Segundo a EW, a participação de Sydney Sweeney (‘Euphoria’) em ‘O Diabo Veste Prada 2’ foi cortada pelos produtores da versão para as telonas.
Após a atriz indicada ao Emmy ter sido fotografada em meados de 2025 em direção ao set de filmagens na vindoura sequência, as especulações começaram sobre a extensão de seu papel no projeto. Como aponta o site, Sweeney rodou uma cena que apareceria no começo do longa-metragem – mas fontes próximas afirmaram que a decisão de removê-la do corte final foi uma “decisão criativa”.
Como visto no material promocional, a trama traz Andy Sachs (Anne Hathaway), agora um nome consagrado no jornalismo, reunindo-se com seus ex-colegas da Runway, Miranda Priestly (Meryl Streep) e Nigel Kipling (Stanley Tucci), para salvar a revista de moda da falência em meio a um escândalo e um cenário midiático instável. Enquanto buscam financiamento para manter a marca funcionando, eles contam com a ajuda da ex-assistente da Runway, Emily Charlton (Emily Blunt), que agora trabalha como chefe da operação da Dior nos Estados Unidos.
O trio, então, chega aos escritórios da Dior para pedir a ajuda de Emily. Inicialmente, Sweeney apareceria em uma cena que expandia a reapresentação de Emily, mostrando-a no trabalho, vestindo uma cliente famosa, com Sweeney interpretando a si mesma na cena de três minutos.
A EW apurou que a cena não se encaixava estruturalmente com o resto da sequência e que a equipe do filme ficou grata pela participação da atriz antes de remover a sequência em questão.
Vale lembrar que o filme chega aos cinemas nacionais em 30 de abril.
A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.
Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.
É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.
Com direção de David Frankel , o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.



