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O Garoto da Casa ao Lado

(The Boy Next Door)

 The Boy Next Door (2015) on IMDb

 

Elenco: Jennifer Lopez, Ryan Guzman, Ian Nelson, John Corbett, Kristin Chenoweth, Lexi Atkins, Hill Harper.

Direção: Rob Cohen

Gênero: Suspense

Duração: 91 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 4 milhões

Estreia: 26 de Março de 2015

Sinopse: 

Uma mãe recém-separada começa um romance com seu vizinho adolescente, o novo amigo de seu filho. Seus problemas começam quando ela tenta terminar o relacionamento de forma abrupta. Um único momento de fraqueza dela acaba alimentando uma doentia obsessão.

Curiosidades: 

» Novo suspense de perseguição de Jennifer Lopez após ‘Nunca Mais’ (2002).

» Produzido por Jason Blum, da franquia ‘Atividade Paranormal’.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

Conheça os 10 maiores personagens do cinema

A revista Empire elegeu os 100 personagens mais icônicos através da votação de mais de 10 mil leitores da revista. A briga foi boa, mas Indiana Jones conquistou a primeira posição da lista, deixando o agente mais famoso do mundo, James Bond, na segunda posição.

Quem se deu melhor foi o ator Harrison Ford, que tem dois de seus personagens no TOP 10: além de Indiana, o ator ainda marcou presença com o personagem Han Solo, da franquia ‘Star Wars‘, na terceira posição.

Os 100 Melhores Filmes Americanos da História

O quarto lugar traz o querido herói Batman, que já teve sete filmes lançados no cinema: ‘Batman‘ (1989), ‘Batman – Retorno‘ (1992), ‘Batman Eternamente‘ (1995), estrelado por Val Kilmer. Joel Schumacher também dirigiu o filme de 1997, ‘Batman e Robin‘, estrelado por George Clooney. ‘Batman Begins‘ (2005), dirigido por Christopher Nolan e estrelado por Christian Bale. Nolan também dirigiu a sequência de 2008, ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘, com Bale reprisando seu papel. O terceiro e último filme, ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, foi lançado nos cinemas do Brasil no dia 27 de Julho de 2012.

Seu arqui-inimigo Coringa aparece em sexto lugar.

A única personagem feminina na lista é Ellen Ripley, personagem de Sigourney Weaver no sci-fi Ridley Scott.

Confira o top 10:

1. Indiana Jones

2. James Bond

3. Han Solo (‘Star Wars’)

4. Batman

5. Ellen Ripley (‘Alien’)

6. Coringa (‘Batman’)

7. John McClane (‘Duro de Matar’)

8. Tyler Durden (‘Clube da Luta’)

9. Darth Vader (‘Star Wars’)

10. The Dude (‘O Grande Lebowski’)

Confira a capa da revista:

100maiorespersonagens

A LucasFilm agendou a estreia do quinto ‘Indiana Jones’ para o final de 2018. O agendamento pode ter sido impulsionado pelo sucesso de ‘Jurassic World‘, já que Chris Pratt é o preferido para substituir Harrison Ford como protagonista. A Disney pretende recomeçar a franquia com um ator mais jovem.

Por sua vez, Steven Spielberg está interessado em dirigir o reboot  se o roteiro for bom.

Indiana Jones‘ foi criado por George Lucas, dirigido por Spielberg e vivido por Harrison Ford. A franquia teve quatro filmes, sendo o último ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘, lançado em 2009. Os quatro títulos renderam quase US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais.

 

Crítica | A Forca

A Influência da Bruxa

A Forca‘ é o novo terror independente, produzido no estilo found footage. A obra chamou tanta atenção da Warner, que o gigante de Hollywood resolveu apostar suas fichas no horror de baixo orçamento. O estúdio bancou a produção, a distribuiu, e a colocou para estrear durante a competitiva época do verão norte-americano, na qual os maiores blockbusters de seus respectivos estúdios são lançados. Coragem!

Filmes originais e influentes muitas vezes terminam por tirar da garrafa um demônio que não pode ser mais colocado de volta.  A Bruxa de Blair (1999), um dos maiores sucessos independentes dos últimos vinte anos, serviu entre outras coisas para criar o subgênero do found footage, aquele tipo de filme no qual a imagem que vemos, vem da câmera segurada por um dos personagens. Daí aquela sensação de câmera tremida, amadorismo ou ar documental.

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Depois do filme, uma enxurrada de produções resolveu usar a estética, quase sempre dentro do gênero jovem do terror – embora outras incursões tenham sido tentadas (filme adolescente de festas, como Projeto X, filmes de super-heróis, como Poder Sem Limites, e até cinema catástrofe, vide No Olho do Tornado). O subgênero faz sucesso quase que exclusivamente com o público jovem, deixando os adultos tontos ou enjoados, com tantas imagens sacudidas (sabe aquela sua filmagem que não saiu tão boa quanto você imaginava? Que tal assistir duas horas dela em um telão?).

Na trama, uma tragédia tira a vida de um estudante durante uma apresentação teatral, em 1993. Vinte anos depois, o mesmo colégio resolve reencenar a peça “A Forca” (coisa que nenhuma instituição faria). Na nova roupagem da peça, Reese (Reese Mishler) é o protagonista, ocupando a vaga de Charlie Grimille (Jesse Cross), o garoto morto durante a apresentação. Apesar da classe de arte ser obrigatória, o motivo de Reese é nobre: a garota de seus sonhos, Pfeiffer (Pfeiffer Brown), seu par na peça, foi quem o convidou.

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Sem ter como dizer não, e faltando poucas horas para a apresentação, Reese, ao lado do casal Ryan (Ryan Shoos) e Cassidy (Cassidy Gifford), resolve invadir o colégio e destruir o cenário da peça durante a noite, para que no dia seguinte não ocorra o espetáculo. Chegando ao local, se deparam com Pfeiffer, e estranhos acontecimentos começam a ocorrer, sem que os quatro adolescentes consigam deixar as imediações.

Escrito pelos diretores da obra, Chris Lofing e Travis Cluff (que também participa como ator, no papel do professor Sr. Schwendiman), um dos objetivos de A Forca é lançar um novo serial killer icônico, nos moldes de Freddy Krueger (A Hora do Pesadelo), Jason (Sexta-Feira 13) ou Michael Myers (Halloween), coisa pouco tentada atualmente. A pretensão é algo admirável, e a figura de Charlie, com seu capuz de carrasco, é interessante e criativa. Se irá emplacar como fantasia no próximo dia das bruxas, ou Comic-Con, só o tempo dirá.

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O uso dos nomes verdadeiros dos jovens atores é uma sacada legal, embora todos ainda estejam bem verdes e inexpressivos. Além desta pitada, contida também em A Bruxa de Blair, dois outros fatos o aproximam do filme de 1999 citado. Primeiro, a intenção de passar que tudo ocorreu de verdade, com uma mensagem ao final da exibição, tentando ludibriar o público. E segundo, a cena mais marcante de “A Bruxa”, quando a personagem Heather, horrorizada, segura a câmera bem de frente para o rosto, enquanto lágrimas escorrem pela sua face. Aqui, temos a mesma cena exatamente repetida.

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O roteiro também não é dos mais rasos, e percebemos certo empenho dos marinheiros de primeira viagem na confecção desta história. Existem reviravoltas, digamos, interessantes aqui em relação à identidade do assassino, e as ligações do passado e presente. Mesmo assim, ao final da exibição, um pouco de pensamento sobre o que acabamos de ver pode ferir o filme, já que nem tudo irá se encaixar ou fazer sentido.

 A Forca caminha na tênue linha entre o assustador e o ridículo. A atmosfera criada do local vazio à noite é assustadora, fazendo do filme algo que não podemos descartar totalmente. Sustos são garantidos. Mas ao final, realmente não existe como defender com unhas e dentes o filme, que funciona basicamente como uma máquina de sustos, sem nada muito substancial por trás.

O Que as Mulheres Querem

(Sous les jupes des filles)

 

 Sous les jupes des filles<br /> (2014) on IMDb

Elenco:

Isabelle Adjani – Lili
Alice Belaïdi – Adeline
Laetitia Casta – Agathe

Direção: Audrey Dana

Gênero: Comédia

Duração: 116 min.

Distribuidora: Europa/Mares Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Julho de 2015

Sinopse:

Em Paris, nos primeiros 28 dias de primavera, vamos conhecer a história de 11 mulheres do século XXI. Assim como o clima da cidade, a vida delas também é inconstante e mutável. Fim de relacionamentos, romances florescendo, doença, amizade, filhos e sexo fazem parte do rico repertório da vida, e estas mulheres enfrentam cada acontecimento com muito bom humor e sabedoria! Todas as heroínas são umas muito diferentes uma das outras, ainda que se encontrem no mesmo lugar na mesma época para uma demonstração de fogos de artifício. E o espetáculo visual representa a transformação rápida e notável das mulheres dos dias modernos. Escondendo seus sentimentos internos e sempre com um olhar elegante, ficamos na duvida, será que essas mulheres vão atingir todas as metas e superar todas as suas dificuldades?

 

Curiosidades:

» Audrey Dana estreou na direção com o longa e também co-escreveu o roteiro com Raphaëlle Desplechin.

» Dana também tem um papel no filme; ela interpreta Jo.

» O filme levou mais de 1,3 milhão de pessoas aos cinemas da França.

 

Trailer:

Cartazes:

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Um Reencontro

(Une Reencontre)

 

 Um Reecontro (2014) on IMDb

Elenco:

Sophie Marceau – Elsa
François Cluzet – Pierre
Lisa Azuelos – Anne
Alexandre Astier – Éric
Arthur Benzaquen – Julien

Direção: Lisa Azuelos

Gênero: Drama, Romance

Duração: 81 min.

Distribuidora: Alpha Filmes/ Pandora

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Julho de 2015

Sinopse:

Pierre, um advogado casado, e Elsa, uma escritora recém-divorciada, se conhecem e começam a ter uma relação íntima. O encontro proibido fará a vida deles tomar um rumo inesperado.

 

Curiosidades:

 

Trailer:

 

Cartazes:

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Geronimo

(Geronimo)

 

 Geronimo (2014) on IMDb

Elenco: Céline Sallette, Rachid Yous, David Murgia, Nailia Harzoune.

Direção: Tony Gatlif

Gênero: Comédia Dramática

Duração: 107 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Julho de 2015

Sinopse:

A educadora Geronimo, criada por ciganos, tenta apaziguar a crescente rivalidade entre ciganos e turcos no sul da França. A situação fica crítica quando uma jovem de origem turca recusa um casamento arranjado para ficar com um cigano.
Curiosidades:

» Seleção Oficial – Festival de Cannes 2014

» Diretor, produtor e roteirista, o cineasta, já realizou mais de 20 filmes. Conhecido por O Estrangeiro Louco (1997), Amarga Vingança (2000) e Exílios (2004).
Trailer:

 

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Fotos:

 

Os Pistoleiros Solitários vão voltar em ‘Arquivo X’

Os atores Tom Braidwood, Bruce Harwood e Dean Haglund vão retornar como os Pistoleiros Solitários na nova temporada de ‘Arquivo X‘.

Eles interpretam John Fitzgerald Byers, Richard Langly e Melvin Frohike, um grupo de nerds autodenominado Os Pistoleiros Solitários, em homenagem à teoria de que um segundo atirador estaria envolvido no assassinato do presidente John Kennedy.

Os três personagens eram hackers que se reuniam com Dana Scully (Gillian Anderson) e Fox Mulder (David Duchovny) ocasionalmente e ajudavam os dois com teorias da conspiração. Em 2001, o grupo ganhou um spin-off na TV norte-americana, que durou apenas uma temporada.

Dean Haglund, que interpretou um dos Pistoleiros Solitários, revelou que o trio foi convidado a retornar.

“Os produtores nos ligaram e começamos a filmar na próxima semana, dia 28 de julho. Os Pistoleiros Solitários estarão nos seis episódios”, afirmou.

 

Arquivo X’ estreia em 24 de janeiro nos EUA.

A volta da série terá uma mistura de mitologia e episódios independentes, com o “monstro da semana” – leia mais.

Chris Carter, o criador da série, também teve seu retorno garantido. Além de escrever os roteiros, Carter servirá como produtor executivo.

Mitch Pileggi (Walter Skinner) e William B. Davis (Canceroso) também retornam. Pileggi reprisará o papel de diretor assistente do FBI severo, mas leal aos agentes Fox Mulder (Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson). Skinner apareceu em 81 dos mais de 200 episódios da série original.

Os agentes John Doggett (Robert Patrick) e Monica Reyes (Annabeth Gish), introduzidos na oitava temporada, também estão previstos para voltar.

Os 100 Melhores Filmes Americanos da História

A BBC elegeu os 100 melhores filmes norte-americanos de todos os tempos. A publicação conversou com 62 críticos de Hollywood para saber quais eram os filmes preferidos dos membros da indústria cinematográfica, e o resultado foi bastante justo.

Cada crítico escolheu seus 10 filmes preferidos. O primeiro lugar ficou com ‘Cidadão Kane‘, dirigido por Orson Welles em 1941. O filme mais antigo da lista é de 1915 (‘O Nascimento de Uma Nação‘), e o mais recente é de 2013 (‘12 Anos de Escravidão‘).

O Poderoso Chefão‘, dirigido por Francis Ford Coppola em 1972, ficou com a segunda posição. Estrelado por Marlon Brando, Al Pacino, James Caan, Robert Duvall e Diane Keaton, o longa conta a história da família mafiosa Corleone, de 1945 até 1955.

A também elogiada sequência aparece em décimo lugar.

A lista é bem eclética, misturando clássicos como ‘O Mágico de Oz’, de 1939, com filmes mais modernos como ‘A Árvore da Vida‘ (2011) e ‘Forrest Gump‘(1994).

Batman – O Cavaleiro das Trevas‘, por exemplo, surge na frente de ‘E o Vento Levou…‘.

 

Conheça os 100 Melhores Filmes de todos os tempos:

100. A Montanha dos Sete Abutres (Ace in the Hole, dirigido por Billy Wilder, 1951)
99. 12 Anos de Escravidão (12 Years a Slave, dirigido por Steve McQueen, 2013)
98. O Portal do Paraíso (Heaven’s Gate, dirigido por Michael Cimino, 1980)
97. E o Vento Levou… (Gone With the Wind, dirigido por Victor Fleming, 1939)
96. Batman – O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight, dirigido por Christopher Nolan, 2008)
95. O Diabo a Quatro (Duck Soup, dirigido por Leo McCarey, 1933)
94. A Última Noite (25th Hour, dirigido por Spike Lee, 2002)
93. Caminhos Perigosos (Mean Streets, dirigido por Martin Scorsese, 1973)
92. O Mensageiro do Diabo (The Night of the Hunter, dirigido por Charles Laughton, 1955)
91. ET – O Extra-Terrestre (ET: The Extra-Terrestrial, dirigido por Steven Spielberg, 1982)
90. Apocalypse Now (dirigido por Francis Ford Coppola, 1979)
89. No Silêncio da Noite (In a Lonely Place, dirigido por Nicholas Ray, 1950)
88. Amor, Sublime Amor (West Side Story, dirigido por Robert Wise e Jerome Robbins, 1961)
87. Brilho Eterno de uma Mentre sem Lembranças (Eternal Sunshine of the Spotless Mind, dirigido por Michel Gondry, 2004)
86. O Rei Leão (The Lion King, dirigido por Roger Allers e Rob Minkoff, 1994)
85. A Noite dos Mortos Vivos (Night of the Living Dead, dirigido por George Romero, 1968)
84. Amargo Pesadelo Deliverance, dirigido por John Boorman, 1972)
83. Levada da Breca (Bringing Up Baby, dirigido por Howard Hawks, 1938)
82. Os Caçadores da Arca Perdida (Raiders of the Lost Ark, dirigido por Steven Spielberg, 1981)
81. Thelma & Louise (dirigido por Ridley Scott, 1991)
80. Agora Seremos Felizes (Meet Me in St Louis, dirigido por Vincente Minnelli, 1944)
79. A Árvore da Vida (The Tree of Life, dirigido por Terrence Malick, 2011)
78. A Lista de Schindler (Schindler’s List, dirigido por Steven Spielberg, 1993)
77. No Tempo das Diligências (Stagecoach, dirigido por John Ford, 1939)
76. O Imperio Contra-Ataca (The Empire Strikes Back, dirigido por Irvin Kershner, 1980)
75. Contatos Imediatos de Terceiro Grau (Close Encounters of the Third Kind, dirigido por Steven Spielberg, 1977)
74. Forrest Gump (O Contador de Histórias (Forrest Gump, dirigido por Robert Zemeckis, 1994)
73. Rede de Intrigas (Network, dirigido por Sidney Lumet, 1976)
72. Tensão em Shanghai (The Shanghai Gesture, dirigido por Josef von Sternberg, 1941)
71. Feitiço do Tempo (Groundhog Day, dirigido por Harold Ramis, 1993)
70. A Roda da Fortuna (The Be Wagon, dirigido por Vincente Minnelli, 1953)
69. Uma Vida Fora de Equilíbrio (Koyaanisqatsi, dirigido por Godfrey Reggio, 1982)
68. Interlúdio (Notorious, dirigido por Alfred Hitchcock, 1946)
67. Tempos Modernos (Modern Times, dirigido por Charlie Chaplin, 1936)
66. Rio Vermelho (Red River, dirigido por Howard Hawks, 1948)
65. OS Eleitos (The Right Stuff, dirigido por Philip Kaufman, 1965)
64. Johnny Guitar (dirigido por Nicholas Ray, 1954)
63. Amantes (Love Streams, dirigido por John Cassavetes, 1984)
62. O Iluminado (The Shining, dirigido por Stanley Kubrick, 1980)
61. De Olhos Bem Fechados (Eyes Wide Shut, dirigido por Stanley Kubrick, 1999)
60. Veludo Azul (Blue Velvet, dirigido por David Lynch, 1986)
59. Um Estranho no Ninho (One Flew Over the Cuckoo’s Nest, dirigido por Miloš Forman, 1975)
58. A Loja da Esquina (The Shop Around the Corner, dirigido por Ernst Lubitsch, 1940)
57. Crimes e Pecados (Crimes e Misdemeanors, dirigido por Woody Allen, 1989)
56. De Volta para o Futuro (Back to the Future, dirigido por Robert Zemeckis, 1985)
55. A Primeira Noite de um Homem (The Graduate, dirigido por Mike Nichols, 1967)
54. Crepúsculo dos Deuses (Sunset Boulevard, dirigido por Billy Wilder, 1950)
53. Grey Gardens (dirigido por Albert e David Maysles, Ellen Hovde e Muffie Meyer, 1975)
52. Meu Ódio Será sua Herança (The Wild Bunch, dirigido por Sam Peckinpah, 1969)
51. A Marca da Maldade (Touch of Evil, dirigido por Orson Welles, 1958)
50. Jejum de Amor (His Girl Friday, dirigido por Howard Hawks, 1940)
49. Cinzas no Paraíso (Days of Heaven, dirigido por Terrence Malick, 1978)
48. Um Lugar ao Sol (A Place in the Sun, dirigido por George Stevens, 1951)
47. Marnie, Confissões de uma Ladra (Marnie, dirigido por Alfred Hitchcock, 1964)
46. A Felicidade Não se Compra (It’s a Wonderful Life, dirigido por Frank Capra, 1946)
45. O Homem que Matou o Facínora (The Man Who Shot Liberty Valance, dirigido por John Ford, 1962)
44. Banceo o Águia (Sherlock Jr, dirigido por Buster Keaton, 1924)
43. Cartas de uma Desconhecida (Letter from an Unknown Woman, dirigido por Max Ophüls, 1948)
42. Dr. Fantástico (Dr Strangelove, dirigido por Stanley Kubrick, 1964)
41. Onde Começa o Inferno (Rio Bravo, dirigido por Howard Hawks, 1959)
40. Tramas do Entadercer (Meshes of the Afternoon, dirigido por Maya Deren e Alexeer Hammid, 1943)
39. O Nascimento de uma Nação (The Birth of a Nation, dirigido por DW Griffith, 1915)
38. Tubarão (Jaws, dirigido por Steven Spielberg, 1975)
37. Imitação da Vida (Imitation of Life, dirigido por Douglas Sirk, 1959)
36. Guerra nas Estrelas (Star Wars, dirigido por George Lucas, 1977)
35. Pacto de Sangue (Double Indemnity, dirigido por Billy Wilder, 1944)
34. O Mágico de Oz (The Wizard of Oz, dirigido por Victor Fleming, 1939)
33. A Conversação (The Conversation, dirigido por Francis Ford Coppola, 1974)
32. As Três Noite de Eva (The Lady Eve, dirigido por Preston Sturges, 1941)
31. Uma Mulher sob Influência (A Woman Under the Influence, dirigido por John Cassavetes, 1974)
30. Quanto Mais Quente Melhor (Some Like It Hot, dirigido por Billy Wilder, 1959)
29. Touro Indomável (Raging Bull, dirigido por Martin Scorsese, 1980)
28. Pulp Ficton – Tempo de Violência (Pulp Fiction, dirigido por Quentin Tarantino, 1994)
27. Barry Lyndon (dirigido por Stanley Kubrick, 1975)
26. Killer of Sheep (dirigido por Charles Burnett, 1978)
25. Faça a Coisa Certa (Do the Right Thing, dirigido por Spike Lee, 1989)
24. O Apartamento (The Apartment, dirigido por Billy Wilder, 1960)
23. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall, dirigido por Woody Allen, 1977)
22. Ouro e Maldição (Greed, dirigido por Erich von Stroheim, 1924)
21. Cidade dos Sonhos (Mulholle Drive, dirigido por David Lynch, 2001)
20. Os Bons Companheiros (Goodfellas, dirigido por Martin Scorsese, 1990)
19. Taxi Driver (dirigido por Martin Scorsese, 1976)
18. Luzes da Cidade (City Lights, dirigido por Charlie Chaplin, 1931)
17. Em Busca do Ouro (The Gold Rush, dirigido por Charlie Chaplin, 1925)
16. Onde os Homens são Homens (McCabe & Mrs Miller, dirigido por Robert Altman, 1971)
15. Os Melhores Anos de Nossas Vidas (The Best Years of Our Lives, dirigido por William Wyler, 1946)
14. Nashville (dirigido por Robert Altman, 1975)
13. Intriga Internacional (North by Northwest, dirigido por Alfred Hitchcock, 1959)
12. Chinatown (dirigido por Roman Polanski, 1974)
11. Soberba (The Magnificent Ambersons, dirigido por Orson Welles, 1942)
10. O Poderoso Chefão – Parte 2 (The Godfather Part II, dirigido por Francis Ford Coppola, 1974)
9. Casablanca (dirigido por Michael Curtiz, 1942)
8. Psicose (Psycho, dirigido por Alfred Hitchcock, 1960)
7. Cantando na Chuva (Singin’ in the Rain, dirigido por Stanley Donen e Gene Kelly, 1952)
6. Aurora (Sunrise, dirigido por FW Murnau, 1927)
5. Rastros de Ódio (The Searchers, dirigido por John Ford, 1956)
4. 2001 – Uma Odisseia no Espaço (2001: A Space Odyssey, dirigido por Stanley Kubrick, 1968)
3. Um Corpo que Cai (Vertigo, dirigido por Alfred Hitchcock, 1958)
2. O Poderoso Chefão (The Godfather, dirigido por Francis Ford Coppola, 1972)
1. Cidadão Kane (Citizen Kane, dirigido por Orson Welles, 1941)

‘Pixels’ estreia com 0% de aprovação dos críticos norte-americanos

Adam Sandler é a maior prova que a opinião dos críticos quase nunca bate com a do público. A maioria dos seus filmes são massacrados pela crítica especializada, mas vão muito bem nas bilheterias. Porém, o astro se superou com ‘Pixels – O Filme‘.

O filme, que estreia nesse final de semana no Brasil e EUA, está com 0% de aprovação no RottenTomatoes, que reúne as críticas dos principais veículos de comunicação.

É a pior avaliação de um filme estrelado pelo astro, que já tinha conquistado apenas 3% de aprovação com ‘Cada um tem a Gêmea que Merece‘ (Jack & Jill), “comédia” que bateu recorde de indicações ao Framboesa de Ouro em 2011 concorrendo nas 10 categorias principais.

Confira:

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Leia a crítica!

Em ‘Pixels‘, quando seres intergalácticos interpretam um arquivo em vídeo com imagens de jogos de arcade clássicos como uma declaração de guerra contra eles, eles atacam a Terra usando esses jogos como modelos para suas várias ofensivas. O presidente Will Cooper (Kevin James) busca ajuda de seu melhor amigo de infância Sam Brenner (Adam Sandler), um campeão de competições de vídeo-games nos anos 80 – e agora um instalador de home theater – para liderar uma equipe de jogadores veteranos (Peter Dinklage e Josh Gad), derrotar os alienígenas e salvar o planeta. Eles ainda vão contar com a ajuda da tenente-coronel Violet Van Patten (Michelle Monaghan), uma especialista em tecnologia que irá fornecer aos arcaders as armas exclusivas para lutar contra os aliens.

Adam Sandler participa de filme com a Turma da Mônica; Assista! 

Peter Dinklage (‘Game of Thrones’), Josh Gad (‘Frozen’), Adam Sandler, Kevin James, Michelle Monaghan , Brian Cox e Ashley Benson (‘Pretty Little Liars’) estrelam. Chris Columbus dirige.

 

Crítica | Pixels

Adam Sandler não é diretor, mas ‘Pixels‘ se parece com a maioria dos filmes protagonizados pelo ator/produtor. Há uma influência clara no roteiro e na direção, talvez não diretamente, mas certamente pode-se sentir um toque da sua personalidade. Algo que não é ruim por si só, mas deixa este filme com a mesma sensação de outros, como ‘Click‘ (2006, Frank Coraci) e ‘Cada um tem a Gêmea que Merece‘ (2011, Dennis Dugan), e são uma aposta segura de alguém que quer ganhar dinheiro à partir da mediocridade e esquematização de um filme feito de qualquer jeito.

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Quanto ao humor, é exatamente o que se espera da linha de produção Sandler. Engraçado? Às vezes. Mas nunca pelas piadas, sempre pelo carisma dos atores, algo que também é recorrente nesses filmes. Existem alguns bons momentos, e outros em que tive de fechar os olhos por não aguentar a vergonha alheia. Um, em particular, me chamou atenção pela seriedade com que é proferido o diálogo: “Você joga Space Invaders? Por que está invadindo meu espaço” (Não, você não é o único. Eu me contorci na poltrona).

A história envolve Sam Brenner (Adam Sandler), um ex-campeão de vídeo game que, adivinhe, precisa salvar o mundo de alienígenas que se transmutam em personagens de vídeo games. O filme inteiro é rodeado por esses absurdos, como a ascensão do melhor amigo de Sam ao posto de presidente dos estados unidos e a própria invasão dos alienígenas a terra que se dá por uma capsula enviada pela NASA contendo, entre outras coisas, imagens do torneio que Sam participou em 1982.

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Embora isso denuncie mais ainda a maneira industrial e formulaica que são produzidos alguns, senão todos os filmes “de” Sandler, isso por si só não é o problema. No epicentro desse terremoto de mediocridade estão a construção de humor ruim e a natureza extremamente esquemática do roteiro. Quando ouço falar de Adam Sandler, a primeira coisa que me vem à cabeça é uma mãe solteira com um filho pequeno, ou algo que envolva Sandler tentando conquistar uma mulher e ganhando a amizade de um garotinho, e que consta no filme. Também a amizade com um “bobalhão” e o antagonista que vira companheiro, se redimindo nos momentos finais do filme (argh!).

A comédia é toda constituída de piadas como a do Space Invaders e algumas reações e situações desconfortáveis que funcionam apenas por que, bem, os atores têm carisma. Até Sandler que é Sandler, não se pode negar, tem uma boa dose de carisma, mas que é, geralmente, mal aproveitado em caça-níquéis como esses. Todo o humor no filme tinha tudo para ser um desastre, ficando perto do limite para isso acontecer, mas quase sempre se safando devido a este carisma, em especial do excelente Peter Dinklage, que interpreta o ex-rival de Sam nas competições de vídeo game. A performance é forte, compondo um personagem caricatural, mas que não deixa de ser engraçado.

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Quando o filme progride e se aproxima do final, vê-se uma busca desesperada por um desfecho feliz artificial. As referências se aglomeram em um bolo de ação, filmado de maneira extremamente convencional e, pouco interessante muitas vezes, em conjunto com um dos piores usos de música que eu já vi, num conjunto que resulta fraquíssimo. Não que as cenas sejam um desastre total, mas We Will Rock You merecia coisa muito melhor do que isso.

Crítica 2 | Pixels

Será que a vida é um grande jogo de videogame? Voltando a décadas passadas, pura nostalgia para grande parte do público, chega aos cinemas brasileiros a nova aposta do humorista Adam Sandler, Pixels. Estimado em mais de 110 milhões de dólares e dirigido pelo experiente cineasta norte-americano Chris Columbus (‘Esqueceram de Mim’), o longa-metragem é uma grande decepção do início ao fim. Personagens sem carisma, embalados ou não pelas piadas americanizadas de Sandler, um roteiro repleto de falhas, uma direção que beira somente ao razoável transforma Pixels em uma grande e intensa experiência sonolenta.

Na trama, conhecemos logo no início e ainda crianças, os nerds Brenner (Adam Sandler) e Cooper (Kevin James), o primeiro é um grande campeão dos jogos estilo arcade e o segundo seu fiel escudeiro. Os anos passam e Brenner se tornou um homem desiludido que trabalha em uma empresa de montagem de equipamento, já Cooper se tornou o todo poderoso presidente dos Estados Unidos. Durante uma invasão inusitada à Terra, Cooper precisará de todo o conhecimento de Brenner para combater um mal nunca antes visto.

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Uma característica inusitada deste blockbuster é que principalmente em seu início, o filme já veste a camisa do impossível. Partindo desta ideia o roteiro deveria pelo menos mostrar uma certa direção para a história, coisa que não acontece. O filme tenta se sustentar em diálogos repleto de improvisos, atuações bem abaixo da média, até mesmo do ótimo Peter Dinklage (Game of Thrones). Brian Cox, outro baita ator parece uma marionetes dentro de um projeto que deixa muito a desejar. Fora as atuações, a direção parece em alguns momentos meio equivocada exagerando no uso da tecnologia e esquecendo da origem da história. Tudo é muito confuso neste projeto.

Não adianta colocar o Pac-Man, disparado o melhor ‘ator’ do filme, e tentar fazer menções a clássicos do videogame das antigas se não há o mínimo de evolução na trama. É um tipo de entretenimento que até mesmo os amantes nerds podem não gostar do resultado final.

Crítica | Um Reencontro

Encontrar você ou nunca mais ver você. Falando sobre o amor quântico e todas as possibilidades que podem haver em uma atração amorosa, a diretora francesa Lisa Azuelos utiliza de uma trilha sonora contemporânea para contar um quase poema sobre o amor. Uma das qualidades do filme é que a apresentação dos personagens é direita, simples e objetiva. Um Reencontro fala sobre a essência do amor, com uma visão e interpretação sobre o sentimento puro que vem espontaneamente quando um outro alguém desperta o diferente em você. O projeto deve incomodar a alguns, muito pelo fato dos eternos clichês do gênero que realmente são incorporados na trama mas de nada atrapalham a emoção que nasce das escolhas dos personagens.

Na trama, somos rapidamente apresentados ao advogado criminalista Pierre (François Cluzet) e a sensual escritora Elsa (Sophie Marceau). Os dois pombinhos se conhecem em uma festa e logo de início cativam a atenção mútua. O problema é que Pierre é casado e Elsa não gosta de senvolver com que já tem uma dona. Assim, entre idas e vindas que o destino sempre reserva, tanto nos filmes como na nossa própria realidade, os dois precisarão ter forças para combater esse forte e crescente sentimento.

Cluze e Marceau formam um dupla harmônica que navegam no rio da atração, deixando o espectador se identificar com a história que é contada com uma verdade escancarada (as vezes cutuca os clichês dos filmes românticos) sobre as nuncias e consequências da relação criada. Marceau usa e abusa de sua sensualidade. A simpatia e o astral de sua personagem, deixam o público grudados na telona.

Somos desafiados a encontrar as peças de um quebra-cabeça de acordo com o que pensamos ou sentimos sobre o amor. A diretora Lisa Azuelos, que também faz uma ponta no filme, coloca em prática um exercício arriscado mas sempre deixando claro o seu ponto de vista sobre as possibilidades dessa história de amor. Sem dúvidas, Um Reencontro é um filme para almas sensíveis que adoram o livre arbítrio do sonhar.

‘Colegas’ pode ganhar sequência

O diretor Marcelo Galvão divulgou em sua página pessoal do Facebook que o longa nacional ‘Colegas‘ pode ganhar sequência, a ser realizada pela Globo Filmes. Lançado em março de 2013, o filme foi visto por quase 200 mil espectadores nos cinemas.

Confira:

Amigos,Amanhã irei na Globo apresentar uma ideia para o Colegas 2. Eles estão bem interessados, vamos torcer!!!!

Posted by Marcelo Galvão on Segunda, 20 de julho de 2015

 

Crítica | Colegas

A divertida comédia que aborda de forma inocente e poética coisas simples da vida através do olhar de três jovens com síndrome de Down apaixonados por cinema. Um dia, inspirados pelo filme Thelma & Louise, eles resolvem fugir no Karmann-Ghia do jardineiro (Lima Duarte) em busca de seus sonhos: Stalone quer ver o mar, Marcio quer voar e Aninha busca um marido pra se casar. Eles partem do interior de São Paulo rumo à Buenos Aires. Nessa viagem, enquanto experimentam o sabor da liberdade, envolvem-se em inúmeras aventuras e confusões como se a vida não passasse de uma eterna brincadeira. Rita Pokk, Breno Viola, Lima Duarte, Leonardo Miggiorin, Juliana Didone, Marco Luque e Germano Pereira também estrelam.

Assista nossa entrevista com o diretor:

Crítica | Colegas

Uma fábula atemporal e emocionante, que apresenta um Brasil inocente e personagens determinados a cumprir seus sonhos, mesmo que estes pareçam impossíveis. Colegas chega aos cinemas nacionais quebrando dois tabus.

O primeiro deles, é fugir da fórmula arcaica que toma conta do cinema nacional: somos bombardeados anualmente com filmes-favela de extrema violência, que mostra o pior do nosso país, ou das comédias escrachadas de roteiro chulo, presente da Globo Filmes.

O segundo tabu quebrado, e o mais importante, é trazer como protagonistas três jovens com síndrome de Down, e não fazer o enredo girar em cima de suas dificuldades ou limitações – mas tratá-los como pessoas como nós, com medos e anseios, correndo atrás de seus sonhos.

A comédia trata de forma poética coisas simples da vida, através dos olhos dos três personagens com síndrome de Down. Eles são apaixonados por cinema e trabalham na videoteca do instituto onde vivem. Um dia, inspirados pelo filme ‘Thelma & Louise’, resolvem fugir no Karmann-Ghia do jardineiro (Lima Duarte) em busca de três sonhos: Stalone (Ariel Goldenberg) quer ver o mar, Aninha (Rita Pokk) quer casar e Márcio (Breno Viola) precisa voar. Nesta busca, se envolvem em inúmeras aventuras como se tudo não passasse de um maravilhoso sonho.

Quase todos os diálogos dos personagens são homenagens a filmes de sucesso, como ‘A Primeira Noite de um Homem’, ‘007’, ‘Homens de Preto’, ‘Cidade de Deus’, ‘E O Vento Levou…’.

Com uma direção talentosa e segura de Marcelo Galvão, a história se apresenta como atemporal: ao mesmo tempo em que temos celulares, temos carros antigos, fitas cassetes e até uma participação especial de Raul Seixas, responsável pela trilha sonora da produção. É um mundo paralelo, inocente e seguro – como a imaginação fértil e doce desses jovens.

O elenco é um show à parte: Breno Viola é quem se sair melhor como Márcio, responsável pelas melhores piadas. Casados na vida real, Ariel Goldenberg e Rita Pokk transportam para a tela essa química, e conseguem emocionar e convencer como um casal apaixonado. O elenco de apoio tem nomes de peso, como Lima Duarte, Leonardo Miggiorin, Juliana Didone, além de contar com mais 60 jovens com síndrome de Down.

Colegas pode ser definido como uma comédia road movie fantástica, que coincidentemente, é estrelada por jovens com síndrome de Down. Galvão dedica a produção a um tio portador de Down, cuja história o incentivou a roteirizar e dirigir este filme.

Sem se aprofundar no lado negativo da síndrome, ele evita o preconceito ao mostrar que esses jovens são inteligentes e possuem os mesmos sonhos que nós, além de ter um humor irreverente com direito a auto parodia e piadas de humor negro – humanizando os personagens e nos permitindo rir.

A vida é curta demais para ser pequena, então façam de suas vidas algo extraordinário!”.

 

As Leis do Crime

Foi divulgado o primeiro trailer e pôster de ‘As Leis do Crime‘ (Revenge of the Green Dragons), novo filme do diretor Andrew Lau (‘Conflitos Internos’) produzido por Martin Scorsese.

Confira, junto com a arte:

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Escrito por Michael Di Jiacomo, o longa acompanha o envolvimento de dois imigrantes chineses – Sonny (Justin Chon) e Steven (Kevin Wu) – com a gangue Dragões Verdes, de Nova York, nos anos 80 e como o fato influenciará o relacionamento deles.

O roteiro é baseado em um artigo da revista New Yorker sobre o submundo chinês-americano.

Harry Shum, Jr., Shuya Chang, Geoff Pierson, Billy Magnussen e Ray Liotta completam o elenco.

Esta é a segunda produção hollywoodiana de Andrew Lau, que estreou no mercado norte-americano com ‘Justiça a Qualquer Preço‘ (2007), estrelado por Richard Gere.

O filme também repete a dobradinha de Scorsese com Lau; o cineasta americano dirigiu e ganhou o Oscar com ‘Os Infiltrados‘, filme inspirado em ‘Conflitos Internos’, do diretor de Hong Kong.

As Leis do Crime‘ chega direto em Home Vídeo no Brasil dia 6 de Agosto.

Os Melhores Filmes de Zumbi

Impregnados na cultura pop, os zumbis não poderiam estar em maior evidência na atualidade. De antagonistas monstruosos e inexplicáveis, as criaturas passaram a anti-heróis e protagonistas dos próprios filmes. No entanto sempre utilizados como metáforas implícitas, os zumbis já tiveram diversos significados ao longo dos anos. Vamos dar uma olhada nos principais deles:

 

 

2

Crítica Social – A Noite dos Mortos Vivos (1968)                                      

A obra do cineasta George Romero data de 1968, e é a precursora da onda que vemos hoje. Filmado todo em preto e branco, o filme mostrava os mortos voltando à vida de forma inexplicável. O fato deixava um grupo aleatório de pessoas aprisionadas numa casa como último refúgio. Lá dentro, os sobreviventes encontravam na figura de Ben (Duane Jones), um negro, seu líder. O fato parece não ter relevância atualmente, mas tenha em mente que esse era o auge da época da segregação racial americana, e a trama se passa inclusive numa cidade sulista, berço do fervor racista. Poucos filmes (ou quase nenhum) apresentavam um protagonista de tal raça naqueles tempos. O desfecho da obra, também escrita por Romero, é um tapa na cara da sociedade da época.

 

3

Fanatismo Religioso e Protesto antiarmamentista – A Última Esperança da Terra (1971)

Embora o conto original tenha sido escrito por Richard Matheson (um dos ícones da literatura fantástica americana, falecido no último domingo) em 1954, e um filme dele tenha sido feito em 1964, estrelado por Vincent Price (Mortos que Matam /  The Last Man on Earth), foi essa a versão que se tornou extremamente popular e conhecida. Protagonizado pelo astro Charlton Heston (saído do sucesso Planeta dos Macacos), o filme traz a humanidade devastada por um vírus e aparentemente um único sobrevivente. Os zumbis aqui, no entanto, são completamente diferentes. Seres albinos, eles são capazes de se comunicar, e são bastante inteligentes. Seus únicos temores são o sol e o fogo. Seu ideal é construir uma nova sociedade, longe dos maquinários e armamentos que destruíram a raça humana, segundo seu pensamento. A gangue do Mathias, como é conhecida essa espécie de seita, deseja a paz entre todos os seres, e se pensarmos bem, o verdadeiro antagonista dessa nova realidade é o homem das cavernas brutal e sanguinário, interpretado por Heston. Curiosamente, anos depois Heston se tornaria o porta voz da América armada.

 

4

Consumismo – O Despertar dos Mortos (1978)                                         

Nova década, nova crítica. Usando mais uma vez os mortos-vivos como pano de fundo para a sua grande alfinetada na sociedade americana contemporânea, George Romero procurou ao redor um assunto para explorar. E o que chamou sua atenção foi o consumismo exacerbado promovido pelos shopping centers e os cartões de crédito – no auge de sua popularidade inicial. Dessa vez pessoas ficavam presas num grande shopping, e ao final, quando as criaturas finalmente conseguem adentrar o local, Romero traça um paralelo entre as criaturas vagarosas e anestesiadas num estado de transe, e os consumidores que recaem no mesmo estado, sempre em busca de mais do que necessitam.

 

5

Orgulho trash e Capitalização – Série A Volta dos Mortos Vivos, Re-Animator e outros (década de 1980)

Entrando em uma nova década, os anos 1980 ficaram conhecidos por ser o berço do cinema entretenimento. O tipo de filme que visava e tinha cacife para lucros astronômicos. O que é condenável, no entanto, é que muitas dessas produções hollywoodianas da época visavam apenas o lucro e o entretenimento, sem um valor qualitativo específico. Aqui, por exemplo, diversas produções de terror foram criadas capitalizando em cima do que Romero e outros criaram no passado, sem acrescentar grandes pensamentos sobre um determinado assunto, ou qualquer um por assim dizer. O único objetivo de tais produções parecia ser assustar e arrastar fiéis seguidores aos montes. Então, se reclamamos hoje de séries intermináveis e sem conteúdo como Jogos Mortais e Atividade Paranormal, temos que agradecer a essa época.

 

6

Refilmagem – A Noite dos Mortos Vivos (1990), Madrugada dos Mortos (2004) e Eu Sou a Lenda (2007)

A aparente falta de ideias que domina a Hollywood atual recheada de refilmagens, já existe há certo tempo (embora realmente tenha atingido seu ápice agora). Os zumbis pareciam mortos e enterrados, já que seus criadores não tinham muito mais a dizer, apenas reciclar ideias. A refilmagem do clássico absoluto de Romero passou em branco e a única coisa que parece ter adicionado foi cores. Já com o outro filme de RomeroO Despertar dos Mortos, que se tornou Madrugada dos Mortos, a abordagem foi justamente mudar a abordagem. E assim de crítica ao consumismo, a obra se tornou um produto dele, mirado apenas ao entretenimento, num filme questionador da sobrevivência mas sem o mesmo tema central. Eu Sou a Lenda, nova abordagem ao texto de Matheson, trazia Will Smith num tour de force, num blockbuster que faz mais pelo espetáculo visual do que por um conteúdo indagador.

 

7

Reinvenção – Extermínio (2002)                                                                    

Isso tudo pôde ser deixado de lado. O diretor inglês Danny Boyle, diretor de clássicos subversivos como Trainspotting – Sem Limites, ousa e cria um filme de zumbi totalmente diferente de tudo o que já havia sido mostrado até então. Uma produção minimalista que apresenta uma atmosfera documental, e recaptura o espírito da obra original de Romero. Isolados não mais numa casa, mas numa cidade inteira, os personagens lutam para sobreviver a essa nova realidade. Nada de mordidas para ser contaminado, tudo o que basta agora é o espirrar de uma gota de sangue na boca ou no olho para a vítima se transformar numa criatura raivosa e acelerada. Essa é uma das grandes novidades que Boyle trouxe ao subgênero, seus zumbis não são mais criaturas lentas, são torcedores organizados de um time, com grande fúria e velocidade. Ativistas tentando libertar cobaias de laboratórios entram bem, e iniciam o apocalipse.

 

8

Humor Britânico – Todo Mundo Quase Morto (2004)                          

Em meados da década passada ainda era possível adicionar originalidade ao subgênero dos filmes de mortos-vivos? Outro inglês prova que sim (eles merecem todo o crédito pela reinvenção das criaturas). Edgar Wright estreia na direção com um longa que é pura sátira de tudo o que já havia sido criado até então para o cinema de zumbis. Sem saber, os envolvidos criavam um clássico moderno, personagens icônicos, e uma das duplas mais cultuadas da atualidade, Simon Pegg e Nick Frost. Dois amigos perdedores precisam amadurecer, e quer época melhor para isso do que durante um apocalipse zumbi. Sem que percebam, para variar, o mundo muda a seu redor. Shaun, personagem de Pegg, parte da brincadeira com o título original,  precisa ascender à ocasião se tornando o líder de seu grupo de amigos sobreviventes. Essa é uma comédia inglesa, que como de costume usa muito humor seco e negro.

 

9

Entretenimento Garantido – Zumbilândia (2009)                                  

Pegando carona no que Todo Mundo Quase Morto tornou possível, a obra do diretor Ruben Fleischer vai além em matéria de entretenimento pop e aura “cool”. Um Cult instantâneo, Zumbilândia mostrava que também sabia fazer bem uma sátira aos filmes de zumbi, clamando de volta a criação de seu conterrâneo. No meio de uma realidade devastada, o protagonista interpretado por Jesse Eisenberg criou um conjunto de regras para a sobrevivência. Elas são eliminadas quando ele conhece o durão personagem de Woody Harrelson, e as irmãs interpretadas por Emma Stone e Abigail Breslin.  Além de diversas referências e piadas implícitas, o filme é legal o suficiente para chamar seus personagens não pelos nomes, mas pelas cidades de onde são originários. No caso da vizinha interpretada pela gata Amber Heard, ela é simplesmente chamada pelo número de seu apartamento. A obra ainda guarda um dos momentos mais hilários do cinema recente, com a participação de um certo Caça-Fantasma. Infelizmente, ou quem sabe felizmente, a obra ganhou uma série de TV ao invés de uma continuação.

 

10

Série de TV – The Walking Dead (2010)                                                      

Depois de tamanho impulso recente no cinema, o único lugar para onde os zumbis faltavam migrar era para a telinha. Em 2010 isso mudou, com o primeiro seriado focado exclusivamente nos mortos vivos, The Walking Dead. Baseado numa história em quadrinhos, a versão para a TV se tornou um sucesso imediato, e uma verdadeira febre, criando uma legião de seguidores.

 

11

Protagonista Romântico – Meu Namorado é um Zumbi (2011)          

O conceito de originalidade pode ter feito mal a essa produção. E o fato é confundido com besteira, quando se tem em mente recriar o sucesso de uma das menos interessantes séries cinematográficas a utilizarem uma figura mitológica assustadora, bom pelo menos para pessoas acima dos 18 anos, a saga Crepúsculo. A ideia aqui é capitalizar em cima do romance, e “crepuscular” essa produção, que na realidade é baseada num livro. Um morto-vivo (que agora passam a pensar) aos poucos volta a ser humano quando se apaixona pela protagonista, vivida pela bela australiana clone de Kristen StewartTeresa Palmer. O jovem talentoso Nicholas Hoult se sai bem como R, o zumbi apaixonado; mas algo aqui parece estar errado, fora do lugar. De atestados sociais, os zumbis passaram a objeto de afeto em romances adolescentes.

 

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Blockbuster – Guerra Mundial Z (2013)                                                      

Mesmo já tentado outras vezes, como em Eu Sou a Lenda, essa nova produção leva os filmes de zumbis a outro nível. Guerra Mundial Z é o 007 dos filmes de zumbis. Uma superprodução recheada de ação, adrenalina e efeitos visuais, que leva um protagonista por diversas localidades pelo muito, em busca de um objetivo, se envolvendo em diversas aventuras, e escapando das situações mais impossíveis. Baseado num livro cultuado, que reunia relatos fictícios espalhados pelo mundo, a versão cinematográfica leva apenas o título consigo, e aqui é Brad Pitt para todo o lado. Estruturado em três etapas, aqui temos tensão junto a família, onde Pitt tenta proteger os seus (parte que se assemelha a Guerra dos Mundos, de Spielberg); temos Pitt pelo mundo, com direito a uma das melhores cenas, no avião; e o desfecho, mais semelhante aos filmes de mortos vivos intimistas que se passem dentro de locais fechados. Guerra Mundial Z faz o favor de adicionar elementos novos à mitologia das criaturas, e aqui uma espécie de cura aparente é encontrada.

Crítica em Vídeo | Homem-Formiga

Acaba de sair do forno a nova edição do Cine Agenda, vídeo apresentado pelo editor Renato Marafon com crítica ao principal lançamento desse final de semana: ‘Homem-Formiga‘.

Assista:

Crítica em Vídeo | Homem-Formiga

Posted by CinePOP on Sexta, 17 de julho de 2015

Na história, Michael Douglas vive Hank Pym, um cientista brilhante que desenvolveu a tecnologia mencionada no parágrafo acima. Percebendo como seria perigosa em mãos erradas, o sujeito fica anos inerte. Seu primeiro discípulo, Darren Cross (papel de Corey Stoll), tenta a todo custo replicar seu experimento, mas suas ações podem ter propósitos não tão nobres assim. Pym sai da autoimposta aposentadoria quando conhece Scott Lang, papel do agradável Paul Rudd, um exímio ladrão com habilidades promissoras. Juntos, Pym e Lang formam uma improvável dupla para desbaratinar os planos do inescrupuloso Cross, com a ajuda da filha de Pym, Hope van Dyne, papel da estonteante Evangeline Lilly.

Criador de ‘Pânico’ levará ‘As Criaturas Atrás das Paredes’ para a TV

Wes Craven, criador das franquias ‘Pânico’ e ‘A Hora do Pesadelo’, fechou um acordo com a Universal Cable Productions para levar adaptações de produções de terror ao canal Syfy. As informações são da Variety.

Uma delas é a sériePeople Under the Stairs’, baseada em ‘As Criaturas Atrás das Paredes’ (1991), filme escrito e dirigido por Craven.

Descrita como uma versão contemporânea de ‘Downton Abbey’ encontrando ‘Horror Em Amityville’, a atração é centrada nos horrores centenários do interior de uma propriedade, descobertos após o sumiço de uma garota.

O piloto será roteirizado por Michael Reisz (‘Unforgettable’), que também assumirá a produção executiva ao lado de Craven. Reisz cuida no momento da adaptação televisiva de ‘Os Instrumentos Mortais’.

Outro projeto de Craven inclui a sérieWe Are All Completely Fine’, baseada no livro homônimo de Daryl Gregory, focada em um enigmático psicólogo que reúne sobreviventes de cenários de cinco filmes de terror em um grupo de apoio – apenas para desbloquear os passados maléficos de seus pacientes.

O roteiro e direção do piloto ficarão a cargo do cineasta, que ainda servirá como produtor executivo.

Craven e a Universal também desenvolvem ‘Disciples’, seriado futurista ambientado em um mundo onde pessoas super ricas tornaram-se os verdadeiros Mestres do Universo e colonizaram luas por todo o sistema solar.

Não há previsão de estreia para os projetos.

Sentimentos que Curam

(Infinitely Polar Bear)

 

 Infinitely Polar Bear (2014) on IMDb

 

Elenco: Zoe Saldana, Mark Ruffalo, Keir Dullea, Wallace Wolodarsky, Mary O’Rourke, Ashley Aufderheide, Brianne Brozey, William Xifaras.

Direção: Maya Forbes

Gênero: Comédia Dramática

Duração: 90 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 16 de Julho de 2015

Sinopse: 

Situada no final dos anos 70, a trama de ‘Sentimentos que Curam‘ acompanha um pai com transtorno bipolar que decide reconquistar a família ao assumir a responsabilidade de cuidar das duas filhas jovens, ambas espirituosas e cheias de energia.

Curiosidades: 

» O roteiro e a direção são de Maya Forbes – o filme marca sua estreia como diretora. J.J. Abrams e Bryan Burk estão entre os produtores.

 

Trailer:

Cartazes: 

 

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Fotos:

Infinitely Polar Bear

O Conto da Princesa Kaguya

(Kaguyahime no monogatari)
 O Conto da Princesa Kaguya<br /> (2013) on IMDb

Elenco: Vozes no Original de:
Chloë Grace Moretz – Princesa Kaguya
James Caan – The Bamboo Cutter (voice)
Mary Steenburgen – The Bamboo Cutter’s Wife
Darren Criss – Sutemaru
Lucy Liu – Lady Sagami (voice)
James Marsden – Principe Ishitsukuri

Direção: Isao Takahata

Gênero: Animação

Duração: 137 min.

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 16 de Julho de 2015

Sinopse:

Kaguya era um minúsculo bebê quando foi encontrada dentro de um tronco de bambu brilhante. Passado o tempo, ela se transforma em uma bela jovem que passa a ser cobiçada por 5 nobres, dentre eles, o próprio Imperador. Mas nenhum deles é o que ela realmente quer. A moça envia seus pretendentes em tarefas aparentemente impossíveis para tentar evitar o casamento com um estranho que não ama. Mas Kaguya terá que enfrentar seu destino e punição por suas escolhas.

 

Curiosidades:

» Esta animação é baseada no conto popular japonês “O corte do bambu”.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos: