O ator Scott Bryce, conhecido por papéis em ‘Máquina Mortífera 3’ e na clássica novela ‘As the World Turns’, faleceu aos 68 anos no dia 12 de julho. A informação foi confirmada pela People por meio de uma emocionante homenagem publicada no Instagram por seu filho, Jackson Bryce.
“Hoje, Deus chamou meu pai para casa. Nesta noite, meu pai perdeu sua longa batalha contra o câncer. O que começou como um câncer de esôfago em estágio 3 acabou se espalhando e se transformando em tumores cerebrais que tiraram sua vida.
Durante a radioterapia, quimioterapia, imunoterapia e em cada momento de dor, vi meu pai enfrentar tudo com orgulho, coragem e uma fé inabalável de que, de alguma forma, tudo daria certo e ele venceria.
Mesmo apenas uma semana antes de partir, enquanto lutava contra tumores cerebrais, enfrentava dificuldades na fala e visão embaçada, ele olhou nos meus olhos da forma mais clara que conseguiu e disse que ainda acreditava que tinha uma chance — e que estava disposto a lutar o quanto fosse necessário.
“Ausentes do corpo, presentes com o Senhor”, 2 Coríntios 5:8
Que sua força e sua crença incansável vivam para sempre dentro de mim. Ele travou a batalha mais difícil e honrada que já presenciei. Scott Bryce viveu uma vida que merece ser celebrada. Ele foi um ator de enorme sucesso nos anos 1980, estrelando As the World Turns e participando de diversas séries de televisão. Foi indicado a dois prêmios Emmy e trabalhou ao lado de alguns dos maiores nomes da indústria.
Quando perguntavam como gostaria de ser lembrado, ele respondia: “Eu era um ator de uma tomada. Duas tomadas, no máximo.” Trabalhando com Dick Wolf na NBC, os diretores costumavam deixar suas cenas para o fim do dia porque sabiam que ele não demoraria para concluí-las.
Meu pai também fazia questão de dizer que sua maior conquista aconteceu aos 50 anos, quando se tornou pai.
Ele me apoiou da forma mais completa que um pai poderia apoiar. Era a voz mais alta nas arquibancadas em todos os meus jogos de basquete. Viajou comigo pelo país para que eu pudesse perseguir meus sonhos e teria feito qualquer coisa para me ver alcançar meus objetivos. Ser meu pai sempre foi sua maior prioridade.
Algumas das minhas melhores lembranças sempre serão as viagens para os torneios da AAU, as visitas às universidades, tê-lo ao meu lado quando assumi meu compromisso com a faculdade e marcar minha primeira cesta no basquete universitário com ele assistindo.
Ele faz parte de tudo o que já conquistei e de tudo o que ainda vou conquistar. Serei eternamente grato por Deus tê-lo escolhido para ser meu pai e tenho um orgulho imenso de ser seu filho.
‘Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados’, Mateus 5:4
Até nos encontrarmos novamente”, escreveu.
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