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Bart Simpson será assassinado em ‘Os Simpsons’

Desde o seu início, há 25 anos, principal inimigo de Bart Simpson é o palhaço Sideshow Bob. Logo na primeira temporada, o garoto problema frusta uma tentativa de Bob de incriminar o palhaço Krusty, e acaba amargando na prisão por anos.

No inusitado episódio especial de Halloween, que irá ao ar dia 31 de outubro nos Estados Unidos, o palhaço frustrado finalmente conseguirá assassinar o filho de Homer Simpson.

O produtor executivo do desenho, Al Jean, confirmou a informação da morte do personagem em um festival no Texas.

“Eu odeio comédia de frustração, então nós vamos seguir com esse plano após tantos anos. Segundo Jean, ele sempre quis saber o que aconteceria se o Coiote conseguisse pegar o Papa-Léguas no desenho da Looney Tunes.

A morte de Bart vai acontecer no 26º episódio anual de Halloween, intitulado ‘A Casa da Árvore do Horror’. Todos os anos, os produtores bolam histórias sinistras para os episódios de Dia das Bruxas.

Os fãs da série podem respirar aliviados: após o episódio especial, Bart continuará na série como se nada tivesse acontecido.

O 27º ano de ‘Os Simpsons’ começará com a perda de uma de suas vozes originais mais famosas. Segundo a Variety, Harry Shearer, o dublador de Sr. Burns, Ned Flanders e Diretor Skinner, deixou o elenco da série após 26 temporadas.

No Twitter, o ator justificou sua decisão, dizendo que saiu do programa porque “quer a liberdade de fazer outros trabalhos” e sugerindo que sua saída foi motivada por uma disputa contratual.

A Fox renovou a animação para mais duas temporadas, a 27ª e a 28ª, e o elenco principal já garantiu seu retorno em ambas – Dan Castellaneta (Homer Simpson), Julie Kavner (Marge Simpson), Nancy Cartwright (Bart Simpson), Yeardley Smith (Lisa Simpson) e Hank Azaria (Apu, Moe, Chefe Wiggum) assinaram contrato para mais dois anos.

As filmagens da próxima temporada já tiveram início sem Shearer.

Cada uma das temporadas recebeu encomenda de 22 episódios. Os novos anos levarão a animação a um total de 625 episódios, números que continuam lhe garantindo o título de série mais longa da história da TV.

Apesar da confiança no canal em ’Os Simpsons’, a série vem sofrendo queda de audiência com o passar dos anos. Na temporada 2014-2015, tinha média de 7,3 milhões de telespectadores, audiência que baixou para média de 6,2 milhões na atual temporada.

Lançado em 1989 nos EUA, ‘Os Simpsons’ ganhou até agora 31 Emmys e foi indicado ao Oscar em 2012 pelo curta derivado ‘The Longest Daycare’.

Trailer legendado da série ‘Pânico’

Scream‘, a série de TV baseada na franquia ‘Pânico’, ganhou seu trailer legendado. A icônica máscara do Ghostface vista nos filmes não estará presente na primeira temporada, sendo substituída por uma genérica.

Confira o trailer, e imagens da série:

A MTV norte-americana exibirá o episódio piloto, intitulado Red Roses (Rosas Vermelhas), no dia 30 de Junho. Inicialmente a estreia era prevista para outubro, próximo ao Halloween.

A primeira temporada terá 10 episódios. O seriado vai reproduzir em seus minutos iniciais a famosa sequência de abertura com Drew Barrymore – sendo esfaqueada aos gritos pelo serial killer – que será reencenada pela atriz Bella Thorne (‘Juntos e Misturados’).

Quanto à nova máscara do Ghostface, será “uma versão mais sombria, orgânica, quase que realista e evoluída da máscara original”, segundo a vice-presidente da MTV, Mina Lefevre.

Lefevre garante que a ideia de não reutilizar a máscara original não tem nada a ver com direitos de imagem. Ela prometeu ainda que a série vai se manter fiel ao espírito do primeiro filme, de 1996. Apesar das declarações, a executiva não descarta mostrar eventualmente a máscara de Ghostface que conhecemos.

Jamie Travis (da série ‘Faking It’) dirige o episódio piloto, que começará com um vídeo que foi parar no YouTube e se tornou viral. Ele causa problemas para a protagonista Audrey, que se vê em meio a um assassinado e uma cidade com um passado conturbado.

A dupla Jay Beattie e Dan Dworkin (das séries ‘Revenge’ e ‘Criminal Minds’) escreveram o primeiro episódio. Jill Blotevogel (‘Ravenswood’, ‘Harper’s Island’, ‘Eureka’) servirá como produtor principal de ‘Scream‘.

 

EXCLUSIVO: Avião mal-assombrado no trailer assustador de ‘Voo 7500’

O CinePOP divulga, com exclusividade, o assustador trailer do terrorVoo 7500‘. A Playarte Pictures lançará o filme no Brasil dia 9 de Julho.

Takashi Shimizu (‘O Grito’) dirige.

O voo 7500 parte de Los Angeles com destino a Tóquio. Enquanto o avião sobrevoa por 10 horas até chegar no seu destino, os passageiros começam a notar uma presença sobrenatural na cabine. Ao longo de dez horas, a tripulação passará por momentos de terror e medo enquanto um a um morre de maneiras assustadoras.

O trailer é ótimo, embalado por uma versão a capella de Leaving On A Jet Plane, de Janis Joplin.

Assista:

Amy Smart (‘Efeito Borboleta’), Ryan Kwanten (‘True Blood’),  Jamie Chung (‘Se Beber, Não Case! Parte II’), Leslie Bibb (‘Homem de Ferro) e Christian Serratos (‘Crepúsculo’) estrelam.

Craig Rosenberg (Ladrão de Diamantes) roteiriza.

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Está no ar o novo CinePOP!

Há quinze anos, iniciamos uma jornada: levar ao cinéfilo brasileiro o que há de melhor em conteúdo sobre cinema. A cada passo dado, encontrávamos mais leitores e amantes da sétima arte, aumentando nosso público e melhorando nosso trabalho e potencial, para trazer a vocês com excelência toda e qualquer notícia sobre filmes e cinema.

Hoje, dia 8 de Junho, o CinePOP começa uma nova jornada. Tentando avançar na mesma medida que a internet (o que é muito difícil, já que a mesma caminha na velocidade da luz), decidimos repaginar o site e criar um layout responsivo.

A meta? Um site mais limpo e navegável, com o mesmo conteúdo de sempre. Continuaremos batalhando como sempre para trazer a vocês as notícias mais fresquinhas possíveis, divulgando novidades antes de outros sites de cinema e deixando nossos leitores muito mais antenados que os leitores da concorrência.

Este é um passo muito grande e audacioso para nós, e iniciamos uma nova etapa nessa jornada, sabendo que teremos você ao nosso lado nessa importante mudança.

Continuaremos buscando sempre maneiras de evoluirmos a medida que pede as suas necessidades, nosso querido leitor.

E é com muito prazer que anunciamos um novo CinePOP: Moderno, atualizado e visualmente mais atraente.

Esperamos que gostem! E que a força esteja com vocês…

 

Atenciosamente,

Renato Marafon e Equipe.

 

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‘Game of Thrones’: Prévia e fotos do último episódio da 5ª temporada

A quinta temporada de ‘Game of Thrones’ está chegando ao fim, e a HBO divulgou uma promo e fotos do décimo e último episódio, intitulado ‘Mother’s Mercy‘.

No episódio, Stannis marcha. Dany está rodeado por estranhos. Cersei (Lena Headey) pede perdão. Jon é desafiado.

Game Of Thrones – Temp. 05 – Ep. 08

Assista, com imagens:

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Game Of Thrones – Temp. 05 – Ep. 06

Resta um episódio para o fim da atual quinta temporada de ‘Game of Thrones’ (que adapta o quarto livro e partes do quinto). O sexto ano já foi confirmado e o elenco está garantido até a sétima temporada.

George R.R. Martin, autor dos livros que originaram a série ‘Game of Thrones’, confirmou em entrevista à EW que não escreverá nenhum episódio da vindoura sexta temporada. O escritor assinou episódios das quatro primeiras temporadas, mas já havia ficado de fora da quinta. Ele explica que precisou se afastar da série para finalizar o sexto volume de ‘As Crônias de Gelo e Fogo’, intitulado ‘The Winds of Winter’.

“Talvez eu tenha sido excessivamente otimista sobre a rapidez com que eu poderia terminar o livro”, disse o autor. “Mas eu cancelei duas aparições em convenções e recusei várias entrevistas, tudo para limpar minha agenda e acabar logo o livro”, reforçou.

O último livro da série ‘A Dança dos Dragões‘ foi publicado em setembro de 2011.

Presidente da HBO quer 10 temporadas para ‘Game of Thrones’

 

Darth Vader em trailer da 2ª temporada de ‘Star Wars Rebels’

O canal americano Disney XD divulgou um novo vídeo da segunda temporada de ‘Star Wars Rebels’. O episódio de retorno da série, intitulado “The Siege of Lothal”, será exibido em 20 de junho nos EUA.

Assista:

O segundo ano contará com os retornos de James Earl Jones como Darth Vader e Ashley Eckstein como Ahsoka Tano. Sarah Michelle Gellar, eternizada por seu papel de Buffy: A Caça-Vampiros, é a novidade do elenco.

Não há informações sobre o papel da atriz, que se juntará ao marido Freddie Prinze Jr. (Kanan Jarrus/Stormtrooper) no elenco de dubladores.

A série de ação é ambientada entre os eventos do ‘Star Wars – Episódio III: A Vingança dos Sith‘ e ‘Episódio IV: Uma Nova Esperança‘ – uma era que cobre quase duas décadas nunca exploradas anteriormente na tela. Star Wars Rebels se passa em um tempo em que o Império vem garantindo sua supremacia na galáxia e eliminando os últimos cavaleiros Jedi quando que ao mesmo tempo uma nova rebelião está para acontecer.

A Disney e Lucasfilm já haviam renovado ‘Star Wars Rebels‘ para seu segundo ano, antes mesmo da estreia da série nos EUA. Não foi divulgada a quantidade de novos episódios.

Produtor confirma: ‘Constantine’ está oficialmente cancelada

Constantine’ realmente não vai retornar para uma segunda temporada. O encerramento da série já havia sido ventilado, mas negado em abril pelo criador Daniel Cerone. Agora, o próprio produtor confirmou o cancelamento, e afirmou que nenhum outro canal se interessou pelo programa:

“Eu prometi que iria divulgar a notícia quando eu tivesse – mas infelizmente, que a notícia não é boa. O elenco e os escritores de Constantine estão sendo liberados de seus contratos. O estúdio tentou encontrar um novo lar para o show, para o qual estamos eternamente gratos, mas esses esforços não deram certo. Me desculpem, eu não foi bem sucedido nas tentativas de vender o show a outros canais. Tudo o que posso informar é que o show acabou.”, afirmou.

Constantine’ foi cancelada após uma primeira temporada com 13 episódios, todos já exibidos nos EUA. Em função da baixa audiência, chegou a ser especulada a possibilidade de a série migrar para o canal Syfy em sua segunda temporada. No Syfy, as reprises dos primeiros episódios registraram bons números para a emissora. Por enquanto, não há nada confirmado.

A trama é centrada no enigmático e irreverente vigarista John Constantine (Matt Ryan), que se torna, relutantemente, um detetive sobrenatural que recebe a tarefa de defender a humanidade das forças das trevas.

John Constantine apareceu pela primeira vez em 1985, como um personagem recorrente na série de quadrinhos da ‘Saga do Monstro do Pântano’. Criado por Alan Moore, Steve Bissette e Jamie Delano, o anti-herói ganhou sua própria publicação, intitulada ‘Hellblazer’. O personagem foi vivido por Keanu Reeves no filme de 2005.

Baseada na HQ ‘Hellblazer’, ‘Constantine‘ é exibida no Brasil pelo canal pago Space.

Crítica | Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível

A atração da Disney, não o Festival de música eletrônica

O ano está bom para os blockbusters. Depois de Velozes e Furiosos 7, Vingadores: Era de Ultron, Mad Max: Estrada da Fúria e Terremoto: A Falha de San Andreas, chega este Tomorrowland, superprodução de quase 200 milhões de dólares de orçamento. Sendo uma produção Disney, este é também o primeiro grande blockbuster do ano mirado à família toda. O que pode ser traduzido também como “o blockbuster mais domado” e , de certa forma, morno.

A ideia é bonitinha e relevante. Mas existe o sentimento de que nem tudo foi tentado com ela. O filme começa numa dessas exposições ou feiras do “mundo do amanhã” – o título em português. Na própria atração da Disney (quem já visitou seus parques temáticos sabe) é onde a aventura começa. O garoto Frank Walker (Thomas Robinson) deseja ter uma invenção (um Jetpack – estilo James Bond ou Rocketeer) reconhecida. Mas seu primeiro embate com o realizador do evento, David Nix (Hugh Laurie – mais conhecido como outro doutor da TV , House), é justamente sobre a relevância da criação para a humanidade, ao que o menino retruca: “não pode ser apenas pela diversão?”. O fato já embute a ideia dos pensamentos adversos do protagonista e do antagonista.

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O afeto que a menina Athena (Raffey Cassidy, ótima em cena, roubando todos os holofotes) desperta por Frank, a faz convidá-lo secretamente para a maior descoberta de sua curta vida. A sensação do desbravamento de um novo mundo é um dos elementos base para a ficção científica em geral. A sensação de estar maravilhado com a descoberta de uma terra desconhecida, do futuro, é o que faz o público se envolver com a história e ao lado do protagonista embarcar nessa viagem. Esse é o mais próximo do ditado “cinema é magia” de que um filme pode chegar.

As grandes ficções científicas da história foram capazes de criar e nos apresentar seus mundos para que desvendássemos cada detalhe de seu todo. Tomorrowland pode não estar a par, lá em cima, com os melhores, mas em matéria de design e direção de arte (além dos imprescindíveis efeitos visuais) não deixa a desejar. Anos depois da “invasão” de Frank à Terra do Amanhã, somos apresentados à verdadeira protagonista, Casey Newton (Britt Robertson, de Uma Longa Jornada). Ela é uma jovem rebelde que, para evitar que desmontem uma plataforma da NASA (causando o desemprego do pai), realiza atos que infringem a lei, indo parar atrás das grades.

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Bom, para não me alongar demais no texto, basta dizer que Casey é “a escolhida”. Estrutura de roteiro muito comum e utilizada para superproduções e que conhecemos bem. Nela, acompanhamos a história do personagem simples, com uma vida mundana, que descobre um novo mundo, ao mesmo tempo em que percebe seu papel divisor de águas. De ficção científica a fantasia, passando pela ação, diversos filmes ao longo dos anos utilizaram o mote do “escolhido” em suas histórias. Athena (Cassidy) é a recrutadora, e precisará da união da nova escolhida Casey com o antigo escolhido Frank (agora nas formas do astro George Clooney), para salvar a Terra.

Apesar das boas ideias e da interessante mensagem ecológica de salvar o planeta, o roteiro é um tanto quanto confuso, e o diretor Brad Bird não realiza um bom trabalho de explicar minuciosamente seus detalhes. Existe igualmente uma deficiência de bons momentos, cenas memoráveis e diálogos chamativos. As boas intenções de Tomorrowland, assim como os esforços ecológicos para salvar o planeta, talvez passem em branco para a maioria das pessoas.

Crítica | Qualquer Gato Vira-Lata 2

Utilizando fórmulas norte-americanas de comédias que beiram ao pastelão, estreia nesta quinta-feira (04 de junho), o longa-metragem Qualquer Gato Vira-Lata 2. Sob a regência da dupla Roberto Santucci e Marcelo Antunez, o filme é uma mistura torva de comédia romântica com dramas existências, extremamente mal desenvolvidos. O ponto positivo chega apenas para a atuação de Álamo Facó e Marcelo Saback que, mesmo com algumas falas totalmente sem sentido e com seus personagens, muitas vezes, perdidos na história, conseguem tirar risadas do espectador sempre que em cena.

A história (bobinha, bobinha), baseada no espetáculo homônimo de Juca de Oliveira, conta a saga da bela Tati (Cleo Pires) que viaja com seu namorado Conrado (Malvino Salvador) para a paradisíaca Cancún, onde o segundo irá fazer um lançamento/conferência do seu novo livro. Aproveitando a ocasião, a inocente Tati arma um pedido de casamento surpresa com a ajuda de sua melhor amiga Paula (Leticia Novaes) e da mãe de Conrado, Glaucia (Stella Miranda). Quando o pedido vira um pesadelo, por conta da incerteza da resposta de Conrado, Tati parte em buscar de respostas para dúvidas que começam a pairar sobre seu relacionamento.

O filme tem sérios problemas quando falamos em roteiro. Parece que falta ritmo à trama, personagens não se encaixam ou são mal colocados, diálogos superficiais que não acrescentam em nada ao longo dos 104 minutos de projeção. Senão fosse as atuações já mencionadas na introdução, o filme seria mais um sonífero em forma de comédia nacional. Os protagonistas são inconstantes e parecem não conseguir o carisma necessário para prender a atenção do espectador. Cleo Pires se esforça mas sua personagem soa forçada, já Malvino Salvador desenvolve Conrado de maneira bem lúcida mas não deixa que ele continue sendo o personagem mais chato do filme.

É complicado analisar um filme tão frívolo como esta continuação. Tanto filme nacional bom que não tem nem 10% do marketing que este projeto terá. É de deixar o coração cinéfilo triste, Qualquer Gato Vira-Lata 2 é um mini enlatado tupiniquim criado a partir dos moldes norte-americanos. Nosso cinema, nosso público, merece mais.

Crítica | A Espiã que Sabia de Menos

Bond, Ryan, Hunt, Bourne e… McCarthy

Melissa McCarthy é a comediante sensação da atualidade nos EUA. Os brasileiros talvez não entendam o grande apelo que a atriz possui. Para simplificar, podemos dizer que ela é o Leandro Hassum de saias. Como nasceu nos EUA, seus filmes movimentam centenas de milhões de dólares ao redor do mundo, e a moça tem uma indicação ao Oscar a legitimando. Ela também trabalha dentro de uma indústria como Hollywood, que funciona, em sua maioria, de forma coesa e eficiente.

Mas também não é dizer que a comediante é à prova de falhas e só entrega sucessos. Ano passado, McCarthy provou o gosto do fracasso com Tammy, o qual confeccionou de forma íntima ao lado do marido, o ator e diretor Ben Falcone. Agora, McCarthy volta às boas com o sucesso, com esta grande produção, que funciona como boa sátira aos filmes de espiões.

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McCarthy interpreta Susan Cooper, funcionária de escritório da CIA, que trabalha como os olhos e ouvidos do superagente Bradley Fine, papel de Jude Law (claramente inspirado no espião James Bond). A abertura de A Espiã que Sabia de Menos é diretamente tirada da franquia do agente secreto mais famoso da sétima arte, 007. São diversas referências ao longo da jornada. Todos os clichês e momentos esperados de filmes assim são explorados, subvertidos e satirizados aqui.

O motivo do sucesso do filme, que tem uma das maiores aprovações do ano no agregador Rotten Tomatoes, é se tratar da nova parceria entre McCarthy e o diretor Paul Feig. Conhecido como um “diretor de mulheres”, Feig utiliza sempre protagonistas femininas em seus filmes, dando voz e força para elas e mostrando que podem fazer tudo igual ou melhor do que os homens. Foi assim em seus dois grandes sucessos Missão Madrinha de Casamento (considerado uma obra-prima do humor pelos americanos) e As Bem-Armadas (novo sucesso de Sandra Bullock, que vai gerar uma continuação).

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Feig emplaca seu terceiro sucesso, e o melhor, com a aprovação dos especialistas. O legal do roteiro, escrito pelo próprio Feig, é que não se trata de um texto preguiçoso, como geralmente ganhamos em comédias assim – sempre apostando no mais baixo denominador comum. Em “A Espiã”, Feig se esforça para entregar um presente aos cinéfilos e fãs de filmes do gênero. Susan Cooper é uma personagem bem escrita, inteligente e capaz, que ao ser criada de tal forma não subestima o público do filme.

A grande sacada da trama é que Susan sempre ficou nos bastidores, quando na verdade era capaz de realizar as mesmas façanhas de Fine (Law). Depois que o sujeito sai de cena, a protagonista vê a grande oportunidade de mostrar serviço e a agarra. Seu maior inimigo é a falta de autoestima. McCarthy usa a metralhadora giratória que chama de boca a seu favor e a favor do filme.

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A Dupla Feig e McCarthy cria um filme politicamente incorreto, violento, ácido e sacana. Que surpreendentemente ganhou censura alta nos EUA, justamente por tais elementos, eliminando assim grande parte de seu público alvo. Outra jogada corajosa, no entanto, arriscada.

O filme ainda arruma tempo para brincar com a persona durona de Jason Statham, subvertida num personagem bem engraçado, e com a vilã da petit Rose Byrne. O preconceito pode imperar, já que esta é uma comédia norte-americana, protagonizada por McCarthy. No entanto, A Espiã que Sabia de Menos merece a chance de te surpreender, assim como fez com este que vos fala.

Crítica | A Incrível História de Adaline

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Depois de dirigir o ótimo Celeste e Jesse Para Sempre (filme que passou desapercebido aqui no Brasil), o jovem cineasta Lee Toland Krieger voltou às telonas com o inusitado reconto moderno romântico A Incrível História de Adaline. Lembram daquelas histórias de começos “Era uma Vez”? Esse projeto caminha nessa vagarosa estrada, porém, possui uma profundidade marcante na maioria dos seus arcos, uma direção de arte espetacular e uma ótima atuação da atriz californiana Blake Lively. Tudo é muito bem feito nesse belo projeto que deve agradar ao público.

Ao longo dos 110 minutos de projeção, vamos conhecendo (muito por meio de flashbacks) uma linda mulher chamada Adaline Bowman (Blake Lively) que nasceu próximo da virada do último século e após um terrível acidente de carro nunca mais envelheceu. Depois de viver grandes amores, ser perseguida pelo FBI, ver sua filha envelhecer, trocar de nomes a cada nova década, resolve se entregar/viver um novo e recente amor, Ellis Jones (Michiel Huisman). Assim, deverá enfrentar todos os seus medos e receios de sua curiosa imortalidade.

O filme tem vários aspectos interessantes, que chamam a atenção. O primeiro deles são as explicações estribadas em conceitos físicos lógicos sobre a questão da imortalidade. Essa opção de uma explicação mais complexa merece nosso respeito, não só porque adiciona e muito à trama mas também porque não quiseram nos empurrar uma explanação parva. O segundo é a surpreendente delicadeza, sutileza e sobriedade da atuação de Blake Lively, uma atriz que vemos pouco nos cinemas e que se dedicou anos ao seriado Gossip Girl. O terceiro são os ótimos Harrison Ford e Ellen Burstyn (a eterna vencedora do Oscar, na opinião cinéfila, por sua magnífica atuação em Réquiem Para um Sonho (2000)) – Obs:  dane-se o que a Academia decidiu naquele ano) , cada um melhor que outro, tornando seus personagens impactantes para a história.

A Incrível História de Adaline estreou na última quinta-feira em alguns cinemas de todo o Brasil. Mesmo com algumas poucas fragilidades, é um trabalho requintado que beira ao primoroso, uma espécie de conto de fadas pós-moderno que possui elementos para fisgar públicos de todas as idades. Vale muito a pena conferir.

Crítica | Terremoto – A Falha de San Andreas

Um simulador de parque temático ao seu alcance

Quem não gosta de simuladores de parques de diversões? Milhares de pessoas viajam por ano para se divertir em parques internacionais, e um dos brinquedos mais visitados são os famosos simuladores. Pois bem, Terremoto: A Falha de San Andreas, novo blockbuster de 2015, entrega justamente isso: diversão passageira e despretensiosa por 114 minutos. É impossível não se empolgar.

O cinema catástrofe nasceu na década de 1970 e se transformou em um subgênero. Hoje, com o ápice dos efeitos visuais e o advento do 3D, o cinema catástrofe finalmente atinge o patamar planejado, o de uma experiência muito mais do que um filme. Pode-se argumentar o nascimento de um novo “animal”, que não necessariamente é uma produção cinematográfica –geralmente fazendo uso de elementos como roteiro, atuações, personagens, etc..

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De fato, Terremoto se comporta mais como uma premissa de vídeo game, ou dos próprios simuladores (sempre associados a uma leve trama). Aqui nada pode ser levado a sério, e tais elementos citados acima são apenas pincelados. O que todos querem ver ao adentrarem este filme são justamente as cenas de ação, muita destruição e efeitos de cair o queixo. Bem, é seguro dizer que todos sairão satisfeitos com o resultado.

Na “trama”, Dwayne ‘Rock’ Johnson é um ex-militar, atualmente trabalhando como piloto de um helicóptero de resgate. Recém separado (os papéis do divórcio acabam de chegar para ele assinar) da esposa (papel de Carla Gugino), ele sofre por ter que se afastar da filha, papel da beldade Alexandra Daddario (da série True Detective).

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A falha de San Andreas é o mote para o maior terremoto que a América do Norte já viu, como é explicado minuciosamente pelo personagem de Paul Giamatti, um cientista da área – para o papel era necessário um bom ator, que desse veracidade aos diálogos. Giamatti inclusive participa de algumas cenas de ação, em especial a da impressionante destruição da represa Roover em Nevada.

Repito que não há como racionalizar o filme. Terremoto passa por todos os clichês da cartilha de filmes assim, só faltou mesmo o cachorrinho. Temos a criança em perigo (Art Parkinson), o casal que se forma em meio ao desastre (Daddario e Hugo Johnstone-Burt), o ricaço canalha (Ioan Gruffudd), a megera pedante (Kylie Minogue), o sidekick do cientista (Will Yun Lee), a repórter que investiga tudo de perto (Archie Panjabi) e o casal que reata o relacionamento  (The Rock e Gugino). É fácil perceber também quais deles não chegarão até o final do filme.

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Terremoto não possui um roteiro novo ou personagens bem explorados. Realmente é difícil argumentar sobre a diferença entre ele e tantos outros do gênero que vimos ao longo dos anos, de O Dia Depois de Amanhã (2004) a 2012 (2009). Filmes assim devem ser adentrados com o estado de espírito certo, e ser avaliado pelo nível de diversão que nos causa.

Não culpo quem queira passar longe por achar que o filme não entrega conteúdo suficiente. No entanto, Terremoto é caloroso o suficiente, bem humorado, muito acelerado e possui um protagonista tão carismático que conseguiu me cativar. O ano está bom para os blockbusters.

Confirmada segunda temporada de “Sonic Highways”

Em entrevista ao NMEDave Grohl, vocalista do Foo Fighters, confirmou seus planos para uma segunda temporada de “Sonic Highways, a série-documentário de oito episódios exibida pela HBO que contou a história da música de oito cidades americanas e o processo de gravação do álbum homônimo da banda.

“Haverá uma segunda temporada de “Sonic Highways”. Pode ou não pode ser internacional. Pode ser um dia internacional. Pode ser só na Inglaterra, ou na Inglaterra e em outros países, ou em outros lugares nos Estados Unidos, com pessoas de outros países inspiradas por essas cidades americanas. A grande sacada desse conceito é que ele pode ser aplicado em qualquer lugar, porque toda cidade tem sua história musical. De todos os lugares, acho que a Inglaterra seria ridiculamente fácil. Tem muita história musical aqui.”

Embora Grohl afirme que haverá uma segunda temporada da série, ele não sabe quando.

“Quando acabamos a primeira (temporada), estava exausto. Fazer uma série, um álbum, uma turnê antes e depois do lançamento do álbum… você fica muito cansado. Mas tive a oportunidade de fazer isso. É uma espécie de prazer mágico na minha vida poder viajar pelos lugares, entrevistar as pessoas, aprender a história desses lugares legais. É claro que não desistiria disso.”

A primeira temporada de Sonic Highways”  mostrou o Foo Fighters em uma cidade diferente nos Estados Unidos: Chicago, Austin, Nashville, Los Angeles, Seattle, Nova Orleans, Washington e Nova York. O grupo gravou uma faixa do álbum em cada cidade e Grohl foi o responsável pela direção dos episódios. No Brasil, a série-documentário foi exibida pelo canal BIS.

Crítica | Segunda Chance

Não é de hoje que o cinema dinamarquês vem conquistando a atenção dos cinéfilos mundo à fora. A qualquer novo trabalho, as atenções se voltam de novo a essa intensa escola e ao seu  modo de contar uma história. Assim, começamos falando da cineasta Susanne Bier e a sua marca registrada em preencher a tela com emoções à flor da pele por meio das histórias tristes, e muitas vezes sem rumo, de seus personagens. Não há delicadeza no cinema de Bier, o ser humano é exposto aos seus mais profundos limites. As fraquezas são mostradas da forma mais nua e crua. Porém, neste trabalho, diferente de sua grande maioria passada, infelizmente, tudo dá errado e o filme vai se tornando tão ou mais sonolento do que assistir a um jogo de futebol narrado pelo Galvão Bueno.

Na trama, conhecemos o policial Andreas (Nikolaj Coster-Waldau), um sujeito boa praça que sofre um grande trauma em sua vida quando durante a noite seu único filho para de respirar. Desesperado e sem saber o que fazer, acaba escolhendo uma alternativa arriscada quando resolve trocar seu bebê por um outro. Essa escolha irá traçar para sempre seu destino.

Parece que falta alguma peça para somar a história. Não é toda hora que a famosa diretora dinamarquesa consegue prender a atenção do público com seus melodramas. Em Corações Livres, Depois do Casamento e Em Um Mundo Melhor Melhor a fórmula funciona bem melhor, nesse novo trabalho, que chegou aos cinemas brasileiros no último dia 04 de junho, não dá certo.

Mesmo com os ótimos Nikolaj Lie Kaas e Ulrich Thomsen, falta desenvolvimento dos personagens dentro da trama. Tudo é muito gratuito e muitas vezes confuso. É difícil aceitar essa fábula melodramática. Segunda Chance é um filme bem irregular que chega a ser chato em muitos momentos, acaba pagando por uma fórmula que nem sempre dá certo. Por tudo que já fez no cinema, Bier merecia uma segunda chance de fazer um filme decente.

Game Of Thrones – Temp. 05 – Ep. 08

UMA PAUSA DRAMÁTICA, PARA DELÍRIO DA PLATEIA

 

Como é bom pagar a língua! Este oitavo ep. compensou a primeira parte modorrenta desta quinta temp. de Game Of Thrones – GoT. Até o núcleo de Arya (Maisie Williams), que ainda andava em marcha lenta, apontou para caminhos interessantes. Seu diálogo com Jaqen H’ghar (Tom Wlaschiha) e suas andanças por Braavos deram muitas pistas sobre a guilda dos Homens Sem Rosto.

No ep. anterior, Davos Seaworth (Liam Cunningham) tentou convencer Stannis (Stephen Dillane) de não prosseguir com o ataque a Winterfell. Neste ep. 08, Roose Bolton (Michael McElhatton) e Ramsay Bolton (Iwan Rheon) traçavam a estratégia de defesa. Para Roose, o melhor é se aquartelarem e deixar que o soldado inverno cuide de Stannis. Ramsay, claro, prefere o ataque, inclusive como forma de demonstrar o poder da Casa. Esse diálogo reforça Ramsay como um sádico e beligerante; já Roose aparece, cada vez mais, como uma figura profunda em ambiguidades. Durante o Casamento Vermelho, ele parecia um traidor ambicioso. Nesta temporada, Roose surge mais centrado, cerebral, estrategista.

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Ainda em Winterfell, Theon (Alfie Allen) revelou para Sansa (Sophie Turner) que Bran (Isaac Hempstead Wright) e Rickon (Art Parkinson) estão vivos. Foi um instante tocante deste ep. Desde a diáspora dos Stark, nenhum membro da família se reencontrou, apenas receberam notícias uns dos outros. Enquanto a reunião familiar não acontece, momentos como esse de Sansa são um aperitivo para quem está na torcida pelos Starks.

Cersei (Lena Headey) permanece presa. Não sei se alguém, aí do outro lado, já começou a ter peninha dela, mas os roteiristas têm amassado bem o pão que ela anda comendo. Não sei o que a deixou mais humilhada, beber água do chão ou saber que Maester Pycelle (Julian Glover) está por cima. Resta saber até quanto Cersei irá aguentar e não confessar. Quem saber o nono ep. nas traga surpresas…

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Mesmo sendo uma temporada com problemas, não podemos negar que os roteiristas estavam inspirados na hora de escrever as falas de Tyrion (Peter Dinklage), debochadas, irônicas e profundas. Essas qualidades ficaram claras no seu encontro antológico com Daenerys (Emilia Clarke). Seja na defesa de Jorah (Iain Glen) – que escapou da morte, mas foi banido de Meereen – seja na esplendida conversa particular com Daenerys, Tyrion teve alguns de seus maiores momentos na série. Peter Dinklage, novamente, confirma-se como a maior estrela de GoT. Apesar da qualidade das cenas, confesso que a aliança entre os dois soou um pouco forçada.

O desfecho do ep. foi espetacular, daqueles que servem para calar a boca de pessoas chatas como eu, que falaram mal dos cinco primeiros eps. desta temporada – mas, pô, tavam ruins mesmo!

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Jon Snow (Kit Harington) e Tormund (Kristofer Hivju) reuniram-se com o Povo Livre para tentar convencê-los a uma aliança. A sequência da negociação costurada por diálogos tensos. Em um primeiro momento, apenas uma parte o grupo aceitou seguir para o sul da Muralha. Karsi (Birgitte Hjort Sørensen) foi a personagem que simbolizou essa união, enquanto Loboda (Zacharya Baharov) lidera os que se recusavam a seguir os Corvos.

Enquanto entravam nas embarcações, o acampamento foi atacado pelos Caminhantes Brancos (White Walkes). Mais uma vez, a direção da série provou conseguir produzir sequências fodásticas de ação, com alta qualidade na composição das cenas – sempre mantendo adrenalina, sem deixar o espectador perdido na ação – somada a pausas dramáticas muito bem colocadas. No caso, Jon Snow, com sua espada de aço Valiriano, matou um Caminhante Branco, levando a arquibancada ao delírio! O ep. terminou com o Rei da Noite (Richard Brake) resuscitando todos os mortos na batalha como Caminhantes Brancos.

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Esses acontecimentos finais parecem suficientes para selar a união entre Corvos e Selvagens, ao menos pelo lado daqueles que viram a batalha. Já pelo lado da Patrulha da Noite, a resistência será grande. Em uma cena anterior, Olly (Brenock O’Connor) explicou para Sam (John Bradley) que não consegue aceitar a ideia de se unir com os homens que mataram sua família. A dor dele resume o ódio que os dois lados nutrem. Aguardar para ver o que o nono ep. nos trará!

Crítica em vídeo | ‘Tomorrowland’ e ‘A Espiã que Sabia de Menos’

Acaba de sair do forno a nova edição do Cine Agenda, vídeo apresentado pelo editor Renato Marafon com as críticas aos principais lançamentos desse final de semana: ‘Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível‘ é ‘A Espiã que Sabia de Menos‘.

Assista:

Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível‘: Ligados por um destino, Casey (Britt Robertson), uma adolescente otimista e vibrante com curiosidade científica, e Frank (Clooney), um gênio desiludido, embarcam em uma missão repleta de perigos para desvendar os segredos de um local enigmático em algum lugar no tempo e no espaço conhecido como “Tomorrowland”. O que eles precisam fazer lá mudará o mundo — e eles — para sempre.

A Espiã que Sabia de Menos‘: Susan Cooper (Melissa McCarthy) é uma despretensiosa analista de base da CIA, e a heroína não reconhecida por trás das missões mais perigosas da Agência. Mas quando seu parceiro (Jude Law) sai da jogada, e outro agente (Jason Statham) fica comprometido, Susan se voluntaria para se infiltrar no mundo de um traficante de armas mortais e evitar um desastre global.

Game Of Thrones – Temp. 05 – Ep. 07

UM ÓTIMO EPISÓDIO, COMO NOS VELHOS TEMPOS

Até aonde Jon Snow (Kit Harington) não sabe das coisas? Ele sempre me pareceu um herói por acaso. Muito disso se deve a sua hesitação em tomar decisões e a sua falta de certeza nelas, o que lhe dá uma grande humanidade. Ao menos não me pareceu muito confiante quando, no começo deste sétimo ep., foi para além da Muralha tentar convencer os selvagem a se unirem aos corvos.

E morreu Maester Aemon (Peter Vaughan). Sempre tive um carinho por essa personagem.  Aemon era mais do que o sábio da Patrulha da Noite, ele era uma reserva moral do grupo. A perda dessa reserva moral torna mais simbólica a tentativa de estupro sofrida por Gilly (Hannah Murray). É como se os roteiristas esfregassem na nossa cara a degradação da patrulha.

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Eu tinha esperança de que nesta temporada fossemos ver o desbunde de Sansa (Sophie Turner) – elas só ainda não cometeram suicídio porque o nono ep. sempre guarda surpresas. Sansa pediu para Theon (Alfie Allen) acender uma vela no alto da torre como pedido de socorro. Claro que não deu certo. E Ramsay (Iwan Rheon) tratou de colocar Sansa no seu devido lugar…

Já comentei em outras resenhas o quanto gosto de Stannis Baratheon (Stephen Dillane). É uma figura trágica. Stephen Dillane dá à personagem um peso de um homem sofrido, cuja busca pelo trono fica entre a ambição e o sentimento de um dever (bem ou mal, ele realmente se vê como o legítimo sucessor). Sua aparição neste sétimo ep. reforça o seu lado honrado. Apesar do conselho sensato de Davos Seaworth (Liam Cunningham) para retornarem para Castelo Negro por conta do frio, Stannis recusou porque sabe que é um caminho impossível. Ou é atacar Winterfell ou é perder todo o respeito que ainda tem e tornar-se O Rei Que Foge. Para completar, Melisandre (Carice van Houten) propôs o sacrifício de sua filha, algo recusado por Stannis.

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Os eventos mais importantes do ep. ocorreram em Essos e em Porto Real.

Em Essos, o mais delicioso foram os argumentos de Tyrion (Peter Dinklage) para convencer o senhor de escravos de que comprou Jorah (Iain Glen) a levá-lo junto no pacote. Do humor para a ação, depois de ver Daenerys (Emilia Clarke), Jorah invadiu a arena dos gladiadores e começou a derrubar todos os oponentes. Ao perceber de quem se tratava, Daenerys saiu da surpresa para a repulsa. Não pudemos deixar de sentir a dor de Jorah com a reação de Daenerys.

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Em Porto Real, as protagonistas foram Olenna (Diana Rigg) e Cersei (Lena Headey). Olenna demonstrou, mais uma vez, que é a força que sustenta a casa dos Tyrell. Seus diálogos com o Alto Pardal (Jonathan Pryce) e com Baelish (Aidan Gillen), mesmo não resultando na liberdade de seus netos, parecem que tiveram influência na prisão de Cersei. Sim!, Cersei acabou sendo presa pelos fanáticos do Pardal. O diálogo dela com o Pardal, pouco antes da prisão, foi cercado de ambiguidades. Num primeiro plano, o Alto Pardal parece realmente não ver limites para impor sua fé. Porém…, não podemos ter certeza se o grau de fanatismo do Pardal é tão suicida assim. Afinal, Olenna e Baelish estavam se articulando e Tommen (Dean-Charles Chapman) demonstrou-se indignado com a prisão de Margaery (Natalie Dormer). O mais provável é que por de trás da prisão de Cersei esteja essa galerinha do barulho. O que seria muito coerente, pois sempre o exercício do poder exige alianças.

 

Adaptação hollywoodiana de ‘O Alquimista’, de Paulo Coelho, contrata protagonista

Há onze anos, a adaptação do livro ‘O Alquimista‘, de Paulo Coelho, roda Hollywood para sair do papel. Agora, finalmente o projeto começou a ganhar vida, e contratou seu protagonista.

Idris Elba (‘Thor’) assinou contrato para interpretar o protagonista, Santiago.

A direção ficará por conta de Laurence Fishburne (‘Matrix’), com produção de Harvey Weinstein. Fishburne tem apenas um filme no seu currículo como diretor, o drama ‘Once in the Life‘ (2000).

As filmagens devem começar no próximo ano. O filme está em desenvolvimento desde 1994, quando Paulo Coelho vendeu os direitos de adaptação para a Warner Bros. por US$ 250 mil.

Scott McGehee e David Siegel, que dirigiram os filmes ‘Até o Fim‘ e ‘Palavras de Amor‘, roteirizam.

A história acompanha Santiago, um rapaz bem educado que tinha a intenção de se tornar padre. O desejo por viajar, entretanto, forçou-o a tornar-se pastor. Apesar de contente com sua vida, ele sonha com um tesouro escondido, e um vidente o manda seguir as instruções de seu sonho: ir às pirâmides do Egito, onde ele encontrará o tesouro. Santiago consegue chegar às pirâmides e lá descobre onde sua fortuna será realmente encontrada.

O orçamento será de US$ 60 milhões.

Paulo Coelho é o autor brasileiro mais popular do mundo. Suas 26 obras venderam ao todo mais de 150 milhões de cópias, foram traduzidas em 80 idiomas, e distribuídas em mais de 160 países. Autor de “O Diário de Um Mago” e “O Alquimista“, o escritor é ainda mais conhecido que qualquer um de seus livros.

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Romance Policial

(Romance Policial)

 

Elenco:

Daniel de Oliveira, Alvaro Rudolphy, Daniela Ramirez

Direção: Jorge Durán

Gênero: Drama, Nacional

Duração: 98 min.

Distribuidora: Pandora

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 04 de Junho de 2015

Sinopse:

Antonio, funcionário público com vocação não assumida para escritor, viaja ao Deserto de Atacama em busca de inspiração para redigir um conto. A paisagem árida e ao mesmo tempo deslumbrante lhe causa tremenda admiração. O conto muda de rumo quando Antonio, passeando pelo deserto, avista fugazmente uma pessoa fugindo. Por curiosidade vai até o lugar onde a avistou e encontra um homem assassinado. Ele é detido por Martinez, policial chileno, que o proíbe de deixar o país. Na vila, conhece Florencia com a qual inicia uma relação de atração e desejo. O que ele vivencia transforma sua escrita na forma e no conteúdo. Observando os petróglifos gravados nas rochas, os esparsos vestígios do passado, as formas da natureza bela e inóspita, os vulcões imponentes, “tão calmos por fora, fervendo por dentro”, Antonio chega por fim a entender as motivações do crime. Uma dolorosa investigação pessoal na qual está envolvida a jovem chilena com quem se relaciona, sua amante e inspiradora do seu romance, e o policial chileno. A travessia vivida o torna um escritor consciente do poder da memória, da imaginação no processo de criação e da força da história.

Curiosidades:

» Escrito e dirigido pelo chileno Jorge Durán.

» O longa marcou a primeira vez que Durán filma no Chile desde o golpe militar de 1973.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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Sangue Azul

(Sangue Azul)

 

 Sangue Azul<br /> (2014) on IMDb

Elenco: Daniel de Oliveira, Caloline Abras, Sandra Corvelone, Rômulo Braga, Milhem Cortaz, Matheus Nachtergaele Ruy Guerra e Paulo César Pereio.

Direção: Lírio Ferreira

Gênero: Drama, Suspense

Duração: 115 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 04 de Junho de 2015

Sinopse: 

Há vinte anos atrás, numa ilha vulcânica e paradisíaca, um menino de dez anos foi separado de sua irmã. A mãe, temerosa de que uma atração incestuosa se desenvolvesse entre os dois, fez uma escolha e optou por mandar seu filho para o continente. O menino foi entregue a Kaleb, o ilusionista do Circo Netuno, que passava pela ilha. No continente, Kaleb instruiu o menino nas artes do circo e do espírito, onde o ex-ilhéu se tornou Zolah, o Homem Bala.

Curiosidades: 

» Sangue Azul – O Filme abriu a Mostra Panorama do Festival de Berlim na noite de ontem.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: