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Dica de Filme | A poética e a profunda beleza de ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’

Há uma espécie de sensibilidade duplicada no talento de Céline Sciamma refletida com clareza e paixão ardentes em seus longas-metragens: desde o honrável trabalho feito em Les Revenants’ (que ganhou uma versão hollywoodiana pré-fabricada) e sua investida no revolucionário e cândido Tomboy’ até as ácidas críticas promovidas por Garotas, a diretora francesa sempre conseguiu transmitir suas necessárias perspectivas para as telonas, invadindo o cinema mainstream e tornando-se um dos nomes mais prolíficos da indústria contemporânea. E é claro que, como espectadora dos recentes e problemáticos eventos, ela retornaria aos holofotes com o lançamento do incrível Retrato de uma Jovem em Chamas, cuja temática ambígua é explorada com crueza ao longo dos mais de 120 minutos.

O drama histórico parte de uma premissa simples o bastante para ser absorvido pelo público – e metafórica demais para que sua simbologia seja aproveitada pelos céticos: ambientada na França litorânea do século XVII, Marianne (Noémie Merlant), uma talentosa pintora, é contratada por uma importante Condessa (Valeria Golino) para pintar o retrato de sua única filha, Héloïse (Adèle Haenel). Entretanto, o trabalho é mais difícil do que aparenta, visto que a primogênita está prometida para um homem milanês e recusa-se a posar, desejando retomar algum controle sobre sua vida predestinada; dessa forma, Marianne deve fingir ser uma dama de companhia e, às escondidas, realizar a pintura. 

Sciamma poderia muito bem se render a qualquer outra produção fílmica dos últimos anos e focar em um romance previsível pela própria estética imprimida; entretanto, a cineasta nos guia através de um relacionamento inesperado entre as duas protagonistas enquanto desenvolve temas analíticos, flagelados com uma engessada e inescapável construção social que premedita a ruína desse enlace febril. Marianne, tímida e calada a princípio, solta-se à medida que passa a conhecer Héloïse, nutrindo de certa empatia por sua rebelde amargura e, dessa forma, colocando-se em seu lugar até se transformar em uma extensão espiritual. 

Não é surpresa que a resolução do primeiro ato vem cedo demais, ao mesmo tempo que pavimenta o caminho para o restante da narrativa. A pintora, depois de terminar o árduo trabalho, vai até sua empregadora e pede para que conte toda a verdade. Entretanto, o tiro sai pela culatra quando, esperando uma retaliação por parte da jovem, tem o trabalho recebido com anêmica desaprovação e uma troca de farpas incrivelmente construída pelo ritmado roteiro. Marianne, dessa forma, destrói o quadro ao borrar o rosto da “musa” – cujo significado para o microcosmos e para o arco da personagem vão para muito além de um simples acesso de raiva: ela se sente culpada por não capturar a magnética essência de sua adorada e traz uma explicação do motivo de tantos outros artistas também não conseguirem o feito. 

O filme dá dicas das inspirações que resgata de clássicas histórias, permitindo que elas estejam explícitas no pano de fundo e, em contradição, fundem-se a um pastiche iconográfico que transforma a obra em si numa rendição metalinguística de peso dramático chocante. O mito de Orfeu e Eurídice é a base que leva o casal a um patamar místico e trágico: assim como Orfeu, Marianne parece viajar a uma representação palpável do Inferno para resgatar alguém por quem, diferente do herói grego, não pretendia se apaixonar. Infelizmente, ambas as personas se veem num caminho rumo à ruína, olhando para trás vezes demais para que conseguissem o amor eterno. 

As inclinações metafísicas participam de um intimismo cênico capturado com sabedoria por Sciamma. A artista, afeiçoando-se à figura de Héloïse, passa a cuidar dela e a enxergá-la dentro de um prospecto de pura felicidade – isso é, até que a Condessa volte de sua viagem e leve o retrato pronto para o futuro marido. É por esse motivo mesmo que Marianne passa a ver uma visão idealizada e tradicionalista de sua amada na escuridão dos longos corredores do casarão, insurgindo numa redoma fantasmagórica com um longo e inebriante vestido de casamento branco (cujos temores se concretizam pouco antes do catártico grand finale). 

Movidas pela enérgica peça As Quatro Estações’, de Vivaldi, as protagonistas são convidadas a uma última dança, coreografada com beleza teatral pela diretora, e até mesmo nos fazem aceitar esse convite, engolfando-nos em uma melódica jornada a um final que se exila nas desafortunadas andanças de uma época marcada por morais conservadoras. É dessa forma que Retrato de uma Jovem em Chamas encontra o seu duplo, sua ambiguidade proposital que transforma-se num solene e agonizante solilóquio romântico.

Primeiras Impressões | ‘B.A.: O Futuro Está Morto’ é uma SURPREENDENTE série distópica brasileira

O cenário audiovisual brasileiro é acompanhado, até hoje, de inúmeros estigmas equivocados – como, por exemplo, a crença infundada de que o nosso país apenas produz comédias pastelão. É claro que sabemos que isso não é mentira, considerado o número considerável de ótimos dramas que caíram no gosto do público e da crítica. Mas, dentro desse espectro, é necessário comentar que ainda existe um desfalque significativo em vários subgêneros, como o da ficção científica. Nos últimos anos, tivemos incursões como ‘3%’ e ‘Medida Provisória’, que começaram a quebrar as barreiras criativas, mas não foi até 2023 que adentraríamos um cosmos novo com o aguardado lançamento de ‘B.A. – O Futuro Está Morto’, baseado livremente nos quadrinhos do icônico Rafael Coutinho.

A trama é ambientada em um futuro distópico em que a Amazônia se transformou em um grande polo industrial para atender aos interesses de uma elite movida pelo capitalismo predatório. Dentro desse universo distorcido, existe uma comunidade de adolescentes com dons sobre-humanos que são conhecidos como O Beijo Adolescente – e que enfrentam as forças fascistas que estão determinadas a destruí-los e a exigir que eles vivam de acordo com as normas impostas. E, quando um assassinato de um dos membros do grupo ocorre, eles percebem que precisam agir se quiserem ter alguma chance de sobreviver.

Considerando o peso e o aclame das HQs originais, não poderíamos deixar de ficar com um pé atrás com a releitura seriada (afinal, a potente obra assinada por Coutinho trata de inúmeros temas de extrema importância e de discussão imprescindível, ainda mais na atualidade); todavia, nossas expectativas foram superadas através das habilidosas mãos de Peppe Siffredi e Mariana Youssef, que entraram como criadores do show, e do showrunner e produtor Caio Gullane. Com o lançamento dos três primeiros episódios da temporada, é perceptível como ‘B.A.’ tem chances consideráveis de emergir como um divisor de águas, pavimentando um trajeto que tem muito a nos contar e que mistura drama, suspense, romance e comédia em uma vibrante jornada de autodescoberta e de representatividade.

É notável como Siffredi e Youssef se apropriam de diversas referências estéticas para dar vida a esse mundo: de um lado, as incursões à la ‘1984’ e ‘Admirável Mundo Novo’ despontam em construções sci-fi que nos remetem aos arquétipos do “Grande Irmão”, do emparelhamento do Estado e do corpo policial, do autoritarismo e da segregação social; de outro, a imagética em cores contrastantes que oscilam entre a multiplicidade de tons neons e pastéis dos personagens mais novos e da angústia monocromática e letárgica dos adultos – cuja falta de prospecto é refletida em uma desesperança aflitiva. Mais do que isso, temos um embate explosivo entre o hedonismo e a obediência exagerada que urge das telas e nos arrasta para um vórtice de eventos envolventes e derradeiros.

Isso não seria possível sem um elenco de peso, cuja aplaudível química é de tirar o fôlego. Temos, por exemplo, Benjamin e Giulia Del Bel interpretando Ariel e LinLin, dois dos protagonistas que nutrem de personalidades tão distintas que nos abraçam em uma relação em crescendo espetacular – e não podemos deixar de mencionar a atuação impecável dessa dupla que rouba os holofotes a qualquer momento, sejam juntos, sejam separados. Pedro Goifman também se rende a uma performance espetacular como Tomás, um dos membros mais velhos do B.A. e que passa por um processo de crise e decadência ao estar se aproximando da maioridade e entender que, ao entrar na fase adulta, perderá seus dons e terá um destino semelhante aos mais velhos – consagrando-se como um dos personagens mais desenvolvidos e contando com um trabalho invejável que é marcado por trejeitos únicos e uma naturalidade sedutora e contraditória (no melhor sentido do termo).

Shaolin, encarnando o líder do grupo, Palhaço, oferece uma camada diferentes dos outros jovens – promovendo um encontro entre a racionalidade do amadurecimento com a ingenuidade da adolescência em uma caracterização emérita e muito bem-vinda; Milhem Cortaz, recém-saído do ótimo projeto Os Outros, demonstra sua versatilidade performática como Ed, pai de Ariel; e Ingrid Gaigher, interpretando a irmã mais velha de Tomás, insurge como a ponte entre os jovens e os adultos em uma desconstrução arquetípica que é necessária para uma série desse calibre.

É claro que alguns deslizes despontam, seja com a curtíssima duração dos episódios ou certas falhas de ritmo nas múltiplas subtramas do roteiro – mas os pontos fortes ofuscam essas falhas e nos abraçam em uma reflexão que tangencia a melancolia: para além das conversas sobre identidade, sexualidade e gênero, há uma emblemática celebração sobre o amor-livre, o ambientalismo, as relações de poder, a problemática do panóptico político e da submissão social, pincelando essa quantidade exorbitante de temáticas com referências filosóficas transmutadas com uma leveza perturbadora e uma despreocupação enervante que apenas aumentam nosso interesse e nos fazem devorar a produção de uma vez só.

‘B.A. – O Futuro Está Morto’ é uma sólida produção que demonstra que a arte nacional ainda tem muito a contar e merece mais atenção do que realmente tem. Se apenas os três primeiros episódios foram fortes o suficiente para nos engatar numa aventura convidativa, mal podemos ver o que as próximas semanas nos aguardam.

‘Matéria Escura’: Série sci-fi da Apple TV+ ganha trailer INCRÍVEL e data de estreia; Confira!

Apple TV+ divulgou o trailer oficial de Matéria Escura (Dark Matter), série sci-fi baseada no romance homônimo de Blake Crouch.

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 08 de maio.

Confira:

O elenco também conta Joel Edgerton, Alice BragaOakes Fegley, Dayo OkeniyiJimmi SimpsonJennifer ConnellyAmanda Brugel.

Crouch também servirá como roteirista e produtor executivo da adaptação.

“VOCÊ É FELIZ COM A VIDA QUE TEM?” Essas são as últimas palavras que Jason Dessen ouve antes de acordar num laboratório, preso a uma maca.  Raptado por um homem mascarado, Jason é levado para uma usina abandonada e deixado inconsciente. Quando acorda, um estranho sorri para ele, dizendo: “Bem-vindo de volta, amigo.”

Neste novo mundo, Jason leva outra vida. Sua esposa não é sua esposa, seu filho nunca nasceu e, em vez de professor numa universidade mediana, ele é um gênio da física quântica que conseguiu um feito inimaginável. Algo impossível. Será que é este seu mundo, e o outro é apenas um sonho? E, se esta não for a vida que ele sempre levou, como voltar para sua família e tudo que ele conhece por realidade?

Com ritmo veloz e muita ação, Matéria escura nos leva a um universo muito maior do que imaginamos, ao mesmo tempo em que comove ao colocar em primeiro plano o amor pela família. Marcante e intimista, seus múltiplos cenários compõem uma história que aborda questões profundamente humanas, como identidade, o peso das escolhas e até onde vamos para recuperar a vida com que sonhamos.

Nove episódios foram encomendados para a primeira temporada.

O livro ‘Matéria Escura‘ entrou instantaneamente para a lista de mais vendidos do New York Times, além de ser traduzido para 35 línguas diferentes.

Feios | A promessa de Tally: explicando o FINAL do novo sci-fi distópico da Netflix

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Nos últimos dias, a Netflix lançou em seu catálogo de streaming a aguardada adaptação Feios, longa-metragem baseado no romance best-seller homônimo assinado por Scott Westerfeld.

Estrelado por nomes como Joey King, Keith Powers, Chase Stokes, Laverne Cox e outros, a trama acompanha Tally Youngblood (King), uma jovem garota que aguarda seu aniversário de dezesseis anos para se tornar uma Perfeita – um ser humano geneticamente modificado que passa por cirurgias para se livrar de todos os seus defeitos e, enfim, alcança o último status para viver em uma sociedade regada por beleza, festas e despreocupação. Porém, ao cruzar caminho com Shay (Brienne Tju) e descobrir que seu melhor amigo, Peris (Stokes) virou alguém muito diferente (parecendo inclusive esquecê-la), ela percebe que as coisas são muito mais complicadas do que imagina – e que algo sombrio se esconde por trás dos muros da Cidade.

O filme pode não ter cumprido com o prometido e ter se valido de inúmeras fórmulas estéticas e técnicas para se construir através da direção de McG – mas é notável como os temas do romance, apesar de soarem batidos e anacronicamente estranhos, tiveram importância significativa à época de lançamento em 2005. E, agora, trazemos para vocês uma explicação concisa da conclusão da obra – e de que forma ela nos prepara para uma provável segunda adaptação.

A VERDADEIRA CIDADE

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Como pudemos ver no filme, a Cidade funciona como um refúgio humano para aqueles que já passaram pelo processo de aperfeiçoamento, deixando alojamentos destinados aos Feios e encontrando tudo o que sempre quiseram. E, como explicado no início do ato de abertura, o mundo estava prestes a ruir por completo com a crescente dependência por parte de combustíveis fósseis – causando inúmeras guerras civis pelo planeta e transformando-o em um lugar quase inabitável.

Com isso, coube a um grupo de cientistas, liderado por Cable (Cox), Az (Jay DeVon) e Maddy (Charmie Lee), criar uma fonte de energia sustentável e renovável baseada em orquídeas modificadas; além disso, houve a instituição de procedimentos estéticos para tornar as pessoas Perfeitas, livrando-as de problemas e de inseguranças que poderiam culminar em mais problemas – garantindo, assim, uma paz total. Porém, a ganância de Cable transformou esse projeto utópico em uma prisão sem grades.

A princípio, é preciso analisar que a ideia da Cidade não veio sem consequências: Cable tinha pleno conhecimento de que a vida para além de seu domínio ainda continuava e tinha como um dos centros a Fumaça, um posto avançado de levante contra o império que arquitetara e que se tornou lar de Az e Maddy quando descobriram o que, de fato, estava acontecendo. Comandada por David (Powers), filho do casal em questão, a Fumaça aposta no bem-estar completo da comunidade e na aceitação das diferenças, sem obrigar as pessoas a se renderem a uma perfeição inalcançável.

Mais do que isso, o grupo de rebeldes tem plena ciência de que a crescente destruição do que restou dos recursos naturais do planeta é decorrência das próprias orquídeas modificadas criadas por Cable: as flores sugam os nutrientes do solo e posam como uma ameaça à toda vida diversificada, transformando florestas, campos e bosques em áreas desertas – tudo para garantir que Cable e sua Cidade prosperem a seu bel-prazer.

OS PERFEITOS

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Para além do controle territorial, a antagonista interpretada por Cox é movida pela ganância excessiva, deixando-se levar por uma egolatria e desmedida que não dialoga apenas com as orquídeas mencionadas acima, mas às cirurgias pelas quais os Feios passam para se tornarem Perfeitos.

Como explicado por Az e Maddy durante uma conversa com Tally e David, a cirurgia estética pela qual os Feios passam causa lesões aparentemente irreversíveis que os privam de qualquer individualidade, colocando-os dentro de uma massa amorfa e não-pensante que aceita o discurso de Cable e seus seguidores sem quaisquer questionamentos. É por essa razão que Peris não respondeu às mensagens de Tally quando foi selecionado para a cirurgia, encontrando-se em uma espécie de lobotomia conformista que não consegue enxergar nada além da nova realidade de que desfruta.

Az e Maddy, então, conseguiram encontrar uma forma de reverter as lesões. Todavia, Cable se recusou a dar continuidade à pesquisa, temendo que pensamentos intrusivos e perigosos pudessem colocar tudo a perder – expulsando seus amigos e companheiros da Cidade e afirmando de forma categórica que as pessoas precisam obedecer a um líder e que algumas delas nasceram para comandar os mais fracos.

Apesar de não terem encontrado a oportunidade de testar a cura, Tally, no final do filme – e vendo que Shay, uma de suas amigas mais íntimas, já havia passado pela transformação e se tornado uma Perfeita -, se oferece como cobaia para o tratamento ao se entregar às forças de Cable e adentrar a cidade. Porém, como vemos na cena de encerramento, ela permanece com uma antiga cicatriz na palma da mão (de quando ela e Peris juraram ser amigos para sempre, mesmo após a cirurgia) para lembrá-la do voto que fez e das promessas que precisa cumprir.

Lembrando que o filme já está disponível na Netflix.

Uzo Aduba investiga um MISTÉRIO no trailer da série ‘Assassinato na Casa Branca’; Confira!

A Netflix divulgou o trailer oficial de Assassinato na Casa Branca, drama de mistério estrelado pela vencedora do Emmy Uzo Aduba (‘Orange Is the New Black’).

A produção chega à plataforma de streaming no dia 20 de março de 2025.

Confira:

Confira a sinopse oficial:

“132 quartos. 157 suspeitos. Um cadáver. Um detetive excêntrico. Um Jantar de Estado desastroso. ‘The Residence’ é um insano mistério ambientado nas escadarias da Casa Branca, entre uma eclética equipe da mansão mais famosa do mundo”.

A produção contará com um elenco estelar, que inclui Kylie Minogue Andre Braugher, Edwina Findley, Molly Griggs, Jason Lee, Ken Marino, Al Mitchell, Dan Perrault, Bronson Pinchot, Susan Kelechi Watson, Isiah Whitlock Jr., Mary Wiseman, Randall Par, Jane Curtin, James Babson, Eliza Coupe, Izzy Diaz, Paul Fitzgerald, Ros Gentle, Chris Grace, Juliette Jeffers, Sumalee Montano, Brett Tucker, Nathan Lovejoy, E. L. Losada, Julieth Restrepo, Mel Rodriguez e Rebecca Field.

Paul William Davies entra como showrunner e produtor executivo. Rhimes também será produtora executiva.

A série é baseada no romance de não-ficção ‘The Residence: Inside the Private World of the White House’, assinado por Kate Andersen Brower.

‘Harry Potter’: Novas imagens de bastidores revelam visual da família Dursley; Confira!

As gravações de Harry Potter, série reboot da HBO inspirada na saga de romances homônima de J.K. Rowling, já começaram em Londres, Inglaterra – e novas imagens de bastidores começaram a viralizar nas redes sociais.

As fotos em questão dão destaque a Dominic McLaughlin, que interpreta o protagonista titular, e Bel PowleyDaniel RigbyAmos Kitson como Petúnia, Válter e Duda Dursley – família adotiva de Harry.

Confira:

Alastair StoutArabella Stanton co-estrelam a produção como Rony Weasley e Hermione Granger, respectivamente.

O elenco também conta com:

  • John Lithgow como Alvo Dumbledore
  • Janet McTeer como Minerva McGonagall
  • Paapa Essiedu como Severo Snape
  • Nick Frost como Rúbeo Hagrid
  • Luke Thallon como Profº Quirrell
  • Paul Whitehouse como Argus Filch
  • Lox Pratt como Draco Malfoy
  • Johnny Flynn como Lúcio Malfoy
  • Katherine Parkinson como Molly Weasley
  • Rory Wilmot como Neville Longbottom
  • Louise Brealey como Madame Rolanda Hooch
  • Anton Lesser como Garrick Olivaras.

Francesca Gardiner servirá como roteirista e showrunner.

Sem data de estreia, a primeira e a segunda temporadas devem contar com seis episódios cada, segundo informações recentes.

Rowling servirá como produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

Diretores de ‘Vingadores: Destino’ compartilham imagem MISTERIOSA no Instagram; Confira!

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Em meio a diversos rumores e crescentes expectativas, a promoção de ‘Vingadores: Destino’ (Avengers: Doomsday) começará nos próximos dias com o lançamento do primeiro teaser oficial nos cinemas – que provavelmente será exibido antes das sessões de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’.

Agora, os diretores Joe e Anthony Russo, que retornam para mais um capítulo da expansiva saga do Universo Cinemático Marvel, compartilharam uma críptica imagem no Instagram.

Como podemos ver na postagem abaixo, a foto está totalmente borrada, lançando os internautas em uma espiral de teorias sobre o que ela pode significar. Na legenda, os cineastas escreveram: “#AvengersDoomsday”.

O que você acha que a imagem pode significar?

Confira:

O longa-metragem abordará o épico clímax da Guerra Multiversal e contará com o retorno de Robert Downey Jr., que surpreendentemente interpretará o icônico vilão Doutor Destino (Victor von Doom), em um papel inédito no MCU.

O filme é a primeira parte da conclusão da Saga do Multiverso e deve preparar o cenário para o evento final, ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027).

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Vaza suposta descrição do trailer de ‘Vingadores: Doomsday’ que traz o RETORNO de Steve e Peggy; Confira!

O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Evan Peters fala sobre possível RETORNO como Mercúrio em ‘Vingadores: Doomsday’

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Iman Vellani fala sobre aparição dos Campeões no MCU: “Nenhum de nós será jovem quando chegar a hora de fazerem isso”

No final de 2024, a Marvel Studios revelou que havia abandonado os planos de desenvolver um filme dos Jovens Vingadores. Em vez disso, o foco teria mudado para trazer os Campeões para o Disney+, com a equipe fazendo sua estreia oficial em dezembro com ‘Vingadores: Doutor Destino’.

Boa parte dos fãs concorda que o momento de reunir os Jovens Vingadores no Universo Cinemático Marvel passou, ainda mais considerando que os personagens que integram o grupo já estão muito velhos e que a Saga do Multiverso não apresentou qualquer foco ou desenvolvimento para que os heróis pudessem ter seu espaço para brilhar no MCU.

Além disso, após uma era de quantidade em detrimento da qualidade, um possível spin-off fracassado poderia prejudicar a franquia dos Vingadores – algo inaceitável considerando o sucesso financeiro e de crítica dos filmes anteriores.

Em entrevista ao Revenge Of, Iman Vellani, que interpreta Kamala Khan/Ms. Marvel no MCU, foi questionada sobre a recente série ‘Coração de Ferro’, revelando ser uma grande fã da personagem e comentando sobre o fato dela ser “muito subestimada, até mesmo nos quadrinhos”.

Pouco depois, a atriz comentou sobre os Campeões e os Jovens Vingadores, concordando que, quando e se um dos grupos ganhar espaço no panteão super-heroico, talvez os atores que os interpretem já não tenham mais a idade necessária para compor o time.

“Pessoalmente, sou mais fã dos Campeões do que dos Jovens Vingadores. Acho que essas histórias são muito mais relevantes. Mas também acho que nenhum de nós será jovem quando chegar a hora de fazerem isso”, ela contou.

Anteriormente, em entrevista ao portal ComicBookMovie, Vellani reforçou sua expectativa em ver Ms. Marvel novamente em ação nas telonas com ‘Vingadores: Doutor Destino’ e ‘Vingadores: Guerras Secretas’, compartilhando o sentimento dos fãs sobre a ausência de atualizações oficiais da Marvel Studios.

“Sim, eu também estou desesperada, então estamos no mesmo barco”, afirmou a atriz, enfatizando sua torcida pelo retorno da heroína.

A última aparição da personagem nos cinemas ocorreu na cena pós-créditos deAs Marvels (2023), na qual Kamala iniciava o recrutamento para o que parecia ser a formação dos Jovens Vingadores. Na época, especulava-se que o grupo seria liderado pela Ms. Marvel e contaria com nomes como Gaviã Arqueira, Coração de Ferro, Wiccano, Célere e Estatura, além de possíveis participações do Rapaz de Ferro e Kid Loki.

‘The Batman’: Ator de ‘Capitão América’ está sendo cotado como o Chapeleiro Louco

De acordo com o We Got This Covered, a Warner Bros está considerando Toby Jones como o vilão Chapeleiro Louco em ‘The Batman’.

A informação veio da mesma fonte que divulgou as negociações de Jonah Hill para o filme, antes de sua desistência.

Para quem não conhece, o Chapeleiro Louco é um cientista por trás da criação de dispositivos tecnológicos de controle mental para manipular suas vítimas. E Jones parece se encaixar perfeitamente no perfil.

Anteriormente, ele foi o intérprete de Arnim Zola em ‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘, além de dublar a versão artificial do personagem em ‘Capitão América: O Soldado Invernal’.

Até o momento, o elenco da adaptação conta com Robert Pattinson (Bruce Wayne), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), e Paul Dano (Charada). Jeffrey Wright está em negociações para interpretar o Comissário Gordon.

Dirigido por Matt Reeves, ‘The Batmantem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Cinemas podem permanecer fechados até meados de 2021, diz analista

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, o analista financeiro Doug Creutz, da Cowen Inc, disse que diversas salas de cinema podem permanecer fechadas até meados de 2021.

“Com a expansão do COVID-19 nos EUA, o impacto na indústria cinematográfica deve ser prolongado. Acredito que os cinemas vão permanecer fechados até meados de 2021, em parte porque os estúdios não acham inteligente lançar filmes enquanto as pessoas estão com medo de ir ao cinema.”

Creutz afirmou que é pouco provável que os filmes lançados em 2020 consigam acumular bilheterias significativas.

“Anteriormente, acreditávamos que a propagação do vírus seria controlada rapidamente com as medidas de isolamento social. Mas acho que essa crise ainda pode se estender até o ano que vem. Estamos vivendo uma situação muito complicada. Toda vez que a quarentena é flexibilizada, novos casos de infecção são relatados.”

O analista também ressaltou que diversos estados dos EUA estão sendo criticados por conta da reabertura de espaços que podem se tornar focos de contaminação.

“Parques, cinemas e bares não são lugares ideais para frequentarmos no atual momento. O mais sensato é obedecer as normas propostas pelas autoridades porque não adianta apressar o crescimento da economia no meio da pandemia. É preciso ser realista e aceitar que nada vai voltar ao normal enquanto não houver um meio de controlar a evolução da doença.”

Por falar nisso, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, anunciou que todas as salas de cinema do estado serão fechadas novamente para evitar a propagação do vírus.

Os cinemas do estado estavam abertos desde 12 de junho como um dos planos iniciais para a recuperação da economia da Califórnia, que vinha registrando queda no número de infectados.

No entanto, diversos novos casos foram registrados no primeiro mês de abertura do comércio.

Até o momento, a Califórnia já registrou 364.000 casos de COVID-19 que resultaram em quase 7.490 mortes em apenas quatro meses.

Além dos cinemas, também serão interditados teatros, restaurantes, locais de entretenimento familiar, zoológicos, museus, salas de jogos e bares.

Confira:

‘Harry Potter’: Matthew Lewis relembra comovente história sobre Alan Rickman

Durante sua participação no podcast Inside of You com Michael Rosembaum, Matthew Lewis compartilhou uma comovente história da época em que atuou na saga ‘Harry Potter’.

O intérprete de Neville Longbottom relembrou uma conversa que teve com Alan Rickman, intérprete de Severo Snape, em seu último dia de gravações.

O astro disse que aquela conversa foi muito importante para o futuro de sua carreira porque:

“Parte do elenco estava prestes a concluir a fotografia, era o meu último dia, então fui visitar o camarim de alguns colegas. Quando me encontrei com Alan, ele me disse: ‘Garoto, eu sei que é o seu último dia aqui e só queria dizer que foi incrível ter trabalhado com você por tanto tempo. Não conversamos muito, mas confesso que é porque eu ficava apavorado com o seu talento, você é incrível’.”

Ele continuou:

“Eu mal pude acreditar quando ele disse: ‘Obrigado por me permitir trabalhar com você por 10 anos e nunca gritar comigo ou tratar qualquer um de nós de forma diferente’. E me pediu para entrar, tomamos chá, conversamos sobre o futuro da minha carreira e ele me deu um monte de conselhos.”

Sem dúvida, essa é uma daquelas experiências que qualquer um guardaria com carinho para o resto da vida.

E parece que Lewis seguiu os conselhos de Rickman, pois construiu uma sólida carreira após o fim da franquia em 2011.

Entre seus principais trabalhos, Lewsi atuou no aclamado thriller de investigação ‘Wasteland‘ (2012), contracenou com em Emilia Clarke em ‘Como Eu Era Antes de Você‘ (2016) e atualmente compõe o elenco da série britânica ‘All Creatures Great and Small’.

Qual dos papéis dele é o seu preferido?

Confira a entrevista completa:

Falando em ‘Harry Potter‘, separamos aqui uma lista especial para saber quais são os melhores e piores filmes dessa cinessérie tão querida e que deixou vários fãs órfãos pelo mundo.

Não se esqueça de comentar e dizer qual o seu longa favorito.

8 – Harry Potter e a Ordem da Fênix (2007)

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Quinta parte da saga Harry Potter. Com o retorno de Lord Voldemort no final de “O Cálice de Fogo” as coisas tornam-se ainda mais complicadas para Potter (agora já adolescente) e Dumbledore, enquanto um autoritário burocrata tenta lentamente tomar o poder de Hogwarts.

7 – Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001)

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Resgatado da posse de seus negligentes tios, um garoto com poderes mágicos e com um grande segredo de infância vai parar na escola para magos Hogwarts, onde enfrentará muitos perigos e viverá várias aventuras. Primeiro de uma série destinada a vender muitos ingressos nos cinemas do mundo todo.

6 – Harry Potter e a Câmara Secreta (2002)

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Harry Potter, de volta à casa de seus maldosos tios adotivos, está passando as férias antes de seu segundo ano na escola de feiticeiros. Um elfo doméstico, Dobby, chega a seu encontro para alertá-lo a não voltar, pois correrá grandes perigos caso o fizer. Logicamente, o alerta de nada serve e logo Potter está de volta a Hogwarts, agora muito mais famoso e adorado do que antes. Porém, suas inimizades com alguns alunos e professores continuam. Não demora muito, e estranhas coisas começam a acontecer quando algumas pessoas começam a aparecer petrificadas na escola.

5 – Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2009)

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O sexto ano de Harry Potter na escola de magia de Hogwarts. O poder de Voldemort e seus seguidores está aumentando dia após dia. Ron procura por nomes familiares nas páginas do obituário do Profeta Diário. A Ordem da Fênix já sofreu algumas perdas. Os gêmeos Weasley ampliam seus negócios. Adolescentes lutam e se apaixonam. As aulas não têm sido fáceis, embora Harry receba ajuda de um misterioso príncipe.

4 – Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005)

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Mais um ano da vida de Harry Potter dentro da escola de magia Hogwarts. Mais velho, Harry deve agora participar de uma competição entre bruxos defendendo o local, além de impedir novamente os planos maléficos de Lord Voldemort. Com a chegada da adolescência, Harry começa a descobrir também os perigos do amor.

3 – Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 (2010)

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Nesta primeira parte que encerra a saga do bruxinho, Harry, Rony e Hermione abandonam a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts para buscar as Horcruxes – objetos que contêm pedaços da alma -, feitas por Voldemort, conforme indicado pelo diretor Alvo Dumbledore.

2 – Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2 (2011)

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O fim finalmente chegou. Depois de dez anos e oito filmes, é a hora de Harry Potter e os amigos confrontarem o terrível ditador Lord Voldemort, que fará uma incrível batalha entre bruxos pelo poder de Hogwarts, ao mesmo tempo em que tenta matar Potter. Tudo termina aqui.

1 – Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (2004)

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De volta à sua escola em Hogwarts, Potter se depara com uma ameaça junto de seus inseparáveis amigos Hermione e Rony: Sirius Black, um bruxo que traiu os pais de Potter, fugiu de Azkaban, uma prisão para bruxos que até então era infalível. Black estaria então à procura de Potter, a fim de exterminá-lo.

‘Os Monstros’: Rob Zombie compartilha imagem do elenco em comemoração ao Natal; Confira!

Em seu perfil do Instagram, o diretor Rob Zombie (‘Rejeitados pelo Diabo’) compartilhou uma imagem inédita da vindoura adaptação de ‘Os Monstros‘ em comemoração ao Natal.

Na publicação, o cineasta revelou o elenco caracterizado como os adorados personagens em volta de uma árvore de Natal e crânios espalhados pelo chão.

Na legenda, ele escreveu:

“De todos nós na 1313 Mockingbird Lane, desejamos a você um Natal assustador.”

Confira:

Anteriormente, Zombie divulgou uma nova imagem dos bastidores, destacando a mansão clássica.

Confira:

O elenco conta com Jeff Daniel Phillips (Herman Munster), Sheri Moon Zombie (Lily Munster), Richard Brake (Dr. Henry Augustus Wolfgang) e Daniel Roebuck (Grandpa Munster).

Para quem não conhece, a série original teve apenas duas temporadas, exibidas entre 1964 e 1966, totalizando 70 episódios.

A trama acompanha uma típica família trabalhadora de classe média dos subúrbios das grandes cidades, apesar da casa em que moravam se parecer com uma mansão gótica de estilo vitoriano.

O chefe da família é Herman, funcionário de uma funerária, e que possui a aparência clássica do monstro de Frankenstein, muito forte e de mentalidade um pouco lenta e infantil. Ele é casado com a vampira Lily, quem toma todas as dcisões no lar. Assim como ela, o vovô também é um vampiro e se veste como o Conde Drácula.

O filho deles se chama Eddie, um lobisomem mirim ainda na escola. E também há Marilyn, uma adolescente muito bonita que é sobrinha do casal, a única de aparência humana.

Quando ela trazia um pretendente para casa (o que acontecia com frequência), a aparência de Herman os fazia fugir. Ele e Marilyn achavam que isso acontecia por ser ela “muito feia”.

Em 1988, o programa foi renovado sob o título ‘A Família Monstro‘, devido à mudança de estúdio.

Exibida entre 1988 a 1991, a nova série teve 72 episódios e mostrava a rotina da família após ficarem adormecidos por 22 anos por causa de uma experiência malsucedida do vovô.

Obviamente, todo o elenco foi substituído.

‘Thunderbolts’: David Harbour comenta sobre o novo traje do Guardião Vermelho

David Harbour (‘Stranger Things’) estreou no MCU em ‘Viúva Negra‘, dando vida a Alexei Shostakov, o Guardião Vermelho, uma versão russa do Capitão América.

E o personagem estará de volta no filme dos ‘Thunderbolts‘, equipe formada pelos anti-heróis do MCU, como Yelena Belova, Soldado Invernal, Agente Americano, Treinadora e a Fantasma.

A primeira imagem oficial do grupo foi revelada durante a D23, mostrando o Guardião Vermelho com um novo traje.

Em entrevista para o site oficial da Marvel (via Comic Book), Harbour pareceu bastante empolgado com o visual atualizado.

“Na época, [de ‘Viúva Negra‘] me disseram que eu ainda iria voltar e com um novo traje. E eu não quero dizer aquela palavra que começa com ‘F’, mas estou muito empolgado com isso. Você assiste ao Capitão América e o vê em todos esses filmes diferentes, ostentando aquela estrela branca no peito. E eu estarei com uma estrela negra, o que eu achei f#d*.”

Harbour já disse anteriormente que é um grande fã do Guardião Vermelho e que está ansioso para ver mais dele nas telonas ou nas telinhas.

“Eu adoraria que houvesse mais do Guardião Vermelho, e eu adoraria que os fãs apoiassem essa campanha porque isso sempre gera influência“, disse ele à Variety. Eu amo o personagem, há tantas coisas que você pode fazer com ele. Há esse intervalo de 25 anos em que não sabemos quem ele era.

Ele continuou:

“O que acontece com ele depois de ‘Viúva Negra’? Por que ele não estava lutando contra Thanos? Espero que haja interesse em descobrir mais sobre ele.”

Confira a imagem dos Thunderbolts, registrada pelo nosso Renato Marafon:

Lembrando que Yelena Belova, personagem vivida por Florence Pugh (‘Midsommar’) será a líder da equipe.

Parte da formação dos ‘Thunderbolts‘ já havia sido revelada pelo jornalista Justin Kroll, do Deadline, que falou em primeira mão que Yelena Belova lideraria o grupo.

Jake Schreier‎‎ (Frank e o Robô) está definido como diretor, enquanto Eric Pearson (Viúva Negra) fica responsável pelo roteiro.

Thunderbolts concluirá a Fase 5 do MCU, com a estreia agendada para 26 de julho de 2024.

‘Ahsoka’: Imagem inédita mostra Sabine Wren com sua armadura mandaloriana; Confira!

A revista Empire divulgou uma imagem inédita da série ‘Ahsoka‘, mostrando a protagonista Rosario Dawson ao lado de Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo), que está vestida com sua icônica armadura mandaloriana modificada.

Para quem não a conhece, Wren é uma mandaloriana introduzida na animação ‘Star Wars: Rebels‘, e se junta à investida dos rebeldes contra as forças imperiais, tornando-se uma forte aliada e amiga de Ahsoka.

Confira a imagem:

Lembrando que a série estreia em 31 de agosto, na Disney+.

Recentemente, o criador da atração, DaveFiloni, conversou com o The Hollywood Reporter e foi questionado sobre suas expectativas pela estreia.

Em resposta, ele pareceu bastante animado com a sensação de ver sua criação ganhando sua própria série de TV.

No entanto, ele confessou que mantém uma dose de cautela em seu otimismo e prefere deixar os falarem por ele.

“Estou gostando muito dessa sensação. É algo que nunca pensei que faria, por mais que tenha feito todas essas coisas diferentes ao longo dos anos com a saga ‘Star Wars’. Escrever, dirigir e colaborar nesse tipo de coisa com tantas pessoas é apenas o topo da montanha para mim neste momento. Há muito trabalho a ser feito, mas tenho uma equipe incrivelmente talentosa ao meu redor para me apoiar. Portanto, estou cautelosamente otimista. Prefiro deixar os fãs falarem por mim, como sempre fazem.”

E aí, você está curioso para assistir ‘Ahsoka‘?

Mary Elizabeth Winstead, Eman Esfandi, Ivanna SakhnoRay Stevenson também fazem parte do elenco.

‘Godzilla e Kong: O Novo Império’: Revelada a trilha sonora do filme; Confira!

‘Godzilla e Kong: O Novo Império’ já está em exibição nos cinemas nacionais e agora a trilha sonora completa foi divulgada.

Ao todo, há 8 canções clássicas na trilha sonora, além das faixas produzidas por Junkie XL e Antonio Di Iorio, que já estão disponíveis no Spotify.

Confira:

‘Welcome To My World’ – Jim Reeves
‘I Got’Cha’ – Greenflow
‘Twilight Zone’ – Golden Earring
‘Hardwired’ – Jordan F
‘Turn Me Loose’ – Loverboy
‘I Was Made For Lovin’ You’ – Kiss
‘Day After Day’ – Badfinger
‘Samba Toff’ – Orlann Divo

Lembrando que o longa-metragem dividiu os críticos e conquistou 55% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira os principais comentários:

“Este é um filme de monstros para fãs de filmes de monstros e nada mais” – Observer.

Godzilla e Kong’ sabe que tipo de filme é e, apesar de tudo, oferece um espetáculo digno” – La Nación.

Godzilla e Kong: O Novo Império’ não é um filme ruim. Não é doloroso de assistir. Há boas ideias nele, juntamente com belos visuais. No entanto, é em grande parte esquecível e isso é uma decepção quando você reúne duas das maiores estrelas de todos os tempos, literalmente” – io9.com.

“Sem nenhum esforço realmente feito para se preocupar com alguém ou qualquer coisa que não seja Kong, as apostas de ‘Novo Império’ parecem inexistentes, e a coisa toda se torna uma chatice estrondosa” – The Playlist.

Godzilla x Kong: O Novo Império’ é um espetáculo cinematográfico emocionante e de tirar o fôlego” – Starburst.

De acordo com o Deadline, o filme deve arrecadar em torno de US$ 135 milhões em sua estreia global.

Nos EUA, projeções indicam que o longa deve abrir com US$ 50 milhões. Internacionalmente, a expectativa é que a produção arrecade em torno de US$ 80-85 milhões, através de 63 mercados.

Com o lançamento do novo filme, o Monsterverse da Legendary Pictures irá ultrapassar a marca dos US$ 2 bilhões em arrecadação global. Atualmente, a saga já soma US$ 1.94 bilhão mundialmente.

O site ainda afirma que o orçamento do novo longa ficou na casa dos US$ 135 milhões – valor considerável menor do que o gasto no capítulo anterior –, e que a Legendary fundou 75% do valor, enquanto a Warner Bros cobriu os outros 25%.

Godzilla e Kong: O Novo Império‘ vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas. 

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.

O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.

 

Johnny Depp RETORNA às telonas em filme que abrirá o Festival de Cannes

De acordo com a Variety, o ator Johnny Depp fará seu retorno às telonas com o novo drama histórico ‘Jeanne du Barry‘, dirigido por Maïwenn.

A produção conta a história de Luís XV, interpretado por Depp, e seu relacionamento tumultuado com sua amante, Madame du Barry, vivida pela própria diretora.

O filme terá sua estreia mundial na noite de abertura do 76º Festival de Cannes. O retorno de Depp aos filmes acontece após um hiato de três anos, decorrente de uma longa batalha legal com a ex-esposa Amber Heard, que culminou em um julgamento por difamação ganho por Depp em dezembro.

O rei Luís XV, apelidado de “o amado”, reinou na França por 59 anos, o período mais longo da história do país, depois de Luís XIV. Em ‘Jeanne du Barry‘, o monarca francês é retratado como um homem que se apaixona perdidamente por sua amante, mesmo sabendo que ela não pertence à nobreza, e que acabou sendo acusado de corrupção e impopularidade.

A produção francesa foi produzida pela Why Not Productions de Pascal Caucheteux e Gregoire Sorlat, que já trabalhou em projetos de destaque, como o aclamado ‘A Prophet‘. A distribuição do filme na França será realizada pela Le Pacte, no mesmo dia da estreia no Festival de Cannes.

A diretora Maïwenn já tem uma história de sucesso em Cannes, com seu filme ‘Polisse‘, que ganhou o Prêmio do Júri em 2011, e com ‘Meu Rei‘ em 2015, que rendeu o prêmio de Melhor Atriz a Emmanuelle Bercot. ‘Jeanne du Barry‘ é aguardado para competir na seleção oficial do festival.

O 76º Festival de Cannes irá divulgar sua seleção oficial no dia 13 de abril, mas já confirmou dois filmes americanos de grande expectativa: ‘Killers of the Flower Moon‘ de Martin Scorsese e ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘ da Disney.

O cineasta Ruben Östlund, vencedor de duas Palmas de Ouro por ‘The Square: A Arte da Discórdiae ‘Triângulo da Tristeza‘, presidirá o júri.

‘Five Nights at Freddy’s’ vai ganhar sequência? Diretora responde!

Com sua estreia nos cinemas, ‘Five Nights At Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim‘ tem se destacado como um sucesso de público, deixando os fãs da franquia ansiosos por mais.

O filme, baseado no popular jogo de videogame, atraiu espectadores e agora estão se perguntando se haverá uma sequência para continuar a história dos animatrônicos assustadores.

Em uma recente entrevista à Variety, a diretora Emma Tammi comentou sobre a possibilidade de uma continuação.

“Estou muito animada para continuar fazendo mais filmes neste universo”, disse Tammi. No entanto, ela também acrescentou que a decisão final dependerá do desempenho nas bilheteiras.

“Vamos ver como as coisas vão neste fim de semana. Estamos definitivamente animados para continuar fazendo mais filmes neste universo, se tivermos a sorte de fazer isso”, afirmou Tammi, deixando os fãs na expectativa.

Através do Twitter, o Portal Box Office divulgou que a adaptação da famosa franquia de jogos recebeu nota A- no CinemaScore.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F‘.

Confira a publicação:

Além disso, o longa superou todas as expectativas e deve arrecadar sólidos US$ 68 milhões em sua estreia nas bilheterias dos EUA.

De acordo com o Deadline, o novo terror da Blumhouse arrecadou US$ 34 milhões na sexta-feira (27) – um resultado sólido se considerarmos que o filme foi lançado simultaneamente no Peacock.

Para termos de comparação, os números superam a estreia de ‘Halloween Kills‘ (US$49.4M) e ‘Halloween Ends‘ (US$40M), que também contaram com lançamentos híbridos na plataforma de streaming.

Com o sucesso, o longa deve quebrar os seguintes recordes:

  • Maior abertura doméstica do ano para um filme de terror, superando ‘Pânico VI‘ (US$44.4M);
  • Terceira maior estreia da história do cinema para uma adaptação de videogame, atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ (US$146.3M) e ‘Sonic 2‘ (US$72M);
  • Segunda maior abertura para uma produção da Blumhouse, atrás apenas do reboot de ‘Halloween‘ (US$76.2M);
  • Maior abertura da história no final de semana de Halloween, superando ‘O Gato de Botas‘ (US$34M);
  • É o 19º filme da Blumhouse a alcançar o topo das bilheterias norte-americanas;
  • Segunda maior abertura da história para um filme lançado simultaneamente em streaming, atrás apenas de ‘Viúva Negra‘ (US$80M);

Emma Tammi (‘Terra Assombrada’) fica responsável pela direção, além de também assinar o roteiro ao lado de Scott Cawthon Seth Cuddeback.

“Enquanto passa sua primeira noite no trabalho, um problemático guarda de segurança da Pizzaria Freddy Fazbear logo percebe que não será uma tarefa fácil sobreviver ao seu primeiro turno.”

O elenco contará com Josh Hutcherson (‘Jogos Vorazes’), Matthew Lillard (‘Pânico’), Elizabeth Lail (‘VOCÊ’), Kat Conner Sterling (‘The Gifted’) e Mary Stuart Masterson (‘Ponto Cego’).

Seth Grahame-Smith está atado como produtor original ao lado do criador de Cawthon, prometendo entregar um “filme adorável, insano e aterrorizante”.

Criado em 2014, ‘Five Nights at Freddy’s’ rendeu uma série de jogos de terror produzidos pela Cawthorn, para PC e celulares. Os games colocam o jogador na posição de um guarda de segurança do turno noturno em um restaurante de diversão para família, com assustadores mascotes robóticos que ganham vida à noite. O game já rendeu quatro sequências, além de livros.

‘Five Nights at Freddy’s’ carrega até hoje o recorde do Guinness World de mais continuações lançadas em um mesmo ano.

Crazy Frog invade música-tema de ‘Um Tira da Pesada 4’ em novo vídeo da Netflix!

crazy frog tira pesada
crazy frog tira pesada

Um Tira da Pesada 4: Axel Foley’ já está disponível na Netflix! Para celebrar a chegada do filme, a plataforma liberou um vídeo pra lá de nostálgico e divertido, com o icônico Crazy Frog dos anos 2000 comandando as pick-ups e embalando as melhores batidas eletrônicas enquanto cenas do filme são mostradas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O detetive Axel Foley (Murphy) está de volta a Beverly Hills. Depois que a vida de sua filha (Taylour Paige) é ameaçada, Foley e ela se unem a um novo parceiro (Joseph Gordon-Levitt) e aos antigos companheiros Billy Rosewood (Judge Reinhold) e John Taggart (John Ashton) para acabar com uma conspiração.

Mark Molloy‎‎ é o responsável pela direção. Trata-se de um recém-chegado em Hollywood, tendo recebido muitos elogios no circuito comercial especificamente com comerciais da Apple.

Adil El Arbi e Bilall Fallah seriam responsáveis pela direção, mas precisaram abrir mão devido ao compromisso com a pós-produção de ‎‎Batgirl. O filme da DC acabou sendo cancelado.

Lembrando que o acordo entre Netflix e Paramount Pictures prevê a produção de Um Tira da Pesada 5′ caso esse quarto filme seja bem-sucedido.

Originalmente, a Paramount lançou a franquia em 1984, com o primeiro filme dirigido por Martin Brest, que deu lugar a Tony Scott na sequência de 1987. Em 1994, John Landis assumiu o cargo, marcando o encerramento da trilogia.

Ao total, a trilogia rendeu US$ 712 milhões arrecadou pelo mundo.

‘Mickey 17’: Bong Joon Ho responde aos rumores de que VILÃO foi INSPIRADO em Donald Trump

O cineasta Bong Joon Ho se manifestou recentemente sobre os rumores de que o político egomaníaco Kenneth Marshall, de ‘Mickey 17’, interpretado por Mark Ruffalo, teria sido inspirado no Presidente dos EUA, Donald Trump.

Segundo o Deadline, o diretor explicou que o personagem foi inspirado por “uma mistura de muitos políticos diferentes” e “ditadores que vimos ao longo da história”.

“Quando mostramos o filme em Berlim e conversamos com pessoas de muitos países diferentes, parecia que as pessoas estavam projetando o líder político mais estressante no personagem de Marshall”, disse Bong.

O diretor também destacou o papel do personagem de Toni Collette, Gwen (esposa de Marshall), na história.

“Eles se movem como um casal”, disse Bong. “Para mim, isso foi bastante importante. Então, pense no casal Ceaușescu da Romênia e no casal Marcos das Filipinas. Sempre é muito estranho quando ditadores se movem como casais. Isso os torna ainda mais ridículos e mais aterrorizantes. E é o verdadeiro amor que [os personagens] têm”.

Recentemente, Mark Ruffalo também abordou as comparações com Trump.

“Eu interpreto um ditador mesquinho. Na época, filmamos isso há três anos, e eu pensei que fosse exagerado. E agora, percebo que foi totalmente subestimado. Quero dizer, eu fiz um documentário”, afirmou o ator.

Crítica | ‘Mickey 17’ traz o melhor de Robert Pattinson e de Bong Joon-ho às telonas

Na trama, Mickey (Robert Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.

O elenco também conta com Steven Yeun, Mark Ruffalo e Toni Collette.

Diretor dos filmes de ‘Harry Potter’ questiona semelhanças entre nova série com os filmes originais

Chris Columbus, diretor dos dois primeiros filmes da saga Harry Potter, comentou recentemente sobre a nova série da franquia, atualmente em produção pela Warner Bros./HBO. Ao ver imagens de bastidores do set, o cineasta ficou surpreso com o visual do personagem Hagrid, interpretado na série por Nick Frost.

Segundo o Deadline, Columbus disse: “Estou vendo essas fotografias… e ele está usando exatamente o mesmo traje que nós desenhamos para o Hagrid. Parte de mim pensou: ‘Qual é o sentido disso?’ Achei que tudo seria diferente, mas parece mais do mesmo. Vai ser tudo igual”.

Apesar da crítica, o diretor também se mostrou lisonjeado com a homenagem visual: “É muito lisonjeiro, porque é exatamente o figurino que criamos para o Hagrid. Então, parte de mim está empolgada para ver o que farão com isso. Mas, ao mesmo tempo, parece um déjà vu”.

Columbus reforçou que não sente inveja da nova produção e que vê seu trabalho na franquia como concluído: “Inveja? Não. Já fiz minha parte. Tenho muito orgulho dos três filmes dos quais participei e agora estou seguindo em frente”.

Harry potter série 3

O elenco também conta com:

  • John Lithgow como Alvo Dumbledore
  • Janet McTeer como Minerva McGonagall
  • Paapa Essiedu como Severo Snape
  • Luke Thallon como Profº Quirrell
  • Paul Whitehouse como Argus Filch
  • Lox Pratt como Draco Malfoy
  • Johnny Flynn como Lúcio Malfoy
  • Katherine Parkinson como Molly Weasley
  • Rory Wilmot como Neville Longbottom
  • Louise Brealey como Madame Rolanda Hooch
  • Anton Lesser como Garrick Olivaras
  • Bel Powley como Petúnia Dursley
  • Daniel Rigby como Válter Dursley
  • Amos Kitson como Duda Dursley
  • Nick Frost como Rúbeo Hagrid
  • Gracie Cochrane como Gina Weasley
  • Katherine Parkinson como Molly Weasley
  • Tristan Harland como Fred Weasley
  • Gabriel Harland como George Weasley
  • Ruari Spooner como Percy Weasley.

Francesca Gardiner entra como roteirista e showrunner.

Sem data de estreia, a primeira e a segunda temporadas devem contar com seis episódios cada, segundo informações recentes.

J.K. Rowling, autora da saga de romances original, assume a cadeira de produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.