Site Página 7971

O Exótico Hotel Marigold 2

(The Second Best Exotic Marigold Hotel)

 The Second Best Exotic Marigold Hotel<br /> (2015) on IMDb

 

Elenco: Judi Dench, Bill Nighy, Richard Gere, Maggie Smith, Judi Dench, Dev Patel, David Strathairn, Tom Wilkinson, Maggie Smith.

Direção: John Madden

Gênero: Drama, Comédia

Duração: 122 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: US$ 8 milhões

Estreia: 7 de Maio de 2015

Sinopse: 

O jovem empresário do ramo hoteleiro Sonny Kapoor (Dev Patel) enfrenta um grandioso novo desafio, preparar um legítimo casamento indiano, ao mesmo tempo em que lida com a expansão de seu bem-sucedido negócio.

Curiosidades: 

» O roteirista Ol Parker e o diretor John Madden, ambos do longa original, retomam seus cargos nesta sequência.

» O primeiro filme faturou US$ 136,8 milhões nas bilheterias mundiais para um orçamento de US$ 10 milhões.

 

Trailer:

Cartazes: 

O Exótico Hotel Marigold 2-poster2

The_Second_Best_Exotic_Marigold_Hotel_poster

 

Fotos:

 

A Estrada 47

(A Estrada 47)

 A Estrada 47<br /> (2013) on IMDb

Elenco:

Daniel de Oliveira, Julio Andrade, Francisco Gaspar.

Direção: Vicente Ferraz

Gênero: Drama

Duração: 107 min.

Distribuidora: Europa Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 07 de Maio de 2015

Sinopse:

Durante a 2ª Guerra Mundial, no sopé de uma montanha na Itália, uma esquadra de caçadores de minas da Forca Expedicionária Brasileira sofre um ataque de pânico e acaba se perdendo em plena Terra de Ninguém. Desesperados, com frio, fome e sede, os despreparados Pracinhas têm de optar por enfrentar a Corte Marcial ou encarar novamente o inimigo. É então que os remanescentes do grupo decidem rumar para outro ousado objetivo militar: desarmar o campo minado mais temido da Itália. No caminho, acabam encontrando outros desertores: um fascista arrependido e um oficial alemão cansado da guerra. Com a inesperada ajuda dos inimigos, os Pracinhas conseguem realizar um a das mais impossíveis façanhas já imaginadas em todo o conflito.

Curiosidades:

» Segundo filme do diretor Marcelo Galvão (‘Colegas’).

» Levou o Kikito de melhor filme no Festival de Cinema de Gramado 2014.

Trailer:

Cartazes:

estrada47_1

De Gravata e Unha Vermelha

(De Gravata e Unha Vermelha)

 De Gravata e Unha Vermelha (2015) on IMDb

Elenco:

Dudu Bertholini, Laerte, Rogéria, Ney Matogrosso, João Nery, Johnny Luxo, Candy Mel, Letícia Lanz, Eduardo Laurentino, Walério Araújo.

Direção: Miriam Chnaiderman

Gênero: Documentário

Duração: 86 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 07 de Maio de 2015

Sinopse:

Com depoimentos de grandes nomes de um mundo transgressor, onde a sexualidade é reinventada, o documentário cria uma vertigem a partir do jeito que cada um encontra de se respeitar na construção do próprio corpo. No uso das roupas e na criação de contornos, vão surgindo formas desruptoras de vida. O estilista Dudu Bertholini entrevista e revela as experiências peculiares de Laerte, Rogéria, Ney Matogrosso, Johnny Luxo, Candy Mel e outras personalidades.

Curiosidades:

» Vencedor do Prêmio Felix de Melhor Documentário no Festival do Rio 2014.

Trailer:

Cartazes:

degravataeunhavermelha_1

Fotos:

 

 

Crítica | O Exótico Hotel Marigold 2

Comédia romântica da terceira idade

Foi realmente uma surpresa a confirmação de sequência da comédia inglesa O Exótico Hotel Marigold (2011), mais ainda pelo cineasta John Madden dirigir novamente o título. Apesar do peculiar humor britânico, o primeiro longa apresentava gags funcionais, detinha um elenco estrelado e abordava temas interessantíssimos. O maior deles era o preconceito (racial, e xenofóbico), que se encaixava em quase todas as figuras da trama e tinha um cinismo latente. Ainda assim abria espaço para o romance entre gente da terceira idade, sem nunca soar forçado ou ridículo. Um trabalho deveras singular na carreira de Madden, que já entregou dramalhões como O Capitão Corelli (2001) e A Prova (2005).

Contando com praticamente todo elenco da fita original – Judi Dench, Bill Nighy, Penelope Wilton, Dev Patel e Maggie Smith, só tirando Tom Wilkinson, mas inserindo Richard Gere -, o diretor decidiu seguir por outros caminhos, deixou de lado o debate social e focou na vida pessoal e conjugal de seus personagens. Entretanto isso não foi de tudo ruim, pois como já tinha os apresentado anteriormente, o processo de identificação, de certo modo, existia, possibilitando assim abordar mais a fundo seus sentimentos.

403083.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

O caso do agora protagonista Sonny Kapoor (Patel), que prestes a se casar com a linda Sunaina (Tina Desai), passa por uma fase conturbada não só em sua vida amorosa quanto profissional. Principalmente quando seu primo Kushal (Shazad Latif) aparece como uma espécie de ameaça nos dois aspectos, uma vez que dá em cima da garota e pretende comprar um promissor e futuro investimento, que vai de uma vez por todas fazer decolar sua franquia de hotéis.

Do outro lado vemos os já conhecidos senhores que ainda se hospedam no Marigold. Evelyn (Dench) trabalha comprando tecidos, mas ainda não se acertou com Douglas (Nighy). Muriel (Smith), agora sócia majoritária do hotel, enfrenta o problema da administração do hotel e, pior, tem que lidar com as loucuras de Sonny. O então irreverente casal Norman (Pickup) e Carol (Hardcastle), vive lado a lado com a desconfiança, um ciúme que acaba sendo hilário. Mas o grande caso amoroso aqui é mesmo o do suposto escritor Guy Chambers (Gere) com a mãe de Kapoor. Ou seja, mergulhamos numa comédia romântica sem grandes pretensões.

257664.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx

E sem pesar a mão, John Madden cria uma narrativa que se mostra orgânica do início ao fim, que tem lá seus exageros quando fala a respeito da cultura local, mas que também é sutil em alguns momentos, como naquele que vemos a história familiar de um taxista que se envolve com Madge (Imrie). A fotografia de Ben Smithard é importante nas cenas externas por auxiliar a atmosfera enérgica presente. Bem como a trilha do sempre ótimo Thomas Newman matem o ritmo em vários andamentos.

As risadas também são mais numerosas aqui, vemos piadas prontas que, mesmo não sendo originais, funcionam bem, obrigado. Muito desse feito, inclusive, se deve ao elenco estar conectado e aparentar se divertir em tela. Como na cena de encerramento em que todos dançam ao ritmo de uma canção indiana – artificio bastante clichê, que já foi visto, por exemplo, em Quem Quer Ser um Milionário? (2008), e é impossível não fazer comparações, já que Patel também o protagoniza.

marigold1

Todavia, se colocarmos na balança, os prós são bem maiores que os contras. Ainda que seja um filme de proposta simples e que apenas tenha a função de entreter, é notado que em essência o longa possui sutileza narrativa e aborda seus personagens de maneira humana e honesta. Aliás, são poucos os exemplares do gênero que dão destaque a figuras de idade mais avançada, como vemos aqui. E é ótimo poder observar astros que outrora eram aclamados e que, naturalmente pelo tempo, foram restringidos a poucos papéis. Em suma, vale conferir.

Texto originalmente publicado na cobertura do Cine PE 2015.

Últimas Conversas

(Últimas Conversas)

 Ultimas Conversas (2015) on IMDb

Elenco:

Documentário

Direção: Eduardo Coutinho

Gênero: Documentário

Duração: 85 min.

Distribuidora: Espaço Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 07 de Maio de 2015

Sinopse:

A partir de entrevistas com jovens estudantes brasileiros, o filme busca entender como pensam, sonham e vivem os adolescentes de hoje.

Quando morreu, em fevereiro de 2014, Eduardo Coutinho deixou 32h de material gravado e um caderno com anotações iniciais a respeito desse material.

Foi então que João Moreira Salles, produtor deste e dos nove longas anteriores do Coutinho, contando com a ajuda imprescindível de Jordana Berg, montadora dos filmes do cineasta desde Santo Forte (1999), levou a diante a missão de terminar essa obra.

Uma grande responsabilidade de difícil execução. O processo levou oito meses até que chegassem ao resultado do filme.

Curiosidades:

» O filme “Últimas Conversas” foi selecionado pelo Programa Petrobras Cultural.

Trailer:

Cartazes:

ultimasconversas_1

Crítica | Super Velozes, Mega Furiosos

Imagine as seguintes situações: Um namorado beija a companheira e lhe passa herpes. Um homem espanca outro até que fique inconsciente, logo em seguida o assassina com uma arma de fogo. Um pai aposta seu filho, ainda no ventre da mãe, em uma corrida de carros. Você riu de alguma dessas situações? Não? Que bom! Isso significa que você não é um psicopata e que, consequentemente, não é o público alvo desta excrecência que garante seu lugar como um dos piores filmes do ano.

É engraçado como Super Velozes, Mega furiosos parece acreditar genuinamente que suas passagens (ia chamar de piadas, mas não são) fazem o público rir. Utilizando-se de gags obvias que são estendidas quase que sempre além do seu tempo. Não só apresenta situações não engraçadas, mas com desfecho óbvio e fora de ritmo.

Durante este interminável longa, acompanhamos Paul White (Alex Ashbaugh), um policial que tenta se infiltrar na gangue de Vin Serento (Dale Pavinski), mas acaba se aproximando dos criminosos e desenvolvendo uma relação com eles, história tão simplória e rasa, que a sequência parodiada parece uma obra prima perto deste filme.

superfast2

Os primeiro minutos são, de longe, os piores momentos do longa (são tantos momentos ruins que fica até difícil decidir qual o pior). Os “diretores” nos apresentam o protagonista como um homem que dirige um carro com um desenho de unicórnio, como se mostrando esse desenho, apenas, fosse o suficiente para arrancar gargalhadas. Este primeiro momento, bem como o resto do filme, é recheado de estereótipos. O negro “Hell no!”, o latino de lenço amarrado na cabeça e o jamaicano com sotaque forte. Mais uma vez, como se mostrando esses estereótipos, apenas, fosse o suficiente para fazer-nos rir (talvez há trinta anos atrás, fosse minimamente).

E este “filme” é repleto de momentos assim. Em um momento vemos a gangue dançar. Apenas isto, um grupo de quatro ou cinco pessoas dançando. Descobri hoje que dançar é algo extremamente engraçado (sarcasmo). Não só nas ações em si, mas no modo que são filmadas e na montagem. Nunca são mostrados momentos que surpreendem o espectador, bem como estes momentos são quase todos enquadrados em planos pequenos, nunca demonstrando a relação dos personagens e os resultados das suas interações.

superfast3

A montagem contribui para a falha das suas piadas. As gags são montadas de forma muito lenta, prejudicando o ritmo do filme, bem como, estendendo algumas situações que poderiam ser mais concisas, prolongando a vergonha alheia quando cada “piada” é encerrada. Aqui fica evidente a absoluta falta de carisma dos atores (Excluindo-se Dio Johnson, que faz uma paródia do personagem de The Rock na franquia original, de quem aqui e acolá dei risadas) que nunca são precisos nas piadas e apresentam reações genéricas.

Se utilizando de piadas compostas por estereótipos e senso comum, constituindo um humor burro e ultrapassado por excelência, filmes como este tem apenas uma função: Mostrar como NÃO se fazer cinema.

Crítica | O Franco-Atirador

Sean Penn, o novo Liam Neeson?

Baseado no livro “The Prone Gunman”, de Jean-Patrick Manchette, ‘O Franco-Atirador’ (The Gunman) traz o veterano Sean Penn no primeiro papel protagonista dentro de um filme de ação em sua carreira. Com o roteiro coescrito pelo próprio, Penn interpreta Jim Terrier, assassino de um grupo secreto de mercenários. Logo na abertura, vemos o protagonista em ação, precisando eliminar um ministro do Congo, na África.

Depois do ato, o regulamento a ser seguido é o desaparecimento, o que significa deixar para trás sua antiga vida, incluindo a companheira – interpretada pela bela italiana Jasmine Trinca. Alguns anos depois, Terrier vive como funcionário de uma ONG, retornando ao país africano para ajudar aldeias. Seu passado volta para assombrá-lo, quando assassinos tentam matá-lo. Agora, sua missão é descobrir os responsáveis por eliminar sua antiga equipe, ao mesmo tempo em que corre grande perigo sendo caçado pelos mesmos.

CinePop 4

Vale mencionar a força por trás do projeto. O produtor é Joel Silver, especialista no gênero, responsável por obras como ‘O Predador’, ‘Máquina Mortífera’, ‘Duro de Matar’ e ‘Matrix’. A direção é do francês Pierre Morel, que em 2008 deu nova guinada para a carreira de Liam Neeson com ‘Busca Implacável’. E por fim deve ser mencionado o envolvimento do astro Penn, que além de escrever e protagonizar, também produz o filme, o que demonstra que o ator realmente acreditava no projeto.

O resultado, no entanto, fica abaixo do esperado. ‘O Franco-Atirador’ não é um exemplar inspirado do gênero, ao contrário, é um bem genérico e esquecível. O filme fica devendo nos aspectos que deveriam favorecê-lo, ou seja, uma história interessante e nova ou em cenas de ação que nos faça justamente esquecer a história (caso não seja o forte da produção). A ação confeccionada por Morel se resume a muitos tiros, dos quais nenhum jamais atinge o protagonista. A obra é pontuada por tiroteios constantes.

CinePop 3

A falta de ação desenfreada seria perdoada caso a obra fizesse uso de um roteiro interessante, com personagens chamativos e uma história que realmente nos capturasse. O que daria o tom de seriedade para um filme adulto do gênero. Mas aqui o material é reciclado. Uma trama aguada e diluída, que nos desafiará a lembrá-la na semana seguinte a termos saído da exibição. Sequer espaço de criação para bons atores é permitido. E aqui, Javier Bardem e Idris Elba são os mais prejudicados. Bardem recria mais um antagonista caricato (de filmes como ‘Skyfall’ e ‘O Conselheiro do Crime’), este perdendo por muito em comparação. E Elba aparece menos do que seu talento merece, em um personagem que poderia ser interpretado por qualquer ator.

Sean Penn, ator duas vezes vencedor do Oscar (‘Sobre Meninos e Lobos’ e ‘Milk: A Voz da Igualdade’), não consegue trazer sua intensidade performática de costume, e resume sua atuação a flexionar os músculos recém adquiridos, no auge de seus 54 anos (com uma Charlize Theron em casa, é bom estar em forma). Existem filmes de ação que não ressoam conosco após o termino da exibição, mas que enquanto assistimos nos entretém. Nem este fato é verdade com ‘O Franco-Atirador’. A falta de energia é sentida. Para não apontar o filme como um desperdício completo, vale mencionar novamente a participação refrescante da italiana Trinca, que possui uma boa presença de cena.

Jogo Duro

Jogo Duro’ (Wild Card), estrelado por Jason Statham e Sofía Vergara, teve seu trailer legendado divulgado.

Trata-se de uma nova versão de ‘Encurralado em Las Vegas’ (1986)

Assista:

Na trama, o guarda-costas Nick Escalante (Statham) sonha em trocar Las Vegas por Veneza. Mas quando sua amiga prostituta é barbaramente espancada por um cliente, Nick precisa descobrir quem fez isto com ela. Depois de dar uma surra em três rapazes que agrediram a amiga, ele tem de enfrentar um assassino profissional contratado pelos rapazes.

Stanley Tucci, Milo Ventimiglia, Michael Angarano e Anne Heche completam o elenco.

A direção é de Simon West, que assume o posto de Brian De Palma (diretor do original) e volta a se reunir com Statham após ‘Assassino à Preço Fixo’ e ‘Os Mercenários 2’.

Jogo Duro’ chega ao Brasil direto em Home Video em Julho.

jogoduro_1

Jennifer Lawrence ganhará US$ 20 milhões para estrelar drama espacial

Jennifer Lawrence (das franquias ‘Jogos Vorazes’, ‘X-Men’) segue como uma das estrelas mais valorizadas de Hollywood, e prova disso é o seu próximo salário. Segundo o Hollywood Reporter, a atriz receberá nada menos que US$ 20 milhões para estrelar o drama espacial ‘Passengers’. O valor representa um quarto do orçamento previsto para o filme.

Com os US$ 10 milhões de cachê de Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxiá’), o protagonista masculino, e mais US$ 3 milhões pagos ao diretor Morten Tyldum (indicado ao Oscar por ‘O Jogo da Imitação’), o longa já gastou cerca de US$ 40 milhões sem sequer ter uma cena filmada, o que já ascendeu o sinal vermelho na Sony.

Estima-se um orçamento final entre US$ 80 e 95 milhões, mas de acordo com o site, o novo presidente do estúdio, Tom Rothman, está tentado abaixar os custos de produção. Lawrence e sua equipe, no entanto, já teriam batido o pé quanto ao salário da estrela e não pretendem renegociá-lo.

Na trama escrita por Jon Spaihts (‘Doutor Estranho’, ‘Prometheus’), uma nave espacial transporta milhares de pessoas para um planeta colônia, que tem uma avaria em uma de suas câmaras de sono. Como resultado, um único passageiro é despertado 90 anos antes de qualquer outra pessoa. Diante da perspectiva de envelhecer e morrer sozinho, ele finalmente decide acordar um segundo passageiro, marcando o início do que se torna uma história de amor única.

O filme de longa gestação já teve Keanu Reeves, Reese Witherspoon e Rachel McAdams associados ao elenco. Todos desistiram do projeto.

Não há cronograma definido para ‘Passengers’.

Crítica | Apenas entre Nós

Falando sobre relacionamentos, família e infidelidades à flor da pele, o diretor croata Rajko Grlic, que dirigiu o ótimo Karaula (2006), apresenta ao público uma fábula moderna sobre o amor e o desejo, situada em uma Europa fria mas com impulsos ardentes incansáveis. A câmera de Grlic merece destaque pois consegue encontrar os caminhos para traduzir ao público cada detalhe das ações, muitas impensadas, pelos personagens.

Para o personagem principal, interpretado brilhantemente pelo Tony Ramos da Croácia, Miki Manojlovic, só existem duas religiões: O amor e as outras. Assim, os curtos 88 minutos de projeção, vão se moldando a partir de situações e descobertas de um quarteto familiar que não encontra o ponto de equilíbrio na maturidade que regem suas vidas. Cada personagem, cada um mais interessante do que o outro, vão dando um certo ritmo à fita vencedora de alguns prêmios no leste europeu no ano de seu lançamento, 2011.

Há a questão cultural, diferente da que vemos por aqui (ou nem tanto), sobre a maturidade no amor. Uma das coisas mais interessantes neste longa-metragem é exatamente descobrir ou tentar entender melhor como são os conflitos amorosos aos olhos dos filhos da região que comportava a ex-união soviética. Mas o filme é longe de ser somente um retrato de uma comunidade, é amplo em tentar apresentar argumentos para aas teorias dos relacionamentos modernos e todo o impulso, não só sexual, que envolve muitas relações.

Com certo atraso, Apenas Entre Nós finalmente chega aos cinemas brasileiros nesta próxima quinta-feira (07.05). É a grande oportunidade dos cinéfilos conferirem esse belo trabalho.  Esse é um filme que Nelson Rodrigues abriria um sorriso e faria rapidamente analogias certeiras com muitas de suas eternas histórias.

Crítica | Força Para Viver

Debutando na carreira de diretor (dessa vez pra valer, já que havia dirigido um filme feito para TV, Lip Service, na década de 80), o fabuloso ator William H. Macy reúne um elenco primoroso para contar uma história dramática sobre um pai em busca de redenção para um terrível trauma em sua vida. O nova iorquino Billy Crudup foi o escolhido para ser o protagonista, concorreu pela vaga com outros atores e a produção do filme não poderia ter escolhido melhor, Crudup emociona em cada cena, é algo tão tocante que deve gerar todos os tipos de reações do espectador, sem dúvidas uma das melhores atuações do ano.

1196276_Rudderless

Na trama, conhecemos o confiante e bem sucedido Sam (Crudup), um pai de família que vive intensamente seu cotidiano fazendo dinheiro com seu estável trabalho. Certo dia, uma grande tragédia acontece na biblioteca onde seu filho estudava e esse fato muda completamente o protagonista que se joga no alcoolismo, muda de cidade e vai morar em um barco bem longe de casa. Passados dois anos, agora trabalhando como pintor e sem muitas pretensões na vida, Sam recebe de sua ex-mulher Emily (interpretado pela sempre maravilhosa Felicity Huffman) uma caixa com alguns pertences do filho e isso o faz despertar para um elo esquecido que eles tinham, a música. Preso ainda pelos pensamentos doloridos de seu passado, Sam embarca numa jornada musical, principalmente quando conhece o carismático Quentin (Anton Yelchin) e resolve criar uma banda.

As canções chegam para Sam de maneira impactante, o aproxima novamente de seu filho. Eles possuíam uma boa relação mas pouco se viam, esses pensamentos de nunca poder estar tão presente na vida do filho, de querer voltar no tempo, praticamente destrói o protagonista por dentro. Conseguimos sentir toda a angústia e amargura desse grande personagem por conta da espetacular atuação de Billy Crudup. Com o sucesso que o filme fez em Sundance e em outros festivais, não será nenhuma surpresa se Crudup aparecer na lista dos principais prêmios do cinema no ano que vem. Vale também os destaques para a boa direção de William H. Macy que não resistiu e também aparece no filme, e para Felicity Huffman que personifica a dor na figura materna.

Tem um grande detalhe nesse belo roteiro que é revelado somente perto do desfecho, o que faz nós espectadores entendermos melhor toda aquela angústia e as escolhas que o personagem principal tomou após a tragédia. As músicas que ouvimos durante toda a fita, possuem uma melodia, uma letra, tão empolgante que se tornam um antídoto contra qualquer tristeza que possa estar preenchendo nossos dias. Afinal, a vida não é uma eterna arte de se reconstruir? Por isso: Respire fundo, conte as estrelas, deixe o mundo rodar sem você.

Amaldiçoado

(Horns)

Elenco:

Daniel Radcliffe, Juno Temple, Max Minghella, Joe Anderson, Kelli Garner, James Remar, Kathleen Quinlan, Heather Graham, David Morse.

Direção: Alexandre Aja

Gênero: Suspense/Drama

Duração: 120 min.

Distribuidora: Diamond Filmes

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 10 de Dezembro de 2015

Sinopse:

No suspense sobrenatural ‘Amaldiçoado‘, Daniel Radcliffe vive Ig Parrish, um homem comum suspeito de assassinar brutalmente sua antiga namorada. Todos na cidade parecem ter decidido que Ig é mesmo culpado, especialmente quando chifres diabólicos começam a crescer de sua cabeça durante a investigação. O homem percebe, por outro lado, um benefício dos adereços inexplicáveis: todos que estão por perto dele passam a dizer apenas a verdade, a verdade horrível que ninguém revelou a outra pessoa antes. Talvez, esses chifres possam ajudá-lo a descobrir quem realmente cometeu o assassinato.

Curiosidades:

» Dirigido pelo francês Alexandre Aja (‘Piranha’)

» Juno Temple (‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’) interpreta a namorada do protagonista. James Remar (‘Dexter’), Joe Anderson (‘A Perseguição’), Max Minguella (‘Os Estagiários’) e Kelli Garner (‘Amor à Distância’) também estrelam.

» O roteiro é de Keith Bunin, da série ‘Em Terapia’ (In Treatment).

» O longa é baseado no livro de mesmo nome escrito por Joe Hill, filho do conhecido autor Stephen King.

 

Trailer:

Sexta-Feira 13

(Friday the 13th)

 Friday the 13th (2016) on IMDb

Elenco:

Direção: David Bruckner

Gênero: Terror

Duração: — min.

Distribuidora: Paramount

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: —

Sinopse: 

Nova versão do clássico de terror. Contará as origens do infame assassino Jason Voorhess.

Curiosidades: 

» 13º filme da franquia.

» O longa será convertido para 3D.

» Originalmente, seria filmado no  formato found-footage, de gravações encontradas, mas os produtores desistiram da ideia.

» Além do novo ‘Sexta-Feira 13‘, também será produzida uma série de TV baseada na franquia.

 

Trailer:

Cartazes: 

Game Of Thrones – Temp. 05 – Ep. 03

AINDA FOCADA EM REAPRESENTAR AS PERSONAGENS, GAME OF THRONES TEM SEU MELHOR EPISÓDIO

 

Tenho notado que muitas pessoas estão achando Game Of Thrones – GoT está enchendo linguiça para estender a trama desnecessariamente. O que para muitos parece ser uma barriga de roteiro, parece-me apenas a decisão dos roteiristas de dedicar mais tempo à psicologia das personagens. Os três primeiros episódios – eps. foram menos agitados do que um Casamento Vermelho, mas não podemos negar que esta quinta temporada está acelerando a cada ep. Não sei por quanto tempo os roteiristas irão levar esse compasso mais lento – se arrastarem por muito tempo, vou concordar com as críticas – mas, há grandes chances do ep. 04 ser o melhor até agora, capaz de agradar aos fãs. Por enquanto, mesmo sem ser unanimidade, o título de melhor ep. da temporada fica com o terceiro, mais dinâmico, com muitos núcleos abordados e mais adrenalina.

Não foi como nos seus sonhos, mas Sansa (Sophie Tuerner) retornou para Winterfell. O Norte, agora, é domínio dos Bolton. E Baelish (Aidan Gillen) selou aliança com Lord Bolton (Michael McEhatton) para que Sansa case-se com Ramsay (Iwan Rheon). Três momentos importantes para conhecermos melhor o estado de coisas em que se encontram essas figuras e o Norte.  Numa conversa com Ramsay, Lord Bolton demonstrou ser um conciliador e confirmou seu lado estratégico. Enquanto Ramsay, com suas práticas violentas na cobrança de impostos, continua a provar-se um sádico.

Não faço ideia de como será a relação entre Sansa e Ramsay. Se esta se demonstrar bem menos ingênua, suas atitudes serão muito mais críveis, graças às mudanças que ela vem passando desde a temporada passada; a conversa entre Baelish e Sansa foi como uma coroação de sua mutação. O terceiro momento foi quando uma senhora falou para Sansa que o Norte não esqueceu, uma frase que dá uma dimensão mítica à família Stark.

Game Of Thrones_S05_E03_Imagem_4

Em Porto Real, Tommem (Dean-Charles Chapman) e Margaery (Natalie Dormer) se casaram. Mas, foi o confronto entre esta e Cersei (Lena Headey) o foco, uma disputa para manipular Tommem. Mesmo rindo pelas costas, Margaery está em vantagem. Imaginem, Tommem é um menino novo, envolvido pelos encantos femininos. Dificilmente uma mãe tem força diante de um “pussy power”. Mas, é Cersei a personagem que mais chama a atenção. Lena Headey tem imprimido uma melancolia a uma personagem que, de uma hora para outra, viu-se sem apoio do pai e acosada por inimigos por todos os lados.

Quem também não se encontra em lençóis muito confortáveis é Jon Snow (Kit Harington). Stannis (Stephen Dillane) e Davos Seaworth (Liam Cunningham) tentaram alertá-lo dos riscos de estar cercado de inimigos. Mas, parece que ele tem alguma dificuldade para aprender. Não se governa sozinho, nem com grande oposição. Se a decisão de mandar os inimigos para longe tem uma qualidade questionável, a falta de clemência de Jon por seu companheiro de irmandade pode refletir em maiores dificuldades para seu mandato. Não podemos deixar de registrar a rima visual entre a posição de Jon Snow neste ep. 3 com a de Ned Stark (Sean Bean) no primeiro ep. da série.

Game Of Thrones_S05_E03_Imagem_2

Arya (Maisie Williams) está tentando integrar-se aos membros da irmandade. Todas as suas cenas deixam pistas do futuro dela, mas, foi a tentativa de deixar de ser Arya Stark e tornar-se uma ninguém que emocionou este crítico. Lançar nas águas suas roupas, mas esconder sua espada-agulha foi uma síntese visual do conflito pelo qual a personagem passa.

O diálogo mais comovente deste 3º ep. foi entre Brienne (Gwendoline Christie) e Podrick (Daniel Portman). Ela lhe contou o seu passado e a dificuldade de, sendo fora dos padrões de beleza, se adaptar aos padrões sociais e conhecemos como surgiu seu amor por Renly Baratheon (Gethin Anthony). Nesses momentos, não tenho dúvidas da qualidade dos roteiristas de GoT.

Encerrando o ep., Tyrion (Peter Dinklage) e Lord Varys (Conleth Hill) chegaram à cidade de Volantis. Com a passagem pelo prostíbulo, vimos o quanto Shae (Sibel Kekilli) ainda pesa no coração de Tyrion. O ep. terminou com Jorah Mormont (Iain Glen) prendendo Tyrion.

Game Of Thrones_S05_E03_Imagem_1

Talvez, a lentidão que muitos estão vendo nos eps. pode ser mesmo uma maneira de explorar a psique das personagens, criando um terreno firme para os próximos eventos da temporada. Contudo, não podemos esquecer que os roteiristas e todas as torcidas de futebol do Brasil sabem que George R. R. Martin ainda não concluiu o sexto livro da série. Se as barrigas sumirem nos próximos eps., é sinal que os roteiristas não perderam o pulso da série. Mas, se os eps. ficarem mais obesos, será sinal de que eles fizeram uma triste escolha para aguardar o sexto livro.

Crítica | Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência

A moralidade é a melhor de todas as regras para orientar a humanidade. Ganhador do Leão de Ouro no último Festival de Veneza, Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência é um dos filmes mais invulgares deste ano, passando uma certa zoação em relação a situações do cotidiano da humanidade, o que acaba tendendo o roteiro ao tragicômico. Pode ser que a primeira vista o filme seja completamente incompreensível beirando à loucura mas quando se sossega o baque do inusitado vamos começando a perceber uma lógica interessante contidas em situações estranhas que se metem os personagens.

Exibido na Mostra Internacional de Cinema de SP do ano passado, Um Pombo Pousou num Galho Refletindo Sobre a Existência conta a história de dois vendedores ambulantes, Sam e Jonathan (um deles obviamente beirando ao apocalipse mental), que estão cansados da sociedade em geral. Aos poucos vamos vendo essa linha de pensamento dessas duas almas que vão refletindo sobre os casos e situações da vida e como cada ser humano pode vir a  encarar todo tipo de sentimento, da alegria à tristeza, da emoção de felicidade à vergonha.

Nessa parte final de uma trilogia sobre o ser humano, o longa-metragem dirigido pelo inteligente Roy Andersson termina um conjunto de três filmes que contém também Vocês, Os Vivos e Canções do Segundo Andar. Todo modelado por esquetes intrigantes e algumas até meio sem sentido, vamos fazendo um tour pela natureza humana. Situações estranhas, pessoas comuns, atos de seres humanos. É um grito de loucura que vai chegando ao seu brilhantismo quando conseguimos aos poucos reunir as peças desse quebra-cabeça comportamental.

Sempre, em todas as esquetes, há uma câmera propositalmente colocada distante dos personagens. É como se precisássemos de toda a atenção do mundo para entender o filme. A história vai fisgando o público aos poucos e obviamente é uma daquelas obras que vista por uma segunda vez alguns pontos ficam mais escancarados que da primeira vez. Há uma grande linha tênue entre o comum e o estranho, Roy Anderson com muita habilidade e coragem consegue se manter firme e forte no meio termo, onde chamamos carinhosamente de genialidade.

EXCLUSIVO: Entrevistamos Tiago Riani, o cowboy brasileiro de ‘Uma Longa Jornada’

A nova promessa brasileira em Hollywood é Tiago Riani, ex-modelo que faz sua estreia como ator no romance ‘Uma Longa Jornada‘ (The Longest Ride), nova adaptação de uma obra do autor Nicholas Sparks.

Tiago nasceu na cidade de Rio Claro, interior de São Paulo. Coincidentemente, é a mesma cidade deste que vos escreve.

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, Tiago nos contou como conseguiu o papel, como foram as filmagens – ao lado do ator Scott Eastwood – e dá dicas para quem quiser tentar a sorte em Hollywood.

Assista:

Uma Longa Jornada‘ acompanha a jovem Sophia Danko (Britt Robertson) e o peão de rodeio Luke Collins (vivido por Scott Eastwood, filho de Clint Eastwood), que se conhecem e logo se apaixonam perdidamente. Enquanto enfrentam várias dificuldades no relacionamento, eles conhecem um idoso que recentemente perdeu a esposa e vê neles muito do seu passado.

Riani interpreta Luiz, um cowboy brasileiro que é o melhor amigo do protagonista.

Uma Longa Jornada‘ estreia no Brasil amanhã, dia 30 de abril.

Separamos algumas fotos do Tiago para você conhecer o novo rosto em ascensão em Hollywood:

 

 

 

‘Pânico 5 e 6’ a caminho?

Pânico 5‘ (Scream 5) continua sem confirmação ou novidades, e os fãs seguem interessados no tão falado final da franquia.

Segundo o MoviePilot, os irmãos Weinsteins estão empolgados com a série de TV a ser lançada pela MTV em julho, e planejam dar sinal verde para a sequência final.

O último filme seria dividido em duas partes, com estreias previstas para 2016 e 2017.

O site acrescenta:

“Não se sabe muito sobre o filme, mas foi dito que a série de televisão ‘Scream‘ terá conexões com o filme, e alguns dos personagens da série terão participações especiais.”

Wes Craven afirmou em 2011 que faria ‘Pânico 5‘ se o quarto fosse bem recebido nas bilheterias e pelos críticos. A recepção da crítica foi ótima, mas a arrecadação nos cinemas deixou a desejar: faturou US$ 38,1 milhões (US$ 97 milhões mundialmente), com orçamento de US$ 40 milhões.

Inicialmente previsto como uma nova trilogia, ‘Pânico 4‘ trouxe seus protagonistas principais: Sydney Prescott (Neve Campbell), Dewey Riley (David Arquette) e Gale Weathers (Courteney Cox). Caso a sequência seja feita, especula-se que Hayden Pannetierre deve voltar como Kirby.

Recentemente, um fã criou um trailer para a produção e divulgou no YouTube, juntando trechos de outros filmes e o som de ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

O resultado é super legal, e nos deixa ainda mais ansiosos pelo quinto filme.

Assista:

Em agosto do último ano, o produtor Harvey Weinstein conversou  sobre a possibilidade de ‘Pânico 5‘ (Scream 5) finalmente ser desenvolvido. Weinstein revelou que está pedindo ao seu irmão Bob, diretor da Dimension Films, para tornar o quinto filme uma realidade.

“Todo o elenco principal sobreviveu em Pânico 4”, disse ele, explicando que todos os personagens poderiam voltar para outro encontro com Ghostface.

“Eu estou implorando que ele [Bob Weinstein] dê sinal verde para o quinto filme, e encerre a franquia de maneira decente”, finalizou.

 

Você gostaria de ver ‘Pânico 5 e 6‘ nos cinemas?

panico5_1

Universo da DC no cinema está em apuros

Segundo reportagem do Hollywood Reporter, a Warner está enfrentando problemas para construir o universo cinematográfico da DC, apesar de já ter dedicado seu cronograma dos próximos cinco anos à oito filmes de heróis da editora.

O principal problema é a falta de alguém para supervisionar os projetos, que estão sendo tocados de forma individual pelos diretores ou produtores de cada um dos filmes, ao contrário da Marvel, que tem seu presidente Kevin Feige como responsável por deixar coeso o universo cinemático da produtora. David Ayer, por exemplo, recebeu total controle criativo para dirigir ‘Esquadrão Suicida’.

De acordo com a publicação, a pessoa mais próxima no “comando” do universo da DC é Zack Snyder que, além de ser diretor de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ e ‘Liga da Justiça’, também serve como consultor em outras adaptações da editora.

Além da falta de organização da Warner, o estúdio ainda estaria incentivando a competitividade entre profissionais relacionados aos projetos. A companhia contratou cinco roteiristas para ‘Mulher-Maravilha’ e três para ‘Aquaman’, com cada um escrevendo roteiros independentes para os filmes.

Will Beall (Caça aos Gângsteres), Jeff Nichols (Amor Bandido) e Kurt Johnstad (300) foram designados para assinarem o filme solo do atlante, informa o HR. Jason Fuchs (do vindouro ‘Peter Pan’) é um dos roteiristas envolvidos com o longa da amazona.

Uma fonte do site ligada a ‘Mulher-Maravilha’ definiu a estratégia da Warner como “jogar um monte de merda contra a parede para ver qual vai grudar”.

Com tantas incertezas e individualidade, parece que o universo da DC no cinema está em apuros.

Uma Longa Jornada

(The Longest Ride)

 The Longest Ride (2015) on IMDb

 

Elenco: Scott Eastwood, Britt Robertson, Tiago Riani, Melissa Benoist, Lolita Davidovich, Alan Alda, Jack Huston, Oona Chaplin, Lolita Davidovich, Amber Chaney, Peter Jurasik.

Direção: George Tillman Jr.

Gênero: Romance

Duração: 139 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: US$ 12 milhões

Estreia: 30 de Abril de 2015

Sinopse: 

Baseado no best-seller de Nicholas Sparks, Uma Longa Jornada conta a história de amor complicada entre Luke, um antigo campeão de rodeios, que está tentando voltar, e Sophia, uma universitária que está prestes a embarcar em uma viagem para conseguir o emprego dos seus sonhos no mundo das artes em Nova York. Com caminhos e ideais conflitantes testando o seu relacionamento, Sophia e Luke têm um encontro inesperado com Ira, cujas memórias de seu próprio romance inspiram o jovem casal. Tocando gerações, o entrelaçamento das duas histórias de amor explora os desafios e as recompensas infinitas do amor duradouro.

Curiosidades: 

» O brasileiro Tiago Riani vive Luiz, amigo do protagonista.

» ‘Uma Longa Jornada‘ (The Longest Ride) é a 12ª adaptação de uma obra do autor Nicholas Sparks para o cinema. O autor teve vários de seus livros adaptados aos cinemas: ‘Diário de uma Paixão‘, ‘Um Amor para Recordar‘, ‘Noites de Tormenta‘, ‘Querido John‘, ‘A Última Música‘…

» O escritor vendeu os direitos de adaptação do livro por US$ 5 milhões de dólares para a Fox, um valor altíssimo.

» Scott Eastwood, filho do ator Clint Eastwood, fez um ensaio sensual que acabou virando uma febre na internet, mostrando seus atributos físicos invejáveis. Como ator, ele foi visto em ‘Gran Torino‘ e ‘Invictus‘, ambos filmes de seu pai. Ele também entrou na lista dos cinco finalistas para viver Christian Grey.

 

Entrevista com o ator Tiago Riani:

Trailers:

Cartazes: 

umalongajornada_1

longajornada_2

Fotos: 

Garotas

(Bande des Filles)

 Bande de filles
(2014) on IMDb

 

Elenco: Karidja Touré, Assa Sylla, Lindsay Karamoh

Direção: Céline Sciamma

Gênero: Drama

Duração: 112 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 30 de Abril de 2015

Sinopse: 

Marieme é uma menina de 16 anos que vive cercada de proibições: a censura do bairro, a lei dos meninos, os impasses da escola. Entretanto, as coisas parecem mudar quando ela encontra com três meninas que resolveram lutar por sua própria liberdade, o que faz com que ela mude o seu jeito de vestir, seu comportamento e saia da escola.

Curiosidades: 

» Rodado na França.

» Indicado ao prêmio Queer Palm no Festival de Cannes 2014.

 

Trailer:

Cartazes:

garotas-poster

Fotos: