três Filhas

Na trama, conhecemos três irmãs, Katie (Carrie Coon), Christina (Elizabeth Olsen) e Rachel (Natasha Lyonne), que se reúnem para estar nos momentos finais do pai, com câncer em estágio avançado, no lugar onde foram criadas. Completamente diferentes na maneira de pensar a vida e visões nesse momento complicado, entre implicâncias e sermões entram numa estrada para entenderem melhor uma a outra.

 

Fundo do Poço

Na trama, conhecemos Gary (Zachary Quinto), um homem em busca de realizar os últimos desejos já que tem um câncer inoperável no cérebro. Completamente sozinho em uma enorme mansão, já que sua família o abandonou quando contou que era gay, um dia ele resolve contratar Cameron (Lukas Gage), um massagista com fins sexuais. Quando uma série de situações acontecem nesse dia, passando por encruzilhadas, dilemas, arrependimentos e descobertas de instantes de felicidade, essa dupla de desconhecidos precisará vencer alguns obstáculos.

 

Grandes Hits

Na trama, conhecemos Harriet (Lucy Boynton), uma jovem que vive seu presente em constante sofrimento desde que perdeu seu namorado Max (David Corenswet) em um terrível acidente de trânsito anos atrás. Paralisando sua vida por completo, prolongando a dor e o luto, certo dia percebe que consegue viajar ao passado através de algumas músicas que escutou quando estava na presença de Max. Embarcando em uma jornada para tentar mudar o fato mais traumático de sua vida, um dia acaba conhecendo David (Justin H.Min) que a deixará confusa sobre tudo que havia pensando sobre sua maneira de viver.

Michaela Jaé, de ‘Pose’, lança a inédita “Two to Tango”; Ouça!

A aclamada atriz e cantora Michaela Jaé (‘Pose’) acabou de lançar mais um single inédito.

Intitulada “Two to Tango”, a faixa veio acompanhada de um videoclipe oficial e já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Confira:

Lembrando que a artista ganhou fama mundial ao interpretar Blanca Rodriguez na aclamada série Pose, que lhe rendeu o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Série de Drama e a sagrou como a primeira mulher trans a conquistar o feito.

Seus outros créditos incluem ‘Fortuna’‘Transformers’‘American Horror Story’.

‘Winthrop’: Carla Gugino irá co-estrelar novo TERROR baseado em popular podcast

Segundo o DeadlineCarla Gugino (‘A Queda da Casa de Usher’) assinou contrato para co-estrelar o terror ‘Winthrop’, baseado no famoso podcast Knifepoint Horror.

Gugino se junta ao previamente confirmado Lou Taylor Pucci (‘Você’).

Com início de produção previsto para o próximo mês em Vancouver, Canadá, o filme acompanha uma mulher (Gugino) que arrisca sua vida para proteger seu primo problemático e enigmático, Winthrop (Pucci), que se tornou alvo e está sendo caçado por uma poderosa força sobrenatural.

Uma antologia de histórias independentes originais, o podcast criado por Soren Narnia conquistou uma legião de seguidores desde seu lançamento em 2010, alcançando mais de 10 milhões de downloads em todas as plataformas.

Daniel Stamm (‘O Último Exorcismo’) ficará responsável pela direção, enquanto o vencedor do Emmy Justin Yoffe assina o roteiro.

Mais informações não foram divulgadas.

Gugino é uma das atrizes mais famosas da atualidade, tendo estrelado produções como ‘A Maldição da Residência Hill’‘Jogo Perigoso’‘A Maldição da Mansão Bly’ e, mais recentemente, a aclamada série de terror gótico ‘A Queda da Casa de Usher’ – todos os projetos realizados em colaboração com Mike Flanagan.

‘Wandinha’: Novo teaser da 2ª temporada nos convida de volta à Escola Nunca Mais; Confira!

A Netflix revelou recentemente um teaser inédito da 2ª temporada de Wandinha, série estrelada por Jenna Ortega.

O material nos convida de volta à Escola Nunca Mais, local onde a narrativa da atração se passa.

A Parte 1 estreia em 6 de agosto. A  segunda chegará apenas em 5 de setembro.

Confira:

A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais. 

O elenco também conta com Catherine Zeta-JonesLuís GuzmánIsaac OrdonezEmma MyersHunter DoohanPercy Hynes White e outros.

Chris Brown se declara inocente de acusação de agressão em tribunal de Londres

O cantor Chris Brown se declarou inocente nesta sexta-feira (20) perante um tribunal britânico, em resposta à acusação de agressão grave envolvendo um suposto ataque com garrafa ocorrido em fevereiro de 2023, em uma boate no bairro de Mayfair, em Londres.

Segundo a BBC, Brown negou a acusação de tentativa de causar dano corporal grave contra o produtor musical Abraham Diaw. Durante a audiência na Crown Court de Southwark, duas novas acusações foram adicionadas ao caso: agressão com lesão corporal real e posse de arma ofensiva. No entanto, o juiz adiou o recebimento formal dessas novas acusações para 11 de julho.

Brown está programado para ir a julgamento no dia 26 de outubro de 2026. Ele divide a acusação principal com Omolulu Akinlolu, conhecido artisticamente como HoodyBaby, que também se declarou inocente.

O artista, atualmente em turnê pelo Reino Unido, compareceu à corte poucas horas após se apresentar em Cardiff, no País de Gales. Brown foi preso em Manchester no mês passado, assim que chegou ao país para a turnê, e passou quase uma semana detido antes de ser libertado mediante o pagamento de uma fiança no valor de £5 milhões (aproximadamente US$ 6,4 milhões), como garantia de que compareceria aos procedimentos legais.

Como parte das condições impostas pela justiça britânica, o cantor deve residir em um endereço fixo no Reino Unido, além de ter entregue seu passaporte às autoridades. Ele foi autorizado a viajar apenas para compromissos previamente agendados da turnê.

Durante o show em Manchester no último domingo, Brown fez menção ao episódio de sua prisão:

“Obrigado à prisão… foi realmente agradável”, disse ironicamente ao público.

Chris Brown segue com a agenda de apresentações, com show marcado neste fim de semana no estádio do Tottenham Hotspur, em Londres.

Processo contra a Warner Bros.

Em janeiro de 2025, Brown decidiu processar a Warner Bros. e os produtores de sua série documental, Chris Brown: A History of Violence, da Investigation Discovery, por US$ 500 milhões, em razão de alegações de agressão sexual.

De acordo com a Variety, o artista acusa os produtores, incluindo o estúdio e a Ample, de difamação e de causar intencionalmente sofrimento emocional por meio de alegações falsas e prejudiciais contra ele.

O cantor também afirma que as evidências apresentadas para sustentar essas alegações são completamente fabricadas.

“Para ser claro, este caso trata da mídia priorizando seus lucros em detrimento da verdade”, diz o processo. “Desde outubro de 2024, a Ample LLC e a Warner Bros. foram notificadas de que estavam promovendo e divulgando informações falsas em busca de curtidas, cliques, downloads e dinheiro, prejudicando Chris Brown. No dia 27 de outubro de 2024, exibiram o documentário Chris Brown: A History of Violence (O ‘Documentário’), cientes de que estava repleto de mentiras e enganação, violando princípios básicos do jornalismo”. 

O processo também alega que as acusações de “Jane Doe”, usadas como evidência contra Brown no documentário, foram “desacreditadas repetidamente”, e que ela era “uma perpetradora de violência doméstica e agressora por si mesma”.

Por fim, embora o processo reconheça que o vencedor do Grammy cometeu erros no passado, ele ressalta que esses erros foram “publicamente reconhecidos e abordados por ele em seu documentário de 2017, Chris Brown: Welcome To My Life”. Desde então, ele tem “crescido com essas experiências, e sua evolução fala por si mesma”.

Confirao trailer do documentário e siga o CinePOP no YouTube:

A sinopse destaca que a obra “traça o passado de Chris Brown desde sua infância problemática, explora o impacto duradouro do ciclo de abuso e levanta a questão: como um homem com um histórico público tão violento mantém seu status de superstar? Com comentários de especialistas e culturais entremeados ao longo da narrativa, a produção oferece reflexões profundas sobre a experiência de cada sobrevivente e a destruição psicológica que se segue ao abuso que sofreram”.

O documentário revisita incidentes de abuso envolvendo Brown, incluindo os casos com suas ex-namoradas Rihanna e Karrueche Tran.

É importante lembrar que Brown foi preso em 2009 por agredir severamente Rihanna, resultando em ferimentos faciais significativos. Ele se declarou culpado de agressão e recebeu cinco anos de liberdade condicional, além de serviços comunitários e tratamento para violência doméstica.

Já em 2017, Karrueche Tran obteve uma ordem de restrição contra ele, alegando ameaças e abuso físico.

Outras denúncias também serão abordadas, incluindo acusações de assalto sexual em 2017 e uma detenção em Paris em 2019 por possíveis acusações de estupro agravado, que foram posteriormente arquivadas.

Crítica | ‘Improvisação Perigosa’ – Inteligente comédia camuflada de ‘nonsense’ acaba de chegar no Prime Video!

Trilhando com passos largos o caminho de uma comédia camuflada de ‘nonsense’, acaba de chegar no Prime Video um longa-metragem que coloca três aspirantes a comediantes, todos flertando com o fracasso, na linha de frente do perigo. Com uma estrutura narrativa simples e um roteiro repleto de diálogos feitos sob medida para o riso fácil e também inteligente, Improvisação Perigosa, dirigido por Tom Kingsley, aposta na ridicularização para construir uma sátira afiada sobre o insucesso.

Na vida profissional, as coisas vão de mal a pior para Kat (Bryce Dallas Howard), Marlon (Orlando Bloom) e Hugh (Nick Mohammed). Kat é uma professora de improvisação que ainda não conseguiu emplacar sua carreira como comediante. Marlon, um ator em busca do papel que mude sua trajetória, vive de pequenas oportunidades que nunca o levam ao estrelato. Já Hugh, um funcionário tímido e deslocado em uma grande empresa, vê nas aulas de improviso uma tentativa de dar algum rumo à sua vida. Certo dia, o destino cruza o caminho dos três e, sob a orientação de um agente da polícia, eles embarcam em uma missão inusitada: se infiltrar em uma perigosa gangue, criando personagens como disfarces. A partir daí, uma série de confusões e situações inusitadas está garantida.

Como inserir a comédia num clássico caminho que percorrem muitos filmes de ação? Com esse foco como objetivo e deixando as entrelinhas brilharem com o insucesso profissional em pauta, Improvisação Perigosa pode ser analisado de forma bastante profunda com camadas ocultas que enxergamos através das incertezas, de uma crise existencial. Num primeiro momento parece estarmos diante de um filme bobo, sem perspectiva, mas aos poucos vamos entendendo a leveza de um desfile de críticas sobre a sociedade, o bom e o mau, o sucesso e o desastre.

Este é aquele tipo de filme que arranca risos justamente quando menos esperamos, comprovando a eficácia de um roteiro provocativo que desafia os estereótipos e subverte a tradicional lógica entre heróis e vilões nos filmes de ação. Aqui, os dilemas reais da relação entre indivíduo e trabalho são transportados para o terreno do absurdo, sempre carregados de desespero, o que cria uma identificação imediata com o público. Mérito de uma história original criada por Derek Connolly e Colin Trevorrow, posteriormente adaptada pela dupla de comediantes britânicos Ben Ashenden e Alexander Owen.