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Conheça os 12 Filmes MAIS CAROS da História do Cinema (Números Atualizados)

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O Senhor dos Anéis’, ‘Harry Potter’, ‘Missão: Impossível’, ‘007’, ‘Homem-Aranha’ e ‘Batman’ estão entre algumas das maiores franquias do cinema de todos os tempos. Esses títulos conseguem movimentar até hoje verdadeiras fortunas com qualquer obra lançada que leve sua marca. É claro que títulos assim estão entre os mais caros para serem produzidos também. Mas e se eu te dissesse que nenhum desses, ou sequer ‘Transformers’, ‘Indiana Jones’ ou qualquer animação da Disney (ou remake em live-action) estão entre os filmes mais caros da história do cinema.

É justamente sobre o tópico, no entanto, que iremos falar nessa nova matéria. Aqui iremos saber, quais entre as superproduções que custam verdadeiras fortunas aos seus estúdios são as mais caras de todos os tempos no cinema. Confira abaixo e pense no que você faria se tivesse esse valor em sua conta bancária.

12) Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (2007)

A franquia ‘Piratas do Caribe’ é a adaptação para o cinema de um brinquedo muito popular nos parques temáticos da Disney. A proposta deu muito certo e ressuscitou o subgênero de capa, espada e aventuras bucaneiras. Tudo dizem, graças à forma como Johnny Depp interpretou o personagem protagonista Jack Sparrow. Nos anos 2000 não tinha outro personagem mais popular do que o pirata beberrão.

Na trilogia original, a cada novo exemplar os valores de produção iam escalando. E pensar que o segundo e o terceiro foram gravados de forma simultânea e as duas produções juntas custaram US$525 milhões à Disney. Mas é claro que as produções foram orçadas separadamente – com o terceiro sendo o mais caro, tendo custado US$300 milhões.

11) Liga da Justiça (2017)

Construir um universo cinematográfico custa caro. E a Warner sabia disso quando decidiu seguir os passos da Marvel (Disney) no início da década passada. Filmes como ‘O Homem de Aço’, ‘Batman Vs. Superman’, ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Mulher Maravilha’ custaram caro ao estúdio e serviram como primeiros passos de um universo que, digamos, nunca conseguiu atingir todo o seu potencial.

Mas dentre todos esses pesos-pesados, o mais caro, é claro, tinha que ser a primeira reunião dos maiores heróis da editora, em ‘Liga da Justiça’, que custou ao estúdio a “bagatela” de US$300 milhões. E pensar que a Warner desembolsou mais US$70 milhões para que Zack Snyder lançasse seu “Snyder Cut” do mesmo filme em 2021.

10) Star Wars: Os Últimos Jedi (2017)

Se perguntarmos para qualquer fã de cinema qual é a franquia mais famosa e bem-sucedida de Hollywood, grande parte certamente responderia ‘Star Wars’. Tais filmes sempre foram sinônimo de explosão nas bilheterias e na cultura pop desde a década de 80 – aliás podemos dizer que tais filmes foram os responsáveis por criar os blockbusters.

Star Wars’ voltaria no fim dos anos 90/ início de 2000 com uma nova trilogia mais bombada. Mas é claro que a inflação com o tempo deixaria tudo cada vez mais caro. Até chegarmos à mais recente trilogia, na qual o segundo episódio aparece como o décimo filme mais caro da história, tendo custado US$317 milhões já na fase Disney.

09) Vingadores: Guerra Infinita (2018)

É claro que teríamos algum filme da Marvel na lista. O estúdio é a maior potência financeira de Hollywood na atualidade e ajudou a encher os cofres da Disney até não poder mais; mesmo que atualmente seu prestígio e renda tenha diminuída um pouco. Nada que afete um estúdio cujos 36 filmes (incluindo o recém incorporado ‘Deadpool e Wolverine’) arrecadaram US$32 bilhões em bilheteria mundial.

E o ponto forte do estúdio sem-dúvida são os filmes dos ‘Vingadores’, quando todos os personagens são unidos em tela para um filme-evento. Um dos maiores da casa foi ‘Guerra Infinita’, que custou US$321 milhões.

08) Velozes e Furiosos 10 (2023)

Se há vinte anos eu dissesse que a franquia ‘Velozes e Furiosos’ seria uma das maiores do cinema, ninguém acreditaria. Mas os filmes “família” de Dominic Toretto cresceram e apareceram, se tornando extremamente rentáveis. E o que acontece quando um filme faz muito sucesso e arrecada muito dinheiro? Sim, a resposta é que ele começa a ficar cada vez mais caro.

No caso de ‘Velozes e Furiosos’, além de encher os bolsos de Vin Diesel (o dono da franquia), o ator generoso também decidiu dividir essa riqueza com os amigos. Assim, meia Hollywood apareceu no décimo filme – atores como Jason Momoa e Brie Larson, por exemplo, e até quem já havia deixado a franquia retornou para mais alguns milhões de dólares, vide Gal Gadot e Dwayne Johnson. O que fez do décimo filme o oitavo mais caro de todos os tempos com US$340 milhões de orçamento.

07) Avatar: O Caminho da Água (2022)

No cinema de Hollywood existem as franquias, as franquias ricas, as franquias milionárias e existe também James Cameron. O diretor é o mais bem-sucedido da história, bem ao menos em um aspecto financeiro. Nenhum outro cineasta possui tantos hits que dominaram as bilheterias por tanto tempo. No início dos anos 90 foi ‘O Exterminador do Futuro 2’ e no fim da mesma década foi o fenômeno conhecido como ‘Titanic’.

Assim, o diretor passou mais de 10 anos sem filmar nada e quando decidiu voltar, o resultado foi ‘Avatar’ (2009), com um novo recorde. E foi assim também 13 anos que separaram os dois ‘Avatar’, com um novo recorde. E você acha que tais filmes não são caros de produzir? Custam uma fortuna, com o segundo chegando à marca de US$350 milhões. E esse ano tem mais.

06) Vingadores: Ultimato (2019)

Como dito, a Marvel é a maior franquia/estúdio da atualidade. E os filmes dos ‘Vingadores’ são como “check-points” que não apenas dividem as fases, mas também se tornaram verdadeiros marcos do cinema entretenimento. Em 2018, o estúdio criou uma nova trend de fazer dois por um, nos filmes dos ‘Vingadores’. ‘Guerra Infinita’, por exemplo, seria conhecido inicialmente como parte 1 e parte 2, até que o segundo longa trocou de título para ‘Ultimato’ (2019).

E bem, apesar de terem sido filmados de forma simultânea, o segundo foi ainda mais caro, custando US$356 milhões ao estúdio. Mas mesmo assim não ficando entre o top 5 dos mais caros da história, ou sequer sendo o mais caro da Marvel. Ano que vem teremos mais dois por um, com ‘Vingadores: Destino’ e logo no ano seguinte, ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

05) Vingadores: Era de Ultron (2015)

E a resposta chega à galope. Acima eu havia dito que ‘Ultimato’ (2019), o filme mais rentável da Marvel, não foi sua produção mais cara. Isso porque segundo fontes do site IGN, o segundo filme dos Vingadores, ‘Era de Ultron’, foi a obra mais cara do estúdio, custando “singelos” US$365 milhões para ser produzido. Porém, este valor é contestado pelo IMDB, que dá uma estimativa de US$250 milhões.

Porém, outras fontes pela internet, como o Google e o Wikipedia confirmam o valor do IGN, mostrando que o IMDB talvez precise ser atualizado. O que importa é o pensamento geral de que o segundo Vingadores não fez o mesmo barulho com os fãs e a crítica que o original havia feito; apesar de ter ganhado mais apreço com o passar dos anos. Seja como for, ele é o quinto filme mais caro da história.

04) Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011)

Acharam que não veriam mais o Capitão Jack Sparrow na lista? Acharam errado! É claro que a Disney não deixaria uma franquia tão lucrativa quanto ‘Piratas do Caribe’ guardada na gaveta sem render dinheiro. Assim, quatro anos depois do encerramento da trilogia original, Johnny Depp foi persuadido, com o poder dos dólares, a retornar para o que é agora seu personagem mais famoso.

E para a nova aventura, quem chegava com ele era a colega Penélope Cruz, com quem havia trabalhado em ‘Profissão de Risco’ dez anos antes. O quarto ‘Piratas do Caribe’ permanece até hoje como o mais caro, tendo custado US$379 milhões, e ficando em quarto lugar do ranking. Hoje em dia, é claro, com tanta polêmica envolvendo o nome do astro, fica difícil tirar mais um filme do papel. Até foi cogitado substituí-lo com um nome quentíssimo quanto o da estrela Margot Robbie, mas a ideia parece não ter ido à frente.

03) Star Wars: A Ascensão Skywalker (2019)

Piratas do Caribe’ é uma das franquias mais lucrativas da Disney, que busca um jeito de voltar aos holofotes. Mas não é a franquia mais bem-sucedida do estúdio. Esse posto, é claro, fica com ‘Star Wars’. Bem, digamos ao menos que são os filmes nos quais os produtores se sentem mais à vontade para depositar as maiores fortunas. O universo criado por George Lucas lá atrás, ainda na década de 70, cresceu e se expandiu para todo tipo de mídia. Todo mesmo.

Isso porque teve uma base muito sólida de seu visionário homem de negócios. Mas nas mãos da Disney, muitos afirmam que a franquia não atingiu todo o seu potencial. Talvez por isso não tenha lançado nenhum filme desde 2019, quando fechou a mais recente trilogia com ‘A Ascensão Skywalker’, um filme que possui mais detratores do que defensores. Seja como for, o filme nove da cronologia está no top 3 dos mais caros, tendo custado US$416 milhões.

02) Jurassic World: Reino Ameaçado (2018)

Por essa talvez ninguém esperasse. Você não estava sentindo a falta de alguma franquia bilionária aqui no ranking? Pois é, ‘Jurassic World’ não podia ficar de fora. Uma coisa sabida é que as crianças e adolescentes simplesmente amam dinossauros. Afinal, quem nunca teve sua fase dinossauro ao crescer. É o mais perto que tivemos de monstros gigantes habitando em nosso planeta.

Chega a ser quase fantasia, imaginar que criaturas gigantescas já estiveram por aqui, pisando nesse solo. Já imaginou se tivéssemos a oportunidade de dividir a mesma época com eles. Essa é toda a proposta de ‘Jurassic Park’, desde o primeiro filme – que depois deu origem à uma nova trilogia, agora batizada ‘Jurassic World’. Um novo filme chega este ano. Mas da trilogia anterior, o segundo, ‘Reino Ameaçado’, foi o mais caro com absurdos US$432 milhões de orçamento.

Mas não tão absurdos quanto…

01) Star Wars: O Despertar da Força (2015)

Jurassic World’ pode ter chegado ao segundo lugar entre os filmes mais caros da história, mas ninguém consegue superar o colosso que é ‘Star Wars’, nem os dinossauros de Spielberg. A nova trilogia de Star Wars foram alguns dos filmes mais caros de todos os tempos, com todos os três figurando no ranking. E nessa citada trilogia, o mais caro foi também o melhor.

Também pudera, era preciso chegar com os dois pés na porta se quisessem estrear um novo Star Wars em grande estilo, 10 anos depois do último filme. ‘O Despertar da Força’ guarda alguns importantes marcos em seu currículo. Primeiro, foi o primeiro filme da franquia com o selo da Disney, e o estúdio, obviamente, queria mostrar serviço. Segundo, foi o primeiro filme da franquia a continuar a história de onde havia parado ao fim de ‘O Retorno de Jedi’, lá nos anos 80.

Acontece que a trilogia dos anos 2000 se passava antes daqueles acontecimentos. Assim, veríamos de novo nossos queridos personagens como Han Solo, Chewbacca, Luke Skywalker, a Princesa Leia, e os robôs R2D2 e C3PO. Todos ainda em ótima forma. E o preço disso foi a fortuna de US$447 milhões, o valor do orçamento do longa – fazendo de ‘O Despertar da Força’ o filme mais caro da história.

Os 10 Filmes Recentes mais WTF do Cinema!

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Você muito provavelmente já assistiu a algum filme que quando saiu da sala de cinema, pensou: “o que diabos eu acabei de ver?”. Essa é a forma educada de dizer “que p#rra foi isso?!”. Em inglês o termo WTF (What the Fuck?!) é o preferido para casos assim. A verdade é que nem todos os filmes são redondinhos como esperamos, e muitos deles podem descer bem quadrado, deixando aquele gosto estranho, no término da sessão.

Filmes de teor subversivo, com finais abertos e interpretativos, cenas violentíssimas ou desconfortáveis de maneira geral, filmes abstratos, surreais e que podem não fazer nenhum sentido lógico – tudo isso é bastante elegível para se tornar um “filme WTF”. Em sua maioria, é preciso ter a mente muita aberta e gostar de todo tipo de filme para curtir uma obra desse nível, e é claro que grande parte dos espectadores não é assim. Justamente por isso, essa matéria serve também como aviso, de que os filmes contidos aqui não são para todos os gostos, e se você não tem paladar para isso, talvez os deva evitar. Conheça abaixo os que selecionamos.

10) Tusk – A Transformação (2014)

Lançado direto em vídeo no Brasil, isso talvez tenha sido um livramento para que não pudéssemos assisti-lo nos cinemas e sair completamente atordoados. Filme trash de Kevin Smith, o longa é uma grande brincadeira com os filmes de terror e traz inclusive Johnny Depp ligado no modo galhofa (tente reconhece-lo). A história é uma brincadeira com uma lenda urbana de um podcast e fala sobre um idoso perturbado, que literalmente transforma um entrevistador em uma “morsa-humana”. Bizarro é pouco.

09) Festa da Salsicha (2016)

A maior parte do público está acostumado a ver animações como um gênero recomendado para toda a família. Assim, geralmente ir assistir a uma animação nos cinemas é um programa inocente para todos, desde o filhinho até a vovó. Mas esse não seria o caso com ‘Festa da Salsicha’ – aliás, seria o completo oposto. Acontece que apesar de ser uma animação, essa é uma animação “bonitinha”, porém, criada por Seth Rogen, acostumado com um humor escrachado e de baixo calão. Ou seja, a produção de 2016 mostra uma verdadeira orgia dos produtos alimentícios em um supermercado. E sim, o filme foi lançado nos cinemas.

08) Papikra (2006)

Por falar em animações nada infantis, se você acha que os filmes dos estúdios Ghibli são fora da caixinha, espere até ver ‘Papikra’. Uma produção igualmente japonesa, ‘Papikra’ é tão surreal e louca que faz as animações Ghibli soarem como coisa para criança – para termos uma ideia. Ao entendermos a história do filme, podemos perceber como foi de grande influência para Christopher Nolan em ‘A Origem’, um dos filmes mais celebrados de anos recentes. Aqui também temos uma máquina capaz de enviar pessoas diretamente aos sonhos das outras – que é usada por terapeutas para acessar à mente de seus pacientes. Mas o que acontece quando a máquina é roubada por ladrões, que planejam roubar os sonhos das pessoas. Já dá para imaginar o nível da loucura.

07) Mãe! (2017)

Agora chegamos aos filmes que verdadeiramente causaram comoção no Brasil quando passaram nos cinemas. Quando o trailer de ‘Mãe!’ foi lançado, todos acharam que seria um novo ‘O Bebê de Rosemary’ (1968), com um casal vivendo feliz em uma casa, até que a mulher começa a testemunhar eventos cada vez mais esquisitos e sobrenaturais. Ah sim, era vendido também como um filme de terror estrelado pela queridinha Jennifer Lawrence. Mas sendo este um filme de Darren Aronofsky também, sabíamos que não seria tão simples assim. Dito e feito, ‘Mãe!’ é na verdade uma alegoria para a mãe natureza, o planeta Terra, algumas figuras bíblicas e a humanidade de forma geral. Pode até ser, mas o filme se torna cada vez mais insano e desagradável, o que fez todos saírem da sessão sem saber o que tinham acabado de presenciar.

06) A Substância (2024)

A Substância’ pode ser considerado o ‘Mãe!’ do ano passado. Bem, existem grandes diferenças entre os dois, é claro. Enquanto ‘Mãe!’ te deixa perdido sem entender o que está acontecendo na tela, ‘A Substância’, embora possua uma trama surreal e fantasiosa, delineia bem suas regras dentro deste universo, nos fazendo acompanhar bem a narrativa – bastante coerente e exemplificada. É claro, apesar de seu teor altamente grotesco que vai escalando. A insanidade ocorre apenas no final, quando o filme poderia ter tido uns três desfechos diferentes, mas não para de escalar em sua loucura sanguinolenta. Serviu como a gota d’água para aqueles que vinham resistindo bravamente. Bem, o que podemos dizer é que o longa possui uma crítica social bem pungente em seu discurso feminino, por mais insano que o desfecho seja. E foi indicado ao Oscar.

05) O Farol (2019)

Existem filmes WTF que caem no gosto popular e se tornam cult. Esse é o caso com ‘A Substância’, um dos filmes mais populares de 2024, e também com este ‘O Farol’. Tudo o que os fãs precisavam saber é que este era o novo trabalho de Robert Eggers, o mesmo de ‘A Bruxa’ (2015), outro longa bastante WTF. Seu primeiro filme caiu nas graças do público e se tornou um cult por excelência. Assim todos estavam esperando o próximo passo do diretor. E parece que Eggers decidiu trolar seus fãs, praticamente pensando “vocês querem meu nome filme, então tomem isso”. Surreal, alegórico, sem nexo ou sentido, o que conta em ‘O Farol’ são as atuações eletrizantes de Robert Pattinson e Willem Dafoe, o clima e a atmosfera de peça de teatro. Fazer sentido de tudo é impossível.

04) Rubber (2010)

Voltamos para os filmes cult que passaram longe dos cinemas brasileiros. Ao contrário dos três itens acima, que contavam com grandes atores e fizeram sucesso nas rodinhas cinéfilas em nosso país, Rubber virou cult um tempo depois de ter sido lançado, com o advento das redes sociais. Aos poucos, a notícia sobre o filme começou a ser divulgada no boca a boca e logo todos estavam comentando sobre o filme. Canais de Youtube especializados em filmes começaram a revisá-lo e assim surgia o novo “Sharknado” – antes mesmo de ‘Sharknado’. Aqui, com o subtítulo de ‘O Pneu Assassino’, o filme é literalmente isso: um pneu que adquiriu consciência e tem poderes telecinéticos, sai pelas estradas fazendo vítimas. Como não chamar atenção? É simplesmente ridículo demais.

03) Um Cadáver para Sobreviver (2016)

Outro que passou longe das salas de cinema brasileiras, apesar de contar com um elenco famoso, de nomes como Daniel Radcliffe, Paul Dano e Mary Elizabeth Winstead. O nome em português é ruim de doer, mas o original também não é nenhuma maravilha: ‘Swiss Army Man’, algo como ‘O Canivete Humano’. E o que isso significa, bem que o personagem de Radcliffe no filme tem inúmeras funções e pode ser um item usado para a sobrevivência, assim como um canivete suíço. Na trama, Paul Dano se vê um náufrago em uma ilha, e encontra um cadáver, o qual começa a usar para realizar diversas tarefas de sobrevivência, até mesmo ser transportado pelo mar como uma lancha através da flatulência do cadáver. É ver para crer. Ah sim, esse é um filme dirigido pelos Daniels (Kwan e Scheinert), os mesmos de ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ (2022), outro filme WTF, mas prestigiado, que até ganhou o Oscar.

02) Megalópolis (2024)

Até mesmo o consagrado Francis Ford Coppola tem direito de entregar um filme WTF. Bem, na verdade o diretor badalado possui alguns em seu currículo, já que parece ter ficado para trás a época em que entregava obras-primas adoradas por todos, como a trilogia ‘O Poderoso Chefão’, ‘Apocalypse Now’ e ‘Drácula de Bram Stoker’. Afinal, quem precisa de sucesso? Ele pode ser superestimado. Seja como for, nessa nova fase de sua carreira, Coppola parece fazer filmes mais para si do que para os outros, ou para o público.

O resultado é que a maioria dá de ombros e ele tem entregado um fracasso atrás do outro. Por exemplo, ‘Tetro’ (2009) e ‘Virgínia’ (2011) são filmes que provavelmente nem sua família assistiu. Mas ‘Megalópolis’ é um caso mais raro, pois o grande cineasta investiu pesado uma fortuna de seu próprio bolso (US$120 milhões) e saiu pelo mundo para divulga-lo (até aqui no Brasil). Deu certo? Não, mas também o filme é simplesmente incompreensível, e separado de qualquer mínimo valor que o torne cativante ou atraente para qualquer pessoa, por mais fãs que sejamos do diretor.

01) Midsommar (2019)

E se falamos de Robert Eggers, é claro que precisávamos falar de seu maior “concorrente”, Ari Aster. Os dois cineastas surgiram mais ou menos na mesma época, e logo foram considerados os novos mestres do terror, graças a seus trabalhos no gênero, com obras fora da caixinha e que foram abraçadas pelo grande público. O segundo filme de Aster foi o que começou essa trend de seus filmes serem considerados WTF, embora muitos já tivessem achado isso de ‘Hereditário’. A história de ‘Midsommar’ é até redondinha e faz sentido, mas o assunto do filme e em especial o seu desfecho certamente deixou um gosto para lá de amargo em todos que se aventuraram a assistir, mesmo sendo um terror barra-pesada. Porém, seu filme seguinte foi ainda mais longe – ‘Beau Tem Medo’ é ainda um filme menos palatável e mais surreal. Que os deuses do cinema nos protejam de ‘Eddington’ (seu mais recente filme).

‘The Last of Us’: Criadores rebatem críticas à morte do Joel

Craig Mazin e Neil Druckmann, os aclamados criadores da bem-sucedida sérieThe Last of Us, conversaram recentemente sobre a segunda temporada da produção, abordando as expectativas e, de forma bem-humorada, rebatendo as críticas dos fãs em relação à morte de Joel (interpretado por Pedro Pascal).

Durante uma entrevista à Variety, Mazin e Druckmann discutiram os desafios inerentes à continuação de uma série de tanto impacto:

“Existe algo que acontece quando você está fazendo a primeira temporada de uma série, que é como se estivesse rolando morro abaixo em chamas. Se você sobreviver, já é uma grande conquista. Se o programa vai ao ar, é incrível”, disse Mazin. “A segunda temporada vem com muitas expectativas, e aprendemos várias lições. O problema de aprender é que, depois, você precisa se responsabilizar por aquilo. Não pode mais cometer os mesmos erros, o que é trágico”.

Mazin acrescentou, em tom de brincadeira, sobre a pressão de superar o sucesso inicial: “Você sente a pressão de entregar o que o público quer, mas também precisa surpreendê-los. Agora você é assunto de discussão; antes era só novidade. E, sinceramente, o padrão para adaptações de videogame era bem baixo. Isso jogou a nosso favor na 1ª temporada — agora, nós meio que ferramos com tudo”.

Druckmann complementou, dizendo que fazer uma segunda temporada “pode ser bem assustador”, assim como foi ao criar o segundo jogo da franquia. Ele citou as reações fortes à controversa decisão de matar Joel, personagem central na trama:

“Ele fez uma coisa. Todo mundo surtou. E eu tive que fazer a mesma coisa, porque ele já tinha feito. Eu adorei fazer aquilo, achei ótimo”, disse Mazin sobre a morte do personagem no jogo e, consequentemente, na série.

Em um momento descontraído, Mazin rebateu as reclamações dos fãs sobre a morte de Joel na série: “A principal crítica que recebo é: ‘Por que vocês mataram o Pedro Pascal?’ E eu sempre respondo: ‘A gente não matou ele! Ele é uma pessoa real, está vivo, está bem. E, aliás, está em literalmente tudo agora. Então não sei qual é o problema!'”.

The Last of Us’ está disponível no Max.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | 2ª temporada de ‘The Last of Us’ se inicia com um tenso e envolvente prospecto

Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

O pesadelo está de volta no teaser ARREPIANTE de ‘Alien: Earth’; Confira!

O Disney+ divulgou mais um teaser inédito de ‘Alien: Earth‘, que promete expandir o universo da franquia ‘Alien‘.

Confira, junto ao trailer completo, e siga o CinePOP no Youtube:

A produção tem lançamento agendado para o dia 12 de agosto no Disney+.

Quando a misteriosa nave de pesquisa espacial USCSS Maginot cai na Terra, Wendy (Sydney Chandler) e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.

No ano de 2120, a Terra é governada por cinco corporações: Prodigy, Weyland-Yutani, Lynch, Dynamic e Threshold. Nessa Era Corporativa, ciborgues (humanos com partes biológicas e artificiais) e sintéticos (robôs humanoides com inteligência artificial) coexistem com os humanos. Mas o jogo muda quando o prodígio Fundador e CEO da Prodigy Corporation desbloqueia um novo avanço tecnológico: híbridos (robôs humanoides imbuídos de consciência humana).

O primeiro protótipo híbrido, chamado Wendy (Chandler), marca um novo começo na corrida pela imortalidade. Após a nave espacial de Weyland-Yutani colidir com a Cidade Prodígio, Wendy e os outros híbridos encontram formas de vida misteriosas, mais aterrorizantes do que qualquer um poderia imaginar.

A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.

Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

O elenco é formado por Sydney Chandler, Alex Lawther, Timothy Olyphant, Essie Davis, Samuel Blenkin, Babou Ceesay, David Rysdahl, Adrian Edmondson, Adarsh Gourav, Jonathan Ajayi, Erana James, Lily Newmark, Diem Camille e Moe Bar-El.

Richa MoorjaniKaren AldridgeEnzo CilentiMax RineheartAmir BoutrousVictoria MasomaTom MoyaAndy YuMichael SmileyJamie BispingTanapol Chuksrida fazem parte da atração como atores convidados.

‘General Hospital’: Ator anuncia nova SAÍDA após 1 ano de seu retorno

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O ator Jonathan Jackson, conhecido por seu trabalho em General Hospital, anunciou sua nova despedida da aclamada novela, marcando também a saída de seu personagem, Lucky Spencer.

Segundo o Deadline, após um breve retorno há menos de um ano, esta partida parece ser definitiva.

No episódio em questão, Lucky comunica sua decisão de deixar Port Charles depois que Liz (Rebecca Herbst) recusa seu inesperado pedido de casamento. Liz justifica que sua vida está enraizada em Port Charles e que ela sabia que Lucky nunca seria feliz ali. Reconhecendo que Port Charles “não é mais sua casa”, ele declara a Liz que partirá:

“Eu sei que é de repente”, afirmou. “Mas estar aqui, sabendo que não podemos ficar juntos, simplesmente dói demais”.

Jonathan Jackson interpretou Lucky Spencer pela primeira vez em 1993. Lucky é o filho do icônico casal Luke e Laura Spencer, vividos por Anthony Geary e Genie Francis.

Jackson desempenhou o papel de forma intermitente até 2011, quando deixou a série pela primeira vez.

Ao longo de sua passagem porGeneral Hospital, Jackson foi indicado ao Emmy Diurno nove vezes, vencendo em cinco ocasiões: em 1995, 1998, 1999, 2011 e 2012.

O produtor executivo deGeneral Hospital, Frank Valentini, comentou em comunicado à imprensa: “Ficamos muito felizes por Jonathan ter podido reprisar o papel de Lucky, mesmo que por tempo limitado. Desejamos a ele tudo de melhor, e as portas estarão sempre abertas para seu retorno”.

General Hospital’ está disponível no Prime Video.

10 Séries QUERIDAS que irão Retornar para Novas Temporadas na segunda metade de 2025

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Todo ano somos brindados com novas séries que irão disputar um lugarzinho em nossos corações. A intenção de todo programa é se tornar querido do grande público e explodir em popularidade. É um jogo difícil, enquanto alguns conseguem, outros caem por terra e são cancelados, às vezes logo em sua primeira temporada. No entanto, enquanto as séries de 2025 buscam seu lugar ao sol, outras já estão em aconchegadas em nosso peito e nossa mente, inclusive tendo se tornado fenômeno da cultura pop, em alguns casos.

A primeira parte de 2025 trouxe a volta de algumas produções televisivas bastante badaladas e que deram o que falar em novas temporadas. Esse foi o caso, por exemplo, com a sensacional ‘The Last of Us’, que continuou colocando o dedo na ferida, e desta vez espalhou sal junto, nos deixando atônitos e sem saber o que pensar. Nos despedidos de vez de ‘Cobra Kai’, uma série meio “Sessão da Tarde”, mas que acompanhávamos desde 2018. Impossível não sentir aquela melancolia boa no último episódio e a saudade de nossos velhos amigos.

Sensações como ‘Black Mirror’, ‘Ruptura’ e ‘White Lotus’ também deram as caras em novas temporadas. Mas não pense você que o ano acabou para as novas temporadas de nossas séries preferidas, pois a segunda metade de 2025 trará um novo lote de sucessos. Confira abaixo e programe-se.

01) Stranger Things

Não podíamos começar de outra forma que não fosse colocando ‘Stranger Things em primeira posição como a série mais aguardada da segunda metade do ano. E se acima eu disse que a despedida de ‘Cobra Kai’ deixou um sabor de tristeza, já que acompanhávamos a série desde 2018, coloque mais dois anos nessa conta quando falamos de ‘Stranger Things’. Esse também será o ano derradeiro do seriado que acompanhamos desde 2016!

A quinta e última temporada dará adeus para toda a turminha. O que podemos dizer é: “prepare os lencinhos”. Como de costume, a Netflix irá dividir em três partes. A primeira parte, com quatro episódios, será lançada no dia 26 de novembro. Depois, teremos três episódios no dia de Natal, 25 de dezembro. E a despedida será em grande estilo com o episódio final no dia de réveillon, 31 de dezembro.

02) Round 6

Quem também irá se despedir de vez na segunda metade de 2025 é o fenômeno sul-coreano ‘Round 6’. O programa estreou bem no boom das produções do país, consumidas no mundo inteiro. Não demorou para que a série caísse nas graças do grande público pelo globo e se tornasse um dos programas mais assistidos na Netflix de todos os tempos.

Um programa altamente identificável, pois fala da paixão do mundo por jogos, e ao mesmo tempo mostra os participantes desesperados, tentando resolver seus problemas financeiros. ‘Round 6’ mistura ‘Jogos Vorazes’ e ‘Jogos Mortais’ com um sabor bem especial e único. A segunda temporada estreou no fim do ano passado, e a terceira e última chega muito em breve, ainda este mês – no dia 27 de junho. Ou seja, já anote na agenda.

03) Wandinha

Mais uma série Netflix nas cabeças. Porém, enquanto as duas acima se despedem do público, ‘Wandinha’ parece estar apenas aquecendo os motores. Ou será? Tudo bem que esta é apenas a segunda temporada, mas a verdade é: quanto tempo mais a protagonista Jenna Ortega, apesar de sua aparência jovial, conseguirá interpretar a colegial Wandinha Adams – Ortega está com 22 anos. Bem, quem sabe a proposta de uma eventual terceira temporada leve Wandinha para a faculdade?

Seja como for, foram nada menos que três anos desde a primeira temporada (junte a isso a agenda super cheia da estrela em ascensão Ortega). A segunda e esperadíssima temporada de ‘Wandinha’, um fenômeno com as crianças, estreia no dia 6 de agosto.

04) The Witcher

E adivinhe só, mais uma série da Netflix. Por mais que as outras plataformas de streaming tenham seus sucessos, a Netflix é a empresa que mais produz conteúdo. Claro que nem tudo vira ouro, mas o que vira consegue virar fenômeno da cultura pop. É o caso com os três primeiros itens da lista e este aqui também. Aqui temos um caso bastante curioso. Acontece que ‘Witcher’ está trocando de protagonista para a sua quarta temporada. Nos primeiros três anos do programa, estreando em 2019, o protagonista Geralt of Rivia foi interpretado por Henry Cavill.

O ator inclusive fez campanha para ser escalado no papel, e se revelou um fã árduo do material original. Mas algo deve ter ocorrido nos bastidores e Cavill simplesmente não irá retornar para o quarto ano do programa. Em seu lugar entra Liam Hemsworth no mesmo papel. Mas não apenas isso, por ‘The Witcher’ já foi confirmada inclusive para mais um ano. A quarta temporada é prometida para este ano ainda, mas a data ainda não foi divulgada.

05) Gen V

Essa pegou todos de surpresa. ‘The Boys’ é uma das séries mais populares dos últimos anos. A produção subverteu o conceito do gênero de super-heróis com muita violência, sexo e teor politicamente incorreto. Não por menos, se tornou a ideia mais interessante do conceito em anos. Tanta popularidade fez o público consumir tudo relacionado ao programa, incluindo o primeiro spin-off da série, ‘Gen V’. Mais jovial, o derivado conta sobre adolescentes tentando controlar seus poderes ainda na academia de heróis.

Embora não tenha ficado tão popular quanto ‘The Boys’, o seriado foi bem-sucedido. Porém, uma tragédia atingiu os bastidores, quando um dos protagonistas, o jovem Chance Perdomo, de 27 anos, perdeu sua vida em um acidente de moto logo após a primeira temporada. Não sabíamos como o programa iria continuar. E nem quando. Porém, o trailer surgiu pegando todos de surpresa, assim como a data da estreia para esse ano, para o dia 17 de setembro.

06) Pacificador

Outro que irá retornar para a segunda temporada é ‘Pacificador’. Ah sim, acima devia ter dito se tratar de uma série da Amazon Prime Video, acabando com a hegemonia da Netflix. E aqui seguimos com a HBO Max. ‘Pacificador’ foi o primeiro programa do antigo universo DC criado por Zack Snyder a ser inserido no novo universo DC de James Gunn.

Será curioso ver essa adaptação, mas ainda bem que o cineasta decidiu deixar John Cena em paz com seu violento justiceiro, que acredita estar fazendo o bem, custe o que custar. O segundo ano chega para sacudir as coisas, com direito a participações do elenco de apoio do vindouro filme do ‘Superman’ – Isabela Merced e Nathan Fillion. A segunda temporada de ‘Pacificador’ chega no dia 21 de agosto, logo após a estreia de ‘Superman’ nos cinemas.

07) Fallout

Voltamos para a Amazon Prime Video e para mais uma série que lançará sua segunda temporada, após uma estreia de enorme sucesso. ‘Fallout’ foi a resposta da Amazon para o sucesso de ‘The Last of Us’, ou seja um material adaptado de um famoso videogame, feito da maneira certa e respeitosa com o conteúdo original e com os fãs. Apesar de não ser tão bem trabalhado quanto o sucesso citado da HBO Max, ‘Fallout’ é uma ficção científica que carrega bastante humor, aventura, mas não deixa os momentos sérios e chocantes de lado.

A série foi um estouro em 2024 e se tornou o programa mais popular do ano passado. Fora isso, colocou o nome da graciosa Ella Purnell no mapa como a protagonista. O segundo ano não demorou e estreia logo em dezembro de 2025, com a terceira temporada já confirmada.

08) Silo

Já se foi o tempo que ‘Ted Lasso’ era o maior e único grande sucesso da AppleTV+. Programas como ‘Ruptura’ e ‘Falando a Real’ se tornaram extremamente populares com sua base de fãs. ‘Ruptura’ inclusive roubou o lugar de ‘Ted Lasso’ como programa mais assistido da plataforma. Isso é muito bom, mas todas essas têm elementos de comédia, e ‘Ruptura’ é um mistério. A empresa precisava de uma grande série que se comportasse como superprodução.

E ela chegou na forma de ‘Silo’, um programa que foi conquistando o público aos poucos, até se tornar um dos seriados mais populares da atualidade. Encabeçado por Rebecca Ferguson, o programa mostra um futuro no qual a humanidade vive nos subterrâneos depois que nosso planeta foi destruído por completo e se tornou tóxico. A terceira temporada estreia este ano – mas ainda não confirmou a data. E não apenas isso, como a quarta temporada também já recebeu sinal verde.

09) Only Murders in the Building

Você gosta de mistério, “whodunit” e séries de investigações de assassinato no estilo true crime. Então ‘Only Murders’ é a série para você. Essa é uma comédia, no estilo mais clássico – que remete aos anos 80 e 90. Não por menos, conta com astros saídos daquela época. Steve Martin e Martin Short são quem comandam o show, na pele de vizinhos que se unem para investigar mortes suspeitas em seu enorme prédio de luxo.

A dupla conta com a ajuda de uma jovem, que lhes dá dicas modernas da geração atual – papel de Selena Gomez. ‘Only Murders’ esteou em 2021, e se tornou um sucesso surpresa, crescendo seu público a cada nova temporada – sempre escalando um elenco cada vez maior. O legal é que desde 2021, o programa vem lançando uma temporada a cada ano, sem falhar. Esse ano chega a quinta, e algo diz que não será a última. No entanto, a data de estreia ainda não foi divulgada.

10) Treta

Terminando a matéria, temos mais um programa da Netflix, que chega ao seu segundo ano. ‘Treta’, ou ‘Beef’ no original, foi um sucesso surpresa. A trama é uma espécie de ‘Relatos Selvagens’ e mostra como desavenças do dia a dia podem escalar até se tornar uma rivalidade mortal. Fúria, ira e revolta, todos estes sentimentos ruins são o que movem a trama e funcionam como seu cerne. Uma discussão de trânsito escala até tomar proporções assustadoras e perigosas, entre uma mulher asiática de classe alta da sociedade, e um rapaz asiático vindo de uma classe menos privilegiada.

Com ares de minissérie, a Netflix não foi boba e resolver criar uma série de antologia, assim como ‘White Lotus’, mas ao invés de um resort de luxo, aqui o foco é a treta nossa de cada dia. Para o segundo ano, um elenco inteiramente novo, encabeçado por Oscar Issac, Carey Mulligan, Cailee Spaeny, Charles Melton e Song Kang-ho. A estreia da segunda temporada é este ano, mas a data ainda não foi definida.

10 Clássicos do Cinema que Completam 30 Anos e Mereciam REBOOT!

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O propósito de um reboot é manter uma marca viva no consciente do público consumidor, ao mesmo tempo em que ela é apresentada para toda uma nova geração. Nesse quesito, os reboots possuem a mesma função das continuações. Veja, por exemplo, os casos recentes com ‘Premonição 6: Laços de Sangue’, ‘Missão: Impossível – O Acerto Final’ e ‘Lilo & Stitch’. É tudo estratégia de mercado. No caso de ‘Premonição’ e ‘Missão: Impossível’, franquias estabelecidas, a estreia de um novo filme movimentou o interesse por episódios passados também, fazendo os longas anteriores estarem entre os itens mais pesquisados na internet. Serve tanto para os fãs antigos relembrarem antes de assistir ao novo, quanto para o espectador mais novo conhecer os anteriores que não tinham idade para ver.

No caso de ‘Lilo & Stitch’, o filme parece estar repetindo o fenômeno que foi ‘Barbie’ em 2023, dominando a cultura pop de assalto. Nos EUA, os cinemas estão simplesmente lotados, com as jovens mães que puderam assistir à versão animada, agora levando suas filhas para o remake. E até mesmo no Brasil, dê uma olhada nos shoppings que tiverem cinema para notar a quantidade de roupas, bonecos e todo tipo de merchandising sendo usada pelas pessoas e sendo vendidas nas lojas.

Mas de modo geral, o objetivo de um reboot é dar nova chance a uma ideia promissora, mas que por algum motivo simplesmente não atingiu todo o seu potencial. Abaixo, voltaremos 30 anos no passado e revisitaremos 10 marcas usadas na época em filmes que não deram muito certo, mas que poderiam ser tentadas de novo. Confira.

O Juiz

O Juiz’, superprodução estrelada por Sylvester Stallone, é baseado em quadrinhos britânicos sobre um futuro distópico e totalitário quanto ao combate ao crime. Os Juízes do título são agentes da lei com o poder de julgar e executar criminosos em qualquer lugar. A ideia cult virou uma superprodução da Disney, que terminou sanitarizada para todo tipo de público, fugindo da violência e de temas mais sérios. O que muitos podem não saber ou lembrar é que o Juiz Dredd, o protagonista, já ganhou um reboot em um filme mais realista e com orçamento menor, em 20212, mas que igualmente não se tornou um enorme sucesso. Há anos fala-se em transformar esse universo tão rico em uma série de TV, já não era sem tempo, mas o projeto parece estacionado.

Congo

Você já tinha ouvido falar de ‘Congo’? Essa foi a tentativa da Paramount Pictures em capitalizar em cima do sucesso dos thrillers assustadores, mas repletos de aventura, de Steven Spielberg. Isso porque temos um filme baseado no livro de Michael Crichton, o mesmo autor do sucesso ‘Jurassic Park’. Fora isso, na direção, Frank Marshall, o mesmo de ‘Aracnofobia’, filme de 1990 produzido por Spielberg. Aqui, no entanto, nada de dinossauros ou aranhas mortais, o medo era trazido por macacos pré-históricos escondidos em cavernas em um território perdido no país africano do título. Ou seja, como não tentar uma nova investida repleta de efeitos especiais de primeira?

A Experiência

Para um reboot funcionar é preciso não apenas copiar o filme original em que se baseia, é necessário também adicionar muita novidade, colocando a ideia no presente, a inserindo na mentalidade social da época. Por isso ‘A Experiência’ pode ser um item delicado para se adaptar, porque mostrava uma alienígena solta na Terra, doida para acasalar, que aparece mais tempo nua em cena do que vestida. Sim, era um produto dos anos 90, mas pode ser retrabalhado com nova mentalidade. A essência é o conceito de ficção científica, terror e ação, que mostra cientistas recebendo do espaço um código de DNA alienígena e o misturando com o de uma bebê humana, usada como cobaia. Os problemas começam quando a menina cresce.

Johnny Mnemonic

Voltando 30 anos no passado, nos depararemos com o boom da era virtual no cinema. Eram os primórdios da vida computadorizada e da internet. Ou seja, Hollywood apostou forte na temática em vários filmes da época. Hoje, olhando para trás podemos notar que nem todas as ideias se concretizaram e muita coisa soa datada. Mas algumas delas podem ser adaptadas para os dias de hoje. É o caso do roteiro de William Gibson para este ‘O Ciborgue do Futuro’, que muito bem parece ter sido tirado de alguma HQ de ficção científica. Keanu Reeves estrela como um homem usando seu cérebro para traficar informações preciosas e muita espionagem industrial. A ideia é que neste futuro, podemos fazer uploads diretamente em nossos cérebros. Uma realidade streampunk, que se bem trabalhada poderia dar origem a uma baita ficção conceitual.

Tank Girl

Falando em filmes de ficção científica passados no futuro que se parecem com HQs, essa aqui de fato foi adaptada de quadrinhos. Assim como ‘O Juiz’, tratam-se de quadrinhos alternativos, desconhecidos do grande público. A personagem protagonista é uma mistura de Deadpool e Mad Max que, ao mesmo tempo em que vive em uma realidade devastada, na qual a água é escassa e o principal item de necessidade, também usa o humor em quase todos os seus diálogos, não levando nada a sério e muitas vezes quebrando a quarta parede. Muitas vezes, tudo o que é preciso para um bom reboot é o diretor certo e os atores certos.

Anjos Rebeldes

Você conhece a trilogia ‘Anjos Rebeldes’? Tudo bem, talvez quase ninguém conheça. Acontece que tais filmes são no máximo obras do cinema B cult. Na verdade, as partes dois e três são lançamentos direto em vídeo, aos quais talvez nem deva prestar muita atenção. Mas o primeiro é um cult que marcou época e apesar de não ter sido sucesso nos cinemas, foi redescoberto nas locadoras. Aqui temos uma guerra travada nos céus por anjos, que se perpetua na Terra, e cujo prêmio somos nós, os humanos. Alguns anjos, como Gabriel (Christopher Walken) se bandearam para o lado de Lúcifer e viraram as costas para Deus. Apesar do tema sensível e que mexe com religião, o longa poderia dar um baita filme de ação e fantasia com os efeitos especiais de hoje.

Assassinos

E aqui voltamos a falar de Sylvester Stallone. A verdade é que um dos maiores astros de ação que o cinema já viu possui muitos filmes que poderiam ser revisitados. Vários de seus filmes estão apenas juntando poeira na gaveta e poderiam ser colocados para gerar dinheiro novamente. Stallone foi bem-sucedido com as continuações modernas de Rocky e Rambo, e nos próximos anos teremos o reboot de ‘Risco Total’.

Olhando para os filmes que lançou há 30 anos, além de ‘O Juiz’, o ator também estrelou em ‘Assassinos’, que o trouxe duelando em uma batalha de esperteza, astúcia e destreza com um assassino tão bom quanto ele, e mais jovem, papel de Antonio Banderas. Hoje, temos muitos filmes sobre assassinos profissionais, mas o que está faltando é um bom e velho duelo entre dois matadores que são equivalentes, para vermos quem se sai melhor. É só escalar dois grandes nomes da atualidade e pronto.

A Cidade dos Amaldiçoados

Existem algumas obras que parecem nunca dar certo nas telonas. A verdade é que talvez elas ainda não tenham sido adaptadas da forma correta. É o caso com este fracasso de crítica e público comandado pelo mestre John Carpenter. O longa é baseado em um clássico cult britânico da década de 1960, em preto e branco. Carpenter tentou modernizar o clássico, assim como havia feito em ‘O Enigma de Outro Mundo’, por exemplo. Mas a razão de ter sido bem-sucedido com o filme citado foi porque modificou bastante do original, adicionando um sabor próprio.

Aqui, ele parece apenas ter repetido o original. Nem mesmo a presença do eterno Superman, Christopher Reeve, se torna um atrativo. Mas a ideia de crianças que nasceram no mesmo dia, após um evento perturbador de uma cidadezinha que acometeu todas as mulheres grávidas, com dons sobrenaturais e personalidade assustadora, é simplesmente interessante demais para ser abandonada.

A Letra Escarlate

Por falar em obras baseadas em clássicos literários, aqui temos o maior da lista. A Leta Escarlate data simplesmente de 1850, isso é clássico o suficiente para você. O livro foi escrito pelo autor Nathaniel Hawthorne e trata sobre uma mulher considerada adúltera em um tempo ainda mais remoto, entre os anos de 1642 e 1969, passando em uma colônia puritana de Massachusetts. A protagonista dá à luz uma criança concebida de uma relação com um homem com quem não é casada. Já imaginou o escândalo na época?

Como forma de punição, ela é forçada a usar uma letra A (de adúltera) vermelha em sua roupa, para que todos saibam de seu pecado. E sim, se você assistiu ‘A Mentira’ (2010) com Emma Stone conhece o tema. Mas ‘A Letra Escarlate’ foi adaptado em uma versão “moderninha”, embora seja um filme de época – trazendo astros como Demi Moore e Gary Oldman como protagonistas. O filme foi altamente criticado e considerado ruim, entre outras coisas por modificar muito do material original, entre outras coisas dando um final feliz para a história. Está mais do que na hora de Hollywood faz jus ao texto original e concorrer a muitos Oscar com uma adaptação fiel.

Os Demônios da Noite

Terminando a matéria temos ‘Os Demônios da Noite’. Recentemente eu falei mais a fundo sobre o filme em uma matéria comentando os trinta anos do longa e o histórico do programa de TV ‘Contos da Cripta’, no qual ele é baseado. Esse aqui é mais um desejo pessoal do que qualquer outra coisa, já que sua ligação com a série de TV praticamente impossibilita um reboot que não esteja vinculada a ela. E bem, quem sabe o que é ‘Contos da Cripta’ hoje em dia? Exatamente, ninguém! Mas ele foi um programa de terror muito popular durante os anos 90, que durou de 1989 a 1996, e conseguiu arrastar uma verdadeira constelação atrás e na frente das câmeras.

A ideia ficou tão grande que foi levada aos cinemas em dois longas. O primeiro foi esse ‘Os Demônios da Noite’, cuja ideia é simplesmente boa demais. Aqui também temos uma luta entre o bem e o mal, travada através dos séculos, que traz um cunho religioso, com direito a demônios bem gráficos tentando dominar a Terra. Quem sabe um reboot pudesse ser focado apenas nessa história, deixando de lado o selo ‘Contos da Cripta’.

‘O Estúdio’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da nova série de comédia da Apple TV+!

‘O Estúdio’, a aguardada série de comédia de Seth Rogen, já chegou ao catálogo da Apple TV+ e, agora, foi divulgado um vídeo inédito nos levando aos bastidores da produção.

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Evan Goldberg co-escreve o projeto.

A trama acompanha um estúdio de cinema de Hollywood tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.

Catherine O’HaraKathryn HahnIke BarinholtzChase Sui Wonders fazem parte do elenco. Bryan CranstonKeyla Monterroso MejiaDewayne Perkins farão participações especiais.

Este é a mais nova colaboração entre Rogen e a Apple TV+, que já trabalharam juntos na aclamada série ‘Platonic’.

‘Big Little Lies’: David E. Kelley está “esperançoso” de que a 3ª temporada irá acontecer

Em uma recente entrevista à People, o showrunner e realizador David E. Kelley foi questionado sobre a 3ª temporada da aclamada e adorada série Big Little Lies – que, caso seja confirmada, será lançada mais de seis anos depois do lançamento do segundo ciclo.

“Estamos esperançosos de que aconteça”, ele disse. “Nos divertimos muito fazendo as duas primeiras temporadas e todos nós queremos voltar. Estou esperançoso de que irá acontecer”.

Anteriormente, em meados do ano passado, a icônica Nicole Kidman, intérprete de Celeste Wright, disse à Vanity Fair que os fãs podem ficar despreocupados com o terceiro ciclo, visto que os roteiros já estão sendo escritos.

“Estamos trabalhando nisso agora!”, disse Kidman. “Estamos nos movendo veloz e furiosamente enquanto Liane está terminando os roteiros. O que posso adiantar é que os fãs podem ficar despreocupados porque estamos em boa forma.”

Kidman também observou que ela precisava “calar a boca, porque há toda aquela coisa de que você nunca deve falar sobre algo até que esteja pronto… Porque, se você falar sobre fazer isso, acaba gerabdo muitos comentários desnecessários. Você sente como se já tivesse feito isso e meio que fica acomodado. Você sabia disso?”.

Crítica | Big Little Lies – Temporada 2: Um final previsível que vale cada segundo do seu tempo

Na 2ª temporada, as Monterey Five – Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Renata (Laura Dern) e Bonnie (Zoë Kravitz) – recebem a visita da sogra de Celeste, Mary Louise (Meryl Streep), que chega à cidade atrás de respostas sobre os acontecimentos que marcaram o final da última temporada.

Criada por David E. Kelley, a série é baseada no livro Pequenas Grandes Mentiras, escrito por Liane Moriarty.

O grandioso elenco conta com Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Shailene Woodley, Zoë Kravitz, Laura Dern e Darby Camp. Além delas, a premiada Meryl Streep fará parte do elenco da 2ª temporada.

‘American Love Story’: Nova antologia de Ryan Murphy escala TRÊS membros ao elenco

FX contratou três novos membros ao elenco de American Love Story, próxima antologia seriada do premiado produtor Ryan Murphy (via Deadline).

As informações indicam Grace Gummer (‘American Horror Story’), Sydney Lemmon (‘Succession’) e Alessandro Nivola (‘O Brutalista’) foram contratados para a atração.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O trio se junta aos previamente confirmados Naomi WattsPaul Kelly, que serão Jackie Kennedy e John F. Kennedy Jr., respectivamente. Sarah Pidgeon será Carolyn Bessette, esposa de John F. Kennedy Jr..

A primeira temporada da série antológica vai acompanhar a trágica historia de amor de JFK Jr. e Bassette.

Filho homem mais velho do presidente John F. Kennedy e Jacqueline Bouvier Kennedy, JFK Jr. morreu em 16 de julho de 1999, em um acidade de avião. A pequena aeronave que ele pilotava caiu no Oceano Atlântico, a cerca de 12 km da ilha Martha’s Vineyard, em Massachusetts. Ele estava acompanhado de sua esposa, Carolyn, e de sua cunhada, Lauren, que também morreram na ocasião.

John-John, como era chamado pelos mais próximos, era dono de um carisma enigmático e cativante e tinha apenas 38 anos.

Confira a sinopse oficial da 1ª temporada:

“O que começou como uma bela união de um jovem casal, amplamente considerado como a realeza americana, acabou se desgastando sob o estresse da microscópica e implacável perseguição dos tabloides. As pressões de suas carreiras e rumores de discórdia familiar terminaram com suas trágicas mortes, quando seu avião particular caiu no oceano em uma nebulosa noite de verão na costa de Massachusetts”.

Murphy, Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson entram como produtores executivos.

Max Winkler (‘Grotesquerie’) comanda o episódio piloto.

A nova série ainda não tem data oficial de estreia.

Crítica | Mariah Carey nos leva de volta aos anos 1990 com a envolvente “Type Dangerous”

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Mariah Carey despontou com enorme sucesso nos anos 1990, rapidamente tornando-se um ícone do cenário fonográfico e conquistando uma legião de fãs com seus inúmeros hits mundiais. Afinal, são poucas as pessoas que sequer ouviram os famosos toques de produções como “We Belong Together”, “Obsessed”, “Hero” e, é claro, o clássico natalino “All I Want for Christmas Is You” – cujos memes na internet foram, inclusive, adotados pela própria cantora e compositora. Não é surpresa que cada novo lançamento dessa artista inigualável venha com comoção generalizada, visto que ela consegue nos manter animados com incursões originais e que, ao mesmo tempo, se mantêm fiéis à sua conhecida identidade.

Nesta última sexta-feira, 6 de junho, Carey surpreendeu a todos ao retornar ao mundo da música com a inédita “Type Dangerous”. O lead single de seu vindouro décimo sexto álbum de estúdio é uma celebração testamentária da própria carreira, explodindo em uma vibrante e sensual narrativa de empoderamento e de finesse que nos arrebata desde os profundos primeiros toques e que, apesar de terminar de maneira abrupta, reafirma o contínuo legado que ela deixou no show business – com seus impecáveis vocais e sua incrível capacidade de escolher os artistas certos para ajudá-la nessa empreitada.

Um dos aspectos que mais funciona na faixa inédita é a maneira como Carey se entrega a ela. Em outras palavras, após três décadas de carreira, a performer pode fazer o que bem entender, sem escrúpulos e sem se preocupar em polir uma imagem pública que é celebrada e adorada ao redor do planeta. Dessa maneira, ela promove um resgate saudosista e narcótico dos anos 1990, fundindo e talhando uma mistura quase perfeita de R&B, hip hop, soul e pop em breves dois minutos e 55 segundos que passam em um piscar de olhos. E, apesar de não manter a beleza de seu último lead single, “With You”, ela abre mão da melancolia reflexiva para mergulhar de cabeça em uma irreverência que apenas ela sabe como entregar.

A track traz de volta uma persona “mean girl” de Carey – mas não digo isso de maneira pejorativa, e sim em um elogio que reflete um teor inebriante de acidez. Em meio a toques conhecidos do baixo e do piano, cortesia do trabalho em junto de Daniel Moore, NWi e a própria Mariah na produção, ela se dispõe de incontáveis frases de efeito que singram pelo camp e pelo exagero propositais, seja com a clara imagem dos dois primeiros versos (“entrei pela porta coberta em Balenci[aga], casaco de couro curto e alguns Fendis de salto alto”), seja com a declamatória e hilária frase “diamantes certificados como as músicas que escrevo”.

A construção da música é sólida e nos prepara para o que podemos apenas imaginar que seja um irretocável refrão – todavia, ao recuar a uma semi-balada marcada pelas explorações do new jack swing e do hip hop soul, há um certo gostinho de frustração que nos acompanha, ao menos até o segundo ato da canção. Existe uma certa desconexão entre as partes que compõe a iteração que não conseguimos deixar de lado, ao menos a priori, mas que logo começa a ditar o que se pode esperar de seu vindouro compilado de estúdios.

Eventualmente, o que fica para nós é o seguinte: mesmo com momentâneos equívocos, nada importa, pois a lendária Mariah Carey finalmente está de volta para nos arrebatar.

Crítica | Sabrina Carpenter destila ironia e acidez no divertido single “Manchild”

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Sabrina Carpenter tem tido uma carreira muito interessante: após despontar como uma das principais atrizes do Disney Channel, ela investiu em sua carreira musical e entregou a nós não apenas poderosos vocais, mas canções muito interessantes que remaram de encontro às incursões de que jovens performers se dispunham à época. Carpenter é a voz por trás de ótimas produções, como “Thumbs”, “Paris”, “Fast Times” e, mais recentemente, “Espresso”, que inclusive lhe rendeu uma estatueta do Grammy Awards. Alcançando uma fama invejável que foi catapultada após ser escalada para abrir os shows da titânica Taylor Swift, ela agora tornou-se uma queridinha da crítica e dos charts – e, agora, está pronta para embarcar em sua nova era.

Através de um críptico teaser divulgado em suas redes sociais, a artista causou uma grande comoção entre seus fãs e, considerando a impressionante estreia que teve nos streamings, debutando em primeiro lugar no Spotify Global e reiterando uma fama crescente e exponencial, bem como sua contínua legião de fãs que anseiam por mais. Intitulado “Manchild”, o lead single de seu próximo álbum de estúdio é uma mistura de country, disco e pop extremamente despojada que mantém-se fiel à identidade irônica e sarcástica explorada por Carpenter em seu compilado de originais anterior, ‘Short N’ Sweet’ – ainda que certos elementos poderiam ter sido pensados com maior cautela.

A canção, que veio acompanhada de um irretocável e nostálgico videoclipe, emerge como uma narrativa em que a cantora e compositora atravessa o meio-oeste norte-americano em uma percepção derradeira sobre os homens – que passaram ou irão passar por sua vida. Ora, o título da track já dá uma clara pista do que podemos esperar dessa nova empreitada, nos garantindo uma viagem divertida e jocosa por relacionamentos falidos e esperanças desmanteladas de encontrar alguém que simplesmente a deixe ser. “Qual a palavra? Estúpido ou lento? Talvez seja incompetente” é a retórica questão que ela se faz antes de engrenar em um vibrante e prático refrão marcado pelo violão, pelo piano e por cristalinos vocais (que não são nenhuma surpresa, considerando a capacidade artística da performer).

O single, que também se apropria de certas incursões do synth-pop para construir uma ponte entre passado e presente, traz Jack Antonoff como co-produtor ao lado de Carpenter – e sabemos que, quando dedicado a algum projeto, ele faz mágica. Afinal, Antonoff trabalhou ao lado de lendas da música, como Swift, Lorde e The Chicks, imprimindo uma estética revitalizadora que lhe rendeu atenção mundial. Aqui, ele se mostra dentro de uma zona bastante reconfortante e dialógica, mas se recusa a explorar elementos originais em prol de uma visão mercadológica que, é óbvio, auxilia na manutenção da imagem recém-reconstruída da artista – e, talvez, esse seja o motivo pelo qual sentimos falta de algo.

Não se enganem: “Manchild” é uma faixa bem-produzida, delineada com exageros propositas em certos momentos, metáforas ácidas e uma sólida entrega de Carpenter. Porém, em comparação com “Espresso”, reverberada em uma maximização da ironia e de uma persona estilo pin-up adotada pela performer, esta investida soa como um descarte de seu álbum anterior e um capítulo contínuo de uma história que acreditávamos ter acabado.

‘M3GAN 2.0’ se prepara para o combate em clipe inédito da SEQUÊNCIA; Confira!

O site IGN divulgou um clipe inédito da aguardada sequência ‘M3GAN 2.0‘.

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O longa chega nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

Dois anos após M3GAN, uma maravilha da inteligência artificial, sair do controle, iniciar uma matança (impecavelmente coreografada) e ser destruída, sua criadora Gemma (Allison Williams) tornou-se uma renomada autora e defensora da supervisão governamental da IA. Enquanto isso, sua sobrinha Cady (Violet McGraw), agora com 14 anos, transformou-se em uma adolescente que desafia as regras superprotetoras de Gemma. Sem que elas saibam, a tecnologia subjacente de M3GAN foi roubada e usada indevidamente por um poderoso contratante de defesa para criar uma arma de nível militar conhecida como Amelia (Ivanna Sakhno), a espiã infiltrada mais letal já concebida. Mas, à medida que a autoconsciência de Amelia cresce, seu interesse em seguir ordens humanas diminui — assim como sua vontade de tê-los por perto.

Com o futuro da humanidade em risco, Gemma percebe que a única solução é trazer M3GAN (Amie Donald, com voz de Jenna Davis na versão original) de volta e aprimorá-la para torná-la mais rápida, mais forte e ainda mais letal. E, quando seus caminhos se cruzam, a IA mais implacável do cinema encontrará sua maior rival.

Além de Allison Williams e Violet McGraw reprisando seus papéis do filme anterior, a continuação contará também com Timm Sharp (‘Percy Jackson e os Olimpianos’), Aristotle Athari (‘SNL’), Ivanna Sakhno (‘Ahsoka’) e Jemaine Clement (‘O Que Fazemos nas Sombras’).

Williams também entra como uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).

O diretor Gerard Johnstone também retorna.

‘Cavaleiro da Lua’: Roteirista revela que Marvel descartou vilão por causa do ‘Pantera Negra’

Jeremy Slater, um dos roteiristas responsáveis por ‘Cavaleiro da Lua’ da Marvel, compartilhou recentemente uma ideia para a aventura do herói que acabou sendo descartada.

Ele revelou que o vilão Bushman quase foi o antagonista principal, mas a sombra de outro personagem da Marvel impediu seus planos.

Durante uma entrevista ao ComicBook, Slater explicou: “Isso não aconteceu por causa da troca de equipe; foi algo que simplesmente não conseguimos resolver na sala de roteiristas, embora realmente tenhamos tentado fazer o Bushman funcionar como antagonista principal nos primeiros rascunhos. A ideia era que, se Marc Spector fosse o avatar de Khonshu, então faríamos do Bushman o avatar de outro deus egípcio, e deixaríamos os dois se enfrentarem”.

O principal obstáculo, segundo Slater, foi a comparação inevitável com um vilão icônico que havia acabado de ser lançado:

“O problema em que esbarrávamos constantemente era que ‘Pantera Negra’ tinha acabado de sair, e o Michael B. Jordan estava simplesmente incrível como Killmonger naquele filme — ele deixou uma sombra enorme. Como Bushman não tem superpoderes, sua habilidade está em ser um excelente mercenário. Ele é um grande lutador, letal com qualquer tipo de arma e tem um treinamento militar tático”, explicou.

“Ele é incrivelmente inteligente — mas tudo isso também descreve o Erik Killmonger. Esse era o problema: era como tentar fazer um filme sobre um grande alienígena roxo logo depois da estreia de Thanos. Killmonger projetava uma sombra tão grande que tudo o que escrevíamos acabava parecendo um pouco derivado. ‘Isso é legal, mas nos lembra de como aquele outro cara foi mais legal'”, acrescentou.

Apesar do desafio, a equipe de roteiristas tinha uma visão clara para o confronto entre ‘Cavaleiro da Lua’ e Bushman:

“Mas tínhamos uma trama bacana em que os dois iriam travar uma guerra embaixo de uma pirâmide, em várias câmaras funerárias antigas cheias de armadilhas, tentando se matar no escuro. Sempre achei que isso daria um episódio incrível. Acho que hoje em dia já daria para usar o Bushman, mas naquela época, estava tão recente a atuação do Michael B. Jordan que simplesmente não conseguimos nos desvencilhar da sombra dele. Por isso, acabamos mudando para outro vilão”, concluiu.

Lembrando que todos os episódios de ‘Cavaleiro da Lua’ estão disponíveis no catálogo da Disney+.

A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.

Relembre o trailer:

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

‘Echo Valley’: Sydney Sweeney revela que se sentiu mal após gravar cenas de discussão com Julianne Moore

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A estrela Sydney Sweeney falou recentemente sobre Echo Valley, o aguardado thriller que chegará em breve à Apple TV+, e sua experiência contracenando com Julianne Moore.

No filme, Moore interpreta a mãe da personagem de Sweeney, e as cenas de discussão entre as duas foram particularmente desafiadoras para a jovem atriz.

“Eu me senti muito mal. De verdade, porque eu sou muito agressiva. Muito mesmo”, explicou Sweeney, conforme a Variety. “É meio psicótico. Eles dizem ‘Ação!’ e eu já estou gritando e chorando. Aí gritam ‘Corta!’ e eu falo: ‘O que foi?’”.

Echo Valley, novo suspense estrelado pela vencedora do Oscar Julianne Moore (‘Para Sempre, Alice’) e pela indicada ao Emmy Sydney Sweeney (‘Imaculada’), chega este mês à Apple TV+.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming no dia 13 de junho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é dirigido por Michael Pearce, com roteiro assinado por Brad Ingelsby.

Kate Garrett trabalha treinando cavalos em sua fazenda no sul da Pensilvânia enquanto lida com uma tragédia pessoal. Certa noite, sua filha Claire chega à sua porta coberta de sangue que não é dela, e Kate precisa entender o que está disposta a fazer para protegê-la.

Domhnall GleesonKyle MacLachlanFiona ShawEdmund DonovanRebecca Creskoff completam o elenco.

‘Como Treinar o Seu Dragão’ | Conheça a ‘Lenda do Dragão Quebra-Ossos’

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O live-action de Como Treinar o Seu Dragão chegou hoje (7) aos cinemas brasileiros em sessões especiais para atender os fãs mais ansiosos, apesar da data de estreia oficial ser 12 de junho. Com o lançamento do novo filme, é esperado que as produções anteriores voltem aos holofotes, já que é comum que as pessoas saiam das salas com vontade de reverem a trilogia que consagrou a saga na Cultura Pop.

Mas vale ressaltar que nem só dos três filmes originais a franquia sobreviveu nessa última década. Fora a trilogia, a saga foi construída com duas séries: Como Treinar o Seu Dragão – A Série (2012), que durou quatro temporadas, e Dragões: Corrida até o Limite (2015). Ambas dão prosseguimento aos eventos dos filmes, mostrando um pouco mais do dia a dia de Berk entre os longas, além de apresentarem outras espécies de dragões que integram a mitologia da saga.

Fora essas sagas regulares, que traziam arcos a serem desenvolvidos pelas temporadas, houve alguns especiais lançados separadamente ou como bônus de edições especiais de Home Video. E é sobre um desses curtas que falaremos hoje. Em A Lenda do Dragão Quebra-Ossos (2010), os vikings estão combatendo um incêndio misterioso, quando Bocão surge para dizer que sabe exatamente quem causou aquela confusão toda: o Rouba-Ossos, um dragão que pouquíssimos viram e viveram para contar a história, atribuindo a ele um status de lenda.

Só que Bocão foi um deles. Mais do que ter sobrevivido ao ataque, o ferreiro afirma que o dragão passou a caçá-lo desde então, e seria esse o motivo do incêndio. E por que a fera estaria atrás de Bocão? Segundo o próprio, o animal é conhecido por portar uma imponente armadura formada pelos ossos de suas vítimas. E o viking, durante seu confronto, teria roubado um dos ossos da armadura, fazendo com que o Rouba-Ossos procurasse o ferreiro em todos os cantos.

Inicialmente, Soluço e os outros vikings não acreditam em Bocão. Na verdade, eles encontram as cuecas do ferreiro perto da lareira e acreditam que a causa do incêndio teria sido justamente esse acidente das cuecas queimadas, o que constrangeria o Bocão. Porém, ele fica decidido a fazer com que os moradores de Berk acreditem em suas palavras e parte em uma jornada para encontrar o Rouba-Ossos e dar um fim a essa perseguição de anos.

Preocupado com o amigo, Soluço convence a molecada a viajar atrás de Bocão, que planeja atrair o dragão até seu barco com uma ovelha. Durante o caminho, ele conta para as crianças tudo sobre seus confrontos com o Rouba-Ossos e como ele era perigoso. O mais engraçado disso tudo é que essa espécie está descrita no Livro dos Dragões, que aparece no primeiro filme e foi escrito pelos relatos dos vikings que derrotaram esses animais. Ou seja, provavelmente foi uma página escrita pelo próprio Bocão.

Ao longo dos cerca de 15 minutos de duração, o curta-metragem mostra o grupo encontrando o dragão e travando uma luta, que eventualmente termina com o Bocão se resolvendo com o Rouba-Ossos. E como a proposta de Soluço é promover a paz entre as espécies, o curta termina com Bocão dando uma volta com o próprio Rouba-Ossos. Uma curiosidade é que essa história, que foi disponibilizada como um bônus do Blu-Ray de Como Treinar o Seu Dragão (2010) na versão americana, chegou ao Brasil apenas na edição de colecionador do DVD do filme. Era um DVD duplo, com um disco inteirinho dedicado a materiais especiais, como cenas deletadas, o curta e documentários. Por conta disso, é extremamente difícil de encontrá-lo em mídia física hoje em dia.

Ele também não está disponível nos streamings, mas existem canais no YouTube que disponibilizam o curta divididos em diferentes vídeos. Outro ponto curioso é que ele sofreu com um erro de tradução na versão nacional. O título chegou oficialmente como ‘A Lenda do Dragão Quebra-Ossos’, sendo que, no curta, o dragão é sempre mencionado como Rouba-Ossos.

É um curta bastante divertido e que traz um dos dragões mais legais da franquia. Ele teve uma repercussão bastante positiva, o que acabou chancelando a DreamWorks a fazer Como Treinar o Seu Dragão – A Série.

Como Treinar o Seu Dragão está em cartaz nos cinemas.

Crítica | ‘Sertão 2138’ – Sci-fi gravado no sertão joga um olhar atento para as questões climáticas e socioeconômicas [2a Edição – Festival de Cinema de Xerém]

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A introspecção de uma solidão. É tão bom assistirmos filmes brasileiros de ficção científica ganhando os holofotes e chegando com fortes mensagens para refletirmos sobre o nosso agora. Esse é o caso de Sertão 2138, uma engenhosa – e ao mesmo tempo simples – distopia gravada no sertão de Pernambuco que passando pela inspiração, a importância da referência, da pesquisa, chega até um olhar atento para as questões climáticas e socioeconômicas.

 

Neste sci-fi ambientado no sertão e dirigido por Deuilton Júnior, o futuro, a tecnologia e o conhecimento formam o tripé de uma narrativa que, embora careça de ritmo, propõe um debate através do olhar melancólico de uma protagonista em crise, às vésperas de uma fuga de um planeta adoecido.

Em um futuro não tão distante, uma brilhante pesquisadora desenvolve uma estação espacial fora da Terra — uma alternativa para um novo mundo, repleto de possibilidades, diante de um planeta que se tornou quase inabitável por múltiplas razões. Quando ela está indo pra lá, surge uma missão que a coloca em novos debates sobre a existência.

Criado na Universidade Federal de Pernambuco, por estudantes atentos aos assuntos do cotidiano de um planeta com muitas questões que precisam ser debatidas, em 19 minutos vemos o local (o sertão) como um forte elemento representativo, cheio de saídas para nosso pensar. Os conceitos imaginativos oriundos da ficção científica viram uma espécie de cereja do bolo que ilustra e convida o público para conversar sobre as nossas necessidades para o agora.

Selecionado para a 2ª Edição do Festival de Cinema de Xerém, esse curta-metragem nos leva até o encontro entre o empírico e o inesperado. Cheio de interpretações e cantinhos de reflexões ao longo de seu desenvolvimento, faz parte da galeria de obras audiovisuais que aplicam criatividade ao mostrar verdades.

‘Superman’: James Gunn compartilha atualização promissora sobre filme de estreia do novo DCU

O cineasta James Gunn trouxe uma notícia empolgante para os fãs da DC: o filme Superman, que marca o icônico início do novo DCU, está oficialmente finalizado.

O diretor e roteirista compartilhou a novidade em suas redes sociais, acompanhada de uma foto dos bastidores ao lado de membros do elenco do Planeta Diário.

“Nosso último efeito visual foi finalizado e inserido em #Superman, escreveu Gunn. “Agora estamos 100% prontos. Obrigado a todos os meus colaboradores! Foi uma alegria. E para todos vocês – mal posso esperar para que vejam o filme em 11 de julho”.

O filme ‘Superman’ tem lançamento previsto nos cinemas nacionais para 10 de julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘John Wick’: Chad Stahelski fala sobre o aguardado quinto filme da franquia

Chad Stahelski, o visionário criador da aclamada franquia John Wick, falou recentemente sobre o futuro da saga e seus ambiciosos planos para o quinto filme, novamente estrelado por Keanu Reeves.

Questionado pela Variety sobre o início das filmagens, Stahelski respondeu: “Essa é uma boa pergunta. Ainda estamos trabalhando nisso. É tudo uma questão de tempo para a gente. Quando tudo parecer certo, quando conseguirmos visualizar o filme em nossas cabeças, soubermos os temas e o elenco que queremos, aí puxamos o gatilho”.

Em entrevista recente à revista Empire, Stahelski adiantou que o quinto filme será “muito diferente”, já que a história da Alta Cúpula (High Table), que guiou os quatro primeiros longas, chegou ao fim.

“A saga de John Wick foi bem encerrada”, explicou o diretor. “Então, a única forma de fazer um [quinto filme] é ter uma nova história envolvendo John Wick. Não será uma continuação da Alta Cúpula. John lidou com seu luto. Vai ser algo realmente diferente, e todo mundo vai ver o trailer e dizer: ‘Caralho… preciso ver isso.’”

Vale lembrar que ‘Bailarina’, o primeiro derivado da franquia ‘John Wick’, já está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | ‘Bailarina’ honra o legado de ‘John Wick’ e eterniza a versatilidade artística de Ana de Armas

Len Wiseman, de ‘Anjos da Noite‘; ‘O Vingador do Futuro‘, é responsável pela direção.

Ambientada após os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘, a trama acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina treinada pela organização Ruska Roma, que busca vingança pela morte de seu pai.

O elenco ainda conta com Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno e Norman Reedus, com participações de Ian McShane e Keanu Reeves.

Miley Cyrus revela que foi proibida de cantar as músicas de ‘Hannah Montana’ após deixar a Disney

Miley Cyrus, a artista que marcou uma geração como a protagonista de Hannah Montana, surpreendeu recentemente ao revelar um detalhe inusitado sobre sua carreira musical: ela foi proibida pela Disney de cantar as músicas da série após deixar a empresa.

“Depois que deixei a Disney, eu não tinha permissão para cantar nenhuma das músicas da Hannah Montana, disse Cyrus, conforme o Deadline. “Não que eu quisesse exatamente… quer dizer, cantar ‘The Best of Both Worlds’ entre ‘We Can’t Stop’ e ‘Wrecking Ball’ realmente não faria sentido”.

A cantora expressou sua frustração com a situação: “Mas ainda assim era triste saber que aquelas músicas tinham a minha voz, o meu rosto, e eu não podia cantá-las”.

No entanto, essa situação mudou em 2024, quando Cyrus foi homenageada como uma Lenda da Disney (Disney Legend).

“Depois de ser nomeada como uma Lenda da Disney, me deram permissão para cantar essas músicas no futuro, o que é bem legal”, concluiu a artista.

Hannah Montana’ está disponível no Disney+.