A polêmica no Oscar parece ter favorecido a imagem do astro Will Smith, apesar de várias celebridades e da Academia condenarem a violência física após o ator ter agredido o Chris Rock.

Um dos maiores fracassos recentes da careira do ator se tornou o filme mais visto da Netflix.

Confira:


Lançado nos cinemas nacionais em 2019 pela Paramount Pictures, ‘Projeto Gemini’ fez uma passagem tímida nas telonas e se tornou um dos maiores fracassos comerciais da carreira de Will Smith – arrecadou apenas US$ 173 milhões mundialmente com o orçamento de US$ 150 milhões.

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A produção traz o astro Will Smith frente a frente com uma versão melhor, mais forte e mais jovem de si mesmo.

A ficção científica foi dirigida pelo vencedor do Oscar Ang Lee e apresenta uma nova tecnologia nos cinemas: o 3D+.

Além do 3D+, Smith passou por um interessante processo de rejuvenescimento facial, mas diferente do trabalho desempenhado pela Marvel e pela Lucasfilm.


A sua versão de 23 anos é um personagem 100% construído de maneira digital, “sem qualquer esticamento facial”. E para garantir que ele tivesse suas feições joviais resgatadas, Smith usou um traje de captura de movimento da Weta. Além disso, seus traços foram recriados a partir de uma série de referências de suas produções antigas, como ‘Fresh Prince of Bel Air’ e ‘Independence Day’.

O longa foi originalmente desenvolvido pela Disney nos anos 90, mas o projeto foi engavetado porque os efeitos visuais não eram avançados o suficiente na época.

 O elenco ainda conta com Mary Elizabeth Winstead, Clive Owen, Benedict Wong, Douglas Hodge e Ralph Brown.

Assista ao trailer:


No vídeo abaixo, o editor-chefe Renato Marafon explica a nova tecnologia e como ela funciona:

Crítica | Projeto Gemini – Ficção traz nostalgia dos anos 90 com tecnologia REVOLUCIONÁRIA 

 


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