A 7ª temporada de ‘Black Mirror’, elogiada série antológica criada por Charlie Brooker, já está disponível na Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional inédito de “USS Callister: Into Infinity”, sequência do aclamado episódio “USS Callister”.
O Prime Video deu sinal verde oficial para a adaptação seriada de ‘Carrie’, baseada no clássico romance homônimo de Stephen King (via Deadline).
O aclamado realizador Mike Flanagan (‘A Queda da Casa de Usher’, ‘A Maldição da Residência Hill’) entra como roteirista, produtor executivo e showrunner da atração, além de ficar responsável pela direção de alguns episódios.
Trevor Macy entra como produtora executiva ao lado de Flanagan.
Summer H. Howell (‘A Maldição do Chucky’) está em negociações para interpretar a personagem titular, enquanto Siena Agudong (‘Resident Evil’) será Sue Snell, uma adolescente popular que, apesar de inicialmente se juntar no bullying contra Carrie, acaba fazendo amizade com a protagonista.
Publicado em 1974, a clássica obra acompanha Carrie, uma adolescente tímida e solitária. Aos 16 anos, é completamente dominada pela mãe, uma fanática religiosa que reprime todas as vontades e descobertas normais aos jovens de sua idade.
Cada vez mais isolada, ela sofre com o sarcasmo e o deboche dos colegas. No entanto, há um segredo por trás de sua aparência frágil: Carrie tem poderes sobrenaturais e é capaz de mover objetos com a mente.
No dia de sua formatura, Carrie é surpreendida pelo convite de Tommy para a festa – algo que lhe dá a chance de se enxergar de outra forma pela primeira vez. O ato de crueldade que acontece naquele salão, porém, dá início a uma reviravolta cheia de terror e destruição. Chegou a hora do acerto de contas.
A minissérie contará com oito episódios.
O livro já foi adaptado algumas vezes para a tela. Sua primeira versão foi lançada em 1976 e é considerada um dos grandes filmes de terror da história. Estrelado por Sissy Spacek, o longa foi dirigido pelo icônico Brian De Palma.
Em 1999, o clássico ganhou uma sequência, intitulada ‘A Maldição de Carrie‘, que ainda contou com o retorno de Amy Irving como Sue Snell. Em 2002, uma nova versão foi lançada, dessa vez dirigida por David Carson e estrelada por Angela Bettis.
A mais recente adaptação foi lançada em 2013, com Chloë Grace Moretz no papel principal e Kimberly Peirce na direção.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
Indicado a 11 estatuetas do Oscar, o longa conquistou três prêmios, levando as categorias de Melhor Ator – para Marlon Brando, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Filme.
O longa também segue disponível no streaming Telecine, dentro da Prime Video. Já as duas sequências podem ser conferidas na Paramount+.
Relembre as sinopses de cada filme:
‘O Poderoso Chefão’ (1972): Uma família mafiosa luta para estabelecer sua supremacia nos Estados Unidos depois da Segunda Guerra Mundial. Uma tentativa de assassinato deixa o chefão Vito Corleone incapacitado e força os filhos Michael e Sonny a assumir os negócios.
‘O Poderoso Chefão – Parte II (1975): Após a máfia matar sua família, o jovem Vito foge da sua cidade na Sicília e vai para a América. Vito luta para manter sua família. Ele mata Black Hand Fanucci, que exigia dos comerciantes uma parte dos seus ganhos. Com a morte de Fanucci, o poderio de Vito cresce, mas sua família é o que mais importa para ele. Agora baseado no Lago Tahoe, Michael planeja fazer incursões em Las Vegas e Havana instalando negócios ligados ao lazer, mas descobre que aliados como Hyman Roth estão tentando matá-lo.
‘O Poderoso Chefão – Parte III’ (1991): Don Michael Corleone está envelhecendo e, com a ajuda do sobrinho Vicente Mancini, busca a legitimação dos interesses da família, em Nova York e na Itália, antes de sua morte. Mas seu protegido não está só interessado em parte do império da família. Ele também deseja a filha de Michael, Mary.
A aclamada cantora e compositora Lana Del Reylançou hoje (11) a canção “Henry, Come On”, faixa que estará presente em seu aguardado décimo álbum de estúdio, ‘The Right Person Will Stay’.
Confira:
O compilado de originais tem lançamento agendado para o dia 21 de maio de 2025.
O álbum será lançado pela Interscope/Polydor Records e contará com treze faixas inéditas – com produção de Jack Antonoff, Zachary Dawes, Luke Laird e Drew Erickson.
“Muito grata que minhas 13 novas faixas ganharam vida através do meu lindo trabalho com Luke, Jack e Drew Erickson, entre outros”, ela escreveu em uma postagem oficial no Instagram. “Feliz para que vocês possam ouvir algumas novas músicas antes da Stagecoach. Começando com “Henry”‘.
Vale lembrar que seu último compilado, ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd’, foi aclamado pela crítica e conquistou inúmeras indicações ao Grammy, incluindo Álbum do Ano.
Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Jack Antonoff e Max Martin, ganhou aclame e popularidade com ‘Born To Die’, álbum lançado em 2012. Em 2019, entregou seu melhor trabalho até então, ‘Norman Fucking Rockwell!’, sagrando-a como uma das melhores liricistas do século.
Del Rey já conquistou onze indicações ao Grammy, mas infelizmente nunca levou o gramofone dourado para casa.
Segundo o Deadline, Amy Pietz (‘Paradise’) foi escalada para o elenco de ‘Elle’, pré-sequência seriada do clássico ‘Legalmente Loira’ que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.
Pietz dará vida a Donna, a rígida secretária da escola em que a personagem titular (Lexi Minetree) estuda.
A atriz participará da atração em caráter regular.
Lembrando que, recentemente, a produtora executiva e estrela do filme original Reese Witherspoon compartilhou a primeira imagem oficial da série.
Jason Moore, conhecido por ‘A Escolha Perfeita’, ficará encarregado de dirigir os dois primeiros episódios da produção, que é uma colaboração entre os estúdios Amazon MGM e Hello Sunshine, deReese Witherspoon.
A série irá acompanhar a vida de Elle Woods, interpretada por Lexi Minetree, no ensino médio, enquanto exploramos as experiências que a moldaram na jovem icônica que conhecemos e amamos no primeiro filme de ‘Legalmente Loira’.
Laura Kittrell e Caroline Dries atuarão como co-showrunners e produtoras executivas. Reese Witherspoon, Lauren Neustadter e Marc Platt também são produtores executivos da série.
UNIVERSAL CITY, CALIFORNIA - DECEMBER 17: Actress Sarah Michelle Geller visits Hallmark's "Home
Segundo o Deadline, Sarah Michelle Gellar (‘Dexter: Pecado Original’, ‘Scooby-Doo’) irá estrelar e produzir a série ‘Bad Summer People’, baseada no elogiado romance homônimo de Emma Rosenblum.
Cara DiPaolo (‘No Good Deed’) entra como roteirista e produtora executiva, que também fica a encargo da Linden Productions e da A+E Studios.
A história se passa na idílica cidade fictícia de Salcombe, em Fire Island, e acompanha uma sequência de eventos devastadores quando um corpo é encontrado na beira do calçadão. A série é centrada nas inimigas e mestres da manipulação, Jen Weinstein e Lauren Parker. Elas, juntamente com seus maridos, os amigos de infância Sam e Jason, passam o verão juntas na ilha há anos, mas neste verão tudo chegará ao auge, com ressentimentos e segredos de longa data sendo revelados.
Mais informações não foram reveladas.
O livro original foi publicado em 2023 pela editora Macmillan e se tornou um sucesso imediato de vendas.
‘Homem com H’ explorará diversas fases da vida de Ney Matogrosso, abrangendo sua infância, adolescência, vida adulta e maturidade. O filme seguirá a jornada de um jovem de origem humilde apaixonado pela natureza, que desafia opressões, rompe com figuras de autoridade, quebra preconceitos e se torna um dos artistas mais influentes de sua geração.
A Netflix lançou neste último dia 10 de abril sua mais nova série de comédia: ‘North of North’.
A primeira série original canadense da plataforma de streaming acompanha Siaja (Anna Lambe), uma jovem mulher Inuk que quer construir um novo futuro para si mesma após uma saída espontânea — e extremamente pública — de seu casamento. Mas não será fácil em sua pequena cidade ártica de Ice Cove, Nunavut, onde todo mundo sabe o que você faz.
Viola Davis é um dos maiores nomes do show business, prestigiada por sua camaleônica versatilidade nos vários ramos artísticos – seja no cinema, no teatro ou na televisão. Reconhecida como uma das lendas a integrarem o seleto grupo EGOT, Davis não apenas nos encanta com cada uma de suas atuações, como não tem medo de se aventurar em produções hollywoodianas de grande orçamento e cujo único objetivo é o entretenimento. Não é surpresa que ela tenha participado, por exemplo, do recente filme de ação distópica ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’, presenteando-nos com uma performance incrível como a odiosa Volumnia Gaul.
Davis não é nenhuma estranha ao gênero em questão, visto que também deu as caras como Amanda Waller nos dois filmes sobre o infame Esquadrão Suicida, e dominou os holofotes com uma interpretação fantástica em ‘A Mulher Rei’. Agora, ela retorna às produções de ação com o ambicioso ‘G20’ – um previsível título, ainda que levemente satisfatório, que chegou ao catálogo do Prime Video neste último dia 10 de abril. E, com nenhuma surpresa, o projeto cumpre todas as caixinhas convencionais que podemos imaginar: um grupo de reféns, um grupo de terroristas, uma subtrama política que serve como mote para as ações dos antagonistas, e uma heroína improvável que culminará em um final feliz – ao menos dentro do possível.
A trama do longa acompanha Danielle Sutton (Davis), presidente dos Estados Unidos que, além de lidar com uma nação inteira, deve lidar com a filha adolescente rebelde, o filho mais novo introvertido e um marido que soa como a única peça mantendo a família estruturada – e as coisas escalam a um nível catastrófico quando, durante a cúpula do G20, um grupo de dissidentes une forças para cometer um ataque terrorista, unindo-se a traidores de Estado para cessar as forças protegendo a maior reunião governamental do planeta e transformar os líderes mundiais em reféns. O atentado ocorre como forma de protesto à proposta de unificação monetária defendida por Danielle, afirmando que isso é apenas mais uma forma de controle.
Conseguindo escapar das investidas de seus inimigos, a presidente se reúne com um pequeno grupo, que inclui o agente e segurança particular Manny Ruiz (Ramón Rodriguez), para resgatar os reféns – nem que isso signifique colocar a própria vida em risco para que os líderes e sua família fiquem a salvo. E, dentro desse espectro bastante conhecido (talvez remodelado para soar mais épico), as engrenagens funcionam bem e de forma prática, mas não podemos deixar de sentir uma certa “preguiça” criativa por parte do time por trás das câmeras em pegar páginas emprestadas de inúmeras obras similares para construir um explosivo pot-pourri.
Patricia Riggen, conhecida por seu trabalho no elogiado filme do Disney Channel, ‘Lemonade Mouth’, pode não ter muita experiência em obras de ação, mas comandou alguns episódios da ótima série de ação ‘Jack Ryan’ e, em vez de ousar dentro de uma estrutura engessada, emula incursões dentro de sua zona de conforto para que os arcos narrativos sejam críveis, compreensíveis e cumpram seu simples propósito de entreter (como mencionado parágrafos acima). Temos planos abertos panfletários e que exaltam a importância da cúpula, uma fotografia sóbria que aposta em cores monocromáticas que variam do preto ao cinza, e uma metódica fotografia que dialoga com as personas. Em contraposição, planos em close refletem a humanidade dos chefes de Estado, em especial de Danielle, e uma montagem frenética é destinada às sequências de ação.
Cada uma das decisões tomadas por Riggen são óbvias demais; no final das contas, entretanto, isso não importa – pois sabemos qual é a finalidade desse longa-metragem. O roteiro, assinado a oito mãos (Caitlin Parrish, Erica Weiss, Logan Miller e Noah Miller), transborda de clichês e frases de efeito, buscando se equiparar a títulos como ‘Invasão à Casa Branca’ e ‘Salt’ conforme garante uma reciclagem constante de praticidades. Em outras palavras, somos capazes de prever cada um dos movimentos dos personagens e de que forma a narrativa será conduzida.
Em compensação, o elenco nos encanta de maneira formidável. Davis tem plena noção do que o projeto irá exigir de sua conhecida flexibilidade artística, jogando-se de cabeça e divertindo-se do começo ao fim – além de utilizar sua magnética presença para nos alçar em êxtase. Antony Starr, dando vida ao mortal Rutledge, líder dos terroristas, volta a interpretação um vilão, mas foge totalmente de seu papel como Capitão Pátria em ‘The Boys’, oferecendo algo mais classicamente psicótico. E, compondo esse time estelar de performers, temos a presença bem-vinda de Anthony Anderson como Derek, marido de Danielle; Rodriguez em ótima forma como Manny; e Sabrina Impacciatore em uma presença mais leve como Elena Romano.
Se ‘G20’ falha em aspectos técnicos por reproduzir uma história narrada incontáveis vezes na indústria fílmica, ao menos é possível aproveitar o aplaudível comprometimento de atores e atrizes de ponta – com um óbvio destaque a Viola Davis em um despojamento de encher os olhos.
A cultura de um povo é um conjunto de características em comum que um grupo compartilha e que reflete os pensamentos, as normas e o comportamento de uma determinada sociedade. Nas últimas décadas, porém, com o mundo cada vez mais globalizado e conectado, fenômenos como sociedades de culturas diferentes agirem e pensarem da mesma forma podem ser observados, especialmente dentre os jovens – parcela da população mais antenada e absorvente das influências externas de outros países. Porém, mesmo com o passar do tempo, algumas coisas nunca mudam, como a busca pelo amor. E é esse retrato que podemos ver no k-drama sul-coreano ‘Regras do Amor na Cidade Grande’, que chega essa semana nos cinemas brasileiros.
Heung-soo (Steve Sanghyun Noh) é um jovem tímido que cursa faculdade de Francês quando, certo dia, é surpreendido pela chegada de uma nova aluna – Jae-hee (Kim Go-eun) –, um verdadeiro furacão que abala a todos os alunos pela sua forma livre, despojada e despreocupada de se comportar. Inesperadamente, os dois se tornam amigos, grandes amigos, que não só cursam as mesmas aulas com também curtem as festas e baladas na noite sul-coreana. O que era para ser apenas uma amizade passageira, aos poucos vai se tornando um sentimento profundo de companheirismo entre os dois, principalmente por causa das escolhas individuais de ambos que não se encaixam na sociedade conservadora em que vivem: ela, uma jovem independente e autônoma; ele, um rapaz gay.
Colocando assim, parece que o filme é só isso, mas é muito mais. A premissa de ‘Regras do Amor na Cidade Grande’ parte do lugar comum de todo jovem – sentir-se deslocado no mundo que não o compreende – para aprofundar-se nos conflitos das relações humanas e trazer à tona o debate sobre como a sociedade trata diferentemente aos homens e às mulheres, aos solteiros e aos casados, aos heterossexuais e os homossexuais.
Baseado no livro homônimo de Sang Young Park (lançado no Brasil pela editora Record), o próprio autor adaptou o roteiro e transformou o filme num delicioso k-drama salpicado de situações de humor e de romance, que entram perfeitamente nos momentos em que a história mais precisa – e que a gente menos espera. Assim, o espectador é constantemente surpreendido por sensações opostas daquilo que deveria estar sentindo no momento, e esse contraste é a base do que alivia as situações as quais os protagonistas atravessam e com as quais o espectador se relaciona. Pois assim é a vida.
Com um roteiro alinhado aos anseios da juventude, todos os outros departamentos entram em sintonia com a trama, e absolutamente tudo funciona: elenco, figurino, maquiagem, arte, trilha sonora e, acima de tudo, a direção de Eon-hee Lee. Mesmo com duas horas de duração, dá vontade de continuar assistindo e acompanhando a vida desses personagens, e, ao mesmo tempo como esses cento e vinte minutos percorre quase vinte anos na vida de Heung-soo e de Jae-hee, o gostinho ao final é como se tivéssemos ouvido dois grandes amigos nossos contando suas desventuras e aventuras para a gente durante um jantar de reencontro.
Fofo, bem-humorado e absolutamente de acordo com a realidade, ‘Regras do Amor na Cidade Grande’ é um filme adorável, um prato cheio não só para as dorameiras de plantão, mas para todo cinéfilo em busca de um bom filme.
A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de ‘Classe dos Heróis Fracos‘, série baseada no popular webtoon homônimo.
Na trama, depois de perder um amigo por causa da violência, o aluno exemplar Yeon Si-eun promete não repetir os erros do passado na nova escola nessa história de amadurecimento e sobrevivência.
A diretora brasileira Marianna Brennand será homenageada no Festival de Cannes 2025 com o prêmio Emerging Talent Award, uma importante distinção internacional voltada a novas vozes femininas no cinema. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, dia 9 de abril, pela organização do programa Women In Motion, uma iniciativa da Kering em parceria com o festival francês, que neste ano celebra uma década de atuação na valorização de mulheres na sétima arte.
Marianna Brennandfoi escolhida pela cineasta malaia Amanda Nell Eu (Tiger Stripes), vencedora do prêmio em 2024, conforme a tradição do projeto: cada ganhadora indica sua sucessora. Já a premiação ocorre durante o jantar oficial do Women In Motion em Cannes, entre os dias 13 e 24 de maio, coincidindo com a estreia deManas, seu primeiro longa de ficção, nos cinemas brasileiros em 15 de maio de 2025.
Vencedor do Prêmio de Direção na mostra independente Giornate degli Autori (Jornada do Autor), durante o Festival de Veneza 2024, Manasé um retrato potente e sensível da violência sexual e da exploração enfrentada por meninas e mulheres na Ilha de Marajó, no estado do Pará. Fruto de uma pesquisa de dez anos, o projeto começou como um documentário, mas encontrou sua linguagem definitiva na ficção, com narrativa profunda e atuações impactantes de jovens atrizes que dão vida a uma realidade muitas vezes silenciada.
“Manas existe porque, para mim, é imperativo dar voz a mulheres e meninas que, de outra forma, não seriam ouvidas”, declarou Marianna, em nota oficial. “Reconheço a importância e a beleza de fazer parte da comunidade Women In Motion e gostaria de honrar as manas que compartilharam suas histórias corajosamente conosco. (…) Espero que, através de Manas, as mulheres se sintam vistas, ouvidas, respeitadas e encorajadas a quebrar seus silêncios. A todas as manas do mundo, vamos nos manifestar”, completou a diretora.
A cineasta Amanda Nell Eu justificou sua escolha com entusiasmo: “Manas foi uma história dolorosa e cativante, com cinematografia deslumbrante e atuações fortes de suas jovens protagonistas. O filme me encheu de raiva, tristeza e amor por elas. Parabenizo Marianna por dar voz a esse tema tão urgente com tanta coragem e beleza”.
Com a premiação, Brennand se junta a um seleto grupo de cineastas que receberam o apoio do Women In Motion para desenvolver seus segundos longas, entre elas Carla Simón, vencedora do Urso de Ouro em Berlim com Alcarràs (2022), e Maura Delpero, que conquistou o Grande Prêmio do Júri em Veneza com Vermiglio (2024). O prêmio inclui ainda uma bolsa de 50 mil euros para o desenvolvimento do próximo projeto da diretora.
No últimos dez anos, as outros cineastas debutantes a ganharem o prêmio foram Leyla Bouzid (Tunísia), Gaya Jiji (Síria), Ida Panahandeh (Irã), Maysaloun Hamoud (Palestina), Eva Trobisch (Alemanha), Shannon Murphy (Austrália), Ninja Thyberg (Suécia) e Carmen Jaquier (Suíça). Esta é a primeira vez que uma cineasta latina-americana é contemplada.
Nascida e criada entre Recife, São Paulo e Rio de Janeiro, Marianna Brennand é formada em Cinema pela University of California, Santa Barbara. Com uma trajetória marcada pelo engajamento social e pela sensibilidade estética, ela lançou anteriormente dois documentários: O Coco, A Roda, O Pneu e O Farol (2007) e Francisco Brennand(2012). Com esta honraria, a diretora brasileira ganha voz no cenário cinematográfico internacional e fortifica narrativas femininas ao redor do mundo.
Com nomes como Kleber Mendonça Filho, Scarlett Johansson, Jean-Pierre eLuc Dardenne, a Seleção Oficial de Cannes 2025 equilibra tradição e renovação — ainda que siga devendo na representatividade de gênero. A presidente Iris Knobloch e o delegado-geral Thierry Frémaux anunciaram os participantes do 78º Festival de Cannes, realizado entre os dias 13 e 24 de maio, em coletiva, nesta quinta-feira, 10 de abril de 2025, no cinema UGC Montparnasse, em Paris.
Até o momento, 19 filmes foram confirmados na disputa pela Palma de Ouro — número que pode chegar a 21 — incluindo o brasileiro O Agente Secreto, novo longa de Kleber Mendonça Filho. Esta será a terceira participação do cineasta pernambucano na principal vitrine do evento, após Aquarius (2016) e Bacurau (2019). Com apenas seis mulheres diretoras na disputa, a paridade de gênero ainda é um desafio. Nossas apostas, por sua vez, anteciparam com precisão quase metade da seleção oficial.
Outras duas apostas se confirmaram na mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard), com destaque para a estreia da atriz Scarlett Johansson na direção com Eleanor the Great. Já fora de competição, nossos palpites certeiros incluem Missão: Impossível – The Final Reckoning, de Christopher McQuarrie, e Highest 2 Lowest, o novo de Spike Lee. Por fim, o russo Kirill Serebrennikov volta a Cannes com seu novo trabalho, La Disparition de Josef Mengele, na mostra Cannes Première.
Entre as grandes surpresas da edição estão os estreantes que integram a seleção. O filme de abertura, Partir un jour, marca a estreia da francesa Amélie Bonnin no formato longa-metragem, após ter sido premiada com um César por seu trabalho anterior em curta em 2021. A escolha de seu filme simboliza a aposta de Cannes no futuro do cinema.
Outro estreante é Akinola Davies Jr., representante da Nigéria, com My Father’s Shadow, selecionado para Um Certo Olhar. Conhecido por sua atuação em Triângulo da Tristeza (Palma de Ouro em 2022), o britânico Harris Dickinson, aos 28 anos, estreia na direção com Urchin, também exibido na seção Un Certain Regard. O ator chamou atenção no último ano como par romântico de Nicole Kidman em Babygirl, e agora expande sua carreira para trás das câmeras.
Harris Dickinson, em Babygirl ao lado de Nicole Kidman, faz sua estreia na direção aos 28 anos.
Na seção Special Screenings, o destaque vai para Bono, vocalista da banda U2, que apresenta o musical Stories of Surrender. O projeto mistura histórias de vida e canções do U2 em um show intimista, explorando os relacionamentos do vocalista com a família, amigos e sua fé. Com direção de Andrew Dominik (Blonde), o documentário estreia logo em seguida, dia 30 de maio, na AppleTV+.
Já em Cannes Première, quem marca presença é o cineasta chileno Sebastián Lelio, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional por Uma Mulher Fantástica(2017), que retorna com La Ola (The Wave). Lelio é conhecido por abordar temas de identidade e liberdade com sensibilidade, nesta nova obra uma estudante se envolve em um movimento feminista em sua universidade e, de repente, se vê como figura central do movimento. O espaço também recebe nomes como Fatih Akin, Raoul Peck e Michael Angelo Covino, compondo uma programação de peso.
Em première no Festival de Cannes, ‘Bono: Stories of Surrender’ estreia ainda em maio na AppleTV+.
Lista completa da Seleção Oficial do Festival de Cannes 2025
O clássicon ‘O Tigre e o Dragão‘ vai ganhar uma série de TV pela Prime Video. A informação foi confirmada pelo The Hollywood Reporter.
A produção será fruto de uma parceria entre a Amazon e a Sony Pictures Television e será baseada na série de romances da série Crane-Iron, de Wang Dulu. Os livros também serviram de base para o aclamado vencedor do Oscar, lançado em 2001.
Ambos têm contratos gerais com a Sony, que foi a mesma responsável por lançar ‘O Tigre e o Dragão‘ por meio de seu selo Sony Pictures Classics. O estúdio também é o detentor dos direitos da saga Crane-Iron.
Confira a sinopse da série:
“Em meio a paisagens deslumbrantes e ação espetacular, O Tigre e o Dragão acompanha Shu Lien e Mu Bai, dois guerreiros desafortunados, enquanto lutam entre o amor proibido e a atração da modernidade — presos entre preservar seu modo de vida ou abraçar um futuro juntos”.
Dirigido por Ang Lee, o longa conquistou o Oscar nas categorias de Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora.
‘Black Mirror’ não conquistou o icônico patamar que hoje possui por qualquer motivo: a série antológica criada por Charlie Brooker mergulhou de cabeça em explorações pessimistas do avanço descontrolado da tecnologia em meio a um cenário de puro capitalismo predatório – discorrendo, através de narrativas que discorrem sobre o milenar sistema de castas com “Nosedive”, os perigos da invasão de privacidade em “The Entire History of You” e “Arkangel”, e utilização da mídia como modo de entretenimento de tortura em “White Bear” e “Shut Up and Dance”. Em contrapartida, tivemos episódios que trouxeram uma certa atmosfera de leveza, como “San Junipero” e “Hang the DJ”, denotando uma versatilidade da série.
Apesar de um forte início há quase uma década e meia, a série passou por uma derradeira fadiga criativa que vinha tomando forma desde a quarta temporada, quando incursões nada originais e tomadas por metáforas exauríveis e diálogos cansativos manchavam a estrutura quase imaculada da antologia. Os amadores equívocos permaneceram até a frustrante sexta temporada – a primeira em quatro anos que mais parecia um produto mal-acabado do que algo pertencente a esse outrora incrível universo. Com o anúncio da sétima iteração, não podíamos deixar de ficar com um pé atrás no tocante à qualidade dos capítulos inéditos; felizmente, fomos surpreendidos com uma das melhores entradas da série através de seis sólidos episódios que dão um respiro significativo à atração.
A ideia por trás dessa nova temporada não é apenas voltar a uma forma que já vinha sendo perdida há bastante, e sim encontrar maneiras de trazer assuntos já explorados nas incursões predecessoras sob óticas envolventes e interessantes, mesmo que não inovadoras. “Common People”, capítulo que abre essa nova jornada, nos leva ao complexo mundo da medicina tecnológica em que um casal formado por Amanda (Rashida Jones) e Mike (Chris O’Dowd). Lutando para sobreviver em meio a boletos que não param de chegar e à manutenção de um forte casamento que persevera em meio a altos e baixos, a vida como a conhecem passa por uma brusca mudança quando Amanda entra em coma. Auxiliado pela porta-voz de uma companhia high-tech chamada Gaynor (Tracee Ellis Ross), Mike utiliza suas economias para pagar um tratamento milagroso demais para parecer real – até descobrir as consequências disso.
A verdade é que a indústria responsável pela cirurgia e pelo tratamento que pode tirar Amanda do coma é movida por interesses próprios, vendendo o sonho de voltar à normalidade apenas para se aproveitar de seus clientes – transformando um cotidiano simples e feliz em uma caótica e melancólica realidade. Abrindo espaço para discussões sobre o falso prospecto de cura e de plenitude prometido pelas invenções tecnológicas e pelas companhias que as monopolizam, o episódio pode ter suas falhas, mas emerge como um taciturno e sombrio reflexo de algo não muito distante.
Outros temas são explorados em meio aos episódios: em “Plaything”, quarto episódio da iteração, Peter Capaldi interpreta Cameron Walker, um homem que propositalmente tenta assaltar uma loja de conveniência apenas para ser detido pela polícia a fim de dar início a um plano obscuro que envolve o desenvolvimento de um game chamado Throng. Conectando-se logo de cara com as formas sencientes de vida pertencentes ao jogo, chamadas Thronglets, Cam é instruído com uma missão importante: garantir que esse coletivo de inteligências artificiais espalhe sua mensagem para o mundo em meio à pré-programação humana de egoísmo e individualismo – algo que não os torna vilões, e sim “salvadores” de uma maneira distorcida e controversa.
É notável como Brooker, aliando-se a um time competente de diretores e de roteiristas, rearranja tudo pelo que nos apaixonamos em ‘Black Mirror’ há tantos anos, garantindo que as raízes da antologia sejam recuperadas sem se respaldar por completo em uma nostalgia repetitiva e redundante. “Hotel Reverie”, cujo título em si já nos dá uma dica do que esperar (considerando que reverie traduz-se para devaneio), e “Eulogy” partem de uma premissa menos pessimista e mais dramática e intimista, em que os protagonistas são forçados e lidar com reviravoltas inesperadas. Este, estrelado pela força incomparável de Paul Giamatti, é um poderoso estudo antropológico sobre arrependimentos amorosos e enfrentamento de fantasmas adormecidos; aquele, por sua vez, traz referências ao aclamado episódio “San Junipero”, apoiando-se no talento de Issa Rae, Emma Corrin e Awkwafina para um enredo firmado na metalinguagem anacrônica que não tem medo de se arriscar. Não é surpresa que a ousadia de ambos os transformem nos melhores capítulos do sétimo ciclo.
Completando a leva inédita de iterações, “Bête Noire” é respaldado pelas performances magníficas de Siena Kelly e Rosy McEwen em uma clássica história de bullying e vingança que envolve uma gênia da tecnologia e uma mestra da culinária – e, enquanto o terceiro ato do episódio pode soar um tanto quanto ocasional e exagerado, a conclusão faz sentido dentro de uma angustiante ambientação que une tecnologia, histeria e gaslighting em um único cosmos. E, para além das ótimas atuações e de uma forte direção – cortesia de Toby Haynes -, somos engolfados pela premissa por sua saudosa menção aos primórdios da série.
Concluindo essa espetacular temporada (que, obviamente, não é livre de falhas), temos a tão aguardada sequência de “USS Callister”. O episódio da quarta temporada ganhou uma forte continuação intitulada “USS Callister: Into Infinity”, expandindo a mitologia imortalizada em 2017 através de twists poderosos e um time incrível de atores liderado por Cristin Milioti e Jimmi Simpson em investidas aplaudíveis. Mantendo-se fiel à apaixonante estética sci-fi de ‘Star Trek’, o episódio estende-se por uma hora e meia de duração que passa em um piscar de olhos, valendo-se de uma mistura entre o mundo real e virtual à medida que constrói críticas bem-vindas ao uso de clones humanos traduzidos em códigos de inteligência artificial – que, com mais força do que nunca, merecem espaço de discussão.
A 7ª temporada de ‘Black Mirror’ é um glorioso e reconfortante retorno à forma depois de alguns anos cedendo a fórmulas e a clichês errôneos que não traziam nada de interessante. Com os inéditos episódios, Brooker prova que ainda tem muito a contar para os fãs inveterados da antologia – e que, quando bem arquitetados, conseguem nos encantar da mesma maneira que antes.
Os rumores sobre as tensões nos bastidores da aclamada série ‘The White Lotus’ persistem, e agora os fãs resgatam uma declaração intrigante do ator Jason Isaacs ao The Guardian, feita antes da estreia da nova temporada, que parece corroborar o clima tenso nos sets de filmagem.
“Era um campo de teatro, mas até certo ponto um campo de prisioneiros aberto: você não podia evitar um ao outro. Existem tensões e dificuldades, não sei se elas se espalharam da tela para fora dela, ou se isso teria acontecido de qualquer maneira”, descreveu o ator, pintando um quadro vívido da dinâmica intensa nos sets.
Os observadores mais atentos notaram que alguns atores deixaram de se seguir no Instagram após a conclusão da temporada, alimentando ainda mais as especulações sobre possíveis desavenças.
“Houve alianças que se formaram e se romperam, romances que floresceram e se desfizeram, amizades que surgiram e se dissiparam. É um longo período de tempo para as pessoas ficarem longe de suas famílias com um bar aberto e toda a liberdade que a Tailândia proporciona”, acrescentou Isaacs.
“Não posso fingir que não estive envolvido em alguns dos dramas nos bastidores. Dave já viu isso antes, duas vezes, e o Mike [White, o criador da série] também. Acho que o calor contribuiu para que essas rachaduras aparecessem”, afirmou o ator, sugerindo que as condições ambientais podem ter exacerbado as tensões.
“Todos nós nos veremos novamente [para a estreia] e tenho certeza de que estaremos nos abraçando e nos beijando e relembrando com carinho. Mas houve momentos em que as coisas não eram tão boas”, ressaltou Isaacs.
Compartilhando uma perspectiva externa, o ator revelou: “Eu estava de certa forma acostumado com isso, mas dentro de algumas semanas minha esposa [que o acompanhou no set e também é ex-atriz] disse: ‘Algumas dessas pessoas estão loucas’. Eu respondi: ‘Não, querida, é apenas um monte de atores no local. Você se esqueceu como é'”.
Apesar das turbulências nos bastidores, Isaacs deixou claro que trabalharia novamente com Mike White, sinalizando um respeito profissional pelo criador da série.
No Rotten Tomatoes, a terceira iteração conquistou sólidos 89% de aprovação, contra 90% de aprovação na 1ª temporada e 94% de aprovação na 2ª.
Segundo o consenso geral, “mais sombria e paciente com sua narrativa do que as temporadas anteriores, ao mesmo tempo em que ostenta um novo conjunto excelente cheio de performances ácidas, a terceira temporada de ‘The White Lotus’ oferece uma trégua espiritual que abala a alma”.
Confira os principais comentários:
“No seu melhor, é um retrato incisivo de classe, riqueza, poder e o vaivém entre as aparências e a realidade” – The Daily Beast.
“Mais uma vez apoiado por cenários lindos, escrita excelente e um elenco de estrelas, Mike White reafirma o status de ‘The White Lotus’ como um dos melhores programas da televisão” – The Gate.
“Os primeiros seis episódios são indicativos de grandeza, um retorno à forma que faz a série alcançar novos patamares, buscar novos níveis de estranheza e voltar a ser o programa mais quente da televisão” – AwardsWatch.
“Essa temporada é sombria, distorcida e extremamente desconfortável de assistir (mas no bom sentido). O novo elenco se encaixa perfeitamente neste mundo, mas Jennifer Coolidge faz falta” – Mama’s Geeky.
“Um novo capítulo grandioso, o festival de miséria de White aproveita os pontos fortes de seus antecessores, ao mesmo tempo que mantém as coisas novas e interessantes” – Empire Magazine.
Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.
Quase sete anos após as primeiras alegações, o cineasta James Toback, conhecido por ‘Nunca Fui Amada’, foi condenado por agressão sexual, cárcere privado, coerção e abuso psicológico, conforme reportou o Deadline.
Um júri do estado de Nova York ordenou que Toback pague a impressionante quantia de US$ 1,68 bilhão a 40 de suas vítimas. O veredito inclui US$ 280 milhões em danos compensatórios e uma significativa indenização punitiva de US$ 1,4 bilhão.
Atualmente com 80 anos, James Toback continua a negar todas as acusações, alegando que, devido a diabetes e problemas cardíacos, seria “biologicamente impossível”que ele tivesse se envolvido nos comportamentos descritos ao longo das décadas.
A ação judicial foi impulsionada pela Lei de Sobreviventes Adultos de Nova York (Adult Survivors Act), uma legislação que abriu uma janela de um ano, permitindo que sobreviventes de abuso sexual movessem ações civis independentemente do tempo decorrido desde os atos.
“Este veredito é sobre justiça. Mas, crucialmente, trata-se de retirar o poder das mãos dos abusadores — e de seus cúmplices — e devolvê-lo àqueles que eles tentaram controlar e silenciar”, declarou Brad Beckworth, o advogado principal das vítimas, com convicção.
“Hoje, um júri da comunidade de Nova York se manifestou com clareza e enviou uma mensagem que ecoa além deste tribunal: ninguém está acima da responsabilização. O movimento não acabou. Ainda há trabalho a ser feito”, afirmou.
Para Mary Monahan, uma das autoras centrais da ação, o veredito representa mais do que uma vitória legal: “Durante décadas, carreguei esse trauma em silêncio, e hoje um júri acreditou em mim. Acreditou em nós. Isso muda tudo. Este veredito é mais do que um número — é uma declaração: não somos descartáveis. Não somos mentirosas. Não somos danos colaterais na busca de poder de alguém. O mundo agora sabe o que sempre soubemos: o que ele fez foi real. E o que fizemos — nos levantar, falar — foi certo”.
O caso resgatou relatos de outras figuras públicas que tiveram encontros perturbadores com Toback.
Julianne Moore revelou que o cineasta a abordou em duas ocasiões nos anos 80, apresentando a mesma proposta inadequada de levá-la ao seu apartamento.
Ellen Pompeocompartilhou que o diretor a pressionou a ficar nua em um filme logo após um amigo se afastar brevemente.
Selma Blair também manifestou seu escárnio em 2017 diante de um artigo que elogiava Toback, compartilhando-o com o comentário sarcástico: “Irônico”.
A professora e dramaturga Karen Sklaire Watson expressou o impacto do veredito para a comunidade: “Vivo em Nova York há 32 anos. Esta cidade é minha casa. O veredito de hoje a torna mais segura para todas as mulheres. Predadores não podem mais se esconder atrás da fama, dinheiro ou poder. Não aqui. Não mais”.
O novo ciclo está programado para estrear no dia 8 de maio. No Brasil, a produção é exibida pelo Disney+.
Comandada por Erica Messer, a produção serve como sequência de ‘Criminal Minds‘. A trama se passa dois anos após a conclusão da série original.
A equipe de elite de perfis criminais do FBI enfrenta sua maior ameaça até agora, um suspeito anônimo que se aproveitou da pandemia para construir uma rede de outros serial killers, obrigando nossos heróis a se dividirem para caçá-los através de um assassinato de cada vez.
“A trama acompanhará um bibliotecário do passado que viajou no tempo até o presente e agora se encontra preso aqui. Quando ele retorna ao seu castelo, que agora é um museu, ele inadvertidamente libera magia por todo o continente. Ele recebe uma nova equipe para ajudá-lo a limpar a bagunça que fez, formando uma nova equipe de bibliotecários”.
Dean Devlin serve como produtor executivo e roteirista.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.