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EXCLUSIVO: Reynaldo Gianecchini e Fabíula Nascimento falam sobre ‘S.O.S. Mulheres ao Mar 2’

O elenco do longa ‘S.O.S. Mulheres ao Mar 2‘ viajou para Orlando, na Flórida, para divulgar o filme que estreia no Brasil em 22 de outubro.

O CinePOP esteve por lá e conversou com o ator Reynaldo Gianecchini e com a bela Fabíula Nascimento.

Assista, com a vídeo-crítica e o trailer:

A história retorna mostrando a bem-sucedida vida de Adriana, que agora é escritora, e André, que está prestes a lançar sua nova coleção de moda em um cruzeiro pelo Caribe. O romance deles é ameaçado quando Adriana descobre que a bela top model que acompanha o estilista está tentando conquistá-lo. A escritora então convoca mais uma vez a irmã Luiza e Dialinda, sua ex-diarista que agora trabalha nos EUA, para ajudá-la a não perder o amado. Juntas elas embarcam em uma viagem de carro partindo de Miami para tentar alcançar o navio MSC Divina, antes que ele chegue à sua próxima parada: Cancún.

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Assista ao segundo episódio de ‘Fear The Walking Dead: Voo 462’

O spin-off de ‘The Walking Dead‘ ganhou seu próprio spin-off. O canal AMC divulgou o segundo episódio de ‘Fear The Walking Dead: Voo 462‘, uma websérie que se passa no mesmo universo de ‘Fear The Walking Dead‘.

Serão 16 episódios no total, com menos de 2 minutos de duração.

Assista, com o primeiro episódio:

‘Fear the Walking Dead’ quebra recorde de audiência 

A AMC.com lançará um novo websódio todo domingo em seu site, até completar os dezesseis prometidos.

A história mostrará um grupo de passageiros à bordo de um avião comercial durante os primeiros momentos do surto zumbi. Ao longo da série, o avião e seus passageiros serão colocados em perigo uma vez que descobrem um viajante infectado. Os personagens que sobreviverem vão se se juntar ao elenco da segunda temporada de ‘Fear The Walking Dead‘.

Um avião já foi usado como cenário para um ataques de zumbis no ótimo ‘Guerra Mundial Z‘.

 

10 Melhores Filmes sobre a Máfia

A fumaça.

As ruas escuras.

As sombras…

A submetralhadora Tommy.

Os chapéus.

Os ternos elegantes…

Você reconhece?

Bem, se ainda não entendeu do que se trata, não tem problema, digo do que estou falando: Os filmes de Máfia; embora dificilmente apresentem todas essas características, se convencionaram assim no nosso imaginário. É o que vem na nossa cabeça quando ouvimos esta palavra imortalizada pelo cinema.

A lista abaixo, porém, não têm esses elementos como critério; para entrar nela, os filmes precisam apenas ter um grupo de criminosos que é central ou muito importante na história. Dito isso, as obras listadas abaixo são as que mais contribuíram para os tipos clássicos de Máfia ou as que mais se afastaram desse tipo, das maneiras mais diversas.

10. Pulp Fiction (Quentin Tarantino, 1994)

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Os personagens mais clássicos do cinema estão aqui: A femme fatale, os capangas, o boxeador e, é claro, o mafioso. Apesar disso, não há preocupação com as origens dos criminosos ou explicação extensa dos seus passados, e isso é exatamente o que torna Pulp Fiction um filme tão diferenciado. Tarantino parece querer mostrar que os capangas também são gente, também falam besteira e também comem hamburguer, ou melhor, Big Kahuna Burguer. O que resta é um grande culto a humanidade e a irreverência, não só uma homenagem ao cinema clássico, mas também uma ruptura.

 

9. O Testamento do Doutor Mabuse (Fritz Lang, 1932)

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Um filme sombrio, para ser bastante direto. O grupo de criminosos, aqui, é liderado pelo espírito de Mabuse, uma espécie de gênio (para o mal pelo menos) que ordena, entre outras coisas, a destruição de uma grande planta química da cidade. O sobrenatural serve não só para estabelecer uma metáfora do tempo difícil que vivia a Alemanha entre as guerras, através de um líder questionável que usa as pessoas como fantoches, mas também para misturar dois gêneros, tirando o filme de Máfia da sua zona de conforto, passando a lidar, também, com o sobrenatural.

 

8. O Poderoso Chefão II (Francis Ford Coppola, 1974)

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Uma das obras primas de Coppola, este filme segue com o que foi estabelecido pelo seu antecessor, mas não apenas isso, o mafioso é retratado com enorme complexidade e especificidade, através da relação entre pai e filho. Em cada ação de Don Corleone, sente-se a preocupação com a família, assim como nas ações de Michael Corleone, praticamente na mesma idade do pai, porém os dois tem maneiras diferentes de alcançar este fim. Enquanto as histórias de pai e filho se alternam, torna-se cada vez mais evidente as diferenças dos dois, eles se utilizam de meios diferentes, mas buscam o mesmo fim. Um é humano, caloroso e familiar, o outro é frio, calculista e extremamente vingativo.

 

7. Fúria Sanguinária (Raoul Walsh, 1949)

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Quando se tem a imagem de um gangster psicopata, do tipo que se sente medo da sua reação, provavelmente tem-se Cody, personagem de James Cagney em Fúria Sanguinária, na cabeça. Embora o próprio Cagney tenha interpretado personagens com alguns excessos, sendo imortalizado pelo gênero, nunca o fez com a intensidade vista neste filme. A violência e as atitudes possessivas são explicadas pelo relacionamento desbalanceado com a mãe. Quando ela morre, Cody perde a vontade de viver e as estribeiras. Isso resulta em um último assalto, que acaba em Cody encurralado e, num último ato, resolvendo atirar em um recipiente de gás, explodindo o local e sendo consumido pelas chamas.

Antes de atirar, o mafioso diz: “Made it, Ma! Top of the World!” (Algo como: consegui mãe, estou no topo do mundo!), referindo-se a como costumava pontuar, com a mãe do lado, que queria chegar no topo do mundo.

 

6. Amarga Esperança (Nicholas Ray, 1949)

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A história de dois jovens que são indefesos tanto fisicamente como emocionalmente é belamente inserida num filme de máfia. Tanto Keechie como Bowie são facilmente manipuláveis dentro da gangue que fazem parte e precisam um do outro para sentirem-se minimamente seguros. Os dois são isolados, até no nível de não se reconheceram na mundo que vivem, estão sozinhos e todos estão contra eles. De uma certa maneira, seus olhares e seus jeitos se assemelham ao de um gato, tendo um passado duro e, provavelmente, cheio de pessoas de intenções ruins, eles estão sempre em modo de defesa, esperando o pior das pessoas, fisicamente e emocionalmente. Talvez pela relação que se vê neste filme, Ray tenha sido chamado de “poeta do crepúsculo”, por Truffaut. A noite tem um sentimento similar. A desilusão, o isolamento, a insegurança, mas, acima de tudo, a necessidade de ter o outro ao lado.

 

5. O Grande Golpe (Stanley Kubrick, 1956)

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A visão de Kubrick sobre o filme de Máfia soa mais como um ode ao fracasso. São explicados todos os passos e meandros do planejamento ao grande assalto. De uma maneira, tudo soa como um jogo de vídeo game que não podemos jogar; passo a passo, vê-se todo o planejamento de forma que o espectador torce para que tudo dê certo, mas desde os primeiros momentos do assalto tudo dá errado, afinal, são seres humanos ali, e seres humanos são falíveis. Este parece ser o argumento do filme, a origem diversa dos integrantes da gangue reforça isso e comenta sobre a face mais cruel do capitalismo. Ele leva algumas pessoas ao desespero, por diversos motivos, ao ponto de acreditarem que a única maneira de resolver seus problemas é recorrer ao crime. O mafioso é o homem comum. É doloroso assistir o roubo dar errado, quando tudo fora planejado com antecedência, Kubrick apaga, definitivamente, a ilusão do roubo perfeito. Se algo pode dar errado, dará errado.

 

4. Caminhos Perigosos (Martin Scorsese, 1973)

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Este clássico de Scorsese é uma jornada rumo a redenção; mas redimir-se de quê? Essa pergunta é fundamental para entender do que se trata o filme. Charlie é um tipo de cobrador de dívidas, alguém vai de lugar a lugar recolhendo o dinheiro dos devedor do seu chefe que, no caso, é o seu tio. Isso, junto ao ambiente repleto de criminalidade que vive, cria uma culpa que o leva a tentar se redimir aproximando-se de Johnny Boy, um rapaz que toma dinheiro emprestado de vários outros mafiosos e não os paga.  A criminalidade está, não nos atos maiores como grandes assaltos e assassinatos, mas sim em pequenas cobranças de dinheiro, suborno e furto. A análise da moral por um viés católico cria uma nova visão no filme de Máfia. O vermelho, frequente no bar em que se passa a maioria do filme, denuncia a associação com a culpa, o jogo de influencias e o embate. Bem e Mal; Vermelho e Azul; Céu e Inferno.

 

3. Bons Companheiros (Martin Scorsese, 1990)

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A fascinação da vida de Gangster é um dos aspectos mais abordados nos filmes de máfia e está presente no gênero desde que ele existe. Os objetos podem mudar, mas a dinâmica geral é a mesma. Em Bons Companheiros, há uma análise profunda desta fascinação e isso é central na vida do protagonista. É, na verdade, o único motivo da entrada de Henry Hill na máfia, a esperança de que, algum dia, possa desfrutar de dinheiro e prestígio. A visão de que, praticamente, não há valores mais nobres, consolidados em alguns filmes anteriores é pessimista. O ser humano está apenas interessado em bens e poder. De uma certa maneira, é descartada a visão honrada, no seu lugar, a sobrevivência. Não há honra ou princípios de qualquer sorte quando a vida, dinheiro ou poder estão em jogo, essa forte concepção, o homem é o lobo do homem, está presente na revelação dos nomes dos companheiros de Henry, pelo mesmo, no julgamento final. Ele trai os companheiros para garantir sua sobrevivência.

 

2. O Poderoso Chefão (Francis Ford Coppola, 1972)

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Há a divisão A.P e D.P, antes do Poderoso Chefão e Depois do Poderoso Chefão, tamanha a importância deste filme para o gênero. A visão de Coppola sobre a máfia é elegante e profunda. O código moral da família Corleone, praticado e sustentado pelo Don em pessoa, é feio e bonito ao mesmo tempo. Brutal e aconchegante. Pode-se entender quase tudo sobre este código nos primeiros dez minutos do filme, em que o Don discursa sobre a moral com Bonasera, que busca vingança pela filha que foi brutalmente espancada e violentada. Mais forte ainda, é a profundidade da personalidade dos personagens e complexidade das disputas entre os mafiosos. Entre as principais famílias que tomam conta do crime em Nova York, há um jogo sutil e embaralhado de interesses, nunca antes visto. O resultado se manifesta em trapaças, fantoches, mentiras e tentativas de assassinato brutais entre esses líderes, que parecem estar num grande jogo de xadrez.

O interior dos personagens é demonstrado com uma profundidade inédita. Michael Corleone começa como um observador, uma pessoa de fora que vê a máfia de forma negativa, mas, ao mesmo tempo, está acostumado com aquilo, tendo crescido ao redor daquele mundo. Sua transição é lenta e gradual. Ele se nega a entrar naquele universo, mas quando vê o pai deitado em uma cama de hospital, alvejado por diversos tiros, não aguenta e se entrega a máfia. Esse sentimento, relacionado ao pai, cresce como algo controlado e racional, mas, ao mesmo tempo, infestado de ódio e brutalidade.

 

1. Scarface (Howard Hawks, 1932)

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Quando se pensa em filme de máfia, este é o filme que vem à cabeça. Scarface é o melhor exemplo clássico deste gênero. Todos os elementos estão presentes no filme: A vida de luxo do mafioso, as violentas guerras entre gangues, o herói trágico, as silhuetas… Tony é a personificação do criminoso que, desde os anos 30 habita a nossa imaginação. A visão determinista é muito comum neste filme e em outros do mesmo gênero e época. Tony é apresentado como um já veterano da vida do crime, com uma reconhecível cicatriz em formato de “x” no rosto. Ele vem de um bairro pobre e de uma mãe solteira. Nesses tempos o meio determinava o sujeito, então não há possibilidade de Tony ser algo além de mafioso.

A propaganda anti-mafia é muito forte no filme. Enquanto estava sendo rodado e exibido, esse e outros filmes dos anos 30, o crime organizado estava no auge, dessa forma, grandes textos no início da projeção clamavam para que o povo tomasse alguma providência contra esses criminosos. Além disso, em Scarface, o tema recorrente é o “x” de reprovação, pintado bem grande no título do filme e surgindo em vários outros momentos. Como de praxe, este tipo de filme tinha de ter um final trágico para o anti-herói, de forma que a lição era de que o crime não compensa. No triste final de Scarface, Tony perde quase toda a família e todos os amigos. Sozinho e sem perspectiva de escapar, ele caminha em direção a morte e, ironicamente, pode-se ver um grande anuncio onde se lê “The World is Yours” (o mundo é seu), um encerramento amargo, numa alusão aos momentos mais confortáveis do mafioso, quando olhava para este mesmo anuncio e sorria para ele.

 

Menções: Little Caesar (Mervyn LeRoy, 1931), Inimigo Público (William A. Wellman, 1931), Acossado (Jean-Luc Godard, 1960), Gun Crazy, Anjo Embriagado (Akira Kurosawa, 1948)

 

 

 

 

 

Após cena de orgia sangrenta, ‘American Horror Story: Hotel’ pode sofrer boicote

Os EUA é extremamente conservador, e não demorou muito para a cena de orgia seguida por um banho de sangue do primeiro episódio de ‘American Horror Story: Hotel‘ incomodar os órgãos de censura do país.

O grupo de vigilância conservador chamado Parents Television Council criticou a série, e chamou o primeiro episódio de uma “combinação explícita de sexo e violência.”

O grupo, liderado pelo presidente Tim Winter, se revoltou contra a nova temporada.

“Este é o conteúdo mais desprezível e chocante que eu já vi na TV em toda a minha vida”, afirmou Winter, pedindo um boicote publicitário à série.

“A maioria dos americanos não tem ideia do valor que é o preço do anúncio no horário nobre da TV a cabo apoiado pelo anunciante. E todo mundo está pagando por ele como parte de seu pacote de anúncios”, continua.

O episódio contou com uma orgia sangrenta envolvendo Lady Gaga e Matt Bomer. O encontro sexual, dirigido por Ryan Murphy, marcou a estreia da estrela pop, que interpreta a Condessa, a glamourosa proprietária sanguinária do homônimo Hotel Cortez. Para não ficar atrás, a abertura da temporada também contou com uma cena de estupro gráfico envolvendo Max Greenfield, em que seu personagem foi estuprada por um brinquedo sexual.

O grupo pediu aos patrocinadores – destacando a rede de lanches Subway – a gastar seus dólares em anúncios de uma forma mais responsável.

 

A série estreou no dia 7 Outubro com altas expectativas, já que adicionava a cantora pop Lady Gaga em seu elenco.

A trama se passará em um hotel localizado no centro de Los Angeles, que será palco de vários assassinatos conhecidos da cultura norte-americana, traição, glamour e assombrações. A temporada sucessora de ‘American Horror Story: Freak Show’ se passa nos dias atuais.

Vale lembrar que Jessica Lange também deve retornar na sexta temporada de ‘American Horror Story’. A série pode ganhar duas temporadas em 2016 – Saiba mais!

Assista promos dos próximos episódios:

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As Melhores Cenas de Ação da Franquia 007

Em comemoração ao 51º aniversário da franquia James Bond, elegemos os filmes do personagem com as melhores cenas de ação. O primeiro filme, ‘O Satânico Dr. No‘, teve sua pre-estreia mundial no dia 5 de Outubro de 1962, e remodelou a maneira de se fazer filmes de ação e espionagem.

Quando se fala em 007, logo vem a cabeça o martíni mexido e não batido, as bond girls, os vilões megalômanos, as locações exóticas, o humor cínico do agente e o inesquecível tema musical.

Outra lembrança é a ação implacável nas produções, com longas sequências, muito bem elaboradas, mirabolantes e muitas vezes inverossímeis, daí a charme e a graça da franquia. O ponto forte das cenas de ação é a perseguição, seja na clássica perseguição de carro e também a de esqui, de avião e até inovando com a perseguição a pé vista nos três últimos filmes da série: ‘007 – Quantum of Solace’ ,  ‘007 – Cassino Royale’ e ‘007 – Operação Skyfall‘.

007 Contra SPECTRE‘ será lançado nos Estados Unidos em 6 de novembro de 2015. No Brasil, ele chega um dia antes, em 05 de novembro.

Enquanto isso, que tal relembrar os filmes de 007 com as melhores cenas de ação?

Vamos lá?

 

11. 007 – Permissão Para Matar (Licence to Kill, 1989)

James Bond (Timothy Dalton) parte em busca de vingança quando seu amigo Felix Leiter é atacado pelo chefão do tráfico de drogas Franz Sanchez.

CENAS:

A abertura do filme traz Bond e o amigo Felix a caminho do casamento deste. Sanchez está chegando à cidade, por isso os dois mudam o percurso para capturá-lo. Há um tiroteio e Sanchez consegue fugir num avião. 007 e Felix num helicóptero o perseguem. Preso por um cabo, o agente chega até o avião e usa um outro cabo para prender a cauda da aeronave deixando Sanchez sem escapatória. Bond e o amigo saltam de paraquedas e chegam na igreja a tempo para o casamento.

Mais tarde, à procura de Sanchez, Bond entra no barco do negociador de drogas Krest. Nadadores e homens em pequenos barcos os perseguem no mar. Debaixo d’água, Bond com um arpão se prende a um monomotor, joga os pilotos para fora e consegue escapar.

Em outra cena, Bond salta em uma carreta carregada de cocaína e Sanchez está em um carro. O agente joga o motorista para fora e daí começa a perseguição pela estrada. Para desviar de um míssil, 007 pende a carreta para o lado esquerdo e percorre alguns metros. A estrada está em chamas por causa de um caminhão que explodiu. Para as rodas não pegarem fogo e assim escapar, Bond empina a carreta.

10. 007 Contra o Foguete da Morte (Moonraker, 1979)

James Bond (Roger Moore) une forças com a cientista da Nasa, Holly Goodhead para impedir que o industrial Drax, destrua a humanidade liberando no espaço, 50 globos de gás tóxico.

CENAS:

007 está em um avião voltando de uma missão na África. Numa briga Bond lança o piloto para fora da aeronave e acaba empurrado também para fora por Dentes de Aço. Bond está sem paraquedas, mas consegue alcançar o piloto, assim ele tira o equipamento do piloto e consegue chegar ao solo a salvo.

Em Veneza, Bond está em uma gôndola e passa a ser perseguido. Numa gôndola fúnebre, um homem sai do caixão equipado com facas e tenta matar o agente. Uma lancha também persegue 007. Como a gôndola de Bond é equipada com um sistema hidráulico, a embarcação sai da água e anda pelas ruas de Veneza como se fosse um carro.

Bond está de férias no Rio de Janeiro e Dentes de Aço reaparece. No Pão de Açúcar, 007 desfruta de um passeio no bondinho, mas o vilão para o veículo cortando com os dentes os cabos que sustentam o bondinho. Em um outro veículo, Dentes de Aço vai na direção onde Bond está parado e os dois brigam sobre o teto do bondinho.

Nas águas da Amazônia, mais especificamente na área do rio Tapirapé, Bond é perseguido por duas lanchas e logo depois vão parar nas Cataratas do Iguaçu.

9. 007 – O Espião que me Amava (The Spy Who Loved Me, 1977)

James Bond (Moore) se alia a agente russa Anya Amasova para impedir que o explorador Stromberg destrua tudo na superfície da Terra e crie uma civilização submarina.

CENAS:

Em missão na Áustria, Bond precisa interromper um tarde de amor. De esqui é perseguido a tiros por quatro homens. Ele salta de um precipício e abre seu paraquedas patriótico com a bandeira da Inglaterra estampada.

Na Sardenha há uma perseguição de carro. Bond em seu Lotus Esprit é seguido por uma moto e depois por um carro com Dentes de Aço a bordo. Mais tarde um helicóptero voa baixo e atira no carro de Bond. Para escapar a única saída é ele jogar o carro ao mar. Logo o veículo se transforma num submarino possibilitando o disparo de um míssil que destrói o helicóptero. Quando se pensa que Bond está a salvo, dois nadadores munidos de arpões e um homem num pequeno submarino vão atrás do agente. Ele consegue escapar e os frequentadores de uma praia se assustam quando o carro de 007 sai da água.

8. 007 – O Mundo Não é o Bastante (The World Is Not Enough, 1999)

James Bond (Pierce Brosnan) precisa proteger Elektra King (Sophie Marceau), herdeira de um oleoduto. O terrorista Renard (Robert Carlyle) está atrás dela e planeja tomar o controle da indústria petrolífera mundial.

CENAS:

Em uma negociação no Banco Suíço em Bilbao, Bond tenta reaver o dinheiro de uma transação quando um agente do MI6 foi morto. Ocorre um desentendimento e Bond consegue fugir pela janela. Mais tarde no QG do MI6, a maleta contendo o dinheiro tem uma bomba que explode. Isso o faz perseguir pelo rio Tamisa, uma misteriosa mulher a bordo de uma lancha. Bond está no barco Q. Deslizando pela água, Bond vai parar no asfalto, transformando o barco num carro. Ele passa a ser perseguido pela polícia o que o faz retornar para a água.

Nos Alpes Franceses, Bond e Elektra vão esquiar. Eles são perseguidos por homens a bordo de esquis motorizados equipados com paraquedas. Eles atiram, jogam bombas e continuam a perseguição em solo.

No Mar Cáspio, na fábrica de caviar de Valentin Zukovsky, Bond busca por informações que liguem Zukovsky a Elektra. Um helicóptero equipado com cinco serras circulares persegue Bond. O agente aciona por controle remoto o seu BMW Z8 e entra no carro. As serras do helicóptero partem o carro ao meio e continua perseguindo Bond que está a pé.

7. 007 – Na Mira dos Assassinos (A View to a Kill, 1985)

James Bond (Moore) enfrenta o industrial Max Zorin (Christopher Walken) que quer aniquilar o mercado de microchips. Com a pulsação magnética, uma explosão pode fazer com que todos os aparelhos que tenham microchip, sejam inutilizados.

CENAS:

Em mais uma perseguição na neve, Bond busca por um microchip. Homens de esqui e um helicóptero os perseguem. Ao som de “California Girls”, o agente desliza na neve em um monoesqui.

Em Paris, na Torre Eiffel, Bond almoça com Aubergine, um especialista em cavalos de corrida, que é morto. O agente vai atrás do assassino vestido de preto, que é a aliada de Zorin, May Day (Grace Jones). A perseguição acontece nas escadarias da Torre. Ela salta de paraquedas. O agente desce, rouba um taxi e segue a mulher para tentar capturá-la quando chegar ao solo. No percurso Bond bate o carro várias vezes, que vai se desmanchando.

Zorin convida Bond para participar de uma corrida cross-country com cavalo. Com obstáculos difíceis de ultrapassar, a corrida se torna perigosa para o agente.

Mais tarde, preso em um elevador, 007 tenta escapar de um incêndio. Quando o agente consegue sair do prédio, ele recebe voz de prisão e usa um caminhão de bombeiros para fugir e então é perseguido por policiais.

6. 007 – Um Novo Dia Para Morrer (Die Another Day, 2002)

James Bond (Brosnan) tentará impedir que Gustav Graves, um comerciante de diamantes, tome o poder. Ele cria o Ícaro, um artefato de luz prateada com poder de sol.

CENAS:

Na Costa de Pukch’Ong, Coreia do Norte, Bond surfando chega ao QG do coronel Tan-Sun Moon, uma área desmilitarizada. Ele faz uma transação de diamantes com Moon que dá errado. Acontece uma perseguição de hovercrafts equipados com lança-chamas e armas automáticas, por uma zona minada.

Bond vai a um centro de esgrima e enfrenta Graves numa luta em que os dois vão destruindo o local.

007 vai até a Islândia onde se hospeda no Palácio de Gelo. Bond é perseguido por Zao num lago congelado. O carro que Bond usa é um Aston Martin V12 Vanquish com camuflagem adaptável, assento ejetor, pneus com cravos para aderência no gelo e munido de torpedo e armas para derrubar objetos móveis. Zao está num Jaguar XKR. Os carros patinam e derrapam pelo lago numa perseguição explosiva que culmina no Palácio onde Jinx (Halle Berry) está presa.

5. 007 – Quantum of Solace (Quantum of Solace, 2008)

James Bond (Daniel Craig) quer vingança pela morte da amada Vesper (Eva Green). O plano o leva até o empresário Dominic Greene (Mathieu Almaric), interessado em extrair riquezas naturais da Bolívia.

CENAS:

A abertura traz uma frenética perseguição de carros por um túnel, com Bond em seu Aston Martin DBS. Ela continua numa pedreira de Mármore Carrara. Para esta sequência foram usados 14 Aston Martin e o perigo ficou por conta da escorregadia pista com pó de mármore.

Bond persegue a pé um dos capangas de Sr. White pelas ruas de Siena. Eles passam por um esgoto, por telhados de casas e termina numa igreja em obras no qual há um rápido plano-sequência que acompanha os dois no topo do prédio, atravessando a claraboia e caindo no interior do imóvel.

Em Porto Príncipe, Bond tenta resgatar Camille (Olga Kurylenko), que está no barco do general Medrano.

No QG de Medrano, numa área desértica na Bolívia, Bond e Camille atacam o lugar. Ela vai atrás do general e Bond atrás de Greene.

4. 007 Contra Goldeneye (Goldeneye, 1995)

James Bond (Brosnan) tenta reaver o programa de armas espaciais Goldeneye, roubado pelo coronel Ourumov. Além disso, ele precisa enfrentar um antigo amigo e agente do MI6, Alec Trevelyan (Sean Bean).

CENAS:

Bond salta de bungee jump em um dique e invade a Indústria de Armas Químicas Arkangel, numa missão com 006 (Bean). Para a fuga o agente entre em um avião em movimento prestes a decolar, mas ele e o piloto caem da aeronave. 007 usa uma moto para alcançar o avião que está quase no final da pista que fica no topo de uma montanha. O avião cai e Bond na moto se joga para chegar até ao avião. Ele alcança e consegue retomar o controle da aeronave. A sequência do salto de bungee jump entrou para o Guinness, o livro dos recordes.

Bond e a programadora de sistemas Natalya são capturados. O coronel Ourumov foge com ela e Bond em um tanque T-55 os persegue pelas ruas de São Petersburgo e vai destruindo tudo o que está a sua frente.

3. 007 – O Amanhã Nunca Morre (Tomorrow Never Dies, 1997)

James Bond (Brosnan) enfrenta o magnata da mídia Elliot Carver (Jonathan Pryce). Ele comanda atos trágicos para serem notícias exclusivas em seus meios de comunicação e assim ter o poder de influenciar as pessoas.

CENAS:

Bond está infiltrado num bazar terrorista de armas na fronteira russa. Lá tem ogivas nucleares e o agente fica sabendo que o local será atacado por um míssil disparado pela marinha britânica. 007 em um caça tenta impedir que as ogivas sejam detonadas, mas um outro caça o persegue.

O agente invade a gráfica de Carver e encontra um codificador de GPS, muito importante para o empresário. A sequência foi filmada na gráfica do jornal inglês ‘Daily Telegraph’.

Em Hamburgo, Bond recebe o seu carro, o BMW 750iL, que contém metralhadoras, lançador de foguetes, cortador de correntes e pneus reinfláveis. Além disso, é possível dirigi-lo via controle remoto pelo celular. Ele deixa o carro numa garagem. Homens tentam abrir o veículo e recuperar o GPS roubado, mas eles não conseguem. Com o controle remoto Bond liga o carro entra pela janela do banco traseiro, de onde ele o dirige remotamente pelos dispositivos contidos no seu celular. Outro carro o persegue que usa foguetes e outras munições para destruir Bond. Para a sequência foram usados 18 BMW, dos quais 15 foram destruídos.

Em Saigon, 007 e Wai Lin (Michelle Yeoh) fogem do prédio de Carver. Algemados um ao outro, eles escapam pulando de um andar e se agarram a um pôster preso a parede exterior, numa distância de 120 metros de altura. No chão eles roubam uma moto para escapar, mas são perseguidos por dois carros e depois por um helicóptero. Bond e Wai passam por varandas de um prédio e no final eles dão um salto com a moto sobre o helicóptero.

2. 007 – Cassino Royale (Casino Royale, 2006)

James Bond (Craig) garante sua licença para matar após executar dois homens. Sua primeira missão é em Madagascar, que o leva mais tarde a enfrentar o banqueiro Le Chiffre em um jogo de pôquer em Montenegro.

CENAS:

Em Madagascar, Bond deve capturar o terrorista Mollaka. Ele o persegue e os dois utilizam os movimentos do parkour, um esporte em que se usa o corpo para ultrapassar obstáculos de forma rápida e fluente, como saltos e escaladas. Eles passam por uma construção e a perseguição termina na embaixada de Nambutu.

No aeroporto Internacional de Miami, Bond persegue um homem que planeja explodir o protótipo do avião Skyfleet 570. A sequência foi a mais complicada de se filmar devido a quantidade de pessoas envolvidas na cena e o grande espaço da locação.

Em Montenegro Vesper é sequestrada. Bond vai atrás dela em seu Aston Martin DBS. Bond perde o controle do carro que capota sete vezes a mais de 110km por hora. Tal feito entrou para o livro Guinness.

Em Veneza, Bond procura por Vesper que se encontra com um homem e o entrega uma maleta de dinheiro. Eles vão parar num casarão em obras que começa a ruir e ser tomado pela água.

1. 007 – Operação Skyfall (Skyfall, 2012)

Em ‘007 – Operação Skyfall‘, a lealdade de Bond a M é testada quando o seu passado volta a atormetá-la. Com a MI6 sendo atacada, o 007 precisa rastrear e destruir a ameaça, não importando o quão pessoal será o custo disto.

CENAS:

Com uma abertura magnífica cheia de imagens psicodélicas que parecem respirar metáforas existenciais do famoso personagem título, ‘007 – Operação Skyfall‘ gera altas expectativas antes mesmo do filme começar.

A história aqui começa com a típica cena de ação pré-créditos, numa perseguição que em parte lembra a caçada frenética por um homem em ‘Cassino Royale‘, realizada com menos adrenalina. Essa, aliás, é uma das cenas pré-créditos mais longas de toda a franquia. Logo após um erro realizado pela agência MI6, Bond sai de cena e é dado como morto. Daí temos a costumeira abertura de créditos com a bela música da cantora Adele (que substituiu Amy Winehouse, planejada originalmente), e um design criativo que incluiu a cena do filme que acabou de ocorrer em suas imagens.

Bond retorna devido a um atentado, onde uma bomba explode parte do prédio do MI6, mesmo sem ser requisitado. O que acontece a seguir é uma caça ao terrorista responsável, o que leva o espião a Xangai e logo após para uma ilha particular ao encontro da melhor coisa em ‘Operação Skyfall‘, o vilão Silva – interpretado com empenho pelo ótimo vencedor do Oscar, Javier Bardem.

Uma das melhores cenas se passa em cima de um trem em movimento, com o agente pulando de uma lado para o outro sem amassar seu caro terno.

Em uma Londres chuvosa, com desfiles nostálgicos de modelos de carros clássicos, esse novo filme 007, como sempre (ao longo da franquia que completa 51 anos), conta com um elenco repleto de atores britânicos.

Desde que entrou na franquia, Daniel Craig representou a face da modernidade para James Bond. A face do realismo e da seriedade. Isso significou histórias com um tom crível, e uma trama que poderia de fato estar ocorrendo em algum lugar do mundo, e não algo saído de uma história em quadrinhos.

Após uma grande decepção com ‘Quantum of Solace‘ (apenas um exercício técnico de efeitos e cenas de ação), e um hiato de quatro anos, Daniel Craig voltou aos cinemas na pele do agente secreto mais famoso do mundo em ‘007 · Operação Skyfall‘. E o que todo mundo quer saber é: Onde se encaixaria num ranking esse terceiro filme com Craig no papel? Bom, é seguro dizer que ‘Skyfall‘ consegue superar ‘Quantum of Solace‘ e ‘Cassino Royale‘, não só como o melhor filme da era Craig mas também como um dos melhores toda a série.

 

Crítica | Aliança do Crime

O cão não ladra por valentia e sim por medo. Baseado na obra de Dick Lehr e Gerard O’Neill e dirigido pelo cineasta norte-americano Scott Cooper (Tudo por Justiça e Coração Louco),Aliança do Crime é mais um filme que fala sobre o mundo da máfia, só que dessa vez com um olhar diferente, utilizando muitos paralelos que se chocam, principalmente entre a ética e o crime no perigoso jogo de alianças que vai se moldando ao longo dos 122 minutos de projeção. Na pele do protagonista: um psicopata, frio, calculista e assassino sem piedade, o mundialmente conhecido Johnny Depp, que há tempos estava devendo aos cinéfilos uma atuação de tirar o chapéu, executa com louvor o expressivo personagem. Uma baita atuação.

Década de 70, Sul dos Estados Unidos, mais precisamente em Boston. Na trama, conhecemos parte da história de James ‘Whitey’ Bulger (Johnny Depp) um criminoso audacioso que após fazer uma espécie de aliança com o FBI, acabou se tornando, além de informante desta instituição, um dos senhores do crime mais poderosos de todo os Estados Unidos. Cavalos, drogas, apostas, não tinha limite de negócios que Bulger fazia a todo instante. Sua relação com o irmão, Billy Bulger (Benedict Cumberbatch), é o que mais chamava a atenção, já que esse último foi eleito senador e alguns diálogos com certa ambigüidade davam ou não a entender que o irmão o protegia. O filme relata com muita inteligência essa curiosa relação.

O que chama atenção logo de cara são seus dentes podres e sua expressão aterrorizante. James ‘Whitey’ Bulger, gângster descendente de irlandeses, essencialmente um criminoso: controlou policiais, federais, todo mundo foi ganhando suborno e sendo controlado pela mente doentia de um dos criminosos mais sanguinários que Estados Unidos já viu. A voz mansa, as ações inesperadamente explosivas, um sarcasmo que arrepia. Sem dúvidas, é a volta de Depp aos grandes trabalhos! Um outro bom destaque é a atuação do ator australiano Joel Edgerton (Warrior), na pele do policial do FBI John Connolly, principal responsável pelas regalias que Bulger teve durante o período que foi informante da polícia.

Estimado em mais de 50 milhões de dólares, Aliança do Crime é impactante muito por seu forte protagonista e por isso, com toda a justiça, Johnny Depp está bem cotado para ser um dos cinco indicados ao prêmio de melhor ator no próximo Oscar. Para quem curte filmes de gângsteres, espionagem, suspense e ação, este bom longa-metragem é um prato cheio!

Crítica | The Final Girls

Se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela. Dirigido pelo cineasta nova iorquino Todd Strauss-Schulson, protaganizado pela jovem Taissa Farmiga e pela estonteante atriz sueca Malin AkermanThe Final Girls é um projeto insólito, que veste a carapuça de filme tosco, repleto de personagens estereotipados nos mais clássicos trabalhos do gênero terror dos anos 90.

Na trama, conhecemos a delicada jovem Max (Taissa Farmiga – irmã mais nova da atriz Vera Farmiga), traumatizada e culpada pelo acidente trágico que matou sua mãe Amanda (Malin Akerman), uma atriz fracassada que ficou marcada por um único papel em um filme trash anos atrás. Três anos se passaram e Max, certo dia, resolve aceitar um convite para comparecer a uma exibição para fãs do filme trash que sua mãe participou. Após um inusitado acidente, envolvendo uma garrafa de vodka e uma guimba de cigarro, ela e os amigos vão parar dentro do filme que estava sendo exibido e a partir disso precisam lutar contra o assassino da história.

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Max é uma espécie de prima mais velha de Julie James (a protagonista de Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado interpretada por Jennifer Love Hewitt) e sobrinha mais nova de Sidney (a protagonista do inesquecível filme Pânico, interpretada por Neve Campbell). Todo o grau de semelhança com essas personagens não é mera imaginação, The Final Girls, entre erros e acertos, não deixa de ser uma homenagem a toda uma geração de cinéfilos que cresceram assistindo a filmes onde tínhamos que descobrir junto com os personagens quem era o assassino.

Não podemos negar que The Final Girls é um filme honesto do começo ao fim, feito para divertir sem se pensar. Escrito por M.A. Fortin e Joshua John Miller, o roteiro possui médios e baixos. Um exemplo a isso, em relação a personagens, Duncan (Thomas Middleditch) escolhido para ser a ponta cômica, além de ficar pouco tempo em cena, possui um leque de piadas altamente sem graça deixando o público refém para se conectar com os diálogos forçados. Mesmo assim, ao longo dos 88 minutos de projeção, mesmo em meio a bizarrices e cafonices, consegue ser um pouco criativo na montagem da história, pensando dentro de seu universo do absurdo.

Crítica | Sicario: Terra de Ninguém

Nunca houve uma guerra boa nem uma paz ruim. Nomeado para a Palma de ouro deste ano na categoria melhor diretor, o longa-metragem de ação estimado em mais de 30 Milhões de Dólares, Sicario: Terra de Ninguém é adrenalina pura, do início ao fim. Pelos olhos da forte protagonista, interpretada pela bela e competente Emily Blunt, vamos sendo apresentados a um mundo violento e sanguinário dos cartéis mexicanos. Além de Blunt, Benício Del Toro e Josh Brolin, os dois muito competentes em seus respectivos papéis, ajudam a contar essa ótima história que estreia no Brasil já na próxima quinta-feira (22).

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Na trama, conhecemos a agente da divisão anti-sequestros do FBI Kate Macer (Emily Blunt), uma mulher com grande determinação que depois de uma batida a uma casa onde houve perdas de agentes após uma explosão, é chamada para fazer parte de um grupo especial que envolve vários departamentos da justiça norte-americana com o objetivo maior de parar as ações de um cartel mexicano. Nesta equipe, liderada por Matt Graven (Josh Brolin), está o misterioso Alejandro (Benício Del Toro) um homem que resolve as situações da maneira mais extrema possível.

A criatividade na direção é um dos destaques deste filme. Mapas aéreos, visões noturnas, cenas de tiroteio com uma quase realidade impressionante. Após o brilhante Incêndios, o misterioso Os suspeitos(2013), o cineasta canadense Denis Villeneuve se jogou no gênero de ação adicionando ao seu projeto um detalhamento muito perspicaz de cada ação dos personagens. Em diversas impactantes cenas de ação que vemos ao longo da projeção, a que mais chama a atenção é a sequência dentro do túnel, simplesmente sensacional.

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Falando um pouco sobre as características dos personagens. A humanização da protagonista, não chega a ser cafona nem forçada, é muito bem definida dentro da trama. Totalmente novata nos tipos de operações que enfrenta ao longo de sua caminhada neste filme, a personagem, carregada de princípios éticos, se vê dividida em seus próprios pensamentos depois de tudo que assiste. Outro personagem que gera curiosidade é Alejandro. Cada diálogo contido parece que se evaporam com força em todas as ações do brilhante personagem. Benício del Toro dá um verdadeiro show em cena.

Sicario: Terra de Ninguém já pinta em algumas listas de favoritos para algumas categorias do próximo Oscar. Entrando na grande cerimônia do cinema ou não, uma coisa é certa: não deixem de ver este ótimo filme de ação!

Crítica | Papéis ao Vento

Um único minuto de reconciliação vale mais do que toda uma vida de amizade. Baseado na obra homônima criado por Eduardo Sacheri, o longa-metragem argentino Papeles en el Viento (no original), dirigido pelo cineasta Juan Taratuto, é um drama com pitadas milimetricamente cômicas tendo o futebol como fundo de fundo para os conflitos, conseqüências e ações dos personagens, esses últimos, cada um de sua forma, esbanjam categoria na sempre decisiva interação com o público. Há muita simpatia e empatia em cena, isso transborda no espectador que aos poucos vão se deliciando com essa curiosa história.

Na trama, conhecemos um grupo de amigos muito unidos que passam por um momento de tristeza quando um deles falece precocemente por conta de uma doença. A única herança que ele deixara para sua única filha foi o dinheiro investido em um passe de um jogador de futebol perna de pau. Para tentar recuperar o dinheiro em questão, os amigos farão de tudo para tornar o perna de pau em pelo menos um jogador negociável/rentável e assim conseguirem recuperar o dinheiro investido e dar uma boa vida para a filha do amigo.

O roteiro é muito interessante, possui seus atos muito bem definidos e consegue fisgar o espectador na maneira como é montado a história dos personagens, por meio de flashbacks da união dos amigos antes do falecimento de um deles. É como se o grupo que mantém a amizade há anos, fosse um ator só, tão bem definido é a importância da amizade nessa história. Todos os atores em cena possuem um belo entrosamento e os ótimos diálogos do roteiro, assinado também pelo diretor, dão uma leveza e simpatia ao drama que volta e meia chega a ser bem profundo.

A questão de fundo, o futebol, é bem encaixada durante o contexto de cada ato. Fora o óbvio amor pelos argentinos por esse esporte, também muito apreciado em nosso país, chegamos até a ver uma crítica sobre uma parte da indústria do futebol, exatamente nos bastidores, onde o dinheiro rola solto e os empresários mandam e desmandam o destino dos protagonistas (os jogadores) e como um comentário positivo sobre um jogador aquece as negociações instantaneamente.

 

Papéis ao Vento chegará ao Brasil em breve e promete ter uma boa carreira no circuito, não por ter uma história que fala também sobre futebol mas por ser cinematograficamente um belo trabalho. Sem dúvidas, mantém o selo argentino de qualidade, quando falamos de cinema, vivo.

Crítica | Beira-Mar

A vida é a soma das suas escolhas. Dirigido pela dupla Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, uma das produções mais aguardadas do cinema brasileiro este ano é o tipo de filme que se você assistir antes de ler a sinopse, fica com sérias dificuldades de entender sobre o que é a história. Aquele famoso lema cinéfilo que você precisa se convencer da história nos primeiros 15 minutos, nesse filme ocorre diferente. Beira-Mar é uma história sobre amizade, revelações e escolhas. Muito bem dirigido, possui diálogos abertos, diretos, honestos, mas que acabam não sendo tão objetivos por conta dos dois primeiros atos, mesmo que nesse caminho chegue a um brilhante terceiro ato.

Na trama, acompanhamos o jovem Martin (Mateus Almada) que faz uma viagem ao litoral do Rio Grande do Sul para visitar parentes que não conhecia e leva com ele o seu melhor amigo Tomaz (Maurício José Barcellos). Após resolverem questões relacionadas a família do primeiro, os dois personagens isolam-se em uma linda e bela casa na beira da praia.

Beira-Mar é um pequeno retrato da juventude, seus prazeres, suas escolhas. Nada além do que já não foi dito, ou explorado em outras produções. O filme possui boas atuações com grande dedicação e descoberta dos personagens, principalmente por sua dupla de protagonistas. Mas a história parece que congela na mesmice e sem conseguir encontrar o ritmo de interação certeiro com o espectador.

Quando nossa ótica se prende às questões das descobertas e finalmente entendemos melhor os personagens, o longa-metragem selecionado para o prestigiado Festival de Berlim cresce muito na tela. No ato final, como já mencionado na introdução, o filme parece que se encontra, seus últimos minutos são dedicados delicadamente a um grande conflito de emoções que transbordam na telona. Pena que esse belo clímax chegue muito tarde no sempre velho, mas valioso, objetivo em segurar a atenção do público.

Crítica | Bem-vindos ao Mundo (Welcome To Me)

Quase sempre é preciso um golpe de loucura para se construir um destino. E vem do circuito independente norte-americano um dos filmes mais estranhos dos últimos tempos, principalmente quando pensamos na análise psicológica da protagonista, interpretada pela atriz Kristen Wiig. Welcome to Me, ou no título traduzido Bem-vindos ao Mundo, é dirigidopela desconhecida Shira Piven, que consegue em menos de 90 minutos deixar o público impactado com tantas estranhezas em cena. De interessante realmente somente a tentativa do espectador em tentar decifrar a mente da personagem principal.

Na trama, conhecemos a peculiar Alice Klieg (Kristen Wiig), uma mulher de meia idade com um transtorno de personalidade evidente, que por acaso acaba ganhando na loteria norte-americana e decide apostar todas suas fichas investindo em um programa de televisão que fala sobre sua vida, suas memórias e situações que já vivenciou. A partir dessa opção, acaba se tornando obsessiva em ser famosa e acaba se distanciando ainda mais de todos os que a cercavam.

Kristen Wiig, adora um projeto inusitado e consegue em um mesmo ano participar de filmes completamente diferentes, como Amores Inversos (sua melhor atuação para esse modesto cinéfilo nque vos escreve),  A Vida Secreta de Walter Mitty, entre outros trabalhos. Nesse novo longa-metragem, roteirizado pela também desconhecido Eliot Laurence, Kristen tenta a todo instante instigar o público a descobrir junto com a personagem todas as dificuldades que ela irá enfrentar por conta das escolhas imperfeitas que faz. Alice Klieg possui seu próprio universo e um egoísmo quase ingênuo que podem gerar empatia ou antipatia facilmente.

Nenhuma subtrama funciona, seja o relacionamento forçado de Alice com Gabe Ruskin (Wes Bentley) ou as situações desconfortáveis no relacionamento com sua melhor amiga Gina Selway (Linda Cardellini). O filme oferece muito pouco para prender a atenção por quase 90 minutos. Bem-vindos ao Mundo (Welcome to Me) chegará direto nas locadoras brasileiras, ainda neste ano.

Crítica | Mia Madre

Apenas em torno de uma mulher que ama se pode formar uma família. Mia Madre, um dos filmes de destaque do festival do Rio 2015, é um recorte sensível sobre a chegada de novas ideias e modos de pensar para uma personalidade egoísta e solitária. O carisma da fita chega muito mais forte ao público por meio das elegantes pitadas cômicas provocadas pelo caos emocional de Margherita, a protagonista, além da triunfal e fundamental chegada de John Turturro e seu iluminado personagem Barry Huggins. Turturro simplesmente dá um show em cena.

Na trama, conhecemos a incompreensiva Margherita (Marguerita Buy, em uma grande atuação), uma mulher de personalidade forte, controladora, que enfrenta uma fase difícil, seja nas intensas gravações de seu novo projeto como diretora ou nas doloridas idas e vindas ao hospital onde sua mãe se encontra internada. A protagonista, uma italiana guerreira, luta diariamente para manter uma certa sanidade em meio a tantas novas linhas de pensamentos que chegam com força avassaladora para ela, transformando uma personalidade antes intocável em um sensível e mais compreensível ser humano.

Lembranças, histórias, o sofrimento do momento em que vive, Margherita parece repensar os momentos em que esteve ausente. Ao mesmo tempo, e gerando um paralelo muito intrigante, vemos seu lado profissional passar por um totalmente descontrole principalmente com a chegada de um excêntrico ator estrangeiro ao set de filmagens. Muitas vezes um drama profundo, às vezes uma comédia dramática, Mia Madre navega com cautela e inteligência no conflituoso embate emocional que chega as pessoas uma vez na vida.

O longa-metragem, sensação nos festivais onde passou, é um pouco mais que um retrato do esgotamento emocional em que se encontra a protagonista, muito bem retratado pelo ótimo diretor Nanni Moretti. Vale a pena conferir, estreia dia 24 de dezembro no Brasil.

Crítica| Eu Estava Justamente Pensando em Você

O tempo e o seu começo, meio e fim. Qual a diferença entre sonhos e lembranças? Porque parece ser tão impossível tentar te esquecer? Escrito e dirigido pelo cineasta norte-americano, estreante em longas-metragens, Sam Esmail (criador de um dos seriados mais aclamados por crítica e público nos últimos anos, Mr. Robot) Eu Estava Justamente Pensando em Você parece uma peça de teatro, com vários cenários, diálogos inteligentes beirando ao tragicômico e dois atores em grande harmonia em cena.

Na trama, acompanhamos a história de amor profunda entre Dell (Justin long) e Kimberly (Emmy Rossum), um jovem casal que se conhece de maneira inusitada e durante um certo período de tempo, vive intensamente todos os bons e terríveis momentos que uma rotina à dois pode oferecer. Indagações sobre a forma de viver, sobre o amor, o pensar os 5 minutos depois de um grande acontecimento, as inseguranças que geram um possível relacionamento. Michel Gondry adoraria conhecer essa história (se já não o fez), as referências a filmes deste grande diretor são inúmeras. Como nos filmes de Gondry, neste lindo trabalho com ar poético, sonhamos enquanto estamos acordados vendo a história passar pelos nossos olhos.

O ‘pra sempre’ assusta a todos nós, mas não é por causa disso que vamos desistir de lutar por ele. Nas passagens temporais (que podem gerar mais de um tipo de interpretação, como várias fases de um relacionamento ou até mesmo imaginarmos os dois pombinhos em diversas situações isoladas, sem nenhuma pré-ligação), argumentos cheios de referências vão decifrando para o público a personalidade intrigante dos protagonistas.

Chuvas repentinas, segredos escondidos e alguns descobertos, passagens de meteoritos. O roteiro é um grande quebra-cabeça emocional/temporal onde o espectador precisa de paciência e se deixar levar para poder compreendê-lo.  Eu Estava Justamente Pensando em Você não é um filme fácil, longe disso. É um trabalho que analisa profundamente uma relação de amor igual ou parecida a muitas outras. Se você já viveu um grande amor, sofreu por amor ou buscar encontrar seu eterno amor, você pode gostar demais dessa fita.

Crítica | The Gift (O Presente)

O mistério gera curiosidade, e essa, é a base do desejo humano para compreender. Primeiro longa-metragem dirigido pelo também ator australiano Joel Edgerton (Warriors), The Gift é quase um thriller, quase um suspense psicológico e quase um filme bom. A fita, que estreou nos Estados Unidos em agosto deste ano, fala sobre ganância, mentira e o quão longe um ser humano pode chegar para fazer o que é o ‘certo’, segundo o que pensa. O narcisismo detalhado, principalmente em um dos protagonistas, faz um paralelo com um problema bem complicado que acontece diariamente em algumas escolas, o bullying.

Em The Gift, o casal Simon (Jason Bateman) e Robyn (Rebecca Hall) se mudam para uma nova cidade por conta de uma nova oportunidade de emprego do primeiro. Logo após a chegada dos pombinhos à sua nova casa, um misterioso homem chamado Gordo (Joel Edgerton) aparece na vida deles dizendo ser um antigo amigo de infância de Simon. A partir disso, percebe-se que Gordo possui segredos sobre o passado de Simon, e Robyn tenta decifrar esse misterioso quebra-cabeça que aos poucos vai se instaurando.

A trama se desenvolve a partir das desconfianças da esposa em relação a seu marido. Mas por incrível que pareça, Robyn é o elemento menos desenvolvido da trama, o que obviamente é uma falha séria. Não conseguimos decifrar a personagem em relação a seu passado complicado onde usava remédios controlados. Sua contribuição dentro da trama são somente reflexos do medo que sente por toda a situação que ela e o marido acabam se colocando. Muito pouco para ajudar a excelente Rebecca Hall a impor sua personagem dentro da trama.

A boa interpretação de Jason Bateman (ator que encontramos em vários filmes fracos de comédia) surpreende, consegue deixar seu personagem o mais enigmático possível. Os olhos do público voltam-se para Simon a todo instante. Pena que a história deste protagonista, acaba decepcionando, principalmente por conta de um desfecho morno que nem de longe está à altura da história que foi construída até o ato final.

The Gift ainda não tem previsão de estreia no Brasil, provavelmente chegará por aqui e irá direto para as locadoras. Não deve gerar muita ansiedade, é um filme um pouco parecido com muitos outros do gênero. Tinha potencial mas a execução da história não foi a ideal para conseguir atenção total dos nossos olhos cinéfilos.

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série

O mundo zumbi criado na série ‘The Walking Dead‘ é tão mortal que os fãs sabem que qualquer personagem pode morrer na série.

Durante a New York Comic Con, o produtor Robert Kirkman revelou que apenas UM personagem está à salvo na série, e nunca será morto.

 

 

[SPOILER]

“A Carol foi a minha tentativa de mostrar o quão quebrado um indivíduo pode se tornar depois de um apocalipse zumbi. Na série, ela é uma das melhores personagens. Vamos ser honestos, na verdade, ela se tornou a mais forte por todas as coisas horríveis que aconteceram com ela. Matá-la seria definitivamente ridículo… e não podemos fazer isso. Alguém quer que a Carol morra na série?”, perguntou à plateia, e a multidão respondeu com um esmagador “Não”.

Esta é a primeira vez que Robert Kirkman revela publicamente que um personagem em particular nunca vai morrer.

Isto significa que Rick (Andrew Lincoln), Daryl (Norman Reedus), Glenn (Steven Yeun), Maggie (Lauren Cohan) e Michonne (Danai Gurira) não estão à salvo…

O primeiro episódio da sexta temporada estreou no domingo, 11, e registrou uma queda em sua audiência comparado às estreias das temporadas anteriores.

O episódio, que misturou cenas preto e branco com coloridas, atraiu uma audiência de 14,6 milhões de espectadores norte-americanos.

É uma grande baixa comparado aos 17,2 milhões que assistiram ao primeiro episódio da quinta temporada. A première da quarta temporada teve 16,1 milhões de espectadores.

A série recentemente ganhou um episódio especial em avião – Saiba mais!

O que você achou do primeiro episódio?

A estreia da sexta temporada de ‘The Walking Dead’ será a mais tensa da série 

‘The Walking Dead’: Fotos apresentam novos personagens da série 

Constantine aparece na série ‘Arrow’; Confira a sinopse do episódio!

A DC Entertainment e o canal The CW divulgaram a sinopse oficial de ‘Haunted‘, o quinto episódio da quarta temporada de ‘Arrow‘.

Mesmo após ser cancelado após sua primeira temporada, John Constantine (Matt Ryan) vai retornar. O investigador sobrenatural fará uma participação especial na quarta temporada de ‘Arrow‘, e vai aparecer pela primeira vez no quinto episódio.

Confira a sinopse:

Matt Ryan reprisa o papel de John Constantine em Arrow.Quando as coisas dão errado para Sara (Caity Lotz), Oliver (Stephen Amell) pede um favor para um antigo amigo que lida com o sobrenatural, John Constantine”.

Especula-se que o personagem está envolvido na ressurreição de Sara, que vai se transformar na Canário Branco.

O episódio vai ao ar nos EUA em 4 de Novembro.

Briga! Astro de ‘Arrow’, Stephen Amell invade ringue da WWE e bate em lutador 

‘Arrow’: Assista aos melhores momentos da luta de Stephen Amell na WWE 

Crítica | Música, Amigos e Festa

Dirigido pelo novato Max Joseph (mais conhecido por apresentar o programa “CatFish” na MTV), ‘Música, Amigos e Festa‘ tem seu público bem definido: Jovens e fãs de música eletrônica.

Ambientado em um bairro de classe média baixa de Los Angeles, na trama temos Cole Carter (vivido por Zac Efron), um jovem aspirante a DJ que toca em pequenas festas e sonha em viver da sua música. Quem o acompanha nessas festas são seus amigos: Ollie (Shiloh Fernandez), um ator que ainda espera pela sua grande oportunidade na TV, Mason (Johny Weston) um cara briguento que parece perdido na vida e Squirrell (Alex Shaffer), o novato e mais “tranquilo” do grupo.
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Cole vê sua grande oportunidade ao conhecer James, interpretado por Wes Bentley, um famoso DJ que vai funcionar como um mentor para Cole. As coisas complicam quando ele se envolve com a namorada de James, Sophie (Emily Ratajkowski) e começa a deixar seus amigos de lado.

Apesar de apresentar diálogos interessantes e que podem fazer muitos jovens se identificarem, como a conversa de Cole com seu amigo Squirrell, onde ambos discutem sobre o futuro e o desejo de ser “mais do que são”. Tal cena ilustra de maneira bem direta o dilema entre fazer o que gosta ou aquilo que dá dinheiro, mas o grande problema do longa são seus personagens que foram pouco aprofundados e perderam a chance de se conectarem mais com o seu público.

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Em seu longa de estreia, Max Joseph faz escolhas interessantes para compensar um roteiro fraco. A música é a grande protagonista e é forte e presente durante todo o longa. O diretor também utiliza de animação para ajudar a contar a história, propondo uma boa experiência de imagem e som.

Apesar dos problemas no roteiro, ‘Música, Amigos e Festa‘ compensa no dinamismo, na estética cool e funciona bem pro seu público alvo, é de certa forma inspirador e um bom filme pra se ver antes da balada.

 

Crítica | Um Amor a Cada Esquina

Mais de 10 anos após seu último trabalho como diretor no cinema, Peter Bogdanovich retorna às telonas mostrando que ainda sabe fazer bons filmes com o longa ‘Um Amor a Cada Esquina‘ (She´s Funny That Way).

A história é simples: Izzy é uma garota de programa que sonha em ser atriz. Sua maior inspiração é Audrey Hepburn no filme ‘Bonequinha de Luxo‘, o que faz com que ela prefira ser chamada de “Musa” ao invés de prostituta.

A garota que romanceia sua profissão (e sua vida) conhece Arnold Albertson, um famoso diretor de teatro que lhe oferece 30 mil dólares para que ela deixa a profissão e possa viver seu sonho. Izzy aceita o dinheiro, larga a noite e vai à procura do seu primeiro teste de elenco quando se depara com nada mais, nada menos do que seu “investidor” como diretor e a esposa do mesmo como uma das protagonistas. E é aí que a história se desenvolve.

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Com um roteiro despretensioso e divertido, a história segue apresentando novos personagens que vão compondo a trama e causando uma confusão após a outra.

Apesar de Owen Wilson (que continua fazendo o mesmo tipo de personagem no qual estamos acostumados) e Imogen Poots (‘Namoro ou Liberdade’) serem os protagonistas, quem rouba a cena mesmo é Jennifer Aniston, que interpreta uma psicóloga meio maluca sem nenhuma ética profissional e é responsável pelos melhores momentos do filme. Kathryn Hahn (a esposa traída) também protagoniza uma das sequências mais engraçadas do longa.

O elenco também conta com Rhys Ifans (que interpreta um ator famoso que integrará a peça e é obcecado pela esposa do diretor), Austin Pendleton (um ex-cliente de Izzy que começa a persegui-la), Will Forte (roteirista da peça e marido da psicóloga interpretada por Aniston) e uma rápida aparição do grande Quentin Tarantino.

Um Amor a Cada Esquina‘ tem um timing afiado e mesmo com uma história improvável, é divertido, leve e gostoso de acompanhar. O filme se destaca de outras comédias do gênero devido ao seu talentoso elenco, sendo uma ótima escolha pra uma noite de domingo.

 

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FX cancela exibição simultânea de ‘American Horror Story: Hotel’ no Brasil

Na última semana, o Canal FX do Brasil exibiu o episódio-piloto da série ‘American Horror Story: Hotel‘ simultaneamente com os EUA, burlou a pirataria e deixou os fãs extremamente felizes.

Porém, o segundo episódio devia ir ao ar ontem, 14, mas o canal resolveu reprisar o primeiro episódio. Alegando que os fãs “pediram”, a série deixou de ter exibição simultânea com os EUA.

O segundo episódio será exibido no Brasil na madrugada desta quinta-feira (15 de Outubro), depois da meia-noite e um dia após a exibição norte-americana.

Tenso, não é? Os fãs se revoltaram com a informação.

Confira:

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A série estreou no dia 7 Outubro com altas expectativas, já que adicionava a cantora pop Lady Gaga em seu elenco. Porém, o primeiro episódio não teve alta em sua audiência: foi visto por 5,81 milhões de espectadores (com 3.0 na audiência qualificada) – Saiba mais!

Assista promos dos próximos episódios:

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A trama se passará em um hotel localizado no centro de Los Angeles, que será palco de vários assassinatos conhecidos da cultura norte-americana, traição, glamour e assombrações. A temporada sucessora de ‘American Horror Story: Freak Show’ se passa nos dias atuais.

Vale lembrar que Jessica Lange também deve retornar na sexta temporada de ‘American Horror Story’. A série pode ganhar duas temporadas em 2016 – Saiba mais!

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EXCLUSIVO: Owen Wilson e Imogen Poots em cena de ‘Um Amor a Cada Esquina’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, uma cena da elogiada comédiaUm Amor a Cada Esquina’ (She’s Funny That Way).

Peter Bogdanovich (‘Marcas do Destino’) dirige o filme, estrelado por Jennifer Aniston (‘Cake: Uma Razão para Viver’) e Owen Wilson (‘Meia-Noite em Paris’), que voltam a trabalhar juntos depois do sucesso do filme ‘Marley & Eu‘.

A Mares Filmes lança a comédia nos cinemas nacionais hoje (15 de Outubro).

Assista, com o trailer legendado:

A trama gira em trono de Arnold (Wilson), um diretor da Broadway casado que se apaixona por Izzy (Imogen Poots), prostituta que virou atriz, e tenta ajudá-la com sua carreira.

Aniston interpreta Jane, a terapeuta de Izzy, Will Forte faz o marido de Jane e Kathryn Hahn é a esposa de Arnold. Lucy Punch, Debi Mazar, Rhys Ifans, Cybill Shepherd, Colleen Camp e Tatum O’Neal completam o elenco. Quentin Tarantino e Michael Shannon fazem participações especiais.

Dirigido por Peter Bogdanovich (‘A Última Sessão de Cinema’).

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