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‘O Justiceiro’: Especial da Marvel Studios “não será leve, eu prometo”, revela Jon Bernthal

O astro Jon Bernthal está de volta à frente do papel de Frank Castle, também conhecido como o Justiceiro. E após sua participação na série sequência ‘Demolidor: Renascido‘, ele está pronto para retomar o personagem de forma definitiva, dessa vez em um projeto exclusivamente dedicado ao seu personagem.

E durante a première de seu novo filme, ‘O Contador 2‘, no Festival SXSW, Bernthal conversou com o The Hollywood Reporter e deu detalhes a respeito da vindoura produção, que será lançada em 2026 no Disney+, o lado ds 2ª temporada de ‘Demolidor‘.

Na ocasião, ele foi enfático ao dizer que o especial será completamente sombrio, indo além daquilo que fora apresentado em sua série original da Netflix:

“Eu me importo muito com Frank, sou muito grato por ter a oportunidade de contar a história que acho que os fãs merecem. Estamos dando tudo de nós e estamos tentando contar uma história de Frank Castle que vamos virar as costas para o público — não vai ser fácil, não vai ser leve e acho que é a versão que esse personagem merece e estou muito honrado e grato por termos a oportunidade”.

Ao ser questionado de que forma a produçãpo se equiparava ao original da Netflix, o astro foi categório, afirmando que seu antiherói não pretende abandonar as agruras que o formaram.

“Vai ser sombria; Frank não tem interesse em romper a escuridão. Não vai ser fácil. Não sei se esse é o tom da Netflix, então é isso que vai ser. Não será o Justiceiro leve, eu prometo.”

O projeto segue em seus estágios embrionários e no momento Bernthal está escrevendo o roteiro em parceria com Reinaldo Marcus Green, que dirigirá o especial.

Vale lembrar que Jon Bernthal compartilhou uma foto dos bastidores de Demolidor: Renascido’, mostrando um pouco do seu retorno.

Na imagem, Bernthal aparece ao lado de Charlie Cox (Demolidor) e Deborah Ann Woll (Karen Page).

Demolidor: Renascido’ já está em exibição no Disney+, com novos episódios sendo lançados semanalmente.

Crítica | ‘É Tempo de Amar’ – Filme francês exibido no Festival de Cannes coloca os holofotes sobre as segundas chances

As sequelas do pós-guerra não é um assunto novo e já foram epicentros de produções audiovisuais ao longo dos anos. Mas como cada história traz um componente contado de sua forma, é sempre uma jornada interessante entender mais sobre esse período marcante da humanidade, principalmente quando o discurso apresenta segundas chances que batem de frente com traumas e nas relações sociais.

Em É Tempo de Amar, filme francês que entrou em circuito nos cinemas brasileiros nesse início de 2025, nos deparamos com um retrato baseado em uma história que ocorreu na família da diretora Katell Quillévéré. Envolvendo o público com as euforias de uma oportunidade no amor, misturando-se com segredos e fantasmas do passado, chegamos em dilemas e sacrifícios de duas almas destinadas a viver uma conflituosa relação.

A garçonete Madelaine (Anaïs Demoustier) vive seus dias de luta e tristeza em uma França em meados da década de 1950. Mãe solteira de um menino, fruto de um relacionamento com um soldado alemão durante a guerra, um dia conhece François (Vincent Lacoste) um estudante rico por quem logo se apaixona. Mas ao longo do tempo começa a perceber que ele também esconde alguns segredos.

Exibido no Festival de Cannes em 2023, esse longa-metragem costura sua narrativa numa linha que busca a tensão, percorrendo a amargura, onde personagens em contrapontos buscam sua identidade em meio a um ninho conturbado de variáveis que afetam a todos ao redor. A relação entre mãe e filho e as dificuldades do entendimento de culpa, o casal que descobre novas esferas para declarar seu amor, o julgamento social, são elementos que se tornam a base de um roteiro que coloca nos holofotes as segundas chances.

Podemos definir esse projeto como duas partes que buscam serem complementares, sendo que na primeira, com a ajuda de uma objetiva contextualização, uma narrativa sólida busca o antes para explicar o depois. No segundo momento, com a adição de um triângulo amoroso que abre as cortinas de segredos, o projeto ganha tons novelescos se concentrando de forma redundante nos poucos personagens e caindo nas armadilhas do melodrama.

Longe de ser empolgante, também foge do rótulo de descartável, apresentando com consistência a aceitação, o preconceito e as diferentes formas de amar em uma França movida por intensas emoções logo após um período de caos.

‘Together’: Terror estrelado por Dave Franco e Alison Brie ganha misterioso e macabro trailer; Assista!

O elogiado terrorTogether, estrelado pelo casal Dave Franco e Alison Brie e aclamado no Festival de Sundance 2025, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

Assista:

A Neon adquiriu os direitos de distribuição mundial de Together, se tornando a primeira grande venda do Festival de Sundance 2025.

O longa recebeu elogios da crítica e foi disputado por diversos estúdios, como A24 e Mubi, que também tentaram garantir a aquisição do filme do subgênero body horror.

Embora o valor da venda não tenha sido revelado, a Variety indica que o filme pode ter sido negociado com a Neon por algo entre US$ 10 a US$ 15 milhões. Se o valor alcançar o limite superior, Together se tornará uma das maiores vendas da história do festival.

O terror é o primeiro trabalho do roteirista e diretor Michael Shanks e acompanha um casal, interpretado por Franco e Brie, que se muda para o campo. Durante o cotidiano na casa, o vínculo tóxico entre eles se transforma em um pesadelo após a aparição de grotescas manifestações físicas, causadas por uma força sobrenatural presente no local.

Rachel Zegler volta atrás e destaca relevância de ‘Branca de Neve’ para nova geração

A estrela Rachel Zegler, que em breve estará nas telonas como protagonista do novo live-action deBranca de Neve, falou recentemente sobre a importância da primeira princesa da Disney nos dias de hoje.

Em entrevista à Allure, Zegler destacou a relevância atemporal da história.

“É por isso que é tão importante que a nova geração veja filmes como Branca de Neve. Para entender que não há nada de errado em escolher fazer o que é certo, e que isso não precisa ser feito com raiva ou punhos cerrados”, diz a atriz.

Sobre a Rainha Má, Zegler refletiu sobre as origens de sua vaidade e insegurança:

“A raiva pode ser uma emoção poderosa, mas não traz o futuro mais brilhante. Muitas vezes, revela medo, insegurança e falta de amor. Branca de Neve escolhe a bondade e, ainda assim, promove mudanças. O poder assume muitas formas. Espero que vejamos um novo amanhecer de gentileza e aceitação nos próximos anos. E que as pessoas não sintam mais necessidade de usar o ódio para causar mais divisão”, ressaltou.

Quando questionada sobre quem seria aBranca de Neve do mundo real e quem nos salvaria da Rainha Má, Zegler respondeu: “Acho que ela existe. Sinceramente, acredito que ela existe dentro de todos nós”.

A declaração da atriz, feita às vésperas da estreia do filme, marca uma mudança significativa em sua visão sobre a personagem. Isso porque, quando foi anunciada como a protagonista do live-action, Zegler gerou polêmica ao afirmar que a trama deveria ser atualizada para os dias de hoje e que sua versão deBranca de Neve encontraria sua própria voz para se tornar uma verdadeira líder.

Sobre as músicas do longa, Zegler revelou que teve que se apressar para gravar as faixas originais.

“Foi pouco antes de começarmos a filmar, o que é como receber reescritas na noite de estreia. Foi algo muito curioso”, lembra a atriz. “Mas as palavras são poderosas. Branca de Neve canta: ‘Chega de enviar sussurros para a água, porque você é tudo o que tem desejado e esperado.’ E isso é algo lindo. Me emociona. Você é tudo o que tem desejado e esperado — alguém destemido, alguém justo, alguém corajoso, alguém verdadeiro. Isso é possível para todos nós, se escolhermos aceitar esse desafio”.

Por fim, Zegler também refletiu sobre o lado mais emocional de ser uma princesa da Disney:

“As princesas da Disney choram com frequência, e isso nunca é visto como algo ruim. Vemos Cinderela chorar, vemos Bela chorar. Até vemos Branca de Neve rezar no filme animado original, o que acho que é a única vez em que realmente vemos uma princesa da Disney rezar. E o mais interessante é que ela reza por Zangado — o único no chalé que não a quer ali. Isso é incrível”, concluiu.

brancadeneve

Lembrando que segundo o The Hollywood Reporter, o remake deve estrear com apenas US$ 53 milhões nas bilheterias norte-americanas.

É um valor baixo, levando em conta a força da personagem e comparando com o live-action de ‘Cinderella‘, que estreou com US$ 67 milhões em 2015 nos EUA.

Porém, a Disney nunca deve ser subestimada.

No último Natal, ‘Mufasa: O Rei Leão‘ foi considerado um fracasso ao estrear com apenas US$ 35 milhões nos EUA, mas seguiu mantendo firme nas semanas seguintes e chegou a gigantes US$ 700 milhões mundialmente.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa foi classificado pelo MPAA como “PG”, ou seja, LIVRE para todas idades.
Ele contém algumas cenas de “violência, pouco perigo, elementos temáticos e um humor desagradável”.

A estreia está marcada para o dia 21 de março de 2025.

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

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Tracy Morgan se pronuncia após passar mal durante jogo entre Knicks e Heat: “Estou melhor agora”

O ator e comediante Tracy Morgan se pronunciou recentemente após passar mal durante um jogo entre o New York Knicks e o Miami Heat. Na ocasião, ele precisou ser retirado de cadeira de rodas após vomitar.

Nas redes sociais, Morgan revelou que sofreu uma intoxicação alimentar.

“Obrigado por toda a preocupação! Estou melhor agora e os médicos disseram que foi intoxicação alimentar. Agradeço à minha família do MSG por cuidar tão bem de mim e também preciso agradecer à equipe que teve que limpar isso. Agradeço a vocês!”, disse ele.

Ele ainda brincou com a situação: “Mais importante ainda, os Knicks agora estão 1-0 quando eu vomito na quadra, então talvez eu precise repetir isso nos playoffs”.

Segundo a FOX News, Morgan começou a passar mal durante a partida, vomitando e, supostamente, sofrendo uma hemorragia nasal enquanto estava sentado na quadra.

Vídeos nas redes sociais mostraram Morgan sendo atendido por membros da equipe do MSG e colocado em uma cadeira de rodas.

O jogo foi interrompido por vários minutos para que Morgan recebesse atendimento médico fora da quadra.

“Esperamos que Tracy melhore logo e estamos ansiosos para vê-lo de volta à beira da quadra”, disse um porta-voz do MSG.

Morgan, conhecido por seus trabalhos noSaturday Night Live e 30 Rock, é um fã de longa data dos Knicks. Ele tem enfrentado diversos problemas de saúde ao longo dos anos, incluindo diabete e problemas com álcool, o que o levou a um transplante de rim em 2010.

Não se sabe a causa do incidente.

‘The Roots Manoeuvre’: Diretora de sucesso indie ‘Rye Lane’ vai dirigir comédia de assalto britânica

A cineasta britânica Raine Allen-Miller, responsável pelo sucesso indie ‘Rye Lane – Um Amor Inesperado’, vai comandar a nova comédia de assalto ‘The Roots Manoeuvre‘. A informação foi divulgada com exclusividade pela Variety.

Segundo a publicação, o projeto será conduzido pela Orion Pictures, que pertence à Amazon MGM Studios, com lançamento programado para os cinemas.

Dede Gardner e Jeremy Kleine, da Plan B (que pertence a Brad Pitt), estão entre os produtores. O longa ainda cotará com a BBC Film como produtora associada, com Eva Yates como produtora executiva.

A trama acompanha uma jovem que orquestra um assalto ousado para recuperar um artefato roubado, cobrindo seus rastros ao administrar o turbilhão de um casamento luxuoso.

Além de dirigir, Allen-Miller também assina o roteiro de ‘The Roots Manoeuvre‘.

Allen-Miller fez sua estreia na direção com ‘Rye Lane – Um Amor Inesperado‘ no Festival de Sundance 2023. Adquirido pela Searchlight Pictures, o longa está disponível no Disney+.

Além de receber elogios da crítica por dar ao gênero comédia romântica uma atualização inteligente e despretensiosamente charmosa, o filme ganhou 16 indicações ao British Independent Film Awards (ganhando dois prêmios) e duas indicações ao BAFTA, incluindo as categorias de Melhor Filme Britânico e de Melhor Atriz para, Vivian Oparah.

Relembre o trailer:

‘Demolidor: Renascido’: Jon Bernthal fala reencontro de Frank Castle e Matt Murdock

O astro Jon Bernthal, que dá vida ao icônico Frank Castle, o ‘Justiceiro’, fez sua estreia oficial no MCU emDemolidor: Renascido’. Embora o personagem tenha aparecido brevemente até o momento, espera-se que ele ganhe maior destaque nos próximos episódios.

Na trama, Matt Murdock persegue seu antigo “amigo” após descobrir uma cápsula de bala com o logo familiar de caveira na cena do assassinato de Hector Ayala. O reencontro entre os dois é tão confrontacional quanto se esperava, com Castle tentando fazer Murdock admitir que ele queria — e deveria — ter terminado a vida de Benjamin Poindexter/Mercenário como vingança pelo assassinato de Foggy Nelson.

Em uma entrevista à EW, Bernthal falou sobre o reencontro entre os heróis.

“Acho que há um pouco de Frank em todos nós; eu realmente acredito nisso. Como aquela frase: ‘Estamos todos a um dia ruim de ser eu.’ Eu acho que o Frank está vendo a si mesmo no Matt, e Matt sabe que está vendo o Frank dentro de si, e há uma certa diversão nisso. Mas também, o Frank realmente não tem tempo para o cinza. Ele não tem tempo para descobrir as coisas ou ficar obcecado com elas. Frank realmente acredita que o vai e vem, os altos e baixos que o Matt faz, são contrários à sua verdade, e ele sabe disso. Para o Frank, não há nada como ter essa sabedoria sobre o Matt e torturá-lo por isso, porque ele sabe que está certo”, afirmou.

Sobre a possibilidade de retornar na segunda temporada de ‘Justiceiro’, Bernthal afirmou:

“O que realmente aprecio nesses caras é que eles têm uma visão”, ele acrescenta. “Eles têm uma ideia de onde querem que ele vá e o mundo no qual querem que ele exista. Mas eles realmente estão me dando autonomia sobre como chegaremos lá, e garantindo que seja honesto, autêntico e verdadeiro.”

Primeiras Impressões | ‘Demolidor: Renascido’ traz o melhor da Marvel Studios à tona

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Branca de Neve’ deve causar prejuízo milionário para a Disney

O remake em live-action de Branca de Neve enfrenta a possibilidade de um prejuízo milionário para a Disney, conforme apontam projeções recentes. O filme, que estreia em breve nos cinemas, tem sido alvo de polêmicas desde o início, o que pode impactar negativamente seu desempenho nas bilheterias.

Segundo o Deadline, as projeções iniciais indicam que o filme deve arrecadar cerca de US$ 50 milhões nos Estados Unidos e US$ 55 milhões internacionalmente, totalizando aproximadamente US$ 100 milhões.

No entanto, a Forbes revelou que o orçamento do filme estourou, atingindo a marca de US$ 269,4 milhões, o que faz com que o longa precisa arrecadar muito apenas para pagar sua produção.

O filme tem estado envolto em polêmicas desde o início, principalmente relacionadas à estrela Rachel Zegler.

Entenda todas as POLÊMICAS em torno do live-action de ‘Branca de Neve’

‘Branca de Neve’: Atores com nanismo CONDENAM o uso de CGI para os sete anões; “Absolutamente absurdo”

‘Branca de Neve’: Tensões entre Rachel Zegler e Gal Gadot aumentam com aproximação do lançamento

Apesar das controvérsias, a nova versão de ‘Branca de Neve‘ parece ter agradado os críticos, que compartilharam reações positivas.

Confira as primeiras impressões e siga o CinePOP no Youtube:

“A maior surpresa de 2025 é que o filme mais ‘conturbado’ e mais odiado do ano é, na verdade, um remake em live-action decente. Branca de Neve não é apenas um dos melhores remakes em live-action da Disney em anos, mas também um filme que recaptura a magia do clássico de 1937. Rachel Zegler É a Branca de Neve, e ela entrega uma performance mágica. Os números musicais são inesquecíveis, os visuais (exceto pelos anões estranhos) são encantadores, e o roteiro de Erin Cressida Wilson dá profundidade a esse mundo que eu não sabia que precisava”, comentou Christopher Rates.

 

Rachel Zegler é uma supernova brilhante em Branca de Neve, incorporando lindamente a natureza graciosa e gentil da princesa original da Disney. O filme é um banquete visual, com números musicais deslumbrantes e, claro, dezenas de encantadores animais animados. O roteiro sabiamente dá à sua heroína uma nova profundidade, mostrando seu ardente desejo de se tornar a líder que seu pai acreditava que ela poderia ser, além de uma história de amor doce como torta de maçã”, disse a crítica da Variety, Katcy Stephan.

 

“Talvez eu me arrependa de dizer isso, mas Branca de Neve é sólido. Eu realmente gostei dos números musicais, especialmente o de abertura e o ‘bop’ maligno da Rainha. Zegler foi ótima no papel principal, e Gadot se divertiu. São realmente os anões em CGI que prejudicam o filme. A escolha é perplexa”, afirmou Paul Klein, do Filmhounds.

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

branca de neve poster

Crítica | Robert De Niro em dose DUPLA no oscilante drama criminal ‘The Alto Knights: Máfia e Poder’

Robert De Niro é um dos atores mais aclamados e respeitados da história do cinema – tendo conquistado, ao longo de sua prolífica carreira, nada menos que duas estatuetas do Oscar (uma de Melhor Ator Coadjuvante por ‘O Poderoso Chefão: Parte II’ e uma de Melhor Ator por ‘Touro Indomável’). Conquistando a crítica e o público com uma metamorfose performática invejável, De Niro sagrou-se como um dos grandes nomes dos filmes de máfia e suspense, além de ter se lançado a projetos cômicos que o permitiram se divertir nas telas. Agora, em pleno 2025, ele retorna aos cinemas em dose dupla com o ambicioso drama biográfico criminalThe Alto Knights: Máfia e Poder’.

Como já mencionado, De Niro não é nenhum estranho a produções focadas nessas histórias – e, por essa razão, não tem qualquer problema em assumir os papéis de Frank Costello e Vito Genovese (dois grandes nomes da máfia ítalo-americana de meados dos anos 1950). Antigos amigos que cresceram juntos em meio à necessidade da sobrevivência, Frank e Vito se distanciaram e construíram uma muralha de ressentimentos e de problemas nunca resolvidos que dão o tom da narrativa – e que culminam em um embate explosivo cujo único objetivo é sagrar o chefão do crime em Nova York e no restante dos Estados Unidos, impulsionando-os em uma luta drástica pelo poder que prenuncia a ruína da própria máfia.

O longa é dirigido por Barry Levinson, vencedor do Oscar por seu irretocável trabalho na cinebiografia ‘Rain Man’, de 1988 – o que o torna um nome propício para trazer a história de Frank e Vito às telonas. Todavia, apesar de uma carreira recheada de títulos exemplares e de um profundo conhecimento sobre a arte cinematográfica, Levinson parece não ter a mão necessária para sagrar a trama da forma como merecia, dando aval a inúmeros estilos imagéticos que se amalgamam em uma profusão sequencial. Em outras palavras, o cineasta se rende a inúmeras homenagens a obras criminais que marcaram época – prestando reverência a Martin Scorsese, Brian De Palma e Francis Ford Coppola -, mas sem se preocupar com a própria identidade.

De fato, De Niro faz um ótimo trabalho ao encarnar os dois protagonistas, se metamorfoseando com a ajuda de óbvias próteses e de alterações vocais simples e efetivas, e garantindo que esse enredo não seja apenas uma compilação, e sim um abraço aos dramas jurídicos e aos tour-de-force de inimizade e vingança. E, enquanto as impassíveis expressões dialogam com a forma que De Niro materializa os personagens, há certas escolhas de diálogo que quebram a magia e a ideia por trás do projeto – e que frustram os espectadores, ainda mais considerando que Nicholas Pileggi, responsável pelo roteiro de ‘Os Bons Companheiros’, fica responsável pelo roteiro. Temos, por exemplo, uma duvidosa preferência por quebrar a quarta parede ao colocar Frank falando diretamente com a câmera, trazendo aspectos documentais que não têm qualquer espaço num longa como esse.

O filme não é todo pautado em equívocos, e sim oscila entre cenas muito bem arquitetadas, como a potente sequência inicial que já nos explica a tóxica e perigosa relação entre Vito e Frank, e construções que parecem ter sido feitas às pressas, como subtramas envolvendo as respectivas esposas dos protagonistas, Anna (Kathrine Narducci) e Bobbie (Debra Messing). Não se enganem: Narducci e Messing fazem um trabalho digno de nota, que apenas não é explorado como deveria e que parece resigná-las a uma estruturação efêmera, em vez de lhes destinar arcos sólidos o suficiente para deixá-las roubarem os holofotes. Todavia, é necessário comentar que o terceiro ato consegue ofuscar esses deslizes através de um ritmo bem pautado e de uma reviravolta que, apesar de previsível, funciona dentro do espectro do longa.

A verdade é que a produção tenta dar um passo maior que a perna e, caso se restringisse a algumas fórmulas de forma abraçá-las por completo, essa ambição desmedida não iria transparecer. De fato, temos incursões do neo-noir que permeiam a fotografia de Dante Spinotti, cujo foco retira o aspecto épico e foca em melodramas interpessoais através de enquadramentos sombrios e palpáveis, e a tétrica trilha sonora de David Fleming, cujo arranjo, apesar de prático, tangencia uma obrigatoriedade sentimental que não faz muito sentido em certos momentos.

The Alto Knights: Máfia e Poder’ vale a pena pela carga de talento trazida por um elenco estelar, com destaque óbvio à atuação de De Niro – e, enquanto cumpre com a tarefa de ser aprazível e convincente aos fãs inveterados de obras do gênero, navega por uma corda bamba oscilante que poderia ter sido mais bem polida.

‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’: Jason Momoa declara sua paixão pelo Lobo; “Meu favorito”

Homem e personagem animado musculoso com cigarro e arma
jason momoa

O astro Jason Momoa revelou recentemente sua paixão pelo vilão Lobo, o mercenário intergaláctico da DC Comics, e confirmou que está trabalhando em sua interpretação do personagem.

Segundo o ComicBookMovie, Momoa é um fã de longa data do Lobo, colecionando suas histórias em quadrinhos.

“Tenho todas as HQs do Lobo. Ele era meu favorito”, afirmou o ator.

Momoa revelou que inicialmente achou que interpretaria o Lobo no universo de Zack Snyder, quando foi chamado para ‘Batman vs Superman’.

“Como era ‘Batman vs Superman’, eles precisavam de um vilão, e ele era o único que poderia, sabe”, explicou.

Momoa confirmou que está “agora” trabalhando no filme da ‘Supergirl’, chamando a experiência de “extraordinária até agora”.

Lembrando que em uma entrevista ao Screen Rant, ele deu a entender que sua versão do Lobo será fiel aos quadrinhos no novo Universo DC (DCU).

“Bem, esse é o papel que sempre quis interpretar. Essa é a HQ que eu amava, então estou realmente nervoso com isso”, disse Momoa. “É meio que uma escolha óbvia para interpretar esse personagem. É bem grande. Não quero entregar muito, mas, tipo, estamos bem parecidos com o personagem, e ele é bem rude e… vou dizer que a moto é realmente legal”.

Quando perguntado sobre a possibilidade de interpretar o Lobo por um longo período, Momoa respondeu com entusiasmo:Eu espero. Eu espero. Eu espero. É o filme dela, então é ótimo. Eu só entro por um tempo”.

Embora sua participação no filme ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ talvez não seja muito longa, os rumores indicam que Lobo pode ganhar um projeto solo no futuro.

No seu perfil, Gunn compartilhou uma imagem de Lobo na versão dos quadrinhos. Nos Stories, ele deu as boas-vindas ao ator, expressando entusiasmo pela nova fase.

O personagem Lobo, criado por Roger Slifer e Keith Giffen, é um anti-herói imortal e irreverente, conhecido por sua força sobre-humana e gosto por destruição. Originalmente um caçador de recompensas, ele foi introduzido nos quadrinhos em ‘Omega Men #3′, em 1983.

‘Cidade dos Sonhos’: Novo trailer anuncia o relançamento do clássico de David Lynch nos cinemas brasileiros; Confira!

O aclamado filme ‘Cidade dos Sonhos‘, uma das obras mais emblemáticas de David Lynch, será relançada nos cinemas em versão 4K no dia 17 de abril, marcando 24 anos desde o seu lançamento.

E a produção acaba de ganhar um novo trailer, que celebra o relançamento do clássico nas telonas brasileiras.

Confira:

Considerado um marco no cinema contemporâneo, o filme recebeu elogios da crítica, conquistou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes e ainda foi indicado ao Oscar na mesma categoria.

A trama segue Betty (Naomi Watts), uma jovem atriz que chega a Los Angeles e conhece Rita (Laura Harring), uma mulher que perdeu a memória após sofrer um acidente. Juntas, elas embarcam em uma jornada repleta de mistério, suspense e elementos surrealistas para tentar desvendar a verdadeira identidade de Rita.

Com uma estrutura fragmentada e personagens enigmáticos, ‘Cidade dos Sonhos‘ reflete a complexidade dos sonhos e da mente humana. Lançado originalmente em 2001, o filme se destaca por sua narrativa não-linear e sua atmosfera onírica, que desafiam as convenções narrativas tradicionais.

Além disso, a obra oferece uma crítica feroz à indústria cinematográfica de Hollywood, expondo os lados obscuros de Los Angeles, a “cidade dos sonhos”, e revelando as frustrações daqueles que buscam a fama e o sucesso.

Este relançamento também serve como uma homenagem ao legado de David Lynch, que faleceu em janeiro de 2025, aos 78 anos.

‘O’Dessa’: Pós-apocalíptico indie estrelado por Sadie Sink amarga 54% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

O’Dessa‘, musical pós-apocalíptico estrelado por Sadie Sink (‘Stranger Things‘) estreia no Disney+ nesta quinta-feira (20), mas a crítica especializada internacional já teve a oportunidade de conferir durante o Festival SXSW e as principais avaliações estão entre nós.

Abrindo com 54% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi duramente criticado por ser repetitivo e por ser composto por diversas ideias que pertencem a outros filmes do estilo Frankenstein.

Além de falta de originalidade, ‘O’Dessa‘ foi alvo de críticas pela ausência de profundidade na trama.

Confira trechos das principais avaliações:

“Um Frankenfilm ridículo, tentando ir longe com a imaginação de outros filmes”. – Jacob Oller, AV Club

“Há muito talento na tela, algumas músicas cativantes e alguns visuais e escolhas de design maravilhosos, mas nada disso realmente se transforma em algo maior, nos deixando com um filme ambicioso, mas estranhamente vazio”. – Matthew Jackson, Paste Magazine

“Essa heroína corajosa que toca guitarra é alguém por quem você realmente pode torcer”. – Mike McGranaghan, Aisle Seat

“Este drama musical de rock pós-apocalíptico é mais exposição do que substância. Com um roteiro mal escrito e músicas quase esquecíveis, é um dos piores filmes que já vi em 2025”. – Rosa Parra, The Latino Slant

“Cada ator em um papel-chave em O’Dessa provou ser de grande talento. Mas O’Dessa claramente não sabe como usá-los, e no final, é um filme que nunca atinge as notas certas”. – Nate Richard, Collider

“Tem um grande coração e é genuinamente cativante”. – Martin Unsworth, Starburst

“Tudo sobre a mensagem e o enredo de O’Dessa é superficial”. – Brian Tallerico, RogerEbert.com

“É tonalmente desequilibrado, dividido entre um pesadelo apocalíptico e uma história de amor sincera”. – Mae Abdulbaki, Screen Rant

“Muitas vezes parece que o filme O’Dessa está tocando a mesma nota”. – Stephen Saito, Variety

Recentemente, foi divulgado um vídeo promocional inédito que apresenta “Yer Tha One”, canção original da produção.

Confira:

A produção será lançada no Disney+ no dia 20 de março.

Além de dirigir, Geremy Jasper também é o responsável pelo roteiro.

“Ambientada em um futuro pós-apocalíptico, a trama segue uma jovem fazendeira em uma jornada épica para recuperar uma querida herança de família. Sua jornada a leva para uma cidade estranha e perigosa, onde ela encontra o amor de sua vida. Mas, para salvar a alma dele, ela deve colocar o poder do destino e da música ao maior de todos os testes.”

O longa conta com músicas originais escritas e produzidas por Jasper e Jason Binnick.

O elenco ainda conta com Kelvin Harrison Jr., Murray Bartlett, Regina Hall, Mark Boone Junior, Pokey LaFarge e Marinko Prga.

Ana de Armas entra em AÇÃO no trailer inédito de ‘Bailarina’, filme derivado de ‘John Wick’; Confira!

Mulher em túnel colorido neon dançando à noite.
bailarina

Bailarina, derivado da franquia John Wick, ganhou um novo trailer oficial dando destaque à estrela Ana de Armas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A trama deBailarina acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina em busca de vingança pela morte de seu pai. Enquanto a franquia já explorou o universo de John Wick com a série The Continental,’Bailarina será o primeiro longa-metragem derivado, expandindo ainda mais o universo já estabelecido.

Em uma conversa com o Collider, Ana de Armas explicou as diferenças entre sua personagem e o icônico John Wick, afirmando que, apesar de o filme manter algumas marcas registradas, sua personagem será original.

“Eu acho que existem algumas marcas registradas no estilo das lutas em ‘John Wick e coisas que ele faz que são muito particulares dele. Mas porque, neste filme, estamos vendo pelos olhos de Eve o passado desse treinamento que John teve, e como esses assassinos e bailarinas, como essas pessoas se tornam assassinos, há alguns pequenos detalhes que são os mesmos, mas Eve Macarro é Eve Macarro. Ela não é John Wick, ela disse.

Bailarinaserá lançado no dia 05 de junho de 2025.

No filme, De Armas é uma assassina treinada nas tradições da organização Ruska Roma que sai em busca de vingança após a morte de seu pai. O longa ainda traz Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno, Norman Reedus no elenco, com participações de Ian McShane e Keanu Reeves.

‘Arrow’: Katie Cassidy DESABAFA sobre sua demissão da série e a morte de Laurel Lance

A atriz Katie Cassidy, conhecida por interpretar Laurel Lance/Canário Negro emArrow, revelou recentemente os bastidores de sua saída da série na 4ª temporada, quando sua personagem foi morta.

Segundo o ComicBookMovie, Cassidy relembrou o momento em que pressentiu sua demissão.

Pouco antes da filmagem da cena da morte, os showrunners Marc Guggenheim e Wendy Mericle enviaram um e-mail para o elenco sobre a cena da morte misteriosa.

“Por algum motivo, meu estômago simplesmente afundou. Eu imediatamente mandei uma mensagem para Marc Guggenheim, que eu adoro: ‘Eu fui demitida, não fui?'”, contou Cassidy. “Eu estava tipo, ‘Marc, estou com uma sensação ruim no estômago, por favor, não me faça esperar o fim de semana. Por favor, podemos ligar amanhã?’ Ele respondeu: ‘Uau, você realmente é intuitiva. Vou te ligar amanhã'”.

A confirmação veio em uma conferência com Guggenheim e os produtores executivos Greg Berlanti e Andrew Kreisberg.

“Marc disse: ‘Olha, infelizmente, eu tenho que te dizer que você é a que está no túmulo'”, revelou Cassidy.

Sobre o motivo da morte de sua personagem, Cassidy compartilhou suas teorias: “Eu tenho teorias”, começou ela, antes de pausar. “Eu acho que foi político”.

Cassidy descreveu sua reação inicial como um “momento de raiva”. “Eu só preciso dizer que sinto que sempre fui a última opção”, disse ela à equipe criativa. Em seguida, desligou o telefone e começou a chorar.

O protagonista de Arrow, Stephen Amell, ligou imediatamente para ela, expressando seu pesar: “Sinto muito, eu não queria que fosse você”.

Cassidy também revelou que foi forçada a comparecer à New York Comic Con e fingir ignorância sobre a morte de sua personagem, apesar de estar “arrasada”.

Apesar da decepção inicial, Cassidy retornou ao Arrowverse em ‘The Flash’ como a Sereia Negra. Após participações em outros programas, ela voltou para Arrow na 6ª temporada, interpretando Laurel Lance da Terra-2.

“Eu recebi uma ligação depois que ‘The Flash’ foi ao ar, de Marc, dizendo: ‘Você voltaria como regular? Acho que cometemos um erro’. E então eu voltei, melhor do que nunca e feliz”, celebrou Cassidy.

Com o tempo, Cassidy mudou sua perspectiva sobre a morte de sua personagem. “Francamente, me matarem tirou todos os outros personagens regulares da série e mandou esses outros personagens em direções diferentes e fez com que reagissem. Isso é contar uma história, e eu não levo para o lado pessoal”, explicou. “Acho que fizeram um ótimo trabalho escrevendo para mim, e eu tive muito o que interpretar. Então, sou grata por isso”.

Arrow’ está disponível no Max.

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‘Magazine Dreams’: Drama estrelado por Jonathan Majors conquista 83% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Jonathan Majors appears in Magazine Dreams by Elijah Bynum, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Glen Wilson

Após uma jornada tumultuada, o drama ‘Magazine Dreams‘, estrelado por Jonathan Majors, finalmente chegou aos cinemas norte-americanos.

O longa, que teve seu lançamento cancelado em 2023 e fora abandonado pela Searchlight Pictures (selo independente da Disney), foi adquirido pela Briarcliff Entertainment, que cuidou do lançamento da produção.

Sucesso no Festival de Sundance 2023, o drama chegou a ser cotado como uma das principais apostas para a temporada de premiações de 2024, com Majors sendo um nome forte para disputar a estatueta de Melhor Ator. No entanto, as denúncias de agressão doméstica colocaram tudo a perder.

Dois anos depois de sua première mundial em Sundance e o longa volta a ser notícia, dessa vez por sua altíssima aprovação entre a crítica especializada.

Com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi amplamente elogiado pela impressionante performance do ator como um sonhador e raivoso fisicuturista.

Confira as principais avaliações:

“A atuação impressionante de Majors como um fisiculturista cheio de raiva é tão fascinante que está a apenas um passo das performances icônicas de Robert De Niro e Joaquin Phoenix em Taxi Driver e Coringa, de temática semelhante”. – Mark Keizer, MovieWe

“Com uma atuação incrivelmente comprometida de Jonathan Majors, que coloca seu corpo em risco e imbui cada cena com uma energia profundamente perturbadora, ‘Magazine Dreams‘ é incrivelmente difícil de assistir — às vezes no bom sentido, às vezes não”. – Audrey Fox, Looper.com

“Mesmo com o ritmo lento, é impossível desviar o olhar de Majors: um homem que precisa desesperadamente que o mundo o veja — e, se recusarem, que sintam sua dor”. – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly

Jonathan Majors é uma revelação”. – Valerie Complex, Deadline Hollywood Daily

Majors, a equipe técnica e as habilidades de direção de Bynum estão destinados a grandes coisas. Este filme, provavelmente não”. – Dwight Brown, DwightBrownInk.com

“Além de como Killian é desenvolvido no roteiro, seu personagem é reforçado por uma atuação inegavelmente incrível de Jonathan Majors“. – Thomas Stoneham-Judge
ForReel Movie News And Reviews

Jonathan Majors está espetacular como um aspirante a fisiculturista neste drama extremamente intenso”. – Sara Stewart, Book & Film Globe

Magazine Dreams mistura o sedutor e o horripilante em uma mistura inquietante, adequada ao seu relato do perigo de buscar a perfeição física”. – Pat Brown, Slant Magazine

Confira o trailer do filme:

Magazine Dreams chegou a ser rodado por 24 dias em Los Angeles, onde recebeu o prêmio do júri pela visão criativa.

“É uma performance notável, repleta de vulnerabilidade e raiva, e é mérito tanto de Majors quanto do roteirista-diretor Elijah Bynum o feito considerável de nos fazer temer mais o colosso intimidador do que o empregador trêmulo que ele está supervisionando”, escreveu o crítico-chefe de cinema do The Hollywood Reporter, David Rooney.

Inicialmente programado para estrear em 8 de dezembro, visando a temporada de premiações e almejando o Oscar, o lançamento do filme foi cancelado devido ao julgamento de Majors.

“Teria sido 100% parte da conversa para as premiações” se não fossem pelos problemas legais de Majors, afirma uma fonte ligada ao filme.

Escrito e dirigido por Elijah Bynum (‘One Dollar’), o longa acompanha o aspirante a fisiculturista Killian Maddox (Majors), que luta para encontrar uma conexão humana nesta exploração de celebridades e violência. Nada o impede de alcançar seu sonho feroz de estrelato, nem mesmo os médicos que o alertam sobre os danos permanentes que ele causa a si mesmo durante sua jornada.

Vale lembrar que, conforme informado pela Variety, Jonathan Majors foi condenado a:

  • Completar um programa presencial de 52 semanas sobre violência doméstica em Los Angeles, onde reside atualmente, com a possibilidade de migrar para sessões parcialmente virtuais no futuro.
  • Continuar sua terapia de saúde mental e fornecer atualizações sobre seu progresso.
  • Manter-se afastado de Grace Jabbari, já que a vítima recebeu uma ordem de proteção permanente.

Qualquer violação das condições estabelecidas ou envolvimento em atividades criminais poderá resultar em sua prisão.

Crítica | Pai do Ano – Michael Keaton no piloto automático em um drama açucarado

Homem submerso até o pescoço em água surrealista

Dirigido por Hallie Meyers-Shyer (De Volta Para Casa), Pai do Ano (Goodrich) acompanha Andy Goodrich (Michael Keaton), um típico homem abastado de Los Angeles que, apesar de suas dificuldades financeiras como dono de uma galeria de arte, nunca realmente precisa lidar com questões monetárias. Seu maior desafio surge quando sua esposa Naomie (Laura Benanti) interna-se em uma casa de reabilitação, forçando-o a assumir a responsabilidade pelo casal de gêmeos de nove anos que, até então, eram cuidados pela mãe viciada em remédios de tarja preta e uma babá.

A narrativa se apoia nos clichês do gênero, trazendo a clássica história do homem deixado sozinho com os filhos que, de forma quase milagrosa, aprende a ser pai – tudo isso sem grandes sacrifícios ou consequências reais. Pai do Ano ganha um pouco mais de peso com a presença de Grace (Mila Kunis), a filha mais velha de Andy, que está grávida e ressente a ausência do pai. Essa camada emocional, no entanto, não é verdadeiramente aprofundada e funciona mais como um aditivo dramático do que um conflito genuíno.

Homem careca gesticulando em escritório cheio de livros

Michael Keaton entrega uma performance carismática, fazendo de Andy um sujeito falho, mas afável. Sua jornada de redenção lembra inevitavelmente a de Robin Williams em Uma Babá Quase Perfeita (1993), de Chris Columbus, no qual o personagem descobre tardiamente as alegrias e desafios da paternidade. Mila Kunis, por sua vez, adiciona nuances ao papel de Grace, traduzindo bem o ressentimento e a mágoa de uma filha esquecida. Entretanto, seu arco dramático parece subaproveitado, refletindo a maneira como Andy, e o próprio roteiro, não lhe dão a devida atenção. 

Uma das cenas bonitas do filme ocorre quando Andy apresenta Casablanca (1942) aos gêmeos. Enquanto Andy se encanta em compartilhar um clássico do cinema, ele ignora se o conteúdo é apropriado para crianças. O momento simboliza uma conexão entre pai e filhos, mas também revela a imaturidade do protagonista e seu lento crescimento como figura paterna. A sequência reflete sua dificuldade em compreender as reais necessidades dos filhos e a dificuldade de estabelecer vínculos genuínos com eles.

Pai e filhos olhando tablet juntos em casa

Embora apresente momentos cativantes de interação familiar e um humor leve, Pai do Ano sofre com problemas típicos do gênero: personagens secundários pouco desenvolvidos e uma trilha sonora sentimental. A subtrama da galeria de arte prestes a fechar nunca soa como uma verdadeira ameaça, pois Andy não aparenta aflição pela sua situação financeira — um problema comum em comédias que tentam abordar crises existenciais de personagens ricos sem nunca comprometê-los com consequências reais.

Além disso, Pai do Ano se insere como um filme genérico dentro da retomada da carreira de Michael Keaton, que voltou aos holofotes após sua nomeação ao Oscar por Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (2014), de Alejandro González Iñárritu, e entregou trabalhos marcantes como Spotlight: Segredos Revelados (2015) e Fome de Poder (2016). Mesmo retornando ao seu icônico papel de Beetlejuice na sequência de Tim Burton no ano passado, seu personagem Andy Goodrich parece o mais pálido dessa trajetória. Sem grandes nuances ou desafios, Keaton se mantém no piloto automático, entregando um desempenho competente, mas sem grandes momentos.

Homem e mulher conversando sentados sorridentes

A reabilitação de Naomie, por exemplo, parece um detalhe secundário, pois a dinâmica familiar não passa por mudanças significativas durante sua ausência. O filme trata o problema como um obstáculo temporário, sem explorar suas verdadeiras implicações para os filhos ou para o próprio Andy. A sensação é de que tudo transcorre de maneira previsível, evitando apimentar a comédia dramática com conflitos pertinentes para o crescimento legítimo do personagem.

O tom geral de Pai do Ano é tão brando que, mesmo nas cenas que deveriam gerar maior impacto emocional, a narrativa nunca consegue provocar uma reação genuína do espectador. O filme é um passatempo agradável, porém esquecível, seguindo a mesma linha do primeiro longa da diretora: De Volta Para Casa (2017). Esta obra, portanto, nunca se aprofunda no potencial dramático de sua premissa, optando por um tom açucarado que torna a jornada de Andy mais conveniente do que realmente transformadora.

 

Distribuído pela Diamond Films, Pai do Ano (Goodrich) estreia nos cinemas brasileiros em 20 de março de 2025.

‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ completa QUATRO ANOS e diretor celebra legado

Em 2021,Liga da Justiça de Zack Snyder chegou ao público e se tornou um grande sucesso, tanto de crítica quanto de audiência. Recentemente, o filme completou quatro anos de lançamento, e o próprio Zack Snyder celebrou a data, expressando sua surpresa e gratidão por ter conseguido finalmente ver sua versão do longa nas telas.

Em uma publicação recente, Snyder voltou a agradecer aos fãs pelo apoio contínuo: “Já se passaram 4 anos. Ainda me sinto humilde pelo fato de isso existir. Um grande obrigado a todos vocês que tornaram isso possível. Se você tiver 4 horas livres, vá assistir no Max”, escreveu o diretor.

Lembrando que durante as gravações de Liga da Justiça, Zack Snyder foi forçado a se afastar da produção devido a uma tragédia pessoal. Joss Whedon assumiu a direção para finalizar o filme, mas o resultado não agradou à crítica. Na época, Snyder usou as redes sociais para afirmar que o filme lançado não refletia sua visão original.

A declaração de Snyder gerou uma onda de apoio dos fãs, dando início à campanha #ReleaseTheSnyderCut, na qual os seguidores exigiam o lançamento da versão original do diretor. A pressão popular foi tão forte que, em 2021, a Warner Bros. atendeu ao pedido e lançou a versão do cineasta, que se tornou um grande sucesso.

Após o lançamento de sua versão, Liga da Justiça de Zack Snyder obteve grande sucesso, e muitos fãs passaram a pedir que o diretor retornasse ao universo DC para concluir a história que havia planejado. No entanto, a Warner Bros. optou por reiniciar o universo DC sob a direção de James Gunn.

Embora o retorno de Snyder ao DCU pareça improvável, ele já declarou estar aberto à ideia de finalizar sua visão, desde que uma condição seja atendida: “Se a Netflix tivesse os direitos dos personagens do meu universo DC, claro que eu faria, absolutamente”, disse o diretor em 2023.

Apesar das chances parecerem pequenas, em breve Superman, Batman e Mulher-Maravilha entraram em domínio público, o que abriria novas possibilidades para projetos futuros.

Liga da Justiça de Zack Snyder’ está disponível no Max.

Chemtrails Over the Country Club | As MELHORES músicas do elogiado sétimo álbum de Lana Del Rey

Há quatro anos, a aclamada cantora e compositora Lana Del Rey lançava seu aguardado sétimo álbum de estúdio, Chemtrails Over the Country Club.

Retomando parceria com o produtor Jack Antonoff, que já trabalhara com Del Rey em inúmeras produções, e com Rick Nowels, o compilado de originais trouxe colaborações com Nikki LaneWeyes BloodZella Day e trouxe canções cujas temáticas perpassaram escapismo, amor, decepções amorosas e nostalgia, misturando elementos de americanafolkcountry folk em um de seus discos mais elogiados.

No dia de hoje, 19 de março, o álbum faz quatro anos desde seu lançamento oficial e, para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve lista elencando suas cinco melhores músicas.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua canção favorita:

5. “WILD AT HEART”

Lana Del Rey sempre trouxe uma melancólica paixão para suas produções musicais – e é claro que Chemtrails Over the Country Club não seria diferente. Puxando elementos de suas obras anteriores, a performer mostra-se mais amadurecida, mas sem abandonar produções cândidas e carregadas de um sentimentalismo que apenas ela consegue nos entregar. Em “Wild at Heart”, a artista se volta para Anna Nalick e para “Looking for America”, especialmente quando utiliza um evocativo coro para acompanhá-la no country-rock alternativo do qual se vale.

4. “WHITE DRESS”

“White Dress”track que abre o álbum, resume e apresenta aos ouvintes tudo o que podemos esperar das inflexões seguintes: a constância do piano nos arremessa para a época dominada por nomes como Frank SinatraNina Simone e Billie Holiday, ainda mais quando justaposto aos pratos da bateria e a um moderno e propositalmente anacrônico saxofone.

3. “CHEMTRAILS OVER THE COUNTRY CLUB

Na faixa-título, a multiplicidade de camadas vocais já se mostra como algo mais familiar a seus fãs, afastando-se do whistle e do falsetto. Assim como na canção que a precede, a iteração dá espaço para um baroque pop pincelado com vertentes mais dramáticas do country, ambos caminhando para um crescendo nada óbvio que aposta na sensorialidade extrema e uma narrativa mnemônica atemporal sobre algo que não existe mais e que faz falta em meio à loucura urbana e citadina.

2. “LET ME LOVE YOU LIKE A WOMAN”

Álbum: Chemtrails Over the Country Club

Pouco depois de entregar um dos melhores álbuns do século com ‘Norman Fucking Rockwell!’, Lana retornou com o poético e intimista Chemtrails Over the Country Club. Dentro da coesa produção, temos a vibrante e narcótica canção “Let Me Love You Like a Woman”, uma continuação digna de suas jornadas reflexivas e sensorialistas, seja pela urgência de seus versos amadurecidos, seja pela produção comandada por Jack Antonoff.

1. “BREAKING UP SLOWLY”

Álbum: Chemtrails Over the Country Club

“Breaking Up Slowly”, uma das mais belas faixas de Chemtrails Over the Country Clube uma das melhores produções da carreira de Lana, é uma fenomenal track que merece toda a nossa atenção. Aqui, duas powerhouses, Del Rey e Nikki Lane, unem-se em uma harmônica química para celebrar a vertente do rock clássico de The Animals (uma das muitas inspirações para a carreira da lead singer).

MARINA anuncia “Cupid’s Girl”, segundo single de seu novo álbum de estúdio, para ESTA SEXTA!

A cantora e compositora MARINA anunciou recentemente que irá lançar a canção “Cupid’s Girl” como o segundo single de seu vindouro sexto álbum de estúdio.

A faixa tem lançamento agendado para esta sexta-feira, 21 de março.

O compilado de originais, por sua vez, não teve mais detalhes revelados.

Lembrando que o último álbum de estúdio de MARINA foi Ancient Dreams in a Modern Land, lançado em 2021 e recebido com bastante fervor por parte da crítica e de seus fãs.

Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de The Family Jewels, que misturava indie-popnew wave. Desde então, fez fama com a divulgação de Electra Heart (2012), com os famosos singles “How to be a Heartbreaker”“Primadonna”, e Froot (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.

Seu último álbum, Ancient Dreams in a Modern Land, contou com os singles “Man’s World”“Purge the Poison”“Venus Fly Trap” e a faixa titular.

‘DOC’: 2ª temporada do drama médico ganha teaser e previsão de ESTREIA; Confira!

doc molly parker

FOX divulgou o primeiro teaser oficial da 2ª temporada de DOC, drama médico estrelado por Molly Parker (‘Perdidos no Espaço’).

Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem previsão de estreia para o outono norte-americano (isto é, entre os meses de setembro e novembro), contando com 22 episódios.

Confira:

A série foi criada por Barbie Kligman.

Depois que uma lesão cerebral apaga os últimos oito anos de sua vida, Amy deve navegar em um mundo desconhecido, onde ela não se lembra dos pacientes que tratou, dos colegas que traiu, da alma gêmea de quem se divorciou, do homem que agora ama e da tragédia que a afastou de todo mundo. Ela só pode contar com sua filha distante de dezessete anos, de quem ela se lembra quando tinha apenas nove, e com um grupo de amigos dedicados, enquanto luta para continuar praticando a medicina, apesar de ter perdido quase uma década de conhecimento e experiência.

Omar MetwallyAmirah VannJon-Michael EckerAnya BanerjeeScott WolfPatrick Walker e outros também fazem parte do elenco.