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Verdades vêm à tona na prévia do 6º episódio da 2ª temporada de ‘The Last of Us’; Confira!

A HBO divulgou a prévia oficial do sexto episódio da 2ª temporada de ‘The Last of Us‘.

Intitulado “Scars”, o próximo capítulo vai ao ar no dia 18 de maio.

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Crítica | 2ª temporada de ‘The Last of Us’ se inicia com um tenso e envolvente prospecto

Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Crítica | Halsey e Amy Lee unem forças para o sinestésico hard rock de “Hand That Feeds”, música original do filme ‘Bailarina’

É sempre interessante ver quando duas artistas de altíssimo calibre unem forças para criar mágica – como vemos em inúmeros momentos da história da música. E, quando HalseyAmy Lee divulgaram a inédita “Hand That Feeds” para o filme Bailarinaspin-off da aclamada franquia de ação John Wick, nossas expectativas não poderiam estar mais altas, considerando o poder artístico e vocal de ambos os nomes no cenário fonográfico – e as belíssimas joias musicais que já entregaram ao longo de sua carreira.

Enquanto Lee possui uma carreira mais antiga e que já atingiu o status de icônica através de seu magnífico trabalho como vocalista da banda de rock Evanescence, imortalizando faixas como “Bring Me To Life”“Call Me When You’re Sober”, por exemplo, Halsey ganhou notoriedade em meados dos anos 2010 como integrante do movimento indie-pop que se sagraria como um dos movimentos definidores da época, demonstrando versatilidade invejável álbum após álbum. Considerando a predileção estilística das duas, era apenas natural que elas convergissem para essa vibrante track que dialoga diretamente com o estilo do filme supracitado.

A canção, que se estende por breves três minutos, é uma mistura quase impecável e bastante equilibrada de investidas que tanto Lee quanto Halsey já exploraram em sua carreira: a primeira metade puxa elementos do recente ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, em que Halsey navega por uma melódica balada marcada pelo piano e pela guitarra, emulando as primeiras faixas de seu compilado de originais à medida que se aproxima de um urgente refrão; assim que Lee entra, ela se joga de cabeça em uma homenagem clara às memoráveis canções que eternizou no começo dos anos 2000, remodelando-as com uma roupagem mais contemporaneizada que aposta nas batidas profundas de uma bateria sintetizada e nos acordes familiares do hard-rock e do electro-rock.

A química das cantoras soa como algo nato, em sintonia ou solo, brilhando com entregas impecáveis que nos frustram em certos momentos apenas por não serem explorados com o potencial merecido – mas nada crasso demais que ofusque a beleza dessa faixa meticulosamente orquestrada por ninguém menos que Jordan Fish, mesmo nome por trás do conhecido grupo britânico Bring Me The Horizon. É claro que certas investidas, como os momentos que antecedem o crescendo do refrão ou até mesmo o arranjo instrumental da ponte, são familiares por abraçar convencionalismos de gênero; porém, Fish tem plena ciência de que, em se tratando de uma música assinada para uma trilha sonora, o teor mercadológico precisa existir – e ele faz isso com maestria e de forma prática o bastante para nos fazer querer ouvi-la de novo, e de novo, e de novo.

A ambientação narcótica existe fora da cronologia que divide o passado e o presente, unindo duas gerações sob uma ótica que as une em uma angustiante narrativa de toxicidade e unilateralidade – discorrendo acerca de um romance solitário que navega pela problemática da submissão compulsória e pelo amargo ressentimento que isso cria, mostrando que tanto Lee e Halsey conseguiram escapar desse claustrofóbico beco sem saída.

Lembrando que “Hand That Feeds” já está disponível nas plataformas de streaming.

‘Irmão do Jorel’: Episódios FINAIS da 5ª temporada ganham trailer e data de estreia; Confira!

Max Brasil divulgou o trailer dos episódios finais da 5ª temporada da aclamada animação Irmão do Jorel.

A nova leva de episódios chega à plataforma de streaming no dia 19 de maio.

Confira:

A série foi criada por Juliano Enrico.

A trama acompanha as aventuras da vida cotidiana de um jovem, conhecido apenas como “Irmão do Jorel”, que vive com sua família excêntrica, tentando se encontrar e superar as dificuldades. Ele precisa lidar com a atenção constante que seu irmão Jorel recebe, a vida familiar, a escola e seus amigos.

Andrei Duarte, Craigo SilvaHugo Picchi Neto, César Marchetti, Tânia GaidarjiCecília LemesMelissa Garcia e outros fazem parte do elenco de voz.

Lembrando que Irmão do Jorel já foi renovada para a 6ª temporada.

Michelle Yeoh irá estrelar o filme de ação ‘The Surgeon’; Saiba mais!

Segundo o Deadline, a vencedora do Oscar Michelle Yeoh (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) irá estrelar o novo filme de ação ‘The Surgeon’, que está sendo produzida pela Thunder Road (‘John Wick’).

O filme é escrito e dirigido por Roshan Sethi (‘The Resident’).

O enredo é centrado em uma cirurgiã aposentada (Yeoh) que é sequestrada e forçada a operar um paciente misterioso. Embora em menor número, seus captores ignoraram sua maior arma: 35 anos de experiência cirúrgica, o que a leva a um confronto explosivo e brutal durante o qual ela supera e abate seus inimigos em um estilo visual que desafia tudo o que você já viu.

Acredita-se que o projeto seja o primeiro capítulo de uma franquia.

“Estou muito animado para trazer algo totalmente novo e inovador para o gênero de ação, baseado em grande parte na minha formação médica”, disse Sethi em uma declaração oficial. “Não consigo pensar em uma parceira melhor do que Michelle, a icônica rainha da ação que usará suas habilidades de uma maneira diferente e surpreendente neste filme, e as equipes de produção da Thunder Road, 193 e NeoText”.

O filme será comercializado no Mercado de Cannes. Mais informações não foram reveladas.

BAFTA TV Awards 2025 | ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’ leva o prêmio de Melhor Programa Internacional

Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, série histórica baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell, se tornou uma das melhores produções dos últimos anos – e fez bonito durante a cerimônia de vencedores do BAFTA TV Awards 2025.

A produção foi condecorada com a estatueta de Melhor Programa Internacional, além de ter conquistado o prêmio de Melhor Fotografia e Iluminação em Série de Ficção.

Lembrando que a atração já foi renovada para a 2ª e a 3ª temporadas.

‘Xógum’ se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimiô astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que deve provar seu valor e sua lealdade .

A obra conquistou nada menos que 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 132 críticas.

Confira os principais comentários:

“As sequências de ação e batalha são absolutamente impressionantes, repletas de violência brutal e reviravoltas de tirar o fôlego” – Primetimer.

“Com um elenco bem atuado de personagens coloridos, cenários inesquecíveis e um enredo político emocionante, ‘Xógum’ é um dos primeiros candidatos a melhor nova série de 2024″ – That Shelf.

‘Xógum’ é um drama adulto rico, texturizado e até sensível que sabe como encontrar o equilíbrio tênue entre espetáculo e espetacular” – Inverse.

‘Xógum’ deveria ser algo prioritário, pois nos deslumbra com intriga política, cultura e uma intensidade que reúne tudo muito bem” – Screen Rant.

“A série é mais do que outro drama histórico elegantemente encenado, usando três perspectivas distintas para transformá-la em uma reflexão sobre a vida e a morte” – Slant Magazine.

A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

BAFTA TV Awards 2025 | Marisa Abela leva o prêmio de Melhor Atriz por ‘Industry’

Os vencedores do BAFTA TV Awards 2025 foram revelados no dia de hoje, 11 de maio – e a aclamada série Industry, da HBO, foi uma das principais relembradas.

Durante a cerimônia, Marisa Abela foi condecorada com o prêmio de Melhor Atriz por seu aclamado trabalho na atração.

Lembrando que a série já está renovada para a 4ª temporada, cujas gravações estão ocorrendo no Reino Unido.

A série foi criada por Mickey Down e Konrad Kay.

A história gira em torno de um grupo de jovens graduandos competindo por limitadas vagas em uma empresa de investimento em Londres. As fronteiras entre colegas, amigos, amantes e inimigos logo se fundem umas com as outras à medida que eles mergulham num mundo marcado pelo sexo, pelas drogas e pela egolatria.

BAFTA TV Awards 2025 | Jessica Gunning conquista o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por ‘Bebê Rena’

A série ‘Bebê Rena‘ se tornou um dos maiores fenômenos da Netflix – e continua a levar inúmeros prêmios para casa.

Durante a cerimônia de vencedores do BAFTA TV Awards 2025, Jessica Gunning conquistou a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante por seu aplaudido trabalho. Além disso, o criador Richard Gadd levou para casa o prêmio de Melhor Roteiro em Série de Drama.

Inspirada em uma história real, a trama gira em torno de Donny Dunn (Gadd), um bartender de Londres que sonha em se tornar um comediante. Sua vida muda quando ele conhece Martha (Gunning), que começa a visitá-lo no trabalho todos os dias. Logo, o que parecia uma amizade normal se transforma em obsessão. E não demora muito para ele descobrir que a Martha é uma stalker condenada e acusada de perseguir inúmeras pessoas…

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

No caso real, Gadd relatou ao longo de alguns shows que foi perseguido por pelo menos quatro anos por uma mulher que o apelidou como Bebê Rena.

Apesar do apelido que costuma causar risos na plateia, ele disse que foi assediado com 41.071 e-mails, 350 horas de mensagens de voz, 744 tweets, 46 mensagens no Facebook e 106 páginas de cartas.

Além disso, ela tentou chamar sua atenção com presentes, incluindo uma rena de pelúcia, pílulas para dormir, um chapéu de lã e roupas íntimas, como pijamas e cuecas boxer.

Com direção de Weronika Tofilska, a atração retrata o caso em sete episódios.

Crítica | ‘Fight or Flight’ – Um eficiente liquidificador de loucuras marcado pelo humor perturbado chegou na PRIME VIDEO!

Você pode chamar a atenção com um filme de várias formas. Uma delas é reunir no pacote vários clichês de um gênero cinematográfico e criar sem limites uma história que atira para todos os lados. Se isso vai dar certo ou não, aí é preciso analisar outras variáveis. No curioso novo filme do catálogo da Prime Video, Fight or Flight, tem um pouco de tudo quando liga-se um liquidificador de loucuras marcado pelo humor perturbado – e por partes sem sentido – onde acompanhamos horas tensas de um carismático protagonista em busca de uma volta pra casa.

Lucas (Josh Hartnett) é um ex-agente da CIA que após uma situação em uma missão é praticamente retirado do sistema, conseguindo abrigo em Bangkok. Anos se passam e ele recebe um telefonema de Katherine (Katee Sackhoff), uma ex-namorada e atual chefona de uma rede poderosa que está com um enorme problema. Tendo em vista a possibilidade de voltar para casa, Lucas resolve aceitar um trabalho perigoso que só se complica quando entra em um avião repleto de assassinos impiedosos.

O roteiro escrito por Brooks McLaren e D.J. Cotrona não tenta ser igual a tantos outros, busca sua originalidade, reunindo ideias batidas de filmes de ação e transformando numa locomotiva de possibilidades que logo se prende como chiclete em um discurso esporrento. O tempo certo da comédia em meio ao banho de ação é cirúrgico, a cereja do bolo tanto desejada pelas produções. Quando o entretenimento chega exatamente do fato de não se levar a sério, sempre encontramos pontos interessantes e que de alguma forma chama a atenção do público.

James Madigan, em seu primeiro trabalho como diretor de longas-metragens, vem de uma carreira com mais de 25 trabalhos na parte de efeitos visuais. Essa experiência nessa parte importante do processo cinematográfico é vista a todo momento. Com uma direção segura e bastante criativa, transforma – principalmente os atos finais dessa história – em um baile divertido tendo mentes perturbadas na frente das ações. Em relações as atuações, vale o destaque para Josh Hartnett, hilário no papel.

Com sangue por todos os lados, coreografias fantásticas, o clima de tensão debochado logo vira um show de maluquices onde acompanhamos o anti-herói e seus problemas na insistência de não desistir. Os estereótipos imersos nas ironias das paródias se grudam como chicletes em paralelos também com os clichês mais batidos do mundo, uma fórmula que encaixa como uma luva. Nesse show chamativo de um aparente desencontro acaba nascendo um filme eficiente que tem tudo para virar uma franquia.

‘Thunderbolts*’ já arrecadou quase US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais

Em menos de duas semanas, ‘Thunderbolts*‘ já conseguiu arrecadar quase US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa se manteve no topo das maiores arrecadações em seu segundo final de semana no território norte-americano, sofrendo uma queda de -55% em relação à estreia. Para termos de comparação, a produção teve uma retenção muito melhor do que o filme mais recente do estúdio, ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (-68%).

Nos EUA, o longa soma US$ 128.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 143.7 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 272.1 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com Reino Unido (US$15.5M), China (US$13.8M), México (US$11.2M), França (US$7.2M) e Austrália (US$6.4M).

Além disso, a produção arrecadou US$ 29 milhões globalmente em IMAX.

Com 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa também conquistou o público, recebendo uma nota A- no CinemaScore. A avaliação supera a média de aprovação dos espectadores para ‘Capitão América 4‘ (B-), uma das mais baixas do gênero.

Thunderbolts*‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

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A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

‘Pecadores’ já arrecadou quase US$ 300 milhões mundialmente

Sucesso! O thriller de vampiros ‘Pecadores‘ já conseguiu arrecadar quase US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa mais de três vezes o valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 90 milhões –, consolidando o projeto como um dos filmes mais bem-sucedidos do gênero.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 214.4 milhões. No mercado internacional, US$ 68.9 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 283.3 milhões.

Para termos de comparação, o desempenho internacional do longa está 119% acima de ‘Não Fale o Mal‘, 90% acima de ‘Não! Não Olhe!‘ e 61% acima de ‘Corra!‘.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$17.4M), França (US$8.1M), Austrália (US$5.5M), México (US$3.9M) e Alemanha (US$3.1M).

Sucesso entre os críticos – com 98% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa também conquistou os espectadores, recebendo uma rara nota A no CinemaScore – o que representa a melhor média para um filme do gênero em 35 anos.

Pecadores‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

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‘Um Filme Minecraft’ ultrapassa US$ 900 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! A adaptação live-action ‘Um Filme Minecraft‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 900 milhões nas bilheterias mundiais – superando sucessos do estúdio, como ‘A Origem‘, ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban‘, ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ e ‘Duna: Parte 2‘.

Atualmente, o longa se encontra no TOP 2 das maiores arrecadações globais do ano, atrás apenas do fenômeno chinês ‘Ne Zha 2‘ (US$1.98B).

De acordo com o Deadline, o live-action se tornou a maior arrecadação da história para um filme da Warner Bros. na Polônia, Bulgária, República Tcheca, Eslováquia, Líbano e Turquia.

Nos EUA, o longa soma US$ 408.9 milhões nos EUA. No mercado internacional, foram US$ 500.6 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 909.5 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$71.2M), Alemanha (US$37M), Austrália (US$34.2M), México (US$32M) e China (US$28.4M).

Confira a lista com todos os recordes domésticos, internacionais e globais quebrados na estreia de ‘Um Filme Minecraft’

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BAFTA TV Awards 2025 | Marisa Abela, ‘Xógum’ e mais na lista de VENCEDORES da premiação

Os vencedores do BAFTA TV Awards 2025, segunda cerimônia do BAFTA na temporada de premiações, foram revelados hoje, 11 de maio.

Confira a lista de ganhadores abaixo:

MELHOR ATRIZ
Anna Maxwell Martin, Until I Kill You
Billie Piper, A Grande Entrevista
Lola Petticrew, Say Nothing
Marisa Abela, Industry (VENCEDORA)
Monia Dolan, Mr. Bates vs. the Post Office
Sharon D Clarke, Mr. Loverman

MELHOR ATOR
David Tennant, Rivals
Gary Oldman, Slow Horses
Lennie James, Mr. Loverman (VENCEDOR)
Martin Freeman, The Responder
Richard Gadd, Bebê Rena
Toby Jones, Mr. Bates vs. the Post Office

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Jessica Gunning, Bebê Rena (VENCEDORA)
Katherine Parkinson, Rivals
Maxine Peake, Say Nothing
Monica Dolan, Sherwood
Nava Mau, Bebê Rena
Sue Johnston, Truelove

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Ariyon Bakare, Mr. Loverman (VENCEDOR)
Christopher Chung, Slow Horses
Damian Lewis, Wolf Hall: The Mirror and the Light
Jonathan Pryce, Slow Horses
McKinley Belcher III, Eric
Sonny Walker, The Gathering

MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA
Anjana Vasan, We Are Lady Parts
Kate O’Flynn, Everyone Else Burns
Lolly Adefope, The Franchise
Nicola Coughlan, Big Mood
Ruth Jones, Gavin & Stacey (VENCEDORA)
Sophie Willan, Alma’s Not Normal

MELHOR ATOR EM COMÉDIA
Bilal Hasna, Extraordinária
Danny Dyer, Mr. Big Stuff (VENCEDOR)
Dylan Thomas-Smith, G’wed
Nabhaan Rizwan, Kaos
Oliver Savell, Changing Ends
Phil Dunning, Smoggie Queens

MELHOR SÉRIE DE DRAMA
Blue Lights (VENCEDORA)
Sherwood
Supacell
Wolf Hall: The Mirror and the Light

MELHOR MINISSÉRIE DE DRAMA
Bebê Rena
Lost Boys and Fairies
Mr. Bates vs. the Post Office (VENCEDORA)
One Day

MELHOR COMÉDIA
Alma’s Not Normal (VENCEDORA)
Brassic
G’Wed
Ludwig

MELHOR NOVELA
Casualty
Coronation Street
EastEnders (VENCEDORA)

MELHOR PROGRAMA DE ENTRETENIMENTO
The 1% Club
Michael McIntyre’s Big Show
Taskmaster
Would I Lie To You? (VENCEDOR)

MELHOR PERFORMANCE EM PROGRAMA DE ENTRETENIMENTO
Anthony McPartlin & Declan Donnelly, Ant & Dec’s Saturday Night Takeaway
Claudia Winkleman, The Traitors
Graham Norton, The Graham Norton Show
Joe Lycett, Late Night Lycett (VENCEDOR)
Stacey Solomon, Sort Your Life Out
Rob Beckett & Romesh Ranganathan, Rob & Romesh Vs

MELHOR PROGRAMA DE ENTRETENIMENTO FACTUAL
In Vogue: The 90s
Race Across the World
Rob and Rylan’s Grand Tour (VENCEDOR)
Sort Your Life Out

MELHOR REALITY
Dragons’ Den
The Jury: Murder Trial (VENCEDOR)
Casamento às Cegas
The Traitors

MELHOR PROGRAMA INTERNACIONAL
After The Party
Colin From Accounts
Say Nothing
Xógum: A Gloriosa Saga do Japão (VENCEDOR)
True Detective: Terra Noturna
You Are Not Alone: Fighting the Wolfpack

CRAFT AWARDS

TIME DE CRIAÇÃO INFANTIL
O Coelho de Veludo — Tom Bidwell, Jennifer Perrott, Rick Thiele, Sarah Brewerton, Anna Rackard e James Mather

DESIGN DE PRODUÇÃO
Eric — Suzanne Cave

DIREÇÃO: FACTUAL
Billy & Molly: An Otter Love Story — Charlie Hamilton James

DIREÇÃO: FICÇÃO
Bebê Rena — Weronika Tofilska

DIREÇÃO: MULTICÂMERA
Glastonbury 2024 — Janet Fraser Crook

EDIÇÃO: FACTUAL
Life and Death in Gaza (Storyville) — Sarah Keeling

EDIÇÃO: FICÇÃO
Slow Horses (Episódio 1) — Robert Frost

TALENTO EMERGENTE: FACTUAL
Jaber Badwan, diretor de fotografia — Kill Zone: Inside Gaza

TALENTO EMERGENTE: FICÇÃO
Lucia Keskin, roteirista — Things You Should Have Done

TIME CRIATIVO DE ENTRETENIMENTO
Taskmaster — Andy Devonshire, Rebecca Bowker, James Dillon e Dru Masters

MAQUIAGEM & CABELO
Rivals — Jill Sweeney, Abi Brotherton, Natalie Allan, Tifanny Pierre, Franziska Roesslhuber e Martine Watkins

MÚSICA ORIGINAL: FACTUAL
Rage Against the Regime: Iran — Noor Khaleghi

MÚSICA ORIGINAL: FICÇÃO
Bad Sisters — Tim Phillips, PJ Harvey

FOTOGRAFIA E ILUMINAÇÃO: FICÇÃO
Xógum: A Gloriosa Saga do Japão — Christopher Ross

FOTOGRAFIA E ILUMINAÇÃO: FACTUAL
State of Rage — Marcel Mettelsiefen

DESIGN DE PRODUÇÃO
Rivals — Dominic Hyman

ELENCO ROTEIRIZADO
Supacell — Isabella Odoffin

SOM: FACTUAL
Secret World of Sound with David Attenborough — Brian Moseley, Angela Groves, Paul Fisher, Chris Watson e Ioannis Spanos

SOM: FICÇÃO
Slow Horses — Andrew Sissons, Martin Jensen, Joe Beal, Alex Ellerington, Duncan Price e Abbie Shaw

EFEITOS GRÁFICOS, VISUAIS E ESPECIAIS
O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder — Jason Smith, Richard Bain, Ryan Conder e Chris Rodgers

IDENTIDADE TITULAR E GRÁFICA
Sweetpea — Peter Anderson Studio

ROTEIRO: COMÉDIA
Inside No. 9 — Reece Shearsmith e Steve Pemberton

ROTEIRO: DRAMA
Bebê Rena — Richard Gadd

Confira a lista completa aqui!

As 10 Melhores Músicas de Sabrina Carpenter

Sabrina Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com o lançamento de ‘Eyes Wide Open’, em 2015 – e, quase dez anos mais tarde, tornou-se uma das maiores popstars do planeta, graças ao sucesso gigantesco de um de seus mais recentes singles“Espresso”, que abriu uma era de enorme aclame crítico e comercial intitulada ‘Short N’ Sweet’.

Porém, em sua discografia, Carpenter já havia nos entregue algumas ótimas faixas que denotavam o poder e o potencial de uma jovem artista pronta para dominar o cenário fonográfico – algo que foi refletido com sua popularização exponencial e contínua.

No dia de hoje, 11 de maio, Carpenter comemora 26 anos de idade. Para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve lista elencando suas dez melhores canções.

Confira:

10. “BECAUSE I LIKED A BOY”

Álbum: e-mails i can’t send

“because i liked a boy” se inicia em uma sutileza dramática e expressiva de tirar o fôlego. Aqui, Sabrina parece remoer um passado doloroso em que foi taxada de vagabunda por ter se apaixonado por um garoto que lhe trouxe nada além de mágoas e lembranças que ficaram perdidas. E, enquanto os cruciantes versos nos arrebatam por rimas sagazes e uma produção contemporânea, é a chegada do terceiro e último refrão que nos faz aplaudi-la pela rendição quase teatral – e nos deixa triste por acabar de modo tão rápido.

9. “TASTE”

Álbum: Short N’ Sweet

“Taste” se lança a mais uma inovação para o álbum, discorrendo acerca dos percalços de um relacionamento cujo término ainda permanece na mente do eu-lírico ao se apropriar de maneira aplaudível o slacker rock, além de contar com um apaixonante videoclipe com a presença ilustre de ninguém menos que Jenna Ortega, uma das novas scream queens do cinema e da televisão.

8. “SUE ME”

Álbum: Singular – Act I

Sue Me” é uma “farofa” dançante revestida com uma deliciosa ironia narrativa e cênica. Diferente das outras músicas, conseguimos ouvir como a cantora se sente à vontade divertindo-se por entre as mesclas dos estilos musicais até retornar com graça para o classicismo do gênero que representa. Ela não força as mudanças vocais, permitindo-se usar e abusar dos crescendo até encontrar-se em um miolo musical que oscila em altos e baixos sem se preocupar com convencionalismos ou recuos.

7. “FAST TIMES”

Álbum: e-mails i can’t send

Em ‘emails i can’t send’, quinto álbum de Carpenter, são várias as tracks que nos chamam a atenção – e, sem dúvida, “Fast Times” é uma das que despontam como uma das mais bem arquitetadas, seja pelas inclinações ao post-disco ou pelos elementos do funk setentista que pincelam as estrofes (e isso sem comentar o ótimo videoclipe inspirado em ‘Kill Bill’ e ‘As Panteras’ que a artista protagoniza).

6. “LOOKING AT ME”

Álbum: Singular – Act II

Quando pensávamos que a cantora não poderia mais surpreender, ela nos entrega uma sedutora conclusão em parceria com a competente produção de Johan Carlsson para o elogiado ‘Singular – Act II’. Por mais solta que “Looking at Me” possa parecer em comparação às outras iterações, a track é preconizada pela que a antecede. Os toques do sintetizador casam perfeitamente com a ambiência latina; dito isso, as lyrics seguem um tour-de-force erguido para superar os obstáculos da ansiedade.

5. “THUMBS”

Álbum: EVOLution

Um ano depois de ter feito sua estreia com o adorado ‘Eyes Wide Open’, Sabrina resolveu se afastar das incursões mais folk-pop para mergulhar de cabeça no electropop que dominava o cenário mainstream da época. E um dos singles de EVOLution, seu segundo álbum de estúdio, é o impecável “Thumbs”: a construção da faixa se inicia com um conjunto de cordas de tirar o fôlego, dando as bases para uma narrativa que critica o capitalismo predatório e o ciclo sem fim de apatia numa sociedade movida pela ganância e pelo dinheiro – facilmente um dos pontos mais altos da carreira da cantora.

4. “BED CHEM”

Álbum: Short N’ Sweet

“Bed Chem”, outro instigante ápice do disco, se une em um encontro entre passado e presente através da produção on point de Ian Kirkpatrick e John Ryan: desde as primeiras notas à mixórdia sinestésica de jazz fusionsoft-rock e R&B, Carpenter promove uma referência clássica aos anos 1980 e a canções como “Human Nature”, de Michael Jackson, navegando pelas oscilações entre o fraseamento cantado e falado dos versos e de uma promoção da sensualidade amorosa.

3. “VICIOUS”

Álbum: e-mails i can’t send

O aspecto mais divertido e interessante de ‘e-mails i can’t send’ é a forma como a artista realmente deixa se levar por eventos íntimos – durante uma entrevista à Teen Vogue, inclusive, ela disse que compôs as canções a partir de e-mails que mandava para si mesma e que, definitivamente, não poderia enviar para quem queria. É nesse prospecto que surge a ótima “Vicious”, uma track em mid-tempo que flerta com o pop-rock e o pop alternativo: “eu te amei, mas queria não ter te amado” é, de fato, um verso com o qual boa parte dos ouvintes pode se relacionar – e que resume bem o que ela quer nos passar.

2. “PARIS”

Álbum: Singular – Act I

Sabrina definitivamente merece mais reconhecimento por deixar sua marca como autora dentro da indústria. Ela fica responsável pela palavra final, ganhando sua tão desejada autonomia, e alcança um patamar invejável com duas principais canções: Paris”, um dos singles do ótimo ‘Singular – Act I’. A faixa rouba nossa atenção pela atmosfera sexy, íntima, quase desnuda, cuja narrativa traz os elementos românticos da Cidade-Luz da belle époque para uma Los Angeles contemporânea.

1. “PLEASE PLEASE PLEASE”

Álbum: Short N’ Sweet

Enquanto Sabrina conquistou o mundo com o lançamento de “Espresso”, ela continuaria sua onde de extremo sucesso com a divulgação da segunda faixa promocional, intitulada “Please Please Please”. A track se afasta do escopo pop do single anterior, mergulhando em uma mistura soberba de Yacht rock e country que começa a dar as caras de uma versatilidade apaixonante – e que arranca alguns dos melhores vocais da cantora em uma rendição bastante caprichosa (no melhor sentido do termo).

‘Todos Menos Você 2’: Sydney Sweeney comenta possibilidade de sequência

‘Todos Menos Você 2’ recebeu uma atualização promissora, com a atriz Sydney Sweeney comentando recentemente o status da possível sequência.

Segundo o ScreenRant, Sweeney declarou: “Ummmmm! Vocês vão ter que esperar para ver. Não é um não, e não é um sim. É um, ‘eu não tenho uma resposta que eu possa dizer para vocês'”.

Embora a resposta esteja longe de ser uma confirmação oficial de que ‘Todos Menos Você 2’ está em desenvolvimento, o fato de Sweeney não ter negado categoricamente a possibilidade sugere que, no mínimo, discussões sobre uma continuação estão em andamento.

‘Todos Menos Você’ está disponível no Max.

Crítica | Sydney Sweeney e Glen Powell BRILHAM na divertida comédia romântica ‘Todos Menos Você’

Will Gluck, nome por trás das comédias ‘A Mentira‘ (2010) e ‘Amizade Colorida‘ (2011), é responsável pela direção.

Gluck escreveu o filme com Ilana Wolpert (‘High School Musical’).

Na ousada comédia, Bea (Sweeney) e Ben (Powell) parecem o casal perfeito, mas depois de um incrível primeiro encontro, algo aconteceu que esfriou a atração eletrizante dos dois. Até que eles são colocados inesperadamente juntos em um casamento na Austrália. Então, eles fazem o que todo adulto faria – fingem ser um casal.

Joe Roth, Jeff Kirschenbaum, Sweeney e Gluck produzem.

Sydney Sweeney vai estrelar e produzir a nova adaptação do clássico ‘Barbarella‘, e está no elenco de Madame Teia.

Glen Powell esteve no filme de grande sucesso de 2022, ‘Top Gun: Maverick‘. Ele também está em ‘Irmãos de Honra‘, estrelando ao lado de Jonathan Majors, e vai estrelar uma série dos Irmãos Russo.

‘Tucker e Dale contra o Mal 2’: Diretor comenta sobre possível SEQUÊNCIA do terror cômico

Em entrevista ao SlashFilm, Eli Craig (‘Clown in a Cornfield’) comentou sobre uma possível sequência do terror cômico ‘Tucker e Dale contra o Mal‘.

O diretor revelou que já tentou dar continuidade ao projeto de diversas formas, mas nunca conseguiu tirá-lo do papel.

“Honestamente, a sequência de ‘Tucker e Dale Contra o Mal’ já morreu mais vezes do que os adolescentes no primeiro filme. Nós já tivemos tantas versões diferentes de uma continuação que quase aconteceu, mas, por alguma razão, não saiu do papel.”

Ele completa, “Tem sido muito difícil produzir a sequência. Mesmo quando tudo está acertado, o projeto acaba caindo aos pedaços. Nós quase fizemos uma série [que daria continuidade ao filme] na TNT/TBS, mas o David Zaslav, o destruidor do cinema, veio e apenas cancelou a produção.”

Sucesso entre os críticos, o longa alcançou 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Na trama, dois caipiras, Tucker e Dale, tornam-se vítimas da insanidade de um grupo de jovens em férias, que os confundiu com assassinos. Quando eles veem Dale tentando salvar uma de suas amigas que está se afogando, acham que ele a está levando para ser assassinada em um cabana no meio da floresta. Tentando resgatar a amiga, o grupo de jovens se separa e Tucker e Dale tentam entender por que esses garotos estão se matando.

‘The Ghost and the Gun’: Drama de guerra ambientado no Sudeste Asiático anuncia elenco

Segundo o DeadlineGambit SaifullahFabian LooAsmara AbigailBrett Tutor foram escalados para o elenco protagonista do drama bélico ‘The Ghost and the Gun’.

O filme é ambientado em 1948, três anos após o fim da II Guerra Mundial, e acompanha uma dupla de soldados que é abandonado pelo exército inglês na Malásia. Ambos os soldados se veem obrigados a defender uma pequena vila local de chefes de guerra rebeldes.

As informações indicam que as gravações começaram em junho deste ano em Bali, Indonésia, no recém-construído Viking Sunset Studios.

O filme é escrito e dirigido por Anshul Tiwari (‘Before Life After Death’).

“Raramente vemos as consequências da II Guerra Mundial na Ásia”, disse Tiwari em uma declaração oficial. “Foi isso que me atraiu para este projeto, uma oportunidade de mostrar um período da história frequentemente esquecido. O pano de fundo é a retirada britânica do Sudeste Asiático, mas o cerne do filme são esses personagens sofrendo de trauma e culpa. As cicatrizes externas da guerra podem sarar, mas o dano emocional nunca desaparece”.

Debasmita Dasgupta, Mikail Mahmud Chowdhury e Tim Willrich entram como produtores.

‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’: Assista ao primeiro episódio da 10ª temporada GRATUITAMENTE

A WOWPresents divulgou, através de seu canal no YouTube, o primeiro episódio da 10ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars‘, spin-off do premiado reality de competição RuPaul’s Drag Race’.

O capítulo pode ser conferido na íntegra e gratuitamente.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

A nova temporada tem estreia marcada para o dia 9 de maio.

O próximo ciclo contará com convidados muito especiais como jurados, incluindo Cynthia Erivo, Ariana GrandeIce Spice, Chappell Roan, Colman Domingo, Kate Beckinsale, Susanne Bartsch, Adam Shankman, Jamal Sims, Mayan Lopez, Devery Jacobs e Sarah Michelle Gellar.

Dentre as competidoras, teremos o retorno de: Acid Betty (8ª temporada), Aja (9ª temporada, All Stars 3), Alyssa Hunter (14ª temporada), Bosco (14ª temporada), Cynthia Lee Fontaine (8ª temporada, 9ª temporada), Daya Betty (14ª temporada), Deja Skye (14ª temporada), Ginger Minj (7ª temporada, All Stars 2, All Stars 6), Irene the Alien (15ª temporada), Jorgeous (14ª temporada, All Stars 9), Denali (13ª temporada), Kerri Colby (14ª temporada), Lydia B. Kollins (17ª temporada), Mistress Isabelle Brooks (15ª temporada), Nicole Paige Brooks (2ª temporada), Olivia Lux (13ª temporada), Phoenix (3ª temporada) e Tina Burner (13ª temporada).

Contando com doze episódios, a nova temporada irá introduzir o Torneio das All Stars, que irá dividir as participantes em três grupos de seis integrantes para os primeiros três episódios. No final de cada ciclo, as três queens com maior número de pontos irão avançar para as semi-finais, enfrentando as competidores dos outros grupos em uma outra rodada que durará dois capítulos.

O torneio culminará em um épico Lip Sync Smackdown pela Coroa, onde as finalistas irão disputar um lugar no Hall da Fama do programa e um prêmio de US$200 mil.

RuPaul é a apresentadora da série derivada. Michelle Visage faz parte do painel de jurados.

‘Murderbot’: Comédia SCI-FI com Alexander Skarsgård chega esta semana ao streaming!

Murderbot, série de comédia sci-fi estrelada por Alexander Skarsgård (‘O Homem do Norte’), chega esta semana ao catálogo da Apple TV+.

A produção será lançada na plataforma de streaming nesta próxima sexta-feira, 16 de maio.

Na trama…

Murderbot é um consciente androide de segurança que se sente aterrorizado pelas emoções humanas ao mesmo tempo em que se vê atraído por seus “clientes” vulneráveis. Para esconder o seu livre arbítrio, ele deve completar missões perigosas, mas tudo o que ele quer fazer é ficar sozinho assistindo séries dramáticas futuristas e descobrir o seu lugar no universo.

Relembre o trailer:

Criada por Chris e Paul Weitz (‘Mozart in the Jungle’), a série é baseada no livro The Murderbot Diaries’, escrito por Martha Wells.

David DastmalchianNoma DumezweniSabrina WuTattiawna JonesAkshay KhannaTamara Podemski também fazem parte do elenco.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

‘Eleanor The Great’: Estreia diretorial de Scarlett Johansson ganha primeiro clipe; Confira!

Deadline divulgou com exclusividade o primeiro clipe oficial de Eleanor The Great, filme que marca a estreia diretorial de Scarlett Johansson (‘História de um Casamento’, ‘Vingadores’).

Confira clicando aqui e veja a primeira imagem oficial abaixo:

Na trama, Squibb vive uma mulher de 90 anos que está tentando reconstruir sua vida após a morte de sua melhor amiga. Como parte desse processo, ela decide se mudar para Nova York, depois de morar na Flórida por anos.

Tory Kamen assina o roteiro do longa, que ainda conta com Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho’), Erin Kellyman (‘Willow’) e Jessica Hecht no elenco.

TriStar Pictures e Sony Pictures Classics fecharam uma parceria pela primeira vez para lançar o filme, que ainda não possui data de estreia nos cinemas.

Johansson também assume a função de produtora, ao lado de Jonathan Lia e Keenan Flynn, todos pela These Pictures.

Wayfarer Studios financiou o filme com a Content Engineers, Pinky Promise e MacPac. Steve Sarowitz, Justin Baldoni, Jamey Heath e Andrew Calof são os produtores executivos pela Wayfarer Studios.

Crítica | ‘Rita Lee: Mania de Você’ é um tocante documentário que explora a rainha do rock nacional de forma nua e crua

rita lee 2
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Rita Lee é um dos maiores e mais importantes nomes da história da arte nacional – responsável por criar inúmeras tendências comportamentais que entraram em conflito com a retrógrada e tradicionalista e que serviriam de inspiração para incontáveis artistas de gerações subsequentes. Não é surpresa que, através de sua carreira como parte da banda Os Mutantes e trilhando caminho solo, ela tenha se sagrado como a rainha do rock brasileiro e deixado um legado insuperável e que é comemorado até mesmo fora do nosso país.

A saudosa cantora, compositora e musicista nos deixou em 2023 e, mesmo dois anos depois de seu falecimento, ainda deixa saudades com sucessos atemporais – e, como forma de uma contínua homenagem, ganhou um longa-metragem documental que chegou recentemente ao catálogo da Max. Intitulado Rita Lee: Mania de Você’, em referência direta à clássica música da performer, o longa-metragem é uma cândida exploração não apenas de seu estrelato, mas de uma vida marcada por altos e baixos e que sempre foi vivida com muito amor e liberdade. Desdobrando-se ao longo de noventa minutos que passam em um piscar de olhos, o projeto comandado por Guido Goldberg é uma carta de amor à Lee e uma celebração de tudo o que deixou para uma legião de fãs que atravessa barreiras e gerações.

O filme tem como base uma belíssima carta que Rita deixou a seus três filhos e ao marido e parceiro criativo Roberto de Carvalho – e, a partir daí, o enredo se ramifica em idas e vindas numa linha do tempo que rompe os moldes da cronologia para glorificar o próprio pensamento dessa titânica artista. Afinal, Lee ficou conhecida por não se restringir a nenhuma norma e por quebrar padrões estéticos e ideológicos – motivo pelo qual foi perseguida pelos oficiais da Ditadura Militar, tornando-se alvo em virtude de letras com duplo sentido e que promoviam um afronte “à moral e aos bons costumes”.

Goldberg faz um ótimo trabalho ao reafirmar a longevidade de Rita e ao se afastar dos convencionalismos de docs biográficos, seja no formato como a história é contada, seja no comprometimento técnico e estético empregado. Cada uma das entrevistas, que incluem jornalistas, amigos próximos à artista como Ney Matogrosso e produtores, encaixa perfeitamente com declarações dadas pela performer em incontáveis programas de televisão e até mesmo em discursos feitos em seus espetáculos. É dessa maneira que o realizador promove uma perspectiva nova a produções do gênero, unindo passado e presente em um fio único que atenua essa costumeira divisão – e o resultado não é algo apenas informativo, mas honesto o suficiente para nos arrancar lágrimas à medida que a narrativa se desenrola.

Diferente do que podemos imaginar, o propósito do documentário não é humanizar a rainha do rock, visto que ela sempre mostrou sua humanidade das maneiras mais diversas – abrindo espaço para discussões polêmicas que envolviam o papel da mulher na sociedade e como a disparidade de gênero era algo recorrente na estrutura social (ora, não é por qualquer razão que Lee tenha sido a primeira líder de uma banda de rock no Brasil), além de discursos sobre o uso de drogas, homossexualidade, autoritarismo e tantos outros. Lee, inclusive, foi presa – e tratada como uma pária social que não tinha espaço em um lugar marcado pela censura e pela repressão. E, com o documentário, somos convidados a entender como clássicos de sua discografia nasceram e popularizam em meio aos ouvintes – como “Lança Perfume”, “Obrigado, Não”, “Amor & Sexo”, “Ovelha Negra” e tantas outras.

Como já mencionado, o filme mergulha nos altos e baixos da vida pessoal e profissional de Rita, mostrando de que forma ela se rendeu ao álcool e às drogas e como precisou passar por uma experiência de quase morte para entender que precisava de ajuda e se recuperar da melhor maneira – ainda mais com a chegada da primeira neta, Izabella Lee, filha de Beto Lee. E, reafirmando a imperfeição sobre a qual a artista sempre falou abertamente, é perceptível como Goldberg singra sem problemas e com o coração no lugar certo pelos bastidores de um dos nomes mais conhecidos do cenário do entretenimento – e sagra ‘Mania de Você’ como uma das melhores investidas nacionais do ano.

Lembrando que o filme já está disponível na Max.