O sucesso de Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra’ foi inegável – e explica o motivo da saga marítima estrelada por Johnny Depp ter ganhado inúmeras outras entradas, incluindo a subestimada sequência Piratas do Caribe: O Baú da Morte’.

Trazendo Gore Verbinski de volta à cadeira de direção, a história se inicia no casamento de Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley), que é interrompido pelo impiedoso Lorde Cutler Beckett (Tom Hollander). Beckett deseja adquirir uma importante bússola que está sob os cuidados do Capitão Jack Sparrow (Depp) para encontrar o Baú da Morte, lendário receptáculo que contém o coração de uma das criaturas mais temidas dos sete mares: Davy Jones (Bill Nighy).

Apesar da recepção mista por parte da crítica, o longa quebrou inúmeros recordes de bilheteria ao redor à época do lançamento, tornando-se até mesmo a produção mais rápida a cruzar a marca de US$1 bilhão (63 dias) até ser superado por ‘Toy Story 3’ em 2010. Além disso, ‘O Baú da Morte’ conquistou quatro indicações ao Oscar, vencendo na categoria de Melhores Efeitos Visuais.

Para celebrar o aniversário de quinze anos do filme, o CinePOP separou uma breve lista com curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:



JACK, O IMPROVISADOR

Perto das duas horas de filme, na cena em que Jack Sparrow chama Davy Jones de “cara de peixe” canta a canção “I got a jar of dirt”, não estava no roteiro original. A sequência foi improvisada por Depp e boa parte das reações do elenco foi real.

ANIMAÇÃO COMPLICADA

O monstruoso Kraken foi uma das partes mais difíceis de serem animadas e não tinha quaisquer referências com o mundo real. Entretanto, o diretor de animação Hal T. Hickel instruiu a equipe a assistir a ‘King Kong vs. Godzilla’, de 1963, para se inspirarem no polvo real que se arrastava pelas miniaturas e conseguir arquitetar a criatura.

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TIA DALMA

Verbinski inicialmente não gostou da ideia de elencar Naomie Harris para o papel de Tia Dalma, dizendo que ela muito jovem para o papel. A diretora de elenco, Denise Chamian, insistiu que ele lhe desse uma chance. Por fim, a mãe de Harris foi com ela nas audições e o restante é história.

FILMAGENS PROBLEMÁTICAS

As filmagens em Dominica, país caribenho, se mostraram bastante problemáticas. O governo estava totalmente despreparado para a escala de uma produção hollywoodiana, além do fato de que a equipe ocupava 90% das estradas na ilha. O tempo também não ajudou, variando entre tempestades torrenciais e temperaturas elevadíssimas.

KRAY-KEN

Nos comentários do DVD, é dito que a cena em que várias pessoas discutem sobre como pronunciar Kraken foi acrescentada em virtude de um erro do ator Kevin McNally, que deu vida a Joshamee Gibbs. A palavra é pronunciada como kray-ken, mas quando McNally o falou pela primeira vez, pronunciou crack-en. A sequência foi deixada no filme para mostrar a pronúncia correta.

HIERARQUIA MUTANTE



A hierarquia a bordo dos marujos do Holandês Voador é marcada pelo nível de mutação que carregam: os novatos têm baixo nível de infecções e ressoam à rosácea; os veteranos, por sua vez, tem atributos completos de criaturas marinhas.

LENDAS E LENDAS

Em entrevista ao CGSociety, os diretor de efeitos visuais Aaron McBride revelou que, quando lhe foi dado o trabalho de construir ilustrações fotorrealistas de Davy Jones, houve rumores de que o lendário Christopher Walken daria vida ao antagonista.

REAÇÃO ESPONTÂNEA

Por volta das duas horas e dez minutos, Elizabeth Swann beija Jack Sparrow para prendê-lo ao mastro do navio e fugir com Will Turner. A sequência foi deixada de fora do roteiro de Bloom para arrancar do ator uma reação melhor e mais espontânea. A cena, inclusive, foi sugerida pela própria Knightley.


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