Crítica – O Amor é Cego

Você já imaginou ver a Gwyneth Paltrow com uns 200 quilos?! Essa brincadeira me motivou a conferir esse filme, sim só poderia ser uma comédia.

E comédia dos diretores Peter Farrelly, Bobby Farrelly, tem sempre uma pitada de humor sarcástico, mas vezes todas as pessoas na sala, não tem como não rir!

É bem claro a ideia do filme de passar a valorizar o lado interior das pessoas, coisa que no nosso mundo onde o corpo está tão em alta, é bem interessante e vale a pena dar uma lembradinha, e por falar nisto, lembrei de uma brincadeira que as vezes a gente escuta dos amigos “quem gosta de beleza interior é decorador!”.

Mas, quando somente uma pessoa pode ver o lado interior dos outros enquanto todos os que estão ao seu lado não tem essa mesma visão, isso já é por si só garantia de situações hiláriantes. Especialmente quando se tem no elenco o Jack Black, que só de olhar em atuação já da vontade de rir, ele é naturalmente esquisito o suficiente para roubar a cena no filme. E nossa baleia Gwyneth Paltrow, também não compromete sua participação.

A dica fica para que se você está cansado de ver filmes de tiros ou lutas e está a fim de conferir um filme simples porêm

Crítica por: Márcia Pantoja

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Renato Marafon
Renato Marafonhttps://cinepop.com.br/
Editor-chefe e criador do site CinePOP, apaixonado por cinema e filmes.