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Confissões de Um Jovem Apaixonado

(Confession of a Child of the Century)

Elenco: Charlotte Gainsbourg, Pete Doherty, Lily Cole, August Diehl, Volker Bruch, Guillaume Gallienne, Joséphine de La Baume, Karole Rocher, Rhian Rees, Rebecca James.

Direção: Sylvie Verheyde

Gênero: Drama

Duração: 120 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 17 de Maio de 2013

Sinopse: Paris 1830: Otávio é um jovem burguês que leva uma vida ociosa. Após ser traído pela mulher que ama, ele se vê em desespero e passa a levar uma vida de excessos. Em uma viagem para o interior do país, conhece Briggite, uma jovem viúva, 10 anos mais velha do que ele e se apaixona novamente. Porém, terá ele coragem suficiente para viver esse amor?

Curiosidades:
» Adaptação do livro homônimo de Alfred de Musset.

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Giovanni Improtta

(Giovanni Improtta)

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Elenco: José Wilker, Andrea Beltrão, Thelmo Fernandes, André Mattos, Gillray Coutinho, Julia Gorman, Yago Machado , Norival Rizzo, Roney Villela, Paulo Mathias Jr, Thogun Teixeira, Cristina Pereira.
Direção: José Wilker
Gênero: Comédia
Duração: 99 min.
Distribuidora: Sony Pictures
Orçamento: US$ — milhões
Estreia: 17 de Maio de 2013
Sinopse: Giovanni Improtta (José Wilker) é um contraventor que sonha com a ascensão social. Ao saber que a lei dos cassinos está sendo negociada nos bastidores, ele resolve entrar para o ramo. Para limpar sua imagem recorre ao vereador evangélico Franklin (Thelmo Fernandes), seu velho amigo, que lhe consegue o título de cidadão honorário do Rio de Janeiro. Apesar de ser casado com Marilene (Andréa Beltrão), Giovanni mantém um caso tórrido com Patrícia, filha de um figurão. Como o pai dela não gosta do romance, Giovanni decide agradá-lo comprando um rim, já que sofre de problemas renais. Porém, o que ele não esperava era ser acusado de tráfico de órgãos e, para piorar, que o promotor do caso fosse assassinado. Giovanni logo se torna o suspeito número um do crime e agora precisa encontrar um meio de provar sua inocência.

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(Dos Más Dos)

Elenco: Adrián Suar, Carla Peterson, Juan Minujín, Julieta Díaz, Alfredo Casero, Tomás Wicz, Micaela Cuccaresi, Juana Wein, Nicolás Torcanowsky, Kevin Melnisky, Judith Kusnir.

Direção: Diego Kaplan

Gênero: Comédia

Duração: 108 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 17 de Maio de 2013

Sinopse: Diego, Emilia, Richard e Betina são dois casais de amigos de longa data. Aos 40 anos são profissionais talentosos. Diego e Emilia tem um filho de 14 anos e uma vida familiar organizada, enquanto Richard e Betina, que não têm filhos, vivem uma vida mundana.Em uma noite de descontração Betina e Richard confessam aos amigos que praticam a troca de casais e que gostariam de experimentar o swing com eles. Esta confissão desperta fantasias dormentes em Emilia, que insiste que Diego aceite o convite.
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Walachai

Walachai

Elenco: —

Direção: Rejane Zilles

Gênero: Documentário

Duração: 83 min.

Distribuidora: Okna Produções

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 24 de Maio de 2013

Sinopse: Walachai é uma colônia rural alemã localizada há apenas 70 km de Porto Alegre. Em alemão antigo, significa “lugar longínquo, perdido no tempo”. Há outros povoados de nomes singulares no país, como Jamerthal, Batatenthal, Padre Eterno e Frankenthal. São comunidades que têm uma dinâmica própria e ainda vivem distantes do mundo globalizado. Muitos de seus habitantes nunca aprenderam a falar português e comunicam-se num dialeto alemão transmitido pelas gerações de descendentes. No entanto, nada sabem de sua Alemanha de origem. São todos brasileiros e se identificam como tal.

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Artigas – La Redota

(La Redota – Una Historia de Artigas)

Elenco: Jorge Esmoris, Franklin Rodríguez, Gualberto Sosa, Yamandú Cruz.

Direção: César Charlone

Gênero: Drama

Duração: 120 min.

Distribuidora: Panda Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 24 de Maio de 2013

Sinopse: No ano de 1884, o governo uruguaio encomenda ao famoso pintor Juan Manuel Blanes um retrato do libertador José Artigas, o homem que liderou um exército popular no interior do país. O artista utiliza um esboço de 1811, realizado pelo espião espanhol Guzmán Larra para começar sua obra. Setenta anos antes, Larra havia sido contratado para acabar com a vida de Artigas e acabou testemunhando os anseios de seus oito mil companheiros. Os destinos desses três homens se cruzam, mudando a vida de cada um deles e do povo uruguaio.

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A Datilógrafa

(Populaire)

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Elenco: Romain Duris, Déborah François, Bérénice Bejo, Shaun Benson, Mélanie Bernier, Miou-Miou, Eddy Mitchell, Nicolas Bedos, Frédéric Pierrot, Marius Colucci.
Direção: Régis Roinsard
Gênero: Comédia Romântica
Duração: 111 min.
Distribuidora: Paris Filmes
Orçamento: US$ — milhões
Estreia: 24 de Maio de 2013
Sinopse: Aos 21 anos de idade, Rose Pamphule mora com seu pai e estar prestes a casar com o pacífico filho de um garagista. Ela poderia virar uma dona de casa, mas a jovem tem planos mais ambiciosos. Ela sai de sua cidade e tenta um emprego de datilógrafa no escritório de seguros de Louis. Mesmo se suas habilidades como secretária são fraquíssimas, o homem fica impressionado com a velocidade com a qual Rose consegue digitar. Logo o espírito competidor de Louis se desperta: ele decide aceitar Rose como sua secretária, contanto que ela treine para participar da competição de datilógrafa mais rápida do país.

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Camille Outra Vez

(Camille Redouble)

Elenco: Mathieu Amalric, Denis Podalydès, Noemie Lvovsky, Samir Guesmi, Elsa AmielIndia Hair, Jean-Pierre Léaud, Anne Alvaro.

Direção: Noemie Lvovsky

Gênero: Drama

Duração: 115 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 30 de Maio de 2013

Sinopse: Camille tinha dezesseis anos quando conheceu Eric. Eles se apaixonaram e tiveram uma filha, porém, vinte e cinco anos depois, o casamento acaba e Eric a abandona por uma mulher mais jovem. Na noite de 31 de dezembro Camille, de repente, se vê novamente em seu passado, onde reencontra seus pais, seus amigos, sua adolescência e Eric.
Será que ela vai tentar escapar de seu destino e mudar a vida dos dois? Ou será que ela vai amar de novo mesmo já sabendo o final de sua história?

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Terapia de Risco

Com um trabalho que possui seus principais elementos de linguagem, Steven Soderbergh se despede da sétima arte.

Desde o início de sua carreira, no final da década de 80, quando venceu o Festival de Cannes por seu excepcional longa de estreia, Sexo, Mentiras e VideotapesSteven Soderbergh já impressionava pelo amplo domínio de linguagem cinematográfica e constante versatilidade artística. Seus trabalhos posteriores, Kafka e O Inventor de Ilusões, o colocaram num alto patamar onde, ainda dentro do seu estilo tipicamente alternativo, conseguiu fazer produções mais ousadas, como Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento e Traffic: Ninguém Sai Limpo. Sendo ambos indicados ao Oscar de melhor filme e este último lhe rendendo o prêmio de melhor diretor.

Ingressando de vez em Hollywood, comandou o estrelado Onze Homens e um Segredo, que o consolidou como um dos cineastas mais promissores de sua geração. E, apesar de não ter ido bem ao realizar os sofríveis Confissões de uma Garota de Programa e Contágio, conseguiu, novamente, destaque com os recentes A Toda Prova e Magic Mike. Estes muito elogiados pela crítica e público, fazendo novamente as pazes com os apreciadores de sua arte.

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Agora, com cinquenta anos de idade, para surpresa de todos, Soderbergh anuncia sua provável e precoce aposentadoria. Se despedindo nos cinemas (pois, para TV, fez o ainda inédito Behind the Candelabra) com o ótimo suspense policial Terapia de Risco. Um filme que, coincidentemente, imprime suas principais características, especialmente em sua parte estética.

Na trama, a jovem e misteriosa Emily Taylor (Rooney Mara) recebe a notícia que enfim seu marido Martin Taylor (Channing Tatum) será libertado da prisão, onde havia sido acusado por um crime de colarinho branco. Ainda que aliviada, Emily tem estranhas crises de depressão e busca ajuda psiquiatra para conter a ansiedade. Recebendo apoio psicológico, amparada pelo Dr. Jonathan Banks (Jude Law), é submetida a um tratamento a base de fortes medicamentos, que acarretam alguns efeitos colaterais. E, mesmo reagindo inicialmente de forma positiva, tal evento gera consequências inesperadas na vida da jovem e do psiquiatra.

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Criando, como de costume, uma narrativa elegantíssima e ao mesmo tempo tensa, Soderbergh desenvolve, de maneira muito orgânica, um conto que se mostra cada vez mais curioso. Logo no início do primeiro ato, devido a uma espetacular apresentação geral dos principais fatos do caso, somos totalmente fisgados e embarcamos na história. Isso pela sua irrestrita capacidade de direção, onde não precisa de muitos diálogos e tempo para expor toda informação necessária que o expectador carece saber até aquele momento.

O clima de tensão está constantemente presente nas ações dos personagens e notadamente nos diálogos de Emily com o psiquiatra. Aonde reside tudo que está por trás dos reais acontecimentos. A fotografia, que é também assinada pelo próprio Soderbergh, tem fator fundamental para que tal sensação permaneça ao longo da trama. Com lentes opacas, uma espécie de nevoa parece rondar os cenários internos e externos. Causando uma impressão de conflito, ao público, e sendo muito importante para o suspense desejado.

Um dos pontos mais altos da fita é, sem duvidas, a atriz Rooney Mara, que pouco a pouco vai conquistando seu espaço na indústria com interpretações corajosas e ousadas. Ela mostra aqui o seu lado sensual e misterioso, assim como fez em Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres, deixando, propositalmente, a plateia ambígua a respeito de sua Emily. Jude Law também está muito bem em tela e consegue imprimir realmente a imagem de um homem desesperado e confuso sobre os acontecimentos passados. A eterna parceira do diretor novamente marca presença, Catherine Zeta-Jones começa como uma personagem secundaria e cresce ao longo do conto. Já não podemos dizer o mesmo de Channing Tatum, que passa despercebido, como na maioria de seus papeis.

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O roteiro de Scott Z. Burns (O Desinformante!), apesar de simplório do ponto de vista crítico e artístico, é promissor. Porém, nas mãos de um diretor menos experiente, poderia ser desperdiçado, por algum descuido. Os diálogos não são primorosos, mas o mérito está em sua narrativa. A decupagem foi essencial para que tudo funcionasse bem. E a trilha sonora do ótimo Thomas Newman (Operação Skyfall), também auxilia as cenas de suspense e investigação. A melodia é intensa e enigmática.

Todavia, como já era de se imaginar, Terapia de Risco tem um final revelador, mas que funciona organicamente. Não é nada forçado ou maniqueísta. É surpreendente e interessante. E se realmente esse for o último filme de cinema dirigido por Steven Soderbergh, garanto que este terminou muito bem sua história na sétima arte e deixará saudades.

Cores

O mundo é muito grande para você viver dentro de um aquário. Dirigido pelo cineasta Francisco Garcia, em seu primeiro longa, Cores é um filme bastante atípico quando pensamos em cinema nacional. O filme fala sobre a desilusão da juventude, seus conflitos e irresponsabilidades. Pelos olhos de três amigos, completamente perdidos em suas vidas, somos arrastados para o submundo da desilusão.

É um retrato nu e cru de uma sociedade sem forças para superar as adversidades da vida.

O trabalho como desafogo e exploração emocional é um exercício constante que vemos em cena. Os três trabalhadores utilizam o seu cotidiano improdutivo para exaltar suas inconseqüências sem responsabilidades. O grande problema vem com essa viagem nas personalidades dos que aparecem em cena. Os atores não conseguem desenvolver seus personagens, pecam pela fala de experiência. Isso acaba atrapalhando a profunda história escrita pelo diretor e Gabriel Campos.

Ninguém pode falar de ninguém. Entre cigarros, bebidas e músicas barulhentas, a falta de cores coloca o filme em paralelo com o sentimento de cada personagem, associada à inconseqüente falta de direção de cada um dos amigos. O poder de revolução da juventude passa longe do pensamento e ações dos protagonistas. A história mais bem definida é a de Luara que usa a Polaroid em vez do Instagram. Sua fidelidade aos seus sonhos, sua inocência imatura e seus desejos são muito bem retratados pelos lentes de Garcia.

O filme se prolonga em seu vazio existencial, deixando o público definir o sentido de algumas sequências, consegue ser maduro e confuso ao mesmo tempo. Se o espectador se agarrar aos conflitos, metaforicamente demonstrados, de cada personagem, pode ser que goste desse curioso longa metragem.

Em Transe

Em Transe‘ é o novo trabalho do prestigiado cineasta inglês Danny Boyle. O diretor começou a carreira realizando filmes feitos para a TV, até dirigir duas obras inglesas cultuadas pelos cinéfilos, “Cova Rasa” (1994) e principalmente “Trainspotting – Sem Limites” (1996) – que promete uma continuação em breve.

Depois de ser mirado e engolido por Hollywood, com filmes como “Por Uma Vida Menos Ordinária” (1997) e “A Praia” (2000), Boyle voltou às raízes com filmes menores (“Extermínio” e “Caiu do Céu”).

Mesmo tendo realizado a elogiada ficção científica “Sunshine – Alerta Solar” (2007), o cineasta atingiu o status de superstar com “Quem Quer Ser Um Milionário?”, grande vencedor do Oscar 2009. Boyle dava o passo então de ser um diretor conhecido apenas nas rodinhas cinéfilas, para um reconhecido por todos, aquele tipo de profissional que chama a atenção a qualquer novo trabalho. E isso foi bem verdade com seu filme seguinte, um drama basicamente passado num único cenário, com um único ator. “127 Horas” igualmente foi indicado ao Oscar,e catapultou de vez Boylecomo um diretor estrela.

Mas Boyle parece ter aprendido com sua experiência em Hollywood, “A Praia” foi seu filme mais “americanizado” e também o mais problemático. Boyle aprendeu a não se deslumbrar, e a fazer filmes significativos em seus próprios termos, sem a interferência da grande indústria cinematográfica. É por isso que Boyle pode ser considerado um dos cineastas autorais ainda resistentes. Mesmo sem escrever os próprios filmes (embora tenha participado no roteiro de “127 Horas”), Boyle ainda trabalha comJohn Hodge, o roteirista de todos os seus filmes iniciais.

Em Transe” marca a reunião da dupla, que não trabalhava junta desde 2000. Baseado num filme feito para a TV de 2001, escrito e dirigido pelo mesmo John Ahearne (co-roteirista aqui), o filme tem como protagonista Simon, personagem deJames McAvoy (“X-Men: Primeira Classe”), funcionário de uma casa de leilões de obras de arte, viciado em jogo. Por suas dívidas o protagonista arma um roubo ao lado do criminoso Franck, papel do ótimo francês Vincent Cassel (“Cisne Negro”), e sua gangue.

O roubo sai errado e Simon é seriamente ferido na cabeça. Depois de recuperado, o protagonista parece ter excluído de sua mente o local onde guardou a peça roubada. A única solução para encontrá-la são sessões de hipnose, realizadas pela Dra. Elizabeth, papel da bela e voluptuosa descendente de latinos Rosario Dawson (“Sin City – A Cidade do Pecado”), uma psicóloga especialista no assunto. Porém, a cada passo dado em direção a obra de arte, as sessões parecem desbloquear algo mais, guardado na mente do atormentado protagonista.

Em Transe” é uma obra muito interessante, e funciona em variados aspectos. A trama é excessivamente confusa, mas não impossível de acompanhar, e ao final se mostra como um desses filmes onde tudo faz sentido, e podemos facilmente rastrear cada passo dado pelo roteiro voltando tudo em nossas mentes. “Em Transe” nem de perto se espelha na complexidade de “Amnésia”, de Christopher Nolan, por exemplo. Aparentemente fugindo de obras miradas a premiações, o diretor planeja entregar com “Em Transe”, quem sabe um projeto voltado apenas ao entretenimento.

O que acontece é que um filme pipoca de Danny Boyle é nesse nível, muito mais complexo do que muitos filmes de arte. Boyle se deleita em poder enganar o público, e pregar nele peças de cinco em cinco minutos. Nada do que vemos no filme é o que aparenta, e as reviravoltas vão se desenrolando a cada camada com o passar da projeção. Vamos descobrindo segredos sobre o protagonista, sobre o criminoso e sobre a própria psicóloga.

Em Transe” pode ser considerado um filme confuso, mas um bom filme confuso aonde sentimos prazer no desafio de tentar encaixar todas as peças, ao contrário de simplesmente não nos importarmos. Os atores estão especialmente bons, Cassel é sempre um show a parte, mas aqui temos desempenhos satisfatórios de James McAvoy (que realmente vem impulsionando sua carreira) e Rosario Dawson, num desempenho contido e desembaraçado, com pleno domínio de cena. Com elogios de sobra, “Em Transe” é sem dúvidas um dos melhores filmes desse início de ano.

O Abismo Prateado

Violeta (Alessandra Negrini) e Djalma (Otto Jr.) são aparentemente um casal normal, felizes em seu matrimônio, e ao lado do filho adolescente, como percebemos numa das primeiras cenas do filme. Os dois ainda nutrem o fogo da paixão como fica claro para o público logo de início também.

Mas a nova obra do diretor Karim Ainouz (“Madame Satã” e “O Céu de Suely”) igualmente faz questão de nos deixar claro que algo está acontecendo com Djalma.

Ele abre o filme com um mergulho numa praia do Rio de Janeiro (onde a história se desenrola) à noite e depois a câmera o pega de perfil pensativo e ofegante. O sujeito então após breve contato em família, continua sua imersão em pensamentos angustiantes, como a trilha e a câmera de Ainouz nos mostram enfaticamente. No entanto esse não é um drama existencialista focado no personagem, e é Violeta quem assume os holofotes.

tour de force de Alessandra Negrini começa quando seu marido no filme a deixa uma estranha mensagem no celular, que a princípio ela não consegue ouvir muito bem. Daí em diante “O Abismo Prateado”, filme baseado na música Olhos nos Olhos, deChico Buarque, se torna uma busca da personagem, talvez por ela mesma.

O filme foi exibido em alguns festivais de cinema, inclusive no prestigiado Festival de Cannes em 2011, e no Festival do Rio, onde ganhou o prêmio de melhor diretor. Uma vez completamente transtornada pela mensagem inesperada de seu marido, que como podemos ouvir claramente de forma estarrecedora mais para frente no filme, afirma que irá alongar a viagem de negócios indefinidamente, e que não ama mais a companheira. Segundo o sujeito, a vida em comum estava enlouquecendo-o.

Vemos transparecer na personagem de Negrini as mais diversas formas de reação. Ela tenta ir atrás do marido em Porto Alegre, se isola num quarto de motel, e inclusive sai para beber e dançar numa boate como forma de negação, ao som de Maniac, música de Michael Sembello para o filmeFlashdance”. “O Abismo Prateado” é uma obra de arte, e não pretende ser algo voltado ao entretenimento. Sua única preocupação é mostrar de forma honesta e crua o sofrimento de um ser humano, e seu comportamento durante um dos momentos mais difíceis de sua vida, psicologicamente falando.

Aqui não existem muitos diálogos, nem mesmo no encontro de Violeta com a menina interpretada pela atriz mirim Gabi Pereira, e seu pai (vivido por Thiago Martins), que se conectam de forma especial mesmo que por apenas uma noite. “O Abismo Prateado” assim como muitas obras-primas do cinema, é uma experiência a ser vivida e sentida, através especialmente de imagens. Alessandra Negrini consegue ser a tradução de beleza, fragilidade, desespero e loucura, e segurar esse filme como seu.

Homem de Ferro 3

Homem de Ferro 3” chegou aos cinemas coberto de expectativas por ser o primeiro após o filme de “Os Vingadores”. Mesmo não considerando “Os Vingadores” o melhor filma da Marvel, é sem dúvida a culminância de um projeto extremamente bem sucedido. Esperava-se que a nova aparição de Tony Stark indicasse os rumos da 2 fase desse Universo tão bem construído aos longo dos filmes individuais.

Some-se uma campanha que indicava que o filme “Homem de Ferro 3” teria uma escala épica e com tom sombrio.

Mas, no meio do caminho tinha um roteiro problemático! Vamos combinar, os roteiros da Marvel – tanto os produzidos pela própria quanto os por terceiros – em sua maioria, flutuam entre o regular e o muito bom. Pensem em filmes com “Thor” ou “O Quarteto Fantástico.” Ainda não se produziu uma narrativa com a grandiosidade de umBatman – Cavaleiro das Trevas. Eles chegaram muito perto com os “X-Men 3 – O Confronto Final” e “X-Men Primeira Classe”.

Os dois primeiros filmes do Homem de Ferro tinham roteiros muito bons, com o centro gravitacional em torno de Tony Stark/Robert Downey JrUm certo “clichê” vem se construindo nos filmes de super-heróis, no qual o primeiro filme serve para apresentar a gênese do herói, enquanto o segundo possui um vilão de grande destaque. Assim, em “Homem de Ferro 1”, vimos o nascimento do herói. No segundo, o vilão não era uma grande ameaça, e mais uma vez a persona de Tony Stark foi o centro. Em resumo, tínhamos um excelente estudo de personagem, mas a ação pouco empolgava. Nada, que prejudicasse. Ambos foram filmes deliciosos, que revejo com renovado prazer.

Infelizmente, parte dos problemas do roteiro de “Homem de Ferro 3” passa pela figura do seu protagonista. Sem dúvida, é um filme divertidíssimo, mas aquém do que poderia e deveria ser. O protagonismo de Stark se é um deleite de atuação, por outro lado, deixa perceptível a falta de profundidade com que o roteiro tratou as demais personagens. Apesar de ótimas atuações, muitas figuras, como Pepper Potts e Maya Hansen, acabam servindo de escada para as tiradas de Stark. Aliás, o humor do protagonista está muito mal colocado. São piadas muito boas, mas parecem forçadamente inseridas nos diálogos; não são orgânicas como nos anteriores. A crítica ao terrorismo internacional e a paranoia entorno dele, ponto de destaque neste filme, igualmente não alcança a profundidade que poderia.

Poderíamos também falar dos muitos furos. Os planos dos vilões são confusos, principalmente depois da virada do Mandarim, que não se encaixa nem com o primeiro filme (deixemos isso para depois). A relação deles com o governo também não fica bem explicada. E o final do filme é muito confuso, como se já estivessem com o prazo estourado durante a edição. Poderíamos deixar tudo isso de lado, uma vez que o filme consegue ser muito divertido. O que realmente causa incômodo é o Universo Marvel.

Esperava-se que “Homem de Ferro 3” apontasse o caminho a ser seguido até “Os Vingadores 2”. Nada! Nem com a cena pós-crédito isso acontece. O filme parece deslocado do Universo. O único efeito é no temperamento de Tony Stark, traumatizado com os eventos de Nova York. Mais nada! Onde está a SHIELD que, por muito menos, esteve presente no segundo filme? Diante das cenas finais, como Tony Stark figurará no próximo “Vingadores”? James Rhodes até tenta justificar a ausência da SHIELD falando do desejo do governo norte-americano de demonstrar que seu exército ainda tem força. Mas, o grande problema é a sensação de conclusão. Ora, se o diretor fosse ainda Jon Favreau, poderíamos até entender. Mas, Shane Black, fresquinho no posto, era de imaginar que ele iria deixar ganchos.

Contudo, o gancho não é decisão do diretor, mas do estúdio. Sim, os filmes da Marvel se tornaram coisa de estúdio, como era na velha Hollywood. Mesmo que os diretores deixem suas marcas, é a Marvel que dá o norte. E impressiona como ela não fez de “Homem de Ferro 3” um recomeço ao invés de um epílogo!

Nota sobre o Mandarim. Quem não quiser spoilers, vá embora!

Não vou falar exatamente o que é o Mandarim. Digo apenas que, como fã dos quadrinhos, não gostei; do ponto de vista do roteiro, adorei. Causa impacto. Além do mais, Mandarim em seus dois momentos, de formas distintas, é a única figura que consegue ombrear o brilho de Tony Stark. Aliás, em sua segunda fase, a atuação deBen Kingsley ofusca Robert Downey Jr.

MAS… o roteiro pecou de novo! Parece que os roteiristas não aprenderam com “Psicose”, de Hitchcock. Para fazer uma virada dessas não basta coragem, tem que se ter algo à altura para colocar no lugar. E, por mais que se esmere, Guy Pearce e seu Aldrich Killian, nunca será, jamais será uma presença tão ameaçadora quanto Mandarim! Há outros problemas, como a falta de ligação com o primeiro filme e deixar os planos dos vilões ainda mais confusos.

Homem de Ferro 3

Homem de Ferro” (2008) serviu como divisor de águas para o cinema de quadrinhos. Muitos filmes do (agora) subgênero já haviam sido feitos, muitos inclusive saídos da mesma empresa, a Marvel Comics, como “X-Men”, “Homem-Aranha” e “Hulk”, mas “Homem de Ferro” foi importante por diversos motivos.

Primeiro por colocar os personagens nas mãos da Marvel (transformada em produtora) novamente, e não nas de produtores de estúdios como a Fox (“X-Men” e “Quarteto Fantástico”), Sony/Columbia (“Homem-Aranha”) e Universal (“Hulk”), que nem sempre acertavam.

Segundo por transformar um herói secundário da casa, em uma das mais rentáveis franquias do cinema atual. E por último por reerguer a carreira do então apagadoRobert Downey Jr., e transformá-lo num dos maiores astros da atualidade (nenhuma outra carreira de um ator foi tão definida por um filme do subgênero, quem sabe talvez a de Hugh Jackman). “Homem de Ferro” (2008) acertava em cheio tudo o que um bom filme de super-herói precisava: uma trama interessante, personagens críveis e carismáticos, seriedade e humor em equilíbrio, e ótimos atores tratando o projeto como uma obra mirada ao Oscar.

Cinco anos depois, Robert Downey Jr. volta a interpretar o personagem pela quarta vez. Agora, sai Jon Favrou da direção (que continua interpretando o personagem Happy) e entra Shane Black (“Beijos e Tiros”); mas não são notadas grandes diferenças em questão de tom.


O roteiro escrito pelo próprio Black em parceria com Drew Pearce coloca o herói com severos ataques de ansiedade (o protagonista sempre precisa ter um demônio interno a ser superado) após os eventos ocorridos em “Os Vingadores”. A aparição do super-terrorista conhecido como Mandarim (Ben Kingsley) ameaça a segurança nacional dos EUA, quando o vilão declara guerra ao presidente americano.

Junto com o fato, o passado de Tony Stark ressurge na forma de um antigo rival cientista, personagem de Guy Pearce, que desenvolveu uma tecnologia regenerativa “quente”; e uma ex-namorada, papel da ótima Rebecca Hall, igualmente uma mulher da ciência. “Homem de Ferro 3” não é tão bom quanto os dois anteriores. Além de diversos furos no roteiro, o filme não explora de maneira satisfatória seus novos personagens (que tinham grande potencial) e suas personalidades. Isso resulta em bons atores do nível de Guy Pearce e Rebecca Hall mal utilizados com pouco tempo em cena.

Ao invés o filme prefere optar por perder tempo com uma subtrama envolvendo o menino Ty Simpkins, que parece não ir a lugar algum, e soa como pura “encheção de lingüiça” (seria o menino sobrinho de algum produtor aqui?). “Homem de Ferro 3” é o tipo de filme que irá te distrair enquanto estiver assistindo, mas que fará o público começar a levantar diversas perguntas sobre a trama, e ver que nem tudo (ou muita coisa) se encaixa.

O maior traço de originalidade aqui vem justamente na reviravolta que envolve o aqui-inimigo Mandarim, e o quanto menos for dito sobre isso melhor. Basta dizer que é algo completamente inusitado e criativo, mas que ao mesmo tempo é garantido de deixar muitos fãs de quadrinhos enfurecidos.

Crítica: “Homem de Ferro 3”, por Patrícia Caprioli

Dizem que a pior coisa do mundo é criar expectativas sobre algo, pois a decepção pode ser grande. Mas, grande, no caso, foi a minha surpresa ao perceber que Homem de Ferro 3, na verdade, superou todas as minhas expectativas (por maiores que elas fossem). Iron Man 3 é aquele tipo de filme que vale cada centavo do ingresso, e que te dá vontade de assistir mais de uma vez! (principalmente se você for do tipo apaixonado por super heróis).

Robert Downey Jrcontinua brilhante na pele de Tony Stark / Iron Man… É quase impossível separar ator de personagem, pois ele conseguiu fazer com que o personagem tivesse a sua cara, e vice-versa. A construção de Tony Stark ficou ainda mais perfeita, e os produtores conseguiram chegar onde queriam: criar um gênio, bilionário, playboy e filantrópico com o qual as “pessoas comuns” se identifiquem.

Gwyneth Paltrow continua na pele de Pepper Potts, a namorada do Tony Stark / Iron Man. E, o que me deixou de queixo caído é que Pepper não é apenas “mais uma” namorada de super herói. Ela tem papel fundamental em Iron Man 3.

Don Cheadle é Coronel James “Rhodey” Rhodes, o amigo “para todas as horas” de Tony Stark. E, se no primeiro e segundo filme ele já teve a sua importância, neste terceiro ele também ganhou uma parcela especial de participação.

É muito bom ver como o diretor (e produtores, é claro) conseguiram focar não só em Tony Stark, mas nas pessoas que fazem parte da sua vida. Cada qual tem a sua importância no filme, o que deixou a história ainda mais interessante. Não é simplesmente aquela história de “um super herói que pode salvar o mundo sozinho”… É a história de um homem, que tem uma vida e, por mais que seja um super herói, precisa de outras pessoas para continuar vivo e salvar o mundo.

A história se passa pós-Avengers, e temos um Tony Stark buscando a sua essência, e um tanto quanto confuso. Seria ele importante somente pela sua armadura (como diria o próprio Capitão América)? Ou a armadura não teria a mesma importância sem Tony Stark?

Iron Man ganhou um novo diretor, Shane Black, que deixou o filme ainda mais interessante que os dois primeiros. Você pode esperar muita ação, muito suspense, e muita, mas muita risada… Black, como eu já disse antes, conseguiu fazer com que o filme não ficasse centralizado apenas em Tony Stark / Iron Man. Ele trouxe surpresas, trouxe ainda mais adrenalina, trouxe mais diversão.

Sem falar que Downey Jr. apareceu ainda mais “soltinho” na pele de Tony Stark. Suas caras e bocas e piadinhas clássicas estão ainda mais hilárias. Impossível não soltar boas gargalhadas durante o filme.

E o vilão da vez? Bem, quem fará as vezes de enfrentar Iron Man será o “Mandarim“, vivido por Ben Kingsley. Mas, ele não estará sozinho. Mandarim, na verdade, tem uma organização. Mas, não vou tirar o suspense da história…

Outros personagens importantes: Aldrich Killian (Guy Pearce), Dra. Maya Hansen (Rebecca Hall) e Eric Savin (James Badge Dale). O que posso dizer é que essa superprodução carimba Homem de Ferro 3 como a melhor sequência de filmes de super-heróis da história. O gostinho de “quero mais” vai ser iminente!!!

 

Crítica: “Juan e a Bailarina”, por Raphael Camacho

Eram pouco mais de 19:00 horas, no primeiro domingo do Festival do Rio de Cinema de 2011 (na época o filme em questão ainda era intitulado como “O Levante”). Vestindo uma camisa roxa e com um discurso emocionado, o diretor Raphael Aguinaga comove a plateia antes do filme começar.

Suas palavras interagem tão bem que torcíamos para que o longa tivesse ao menos metade daquela qualidade. Após a sessão, a certeza dessa produção Argentina, com pitadas brasileiras, ser a grande surpresa do festival não restava dúvidas.

Na trama, acompanhamos um grupo de idosos (vivendo a tempos isolados em um asilo) que ficam sabendo que a Igreja Católica clonou Jesus, ao mesmo tempo, em que é substituída a enfermeira que cuida deles. Assim a história avança em cinco partes: Uma Notícia EspetacularUm Acontecimento DesafortunadoA Terceira Casa de MarteOperação Voo da Águia e O Apocalipse. Cada uma dessas partes se torna um intrigante quebra cabeça, passando pelo amor (ao melhor estilo Hermano) até a possibilidade de redescoberta dentro de uma notícia espetacular.

O filme é muito rico em detalhes e aos poucos vamos sendo apresentados aos simpáticos protagonistas. Dolores, uma das simpáticas personagens é sensacional, dominando as partes cômicas da trama. O dia-a-dia de um lar para terceira idade é mostrada de forma inteligente, original e muito engraçada. Os contornos na vida dos idosos são feitos com muitas conversas, que rendem ótimos diálogos durante a produção. A divisão em subtítulos ao decorrer da trama melhora a percepção do espectador para com a história. Ambientado na argentina, “Juan e a Bailarina” é basicamente Hermano, porém com muitos toques brasileiros. O longa tem cenas emblemáticas, como: a do tango, muito bem conduzida pela câmera inquieta deAguinaga.

Um sentido à vida é a busca constante, às vezes inconsciente, desses cidadãos abandonados que se sustentam na amizade. A empolgação do público é a prova da incrível simpatia que o longa transpira da telona até poltrona mais próxima. Certamente agradará muitos cinéfilos. A mensagem que filme de Raphael Aguinaga deixa é a de que sempre brotará uma esperança dentro de nós. Se emocione, divirta-se e surpreende-se! “Juan e a Bailarina” é garantia de qualidade!

Verão em Red Hook

(Red Hook Summer)

Elenco: Daniel Breaker, De’Adre Aziza, Jonathan Batiste, Jules Brown, Limary Agosto, Quincy Tyler Bernstine, Sumayya Ali, Turron Kofi Alleyne.

Direção: Spike Lee

Gênero: Drama

Duração: 121 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 17 de Maio de 2013

Sinopse: A história acompanha um garoto chamado Flik, que é enviado pela mãe para passar férias no Brooklyn com o avô que ele ainda não conhecia, Enoch. O avô acaba se revelando um pastor conservador que deseja a qualquer custo converter o garoto.

Curiosidades:

» O filme não conta com astros e atores amplamente reconhecidos.

A Espuma dos Dias

(L’écume des jours)

 

Elenco:

Romain Duris, Audrey Tautou, Gad Elmaleh, Omar Sy.

Direção: Michel Gondry

Gênero: Drama

Duração: 125 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia:

Sinopse:

Chloë (Audrey Tautou) sofre de uma doença incomum, causada por uma flor que cresce em seus pulmões.

Curiosidades:
» —


Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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Os Amantes Passageiros

(Los Amantes Pasajeros)

 

Elenco: Javier Cámara, Lola Duenas, Cecilia Roth, Carlos Areces, Raul Arevalo, José Maria Yazpik.
Direção: Pedro Almodóvar
Gênero: Comédia
Duração: — min.
Distribuidora: Paris Filmes
Orçamento: US$ — milhões
Estreia: 5 de Julho de 2013
Sinopse: Os Amantes Passageiros‘ terá várias tramas paralelas, no estilo de ‘Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos’, “porém mais picante e transgressor”.
Curiosidades:
» O diretor espanhol Pedro Almodóvar (‘A Pele que Habito’) anunciou qual será seu próximo filme: a comédia picante ‘Os Amantes Passageiros‘ (Los Amantes Pasajeros).» ‘A Pele que Habito‘, seu último filme, levou o Bafta de Melhor Filme em língua não-inglesa.» O ator Javier Camara, que trabalhou com o diretor em ‘Fale com Ela‘ e ‘Má Educação‘, será o protagonista.

Trailer:


Cartazes:


Fotos:

           

Pra Lá do Mundo

(Pra Lá do Mundo)

Elenco: —

Direção: Roberto Studart

Gênero: Documentário

Duração: 78 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 14 de Junho de 2013

Sinopse: O documentário retrata um lugar deslumbrante e mágico, um vale escondido a mil metros de altitude, na região da Chapada Diamantina, onde pessoas de diferentes nacionalidades buscaram refúgio, deixando grandes centros urbanos para uma ruptura radical com a sociedade de consumo. Eles transformaram o local num centro de experimentação, diversidade e conflitos ideológicos que ao mesmo tempo encantam e ameaçam a vida da comunidade.

Juan dos Mortos

(Juan de los Muertos)

 

Elenco: Alexis Díaz de Villegas, Jorge Molina, Andrea Duro, Andros Perugorría, Jazz Vilá, Eliecer Ramírez, Antonio Dechent, Blanca Rosa Blanco, Elsa Camp.

Direção: Alejandro Brugués

Gênero: Comédia

Duração: — min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 21 de Junho de 2013

Sinopse:

O irreverente Juan dos Mortos é um zombie movie que mistura terror e comédia na capital cubana e narra a história de Juan (Alexis Díaz de Villegas, melhor ator no festival Fanstasporto), que tem 40 anos e vive em Havana fazendo aquilo que mais gosta: absolutamente nada. Até que por conta de uma misteriosa infecção que está transformando os habitantes em mortos-vivos famintos por carne humana, Juan, como um bom cubano, decide começar um negócio para tirar vantagem da situação.Juan passa a oferecer seus serviços com o slogan “Matamos seus entes queridos”. Eliminando os infectados, Juan e seus amigos começam a fazer fortuna. No entanto, os zumbis não param de se multiplicar e Juan logo terá que tomar para si o papel de herói, ajudando seus amigos a escaparem de Cuba, enquanto as rádios oficiais continuam a dizer que se trata de uma invasão de dissidentes a soldo do imperialismo.