A produção chega à plataforma de streaming no dia 13 de maio.
Confira:
A comédia foi criada, dirigida e produzida por Segura e conta com seis episódios, sendo descrita como uma mistura entre ‘Black Mirror’ e ‘The Twilight Zone’.
Nesta sombria e distorcida, Tom Segura dá vida às suas reflexões sem filtros em um mundo cinematográfico onde nada é o que parece.
Rami Hachache e Jeremy Konner entram como diretores ao lado de Segura. Konner também assina o roteiro dos episódios.
Em ‘Assassinato na Casa Branca’, um importante jantar de gala estatal para estreitar as relações entre os Estados Unidos e a Austrália termina em uma grande tragédia quando o chefe de recepção da Casa Branca, A.B. Wynter (Giancarlo Esposito) é encontrado morto no terceiro andar. A princípio, todos acreditam que ele tenha se matado – dado os cortes nos pulsos e o bilhete de suicídio que foi encontrado em seu bolso. Porém, com a chegada da famosa detetive Cordelia Cupp (Uzo Aduba), as coisas se mostram mais perversas e obscuras do que imaginavam, visto que a investigadora tem plena noção de que Wynter, na verdade, foi assassinado. A questão é: por quê e por quem?
A nova série da Netflix é um deleite do começo ao fim – uma divertida dramédia de suspense misteriosa de proporções épicas que nos levam ao interior da Casa Branca em um jogo de gato e rato que nos guia, episódio a episódio, em direções diferentes até culminar em uma reviravolta inesperada e complexa em demasia. Através de oito episódios frenéticos, o criador Paul William Davies apresenta uma série de personagens muito bem desenvolvidos e dotados de um certo ar de superioridade e complacência que logo cai por terra à medida que motivos, ressentimentos e desejos expressivos de vingança vêm à tona, mostrando que todos ali são suspeitos na morte de Wynter. É claro que alguns probleminhas de ritmo aparecem aqui e ali, mas o charme de um elenco estelar e um suntuoso e caprichoso trabalho técnico são mais que o suficiente para nos engolfar em uma das produções mais inebriantes do ano.
A grande estrela da obra é, sem sombra de dúvida, Aduba. Tendo ganhado expressivo reconhecimento após interpretar Suzanne “Crazy Eyes” Warren em ‘Orange Is the New Black’ (que inclusive lhe rendeu uma estatueta do Emmy), a atriz se lançou a diversos projetos ao longo de sua prolífica carreira e, ao encarnar a Detetive Cupp, se joga de cabeça em uma de suas melhores performances, trazendo elementos conhecidos de grandes investigadores da cultura pop em uma amálgama original, charmosa e envolvente (é impossível não traçar paralelos entre a rendição de Aduba e Kenneth Branagh como Hercule Poirot, Steve Martin como o Inspetor Clouseau e Daniel Craig como Benoit Blanc). Arrebatando-nos desde o primeiro momento em que aparece em um traje de expedição e demonstrando uma afeição enorme pela ornitologia, Cupp é inteligente, sagaz e engenhosa mesmo quando não abre a boca.
Porém, Aduba não está sozinha nessa empreitada e permite que outros membros do elenco tenham chance igual de brilhar. Temos, por exemplo, Esposito em um afastamento considerável de seus costumeiros papéis de vilão – e rendendo-se a uma polida representação do chefe de recepção, mantendo a classe e a compostura até explodir em uma atuação aplaudível nos momentos de tensão absoluta; Molly Griggs faz um trabalho espetacular como a inescrupulosa secretária social do presidente, Lilly Schumacher, através de maneirismos marcantes e uma completa desilusão acerca da vida real; Susan Kelechi Watson nos diverte como a assistente de Wynter, Jasmine Haney; Ken Marino imortaliza o conselheiro-chefe do presidente, Harry Hollinger, em uma construção odiosa de um antagonista inesperado; eJason Lee brilha em polvorosa como o irreverente pária Tripp Morgan, irmão do presidente.
É claro que dezenas de outras pessoas integram o elenco, ainda mais considerando que esse enervante mistério envolve nada menos que 157 pessoas – e sim, Cupp entrevista todas elas para poder encontrar um ponto de partida, incluindo a icônica Kylie Minogue interpretando ela mesma de maneira adorável e jocosa. E, ao contrário do que poderíamos imaginar, nenhum deles é dispensável, tendo um papel crucial para que a detetive consiga descobrir quem foi o culpado e de que forma esse intrigante assassinato será concluído.
Para além dos atores e atrizes, nota-se o modo como Davies, responsável pelo roteiro, une-se aos talentosos diretores Liza Johnson e Jaffar Mahmood para construir uma identidade que não se desestabiliza a qualquer momento – e cujo efervescente dinamismo transforma longos capítulos de mais de uma hora cada em pequenas peças de arte que, mesmo com pontuais defeitos, não deixam de nos encantar. Eventualmente, tal paixão se desenvolve a ponto de transformar a narrativa em uma momentânea irrupção circinal (que conta com uma montagem cúbica de eventos já explicados para nos relembrar dos mínimos detalhes), mas nada de que a potência de um competente time não consiga desviar.
‘Assassinato na Casa Branca’ é uma grata surpresa da Netflix e já se configura como uma das melhores séries de comédia do ano. E, ao passo que Aduba ajuda a eternizar mais uma memorável investigadora da cultura pop, mal podemos esperar para que Cordelia Cupp retorne em mais um mistério insolucionável – ao menos, é claro, até ela entrar em cena.
A quarta (e última) parte da série coreana ‘Se a Vida Te Der Tangerinas‘ já está disponível na Netflix e, agora, os fãs de doramas podem conferir a produção na íntegra.
A leva de encerramento chegou à plataforma de streaming no último dia 28 de março.
Em Jeju, a união entre uma jovem ousada e um rapaz esforçado se transforma em uma história de obstáculos e triunfos, provando que o amor pode perdurar por gerações.
New #Scream7 set photos from @scream__news_ – these are really cool! We can see the Scream 7 logo, a monitor with a blurry frame, and probably the most important one, a portrait of STU in SOMEONES house?!? This is crazy! Someone is clearly related to him in this movie. #screampic.twitter.com/mwGWZY8bLy
— Scream Movies Brasil (@screambr_movies) March 22, 2025
Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.
Além de Stuart ‘Stu’ Macher, interpretado por Matthew Lillard, Scott Foley, que interpretou Roman Bridger, o Ghostface de ‘Pânico 3’, também retornará, mesmo após a morte de seu personagem no terceiro longa.
Segundo um novo boato, os Ghostfaces dos filmes anteriores podem retornar por meio de tecnologia de IA/Deepfake, o que, aparentemente, terá um papel significativo no enredo.
Tudo isso faria parte de um novo plano do Ghostface (ou Ghostfaces) para atormentar Sidney Prescott (Neve Campbell), fazendo com que ela acredite que os assassinos que ela derrotou nos filmes anteriores retornaram para se vingar.
Embora ainda não esteja claro quantos assassinos mascarados estarão mirando nossos heróis, agora sabemos que as filhas de Sidney serão introduzidas. Também ouvimos que haverá um “grande salto no tempo” após os eventos do último filme, possivelmente para permitir que as crianças de Sidney atinjam a idade adequada para o estilo dos filmes de slasher.
Lembrando que ‘Pânico 7‘ está atualmente em produção e tem lançamento previsto para 27 de Fevereiro de 2026.
O novo filme ainda contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown. Após viverem Ghostfaces, Matthew Lillard e Scott Foley também retornam.
Robert Stromberg dirigiu o primeiro, e Joachim Rønning o segundo.
Angelina Jolie confirmou que quer voltar como a protagonista.
“Eu adoraria isso. Eu adoraria interpretá-la novamente.”, ela afirmou ao Deadline.
Recentemente, Elle Fanningrevelou que ela e Angelina Jolie já discutiram o que poderia acontecer em um possível terceiro filme. Isso é algo que elas sonhavam durante os intervalos nas filmagens de ‘Malévola 2‘.
“Angelina e eu inventamos um terceiro filme inteiro. Não foi aprovado pela Disney ainda. A gente imaginava como seria a vida de Aurora com o [príncipe Philip] do lado, agora que ela conseguiu reunir todos os reinos”, afirmou em entrevista ao Metro.
‘Malévola: Dona do Mal’ estreou marcando o retorno de Angelina Jolie após um longo período ausente das telonas, mas arrecadou quase a metade do primeiro filme. Enquanto o original fez US$ 758 milhões mundialmente, a sequência encerrou sua jornada nos cinemas com US$ 491 milhões.
A aguardada sequência ‘O Telefone Preto 2‘ teve sua primeira arte e logo oficiais divulgados na CinemaCon 2025 e o CinePOP traz, com EXCLUSIVIDADE, o registro do material promocional.
O editor-chefe, Renato Marafon, está em Las Vegas para trazer uma cobertura exclusiva do maior evento cinematográfico voltado para distribuidoras e exibidores.
Confira:
EXCLUSIVO! Logo de O Telefone Preto 2 em primeira mão diretamente da CinemaCon em Las Vegas!
Recentemen,Scott Derrickson, cineasta e co-roteirista de ‘O Telefone Preto 2’, revelou detalhes sobre a trama.
“Muitas surpresas, com certeza. Acabei de terminar de filmar O Telefone Preto 2 e o que posso dizer é que eu não me senti obrigado a fazer uma sequência. Não foi algo garantido”, afirmou para o Screen Rant.
“Mas percebi que, se eu fizesse um grande filme depois de O Telefone Preto, que foi Entre Montanhas, quando estivesse pronto para filmar outro, todas aquelas crianças já estariam no ensino médio. Então, basicamente, é um filme de amadurecimento no ensino médio, da mesma forma que o primeiro filme abordava o amadurecimento na escola primária”, concluiu.
A sequência chega aos cinemas no dia 27 de Outubro de 2025.
Lançado em 2022, o terror ‘O Telefone Preto’ arrecadou US$ 161 milhões nas bilheterias globais, consolidando-se como um dos filmes de maior sucesso da produtora Blumhouse.
A trama acompanha um jovem de 13 anos nos anos 70 que é sequestrado por um homem com uma van preta, e é levado para um porão com um telefone preto. Mesmo desconectado, o telefone recebe ligações das vitimas anteriores do assassino tentando ajudar o protagonista a escapar.
“Um homem (Rysdahl) adquire uma androide de Inteligência Artificial (Sullivan) para ajudá-lo a lidar com a recente morte de sua esposa. Na tentativa de criar uma parceira verdadeiramente consciente, o homem inadvertidamente transforma um robô amoroso inofensivo em uma alma gêmea mortal.”
Claudia Doumit, conhecida por interpretar a Victoria Neuman na popular série ‘The Boys‘, entrou para o elenco do terror. Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
Lily Sullivan (‘A Morte do Demônio: A Ascensão’) e David Rysdahl (‘Sem Saída’) serão os protagonistas.
Kate Dolan (‘You Are Not My Mother’) será responsável pela direção.
Ela também reescreveu o roteiro original de Rafael Jordan, baseado em uma história de James Wan, Ingrid Bisu e Jordan.
“Fundamentalmente, vejo este filme como uma exploração de relacionamentos e solidão. Apesar dos avanços tecnológicos, há verdades humanas, tensões das quais não podemos escapar, e estou ansiosa para explorar essas profundezas”, declarou a cineasta.
“SOULM8TE é uma adição emocionante e sedutora ao universo de ‘M3GAN'”, afirmou James Wan.
Em entrevista ao Empire magazine, Tom Cruise (‘Guerra dos Mundos’) revelou detalhes sobre uma cena de ação extrema no aguardado filme.
O ator afirmou que chegou a respirar dióxido de carbono para performar uma cena em que seu personagem, Ethan Hunt, precisa explorar os destroços de um submarino. Filmada em um tanque de 8.5 milhões de litros de água, ele teve que vestir um traje especialmente projetado para a cena.
O astro só pôde usar o equipamento por 10 minutos antes de sofrer hipóxia (ausência de oxigênio no tecido corporal).
“Respirei meu próprio dióxido de carbono. Ele se acumula no corpo e afeta os músculos. Tive que superar tudo isso, e apenas estar presente.”
Anteriormente, Cruise havia confirmado ter desmaiado durante as gravações de outra cena de ação: “Quando você coloca o rosto para fora [de um avião], indo a mais de 120 a 130 milhas por hora, você não está recebendo oxigênio. Então eu tive que me treinar para conseguir respirar. Houve momentos em que eu desmaiava fisicamente; eu não conseguia voltar para a cabine.”
Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.
A Disney anunciou recentemente a demissão de cerca de 200 funcionários em suas operações de TV e ABC News, marcando o mais recente grande corte em sua base de empregados.
De acordo com a Variety, as novas reduções representam cerca de 6% do total de funcionários dessas duas áreas.
Além das demissões, a empresa está descontinuando o FiveThirtyEight, também conhecido como 538, a unidade de dados que anteriormente fazia parte da ESPN antes de ser transferida para a ABC News. O site era uma das principais fontes de análise de dados de pesquisas eleitorais nos Estados Unidos.
Vale ressaltar que a maior parte das demissões está concentrada na ABC News. Os cortes são resultados da fusão de diferentes grupos de funcionários, seguindo mudanças que haviam sido anunciadas anteriormente.
Todas as unidades do Good Morning America, incluindo o programa principal, GMA3, e as transmissões noturnas da ABC News, que estão agora sob a responsabilidade da executiva Simone Swink.
A ABC News Live e várias unidades especializadas estão sob a supervisão de Seni Tienabeso. Além disso, a ABC News combinou unidades dedicadas à programação de longa duração, que incluem os programas 20/20 e Nightline.
É importante lembrar que a ABC News também perdeu funcionários em outubro, quando a Disney cortou 75 postos entre a ABC News e suas estações locais.
Os fãs do universo de games terão um ano de 2027 agitado, com a chegada de ‘Sonic 4‘ e ‘A Lenda de Zelda‘, aguardada adaptação em live-action da Nintendo.
Enquanto o quarto capítulo da saga do ouriço azul estreia em 19 de março de 2027, o longa inspirado no fantástico universo chega às telonas em 26 de março, com apenas uma semana de distância.
Os dois longas devem enfrentar uma disputa acirrada nas bilheterias.
‘Sonic‘ já é uma franquia bem consolidada nos cinemas e seu mais recente filme arrecadou quase US$ 450 milhões nas bilheterias mundiais.
Internacionalmente, o longa soma US$ 220.5 milhões, o que representa a maior arrecadação internacional da história da franquia. Para termos de comparação, o segundo filme fechou sua passagem pelos territórios internacionais com US$ 214.5 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$28.9M), México (US$21.1M), França (US$18.4M), Austrália (US$17.1M) e Brasil (US$12.3M).
Já em se tratando de ‘A Lenda de Zelda‘, essa será a primeira vez que o clássico game é adaptado para as telonas. Criada em 1986 por Shigeru MiyamotoeTakashi Tezuka, a série de jogos mistura fantasia ação e aventura, ao narrar as missões de Link, um destemido herói que luta contra forças do mal para salvar a Princesa Zelda e o Reino de Hyrule.
Com coprodução da Sony Pictures e Nintendo, o longa traz Wes Ball na cadeira de direção. O cineasta é conhecido por seu trabalho na trilogia ‘Maze Runner’ e no recente ‘Planeta dos Macacos: O Reinado’.
Em se tratando de ‘Sonic‘, o sucesso do terceiro filme fez a franquia superar a marca de US$ 1.1 bilhão em arrecadação. Juntos, os dois primeiros filmes haviam alcançado US$ 725.2 milhões mundialmente.
Relembre o trailer:
No terceiro filme, o ouriço velocista (Ben Schwartz), o guerreiro equidna Knuckles (Idris Elba) e a raposa voadora Tails (Colleen O’Shaughnessey) constroem uma aliança voltada à proteção da mágica Esmeralda Mestra. No entanto, uma nova ameaça surge quando os militares da G.U.N., uma força especial, não conseguem encontrar o corpo do Dr. Eggman (Jim Carrey) no local onde ocorreu a batalha final.
Ainda não se sabe quem dará vida à nova encarnação de Mulher-Maravilha no DCUde James Gunn e Peter Safran – mas é bem provável que Gal Gadot não retorne como a heroína para novos projetos.
Pelo contrário, alguns rumores já estão circulando sobre possíveis atrizes que interpretarão a icônica heroína, incluindo Adria Arjona.
Conhecida por seu trabalho em produções como ‘Star Wars: Andor’ e ‘Assassino por Acaso’, Arjona foi recentemente questionada sobre os boatos de que irá atuar como Mulher-Maravilha no DCU, ao que ela pediu para os fãs “escreverem sobre isso… Me ajudem”.
Lembrando que o primeiro capítulo do DCU se inicia em 10 de julho com ‘Superman’.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
‘Extermínio: A Evolução‘ promete ser uma das grandes estreias de 2025 e a aguardada sequência teve o seu novo cartaz oficial divulgado durante a CinemaCon 2025 e o CinePOP traz, com EXCLUSIVIDADE, o registro do material promocional.
O cartaz traz uma cabeça decepada, sob um fundo vermelho sangue.
Confira:
O cartaz mais NOJENTO da CinemaCon é de um dos filmes de terror mais esperados de 2025… pic.twitter.com/72RDqhOf0f
Em uma recente entrevista ao Empire Magazine, o roteiristaAlex Garland (‘Aniquilação’) comentou sobre conexão entre ‘Extermínio: A Evolução‘ e o segundo filme da franquia.
Parece que, apesar dos eventos de ‘Extermínio 2‘ não terem sido apagados deste universo, os envolvidos não estão interessados em explorar a pandemia global indicada no final da sequência de 2007.
O terceiro filme voltará onde tudo começou: O Reino Unido – onde “o tempo não curou nada e as pessoas ainda estão vivendo sob uma intensa quarentena”.
“[‘Extermínio: A Evolução’] não entra em conflito com o que foi apresentado em ‘Extermínio 2’, mas cânon é uma palavra muito forte para o Danny Boyle.”
O roteirista ainda revelou que a trama do terceiro filme foi inspirada pela saída do Reino Unido da União Europeia e como o mundo respondeu a essas circunstâncias: “COVID não estava na minha mente [enquanto escrevia o roteiro], mas sim o Brexit, especialmente a forma como o mundo passou a ver o Reino Unido; uma sensação do globo ter mudado de posição. Como se todos tivessem virado as costas. Ninguém é permitido entrar ou sair.”
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de junho.
Além de Jodie Comer, o elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).
Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.
A mistura de comédia e drama na medida certa é uma fórmula alcançada por algumas ótimas produções disponíveis pelos streamings. Para você que curte história onde a reflexão se chega através de um forte tom cômico, segue abaixo uma lista de séries para você conferir:
Hacks (MAX)
Na trama, conhecemos a enrolada roteirista Ava (Hannah Einbinder) que após um relativo sucesso no underground da comédia de Los Angeles, fica marcada como carta fora do baralho depois que um tweet seu viraliza negativamente. Precisando recomeçar, ela busca ajuda de seu agente, Jimmy (Paul W. Downs), uma espécie de Ari Gold (referência ao lendário personagem interpretado por Jeremy Piven no seriado Entourage) dos novos tempos, em busca de um trabalho que a possa sustentar. Ele acaba conseguindo uma vaga de redatora para os shows da comediante de sucesso Deborah Vance (Jean Smart). Assim, Ava embarca rumo à Las Vegas, junto com sua mala cheia de problemas emocionais, um coração partido de um recente término com a namorada, para tentar conquistar a atenção da super estrela do stand up comedy que também passa por momentos difíceis na vida.
Amor e Anarquia (Netflix)
Na história, conhecemos Sofie (interpretada de maneira fabulosa pela excelente atriz Ida Engvoll) uma mulher com dois filhos, dentro de um casamento com problemas, que tem o pai indecifrável dentro de suas agonias. Ela começa um novo trabalho em uma editoria como consultora de novos negócios e responsável pela complicada transição do físico para o digital dessa empresa que já existe faz muito tempo. Nessa mesma empresa conhecemos Max (Björn Mosten), um estagiário de informática, que logo entra em atritos com Sofie. Numa noite, onde Sofie fica até tarde no trabalho, Max a flagra se masturbando em sua mesa, coletando provas sobre o ocorrido. No dia seguinte, parece que um jogo de chantagem começa mas Sofie embarca na ideia, ambos começam a jogar um provocativo game e assim a se aproximar de maneira intensa e provocante.
Na trama, conhecemos quatro artistas que são novamente chamados para revisitar seus antigos personagens de um seriado que estreou duas décadas atrás. Tem o Reed (Keegan-Michael Key), um ator que após largar a série original acabou não tendo mais sucesso na carreira. Tem a Brie (Judy Greer), uma artista de poucos trabalhos q largou a profissão para se casar com um Duque em outro país. Tem o Clay (Johnny Knoxville) que luta contra o alcoolismo em um momento onde busca redenção para todos seus dramas do presente que são ligados ao passado. Tem o Zack (Calum Worthy), um jovem de 24 anos, que na época do seriado original era apenas uma criança, e agora busca sua identidade em uma carreira de altos e baixos. Além dos artistas, há um foco grande também nos criadores da série: Gordon (Paul Reiser) e Hannah (Rachel Bloom).
Criada por Amy Sherman-Palladino, Maravilhosa Sra. Maisel conta as aventuras de Midge (Rachel Brosnahan) uma dona de casa, altamente dedicada ao marido Joel (Michael Zegen) que aos poucos acaba descobrindo um talento para fazer comédia, nos primórdios dos Stand Up Comedy. Ela vem de uma tradicional família judia, filha do professor de matemática Abe (Tony Shalhoub) e de Rose (Marin Hinkle). Quando Midge se separa de Joel, sua vida se transforma e assim acaba embarcando no mundo artístico com a ajuda de Susie (Alex Borstein), sua nova amiga.
Na trama, lançada no final de 2021 na poderosa rede de streaming, conhecemos os policiais Jack (Alfred Svensson) e Jim (Dan Ekborg), pai e filho que são os responsáveis por investigações em uma cidade do interior na Suécia. Um dia, são surpreendidos por um misterioso assalto que acaba provocando uma situação com reféns. Tentando lidar com a situação da melhor maneira, após a conclusão da tal situação, o bandido não é pego deixando os dias seguintes repletos de interrogatórios para descobrir enfim quem foi o responsável por tal ato.
Na trama, conhecemos John e Jane, interpretados pelos excelentes Donald Glover e Maya Erskine, duas almas solitárias, novatos no ramo da espionagem, trabalhando para uma agência que mal conhecem onde precisam fingir serem casados enquanto são enviados para as mais diversas relações. Quando os dois começam a desenvolver uma forte atração, o que leva a uma relação de fato, buscam se entenderem ao longo desse praticamente infinito percurso.
Na trama, conhecemos Jimmy (Jason Segel), um terapeuta que trabalha com outros dois amigos em um enorme consultório que depois de um ano apenas sobrevivendo após o falecimento da esposa em um trágico acidente de carro, volta a despertar para a vida, reconectado laços perdidos, principalmente com a única filha, a adolescente Alice (Lukita Maxwell). Para buscar soluções para suas próprias barreiras que ele mesmo colocou na sua vida, contará com a ajuda dos amigos Paul (Harrison Ford) e Gaby (Jessica Williams) com quem divide esse enorme consultório de atendimento psicológico e também de um casal de curiosos vizinhos, Derek (Ted McGinley) e Liz (Christa Miller).
Na trama, conhecemos Danny (Steven Yeun), um empreiteiro, com problemas, que vem de uma decepção com um empreendimento familiar passando por um presente confuso, desiludido, com pensamentos ruins. Também conhecemos uma empresária chamada Amy (Ali Wong), dona de uma marca que foi ficando poderosa ao longo do tempo, ligado à plantas. Parece ter uma vida perfeita, de sucesso no campo pessoal e profissional, mas nem tudo é o que aparenta ser, vive seus dias em um enorme stress. Certo dia, o destino desses dois personagens se cruzam de maneira peculiar, após uma briga de trânsito, o que desencadeia uma série de situações surpreendentes.
O egocentrismo do desequilíbrio. Explorando conflitos de um enigmático protagonista que mora faz mais de 30 anos em um prédio onde é o zelador durante todo esse tempo, o seriado argentino Meu Querido Zelador nos leva para uma jornada com paradas na psicologia, na sociologia, onde assistimos um metódico modo de pensar egoísta entrar em descontrole.
Ao longo de seis episódios, essa minissérie – que entrou no catálogo da Netflix nesse início de 2025 – nos apresenta a vida de Fausto (Eduardo Scarpetta) em dois momentos. No primeiro, como um carinhoso pai de família que encontrou o amor de sua vida de forma inusitada, numa cafeteria. Anos mais tarde, já separado e com a ex-esposa Sara (Gaia Weiss) enfrentando graves problemas psicológicos, é diagnosticado com uma doença terminal e precisa arrumar as peças soltas em sua família desestruturada antes de partir.
Prevista para ser anunciada em coletiva em Paris no dia 10 de abril, a seleção oficial do Festival de Cannes 2025 sempre gera burburinho no mundo do cinema, pois o evento é uma grande vitrine, e muitos títulos acabam entre os nomeados ao Oscar. Além do vencedor da Palma de Ouro, Anora, ter ganhado a estatueta de Melhor Filme este ano, outros cinco títulos lançados em Cannes receberam indicações em Los Angeles.
Enquanto aguardamos a lista oficial (e as surpresas) da 78ª edição do Festival de Cannes, realizada entre os dias 13 e 24 de maio de 2025, o CinePOP apresenta um panorama dos filmes mais prováveis de estrear na Croisette neste ano.
Em nossos palpites, destacamos a estreia de duas grandes atrizes na direção, o retorno de vencedores da Palma de Ouro, um grande blockbuster e até mesmo uma possível presença dupla brasileira no tapete vermelho. Quantos desses 30 títulos realmente entrarão na seleção oficial desta edição?
Acreditamos que o novo filme de Julia Ducournau, sucessor de Titane (2021) — vencedor da Palma de Ouro —, estará na competição de 2025. Exibido no Marché du Film no ano passado, o longa já teve os direitos norte-americanos adquiridos pela Neon — a mesma que gastou 18 milhões de dólares na campanha de Anora ao Oscar. Estrelado por Golshifteh Farahani (Paterson) e Tahar Rahim (O Profeta), Alphase passa nos anos 1980 e acompanha uma menina de 11 anos que é rejeitada por seus colegas de classe após rumores de que ela foi infectada por uma nova doença.
Em 1977, um homem de passado obscuro (Moura) chega a Recife, onde tenta, sem sucesso, construir uma nova vida. Com duas passagens pela Mostra Competitiva — Aquarius(2016) e Bacurau (2019) —, Kleber Mendonça Filho tem todas as chances de competir novamente e lutar por uma representação brasileira no Oscar do próximo ano.
Após o sucesso de O Brutalista, ganhador de três Oscars, a cineasta norueguesa Mona Fastvold e seu marido, Brady Corbet, abraçam o outro longo projeto de pesquisa e memória — ele assina a coautoria desta vez. Embora seus últimos trabalhos tenham sido lançados no Festival de Veneza, o musical dramático histórico de Fastvold pode estrear em Cannes, caso a dupla decida diversificar o ambiente.
Estrelada por Amanda Seyfried no papel-título, Ann Lee conta a história da fundadora do movimento Shaker, cujos seguidores a consideravam a “Cristo feminina”. Ela era adorada através de canções e danças, as quais servem de base para os elementos musicais do filme. As músicas originais são assinadas por Daniel Blumberg, ganhador do Oscar pela trilha sonora por O Brutalista. O longa foi rodado na Hungria logo após a finalização das filmagens do seu antecessor.
Assim como em 2019, o Brasil pode ter uma dobradinha no Festival de Cannes deste ano com Kléber e Karim. Se há seis anos tanto Bacurau quanto A Vida Invisível saíram premiados do evento, as expectativas agora se repetem.
EmboraKarim Aïnouztenha apresentado Motel Destino na mostra Competitiva em 2024, ele já trabalhava paralelamente no suspense familiar, Rosebush Pruning, filmado em inglês e estrelado por Elle Fanning, Riley Keogh, Pamela Anderson e Jamie Bell. O longa é uma refilmagem do longa italiano De Punho Cerrados (1965), o filmeacompanha umafamília que luta contra doenças genéticas em uma propriedade rural.
Esta é a sua segunda incursão no cinema internacional, após concorrer à Palma de Ouro em 2023 com O Jogo da Rainha (Veja a entrevista exclusiva para o CinePOP). Além disso, Aïnouz apresentou o documentário Marinheiro das Montanhas (2021) fora de competição no festival. Desde o lançamento de Madame Satã (2002), na mostra Un Certain Regard, o cineasta cearense tornou-se presença constante na Croisette.
Enquanto promovia Maria Callas, de Pablo Larraín, em novembro/dezembro do ano passado, Angelina Jolie rodava na França o novo drama de Alice Winocour. Se a cineasta francesa conseguir finalizar o projeto a tempo para Cannes, o filme terá sua presença praticamente garantida na competição do festival. Afinal, Winocour é uma presença constante na Croisette — três de seus quatro longas estrearam no festival, mas nunca na mostra competitiva: Augustine (2011), Transtorno (2015) e Revoir Paris (2022).
Couture (Costura, na tradução) representa um salto em orçamento e ambição artística da diretora. Angelina Jolie interpreta a cineasta norte-americana Maxime em uma jornada de autodescoberta durante o frenesi da Paris Fashion Week, quando o seu caminho é interpelado pela modelo sul-sudanesa Ada (a atriz estreante Anyier Anei) e a maquiadora francesa Angèle (Ella Rumpf). Louis Garrel também está na trama.
A cineasta marroquina Maryam Touzanitem chamado atenção na seção Un Certain Regard de Cannes com as obras Adam (2019) e O Caftan Azul (2022), este último vencedor do prêmio da crítica internacional FIPRESCI. Seu próximo longa, falado em espanhol, deve ser reconhecido pelos curadores mais uma vez ou até mesmo estrear na mostra competitiva.
Calle Málaga narra a trajetória de Maria Angeles, uma mulher septuagenária da comunidade espanhola de Tânger. Ela resiste às tentativas de sua filha de vender sua casa e forçá-la a mudar de vida. Determinada, Maria decide recuperar os seus móveis vendidos a um antiquário e, durante o processo, redescobre sentimentos românticos e uma sensualidade há muito esquecida.
Shih-Ching Tsou seria uma estreante em Cannes como diretora, mas já é uma presença familiar no festival devido ao seu frequente trabalho como produtora em Projeto Flórida (2015) e Red Rocket (2017). Ambos de Sean Baker, com quem co-dirigiu, escreveu e produziu o primeiro filme independente: Take-out(2004).
Ambientado no cenário vibrante dos mercados noturnos de Taiwan, Left-Handed Girlconta a história de uma mãe solteira e suas duas filhas enquanto lutam para se adaptar à vida na cidade após retornarem a Taipei, depois de vários anos vivendo no interior. Tsou co-escreveu o filme com Baker, ele, também, é responsável pela edição.
Dois anos após Beau tem Medo(2023), Ari Aster se reúne com Joaquin Phoenix em Eddington, um western de terror cuja trama se passa no Novo México durante a pandemia de Covid-19 e uma disputa política na cidade.
Apesar de ser um cineasta de terror consagrado, Ari Aster nunca esteve no Festival de Cannes. O filme conta com Emma Stone, Austin Butler e Pedro Pascal. Será essa sua primeira seleção oficial?
Vicky Krieps e Cate Blanchett em ‘Father, Mother, Sister, Brother’.
Esperado em Cannes no ano passado, Father, Mother, Sister, Brother, o novo longa de Jim Jarmusch, deve ser finalmente apresentado este ano. Aos 72 anos, o diretor norte-americano já esteve mais de dez vezes entre os selecionados na competição do festival, levando o Grande Prêmio do Júri — isto é, o segundo lugar — por Flores Partidas (2005).
O drama familiar apresenta Cate Blanchett, Vicky Krieps e Adam Driver interpretando irmãos que se reencontram após anos afastados e precisam enfrentar tensões familiares não resolvidas.
Quatorze anos após ganhar a Palma de Ouro porA Árvore da Vida (2011) e seis anos depois de Uma Vida Oculta(2019), Terrence Malickpode retornar à competição com seu novo filme de temática bíblica. O longa é uma leitura de vários episódios da vida do profeta Jesus Cristo.
Embora as filmagens de The Way of The Wind tenham sido concluídas em 2019, Malick ainda não havia terminado a edição em janeiro de 2025. O intérprete de Jesus, Géza Röhrig, entretanto, afirmou que a obra fará sua estreia no Festival de Cannes 2025.
Jennifer Lawrence em ‘Morra, Amor’, adaptação do romance de Ariana Harwicz.
Presença recorrente no Festival de Cannes, Lynne Ramsay deve ser uma das confirmações na disputa pela Palma de Ouro com seu novo longa, Morra, Amor (Die, My Love), com Jennifer Lawrence, Robert Pattinson e LaKeith Stanfield.
A diretora de Precisamos Falar Sobre Kevin (2011) reúne terror e humor ácido nesta adaptação do romance da escritora argentina Ariana Harwicz sobre uma nova mãe em uma cidade do interior que desenvolve depressão pós-parto e entra em psicose.
Em 2022, Top Gun: Maverick iniciou sua impressionante trajetória nos cinemas com uma estreia marcante em Cannes. Ano passado, os curadores levaram Furiosa: Uma Saga Mad Max (2024), de George Miller, também fora de competição. Já este ano, a revista Variety anunciou que Tom Cruise pode voltar à Croisette para a estreia mundial de Missão Impossível – O Acerto Final.
Previsto para chegar aos cinemas dia 22 de maio, data do festival, o longa deve ganhar uma poderosa premiére mundial na Croisette. O filme conta com o elenco de Missão Impossível: Acerto de Contas Parte Um(2023), incluindo Hayley Atwell, Simon Pegg, Pom Klementieff e Esai Morales, sendo esta a última aventura da saga.
Há mais de uma década, Park Chan-wook trabalha em uma adaptação do suspense de terror The Ax, de Donald E. Westlake. A obra já foi adaptada por Costa-Gavras com o título O Corte (2005). Depois de ficar desempregado por vários anos, um homem elabora um plano único para conseguir um novo emprego: eliminar sua concorrência.
Vencedor do Grande Prêmio (Oldboy), do Prêmio do Júri (Sede de Sangue) e do Prêmio de Direção (Decisão de Partir), o diretor sul-coreano é uma das grandes apostas para a competição pela Palma de Ouro 2025. O longa é protagonizado por Lee Byung-hun, de Round 6.
Após Oslo, 31 de agosto(2011) e A Pior Pessoa do Mundo(2021) apresentados em Cannes, Joachim Trier se reúne novamente com o roteirista Eskil Vogte e a atriz ganhadora da Palma de Ouro Renate Reinsve (veja entrevista exclusiva com atriz no YouTube).Devido ao histórico do cineasta dinamarquês, esta é uma das apostas certas deste ano.
Sentimental Value narra a história de duas irmãs que, após a morte da mãe, veem o pai, um cineasta, reaparecer em suas vidas. O elenco também inclui Stellan Skarsgård, Inga Ibsdotter Lilleaas e Elle Fanning.
Frequentador assíduo da Croisette, Wes Anderson já competiu oficialmente com Moonrise Kingdom (2012), A Crônica Francesa (2021) e Asteroid City (2023), porém nunca recebeu nenhum prêmio.
Seu novo filme, The Phoenician Scheme, pode seguir o mesmo caminho, especialmente considerando sua data de lançamento, marcada para 28 de maio – um forte indicativo de uma possível estreia em Cannes.
Vencedor de vários prêmios em Cannes com O Desterro (2007), Elena (2011), Leviatã (2014) e Sem Amor(2017), Andrey Zvyagintsev fez sua última aparição no festival em 2018 como jurado.
Em 2025, ele provavelmente retorna com Jupiter, um longa que explora o universo dos ultra-ricos. A trama acompanha um oligarca russo lidando com o futuro incerto de sua família.
Com roteiro de Tory Kamen, o filme conta a história de Eleanor Morgenstein, uma mulher de 90 anos que tenta reconstruir sua vida após a morte de sua melhor amiga. Ela se muda para Nova York para fazer novos amigos, mas é difícil. Ansiando por conexão, Eleanor faz amizade com um estudante de 19 anos (Erin Kellyman).
Após Limonov: O Camaleão Russona mostra competitiva do ano passado, Kirill Serebrennikovapresenta um novo filme biográfico, desta vez sobre Josef Mengele.
Adaptado do romance de Olivier Guez, La Disparition retrata a fuga do ex-médico nazista para a América do Sul após a Segunda Guerra Mundial, com August Diehl (Uma Vida Oculta) no papel principal.
O filme é um remake de Céu e Inferno(1963), de Akira Kurosawa, que por sua vez foi baseado no livro Ransom on a Theme, do nova-iorquino Ed McBain. O elenco conta com Denzel Washington, Jeffrey Wright e o rapper A$AP Rocky.
Como o nome sugere, o novo filme dirigido por Richard Linklater, cuja obra Blue Moon acaba ser premiada 75ª Berlinale, abordará a renovação do cinema francês no final dos anos 1950, acompanhando a trajetória dos jovens Jean-Luc Godard, vivido por Guillaume Marbeck, e François Truffaut, interpretado por Adrien Rouyard. Com os personagens Jean Seberg (Zoey Deutch) e Jean-Paul Belmondo (Aubry Dullin), a trama se passa durante a produção e filmagens do clássico Acossado(1960)
Para escapar de um lar abusivo, Lidia, com uma bolsa de natação e sonho de ir às Olimpíadas, entra na faculdade do Texas. Suas esperanças na natação são frustradas quando ela perde sua bolsa devido ao uso de álcool e drogas. Mais tarde, na Universidade de Oregon, ela trabalhou com Ken Kesey em seu romance colaborativo Caverns. Em seu percurso, ela explora sua identidade bissexual por meio do BDSM até encontrar o seu verdadeiro “eu”.
Depois de competir em 2022 com Esculturas da Vida, a cineasta norte-americana continua centrada na temática artística em seu novo trabalho. The Mastermindconta a história de um artista que planeja roubar obras de arte durante a Guerra do Vietnã.
O elenco conta com Josh O’Connor (Rivais), no papel principal, além de Alana Haim (Licorice Pizza), Gaby Hoffmann (Eric) e John Magaro (Setembro 5).
Veteranos da competição em Cannes, os irmãos Dardenne já conquistaram duas Palmas de Ouro: a primeira por Rosetta(1999) e a segunda por A Criança (2005). Será que vem uma terceira? Com The Young Mother’s Home, os diretores belgas estariam pela décima vez na disputa pela estatueta.
Filmado no outono de 2024, o filme conta a história de cinco jovens mães, que vivem em um abrigo, lutando por um futuro melhor para seus filhos.
Quinze anos após Kaboom(2010), exibido fora de competição em 2010, o ícone do cinema queer independente pode retornar a Cannes com seu novo filme, um aguardado thriller sensual. I Want Your Sexé estrelado por Olivia Wilde (diretora de Não Se Preocupe, Querida), Charli XCX e Cooper Hoffman. O filme acompanha Elliot, o qual emprega a artista Erika Trac como sua musa sexual.
Vencedor do Grande Prêmio do Júri em Cannes e do Oscar de Filme Estrangeiro por O Filho de Saul(2015), o diretor húngaro László Nemes concluiu as filmagens de seu novo longa em setembro de 2024.O filme deve chegar aos cinemas ainda neste ano e tem grandes chances de ser exibido em Cannes.
Orphan se passa em Budapeste, em 1957, após a revolução húngara. A narrativa acompanha a vida de um menino de 12 anos, o qual acreditava na figura de pai morto e idealizado, mas é confrontado com um homem brutal que afirma ser seu pai verdadeiro durante o fracasso da insurreição contra a URSS.
O cineasta sueco Tarik Saleh causou grande impacto com os longas The Nile Hilton Incident(2017) e Garotos do Céu (vencedor do prêmio de Melhor Roteiro em Cannes, 2022). Com Eagles of the Republic, ele completa sua trilogia egípcia.
Na trama, o ator mais adorado do Egito, George El-Nabawi (Fares Fares), cai em desgraça com as autoridades da noite para o dia. À beira de perder tudo, ele é forçado a atuar em um filme encomendado pelas mais altas autoridades do país.
Para aqueles que se encantaram com Kaili Blues(2015) e Longa Jornada Noite Adentro(2018), o jovem diretor chinês Bi Gan deve retornar a Cannes com Resurrection. O título será protagonizado por Shu Qi, conhecida pelos filmes Millennium Mambo(2001), Carga Explosiva (2002) e A Assassina (2015).
O filme promete uma mistura ousada de futuro pós-apocalíptico e uma jornada pela história chinesa. A trama segue uma mulher cuja consciência cai na “zona do tempo eterna” durante um procedimento cirúrgico. No ano de 2068, ela acorda e descobre que é o único ser vivo em um mundo em ruínas. Presa em muitos sonhos, ela encontra um cadáver biônico meio-homem meio-robô e tenta acordá-lo contando histórias sem fim.
Após o aclamado documentário As 4 Filhas de Olfa (competição oficial e vencedor do Olho de Ouro em 2023), O Homem que Vendeu sua Pele (indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrageiro, 2020) e A Bela e os Cães (Un Certain Regard, 2017), a cineasta tunisiense Kaouther Ben Hania pode retornar ao tapete vermelho em 2025.
Tu ne feras point d’images (Você não fará imagens, na tradução) segue a jovem Amira, uma estudante reservada de Túnis e apaixonada por cinema. Quando ela recebe uma chave misteriosa de sua avó no leito de morte, a menina começa a explorar o passado de sua família e as crenças de sua aldeia.
Timothée Chalamet vive o campeão estadunidense de tênis de mesa Marty Reisman.
Josh e Benny Safdie estrearam juntos em Cannes com Bom Comportamento (2017), porém, desta vez, Josh pode ir sozinho. Pela primeira vez desde 2008, ele dirige um filme sem seu irmão.
Marty Supreme é uma cinebiografia sobre o campeão estadunidense de tênis de mesa, isto é, ping-pong, Marty Reisman. O longa é estrelado por Timothée Chalamet (Um Completo Desconhecido), ao lado de Gwyneth Paltrow (Vingadores: Ultimato) e o rapper Tyler, The Creator.
De Santiago, Chile, Diego Cespedes finaliza seu primeiro longa aos 30 anos, após ter ganhado oCinéfondation First Prize em Cannes pelo curta The Summer of the Electric Lion (2018). O festival costuma trazer várias pratas da casa para participar da competição Un Certain Regard ou das mostras paralelas, e, quem sabe, até mesmo na Competição Oficial.
La Misteriosa Mirada del Flamenco acompanha Lídia, uma ousada garota de 12 anos, que vive em uma cidade mineira isolada que está sendo afetada por uma doença que já matou vários homens e que se diz ser transmitida quando um homem se apaixona por outro através dos olhos, seu irmão é o principal suspeito. Situado em 1984, a trama confronta a ignorância de um mito e os relacionamentos familiares.
‘Tempo de Guerra’ (Warfare), o novo filme de Alex Garland, ambientado durante a invasão dos EUA ao Iraque e sob a perspectiva de um pelotão de Navy SEALs, conquistou uma aprovação positiva no Rotten Tomatoes, com 94% de aprovação com base em 34 avaliações.
Os críticos, em sua maioria, destacaram a habilidade do cineasta em trazer uma nova visão sobre a guerra, apresentando uma abordagem crua e realista, sem glamorizar o conflito.
“Enquanto busca retratar de forma não romântica o combate, ele só consegue conceber isso por meio de uma recriação háptica em vez de uma caracterização real. O resultado é um acesso de raiva cacofônico, um anúncio vazio e pérfido para recrutamento militar”, disse Gregory Nussen do Deadline.
“Garland está trabalhando em sua melhor forma e com um comando técnico deslumbrante no que é, sem dúvida, seu melhor filme desde sua estreia, Ex Machina”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Ele retira até o último vestígio do glamour romântico da imagem do combate, e eu acho que você poderia dizer que isso é uma conquista. Mas é uma conquista, neste caso, que parece estar se saudando”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“‘Tempo de Guerra’ é um filme que quer ser sentido mais do que interpretado, mas não faz sentido para mim como um convite — apenas como um aviso criado a partir das feridas de uma memória”, disse David Ehrlich do IndieWire.
“Alex Garland e Ray Mendoza apresentam 90 minutos sangrentos e repletos de tensão de guerra realista em seu novo filme brutal, que se concentra nos soldados”, disse Mary Kassel do Screen Rant.
“‘Tempo de Guerra’ não visa necessariamente explicar, justificar ou condenar as origens desses conflitos de guerra. Em vez disso, o filme tem como objetivo retratar um cenário de combate da maneira mais precisa possível, o que ‘Tempo de Guerra’ consegue fazer de várias maneiras”, disse Aidan Kelley do Collider.
“Eles não vão exibir esse em centros de recrutamento”, disse Jordan Hoffman do Entertainment Weekly.
O longa será lançado nos cinemas dos EUA no dia 11 de abril.
O elenco de ‘Tempo de Guerra’ conta com D’Pharaoh Woon-A-Tai, Will Poulter, Joseph Quinn, Charles Melton, Cosmo Jarvis, Kit Connor, Finn Bennett, Taylor John Smith, Michael Gandolfini, Adain Bradley, Noah Centineo, Evan Holtzman e Henrique Zaga.
O cantor Sean Kingston e sua mãe, Janice Turner, foram considerados culpados por fraude eletrônica em um julgamento federal nos Estados Unidos.
Segundo a Variety, o júri, após três horas de deliberação no tribunal do condado de Broward, os condenou por conspiração para cometer fraude eletrônica e quatro acusações de fraude eletrônica.
Cada acusação acarreta uma pena máxima de 20 anos de prisão. A sentença será proferida para ambos em 11 de julho.
O caso teve início em maio de 2024, quando Kingston e Turner foram presos por acusações de roubo após uma operação policial em sua mansão no sul da Flórida.
A ação foi motivada por um processo judicial que acusava Kingston de não pagar por itens de luxo. Segundo o advogado do autor do processo, o cantor utilizava sua fama para obter bens sem pagá-los, alegando falsamente parcerias com celebridades como Justin Bieber.
Dois meses depois, Kingston e Turner foram indiciados no tribunal federal de Miami, acusados de um esquema para fraudar vendedores de veículos de luxo, joias e outros bens, utilizando documentos fraudulentos. O esquema envolvia pagamentos através de bancos que nunca eram processados, resultando em um prejuízo de mais de US$ 1 milhão.
Durante o julgamento, o joalheiro Moshe Edery testemunhou que entregou um relógio de luxo a Kingston sob a promessa de que o cantor o apresentaria a outras celebridades.
No entanto, o comprovante de transferência bancária fornecido pelo cantor foi considerado falso pelo banco. Edery perdeu o emprego e foi colocado em uma lista de não confiável após o incidente.
Turner admitiu em depoimento ter falsificado transferências para proteger o filho de golpistas e adiar os pagamentos dos itens de luxo. Kingston, que estava programado para depor, optou por permanecer em silêncio.
Elon Musk anunciou recentemente que vendeu o X, antigo Twitter, para ninguém menos que ele mesmo, mais especificamente, para sua empresa de inteligência artificial, a xAI.
Segundo a Variety, Musk anunciou a venda em uma transação que avalia o X em US$ 33 bilhões (US$ 45 bilhões menos US$ 12 bilhões em dívidas).
O acordo eleva a avaliação da xAI para US$ 80 bilhões.
A decisão de Musk visa fundir a base de investidores do X com a da xAI, já que alguns investidores são comuns às duas empresas. Musk já havia informado que os investidores do X deteriam 25% da xAI.
Entre os investidores da xAI estão Musk, Andreessen Horowitz, Fidelity, BlackRock, Kingdom Holdings, Lightspeed Venture Partners, MGX, Morgan Stanley, Oman Investment Authority, Qatar Investment Authority, Sequoia, Valor e Vy Capital.
Musk destacou que o X possui mais de 600 milhões de usuários ativos e que a fusão das empresas.
“O futuro da xAI e do X está entrelaçado. Hoje, damos oficialmente o passo de combinar os dados, modelos, computação, distribuição e talentos”, acrescentou.
Ele afirmou que a empresa combinada “desbloqueará um enorme potencial ao misturar a avançada capacidade e expertise de IA da xAI com o alcance massivo do X. A empresa combinada oferecerá experiências mais inteligentes e significativas para bilhões de pessoas, enquanto permanece fiel à nossa missão central de buscar a verdade e avançar o conhecimento. Isso nos permitirá construir uma plataforma que não apenas reflete o mundo, mas acelera ativamente o progresso humano”.
Após receber duras críticas, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas do Oscar emitiu um novo comunicado pedindo desculpas pela resposta inicial ao ataque e detenção do cineasta palestinoHamdan Ballal, codiretor do documentário ‘No Other Land’.
A Academia foi criticada por sua resposta inicial, considerada “vaga” e “insensível”, que não mencionava o nome de Ballal nem o título do filme.
Segundo o Deadline, o novo comunicado, assinado pelo CEO da AMPAS, Bill Kramer, e pela presidente Janet Yang, foi divulgado após uma reunião de emergência.
Na carta enviada aos membros, Kramer e Yang reconheceram o erro:
“Na quarta-feira, enviamos uma carta em resposta aos relatos de violência contra Hamdan Ballal, vencedor do Oscar e codiretor de ‘No Other Land’, relacionada à sua expressão artística. Lamentamos não ter reconhecido diretamente o Sr. Ballal e o filme pelo nome”, escreveu.
Eles acrescentaram: “Pedimos sinceras desculpas ao Sr. Ballal e a todos os artistas que se sentiram sem apoio devido à nossa declaração anterior e queremos deixar claro que a Academia condena a violência desse tipo em qualquer lugar do mundo. Rejeitamos a supressão da liberdade de expressão sob quaisquer circunstâncias”.
Segundo a reportagem, a nova resposta da AMPAS foi elaborada antes da reunião do Conselho de Governadores da Academia, composto por 55 membros.
Lembrando que o cineasta Yuval Abraham, co-diretor do documentário, criticou a omissão da Academia em relação ao tratamento cruel que Ballal recebeu das autoridades israelenses.
Ballal foi agredido por colonos israelenses em sua casa na vila palestina de Susiya, na Cisjordânia, e, ao tentar buscar atendimento médico, foi detido pela polícia israelense. Durante sua prisão, ele teria sido agredido e zombado pelas autoridades, que ainda debocharam de sua vitória no Oscar, liberando-o somente no dia seguinte.
Esses artistas se posicionaram contra o silêncio da Academia em relação ao ocorrido, especialmente após uma carta previamente emitida pela instituição, que foi amplamente criticada por Yuval Abraham.
A nova carta foi assinada por mais de 600 membros da Academia, representando todas as divisões da AMPAS. Ela critica a presidente da Academia, Janet Yang, e o CEO Bill Kramer pela carta tardia e superficial emitida sobre o ataque a Ballal, que não mencionava nem o nome do cineasta nem o título do filme.
“Nós nos posicionamos em condenação ao brutal ataque e à detenção ilegal do cineasta palestino vencedor do Oscar, Hamdan Ballal, por colonos e forças israelenses na Cisjordânia.
Como artistas, dependemos da nossa capacidade de contar histórias sem represálias. Cineastas documentais frequentemente se expõem a riscos extremos para iluminar o mundo. É indefensável que uma organização reconheça um filme com um prêmio na primeira semana de março e, depois, falhe em defender seus cineastas poucas semanas depois.
Ganhar um Oscar não é uma tarefa fácil. A maioria dos filmes em competição conta com ampla distribuição e campanhas exorbitantemente caras direcionadas aos membros votantes. O fato de No Other Land ter vencido um Oscar sem essas vantagens demonstra o quanto o filme é importante para os membros votantes.
O ataque a Ballal não é apenas um ataque a um cineasta — é um ataque a todos aqueles que ousam testemunhar e contar verdades inconvenientes.
Continuaremos a acompanhar esta equipe de cineastas. Ganhar um Oscar colocou suas vidas em perigo crescente, e não vamos poupar palavras quando a segurança de nossos colegas artistas estiver em jogo”.
A nota enviada por Yang e Kramer, na quarta-feira, fez apenas uma menção vaga a Ballal, dizendo:
“A Academia condena prejudicar ou suprimir artistas por seu trabalho ou seus pontos de vista.” A carta seguiu dizendo: “Estamos vivendo em um momento de mudanças profundas, marcadas por conflitos e incertezas — ao redor do mundo, nos EUA e dentro de nossa própria indústria. Compreensivelmente, somos frequentemente solicitados a falar em nome da Academia em resposta a eventos sociais, políticos e econômicos. Nesses casos, é importante notar que a Academia representa quase 11.000 membros globais com muitos pontos de vista únicos”.
Membros do comitê executivo da divisão de documentários da Academia, que pediram anonimato, declararam que acharam a carta de Yang e Kramer“embaraçosa e vergonhosa”.
“Foi realmente um erro”, disse um membro do comitê. “Todos nós achamos completamente horrível. Isso gerou muitas pessoas entrando em contato e escrevendo cartas diretamente para Bill e Janet, dizendo: ‘Isso não nos representa. Isso é horrível. Como vocês puderam emitir esse tipo de comunicado?’ E especialmente porque não mencionava o nome de Ballal nem o nome do filme, o que parecia ainda mais insensível.”
Lembrando que anteriormente Yuval Abraham, co-diretor do documentário ‘No Other Land’, expressou profunda decepção com a postura da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos (Academia do Oscar) diante da prisão e agressão sofrida por seu colega, o cineasta palestinoHamdan Ballal.
Segundo o Deadline, Abraham criticou a inação da Academia, afirmando: “A Academia dos EUA, que nos concedeu um Oscar há três semanas, recusou-se a apoiar publicamente Hamdan Ballal enquanto ele era espancado e torturado por soldados e colonos israelenses”.
O cineasta contrastou essa postura com a da Academia Europeia e de “inúmeros outros grupos de premiação e festivais”, que demonstraram solidariedade.
Abraham revelou que, apesar da pressão de vários membros da Academia do Oscar, especialmente na área de documentários, um comunicado de apoio foi negado.
A justificativa apresentada foi que, como outros palestinos também foram agredidos no ataque dos colonos, o caso poderia ser considerado “irrelevante”para o cinema, e, portanto, não haveria necessidade de uma resposta.
O co-diretor apelou à Academia para que reconsiderasse sua posição e condenasse o ataque:
“Embora Hamdan tenha sido claramente alvo por fazer ‘No Other Land’ (ele se lembrou dos soldados brincando sobre o Oscar enquanto o torturavam), ele também foi alvo por ser palestino – como inúmeros outros todos os dias que são desconsiderados. Isso, aparentemente, deu à Academia uma desculpa para permanecer em silêncio quando um cineasta que eles homenagearam, vivendo sob ocupação israelense, mais precisava deles. Não é tarde demais para mudar essa postura. Mesmo agora, emitir uma declaração condenando o ataque a Hamdan e à comunidade de Masafer Yatta enviaria uma mensagem significativa e serviria como um obstáculo para o futuro”.
Lembrando queHamdan Ballal foi liberto recentemente após ser detido e espancado por colonos judeus em sua casa, próxima à aldeia de Susiya. Ele relatou ter sido severamente agredido na presença de soldados israelenses armados.
“Foi um ataque muito, muito forte”, disse Ballal. “Eu senti que ia morrer, porque o ataque foi tão forte, eu sangrava de todos os lugares. Eu estou chorando profundamente do meu coração. Eu sinto dor em todo o meu corpo. Então, eles continuaram me atacando por uns 15-20 minutos”.
As Forças de Defesa de Israel e a Polícia de Israel negaram envolvimento na agressão. As autoridades israelenses afirmaram que Ballal foi detido sob suspeita de jogar pedras, danificar propriedades e comprometer a segurança da área.
A polícia informou que a investigação está em andamento, mas Ballal nega as acusações.
“Eu não joguei pedras, eu não fiz problemas com os colonos”, disse Ballal.
O ator Bill Murray revelou recentemente que se arrepende de ter recusado o papel na comédia ‘O Destemido Senhor da Guerra’ (1986), dirigida por Clint Eastwood.
Segundo o Deadline, Murray explicou que, na época, estava assistindo aos filmes de Clint Eastwood e pensou em contatá-lo.
“Há muito tempo, eu estava assistindo aos filmes de Clint Eastwood da época, como ‘O Último Golpe’ ou outros filmes que ele estava fazendo, e pensei: ‘O parceiro dele morre, e ele se vinga, mas o parceiro tem uma grande parte, uma ótima cena de morte’”, relembrou o ator.
Ao entrar em contato com Eastwood, Murray recebeu a proposta de participar de uma “enorme comédia da Marinha”. No entanto, o ator hesitou em aceitar, temendo ficar estereotipado em filmes militares.
“Eu pensei: ‘Eu preciso ligar para esse cara’. Então, liguei para ele de surpresa, e ele disse, ‘Você gostaria de fazer outra comédia de serviço?’ Porque eu havia feito Recrutas da Pesada e ele tinha uma grande ideia para um enorme filme da Marinh’. E quando ele disse, ‘Você gostaria de fazer outra comédia de serviço?’ tipo, ‘Meu Deus, eu viraria uma dupla tipo Abbott e Costello? Eu teria que fazer filmes militares?’ E eu disse, ‘Bem, Deus, eu acho que talvez eu não devesse'”, afirmou.
“E quando ele disse, ‘Você gostaria de fazer outra comédia de serviço?’ tipo, ‘Meu Deus, eu viraria uma dupla tipo Abbott e Costello? Eu teria que fazer filmes militares?’ E eu disse, ‘Bem, Deus, eu acho que talvez eu não devesse'”, explicou Murray.
O filme em questão era ‘O Destemido Senhor da Guerra’, no qual Eastwood interpreta um sargento da Marinha.
Murray expressou seu arrependimento por ter recusado o papel, destacando o potencial do filme.
“Mas é um dos poucos arrependimentos que tenho, que eu não fiz isso. Porque era algo de grande escala, e eu teria feito algo incrível – não sei se teria uma grande cena de morte, era mais uma comédia – mas era ótimo”, disse o ator.
Murray também mencionou que se desculpou com Eastwood pela recusa.
“E quando eu o vejo, eu fico: ‘Desculpa, eu queria ter feito isso, Clint, eu realmente sinto muito.’ Ele certamente já superou isso. Ele é um cara muito resiliente”, concluiu o ator.
‘O Destemido Senhor da Guerra’ está disponível no Prime Vídeo.
O cineasta Ryan Coogler manifestou seu entusiasmo em trabalhar com Denzel Washington em ‘Pantera Negra 3’, a continuação da aclamada franquia da Marvel.
Em entrevista ao Deadline, Coogler abordou os rumores sobre a possível participação de Washington no filme.
“Estou louco para trabalhar com o Denzel e espero que possamos fazer isso acontecer. Tenho toda a intenção de trabalhar com ele nesse filme e, desde que ele esteja interessado, isso vai acontecer”, afirmou o diretor.
Coogler elogiou Washington, descrevendo-o como “uma lenda viva e um grande mentor. Ele está sempre se preocupando com a gente”.
Lembrando que Denzel Washington falou sobre seus critérios para aceitar projetos, revelando que busca trabalhar com os melhores da indústria.
“Neste ponto da minha carreira, só estou interessado em trabalhar com os melhores”, declarou Washington. “Não sei quantos filmes ainda vou fazer, provavelmente não muitos. Quero fazer coisas que ainda não fiz”.