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‘Round 6’: Após o sucesso, showrunner revela planos para novo spin-off

Hwang Dong-hyuk, o aclamado showrunner, roteirista e diretor deRound 6, falou recentemente sobre o futuro da série de sucesso da Netflix, revelando que ainda não está pronto para se despedir do universo brutal que construiu.

Segundo o Entertainment Weekly, o cineasta revelou que tem ideias para expandir a história de Round 6 com uma série derivada, e ele já possui uma concepção inicial para ela.

“Na verdade, tive essa leve ideia sobre um possível spin-off, não uma sequência, mas talvez uma série derivada sobre o intervalo de três anos entre a 1ª e a 2ª temporada, quando Gi-hun [Lee Jung-jae] está procurando pelos recrutadores”, contou Hwang.

Ele detalhou o possível foco da nova produção: “Existe esse período de três anos, e talvez eu pudesse mostrar o que os recrutadores, ou o Capitão Park [Oh Dal-su], ou os oficiais e homens mascarados estavam fazendo durante esse tempo. Não dentro da arena dos jogos, mas suas vidas fora dali. Essa é uma ideia vaga que talvez eu possa desenvolver futuramente”.

Quanto à história de Gi-hun, o jogador 456 e sua missão de acabar com os jogos de uma vez por todas, o criador confirmou que tudo será resolvido até o final da 3ª temporada.

“A terceira temporada é, de fato, um encerramento, e o público vai perceber isso ao assistir”, disse Hwang. “Mas não estou dizendo que estou fechando completamente a porta para spin-offs ou continuações, porque dizem por aí que ‘nunca diga nunca’”.

Recentemente, a Netflix divulgou um vídeo promocional inédito da adorada e popular série Round 6.

O material apresenta um grande resumo da 2ª temporada antes da estreia do ciclo de encerramento.

Confira:

Embora a série tenha quebrado recordes de audiência na Netflix, a segunda temporada não foi tão esmagadoramente positiva como a primeira, com alguns fãs demonstrando insatisfação.

Em entrevista recente ao Star News Korea, Lee Byung-hun, que interpreta o Líder (Jogador 001) na série, falou sobre as críticas e defendeu o segundo ciclo.

“Pessoalmente, achei divertido. Eu respeito essas opiniões. De fato, nenhuma obra está livre de críticas. Achei que o diretor Hwang Dong-hyuk é uma pessoa muito inteligente”, disse Lee Byung-hun

Anteriormente, o criador revelou o que podemos esperar da terceira (e última) temporada da série: “Quando eu estava escrevendo o roteiro da segunda e terceira temporada, senti que havia chegado a um ponto decisivo no final do sétimo episódio, então achei que faria sentido reservar o resto da história para uma temporada diferente. É por isso que tivemos essa separação. O embate violento entre Gi-hun e o Líder irá continuar até o desfecho da terceira temporada, que está programada para estrear no próximo ano.”

Round 6 temporada 3, estreia Netflix 2025, pôr do sol.

 

Peter Docter garante que inovação segue como prioridade na Pixar: “Não queremos fazer Toy Story 27”

Após o anúncio de ‘Toy Story 5’, fãs da Pixar manifestaram receio de que o estúdio, conhecido por sua originalidade, estaria abandonando tramas inéditas em favor de sequências. No entanto, o Diretor Criativo Peter Docter garantiu que a inovação continua sendo uma prioridade.

“Estamos passando por um momento difícil, e tudo o que podemos fazer é tentar fazer filmes que partam de nós mesmos. Temos que acreditar neles”, disse Docter, conforme o Toonado. Ele acrescentou: “Dá o mesmo trabalho e esforço fazer algo que não dá dinheiro quanto fazer algo que dá. E você realmente não pode planejar essas coisas. Às vezes você acerta a combinação certa de fatores”.

Docter revelou que a Pixar leva cerca de cinco anos para lançar um filme, desde a concepção da ideia até o produto final. O

“Precisamos descobrir o que as pessoas querem antes mesmo que elas saibam”, afirmou Docter. “Porque se simplesmente déssemos a elas mais do que já conhecem, estaríamos fazendo Toy Story 27”.

Vale lembrar que ‘Elio’, o mais recente longa do estúdio, está em cartaz nos cinemas nacionais.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | ‘Elio’ resgata as glórias da Pixar em uma tocante e honesta narrativa sci-fi

Crítica | ‘M3GAN 2.0’ é DESPRETENSIOSA comédia que cumpre com o que promete

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Em meio às crescentes discussões sobre a irrefreável popularização e contínuo uso das inteligências artificiais, a sétima arte não deixaria de encontrar uma maneira de trazer essas questões às telonas – como foi o caso de M3GAN, um dos sucessos mais recentes da Blumhouse. Trazendo uma demoníaca boneca com instinto assassino para os cinemas, o filme tornou-se um sucesso de crítica e de bilheteria e levou os fãs de terror a se perguntarem se o time criativo estava planejando uma sequência. Qual foi nossa agradável surpresa quando a sequência M3GAN 2.0’ foi oficialmente confirmada, chegando ao circuito nacional amanhã, 26 de junho.

A trama nos leva dois anos depois dos sangrentos acontecimentos da obra original – e traz Allison Williams de volta como Gemma, que não deixou por completo sua afeição pela robótica e pela cibernética de lado, mas utilizou sua experiência de quase morte para se tornar uma emblemática defensora da regulamentação das IAs, afirmando que é necessário que os governos tomem providência para que tais construções estejam em conformidade com as necessidades e a evolução humana, e não subjugando-as de maneira senciente. Tendo problemas com a sobrinha, Cady (Violet McGraw), que está entrando na adolescência e desenvolvendo um apreço notável por robôs, Gemma tenta navegar pelas atribulações da maternidade (visto que Cady, após perder os pais, se tornou sua responsabilidade) à medida que investe em um negócio arriscado e que parece não chamar tanto a atenção de patrocinadores quanto imaginava.

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Porém, as coisas viram de cabeça para baixo quando Gemma e Cady se veem na mira de uma IA rebelde conhecida como AMELIA (Ivanna Sakhno), que foi construída a partir de reminiscências do código de M3GAN e que, ao que tudo indica, se rebelou contra o governo dos Estados Unidos com o objetivo de colocar as mãos em uma poderosa arma trancada a sete chaves – e que pode desmantelar a civilização moderna como a conhecemos em um piscar de olhos. Remando contra os próprios instintos, Gemma resolve trazer M3GAN (Jenna Davis) de volta, dando à sua permanente consciência um corpo remodelado e pronto para a batalha, para que AMELIA seja impedida e todos se salvem de um possível apocalipse.

Como foi possível ver com os trailers promocionais, o novo capítulo dessa mini-franquia se afasta consideravelmente das incursões do terror e do suspense promovidas pela obra predecessora – resolvendo se apoiar em tropos da ação, da aventura e até mesmo da espionagem para construir uma divertida e despretensiosa narrativa. Gerard Johnstone, que retorna à cadeira de direção e assina o roteiro, puxa claros elementos de títulos como ‘Alita’, ‘Missão Impossível’ e ‘007’ não apenas para delinear a história, mas como base de apoio para uma estética bastante conhecida que envolve sequências de luta muito bem coreografadas, figurinos estilosos e apetrechos que parecem ter saído dos bolsos de Ethan Hunt e James Bond.

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Johnstone conduz o projeto de maneira bastante caprichosa e emulativa, contando com um breve respaldo político que logo culmina em uma bem-vinda reviravolta (ainda que pudéssemos prever o andamento do enredo). Todavia, o ponto de maior sucesso é a forma como o longa entrega exatamente o que esperamos, sem desejar dar um passo maior que a perna: em outras palavras, toda a equipe criativa e técnica envolvida em M3GAN 2.0’ sabe com o tipo de história com que lida e faz questão de apostar fichas no mais puro entretenimento, abrindo espaço para uma acidez característica da personagem titular que fornece ritmo e jocosidade a uma atmosfera marcada por uma frenética energia.

Williams e McGraw fazem um ótimo trabalho, ainda mais lidando com camadas inéditas à relação que construíram no filme anterior. Gemma, tendo criado M3GAN como companheira, amiga e protetora de Cady, resolve mergulhar de cabeça nessa árdua tarefa, garantindo que a jovem tenha tudo o que precisa para crescer de maneira saudável – e, ao mesmo tempo, tentando afastá-la de seguir na carreira tecnológica. Em contrapartida, Cady prova ser mais inteligente do que os outros pensam e emerge como o ponto-chave para a “ressurreição” da boneca e para que AMELIA seja parada de uma vez por todas. Mas é Davis, aliada ao impecável trabalho de corpo de Amie Donald, quem rouba os holofotes em uma sarcástica performance que mostra o quanto ambas se divertem ao reprisar um dos papéis mais conhecidos desta década.

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O filme não é livre de problemas – e, enquanto a mitologia do original era mais palpável e coesa de ser acompanhada, lidamos com uma expansão tão drástica desse cosmos que é fácil se perder em meio a termos científicos, jogos psicológicos e artimanhas políticas que se engalfinham em um mesmo lugar. De qualquer maneira, as sacadas de roteiro e as fortes one-liners ofuscam tais exageros, culminando em uma aprazível e envolvente aventura que se desenrola por duas horas de tela em um dinamismo imprescindível e que nos impede de desviar a atenção sequer por um segundo.

Após alguns erros crassos que envolveram ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’, ‘Mergulho Noturno’ e ‘DIAbólica’, a Blumhouse resolveu nos convidar de novo ao mundo da ficção científica com uma perspectiva bem intencionada e prática com M3GAN 2.0’ – uma sequência que mantém o espirituoso nível do filme original através de uma drástica mudança estilística que funciona em sua completude.

Karla Sofía Gascón será “Darth Vader feminina” em faroeste espanhol ‘Trinidad’; Confiras as fotos!

A atriz Karla Sofía Gascón, que se destacou em ‘Emilia Perez’, está de volta aos holofotes como a vilã Viúva Bronson em ‘Trinidad’, um faroeste espanhol ambientado no século XIX e dirigido por Laura Alvea e José Ortuño.

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O The Hollywood Reporter divulgou a primeira imagem da atriz em seu novo papel. Gascón descreve sua personagem como “uma mulher ultraconservadora” que é “uma espécie de Darth Vader feminina com cinco filhos para proteger e manipular”.

“Ela odeia a imigração, apesar de ser imigrante também, e tem valores profundamente patriarcais”, disse Gascón ao THR. “É antifeminista e contrária ao progresso social, embora sempre tenha sido uma lutadora e conquistado o respeito, mesmo sendo mulher, de pessoas que operam com base na enganação. Uma espécie de Darth Vader feminina”.

O longa-metragem, falado em inglês, foi filmado nos últimos meses nas Ilhas Canárias, mas se passa, em sua maior parte, nos Estados Unidos.

A protagonista é Gabriela Andrada no papel de Trinidad, uma mulher que foge da perseguição na Espanha rumo ao Velho Oeste. Ao longo do caminho, ela conquista fama por suas habilidades com armas, mas também se torna alvo de inimigos — como a Viúva Bronson.

A equipe por trás do filme, que teve um orçamento de US$ 12 milhões, já conhecia o trabalho de Gascón em ‘Emilia Perez’.

“Que seu próximo papel fosse o de uma vilã me pareceu quase poético, então foi uma escolha pessoal: sua presença bilíngue, a intensidade que ela traz e aquela energia ambígua que o personagem precisava fizeram o resto”, disse Silvia Carvalho da Costa, fundadora do ISII Group, que financia o projeto.

Carvalho da Costa levou em consideração a controvérsia envolvendo Gascón ao escalá-la para o filme, destacando: “Todos nós já fomos heróis na história de alguém e vilões na de outro”. 

A produtora acrescenta: “Conheço a Karla: além de ser uma grande atriz, ela é, para mim, uma grande pessoa, e isso pesou mais do que qualquer polêmica do passado”.

Quanto a Gascón, ela tenta seguir em frente após a turbulência da temporada do Oscar. A atriz afirma: “Não posso controlar as interpretações que fazem de mim ou as coisas que dizem — muitas vezes tiradas de contexto, manipuladas ou simplesmente falsas. O que posso fazer — e continuarei fazendo — é demonstrar, por meio do meu trabalho e da minha atitude no dia a dia, que não sou a pessoa que alguns tentaram projetar”.

‘Top Gun 3’: Diretor promete “algo muito maior” para sequência, que focará em “crise existencial” de Maverick

Joseph Kosinski, o diretor por trás do aclamado Top Gun: Maverick, revelou detalhes sobre a sequência, compartilhando as dificuldades de ir além.

“Acho que encontramos uma forma de fazer isso, não apenas pela escala do que estamos propondo, mas pela ideia central da história que queremos contar. Estamos pensando em algo muito maior do que… É realmente uma crise existencial que o Maverick enfrenta, e é algo muito maior do que ele mesmo. Na verdade… estou tentando explicar sem revelar nada. [Risos.] É uma questão existencial com a qual o Maverick precisa lidar, e que, como filme, provavelmente fará Top Gun: Maverick parecer pequeno diante do que estamos explorando agora”, disse Kosinski à GQ.

Sobre o retorno de Tom Cruise no longa, o cineasta garantiu: “Sim, ainda há mais história para contar sobre ele. Ainda tem uma última jornada. Estamos trabalhando nisso agora. Ehren Kruger, que escreveu ‘F1’, está escrevendo o roteiro. Como em tudo, leva tempo para resolver todos os detalhes, e só vamos seguir em frente se sentirmos que temos uma história forte o suficiente”.

Questionado sobre um possível encontro entre Tom Cruise e Brad Pitt nas telonas, Kosinski brincou com a ideia:

“Bom, neste momento, seria o Cole Trickle, o personagem do [Cruise] em ‘Dias de Trovão’, e descobriríamos que ele e Sonny Hayes [personagem de Pitt em ‘F1’] têm um passado. Foram rivais em algum momento, talvez tenham cruzado caminhos… Ouvi falar sobre uma batalha épica de kart entre o Brad e o Tom nos bastidores de ‘Entrevista com o Vampiro’, e quem não pagaria para ver esses dois se enfrentando na pista?”, concluiu.

Top Gun: Maverick’ está disponível no Prime Video.

‘The Romantic’: Dave Bautista vai estrelar nova comédia da Paramount

Segundo o Deadline, a Paramount Pictures acaba de adquirir os direitos de ‘The Romantic‘, uma comédia romântica original escrita por Deborah Kaplan e Harry Elfont. O projeto já conta com Dave Bautista confirmado no papel principal — uma escolha que marca a realização de um antigo desejo do astro, que era protagonizar uma rom-com.

Na história, conhecemos Francine London, uma famosa autora de romances que conquista o público com suas histórias apaixonadas… mas que na verdade é um homem: Ed Schwenke, um sujeito de quase dois metros de altura e visual pouco convencional. Quando sua identidade é colocada em risco, Ed contrata uma mulher totalmente fora dos padrões para fingir ser Francine em uma convenção de literatura romântica — tudo isso enquanto tenta despistar uma jornalista cínica que detesta romances… e mentirosos ainda mais.

Ainda sem direção confirmada, o longa será produzido pela Maximum Effort, de Ryan Reynolds, em parceria com a Dogbone Entertainment, produtora de Bautista, ambas com contrato de prioridade com a Paramount.

O projeto é especialmente simbólico para Bautista, que há tempos manifesta o desejo de estrelar uma comédia romântica. Em uma entrevista de 2023 ao Page Six, o ator revelou:

“Eu sei que não sou o típico galã de comédia romântica. Sou um pouco bruto. Mas sempre me perguntei: será que sou tão pouco atraente assim? Será que tem algo em mim que exclui esse tipo de papel?”

Bautista afirmou nunca ter recebido uma proposta no gênero, mas que mantinha a esperança. Agora, com The Romantic, ele finalmente realiza esse objetivo.

Além do novo projeto, Bautista tem uma agenda cheia: está cotado para o elenco de ‘Matador de Aluguel 2‘ da Amazon MGM, e estrelará os filmes ‘Trap House‘ e ‘The Wrecking Crew‘ (ao lado de Jason Momoa), ambos produzidos por sua Dogbone. Ele também atuou recentemente com Pamela Anderson no elogiado drama ‘The Last Showgirl‘.

Kaplan e Elfont, por sua vez, são veteranos do gênero de comédia romântica, com sucessos como ‘Mal Posso Esperar‘, ‘O Melhor Amigo da Noiva‘ e ‘Casa Comigo‘. Atualmente, também exploram a comédia mais adulta com ‘Guys with No Friends‘, vendido à Paramount em uma disputa acirrada por mais de US$ 1 milhão.

‘Sou Luna’: Começam as gravações da 4ª temporada da série fenômeno do Disney Channel

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O Disney+ anunciou o início das filmagens da nova temporada de ‘Sou Luna‘, com a volta de Karol Sevilla, Michael Ronda, Ruggero Pasquarelli, Carolina Kopelioff, Malena Ratner, Gastón Vietto e Agustín Bernasconi à frente do elenco.

Confira o anúncio do vindouro ciclo:

O Disney+ também compartilhou as primeiras imagens dos vindouros episódios.

Confira:

Essa nova temporada, que se junta às três já disponíveis no Disney+, chegará com exclusividade ao serviço de streaming em 2026 e dará continuidade à história que conquistou o público da América Latina e da Europa, com novas versões das canções que os fãs tanto amam, temas inéditos, novos personagens e aventuras que prometem emocionar mais uma vez os fãs e conquistar novas gerações.

As três primeiras temporadas de ‘Sou Luna‘, que estrearam no Disney Channel entre 2016 e 2018, alcançaram mais de 59 milhões de espectadores na América Latina durante seus anos no ar.

Transmitida em quase 150 países e dublada em 15 idiomas, a série se tornou um fenômeno global que transcendeu as telas, com mais de 10 mil produtos de consumo em mais de dez categorias e seis álbuns de estúdio que conquistaram certificações internacionais, incluindo multiplatina.

Além disso, a série rendeu em uma turnê internacional de sucesso que passou por 13 países e 28 cidades na América Latina e oito países e 37 cidades na Europa, reunindo mais de um milhão de espectadores.

Desde sua estreia em 2016, ‘Sou Luna‘ e seu elenco foram reconhecidos com mais de 30 prêmios e 50 indicações em diversas premiações da região.

Da mesma equipe criativa que trabalhou nas três primeiras temporadas disponíveis no Disney+, esta nova temporada, produzida pela Metrovisión, é novamente dirigida por Martín Sabán (Violetta) e escrita por Marina Efron (Violetta, Sempre Fui Eu, A Partitura Secreta).

‘A Idade Dourada’ conquista audiência recorde na estreia da 3ª temporada na HBO

A série de época ‘A Idade Dourada‘, criada por Julian Fellowes (‘Downton Abbey‘), atingiu seu melhor desempenho de estreia até hoje com o lançamento da 3ª temporada.

O episódio de abertura, exibido em 22 de junho, atraiu 2,7 milhões de espectadores nos Estados Unidos nos primeiros três dias, segundo dados divulgados pela HBO nesta quarta-feira (25).

O número representa um crescimento significativo de audiência: +27% em relação à estreia da 2ª temporada (2,1 milhões); +30% em relação à 1ª temporada (2 milhões).

Lançada discretamente em janeiro de 2022, numa modesta faixa de segunda-feira, ‘A Idade Dourada‘ ganhou força graças ao boca a boca e ao apoio fiel da comunidade LGBTQIA+, como destacou a própria protagonista Carrie Coon: “Os gays salvaram a série”.

A produção passou a ocupar o cobiçado horário nobre de domingo, às 21h, e ganhou status de série prestigiada da HBO, com presença frequente em premiações.

A expectativa é que a nova temporada repita o desempenho das anteriores, que apresentaram crescimento consistente. A 2ª temporada alcançou média de 7,1 milhões de espectadores por episódio nos EUA.

Nas redes sociais, os fãs já estão em polvorosa com os primeiros acontecimentos da nova fase: o plano implacável de Bertha (Coon) para o futuro da filha e a bomba do divórcio de Aurora movimentaram os comentários nas primeiras horas pós-estreia.

Com produção refinada, figurinos suntuosos e intrigas em meio à elite nova-iorquina do século XIX, ‘A Idade Dourada‘ consolida sua posição como uma das séries dramáticas mais fortes da HBO na atualidade.

Relembre o trailer da 3ª temporada e siga o CinePOP no YouTube:

Intitulado What the Papers Say, o próximo episódio irá ao ar no dia 29 de junho.

A série foi criada por Julian Fellowes (‘Downton Abbey’).

A trama é ambientado nos Estados Unidos, em 1882. A jovem Marian Brook é a filha órfã de um general do sul que se muda para a casa de suas tias rígidas e tradicionais, na cidade de Nova York. Acompanhada pela misteriosa Peggy Scott, ela se envolve na vida deslumbrante dos novos vizinhos, todos estupendamente ricos. Será que Marian seguirá as novas regras sociais ou traçará um caminho próprio?

O elenco conta com Carrie Coon, Morgan Spector, Louisa Jacobson, Denée Benton, Taissa Farmiga, Blake Ritson, Thomas Cocquerel, Simon Jones, Jack Gilpin, Cynthia Nixon e Christine Baranski.

‘F1’: Diretor aborda semelhanças com ‘Top Gun: Maverick’; “Não tenho interesse em repetir”

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Joseph Kosinski, o aclamado diretor por trás de ‘Top Gun: Maverick’, falou recentemente sobre as inevitáveis semelhanças entre seu novo longa,F1, e o sucesso com Tom Cruise. Ambos os filmes abordam a narrativa do veterano em busca de uma última glória e do novato que tenta trilhar seu próprio caminho.

Durante uma entrevista à GQ, Kosinski explicou a escolha de Brad Pitt como protagonista deF1:

“Quando você faz filmes desse porte e escala, há uma lista de três ou quatro pessoas que conseguem sustentar um projeto assim. Porque este não é um filme de continuação; mesmo Top Gun, pelo menos, era uma sequência. Este é uma história original com personagens novos. Então você precisa de um ícone no centro disso. Tem o Brad, tem o Tom, [e] tem o Leo, basicamente. Eu sempre quis trabalhar com o Brad, e sabia que ele amava automobilismo porque desenvolvi um filme de corrida com ele há dez anos”, afirmou.

Kosinski detalhou como a ideia para a trama de F1 surgiu: “Então, a narrativa foi: ‘Ok, como colocamos o Brad Pitt numa história de Fórmula 1?’ E aí pensamos: ‘Podemos fazer dele um chefe de equipe…’, mas o Brad realmente quer dirigir, é por isso que ele quer fazer o filme. Então essa ideia de um veterano que teve sua chance quando era mais jovem e ganha uma segunda oportunidade nos permitiu justificar por que alguém na casa dos 50 estaria nesse filme. Mas também é um tema universal, com o qual todos se identificam. Quem não quer uma segunda chance, certo?”.

O diretor buscou inspiração em clássicos para a dinâmica entre os personagens: “E então comecei a pensar em ‘A Cor do Dinheiro’, com Paul Newman e Tom Cruise. Adoro essa ideia de que o piloto jovem, mesmo que [Sonny] não queira admitir, é essencialmente ele naquela idade. E olhar para uma versão mais jovem de si mesmo, desesperado para que ela não cometa os mesmos erros, era algo que me interessava muito. E então tornar esse personagem um britânico negro, ou seja, duas pessoas que por fora parecem totalmente diferentes, mas que acabam descobrindo que são essencialmente iguais… pra mim, isso era um ótimo motor narrativo”.

Apesar das comparações, Kosinski defende a originalidade de F1: “Para mim, Top Gun é mais uma história de pai e filho… Este aqui é mais sobre rivais que se tornam amigos. Mesmo que, de fora, a comparação com Top Gun seja fácil de fazer, durante a produção eu realmente não senti que estava repetindo nada em termos de tema ou emoção. Parecia algo totalmente diferente, com um conjunto diferente de desafios — e é por isso que eu quis fazer. Não tenho interesse em repetir a mesma coisa. Simplesmente não é interessante”.

F1’ estreia nos cinemas brasileiros em 26 de junho.

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Channing Tatum vive ladrão carismático no trailer de ‘Roofman’, drama CRIMINAL baseado em história REAL

Paramount Pictures divulgou o primeiro trailer de ‘Roofman‘, drama criminal estrelado por Channing Tatum (‘Pisque Duas Vezes’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de outubro.

Derek Cianfrance (‘Namorados Para Sempre’) é responsável pela direção.

Baseada na história real de Jeffrey Manchester, a trama acompanha um pai em dificuldades que se dedica a roubar restaurantes McDonald’s abrindo buracos nos telhados, o que lhe rendeu o apelido de ‘Roofman’ (Homem do Telhado). Após escapar da prisão, ele vive secretamente dentro de uma loja de brinquedos por seis meses, sobrevivendo sem ser notado enquanto planeja seu próximo passo. Mas quando se apaixona por Leigh, uma mãe divorciada atraída por seu charme inegável, sua vida dupla começa a se desfazer, desencadeando um jogo de gato e rato envolvente e cheio de suspense, à medida que seu passado se aproxima.

O elenco ainda conta com Kirsten DunstPeter Dinklage, Juno Temple, LaKeith Stanfield e Ben Mendelsohn.

Luta pela sobrevivência no teaser de ‘Eden’, novo SUSPENSE com Jude Law e Ana de Armas

O suspense ‘Eden‘, estrelado por Jude Law e Ana de Armas, ganhou o primeiro teaser.

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Inspirada em uma história real, a trama acompanha os colonos europeus que buscavam construir seu próprio paraíso na Ilha de Galápagos, em 1929. Em meio a um ambiente hostil e à chegada de novos colonos, o sonho se torna uma grande ilusão, diante da disputa por território, rivalidades e ambições desenfreadas.

Ron Howard (‘O Código Da Vinci’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Noah Pink.

O elenco ainda conta com Vanessa Kirby, Daniel Brühl, Sydney Sweeney, Jonathan Tittel, Richard Roxburgh, Toby Wallace e Felix Kammerer.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 22 de agosto.

7 Filmes de Romance para Ver no Mês do Orgulho LGBTQIA+

O Mês do Orgulho LGBTQIA+ é tempo de celebração, visibilidade e, claro, amor em todas as suas formas. Para homenagear essa data tão significativa, reunimos uma seleção de sete filmes de romance queer lançados a partir de 2020, que se destacam não apenas pela representatividade, mas também pela força estética e emocional — atravessando diversos contextos geográficos e políticos.

Os títulos fogem da fórmula clássica do “felizes para sempre”. O que os torna memoráveis é justamente a forma como abordam o apaixonamento e a entrega amorosa de seus personagens — muitas vezes sem garantias, mas sempre com intensidade. O foco aqui é a jornada, não o destino final.

Essa lista comprova que o romance queer contemporâneo é multifacetado, emocionalmente denso e, muitas vezes, esteticamente inovador. Em vez de finais previsíveis, esses filmes convidam a mergulhar na complexidade de amar e ser amado — com todas as alegrias, perdas e contradições que isso envolve. No Mês do Orgulho LGBTQIA+, celebre também essas histórias que desafiam normas e celebram o amor em sua forma mais livre.

1. Todos Nós Desconhecidos (2023)

Dirigido por Andrew Haigh (45 Anos), Todos Nós Desconhecidos (All of Us Strangers) acompanha o romance enigmático entre os solitários Adam (Andrew Scott) e Harry (Paul Mescal), que se encontram em um prédio quase vazio e mergulham em uma relação inesperada e íntima. O filme transita entre o real e o fantástico, ao abordar também a reconexão de Adam com seus pais falecidos. Uma obra sobre memória, luto e conexões profundas, com atuações arrebatadoras dos protagonistas.

Disponível na Disney+

2. Verão de 85 (Été 85, 2020)

Das mãos de François Ozon (Dentro de Casa) nasce a cativante relação de Alexis (Félix Lefebvre) e David (Benjamin Voisin) à beira-mar, nos anos 1980, ao som de Rod Stewart. Juventude, desejo e descoberta sexual se entrelaçam em uma narrativa melancólica e potente, adaptada do romance Dance on My Grave, de Aidan Chambers, o qual marcou profundamente a juventude do cineasta. A estética oitentista e a trilha sonora nostálgica fazem deste filme um retrato sensível do amor adolescente.   Destaque para a atuação magnética de Benjamin Voisin, indicado ao César pelo papel. 

Disponivel na GloboPlay e Telecine

3. Nós Duas (Deux, 2020)

Nina (Barbara Sukowa) e Madeleine (Martine Chevallier) vivem um amor secreto há décadas, escondido atrás de portas vizinhas em um prédio. Quando uma tragédia as separa, a luta para manter esse amor vivo se torna comovente. Primeiro —  e até agora único — longa do diretor Filippo Meneghetti, Nós Duas é um romance delicado e poderoso sobre resistência, envelhecimento e coragem. A forma peculiar de filmagem — ocultando os momentos-chave e nos levando a imaginar o desenrolar dos sentimentos — rende ao filme a nomeação para representar a França no Oscar 2022.

Disponível na Globoplay e Reserva Imovision

4. Love Lies Bleeding O Amor Sangra (2024)

Com uma pegada noir e atmosfera sombria, Love Lies Bleeding mistura romance, crime e um toque de fantasia. A gerente de academia introvertida Lou (Kristen Stewart) se envolve com a forasteira Jackie (Katy O’Brien), uma fisiculturista cheia de segredos. Escrito e dirigido por Rose Glass (Saint Maud), o filme exala tensão sexual e emoção bruta. Em um cenário de pretensos gângsteres, o amor entre elas é colocado à prova entre proteção, obsessão e desejo.

Disponível na Max.

5. Baby (2020)

Poster do filme 'Baby' com dois homens abraçados

Entre os romances recentes da cinematografia brasileira, Baby, de Marcelo Caetano, é um dos mais instigantes. Ambientado em uma São Paulo onírica, acompanha o desenvolvimento gradual e conflituoso do relacionamento entre o jovem Baby (João Pedro Mariano) e o michê Ronaldo (Ricardo Teodoro). Eles se conhecem em um cinema pornô — um buscando companhia, outro um cliente — mas ambos encontram desejo, fuga e transgressão. Com narrativa fragmentada e sensual, o filme une solidão e erotismo de forma poética.

Lançado nos cinemas em janeiro; ainda sem distribuição em VOD/SVOD

6. Só ao meu Desejo (Mon seul désir, 2023)

Quando a universitária Aurore (Louise Chevillotte) conhece a misteriosa Mia (Zita Hanrot) em um clube de strip, sua vida dá uma reviravolta.  Erotismo, amizade e romance se entrelaçam em uma jornada de autodescoberta entre duas mulheres que jamais imaginariam essa conexão. Dirigido por Lucie Borleteau (Chanson Douce), o filme é ousado na sensualidade e livre de moralismos, refletindo sobre o direito de desejar sem culpa — mesmo quando isso desafia convenções. 

Lançado no MyFrenchFilmFestival 2023; disponível via VPN na Plex.TV (EUA)

7. Jumbo (2020)

Em um dos romances mais inusitados do cinema recente, Jeanne (Noémie Merlant) se apaixona por uma atração de parque de diversões. Pode parecer absurdo, mas Jumbo, de Zoé Wittock, trata esse amor com uma sensibilidade surpreendente. É uma das poucas obras a abordar a sexualidade com objetos de forma genuína e emocionante. Um conto queer simbólico, que questiona os limites do desejo e da identidade.

Lançamento no Brasil pela SescTV; disponível via VPN na Paramount+ (França). 

Invocação demoníaca no trailer LEGENDADO do remake ‘Witchboard: Espírito Assassino’; Confira!

O terror ‘Witchboard‘, remake do clássico ‘Espírito Assassino‘, ganhou trailer legendado.

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Chuck Russell (‘A Bolha Assassina’, ‘O Máskara’) é responsável pela direção.

Emily (Madison Iseman) e seu noivo Christian (Aaron Dominguez) descobrem um misterioso artefato wiccaniano, um pêndulo, enquanto se preparam para abrir um bistrô em um Bairro Francês de Nova Orleans. Uma escuridão descende sobre Emily quando ela fica obcecada com o poder de adivinhação do tabuleiro e a habilidade de invocar espíritos. Desesperado para ajudar sua noiva, Christian busca o conselho do especialista em ocultismo Alexander Babiaste (Jamie Campbell Bower). Mas Babiaste tem seus próprios segredos, incluindo uma conexão com um coven moderno de bruxas. Logo, um jogo perigoso começa quando cada balanço do pêndulo coloca a alma de Emily em risco.

Antonia Desplat (‘Operação Final’) e Charlie Tahan (‘Ozark’) completam o elenco.

Russell e Greg McKay escreveram o roteiro e estão produzindo com Kade Vu e Bernie Gewissler, em uma produção da A-Nation Media.

A nova versão estreará nos cinemas norte-americanos no dia 15 de agosto.

‘Diários de um Vampiro’: Showrunner quer expandir universo da série; “Tenho ideias para novas histórias”

Julie Plec, ex-showrunner da aclamada série Diários de um Vampiro, revelou recentemente que ainda tem muitas ideias para expandir a amada franquia. Vale lembrar que o último derivado da série, ‘Legados’, terminou em 2022.

“Tenho ideias para novas histórias de ‘The Vampire Diaries’ desde que estávamos fazendo a última. Tudo o que alguém precisa fazer é me chamar, e eu estarei lá”, disse ela ao TVLine.

A esperança de uma continuação não é nova para Plec. Há três anos, ela já havia comentado: “Definitivamente há esperança para o futuro. Brett [Matthews], Kevin [Williamson] e eu temos uma ideia fermentando em nossas cabeças, mas ainda não tivemos tempo de colocá-la no papel. Mas com certeza queremos explorar mais um ramo dessa árvore. Só não sabemos quando ainda”.

Baseada nos livros de L. J. Smith, Diários de um Vampiro foi exibida por oito temporadas (2009–2017) na The CW.

A série contava a história dos irmãos vampiros Stefan (Paul Wesley) e Damon Salvatore (Ian Somerhalder), cujas vidas foram marcadas pela obsessão compartilhada por Katherine, uma vampira, e sua sósia humana, Elena (ambas interpretadas por Nina Dobrev).

Diários de um Vampiro’ está disponível no Prime Video.

Jovem faz amizade com alienígena no trailer de ‘XENO’, aventura estilo ‘E.T. O Extraterrestre’

O longa ‘XENO‘, que parece uma releitura moderna do clássico ‘E.T. O Extraterrestre‘, ganhou o primeiro trailer.

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Matthew Loren Oates é responsável pela direção.

Lulu Wilson (‘Annabelle 2: A Criação do Mal’) estrela como uma adolescente que cria um vínculo poderoso com um alienígena aterrorizante após um encontro casual no deserto, jogando-os em uma aventura que questiona a natureza do bem e do mal.

À medida que os agentes do governo se aproximam, a garota descobre que o alienígena não é o extraterrestre que ela esperava. Compelida a proteger seu novo amigo, ela descobre um segredo que pode mudar o destino de ambos os mundos.

O elenco ainda conta com Wrenn Schmidt (‘Não! Não Olhe!’), Trae Romano (‘Stargirl’), Josh Cooke (‘Dexter’), Paul Schneider (‘Parks and Recreation’) e Omari Hardwick (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 19 de setembro.

‘Kakegurui: Bet’: Netflix renova live-action para a 2ª temporada!

Kakegurui: Bet, série live-action derivada do anime japonês de mesmo nome, foi oficialmente renovada para a segunda temporada pela Netflix.

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Na trama, em uma escola particular em que apostas determinam o status social, uma nova aluna habilidosa com um passado misterioso está virando o jogo e apostando na vingança.

Adaptação em live-action baseada no mangá japonês Kakegurui, de Homura Kawamoto e Toru Naomura.

Ayo Solanke, Eve Edwards, Clara Alexandrova e Hunter Cardinal formam o elenco.

Kakegurui: Bet’ está disponível na Netflix.

Ator de ‘Vikings’ se junta ao elenco de ‘Unabom’, novo thriller da Netflix

De acordo com o Deadline, Alexander Ludwig (‘Vikings’) foi confirmado no elenco de ‘Unabom‘, novo thriller que está sendo desenvolvida pela Netflix.

A produção é inspirada na história real do infame terrorista doméstico Ted Kaczynski, conhecido como Unabomber.

Sem detalhes sobre seu personagem, ele se junta aos atores Russell Crowe, Jacob Tremblay, Shailene Woodley, Annabelle Wallis, Steven Ogg e Marc Menchaca, previamente anunciados.

Janus Metz (‘Andor’) é responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Sam Chalsen e Nelson Greaves — dupla por trás do futuro projeto de Art Bell com a Radio Silence — e acompanha a transformação de Kaczynski (interpretado por Tremblay) de jovem prodígio em Harvard à figura aterradora que conduziu uma campanha de bombardeios nos Estados Unidos entre 1978 e 1995, matando três pessoas e ferindo outras 23.

Um dos focos centrais do filme será a participação do controverso professor de psicologia Henry Murray, vivido por Crowe, que submeteu Kaczynski a experimentos psicológicos intensos durante a faculdade — episódios que, décadas depois, emergem durante a caçada ao Unabomber liderada pela agente do FBI Joanne Miller, papel de Woodley.

Produzido por Sophie Cassidy para a 2.0 Entertainment (de ‘Bad Boys: Até o Fim‘ e ‘O Exorcista do Papa’), o longa está sendo desenvolvido em parceria com a MRC. Os roteiristas Chalsen e Greaves também atuam como produtores executivos, ao lado de Don Lee.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Kim Kardashian pode interpretar VILÃ em live-action de ‘Bratz’

De acordo com o Deadline, Kim Kardashian (‘American Horror Story’) está em negociações para estrelar o live-action de ‘Bratz‘, que está sendo desenvolvido pela Amazon MGM Studios.

A artista está sendo cotada para interpretar a vilã da adaptação.

Charlie Polinger e Lucy McKendrick serão responsáveis pelo roteiro.

Kardashian também servirá como produtora ao lado de Erik Feig e Julia Hammer.

Após o sucesso de ‘Barbie‘, os estúdios estão buscando por novas marcas de brinquedos para trazer às telonas. O site afirma que os direitos de ‘Bratz‘ foram extremamente disputados, mas a MGM acabou levando a melhor.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Kardashian tem investido pesado em sua carreira como atriz. Após estrear em ‘American Horror Story‘, ela estrelará o novo drama legal do Ryan Murphy, ‘Tudo é Justo‘. A artista também foi confirmada na nova comédia da Netflix, ‘The Fifth Wheel‘, e irá produzir e participar da série ‘Group Chat‘, do Hulu.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Bloodaxe’: Atriz de ‘Bridgerton’ é escalada para a nova série do criador de ‘Vikings’

jessica madsen

Segundo o DeadlineJessica Madsen (‘Bridgerton’) foi escalada como a co-protagonista de Bloodaxe, novo drama histórico do Prime Video do criador Michael Hirst (‘Vikings’).

Madsen se junta ao previamente confirmado Xavier Molyneux (‘Neighbors’), que também estrelará a produção.

O projeto narra a ascensão de um dos guerreiros vikings mais famosos da história, Erik Bloodaxe (Molyneux), e sua formidável esposa, Gunnhild, Mãe dos Reis (Madsen).

Enquanto lutam pelo trono da Noruega, o país é dilacerado por rivais ferozes, lealdades inconstantes e traições sangrentas. Com a guerra iminente e o caos consumindo o reino, atraindo reis implacáveis ​​de outros países escandinavos e até mesmo um poderoso governante inglês, o cenário está pronto para uma nova e estrondosa saga viking.

Hirst e seu filho, Horatio, vão trabalhar juntos, assinando o roteiro e assumindo o cargo de produtores executivos.

Em um comunicado oficial, Michael comemorou o novo acordo e expressou seu entusiasmo com o projeto:

“Sinto-me abençoado e profundamente animado que a Amazon me deu a oportunidade de retornar ao mundo fantástico das Sagas Nórdicas e dos homens, mulheres e deuses do mundo Viking que passaram a significar tanto para mim. Horatio e eu pretendemos abrir seus olhos para novos personagens incríveis e histórias inacreditáveis, todas as quais são verdadeiras e muitas das quais mudaram o curso da história”.

O chefe de Televisão da Amazon MGM Studios, Vernon Sanders, também emitiu um comunicado oficial, celebrando a frutífera parceria:

“Estamos entusiasmados com a parceria com Michael e Horatio Hirst, que têm um histórico impressionante de dar vida a dramas históricos com autenticidade impressionante e narrativa envolvente. Esta história é um conto fascinante de Erik Bloodaxe e mal podemos esperar para revelar este novo capítulo para transportar nossos clientes globais de volta a uma era fascinante da história”.

Bloodaxe‘ será a terceira série nórdica de Hirst. Além do sucesso ‘Vikings‘, ele também assinou a criação de ‘Vikings: Valhalla‘, que trouxe seu filho no elenco e que foi feita em parceria com a Netflix.

‘Razão e Sensibilidade’: Daisy Edgar-Jones irá estrelar nova adaptação do CLÁSSICO de Jane Austen

Depois de ter ganhado ainda mais fama com produções como ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’‘Twisters’, Daisy Edgar-Jones já tem seu próximo projeto em mãos.

A atriz foi escalada como a protagonista da nova adaptação de Razão e Sensibilidade, clássico assinado pela lendária Jane Austen (via Deadline).

O filme está sendo desenvolvido pela Focus Features e pela Working Title Films (ambas tendo unido forças para o aclamado vencedor do Oscar ‘Orgulho e Preconceito’ e para o ótimo ‘Emma.’, também assinados por Austen).

Georgia Oakley (‘Blue Jean’) assume a direção, enquanto Diana Reid assina o roteiro.

Publicado anonimamente com o título “Por uma Dama”, Razão e Sensibilidade acompanha as irmãs Elinor (Edgar-Jones) e Marianne Dashwood, opostas em sua abordagem emocional, enquanto navegam pelo amor, pela perda e pela incerteza financeira em meio às expectativas sociais da Inglaterra do século XVIII.

O romance, que marcou a estreia da escritora em 1811, a consolidou como uma força literária e permanece como um pilar da literatura inglesa.

Mais informações não foram divulgadas.