Você está em casa procurando o que assistir? O CinePOP chega para te ajudar.

Criamos uma nova matéria de nossa série de recomendações, para que você tenha entretenimento suficiente nas plataformas de streaming para conseguir se distrair durante essa fase que é a mais difícil até o momento.

Confira:



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The Crown

Uma das séries mais adoradas e mais premiadas do acervo Netflix é esta produção original da casa sobre a história dos membros da monarquia britânica, um assunto que cativa muita gente. Tratado de forma dramática e intensa, o seriado descortina um pouco a mitologia em torno de algumas das personalidades mais famosas e poderosas do mundo. A série começou em 2016 com a juventude da Rainha Elizabeth, na época ainda princesa, e ano passado lançou em novembro sua quarta temporada, já abordando a princesa Diana como uma das protagonistas. O programa já se tornou um dos 115 mais adorados de todos os tempos na opinião dos fãs e coleciona 10 prêmios Emmy e 7 Globos de Ouro no currículo. E se você ainda precisa de mais um motivo para assistir à série, aqui vai um – especial para os cinéfilos. A atriz Emerald Fennell, que vive Camilla Parker, a amante do príncipe Charles, está triplamente indicada ao Oscar 2021, como produtora, roteirista e diretora do suspense Bela Vingança.



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Aproveite para assistir:



Expresso do Amanhã

Por não ser uma produção original da Netflix (a plataforma apenas comprou os direitos de exibição no Brasil), aqui temos um sistema de lançamento de episódios igual ao adotado pela Disney+ com as séries da Marvel, por exemplo, com um episódio exibido por semana. Desta forma, a segunda temporada do programa ainda não chegou ao fim, faltando dois episódios para sua conclusão. No entanto, para os que ainda não “embarcaram nesse trem”, a plataforma disponibiliza toda a primeira temporada para você assistir da melhor forma que quiser, seja de uma vez só maratonando, ou em doses homeopáticas. É claro que se trata da adaptação da famosa graphic novel francesa sobre um cenário apocalíptico no qual a Terra congelou e o que restou da humanidade precisa viver dentro de um trem (dividindo seus passageiros por classes sociais) que nunca para. A ideia provocativa se tornou um filme cult de mesmo nome, lançado em 2013, com direção de Bong Joon-Ho (Parasita) e protagonizado por um grande elenco. Na série, a estrela vencedora do Oscar Jennifer Connelly é o destaque.

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Cidade Invisível

Outra novidade fresquinha na plataforma é um programa com muito sabor e tempero brasileiro. A Netflix sabiamente tem investido em conteúdo próprio diversificado com produções de vários países, e firmou uma parceria bem frutífera com o Brasil. O mais recente sucesso é esta investida bem original usando como tema nossas lendas e folclore numa história de mistério, suspense e, claro, muitos elementos sobrenaturais. Além de tudo, a série aborda questões atuais bem delicadas como a preservação da natureza, por exemplo. Marco Pigossi protagoniza como Eric, um policial que perde a esposa em circunstâncias nebulosas, relacionadas a um incêndio florestal. Mas o crime pode não ter sido causado por seres deste mundo. Assim, espere participações de criaturas mitológicas como o Saci Pererê, o Boto Rosa, o Curupira e até mesmo a Cuca, todos assumindo formas “reais” dentro de nossa sociedade moderna. O programa tem chamado atenção inclusive internacionalmente devido à sua criatividade. A série tem 8 episódios que estrearam esse ano e já promete uma segunda temporada em breve.

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O Gambito da Rainha

Minissérie em 7 episódios, este programa se tornou um dos 150 mais queridos de todos os tempos para o público. Entre outras coisas, o seriado demonstra a potência da jovem Anya Taylor-Joy como intérprete de força em seu jeito único e excêntrico de se portar. Ela não é a “girl next door” ou a namoradinha da América que esperamos, o que a deixa ainda com sabor mais peculiar. Aqui, ela vive Beth Harmon, que desde cedo precisou lidar com o abandono, quando a mãe faleceu num acidente de carro e ela teve que viver parte da infância num orfanato. No local ela conhece e se apaixona pelo jogo do xadrez, despertando sua obsessão, enorme intelecto e talento para a coisa. Passado na década de 1960, O Gambito da Rainha é o despertar de uma jovem prodígio, numa época em que a mulher não tinha muito espaço na sociedade. A libertação das correntes sociais é um dos fortes subtextos desse programa que vai muito além de seu discurso sobre xadrez e o jogo. Não por menos venceu os prêmios de melhor minissérie e protagonista para Taylor-Joy no Globo de Ouro.



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Cobra Kai

Essa é pura nostalgia anos 80 para os aficionados! A série que continua a história de Karatê Kid – A Hora da Verdade (1984) começou a ser exibida no Youtube Red, mas merecia mais visibilidade e assim logo a ideia foi comprada pela Netflix, que passou a distribuir o programa. Tudo nasceu da teoria de que Daniel ‘San’ LaRusso talvez não fosse “tão pobre coitado assim”. Embarcando na brincadeira 34 anos depois, a série subverteu os papeis colocando Daniel (Ralph Macchio) como um rico esnobe, enquanto Johnny Lawrence (William Zabka), o vilãozinho do original, se tornou um ferrado em busca de redenção. Ambos coroas de meia idade, os rivais apadrinham novos aprendizes recomeçando as artes marciais em suas vidas. O legal de Cobra Kai é realmente o saudosismo, resgatando diversos temas e personagens lá dos filmes antigos da década de 1980 (sim, foram três), assim esperem muitos rostos conhecidos do passado. Mas para os não familiarizados, especialmente a garotada mais jovem, o seriado igualmente funciona fazendo um bom trabalho com uma história própria e nova. Os fãs só falam no programa e você não pode perder. No início deste ano estreou a terceira temporada (todas estão disponíveis na Netflix) e a quarta já está confirmada.

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Bom Dia, Verônica


Voltamos para uma produção brazuca, esta tendo dado ainda mais o que falar em seu lançamento. Baseada no livro de Raphael Montes e Ilana Casoy, o programa tinha jeitão de minissérie já que, de certa forma, teve começo, meio e fim fechando praticamente todos os arcos dos personagens. Porém, o sucesso foi tão grande que as mentes por trás já estão providenciando uma segunda temporada. E fazem muito bem. Na trama, temos a ideológica protagonista Verônica, papel de Tainá Müller, uma policial não muito levada a sério, disposta a desbaratinar o maior caso de sua carreira e mostrar seu valor. O tema aqui é a violência doméstica e a violência contra a mulher. Acompanhamos histórias sobre abusadores na trama, mas o assunto principal é o casal vivido de forma esplendorosa por Eduardo Moscovis e Camila Morgado, a verdadeira alma da série. Quer saber por que? Assista! Só iremos dizer que é daquele tipo de arrepiar até o último pelo da nuca.

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A Maldição da Residência Hill / Mansão Bly

Outra série que foi assunto de todas as “rodinhas” no Facebook e redes sociais após sua estreia, A Maldição da Residência Hill foi criada por Mike Flanagan, um dos expoentes do terror atual, e chamou atenção devido a seus quesitos técnicos primorosos, muito dissecados virtualmente pelos fãs. Na trama, o terror sobrenatural se mescla com o drama de uma família em ruínas, e a narrativa mostra o passado e presente de cinco irmãos e seus pais. O interessante é que de forma muito criativa, o cineasta responsável pelo programa adapta o livro clássico escrito por Shirley Jackson, que já havia sido levado ao cinema como Desafio do Além (1963), rearranjando a história e transformando os personagens agora numa família. A série se tornou uma das 150 mais queridas de todos os tempos e emplacou a Netflix como realizadora de horror igualmente. São 10 episódios de puro brilhantismo. Assim, a empresa deu sinal verde para Flanagan seguir com sua ideia para A Maldição da Residência Bly, agora 9 episódios centrados numa nova história – que usa como base outro clássico do gênero: o livro de Henry James, A Volta do Parafuso. A obra igualmente já tinha ido aos cinemas, em 1961, com o elogiado Os Inocentes.

The Witcher

Henry Cavill é nosso Superman. Enquanto o astro não é atendido em seu desejo de se tornar o novo 007 do cinema, aqui ele dá vida a outra paixão sua. Fã de videogames e em especial da franquia The Witcher, o jovem ator de 37 anos, assim como Ryan Reynolds fez com Deadpool, agarrou o projeto de forma apaixonada com unhas e dentes. Assim, hoje temos uma aventura medieval com doses de fantasia muito eficiente bancada pela Netflix na qual Cavill interpreta o cabeludo platinado Geralt de Rivia, um caçador solitário se deparando com todo tipo de criatura e pessoas piores ainda. A primeira temporada com 8 episódios (quase um longo filme) está disponível na plataforma. E este ano finalmente ganharemos a continuação da trama na segunda temporada.

Sherlock

Enquanto o astro Benedict Cumberbatch, vulgo Doutor Estranho, não faz espaço na sua agenda para uma nova temporada (como o próprio afirmou em entrevista), a Netflix disponibiliza a série completa para você ir aquecendo caso (ou se) o programa retorne. Podemos dizer inclusive que o seriado original da rede britânica BBC serviu para apresentar o ator ao mundo, ainda em 2010. Na plataforma vermelhinha você encontra todas as 4 temporadas, sempre contendo apenas 4 episódios – que se comportam quase como longas-metragens. A trama adapta os casos do famoso detetive para os dias de hoje, em nossa sociedade moderna, e traz Cumberbatch como o indefectível Sherlock Holmes, e Martin Freeman como seu fiel escudeiro Dr. John Watson. Para termos uma ideia, o prestígio do programa é tamanho que ele se encontra entre os 21 melhores de todos os tempos na opinião do grande público. Portanto, Benedict, trate de achar tempo para presentar seus fãs com ao menos mais quatro episódios de uma nova temporada.

Ash vs Evil Dead

Esta é outra série que não é produção original do streaming número 1 de todos, e sim do canal Starz. Mas só podemos dizer que a Netflix mandou muito bem em exibir o programa no Brasil. E se você está reconhecendo o título é porque… sim, se trata de um derivado da criação de Sam Raimi, Evil Dead – A Morte do Demônio, que em 2021 completa 40 anos de seu lançamento. Época ideal para não apenas comemorar revendo a trilogia clássica de filmes (e quem sabe o remake), mas também maratonar as 3 temporadas do programa, todas disponíveis na plataforma. O segundo filme da franquia, Uma Noite Alucinante (1987), já começou a introduzir elementos cômicos em sua narrativa (bem, há quem diga que o primeiro já fazia isso), e a partir do terceiro a galhofa já havia tomado conta. É justamente nesta pegada que segue a série, misturando de forma muito eficiente humor, terror e litros de sangue para o gore. Ah sim, o mais legal da série é poder reencontrar o bufão Ash Williams, anti-herói vivido pelo canastra mor Bruce Campbell. E o elenco conta ainda com Lucy Lawless, a eterna Xena – A Princesa Guerreira, além do veterano Lee Majors (O Homem de Seis Milhões de Dólares). O Criador Sam Raimi escreveu, produziu e dirigiu alguns episódios da série. Imperdível!

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