O Misterioso Caso de Judith Winstead’ (‘The Atticus Institute’) é um daqueles filmes que não agradou nem a crítica e nem o público, mas acabou se tornando uma espécie de obsessão ao longo dos anos.

Lançado em 2015, o suspense produzido por Peter Safran (‘Invocação do Mal) recebeu apenas 55% de aprovação no Rotten Tomatoes por parte do público e míseros 27% do público.

No entanto, depois que foi adicionado ao catálogo da Netflix este mês, tornou-se um dos títulos mais recomendados nas redes sociais por conta de sua narrativa macabra, imprevisível e assustadoramente realista.

Escrito e dirigido por Chris Sparling em 2015, o longa é supostamente baseado numa história real e acompanha a rotina de um instituto dedicado à investigação de fenômenos paranormais na década de 1970.



O foco da trama é documentar o tratamento de uma paciente que apresenta sinais legítimos de paranormalidade… No entanto, a pesquisa acaba saindo de controle e se transformando em uma experiência trágica e traumatizante.

E, em vez de efeitos especiais inovadores, o filme chama atenção pelas cenas estilo found footage (gravações caseiras), geralmente usadas para dar um toque de realidade e pavor em filmes do gênero, como se fossem mesmo reais.

A trilha sonora e a convincente atuação da protagonista Rya Kihlstedt também são adições que deram ao filme uma aura perturbadora. E é justamente isso que vem causando pânico nos assinantes da plataforma.

Nas redes sociais, alguns deles afirmam que o filme não é qualquer um e que você pode terminar a sessão tão traumatizado quanto os personagens do filme.



Confira as reações:

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O elenco também conta com William Mapother, Sharon Maughan, Harry Groener e John Rubinstein.

Assista ao trailer:

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