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Goku em destaque no cartaz da série ‘Dragon Ball Super’

Dragon Ball Super’, série inédita da franquia produzida após um hiato de 18 anos, ganhou seu primeiro cartaz.

Confira, com o teaser-trailer:

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A nova série animada se passará após o fim de ‘Dragon Ball Z’, com a derrota de Majin Boo e mostrando um período de paz na terra.

Akira Toriyama, o criador da saga, desenvolveu a premissa do desenho, que estreará em julho no Japão. No Ocidente, será exibida através do canal Fuji TV.

Dragon Ball GT’ foi o último anime da franquia, lançado originalmente entre 1996 e 1997 no Japão e no início dos anos 2000 no Brasil.

Por aqui, o novo filme da saga, ‘Dragon Ball Z: O Renascimento de Freeza’, chega em 18 de junho. Já a sérieDragon Ball Super‘ estreia no Japão no dia 5 de julho.

Terceira temporada de ‘Penny Dreadful’ é confirmada

O Showtime renovou a sériePenny Dreadful‘ para sua terceira temporada. O anúncio oficial foi feito antes do término da segunda temporada, que começou em 3 de maio e termina dia 5 de julho nos EUA.

A próxima temporada terá nove episódios, e trará de volta o diretor Sam Mendes e o roteirista John Logan (ambos de ‘007 – Operação Skyfall‘). A estreia acontece em maio de 2016.

Teaser diabólico da 2ª temporada de ‘Penny Dreadful’

Com toques sobrenaturais, a trama se passa em Londres no século XIX e combina a narrativa dos protagonistas da série com diversos personagens clássicos como Conde Drácula, Dr. Frankenstein, Dorian Gray e seus contos de terror. Penny Dreadful cria novas e interessantes versões dessas figuras ao mesmo tempo em que se mantém fiel à ação e à história de cada um deles.

Protagonizada por Timothy Dalton (Sir Malcolm Murray) e Eva Green (Vanessa Ives), a primeira temporada de Penny Dreadful contou a história de Murray – um pai desesperado em busca de Mina, sua filha desaparecida que ele acredita ter sido sequestrada por vampiros – e de Vanessa, uma misteriosa médium que tem visões possivelmente ligadas a um terrível segredo. Ambos contam com a ajuda do franco-atirador Ethan Chandler (Josh Hartnett) para atacar um esconderijo onde suspeitam que Mina esteja, mas, ao invés dela, encontram um poderoso vampiro com segredos talhados na pele. Nessa busca, eles também recebem a ajuda de Dorian Gray (Reeve Carney) e de um médico local, Victor Frankenstein (Harry Treadaway) – conhecido pelos seus interesses distintos e objetivos secretos.

Penny Dreadful conta com um elenco de grandes atores, reunindo nomes como Robert Nairne (The Nightman of Nevermoor), Rory Kinnear (Skyfall), Billie Pipper (Doctor Who), Danny Sapani (Macbeth), Helen McCrory (Skyfall), Reeve Carney (Spider-Man: Turn off the Dark), Alun Armstrong (New Tricks), Alex Price (Storage 24), Rick Burn (The Underground), entre outros.

A série foi criada, escrita e produzida por John Logan (Hugo, The Aviator, Gladiator), tem produção executiva de Sam Mendes (American Beauty, Skyfall) e Pippa Harris (Revolutionary Road, Call The Midwife) e é exibida com exclusividade pela HBO no Brasil.

Protagonista de ‘Game of Thrones’ comenta o final da quinta temporada

Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o ator Kit Harington, o Jon Snow da série Game of Thrones’, comentou que até suspeitava o que que aconteceria ao seu personagem, já que tinha lido o roteiro, mas não tinha certeza dos acontecimentos finais.

‘Eu meio que sabia o que estava a caminho. Não li ‘A dança dos dragões’ [romance de George R.R. Martin em que a 5ª temporada se baseia]. Mas eu li os outros livros e tinha ouvido que aquilo iria acontecer. Então, eu tinha um pressentimento de que aquilo poderia acontecer nesta temporada. [Mas] Não percebi que seria a cena final da temporada e isso tornou tudo ainda mais especial. De algum modo, é sempre bom quando você é a última coisa que acontece em um episódio. Sei lá, eu adorei.”

No Twitter, muitas pessoas mostraram sua revolta e algumas disseram que nunca mais vão ver a série.

“Caro ‘Game of Thrones, me desculpe, mas eu acho que nós precisamos dar um tempo”, escreveu o ator David Hewlett.

Até o cantor Ed Sheeran lamentou os rumos da história.

Confira as imagens da quinta temporada:

 

Assista um vídeo dos bastidores de ‘The Massacre at Hardhome’, com uma prévia do 9º episódio:

George R.R. Martin, autor dos livros que originaram a série ‘Game of Thrones’, confirmou em entrevista à EW que não escreverá nenhum episódio da vindoura sexta temporada. O escritor assinou episódios das quatro primeiras temporadas, mas já havia ficado de fora da quinta. Ele explica que precisou se afastar da série para finalizar o sexto volume de ‘As Crônias de Gelo e Fogo’, intitulado ‘The Winds of Winter’.

“Talvez eu tenha sido excessivamente otimista sobre a rapidez com que eu poderia terminar o livro”, disse o autor. “Mas eu cancelei duas aparições em convenções e recusei várias entrevistas, tudo para limpar minha agenda e acabar logo o livro”, reforçou.

O último livro da série ‘A Dança dos Dragões‘ foi publicado em setembro de 2011.

Presidente da HBO quer 10 temporadas para ‘Game of Thrones’

O sexto ano já foi confirmado e o elenco está garantido até a sétima temporada.

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Estudantes de Moda criam peças inspiradas nos ‘Minions’

A Universal Pictures e a Illumination Entertainment, em parceria com a Central Saint Martins, uma das maiores escolas de moda do mundo, promoveu um desafio a estudantes de moda e design: criar uma coleção Primavera/Verão 2015 com roupas e acessórios inspirados nos Minions!

Dos 130 estudantes inscritos, apenas 20 foram selecionados na etapa final. Entre eles está a brasileira Luma Guarconi, de 19 anos. O resultado do trabalho da Luma e dos outros competidores foi exibido em um desfile promovido pela própria Central Saint Martins, em Londres, confira!

Minions, filme derivado da franquia Meu Malvado Favorito, estreia no dia 25 de junho.

Confira, junto com o novo pôster, apresentando a vilã principal:

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Veja o visual da vilã feita por Sandra Bullock

Minions chegam a Nova York em trecho de seu filme solo

O spin-off estreará quase dois anos antes de Meu Malvado Favorito 3’, agendado para 30 de junho de 2017.

Minions tem seu início na aurora do tempo. Surgindo como organismos unicelulares amarelos, os Minions evoluem ao longo do tempo, eternamente servindo o mais desprezível dos mestres. Depois de várias parcerias mal sucedidas – que vão desde T. Rex a Napoleão – os MInions se encontram em uma profunda depressão quando percebem que não têm mais a quem servir. Mas um Minion chamado Kevin tem um plano: ao lado do adolescente rebelde Stuart e do pequeno e adorável Bob, ele decide sair pelo mundo à procura de um novo chefe malvado para que seus irmãos tenham a quem servir novamente.

O trio embarca, então, em uma emocionante jornada que os levará a conhecer seu novo mestre em potencial, Scarlet Overkill (a vencedora do Oscar Sandra Bullock), a primeira supervilã do mundo. Eles viajam da Antártida para Nova York, em 1960, e terminam em Londres, onde terão que enfrentar o maior desafio de suas vidas: salvar todos os Minions… da aniquilação.

Steve Carell e Jon Hamm também estão no elenco de dubladores.

Kyle Balda (‘O Lorax’) e Pierre Coffin (‘Meu Malvado Favorito’) dirigem.

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Supergirl: o que esperar da nova série?

As adaptações para a televisão das HQs da DC Comics  têm uma fórmula que parecia dar certo, mas a última temporada se mostrou duvidosa. Enquanto ‘Constantine‘ foi uma decepção, ‘Gotham‘ começou bem, mas terminou em uma curva descendente. A pergunta que se faz agora é: o que podemos esperar de ‘Supergirl‘?

É uma incógnita neste momento, mas em entrevista à IGN, vários integrantes do elenco comentaram sobre a pressão de fazer um seriado  que agrade aos fãs e dê audiência.

A protagonista Melissa Benoist declarou que a pressão é grande, mas ela tenta tirar proveito disso.

“Há muita pressão, mas tem o lado bom, que é tentar fazer algo que inspire as pessoas.”

O ator Mechad Brooks, que vive Jimmy Olsen na série,  disse que o entusiasmo do elenco é grande.

“Existe a pressão, mas estamos felizes de tornar esse projeto uma realidade. Ao mesmo tempo é nosso trabalho, mas temos que respeitar o mundo em que estamos entrando e trazer nossa própria voz a ele. Isso é emocionante, ter nosso próprio tempo e trazer o público para ele”.

Supergirl‘ vai estrear em outubro nos EUA.

 

 

 

 

REVIEW Game Of Thrones – Temporada 05 – Ep. 10

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Os roteiristas da série colocaram em pé de igualdade quem leu e quem não leu os livros. Em um ep. que redimiu o começo fraco desta temporada de Game Of Thrones – GoT, eles deixaram um catatau de perguntas:

 

[SPOILER]

Stannis (Stephen Dillane), depois de ter sofrido o calvário de um personagem trágico (confirmando o que escrevemos na resenha do nono ep.), realmente morreu com o golpe desferido pela espada de Brienne (Gwendoline Christie)?

Qual será o tamanho de Ramsay (Iwan Rheon) na casa Bolton depois de seu sucesso militar?

Sansa (Sophie Turner) e Theon (Alfie Allen) morreram, ou não?

Sam (John Bradley) e Gilly (Hannah Murray) viverão em paz?

Quem Melisandre (Carice van Houten) irá infernizar a partir de agora?

O que será de Davos Seaworth (Liam Cunningham)?

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Tyrion (Peter Dinklage), Missandei (Nathalie Emmanuel), Verme Cinzento (Jacob Anderson) e Lord Varys (Conleth Hill) irão conseguir instaurar a paz em Meereen? Tyrion irá se confirmar como um grande governante?

O que acontecerá com Daenerys (Emilia Clarke): Ela será aniquilada pelo imenso exército Dothraki que a cercou? Ou eles serão mais uma força a se unir à Daenerys? Quem encontrará quem primeiro: Jorah e Daario Naharis encontrarão Daenerys, ou Daenerys encontrará Jorah (Iain Glen) e Daario Naharis (Michiel Huisman)?

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Depois de ter matado Meryn Trant (Ian Beattie) e ter ficado cega, Arya (MaisieWilliams) se tornará uma sem rosto? O que ela irá fazer?

O que acontecerá com Ellaria (Indira Varma)? Será que descobrirão que ela envenenou Myrcella (Nell Tiger Free)? Como ficará Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) depois do ocorrido com Myrcella, especialmente depois que ela disse saber, de alguma forma, que ele era seu pai? Como ficará a aliança entre os Martell e os Lannister?

Depois de confessar parte de seus pecados, de ter sofrido uma terrível humilhação, andando nua e sendo flagelada pela população nas ruas de Porto Real, o que acontecerá com Cersei (Lena Headey)? Ela irá se vingar do Pardal (Jonathan Pryce)? Ela irá acabar com o Grand Maester Pycelle (Julian Glover)? Ela ainda terá algum poder? Seu flagelo pelas ruas irá fazer dela uma pessoa melhor ou sua sede de vingança só ficou maior? Qual será o papel Gregor Clegane (Hafþór Júlíus Björnsson), o Montanha, agora ressuscitado? Aliás, vale se perguntar também: o que rolou com Tommen (Dean-Charles Chapman), enquanto sua mãe estava presa? E em que pé ficará a família Tyrell?

Depois de ter sido esfaqueado por seus irmãos da Patrulha da Noite – até mesmo pelo pequeno Olly (Brenock O’Connor) – Jon Snow (Kit Harington) morreu?

Afinal, quem NÃO morreu neste episódio????

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Muitas outras perguntas esta 5ª temporada deixou no ar. Algumas ainda podem ser (parcialmente) respondidas com os livros já publicados, outras não, como saber se a sexta temporada conseguirá evitar os erros da atual? Sim, porque mesmo tendo sido um décimo episódio digno de nono, levando em conta os primeiros eps., esta pode ser considerada a temporada mais fraca, ou melhor, a menos impecável de toda a série. Claro, mesmo os primeiros eps. problemáticos ainda são muito superiores à média do mercado.

E encerramos por aqui nossa cobertura desta 5ª temporada de GoT. Espero que vocês tenham curtido. E até a sexta temporada, quando o inverno será mais rigoroso.

O que esperar da 6ª temporada de ‘Game of Thrones’?

Com o fim da quinta temporada da série ‘Game of Thrones’, o site Yahoo! conversou com supervisor de efeitos visuais Joe Bauer e o supervisor de próteses Barrie Gower sobre o que vem pela frente na sexta temporada. Estão preparados?

Game Of Thrones – Temp. 05 – Ep. 09

Spoilers! Depois do episódio 8 da atual temporada,e com tudo que veio à partir dele, o público percebe que os efeitos especiais da série da HBO estão ficando cada vez mais impressionantes. Bauer confirma que o trabalho está mesmo mais minucioso.

“Entre a terceira e a quinta temporada, a quantidade de efeitos dobrou. Para a próxima temporada, haverá novos ambientes e os dragões terão o dobro do tamanho. Quando os dragões eram pequenos, nós tivemos que usar modelos de espuma de borracha para cada um deles, e podíamos fazer isso dentro e fora do set. No ano passado, o melhor efeito que podíamos fazer era uma cabeça, e este ano vai ser uma unha ou algo assim, eu não tenho certeza. “

Gower foi mais enigmático quando falou o que podemos esperar na sexta temporada.

“Benioff e Weiss escrevem o que acontece a cada ano, e estes últimos dois anos foram decisivos. Quando chegamos ao ponto em que estamos pensei ‘Oh meu Deus, como vamos fazer isso? Mas isso vai ser incrível! “E então foi muito trabalhoso, mas incrível, fazer as temporadas quatro e cinco. Mas agora, na temporada seis, parece que vamos fazer coisas ainda maiores. Dedos cruzados para tudo dar certo “.

 

Assista um vídeo dos bastidores de ‘The Massacre at Hardhome‘, com uma prévia e fotos do 9º episódio:

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Game Of Thrones – Temp. 05 – Ep. 06

George R.R. Martin, autor dos livros que originaram a série ‘Game of Thrones’, confirmou em entrevista à EW que não escreverá nenhum episódio da vindoura sexta temporada. O escritor assinou episódios das quatro primeiras temporadas, mas já havia ficado de fora da quinta. Ele explica que precisou se afastar da série para finalizar o sexto volume de ‘As Crônias de Gelo e Fogo’, intitulado ‘The Winds of Winter’.

“Talvez eu tenha sido excessivamente otimista sobre a rapidez com que eu poderia terminar o livro”, disse o autor. “Mas eu cancelei duas aparições em convenções e recusei várias entrevistas, tudo para limpar minha agenda e acabar logo o livro”, reforçou.

O último livro da série ‘A Dança dos Dragões‘ foi publicado em setembro de 2011.

Presidente da HBO quer 10 temporadas para ‘Game of Thrones’

O sexto ano já foi confirmado e o elenco está garantido até a sétima temporada.

Teaser-trailer de ‘Dragon Ball Super’, 1ª série da saga em 18 anos

Dragon Ball Super’, série inédita da franquia produzida após um hiato de 18 anos, ganhou seu primeiro teaser-trailer.

Assista:

A nova série animada se passará após o fim de ‘Dragon Ball Z’, com a derrota de Majin Boo e mostrando um período de paz na terra.

Akira Toriyama, o criador da saga, desenvolveu a premissa do desenho, que estreará em julho no Japão. No Ocidente, será exibida através do canal Fuji TV.

Dragon Ball GT’ foi o último anime da franquia, lançado originalmente entre 1996 e 1997 no Japão e no início dos anos 2000 no Brasil.

Por aqui, o novo filme da saga, ‘Dragon Ball Z: O Renascimento de Freeza’, chega em 18 de junho.

CinePOP com o astro Arnold Schwarzenegger

Arnold Schwarzenegger participou de uma coletiva no dia 1º de Junho, no Rio de Janeiro, para promover ‘O Exterminador do Futuro: Gênesis’.

O CinePOP estava presente no evento e traz para você os melhores momentos da entrevista coletiva.

Veja só:

O astro começou tecendo elogios a Emilia Clarke, a nova Sarah Connor.

Emilia Clarke faz um ótimo trabalho como Sarah Connor, ela saiu de Game of Thrones e é uma das atrizes mais sexies de Hollywood. Interpretar Sarah Connor é uma tarefa difícil após a atuação de Linda Hamilton. Mas Emilia conseguiu”, afirmou.

Segundo ele, o segredo do sucesso do novo filme é ter James Cameron envolvido na produção.

“Eles realmente queriam recriar a história de uma maneira totalmennte inovadora, e contrataram os melhores roteiristas para fazer o trabalho, e eu acho que foi muito inteligente. Eles também trouxeram James Cameron de volta. Ele não escreveu o roteiro, mas deu ideias e ajudou os roteiristas a trabalharem na mitologia que ele criou”.

O ator também foi questionado sobre as diferenças entre atuar em sets reais, como os do filme original de 1984, e os novos sets digitais, criados em CGI.

“É um grande desafio atuar com Chroma Key… Você está em cima de uma ponte e segura um ônibus caindo no mar, você está em um set construído com uma tela verde no fundo, e não pendurado a 300 metros em uma ponte, então você tem que usar sua imaginação. Não tem nada ali, então é muito mais difícil do que era no filme de 1984, que você realmente tinha um set real. No primeiro filme, o orçamento era de apenas US$ 6,4 milhões. Quando terminamos de filmar, várias cenas estavam faltando. [O diretor] James Cameron e eu pegamos o carro e fomos terminar as cenas sozinhos. Então ele parou no meio da Hollywood Boulevard e falou: “Naquele carro, tem um homem com explosivos e quando você atravessar a rua, ele vai explodir a janela do carro. Você vai estar no meio do fogo, então feche os olhos’. Não tinha seguranças ou policiais próximos, então era muito mais perigoso que hoje”, disse.

Sobre a maior dificuldade de retornar a franquia, ele revelou que é conseguir condicionamento físico aos 67 anos.

“O maior desafio foi voltar à minha boa forma física. No filme, a capacidade funcional do Exterminador é a mesma, apenas sua pele envelheceu, seu tecido humano. Tive que ganhar massa muscular para voltar a ser forte como no primeiro filme, para não parecer que o corpo do Exterminador mudou. É uma honra voltar no novo Exterminador do Futuro, e mais ainda no novo Conan, O Bárbaro – que foi lançado em 1981, há 34 anos. Eu tinha que mostrar meu corpo o tempo todo e estar na melhor forma, então é um desafio voltar e ter que malhar para voltar àquele personagem. É um desafio.”, revelou.

“O político tem que servir ao povo, e não ao partido”, afirma Arnold Schwarzenegger

Emotivo, o astro contou sua difícil história de vida, e incentivou os jovens a não desistirem de seus sonhos.

‘A outra coisa que queria mencionar, é que fui muito sortudo em minha carreira. Quando eu queria me transformar em um campeão fisiculturista na Áustria, as pessoas riam de mim e falavam que eu nunca conseguiria porque era um esporte americano. E então, quando decidi me tornar um ator, as pessoas riram novamente e falaram que eu nunca conseguiria o papel de protagonista em um filme. ‘Talvez você consiga um papel de um oficial nazista, um vilão, ou um lutador… mas jamais um protagonista. É impossível… seu nome é muito comprido, e ninguém nos EUA vai entender seu sotaque. E aqui estou.’ Quando fiz Exterminador do Futuro, James Cameron disse que me contratou porque eu falo como uma máquina. Eu disse, ‘Jim, isso é meu sotaque alemão’. Risos. Hoje, ele fala que qualquer pessoa pode falar “I will be back”, mas ninguém consegue falar como eu. E todas as minhas falhas se tornaram meus pontos fortes. Então nunca escute o que os outros te dizem. Crianças, siga seus sonhos e você conseguirá transformá-los em realidade”

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“O político tem que servir ao povo, e não ao partido”, afirma Arnold Schwarzenegger

O Exterminador do Futuro: Gênesis’ será lançado no Brasil em 2 de julho.

 

Game Of Thrones – Temp. 05 – Ep. 09

NÃO EXISTE AMOR EM WESTEROS

 

Nada como um nono ep. para espantar a lembrança da primeira parte desta temporada. Vamos ao essencial: Shireen Baratheon (Kerry Ingram) e Daenerys (Emilia Clarke). O resto é coadjuvante, rsrs!

A morte de Shireen gerou comoção. Foi algo totalmente inesperada, inclusive para quem lê os livros. Exceto por um diálogo entre Melisandre (Carice van Houten) e Stannis (Stephen Dillane), em ep. anterior, não havia muitas pistas sobre o destino de Shireen. Também pesou ela ser uma das poucas figuras puras de Game Of Thrones – GoT. Sua morte foi como retirar dos espectadores um instante de respiro. Em pouquíssimas cenas, os roteiristas pavimentaram o caminho para sua morte, com um sadismo de fazer inveja ao Casamento Vermelho. Que fique claro, isto é um elogio!

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A sordidez da coisa começou com o comovente diálogo entre Shireen e Davos (Liam Cunningham); sentia-se que algo não acabaria bem. A crueldade foi tanta, que a menina prometera contar a história do livro A Dança dos Dragões para Davos quando ele retornasse. Já a conversa entre Stannis e sua filha deixou bem clara que viria coisa ruim. Este diálogo foi um dos mais bem construídos da temporada: reforçou a crueldade da morte de Shireen, colocou em questão o fanatismo religioso e deixou claro que Stannis é um personagem trágico.

A postura de Stannis entrando na barraca já demonstrava a dor da sua decisão. A forma como descrevia a história do livro e sua alegria em ajudar o pai reiteravam a doçura de Shireen. As palavras de Stannis serviram tanto para preparar o espectador para o ato seguinte, quanto para aliviar sua barra, mostrando o fatalismo e a impossibilidade de fugir daquela decisão.

Sempre defendi que Stannis era uma figura trágica. Em uma tragédia clássica, o protagonista desconhece certos fatos que fazem com que ele tome uma decisão erra. O ciclo se completa quando ele percebe a burrada que fez. Stannis vê seu destino como algo imposto por uma força superir, e que certas decisões são inevitáveis. Mesmo sua luta pelo trono não seria por simples ambição, mas por designo.

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Acontece que, ao contrário de peças gregas nas quais os Deus eram personificados, em GoT não temos nenhuma certeza de qual religião é a verdadeira. Ao que tudo indica, Melisandre está erra em suas previsões. E aqui está a ignorância de Stannis: seu fanatismo não permite ver o erro que cometeu; mandar a filha para fogueira não foi fruto de sadismo, mas de um julgamento errado. Seguindo o script clássico, é provável que ele, em algum ponto da série, perceba o erro, veja que ele é o único culpado por suas ações e sofra as consequências.

Essa dimensão trágica impede que Stannis torne-se vilão. Isso fica mais claro ainda no momento em que temos certeza do fim de Shireen. Quando o altar do sacrifício é mostrado, no mesmo plano, vemos Melisandre, o suficiente para transmitirmos para ela nosso ódio.

A morte de Shireen gerou polêmica, especialmente nos Estados Unidos. Muitos disseram que a série havia ido longe demais, e que os roteiristas foram apelativos. Também pesou o fato da morte de Shireen não constar dos livros. Quanto a isto, o criador da série, David Benioff, disse que a ideia foi do titio Martin. E mesmo que não fosse, em uma adaptação mudanças são necessárias e bem vindas.

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Uma parte do público – que julgo ser minoritária – leu o episódio pela lente do neomoralismo politicamente correto. Sinceramente, às vezes acho que essas pessoas realmente acreditam que com seus discursos o mundo alcançará um paraíso cor fúcsia, e que os seres humanos se tornarão Ursinhos Carinhosos. E para isso, o melhor caminho seria submeter a arte a uma pauta que lhes seja conveniente. Provavelmente, são as mesmas pessoas que criticam a cultura de estupro em Westeros – tema que merece outro texto – esquecendo todo o contexto da série. Enfim, falta leitura clássica para esses patrulheiros.

Também tem o grupo dos fanboys, que reclamam de qualquer vírgula que fuja da fonte. Mesmo parecendo um caso perdido, tenho uma simpatia maior por eles, que ao menos entende da lógica da ficção. Enfim, eles têm um problema de tara, não de falta de leitura.

Nessa confusão toda, quem me interessa mesmo é a maioria dos espectadores: pessoas que sentiram a dor da cena, pouco importa se depois falaram mal na internet ou se apenas ficaram calados diante da TV. São reações previsíveis quando falamos de dramas – e tão antigas quanto as peças gregas ou os grupos de discussões de donas de casa sobre as novelas da Globo.

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A lógica é mais ou menos a mesma. Tudo começa em saber se o público compra ou não o drama. Se não gostar, vão dizer que a história é apelativa e que só mostra maldade. Se o público gostar, o apelativo passa a ser justificado pela lógica da narrativa. Não é sadismo do público, mas apenas a lógica do drama clássico funcionando. O público aceita os maiores sofrimentos impostos aos personagens, desde que, no final, haja a catarse. Se não fosse isso, o público sumiria! Ao roteirista cabe testar o quanto de maldades o espectador aguenta. Seus dotes artísticos serão comprovados se conseguir o resultado desejado. Como na televisão o objetivo é manter a audiência, o roteirista será talentoso se conseguir desafiar os limites sem perder público.

Quando em GoT, mata-se na fogueira uma menina inocente, a moral e o bom gosto do público são desafiados, daí as fortes reações entre os fãs. Ele só não sai em debandada porque, no fundo, sabe que haverá alguma compensação ao final – seja a vitória ou, o mais provável, a punição de quem fez o mal. Agora, se o roteirista errar na mão, o espectador vai embora (ou nem entra na festa) e começa a fazer um discurso moralista, acusando a obra de apelativa – o que também não me assusta; no fundo, é uma tentativa da pessoa deixar claro para si que não concorda com a vilania. A ficção, com sua promessa de catarse, permite que a gente encare o nosso lado mais escuro. O que os politicamente corretos e falsos moralistas não entendem, é que o grotesco nas artes é a terapia que nos transforma em pessoas melhores.

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Claro que os limites do público variam de acordo com a época e de um grupo para outro, mas a lógica se mantem. E observar que esse espectador continua pedindo pizza e ligando a TV aos domingos, permite ver que a equipe de GoT, mesmo em sua temporada mais fraca, ainda sabe fazer o dever de casa.

O nono ep. foi tão bem feito, que o desfecho compensou o público pelo sofrimento da morte de Shireen. Foi uma bela sequência, com bons diálogos, surpresas, ironias, lutas, a reconciliação entre Daenerys e Jorah (Iain Glen) e fim épico com o voo de Khaleesi no lombo de Drogon. Foi a forma que os roteiristas encontraram de mostrar ao público que ainda se pode encontrar amor em Westeros.

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Demi Lovato vai participar da segunda temporada de ‘Um Drink no Inferno’

A atriz e cantora Demi Lovato fará uma participação especial na segunda temporada de Um Drink no Inferno: A Série’ (From Dusk Till Dawn).

Segundo a Variety, Lovato vai aparecer no décimo e último episódio da nova temporada, mas sua personagem não foi revelada. Ela já havia participado de outra série do canal El Rey, ‘Matador‘, estrelada pelo seu atual namorado Wilmer Valderrama.

A segunda temporada explora um novo capítulo nesta saga de crimes sobrenaturais que expande o universo de nossa história através da fronteira do México. Ela também se aprofunda e complica as relações fundamentais entre os personagens, com a adição de novos rostos. A temporada começa com nossos personagens em seus mundos separados – Santánico (González) e Richie (Holtz) estão fora de Houston, vivendo como Bonnie e Clyde; Seth e Kate (Madison Davenport) estão no Sul da Fronteira; Freddie Gonzalez (Garcia) está protegendo sua esposa e filha em um subúrbio de Houston, e Carlos Madrigal (Valderrama) e Scott Fuller (Brandon Soo Hoo) emergem do Titty Twister.

Confira o cartaz e fotos:

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Danny Trejo (franquia ’Machete’, ‘Machete Mata’) também fará uma participação especial. No longa original, Trejo viveu Razor Charlie, mas não vai reprisá-lo na TV; o ator dessa vez interpretará um personagem conhecido como O Regulador, um agente do mal convocado para realizar uma missão mortal.

Esta marca a nova parceria de Trejo e do diretor Robert Rodriguez, que trabalharam juntos no filme de 1996, em ‘Machete’ e na sequência ‘Machete Mata’.

Trejo se juntará a D.J Cotrona, Zane Holts, Jesse Garcia, Eiza González, Madison Davenport, Brandon Soo Hoo, Wilmer Valderramma e Briana Evigan no elenco.

segunda temporada terá 10 episódios e estreia em 25 de agosto.

Os irmãos Seth e Richie são vividos respectivamente por D.J. Cotrona (‘G.I. Joe: Retaliação’) e Zane Holtz (‘As Vantagens de Ser Invisível’). Os papéis dos Texas Rangers Earl e Freddie são de Don Johnson (‘Django Livre’) e Jesse Garcia (da série ‘Sons of Anarchy’).

Seth Gecko foi um dos primeiros papéis de destaque do astro George Clooney no cinema. No filme, Richard Gecko foi vivido por Quentin Tarantino, que também roteirizou o longa. Outra figura conhecida em Hollywood, Harvey Keitel, interpretou o pastor Jacob Fuller.

O longa original gerou duas continuações, Um Drink no Inferno 2: Texas Sangrento’ e Um Drink no Inferno 3: A Filha do Carrasco’, que não tinham os astros do primeiro e foram lançados diretamente em vídeo.

 

George R.R. Martin está trabalhando em três novas séries da HBO

George R.R. Martin, autor dos livros que originaram a série ‘Game of Thrones’, revelou em um post em seu blog pessoal que está trabalhando em três novos pilotos de séries para a HBO e o Cinemax.

No texto, Martin diz que está muito ocupado desenvolvendo três novos conceitos de séries.

Em entrevista à EW , ele já havia confirmado que não escreverá nenhum episódio da sexta temporada de ‘Game of Thrones.

O que esperar da sexta temporada de ‘Game of Thrones’? 

O escritor assinou episódios das quatro primeiras temporadas, mas já havia ficado de fora da quinta. Ele explica que precisou se afastar da série para finalizar o sexto volume de ‘As Crônias de Gelo e Fogo’, intitulado ‘The Winds of Winter’.

“Talvez eu tenha sido excessivamente otimista sobre a rapidez com que eu poderia terminar o livro”, disse o autor. “Mas eu cancelei duas aparições em convenções e recusei várias entrevistas, tudo para limpar minha agenda e acabar logo o livro”, reforçou.

O último livro da série ‘A Dança dos Dragões‘ foi publicado em setembro de 2011.

Presidente da HBO quer 10 temporadas para ‘Game of Thrones’

Resta um episódio para o fim da atual quinta temporada de ‘Game of Thrones’ (que adapta o quarto livro e partes do quinto). O sexto ano já foi confirmado e o elenco está garantido até a sétima temporada.

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Fotos e cartaz da série ‘Fear the Walking Dead’

A AMC divulgou o primeiro cartaz e novas fotos de ‘Fear The Walking Dead’.

Confira:

 

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Robert Kirkman, criador de ‘The Walking Dead’, disse ao site EW que os personagens da nova série ‘Fear the Walking Dead‘ são diferentes do seriado original. Enquanto em ‘The Walking Dead’ a ação começou na Geórgia e agora está na Virginia, ‘Fear’ se passará no inicio da epidemia zumbi, em Los Angeles, na Califórnia, mesmo período em que Rick Grimes (Andrew Lincoln) ficou em coma no hospital. A proposta é fazer uma trama mais urbana.

Los Angeles é uma cidade tão interessante em si, apenas por causa do grande caldeirão de diversidade que a Califórnia tornou-se. A expansão urbana abrange uma quantidade enorme de terra, e tem uma população extremamente densa, por isso há um monte de coisas que se prestam bem a boa narrativa no apocalipse zumbi. Mas também esta é uma cidade onde um grande número de pessoas chegam para se reinventar, ou eles são novos para a cidade por várias razões diferentes. É quase uma cidade de imigrantes dentro de um país de imigrantes. Então, há definitivamente alguns aspectos que queremos explorar “, diz Kirkman.

Será que, em um ambiente urbano, as filmagens na floresta não vão aparecer, como era no início da série original? De acordo com Kirkman, a resposta é sim.

“Sim, nós vamos definitivamente estar gastando muito menos tempo no mato. Eu posso dizer que eu acho que não estamos na floresta em tudo… eu tenho certeza que não teremos floresta nesta nova série. “

Assista ao teaser legendado da série:

Robert Kirkman, Gale Anne Hurd e David Alpert, produtores de ‘The Walking Dead‘, também assumem o spin-off.

Dave Erickson (‘Sons of Anarchy’), cocriador da nova série, escreveu o primeiro episódio junto com Kirkman e acumula as funções de showrunner e produtor executivo. Adam Davidson (‘Fringe‘, ‘Hell on Wheels‘) dirige o piloto.

Fear the Walking Dead’ estreia em agosto e terá apenas 6 episódios em sua temporada inaugural. A atração já foi renovada para uma segunda temporada em 2016.

 

 

 

EXCLUSIVO: Entrevistamos Ben Stiller e o cara é demais!

O CinePOP bateu um papo com o ator e diretor Ben Stiller, conhecido pelas comédias ‘Entrando Numa Fria‘, ‘Uma Noite no Museu‘ e ‘Zoolander‘. Atrás das câmeras e em filme mais sérios é ainda mais talentoso, como prova ‘A Vida Secreta de Walter Mitty‘.

Em seu novo filme, uma comédia dramática, Stiller dá um show de atuação ao lado da Oscarizada Naomi Watts.

Logo no início da mais nova comédia do diretor Noah BaumbachEnquanto Somos Jovens’, o documentarista quarentão Josh (Stiller) passa um dia com seu jovem protegido Jamie (Adam Driver) andando de bicicleta pelas ruas de Manhattan, usando seu novo chapéu fedora e sorrindo para sua recente obediência à energia hipster e descolada ao seu redor. Claro, toda a experiência é encurtada quando sua perna começa a incomodar e depois Josh descobre através de seu médico que está com início de artrite nas juntas. Bem-vindo à meia-idade.

O confronto entre o antigo e o novo é o tema principal de ‘Enquanto Somos Jovens’, com Stiller representando seu coração e sua alma como um homem que enfrenta todo o processo.

Com uma carreira que começou aos nove anos de idade, o ator/diretor/produtor tornou-se um dos maiores chamarizes de bilheteria de Hollywood, acumulando mais de dois bilhões de dólares apenas nos Estados Unidos com sua coleção de sucessos. Mas foram as sarcásticas observações intergeracionais do roteirista/diretor Baumbach que trouxeram Stiller orgulhosamente de volta para o mundo indie. Aqui ele nos conta sobre a alegria de trabalhar novamente com Baumbach, o envelhecimento e o maldito chapéu fedora.

 

Confira nossa entrevista com o ator:

Como é se reencontrar com o diretor Noah Baumbach? Ele mudou como diretor desde O Solteirão (2010), assim como as histórias que quer contar?

Ben Stiller: Eu acho que Noah é um diretor muito pessoal que se dedica bastante ao seu trabalho. Não necessariamente tem a ver com o que está acontecendo em sua vida especificamente, mas ele está muito voltado para lidar com coisas reais e tem muitos interesses diferentes. Acho que Noah tem muitas facetas. Ele é um cara muito divertido, compenetrado e inteligente, tem um ótimo senso de humor, então em seus filmes você consegue ver todas essas coisas diferentes. Eu me sinto sortudo por ter trabalhado com Noah em ‘O Solteirão’, que é um filme mais pesado. Este filme tem muito mais leveza, mas ele não está interessado em fazer piada pela piada ou em agradar às massas, o Noah só quer fazer um filme que tenha a ver com ele.

 

É muito agradável assistir à sua relação com a personagem de Naomi, Cornelia, no filme. Você pode descrever como é trabalhar com ela? Há muito respeito e vocês parecem bem à vontade na tela.

BS: Estava empolgado para trabalhar com a Naomi porque ela é uma grande atriz e eu a conheço há um tempo e vinha querendo trabalhar com ela. Quando fomos escalados para o filme, não tivemos muito tempo para ensaiar e esperamos que as pessoas acreditem na relação deles. De alguma forma, em três ou quatro dias de ensaio você consegue criar um casamento e fazer aquela história. A Naomi é uma atriz de verdade, incrivelmente natural, ela tem muito material engraçado dentro dela e foi divertido vê-lo surgir no filme. No geral, ter a oportunidade de trabalhar com alguém tão bom é algo que eleva todas as pessoas ao redor que têm a sorte de trabalhar com um profissional assim.

 

O que o filme tem de fascinante é que Josh (Ben Stiller) e Cornelia (Naomi Watts) se sentem como se fossem jovens e são confrontados por pessoas mais jovens ainda. Como é mergulhar nessa sensação de ter que acompanhar o que é novo?

BS: É um jeito interessante de descrever. É algo bastante palpável. Nós nos sentimos como se fôssemos jovens e de repente somos confrontados por pessoas bem mais novas e é tudo relativo, porque nós somos mais jovens se comparados a nossos pais quando tinham nossa idade. Mas não há como negar que, quando você faz 40 anos, definitivamente é adulto. Acho que o filme fala sobre esse tipo de percepção.

Ao se relacionar com aquelas pessoas mais jovens, eles notam as diferenças. Além do mais, é diferente ser jovem hoje, acho que pelo fato de haver tanta coisa digital e as mídias sociais, essa geração cresceu cercada de computadores e tudo o mais. A nossa geração meio que creceu com e sem. É uma geração interessante, porque eu me lembro dos “pré-computadores”. Eu me lembro que, quando criança, tinha um computador TRS-80 da Radio Shack. Lembro quando os primeiros celulares chegaram. Lembro das máquinas de escrever, lembro que o meu pai tinha um gravador tape deck de rolo e eu uma câmera Super 8. E me lembro de ver a transição para os cassetes, as câmeras de vídeo e os CD’s. Analisando isso agora, vejo que as mídias mudaram numa velocidade muito grande. Mas o fato é que a minha geração se lembra disso e a próxima nem vai chegar a saber o que foi a maioria dessas coisas.

 

Como é se sentir jovem por dentro mas ver as coisas começarem a se despedaçar? Como envelhecer tem sido para você?

BS: Acho que é uma realização de que as coisas não duram para sempre. Algumas pessoas são confrontadas com essa realidade mais cedo na vida do que outras. Se você tiver sorte o bastante de ser saudável e continuar vivendo e chegar num certo ponto da vida em que vai ter que pensar nessas coisas, elas eventualmente vão surgir. Elas fazem parte da vida e você tem que tirar um tempo para pensar “Tudo bem, o que é importante na minha vida? Com o que me importo? O que aceito?” Nós não podemos não aceitar isso, estamos todos na mesma situação, para mim, o lado positivo é que você consegue curtir as coisas que curte e não quer deixá-las passar batidas.

 

Josh adquire o hábito de usar um chapéu fedora. Como é usar aquele chapéu? Em que ponto da vida você pensou “Acho melhor não aderir a essa moda”?

BS: Bom, eu nunca fui um cara de chapéus. Mas uma coisa que descobri na vida é que existe uma roupa apropriada para a sua idade, uma música apropriada para a sua idade. Por exemplo, eu me pego ouvindo músicas de uma certa época. Gosto das músicas novas e tento curti-las, mas sempre me pego voltando para a minha XM Radio, gosto da estação Lithium. Porque eles tocam grunge, rock alternativo dos anos 90, esses são os meus clássicos de agora. Quando meu pai estava amadurecendo, ele ouvia muito jazz e tal, mas, por algum motivo, parou no início dos anos 60. Mas é para onde você se vê voltando. Você pode ainda conhecer, ouvir as coisas novas, experimentá-las, mas você fica mais à vontade com o que ouviu no passado. No quesito roupas, é a mesma coisa. Eu me pego usando a mesma calça jeans e a mesma calça preta e não experimento vestir o que não deveria. Mas é daí que sai uma parte do humor do filme e está no contexto. Muito da moda agora é retrô ou normcore, pessoas descoladas vestindo roupas básicas não descoladas, mas, na verdade, é a pessoa que veste e a forma como ela veste que faz a moda, então é assim que temos um jovem senhor usando um chapéu no nosso filme.

 

Há uma afirmação interessante do jovem cineasta Jamie (Adam Driver): ele acredita de verdade que toda propriedade intelectual é livre para todos. Pode falar um pouco mais sobre essa ideia?

BS: Sim, eu acho que é da geração. A ideia de ter acesso a tantas coisas através do YouTube, da internet e a ideia de se reapropriar das ideias e usá-las como se fossem suas, o que beira o plágio, é uma coisa muito real. Muito da arte é baseado em trabalhos anteriores, em se apropriar, reciclar, reinventar. É tão fácil pegar um filme ou um clipe de alguma coisa e pensar “Ei, eu nunca vi isso antes”. Ao mostrar aquilo de novo, de repente vira cool ou quer dizer alguma coisa. Eu acho muito mais fácil fazer as coisas hoje em dia porque você pode fazer um filme com o seu iPhone, pode editar no celular ou no computador e subir na internet tudo em questão de minutos. Era um processo que levava semanas, meses, mas isso mudou. Eu não concordo com esse processo atual de fazer as coisas, porque acho legal você ter um tempo para digerir o trabalho antes de disponibilizá-lo para consumo público.

 

O fato de tudo estar mais acessível e mais rápido hoje mudou a forma como você cria, a forma como você enxerga as coisas?

BS: Eu me pego procurando as mídias sociais como uma forma de distração. Quando você está tentando fazer uma coisa que não é divertida, vai procurar algo na internet (ri). Eu tenho certeza que os homens das cavernas se distraíam quando faziam suas pinturas rupestres, eles iam olhar para outra pedra ou coisa parecida. Mas agora tudo está tão disponível. É tipo “Eu não quero pensar, não quero fazer o que estou fazendo”, acho que, para mim, é provavelmente uma das coisas mais perigosas, porque afeta mesmo o que você faz e o que cria. Eu levo meus filhos para o museu para ver obras de arte incríveis ou feitos da engenharia através dos tempos, até a época em que a televisão chegou. Você pensa “Uau, isso era o que as pessoas faziam antes de ter distrações fáceis”. Eu imagino como isso vai nos afetar. Acho que as distrações nos tiram um pouco de nosso processo criativo.

Enquanto Somos Jovens‘ (While We’re Young) chega nos cinemas nacionais em 18 de Junho.

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Trailer da segunda temporada da série ‘The Leftovers’

A HBO renovou a sérieThe Leftovers‘, criada por Damon Lindelof (criador de ‘Lost’) e pelo escritor de sucesso Tom Perrotta, para sua segunda temporada – que acaba de ganhar seu primeiro trailer.

Assista:

Não foi divulgada a quantidade de episódios encomendados, que serão exibidos no final de 2015.
The Leftovers‘ se passa em uma pequena cidade suburbana que sofre muitas mudanças devido a um evento mundial chamado de “A Partida” (que pode ou não ter sido o “arrebatamento” bíblico), no qual algumas pessoas foram levadas e outras deixadas para trás. A série gira em torno dos habitantes da fictícia cidade Mapleton, em Utah, três anos depois do fatídico dia 14 de outubro, quando 140 milhões de pessoas – 2% da população do mundo – sumiram sem deixar rastros.

A produção mostra como as pessoas comuns reagem a acontecimentos inesperados, e que eles podem unir mais ou separar famílias e comunidades. Assim, a série revela como a tensão de uma calamidade imprevista pode transformar a fé das pessoas em cinismo, paranoia, loucura ou fanatismo religioso.

The Leftovers traz no elenco Justin Theroux como Kevin Garvey, um pai de família e chefe da polícia que tenta espalhar esperança a fim de manter o restante dos habitantes calmos; Amy Brenneman no papel de Laurie, mulher de Kevin que decide largar tudo e abandonar seus dois filhos – Tom (Chris Zylka) e Jill (Margaret Qualley) – para participar de uma seita misteriosa; Adam Frost e Scott Frost como os irmãos Max e Charlie Carver que são amigos da filha do chefe da polícia; Christopher Eccleston como Matt Jamison, antigo pastor e atual editor de seu próprio jornal; Liv Tyler como Meg, uma mulher prestes a se casar e que se torna o principal alvo da seita misteriosa; Emily Meade (HBO – Boardwalk Empire) no papel de Amy, uma estudante que se mostra indiferente aos acontecimentos.

Asa Butterfield não será o ‘Homem-Aranha’

No começo do mês, o Latino Review deu como certa a contratação de Asa Butterfield no papel de novo Homem-Aranha. Dado como contratado, o ator não está mais no páreo para viver o super-herói.

Segundo o The Wrap, Butterfield já foi dispensado e o papel agora é disputado por Tom Holland (‘O Impossível’) e o desconhecido Charlie Plumme.

A disputa está entre os dois estúdios envolvidos: Enquanto a Sony quer Holland, e Marvel quer Plummer.

Butterfield teria sido dispensado do papel após postar em um fórum detalhes sobre sua possível contratação, quebrando a cláusula de confidencialidade.

Marvel fez testes com todos seis atores recentemente (Tom Holland, Judah Lewis, Matthew Lintz, Charlie Plummer e Charlie Rowe), em Atlanta, mesma cidade onde estão sendo realizadas as filmagens de ‘Capitão América: Guerra Civil’. Kevin Feige (presidente da Marvel), Amy Pascal (produtora) e Joe e Anthony Russo (diretores de ‘Guerra Civil’) conferiram de perto os testes.

Recentemente outro ator foi associado ao reboot de ‘Homem-Aranha‘. Segundo rumoes, Matthew McConaughey estaria na mira da Marvel para viver Norman Osborn/Duende Verde. Não há informações, porém, sobre uma possível negociação entre McConaughey e o estúdio.

O super-herói fará sua estreia no universo cinematográfica da editora em ‘Capitão América: Guerra Civil‘, que chegará aos cinemas em 6 de Maio de 2016. O novo filme solo do teioso está marcado para 28 de julho de 2017.

No momento, os estúdios também procuram pelo diretor do longa. Segundo o Deadline, seis diretores seguem cotados para o cargo: Jonathan Levine (‘Meu Namorado é um Zumbi’); Ted Melfi (‘Um Santo Vizinho’); Jason Moore (‘A Escolha Perfeita’); John Francis Daley e Jonathan M. Goldstein (dupla do reboot de ‘Férias Frustradas’); e Jared Hess (‘Napoleon Dynamite’).

Spider-Man: The New Avenger‘ (Homem-Aranha: O Novo Vingador) deve ser o título oficial do filme que incluirá o personagem no Universo Marvel, tornando claro para os espectadores que o novo filme trará o cabeça-de-teia para o mundo d’Os Vingadores, e desvinculando a nova franquia de ‘O Espetacular Homem-Aranha‘.

Presidente da Marvel detona Andrew Garfield e último filme do Homem-Aranha

Depois de confirmar um Peter Parker entre 15 e 16 anosKevin Feige, o presidente do Marvel Studios, recentemente descartou uma história de origem do personagem no próximo ’Homem-Aranha‘ – que já foi contada nos longas anteriores do herói.

“Queremos revelar seus poderes de uma maneira diferente e focarmos mais tempo em sua juventude no colégio, lidando com seus poderes. Então, já existe um jovem correndo pelas ruas de Nova York com uma versão caseira do uniforme do Homem-Aranha no universo da Marvel no cinema. Você apenas não o viu ainda”, explicou ao Crave Online.

O próximo filme solo do Homem-Aranha pode mostrar o Sexteto Sinistro contra o super-herói e o Aranha enfrentando ninguém menos que o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.)- uma espécie de teaser para a entrada do teioso na franquia ‘Os Vingadores‘.

Robert Downey Jr. e Chris Evans falam sobre entrada do Homem-Aranha na Marvel

Série ‘Minority Report’ ganha nova prévia

O canal Fox divulgou uma nova prévia de ‘Minority Report’, adaptação do longa futurista de 2002 dirigido por Steven Spielberg. A série estreia nos EUA entre o final de 2015 e início de 2016.

Confira, com os vídeos anteriores:

Meagan Good (‘Tudo Por Um Furo’, ‘Como Não Perder Essa Mulher’) fazz a protagonista Lara Vega, detetive assombrada pelo passado e que não tem medo de quebrar regras. Ela auxiliará o precog Dash (Stark Sands), um dos paranormais que antecipam homicídios, a tentar manter uma vida normal enquanto, juntos, tentam deter crimes antes de acontecerem. A trama se passará em 2064, dez anos depois dos eventos do filme original.

Também estão no elenco: Daniel London, que reprisa Wally, o cuidador de precogs que viveu no longa original, Li Jun Li, Laura Regan (‘Mad Men’, ‘O Olho que Tudo Vê’) e Wilmer Valderrama (‘Um Drink no Inferno, That ’70s Show’).

Max Borenstein, roteirista do remake de ‘Godzilla‘, escreverá os episódios. Steven Spielberg, diretor do longa original, está produzindo a série por meio de sua companhia, a Amplin Television.

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Segunda temporada de ‘The Flash’ continua ganhando novos personagens

Um novo personagem deve aparecer na segunda temporada de The Flash. De acordo com o TVLine, o canal CW está procurando um ator de tipo heróico clássico, entre 30 e 40 anos, para uma aparição longa na série. Quem for escolhido viverá um homem descrito como ‘levemente cínico e ousado’.

Também já foi anunciado que Barry Allen (Grant Gustin) vai ganhar um novo interesse amoroso na segunda temporada de The Flash . Uma atriz ainda não escolhida vai fazer parte do elenco para interpretar a extrovertida Wendy, que irá se relacionar com o protagonista. A personagem, descrita como divertida e engraçada, vai trabalhar na polícia de Central City.

Produtor confirma mais velocistas na 2ª temporada

Assista ao primeiro teaser do segundo ano:

The Flash e Supergirl juntos em imagens; crossover à vista?

Lanterna Verde pode aparecer no 2º ano de ‘The Flash’

 

 

Crítica | Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros

Os animais são todos iguais, mas uns são mais iguais que outros. Aquela trilha sonora nostálgica, marcante (dessa vez assinada por Michael Giacchino), aquela tensão que um bom blockbuster pode provocar, o desejo do espectador de ser transportado para uma história criativa e cheia de efeitos mas com conteúdo. Esse mundo fabuloso de animais adorados por muitos, mereciam um filme do tamanho do carinho que toda essa franquia conquistou ao longo desses últimos anos. E conseguiram. Dirigido pelo desconhecido cineasta californiano Colin Trevorrow, Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros, além de tudo que os efeitos especiais podem comprar é uma experiência inteligente que faz o espectador pensar sobre a origem das espécies a cada instante.

Na trama, acompanhamos a aventura de dois irmãos em um parque de diversão cheia de dinossauros tentando lutar pela sobrevivência após a fuga de um dinossauro geneticamente manipulado. Para ajudá-los, a administradora do local Claire (Bryce Dallas Howard) contará com a ajuda do domador de dinossauros Owen (Chris Pratt), especialista em terópodes que viveram aproximadamente a 75 a 71 milhões de anos atrás, também conhecidos como Velociraptors.

O roteiro é bem amarrado, causas e consequências bem exploradas, personagens bem definidos dentro da trama e ótimos diálogos. Além de tudo, e talvez o mais interessante de todo o contexto que cerca esse blockbuster, faz uma viagem ao complexo mundo das engenharias genéticas, é criado um híbrido geneticamente temido até pelos próprios dinossauros. Há também um paralelismo no instinto dos animais muito bem embasada, com vários argumentos fazendo o público imaginar e tirar suas próprias conclusões sobre as ações dos personagens.

Falando em personagens, esses exalam carisma, está no Dna dessa fabulosa história. O sucesso do novo parque, gera desejos ambiciosos de quem o controla. Claire (Bryce Dallas Howard) é um ponto importante da trama. Controladora, certinha, possui uma jornada muito interessante dentro da história e se torna a personagem que mais se aproxima de uma realidade próxima à nossa. O ótimo ator indiano Irrfan Khan (do espetacular The Lunchbox) é o novo dono da festa, pena que sua participação foi encaixada na margem de segurança de todo filme norte-americano chamada clichê. Talvez o mais querido de todos seja mesmo Owen (interpretado pelo iluminado ,mais uma vez, Chris Pratt), um intrigante personagem que descobriu uma maneira de fazer alguns dinossauros o obedecerem.

Você se arrepia, você fica em estado de tensão, você se diverte. , Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros é um filme imperdível. Vale o ingresso.

Crítica 2 | Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros

A sensação de visitar um lugar pela segunda vez nunca é igual a primeira. A excitação, ansiedade, alegria e medo presentes quando você embarca em uma jornada, nunca serão repetidos novamente. Se você já foi ao Hopi Hari, Universal Studios Orlando ou qualquer outro parque ou atração, a segunda incursão nunca é tão mágica quanto a primeira.

Esse é o único ponto negativo ‘Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros’. Quando visitamos o Parque dos Dinossauros pela primeira vez, em 1993, ficamos encantados com aquele mundo criado majestosamente pelo mago do cinema Steven Spielberg. Os dinossauros eram tão reais que praticamente podíamos tocá-los, unidos a uma trama bem escrita que trazia aventura, suspense e um toque de comédia. Era como se fossemos aqueles dois jovens irmãos se aventurando pelo desconhecido, passando pelo vale dos dinossauros e quase sendo devorados por um T-Rex em um Jeep.

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Para tentar recriar aquela sensação que tivemos em nossa primeira ida ao parque, ‘Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros’ se renova de maneira esplêndida: atrações inéditas, edifícios modernos, dinossauros holográficos, Gyrosphere e, é claro, o Indominus Rex – novo e letal dinossauro geneticamente alterado “cozinhado” em laboratório. E se falta magia, sobra nostalgia.

Jurassic World‘ é situado na Ilha Nublar dos dias de hoje, que agora é um parque temático real de dinossauros, como inicialmente previsto por John Hammond no primeiro filme. O novo parque, depois de 10 anos de funcionamento, alcança a marca de 20 mil visitantes por dia. Entretanto, com o passar do tempo, o público se cansa dos mesmos dinossauros. E é aí que a equipe de geneticistas liderada pelo Dr. Henry Wu (B.D. Wong) resolve criar uma nova atração, algo que trouxesse de volta o interesse do público. A nova atração é um dinossauro híbrido que mistura os DNAs de outros dinossauros: o Indominus Rex.

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O filme começa com jovens dois irmãos indo visitar a tia no Jurassic World. Ela comanda a administração do local com mão de ferro, e vê os dinossauros apenas como um gráfico a ser domado. Em contrapartida conhecemos o brincalhão Owen, um domador de Velociraptors (sim, domador!).

Quando o novo dinossauro consegue fugir, Claire precisa da ajuda de Owen para salvar os dois sobrinhos – perdidos no Vale dos Dinossauros e sendo caçados pelo letal híbrido modificado geneticamente. A fórmula é idêntica ao do primeiro filme: os dois irmãos não se dão bem, mas acabam se entendendo, e os dois adultos já tiveram uma paixão mal resolvida no passado e soltam faíscas quando se tocam.

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O elenco se destaca: Chris Pratt continua roubando a cena como em ‘Guardiões da Galáxia’, e é visível que ele se divertiu no set como uma criança enquanto filmava suas cenas. Bryce Dallas Howard está ótima no papel de uma mulher contida e fria, mas pronta para partir para a briga quando precisa salvar os sobrinhos.

Sem contar o fato que sua personagem, Claire, poderia até ser confundida com  uma super-heroína: corre dos dinossauros o filme todo usando um salto alto fino, mesmo nas cenas que se passam na lama. Uau!

Os dois jovens irmãos também são o grande destaque do elenco: Ty Simpkins (Gray) já tinha roubado a cena em ‘Homem de Ferro 3’, e Nick Robinson (Zach) é a cara do Sean Astin em ‘Os Goonies’.

Apesar do terceiro ato ser um pouco exagerado, com Hollywood tentando provar que mais é sempre melhor, ‘Jurassic World‘ consegue causar a mesma sensação de prazer e alegria do primeiro filme.

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É um ingresso para uma aventura tão realista – e em 3D – que faz o espectador se sentir passeando pelo Vale dos Dinossauros dentro da maneiríssima Gyrosphere (uma bola de vidro que leva os visitantes para passear entre os animais jurássicos).

É a magia do cinema em sua melhor forma, e com um bônus: traz de volta a nostalgia.

 

Crítica de Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros em primeira mão! Direto da sessão de imprensa…

Posted by CinePOP on Quarta, 10 de junho de 2015