Site Página 8052

Vai que dá Certo

(Vai que dá Certo)

Elenco:
Lucio Mauro Filho, Danton Melo, Bruno Mazzeo, Fábio Porchat.

Direção: Maurício Farias

Gênero: Comédia

Duração:
87 min.

Distribuidora:
Imagem Filmes

Orçamento:
US$ — milhões

Estreia:
22 de Março de 2013

Sinopse:
Cinco amigos de adolescência compartilham a frustração de não terem alcançado o sucesso que projetaram
para suas vidas. A possibilidade de recuperar o tempo perdido surge através de uma tentadora e arriscada proposta: o assalto a uma transportadora de valores. O crime (quase) perfeito que prometia transformar suas trajetórias cumpre o seu propósito, mas não exatamente do jeito que eles
esperavam.

Curiosidades:

»—

Trailer:

“Robin Williams era um homem extraordinário”, diz o diretor Barry Levinson em Veneza

O cineasta Barry Levinson está no Festival de Veneza divulgando The Humbling (A Humilhação, em tradução livre), seu novo filme que tem Al Pacino como protagonista. Exibido fora de competição , o longa chamou a atenção por ter cenas semelhantes a Birdman, de Alejandro González Iñárritu, filme de abertura do festival. Levinson minimizou o assunto na coletiva de seu filme, mas não fugiu da pergunta sobre o ator Robin Williams, falecido recentemente. O cineasta e Williams trabalharam juntos em O Homem do Ano e no emblemático Bom Dia, Vietnã, que rendeu ao ator sua primeira indicação ao Oscar.

Veneza tem disputa acirrada para prêmio de melhor ator

“Robin se foi em uma circunstância trágica, que ninguém nunca vai entender. Ele era um homem sensível, brilhante, extraordinário. Nao tenho palavras para defini-lo. Tenho a lembrança dele em Bom dia, Vietnã, quando ele fez um monte de amigos entre os atores locais , estabelecendo com eles a relação da humanidade e empatia que fez desse filme algo realmente inesquecível”.

Apos ouvirem a resposta de Levinson, os jornalistas permaneceram em silêncio por alguns segundos, e a coletiva se encerrou com uma salva de palmas em homenagem a Robin Williams.

Al Pacino apresenta dois filmes no Festival de Veneza

Comédia com Owen Wilson faz sucesso em Veneza

Drama estrelado por Andrew Garfield é destaque no Festival de Veneza

Comédia ácida com Michael Keaton abre o Festival de Veneza

 

por Janaina Pereira, enviada especial a Veneza

Mulher-Maravilha original diz o que pensa do novo uniforme da heroína

Em entrevista ao Access Hollywood, a atriz Lynda Carter, intérprete original da Mulher-Maravilha na série de TV dos anos 1970, comentou o uniforme da heroína em ‘Batman v Superman: Dawn of Justice‘.

“Bem, eu senti falta do vermelho, branco e azul, tenho que dizer. Talvez haja mais cor nele do que vimos na foto”, opinou.

Carter também disse o que acha da nova encarnação da amazona, feita pela atriz Gal Gadot (‘Velozes e Furiosos 6’).

“É quase impossível de interpretar um super-herói, de qualquer forma. Você não consegue. Você interpreta um personagem que acontece de ter incríveis poderes. Essa é a única forma. E os uniformes falam por si mesmos… Mas eu tenho que esperar pra ver, odeio comentar algo que eu ainda não vi. Sou muito solidária a Gal Gadot, dou muito apoio a quem estiver fazendo a Mulher-Maravilha. Eu acho que ela precisa estar por aí, e estou muito feliz [com a volta da personagem].”

lyndacarter

Clark Kent visita Gotham em novas fotos de ‘Batman v Superman’

Recentemente, a Warner Bros. alterou a data de estreia de ‘Batman v Superman: Dawn of Justice para evitar confronto com ‘Capitão América 3‘ nas bilheterias. De maio de 2016, o filme foi adiantado para 25 de março do mesmo ano.

Em ‘Batman v Superman: Dawn of Justice‘, Ben Affleck será Bruce Wayne/Batman. Jeremy Irons (‘Dezesseis Luas’) viverá o mordomo Alfred. A atriz israelense Gal Gadot, conhecida por interpretar Gisele em ‘Velozes e Furiosos 4, 5 e 6‘, será a Mulher-Maravilha. Ela concorria ao papel com Olga Kurylenko (‘Oblivion’) e Elodie Yung (‘G.I. Joe: Retaliação’). Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) será Lex Luthor. O elenco contará com a volta dos principais astros de ‘O Homem de Aço’: Henry Cavill (Clark Kent), Amy Adams (Lois Lane), Laurence Fishburne (Perry White) e Diane Lane (Martha Kent).

Warner proíbe piadas em ‘Batman V Superman’ e outros filmes da DC

O diretor Zack Snyder retorna. O roteiro será novamente de David S. Goyer, que assinou a trilogia ‘Batman’ e ‘O Homem de Aço’.

Se Eu Ficar

A vida é uma grande bagunça, uma eterna arte de saber andar na roda gigante. Baseado no livro de sucesso de Gayle Forman, o novo blockbuster a chegar nos cinemas brasileiros, Se Eu Ficar, é um projeto muito interessante que possui diversos pontos positivos. Os diálogos movidos a rock and roll, o carisma dos personagens e o excelente roteiro adaptado, são alguns dos destaques desse emocionante filme. A inflexão da linearidade do roteiro, transforma o ritmo da história, fazendo com que o espectador não consiga desgrudar os olhos da telona.

Na trama, conhecemos a história de Mia Hall (Chloë Grace Moretz), uma jovem e talentosa musicista que vive uma vida feliz ao lado da família e do grande amor de sua vida, Adam (Jamie Blackley). Tudo ia bem, até que um dia de muita neve na estrada, um terrível acidente acontece e desleais consequências catastróficas atingem em cheio essa jovem. Com uso de flashbacks, vamos conhecendo todos os grandes momentos da vida de Mia, até a hora da decisão final que ela precisa tomar.

if-I-ghost

Lágrimas e lágrimas, sim. Mas o filme é muito maior do que o nosso medo de se emocionar em uma cadeira de cinema. O clima ansioso do arco introdutório se torna um drama daqueles de machucar bem forte nossos corações. Ela escolheu Beethoven e o violoncelo, ele escolheu os Stones e guitarra. A história de amor embutida na trama, entre Mia e Adam é muito bonita, repleta de momentos inesquecíveis. Mia Hall é mais um belo personagem executado pela espetacular atriz Chloë Grace Moretz. Nós conhecemos toda a história através dos olhos dela, que possui uma visão do mundo como a de muitos jovens dessa idade: sonhos, dúvidas, paixões, amores, amizades intensas, dramas e dilemas. O espectador embarca em uma estrada de emoções variadas a todo instante e pode se identificar com grande parte dessa trajetória.

If-I-Stay-Movie

Como o filme foi adaptado de um livro, com certeza vão existir milhares de comparações. Uma coisa é certa, a roteirista Shauna Cross consegue realizar um trabalho excepcional. O roteiro é pensado de forma a preencher todas as lacunas que o livro possui. Os personagens são ótimos e muito bem executados pelos atores. Além da protagonista, vale o destaque para Joshua Leonard e Mireille Enos que fazem os pais de Mia. Ambos possuem uma força cênica impressionante e fazem um contraponto interessante na história, enchendo a tela de alegria com ótimos diálogos.

Não sentir mais o cheiro das aventuras culinárias de seu pai, não ouvir os hilários comentários da mamãe metaleira, não viver novas e maravilhosas aventuras apaixonadas com o grande amor de sua vida. Mas Mia tem uma escolha, tem a música, tem o amor. O que será que vai acontecer? Qual será o final dessa história? Preparem os lenços, comprem a pipoca e não deixem de assistir a esse belo longa-metragem.

Crítica em Vídeo | ‘Lucy’, ‘No Olho do Tornado’ e ‘Magia ao Luar’

Acaba de sair do forno a nova edição do CineAgenda, vídeo apresentado pelo editor Renato Marafon com as estreias deste final de semana (29 de Agosto).

Toda semana, vamos informar sobre os lançamentos e comentá-los.

Lucy

O longa acompanha Lucy (Scarlett Johansson), uma jovem recrutada para transportar drogas no próprio estômago por mafiosos orientais. Após o corpo absorver a substância, Lucy passa a usar 100% da capacidade de seu cérebro, se transformando em uma “supermulher”. O filme ainda conta com Morgan Freeman interpretando um cientista que auxilia Lucy com sua transformação.

No Olho do Tornado

Em um único dia, a cidade de Silverton é devastada por um ataque sem precedentes de tornados. A cidade inteira está à mercê dos instáveis e mortais ciclones, e, como preveem os caçadores de tempestades, o pior ainda está por vir. A maioria das pessoas procura abrigo, enquanto outras correm para o centro dos tornados, testando o quão longe um caçador de tempestades iria por essa oportunidade única na vida.
Contado através dos olhos e lentes de caçadores de tempestades profissionais, amadores em busca de aventuras e corajosas pessoas da cidade, “No Olho do Tornado” te joga diretamente no olho do furacão para testar a Mãe Natureza no seu extremo.

Magia ao Luar

Stanley (Colin Firth), um talentoso mágico é contratado para desmascarar uma simpática jovem que afirma ser médium. Inicialmente cético, ele aos poucos começa a duvidar de suas certezas e se vê cada vez mais encantado pela jovem Sophie(Emma Stone). Comédia romântica escrita e dirigida por Woody Allen.

Magia ao Luar

Woody Allen espiritual e sobrenatural

É chegada a época do ano na qual ganhamos o novo exemplar do diretor septuagenário Woody Allen. Com aproximadamente 45 obras dirigidas no currículo, o cineasta pode se orgulhar de ter uma das maiores filmografias da história da sétima arte. E mais ainda por serem em sua maioria filmes de muita qualidade. Escrevendo todas as histórias, Allen usa muito de seus gostos pessoais e pensamentos sobre a vida em seus textos, porém, seus filmes não poderiam ser mais distintos em relação ao tema um do outro.

Aqui, Allen resolve abordar o espiritismo e a mediunidade pela primeira vez na carreira. O vencedor do Oscar Colin Firth interpreta um ilusionista famoso, que se apresenta pelo mundo sob a alcunha de Wei Ling Soo, fazendo uso de uma caracterização que o transforma em um personagem chinês. O protagonista recebe a visita do melhor amigo, vivido pelo britânico Simon McBurney, que lhe pede ajuda para desvendar o caso de uma médium charlatã.

CinePop 3

A jovem Sophie Baker (Emma Stone) se tornou sensação na Riviera Francesa, com suas visões do passado, contatos espirituais (realizados através de sessões) e ligação com o sobrenatural. O personagem de Firth é convidado a desmascarar a moça, já que é um forte opositor de fraudes do tipo. A menina, muito charmosa, arranjou inclusive um pretendente, na forma de um jovem milionário (Hamish Linklater).

Passado na década de 1920, Magia ao Luar se aproxima do clima oferecido em Meia Noite em Paris, com sua nostalgia impregnando a tela e nos contagiando, além de certo sentimento mágico em relação ao desconhecido. Se Meia Noite em Paris brincava com a volta no tempo, Magia ao Luar nos proporciona o deslumbramento por uma figura onisciente. Os elementos que Allen tanto adora (e que através de seu gosto aprendemos a apreciar também), claro, não poderiam faltar.

CinePop 4

Jazz, arte, literatura, paranoia e certo desprezo em relação à humanidade (provido pelo protagonista) marcam presença. Emma Stone (a nova musa de Allen) exala carisma na pele da possível vigarista. Sua presença ilumina cada cena em que a atriz está. Já Firth fica com a parte curta da vara, com um personagem que beira o insuportável. Mesmo trazendo grande parte do humor, o protagonista (que é a persona de Allen no filme) não exibe um traço de charme.

Não existe muita química entre os atores principais, que possuem uma barreira de quase 30 anos de separação entre suas idades. Mas ei, este é um filme de Woody Allen. Podemos perceber também que o diretor tem apostado em reviravoltas em seus roteiros nos últimos trabalhos. Em Meia Noite em Paris e Blue Jasmine funcionou, aqui não funciona muito. Em seu desfecho, com a reviravolta, Magia ao Luar perde grande parte do seu brilho.

O filme é privado dos elementos que eram seus chamarizes e se torna apenas um exercício mundano e pouco inspirado. Exatamente pelo fato, Magia ao Luar vem sendo definido como um filme menor de Woody Allen, categoria na qual recaem suas não obras-primas. Mas não fique decepcionado, um trabalho menor de Allen ainda é maior do que grande parte do que vemos nos cinemas.

Quarteto Fantástico 2

(The Fantastic Four 2)

 

Elenco:

Direção:

Gênero: Ação

Duração: — min.

Distribuidora: Fox

Orçamento: R$ —

Estreia: 2 de Julho de 2020

Sinopse: 

Segundo filme da nova franquia dos personagens de quadrinhos, que será lançada em 2015.

Curiosidades: 

» —

 

Trailer:

Cartazes: 

‘Friends’: Central Perk será inaugurado em Nova York

Quem nunca sonhou em tomar uma café na fictícia cafeteria Central Perk, da série ‘Friends‘?

Pois bem, seu sonho pode se realizar. A Warner Bros. TV, em parceria com a Eight O’Clock Coffee, recriaram o famoso local em Nova York, que será inaugurado em 17 de setembro, mas funcionará apenas por um mês (até 18 de outubro).

Atrizes de ‘Friends’ reprisam suas personagens em programa de TV

A versão real do Central Perk foi montada dentro de um das lojas da rede Eight O’Clock Coffee, no bairro do SoHo, e conta inclusive com o icônico sofá laranja que serviu de cenário para várias reuniões dos personagens Monica, Chandler, Ross, Rachel, Phoebe e Joe.

O estabelecimento terá ainda shows ao vivo, com direito a hits de Phoebe (como “Smelly Cat”), concursos, distribuição de brindes e produtos de ‘Friends‘, e a presença do ator James Michael Tyler, intérprete de Gunther na finada série, que estará presente na abertura do Central Perk para atender os fãs.

A cafeteria funcionará de segunda a sexta-feira das 8h às 20h, e sábados e domingos das 10h às 20h.

central-perk-logo

Magia ao Luar

(Magic in the Moonlight)

 

Elenco:

Colin Firth, Emma Stone, Marcia Gay Harden, Jacki Weaver, Antonia Clarke, Natasha Andrews, Valérie Beaulieu, Peter Wollasch, Jürgen Zwingel, Wolfgang Pissors, Sébastien Siroux.

Direção: Woody Allen

Gênero: Comédia Romântica

Duração: 97 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 28 de Agosto de 2014

Sinopse:

Stanley (Colin Firth), um talentoso mágico é contratado para desmascarar uma simpática jovem que afirma ser médium. Inicialmente cético, ele aos poucos começa a duvidar de suas certezas e se vê cada vez mais encantado pela jovem Sophie(Emma Stone). Comédia romântica escrita e dirigida por Woody Allen.

Curiosidades:

» Novo filme do cineasta Woody Allen (‘Meia-Noite em Paris’).

»  Jacki Weaver (‘O Lado Bom da Vida’), Eileen Atkins (‘Dezesseis Luas’), Simon McBurney (‘Robin Hood’), Hamish Linklater (‘Battleship: A Batalha dos Mares’) e Erica Leerhsen (‘O Massacre da Serra Elétrica’) completam o elenco.

»  As filmagens aconteceram em Nice, no sul da França, onde a trama é ambientada.

Trailer:

Cartazes:

magiaaoluar_1

Fotos:

Anjos da Lei 2

Mais humor e muito mais bromance

Baseado na série de TV dos anos 1980 (que revelou o astro Johnny Depp), Anjos da Lei (2012) se tornou um enorme sucesso de público e crítica (principalmente nos EUA). Os motivos foram três. O roteiro escrito por Michael Bacall e Jonah Hill, a direção frenética da dupla Phil Lord e Christopher Miller (responsáveis pelo igualmente alucinado Uma Aventura Lego) e a química perfeita dos protagonistas Hill e Channing Tatum. O sucesso em Hollywood se traduz em continuação, mas aqui felizmente Anjos da Lei 2 é cínico o bastante para brincar inclusive com esta condição.

O próprio título original, 22 Jump Street (ao invés do tradicional 21), já é motivo de piada, quando a delegacia secreta é transferida para a igreja abandonada ao lado da antiga. A dupla protagonista Schmidt (Hill) e Jenko (Tatum) se graduou e agora vão para a universidade. Lá, precisam desvendar um novo caso de drogas envolvendo a morte de uma aluna. O esperado era que a sequência repetisse o original, no entanto, Anjos da Lei 2 se sai tão bem, que pode ser dito ter superado seu antecessor.

Cinepop 3

O humor continua uma metralhadora, atirando para todos os lados. Sobram piadas internas, referências ao primeiro filme, ironia aos clichês de filmes de ação, e por aí vai. Grande parte disso já havia sido apresentado na produção anterior, porém, esta sequência consegue elevar ainda mais o material, rompendo os limites. Mesmo que não queiramos admitir, Anjos da Lei 2 é um filme muito engraçado e funciona. Se torna mais satisfatório do que o anterior porque agora já sabemos exatamente o que esperar. O filme usa de humor inteligente e quando precisa utilizar de humor idiota, o faz sabendo do fato, apontando para ele e rindo junto conosco.

A direção continua com Lord e Miller, e Jonah Hill apenas cria a história (sem assinar o roteiro desta vez). Se no primeiro a aposta era na inversão de papéis dos protagonistas (Hill era o popular e Tatum andava com os nerds) e em uma segunda chance no colegial, aqui o mote é o relacionamento de amizade entre a dupla, o chamado bromance (relacionamento entre homens heterossexuais, próximo a um romance). Dessa vez é Tatum quem recebe uma segunda chance, quando os laços de amizade com o provável traficante (Wyatt Russell) o levam a uma possível carreira como jogador de futebol americano.

Cinepop 2

O fato o afasta de seu parceiro. Como consolação, Hill se aproxima da bela Maya (Amber Stevens), uma estudante de arte, com quem desenvolve um relacionamento amoroso. Desta subtrama sai uma das guinadas mais histéricas do roteiro. Mais do que seu predecessor, Anjos da Lei 2 é uma grande brincadeira, que não se leva a sério nem por um minuto. Tudo é criado de forma jocosa, nos deixando entretidos durante toda a projeção.

É admirável perceber como um roteiro pode ser trabalhado de tal forma, na qual não nos dá descanso do seu humor autoconsciente.  Tudo parece existir para tirar sarro de algo, ou como base de um comentário satírico sobre elementos formadores de sua própria estrutura. As idades dos protagonistas, velhos demais para a universidade, é uma gag recorrente aqui. Uma das piadas mais legais vem com as cenas entre os créditos, que brincam incessantemente com as possíveis continuações.  Anjos da Lei 2 já é anunciado como a continuação mais engraçada de todos os tempos. Veja e confirme.

Atrizes de ‘Friends’ reprisam suas personagens em programa de TV

Para comemorar o aniversário de 20 anos da estreia de ‘Friends‘, as protagonistas femininas da série, Jennifer Aniston (Rachel), Courteney Cox (Monica) e Lisa Kudrow (Phoebe), reprisaram suas personagens no programa de Jimmy Kimmel.

Durante um esquete escrito por Kimmel, e que também contou com a participação do apresentador, as atrizes revisitaram um dos mais famosos cenários da série, o apartamento da personagem Monica.

Réplica do Central Perk, de ‘Friends’, é inaugurada em Nova York

Confira o vídeo da reunião de parte do elenco de ‘Friends‘:

Uma Lição de Vida

A educação é uma baita escolha no caminho para você ser feliz. Com um hiato de 3 anos, chegou ao circuito de cinema no Brasil ,esse mês, o maravilhoso filme Uma Lição de Vida. Contando a saga de um homem em busca do simples objetivo em aprender a ler e escrever – isso aos 84 anos – o diretor britânico Justin Chadwick (que dirigiu o interessante A Outra) conseguiu reunir todos os elementos para transformar esse trabalho em algo que emociona até os corações mais duros que possam existir. A atuação de Oliver Litondo, que interpreta o protagonista Maruge, é uma das coisas mais lindas que vimos no cinema neste ano.

Cinemascope-Uma-Lição-de-Vida-1

Na trama, conhecemos melhor um país que sabemos muito pouco infelizmente, o Quênia. Lá, após um incentivo na educação, surge um senhor carismático de 84 anos chamado Maruge (Oliver Litondo) que possui uma vontade inspiradora de aprender a ler e escrever. Lutando contra todo tipo de preconceito que vocês possam imaginar, Maruge contará com a ajuda da corajosa professora Jane (Naomie Harris) para realizar o seu grande sonho.

Esse trabalho entra naquelas longas listas de filmes que devem ser usados por educadores de todo o mundo como forma de inspirar o aprender. Rompendo barreiras, mostrando uma realidade distante de muitos nesse planeta, o sentimento fala tão mais forte que ao final das sessões a emoção toma conta da gente de uma maneira que vira algo marcante. Alguns se incomodam pelos clichês que existem no filme e da maneira como foi conduzida essa história. Mas meus amigos, acreditem, vocês precisam abrir o coração e deixar a história contagiar vocês por inteiro. A direção é competente, preenche todas as lacunas do passado do protagonista o que nos ajuda a entender a cada minuto melhor essa grande história de superação.

the-first-grader-1-hr

O absurdo maior em torno desse lançamento, não tem nada haver com o filme em si. Tem haver com a distribuição bisonha que foi feita pelo filme aqui no Brasil. O que adianta comprar os direitos do filme se não há o mínimo de carinho para colocar ele nas salas quando o mesmo entra em circuito? O filme em questão não foi absorvido pelos magnatas dos multiplex, talvez pelos não tão conhecidos atores , talvez pela grande oferta de outros filmes (muitos deles blockbusters). O fato é que esse filme ficou apenas uma semana em cartaz no RJ e isso, meus caros amigos, é de uma tristeza sem tamanho. Não perca a chance dessa história conquistar o seu coração!

Um Belo Domingo

Em busca de um novo viver, às vezes, damos voltas e voltas. Misturando subtramas interessantes com sonolentos, e nenhum pouco carismáticos personagens, o novo trabalho da atriz e diretora Nicole Garcia, Um Belo Domingo, daria certo se fosse um curta-metragem que mostra-se apenas o arco final dessa história. Os atores, pouco inspirados, parecem engessados construindo muito pouco seus personagens. De positivo, as lindas paisagens de uma Europa aos olhos da nobreza.

un-beau-dimanche

Na trama, conhecemos o tímido/introspectivo/traumatizado professor Baptiste Cambière (Pierre Rochefort), um homem que esconde de todos seu passado. Certo dia, oferece uma carona para um de seus alunos e depois de uma conversa com o pai do menino, acaba parando em uma praia paradisíaca e conhece Sandra (interpretada pela belíssima atriz Louise Bourgoin), a mãe do menino. Sandra, se encontra em uma situação financeira difícil e por isso, o professor resolve ajudá-la mesmo tendo que enfrentar seu passado novamente.

A história demora para conquistar a atenção do público. O clímax acontece quase no fim da história e não causa o impacto que deveria/poderia. A direção de Nicole Garcia é apenas regular, mostra lindas paisagens mas não consegue segurar a atenção nos momentos de interação dos personagens em cena. Senão fosse o desfecho com um certo ar de surpresa e revelações, esse filme seria facilmente figurinha carimbada nas listas de piores e mais chatos filmes do ano.

un-beau-dimanche-05-02-2014-2-g

Com uma abertura apenas modesta no circuito carioca, não vai causar o burburinho da melhor forma de divulgação de um filme, o boca a boca. Fotógrafos podem gostar do filme, produtores podem ter ideias de locações de futuras produções ao assistir Um Belo Domingo, os cinéfilos…bem, tem coisa melhor para assistir no circuito. O titulo nacional bem poderia ser: um belo filme de segunda! Se é que me entendem.

No Olho do Tornado (2)

Acredito que eu tenho acompanhado os últimos trailers com muita expectativa. Sei que não dá para esperar muita reflexão em um filme de aventura sobre tornados, oriundo do contexto hollywoodiano de produção (na verdade, acho que é um excelente espaço para debater as questões ambientais, assunto cotidiano), mas desta vez os envolvidos no projeto pegaram pesado com o espectador. As famosas respiradas profundas, os sons de canto de boca e outras manifestações de desagrado mixaram o sistema de som dos críticos presentes na sessão, e, desta vez, sou a favor dos meus colegas.

No-Olho-do-Tornado-01

Um tornado promete chegar numa cidade dos Estados Unidos e destruir tudo que encontrar pela frente. Pronto. Este é o argumento. Logo depois, os envolvidos no projeto trataram de organizar alguns grupos de personagens que por uma ironia do destino, vão se encontrar e formar o grupo protagonista da história: uma equipe formada por uma especialista em tornados e alguns jornalistas ávidos pelo furo de reportagem, uma escola no dia de formatura, uma família em desequilíbrio (ausência da mãe, pelo menos não transformou tudo num estereótipo completo) com dois filhos e um pai mandão e chato, além de dois amigos sem noção que registram tudo que acontece no local para colocar na internet. Alguns são liquidados, outros conseguem se salvar, numa narrativa preguiçosa, com direção idem.

Os efeitos especiais e o sistema de som agradam, mas os clichês tornam a história muito óbvia. A tentativa de incluir uma narrativa que mescla primeira e terceira pessoa naufraga, bem como as discussões superficiais sobre sustentabilidade e novas mídias, a febre da vez: a moda da vez é ironizar os vídeos do You Tube e das exposições pessoais nas redes sociais. E mais uma vez, volto para Wes Craven: poucos conseguem discutir este tema com profundidade numa narrativa pop. Pânico 4 e seu final apoteótico ainda são insuperáveis nestes aspectos.

olhotornado

Com uma média de 90 minutos de produção, No Olho do Tornado poderia ser um filme com avaliação regular, se não fossem os seus segundos finais. Ao escorregar no ridículo e investir numa conclusão que vai dar pano para manga para a turma envolvida em Todo Mundo em Pânico, este aventura bebe na fonte de Spielberg, mas não consegue ir além. A indústria do cinema, por sinal, tenta copiar a fórmula do diretor, mas parece que não consegue nunca. Vejamos o caso de Tubarão. Tantas versões diferente, mas nenhuma com a proeza do som, montagem e horror social do clássico dos anos 1970. Depois de Jurassic Park, todos os filmes de dinossauros ainda são inferiores ao mote do filme de 1994 e das suas continuações. Posso afirmar o mesmo sobre filmes catastróficos envolvendo tornados: Twister pode não ser uma obra prima, ter alguns momentos nonsense, mas ainda consegue ser melhor, ter atuações dignas e efeitos que mesmo sendo de 1995, ainda não perdem nada para esta produção contemporânea.

No Olho do Tornado

Depois do temporal, vem a calmaria. Lembra dessa frase? Depois de dirigir o chatíssimo Premonição V, o diretor Steve Quale embarca em um projeto cheio de rajadas de ventos, personagens sem carisma, clichês das antigas que gera altas doses de sono. No Olho do Tornado tem efeitos especiais bem legais, até alguns lances de destruição impressionantes (estilo Michael Bay de destruir cenários) mas nada, absolutamente nada, consegue melhorar a fraca história. Outro ponto negativo é o uso de 2D apenas. Esse filme é para ser visto com o óculos 3D grudados nos olhos do espectador (a cabine de imprensa no RJ pelo menos foi em 2D).

olhotornado

Na trama, conhecemos alguns caçadores de tornados. Sim, isso mesmo: pessoas que vivem andando em bando para capturar imagens inéditas dessa força da natureza. Certo dia, após várias investidas que não deram certo, acabam parando em uma cidadezinha que vira alvo do epicentro de um tornado de força 5, um daqueles jamais vistos. Nessa cidade mora o professor Gary (Richard Armitage, o Thorin da saga ‘O Hobbit’) e seus dois filhos que precisam se unir aos caçadores de tornados para juntos tentarem sobreviver em meio ao caos que vira a cidade.

Quando a gente pensa em tornado, cinefilamente falando, lembramos logo do ótimo Twister (1996). E como no cinema sempre analisamos filmes que se parecem, é até vergonhoso querer comparar o filme dos anos 90 com esse de 2014. Vamos apenas dizer que No Olho Tornado é um parente bem, mas muito bem distante do eletrizante filme protagonizado por Helen Hunt e Bill Paxton. O roteiro compromete muito. Os personagens não conseguem prender a atenção do público e as subtramas criadas (casal de jovens apaixonados presos nas ferragens, falecimentos com ações heroicas, viúvo e pai linha dura, etc…) não convencem, parecem artificiais ou fantasiosas demais.

No-Olho-do-Tornado-01

Pra quem gosta muito de filmes de ação, esse trabalho pode incomodar menos. Da maneira como foi filmado, deveria somente ter cópias em 3D, isso ajudaria um pouco pois o ponto alto do filme é exatamente os efeitos especiais. Essa produção deve passar na tela quente ou na temperatura máxima muito em breve. É o tipo de passatempo cinematográfico que pode receber vários tipos de edição das televisões, com dublagem até do vento. Tem filmes melhores em cartaz, bem melhores.

Amores Inversos

A arte de se descobrir surge das maneiras mais simples, no modo de amar. Baseado no premiadíssimo livro de Alice Munro, Amores Inversos é uma daquelas produções que sem muita divulgação, às vezes até como uma grande surpresa pela simplicidade, chega devagarzinho e atinge em cheio nossos corações. A direção competente de Liza Johnson, o ótimo Nick Nolte e a maravilhosa atuação de Kristen Wiig colocam muita qualidade em cada sequência, cada diálogo, deste surpreendente filme.

Amores-Inversos-fotos-3

Na trama, acompanhamos a sofrida e distante Johanna Parry (Kristen Wiig), uma pacata mulher que esconde dentro de si desejos e sonhos, sem condições de realizar. Certo dia, vai trabalhar na casa do emburrado Mr. McCauley (Nick Nolte) e lá se aproxima da jovem Sabitha (Hailee Steinfeld). O pai da menina, Ken (Guy Pearce), volta e meia apareci para ver a filha e Johanna logo se apaixona. Depois de uma brincadeira de mal gosto de Sabitha e sua amiga Edith (Sami Gayle), Johanna embarca em jornada de descobertas que influenciam o destino de sua vida e a de todos ao seu redor.

A dinâmica do filme é muito interessante. As histórias dos personagens vão se desenvolvendo de maneira muito uniforme e a cada nova informação acontece uma transformação maravilhosa que leva o espectador a pensar sobre as ações deles. É um filme que gere uma grande reflexão sobre sonhos e o desejo de despertar. O carisma da protagonista é justificado exatamente por isso, uma pessoa comum que poderíamos facilmente encontrar diariamente atravessando a rua ou comprando um pão na padaria. Mesmo correndo o risco da personagem estacionar em momentos de lentidão – fruto do estilo da narrativa – , Kristen Wiig constrói e desconstrói Johanna de maneira surpreendente. Sem dúvidas, um dos melhores trabalhos dessa artista muito contestada pelos cinéfilos.

hailee-steinfeld-tricks-kristen-wiig-in-hateship-loveship

Amores Inversos não deve ganhar um circuito que merecia aqui no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro onde apenas duas salas vão exibir o filme. Uma grande pena que pequenas obras tão legais como essa vão ser “punidas” por um circuito nacional tão defeituoso e com poucas salas de cinema que realmente prezam pelos ótimos filmes. Mas você caro leitor cinéfilo, depois de tudo que leu até aqui, não deixe a chama da curiosidade se apagar e veja esse belo e surpreendente trabalho.

EXCLUSIVO: Jeremy Renner maquiado em cartaz de ‘Era uma Vez em Nova York’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, um cartaz nacional do premiado drama ‘Era uma Vez em Nova York‘ (The Immigrant), do diretor James Gray (‘Os Donos da Noite’).

Jeremy Renner (Trapaça) estampa a arte, com os olhos pintados de preto.

Confira:

eraumavezemnovayork_1

Neste final de semana, acontecem as pré-estreias pagas do drama estrelado pela vencedora do Oscar, Marion Cotillard (‘Piaf: Um Hino ao Amor’). As sessões serão realizadas no sábado, dia 30 de agosto, às 23h59, nos cinemas: Espaço Itaú de Cinema Pompéia (São Paulo), Espaço Itaú de Cinema Botafogo (Rio de Janeiro) e no cinema Belas Artes (Belo Horizonte), às 19h10.

O drama traz ainda em seu elenco Joaquin Phoenix (‘Ela’).

Seleção Oficial do Festival de Cannes, o filme foi destaque da programação do último Festival do Rio e também participou da programação do 6th Paulínia Film Festival, na cidade do interior de São Paulo.

A trama se passa em 1920, e acompanha a polonesa Ewa Cybulski (Cotillard) e de sua irmã Magda, que viajam para Nova York para tentar uma nova vida. Quando Magda é diagnosticada com uma doença e posta em quarentena, Ewa se torna presa fácil para Bruno Weiss (Phoenix), um charmoso homem que a força a trabalhar como prostituta. Um dia, a mulher conhece o primo de Bruno, o mágico Orlando (Renner), e vê nele a única chance de escapar de seu pesadelo.

Angela Sarafyan (‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2’) interpreta Magda. Illia Volok (‘Missão: Impossível – Protocolo Fantasma’), Antoni Corone (‘Zona Verde’) e Glenn Fleshler (da série ‘Boardwalk Empire’) também estrelam.

Gray dirige e co-roteiriza, junto de Ric Menello, que colaborou com o cineasta em ‘Amantes’.

A estreia nos cinemas brasileiro está prevista para o dia 11 de setembro.

Veja também uma série de fotos do longa:

 

 

 

Confira os 20 filmes mais assistidos nos cinemas nacionais em 2014

A Ancine – Agência Nacional de Cinema – divulgou os 20 filmes mais assistidos nos cinemas nacionais no primeiro semestre de 2014.

Em 2014, a soma das salas ocupadas pelos lançamentos brasileiros em suas semanas de estreia cresceu 15% em relação ao primeiro semestre de 2013, alcançando 3.828 salas. Até o momento, onze filmes brasileiros foram lançados em mais de 100 salas, sendo cinco deles em mais de 300 salas: ‘Os Homens são de Marte… E é para lá que eu vou‘ (465 salas), ‘Muita calma nessa hora 2‘ (422 salas), ‘S. O. S. Mulheres ao Mar‘ (450 salas), ‘Confissões de Adolescente – o Filme‘ (393 salas) e ‘Alemão‘ (368 salas).

A participação de público das produções brasileiras chegou a 14,2%, com um acumulado de 11,5 milhões de ingressos. No período analisado, foram exibidos 107 títulos brasileiros (no primeiro semestre de 2013, 93 filmes nacionais estiveram em circuito). Desses, 55 foram lançados em 2014, mantendo o mesmo patamar do ano passado.

Nos primeiros seis meses deste ano, o público em salas de cinema cresceu 10% em relação ao mesmo período do ano passado – de 73,2 milhões de espectadores para 80,6 milhões. Desde 2009, o público total do primeiro semestre nas salas brasileiras vem aumentando gradativamente.

Confira os 20 filmes mais assistidos nos cinemas nacionais em 2014:

(Clique para ampliar)

maisassistidos2014_1

Uma Vida Comum

O trivial propósito de viver, para alguns, é simplesmente viver. Dirigido por Uberto Pasolini (calma, ele é apenas o sobrinho do grande Pasolini), Uma Vida Comum está longe de ser um filme que estamos acostumados a assistir nos cinemas. Foca na vida de um homem comum que transborda tristeza em tudo que gira ao seu redor, e isso meus amigos é a grande chave, o ingrediente nada secreto, que faz desse filme uma pequena joia rara em meio aos blockbusters debiloides que entram e saem do circuito de cinema aqui no Brasil constantemente ao longo dos anos. A atuação do britânico, quase desconhecido por aqui, Eddie Marsan é maravilhosa e eleva a qualidade desse trabalho.

391

Na trama, conhecemos o sereno John May (Eddie Marsan). Um homem que trabalha a mais de 20 anos na mesma empresa, onde exerce a função inusitada de ser o encarregado de encontrar o parente mais próximo de pessoas que morreram sozinhas. Meticuloso e detalhista em suas pesquisas, não é visto com bons olhos pelo restante do departamento. Assim, quando há uma mudança na estrutura onde trabalha, é demitido mas pede para resolver o último caso que vai levá-lo a uma viagem de descobertas e amores buscando encontrar um sentido para sua própria vida.

John May foi construído de maneira genial por Eddie Marsan. Simples, meticuloso, prático e objetivo, deixa o público perplexo quando entendemos que ele busca sua maneira de viver a partir do elo de convívio com as histórias dos falecidos, que volta e meia enchem sua mesa de trabalho. Quando embarca na transformadora viagem em seu último caso, abre mão da solidão e descobre o amor. Poético né?

UMA-VIDA-COMUM03

Exibido na 37ª Mostra Internacional de Cinema em SP, Uma Vida Comum se encaixa em um daqueles casos onde ou você ama ou odeia o filme. É compreensível tais julgamentos sobre o filme. A lentidão em algumas sequências podem incomodar o público mas para alguns esse caminho nada mais é do que aproximar o público da realidade que o personagem vive. A história gira em torno de seu personagem principal e as mudanças, ou inflexões dele, levam o espectador a diversas reflexões sobre a própria vida. É um filme muito bonito com um final pra lá de emblemático.

Emmy 2014 sofre queda na audiência

Foi realizada na noite desta segunda-feira (25), em Los Angeles, a 66ª edição do Emmy, cerimônia que elege os melhores da TV americana e contou este ano com apresentação de Seth Meyers (ex-‘Saturday Night Live’).

Segundo a consultoria especializada em audiência Nielsen, a cerimônia foi vista por 15,6 milhões de pessoas nos EUA. O número é inferior ao da cerimônia de 2013, que foi assistida 17,8 milhões de espectadores.

Porém, vale lembrar que a cerimônia no último ano aconteceu no domingo, como é de tradição do Emmy, e a deste ano foi exibida em uma segunda-feira.

Breaking Bad‘ e ‘Modern Family‘ foram os grandes vencedores da premiação, repetindo as vitórias do ano passado.

Confira a lista completa dos ganhadores:

 

Melhor Série dramática

Breaking Bad
Downton Abbey
Game of Thrones
House of Cards
Mad Men
True Detective

Melhor Atriz em série dramática

Lizzy Caplan – Masters of Sex
Claire Danes – Homeland
Michelle Dockery – Downton Abbey
Julianna Margulies – The Good Wife
Kerry Washington – Scandal
Robin Wright – House of Cards

Melhor Ator em série dramática

Bryan Cranston – Breaking Bad
Jeff Daniels – The Newsroom
Jon Hamm – Mad Men
Woody Harrelson – True Detective
Matthew McConaughey – True Detective
Kevin Spacey – House of Cards

Melhor Atriz coadjuvante em série dramática

Anna Gunn – Breaking Bad
Joanne Frogagtt – Dowonton Abbey
Maggie Smith – Downton Abbey
Lena Headey – Game of Thrones
Christina Hendricks – Mad Men
Christine Baranski – The Good Wife

Melhor Ator coadjuvante em série dramática

Aaron Paul – Breaking Bad
Jim Carter – Downton Abbey
Peter Dinklage – Game of Thrones
Mandy Patinking – Homeland
Jon Voight – Ray Donovan
Josh Charles – The Good Wife

Melhor Direção em série dramática

Tim Van Patten – Boardwalk Empire
Vince Gilligan – Breaking Bad
David Evans – Downton Abbey
Neil Marshall – Game of Thrones
Carl Franklin – House of Cards
Cary Joji Fukunaga – True Detective

Melhor Roteiro em série dramática

Moira Walley-Beckett – Breaking Bad
Vince Gilligan – Breaking Bad
David Benioff e D.B. Weiss – Game of Thrones
Beau Willimon – House of Cards
Nick Pizzolatto – True Detective

Melhor Série cômica

The Big Bang Theory
Louie
Modern Family
Orange is the New Black
Silicon Valley
Veep

Melhor Atriz em série cômica

Lena Dunham – Girls
Edie Falco – Nurse Jackie
Julia Louis-Dreyfus – Veep
Melissa McCarthy – Mike & Molly
Amy Poehler – Parks and Recreation
Taylor Schilling – Orange is the New Black

Melhor Ator em série cômica

Louis C.K. – Louie
Don Cheadle – House of Lies
Ricky Gervais – Derek
Matt LeBlanc – Episodes
William H. Macy – Shameless
Jim Parsons – The Big Bang Theory

Melhor atriz coadjuvante em série cômica

Julie Bowen – Modern Family
Kate Mulgre – Orange is the New Black
Mayim Bialik – The Big Bang Theory
Allison Janney – Mom
Kate McKinnon – Saturday Night Live
Anna Chlumsky – Veep

Melhor ator coadjuvante em série cômica

Andre Braugher – Brooklyn Nine-Nine
Adam Driver – Girls
Ty Burrell – Modern Family
Jesse Tyler Ferguson – Modern Family
Fred Armisen – Portlandia
Tony Hale – Veep

Melhor direção em série cômica

Iain B. MacDonald – Episodes
Paris Barclay – Glee
Louis C.K. – Louie
Gail Mancuso – Modern Family
Jodie Foster – Orange is the New Black
Mike Judge – Silicon Valley

Melhor roteiro em série cômica

David Crane e Jeffrey Klarik – Episodes
Louis C.K. – Louie
Liz Friedman e Jenji Kohan – Orange is the New Black
Alec Berg – Silicon Valley
Simon Blackwell, Tony Roche e Armando Iannucci – Veep

Melhor minissérie

American Horror Story: Coven
Bonnie & Clyde
Fargo
Luther
Treme
The White Queen

Melhor Telefilme

Killing Kennedy
Muhammad Ali’s Greatest Fight
The Normal Heart
Sherlock
The Trip to Bountiful

Melhor atriz em minissérie ou filme feito para TV

Helena Bonham Carter – Burton & Taylor
Minnie Driver – Return to Zero
Jessica Lange – American Horror Story: Coven
Sarah Paulson – American Horror Story: Coven
Cicely Tyson – The Trip to Bountiful
Kristen Wiig – The Spoils of Babylon

Melhor ator em minissérie ou filme feito para TV

Benedict Cumberbatch – Sherlock: “His Last Vow”
Chiwetel Ejioford – Dancing on the Edge
Idris Elba – Luther
Martin Freeman – Fargo
Mark Ruffalo – The Normal Heart
Billy Bob Thornton – Fargo

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme feito para TV

Frances Conroy – American Horror Story: Coven
Kathy Bates – American Horror Story: Coven
Angela Basset – American Horror Story: Coven
Allison Tolman – Fargo
Julia Roberts – The Normal Heart

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme feito para TV

Colin Hanks – Fargo
Martin Freeman – Sherlock: “His Last Vow”
Jim Parsons – The Normal Heart
Joe Mantello – The Normal Heart
Alfred Molina – The Normal Heart
Matt Bomer – The Normal Heart

Melhor roteiro em minissérie ou filme feito para a TV

Ryan Murphy e Brad Falchuck – American Horror Story: Coven
Noah Hawley – Fargo
Neil Cross – Luther
Steven Moffat – Sherlock: “His Last Vow”
Larry Kramer – The Normal Heart
David Simon e Eric Overmyer – Treme

Melhor direção em minissérie ou filme feito para a TV

Alfonso Gomez-Rejon – American Horror Story: Coven
Adam Bernstein – Fargo
Colin Bucksey – Fargo
Stephen Frears – Muhammad Ali’s Greatest Fight
Nick Hurran – Sherlock: “His Last Vow”
Ryan Murphy – The Normal Heart

Melhor reality show ou programa de competição

The Amazin Race
Dancing with the Stars
Project Runway
So You Think You Can Dance?
Top Chef
The Voice

Melhor programa de variedades

The Colbert Report
The Daily Show with Jon Stewart
Jimmy Kimmel Live
Real Time with Bill Maher
Saturday Night Live
The Tonight Show starring Jimmy Fallon