Quando se fala em literatura policial em língua inglesa, os nomes dos autores Agatha Christie e Arthur Conan Doyle são citados constantemente. O filme Assalto em Dose Dupla (Flypaper) mistura fórmulas consagradas por esses dois escritores.
O enredo se passa em um banco que recebe a ilustre visita de dois grupos de assaltantes ao mesmo tempo. Antes que um dólar seja tocado pelos criminosos, um homem misterioso é assassinado no meio do saguão do banco.

Entre funcionários, clientes e ladrões; há treze suspeitos. Tem-se o clássico caso da sala fechada, uma fórmula de trama muito bem explorada na obra de Agatha Christie. Os desdobramentos da história trazem à memória o livro E não Sobrou Nenhum (antes conhecido como O Caso dos Dez Negrinhos).

Assalto em Dose Dupla não nega essa referência e inclui uma fala tirada das páginas escritas por Christie. Essa frase é de Tripp (Patrick Dempsey, de Transformers 3), um cliente do banco com problemas mentais que está determinado a entender o que está verdadeiramente acontecendo no banco.




Para resolver o mistério e conhecer melhor os demais personagens, Tripp faz uso de sua inteligência e de um afinado senso dedutivo. O protagonista é a ligação de Assalto em Dose Dupla com a obra de Arthur Conan Doyle, mais especialmente o detetive Sherlock Holmes.

Com essa receita, os fãs de Christie e Doyle terão bons motivos para assistir ao filme. Já o restante do público pode curtir essa mistura e aproveitar as inserções bem-humoradas do roteiro.

 

 




Crítica por:
Edu Fernandes (CineDude)

 

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