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Califórnia aprova expansão dos créditos fiscais para cinema e TV

A Legislatura da Califórnia deu um passo significativo nesta terça-feira ao aprovar uma nova legislação que visa expandir e reformular o Programa de Créditos Fiscais para Cinema e Televisão do estado.

Segundo o Deadline, os projetos de lei SB630 e AB1138 foram aprovados em suas respectivas casas legislativas, intensificando a missão da Califórnia de atrair a produção física de volta para suas terras.

A principal mudança é a ampliação da definição de “obra cinematográfica qualificada”, permitindo que mais tipos de projetos se candidatem aos benefícios fiscais. Isso inclui séries com episódios de 20 minutos ou mais, filmes de animação, séries de TV, curtas-metragens e programas de competição de grande escala.

Inicialmente, os projetos de lei enfrentaram um obstáculo nas Comissões de Apropriações do Senado e da Assembleia, onde foram removidas as referências à ampliação do financiamento. Versões anteriores buscavam oficializar a proposta do governador Gavin Newsom, feita em outubro, de mais que dobrar o teto anual de incentivos, de US$ 330 milhões para US$ 750 milhões.

No entanto, ainda há esperança, pois Newsom continua buscando a aprovação desse financiamento em seu orçamento, que será votado em 15 de junho.

O aumento do financiamento continua sendo uma prioridade para o governador Newsom. Fontes indicam que a remoção da menção aos US$ 750 milhões dos textos legislativos não foi uma surpresa total. Isso porque, apesar dos esforços dos lobistas para demonstrar o impacto do problema da produção em todo o estado, os legisladores têm, naturalmente, outras prioridades.

Os projetos SB630 e AB1138 vão além de simplesmente oferecer incentivos financeiros. Além de expandir os critérios de qualificação, as propostas preveem o aumento do valor do crédito disponível para um projeto individual, passando de 20% para até 35% para gastos realizados em Los Angeles. Adicionalmente, permitem à Comissão de Cinema da Califórnia adicionar mais 5% em outras áreas consideradas de oportunidade econômica.

Esta nova legislação surge em meio a uma crescente “fuga de produção”, com outros estados expandindo agressivamente seus próprios programas de incentivos fiscais para atrair produções para fora da Califórnia.

No mês passado, por exemplo, Nova York aprovou um orçamento estadual que inclui incentivos expandidos, acirrando a competição por produções cinematográficas e televisivas. A Califórnia, com essas novas medidas, busca reafirmar sua posição como o principal polo de produção do entretenimento.

Madonna anuncia álbum de remixes de ‘Ray of Light’, ‘Veronica Electronica’

A rainha do pop Madonna finalmente irá lançar um ambicioso projeto intitulado Veronica Electronica (via Variety).

O álbum funciona como um compilado de remixes do aclamado e lendário disco ‘Ray of Light’, lançado em 1998 e considerado um dos melhores projetos da cantora e compositora e fazer parte da ‘Silver Collection’ (série de relançamentos em vinil prata de edição limitada).

Veronica Electronica será lançado nas plataformas digitais e em formato físico no dia 25 de julho – e, para celebrar as boas novas, o remix “Skin (The Collaboration Remix Edit)” foi disponibilizada no streaming.

Ouça:

Contando com oito faixas, o projeto foi originalmente idealizado por Madonna como um álbum de remixes em 1998. O compilado foi deixado de lado pela longa sequência de singles de sucesso do álbum original.

Crítica | Madonna entrega um dos melhores álbuns da história com ‘Ray of Light’

‘Ray of Light’ vendeu mais de 16 milhões de cópias em todo o mundo e rendeu a Madonna quatro prêmios Grammy, incluindo o de Melhor Álbum Pop – além de ser considerado um dos melhores álbuns da carreira da artista e da história da música.

Jennifer Lopez solta a voz no teaser do remake de ‘O Beijo da Mulher Aranha’; Confira!

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O remake de ‘O Beijo da Mulher Aranha‘, estrelado por Jennifer Lopez, ganhou o primeiro teaser.

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A produção será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 10 de outubro.

Lançada no Festival de Sundance 2025 e financiada de forma independente, a nova versão contou com um orçamento de cerca de US$ 30 milhões.

O longa, que ainda conta com Diego Luna no elenco, teve uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, conquistando 83% de aprovação com base em 29 análises.

Os críticos, de maneira geral, elogiaram a adaptação, especialmente a performance de Tonatiuh, embora tenham apontado que o filme falha em alguns momentos.

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“Em essência, o diretor filmou um drama de prisão intenso combinado com o glamour e a grandiosidade em technicolor de um musical da MGM dos anos 40 e 50. É uma mudança inspirada e dá ainda mais razão para esta abordagem existir como uma peça cinematográfica”, disse Pete Hammond do Deadline.

“É o relativamente novo Tonatiuh quem rouba a cena, encontrando tanto força quanto vulnerabilidade em um personagem que parece menos fútil a cada cena que passa”, disse Peter Debruge da Variety.

Bill Condon se impõe uma tarefa difícil ao tentar transformar o material complexo em um grande musical cinematográfico, mas, graças em parte ao trabalho louvável de seus três protagonistas, ele consegue chegar perto em alguns momentos”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“‘O Beijo da Mulher Aranha’ é mais uma adaptação decente, mas nem mesmo o estilo visual e a grandiosidade de Condon conseguem elevar essa história à grandeza”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Tonatiuh faz uma performance sinceramente capaz de fazê-lo brilhar como o extravagante e sonhador Luis… Mas o que é uma performance de estrela quando o pacote ao redor do ator é, de outra forma, tão ordinário e desprovido de qualquer brilho cósmico?”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.

“Números de dança emocionantes e afiados, fantasias cintilantes e diálogos exagerados se unem para criar um musical deslumbrante que nem sempre se encaixa perfeitamente”, disse Mae Abdulbaki do Screen Rant.

“‘O Beijo da Mulher Aranha’ é uma mistura de acertos e erros. Os números musicais são um pouco irregulares, a história tem um ritmo um tanto lento, e J-Lo e Diego Luna acabam deixando a desejar. No entanto, este musical vale o preço do ingresso apenas pela performance de Tonatiuh”, disse Sean Boelman do FandomWire

“A direção de Condon de toda a produção é tecnicamente competente… deslumbrante, até, em algumas partes. Mas toda essa ostentação não é forte o suficiente para esconder a lacuna entre a melodia que ela canta e a rotina que dança”, disse Marshall Shaffer do The Playlist.

John Kander Fred Ebb são responsáveis pelas canções.

Barry JosephsonTom KirdahyGreg YolenMatt Geller entram como produtores. Lopez, Elaine Goldsmith-ThomasBenny Medina são os produtores executivos.

DRAMA jurídico ‘O Homem que Fazia Chover’ ganha trailer e data de estreia!

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USA Network divulgou o trailer oficial de O Homem que Fazia Chover (‘The Rainmaker’), drama jurídico estrelado por Milo CallaghanJohn SlatteryLana Parrilla.

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia marcada para o dia 15 de agosto na emissora, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

Dan FoglerMadison Iseman, P.J. ByrneRobyn Cara também fazem parte do elenco.

A trama acompanha Rudy Baylor (Callaghan), que, pouco depois de se formar na Faculdade de Direito, enfrenta o impetuoso juiz Leo Drummond (Slattery) e sua namorada Sarah Plankmore (Iseman) no tribunal. Rudy, ao lado de sua chefe (Parrilla) e seu time de paralegais, descobrem duas conspirações conectadas entre si e que rodeiam a misteriosa morte do filho de sua cliente.

Michael Seitzman entra como showrunner. Ele também fica responsável pela produção executiva da atração ao lado da Lionsgate e da Blumhouse, e, além disso, assinou o roteiro do episódio piloto ao lado de Jason Richman.

A série é baseada no romance homônimo de John Grisham, que já ganhou uma adaptação para os cinemas em 1997 estrelada por Matt DamonJon Voight.

‘O Contador 2’: Sequência com Ben Affleck e Jon Bernthal chega ao streaming; Saiba onde assistir!

A sequência ‘O Contador 2‘, estrelada por Ben Affleck (‘Garota Exemplar’) e Jon Bernthal (‘Justiceiro’), já está disponível no Prime Video.

O longa-metragem chegou à plataforma de streaming hoje, 5 de junho.

Christian Wolff (Affleck) tem um talento para resolver problemas complexos. Quando um velho conhecido é assassinado, deixando para trás uma mensagem enigmática para “encontrar o contador”, Wolff se sente compelido a resolver o caso. Percebendo que medidas mais extremas são necessárias, Wolff recruta seu irmão distante e altamente letal, Brax (Bernthal), para ajudar. Em parceria com a Diretora Adjunta do Tesouro dos EUA, Marybeth Medina (Cynthia Addai-Robinson), eles descobrem uma conspiração mortal, tornando-se alvos de uma rede implacável de assassinos que fará qualquer coisa para manter seus segredos enterrados.

Relembre o trailer promocional e siga o CinePOP no Youtube:

Gavin O’Connor (‘Em Busca da Justiça’) retorna à direção.

Daniella Pineda, Allison Robertson e J.K. Simmons também estrelam a produção.

Xenomorfos tocam o TERROR em nosso planeta no trailer da série ‘Alien: Earth’; Confira!

O Disney+ divulgou o trailer completo da série ‘Alien: Earth‘, que promete expandir o universo da franquia ‘Alien‘.

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A produção tem lançamento agendado para o dia 12 de agosto na plataforma da Hulu, e será lançada no Brasil através do Disney+ numa data posterior.

Quando a misteriosa nave de pesquisa espacial USCSS Maginot cai na Terra, Wendy (Sydney Chandler) e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.

No ano de 2120, a Terra é governada por cinco corporações: Prodigy, Weyland-Yutani, Lynch, Dynamic e Threshold. Nessa Era Corporativa, ciborgues (humanos com partes biológicas e artificiais) e sintéticos (robôs humanoides com inteligência artificial) coexistem com os humanos. Mas o jogo muda quando o prodígio Fundador e CEO da Prodigy Corporation desbloqueia um novo avanço tecnológico: híbridos (robôs humanoides imbuídos de consciência humana).

O primeiro protótipo híbrido, chamado Wendy (Chandler), marca um novo começo na corrida pela imortalidade. Após a nave espacial de Weyland-Yutani colidir com a Cidade Prodígio, Wendy e os outros híbridos encontram formas de vida misteriosas, mais aterrorizantes do que qualquer um poderia imaginar.

A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.

Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

O elenco é formado por Sydney Chandler, Alex Lawther, Timothy Olyphant, Essie Davis, Samuel Blenkin, Babou Ceesay, David Rysdahl, Adrian Edmondson, Adarsh Gourav, Jonathan Ajayi, Erana James, Lily Newmark, Diem Camille e Moe Bar-El.

Richa MoorjaniKaren AldridgeEnzo CilentiMax RineheartAmir BoutrousVictoria MasomaTom MoyaAndy YuMichael SmileyJamie BispingTanapol Chuksrida fazem parte da atração como atores convidados.

Trailer da série sobre ‘A Mulher da Casa Abandonada’ que será lançada pelo Prime Video

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O Prime Video divulgou hoje o teaser da série documental ‘A Mulher da Casa Abandonada‘, que estreia em 15 de agosto. A obra é uma adaptação do podcast homônimo que se tornou uma sensação nacional em 2022 e foi um dos mais ouvidos no país.

A prévia revela alguns dos depoimentos de testemunhas, áudios e imagens de arquivo que compõem os novos detalhes da complexa história de uma senhora peculiar, que mora em uma mansão em ruínas em um bairro nobre de São Paulo. Ela foi acusada, juntamente com seu ex-marido, de agredir e manter ilegalmente uma trabalhadora doméstica brasileira nos Estados Unidos, durante os anos 2000.

Assista:

A Mulher da Casa Abandonada‘ é dirigida por Katia Lund, que também atua como produtora executiva. Livia Gama e Yasmin Thayná são diretoras dos episódios, junto com Katia Lund. A série é produzida por Gil Ribeiro, Marcia Vinci, e Margarida Ribeiro, da Coiote e roteirizada por Tainá Muhringer, Fernanda Polacow, Henrique dos Santos, Mari Paiva e Karolina Santos. Chico Felitti é o consultor criativo e produtor executivo.

Blumhouse irá ADQUIRIR os direitos da franquia ‘Jogos Mortais’

Bomba! De acordo com o Deadline, a Blumhouse está adquirindo os direitos da franquia ‘Jogos Mortais‘ da produtora Twisted Pictures.

O site ainda destaca que a Lionsgate seguirá envolvida com a saga, mantendo 50% dos direitos.

Ainda não se sabe qual será o futuro da franquia, mas a mudança nos bastidores vem pouco após ‘Jogos Mortais 11‘ ter sido adiado por tempo indeterminado e engavetado depois de um conflito entre os produtores.

Anteriormente, o Bloddy Disgusting havia reportado que o novo filme “está 100% morto. 100% cancelado.”

“Tudo começou a dar errado em janeiro de 2024. Os produtores começaram a brigar. Enquanto um produtor queria seguir em frente com o décimo primeiro filme, o outro ficou colocando obstáculos. [A Lionsgate] não tinha ninguém para acalmar a situação,” continuou.

Além disso, há alguns meses, o diretor Kevin Greutert (‘A Última Premonição’) havia excluído sua conta no Twitter/X após fazer uma postagem enigmática – que muitos entenderam como sua despedida da saga.

O próximo capítulo da franquia seria lançado originalmente em 2024, mas acabou sendo adiado em um ano.

Memórias de um Caracol: 5 razões para se emocionar com o novo filme de Adam Elliot

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Após um hiato de mais de dez anos, o aclamado diretor australiano Adam Elliot retorna com força total em Memórias de um Caracol, seu mais novo longa-metragem em stop-motion. Conhecido mundialmente por Mary e Max – Uma amizade diferente (2009), Elliot reafirma sua maestria na técnica e na construção de narrativas delicadas, com humor ácido e forte carga emocional.

Desde sua première mundial no 48° Festival de Animação de Annecy, a obra encantou plateias e críticos — são 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 140 críticas. Em junho do ano passado, o longa teve todas as sessões esgotadas em Annecy, onde saiu consagrado com o principal prêmio, o prestigiado Cristal. Indicado ao Globo de Ouro e ao Oscar 2025, Memórias de um Caracol finalmente estreia nas salas de cinema do Brasil nesta quinta-feira, 5 de junho. E aqui vão cinco boas razões para você garantir o seu ingresso.

1. Um trabalho primoroso de stop-motion

Não é todo dia que vemos uma animação com tanto cuidado artesanal. A técnica de stop-motion, que exige uma paciência quase inumana, ganha vida com detalhes minuciosos e texturas palpáveis. Na première mundial em Annecy, Adam Elliot compartilhou curiosidades deliciosas dos bastidores — como o uso de litros de lubrificante para criar as lágrimas dos personagens e papel celofane para animar o fogo. Cada sequência é como admirar uma escultura em movimento.

 

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2. A narração de Grace

Aqui temos dois méritos em um: o roteiro brilhante de Elliot, que mistura humor soturno a momentos de emoção genuína, e a performance tocante da narradora. A voz da atriz Sarah Snook (da série Succession) se encaixa perfeitamente no tom sereno e reflexivo de Grace, a personagem principal — que, como um verdadeiro caracol, é morosa, mas carrega uma carapaça emocional robusta para sobreviver às pancadas da vida.

3. A metáfora do caracol

Assim como nas fábulas clássicas que nos ensinam desde pequenos, Memórias de um Caracol constrói uma poderosa metáfora sobre resiliência e aceitação em torno da protagonista Grace (Sarah Snook) e sua relação com Sylvia, sua companheira caracol. A narrativa é um desfile de momentos contemplativos, porém marcantes — recheados de lirismo, ironia e ternura. É uma metáfora da fragilidade do molusco diante do tempo e de sua resistência frente às intempéries por conta da sua carapaça, enquanto questiona sua real liberdade. É impossível, portanto, sair indiferente de uma sessão. 

4. Quebra de padrões e preconceitos

A representatividade é uma marca registrada nas obras de Adam Elliot, e neste filme não é diferente. A trama abraça personagens que fogem do padrão audiovisual: um patriarca cadeirante, uma idosa com Alzheimer, irmãos órfãos lidando com depressão e exclusão social. Em vez de tratar esses temas com pena ou didatismo, o filme os incorpora com naturalidade, humanidade e dignidade. Mesmo os acontecimentos mais descompassados soam totalmente plausíveis, assim como os imperdíveis curtas do cineasta australiano: Harvie Krumpet (2003) e Ernie Biscuit (2015), disponíveis no YouTube.

5. Aprendizados para a vida

Memórias de um Caracol te faz sair do cinema com o coração apertado e a cabeça cheia. Você já se perguntou o que realmente te motiva a continuar, mesmo quando tudo parece dar errado? O filme questiona o sentido do trabalho, da realização pessoal e da herança emocional que carregamos. Os irmãos Grace e Gilbert (Kodi Smit-McPhee) nos mostram que, mesmo em tarefas monótonas como etiquetar maçãs ou cuidar de uma biblioteca, é possível encontrar sentido em prosseguir sua jornada  — especialmente quando se cruza com pessoas que mudam sua visão de mundo, como a idosa Picky (Jacki Weaver). 

Bônus: Ler é o melhor remédio

Entre romances clássicos como O Senhor das Moscas, de William Golding, e O Diário de Anne Frank até livros de autoajuda e folhetins de banca, Grace e Gilbert encontram na leitura um respiro diante da realidade dura, mesmo nos momentos de migalhas para comer e perdas irreparáveis. A literatura funcionava como fuga, consolo e guia — um lembrete sutil, mas poderoso, de que histórias — como esta — podem transformar vidas.

‘Monster High’: Diretor de ‘M3GAN’ é CONFIRMADO como responsável por filme live-action

Gerard Johnstone, o aclamado cineasta por trás do sucesso M3GAN, foi confirmado como diretor da aguardada adaptação live-action deMonster High’. O projeto é uma colaboração de peso entre a Mattel, Universal Pictures e a produtora Weed Road, de Akiva Goldsman.

Segundo a Variety, o filme, que será lançado nos cinemas, trará uma história original baseada nas adoradas bonecas fashion da Mattel.

Robbie Brenner, Presidente e Diretor de Conteúdo do Mattel Studios, expressou seu entusiasmo: “Gerard tem uma visão única e um estilo que mistura gêneros, o que o torna o diretor perfeito para este filme. É exatamente isso que estamos construindo no Mattel Studios, continuando a trabalhar com grandes talentos para contar histórias novas e inesperadas a partir do nosso rico portfólio de marcas. ‘Monster High’ é uma franquia querida pelos fãs, com um potencial infinito de narrativas, e estamos empolgados em reimaginá-la de uma forma monstruosamente empolgante com Gerard no comando”.

Johnstone também compartilhou sua empolgação: “Com ‘Barbie’, o Mattel Studios mostrou que não tem medo de apostar alto com suas propriedades. O que torna ‘Monster High’ tão empolgante para mim é a chance de brincar com tantos mitos icônicos de monstros — e fazer isso ao lado de Akiva, Robbie e da Universal Pictures é um sonho total. Mal posso esperar para que o público entre nesse mundo estranho e maravilhoso de magia dos excluídos que estamos prestes a criar”.

Akiva Goldsman, produtor do filme e roteirista vencedor do Oscar por ‘Uma Mente Brilhante’, destacou sua conexão pessoal com a franquia: “‘Monster High’ é incrivelmente pessoal para mim — minhas filhas cresceram amando as bonecas e tudo o que elas representam. O trabalho de Gerard é afiado, ousado e cheio de coração. Ele é exatamente o diretor que este filme precisa”.

Lançada em 2010, a linha Monster High é um dos maiores sucessos da Mattel. Criada por Garrett Sander, com ilustrações de Kellee Riley, a linha gira em torno da vida escolar de adolescentes filhas de monstros clássicos de filmes de terror, como vampiros, lobisomens, zumbis e fantasmas.

Vale lembrar que a franquia já ganhou dois filmes recentemente, lançados diretamente para o streaming.

Monster High: O Filme’ eMonster High 2’ estão disponíveis no Prime Video.

Memórias de um Caracol

(Memoir of a Snail)

 

Elenco:

Jacki Weaver
Sarah Snook
Charlotte Belsey

 

Direção: Adam Elliot

Gênero: Animação

Duração: 95 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 5 de Junho de 2025

Sinopse: 

Em MEMÓRIAS DE UM CARACOL, Grace é uma garota solitária que coleciona caracóis ornamentais. Ainda jovem ela foi separada do irmão gêmeo e a partir daí entrou em uma espiral contínua de ansiedade e angústia. Apesar das dificuldades, a menina volta a encontrar inspiração e esperança quando inicia uma amizade duradoura com uma idosa excêntrica chamada Pinky.

Mostra SP | Crítica – ‘Memórias de um Caracol’ é uma metáfora belíssima sobre as intempéries de uma vida comum

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Adam Elliot também assina o roteiro do longa;

» Aclamado pelos críticos – com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Bailarina – Do Universo de John Wick

Mulher em túnel colorido neon dançando à noite.
bailarina

(Ballerina)

 

Elenco:

Ana de Armas
Norman Reedus
Anjelica Huston
David Castañeda
Ian McShane
Keanu Reeves

Direção: Len Wiseman

Gênero: Ação

Duração: 89 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 100 milhões

Estreia: 5 de Junho de 2025

Sinopse: 

Bailarina – Do Universo de John Wick‘ tem direção de Len Wiseman (‘Anjos da Noite’) e se passa durante os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘ e acompanha Eve Macarro, que está começando seu treinamento nas tradições da organização Ruska Roma para se tornar uma assassina. O longa ainda conta com Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno e Norman Reedus no elenco, com participações de Ian McShane e Keanu Reeves.

Crítica | ‘Bailarina’ honra o legado de ‘John Wick’ e eterniza a versatilidade artística de Ana de Armas

Curiosidades: 

» Keanu Reeves, Ian McShane e Lance Reddick, da franquia original, irão reprisar seus papéis neste derivado;

» Chad Stahelski, o criador da franquia, foi convocado para supervisionar a produção do filme, incluindo a gravação de “sequências de ação adicionais” durante as refilmagens. Durante essas refilmagens, novos personagens foram adicionados, interpretados por David Castañeda e Sharon Duncan-Brewster;

» Originalmente programado para junho de 2024, o longa foi adiado em um ano após reações desastrosas durante testes de exibição. Segundo o Word Of Reel, o filme está sendo considerado um desastre, com alguns sugerindo que pode até mesmo ser um “assassino de franquias”: “Diz-se que ‘Ballerina’ é uma imitação quase literal dos filmes de ‘John Wick’, porém mais confuso e feito sob a perspectiva de uma ‘assassina feminina’. A lore da trilogia é bastante presente aqui, e não há como negar que é tonalmente inconsistente e mal dirigido;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Mulher em túnel colorido neon dançando à noite.

‘Vingadores: Apocalipse’: Fan art imagina Demolidor e Wolverine juntos no multiverso; Confira!

wolverine henry cavill

‘Vingadores: Apocalipse’ está chegando e promete trazer a aguardada guerra multiversal do MCU. Com isso, muitos fãs aguardam ansiosamente a participação de diversos heróis das telonas, e a imaginação já está a mil. Uma nova fan art viralizou nas redes sociais ao imaginar Ben Affleck como Demolidor e Henry Cavill como Wolverine no filme.

Vale lembrar que, até o momento, nenhum dos dois atores foi confirmado no elenco do longa.

Lembrando que ‘Vingadores: Apocalipse’ chegará aos cinemas em 18 de dezembro de 2026 – sete meses depois da data original.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco conta com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

Joe e Anthony Russo ficam responsáveis pela direção.

‘Bailarina’: Ana de Armas agradece apoio de Tom Cruise à franquia ‘John Wick’; “É muito especial”

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A atriz Ana de Armas recentemente expressou sua gratidão pelo apoio público de Tom Cruise ao seu próximo filme, Bailarina, um spin-off da aclamada franquia John Wick.

“Sabe de uma coisa? Ele apoia todos os filmes”, disse de Armas à Variety. “Ele realmente quer que a indústria e o cinema prosperem e que as pessoas continuem indo aos cinemas. Estamos trabalhando juntos, então ele teve a chance de ver ‘Bailarina’ e realmente gostou. Ele adora os filmes do ‘John Wick'”.

Ela continuou, enfatizando a importância do apoio mútuo na indústria: “É muito especial que alguém como ele esteja apoiando ‘Bailarina’. E é muito especial, de forma geral, ver outros atores e profissionais se apoiando mutuamente. Todos podemos prosperar juntos”.

Durante a turnê de divulgação de ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte Um’, o ator elogiou publicamente Bailarina e destacou a dedicação de Ana de Armas, Keanu Reeves e de toda a equipe envolvida na franquia John Wick.

John Wick, eu amo essa franquia e o que esse pessoal faz”, disse Cruise. “Sei o que é preciso para criar esse tipo de história e realizar esse tipo de filme. Agora vem aí ‘Bailarina’, com a Ana… é incrível”.

Bailarina’, filme derivado de ‘John Wick’, estreia amanhã nos cinemas.

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Len Wiseman, de ‘Anjos da Noite‘; ‘O Vingador do Futuro‘, é responsável pela direção.

Ambientada após os eventos de ‘John Wick 3: Parabellum‘, a trama acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina treinada pela organização Ruska Roma, que busca vingança pela morte de seu pai.

O elenco ainda conta com Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno e Norman Reedus, com participações de Ian McShane e Keanu Reeves.

Dakota Johnson fala sobre fracasso de ‘Madame Teia’: “Não foi minha culpa”

A atriz Dakota Johnson, que protagonizouMadame Teia, comentou recentemente o fracasso do filme da Marvel, que arrecadou pouco mais de US$ 100 milhões e foi considerado um verdadeiro fiasco, tanto de bilheteria quanto de crítica.

Em entrevista ao Los Angeles Times, Johnson foi direta ao abordar o assunto: “Não foi minha culpa”.

“Hoje em dia, muitas decisões criativas são tomadas por comitê, ou por pessoas que não têm uma gota de criatividade no corpo. É muito difícil fazer arte assim, ou até mesmo algo divertido. Infelizmente, Madame Teia começou sendo uma coisa e acabou virando outra. Eu só fui levada pela maré. Mas isso acontece. Filmes de grande orçamento fracassam o tempo todo”, acrescentou.

Ela ainda reforçou que não guarda ressentimentos: “Não estou traumatizada com isso. Não existe nenhuma parte de mim que diga: ‘Nunca mais vou fazer esse tipo de filme’. Já fiz até produções pequenas que não deram certo. E daí?”.

Madame Teia’ está disponível para streaming no Prime Video.

A adaptação live-action de ‘Madame Teia‘ já está disponível no catálogo brasileiro do Max.

Na trama, Cassandra Webb é uma paramédica em Manhattan que tem habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos.

Com orçamento de US$ 80 milhões, o longa arrecadou US$ 100.2 milhões mundialmente.

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Madame Teia – Dakota Johnson em aventura Sessão da Tarde que parece saída dos anos 90

Confira o ESPETACULAR trailer da sequência ‘Wicked: Parte 2’

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A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer da aguardada sequência ‘Wicked: Parte 2‘.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de novembro.

Jon M. Chu retorna à direção.

Na trama, Elphaba é uma jovem como outra qualquer do Reino de Oz, mas incompreendida por causa de sua pele verde incomum e por ainda não ter descoberto seu verdadeiro poder. Sua rotina é tranquila e pouco interessante, mas ao iniciar seus estudos na Universidade de Shiz, seu destino encontra Glinda, uma jovem popular e ambiciosa, nascida em berço de ouro, que só quer garantir seus privilégios e ainda não conhece sua verdadeira alma.

As duas iniciam uma inesperada amizade; no entanto, suas diferenças, como o desejo de Glinda pela popularidade e poder, e a determinação de Elphaba em permanecer fiel a si mesma, entram no caminho, transformando futuro de cada uma e a maneira como as pessoas de Oz as enxergam.

Jonathan BaileyMichelle YeohJeff Goldblum e outros também fazem parte do elenco.

Crítica | ‘Memórias de um Caracol’ mergulha no niilismo existencial através de uma marcante narrativa

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Ao longo da história, inúmeros filósofos se perguntaram sobre qual o sentido da vida: alguns, respaldados pela teoria do hedonismo, defendem que o objetivo principal da existência do indivíduo no mundo terreno é o prazer, enquanto outros, movidos pela moral e pela ética, afirmam que faz-se necessário seguir regras engessadas para a boa convivência em sociedade e, consequentemente, a pregação do abstrato conceito de “bom”. E, é claro, temos aqueles apoiados na teoria niilista, cuja única defesa é fazer o que se bem entender, visto que a única certeza da vida é a morte – e, após isso, não há mais nada. E o que acontece quando a busca desse sentido é transposta para o cinema?

Ainda que o gênero animado tenha sofrido certa “represália” por teóricos e estudiosos da sétima arte mais tradicionalistas, hoje podemos, felizmente, considerar produções do tipo como obras de arte, dotadas de camadas profundas que ressoam não apenas a um público mais jovem, mas se expandem para inúmeras gerações em níveis diferenciados – e, como subgênero, temos animações adultas que nos convidam a refletir sobre a existência em si, como a impecável ‘Anomalisa’, comandado por ninguém menos que Charlie Kaufman ao lado de Duke Johnson. E, após conquistar inúmeras indicações e prêmios nesta última temporada, está na hora de se emocionar com a angustiante e tocante narrativa de Memórias de um Caracol.

Dirigido por Adam Elliot, o longa-metragem posa como uma pessimista análise da vida, acompanhando a jovem Grace Pudel (Sarah Snook), uma mulher que relembra a árdua jornada que passou quando criança, adolescente e até mesmo adulta – e que a levou a um vórtice de vazio e solidão permeado por compulsões inexplicáveis e uma culpa que a consome dia a dia. Afastada do irmão gêmeo, Gilbert (Kodi Smit-McPhee), após a morte do pai (e sem ao menos conhecer a mãe, visto que ela faleceu ao lhes dar a luz), ela vê se mundo se despedaçar, encontrando conforto e consolo através de uma paixão visceral por caracóis – como se qualquer coisa relacionada a esses animaizinhos conseguisse desassociá-la de uma realidade dura e pessimista.

Porém, pouco a pouco, Grace percebe que está em um beco sem saída, desenvolvendo um transtorno de cleptomania para preencher um vazio impalpável e interior, conversando com o irmão através de cartas – e sofrendo com o fato dele estar confinado em uma casa controlada por uma família psicótica e uma mãe adotiva radicalmente religiosa, Ruth (Magda Szubanski) – e até mesmo entrando em um casamento com alguém que apenas queria controlá-la. Permanecendo fiel à sua personalidade única e empática, ao menos ela cria uma amizade com Pinky (Jacki Weaver), uma ex-dançarina de mesa que navega por um cotidiano monótono com diversão e exaltação.

Elliot, que ganhou destaque mundial com a ótima animação ‘Mary & Max’ há mais de quinze anos, desenvolve um enredo tragicômico que mergulha de cabeça em questões existencialistas e pessimistas, apoiando-se em incursões niilistas e quase aniquiladoras sobre a derradeira verdade do ser humano: a inevitabilidade da solidão e da decepção. Bom, ao menos é o que nos é transposto por quase uma hora e vinte, até nos verter em lágrimas com uma feliz reviravolta que apenas serve como cereja de um complexo e intrincado bolo – e que apreciamos e saboreamos em todos os seus níveis. E, conhecendo a forma como o realizador abre espaço para que suas obras funcionem como um reflexo quase autobiográfico, aceitar o convite para essa crua e íntima jornada é um presente cinemático.

Grace não é só uma representação do próprio diretor, mas um emblema particular de uma persona universal – cuja construção parte da psique humana e de um momento pelo qual todos já passaram (conhecido também como “o fundo do poço”). A protagonista e narradora, tendo passado por tantas decepções e angústias em sua breve vida, emerge como um ícone da letargia e da apatia, como se estivesse cansada demais para lutar e para continuar forte, reclusando-se em sua concha, como os caracóis ao seu lado; em contrapartida, a personalidade de Gilbert a complementa, como se ambos fossem partes separadas de um único indivíduo, trazendo a beleza e a vontade de seguir em frente a alguém que enxerga apenas o nada.

memórias de um caracol

Falar do encanto imagético e artístico do stop-motion parece desnecessário, visto que Elliot mantém-se fiel à conhecida estética de seu longa anterior e dos curtas que encabeçou em sua carreira – pincelando o arco de Grace com tons voltados para um monocromático sombrio que aposta em tons terrosos, reafirmando a claustrofóbica e cíclica cela sem grades em que a protagonista se encontra, reencontrando-se com um brilho a mais conforme suas esperanças reacendem. Gerald Thompson, responsável pela fotografia, aposta fichas em uma simetria exagerada para garantir a falsa sensação de estabilidade e equilíbrio que Grace acredita ter encontrado, vertendo-se em subsequentes planos tortuosos para descontruir as expectativas de bonança – e funcionando com maestria invejável.

Memórias de um Caracol chega ao circuito brasileiro meses depois de ter conquistado o público e a crítica no mercado internacional, sagrando-se não apenas uma das melhores animações do ano, mas despontando como uma obra-prima audiovisual e um dos títulos mais belos e existenciais até agora.

‘Masque of the Red Death’: Mikey Madison vai estrelar releitura ousada de Edgar Allan Poe para a A24

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Mikey Madison está oficialmente no centro das atenções em Hollywood. Após conquistar o Oscar por sua elogiada performance no filme ‘Anora‘, de Sean Baker, a atriz foi escolhida para liderar ‘The Masque of the Red Death‘, nova adaptação do conto de Edgar Allan Poe que será produzida pela A24 e Picturestart.

O projeto será escrito e dirigido por Charlie Polinger, em uma releitura ousada e revisionista da obra clássica de terror. A novidade foi revelada pela Variety.

Segundo fontes próximas à produção, Madison assume o papel principal anteriormente reservado a Sydney Sweeney, que deixou o filme por conflitos de agenda. A A24 adquiriu os direitos de distribuição mundial, reforçando sua aposta em narrativas autorais e atmosferas sombrias, marcas registradas do estúdio.

Além de assinar o roteiro e a direção, Polinger também atua como produtor executivo ao lado de Lucy McKendrick. O cineasta está atualmente em fase de pós-produção de ‘The Plague‘, filme independente estrelado por Joel Edgerton.

Com ‘The Masque of the Red Death‘, Madison se aproxima ainda mais do gênero que ajudou a consolidar sua carreira — após papéis marcantes em ‘Pânico 5‘ e ‘Era uma Vez em Hollywood‘, de Quentin Tarantino. Ela também fez parte do elenco fixo da série ‘Better Things‘, da FX.

Ainda neste ano, Madison será vista no thriller ‘Reptilia‘, ao lado de Kirsten Dunst. O longa narra a história de uma auxiliar de dentista que é seduzida por uma sereia misteriosa e arrastada para o obscuro submundo do tráfico de animais exóticos na Flórida. A direção é de Alejandro Landes Echavarría, conhecido por Monos.

Desde seu desempenho arrebatador em ‘Anora‘ — que lhe rendeu não só o Oscar, como também prêmios no BAFTA e no Spirit Awards —, Madison tem sido uma das atrizes mais cobiçadas da indústria. Prova disso é que chegou a recusar um papel no novo longa da franquia ‘Star Wars‘, dirigido por Shawn Levy (‘Deadpool & Wolverine‘), para priorizar projetos mais autorais.

‘Um Dia de Cão’: Jon Bernthal e Ebon Moss-Bachrach vai estrelar adaptação da Broadway

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Os astros da aclamada série ‘The Bear‘, Jon Bernthal e Ebon Moss-Bachrach, estão prontos para fazer suas estreias na Broadway. A dupla irá protagonizar uma nova adaptação teatral do clássico ‘Um Dia de Cão, originalmente dirigido por Sidney Lumet em 1975. A estreia nos palcos está prevista para a primavera de 2026. A novidade foi divulgada pela Variety.

Inspirada em eventos reais, a história se passa durante um escaldante dia do verão de 1972 e acompanha um assalto bancário no Brooklyn que rapidamente se transforma em uma tensa situação de reféns. Conforme o caos se instala, a atenção da mídia transforma os criminosos em figuras improváveis de fascínio público. Ainda não está claro o quanto a peça seguirá fielmente a trama e o tom do longa que rendeu a Al Pacino uma das performances mais icônicas de sua carreira.

Na montagem teatral, Bernthal assume o papel de Sonny Amato — nome que sugere ser a nova versão do personagem vivido por Pacino no cinema. Moss-Bachrach dará vida a Sal DeSilva, possivelmente inspirado em Sal Naturile, personagem de John Cazale no filme original.

A direção será de Rupert Goold (Judy, King Charles III), e o texto é assinado por Stephen Adly Guirgis, vencedor do Prêmio Pulitzer por Between Riverside and Crazy e conhecido por sua linguagem crua e visceral no teatro contemporâneo.

A peça será produzida pela Warner Bros. Theatre Ventures, responsável por levar aos palcos títulos como Beetlejuice, The Outsiders e Boa Noite, Boa Sorte. O braço teatral do estúdio também prepara musicais baseados em ‘Os Garotos Perdidos‘ e ‘Podres de Rico’.

Jon Bernthal, embora estreante na Broadway, já tem experiência nos palcos com produções como Ironbound e This Is Our Youth. No cinema e na TV, acumulou elogios por trabalhos em ‘O Justiceiro‘, ‘King Richard‘, ‘The Walking Dead‘ e ‘Baby Driver’.

Moss-Bachrach, duas vezes vencedor do Emmy por ‘The Bear‘, também tem no currículo papéis marcantes em ‘Girls‘ e ‘O Justiceiro‘. Ele será visto em breve no reboot de ‘O Quarteto Fantástico‘ da Marvel.

‘Wicked: Parte 2’: Diretor destaca músicas inéditas da sequência: “Poderosas”

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A aguardada sequência Wicked: Parte 2’, que adaptará o segundo ato do aclamado musical da Broadway, trará novidades promissoras aos cinemas, incluindo canções inéditas.

Em entrevista à Vanity Fair, o diretor Jon M. Chu destacou a potência da trilha sonora: “Tem umas músicas poderosas”.

Ele mencionou as já conhecidas “Thank Goodness” (abertura do segundo ato) e “For Good”, que intitula o filme.

“‘No Good Deed’ é simplesmente uma porrada”, disse Chu, visivelmente entusiasmado. “Não sei nem como suavizar isso. Cynthia [Erivo, que interpreta Elphaba] nessa música é ridícula. E ‘As Long as You’re Mine’, é simplesmente linda”,

Além das faixas que os fãs do musical já conhecem, Chu confirmou a adição de surpresas musicais.

“Acho que já foi divulgado que temos duas músicas novas”, revelou, mantendo mistério sobre elas. “São adições ótimas e necessárias para contar essa parte da história. Ver Stephen Schwartz [compositor do musical] novamente ao piano… é extraordinário”.

Vale lembrar que Stephen Schwartz é o responsável pela composição das músicas de Wicked, além de assinar trilhas inesquecíveis de outros clássicos como O Príncipe do Egito e Pocahontas.

Wicked: Parte 2’ tem estreia marcada para o dia 20 de novembro de 2025.

Jon M. Chu comanda o longa-metragem.

Na trama, Elphaba é uma jovem como outra qualquer do Reino de Oz, mas incompreendida por causa de sua pele verde incomum e por ainda não ter descoberto seu verdadeiro poder. Sua rotina é tranquila e pouco interessante, mas ao iniciar seus estudos na Universidade de Shiz, seu destino encontra Glinda, uma jovem popular e ambiciosa, nascida em berço de ouro, que só quer garantir seus privilégios e ainda não conhece sua verdadeira alma.

As duas iniciam uma inesperada amizade; no entanto, suas diferenças, como o desejo de Glinda pela popularidade e poder, e a determinação de Elphaba em permanecer fiel a si mesma, entram no caminho, transformando futuro de cada uma e a maneira como as pessoas de Oz as enxergam.

Jonathan BaileyMichelle YeohJeff Goldblum e outros também fazem parte do elenco.