Embora tenha ganhado enorme reconhecimento ao integrar uma das franquias mais populares e lucrativas da história do cinema, Olsen revelou que os blockbusters de super-heróis, como os da Marvel, não fazem exatamente parte do tipo de produção que ela prefere assistir em seu tempo livre.
Segundo a atriz, ela tende a se interessar mais por projetos independentes, filmes com temáticas mais intimistas e autorais — obras que, para ela, proporcionam uma experiência artística diferente.
Ainda assim, a atriz fez questão de esclarecer que sua decisão de participar dos filmes da Marvel não foi motivada unicamente por interesses estratégicos ou financeiros.
Em entrevista recente, Olsen afirmou que nunca adotou a lógica comum entre muitos atores de Hollywood de “fazer um filme comercial para, depois, conseguir fazer um filme mais artístico”.
“Eu nunca tive realmente a mentalidade de ‘um para eles, um para mim'”, disse Olsen. “A Marvel tem sido uma constante na qual posso voltar e que criou — qual é a palavra? — uma sensação de segurança na minha vida, que me deu liberdade para escolher outros trabalhos. Então, nunca senti que era algo como: ‘Vou fazer isso para poder fazer aquilo'”, declarou Olsen.
Além disso, a atriz demonstrou um olhar generoso sobre o impacto da Marvel na indústria cinematográfica como um todo. Ela destacou que, apesar de não serem suas produções favoritas como espectadora, os filmes do estúdio têm um papel fundamental para manter a engrenagem do cinema funcionando, especialmente no cenário atual. Para Olsen, os lançamentos da Marvel são, muitas vezes, responsáveis por garantir a viabilidade econômica das salas de cinema, possibilitando que filmes de menor orçamento e com menor apelo comercial também tenham espaço para serem exibidos.
“Esses filmes ajudam a pagar o aluguel dos cinemas”, pontuou ela, reconhecendo o equilíbrio delicado entre o cinema comercial e o artístico.
A fala de Olsen evidencia não apenas sua maturidade profissional, mas também sua sensibilidade em compreender os diferentes papéis que cada tipo de produção exerce no ecossistema cultural contemporâneo. Ao mesmo tempo em que construiu uma carreira sólida dentro de uma franquia bilionária, ela mantém um olhar crítico e pessoal sobre o que considera arte e sobre o espaço que deseja ocupar como atriz.
A produção de ‘Vingadores: Apocalipse‘ já foi iniciada e contará com a participação de uma enorme leva de personagens, que foram apresentados em uma recente live realizada pela Marvel Studios.
Fotos vazadas dos bastidores mostram o ator James Marsden como o Ciclope, Ian McKellen como Magneto e Benedict Wong (Wong).
‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.
Beau DeMayo, criador da aclamada série ‘X-Men ’97’, expressou duras críticas à recente revelação de que a nova versão do Tocha Humana em ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ não será retratada como mulherengo.
Segundo o ComicBookMovie, DeMayo utilizou suas redes sociais para atacar a abordagem moderna de personagens heroicos.
“Esse é um dos maiores problemas que enfraquecem as histórias hoje em dia: a necessidade de transformar os personagens em manifestações idealizadas das ideologias individuais de cada um”, escreveu.
Questionado por um seguidor sobre suas críticas à modernização, DeMayo argumentou: “Existe uma maneira de contar uma história que dramatize a evolução do personagem. Crescimento de personagem — o núcleo do drama — exige falhas. O problema que muitos têm — e o motivo pelo qual o cinema e a TV estão com dificuldades — é a incapacidade das pessoas de assistirem a personagens imperfeitos”.
Em seguida, o roteirista sugeriu uma alternativa para a história de Johnny Storm: “Daria pra — se quisessem — contar uma história realmente interessante sobre um garoto branco fanfarrão, com pouca empatia — e talvez um pouco mulherengo — que é confrontado e levado à humildade após se transformar em um herói celebridade, onde ele próprio é tratado como um produto e passa a refletir sobre seu dever de ser alguém melhor. Esse tipo de história inspira pessoas na vida real a talvez fazerem o mesmo”.
DeMayo, então, direcionou suas críticas à Marvel: “Mas ao invés disso, apesar da Marvel ser um estúdio que demite mulheres porque alguém não gosta de trabalhar com elas, eles preferem fazer marketing de virtude por lucro. Isso é exploração moral, e eu vi por dentro como eles riem enquanto jogam esse jogo conscientemente. É revoltante ver as pessoas caírem nisso. Essa é uma empresa que quase não tem executivas mulheres, e que já encobriu vários incidentes com RH causados pelo ‘clube dos meninos’, mais recentemente envolvendo um produtor de Nova. Então não, eu não compro essa narrativa nem por um segundo”.
O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
Em ‘Cidade dos Sonhos’, o renomado e saudoso realizador David Lynch utiliza os tropes da estética surrealista para construir sua magnum opus cinematográfica, mergulhando de cabeça em um thriller romântico neo-noir que influenciou e continua influenciando inúmeros nomes do cenário do entretenimento – e, para além de uma aula de direção, roteiro, fotografia, atuação e montagem, o projeto emerge como uma potente análise da psique humana que bebe das fontes freudiana e lacaniana com paixão admirável.
A trama, que divide-se em algumas vinhetas que convergem para um mesmo ponto à medida que a narrativa se desenrola, é centrada em Betty Elms (Naomi Watts), uma aspirante à atriz que se muda de Ontário, Canadá, para Los Angeles, desejando tornar-se uma grande estrela de cinema. Hospedando-se na casa da tia, ela descobre que uma jovem sem memória de quem realmente é (Laura Harring) invadiu a residência, com uma ecoante lembrança de que estava em um acidente de carro. Assumindo a persona de Rita, em homenagem à icônica Rita Hayworth, ela é auxiliada por Betty a descobrir o que aconteceu – apenas para ambas se envolverem em uma potente história de amor cujas consequências são avassaladoras e ambíguas.
Assim que entramos no ato final do longa, percebemos que a história envolvendo Betty e Rita não é a verdade – pelo contrário, funciona como uma profunda remodelação de supostos fatos que nem sequer sabemos se são críveis. Ao que tudo indica, Betty, na verdade, é Diane Selwyn, que teve a chance de se mudar para Hollywood após o falecimento da tia lhe deixar um dinheiro significativo para tentar a carreira de atriz. Fazendo audições e mais audições para os testes, ela se envolveu com Camilla Rhodes (a real Rita), ambas disputando pelo papel protagonista de um projeto intitulado ‘The Sylvia North Story’. Porém, o diretor Adam Kesher (Justin Theroux) deu o papel a Camilla, deixando Diane em segundo plano nos holofotes. As duas, por sua vez, se envolveram em um potente e apaixonante relacionamento escondido que terminou abruptamente, com Camilla e Adam firmando noivado pouco antes de uma destruída Diane dar início a seu plano de vingança.
Como vemos, todas as sequências arquitetadas por Lynch são um mero espectro surrealista do que aconteceu: após se sentir traída e mergulhar em vórtice de decepção e frustração, Diane escalou o mercenário Joe Messing (Mark Pellegrino) para assassinar Camilla, eventualmente se remoendo de culpa pelo ímpeto homicida e tirando a própria vida com um tiro na cabeça – o que dialoga com uma das últimas cenas da história entre Betty e Rita, incluindo a explicação dos múltiplos e misteriosos objetos que as acompanham (a bolsa com o dinheiro, a chave azul e a pequena caixa). E é aí que Lynch reitera toda sua genialidade narrativa – mantendo-se fiel à destituição da realidade conforme fornece explicações sólidas para o que, de fato, aconteceu.
A verdade é que o cineasta, ao seguir de perto as investidas da escola surrealista, bebe bastante das pulsões psicanalíticas de Sigmund Freud e Jacques Lacan, principalmente no tocante à funcionalidade do Inconsciente humano. Afinal, são várias as interpretações sobre o longa-metragem: a primeira delas, mais simplificada, por assim dizer, divide o projeto em dois momentos bem claros – o primeiro correspondendo ao mundo dos sonhos e ao momento imediatamente anterior ao que Diane tira a própria vida; e o segundo à realidade, que foi rearranjada na narrativa de romance entre as duas protagonistas.
A segunda promove uma discussão sobre recalque e projeção, conceitos que se espalham por cada um dos elementos dessa obra-prima cinemática. Segundo Freud, o recalque é um mecanismo de defesa que afasta a consciência de ideias, sentimentos ou impulsos que são inaceitáveis; a projeção, por sua vez, funciona como um artifício semelhante em que o indivíduo atribui seus próprios pensamentos, sentimentos e características a outra pessoa, que não necessariamente exige a obrigatoriedade de uma condição crítica da saúde mental. E, dentro de ‘Cidade dos Sonhos’, esses dois mecanismos se aglomeram em uma suntuosa exploração de uma mente descarrilhada pela contrição de algo que está fora de seu controle – no caso, a de Diane.
A personagem encarnada por Watts nos leva a acreditar que ela está apenas recalcando seus desejos mais sombrios – a falta de uma reciprocidade necessária de Camilla, que parece tê-la usado apenas como objeto de descarte; a falta de prospecto dentro do cenário do entretenimento (uma representação simbólica da morte da indústria hollywoodiana); e seu crescente ódio pelo relacionamento de Camilla e Adam, que deveria lhe pertencer. E, à medida que a frustração cresce, ela se enxerga no espelho como uma vítima que não sabe mais o que faz – e é aí que o suposto recalque transforma-se em projeção. Imbuída em uma insanidade que a leva a duvidar dos próprios atos, seu último respiro de sobrevivência ou de pós-vida é criar uma persona totalmente diferente, que a transforma em uma espécie de heroína condecorada com tudo aquilo que sempre mereceu – apoio da tia, amigos próximos, um romance duradouro e um mistério tirado direto dos filmes.
Dentro desse espectro, Betty funciona como tudo aquilo que Diane queria ser – e Rita, assim, torna-se submissa a seus desejos (não em um sentido pejorativo, e sim dentro de uma projeção em que ambas podem ficar juntas). O desejo de Betty de ter sua grande chance em Hollywood também aparece no momento em que faz audição para um ambicioso longa-metragem, arrancando elogios dos produtores, do diretor e de seus parceiros de cena. E como sabemos que essa projeção é apenas uma manifestação inconsciente de alguém já levado pela loucura e pela culpa? Pela materialização da moral da própria Diane através do casal idoso que o alter-ego Betty conhece em sua viagem para Hollywood.
O casal, formado por Irene (Jeanne Bates) e seu companheiro (Dan Birnbaum), funcionam como um constructo palpável da bússola ética que acompanha a protagonista – mostrando-se convidativos e afeiçoados no começo e transformando-se na gota d’água que compele Diane a se matar. É possível, inclusive, encará-los como as versões mais velhas de Camilla e Adam, cuja vida juntos foi interrompida pelo desejo psicótico de Diane – e, puxando elementos mitológicos, ambos podem representar as Erínias (cuja sonoridade se aproxima do nome Irene com provável relação de causa e consequência), deusas gregas do remorso que punem pessoas que cometem atos errôneos, enlouquecendo-os até a morte. E, se Irene e seu companheiro são representações materiais do superego de Diane (ou seja, de sua Consciência), encontramos sentido em meio a uma artística representação da mente humana.
Lembrando que ‘Cidade dos Sonhos’ será relançado nos cinemas em 17 de abril, remasterizado em 4K.
Os atuais chefes da Warner Bros. Pictures, Mike De Luca e Pam Abdy, em entrevista ao Deadline, não pouparam elogios ao filme ‘Superman’ de James Gunn, que marca o início do novo Universo Cinematográfico DC (DCU).
“Eu amo o Superman. Acho que o James Gunn mandou muito bem”, declarou De Luca. “Tem muito do coração e humor característicos dele, e a ação é de cair o queixo. É o Superman com o qual cresci, então fico até emocionado quando assisto. Acho épico, visualmente impressionante e emocionante”.
De Luca continuou, expressando grande entusiasmo com o filme: “As atuações estão ótimas. Para mim, é um filme cinco estrelas, e mal posso esperar para o mundo ver. Sim, estamos muito empolgados com Superman, o James arrasou”.
Ao serem questionados sobre a semelhança do filme com as produções de Richard Donner estreladas por Christopher Reeve, De Luca comentou:
“Eu diria que, em espírito, está mais próximo disso, mas também é um épico de ficção científica. Tem um pouco do que eu amava em ‘Guardiões da Galáxia’, mas ainda assim é o Superman verdadeiro, clássico. As fontes dos quadrinhos que ele usou como inspiração, como ‘Grandes Astros’ e outras, estão ali também”, afirmou.
O executivo concluiu, enfatizando a fidelidade da adaptação: “É realmente uma carta de amor ao que fez o Superman perdurar por quase cem anos. Ele conseguiu colocar tudo isso no filme”.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ chega em breve às telonas, e agora a atriz Vanessa Kirby compartilhou novos detalhes sobre sua versão de Sue Storm, a Mulher Invisível.
Segundo o ComicBookMovie, Kirby falou sobre a experiência de interpretar uma super-heroína grávida e como buscou trazer profundidade emocional à personagem:
“Matt e eu estávamos muito conscientes de que praticamente não existem mães com bebês nesses arquétipos de super-heroínas que temos visto”, explicou a atriz. “Uma das coisas que mais amo na história da Sue é quando ela se torna a Malice, e todo o seu lado sombrio vem à tona. Fiquei obcecada com esse capítulo da vida dela”.
Kirby se referia ao alter ego maligno da personagem nos quadrinhos, despertado após eventos traumáticos.
“Então, quis garantir que houvesse traços de Malice nela, que ela não fosse apenas o estereótipo da mãe boazinha e doce”, acrescentou.
“Sempre me interessei pela complexidade da feminilidade — como é possível ser tudo ao mesmo tempo? Não apenas a mulher forte, invencível e poderosa, mas também uma mãe que dá à luz, o que por si só já é um ato de super-heroísmo”, continuou. “Amo que esses personagens são humanos reais, parte de uma família imperfeita, que discute, tenta se entender e comete erros”.
O diretorMatt Shakman também falou sobre Sue Storm, descrevendo-a como alguém que “ajudou a alcançar a desmilitarização global e a paz”, além de ser “a pessoa mais emocionalmente inteligente do planeta”.
Segundo ele, “ela e Reed, estão construindo uma sociedade idealista”.
O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
O ator Eric Dane, que interpreta Cal Jacobs, o pai autoritário de Nate Jacobs (Jacob Elordi) em ‘Euphoria’, comentou recentemente sobre o futuro de seu personagem na próxima temporada da aclamada série.
“Haverá redenção [para Cal]”, disse Dane à Variety após a exibição da segunda temporada, indicando a possível evolução de seu personagem nos próximos episódios. “Eu não posso julgar o personagem. Essa é uma rua sem saída para qualquer ator. Então eu não fiz nenhum julgamento sobre Cal. Mas eu sabia que, eventualmente, haveria um momento de verdade e algum tipo de redenção para ele”.
Dane tem previsão para iniciar as filmagens de seu papel na terceira temporada em 14 de abril.
A nova temporada, com oito episódios, tem estreia prevista para 2026.
O próximo ciclo contará com o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow, além da participação especial de Colman Domingo.
Os novatos Toby Wallace, Rosalía, Marshawn Lynch, Kadeem Hardison, Darrell Britt-Gibson, Priscilla Delgado, James Landry Hébert e Anna Van Patten também foram confirmados na produção.
Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.
A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.
O ator Walter Emanuel Jones, que interpretou Zack Taylor, o Ranger Preto em ‘Mighty Morphin Power Rangers’, expressou recentemente seu orgulho em ter vivido o personagem, apesar de muitos considerarem a escalação racialmente carregada.
Segundo o Deadline, o ator se manifestou sobre o assunto após o roteirista principal da série, Tony Oliver, se desculpar pela decisão de escalar um ator negro como o Ranger Preto e uma atriz vietnamita como a Ranger Amarela.
“É incrível como muitos meios de comunicação pegaram isso…”, escreveu Jones no Instagram, referindo-se às manchetes sobre o pedido de desculpas de Oliver. “No entanto, enquanto alguns escolhem focar no negativo, sempre acreditei em focar no positivo. Eu entendo o impulso de abordar o que pode ser visto como insensibilidade cultural, mas chamar isso de ‘erro’ desconsideraria o impacto que teve em inúmeras pessoas ao redor do mundo que encontraram inspiração e representação no primeiro super-herói negro da TV — se transformando no próprio Ranger Negro! Não foi um erro; foi um marco. Foi uma honra”.
Em uma aparição em um podcast que compartilhou em seu post, Jones afirmou: “A ideia de eu estar em um traje preto nunca me incomodou. Na verdade, fiquei feliz quando vi o traje pela primeira vez. Achei que parecia legal também… o preto era o que eu queria usar”.
Ainda assim, Jones observou que “foi um pouco estranho”escalar a atriz asiáticaThuy Trang como Trini Kwan, a nova Ranger Amarela, substituindo Audri Dubois do piloto.
Tony Oliver, ex-chefe de roteiros e um dos criadores da franquia ‘Power Rangers’, abordou recentemente as controvérsias em torno das escolhas de elenco consideradas racialmente insensíveis em ‘Mighty Morphin Power Rangers’.
Segundo a EW, Oliver afirmou: “Nenhum de nós estava pensando em estereótipos”.
Oliver explica que a série conseguiu ser exibida – e durar duas temporadas – com “o personagem negro como o Ranger Negro e o personagem asiático como a Ranger Amarela” porque, inicialmente, a equipe não percebeu a óbvia falha baseada em estereótipos.
“Foi meu assistente quem apontou isso em uma reunião um dia”, recordou Oliver, admitindo: “Foi um grande erro”.
Zack Taylor (Walter Emanuel Jones), o primeiro Ranger Negro, era descrito por Oliver como tendo “o estilo do grupo”. Já Trini Kwan (Thuy Trang), a primeira Ranger Amarela, era caracterizada como “a pacífica, que tende a ser a consciência do grupo”.
Oliver também revelou que “Thuy não foi nossa primeira Ranger Amarela”.
A atriz inicialmente escalada para o papel, Audri Dubois, deixou a produção após uma disputa salarial depois de filmar o piloto. Trang foi então reescalada e inserida na edição do piloto que foi ao ar em 1993.
A série documental ‘Dark Side of the Power Rangers’ inclui imagens de bastidores filmadas pelo coordenador de dublês Jeff Pruitt, revelando que o elenco estava ciente da percepção problemática da escalação e até mesmo zombava abertamente disso.
Em um clipe, Jones brinca para a câmera: “Meu nome é Walter Jones, eu sou Zack. Eu sou negro, e sou o Ranger Negro — vai entender”.
Haim Saban, criador e produtor executivo da franquia, rapidamente estabeleceu a prática de substituir o elenco principal de cinco a seis rangers a cada nova temporada.
No entanto, Jones, Trang e o Ranger Vermelho Austin St. John deixaram a série por vontade própria na segunda temporada devido a uma disputa salarial. Jones foi substituído pelo ator coreano-americano Johnny Yong Bosch, e Trang pela atriz negra Karan Ashley.
Em uma história oral da série de 2013, o co-criador de Saban, Shuki Levi, afirmou que a controversa escolha de elenco de Jones e Trang“não foi intencional. Naquela época, Haim e eu éramos novos neste país. Não crescemos no mesmo ambiente que existe na América em relação à cor da pele. Crescemos em Israel, onde ser negro é como ser de qualquer outra cor. Não era algo sobre o qual falávamos o tempo todo. Não era uma grande questão”.
Amy Jo Johnson, a primeira Ranger Rosa, Kimberly Hart, lembrou que “Walter Jones costumava fazer piadas de bom humor sobre isso. Acho engraçado se foi feito de forma não intencional pelos chefões. Mas, sério? Vamos lá. Isso não aconteceria hoje”.
‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ chega em breve às telonas, apresentando a nova versão do icônico grupo da Marvel. Agora, o astro Joseph Quinn falou recentemente sobre sua versão do Tocha Humana, revelando que o herói não será mais mulherengo.
Segundo o Deadline, Quinn explicou como sua versão será diferente das anteriores.
“Ele é um homem que lidera com muita confiança, o que pode ser uma afronta às vezes. Mas também ele é engraçado”, disse Quinn. “Eu e o [chefe da Marvel Studios] Kevin [Feige] conversamos sobre as versões anteriores dele e sobre onde estamos culturalmente. Ele foi rotulado como esse mulherengo, mas isso é sexy hoje em dia? Eu não acho. Esta versão do Johnny é menos insensível aos sentimentos das outras pessoas e, espero, há uma autoconsciência sobre o que está motivando esse comportamento que busca atenção”.
O diretor, Matt Shakman, concordou com Quinn, dizendo que Johnny deveria ser mais do que apenas o irmão impulsivo de Sue.
“Ele é realmente inteligente”, disse Shakman sobre o personagem. “Ele está naquela nave por um motivo, e eu acho que às vezes as pessoas esquecem que, em várias histórias em quadrinhos, ele foi um dos mais heróicos deles, mesmo que ele esteja diminuindo seu heroísmo a todo momento com humor. Ele é o irmão da Sue, o que significa que eles vêm de um pano semelhante”.
O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
A Warner Bros. confirmou recentemente que já está trabalhando em ‘Os Fantasmas Se Divertem 3’, a sequência da icônica franquia ‘Beetlejuice’ de Tim Burton.
Segundo o ComicBook, o co-presidente e CEO da Warner Bros. Pictures, Mike De Luca, revelou que o desenvolvimento do terceiro filme não é apenas uma intenção, mas um projeto em andamento.
“Imediatamente. A tinta pode ainda não ter secado nos contratos, mas é iminente”, afirmou De Luca.
‘Os Fantasmas Se Divertem 3’ se junta a outros clássicos do estúdio que serão revitalizados, como ‘O Guarda-Costas’, ‘Matrix’, ‘Da Magia à Sedução’, ‘Gremlins’ e ‘Os Goonies’.
Michael Keaton já expressou seu entusiasmo em reprisar o papel de Beetlejuice. “Ah, com certeza. Eu faria todo ano, sim”, afirmou o ator, reforçando que o personagem continua sendo seu projeto profissional favorito.
beetlejuice 2
Lembrando que o segundo filme, ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’, já está disponível no Max.
Com o retorno de membros do elenco original e a adição de novos nomes, como Willem Dafoe e Jenna Ortega, ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’ foi um enorme sucesso – conquistando 76% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando mais de US$450 milhões mundialmente.
‘O Rei dos Reis’, a nova animação da Angel Studios que retrata a vida de Jesus Cristo, alcançou um marco significativo nas bilheterias dos Estados Unidos, arrecadando US$ 14,6 milhões em vendas antecipadas.
Segundo o ComicBook, esse valor supera a estreia de ‘O Príncipe do Egito’, consagrando ‘O Rei dos Reis’ como a maior estreia de todos os tempos para um filme bíblico animado.
Brandon Purdie, diretor global de Distribuição e Desenvolvimento de Marca da Angel, comentou:“Assim como ‘O Príncipe do Egito’ levou famílias aos cinemas, nossa Angel Guild tem apoiado este filme desde o início com pré-vendas e um forte boca a boca desde que ele entrou no ecossistema da Angel. Charles Dickens tinha a tradição de compartilhar essa história com sua família, e esperamos que ‘O Rei dos Reis’ se torne parte da tradição da Páscoa para famílias ao redor do mundo”.
O filme já superou os números iniciais de sucessos como ‘Som da Liberdade’ e ‘His Only Son’, conforme informações divulgadas pelo Deadline.
‘O Rei dos Reis’ tem estreia exclusiva nos cinemas brasileiros no dia 17 de abril.
A aguardada animação, que conta com Oscar Isaac dublando Jesus Cristo no idioma original, também já pôde ser conferida pela crítica especializada internacional.
As primeiras avaliações estão entre nós e o longa surpreendeu com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, sendo elogiado pela excelente qualidade da animação e pelas performances do elenco de vozes.
Além disso, a produção foi aclamada por abordar a temática cristã com leveza, sem querer forçar o Evangelho a pessoas que não profeçam o Cristianismo.
Confira:
“Uma história de Jesus Cristo para crianças que cativará o público mais jovem”. – Avi Offer, NYC Movie Guru
“…Uma animação sul-coreana baseada na fé, com um elenco de dubladores de primeira linha e uma tendência desconcertante de interromper momentos cruciais da Bíblia com comédia pastelão sem sentido envolvendo um gato doméstico maluco do século XIX”. – Kevin Maher, Times (UK)
“É improvável que faça muito sucesso com o público pagão, mas para seu público-alvo, tem mais a oferecer em termos de entretenimento do que Two by Two ou The Star”. – Cain Noble-Davies, FILMINK (Australia)
“O Rei dos Reis é um filme de animação lindamente criado que mistura história, fé e imaginação. Seja você atraído pelo elenco de vozes, pela animação ou pelo enquadramento único de Dickens, é um filme que vale a pena assistir nesta temporada de Páscoa”. – Romey Norton, Film Focus Online
“Parece um filme que ainda pode ser apreciado por aqueles que podem não compartilhar a fé cristã. Ele não tenta ser enfadonho ou forçar a conversão, mas conta uma história envolvente e sincera”. – Tony Asankomah, GhMovieFreak
“Sem um traço de infantilidade, [O Rei dos Reis] é uma espécie de representação [familiar] do Novo Testamento, ideal para assistir enquanto se come um donut”. – Ezequiel Boetti, EscribiendoCine
“No final das contas, ‘O Rei dos Reis’ funcionará como uma maneira para pais ansiosos tentarem interessar seus filhos em sua religião, mas é improvável que se torne um novo favorito”. – Daniel Howat, Next Best Picture
A produção é inspirada na obra do famoso escritorCharles Dickens(“Um Conto de Natal” e “Oliver Twist“), intitulada “A Vida de Nosso Senhor”, escrita entre 1846 e 1849. O conto retrata a vida de Jesus, seus desafios e tribulações, e seus relacionamentos com amigos e inimigos.
A trama acompanha Charles e Walter Dickens, dublados por Branagh e Davis, respectivamente. Pai e filho embarcam em uma jornada épica enquanto o pai envolve a imaginação do filho com a fascinante história de Jesus.
Mike De Luca e Pam Abdy, chefes da Warner Bros. Pictures, comentaram recentemente sobre a sequência ‘Batman: Parte 2’, revelando que o longa estrelado por Robert Pattinson ainda não teve seu roteiro finalizado.
“Não estamos envolvidos nos detalhes do projeto Batman. Isso é realmente com James [Gunn] e Peter Safran, que comandam a DC. Temos algum outro tipo de colaboração com Matt Reeves, mas Peter e James sabem que ele é um autor completo — roteirista e diretor — e que o filme virá quando ele tiver escrito o melhor roteiro de Batman possível e estiver pronto”, explicou Abdy, conforme o ComicBookMovie.
Vale ressaltar que o longa está previsto para começar as filmagens no segundo semestre deste ano, no Reino Unido.
Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.
O cineasta Rob Edwards, roteirista de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, compartilhou recentemente detalhes sobre o processo de criação do filme da Marvel e suas expectativas para o futuro do personagem Sam Wilson.
“Faz parte do processo. Existe uma riqueza… são tantos quadrinhos, tantas ideias. Tudo toma caminhos diferentes e, no final, você precisa fazer algumas escolhas”, explicou Edwards, conforme o ComicBookMovie. “E nem todas as escolhas são fáceis, mas você só torce para acabar com o melhor filme possível… e eu acho que conseguimos”.
Ao ser mencionado o prazer de escrever cenas com Harrison Ford como o Hulk Vermelho, Edwards expressou seu entusiasmo com o elenco estelar: “Que ano, né? [risos] Oscar Isaac, Ben Kingsley, Harrison Ford, Anthony Mackie… é fenomenal”.
‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ estabelece o caminho para Sam Wilson liderar os Vingadores, e Edwards foi questionado sobre o que espera ver do novo Capitão em ‘Vingadores: Apocalipse’, com estreia prevista para o próximo ano.
“Ele é o Capitão América agora, então, teoricamente, ele está no comando. Acho que esse é o próximo passo”, provocou o roteirista. “Estou só chutando como fã, mas acho que é por aí que ‘Apocalipse’ vai. Você recria os Vingadores, como foi sugerido no filme. Agora estou junto na jornada. Mal posso esperar pelo próximo”.
Na trama, Sam Wilson se vê no meio de um incidente internacional após se encontrar com o Presidente Thaddeus Ross. Ele precisa descobrir a razão por trás de um nefasto complô global antes que o verdadeiro mentor faça o mundo inteiro ver vermelho.
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Tony Gilroy, o showrunner da aclamada série ‘Andor’, surpreendeu ao revelar recentemente que descobriu a existência de um novo projeto da franquia ‘Star Wars’ com foco no gênero terror.
Segundo o SFFGazette, Gilroy confirmou ter tomado conhecimento do projeto de terror em desenvolvimento: “Eles estão fazendo isso. Acho que sim. Acho que está em andamento, sim”.
Ao ser questionado sobre a direção que gostaria de ver nesse projeto, Gilroy demonstrou uma mente aberta: “Sou agnóstico quanto ao que deve ser feito. Quer dizer, eu estava improvisando quando disse ‘façam uma comédia com três câmeras’. Estava brincando — e às vezes essas brincadeiras não funcionam com a comunidade de Star Wars. Mas com o criador certo, o comentário certo, a vibe certa — você pode fazer qualquer coisa”.
Vale lembrar que no mês passado, Gilroy já havia expressado seu desejo de ver propostas diferentes ligadas a ‘Star Wars’: “Sempre fantasiei que a série abriria novos caminhos, que alguém pudesse fazer uma sitcom com três câmeras em Star Wars ou um filme de terror”, afirmou.
Ele também compartilhou uma conversa anterior com Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm: “Acho que a primeira coisa que disse à Kathy quando ela falou que queria abrir uma nova linha de projetos foi: ‘E se fizessem um drama de tribunal?’ E por que não? Trabalhamos muito em Andor para construir o nosso espaço, e agora cabe a outras pessoas encontrarem outras maneiras de fazer isso”.
Vale lembrar que a próxima produção de ‘Star Wars’ será a nova temporada de ‘Andor’.
A segunda temporada de ‘Andor’ estreia no dia 22 de abril no Disney+.
Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
‘Thunderbolts*’, o novo filme da Marvel, tem estreia próxima nos cinemas, e as primeiras projeções sugerem que o longa pode seguir a trajetória decadente das bilheterias de lançamentos recentes do estúdio.
Segundo o ComicBook, as estimativas apontam para uma arrecadação entre US$ 63 e 77 milhões nos Estados Unidos durante o fim de semana de estreia de ‘Thunderbolts*’. O valor-alvo atual é de US$ 70 milhões, o que representaria uma abertura relativamente fraca para um filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).
Caso essas projeções se concretizem, a bilheteria de estreia de ‘Thunderbolts*’ ficaria abaixo de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, lançado em fevereiro, que arrecadou US$ 88,8 milhões em seus três primeiros dias e US$ 100 milhões ao longo do feriado prolongado.
Os US$ 70 milhões projetados também são inferiores às aberturas de outros filmes da Marvel lançados durante a pandemia, como ‘Viúva Negra’ (US$ 80,3 milhões), ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ (US$ 75,3 milhões) e ‘Eternos’ (US$ 71,2 milhões).
“Thunderbolts*” tem lançamento previsto para o dia 02 de maio nos cinemas nacionais.
A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros indepedentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.
O elenco também conta com, Sebastian Stan (Soldado Invernal), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Wyatt Russell (Agente Americano).
Glen Morgan, produtor e co-roteirista da clássica franquia de terror ‘Premonição’, relembrou recentemente o início da saga, explicando uma decisão que os criadores originais lamentam.
Segundo o ComicBook, Glen Morgan, o diretor e co-roteirista James Wong, e o co-roteiristaJeffrey Reddick revelaram que rejeitaram a ideia de que a Morte fosse personificada de alguma forma, à semelhança de assassinos icônicos como Freddy Krueger, Michael Myers ou Ghostface.
“Era meio que uma Morte personificada”, relembrou Morgan. “Nós dois pensamos, ‘Você não pode ver a Morte e não pode vencê-la, certo?’ Então sugerimos: ‘A Morte é apenas uma força’. E eles [New Line] disseram: ‘Legal!’, para nossa surpresa. Mas agora, todo Halloween eu penso: ‘A gente vacilou!’ Não tem fantasia para vender, não tem boneco de ação”.
Vale lembrar que ‘Premonição 6’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de maio.
Na próxima iteração, atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.
Foi divulgada uma imagem destaca o retorno de Tony Todd (‘A Lenda de Candyman’) como o agente funerário William Bludworth.
O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).
O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.
Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.
Chad Stahelski, o diretor da aclamada franquia ‘John Wick’, expressou grande satisfação com o recente anúncio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas sobre a criação da categoria de Melhor Design de Dublês.
Em entrevista ao Deadline, o cineasta celebrou a decisão, agradecendo à Academia: “Nenhum de nós [na indústria] estaria aqui se não fosse pelos últimos 100 anos de dublês. Chegamos até aqui porque muitas outras pessoas se sacrificaram muito. Então, é muito legal estar aqui, no auge de um século inteiro de performers, coordenadores e diretores de ação. E é uma pena que muitos deles não possam ver até onde isso chegou”.
Stahelski enfatizou a importância da colaboração da Academia com a comunidade de dublês para a concretização da nova categoria: “Temos muita sorte de estar nesse ponto, ou no auge, onde, há alguns anos, a Academia veio até nós e disse: ‘Ei, como podemos ajudar? Como colocamos isso em prática?’ Para algumas pessoas pode parecer que demorou muito, mas na verdade, dou muito crédito à Academia por fazer da forma certa. Eles levaram o tempo necessário. Conversaram com muita gente da comunidade de dublês — coordenadores de dublês, diretores de segunda unidade, grupos femininos, grupos masculinos. Todos os diferentes aspectos da comunidade de dublês, eles foram atrás, ouviram e tentaram descobrir, não apenas se deveria haver um prêmio — ninguém questionou isso — mas como entregar o prêmio, para quem, como selecionar os indicados. E eles realmente fizeram o dever de casa. E quando sentiram que tinham tudo sob controle, anunciaram”.
O Oscar surpreendeu recentemente ao anunciar oficialmente a criação da categoria para Melhores Dublês. Há anos, fãs de cinema pedem que a Academia reconheça o trabalho essencial dos profissionais responsáveis pelas cenas de ação.
Segundo o ComicBook, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas tornou pública a criação de um prêmio competitivo de Realização em Design de Dublês (Achievement in Stunt Design), que será entregue pela primeira vez na centésima edição do Oscar.
A cerimônia está agendada para 2028 e premiará filmes lançados em 2027. As regras de elegibilidade e votação para a nova categoria serão divulgadas em 2027.
Em comunicado oficial, o CEO da Academia, Bill Kramer, e a presidente da organização, Janet Yang, manifestaram seu entusiasmo com a novidade:
“Desde os primórdios do cinema, o design de dublês tem sido parte essencial da produção cinematográfica. Temos orgulho de homenagear o trabalho inovador desses artistas técnicos e criativos, e os parabenizamos por seu comprometimento e dedicação até alcançarem esse momento histórico”, escreveram.
Em cartaz nos cinemas, Maré Alta é um drama do diretor italianoMarco Calvani. Protagonizado pelo brasileiro Marco Pigossi, o longa conta a história de Lourenço, um brasileiro que viaja para os EUA com o visto de turista, mas procura se encontrar no mundo e sente que precisa ficar por lá. Por isso, ele começa a trabalhar ilegalmente, enquanto busca uma forma de conseguir o visto permanente.
Dentre seus dramas, ele é um homem LGBT, cuja família não sabe de sua sexualidade. E parte dessa busca por autodescoberta é se compreender melhor em um ambiente sem a pressão familiar. Por isso, ele agarra qualquer oportunidade para ficar por lá. Em sua jornada, ele acaba fazendo novos amigos e se apaixonando, fazendo com que todas as suas relações sejam intensas.
No último mês, tivemos a oportunidade de entrevistar Calvani e Pigossi, que são casados, e eles falaram um pouco mais sobre o filme e como fizeram para evitar que o ambiente de trabalho afetasse a vida pessoal.
Para Marco Calvani, por mais que o filme se comunique com suas experiências de vida, ele não é um longa autobiográfico. Ainda assim, há dramas compartilhados tanto por ele quanto por Pigossi que podem trazer identificação para diferentes públicos.
“Bem, Maré Alta não é um filme autobiográfico. Eu não sou brasileiro, mas sou um imigrante, um homem gay que vive nos EUA. Acho que sou um pouco como o Lourenço, mas de uma forma diferente, então criamos esse ‘lugar especial’, por assim dizer que, se você é um homem que vive longe de casa, você acaba encontrando esse lugar cheio de oportunidades, mas também de riscos e incertezas. Apesar de ser muito excitante chegar a esse lugar, também pode ser muito triste, por mexer com saudade, incertezas. Felizmente, o filme fala sobre muitas outras coisas, mas é lindo ver como vem sendo recebido com tanto carinho pelos brasileiros e pelo público ao redor do mundo”, disse Calvani, que também comentou sobre o efeito da pandemia na realização do longa.
“Particularmente, eu me senti um pouco como o Lourenço nos últimos anos, sabe? Como se estivesse em um limbo. Teve a Covid-19, então parecia não haver muito futuro, assim como o passado também parecia não importar mais. E eu não sabia bem o que estava fazendo, eu não fazia ideia do que seria de mim. Como homem, eu me sentia esmagado pelo sistema, pelas mudanças no jogo, pelo crescimento do fascismo no mundo. E acho que esse sentimento de estar perdido foi bem passado no filme”, afirmou.
Marco Pigossi concordou, ressaltando que a questão da imigração, que é o foco do filme, é algo que independe de gênero.
“É um filme muito pessoal, mas zero autobiográfico. Quando a gente fala de imigração, a gente fala sobre essa solidão de morar em um país que não é o seu, falando em uma língua que não é a sua. Então, é uma tentativa de tentar se redescobrir em um ambiente que não é o seu. E sempre muito só. O filme fala sobre pertencimento, porque o Lourenço vai para lá em busca de pertencer a um país, uma cidade, a uma comunidade. Até a si mesmo, que é a grande mensagem do longa. Isso é universal para toda pessoa que vai para fora tentar uma vida melhor, independentemente da razão. Nós refletimos sobre nossas passagens nos Estados Unidos em diferentes momentos, porque, como artistas, nós viajamos sempre tentando expandir nossas carreiras. Mas a verdade é que não buscamos encontrar a carreira, nós queremos aumentar e viver mais experiências para crescer como homens, para contarmos e transcendermos nossas formas de contarmos histórias”, explicou Marco Pigossi.
Outro destaque do filme é a presença de Bill Irwin, ator consagrado do cinema e dos palcos, que interpreta seu primeiro personagem LGBT da carreira. Para Marco Pigossi, trabalhar com ele foi um grande ensinamento.
“Foi fantástico [trabalhar com o Bill Irwin]! O Bill não apenas é um ator fantástico, como também é uma pessoa fantástica! Eu aprendi uma coisa maravilhosa com o Bill Irwin sobre o que é ser ator. Nossa profissão não envelhece. Nunca. Esse foi o primeiro personagem gay que ele fez no cinema, ele tem um filho gay. E o fascínio, o brilho no olho, a vontade dele de aprender e conhecer mais sobre os personagens… Ele queria que eu mostrasse a cidade para ele, apresentasse às pessoas, ele queria aprender mais e existir naquele universo. Isso, para mim, foi uma lição. O Bill Irwin, que tem uma carreira extraordinária, ainda tem esse olhar de criança, de querer descobrir tudo para fazer um personagem novo. Essa é a grande beleza da profissão do ator. A gente está sempre descobrindo, sempre explorando coisas novas. É muito mágico! E não tem outra profissão que te proporcione isso. Claro que há desafios, porque você vai crescendo, mas é diferente. Uma hora você é um médico, outra hora você é um piloto, então você estuda para entender mais desses universos. E a maneira como ele veio aberto para descobrir mais sobre esse personagem foi uma lição para mim. Fora que é um ator brilhante, de muita troca, e uma pessoa incrível. Foi muito especial”, contou Pigossi.
Por fim, o casal contou como foi trabalhar junto neste projeto. Para Pigossi, o filme foi como ter o primeiro filho, porque ele cuidaram de Maré Alta nos mínimos detalhes.
“A gente fala que o ‘Maré Alta’ foi nosso primeiro filho. A partir do momento que o Marco me mostrou o roteiro, a gente vem trabalhando juntos e decidiu que era essa história que a gente queria contar, e desse jeito. E isso é muito difícil. Quantas pessoas estão nos EUA com roteiros brilhantes e não conseguem? Fazer um filme independente é quase um milagre. ‘Maré Alta’ é um filme feito muito mais com amor do que com dinheiro. É um filho que a gente criou e colocou no mundo. E tinha essa responsabilidade, porque foi o primeiro longa do Marco e o meu primeiro filme como protagonista nos Estados Unidos, então a gente queria ter essa responsabilidade de fazer dar certo. Mas também houve uma admiração sincera como artistas, porque o Marco é um diretor brilhante com seus atores. Ele tem um olhar muito bonito para os atores, o que, para mim, representou um renascimento como ator, descobrindo coisas novas, limpando vícios, manias e maneirismos que a gente acumula ao longo do tempo. Foi uma experiência maravilhosa! E faria outros milhões de filmes junto com ele!”, explicou.
Já Calvani ressaltou que a experiência foi muito boa e muito disso por conta de estratégias que eles tomaram para separar o lado profissional do lado pessoal.
“Se não tivesse sido bom, nós não estaríamos aqui hoje. Sobrevivemos a uma pandemia e a um filme como ator e diretor [risos]. Mas é o amor verdadeiro que nos mantém juntos. E o amor nasce do respeito e companheirismo, não só um pelo outro, mas também pela arte. Mas é claro que tomamos alguns cuidados para não atrapalhar as relações. Nós não dormíamos no mesmo lugar, porque precisávamos desse descanso para nos desligarmos do dia de filmagens. Mas nós faríamos tudo de novo. E esse processo foi incrível por ter nos permitido conectar ainda mais com esse lado artístico um do outro, mas também desenvolver ainda mais nossos laços de confiança. Nós conseguimos traduzir nosso amor para darmos forma a esse filme”, concluiu Marco Calvani.
Esse fim de semana trouxe produções sensacionais para os catálogos dos principais streamings. Então, como de costume, o CinePOP selecionou cinco delas para te indicar. As plataformas da vez são:Amazon Prime Video, Netflix,Max eDisney+.
E são produções de todos os gêneros. Tem ação, aventura, drama, ficção e documentário. Então, é só escolher o que te agrada mais, sentar no sofá e assistir. Confira!
Estrelado por Viola Davis e Antony Starr, esse filme de ação original do Prime Video acompanha a jornada de uma ex-militar que assume o cargo de presidente dos EUA. Com um plano ousado para impulsionar o desenvolvimento social africano, ela comparece à reunião do G20 na África do Sul, mas o que deveria ser um encontro da política vira uma noite de horror, quando um cryptoterrorista invade o hotel e sequestra os líderes das 20 nações mais economicamente poderosas do mundo. Diante deste desafio, a presidente dos EUA coloca em jogo seu conhecimento militar para tentar salvar sua família e derrotar o terrorista.
Filmado em Paraty, cidade histórica do estado do Rio de Janeiro, essa aventura conta a história da amizade completamente inesperada entre João (Jean Reno) e um simpático pinguinzinho que se perde da família e acaba ficando preso em uma rede encharcada de óleo. João, que trabalha como pescador, encontra o bichinho e tenta ajudá-lo a se recuperar. Nesse processo, ele vai aprendendo mais sobre família e amizade e começa a refletir sobre as escolhas de sua própria vida. É um belíssimo filme.
A sétima temporada de Black Mirrorchegou com tudo à Netflix. Diferentemente das últimas três temporadas, que foram essencialmente péssimas, com um ou dois episódios se salvando meio a desgraça, essa aqui acertou em cheio nas tecnologias e tramas abordadas, trazendo a melhor temporada desde a terceira (2016). Dentre as críticas da vez, estão Inteligência Artificial no cinema, plataformas de criação de conteúdo pago, deepfake, streamings e muito mais. É natural que haja uma certa má vontade com a série diante das porcarias que eles vieram lançando nas últimas temporadas, mas essa aqui definitivamente vale a pena.
Fenômeno dos videogames e agora também das séries, a franquia The Last Of Us vai começar a lançar sua segunda temporada neste domingo (13). Ou seja, este sábado é o dia perfeito para maratonar a primeira temporada para conhecer a série ou para relembrar os eventos dela. A trama se passa em um mundo contaminado por fungos que transformaram pessoas em criaturas monstruosas. Nessa realidade complexa, um contrabandista é contratado para atravessar o país com uma garotinha, mantendo ela em segurança das ameaças que existem por aí.
Dirigido por Bryce Dallas Howard (que vem se mostrando uma diretora muito promissora), esse documentário é como um raio de alegria em meio a dias tristes. Ele aborda as relações de amor, encantamento e suporte emocional que são construídas entre os tutores e seus bichinhos de estimação. Os personagens vão desde tutores comuns até guardiões que dedicam suas vidas ao resgate de animais. E também são mostrados os mais diversos tipos de Pets possíveis. É o programa perfeito para os apaixonados por bichos.
Geralmente a mentira não é uma coisa infinita, chega num ponto que descobertas são feitas! Em alguns filmes, a trajetória de personagens contornam essa questão nos levando para os conflitos que se seguem com a revelação da verdade. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com filmes onde uma mentira vira o centro dos holofotes:
Até Amanhã
Na trama, acompanhamos um dia tenso na vida da jovem Fereshteh (Sadaf Asgari), que vive sozinha na capital do Irã onde estuda e trabalha em uma gráfica para sustentar sua filha recém nascida de 2 meses. Quando um parente sofre um acidente e logo hospitalizado na cidade de onde mora, seus pais resolvem visitá-la. A questão é que eles não sabem da existência da criança. Assim, sem saber em quem confiar, ela precisa encontrar um lugar para a criança ficar enquanto seus pais estão por perto embarcando em uma série de conflitos que se seguem.
A vida de Lainy (Amy Schumer), uma professora do ensino fundamental, parece estar em um total desequilíbrio. Seu sonho em ser mãe nunca se realizou e sua melhor amiga Kate (Jillian Bell) acaba de ficar grávida. Sem saber como lidar com a situação resolve fingir que está grávida e assim, se jogando na mentira descarada, acaba conhecendo novos amigos e acaba se apaixonando Josh (Will Forte). A questão é que uma hora a verdade sempre aparece.
Na trama, conhecemos Emma (Kaley Cuoco), uma mulher super dedicada a sua linda família, casada com o carinhoso Dave (David Oyelowo), mas que esconde um importante segredo. Sete anos casada, com dois filhos, moradora de Nova Jérsei, Emma passa seus dias se desdobrando entre os afazeres profissionais como assassina de aluguel e a vida familiar. Certo dia, quando percebe junto ao marido que precisam apimentar a relação, eles tem a ideia de se encontrarem em um hotel luxuoso, fingindo não se conhecerem, e assim terminar a noite de uma forma diferente. Só que nesse lugar, Emma vai bater de frente com sua outra vida, gerando uma série de situações.
Na trama, conhecemos Eve (Karin Viard) e Henri (Benjamin Biolay), um casal francês de classe alta que moram faz anos na Suíça. Ela uma competente gerente de uma biblioteca, ele um maestro rumo aos mais altos cargos de sua prestigiada profissão. Vivendo sob os holofotes da posição social que conquistaram, esse casamento se encontra em um presente frio. Quando Eve descobre a traição do marido com uma professora que dá aula ao único filho do casal, a protagonista se joga em uma noite de inconsequências se relacionando com o problemático Jonas (Lucas Englander). Quando um passa a descobrir a traição do outro, a trama vai se desenvolvendo rumo ao imprevisível.
Na trama, conhecemos Bodil (Bracha van Doesburgh), uma experiente juíza holandesa que leva uma vida feliz com o marido, o médico Milan (Nasrdin Dchar). Sua melhor amiga, Isabel (Elise Schaap) é uma mulher que passa por uma crise no casamento. As duas, em determinadas épocas do mês fazem uma viagem onde vivem outras vidas, com calientes romances, um plano que dá sempre certo pois uma é cúmplice da outra. Quando um assassinato acontece e misteriosamente Isabel desaparece, Bodil se vê em um labirinto onde achar verdades em meio a tantas mentiras é uma tarefa complexa. Tudo se complica mais ainda quando Luuk (Gijs Naber), marido de Isabel resolve se juntar na busca pela esposa.
Na trama, conhecemos Adrien (Pierre Niney), um ex-bailarino, agora gigolô profissional que mora com a ex-atriz Martha (Isabelle Adjani). Certo dia ele encontra um novo sentido na sua limitada vida no amor por uma linda trambiqueira Margot (Marine Vacth). Juntos, o casal planeja os detalhes e execução de um golpe no corretor de imóveis e ex-alcoólatra Simon (François Cluzet) que assumiu o controle total da empresa da família. Mas muitas surpresas vão chegar nesse caminho que traçaram.
Sharper – Uma Vida de Trapaças
Na trama, conhecemos o jovem Tom (Justice Smith), um amante de livros, que possui uma simpática livraria no centro de uma grande cidade norte-americana. Certo dia, entra pela porta do local uma jovem doutoranda chamada Sandra (Briana Middleton) e logo os dois se apaixonam perdidamente. Certo dia, Sandra, desesperada, avisa Tom que precisa de 350 mil dólares e ele, um herdeiro do milionário Richard (John Lithgow), logo consegue a quantia. Só que Sandra some, e Tom percebe que caiu em um golpe. Paralelo a isso, vamos conhecendo Max (Sebastian Stan) e Madeline (Julianne Moore), um dupla de trambiqueiros que vão nos mostrar os lados desse golpe aplicado por Sandra.
Na trama, conhecemos Gianni (Pierfrancesco Favino) um mentiroso compulsivo, egocêntrico, arrogante, que adora desfilar seu carrão pelas ruas de Roma, dono de uma empresa de calçados com grande sucesso no mercado que gosta de contar vantagens para os amigos tão machistas quanto ele em relação as suas conquistas, todas elas baseadas em mentiras para embarcar em relacionamentos logo descartáveis. Certo dia, tentando seduzir a vizinha de porta do apartamento de sua mãe recém falecida, acaba conhecendo a bela violinista Chiara (Miriam Leone), que anos atrás, após um trágico acidente de carro, acabou perdendo os movimentos das pernas. Desse encontro, acaba nascendo uma relação que vai crescendo mas precisando enfrentar diversos conflitos pois Gianni à princípio mente dizendo também ser paraplégico.
Na trama, acompanhamos a história de Judith Fauvet (Virginie Efira), uma tradutora, com a desculpa perfeita de ter um trabalho onde viaja muito, acaba criando na sua rotina duas vidas. Esposa de um maestro e mãe de dois filhos na França e também tendo um amante e uma filha pequena na Suíça, vamos entendendo aos poucos o que acontece nessa história com algumas reviravoltas que reflete sobre o lado psicológico de uma personagem perdida em realidades distintas fazendo força para acreditar que ambas são suas verdades. Quando as mentiras desabam, seu castelo criado vai ruindo aos poucos, ela se vê perdida sem saber como resetar tudo que criou.
Na trama, conhecemos Guilherme (Fábio Porchat), um homem consumido por um trabalho maçante que no mesmo dia descobre que a esposa está saindo de casa e que será alvo de demissão do seu chefe. Só que algo inusitado acontece: em meio a uma viagem pela empresa, acaba vendo a chance de ter uma experiência nova quando (forçadamente) é confundido com um famoso palestrante que dará uma super palestra em um resort no Rio de Janeiro. A chefe da empresa contratante, Denise (Dani Calabresa) e o protagonista acabam gostando um do outro o que dará margens para mais problemas em meio a mentira contada.