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‘Crystal Lake’: Filmagens da série baseada em ‘Sexta-Feira 13’ já foram iniciadas!

Através do seu Instagram, o showrunner Brad Caleb Kane (‘IT: Bem-Vindos à Derry’) revelou que as filmagens da série ‘Crystal Lake‘, que servirá como pré-sequência da franquia ‘Sexta-Feira 13‘, já começaram.

“Primeiro dia de filmagem. É real, pessoal,” declarou.

Confira a imagem dos bastidores:

Linda Cardellini (‘Scooby-Doo’) interpretará a Pamela Voorhees.

William Catlett (‘A Thousand and One’), Cameron Scoggins (‘Nashville’), Devin Kessler (‘Godfather of Harlem’) e a novata Gwendolyn Sundstrom completam o elenco.

Brad Caleb Kane (‘Bem-Vindos a Derry’) será o showrunner da atração.

Recentemente, ele confirmou que a história do seriado já foi definida, e os roteiros estão em processo de desenvolvimento: “Feliz sexta-feira 13 (para aqueles que celebram!). Gostaria de poder dizer algo mais substancial, mas posso contar que já definimos qual será a história, os roteiros estão sendo escritos e o objetivo é entregar aos fãs uma série tensa, assustadora, sangue e satisfatória, que faça valer a pena a espera. Mais notícias serão compartilhadas no próximo ano.”

Michael Lennox (‘Derry Girls’), Celine Held & Logan George (‘O Segredo do Caddo Lake’) e Quyen Tran (‘The Pitt’) serão responsáveis pela direção.

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Os direitos da franquia estavam divididos e impossibilitados de serem adaptados, sobretudo quando mudou da Paramount Pictures para a New Line Cinema. Isso impediu a realização de qualquer projeto nos cinemas ou TV.

A dupla Sean S. Cunningham e Victor Miller, diretor e roteirista do filme original, respectivamente, estavam envolvidos nessa situação. Em maio, Miller saiu vitorioso na batalha judicial, onde recebeu controle sobre os personagens originais.

O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso de crítica, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.

Rebel Wilson revela que sofreu GRAVE ACIDENTE durante as filmagens de ‘Bride Hard’: “Entrei em Pânico”

A atriz Rebel Wilson revelou recentemente que sofreu um ferimento grave durante as filmagens de seu novo filme, Bride Hard, após um erro na coreografia de uma cena de luta.

“Em uma cena de luta, uma arma acabou batendo no meu rosto por acidente”, contou Wilson, conforme à Variety. “Foi um acidente bizarro e meu nariz foi cortado. Tive que sair do set. E justamente na minha última noite de gravação. Pensei: ‘Quão azarada eu posso ser?'”.

Segundo a atriz, o incidente ocorreu durante a última sequência de luta do cronograma, e causou um sangramento intenso.

“Eu entrei em pânico”, relatou. “Chamaram uma ambulância e precisaram acionar um cirurgião plástico, porque, se não fizessem isso, eu teria ficado permanentemente desfigurada. Então o cirurgião veio, fez todos os pontos e, hoje, você nem percebe — de verdade, não dá pra ver”.

Confira:

Na trama, Wilson interpreta Sam, uma agente secreta cuja missão mais difícil até o momento é agradar sua melhor amiga que está prestes a casar em uma luxuosa festa feita em um extravagante destino. Mas quando uma equipe de mercenários invade a cerimônia e faz os convidados de reféns, Sam é jogada em uma luta diferente de todas as anteriores — uma em que ela não pode arriscar revelar seu disfarce e muito menos arruinar o grande dia. Enquanto ela enfrenta os bandidos em uma batalha de alto risco, disfarçada em looks de contos de fadas, ela perceberá que a ameaça real pode estar mais perto do que imaginava. 

O elenco ainda conta com Anna Chlumsky (‘Inventando Anna‘, ‘Veep‘), Da’Vine Joy Randolph (vencedora do Oscar por ‘Os Rejeitados‘), Gigi Zumbado (‘Heart Eyes‘), Stephen Dorff (‘True Detective‘, ‘The Righteous Gemstones‘) e Justin Hartley (‘Tracker‘, ‘This is Us).

Simon West (‘Os Mercenários 2’, ‘Con Air: A Rota da Fuga‘) assina a direção do longa.

Bride Hard‘ ainda não possui data de estreia no Brasil.

Remake do terror ‘Witchboard: Espírito Assassino’ será para MAIORES por “violência extrema”

O terror ‘Witchboard‘, remake do clássico ‘Espírito Assassino‘, recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência extrema, cenas sangrentas, gore, linguagem, conteúdo com drogas, cenas sexuais e breve nudez”.

Na trama, um grupo de amigos brinca com um tabuleiro Ouija em uma festa noturna e liberta um espírito demoníaco que começa a caçá-los.

A nova versão estreará nos cinemas norte-americanos no dia 15 de agosto.

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Chuck Russell (‘A Bolha Assassina’, ‘O Máskara’) é responsável pela direção.

Emily (Madison Iseman) e seu noivo Christian (Aaron Dominguez) descobrem um misterioso artefato wiccaniano, um pêndulo, enquanto se preparam para abrir um bistrô em um Bairro Francês de Nova Orleans. Uma escuridão descende sobre Emily quando ela fica obcecada com o poder de adivinhação do tabuleiro e a habilidade de invocar espíritos. Desesperado para ajudar sua noiva, Christian busca o conselho do especialista em ocultismo Alexander Babiaste (Jamie Campbell Bower). Mas Babiaste tem seus próprios segredos, incluindo uma conexão com um coven moderno de bruxas. Logo, um jogo perigoso começa quando cada balanço do pêndulo coloca a alma de Emily em risco.

Antonia Desplat (‘Operação Final’) e Charlie Tahan (‘Ozark’) completam o elenco.

Russell e Greg McKay escreveram o roteiro e estão produzindo com Kade Vu e Bernie Gewissler, em uma produção da A-Nation Media.

‘Deliver Me From Nowhere’: Bruce Springsteen aprova trabalho de Jeremy Allen White em cinebiografia

O lendário cantor Bruce Springsteen elogiou o trabalho de Jeremy Allen White na cinebiografia Deliver Me From Nowhere, dando seu aval para o ator interpretá-lo no novo longa.

Segundo o Deadline, Springsteen explicou que, embora tenha visitado o set de filmagens ocasionalmente, evitou comparecer em dias em que as cenas se tornavam pessoais demais.

“Bom, em algumas dessas cenas eu não estava presente. Se havia uma cena que era muito profundamente pessoal, eu queria que os atores se sentissem completamente livres, e não queria atrapalhar, então simplesmente ficava em casa”, afirmou.

Springsteen acrescenta que, se o diretor Scott Cooper precisasse de sua presença no set, ele faria o possível para estar lá. “Mas eu estava em turnê no Canadá durante o primeiro mês de filmagens, então estive bastante ausente e ocupado na estrada nesse período”, explicou.

Springsteen chegou a ser fotografado no set. Sobre como foi ver a si mesmo sendo retratado por um ator, ele respondeu:

“Tenho certeza de que é muito pior para o ator do que para mim”, disse. Jeremy Allen White foi muito, muito tolerante comigo nos dias em que apareci no set. Eu disse a ele: ‘Olha, se eu estiver atrapalhando, me dá um olhar e eu volto pra casa.’ Então, nos dias em que estive lá, ele foi extremamente gentil. E foi divertido. Foi prazeroso”.

Springsteen continua: “Quer dizer, tem algo incomum nisso, porque o filme retrata, de certa forma, alguns dos dias mais dolorosos da minha vida. Mas foi um grande projeto, e tanto Jeremy Allen White quanto Jeremy Strong [que interpreta o empresário Jon Landau] foram fantásticos, maravilhosos no filme, assim como todos os outros atores. Stephen Graham interpreta meu pai, e está incrível. Todo mundo envolvido no filme foi excelente”.

O filme tem estreia marcada para 24 de outubro nos cinemas, com distribuição da 20th Century Studios.

Dirigido e roteirizado por Scott Cooper (‘Tudo Pelo Poder‘, ‘Coração Louco‘), o filme mergulha no processo criativo por trás de Nebraska, álbum sombrio e introspectivo lançado por Springsteen em 1982 — considerado um dos trabalhos mais aclamados de sua carreira.

Jeremy Strong interpreta Jon Landau, o empresário que desempenhou um papel fundamental na carreira do músico, Paul Walter Hauser vive o técnico de guitarra de longa data, Mike Batlan. 

O elenco ainda conta com nomes como Stephen Graham, Odessa Young, Paul Walter Hauser, Gaby Hoffmann, Johnny Cannizzaro, Harrison Gilbertson, Marc Maron, David Krumholtz e Chris Jaymes.

Baseado no livro homônimo de 2023 escrito por Warren Zanes, ‘Deliver Me From Nowhere‘ tem produção assinada por Cooper, Zanes e Scott Stuber, ao lado de Ellen Goldsmith-Vein e Eric Robinson, da Gotham Group.

O próprio Bruce Springsteen e seu empresário Jon Landau participaram do desenvolvimento do longa.

Bruce Frederick Joseph Springsteen, nascido em 1949, é um cantor, compositor, violonista e guitarrista norte-americano. Ao longo de sua carreira, iniciada em 1969, Springsteen acumulou diversos prêmios importantes, incluindo 20 Grammys, 4 American Music Awards e um Oscar, além de ter vendido mais de 120 milhões de discos.

‘Pantera Negra 3’: Damson Idris comenta rumores sobre viver herói em novo longa

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O ator Damson Idris abordou recentemente os rumores de que ele poderia estrelar o novoPantera Negra, no terceiro longa da sequência, revelando se já foi questionado pelo estúdio sobre um papel.

Segundo o Deadline, ao ser questionado por Craig Melvin, do programa Today, se o silêncio indicava um “sim”, Idris provocou: “Também pode significar não”.

No entanto, ao ser perguntado se aceitaria o papel caso fosse oferecido, Idris respondeu de forma definitiva: “Sim”.

Chadwick Boseman foi o primeiro a interpretar T’Challa, aparecendo pela primeira vez em ‘Capitão América: Guerra Civil’ (2016), seguido do longa solo Pantera Negra em 2018. O ator voltou ao papel do super-herói em Vingadores: Guerra Infinita’ (2018) e Vingadores: Ultimato’ (2019).

Boseman foi diagnosticado com câncer de cólon em estágio III em 2016 e faleceu em agosto de 2020.Pantera Negra: Wakanda Para Sempre foi lançado em 2022 e dedicado à sua memória. O filme seguiu a história após a morte de T’Challa, com Shuri, interpretada por Letitia Wright, assumindo o manto daPantera Negra.

Em novembro de 2024, Denzel Washington deixou escapar que está sendo considerado para um papel no terceiro filme do Pantera Negra. Durante uma entrevista na Austrália, ele disse que Coogler estava “escrevendo um papel para mim”, informação que o diretor confirmou posteriormente.

Pantera Negra 3’ está atualmente em desenvolvimento, mas ainda não tem uma data oficial no calendário de lançamentos da Marvel.

Pantera Negra‘ e ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estão disponíveis no catálogo do Disney+.

‘Gaza: Doctors Under Attack’: BBC CANCELA documentário sobre conflito entre Israel e o Hamas

Gaza: Doctors Under Attack

A BBC decidiu, pela segunda vez este ano, cancelar a exibição do documentário ‘Gaza: Doctors Under Attack’ (Gaza: Médicos Sob Ataque), que abordaria o conflito entre Israel e o Hamas.

De acordo com o Deadline, a BBC havia aprovado a produção da Basement Films, empresa liderada pelo ex-editor do Channel 4 News, Ben de Pear, no ano passado.

O objetivo do filme era destacar a situação dos profissionais de saúde em Gaza, mas a produção foi interrompida em abril, após um escândalo envolvendo ‘Gaza: How to Survive a Warzone’ (Gaza: Como Sobreviver a uma Zona de Guerra), documentário da HOYO Films narrado pelo filho de um ministro do Hamas. Este documentário anterior está sob investigação, com Peter Johnston, diretor de queixas editoriais e revisões da BBC, examinando as falhas que permitiram sua exibição.

Agora, a BBC afirmou que não exibirá ‘Doctors Under Attack’ nem utilizará seu conteúdo em boletins de notícias, após discussões com a Basement Films “chegarem ao fim” na quinta-feira, 19 de junho de 2025.

Em um extenso comunicado, a BBC declarou:

“Chegamos à conclusão de que exibir esse material arriscaria criar uma percepção de parcialidade que não atenderia aos altos padrões que o público corretamente espera da BBC. A imparcialidade é um princípio central do BBC News. É uma das razões pelas quais somos a emissora mais confiável do mundo. Portanto, estamos transferindo a propriedade do material filmado para a Basement Films”, afirmou.

A emissora continuou: “Agradecemos aos médicos e colaboradores, e lamentamos não poder contar suas histórias. A BBC continuará cobrindo os eventos em Gaza com imparcialidade”.

Por sua vez, a Basement Films afirmou que a BBC havia aprovado o documentário para exibição, considerando-o um “trabalho essencial de jornalismo de serviço público”.

“Nos deram nada menos que seis datas diferentes para o lançamento, e ele passou por um longo e repetido processo de conformidade, além de uma rigorosa checagem de fatos”, declarou a produtora. “Depois pediram desculpas, mudaram de posição e disseram que a exibição dependeria das recomendações do relatório Johnston”.

A produtora acrescentou: “Estamos aliviados que a BBC finalmente permitirá o lançamento deste filme”.

Ainda não está claro o que levou ao rompimento nas conversas entre a BBC e a Basement. No entanto, Ben de Pear criticou pessoalmente o diretor-geral da BBC, Tim Davie, publicamente no Sheffield DocFest, na quinta-feira, 19 de junho de 2025.

Ele afirmou que Davie é “apenas um homem de relações públicas” que interfere em decisões editoriais e está liderando uma organização que “falha” em seu dever de relatar adequadamente a crise em Gaza.

“Algo precisa mudar, porque estão tomando decisões com base em defesa de imagem, e não em fundamentos jornalísticos. Se você decide com base jornalística, pode se defender. Mas se decide com base em relações públicas, não pode”, disse De Pear.

A BBC disse que passou semanas tentando, junto com De Pear, dar voz aos médicos de Gaza. “Nosso objetivo era encontrar uma maneira de transmitir parte do material em nossos programas jornalísticos, dentro dos padrões de imparcialidade, antes da publicação da revisão sobre How to Survive a Warzone”, afirmou.

A emissora acrescentou: “Ao contrário do que alguns relatos indicam, desde que pausamos a produção de Gaza: Doctors Under Attack em abril, o documentário não passou pelos processos finais de aprovação pré-exibição da BBC”.

A cobertura da BBC sobre a crise em Gaza tem provocado fortes reações de ambos os lados do conflito, com ‘How to Survive a Warzone’ ilustrando o quão sensível é o debate. A comunidade judaica britânica ficou indignada com o fato de a BBC ter exibido um filme narrado por um garoto com ligações com o Hamas, conexões essas não reveladas aos espectadores.

Outros argumentam que a decisão da BBC de cancelar ‘How to Survive a Warzone’ foi um ato de “censura” que favorece a agenda de Israel.

Marvel Studios surpreende e agenda QUATRO filmes para 2028

A Disney anunciou nesta quarta-feira que a Marvel Studios está programada para lançar um filme sem título em 15 de dezembro de 2028. Este seria o quarto longa-metragem do estúdio previsto para aquele ano, somando-se aos filmes já anunciados para fevereiro, maio e novembro de 2028, conforme noticiado pela Variety.

Caso os quatro filmes realmente cheguem às telonas nessas datas, será um movimento inesperado da Marvel. Isso porque o CEO da Disney, Bob Iger, admitiu publicamente que o estúdio “perdeu um pouco do foco ao produzir conteúdo em excesso”.

“Todos sabemos que, no nosso entusiasmo em abastecer a plataforma de streaming com mais conteúdo, recorremos a todos os nossos motores criativos, incluindo a Marvel, e os fizemos produzir muito mais”, disse Iger durante uma conferência com investidores em maio. “Com o tempo, aprendemos que quantidade não significa qualidade. E, francamente, todos nós admitimos que perdemos um pouco o foco. Ao consolidar e fazer a Marvel se concentrar mais em seus filmes, acreditamos que isso resultará em melhor qualidade”.

Todavia, ainda é incerto se a Marvel realmente lançará quatro filmes em 2028. A Disney tem histórico de manter datas de lançamento no calendário mesmo quando não há garantias de que os filmes conseguirão ser finalizados a tempo, apenas para manter o espaço livre para outros projetos do estúdio.

O Futuro do MCU nos Cinemas:

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: 25 de julho de 2025

  • 2026:

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ (co-produção com a Sony): 30 de julho de 2026

‘Vingadores: Apocalipse’: 18 de dezembro de 2026

  • 2027:

Filme sem título – julho

Vingadores: Guerras Secretas’: 17 de dezembro de 2027 (Este filme vai encerrar a Saga do Multiverso).

Em 2028, embora nenhum filme ainda tenha sido confirmado para o ano que aparentemente terá quatro lançamentos, diversos projetos estão em andamento e podem preencher essas datas.

Entre eles, destacam-se:

Sam Rockwell comenta possível retorno ao UCM em ‘Armor Wars’ como Justin Hammer

sam rockwell homem de ferro

O ator Sam Rockwell, que segundo rumores deve retornar ao Universo Cinematográfico Marvel (UCM) como o vilão Justin Hammer no aguardado filme Armor Wars, compartilhou uma atualização sobre o projeto.

Segundo o ComicBook, Rockwell relembrou sua experiência no UCM e comentou os rumores sobre o possível retorno de Hammer, que circulam há anos.

“Houve conversas sobre uma série”, disse Rockwell. “Acho que a ideia de um filme seria empolgante… pode ter algo aí. Não sei o que você consegue tirar daquele cara. Ele é basicamente o Lex Luthor. É o Lex Luthor do Gene Hackman. É o mesmo personagem, na real. Um recurso cômico, na maior parte do tempo. Mas, como ele está preso, pode ficar esquisito”.

Armor Wars, que terá Don Cheadle como James “Rhodey” Rhodes, é um dos projetos da Marvel que está em segundo plano há algum tempo. Inicialmente anunciado como uma série para o Disney+, o projeto acabou sendo transformado em um longa-metragem.

O roteirista Yassir Lester explicou anteriormente que a mudança foi motivada pelo compromisso da Marvel em contar a melhor história possível, e um filme foi considerado o formato mais eficaz para dar continuidade ao arco de Rhodey no UCM.

No início deste ano, o produtor Nate Moore deu uma atualização não muito animadora: o desenvolvimento deArmor Wars desacelerou enquanto o estúdio trabalha na estrutura narrativa. Embora ele não tenha dito que o projeto foi cancelado, ficou claro que o filme não é uma prioridade no momento. O próprio Don Cheadle comentou que sabe tanto quanto os fãs neste ponto.

A trama deArmor Wars deve ser inspirada nos quadrinhos homônimos, nos quais a tecnologia de Tony Stark cai nas mãos erradas, e Rhodes é encarregado de investigar quem foram os responsáveis pelo roubo.

‘The Batman: Parte 2’: James Gunn sai em defesa de Matt Reeves; “Ele não te deve nada”

Batman em traje completo ao entardecer
batman

‘The Batman: Parte II’, a tão aguardada sequência do aclamado filme de Matt Reeves, está demorando mais do que os fãs esperavam, com três anos já passados desde seu anúncio. Agora, James Gunn, CEO do DCU, saiu em defesa do cineasta.

Recentemente, Gunn desmentiu rumores de que o primeiro rascunho do roteiro seria entregue até o Memorial Day (feriado norte-americano) e revelou à Entertainment Weekly que deve receber o roteiro ainda este mês:

“Espero que isso aconteça. Estamos muito animados. O Matt está animado”, disse Gunn. “Falo com ele o tempo todo. Estamos ansiosos para ler, mas ainda não lemos nada”.

Gunn também defendeu o ritmo de trabalho de Reeves:

“As pessoas deviam parar de encher o saco do Matt. Deixem o cara escrever no tempo que ele precisa. É simples assim. Ele não te deve nada só porque você gostou do filme anterior. Você gostou do filme por causa dele. Então deixe ele trabalhar do jeito dele”, afirmou.

Vale ressaltar que, segundo o ComicBook, Gunn explicou que o único motivo dos atrasos é a ausência de um roteiro finalizado:

“O único motivo do atraso é que ainda não há um roteiro completo (quem me segue aqui provavelmente já sabe disso)”, afirmou Gunn. Ele acrescentou que Reeves “está comprometido em fazer o melhor filme possível, e ninguém pode prever exatamente quanto tempo levará para escrever um bom roteiro. Depois que ele estiver pronto, grandes produções levam cerca de dois anos entre pré-produção, filmagens e pós”.

Inicialmente, a Warner Bros. marcou a estreia de ‘The Batman 2’ para 3 de outubro de 2025, três anos e meio após o primeiro longa. Porém, o filme foi adiado em um ano para 2 de outubro de 2026 e, em dezembro passado, sofreu novo adiamento para 1º de outubro de 2027.

Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.

‘Unrecorded Night’: Produtora descreve último roteiro de David Lynch como “provavelmente a melhor coisa que ele já fez”

A produtora Sabrina Sutherland, colaboradora de longa data de David Lynch, fez revelações recentes sobre o último trabalho do aclamado cineasta. Ela descreveu ‘Unrecorded Night’ como “provavelmente a melhor coisa que ele já fez”.

De acordo com o Deadline, Sutherland afirmou que o longa seria a culminação das obras de Lynch.

“Vou dizer isso: provavelmente foi a melhor coisa que ele já fez. Foi a culminação de muitas coisas. Trabalhamos nisso por mais de dois anos escrevendo, e ainda estávamos escrevendo até o momento em que ele faleceu”, disse ela.

A produtora ainda revelou detalhes sobre o projeto: “Estávamos nos preparando para voltar à Netflix porque ele havia reimaginado algumas partes, e a série tinha se transformado em algo ainda melhor do que era. Espero que, um dia, as pessoas possam vivenciar isso de alguma forma”.

No mês passado, Jennifer Lynch, filha do cineasta, mencionou que a família está considerando lançar o roteiro de ‘Unrecorded Night’.

“Nenhum de nós tentou fazer a série no lugar dele”, disse Jennifer. “Estamos considerando oferecer isso como uma obra escrita, para que as pessoas possam conhecer suas ideias. Seria muito triste se o público nunca tivesse acesso a isso”.

david lynch

David Lynch faleceu aos 78 anos no dia 16 de janeiro. Ele deixou dois filhos e duas filhas.

Segundo o TMZ, o cineasta morreu de uma parada cardíaca decorrente de uma doença de obstrução pulmonar.

Ele lutava há anos contra um enfisema.

Através de sua memorável carreira, Lynch utilizou suas obras para mesclar elementos de terror, filmes noir e surrealismo para construir narrativas que ficariam marcadas no imaginário popular – e que angariariam uma legião de fãs que se estende até os dias de hoje.

Lynch, também conhecido por seu trabalho como roteirista, produtor, artista visual e músico (além de ter se aventurado na atuação), começou sua carreira em 1977 com o clássico ‘Eraserhead’.

Desde então, encabeçou obras como ‘Twin Peaks’, considerada uma das melhores séries de todos os tempos, além de ‘Cidade dos Sonhos’‘Veludo Azul’‘O Homem Elefante’ e vários outros.

Crítica | ‘Titan: O Desastre da OceanGate’ – Documentário na NETFLIX mostra as facetas de uma tragédia anunciada!

Os detalhes da catástrofe. Chega à Netflix um documentário que reconstrói, com rigorosa pesquisa e depoimentos impactantes, todo o contexto que levou a um dos desastres marítimos mais trágicos dos últimos tempos. Dirigido por Mark Monroe, Titan: O Desastre da OceanGate organiza seus achados investigativos em uma linha temporal precisa, trazendo reflexões profundas e múltiplos pontos de vista sobre o ocorrido.

Um chefe narcisista que não admitia ser questionado. Assim é definido Stockton Rush, um empresário norte-americano fundador e diretor executivo da OceanGate, grande foco de reflexões desse documentário que logo alcançou o Top 10 da plataforma em alguns países. Sua empresa, especialista em levar pessoas pagantes por meio de submersíveis até alguns limites dos oceanos, percorreu noticiários pelo mundo com avanços nas expedições oceânicas em busca também de estudos e relevância sobre grandes naufrágios.

Visto por alguns como um visionário genial, essa imagem desmorona diante dos relatos de ex-funcionários presentes no documentário. Movido pelo sonho de explorar mais detalhadamente os destroços do Titanic, Stockton tornou-se obcecado pelo projeto do novo submersível Titan, assumindo um papel central em sua continuidade, mesmo após sucessivos alertas sobre os riscos envolvidos. A bordo do submersível que viria a implodir, estavam o próprio Stockton, um especialista no Titanic; um empresário britânico; um empresário paquistanês-britânico e seu filho.

Rico em detalhes, este projeto audiovisual com forte caráter investigativo nos conduz por análises técnicas que vão desde a escolha dos materiais até os testes realizados com o novo modelo de submersível. Os relatos vêm de pessoas que acompanharam de perto todas as etapas do processo. A negligência surge como um fio condutor da narrativa, com o documentário apontando de forma direta para Stockton como o principal responsável pela tragédia. Ao longo de quase duas horas, somos levados a um choque constante, com verdades sendo expostas uma após a outra.

Com estreia mundial no Festival de Tribeca dias atrás, esse documentário de grande impacto emocional, que pode gerar indignações pelos absurdos cometidos por um homem que achava que sabia de tudo, chegou logo em seguida ao catálogo da Netflix de muitos países, inclusive o Brasil.

‘Elio’: Nova animação da Pixar conquista 81% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Garoto animado voa com monstro em cenário colorido cósmico
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Elio, a mais nova animação da Pixar, estreou com boa recepção no Rotten Tomatoes, alcançando 81% de aprovação com base em 42 críticas especializadas.

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De modo geral, os críticos consideraram o longa divertido e elogiaram a originalidade da produção, embora tenham destacado que ele não atinge a perfeição dos grandes clássicos do estúdio.

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“Visualmente deslumbrante, como era de se esperar, mas falta a sensação de novidade, tudo soa um pouco familiar demais”, disse Damon Wise do Deadline.

Elio é uma aventura infantil de ficção científica perfeitamente agradável que faz tudo o que um filme com essa descrição deve fazer”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.

Elio mostra que a Pixar ainda prospera em ideias originais, explorando as possibilidades desses mundos grandiosos e conseguindo adicionar uma carga emocional por trás de tudo isso”, disse Ross Bonaime do Collider.

“A mais nova aventura da Pixar nos cinemas, Elio, é uma história emocionante sobre amizade, família e conexões, capaz de encantar e tocar profundamente o coração do público”, disse Rachel LaBonte do Screen Rant.

“Com emoção, humor e uma dose de caos galáctico, esta odisseia animada combina a vulnerabilidade da infância com uma história de amadurecimento em escala cósmica, mostrando mais uma vez que a Pixar sabe mirar nas estrelas e ainda assim aterrissar com firmeza aqui na Terra”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.

“‘Elio’ tem a ambição de se tornar um novo clássico da Pixar e seus esforços são louváveis, mas acaba sendo limitado pela ausência de uma visão narrativa mais coesa”, disse Tyler Taing do Discussing Film.

“‘Elio’ oferece uma experiência agradável nos cinemas, com visuais deslumbrantes, charme na medida certa e boas doses de humor ao longo da trama”, disse Wilson Chapman do IndieWire.

“‘Elio’ apresenta um universo envolvente e cheio de vida, mas peca ao desenvolver sua trama principal e os arcos dos personagens, que carecem de maior profundidade e impacto”, disse Jeff Ewing do The Direct.

Crítica | ‘Elio’ resgata as glórias da Pixar em uma tocante e honesta narrativa sci-fi

Elio’ estreia nos cinemas no dia 19 de junho.

Adrian Molina, Domee Shi e Madeline Sharafian são responsáveis pela direção.

A trama segue Elio, um azarão com uma imaginação fértil que, de repente, se vê transportado para o Comuniverso, uma organização interplanetária com representantes de galáxias distantes. Erroneamente identificado como o embaixador da Terra para o resto do universo e completamente despreparado para esse tipo de pressão, Elio deve criar novos laços com excêntricas formas de vida alienígenas, sobreviver a uma série de incríveis provações e, de alguma forma, descobrir quem ele realmente deve ser.

Yonas Kibreab (‘Obi-Wan Kenobi’) dubla o personagem titular. A produção ainda conta com as vozes de Jameela Jamil (‘The Good Place’), Brad Garrett (‘Operação Babá’) e Zoe Saldaña (‘Avatar’).

‘Dragon’s Lair’: James Bobin está em negociações para dirigir adaptação de game para a Netflix

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O diretor James Bobin, conhecido por seu trabalho em ‘Os Muppets‘ e ‘Dora e a Cidade Perdida‘, está em negociações para dirigir a adaptação cinematográfica de Dragon’s Lair, icônico jogo de arcade dos anos 1980, que será produzido pela Netflix, segundo confirmação do The Hollywood Reporter.

O projeto está em desenvolvimento desde 2020, com Ryan Reynolds como produtor, ao lado de Roy Lee (Vertigo Entertainment), Trevor Engelson (Underground) e os criadores do game original Don Bluth, Gary Goldman e Jon Pomeroy.

Reynolds chegou a ser cotado para o papel principal, mas não está mais vinculado ao elenco.

Lançado em 1983, Dragon’s Lair foi um marco nos fliperamas por sua animação em estilo cinematográfico, criada por Don Bluth — que mais tarde dirigiria clássicos como ‘Fievel – Um Conto Americano‘ e ‘Todos os Cães Merecem o Céu. O jogo inovava ao usar tecnologia LaserDisc para criar uma narrativa interativa visualmente semelhante a um desenho animado.

A trama acompanha o cavaleiro Dirk the Daring em sua missão para resgatar a princesa Daphne das garras do dragão Singe e do perverso mago Mordroc.

Com seu histórico de equilibrar humor, aventura e fantasia familiar, Bobin parece uma escolha certeira para dar vida à adaptação. Além dos Muppets, o diretor dirigiu episódios de séries como A Misteriosa Sociedade Benedict‘ e ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘, consolidando sua experiência em narrativas voltadas ao público infantojuvenil.

Ainda sem data de estreia definida, a adaptação de Dragon’s Lair promete unir nostalgia e tecnologia moderna para reintroduzir o universo cultuado por uma geração que cresceu nos fliperamas dos anos 80 — agora sob a lente criativa de Bobin e a força da Netflix.

Disney lidera bilheteria dos EUA em 2025 com US$ 1,1 bilhão; Warner Bros. deve ultrapassar a marca com ‘Superman’

disney warner bros

Com o mercado doméstico norte-americano alcançando US$ 3,7 bilhões em bilheteria até 15 de junhoum crescimento de 23% em relação a 2024 — o destaque do primeiro semestre é a Disney, que lidera entre os estúdios com US$ 1,1 bilhão arrecadados.

O bom desempenho se deve a títulos de grande apelo como ‘Lilo & Stitch‘ (US$ 371,7M) e ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$ 200,5M), além de sólidos resultados de ‘Thunderbolts*‘ (US$ 188,9M) e ‘Branca de Neve‘ (US$ 87,2M), mesmo sem atingirem o potencial máximo.

Mas é a Warner Bros. que aparece como a força ascendente: o estúdio já acumula US$ 906,9 milhões com apenas oito filmes e deve ultrapassar a barreira do bilhão antes do feriado do Dia do Trabalho (Labor Day), impulsionado pelos lançamentos iminentes de ‘F1‘, o novo ‘Superman‘ de James Gunn e o suspense ‘A Hora do Mal‘.

Além disso, a Warner celebra o maior sucesso de bilheteria global do ano com ‘Um Filme Minecraft‘, co-produzido com a Legendary, que já soma US$ 423,8M nos EUA e US$ 953,5M mundialmente.

Outros destaques do semestre:

Universal/Focus: US$ 411,4M, com destaques como ‘Como Treinar Seu Dragão‘ (US$ 113,8M) e ‘O Homem-Cão (US$ 97,9M). ‘Nosferatu‘ também continua forte, com US$ 47,4M em 2025.

Paramount: US$ 283,1M, 90% vindos de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ e ‘Sonic 3‘. Os próximos lançamentos incluem o reboot de Os Smurfs (18/07) e The Naked Gun com Liam Neeson (01/08).

Sony: US$ 193,9M, uma queda de -55% em relação a 2024. A esperança está em ‘Extermínio: A Evolução‘, de Danny Boyle, que estreia com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. ‘Karate Kid: Lendas‘ decepcionou com US$ 46,3M até o momento.

A24: US$ 125,4M com 14 filmes. Destaques: ‘Tempo de Guerra‘ (US$ 26M), ‘Morte de um Unicórnio‘ (US$ 21,3M) e ‘Babygirl (US$ 19M em 2025; US$ 28,1M no total).

Lionsgate: US$ 123,8M, queda de -19% em relação ao mesmo período de 2024. Destaques: ‘Bailarina‘ (US$ 45,4M), ‘Covil de Ladrões 2‘ (US$ 36M) e ‘Ameaça no Ar‘ (US$ 29,7M).

Amazon MGM Studios: US$ 108,5M, apenas -9% abaixo de 2024. ‘O Contador 2′ (US$ 65,5M) e ‘Resgate Implacável‘ (US$ 37M) lideram. Os grandes lançamentos vêm em 2026, com destaque para ‘Project Hail Mary (Ryan Gosling) e ‘Mestres do Universo‘ (Nicholas Galitzine).

Angel Studios: US$ 88,9M, com 68% desse valor vindo da animação ‘Rei dos Reis‘. O próximo título é ‘Sketch‘, estrelado por Tony Hale, em 6 de agosto.

A performance do primeiro semestre aponta para uma recuperação sólida do cinema pós-pandemia, com grandes franquias, animações e apostas originais liderando o crescimento. A disputa entre Disney e Warner pelo topo de 2025 promete continuar acirrada até o fim do ano.

Crítica | ‘Nossos Tempos’ – Novo filme da Netflix levanta temas importantes, mas se acomoda num romance piegas

Um projeto super secreto, uma história de amor que percorre o tempo. Já vimos algo parecido por aí, não é mesmo? O filme mexicano Nossos Tempos, recém-lançado na líder dos streamings (Netflix), tenta dar um frescor ao tema ao misturar conceitos de física com um drama que transita entre reflexões sobre relacionamentos, choque cultural e questões de sexismo. O machismo estrutural e as inquietações sobre o futuro posicionam o filme diante de temas relevantes, mas, apesar do potencial para ir mais fundo, a narrativa recua e acaba se acomodando na zona de conforto de um romance piegas.

Nora (Lucero) e Héctor (Benny Ibarra) são dois brilhantes cientistas que no ano de 1966, em seus estudos secretos no porão da universidade onde lecionam, descobrem como viajar no tempo. Embarcando na incrível máquina que criaram, acabam indo parar 59 anos no futuro onde enfrentarão situações que nunca imaginaram, além das surpresas com os avanços tecnológicos de um mundo em intensas modificações. Logo, o relacionamento entre os dois enfrenta uma crise provocada pela não adaptação de Héctor ao mundo que se apresenta.

Dirigido por Salvador Cartas, entre expectativas criadas e estereótipos desenvolvidos, Nossos Tempos tem um início promissor seguindo pelo fascinante universo da física, viagem no tempo, buraco de minhoca (espaço-tempo que conecta duas regiões distantes do universo). Quando a física abre espaço para os problemas conjugais, guiados pelos dilemas de entendimento das mudanças importantes e necessárias na sociedade ao longo do tempo o projeto vai desabando aos poucos.

Em seu clímax, é notório um ‘tilt’ entre o foco na ciência e a história de amor, nos levando para a comodidade da superfície quando se mostram na cara do gol assuntos relevantes para reflexões. As boas intenções no roteiro, ao trazer para debates mudanças necessárias de nossa sociedade, vão por água abaixo. O importante tema que gira em torno do feminismo e do sexismo são jogados para escanteio, definidos de forma decepcionante por um desfecho insosso e contraditório.

Nossos Tempos tinha tudo para ser um importante trabalho audiovisual onde o universo do tempo e espaço encontram suas fronteiras entre as formas de entendimento com manifestações em diversos aspectos da sociedade e cultura. Mas ao preferir seguir uma fórmula de bolo, se torna um produto mais do mesmo.

‘Bridgerton’: Terminam as gravações da 4ª temporada!

bridgerton

A Netflix revelou hoje (20) através de um vídeo de bastidores oficial que as gravações da 4ª temporada da adorada série de época Bridgerton chegaram ao fim.

O próximo ciclo tem estreia agendada para 2026, com foco em Yerin Ha e Luke Thompson como Sophie Beckett e Benedict Bridgerton.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª e a 6ª temporadas.

Em uma recente aparição do programa Good Morning AmericaJonathan Bailey confirmou que irá retornar como o Visconde Anthony Bridgerton.

“Tenho algumas semanas marcadas na minha agenda para retornar”, ele afirmou. “Mal posso esperar para ler os roteiros”.

Bailey continua: “vamos acompanhar as histórias. A coisa sobre Bridgerton que é tão brilhante, é que há vários jeitos com que você pode se apaixonar como humanos, e é isso o que o show explora. Obviamente, sendo o irmão mais velho, eu estarei lá para apoiar os mais novos nessa jornada”. 

Baseada na saga de romances best-seller de Julia Quinn, Bridgerton mergulha no mundo sensual, luxuoso e competitivo da alta sociedade londrina do início do século XIX. A série acompanha os oito irmãos da família Bridgerton na busca pelo amor.

Danny Boyle diz que não faria ‘Quem Quer Ser um Milionário?’ hoje: “É hora de refletir sobre a bagagem cultural que carregamos”

quem quer ser um milionário

Mais de 15 anos após o lançamento de ‘Quem Quer Ser um Milionário?‘, o diretor Danny Boyle afirmou, em entrevista ao The Guardian, que não faria o filme nos dias atuais — não por arrependimento, mas por consciência das mudanças no debate cultural.

“Nós não conseguiríamos fazer aquele filme agora”, disse Boyle. “E é assim que deve ser. É hora de refletir sobre tudo isso. Precisamos olhar para a bagagem cultural que carregamos e a marca que deixamos no mundo.”

Vencedor de oito Oscars em 2009, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor, ‘Quem Quer Ser um Milionário?‘ conta a história de Jamal, um jovem da periferia de Mumbai que transforma sua dura realidade em vantagem ao participar de um programa de perguntas e respostas no estilo Quem Quer Ser Um Milionário?.

Questionado sobre se o projeto seria um caso de colonialismo cinematográfico, Boyle respondeu com honestidade desconfortável:

“Não, não… Bom, só no sentido em que tudo é. Na época, parecia algo radical. Levamos apenas algumas pessoas da equipe para Mumbai, trabalhamos com uma grande equipe indiana e tentamos fazer o filme dentro da cultura local. Mas, no fim das contas, ainda éramos estrangeiros. É um método falho.”

O diretor reconhece que, mesmo com boas intenções, hoje a abordagem seria considerada inadequada.

“Esse tipo de apropriação cultural pode ser aceito em certos momentos. Em outros, não. Tenho orgulho do filme, mas hoje não cogitaria fazer algo assim. Nem conseguiríamos financiamento. Mesmo que eu estivesse envolvido, procuraria um jovem cineasta indiano para dirigir.”

As declarações de Boyle surgem em meio a rumores sobre uma possível continuação ou adaptação televisiva de ‘Quem Quer Ser um Milionário?‘, encabeçada pela produtora Bridge7, fundada pela ex-executiva da Netflix Swati Shetty e o ex-agente da CAA Grant Kessman. Diante do tom de suas falas, é pouco provável que Boyle esteja diretamente envolvido nesses projetos.

Quem Quer Ser um Milionário?‘, baseado no romance Q&A de Vikas Swarup e roteirizado por Simon Beaufoy, tornou-se um fenômeno global em 2008, tanto por sua linguagem visual quanto pela mistura entre drama social, romance e fábula moderna. Hoje, seu próprio criador reconhece: o que antes parecia inovador, agora exige outra lente — e outras vozes — para ser contado.

Vale lembrar que Boyle está de volta aos cinemas com a sequência ‘Extermínio: A Evolução‘.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Jodie Comer, o elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

Os ‘Smurfs’ retornam no novo e DIVERTIDO teaser da animação; Confira!

A Paramount Pictures divulgou um novo teaser oficial da aguardada animação ‘Smurfs‘.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Confira, junto ao trailer completo:

Nesse novo filme, os Smurfs se aventuram em uma missão de resgate do Papai Smurf, que foi sequestrado por um novo e misterioso vilão. No caminho, eles descobrem uma família da qual se define como guardiã do bem, não só da Vila dos Smurfs, mas também de todo o mundo. Com o encontro, uma nova grande questão deverá respondida: o que significa ser um Smurf?

A dublagem nacional fica por conta de Bruno Gagliasso, Tatá Estaniecki, Jeniffer Nascimento e Diego Martins, enquanto a original inclui Rihanna, Natasha Lyonne, Hannah Waddingham, John Goodman, Kurt Russell, Nick Offerman, Sandra Oh, Xolo Maridueña, Dan Levy e Octavia Spencer.

Chris Miller (‘Gato de Botas’) é responsável pela direção.

O primeiro filme da franquia arrecadou US$ 563.7 milhões nas bilheterias, com um orçamento de US$ 110 milhões, enquanto a sequência ‘Os Smurfs 2‘ conquistou US$ 347.5 milhões, com um orçamento de US$ 105 milhões.

Lorde lança a inédita “Hammer”, novo SINGLE do álbum ‘Virgin’

A aclamada cantora e compositora Lorde lançou hoje (20) o terceiro single oficial de seu antecipado quarto álbum de estúdio, ‘Virgin’.

Intitulada “Hammer”, a canção já está disponível nas plataformas de streaming e veio acompanhada de um videoclipe promocional.

Confira:

Com lançamento agendado para o dia 27 de junho, o compilado conta com os singles “What Was That?”“Man of The Year’, além de outras nove faixas inéditas.

Confira:

1. Hammer
2. What Was That?
3. Shapeshifter
4. Man of the Year
5. Favourite Daughter
6. Current Affairs
7. Clearblue
8. GRWM
9. Broken Glass
10. If She Could See Me Now
11. David

Jim-E Stack e Daniel Nigro entram como compositores e produtores ao lado de Lorde.

A artista fez sua estreia oficial no mundo fonográfico em 2013, com o bem recebido Pure Heroin. Seu último trabalho, Melodrama, foi lançado em 2017 e caiu no gosto da crítica, recebendo inclusive uma indicação a Álbum do Ano na cerimônia do Grammy.

Além disso, ela já levou duas estatuetas da premiação – Melhor Performance Pop SoloMúsica do Ano por “Royals”. Lorde também conquistou uma nomeação ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original por “Yellow Flicker Beat”, do filme ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1’ e é constantemente citada como inspiração de diversos artistas, incluindo Olivia Rodrigo Billie Eilish.

Crítica | ‘F1’ será o filme favorito do seu pai – e ele estará absolutamente correto nisso

Existe algo fascinante na existência masculina que é a sensação constante de sempre estar abaixo das expectativas. Independentemente da idade, a sociedade foi construída sob essa ótica arcaica de que você deve ser responsável e carregar o mundo nas costas. É algo que acompanha o homem da infância ao fim da vida, uma sensação incômoda de frustração, como se tudo que a pessoa fizesse não fosse o suficiente. Começa na infância, mas se manifesta de forma mais agressiva na reta final da vida.

Essa pressão por ser mais, a voz interna de “você podia ter feito mais” pode ser encarada como uma competitividade pelo sucesso e tudo mais, mas geralmente costuma render mesmo é a frustração. Desse sentimento frustrante surgem coisas como depressão ou a famosa ‘crise da meia-idade’, que leva homens entre 40 e 60 anos a olharem para trás na própria vida e sentirem que o tempo passou e aquilo que eles sonhavam, que a pressão social prometeu a eles, nunca chegou realmente. Como o acompanhamento psicológico não é muito difundido, essa ‘crise’ rende momentos de impulsividade que costumam acabar em situações que trazem alguma realização pessoal, ao mesmo tempo que rendem julgamento da sociedade novamente.

E é engraçado reparar como os devaneios infantis e os sonhos da crise da meia-idade são similares. Ambos querem uma vida de adrenalina e aventuras, pilotas carros incríveis, fazer manobras, sair com belas mulheres, surpreender o mundo… Buscar por protagonismo. Independentemente da idade, essa vontade de estar no controle da própria história, mesmo que por alguns poucos momentos, é tão importante – e ao mesmo tempo, tão pouco falada ou levada a sério. Ao menos… Até agora. Desde 2010, o diretor Joseph Kosinski surgiu nos cinemas com uma visão nostálgica de resgate do passado. Seu primeiro trabalho foi Tron – O Legado (2010), mas foi apenas em 2022, com Top Gun: Maverick, que ele se firmou na cena como um nome forte e que merece atenção.

Kosinski está nos seus 50 anos, então começou seu ‘auge’ aos 40. Justamente quando passou a retratar em cena personagens que parecem estar na ‘crise da meia-idade’. Porém, diferentemente desse caminhão de comédias românticas existentes por aí, os filmes de Joseph não tratam o tema com deboche ou como motivo de piada. O diretor e roteirista promove um debate de forma orgânica, trazendo para a conversa outro tópico que está cada vez mais em pauta: o etarismo.

Nesta quinta-feira (26), chega aos cinemas F1, um filme produzido por Lewis Hamilton, cuja trama acompanha Sonny Hayes (Brad Pitt), um piloto americano que surgiu como promessa na década de 1990, que nunca se firmou na categoria, após sofrer um acidente traumático. Apaixonado pela velocidade, porém ele se recusou a aposentar o volante, rodando o mundo atrás de categorias que o aceitassem. O que o manteve vivo por todo esse tempo foi a corrida e sua paixão por estar ali. Até que, no alto de seus 56 anos, ele recebe um convite para lá de inesperado para retornar à Fórmula 1, em uma equipe à beira do caos, com um carro considerado uma porcaria, para tentar conseguir apenas uma vitória. Ao seu lado, está um dos pilotos mais promissores da nova geração, com quem terá de trabalhar e inspirar para evitar que ele também se perca pelo caminho.

f1 2

Falando dessa forma, quem gosta do mundo do automobilismo certamente vai lembrar de Carros 3 (2017), que também fala sobre o amor pelas pistas e a recusa do piloto em aceitar que seu tempo acabou. Só que, diferente da subestimada aventura da Pixar, F1 é construído de forma a levar o protagonista a acreditar que ainda há espaço para ele. É como se a trama fosse a mesma, mas com o final da animação sendo o início dessa aventura. F1 é como um Carros 3.5. E isso é espetacular! O grande motivador do filme é justamente a pressão popular ao redor de Sonny, que é considerado velho demais para estar ali por todos. A imprensa não suporta sua presença, seu companheiro de time se sente ultrajado por estar ao lado de um velho fracassado, até a equipe técnica põe suas indicações em xeque por achá-lo ultrapassado. O que eles não esperavam era a indiferença do protagonista. Sonny está na pista há muito tempo. Sua existência se deu nesse ambiente e em suas mais diferentes categorias. Para lidar com isso tudo, ele tem apenas um objetivo: correr. E ver a forma como essa indiferença do protagonista é usada como escudo para ele, que se importa, sim, com tudo que está acontecendo ao redor, é delicioso.

Brad Pitt faz um trabalho sensacional ao adotar o estereótipo do ‘velho cowboy’ nas pistas, enquanto traz um tom professoral arrogante de quem já passou por muita coisa na vida e agora, mesmo que sem muito jeito, tenta transmitir essa sabedoria aos outros, ainda que de forma pouco ortodoxa. É um personagem que seria facilmente tratado como vilão ou como alívio cômico em outros tipos de filme, mas aqui existe um trabalho para que o público o leve a sério. Por mais que falte tato, seus pontos são relevantes, suas experiências são válidas. Ele não é só mais um velho maluco tentando se matar, é um apaixonado que busca, nas pistas, se reconectar consigo mesmo e com a promessa de grandeza que um dia fizeram a ele – e ele chegou a sentir um breve, mas saborosíssimo gosto.

A trama é conduzida de forma tortuosa, mas é justamente nesses conflitos que Sonny se torna inesquecível. Cada ação é justificada pelo resultado, mostrando que esse tom professoral não era puramente arrogância, que existia, sim, coisa válida em seus atos. E ver o time perceber isso aos poucos, em vez de julgá-lo e forçar sua saída, é realmente cativante. Conforme cada membro começa a entender o que está acontecendo – mesmo que isso signifique dar uma forçada em algumas regras da Fórmula 1, por meio de liberdades poéticas muito bem-vindas, diga-se de passagem – ali, as loucuras de Sonny se tornam mais compreensíveis. Para o público, principalmente as pessoas na mesma faixa etária do protagonista, é uma experiência de “alma lavada”. Em um mundo no qual o debate sobre a ‘utilidade’ de um ser humano ser diretamente ligada a sua idade, F1 vem para um combate franco contra o etarismo. E essa guerra solitária de Joseph Kosinski vem em um momento ideal, porque suas produções estão dando voz a uma geração que está envelhecendo e se sentindo sufocada, esquecida. Seus filmes são como gritos de “Ainda estou aqui! Ainda tenho valor!”. E isso é lindo. Diria até que é necessário.

Para a geração mais jovem, o longa se torna marcante não apenas pelo storytelling envolvente de Kosinski, que promove uma verdadeira jornada pela história da Fórmula 1, mas também pelo primor técnico. A direção põe o público para entrar em um carro de F1 e sofrer os impactos de GPs como Silverstone, Monza e Abu Dhabi.  E a produção ter gravado cenas em Grand Prix reais, trazendo esse atual elenco da F1 e utilizando seus nomes, escuderias e rostos fez toda a diferença. Esse realismo dos atletas da vida real estarem no meio da dupla fictícia deixou tudo mais crível, a ponto do público ficar tão elétrico com a adrenalina e os conflitos que se esquece que está assistindo uma ficção. Esse compromisso com o realismo é uma estratégia que Kosinski trouxe de Top Gun: Maverick, em que colocou os atores para pilotares caças de verdade para conseguir cenas de suas reações autênticas em situações complexas. Misturando essas sequências com as de estúdio, ele consegue fazer o público acreditar que é tudo real. Assim, as mais de 2h30 de filme passam num piscar de olhos.

E para quem é apaixonado por Fórmula 1, essa aventura será mais do que especial. Além de criar um imaginário para o que acontece nos boxes ou nos centros de treinamento, sempre brincando com a superexposição midiática as quais os pilotos são submetidos, o filme mexe com ícones que vão acertar direitinho no coração dos fãs, principalmente dos brasileiros. Sim, no filme, Sonny surgiu no esporte justamente na era de ouro de Ayrton Senna, e a família do piloto foi bastante generosa ao permitir um caminhão de referências ao ídolo brasileiro na trama, com direito a menções, presença de carros históricos e até mesmo a um trechinho que é repetido algumas vezes, mas que arrepia a cada segundo em tela.

Enfim, unindo a direção de Top Gun: Maverick a essa trama meio Carros 3.5, Joseph Kosinski proporciona uma das mais emocionantes, divertidas e necessárias experiências cinematográficas do ano. Se tiver a oportunidade, assista em uma sala Imax, porque a qualidade do som e a tela gigantesca agregam muito a imergir nesse filme, já que trazem mais detalhes para a construção desse mundo, principalmente durantes os GP’s. Nessa luta contra o etarismo, Kosinski e Pitt materializam o sonho de todo menino que cresceu apaixonado por carros e o de todo homem na meia-idade que sonha com uma aventura final para reviver os dias de glória que talvez nunca tenham chegado. E isso rende uma aventura extremamente satisfatória, que se aproxima – e muito – de transformar uma sala de cinema em uma arquibancada. É maravilhoso!

F1 estreia nos cinemas em 26 de junho de 2025.